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Surto de Coronavírus obriga Disney a fechar Disneylândia em Xangai

O surto da doença conhecida como Coronavírus tem se tornado cada vez mais sério nas últimas semanas, principalmente no continente asiático.

Depois que os casos do vírus começaram a se concentrar na cidade chinesa de Wuhan, a doença se espalhou para outras partes do país e outras nações, incluindo os Estados Unidos.

Por conta disso, o Xangai Disney Resort anunciou que irá encerrar as atividades de diversas atrações na região, como a Disneytown e o Walt Disney Grand Theatre, até que uma nova ordem seja divulgada.

Através de um comunicado oficial, a empresa disse que a medida é essencial para evitar a propagação do vírus, que já afetou 830 pessoas e causou 26 mortes.

“Como medida de prevenção e controle do surto de Coronavírus, o Xangai Disney Resort está temporariamente fechando a Disneytown, incluindo o Walt Disney Grand Theatre e o Wishing Star Park, a partir de 25 de janeiro de 2020. Precisamos garantir a saúde e a segurança de nossos convidados e do nossos funcionários. Por isso, continuaremos a monitorar cuidadosamente a situação ao lado do governo local. Assim que a situação voltar ao normal, vamos anunciar a data de reabertura.”

Ao final do anúncio, a empresa diz que os clientes que já compraram ingressos serão reembolsados.

“O Xangai Disney Resort faz questão de reembolsar os hóspedes que compraram ingressos ou reservaram quartos de hotel. Vamos divulgar o processo de reembolso através da plataforma oficial do resort o mais rápido possível. Desejamos aos nossos hóspedes um saudável e feliz Festival da Primavera!”

 

Crítica | O Mundo Sombrio de Sabrina – 3ª temporada expande a mitologia e mantém a qualidade da série

Melissa Joan Hart tornou-se um fenômeno teen nos anos 1990 ao dar vida a uma das primeiras versões de Sabrina Spellman na indústria audiovisual. Depois de ter conquistado o público ao longo de sete ano, Sabrina alcançou o patamar de um dos grandes símbolos da cultura pop contemporânea – não demorando muito até que a personagem ganhasse uma nova roupagem para a Netflix. E, dessa forma, Roberto Aguirre-Sacasa (criador da fan-favorite Riverdale) dava vida a O Mundo Sombrio de Sabrina, adaptação dos quadrinhos homônimos da Archie Comics com uma pegada bem mais dark, mais sensual e mais envolvente que a comédia estrelada por Joan Hart.

É claro que, a princípio, grande parte dos fãs viu-se frente a frente com mais um reboot sem sentido e vazio no tocante – ainda mais levando em conta que o gatinho preto conhecido com Salem não teria uma fala sequer nos novos episódios. Felizmente, o charme encantador de seu elenco e um visual incrível nos livraram de quaisquer dúvidas e nos levaram em uma mística aventura pela Terra e pelo Inferno, seguindo as aventuras de uma personagem titular agora encarnada pela talentosa Kiernan Shipka. Agora, entrando no terceiro aguardado ciclo da produção, Sabrina mostra que ainda há muito a ser mostrado – e que algumas reviravoltas nunca são datadas o bastante para nos surpreender e nos engolfar em uma mixórdia de sentimentos sem igual.

Depois de ter conseguido prender seu pai, Lúcifer Estrela da Manhã (Luke Cook), em um receptáculo de carne conhecido como Aqueronte – no caso, canalizado para o corpo do sedutor Nick (Gavin Leatherwood), Sabrina resolve seguir seus instintos altruístas e viajar até o Inferno para resgatar seu namorado e livrá-lo tanto do pai quanto das garras da perigosa Lilith (Michelle Gomez), que se apropriou do trono do submundo e agora é responsável por manter o equilíbrio entre os três reinos. Como sempre, a jornada é mais difícil do que aparenta e obrigará os protagonistas a enfrentarem seus piores medos – e é aqui que jaz um dos principais deslizes da terceira iteração: a falta de exploração.

Diferente dos esforços anteriores, Aguirre-Sacasa e sua extensa equipe criativa parecem querer resolver as coisas em um frenético ritmo de causa e consequência, talvez para que consigam investir suas forças nas outras subtramas que, sem sombra de dúvida, têm peso dramático muito maior. Entretanto, os equívocos técnicos e artísticos ganham forma no momento em que a obra tenta alcançar uma espécie de releitura macabra de ‘A Divina Comédia – Inferno’, de Dante Alighieri, é a resume em uma sucessão de eventos previsíveis do começo ao fim. Felizmente, as performances do elenco principal e do coadjuvante (aqui com mais força do que nunca) auxiliam a lustrar os obstáculos em questão e pavimentar uma estrada mais sólida em direção a um belíssimo season finale.

Como já era de se esperar, Sabrina resgata Nick e dá início a um novo capítulo – o mais assustador de sua breve vida como bruxa: em meio a tantas mudanças, ela se exalta e acaba assumindo controle do submundo, impedindo que tudo desmorone. Porém, não demora muito até que Caliban (Sam Corlett), um golem humanizado, a desafie pela coroa e prometa para seus conterrâneos demoníacos que, caso vença o desafio, transformará o mundo dos mortais no décimo círculo do Inferno – cumprindo a promessa há muito feita pelo desertado Lúcifer.

Apesar das múltiplas linhas narrativas que ganham profunda arquitetura, é inegável mencionar como elas convergem para uma organicidade invejável, que em momento algum beira a saturação. Afinal, em meio a apenas oito episódios, era de se esperar que o roteiro se apressasse em diversos momentos para que as pontas soltas fossem amarradas – o que nos leva a entender o frenesi imagético dos capítulos iniciais. Além disso, enquanto Sabrina parte em uma missão para salvar mais uma vez o mundo do apocalipse, Zelda (Miranda Otto) assume a supervisão da Igreja da Noite e da Academia de jovens bruxos, até perceber que sua traição para o Lorde das Trevas trouxe corolários assustadores; Prudence (Tati Gabrielle) e Ambrose (Chance Perdomo) continuam em sua jornada para encontrar o Padre Blackwood (Richard Coyle) e matá-lo de uma vez por todas; e uma força antiga ameaça a continuidade da pequena Greendale (e a perpetuidade da vida humana).

Enquanto os gritantes deslizes de certa forma se tornam compreensíveis à medida que a série se eleva a caminhos nunca antes sondados, o showrunner também pontua com cautela sua necessidade e seu apreço por uma crível expansão mitológica. Se pararmos para pensar, a primeira temporada serviu como apresentação do religião satânica seguida pelos bruxos e bruxas locais; agora, mergulhamos em um conflito bélico de crenças sobrenaturais que data de séculos e que nos leva de volta ao passado, expandindo-se durante séculos e mais séculos até o momento em que os humanos acreditavam piamente na força dos Antigos. Não é surpresa que a iteração estabeleça relações com divindades clássicas das mitologias grega, romana e celta, trazendo para as telinhas versões modernizadas de Circe, Medusa, Pan – e até mesmo Judas, e Pôncio Pilatos.

