Segundo o Film Music Reporter, o lendário compositor Michael Giacchino retornará para o novo filme da franquia ‘Jurassic World’, ficando a encargo da trilha sonora.
Além de ter trabalhado nos dois outros capítulos, Giacchino é conhecido por alguns icônicos trabalhos, incluindo ‘Ratatouille’, ‘Os Incríveis’ e ‘Jojo Rabbit’. Em 2010, levou para casa o Oscar de Melhor Trilha Sonora Original por ‘Up – Altas Aventuras’. Seus próximos projetos serão ‘The Batman’ e ‘Extinct’.
Vale lembrar que a Universal Pictures adiou a produção do longa-metragem devido ao surto do Coronavírus. Ainda não se sabe quando as filmagens retornam à ativa.
A estreia da sequência continua programada para o dia 11 de junho de 2021.
O capítulo final da saga ‘Jurassic World’ já deu início em sua produção. Em entrevista ao site especializado na franquia, Jurassic Outpost, Trevorrow comentou sobre o que os fãs podem esperar para o terceiro filme.
“Não tenho ideia do que motivaria os dinossauros a destruir uma cidade. Eles não são organizados. Na vida real temos predadores letais que vivem nos arredores de áreas urbanas que não entram nas cidades para caçar humanos. O mundo que estou ansioso para criar é onde seja possível encontrar rotineiramente um dinossauro cruzando estradas ou um que invada seu quintal à procura de comida. Nós simplesmente não entramos em guerra com os animais. A teríamos perdido há muito tempo.”
Ele também comentou sobre como a recepção das críticas dos fãs e jornalistas ajudou na narrativa de ‘Jurassic World: Reino Ameaçado‘:
“Nós viramos para um lado mais sombrio de ‘Jurassic Park‘ naquele roteiro. O primeiro filme era uma aventura colorida e pop, já no segundo resolvemos explorar o lado feio da humanidade e o tratamento cruel com animais. Mas acho que Bayona, o diretor, nos deteve de ir longe demais, o que é algo bom. Ele abraçou os elementos sombrios, mas adicionou humor na aventura. A ideia de tornar a venda dos dinossauros em um leilão para os super ricos também foi dele. Na versão original, era algo bastante clandestino e sujo. Acho que a versão que foi para o filme funciona melhor para as crianças. Foi uma grande vantagem termos ele no time.
Segundo o Collider, Amy Adams e Adam McKay vão se reunir mais uma vez para trabalhar em ‘Kings of America’, nova minissérie da Netflix sobre o famoso processo envolvendo a franquia de supermercados Walmart.
Os dois já trabalharam juntos em ‘Vice’ e em ‘Ricky Bobby: A Toda Velocidade’.
Criada e roteirizada por Jess Kimball Leslie, a narrativa gira em torno de três poderosas mulheres cujas vidas se entrelaçam inextricavelmente com a maior companhia do mundo – uma herdeira da rede Walmart, uma executiva independente e uma vendedora do supermercado e pastora que ousaram se postar contra o poderoso varejo na maior processo da história estadunidense.
Adams será uma das protagonistas, porém, ainda não se sabe qual delas. Ela também entra como produtora executiva ao lado de Stacy O’Neil. Diana Son entra como showrunner e produtora executiva, enquanto Brunson Green supervisiona a obra.
McKay está atado à direção do episódio piloto junto a Betsy Koch. O aclamado realizador levou para casa um Oscar de Melhor Roteiro por ‘A Grande Aposta’ ao lado de Charles Randolph, enquanto ‘Vice’ foi indicada em nada menos que oito categorias – incluindo Melhor Atriz Coadjuvante para Adams e Melhor Filme.
Adams é uma das maiores e mais conhecidas atrizes de sua geração, tendo aparecido em uma quantidade absurda de filmes. Ela foi indicada seis vezes para o Oscar, cinco delas para a categoria de Melhor Atriz Coadjuvante (‘Retratos de Família’, ‘Dúvida’, ‘O Lutador’, ‘O Mestre’ e ‘Vice’) e uma para Melhor Atriz (‘Trapaça’). Seus outros créditos incluem os subestimados ‘A Chegada’ e ‘Animais Noturnos’, e as comédias ‘Encantada’ e ‘Casa Comigo?’.
