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Aclamado romance ‘O Rio que Me Corta por Dentro’, de Raul Damasceno, ganhará adaptação para os cinemas

Depois de encantar leitores em todo o país, O Rio que Me Corta por Dentro, do escritor Raul Damasceno, muito em breve vai emocionar um novo público nos cinemas. A Deberton Filmes, dos produtores Allan Deberton e Marcelo Pinheiro, adquiriu os direitos de adaptação do sucesso literário. Cineasta por trás dos premiados Pacarrete’ e ‘Feito Pipa, Deberton assume a cadeira de diretor, enquanto o autor assina o roteiro.

“Raul escreve literatura criando imagens muito marcantes a partir de uma perspectiva muito íntima, de um garoto do interior”, afirma Deberton que, como muitos leitores, “engoliu” o romance assim que foi lançado. “Fiquei dias com essas imagens povoando a minha cabeça. Achei que uma adaptação de um livro com esse poder era um caminho não apenas natural, como também um presente para o cinema brasileiro”.

“Os leitores sempre falam sobre o desejo de ver esses personagens numa possível adaptação, então é uma alegria muito grande ver esse projeto tomando forma. Sem falar que é também uma boa oportunidade de fabular ainda mais sobre essas figuras que conheço tão bem”, completa Damasceno.

Lançado pela editora Astral Cultural, O Rio que Me Corta por Dentro acompanha Cícero, garoto da pequena Carrasco, no sertão cearense, que passa a infância à espera da sua mãe. Aneci. Ela trabalha na capital como empregada doméstica e só volta para o interior uma vez ao ano, no Réveillon, quando o coração do menino enche de amor. No restante do tempo, ele sonha com a possibilidade de um dia ir embora com sua mãe e deixar toda a saudade para trás.

Nestes momentos, sua dor só se aquieta ao lado do vizinho e amigo Luzimar, com quem corre pelo lugarejo de ponta a ponta até o rio, onde brincam. É nele, inclusive, que Cícero encontra apoio quando Aneci de repente para de voltar. Com o passar dos dezembros, os dois garotos se descobrem homens juntos – mas ser homem nessas terras e nestas águas também significa saber escolher bem suas armas.

A adaptação não é a primeira colaboração entre Deberton e Damasceno. Na realidade, o novo projeto marca o amadurecimento de uma parceria criativa que já rendeu ótimos frutos, como a comédia romântica ‘O Melhor Amigo’ e o ainda inédito ‘A Adoção’, que encerrou as filmagens há pouco.

“Allan e eu, para além das parcerias de trabalho, somos grandes amigos. Logo, adaptar o meu livro junto a ele é me sentir sempre em casa. Temos liberdade um com o outro, o que torna o processo de desenvolvimento muito honesto e intenso”, diz Damasceno. “É a primeira vez que ele embarca numa história tecida por mim, o que me faz enxergar esse momento como uma renovação definitiva de nossa parceria”.

Transpor uma narrativa das páginas para a telona exige muito jogo de cintura, algo que autor e diretor estão bastante cientes. “O universo da literatura tem permissões e características diferentes da narração para o cinema. Então, certas escolhas são inevitáveis, sobretudo os recortes do que será narrado”, explica Deberton. “Nosso exercício tem sido encontrar soluções interessantes que preservem o coração da obra e que evoquem as mesmas imagens marcantes, sem perder a profundidade e a complexidade sensorial e temática”.

Reboot de ‘Stargate’ é ENGAVETADO pela Amazon MGM Studios

De acodo com o Deadline, o ambicioso reboot da clássica série sci-fi Stargate foi oficialmente engavetado pela Amazon MGM Studios, quase seis meses depois de ter sido anunciado.

A decisão de cancelar a nova versão veio tarde no processo — acredita-se que a produção já havia passado por vinte semanas de reuniões com os roteiristas e estava em pré-produção no Reino Unido. A justificativa foi que a visão e a direção criativa da nova série supostamente não se alinhavam mais com a estratégia de programação da Amazon.

As diferenças aparentemente eram tão profundas que exigiram um cancelamento definitivo em vez de uma reformulação da versão existente do projeto, com a participação de Martin Gero, um showrunner veterano desse universo sci-fi que havia assinado um contrato com a Amazon para comandar o reboot. Gero foi produtor executivo de Stargate: Atlantis’.

Joby Harold, Tory Tunnell, Dean Devlin e Roland Emmerich também estavam atados como produtores executivos do projeto.

Lançado originalmente em 1994, o longa original arrecadou US$ 196.5 milhões nas bilheterias mundiais – a partir de um orçamento de US$ 55 milhões. A trama ganhou continuidade através da série ‘Stargate SG-1‘, que rendeu 10 temporadas.

Vídeo nos leva aos BASTIDORES de ‘O Vampiro Lestat’, estrelado por Sam Reid

Foi divulgado um vídeo promocional inédito da 3ª temporada de ‘Entrevista com o Vampiro‘, intitulada ‘O Vampiro Lestat‘.

O material nos leva aos bastidores do próximo ciclo, que tem estreia marcada para o dia 7 de junho nos Estados Unidos.

Na terceira temporada, o Vampiro Lestat (Sam Reid) conta sua história de uma forma que só ele sabe fazer — formando uma banda e saindo em turnê. Gabrielle, Nicholas, Magnus, Marius, Aqueles Que Devem Ser Preservados. Eles se juntam a Louis, Armand, Molloy, Sam, Raglan e Fareed em uma peregrinação sensual através do espaço, do tempo e do trauma.

Confira, junto ao trailer completo, e siga o CinePOP no Youtube:

A adaptação contemporânea do romance gótico de de Anne Rice acompanha a história de amor e imortalidade de Louis de Pointe du Lac (Jacob Anderson), Lestat de Lioncourt (Sam Reid) e Claudia (Delainey Hayles), contada ao jornalista Daniel Molloy (Eric Bogosian).

Jennifer Ehle, Christopher Heyerdahl, Damien Atkins, Ella Ballentine, Jeanine Serralles e Assad Zaman também estrelam.