Mais do que isso, é notável como a concepção antológica regente dos capítulos de outrora dá lugar para uma convecção transbordante de referências, fazendo questão de não meramente reapresentar rostos familiares e apresentar novas figuras, mas sim colocá-los em arcos reduzidos que culminem em uma explicação palpável o bastante para assegurar a envolvência dos telespectadores, mas fantasiosa o suficiente para que sejamos arrastados para um universo mítico e aterrorizante.

O Mundo Sombrio de Sabrinavolta a se afastar de possíveis maniqueísmos, preferindo explorar desejos, fraquezas e medos, ao passo que não entrega de bandeja um fabulesco “final feliz”, e sim uma derradeira perspectiva que prenuncia o fim do mundo e a completa falta de esperança. Apesar de alguns erros, a qualidade da produção mantém-se lá em cima e, como era de se esperar, cultiva um terreno fértil para mais uma temporada.

‘Bird Box’ vai ganhar continuação

Em dezembro de 2018, a Netflix lançou a produção original Bird Box, baseada no romance Caixa de Pássaros, de 2014. Graças à grande aceitação do público pelo longa-metragem, que bateu recordes na plataforma de streaming, o autor Josh Malerman anunciou que está trabalhando na sequência do livro – que também deve ser adaptada na Netflix.

Intitulado Malorie, a continuação gira em torno da personagem-título, que nas telinhas foi encarnada por ninguém menos que Sandra Bullock, oito anos depois dos eventos originais.

Malerman disse que, apesar de muitos fãs quererem ver o que aconteceu com o Garoto e a Garota, a história de Caixa de Pássaros foca mais em Malorie. Em entrevista ao site Esquire, o autor disse que quer a sequência ainda mais angustiante que o romance original, acrescentando que sua própria filha lhe deu inspiração para uma nova narrativa.

“Entre o lançamento de Bird Box e os primeiros rascunhos de Malorie, vim me perguntando várias vezes: as pessoas querem saber o que aconteceu [às crianças]”, ele disse. “Mas apesar de eu me conectar bastante com esses personagens, essa não é a história deles, e sim de Malorie”.

Em seu primeiro dia, o filme ‘Bird Box‘ alcançou 3,5 milhões de visualizações na Netflix. Comparativamente, ‘Bright‘, com Will Smith, foi visto por 5,4 milhões de pessoas. Essa dinâmica não se sustentou, no entanto, como ‘Bright‘  acumulou apenas 20 milhões de espectadores até o final de sua própria primeira semana.

Crítica | Bird Box: Sandra Bullock em atuação soberba em pós-apocalíptico poderoso

Visando conquistar indicações ao Oscar, o longa teve uma estreia limitada nos cinemas norte-americanos.

Uma força misteriosa dizimou a população mundial. Para os sobreviventes, uma coisa é certa: quem a vê, morre. Na busca do último refúgio existente, Malorie e os dois filhos terão de descer um rio traiçoeiro. E a única chance de escaparem da morte é encarar a perigosíssima jornada de olhos vendados. Ao enfrentar o desconhecido, Malorie encontra amor, esperança e um novo começo a ser descoberto.

Sandra Bullock  e Sarah Paulson estrelam. John Malkovich, Trevante Rhodes, Jacki Weaver, Rosa Salazar Danielle Macdonald completam o elenco.

Gossip Girl Day! Relembre os 10 Melhores Episódios da série sobre A Garota do Blog

Hoje, se comemora o #GossipGirlDay.

Para quem não sabe, o 100° episódio da série foi exibido nos EUA no dia 26 de Janeiro de 2012, e o sucesso foi tão grande que o prefeito de Nova York declarou esse dia como o Gossip Girl Day.

Oito anos após o fim de ‘Gossip Girl‘, o serviço de streaming HBO Max encomendou 10 episódios para uma nova temporada que servirá como reboot da série e “abordará o quanto a mídia social – e a paisagem de Nova York – mudou nos anos seguintes”.

A série sobre jovens privilegiados vivendo na luxuosa área do Upper East Side de Nova York, cujos segredos são revelados por uma impiedosa blogueira, durou seis temporadas até 2012. Para comemorar o reboot da série cultuada de romance e drama, selecionamos os dez melhores episódios desta jornada segundo o grande público.

Confira!

10 | There Might Be Blood (Temporada 2 / Episódio 9)

Serena (Blake Lively) convida Aaron (John Patrick Amedori) para ser seu convidado em um baile de gala para caridade honrando Lily (Kelly Rutherford) e Bart (Robert John Burke), mas depois de descobrir um segredo que Aaron vinha mantendo dela, Serena começa a se perguntar se Aaron é o sujeito que ela achava que fosse.

09 | Victor / Victrola (Temporada 1 / Episódio 7)

Serena e Dan (Penn Badgley) finalmente reconhecem que são loucos um pelo outro; Jenny (Taylor Momsey) descobre um segredo sobre seus pais; Blair (Leighton Meester) mais uma vez se vê devastada pelo comportamento de Nate (Chace Crawford).

08 | Double Identity (Temporada 4 / Episódio 2)

Blair vira alvo de um belo rapaz que ela suspeita ser parte da família real de Mônaco. Chuck (Ed Westwick) se ajusta a um recomeço em Paris, ao lado de uma misteriosa nova mulher, Eva (Clémence Poésy).

07 | G. G. (Temporada 5 / Episódio 13)

 

O tão esperado centésimo episódio abriu com o número musical, passado num sonho, contendo Serena, Blair e todos os homens em suas vidas. Além disso, enquanto Chuck enfrenta a realidade de que Blair está prestes a subir no altar com o Príncipe Louis (Hugo Becker), o retorno de Georgina Sparks (Michelle Trachtenberg) pode transformar o casamento real em um desastre real.

06 | Summer Kind of Wonderful (Temporada 2 / Episódio 1)

Enquanto o verão do Upper East Side chega ao fim, Blair retorna de sua viagem de verão da Europa com um charmoso novo namorado, James (Patrick Heusinger), só para fazer ciúmes em Chuck quando ela o leva para Hamptons para passar os últimos dias de verão com ela.

05 | Pret-a-Poor-J (Temporada 2 / Episódio 8)

Jenny tem uma nova jovem amiga modelo, chamada Agnes (Willa Holland), que encoraja Jenny a explorar seu lado selvagem, e também para confortar Eleanor Waldorf (Margaret Colin), que planeja roubar os designs de Jenny e fingir que são seus.

04 | O Brother, Where Bart Thou? (Temporada 2 / Episódio 13)

Todo o Upper East Side de Manhattan fica abalado quando Bart Bass morre subitamente em um acidente de limusine. Serena e Eric (Connor Paolo) recebem a notícia de forma bem calma, enquanto Lily encontra dificuldade, apesar de sua mãe, Cece (Caroline Lagerfelt), tentar de forma estranha confortá-la.