A Netflix divulgou o trailer oficial da 3ª temporada da série ‘(Des)Encanto’.
Os novos episódios estreiam no dia 15 de janeiro de 2021.
Confira:
Criada por Matt Groening (‘Os Simpsons‘), a série já está renovada para mais duas temporadas, garantindo sua continuidade até, pelo menos, 2021.
A trama é ambientada no reino medieval de Dreamland, onde acompanhamos as desventuras da jovem princesa Bean, seu companheiro Elfo e seu demônio Luci. Ao longo do caminho, o trio excêntrico encontrará ogros, sprites, harpias, trolls, morsas e muitos tolos humanos.
O Adult Swim divulgou a sinopse oficial da 2ª temporada da animação ‘Tuca e Bertie’, que estreia no dia 13 de junho.
Confira:
“Tuca e Bertie são melhores amigas, e as duas são cheias de fantasmas! Bertie está ocupada escavando seus demônios interiores com a ajuda de uma terapeuta, enquanto Tuca prefere guardá-los atrás do vaso. Ela vai lidar com eles mais tarde; agora, ela está muito ocupada tentando não ficar mais solteira. Enquanto isso, Speckle estão construindo uma nova casa, mas logo percebe que está prestes a ficar louco… O bom é que ele é apenas um desenho. Gansos são endemoniados! Gaivotas são romantizadas! Esses episódios são cheios de momentos bastante relacionáveis e hilários. Mas fique atento: você nunca mais vai olhar para plantas do mesmo jeito de novo!”.
A amizade entre duas mulheres-pássaro por volta dos 30 anos de idade que moram no mesmo prédio. Enquanto Tuca é uma tucano convencida e despreocupada no geral, Bertie é uma ave cantora bastante ansiosa e sonhadora.
‘Britney x Spears’, documentário sobre a icônica cantora pop que recentemente enfrentou o próprio pai nos tribunais em virtude de sua tutela, já está disponível na Netflix.
A produção foi lançada na plataforma de streaminghoje,28 de setembro de 2021.
Erin Lee Carr, conhecida por seu trabalho em ‘Eu Te Amo, Agora Morra – o Caso de Michelle Carter’, fica responsável pela direção.
Para aqueles não familiarizados com o caso, Britney e Jamie Spears se enfrentaram na corte estadunidense desde 2019, quando veio a público o conhecimento de que a artista estaria sendo controlada pelo pai e forçada a realizar inúmeros tipos de atividade contra a vontade.
Em junho de 2021, Britney fez comentários sobre a tutela do pai acerca de sua vida pessoal e profissional, caracterizando-a como abusiva e constrangedora. “Só quero minha vida de volta”, ela disse, através do telefone. A performer também revelou que seu pai a obrigou a atuar em diversas produções e, como se não bastasse, a impediu de ter filhos ao colocar nela um DIU (método contraceptivo interno).
Vale lembrar que Jamie Spears comandava a tutela da filha desde 2008, pouco tempo depois de Britney ter sofrido um colapso mental em virtude do comportamento tóxico dos paparazzi e dos produtores.
A HBO Max divulgou hoje (16) o novo trailer oficial de ‘Our Flag Means Death’, série produzida e estrelada por Taika Waititi que gira em torno de piratas.
Além disso, foi revelado que a produção tem estreia marcada para o dia 03 de março na plataforma de streaming.
David Jenkins é o criador da série e também entra como showrunner. Waititi fica responsável pelo episódio piloto.
‘Our Flag Means Death’ é livremente baseado nas aventuras reais de Stede Bonnet, um aristocrata mimado que abandona sua vida cheia de privilégios para se tornar um pirata.
Waititi co-estrela a produção como o icônico corsário Barba Negra, cujo nome verdadeiro era Edward Teach.
Alegadamente, Teach não usava violência, preferindo assustar as pessoas e fazê-las se submeter às próprias vontades, construindo uma imagem arrepiante que viajaria o mundo e os sete mares. Depois de alguns anos vivendo com pirata, ele foi assassinado por soldados e marinheiros contratados por Alexanders Spotswood, governador do estado da Virgínia.
A elogiada animação ‘Tuca e Bertie’ se tornou uma das produções mais adoradas dos últimos anos e, agora, a já confirmada 3ª temporada ganhou seu trailer oficial e legendado.
Lembrando que a nova temporada estreia hoje, 10 de julho, na plataforma de streaming.