Sheila Atim (‘A Mulher Rei’), Noah Reid (‘Schitt’s Creek’), Ryan Kattner (‘Destroy All Neighbors’), Seamus Patterson (‘O Gabinete de Curiosidades de Guillermo Del Toro’) e Sarah Swire (‘The Boys’) farão parte dos novos episódios.

No Brasil, a série está disponível no Prime Video.

‘Cidade das Estrelas’: Assista aos primeiros CINCO minutos do spin-off de ‘For All Mankind’!

Cidade das Estrelas(‘Star City’), série derivada do aclamado drama sci-fi For All Mankind, finalmente chegou ao streaming e, agora, o Apple TV divulgou os cinco primeiros minutos oficiais do spin-off.

Confira, junto ao trailer completo:

Criada por Ben Nedivi, Matt Wolpert e Ronald D. Moore — os mesmos nomes por trás da série original — ‘Star City‘ propõe uma nova releitura da corrida espacial, desta vez sob a perspectiva da União Soviética, que na narrativa alternativa conseguiu colocar o primeiro homem na Lua.

A nova série se passa por trás da Cortina de Ferro e acompanha a vida dos cosmonautas, engenheiros e agentes de inteligência envolvidos no programa espacial soviético — explorando os sacrifícios e riscos assumidos em nome do avanço da humanidade.

O elenco inclui Rhys Ifans, Agnes O’Casey, Solly McLeod, Alice Englert, Adam Nagaitis, Josef Davies, Ruby Ashbourne SerkisPriya Kansara.

Novas AVENTURAS no teaser inédito da 4ª temporada de ‘A Lenda de Vox Machina’

O Prime Video divulgou um teaser inédito da 4ª temporada da elogiada animação A Lenda de Vox Machina‘.

O novo ciclo chega à plataforma de streaming hoje, 3 de junho.

Confira, junto ao trailer completo:

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 5ª e última temporada.

A trama acompanha o grupo de desajustados Vox Machina, um time de improváveis heróis que gosta de beber e brigar. Eles recebem a missão de salvar o reino de Exandria de uma ameaça mortal que utiliza magias ocultas e obscuras. Durante o percurso, eles terão de enfrentar diversos inimigos poderosos, testando não apenas suas habilidades em batalha, mas também seu vínculo enquanto grupo.

A série foi criada por Matthew Mercer, que também estrela a produção.

A produção ainda conta com as vozes de Ashley JohnsonTravis WillinghamLaura BaileyLiam O’BrienTaliesin JaffeMarisha RaySam Riegel.

‘Kockroach’: THRILLER policial com Chris Hemsworth e Taron Egerton ganha primeira imagem; Confira!

Deadline divulgou a primeira imagem oficial do thriller policial Kockroach, estrelado por Chris Hemsworth (‘Thor Ragnarok’) e Taron Egerton (‘O Jogo do Predador’).

As filmagens do projeto foram finalizadas recentemente na Austrália.

Confira:

Zazie Beetz (‘Eles Vão te Matar’), Rachel Sennott (‘Morte Morte Morte’), Alec Baldwin (‘Os Fantasmas se Divertem’) e Brian Geraghty (‘Guerra ao Terror’) também fazem parte do elenco.

Na trama…

“Um misterioso forasteiro que se aventura no submundo do crime de Nova York, transformando-se em um chefão do crime imponente em uma cidade onde o poder é tudo.”

O longa é baseado no romance homônimo escrito por William Lashner.

Matt Ross (‘Capitão Fantástico’) é responsável pela direção. Ele também assina o roteiro ao lado de Jonathan Ames (‘Os Acompanhantes’).

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Streets of Rage’: Filme contrata roteiristas de ‘Sonic’ e define diretor de ‘Vingança & Castigo’

A Lionsgate definiu os rumos da aguardada adaptação cinematográfica de Streets of Rage, franquia icônica de jogos de luta de rua da Sega. O estúdio anunciou a contratação da dupla Pat Casey e Josh Miller, roteiristas responsáveis pelo sucesso da franquia ‘Sonic’, para assumirem o roteiro do longa.

De acordo com informações da Variety, o projeto também definiu seu comando técnico: o cineasta Jeymes Samuel, aclamado pelo faroesteVingança & Castigo (The Harder They Fall), foi oficialmente escalado para a direção do filme.

Casey e Miller assumem o posto que antes era de Derek Kolstad, que escreveu o primeiro esboço do roteiro. A Lionsgate adquiriu os direitos da propriedade intelectual em 2022, em uma parceria estratégica com a produtora Story Kitchen.

Embora os detalhes sobre a trama ainda sejam mantidos sob sigilo, a produção promete respeitar a essência que transformou o game em um clássico cult: personagens carismáticos, muita ação no estilo briga de rua e uma forte identidade musical baseada na clássica trilha eletrônica dos jogos.

Lançado originalmente nos anos 1990, Streets of Rage consolidou-se como um dos maiores fenômenos da era dos 16-bits e mantém sua força comercial até hoje.

Em comunicado oficial, Erin Westerman, presidente da divisão cinematográfica da Lionsgate, celebrou a escolha de Jeymes Samuel para comandar a produção:

“Nós e nossos parceiros da Sega sabíamos que Streets of Rage precisava de um cineasta ousado. O estilo visceral e explosivo de Jeymes Samuel, sem mencionar seu uso marcante da música, é perfeito tanto para os fãs da série quanto para novos espectadores. Estamos muito animados para ver sua visão única ganhar vida nesta amada franquia”, afirmou.

Além de assinar o roteiro, Pat Casey e Josh Miller atuarão como produtores executivos. O time de produtores principais do longa contará com Toru Nakahara (representando a Sega), executivos da Story Kitchen, a produtora Escape Artists e o próprio Derek Kolstad.

Diretor de ‘Conspiração’ DETONA Val Kilmer mesmo após morte do ator: “O pior ser humano que já conheci”

O cineasta Adam Marcus, conhecido por dirigir o longa-metragem Conspiração (Conspiracy), voltou a criticar duramente o ator Val Kilmer. Em publicações recentes, o diretor relembrou a experiência turbulenta que teve com o astro durante as filmagens do suspense de ação lançado em 2008.