03 | The Goodbye Gossip Girl (Temporada 2 / Episódio 25)

A Gossip Girl decide agitar as coisas na formatura de Constance Billard e St. Jude, enviando um e-mail chocante e avassalador durante a cerimônia, forçando Serena a bolar um plano de ataque.

02 | New York, I Love You XOXO (Temporada 6 / Episódio 10)

Numa estilosa despedida para nunca esquecer, nossos moradores preferidos do Upper East Side, unem forças para um último coquetel; a identidade de Gossip Girl é finalmente revelada.

01 | Hi, Society (Temporada 1 / Episódio 10)

Enquanto ‘Gossip Girl’ posta notícias sobre o baile anual Cotillion Ball, que ocorrerá no fim de semana que se aproxima, Blair decide ir com Nate, mas ela se vê como assunto do New York Times, e gostando de seu caso secreto com Chuck.

‘Os Novos Mutantes’ ganha novo cartaz SENSACIONAL; Confira!

O aguardado Os Novos Mutantes, ganhou um novo cartaz sensacional.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de abril.

Dirigido por Josh Boone, o longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Bill Sienkiewicz.

A trama acompanha um grupo de personagens desajustados que tentam compreender suas vidas, enquanto são atormentados pelos próprios poderes, o que dará ao filme uma sensação desconfortável e assustadora.

O elenco conta com Anya Taylor-Joy, Maisie Williams, Alice Braga, Charlie Heaton, Blu Hunt, Henry Zaga e Colbi Gannett.

Um Espião Animal

(Spies in Disguise)

 

Elenco:
Tom Holland

Will Smith

Karen Gillan

Direção: Nick Bruno, Troy Quane

Gênero: Aventura

Duração: — min.

Distribuidora: Fox

Orçamento:

Estreia: 23 de Janeiro de 2020

Sinopse: 

O superespião Lance Sterling (Smith) e o cientista Walter Beckett (Holland) são completamente opostos. Lance é sofisticado, elegante e atraente. E Walter… não. Mas a habilidade social que falta em Walter é compensada por sua esperteza e uma fantástica capacidade de inventar, o que o permite criar apetrechos incríveis para Lance usar em suas missões épicas. Mas quando algo inusitado acontece, Walter e Lance terão que confiar um no outro de um jeito completamente diferente. E se essa dupla estranha não conseguir trabalhar como um time, o mundo todo estará em perigo.

Crítica | Um Espião Animal – Desenho agressivo para as crianças, e bobo para os adultos (Nota: 5.0)

Curiosidades: 

» O filme foi dirigido pela dupla Nick Bruno e Troy Quane.

» Karen Gillan, Rashida Jones, DJ Khaled e Ben Mendelsohn completam o elenco.

» Novo filme da Blue Sky, estúdio de ‘Rio’ e ‘A Era do Gelo’.

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

A Possessão de Mary

(Mary)

 

Elenco:

Gary Oldman
Emily Mortimer
Jennifer Esposito
Stefanie Scott
Owen Teague
Manuel García-Rulfo

 

Direção:  Michael Goi

Gênero: Terror

Duração: 90 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 23 de Janeiro de 2020

Sinopse: 

David é um capitão de navio que luta para dar uma vida melhor para sua família. Estranhamente levado a comprar um navio abandonado que está sendo leiloado, David acredita que ele será o ingresso sem volta para a felicidade e a prosperidade de seus amados. Entretanto, depois de embarcarem em uma jornada marítima, eventos aterrorizantes começam a assombrar a família, fazendo cada um deles questionar a própria sanidade.

Crítica | A Possessão de Mary – Filme B com o vencedor do Oscar Gary Oldman é pura bobagem (Nota: 2.0)

Curiosidades: 

» O filme é dirigido por Michael Goi, com roteiro assinado por Anthony Jaswinski.

» Jennifer EspositoStefanie ScottOwen Teague Manuel García-Rulfo completam o elenco.

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Um Lindo Dia na Vizinhança

(A Beautiful Day in the Neighborhood)

 

Elenco:

Tom Hanks

Matthew Rhys

Susan Kelechi Watson

 

Direção: Marielle Heller

Gênero: Drama

Duração: 108 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 45 milhões

Estreia: 23 de Janeiro de 2020

Sinopse: 

Fred Rogers foi o criador de MisteRogers’ Neighborhood, um programa de Tv infantil muito popular na década de 60. Em 1998, Tom Junod, até então um cínico jornalista, aceitou escrever o perfil de Rogers para a revista Esquire. Durante as entrevistas para a matéria, Junod mudou não só sua visão em relação ao seu entrevistado, como também sua visão de mundo, iniciando uma inspiradora amizade com Rogers.

Crítica | Um Lindo Dia na Vizinhança: Tom Hanks encanta em sublime biografia inspiradora (Nota: 7.0)

Curiosidades: 

» O longa é baseado na história real da amizade entre Fred Rogers e o jornalista Tom Junod;

Trailer:

Cartazes: 

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O Melhor Verão das Nossas Vidas

 

Elenco:

Giulia Nassa

Bia Torres

Laura Castro

 

Direção: Adolpho Knauth

Gênero: Comédia

Duração: — min.

Distribuidora: Galeria Distribuidora

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 23 de Janeiro de 2020

Sinopse: 

Três melhores amigas são aprovadas para participar da final de um famoso festival de música. Porém, elas descobrem que estão de recuperação na escola e precisam arranjar uma maneira de comparecer ao festival em Guarujá sem que seus pais descubram.

Crítica | O Melhor Verão das Nossas Vidas – O Primeiro Filme das BFF Girls (Nota: 5.0)

Curiosidades: 

» O filme é protagonizado pelo trio musical BFF Girlsm que ganhou fama ao participar do The Voice Kids;

» A aventura produzida pela Moove House, que conta com a parceria da Sony Music;

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Cartazes: 

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A Divisão – O Filme

(A Divisão)

Elenco:

Marcos Palmeira
Dalton Vigh
Natalia Lage
Silvio Guindane
Erom Cordeiro
Vanessa Gerbelli

Direção: Vicente Amorim

Gênero: Suspense, Ação

Duração: — min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: R$ 8 milhões

Estreia: 23 de Janeiro de 2020

Sinopse: 

No fim dos anos 1990 uma onda de sequestros abala o Rio de Janeiro. Um grupo de policiais assume a Divisão de Antissequestro (DAAS) e a missão de desmontar as quadrilhas que transformou o crime em indústria. Nos bastidores das investigações, a disputa de poder opõe de um lado, Mendonça – policial incorruptível porém extremamente violento – e do outro, Santiago, Ramos e Roberta – eficientes porém corruptos. O resultado: em poucos anos, zero ocorrências.

Curiosidades: 

» Série da Globoplay que será lançada nos cinemas em forma de filme.

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O Filme do Bruno Aleixo

 

Elenco:

Gonçalo Waddington

Adriano Luz

Rogerio Samora

Direção: João Moreira, Pedro Santo

Gênero: Comédia

Duração: 92 min.

