Site Página 5473

Já vimos Um Lugar Silencioso 2! Vem assistir nossas Primeiras Impressões…

O editor-chefe Renato Marafon viajou Nova York para assistir Um Lugar Silencioso 2 e as primeiras impressões já estão disponíveis para você.

Assista:

Assista nossas primeiras impressões:

O suspense chega aos cinemas brasileiros no dia 19 de março de 2020 – um dia antes da estreia nos EUA.

John Krasinski dirige. Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo, mas a continuação deve responder algumas questões sobre a origem das criaturas e como os eventos apocalípticos aconteceram.

O novo filme contará com o retorno de Emily Blunt, Millicent Simmonds e Noah Jupe, além da introdução dos novatos Djimon Hounsou e Cillian Murphy.

Um Lugar Silencioso

’50 Tons de Liberdade’ estreia na Amazon Prime Video

O último capítulo da franquia ‘Cinquenta Tons de Cinza‘, intitulado ‘Cinquenta Tons de Liberdade‘, estreou no catálogo da Amazon Prime Video do Brasil.

Na trama, Christian e Ana agora são casados. No entanto, a vida de Ana é ameaçada quando seu ex-chefe, Jack Hyde, jura vingança por ser demitido da SIP. Elena também retorna para assombrar Christian e torna a vida do casal muito mais problemática.

Além disso, o longa ganhou um hilário trailer honesto, que satiriza a falta de química entre os atores e a construção da narrativa. O vídeo ainda brinca com o fato deste ser o último filme da saga, pontuando que a tortura da audiência acabou.

Confira:

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo de Cinquenta Tons de Liberdade, último filme da trilogia soft porn.

Confira também nossa crítica em texto:

Crítica | Cinquenta Tons de Liberdade – conclusão da trilogia pseudo erótica é vazia e sem vida (Nota: 1.0)

James Foley (House Of Cards) dirige os dois últimos filmes da franquia, que foram filmados simultaneamente.

Niall Leonard, marido da autora E.L. James, é o responsável pelo roteiro.

Crítica | Cinquenta Tons Mais Escuros (Nota: 4.0)

 

‘A Bela e a Fera’: Live-action estreia na Amazon Prime Video

A Bela e a Fera‘, live-action da Disney estrelado por Emma Watson, já está disponível no catálogo da Amazon Prime Video Brasil.

A Amazon fechou contrato com a Disney para lançar todos os seus novos filmes por aqui, incluindo os já lançados remakes de ‘Aladdin‘ e ‘Dumbo‘.

Mundialmente, o longa arrecadou US$ 1,26 bilhão.

A atriz Emma Watson já pensa em uma sequência – saiba mais!

Assista nossa crítica:

‘A Bela e a Fera’ e ‘CORRA!’ lideram indicações ao MTV Movie Awards 2017 

Disney bate de frente com a Malásia e se recusa a cortar “cena gay” de ‘A Bela e a Fera’ 

‘A Bela e a Fera’ pode ganhar um filme derivado 

A nova versão de ‘A Bela e a Fera‘ conta a fantástica jornada de Bela (Emma Watson), uma jovem bela e brilhante que se torna prisioneira de uma fera malvada (Dan Stevens) em seu castelo. Apesar da terrível situação, Bela se torna amiga dos habitantes do castelo encantado e, por fim, aprende a ver além do exterior da Fera e descobre o coração e a alma de um príncipe.

Bill Condon, responsável pelos dois últimos filmes da ‘Saga Crepúsculo‘, dirige.  Stephen Chbosky, autor do livro ‘As Vantagens de Ser Invisível‘, roteiriza a adaptação para o cinema.

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

Festival GRLS! 2020 | Linn da Quebrada, Gaby Amarantos e Ludmilla no primeiro dia do evento

Festival GRLS! 2020 teve início ontem, 07 de março, como forma de trazer ainda mais visibilidade à incrível presença das mulheres nacionais e internacionais nas diversas áreas culturais do entretenimento – confirmando a presença de nada menos que oito shows nesse final de semana.

E, levando em conta o teor político promovido pela Tickets 4 Fun e pelos parceiros do evento, era de se esperar que nomes ativos dentro da militância feminina, negra e LGBTQ+ despontassem como headliners da produção: além de inúmeras palestras e talks realizados no auditório do Memorial da América Latina (marcados pelos rostos de Astrid FontenelleAlessandra MundurukuLuana Xavier e os criadores da página Quebrando o Tabu), boa parte do local foi destinada às apresentações musicais.

GRLS Dia1 Show LinnDaQuebradaTINE IHF 3

Linn da Quebrada, ativista, cantora, compositora e atriz que ganhou fama em 2015, abriu o festival do modo mais potente e visceral possível, trazendo uma clareza necessária e realizando melódicos e ácidos discursos em prol da comunidade LGBTQ+ (destinando grande parte de suas letras às mulheres transsexuais e às travestis). Em meio a conjuntos provocativos e a um background expositório, Linn definitivamente deu as cartas do jogo, guiando-se pelo mote “um salve a todas as travestis presentes” em uma das primeiras tracks.

Mais do que isso, a artista trouxe uma sonoridade impecável e uma rendição espetacular, fazendo questão de honrar a cultura africana com ressonantes batuques atrelados, rasgando aplausos pelo que representa às minorias sociais. Os conhecidos instrumentais também foram compostos com sintetizadores e guitarras pontuais, pavimentando o caminho para Gaby Amarantos.

DSCF2155

Amarantos teve o grande trabalho de lidar com uma plateia fria – mas sua borbulhante personalidade deu conta do recado ao lado do incrível grupo de dança conhecido como Turmalinas Negras e uma banda formada apenas de mulheres. Iniciando sua porção do evento com alguns de seus sucessos (incluindo “Cachaça de Jambu”“Ex My Love”, sempre exultando a cultura do Norte do país), ela superou a si mesma ao desconstruir letras de clássicos funks, além de trazer versões originais de divas nacionais.

Pabllo VittarElis ReginaMargareth Menezes foram alguns dos nomes que ganharam vida na potente e rouca voz da artista, bem como uma breve sample de “Run the World (Girls”, de Beyoncé. Com figurinos coloridos e cheios de vida, Amarantos definitivamente se valeu de atuações irretocáveis, críticas duras ao patriarcado e à condição da mulher numa retrógrada sociedade – além de mesclar rockbrega-funk, MPB, soft-pop e tantos outros estilos em pouco mais de sessenta minutos.