Conforme a People, Marcus utilizou sua conta na rede social Threads para compartilhar um desabafo incisivo, acompanhado de uma foto de bastidores:

“#MicroIntellectMonday daquela vez em que dirigi aquele cara. O cara que interpretou Iceman e Doc Holliday. Vocês sabem quem é. Aqui estamos eu e o idiota resolvendo as coisas no set de Conspiração. Então, sim, isso aconteceu”, escreveu Adam Marcus.

Antecipando as prováveis reações negativas por criticar publicamente o ator, que faleceu em 1º de abril de 2025, aos 65 anos, em decorrência de uma pneumonia, o diretor foi categórico e não recuou em seu posicionamento:

“E para aqueles que estão revirando os olhos por causa dessa história de ‘não fale mal dos mortos’, dane-se isso. Se esse cara fizesse hoje um décimo do que fez no meu set, seria cancelado num piscar de olhos. O pior ser humano que já conheci… e isso realmente quer dizer muita coisa”, acrescentou.

As postagens de Adam Marcus ganharam grande repercussão na internet antes de serem permanentemente apagadas pelo cineasta.

Filha de Val Kilmer defende uso de IA para trazê-lo “de volta à vida” em ‘As Deep as the Grave’

As declarações de Marcus reacendem uma antiga e conhecida discussão sobre o temperamento de Val Kilmer nos bastidores da indústria cinematográfica, onde colecionou desafetos ao longo das décadas de 1990 e 2000.

Após comandar o ator em Batman Forever (1995), o diretor Joel Schumacher não poupou críticas em entrevista à Entertainment Weekly em 1996, definindo Kilmer como uma pessoa “infantil e impossível”, além de “um ser humano psicologicamente perturbado”.

Da mesma forma, o prestigiado diretor John Frankenheimer declarou publicamente que jamais voltaria a trabalhar com o ator após o caótico set deA Ilha do Dr. Moreau (1996).

Em 2003, durante uma entrevista à revista Rolling Stone, Kilmer se defendeu das acusações da época: “Fui descuidado na forma como enxerguei meu trabalho. Mas acredito que a verdade é a verdade e a mentira é a mentira. Frankenheimer, Deus o abençoe, já faleceu, mas tinha um histórico de falar mal das pessoas”.

Anos mais tarde, no documentário autobiográfico Val (2021), o próprio ator adotou um tom mais reflexivo sobre sua jornada e a fama de ser uma figura difícil: “Eu me comportei mal. Eu fui corajoso. Eu fui estranho para algumas pessoas. Não nego nada disso e não tenho arrependimentos, porque perdi e reencontrei partes de mim mesmo que nem sabia que existiam. E sou abençoado”.

Conspiração’ está disponível no YouTube+.

“Um ex-marinheiro leva justiça a um pequeno povoado logo depois que seu amigo desaparece misteriosamente. Ele descobre uma conspiração corporativa que planeja expulsar imigrantes da fronteira do Arizona a qualquer custo”, diz a sinopse.

Karamo Brown expõe ambiente tóxico nos bastidores de ‘Queer Eye’: “Eu estava deprimido”

O apresentador e ativista Karamo Brown, estrela do reality show Queer Eye, desabafou abertamente sobre os conturbados bastidores da produção da Netflix. Em entrevista à People, ele detalhou os conflitos internos que culminaram no fim do programa há seis meses e destacou que sua estabilidade emocional atual foi fruto de um intenso processo de reconstrução pessoal.

“Eu dei uma reviravolta completa na minha vida. Este novo capítulo parece seguro e vitorioso porque foi um ano e meio de trabalho real em mim mesmo”, afirmou Brown.

Durante as dez temporadas da atração, o apresentador de 45 anos tornou-se uma referência global ao transmitir mensagens de positividade e ajudar na transformação dos participantes. No entanto, ele revelou que, longe das câmeras, enfrentava uma realidade oposta:

“Eu estava deprimido. Era vergonhoso porque eu ensinava as pessoas que elas poderiam ser melhores, mas, na minha própria vida, eu estava preso”, acrescentou.

Lembrando que em janeiro de 2026, enquanto os demais integrantes do elenco, Antoni Porowski, Jonathan Van Ness, Tan France e Jeremiah Brent, cumpriam a agenda conjunta de divulgação da temporada final, Karamo surpreendeu o público ao cancelar todas as suas aparições na imprensa.

Na ocasião, publicou uma mensagem enigmática nas redes sociais: “Espero que todos se lembrem da principal lição que tentei ensinar ao longo da última década: proteger sua saúde mental e sua paz de pessoas que procuram destruí-las”.

Agora, Brown esclarece que o afastamento foi necessário para preservar sua saúde emocional, após anos convivendo com o que classificou como comportamentos inadequados nos bastidores do programa, sem as devidas intervenções da produção:

“As pessoas simplesmente diziam: ‘Ah, essa pessoa é assim mesmo’, em vez de dizer: ‘Esse comportamento não é aceitável em um ambiente profissional’. Isso me afetou negativamente de forma constante”, destacou.

O estopim para a decisão do apresentador ocorreu em 2025, quando sua mãe visitou o set de filmagens e presenciou comentários hostis de integrantes do elenco direcionados a ele:

“A única coisa de que me lembro são as lágrimas nos olhos dela. Ela repetia: ‘Eu pensei que eles fossem seus amigos’. Foi aí que percebi que não podia mais ficar em silêncio sobre quantas vezes me senti excluído”, afirmou.

Karamo também revelou um dos momentos mais delicados de sua trajetória pessoal no programa: uma recaída na dependência química durante a terceira temporada, que interrompeu um período de 12 anos de sobriedade:

“Uma bebida levava à maconha, à cocaína, aos comprimidos. Eu não estava lidando com as coisas da maneira certa, mas fingia que estava. Eu estava completamente destruído”, explicou.

Atualmente, ele confirmou estar sóbrio novamente por meio de um programa de reabilitação baseado nos 12 passos. Apesar do histórico de desavenças, Brown declarou que não guarda mágoas dos antigos companheiros de tela e prefere focar no impacto duradouro do programa:

“Acho que todos merecemos um pouco de compreensão pela forma como lidamos uns com os outros. Estávamos apenas fazendo o nosso melhor. Talvez não parecesse assim naquele momento, mas hoje isso está muito claro para mim. Eu precisava passar por todas essas experiências para me tornar a melhor versão de mim mesmo. E quero dedicar os próximos capítulos da minha vida a fazer o bem”, acrescentou.