Distribuidora: Vitrine Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 23 de Janeiro de 2020

Sinopse: 

Quando decide criar sua própria autobiografia, Bruno Aleixo convoca uma espécie de reunião de ‘brainstorming’ nonsense com os colegas, o Homem do Bussaco (espécie de monstro peludo, tipo Chewbacca), Busto (um busto de Napoleão) e Renato Alexandre (inspirado em O Monstro da Lagoa Negra).

Curiosidades: 

» Além de dirigir, a dupla João Moreira e Pedro Santo também é responsável pelo roteiro do filme;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos:

Crítica | Sex Education volta mais saborosa que a primeira vez

No início de 2019, a Netflix surpreendeu os espectadores com o seriado Sex Education, falando sem tabus sobre dúvidas sexuais escondidas até entre amigos. Ambientada no interior da Inglaterra e com uma excepcional trilha sonora, a produção apresentou personagens apaixonantes, destacando as suas diferenças e vulnerabilidades. A segunda temporada potencializou essas disparidades e ultrapassou as expectativas sobre a difícil habilidade de lidar com sentimentos, emoções e sexualidade na adolescência, além do contínuo aprendizado na vida adulta.

Depois de todo o drama no fim última temporada, o primeiro episódio é verdadeiramente  promissor. Principalmente por compor uma evolução do descobrimento sexual de Otis (Asa Butterfield) por meio do seu incontrolável desejo pelo auto prazer advindo dos mais variados lugares, até do gorduroso queijo brie. Esta sequência inicial ao som de “I Touch Myself” (na tradução, Eu me toco), de Scala & Kolacny Brothers, é de uma admirável inversão de olhares para masturbação, de um ato obsceno para uma ação compreensível, tal como Eric (Ncuti Gatwa) declara ao amigo: “você descobriu as maravilhas do seu próprio pênis”.

Ao explorar as maravilhas da masturbação, Sex Education também ressalta os contrapontos do ato, como a agressão sexual. Após Aimee (Aimee Lou Wood) ter encontrado um ambiente seguro ao lado do namorado Steve (Chris Jenks) e afirmado a sua amizade com Maeve (Emma Mackey), uma simples ida de ônibus à escola torna-se o seu pior pesadelo. A jovem protagoniza uma das cenas mais tristes ao dizer a todos que está bem depois de ter tido suas calças estragadas pela ejaculação de um estranho no transporte público, contudo sozinha no seu quarto as lágrimas descem incessantemente. 

São muitos dilemas explorados em quase oito horas de projeção, todavia Laurie Nunn orquestra com brilhantismo todos os elementos de forma organizada, entrelaçada e os apresenta como um verdadeiro retrato do ensino médio, com direito a explicações de como fazer a chuca e masturbação mútua. Além dos alunos, os professores e os pais também ganham mais destaques sobre suas vidas íntimas, no entanto, a grande virada de mesa é a introdução de Jean Milburn (Gillian Anderson), a mãe de Otis, no ambiente escolar. 

Com a volta às aulas, ocorre uma neurose coletiva de que todos estão contaminados com clamídia. Embora Otis afirme está “out of business”, por conta de expulsão de Maeve, ele vê-se obrigado a voltar e compartilhar seu conhecimento com os seus companheiros, afinal clamídia é uma doença sexualmente transmissível apenas através do sexo sem proteção. Apesar de tragicômica, a pandêmia nervosa convoca os pais para discutir sobre a educação sexual dos filhos e, consequentemente, o discurso de Jean sobre os três “T” (Trust, Talk e Truth, isto é, Confiança, Conversa e Verdade) a leva à posição de orientadora sexual escolar. 

Os pilares de Jean vão percorrer todos os episódios e, sobretudo, o drama de cada adolescente. Os personagens secundários ganham destaque e trajetórias cativantes, como o esportista Jason (Kedar Williams-Stirling) em um caminho de autoconhecimento e aceitação; Ola (Patricia Allison), a primeira namorada de Otis, com suas próprias questões a resolver; assim como Lily (Tanya Reynolds) e o seu talento criativo e os receios do vaginismo. Para apimentar mais o afiado elenco, entram em cena a nerd Viv (Chinenye Ezeudu), o francês descolado Rahim (Sami Outalbali) e o franzino cadeirante Isaac (George Robinson). 

Sob o comando de Ben Taylor e roteiro de Laurie Nunn, o sétimo episódio é um idílico momento a ser destacado. No meio de discórdias, triângulos amorosos e agressões, as  meninas do seriado Maeve, Ola, Lilly, Aimee, Viv e Olivia (Simone Ashley), apesar de todas as diferenças, se unem em um movimento de sororidade ao trauma sofrido por Aimee ao som da belíssima canção “Seventeen”, de Sharon Van Etten

As teorias de Freud, leia-se O Complexo de Édipo, por exemplo, apresentam-se mais evidente com a inserção da mãe de Maeve (Anne-Marie Duff) e sua irmãzinha na trama, assim como a desastrosa relação parental entre Otis e Remi Milburn (James Purefoy). Mesmo que distante um do outro durante todo enredo, o casal mais problemático e esperado dá passos em direção de uma possível resolução para os seus dilemas emocionais, entretanto, essa temporada mostra que Otis e Maeve precisam se resolver antes de, enfim, aceitar um ao outro. 

A evolução de cada personagem é marcante e analisá-las seria um prato cheio para os críticos, no entanto, me abstenho a ressaltar o perfeito arcabouço criado, tendo empoderado um dos melhores personagens gays da atualidade, Eric, e o seu embaraço emocional com Ahrim e  Adam Groff (Connor Swindells). Aliás, os dramas da família Groff valeriam uma dessecamento a parte ao dar voz, finalmente, aos desejos de Mrs. Groff (Samantha Spiro).

Sendo umas das produções televisivas mais ousadas dos últimos tempos a falar de sexo e suas idiossincrasias abertamente, Sex Education é um deleitoso debate de costumes, valores, religião, moralidade, desejos e, principalmente, imperfeições. Apesar de todas essas palavras soarem como um drama adolescente, o seriado subverte o gênero tornando-se vibrante e cativante, embora preserve a sua atmosfera bucólica e os seus personagens cheios de dilemas da chamada educação sentimental, infelizmente, não ensinada nas salas de aulas. 

‘The Walking Dead’: Negan ganha visual ASSUSTADOR no retorno da 10ª temporada; Confira!

Negan (Jeffrey Dean Morgan) finalmente teve seu visual revelado a segunda metade da 10a temporada de ‘The Walking Dead’, e ele surge com uma máscara de Sussurrador.

Depois de terminar sua temporada de prisão de oito anos com a ajuda de um cúmplice,  Negan fugiu para trás das linhas inimigas, onde foi rapidamente capturado por Beta (Ryan Hurst). Depois de provar seu valor e aparentemente jurar sua lealdade eterna a Alpha, Negan parece se submeter a um ritual Sussurrador antes de poder vestir sua própria máscara carnuda feita de pele pertencente a um “guardião” – o nome dado aos Mortos-vivos.