GRLS Dia1 Show Ludmilla TINE IHF 5

Substituindo Tierra WhackLudmilla foi confirmada de última hora no Festival, mas não falhou em mostrar que veio para animar a plateia. Aumentando consideravelmente o número de pessoas nas duas pistas do Memorial, a funkeira iniciou o show com famosas músicas – não deixando de fora a polêmica “Verdinha”, é claro -, além de ter ovacionado os fãs por cuidarem uns dos outros.

A cantora acrescentou uma camada a mais ao evento, com performances bastante sensuais e repletas de vocais incríveis – aproveitando o espaço para render-se à balada “Halo” com um toque brasileiro e para apresentar a dançante “Pulando na Pipoca”, parceria com Ivete Sangalo.

Crítica | Troco em Dobro – Ação da Netflix diverte, mas se perde em trama bagunçada

Mark Wahlberg continua na sua empreitada em fazer filmes de ação com um tom mais descontraído e encontra na Netflix um local ideal para isso. Com Troco em Dobro (Spenser Confidential, 2020), o ator protagoniza uma divertida e explosiva opção para os fãs de séries policiais e da franquia Velozes e Furiosos, com um longa que apoia em uma aventura sobre fazer a coisa certa, uma dupla de protagonistas com personalidades diferentes e que são forçados à trabalhar juntos, e claro, reviravoltas que movimentam a trama. 

Troco em Dobro se baseia nas figuras vistas na franquia de livros escritos pela dupla Robert B. Parker e Ace Atkins, e por mais que conte com uma história bem realista sempre há espaço para uma piração aqui e ali e um toque de grandiosidade desenfreada que é caraterística do gênero, e que aqui marca o novo filme do diretor Peter Berg que trabalha com Wahlberg mais uma vez, depois dos filmes O Dia do Atentado (2016) e 22 Milhas (2018). 

Troco Em Dobro Crítica
Foto: Netflix

Wahlberg é o grande destaque do elenco, e sua parceria tanto com Winston Duke e Alan Arkin é invejável. Comparado com outros dois filmes do diretor com o ator, Troco em Dobro é muito mais leve e tranquilo, trazendo os protagonistas abraçando o lado mais descompromissado e com uma veia mais cômica. 

Porém, Troco em Dobro esquece simplificar sua trama investigativa, e se embola ao longo do caminho ao não saber unir esse lado mais descontraído com a seriedade das questões policiais que o filme apresenta. Ao sair da prisão por ter batido no capitão Boylan (Michael Gaston), vemos Spenser (Wahlberg) de volta para a cidade de Boston onde precisa colocar sua vida em ordem agora que está finalmente livre. E com a ajuda do seu amigo, e treinador de boxe Henry (Alan Arkin, sempre hilário) e um novo (e para ele irritante!) colega de quarto chamado Hawk (Winston Duke), o ex-policial volta a investigar a trama de conspiração e corrupção que o fez ser preso da primeira vez. 

O roteiro tenta criar uma complexa e interligada história típica de seriados policiais, onde temos possíveis membros da máfia infiltrados na polícia de Boston, e é quase como se tivéssemos que escolher entre os personagens para saber quem fala a verdade, e quem mente. Escrito por Sean O’Keefe e Brian Helgeland, o roteiro cria essa aura de mistério sobre os personagens, mas que acaba apenas por entregar uma trama confusa e sem pé nem cabeça, em que tenta dar pistas sobre as verdadeiras intenções e motivações de cada um deles, seja uma frase solta no meio de uma conversa, um palito de dente caído no chão, ou ainda provas de uma câmera de segurança convenientemente na frente de um bar onde os vilões do filme se reúnem. 

Troco Em Dobro Crítica 1 1
Foto: Netflix

No final, Troco em Dobro se demonstra uma produção simples com uma roupagem de filme complexo. Claro, a trama se desenrola de uma forma fluída e as peças se encaixam certinho ao longo do caminho, mesmo que o sentimento que fique é já vimos isso antes em diversos momentos. Mas o bacana é ver Wahlberg interpretar novamente o papel do policial comum, mesmo que aqui, seu Spenser seja criado sem ter aquela aura de ser invencível como, por exemplo, o personagem de Keanu Reeves na franquia John Wick. 

De ‘Cassino Royale’ a ‘Sem Tempo para Morrer’ | Da pior à melhor canção original

A franquia 007 é uma das mais rentáveis e longevas da indústria cinematográfica, tendo iniciado ainda em 1962 com 007 contra o Satânico Dr. No’ e trazendo Sean Connery no papel principal. Quase seis décadas depois, caminhamos para a sexta geração de um dos agentes secretos mais famosos da história, com Daniel Craig voltando para seu último longa-metragem como o personagem.

Mais do que as competentes narrativas arquitetadas por realizadores e roteiristas de grande peso na esfera do entretenimento, as produções da icônica saga também é marcada por memoráveis (ou nem tanto) canções originais. E, seguindo os passos trilhados desde ‘Casino Royale’, Billie Eilish e o irmão Finneas O’Connell (vencedores do prêmio de Álbum do Ano no Grammy 2020) foram convidados pela própria produção do novo filme para criarem uma faixa promocional, intitulada “No Time To Die” (o título original de ‘Sem Tempo para Morrer’.

Por isso, o CinePOP resolveu criar uma singela matéria especial com o ranking de todas as músicas da franquia. Entretanto, iremos focar apenas nos filmes protagonizados por Craig, pois faremos uma outra lista inédita trazendo para você a nata de todos os artistas que já contribuíram para eternizar Bond nas telonas.

Confira:

  1. “Writing’s on the Wall”

Sam Smith pode até ter levado o Oscar para casa, mas não muda o fato de que a construção de “Writing’s on the Wall”, feita para 007 contra Spectre’ é blasé demais para ser relembrada (pelo menos não pelos motivos certos).

De fato, o respaldo instrumental conversa diretamente com a memorável e catártica trilha sonora, mas não o bastante. Na verdade, nada do que o artista imprime aqui é o bastante, rendendo-se a uma frustração descompensada que tenta desregular as fórmulas das baladas dramáticas e acaba criando uma pedante e vazia rendição.

  1. “Another Way to Die”

Este é um outro caso de tentativas falhas: as vozes deliberadamente contraditórias de Alicia Keys e Jack White resolveram se unir para pincelar 007 – Quantum of Solace’ com algo novo, há muito não visto em um pequeno nicho artístico que prezava mais pelo capricho orquestral que pela rebeldia irreverente de vanguardistas da música.

O resultado, intitulado “Another Way to Die”, é de uma risível ousadia que funciona melhor como um single avulso do que um complemento para trilha sonora. O rock alternativo, adornado com elementos do rock sinfônico, é insosso, nunca alcançando o que poderia e, dessa forma, nunca nos entregando o que promete.