Em posicionamento oficial enviado à imprensa, as produtoras responsáveis pelo formato, ITV America e Scout Productions, rebateram as declarações de Karamo Brown. As empresas afirmaram que todas as queixas e preocupações manifestadas ao longo dos anos de gravação foram tratadas com a devida seriedade e reforçaram o compromisso em manter um ambiente de trabalho estritamente ético, profissional e respeitoso.

Queer Eye’ está disponível na Netflix.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Lançado em 2018 como uma releitura moderna do Queer Eye for the Straight Guy’, sucesso da Bravo nos anos 2000, o programa rapidamente conquistou uma nova geração de fãs. Liderado pelo carismático Fab Five — Antoni Porowski (gastronomia), Jonathan Van Ness (cuidados pessoais), Karamo Brown (cultura e bem-estar), Tan France (moda) e Bobby Berk (design) — a série se destacou por sua abordagem empática, transformando vidas ao redor dos Estados Unidos (e até no Japão, em uma temporada especial).

Bobby Berk se despediu da equipe após a oitava temporada, sendo substituído por Jeremiah Brent como especialista em design nas temporadas finais.

Com 91 episódios lançados e 11 prêmios Emmy conquistados (incluindo seis consecutivos como Melhor Programa de Realidade Estruturada entre 2018 e 2023), ‘Queer Eye‘ se consolida como um dos realities mais celebrados da era do streaming.

A despedida da série promete ser à altura de seu legado: inspiradora, transformadora e, claro, repleta de momentos emocionantes.

Confira o trailer DUBLADO da 2ª temporada de ‘X-Men ’97’!

A elogiada animação X-Men ’97’ retorna em breve com uma aguardada segunda temporada e, agora, a Marvel Studios Brasil divulgou o trailer oficial e dublado dos novos episódios.

A próxima iteração tem estreia marcada para o dia 1º de julho na plataforma do Disney+.

Confira:

Os novos capítulos acompanham a equipe dos X-Men dispersa, enquanto tentam se reunir após o final da primeira temporada. Os heróis mutantes estão separados no tempo — alguns no futuro, outros no Egito Antigo, onde encontram um jovem Apocalipse — o que os força a navegar por diferentes eras para retornar aos anos 90 e deter o antigo vilão.

Lembrando que a temporada de estreia já está disponível no Disney+.

 

Continuando após os eventos de X-Men: A Série Animada’, os X-Men enfrentam novos desafios perigosos após a perda de seu líder, o Professor Xavier.

Cal DoddLenore ZannGeorge BuzaCatherine DisherChris PotterAlison Sealy-SmithAdrian Hough e outros estão no elenco de dublagem.

Crítica | The Pretty Reckless encontra força na fragilidade com o visceral hard-rock de “Dear God”

Cinco anos depois de ter nos presenteado com um glorioso comeback que ganhou o título de ‘Death By Rock and Roll’, a popular banda The Pretty Reckless, encabeçada por Taylor Momsen (sim, o mesmo nome de produções como ‘O Grinch’ e ‘Gossip Girl’) está prestes a retornar ao mundo da música com o aguardado álbum Dear God. O quinto compilado de originais do grupo de hard rock vem sendo teve início em agosto do ano passado com o lançamento de “For I Am Death”, lead single que foi sucedido pela irretocável e despojada lírica de “When I Wake Up” e pela pungente balada “Love Me”.

Enquanto aguardamos o lançamento do disco por completo, agendado para o dia 26 de junho, o grupo continua a nos instigar com faixas inéditas – e a mais recente canção promocional a chegar às plataformas de streaming é o épico hino hard rock que empresta seu nome ao título do álbum. Estendendo-se por expressivos seis minutos, a música é uma potente exploração de todo o cru potencial da banda, desde os incríveis e guturais vocais de Momsen à produção em conjunto da cantora, de Bem Phillips e de Jonathan Wyman. Ao misturar diversos elementos que trazem referências estilísticas e técnicas de seus conhecidos sucessos, a track é uma declamação frenética e urgente que funciona do começo ao fim e que nos deixa ainda mais ansiosos para conferir o compilado na íntegra.

Não é apenas o hard rock que ganha espaço na canção: as primeiras notas da epopeica produção navegam pela sutileza do blues rock, contando com a equilibrada amálgama de bateria, piano, baixo e guitarra que logo dá espaço a uma sinestésica atmosfera sombria e taciturna – deixando a conhecida melancolia irônica do grupo para trás e trazendo uma inesperada introspecção a seu catálogo. Momsen, responsável não apenas pela potente e visceral entrega, como pelos versos e pela produção, sabe muito bem o que está fazendo e trabalha ao lado de Phillips e Wyman para oferecer a seus fãs uma celebração do post-grunge e do doom metal.

A banda se beneficia de uma tentativa sólida de trazer algo de diferente a uma estética que, nas últimas décadas, vem desaparecendo em meio à contínua dominância do pop, do R&B e do rap no cenário mainstream. Felizmente, as densas e impactantes pulsões que Momsen e seus colaboradores nos oferecem funcionam em sua completude, permitindo que a cantora e compositora mergulhe em súplicas a um ser superior intangível e incomunicável, singrando por uma vulnerabilidade que é muito bem-vinda e que os mostra dispostos a encontrar força na fragilidade.

Lembrando que “Dear God” já está disponível nas principais plataformas de streaming.

The Pretty Reckless fez sua estreia oficial no mundo da música em agosto de 2010, com o lançamento do disco ‘Light Me Up’, que contou com o popular lead single “Make Me Wanna Die”. Desde então, o grupo lançou outros três álbuns, incluindo o aclamado ‘Death By Rock and Roll’ (2021), que integrou nossa lista de Melhores Álbuns do AnoMelhores Álbuns de Rock do Século.