“Este ano foi muito paranóico para descobrir de que lado as pessoas estão, e acho que Negan e Alpha juntos são um casal formidável”, disse Morgan em um episódio anterior de Talking Dead.

Confira:

 

A série retornará com episódios inéditos no dia 23 de fevereiro de 2020.

Angela Kang retorna como showrunner da nova temporada.

A trama gira em torno de um mundo pós-apocalíptico dominado por zumbis, onde os vivos têm que sobreviver não só aos mortos, como também a si mesmos.

O elenco conta com Norman Reedus, Danai Gurira, Melissa McBride, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Jeffrey Dean Morgan, Khary Payton e Samantha Morton.

Crítica | Um Lindo Dia na Vizinhança: Tom Hanks encanta em sublime biografia inspiradora

Tom Hanks stars as Mister Rogers in TriStar Pictures' A BEAUTIFUL DAY IN THE NEIGHBORHOOD. Photo by: Lacey Terrell

Filme assistido durante o Festival de Toronto 2019

Se inaugurando como um pequeno mundo, montado em formato miniatura, a narrativa se abre de maneira prática e característica, principalmente para o público norte-americano. Mr. Rogers começa sua história em seu cenário tradicional, compartilhando sobre um rapaz sofrido, que carrega mágoas, máculas e traumas de infância, oriundo de seu conturbado seio familiar. Para as audiências estrangeiras, a abertura da cinebiografia Um Lindo Dia na Vizinhança não nos remete à nada tão afetivo assim. Ícone com seu programa infantil nos Estados Unidos, para nós, o apresentador é uma figura distante. Mas rapidamente, o fator desconhecido se rompe, quando Tom Hanks assume a personificação mais serena deste homem que, no auge de seu seu sucesso, carisma, simplicidade e doçura, foi capaz de mudar vidas ao seu redor com a genuína delicadeza cristã ensinada por Cristo na Bíblia.

Tom Hanks stars as Mister Rogers in TriStar Pictures’ A BEAUTIFUL DAY IN THE NEIGHBORHOOD. Photo by: Lacey Terrell
Mister Rogers (Tom Hanks) meets journalist Lloyd Vogel (Matthew Rhys) in TriStar Pictures’ A BEAUTIFUL DAY IN THE NEIGHBORHOOD.

Ao longo de 33 anos, Fred Rogers foi o apresentador do programa Mister Rogers’ Neighborhood, atravessando gerações de crianças e ajudando a formar adultos com lições preciosas sobre coisas complicadas demais para os pequenos, como o luto, problemas familiares, entre tantas outras adversidades. Sua voz mansa e doce hipnotizava a audiência, que transformou uma figura quase imaculada em um membro familiar tão próximo. Mas sua autenticidade e genuinidade eram vistas por uma ótica mais cínica e sagaz por parte do jornalista Tom Junod, que no auge de sua arrogância e prepotência recebeu a missão de sua editora de desenvolver um perfil da famosa figura para a revista Esquire. Incrédulo – por suas próprias motivações pessoais -, ele invariavelmente acaba saindo em uma jornada de auto descoberta, ao perceber que o que era para ser uma simples entrevista, se transformaria em uma linda relação de amizade com o apresentador, onde o perdão, a cura e a libertação do passado marcariam sua vida para sempre.

Em Um Lindo Dia na Vizinhança, a cineasta Marielle Heller se apropria do belo artigo jornalístico de Junod, fazendo dele o seu material fonte para a base do roteiro assinado por Micah Fitzerman-Blue e Noah Harpster. Trazendo os elementos profundamente autobiográficos da matéria do jornalista, a trama se mescla em sua abordagem narrativa, relatando o processo de transformação dele na terceira pessoa. Mr. Rogers apresenta mais uma edição de seu programa, dessa vez ensinando aos cinéfilos uma lição muito maior que as demais já ensinadas ao longo de sua carreira. Aqui, o nome verdadeiro do autor é trocado para Lloyd Vogel por razões administrativas, mas todos os fatos conferem. E nas personificações de Hanks e de Matthew Rhys (Vogel), somos apresentados a uma narrativa inspiradora e hipnotizante, que à medida que leva o protagonista a se redescobrir como uma pessoa menos amarga e mais compassiva e esperançosa, produz na audiência um desejo irreparável e inerente de ser transformado pelo mais genuíno amor e deixar-se ser usado por ele para transformar tantos outros.

 

Trazendo elementos da formação cristã presbítera de Rogers às telas, a cinebiografia se esforça para honrar a memória deste grande homem, nos apresentando um Hanks diferente do que já vimos no passado. Mais maduro em sua idade e atuação, ele extrapola os seus próprios limites e caracteriza o apresentador com maestria. Dos trejeitos à sua linguagem corporal, a personificação do ícone infantil é impecável, revela novas camadas do vencedor do Oscar, nos fazendo perceber um nível de delicadeza que nem seus grandes papéis em Forrest Gump e Filadélfia trouxeram nos anos 90. Com o tom baixo e a voz visivelmente modificada, ele é um acalento apaixonante nas telas, nos abraça com sua percepção de Fred Rogers e faz da biografia o seu grande espetáculo. Ao seu lado, Rhys complementa sua retórica com habilidade, mas naturalmente se transforma em uma base de apoio para evidenciar o impacto do apresentador na vida de seu personagem.

Usando a estética do programa de Rogers como uma forma suave de conduzir as transições das cenas, Um Lindo Dia na Vizinhança traz um nível de sensibilidade diferenciado em sua direção, graças a Heller. Transcrevendo a essência dos escritos de Junod com delicadeza e precisão, o roteiro ainda envolve o público com afinco nos bastidores do artigo que se consagrou na época de seu lançamento e que se tornou a capa da revista Esquire de novembro de 1998. Emocionante do princípio ao fim, a produção é uma lição de vida transformadora para a audiência, emociona em seus diálogos e entrega uma trama que vidra nossos olhos, penetra nossa alma e nos deixa à deriva ao final, perplexos pelo poder que uma inspiradora narrativa é capaz de produzir no coração mais frio que existe.

Os 10 Piores Remakes do Cinema

Numa visão mais analítica, além do lucro financeiro, é preciso existir uma razão lógica para fazer um remake ou reboot de uma clássica ou comentada produção cinematográfica. Fora modernizá-lo narrativamente e alocá-lo numa época contemporânea, no intuito que o novo material dialogue com a geração atual, é necessário ter também originalidade e independência em relação a sua fonte de inspiração.

Ao passar dos anos, com novos deles surgindo, percebemos que os destaques são aqueles que ousaram um pouco mais e seus criadores tiveram personalidade suficiente para alterar ou acrescentar alguns pontos, sem excluir a essência do anterior. No entanto, a grande maioria dos realizadores tende a cometer justamente esses erros básicos: quando não copiam e colam o original convencionalmente, preferem investir em efeitos visuais e deixar de lado desenvolvimentos importantes da trama.