  1. “No Time To Die”

Billie Eilish pode ter encontrado uma forma de conciliar sua única voz sussurrada e abafada com “bad guy” e outras incríveis canções, mas sua transição para o cinema falhou em quase tudo em que se propõe a fazer com “No Time To Die”, canção escrita para 007 – Sem Tempo para Morrer’.

Enquanto Finneas O’Connell trabalha com habilidade invejável, arquitetando uma mimética nostalgia cuja sonoridade é familiar o bastante para nos permitir terminar a faixa. Todavia, o restante das partes não converge para lugar nenhum, espalhando-se em diversas peças fragmentadas que não têm voz própria.

  1. “You Know My Name”

“You Know My Name” é, de fato, uma produção que não consegue envelhecer (e que não pretende por um bom tempo). Chris Cornell comanda a música-tema de 007 – Cassino Royale’ e faz jus ao título que o longa-metragem carrega de uma das melhores entradas de todas as franquias.

O rock-country delineado pelas poderosas notas é apenas um adendo aos belíssimo vocais do cantor, que variam de uma declamatória performance a um fry proposital, charmoso e inconfundível – erguendo-se com fluidez através de uma letra irretocável.

  1. “Skyfall”

Épico. Dramático. Perfeito.

Esses são alguns poucos adjetivos que conseguem descrever resumidamente a obra-prima sonora a que Adele deu vida em 2012. “Skyfall”, a teatral peça de 007 – Operação Skyfall’, foi merecedora de todos os prêmios que levou para casa (incluindo o Oscar de Melhor Canção Original), ainda mais por sua incrível coesão instrumental e por um liricismo recheado de metáforas próprias para o mundo detetivesco.

A performer, saindo de seu aclamado álbum ‘21’, mergulhou mais uma vez de cabeça no pop orquestral e forçou-se a atingir níveis vocais assustadoramente impecáveis, cujas notas oscilantes foram auxiliadas pela produção de seu colaborador, Paul Epworth.

‘De Volta para o Futuro 4’: Fãs criam abaixo-assinado exigindo a sequência

Os fãs estão cada vez mais surtados… Nos últimos meses, surgiram abaixo-assinados pedindo Danny DeVito como o novo intérprete do Wolverine e até mesmo Agostinho Carrara como personagem de ‘GTA 6‘.

Agora, os fãs de ‘De Volta Para o Futuro‘ publicaram no Change.org um pedido para que um 4º filme da franquia seja lançado.

“Assim como ‘Caça-Fantasmas‘ ganhará uma nova sequência conectada aos filmes originais, poderíamos ver isso acontecer com De Volta Para o Futuro? Robert Zemeckis, diretor da franquia, disse que não, mas Christopher Lloyd gostaria de ver um novo filme.”, diz parte da publicação.

Embora o diretor Robert Zemeckis tenha concluído a história da melhor forma no último filme, parece que os fãs não estão aceitando o fim da saga.

Por enquanto, o pedido é modesto e registrou apenas 150 assinaturas, mas espera-se que a campanha ganhe força pelos próximos dias.

Anteriormente, Christopher Lloyd revelou, mais uma vez, que retornaria para um quarto ‘De Volta para o Futuro‘.

“Um novo filme poderia trazer uma mensagem muito importante para o mundo todo, globalmente, sobre as mudanças climáticas e o efeito estufa. Eu voltaria sem pensar duas vezes. Seria muito legal incorporar o que está acontecendo no planeta à nostalgia do primeiro, segundo e terceiro filme”, afirmou em entrevista durante a Niagra Falls Comic Con.

“Eu ficaria muito feliz. Eu amaria voltar para o quarto filme, se eles conseguissem chegar com a ideia certa que expanda a mitologia e seja tão boa quanto a dos três primeiros. O maior desafio é fazer algo tão bom quanto os originais. Mais eu acho que um dia pode acontecer”, concluiu.

Robert Zemeckis, que dirigiu a trilogia, revelou que quarto o filme acontecerá “só por cima do cadáver dele”.

devoltaparaofuturo_3

 

Série de TV live-action de ‘Jurassic World’ terá ligação com os filmes

De acordo com o Geek WorldWide, o universo de ‘Jurassic World‘ vai se expandir em uma série de TV em live action e a produção já está em desenvolvimento.

O roteiro já está sendo escrito e as gravações vão acontecer em Vancouver, no Canadá, mas ainda não há previsão de estreia e nem informações sobre o elenco.

Os eventos da série devem acontecer no mesmo período de ‘Jurassic World: Dominação’, e os episódios darão continuidade à narrativa do longa, que estreia apenas em 2021.

Não foi revelado se Chris Pratt e Bryce Dallas Howard farão parte da história.

Como a ideia ainda está nos estágios iniciais, novas informações devem ser divulgadas em breve.

Em setembro de 2019, o diretor Colin Trevorrow já havia adiantado numa convenção de cultura pop que uma série de TV estava nos planos da Universal.

Ao ser questionado sobre a possibilidade, o cineasta disse que:

“Se o público quer ver [outras histórias em live action], vamos fazer. Quem sabe mais uns filmes ou séries de TV.”

Lembrando que ‘Jurassic World: Dominação‘ chega aos cinemas nacionais em 11 de junho de 2021.

Emily Carmichael (‘Círculo de Fogo: A Revolta‘) está escrevendo o roteiro junto com Colin Trevorrow.

Em entrevista ao site especializado na franquia, Jurassic Outpost, Trevorrow comentou sobre o que os fãs podem esperar para o terceiro filme.

“Não tenho ideia do que motivaria os dinossauros a destruir uma cidade. Eles não são organizados. Na vida real temos predadores letais que vivem nos arredores de áreas urbanas que não entram nas cidades para caçar humanos. O mundo que estou ansioso para criar é onde seja possível encontrar rotineiramente um dinossauro cruzando estradas ou um que invada seu quintal à procura de comida. Nós simplesmente não entramos em guerra com os animais. A teríamos perdido há muito tempo.”

Ele também comentou sobre como a recepção das críticas dos fãs e jornalistas ajudou na narrativa de ‘Jurassic World: Reino Ameaçado‘:

“Nós viramos para um lado mais sombrio de ‘Jurassic Park‘ naquele roteiro. O primeiro filme era uma aventura colorida e pop, já no segundo resolvemos explorar o lado feio da humanidade e o tratamento cruel com animais. Mas acho que Bayona, o diretor, nos deteve de ir longe demais, o que é algo bom. Ele abraçou os elementos sombrios, mas adicionou humor na aventura. A ideia de tornar a venda dos dinossauros em um leilão para os super ricos também foi dele. Na versão original, era algo bastante clandestino e sujo. Acho que a versão que foi para o filme funciona melhor para as crianças. Foi uma grande vantagem termos ele no time.