Confira:
Tuca e Bertie são melhores amigas, e as duas são cheias de fantasmas! Bertie está ocupada escavando seus demônios interiores com a ajuda de uma terapeuta, enquanto Tuca prefere guardá-los atrás do vaso. Ela vai lidar com eles mais tarde; agora, ela está muito ocupada tentando não ficar mais solteira. Enquanto isso, Speckle estão construindo uma nova casa, mas logo percebe que está prestes a ficar louco… O bom é que ele é apenas um desenho. Gansos são endemoniados! Gaivotas são romantizadas! Esses episódios são cheios de momentos bastante relacionáveis e hilários. Mas fique atento: você nunca mais vai olhar para plantas do mesmo jeito de novo!
Há seis anos, o aclamado musical ‘La La Land: Cantando Estações’ era lançado oficialmente nos cinemas mundiais.
Na trama, ao chegar em Los Angeles, o pianista de jazz Sebastian (Ryan Gosling) conhece a atriz iniciante Mia (Emma Stone) e os dois se apaixonam perdidamente. Em busca de oportunidades para suas carreiras na competitiva cidade, os jovens tentam fazer o relacionamento amoroso dar certo enquanto perseguem fama e sucesso.
Dirigido e escrito por Damien Chazelle, o longa-metragem fez um enorme sucesso crítico e comercial, arrecadando mais de US$447 milhões ao redor do planeta e conquistando seis estatuetas do Oscar: Melhor Direção para Chazelle, Melhor Atriz para Stone, Melhor Música Original, Melhor Fotografia, Melhor Design de Produção e Melhor Trilha Sonora Original.
Para celebrar seu sexto aniversário, comemorado hoje, 09 de dezembro, o CinePOP trouxe para você uma lista com algumas curiosidades de bastidores.
Confira:
A cena da audição, onde o diretor de elenco interrompe a performance emocional de Mia para atender um telefonema, foi na verdade inspirada por uma das audições de Gosling na vida real.
Emma Stone cantou “Audition (The Fools Who Dream)” ao vivo. Ela decidiria quando mudar do diálogo para o canto. Não havia nenhuma faixa pré-gravada sobre a qual ela estava dublando. Justin Hurwitz, o compositor da música, estava em outra sala tocando piano em seu ouvido. Chazelle disse que isso foi feito para que Stone pudesse ter mais controle da cena.
‘La La Land’ levou para casa dezenas de prêmios desde sua estreia e quebrou inúmeros recordes. Um deles ocorreu no Globo de Ouro em 2017, quando o filme levou para casa nada menos que sete estatuetas dentre sete indicações, consagrando-se como a maior conquista do evento e quebrando o recorde de ‘Um Estranho no Ninho’.
De acordo com Hurwitz, as performances em piano foram gravadas primeiramente por Randy Kerber durante a pré-produção. Gosling, então, passou duas horas por dia e seis dias por semana em aulas instrumentais para aprender as músicas de cor. Quando as filmagens começaram, Gosling conseguia fazer as sequências com o piano sem dublê de mãos ou CGI.
A fala “essa é Los Angeles. Eles veneram tudo e valorizam nada”, dita por Sebastian, foi adicionada pelo próprio Gosling ao roteiro, depois de ouvi-la da esposa Eva Mendes.
Apenas 30 dançarinos foram usados para a sequência “Another Day of Sun”. A maioria das pessoas e carros vistos no fundo são CGI.
Emma Watson recusou o papel de Mia na produção em virtude de conflitos de agenda com ‘A Bela e a Fera’, enquanto Gosling recusou o papel da fera do live-action supracitado para participar de ‘La La Land’.
Tom Hanks ficou tão impressionado com o filme que, durante uma coletiva de imprensa para seu filme Sully, disse a todos os repórteres que fossem ver o filme sempre que pudessem.
John Legend, cantor e pianista, teve que aprender a tocar violão para seu papel.
O vestido amarelo-canário de Mia foi originalmente usado como substituto para os ensaios de dança, mas Stone gostou tanto dele, que foi autorizada a usá-lo no filme.
O remake em live-action de ‘A Pequena Sereia’ se tornou um fenômeno cultural antes mesmo de sua estreia nos cinemas e, agora, um novo material promocional foi divulgado.