Separamos então alguns exemplos, que mais parecem símbolos, de títulos que sua existência não tiveram função ou simplesmente não fazem jus (ou pouco somaram) à obra original. Como sempre, pedimos que citem nos comentários seus indicados mais intragáveis.

10 – Carrie, A Estranha (2013)

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Quando Brian De Palma lançou Carrie, a Estranha (1976), não imaginou estar criando um dos trabalhos mais emblemáticos de sua carreira. Além de montar uma nova estrutura narrativa e engendrar planos absolutamente brilhantes, o diretor soube lidar com temas extremamente complexos, como religião, sociedade e rejeição pelo diferente. No entanto a cineasta Kimberly Peirce o refilmou e entregou um filme burlesco, que em nenhum momento transporta o espectador para a atmosfera do conflito. Pelo contrário, ficamos sempre com um sorriso no rosto pelo fato da má construção de cenas e atuações histéricas que beiram o ridículo.

9 – Água Negra (2005)

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É sabido que nosso querido Walter Salles é um baita realizador, filmes como Central do Brasil (1998), Diários de Motocicleta (2004) e Linha de Passe (2008) falam por si, mas aqui no remake do terror japonês Dark Water – Água Negra (2002), não vemos nada do seu cinema autoral. Mesmo contando com um ótimo elenco formado por Jennifer Connelly, John C. Reilly e Tim Roth, Salles pisou feio na bola. Fez um trabalho genérico, que possuía um roteiro risível e tinha cenas pavorosamente mal construídas.

8 – Godzilla (1998)

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Completamente focada nos novos efeitos visuais, essa nova empreitada norte-americana de Godzilla, comandada pelo megalomaníaco Roland Emmerich, investe em trazer para Nova Iorque quase um daqueles dinossauros visto na franquia Jurassic Park, a diferença é que temos aqui um iguana gigante. São diversas as explosões e o caos é total nas ruas, Emmerich só esqueceu apenas de um detalhe: criar uma história no mínimo plausível.

7 – A Névoa (2005)

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Esta refilmagem de A Bruma Assassina (1980) – cult do gênero repleto de planos soberbos engendrados pelo mestre John Carpenter – é tão patética que poderia facilmente nem ser citada por aqui, mas sua ruindade e mediocridade é tamanha que decidi lembra-la. Além de transformar o forte drama de uma pequena cidade litorânea numa bobagem adolescente, as péssimas atuações e toscas investidas de sustos tornam este um dos remakes mais incultos já produzidos.

6 – A Hora do Pesadelo (2010)

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O icônico vilão Freddy Krueger sempre foi mais conhecido por suas devassas maluquices surreais, que propriamente por um apelo obscuro ou assassino, diferente de seu irmão de gênero Michael Myers, por exemplo. Mas não é que a Platinum Dunes – também responsável por remakes de O Massacre da Serra-Elétrica, A Morte Pede Carona, Horror em Amityville e Sexta-Feira 13 – resolveu contratar Jackie Earle Haley e investir numa pegada mais séria, apostando numa personalidade psicopata. O resultado foi um fracasso gigantesco, enfadonho e que em pouco tempo foi esquecido. O longa é terrível.

5 – Conan, o Bárbaro (2011)

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Eis mais um grande fiasco em crítica e bilheteria, o 3D ainda se difundia e era (é) a atração caça-níquel do momento, mesmo assim o resultado foi desastroso. Também não é pra menos, o já experiente em remakes, Marcus Nispel, realizou um trabalho tão insosso que muitos saiam da sessão antes mesmo do fim. O troço está longe de ser um épico e não trazia nem mesmo um astro que pudesse chamar atenção. Então, diferente daquele estrelado pela lenda Arnold Schwarzenegger, esta produção é absolutamente esquecível.

4 – O Sacrifício (2006)

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O Homem de Palha (1993), de Robin Hardy, uma brilhante junção entre terror e crítica social, pode até hoje ser visto e apreciado, isso porque não envelheceu e os pontos debatidos continuam mais pungentes do que nunca. Por outro lado este O Sacifício, de Neil LaBute, estrelado por Nicolas Cage, é um dos maiores erros quando se fala em remakes. É completamente sem tato, detêm de umas das atuações mais canastras de Cage e fez com que a ideia original de Hardy virasse uma paródia colossal. É quase um crime.

3 – Oldboy – Dias de Vingança (2013)

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Após a confirmação de remake do jovem clássico Oldboy (2003), de Park Chan-wook, e também que Spike Lee comandaria o projeto, muito se especulou a respeito, a dúvida era geral entre público e crítica. E, no fim das contas, o longa não tinha mesmo a nada ver com o estilo que consagrou Lee. Além da abordagem sem alma e seguindo um convencionalismo narrativo e estático, o casting é um desastre total. Uma afronta à obra original, que acabou felizmente sendo ignorada e jogada ao ostracismo.

2 – Planeta dos Macacos (2001)

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Podemos destacar como ponto positivo apenas a sofisticada maquiagem deste reboot Planeta dos Macacos, dirigido por Tim Burton – ok, talvez Tim Roth mereça também um crédito. Mas é evidente que seu final forçado e preocupado em causar, a ideia de criar um romance entre humano e símio, o roteiro pedestre e seu pavoroso elenco, tornam este um dos exemplos mais negativos entre refilmagens. Isso porque O Planeta dos Macacos (1968), de Franklin J. Schaffner, era o filme perfeito para ganhar uma nova roupagem, já que, apesar do grande texto e representatividade no gênero sci-fi, sua maquiagem (um marco na época) e linguagem mostram-se suplantadas, necessitando assim de uma revisita – o que os recentes Planeta dos Macacos – A Origem (2011) e Planeta dos Macacos: O Confronto (2014) fizeram muito bem.

1 – Psicose (1998)

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O primeiro colocado, na verdade, talvez seja “melhor” que alguns dos citados nessa lista, pelo menos em conceitos estéticos e textuais. A questão aqui é bem mais inusitada. No final da década de 1990, o bom cineasta Gus Van Sant foi contratado para fazer simplesmente o remake de um dos maiores suspenses da história do cinema, Psicose (1960). O que para ele foi um prêmio, já que era fã assumido de Alfred Hitchcock. Surpreendentemente, Van Sant decidiu que não mudaria nada do filme original, e assim o fez (exceto uma peculiar cena de masturbação envolvendo Norman Bates): repetiu quadro a quadro tudo o que fez Hitchcock, usou a trilha clássica de Bernard Herrmann e instruiu os atores Vince Vaughn e Anne Heche a seguirem os trejeitos de Anthony Perkins e Janet Leigh. No entanto, o tiro saiu pela culatra, o troço foi considerado uma cópia barata pela crítica e público, sem nenhuma liberdade artística e de atuações vexatórias. Sendo uma catástrofe também para o próprio estúdio, justamente o oposto que fez o mestre do suspense. Que mancada, Gus!