Kylie Minogue incendeia os palcos do Festival GRLS! e prova que é a rainha do dance

A princípio criticada por sua imagem supostamente pré-programada no início da carreira, Kylie Minogue tornou-se uma lenda vida. Aos 51 anos, a artista é dona de uma discografia que beira o impecável, ascendeu ao patamar de ícone LGBTQ+ e, até hoje, é considerada por inúmeros estudiosos como a Princesa do Pop devido ao seu impactante legado na indústria fonográfica.

Depois de altos e baixos e uma luta contra o câncer de mama, Minogue (por mais que tenha uma escassa fanbase no território nacional e um consequente afastamento dos holofotes) retornou ao Brasil doze anos depois de seu primeiro show, o qual ocorreu em 2008. A performer, na verdade, foi uma das headliners do Festival GRLS! 2020, primeira edição do evento que começou ontem, 07 de março, e chega ao fim hoje (08).

Kylie 8

Precedida por potentes nomes da cultura nacional, a chegada de Minogue já vinha sendo comentada por fãs e por veículos de comunicação desde o anúncio oficial em suas redes sociais. Não é surpresa que, ao longo do dia, as duas pistas destinadas às apresentações transbordavam com um crescimento exponencial de espectadores, colados à grade de segurança e ansiosos para ver mais um memorável concerto da nossa querida popstar australiana.

E o resultado foi, na verdade, muito além do esperado: ao longo de pequenas prévias que tomavam forma com a construção do palco (incluindo o apogeu simbólico do globo de discoteca e gigantescos espelhos que funcionavam como instalações vivas), Kylie deu as caras de forma a arrancar uma enxurrada de aplausos de todo mundo que até mesmo tenha parado para dar uma olhada no que acontecia no Memorial da América Latina.

Kylie 5

Exuberante em um tailleur branco recheado de lantejoulas, a artista começava o que viria a intitular com o próprio público a “melhor noite da sua vida”, resgatando clássicos comerciais, favoritos dos fãs e dando ouvidos totais à comunidade queer que exalava respeito e uma incredulidade ao ver um dos grandes nomes da música pop a poucos metros de distância.

Em meio a cinco figurinos diferentes e uma energia contagiante, Minogue rendeu-se a uma emoção surrealmente palatável, indo à beira das lágrimas com o carinho recebido pelos brasileiros. Mais do que isso, ela se portava com genuína despreocupação, divertindo-se mesmo nos momentos mais dramáticos e não perdendo a chance de declarar seu amor pela comunidade LGBTQ+, que sempre a apoiou – e não se enganem: sua euforia em momento algum a fez deixar de lado a ressonante e já conhecia estética visual, cuidando para tudo fosse conforme o planejado e nos deixasse em êxtase.

Kylie 3

Mais do que isso, a performer soube como conduzir uma setlist propositalmente oscilante, cuidando para que os dois extremos de seus enérgicos 90 minutos em palco fossem catárticos: não é surpresa que canções como “All The Lovers”“Dancing”“Spinning Around” premeditavam o iminente finale, enquanto “The One” “Slow” se destinaram aos momentos mais sexy. Entretanto, foram outros hits que incendiaram a noite da Barra Funda, incluindo a unânime aceitação de “Can’t Get You Out of My Head”, a nostálgica rendição de “In Your Eyes” e a divertida “Locomotion”, seu primeiro single lançado em 1987 com o álbum ‘The Loco-Motion’.

No final das contas, Kylie Minogue provou mais uma vez que é a rainha do dance (e do disco, aparentemente), merecendo muito mais reconhecimento do que tem e entregando um dos grandes auges da recém-iniciada década: uma apresentação que foi para além de um mero agrado aos fãs, mas que transformou-se em uma das grandes peças artísticas de sua extensa carreira – prometendo, inclusive, voltar para as terras brasileiras outras vezes, reafirmando que é simplesmente apaixonada por nós.

Kylie 2

Falso! ‘The Witcher’: Natalie Dormer NÃO entrará para o elenco da série

Penny Dreadful: City of Angels Natalie Dormer

De acordo com o ComicBook, a Natalie Dormer (‘Game of Thrones‘) NÃO fará parte do elenco da série ‘The Witcher‘, desmentindo os boatos.

Rumores sobre sua participação começaram a se espalhar na internet após a atriz ter sido flagrada nos bastidores da produção, mas o site confirmou que a atriz não foi escalada na segunda temporada da série.

Lembrando que a 1ª temporada já está disponível na Netflix.

A nova temporada estreia na Netflix em 2021.

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

The Witcher Poster

Dança das Cadeiras! 15 Substituições de Atores em Filmes Famosos

007 – James Bond

Bond

Substituições: Sean Connery por George Lazenby / George Lazenby por Sean Connery / Sean Connery por Roger Moore / Roger Moore por Timothy Dalton / Timothy Dalton por Pierce Brosnan / Pierce Brosnan por Daniel Craig.

Essa é batata. James Bond é o personagem mais vezes trocado dentro de uma mesma franquia (sem contar Drácula, que caiu em domínio público e aparece em qualquer filme de diferentes franquias, e Jason de Sexta-Feira 13 – que com o uso de maquiagem e sem falar, pode ser vivido por qualquer um). Assim, temos diferentes versões do maior agente do cinema: truculento, charmoso, fanfarrão, sóbrio, etc. .

Bruce Wayne / Batman

Batman

Substituições: Michael Keaton por Val Kilmer / Val Kilmer por George Clooney.

E cadê Adam West, você pergunta? West viveu o personagem na TV e o longa foi uma extensão do seriado. O primeiro filme nos cinemas foi mesmo a superprodução de 1989, dirigida por Tim Burton, onde o personagem foi vivido por Michael Keaton. Depois da sequência Batman – O Retorno, onde a dupla de protagonista e diretor reprisou a dobradinha, o estúdio resolveu afastar o cineasta devido ao tom sombrio demais dos filmes. Assim, com a saída de Burton, Keaton também abandonou a capa.

Val Kilmer foi trazido para Batman Eternamente, mas os constantes embates com o diretor Joel Schumacher causaram sua saída do fiasco Batman & Robin, sendo substituído por George Clooney. E onde está Christian Bale? Bom, após o filme de 1997, a ideia da Warner era por um recomeço, já que a franquia havia sido deixada na geladeira por quase dez anos. E para isso, a escolha de outro ator era óbvia – fazendo o fato não se encaixar tanto como uma substituição por se tratar de uma série diferente, sem ligação com os filmes dos anos 1980 e 1990.