O vídeo traz Halle Bailey cantando pela primeira vez ao vivo a clássica “Part of Your World”, apresentando a música na Disneyland.
Confira:
Em entrevista ao Deadline, Bailey falou sobre o impacto cultural de interpretar a personagem titular no remake (via ComicBook.com).
“Esse momentos significa tudo para mim”, ela disse. “Estou grata de apenas estar aqui. Me sinto muito honrada e feliz que o dia em que todos podemos assistir chegou”.
Bailey continua: “significa tudo para mim. Especialmente pelas lindas crianças que poderão ver um reflexo de si mesmas. Estou honrada em fazer parte disso e ser uma das princesas agora. Porque, para mim, foi Brandi como Cinderela e Anika Rose como a Princesa Tiana. Então, o fato de eu conseguir isso e fazer parte desse legado é incrível. Estou muito grata”.
Lembrando que as primeiras reações ao longa-metragem já despontaram nas redes sociais.
No Twitter, os jornalistas que já tiveram a oportunidade de assistir à produção rasgaram elogios para Bailey como Ariel, dizendo que ela é o ponto alto do filme. Todavia, alguns comentaram sobre cenas exageradas e até mesmo sobre Melissa McCarthy como Úrsula como pontos a serem melhorados.
Confira:
#TheLittleMermaid was a pleasant surprise! Halle Bailey’s voice is unreal. I can never confidently do “Part of Your World” at karaoke again. Standouts: Daveed Diggs (no easy feat when you’re voicing a “realistic” crab) and Melissa McCarthy (a safe choice but she nailed it).
“‘A Pequena Sereia’ foi uma surpresa agradável. A voz de Halle Bailey é surreal. Nunca conseguirei cantar “Part of Your World” no karaokê de novo. Pontos altos: Daveed Diggs (não é algo fácil quando você dubla um caranguejo ‘realista’) e Melissa McCarthy (uma escolha segura, mas ela arrasou)”.
#TheLittleMermaid is the best Disneylive-action adaptation to date. Halle Bailey IS Ariel. Major props to the sound effects team. Good changes, though one new song with too much autotune. Could watch this version’s Under the Sea all day, it was the highlight of the whole thing.
“‘A Pequena Sereia’ é a melhor adaptação live-action da Disney até hoje. Halle Bailey é Ariel. Aplausos para o time de efeitos sonoros. Boas mudanças, apesar da nova música ter muito autotune. Poderia assistir a essa versão de “Under the Sea” o dia todo, foi o ponto alto de tudo”.
#TheLittleMermaid is a live-action remake that retains the heart and soul of the story we know and love, and it’s elevated even further by a note-perfect star-making performance from Halle Bailey – she was born to be on the big screen, & she’s why this new take is worth watching. pic.twitter.com/Tcewp2L4MY
“‘A Pequena Sereia’ é um remake em live-action que retém o coração e a alma da história que amamos – e a eleva ainda mais com uma performance perfeita de Halle Bailey. Ela nasceu para estar nas telonas e ela é o motivo desse filme valer a pena”.
#TheLittleMermaid makes it pretty close to being the best live action Disney movie, however it still struggles in the villain department. Halle Bailey IS Ariel and I had literal chills throughout her performance. This is a little mermaid retelling like you’ve never seen before. pic.twitter.com/JjtLOR61vL
“‘A Pequena Sereia’ chega perto de ser o melhor live-action da Disney, mas ainda tropeça no departamento da vilã. Halle Bailey é Ariel e eu tive arrepios com sua performance. Essa é a uma versão [da história] como você nunca viu”.
“‘A Pequena Sereia’ apenas acresce à magia do original. Em algumas áreas é exagerado, em outras, decepciona, mas é inquestionavelmente um dos melhores live-actions que a Disney construiu”.
Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 25 de maio.
Uma jovem sereia faz um acordo com uma bruxa do mar para trocar sua bela voz por pernas humanas para que possa descobrir o mundo acima da água e impressionar um príncipe.
O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena. Jessica Alexander e Noma Dumezweni completam o elenco, ainda sem papéis revelados.
A obra conta com músicas do filme original animado e novas músicas de Alan Menken e Lin-Manuel Miranda. O filme é dirigido por Rob Marshall (‘Caminhos da Floresta’).