‘Alita: Anjo de Combate’: Abaixo-assinado pedindo sequência já soma mais de 135 mil assinaturas

Lançada em fevereiro de 2019, a adaptação de ‘Alita: Anjo de Batalha‘ registrou uma bilheteria decepcionante (US$ 404,9 milhões), fazendo a Fox desistir de uma sequência.

Mesmo assim, os fãs do longa criaram um abaixo assinado no Change.org pedindo um novo filme, garantindo que a história tem uma grande base de fãs.

E, por incrível que pareça, o documento já registrou mais de 135.000 assinaturas.

Como justificativa, o autor diz que:

“O filme foi feito para gerar sequências e tem uma grande base de fãs, como os leitores dos mangás e o público que conheceu a história a partir da adaptação. Então há uma boa razão para desenvolver novos filmes.”

Dirigido por Robert Rodriguez (‘Sin City‘), com roteiro e produção de James Cameron (‘Avatar‘), o longa é estrelado por Rosa Salazar, Jennifer Connelly, Eiza González, Christoph Waltz, Mahershala Ali, Michelle Rodriguez Jackie Earle Haley.

Assista ao trailer:

Quando Alita (Rosa Salazar) desperta sem memória de quem ela é em um mundo futuro que ela não reconhece, é levada por Ido (Christoph Waltz), um médico compassivo que percebe que em algum lugar nesta casca de ciborgue abandonada está o coração e alma de uma jovem mulher com um passado extraordinário. Enquanto Alita aprende a navegar sua nova vida e as ruas traiçoeiras da Cidade de Ferro, Ido tenta protegê-la de sua misteriosa história, enquanto seu novo amigo de rua Hugo (Keean Johnson) oferece ajuda para recuperar suas memórias. Mas é somente quando as forças mortais e corruptas que controlam a cidade vêm atrás de Alita que ela descobre uma pista de seu passado – ela tem habilidades únicas de combate que os que estão no poder não conseguem controlar. Se ela puder ficar fora de seu alcance, pode ser a chave para salvar seus amigos, sua família e o mundo que ela está amando.

EXCLUSIVO: Conversamos com a família ASSOMBRADA pela boneca de ‘Frozen’

No início da semana, um curioso caso sobrenatural tomou conta da internet quando a violinista Emily Madonia, moradora de Houston, EUA, disse que sua família estava sendo assombrada por uma boneca da Elsa, personagem de ‘Frozen‘.

Em seu perfil do facebook, Emily disse que comprou a boneca para sua filha em 2013, e depois que o brinquedo começou a apresentar defeitos e falar sozinha, ela decidiu jogá-la no lixo.

Acontece que a boneca reapareceu sentada em um banco na sala de sua casa e dava risadas.

Isso se repetiu depois de mais duas tentativas de se livrar dela, até que Emily a enviou para um amigo em Minnesota.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Emily disse que não percebeu nada de estranho em sua casa agora que a boneca está a quilômetros de distância.

“Acho que todo mundo ouve sons estranhos e fica paranoico às vezes, mas nada de anormal, não é? Só que a boneca falava e cantava mesmo quando estava desligada, eu pensei que fosse algum defeito nos circuitos, então a joguei no lixo. Eu só comecei a ficar com medo depois que a boneca reapareceu na sala. Podem achar que é uma brincadeira, mas eu não entendo como ou quando fizeram isso, principalmente porque nós vimos os garis levando o saco de lixo embora… Mas desde que a mandei para Chris, não percebi nada de estranho na casa.”, admitiu Emily.

Em seu perfil do Twitter, o amigo da violinista publicou uma foto da boneca e disse que:

“Ela continua presa no meu carro, mas de vez em quando ela dá risadas e fala sozinha, mesmo sem bateria. É assustador, mas prefiro acreditar que seja algum defeito.”

Depois que o caso virou notícia, surgiram diversas especulações de possessão demoníaca e comparações com a boneca Annabelle (‘Invocação do Mal‘), então Emily fez questão de opinar sobre as teorias.

“Eu gosto de tentar encontrar uma solução lógica e não sobrenatural antes de tirar conclusões. Estou procurando por respostas há semanas, mas não encontrei nada que pudesse explicar essa experiência. Acho que é sensato manter a mente aberta e admitir que existem muitas coisas que não entendemos. Se há algo sobrenatural na boneca, talvez não seja maligno. Pode ser algo que esteja apenas perdido, sem rumo. Sinceramente, não sei em que acreditar. Recebi inúmeras mensagens de pessoas de todo o mundo contando histórias de bonecas e objetos que se comportaram da mesma maneira, por isso sei que não estou sozinha.”

Numa de suas publicações mais recentes, a violinista disse que há pessoas se aproveitando da situação para inventar histórias relacionadas à família na tentativa de ganharem fama.

Além disso, ela alega que está cansada de dar explicações sobre o que aconteceu e garante que não é uma brincadeira de mau gosto.

“Este é um mistério não resolvido, ponto final. Todos os membros da família foram questionados (e ofendidos). Ninguém que eu conheço fez isso. Teria sido um truque infernal feito por alguém que não conhecemos e que estaria violando muitas leis sem ser notado. (Seja lá quem você for, agora seria uma boa hora para aparecer). Uma boneca assombrada parece muito mais plausível do que tudo isso. Não posso dizer que acredito ou não. Eu não sei. Não tenho nenhuma explicação com base em todas as informações que tenho. Sou um ser humano racional e grato pela minha vida. É tudo o que posso dizer.”

Confira:

Crítica | A Possessão de Mary – Filme B com o vencedor do Oscar Gary Oldman é pura bobagem

Mary, o Barco Assassino

Entendemos que os filmes de terror são um filão geralmente muito rentável. Baratos de produzir (para os padrões das demais obras), tais longas podem se tornar extremamente satisfatórios financeiramente. Até aí, tudo bem. O problema é quando algum executivo mequetrefe decide ganhar um dinheiro rápido e fácil entregando qualquer coisa mal ajambrada para o público. É exatamente este o caso com A Possessão de Mary – filme trash que, de tão ruim, parece uma destas sátiras do tipo Todo Mundo em Pânico.

Fica muito difícil levar a obra a sério. E não precisaríamos, caso ela também não se levasse. O que chama atenção aqui primeiramente é a participação do veterano Gary Oldman, vencedor do Oscar de melhor ator em 2018 por O Destino de uma Nação – no qual viveu de forma fervorosa o Primeiro Ministro britânico Winston Churchill. Pior do que a maldição do fantasma no barco, é pensar que Oldman pode ter sido pego na maldição do Oscar: que se refere a bombas consecutivas estreladas pelos ganhadores do prêmio máximo do cinema (veja o caso com Halle Berry).