Jennifer Parker (De Volta para o Futuro)

Jennifer

Substituição: Claudia Wells por Elisabeth Shue.

Essa muita gente não deve ter percebido. No clássico De Volta para o Futuro (1985), a namorada de Marty McFly, Jennifer Parker, é vivida pela atriz Claudia Wells – que não ficou muito conhecida em sua carreira. Mas foi só chegar a continuação De Volta para o Futuro – Parte 2 (1989), que os mais atentos notaram uma ‘pequena grande’ diferença na personagem. A continuação começa exatamente de onde o primeiro filme parou, e mesmo assim as coisas não estavam exatamente iguais.

Acontece que Jennifer agora era vivida pela atriz Elisabeth Shue, então dona de uma carreira muito mais proeminente – tendo participado de produções como Karatê Kid – A Hora da Verdade (1984), Uma Noite de Aventuras (1987) e Cocktail (1988), com o astro Tom Cruise. Shue seguiu como Jennifer na terceira parte da franquia. Uma curiosidade é que Claudia Wells, e não Elisabeth Shue, cedeu a voz para Jennifer no game lançado em 2015, ao lado de gente como Michael J. Fox (Marty), Chrtistopher Lloyd (Dr. Brown) e Thomas F. Wilson (Biff).

Clarice Starling

Clarice

Substituição: Jodie Foster por Julianne Moore.

A agente do FBI mais famosa do mundo dos thrillers não foi a primeira a caçar o psicopata Hannibal Lecter, imortalizado por Anthony Hopkins. Mas quando o assunto é O Silêncio dos Inocentes (1991), estamos falando de uma unanimidade, e um dos poucos filmes da história a ganhar o tão almejado big Five no Oscar (prêmios de melhor diretor, filme, ator, atriz e roteiro). Assim, esperava-se que ao menos os protagonistas retornassem na sequência. Não imaginamos outro no papel do canibal que não seja Hopkins (bem, quem sabe Mads Mikkelsen), e o ator britânico retornou em Hannibal (2001). Porém, quando foi a hora de Clarice, a estrela Jodie Foster deu para trás, precisando ser substituída pela igualmente talentosa Julianne Moore. O efeito não foi o mesmo.

Duas-Caras

Two Face

Substituição: Billy Dee Williams por Tommy Lee Jones.

No universo do Homem Morcego, não foi só o herói que viu seu rosto mudar ao longo dos anos. Um de seus principais antagonistas também sofreu uma grande metamorfose. Em Batman (1989), de Tim Burton, o promotor Harvey Dent foi vivido pelo grande Billy Dee Williams (imortalizado como Lando Calrissian de O Império Contra-Ataca). Williams inclusive disse em entrevistas que o único motivo de ter aceitado o papel, foi a transformação que seu personagem passaria numa continuação, se tornando o implacável Duas-Caras. E esse era o plano de Burton. Porém, o novo comandante, Joel Schumacher, optou por Tommy Lee Jones para o papel em Batman Eternamente (1995). Curiosamente, ambos possuem três nomes (seria este um pré-requisito para o papel?). Williams finalmente viria a viver o personagem (ou ao menos dublá-lo em Lego Batman, 2017).

Lestat

Lestat

Substituição: Tom Cruise por Stuart Townsend.

Tudo bem que A Rainha dos Condenados (2002) se passa antes de Entrevista com o Vampiro (1994), e levando em conta que vampiros não envelhecem, seria estranho ver o astro Tom Cruise com rugas a mais na pele do cínico sanguessuga. Assim, a opção foi por trazer o limitado Stuart Townsend para o interessante papel. O resultado foi uma produção naufragada – mas a culpa não é totalmente do ator, já que existe um abismo de diferença em qualidade entre as duas obras. Seria o caso de termos dado aquele famoso salto de fé na suspensão de descrença – que caiu tão bem, por exemplo, em Dragão Vermelho (2002), onde Anthony Hopkins bem mais velho, tentou parecer mais jovem uns 11 anos na pele de Hannibal Lecter.

Rachel Dawes

Batman 1

Substituição: Katie Holmes por Maggie Gyllenhaal.

Como estamos percebendo por esta lista, Batman é o rei das substituições de atores. Depois do próprio protagonista e de seu notório vilão, chegou a vez de uma atriz principal ser substituída no mesmo papel. Em Batman Begins (2005), reinício bem sucedido da franquia no cinema, Rachel Dawes, advogada que é o interesse romântico do herói, foi vivida por Katie Holmes. Três anos depois, no que é tido pela maioria como o melhor filme baseado em um personagem de quadrinhos de todos os tempos, O Cavaleiro das Trevas (2008), foi a hora de Maggie Gyllenhaal entrar em cena e jogar Holmes para escanteio, acrescentando novas camadas e grande dramaticidade a esta heroína trágica.

Dumbledore

Dumbledore

Substituição: Richard Harris por Michael Gambon.

É triste, mas este é outro fator que entra em cena na hora de substituir atores em uma franquia: sua morte. O lendário veterano Richard Harris (2 vezes indicado ao Oscar) deu vida ao justo e sereno diretor do colégio de bruxos mais famoso da sétima arte, Dumbledore. Sua aparência entrou para a história como a caracterização máxima do mago que permeava nossos imaginários. Porém, em 2002, aos 72 anos, o ator viria a falecer. Ele havia gravado os dois primeiros filmes da franquia, mas precisou ser substituído às pressas para o terceiro, Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban (2004). Assim, para o papel foi convocado Michael Gambon, dez anos mais novo, que igualmente entregou um desempenho marcante, criando um Dumbledore mais jovem e dinâmico – dentro do possível.

Oráculo (Matrix)

Matrix

Substituição: Gloria Foster por Mary Alice.

Aqui, o mesmo caso do item acima ocorreu. No revolucionário Matrix (1999) – o 18º filme preferido do grande público, de todos os tempos, a onisciente Oráculo foi retratada como uma dona de casa cozinheira, nas formas da atriz Gloria Foster. Papel que a atriz reprisaria na continuação Matrix Reloaded (2003). Porém, Foster viria a falecer de forma repentina durante as gravações das sequências – filmadas de forma simultânea. Assim, para a terceira parte – Matrix Revolutions -, a atriz Mary Alice foi a substituta. A explicação para a mudança é até plausível, dentro do universo surreal.

Hitman

Hitman

Substituição: Timothy Olyphant por Rupert Friend.