A banda é formada pela vocalista Taylor Momsen, que ganhou destaque após interpretar Cindy Lou Who em ‘O Grinch’ e Jenny Humphrey em ‘Gossip Girl’, pelo guitarrista Ben Phillips, pelo baixista Mark Damon e pelo baterista Jamie Perkins.

‘Orgulho e Preconceito’: Emma Corrin admite estar “bastante intimidada” para viver Elizabeth Bennet

A atriz Emma Corrin, conhecida por seu aclamado papel em ‘The Crown’, comentou recentemente sobre o seu retorno aos dramas de época na nova e aguardada adaptação deOrgulho e Preconceito, o clássico literário escrito por Jane Austen.

Em entrevista à Variety, a estrela compartilhou o misto de sentimentos ao assumir a responsabilidade de interpretar a icônica protagonista Elizabeth Bennet:

“Estou bastante intimidada, porque as pessoas naturalmente gostam de comparar versões. Eu mesma faço isso. Mas também estou extremamente animada. Foi uma das experiências mais agradáveis da minha carreira”, afirmou.

Além do desafio de dar uma nova roupagem à personagem, a atriz fez questão de destacar a forte presença feminina por trás das câmeras e o impacto positivo que isso trouxe para o dia a dia das gravações: “Havia muitas mulheres na equipe e no elenco. Você sente a diferença na energia do ambiente”.

A nova versão deOrgulho e Preconceito, que promete trazer um olhar renovado para a clássica história de amor e costumes da aristocracia britânica, tem sua estreia programada pela Netflix para acontecer ainda neste ano de 2026, embora a plataforma de streaming ainda não tenha definido o dia exato do lançamento.

O elenco conta com Emma Corrin (Elizabeth Bennet), Olivia Colman (Sra. Bennet), Jack Lowden (Sr. Darcy), Rufus Sewell (Sr. Bennet), Freya Mavor (Jane Bennet), Hopey Parish (Mary Bennet), Hollie Avery (Kitty Bennet), Rhea Norwood (Lydia Bennet), Daryl McCormack (Sr. Bingley), Siena Kelly (Caroline Bingley), Louis Partridge (George Wickham), Jamie Demetriou (William Collins), Fiona Shaw (Lady Catherine) e Liz Kingsman (Anna de Bourgh).

Anjana Vasan (Sra. Gardiner), Sebastian Armesto (Sr. Gardiner), Rosie Cavaliero (Lady Lucas), Justin Edwards (Sir William Lucas), Saffron Coomber (Sra. Hurst), James Dryden (Sr. Hurst), James Northcote (Coronel Forster), Eloise Webb (Harriet Forster), Isabella Sermon (Georgiana Darcy) e Jasmine Blackborow (Charlotte Lucas) também integram o projeto.

Dolly Alderton, da série ‘Everything I Know About Love‘, assinará o roteiro.

Com seis episódios, a minissérie será fiel ao livro de Austen e contará com direção de Euros Lyn, de ‘Heartstopper‘.

Na trama…

Elizabeth Bennet vive com sua mãe, pai e irmãs no campo, na Inglaterra. Por ser uma das filhas mais velhas, ela enfrenta uma crescente pressão de seus pais para se casar. Quando Elizabeth é apresentada ao belo e rico Darcy, faíscas voam. Embora haja uma química óbvia entre os dois, a natureza excessivamente reservada de Darcy ameaça a relação.

Em 2005, a obra ganhou uma aclamada adaptação para as telonas, estrelada por Keira Knightley e Matthew Macfadyen.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘The Hunting Party’: Drama criminal com estrela de ‘Manifest’ é CANCELADO após duas temporadas

Mas notícias para os fãs de The Hunting Party.

Segundo o Deadline, a NBC oficialmente cancelou o drama criminal estrelado por Melissa Roxburgh (‘Manifest’) após duas temporadas. Entretanto, a Universal Television, responsável pela produção, irá ofertar a atração para outras emissoras ou plataformas – com grandes possibilidade da Netflix, que licensia o show nos Estados Unidos, abocanhar os direitos intelectuais.

The Hunting Party acompanha uma pequena equipe de investigadores reunidos para rastrear e capturar os assassinos mais perigosos dos Estados Unidos – que, de alguma maneira, escaparam de uma prisão de segurança máxima ultrassecreta que não deveria existir.

No Brasil, a série está disponível no catálogo do Globoplay.

 

A produção foi criada por JJ Bailey, que também assina o roteiro e entra como showrunner ao lado de Jake Coburn.

Nick WechslerPatrick SabonguiJosh McKenzieSara GarciaKyra Leroux também estrelam a produção.

Emma Corrin relembra medo e bastidores ao viver Princesa Diana em ‘The Crown’: “Algo naquela experiência parecia diferente”

A estrela Emma Corrin, que marcou as telonas e as telas de TV ao dar vida à icônica Princesa Diana na aclamada série The Crown, da Netflix, relembrou recentemente sua marcante experiência na produção sobre a realeza britânica.

De acordo com informações da Variety, Corrin recordou com profundo carinho a sua trajetória como a eterna “princesa do povo”:

“Eu a amava. Adorei interpretá-la. Não acho que papéis assim apareçam com frequência. Já fiz personagens pelos quais tenho muito carinho, mas havia algo nela, algo naquela experiência, que parecia diferente. E ainda parece”, afirmou.

Apesar do sucesso, Corrin admite que o processo de assumir o papel foi intimidador: “Foi muito assustador”.

Segundo a atriz, o diretor Ben Caron foi fundamental para que ela superasse a insegurança, incentivando-a a transformar o medo em combustível para a atuação. No dia em que recebeu a confirmação de que havia sido escalada, Caron se ajoelhou dramaticamente e perguntou: “Você aceita ser a nossa Diana?”.

“A partir deste momento, sua vida vai mudar exatamente como a dela mudou. Então guarde cada instante dessa experiência. Observe tudo. Isso me trouxe conforto. Eu sentia que não estava fazendo aquilo sozinha. Sentia que estava fazendo aquilo ao lado dela”, relembrou a atriz sobre o conselho do diretor.