Na trama, Oldman é um sujeito simples, de classe média baixa, lutando pelo sonho de dar uma vida melhor para sua família. Sua esposa (vivida por Emily Mortimer), por outro lado, acha a aposta do marido em comprar um velho barco para passeios turísticos, arriscada demais. O casal possui duas filhas, Lindsey e Mary, interpretadas respectivamente por Stefanie Scott e Chloe Perrin – ambas parecendo ter saído diretamente de uma peça escolar. Depois que a mulher cede, a família, ao lado dos agregados Mike (Manuel Garcia-Rulfo) – um amigo do protagonista – e Tommy (Owen Teague) – o namorado da filha mais velha – parte para um “teste drive” com a embarcação no mar.

É claro que esta história não irá acabar bem, afinal este é um filme de terror. De forma muito mal explicada, ficamos sabendo que o espírito antigo de uma mulher acusada de bruxaria, e morta, tomou o veleiro e fará de tudo para levá-lo ao ponto onde seu corpo foi afogado – como já havia feito algumas outras vezes com os donos anteriores do veículo. Agora, para qual propósito não me pergunte. Ou sequer como o fantasma da mulher foi parar dentro do barco.

O roteiro de Anthony Jaswinski (Águas Rasas e Satânico) usa Christine – O Carro Assassino, obra escrita por Stephen King, como ponto de partida. Inclusive na forma como um veículo maligno leva seus donos (e antigos donos) à loucura. A Possessão de Mary, no entanto, não possui um décimo do charme da história do Plymouth Fury 1958. Essa é uma trama bem rotineira, recheada de sustos fáceis (telegrafados à distância), que desperdiça por completo qualquer vislumbre de qualidade que a obra pudesse ter.

Quem dirige é Michael Goi, mais acostumado a comandar episódios de séries de TV como The Gifted, O Mundo Sombrio de Sabrina e o recente O Monstro do Pântano. A direção de Goi é básica, mas não consegue evitar os clichês do gênero: portas se batendo atrás de personagens no escuro, pessoas possuídas que piscam e revelam sua verdadeira identidade, insuportáveis e constantes momentos de pesadelos e alucinações (que só existem para tentar o susto), e no final, o cineasta inclusive orquestra uma pancadaria, onde Oldman e sua esposa saem no pau com a fantasminha – que por sua vez, faz uso de uma maquiagem ridícula, digna do mais improvisado “cospobre”.

Ao que parece, Oldman substituiu Nicolas Cage no projeto, o que faz um pouco mais de sentido. O vencedor do Oscar, no entanto, devia estar apenas em busca de acertar dívidas. Mais digno de pena do que o resultado em si, é a produção acreditar que daria certo ao ponto de prometer no desfecho uma continuação – sim, acredite! Repleto de risos involuntários (eu dei ao menos duas fortes gargalhadas – o que é mais do que posso dizer de muitas comédias), A Possessão de Mary é desde já um forte concorrente a pior filme de 2020. E estamos apenas em janeiro.

‘Sintonia’: 2ª temporada é CONFIRMADA pela Netflix e ganha novidades

O primeiro dia do TUDUM Festival Netflix terminou com uma notícia que muitos aguardavam e empolgou as pessoas presentes no painel da série ‘Sintonia’: a segunda temporada está confirmada.

Depois que Doni (MC Jottapê), Rita (Bruna Mascarenhas) e Nando (Christian Malheiros) lutaram para conquistar seu espaço, precisam subir até o topo para não voltar ao ponto de partida. Quando o funk, o crime e a Igreja se trombarem no dia-a-dia da quebrada, a amizade entre os três será posta à prova. Será possível chegarem tão longe sem esquecer de onde vieram?

Os novos episódios de ‘Sintonia’, com direção geral de Konrad Dantas, o Kondzilla, começam a ser gravados no primeiro semestre deste ano, em São Paulo.

A estreia está prevista para 2020, só na Netflix. Serão seis capítulos de 45 minutos cada, com produção da Gullane nesta nova fase.

“Superamos as expectativas na primeira temporada e fizemos a série brasileira mais popular de 2019 da Netflix, com o desafio de seguir apenas o nosso coração. Na segunda temporada além do nosso amor pela arte, também vamos somar a energia de todo público que se sentiu representado pela série e está aguardando algo maior ainda”, celebrou Konrad.

A trama acompanhará o ponto de vista de três personagens diferentes, Doni, Nando e Rita, que cresceram juntos na mesma favela, sob a influência do funk, das drogas e da igreja. Porém, conforme o tempo passa, eles transformam suas experiências na infância e seguem caminhos bem diferentes.

Jottapê Carvalho, Christian Malheiros e Bruna Mascarenhas estrelam a produção.

‘Undone’: Animação psicodélica estrelada por Rosa Salazar é renovada para a 2ª temporada

De acordo com o The Hollywood Reporter, a Amazon Prime renovou a animação ‘Undone‘ para sua 2ª temporada, ainda sem previsão de estreia.

Através de um comunicado, a produtora Kate Purdy (‘Bojack Horseman‘) disse que:

“Foi maravilhoso compartilhar a trama de ‘Undone‘ e fazer com que o público se tornasse parte da experiência enquanto interpretam o programa através de suas próprias percepções da realidade. Estamos entusiasmados que a Amazon Studios esteja nos dando a oportunidade de continuar explorando este mundo e esses personagens. Vamos ver para onde a história vai nos levar depois daquele final de temporada… O público não sabe ainda, mas eles já assistiram a 2ª temporada. Ela estava lá o tempo.”, brincou Purdy, fazendo referência à trama psicodélica da série.

Para quem não assistiu, a 1ª temporada acompanha Alma (Rosa Salazar), uma jovem insatisfeita com a vida e que descobre uma relação única com o espaço e o tempo após sofrer um grave acidente de carro.

Quando visões de seu falecido pai (Bob Odenkirk) começam a atormentá-la, ela viaja através das dimensões para tentar a impedir a morte dele.

Durante uma entrevista para o Comic Book, Salazar disse que a produção mudou completamente sua maneira de encarar a realidade.

“Eu estava em um ponto da vida onde eu estava farta da monotonia, da rotina, e dos padrões de vida. Eu estou constantemente procurando algo a mais. Deve haver mais. […] E foi essa série! Eu me identifiquei com a trama e isso me aterrorizou. Quero dizer, eu experimentei uma fração do que Alma vive. Tive um momento em que realmente estava exausta e questionei a natureza da minha realidade. Foi uma fração de segundos, mas foi aterrorizante.”

A narrativa lida com ansiedade, tristeza, amor, relação familiar e crises existenciais com uma facilidade surpreendente.

Tudo isso através de um estilo de animação exclusivo.

Assista ao trailer:

A série traz Raphael Bob-Waksberg (Bojack Horseman) como showrunner.

Segundo o site TVLine, o show é pioneiro dentro da indústria televisiva ao utilizar a técnica da rotoscopia aliada a cenários pintados em óleo para dar vida às animações.

Além de Salazar e Odenkirk, o elenco é formado por Daveed DiggsAngelique CabralConstance MarieSiddarth DhananjayTyler PoseyJon CorbettJeanne TripplehornSheila Vand.