Baseado num famoso vídeo game de ação, o personagem Hitman sempre foi imaginado no cinema como o ator Vin Diesel, devido a sua famosa careca. No entanto, o brucutu astro da franquia Velozes e Furiosos não quis saber do longa Hitman – Assassino 47 (2007), e Timothy Olyphant terminou com o papel. O filme não foi o que podemos chamar de sucesso, e mesmo assim uma espécie de continuação/reboot foi tentada oito anos depois com Hitman – Agente 47 (2015), onde o protagonista já portava as formas de Rupert Friend.

Tony (O Mundo Imaginário do Doutor Parnassus)

Imaginarium

Substituição: Heath Ledger por Johnny Depp, Jude Law e Colin Farrell.

Aqui, voltamos aos itens acima. Uma morte foi a responsável pela substituição. Porém, neste item temos um caso incomum. Ao invés de se tratar de uma continuação de franquia, a mudança ocorreu dentro de um único filme. O Mundo Imaginário do Doutor Parnassus (2009) é um filme surreal e sobrenatural dirigido por Terry Gillian, um especialista no gênero. A obra marca também a última contribuição do jovem Heath Ledger ao mundo da sétima arte. O ator faleceu aos 28 anos , sem conseguir concluir as gravações. Assim, a ideia foi substituí-lo não por um, mas por três atores ao longo da projeção, assim que o personagem adentra um mundo mágico. Desta forma, Johnny Depp viveu Tony Imaginário 1, Jude Law viveu Tony Imaginário 2 e Colin Farrell viveu Tony Imaginário 3.

James Rhodes (Homem de Ferro)

WarMachine

Substituição: Terrence Howard por Don Cheadle.

A Marvel é um mundo mágico e maravilho, onde os sonhos ganham vida, certo? Bem, se você perguntar ao ator Terrence Howard, a resposta será bem diferente. Um dos atores mais prejudicados por um estúdio na história do cinema, Howard (indicado ao Oscar por Ritmo de um Sonho) foi o primeiro contratado para Homem de Ferro (2008), numa era em que filmes de heróis estavam dando os primeiros passos. Desta forma, seu salário foi maior do que o do agora astro Robert Downey Jr. – saindo de uma fase ruim. Quando chegou a hora do estúdio cumprir o prometido ao ator e elevar seu pagamento, a empresa optou por cortá-lo da franquia, privilegiar o protagonista, e substituir Howard por Don Cheadle em Homem de Ferro 2 (2010) e em todos os filmes vindouros. Já são 7 filmes de Cheadle como o personagem James Rhodes (o Máquina de Combate), incluindo o inédito Vingadores: Ultimato (2019).

Bruce Banner (Hulk)

Hulk

Substituição: Eric Bana por Edward Norton/ Edward Norton por Mark Ruffalo.

Tão mutável quanto o Homem Morcego, é o grandalhão verde da empresa “rival”. Tudo bem, muitos heróis já foram substituídos, vide Superman e Homem-Aranha, mas em sua maioria tratam-se de reinícios para estas franquias. E isso pode ser até verdade quando falamos de Eric Bana, o Hulk (2003) de Ang Lee. Quando os direitos do personagens reverteram para a Marvel, a companhia optou por começar do zero, com uma equipe e elenco novos – apesar de continuar basicamente de onde a ideia geral sobre o personagem havia parado.

Assim, entra em cena Edward Norton no papel principal. Com sua fama de ser difícil e personalidade dominadora, é relatado que Norton tomou o comando de O Incrível Hulk (2008) para si, tornando o trabalho um verdadeiro pesadelo. Suas exigências ecoaram na Marvel, que não queria esta bomba relógio em mãos – assim substituindo o ator pelo mais tranquilo Mark Ruffalo (embora seja uma máquina de spoilers – risos), em Os Vingadores (2012) e mais 6 filmes, incluindo o inédito Vingadores: Ultimato (2019).

Fandral (Thor)

Fandral

Substituição: Josh Dallas por Zachary Levi.

Outra substituição ocorrida no MCU bem debaixo de nossos narizes, sem que ninguém percebesse. Tudo bem que o universo de Thor não é o preferido da maioria dos fãs da casa. Fandral é um personagem secundário das histórias do Deus do Trovão, parte do trio conhecido como Os Três Guerreiros, do qual fazem parte, além do próprio, Hogun e Volstagg. A inspiração clara é na mescla de três guerreiros vindos de diferentes partes do mundo – como um viking (Volstagg), um asiático (Hogun) e europeu (Fandral). Ao lado de Lady Sif (Jaimie Alexander), o trio fez parte de inúmeras aventuras de Thor.

Ao ser lançada a continuação do filme de 2011, Thor: O Mundo Sombrio (2013), Ray Stevenson, Tadanobu Asano e Alexander estavam de volta aos seus respectivos papéis. Fandral, no entanto, soava diferente – como se atingido pelas iniciais dos deuses Salomão, Hércules, Atlas, Zeus, Aquiles e Mercúrio. Sim, Zachary Levi, a esperança da DC no vindouro Shazam! foi quem deu forma ao guerreiro no filme da Marvel. O ator, inclusive, reprisou o papel em Thor: Ragnarok (2017), ao lado dos colegas de cena – exceto Alexander.

Lisbeth Salander (Millenium)

Salander

Substituição: Noomi Rapace por Rooney Mara / Rooney Mara por Claire Foy.

Nem iremos contar muito a troca de Noomi Rapace, já que a atriz foi a estrela das versões suecas – a trilogia chegou a ser filmada no país. Por mais que não seja totalmente estranho o mesmo ator interpretar o seu papel na refilmagem (como foi o caso de Penélope Cruz em Preso na Escuridão e no remake Vanilla Sky), o diretor David Fincher optou por Rooney Mara no remake americano (superior em seu desempenho no papel, e com uma indicação no Oscar para provar).

A intenção era pela trilogia, mas infelizmente a cara produção não rendeu o retorno financeiro esperado pela Sony, sendo engavetada por anos. Mara mostrou toda a vontade do mundo em retornar ao papel, mas os deuses do cinema tinham outros planos. Assim, um reboot foi lançado em 2018, focando no livro A Garota na Teia de Aranha, o primeiro escrito por David Lagercrantz, e com uma nova intérprete no papel principal. A escolhida foi a talentosa Claire Foy, que não fez feio com a personagem.

‘Hawaii Five-0’: Chuck Norris fará participação especial no último episódio da série

De acordo com o TV Line, Chuck Norris fará uma participação especial no último episódio da 10ª temporada de ‘Hawaii Five-0‘.