Caneta Azul? Claire Foy, atriz de ‘The Crown’, se RECUSA a dar autógrafo para fã por motivo inusitado…

Outro fator incomum que moldou a experiência da atriz com a fama foi o período de lançamento da quarta temporada deThe Crown, que estreou no final de 2020, durante o auge da pandemia de COVID-19. O isolamento social acabou servindo como um escudo inesperado contra o assédio imediato do público e da mídia:

“Fui muito protegida por causa disso. Provavelmente teria participado de uma enorme turnê de divulgação pelo mundo, mas, na realidade, eu estava sentada na sala da minha casa fazendo entrevistas pelo Zoom”, explicou.

A atriz concluiu a entrevista fazendo uma análise bem-humorada, mas honesta, sobre os impactos tardios daquela época em sua rotina atual: “Foi meio trágico, mas também meio agradável. Desde então, toda essa exposição da imprensa acaba me deixando um pouco sobrecarregada”.

The Crown está disponível na Netflix

Família Real deveria ficar FELIZ com a série ‘The Crown’, afirma ator

O ciclo traz Imelda Staunton (‘Harry Potter e a Ordem da Fênix’) como a Rainha Elizabeth II e Elizabeth Debicki (‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’) como a Princesa Diana.

O elenco também conta com Dominic West (‘The Wire’) como o Príncipe Charles, Jonathan Pryce (‘Game of Thrones’) como o Príncipe Philip, Lesley Manville (‘Trama Fantasma’) como a Princesa Margaret, Olivia Williams (‘O Pai’) como Camilla Parker, Ed McVey como o Príncipe William, Meg Bellamy como Kate MiddletonKhalid Abdalla como Dodi Fayed e mais.

Baseado na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

Astro de ‘The Mindy Project’ é confirmado em ‘Anything But Ghosts’, novo TERROR do diretor de ‘Obsessão’

De acordo com o DeadlineChris Reinacher (‘The Mindy Project’, ‘Superstore’) foi escalado para o terror ‘Anything But Ghosts‘, que está sendo desenvolvido pela Blumhouse.

Infelizmente, detalhes sobre seu papel não foram revelados.

Ele se junta aos atores Aaron Paul (‘Breaking Bad’), Bryce Dallas Howard (‘Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros’), Cooper Tomlinson (‘Obsessão’) e Violet McGraw (‘M3GAN’) previamente anunciados.

Curry Barker fica responsável pela direção do projeto, que marca sua segunda investida cinematográfica após o aclamado Obsessão, que conquistou 95% de aprovação no Rotten Tomatoes. Ele também assina o roteiro ao lado de seu colaborador de longa data, Tomlinson.

O site afirma que as filmagens do longa já foram encerradas, em Vancouver.

Vale lembrar que, recentemente, Barker foi confirmado na direção do novo filme da franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica‘, da A24.

Obsessão, por sua vez, chega aos cinemas nacionais em 14 de maio.

Na trama, após quebrar o misterioso “One Wish Willow” para conquistar o coração de sua crush, um romântico incurável se vê recebendo exatamente o que pediu, mas logo descobre que alguns desejos vêm acompanhados de um preço sombrio e sinistro.

Tom Holland pediu que filmagens do novo ‘Homem-Aranha’ fossem ADIADAS para poder participar de ‘A Odisseia’

Em uma recente entrevista à GQ Magazine, o popular astro Tom Holland revelou que teve uma conversa bastante desconfortável com o chefe da Sony PicturesTom Rothman, sobre adiar as filmagens de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’. O motivo? Holland queria desesperadamente estrelar a ambiciosa e épica adaptação de A Odisseia, de Christopher Nolan.

“Eu disse para Chris: ‘olha, eu quero fazer esse filme, mas se eu o fizer, preciso ligar para a Sony e ter uma conversa bem desconfortável”, ele disse, notando que a Sony concordou em adiar o início das filmagens em respeito a ele e ao diretor vencedor do Oscar.

“Acho que um dos motivos pelos quais a Sony aceitou a mudança foi a reputação do Chris de que ‘este filme não vai atrasar cinco meses e não vamos perder o Tom por dois anos’”, disse Holland, referindo-se ao fato de A Odisseia ter começado no prazo e terminado nove dias antes. “Com qualquer outro diretor, a conversa poderia ter sido um pouco diferente”.

Holland contou ainda que o atraso de ‘Um Novo Dia’ foi até benéfico para a adaptação do clássico poema de Homero, pois abriu caminho para que o filme da Marvel Studios contratasse Destin Daniel Cretton, diretor por trás do elogiado ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’

A Odisseia quase salvou ‘Homem-Aranha’, porque não teríamos o Destin”, disse o astro. “Ele não estaria pronto para fazer o filme quando nós estivéssemos. Não teríamos tido os seis meses necessários para desenvolver o roteiro com o Destin e chegar ao ponto em que está agora. E eu realmente acredito que fizemos a melhor versão de todos os filmes do ‘Homem-Aranha’. Então, embora tenha sido difícil para a Sony aceitar, acho que, olhando para trás, eles são muito gratos por ter acontecido”.

Vale lembrar que Holland dá vida a Telêmaco, filho do protagonista Odisseu (Matt Damon), em A Odisseia.

O longa tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para 16 de julho.

‘A Odisseia’: Elon Musk volta a detonar Christopher Nolan por escalação de Lupita Nyong’o como Helena de Troia

O longa-metragem é um dos lançamentos mais aguardados do ano. Orçado em US$ 250 milhões de dólares, o filme adapta o conto de Homero em um épico que reúne um grande elenco de estrelas, além de apresentar efeitos visuais e práticos inovadores. A produção marca um marco técnico na carreira de Nolan, sendo a primeira filmada inteiramente com câmeras IMAX de 70 mm.

A Odisseia – Filme | CinePOP

Diferente de boa parte das produções do cineasta, o longa-metragem terá um tempo um tanto quanto “reduzido”. Segundo o Deadline, o filme terá menos de três horas de duração.

“A produtora Emma Thomas também garantiu que o épico filme terá menos de três, mas não estava certa quanto ao real tempo de tela, visto que [o projeto] ainda está em pós-produção”, afirma o site.

Após a Guerra de Tróia, o guerreiro grego Odisseu (Matt Damon) enfrenta criaturas míticas e deuses em sua épica jornada de volta para casa, onde sua esposa Penélope o aguarda.