Segundo a rede de cinemas AMC Theatres, a adaptação do live-action de ‘A Pequena Sereia‘ terá 2 horas e 15 minutos. O filme animado original tinha 1 hora e 23 minutos.
O elenco conta com Ella Purnell (‘Yellowjackets’), Walton Goggins (‘Os Oito Odiados’), Xelia Mendes-Jones, Aaron Moten e Kyla MacLachlan (‘Twin Peaks’).
Jonathan Nolan, co-criador de ‘Westworld‘, será responsável pela série. Ele também irá dirigir o primeiro episódio da produção, cujas filmagens devem começar ainda em 2022.
Geneva Robertson-Dworet (‘Tomb Raider’) e Graham Wagner (‘Silicon Valley’) servirão como showrunners da adaptação.
Além disso, Nolan também será produtor executivo do projeto ao lado de Lisa Joy, Athena Wickham, Todd Howard e James Altman.
A trama dos jogos se passa em uma realidade alternativa durante o século XXII, nos EUA, após uma guerra nuclear. Os sobreviventes da guerra vivem em abrigos subterrâneos conhecidos como Cofres. A franquia é conhecida pelo seu estilo futurista, humor negro e violência extrema.
Lançado em 1997, a primeira iteração teve aclame universal por parte da crítica especializada. O sucesso de público rendeu outras três sequências, bem como cinco games derivados.
A série é baseada no romance best-seller homônimo do saudoso Tom Wolfe.
David E.Kelley (‘Big Little Lies’) entra como showrunner, roteirista e produtor executivo, enquanto. Regina King entra como produtora executiva e diretora dos três primeiros episódios.
Quando o magnata imobiliário de Atlanta, Charlie Croker (Daniels), enfrenta uma súbita falência, interesses políticos e empresariais colidem enquanto ele defende o seu império daqueles que tentam capitalizar a sua queda em desgraça.
O gênero animado tem um lugarzinho especial no coração dos cinéfilos – e, depois de muito lutar para se consagrar como um dos desmembramentos da sétima arte e passível de enorme reconhecimento como arte cinematográfica.
Pensando nisso (e celebrando incríveis títulos que vêm saindo ano a ano), preparamos uma breve matéria elencando as dez melhores animações dos anos 2010 – abrangendo apenas os longas-metragens que façam parte desse estilo.
Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:
“[Em ‘Paranorman’] Chris Butler, responsável pela arte principal da jornada e Coraline Jones, se reúne com a Laika em uma nova e divertida aventura, retomando os preceitos do macabro e do fantasioso e trazendo agora para um novo cosmos que mantém muitas relações com o Palácio Cor de Rosa [de ‘Coraline e o Mundo Secreto’] ao mesmo tempo que fornece mais uma perspectiva única. Já aqui, percebemos uma preferência estilística que funciona irretocavelmente: a utilização de uma criança irreverente como protagonista, fora dos padrões da sociedade em que vive, e que se lança em um arco de autodescobrimento que, no final das contas, muda absolutamente tudo o conhece sobre si mesma e sobre os outros” – Thiago Nolla
‘Frozen’ é centrado em Anna, uma jovem e destemida princesa que parte, acompanhada de um vendedor de gelo, uma rena e um boneco de neve, em uma jornada por perigosas montanhas de gelo na esperança de encontrar sua irmã, a rainha Elsa, e acabar com a terrível maldição de inverno eterno, que está provocando o congelamento do reino. Para além do aclame crítico e de um legado considerável na cultura cinematográfica, o filme fez um estrondo de bilheteria e levou para casa duas estatuetas do Oscar – Melhor Animação e Melhor Música Original por “Let It Go”.
Nessa impecável animação existencialista, Charlie Kauffman e Duke Johnson criam mágica ao criarem uma narrativa extremamente profunda e que nos instiga a pensar sobre a própria vida. Na trama, Michael Stone (David Thewis) é um palestrante motivacional que acaba de chegar à cidade de Connecticut. Ele segue do aeroporto direto para o hotel, onde entra em contato com um antigo caso para que possam se reencontrar. A iniciativa não dá certo, mas Michael logo se insinua para duas jovens que foram ao local justamente para ver a palestra que ele dará no dia seguinte. É quando ele conhece Lisa (Jennifer Jason Leigh), por quem se apaixona.