Norris dará vida a Lee Phillips, um oficial da aposentado da Marinha que tentará ajudar um de seus antigos protegidos da infantaria a se esconder das autoridades e proteger seu anonimato.

A participação de Norris é um marco na TV, já que o veterano estava afastado da carreira desde que participou de ‘Os Goldbergs‘, em 2015, e ‘Os Mercenários 2′, em 2012.

O episódio também trará de volta vários astros convidados, incluindo James Marsters (como Victor Hesse), William Sadler (como John McGarrett) e Mark Dacascos (como Wo Fat).

Lembrando que o desfecho da produção irá ao ar no dia 03 de abril, e terá duas horas de duração.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o astro Alex O’Loughlin nos contou qual seria o desfecho ideal para o protagonista Steve McGarrett.

Assista:

A série foi criada por Peter M. Lenkov, Alex Kurtzman e Roberto Orci, o programa é um reboot da série lançada lançada em 1968.

A trama segue uma unidade policial de elite montada para combater o crime no estado do Hawaii.

O elenco inclui Alex O’Loughlin, Scott Caan, Ian Anthony Dale, Meaghan Rath, Jorge Garcia, Beulah Koale, Katrina Law, Taylor Wily, Dennis Chun, Kimee Balmilero e Chi McBride.

532575

‘The Batman’: Jeffrey Wright diz que Matt Reeves é um fã declarado de Adam West

Diversos fãs repararam que Matt Reeves se inspirou na série do Batman da década de 1960 para compor o visual de Robert Pattinson e do Batmóvel em ‘The Batman‘.

Acontece que o diretor é um fã declarado de Adam West e da estética da clássica série de TV, como revelou Jeffrey Wright.

Durante uma para o CNET, o intérprete do comissário Gordon na vindoura adaptação foi questionado sobre seu Batman preferido e revelou:

“Eu sempre gostei dos quadrinhos do Batman, mas nunca fui muito fã… Até assistir a série estrelada por Adam West. Matt Reeves também é louco pela estética da série. Nós conversamos sobre isso e ele me disse: ‘aquilo não era apenas cômico, era fantástico e inovador’. Matt e eu concordamos que não era uma comédia, era muito sério para nós quando tínhamos uns 08 anos de idade.”

Lembrando que ‘The Batman‘ tem previsão de estreia para 25 de junho de 2021. 

Confira as primeiras imagens oficiais:

Batman

Batman 2

Batman 3

Robert Pattinson viverá o personagem-título. O elenco ainda conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos MaxCharlie Carver.

Dirigido por Reeves, a trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

The Batman Cinepop

‘Liga da Justiça’: Ben Affleck sugere que a adaptação só fracassou por causa da saída de Zack Snyder

Ben Affleck interpretou o Batman por um breve período de tempo e vestiu o capuz do Homem-Morcego pela última vez em ‘Liga da Justiça‘, lançado em 2017.

Durante uma entrevista para a GQ, o astro foi questionado sobre os motivos que o fizeram abandonar o papel e sugeriu que teve uma péssima experiência depois que Zack Snyder foi afastado da produção.

“Infelizmente, a produção de ‘Liga da Justiça‘ foi marcada por uma tragédia pessoal quando a filha de Zack [Synder] faleceu. Depois disso houve uma série de barreiras, sabe? Um problema atrás do outro e isso é desanimador.”

Affleck disse que estava empolgado para dar o seu melhor em ‘Batman vs Superman‘, e o mesmo não aconteceu em ‘Liga da Justiça‘ porque ele não se sentia motivado.

Para completar, o astro disse que essa foi a principal razão para pendurar a capa.

“Me perguntaram se eu gostaria de dirigir e estrelar um filme solo do Batman e eu até topei, mas depois de um tempo eu havia perdido o entusiasmo e a paixão por essa coisa toda… Achei que estava na hora de passar a ideia para alguém que estivesse mais compromissado. Estava claro que eu deveria seguir em frente. Mas ainda carrego ótimas lembranças, principalmente de ‘Batman vs Superman‘.”

Lembrando que ‘The Batman‘ tem previsão de estreia para 25 de junho de 2021. 

Robert Pattinson viverá o personagem-título. O elenco ainda conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos MaxCharlie Carver.

Dirigido por Matt Reeves, a trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

The Batman Cinepop

Primeiras Impressões | Um Lugar Silencioso 2

O CinePOP viajou até Nova York para conferir Um Lugar Silencioso 2 e trazer a crítica para você! O embargo para a crítica completa cai somente na semana de estreia, mas as primeiras reações foram liberadas.

E pasmem: ‘Um Lugar Silencioso 2‘ é tão tenso e aterrorizante quanto o original.

Confira nossas reações:

Assista nossas primeiras impressões:

Segundo projeções iniciais (via Variety), a sequência promete fazer um estrondo tão grande quanto o primeiro filme nas bilheterias.

O novo capítulo deve abrir com US$ 60 milhões apenas em seu primeiro final de semana. Caso mantenha o entusiasmo do público, é possível que o número cresça exponencialmente.

Vale lembrar que o longa original estreou com US$ 50 milhões em abril de 2018, terminando seu reinado com US$188 milhões apenas na América do Norte e US$340 milhões mundialmente (uma conquista invejável, considerando o orçamento de apenas US$17 milhões).

O suspense chega aos cinemas brasileiros no dia 19 de março de 2020 – um dia antes da estreia nos EUA.

John Krasinski dirige. Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo, mas a continuação deve responder algumas questões sobre a origem das criaturas e como os eventos apocalípticos aconteceram.

O novo filme contará com o retorno de Emily Blunt, Millicent Simmonds e Noah Jupe, além da introdução dos novatos Djimon Hounsou e Cillian Murphy.

Um Lugar Silencioso

‘Superman – O Retorno’: Brandon Routh fala sobre a dificuldade de trabalhar com o diretor Bryan Singer

Durante uma entrevista para o Screen Rant, Brandon Routh confessou que foi extremamente complicado trabalhar ao lado do diretor Bryan Singer em ‘Superman – O Retorno’.

Na trama, Routh deu vida à Clark Kent/Superman, marcando a volta do personagem às telonas desde ‘Superman IV‘, lançado em 1987.

Questionado sobre o relacionamento com a equipe nos bastidores, Routh respirou fundo e disse:

“No geral, era um clima agradável. Mas de vez em quando [Bryan] Singer surtava. Por mais que ele fosse gentil comigo, eu via como ele tratava os outros e não era algo fácil de lidar.”

Apesar de não entrar em detalhes, Routh sugere que o cineasta agia com arrogância e desprezo com os outros funcionários da equipe.