O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez.

O elenco grandioso ainda conta com Tom Holland, Anne Hathaway, Robert Pattinson, Lupita Nyong’o, Zendaya, Charlize Theron, Jon BernthalJohn LeguizamoElliot PageHimesh PatelBill Irwin e Samantha Morton.

A aposta é alta: com um orçamento de US$250 milhões, ‘A Odisseia‘ será o filme mais caro da carreira de Nolan.

‘Next Life’: Emilia Clarke viverá cantora de jazz em novo romance

A atriz Emilia Clarke foi confirmada como a protagonista de Next Life, drama romântico que teve seus direitos de distribuição para o Reino Unido e a Irlanda adquiridos pela companhia britânica Vertigo Releasing.

De acordo com informações da revista Variety, Clarke dividirá as telas com Édgar Ramírez e Jack Farthing. A produção marca também a estreia no cinema de Femi Koleoso, baterista e líder da renomada banda de jazz britânica Ezra Collective.

Com roteiro e direção assinados por Drake Doremus, o longa-metragem é ambientado na vibrante cena musical de Londres. A trama acompanha Ivy (Emilia Clarke), uma aspirante a cantora de jazz que, de repente, passa a vivenciar duas realidades alternativas simultâneas, sendo forçada a reavaliar suas escolhas profissionais, sua vida e seus relacionamentos.

“Ao desenvolver as duas histórias simultaneamente, Next Life nos conduz por não um, mas dois caminhos dentro do complexo labirinto que chamamos de vida”, destaca a sinopse oficial da produção.

O filme terá sua estreia mundial no prestigiado Tribeca Festival no próximo dia 5 de junho, com lançamento comercial programado para os cinemas do Reino Unido e da Irlanda no segundo semestre de 2026.

Emilia Clarke revelou que o papel trouxe à tona uma paixão antiga, tornando as filmagens um marco em sua carreira: “Nunca senti esse nível de alegria em um trabalho. Quando eu era mais jovem, cantei jazz por bastante tempo, então ter a oportunidade de interpretar uma cantora de jazz foi algo realmente profundo”.

Ed Caffrey, diretor comercial da Vertigo Releasing, celebrou a aquisição do projeto e elogiou a sensibilidade do diretor e a entrega da protagonista:

“Estamos entusiasmados em levar Next Life ao público britânico. Drake Doremus criou uma história de amor emocionalmente inteligente e envolvente, ambientada no cenário vibrante do jazz londrino. E Emilia Clarke entrega uma atuação repleta de calor humano e complexidade”, concluiu.

Criadores de ‘Stranger Things’ afirmam que o público jovem está faminto por histórias originais

Os irmãos Duffer, criadores do fenômeno globalStranger Things, aproveitaram um discurso recente para destacar o desejo do público jovem por produções autênticas e fazer um apelo contundente à indústria cinematográfica em favor de projetos originais.

Conforme o Deadline, Ross Duffer relembrou a trajetória improvável da série de ficção científica, cuja quinta e última temporada quebrou recordes históricos de audiência no início de 2026, acumulando impressionantes 31,5 milhões de visualizações em apenas quatro dias de lançamento.

“Não consigo enfatizar o suficiente o quão arriscada era a ideia de Stranger Things e como ela parecia não fazer sentido no papel. Tudo o que tínhamos era um único filme que a Warner Bros. gostou tão pouco que nem quis lançar, além de um roteiro estranho de 50 páginas estrelado por crianças, mas que não era para crianças. Ninguém queria tocar no projeto”, revelou Ross.

De acordo com o roteirista, o cenário mudou drasticamente quando os executivos da Netflix decidiram dar total autonomia à dupla, mesmo sem um histórico consolidado no mercado de televisão:

“O mais incrível é que essas pessoas não estavam apenas apostando na ideia ou no roteiro. Elas estavam apostando em nós. Eles nos deixaram comandar a série mesmo sem experiência. Nos deixaram dirigir sem nunca termos dirigido TV antes. Nos permitiram escalar quem acreditávamos ser o melhor para cada papel, incluindo David Harbour. E nunca ficaram observando por cima dos nossos ombros ou pedindo para suavizar as partes mais estranhas da história”, acrescentou.

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Matt Duffer endossou as palavras do irmão, ressaltando que a liberdade artística recebida no início da carreira se tornou uma exceção perigosa no atual modelo de negócios das grandes plataformas e estúdios:

“Esse nível de confiança nos deu a segurança e a coragem para assumir a responsabilidade. A experiência que tivemos é extremamente rara nesta indústria. E, nesta era de dados infinitos e algoritmos, parece mais rara do que nunca, o que realmente nos preocupa”, destacou.

Apesar do diagnóstico crítico sobre o mercado atual, o cineasta demonstrou otimismo em relação ao comportamento do público mais jovem, que tem demonstrado saturação de fórmulas repetitivas: “Acho que os jovens estão nos dizendo de forma muito clara que estão famintos por histórias originais, visões pessoais e sem filtros que não foram mutiladas por mil pequenos cortes”.

O Diretor finalizou o painel deixando um recado direto aos executivos que controlam os orçamentos e as luzes verdes para novos projetos em Hollywood:

“Digo isso a qualquer pessoa nesta sala que tenha algum nível de poder: escolham o risco em vez do medo. Façam tudo o que puderem para ajudar novas vozes, produzir histórias pessoais e ousadas, e depois saiam do caminho delas. Primeiro, porque dá menos trabalho para vocês. E, segundo, porque isso vai render muito dinheiro. Mas, acima de tudo, vai resultar em coisas muito mais legais”, concluiu.

O posicionamento dos produtores foi aplaudido de pé e reacendeu o debate sobre o espaço para o cinema autoral e de entretenimento puro em meio à saturação de franquias dependentes de métricas digitais.

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Stranger Things’ está disponível na Netflix.

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Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.