7. KUBO E AS CORDAS MÁGICAS (2017)
“A direção de Travis Knight e a fotografia de Frank Passingham casam perfeitamente, em planos capazes de traduzir o sentimento que predomina em cada sequência. A princípio, a identidade visual nos lembra ‘Coraline’ ou os ápices da animação de Tim Burton, mas logo se mostra inovador e com características próprias, principalmente pelo uso de tons quentes contrastando com a aura vilanesca do azul e do branco. Tudo culmina no fantástico stop-motion, utilizado de forma tão bem elaborada e fluida que desejamos várias vezes nos tornar algum dos personagens” – Thiago Nolla
‘Moana – Um Mar de Aventuras’ é uma mágica e cândida aventura que representa o suprassumo da segunda Era da Renascença dos estúdios Walt Disney. A trama acompanhou Moana, uma adolescente polinésia de dezesseis anos (voz de Auli’i Cravalho na versão original) que se aventura pelo Oceano Pacífico para desvendar o mistério que envolve seus ancestrais. Durante sua incrível jornada, ela encontra o poderoso semideus Maui (voz de Dwayne Johnson na versão original) e, juntos, eles atravessam o mar aberto em uma viagem cheia de ação, enfrentando criaturas ferozes, com momentos de muita diversão e aventura.
“O complexo cosmos comandado por Byron Howard e por Rich Moore acompanha uma jovem coelha chamada Judy Hopps (Ginnifer Goodwin), cujo maior sonho é sair da pequena cidade de Bunnybarrow e se tornar uma grande policial combatendo o crime e prezando pela justiça em Zootopia, uma megalópole em que presas e predadores vivem em comunhão. Após se formar como a primeira cadete coelha em sua turma, deixar sua enorme família para trás e dar início a um novo capítulo de sua jornada – isso é, até ser atribuída com a tarefa de aplicar multas de trânsito em infratores. E, ainda que seu futuro não esteja sendo tão radiante quanto imaginava, ela sente que algo se esconde na vibrante e colorida Zootopia. Dito e feito, Judy resolve ajudar uma pobre lontra a encontrar o marido desaparecido, aliando-se com o golpista Nick Wilde (Jason Bateman) para descobrir seu paradeiro – desenterrando um obscuro segredo que explica eventos estranhos acontecendo na cidade” – Thiago Nolla
“É um fato dizer que ‘Divertida Mente’ é uma das melhores produções da Pixar e, de fato, uma das melhores animações já lançadas na história da sétima arte. Acompanhando Riley, uma jovem garota que se muda para São Francisco e dá início a um novo capítulo de sua vida, somos transportados para a mente da protagonista e para as emoções que a regem: Alegria, Medo, Nojinho, Raiva e Tristeza. E, por mais que a cândida narrativa e a colorida estética chamem mais a atenção dos pequenos, a exploração da psique humana em uma das fases decisivas da vida é certeira e abre espaço para discussões que permanecem necessárias mesmo quando somos adultos” – Thiago Nolla
3. UMA HISTÓRIA DE AMOR E FÚRIA (2013)
Mesmo anos de produções absolutamente fantásticas, o cinema brasileiro continua sendo estigmatizado pelo próprio público. E, enquanto é notável que temos uma força considerável em dramas de tirar o fôlego, o mesmo pode ser falado sobre o gênero animado: ‘Uma História de Amor e Fúria’ é um desses títulos. Vencedor do prêmio máximo no Festival de Annecy e a escolha brasileira para o Oscar de Melhor Animação, o longa-metragem foi dirigido por Luiz Bolognesi e acompanha um homem com quase seiscentos anos de idade que segue a história do Brasil enquanto procura a ressurreição de sua amada Janaína. Ele enfrenta as batalhas entre tupinambás e tupiniquins, antes dos portugueses chegarem ao país, e passa pela Balaiada e o movimento de resistência contra a ditadura militar, antes de enfrentar a guerra pela água em 2096.