E Routh não é o único a reclamar, pois Rami Malek contou ao The Guardian que “foi insuportável continuar as gravações de ‘Bohemian Rhapsody‘ e lidar com o ego de Singer“, que estava assumindo a direção.

Consequentemente, o cineasta foi demitido e substituído por Dexter Fletcher.

No ano passado, Sophie Turner conversou com a Rolling Stone e admitiu que guarda péssimas lembranças de Singer por causa de seu temperamento explosivo nos bastidores de ‘X-Men: Apocalipse‘.

Além disso, o cineasta foi alvo de diversas acusações de assédio sexual envolvendo menores de idade, inclusive foi obrigado a pagar uma indenização de US$ 150.000 a uma das supostas vítimas.

O valor foi estabelecido a partir de um acordo judicial firmado entre ambas as partes.

Cesar Sanchez-Guzman entrou com uma ação contra Singer, em 2017, alegando que o diretor teria abusado sexualmente dele em 2003, durante uma festa em um iate, em Seattle. Na ocasião, o rapaz tinha apenas 17 anos.

Embora tenha aceitado formalizar um acordo com Sanchez-Guzman, Singer reiterou sua inocência. E por meio de um comunicado oficial, emitido por seu advogado, Andrew Brettle, ele reforçou sua defesa: “O Sr. Singer negou, mesmo conhecendo o indivíduo, ter tido interações com ele há 15 anos”.

A suposta vítima também está enfrentando um processo, por ter declarado falência em 2014. Os credores de Sanchez-Guzman reabriram o seu caso contra ele, alegando que o rapaz não teria declaro o desenvolvimento de seu caso contra Singer como parte de seus ativos e bens. Sua dívida diz respeito a empréstimos estudantis.

Isso significa que, dos US$ 150 mil firmados via acordo, pouco menos de US$ 61 mil serão entregues aos credores da suposta vítima. O restante do valor, exceto os custos legais da ação, ficarão com Sanchez-Guzman.

Depois das acusações, Singer não dirigiu nenhum novo filme me Hollywood.

Julie Bowen estrelará nova comédia dos criadores de ‘Will & Grace’

Mandatory Credit: Photo by Richard Shotwell/Invision/AP/Shutterstock (9698763bh) Julie Bowen arrives at the Inspiration Awards benefiting Step Up at the Beverly Wilshire Hotel, in Beverly Hills, Calif 2018 Inspiration Awards Benefiting Step Up - Arrivals, Beverly Hills, USA - 01 Jun 2018

De acordo com o Deadline, Julie Bowen (‘Modern Family‘) vai estrelar a série de comédia ‘Raised by Wolves‘, que está sendo desenvolvida pela CBS.

O projeto foi criado por Max Mutchnick e David Kohan, dupla responsável pelo sucesso ‘Will & Grace‘.

A trama vai seguir a gerenciadora de crises Frankie Wolfe, uma mulher com uma carreira de muito sucesso, cuja vida é virada de cabeça para baixo quando ela adota uma menina de 11 anos e a cria com a ajuda de sua irmã desequilibrada.

Vale lembrar que a emissora se comprometeu apenas com o piloto da série. A produção ainda terá que ser aprovada para receber uma ordem de temporada completa.

A decisão deve acontecer nos próximos meses.

‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’ pode ter presença de Fin Fang Foom

De acordo com o Comic Book Movie, o jornalista Daniel Richtman revelou que o personagem Fin Fang Foom será introduzido em ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘.

Apesar de não haver nada confirmado até o momento, vale lembrar que Richtman foi um dos primeiros a revelar que o Mandarim seria o principal vilão da adaptação, o que já foi confirmado.

Para quem não conhece, Fin Fang Foom foi criado por Stan Lee e Jack Kirby em 1961 sob a forma de um dragão alienígena da raça Makluan.

Foom é enviado à antiga China quando perde o controle de sua nave e, após milênios hibernando, é despertado quando o Mandarim rouba os dez anéis mágicos do veículo espacial.

Por enquanto, não foi revelado se a Marvel irá alterar a trama de Fin Fang Foom ou se irá manter a origem do personagem fiel aos quadrinhos.

Recentemente, o diretor Destin Daniel Cretton revelou ao Collider que a estética do filme será inspirada em ‘Matrix’.

Para ajudar na proposta, o diretor de fotografia Bill Pope, foi adicionado à equipe de filmagem.

Pope tem um estilo muito bonito! É natural e aprimorado. Qualquer um que tenha trabalhado em ‘Matrix‘ se sairia bem nesse filme [‘Shang-Chi‘].”

Além de ‘Matrix‘, Pope também já trabalhou nas sequências ‘Homem-Aranha‘ 2 e 3, e ‘Scott Pilgrim Contra o Mundo’.

Estrelado por Simu Liu, Tony Leung, e Awkwafina, ‘Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis’ estreia em 21 de fevereiro de 2021.

Sobre o personagem

A criação de Shang-Chi, que significa Ascensão Espiritual em chinês, data dos anos 70, quando filmes e séries de Kung Fu eram uma verdadeira febre no mercado de entretenimento norte-americano. Seus idealizadores eram grandes fãs desse tipo de material e, acima de tudo, fanáticos pela Lenda das Artes Marciais, o inigualável Bruce Lee. Esse fanatismo refletiu diretamente na identidade do honrado herói, que além de ter aventuras inspiradas em Lee também teve seu rosto baseado no artista multitalentoso.

Criado por Steve Englehart, dono de uma fase bem interessante dos Vingadores, e Jim Starlin, a mente por trás de Thanos, Shang-Chi é filho do mítico Fu Manchu. Você provavelmente já ouviu falar em Fu Manchu. Ele é oriundo da literatura inglesa e é o grande estereótipo do chinês Líder de Quadrilha. Ele possui ascendência da Família Imperial Chinesa, fascínio pelo misticismo e sua característica mais marcante são os bigodes finos e compridos. Como o Shang-Chi ganhou muita popularidade entre os fãs de quadrinhos, a Marvel decidiu comprar os direitos das histórias de Fu Manchu do autor Sax Rohmer e incorporou alguns elementos delas à mitologia do herói, fazendo as devidas adaptações, é claro, e até mesmo misturando com alguns personagens dos filmes de Bruce Lee.

‘Castlevania’: 3ª temporada já está disponível na Netflix!

A 3ª temporada da série animada ‘Castlevania‘ já estreou na Netflix! Todos os 10 episódios do novo ciclo já estão disponíveis no serviço de streaming.

Confira o trailer:

 

Castlevania 1 1024x341

Netflix Castlevania FirstLook V01 01

Netflix Castlevania FirstLook V02 01