O elenco estelar conta com Millie Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten MatarazzoSadie Sink, Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

‘Supergirl’: Diretor rasga elogios a Jason Momoa como Lobo; “Não consigo imaginar outra pessoa”

O astro Jason Momoa, conhecido por seus papéis em ‘Game of Thrones’ e ‘Duna: Parte Três’, finalmente realizará um antigo sonho profissional ao dar vida ao icônico e terrível anti-herói Lobo no novo Universo DC (DCU). A escalação foi celebrada abertamente pelo cineasta Craig Gillespie, diretor do aguardado filmeSupergirl, produção que marcará a estreia oficial do personagem nas telonas.

De acordo com informações do ComicBookMovie, Gillespie destacou que a escolha de Momoa foi natural e que se tornou impossível imaginar qualquer outro ator interpretando o Último Czarniano.

“Fiquei muito animado por tê-lo no elenco. Não consigo imaginar outra pessoa no papel, mas existe uma pressão enorme. Fizemos milhões de perguntas para garantir que prestaríamos homenagem à versão original do personagem”, declarou o diretor.

A empolgação com o projeto também se estende aos colegas de set. A atriz Milly Alcock, escalada para viver a protagonista Kara Zor-El no longa-metragem, compartilhou do mesmo entusiasmo e elogiou a caracterização do colega: “Jason tem uma presença impressionante. Ele é o Lobo. E foi emocionante ver alguém realizando um sonho”.

O longa chega aos cinemas brasileiros em 25 de junho.

Além disso, o filme terá 1 hora e 50 minutos de duração, já incluindo os créditos finais.

Para efeito de comparação, a produção será mais curta que ‘Superman’, responsável por abrir as portas do novo universo compartilhado da DC, com 2 horas e 9 minutos de duração.

Questionado sobre a presença de cenas pós-créditos, tradição comum no gênero de super-heróis, o diretor Craig Gillespie preferiu manter o mistério: “Não posso falar sobre isso, desculpe”.

Estrelando Milly Alcock no papel da “Mulher do Amanhã”, o filme promete uma abordagem distinta e ambiciosa para uma das personagens mais poderosas da editora, servindo como uma peça fundamental para a expansão da cronologia liderada por James Gunn.

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A direção ficará por conta de Craig Gillespie, conhecido por seu trabalho em ‘Cruella’ e ‘Eu, Tonya’. O roteiro é assinado por Ana Nogueira.

Diferente de uma prática comum em Hollywood, na qual novos atores costumam buscar conselhos com quem já viveu o papel, Alcock revelou ao ComicBookMovie que optou por não procurar Benoist, que interpretou a heroína por seis temporadas na televisão, nem Calle, que deu vida à kryptoniana no filme ‘The Flash’ e nem Laura Vandervoort, que interpretou a heroína em ‘Smallville: As Aventuras do Superboy’.

“São apenas pessoas vivendo suas vidas. Não é como se tivéssemos um laço de sangue”, afirmou a atriz, de forma direta.

Apesar disso, as intérpretes anteriores demonstraram apoio à nova Supergirl. Na época, Benoist declarou: “Eu acredito que todas as interpretações da personagem são valiosas pelo que ela representa. Supergirl, como entidade, é icônica por um motivo e tem sido desde os anos 50. Pessoalmente, acho que cada versão dela é importante para que jovens possam se ver representadas”.

Vandervoort, que interpretou a heroína na série Smallville, também se manifestou nas redes sociais: “Enquanto celebramos a escalação de Milly Alcock como a nova Supergirl, achei apropriado compartilhar algumas artes de fãs que remetem ao meu tempo com esse ‘manto’. Obrigada por isso”.

Por sua vez, Calle também apoiou Alcock, afirmando: “Divirta-se muito. Você parece incrível, adorei isso. Arrase completamente”.

O elenco também conta com Eve Ridley (‘Ruthye’), Matthias Schoenaerts (‘Krem’), David Krumholtz (‘Zor-El’) e Emily Beecham (‘Alura In-Ze’).

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‘Solidarity’: Darren Aronofsky entra para equipe de novo drama sobre imigração nos EUA; Confira o trailer!

Solidarity, próximo longa-metragem dirigido por Dustin Brown, anunciou a chegada de um reforço de peso para sua equipe criativa: o aclamado cineasta Darren Aronofsky assumiu o posto de produtor executivo do projeto. O filme explora a realidade contemporânea dos imigrantes nos Estados Unidos por meio do retrato íntimo de duas vidas que correm à margem da sociedade em Los Angeles.

De acordo com informações do Deadline, a produção é estrelada por Elpidia Carrillo e Mantas Valentiejus. Eles interpretam, respectivamente, uma costureira mexicana e um açougueiro lituano que tentam sobreviver no Distrito da Moda de Los Angeles.

Suas trajetórias paralelas são marcadas por perdas profundas, jornadas de trabalho exaustivas e uma conexão totalmente inesperada.

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O longa-metragem é uma expansão do curta-metragem homônimo de sucesso de Brown, que circulou por diversos festivais internacionais, incluindo Clermont-Ferrand, Santa Monica e Munique, além de ter recebido uma indicação ao BAFTA Student Film Award.

A ideia original nasceu quando o diretor conheceu Valentiejus durante os tempos de faculdade; inspirado pela história real do colega, Brown transformou a experiência no curta que agora ganha as telas de cinema.

Solidarity é uma história atual e profundamente humana, que ilumina as realidades inesperadas da experiência imigrante na América”, declarou Darren Aronofsky. “O filme nos mergulha no cotidiano de seus protagonistas, revelando um espectro de alegria, dor e resiliência na Los Angeles contemporânea. Estamos extremamente orgulhosos do que Dustin realizou com este projeto e ansiosos para compartilhá-lo com o mundo”.

A estreia mundial do longa está programada para acontecer já neste mês de junho, durante o festival Dances With Films.

Sobre o impacto da parceria com o diretor deA Baleia e Cisne Negro, Dustin Brown destacou a sintonia temática entre eles:

“A capacidade de Darren de encontrar humanidade em personagens que enfrentam sofrimento e sacrifício fez com que sua conexão com Solidarity parecesse algo natural”, explicou o diretor. “Conversamos sobre a influência de The Jungle, de Upton Sinclair, e sua representação do trabalho imigrante. Seu envolvimento traz não apenas uma visão criativa valiosa, mas também um enorme voto de confiança no filme, incentivando-me a aprofundar ainda mais minha visão como cineasta”.