“Desde 1967, com a primeira animação do Amigo da Vizinhança mais famoso da Marvel, o público já conferiu diversas versões diferentes, tanto animada quanto em live action, do Homem-Aranha. Entre boas, divertidas, medianas e ruins, Peter Parker já teve sua história contada e recontada muitas vezes nas telinhas e telonas. Ademais, ele também tem vasta coleções de HQs com diferentes personagens usando a máscara em outras terras/dimensões. Entretanto, voltando para o audiovisual e analisando toda trajetória, é preciso admitir que nenhuma se compara ao que é ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’” – Karolen Passos
Há catorze anos, a franquia ‘Toy Story’ era trazida de volta a vida com seu terceiro capítulo, trazendo de volta a glória iniciada ainda em 1995 com um dos melhores longas-metragens de todos os tempos. Depois de emocionar fãs ao redor do mundo com uma narrativa competente e um suposto adeus que fecharia o ciclo dos brinquedos mais famosos do cinema (o que provaria ser mentira, visto que teríamos ‘Toy Story 4’ quase uma década mais tarde), o legado da recém-finalizada trilogia da Pixar se estenderia por bastante tempo, explorando temas como confiança, amadurecimento e amizade.
Quando um escândalo força seu irmão a resignar, Isla Gordon (Hudson) é nomeada presidente da famosa franquia de basquete de sua família em Los Angeles. Ela terá que provar que foi a escolha certa para o trabalho no mundo dos esportes dominado pelos homens.
Situada na prestigiada universidade de Godolkin só para super-heróis, a trama acompanha novos estudantes que são treinados para serem a próxima geração (lucrativa) de heróis. Administrada pela Vought International, a instituição acolhe adolescentes com poderes especiais e hormônios à flor da pele, testando diariamente seus limites físicos, sexuais e morais. Ao longo de sua formação altamente competitiva, os alunos devem lutar para se destacar e, assim, conseguir os melhores contratos nas melhores cidades. Ainda seguindo a típica rotina de universitários, entre festas, provas e encontros, os jovens heróis encontram novos rumos enquanto conhecem-se a si mesmos, assim como seus poderes. Em busca de popularidade e atingir boas notas um grupo de jovens percebem que algo muito incomum está acontecendo na faculdade, entre segredos e muitas brigas violentas, eles finalmente vão descobrir se são os heróis ou vilões de suas narrativas.
A trama acompanha a história das irmãs gêmeas Lily e Abby, cujas vidas são destruídas quando Lily é sequestrada de sua pacata cidadezinha rural inglesa por Rick Hansen, um professor muito querido na região. Após anos de abusos em cativeiro, ela consegue escapar, apenas para descobrir que a liberdade traz seus próprios desafios.
Segundo o Deadline, o Prime Video escalou dez novos membros ao elenco de ‘Bishop’, nova série de suspense dramático estrelada por Joel Kinnaman (‘O Esquadrão Suicida’).
Em papéis recorrentes, Pinchot interpretará Dougray Dillon, Lea será o Tenente Jack Quinn, Horn será Tasha Graves, Dillon será Ren Graves, Casey será o Inspetor Banton, Donahue será Lee Donnally, Cadence será Lara Stone, Davé será o Inspetor Ashish Rai e Harrington será Eric Olsen. Hoffman fará uma participação especial como Martin Stone.
Na trama, o detetive de homicídios Bishop Graves (Kinnaman) – brilhante e experiente – colocará todas as suas habilidades à prova na caçada a um assassino esquivo que tem como alvo a classe rica de São Francisco. À medida que esse assassino cada vez mais audacioso conquista seguidores entre os mais desfavorecidos da cidade, Bishop se convence de que esses assassinatos estão ligados ao homem mais poderoso de São Francisco, seu próprio pai, Lincoln Graves (John Malkovich).
Apesar dos recorrentes spoilers de Tom Holland sobre os filmes do MCU parecerem um desastre, o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, nunca se aborreceu com isso.
Em entrevista com a Empire, Feige disse que:
“A verdade é que Tom é incrível e guarda muitos segredos, sempre que aparece uma notícia sobre os seus spoilers, ele vem até mim, dizendo: ‘Você sabe, eu guardo um monte de segredos…’ É divertido, porque ele guarda um segredo, mas acaba estragando outros.”
Mark Ruffalo também tem fama de não conseguir guardar segredos, mas Feige disse que Holland e Ruffalo são tão engraçados e gentis que não é possível sentir raiva deles.
para quem não se lembra Ruffalo já chegou a exibir o início de ‘Thor: Ragnarok‘ em uma transmissão ao vivo em seu Instagram.
E em 2017, Holland entregou que a Sony a Marvel planejavam uma nova trilogia do Homem-Aranha a partir de ‘De Volta ao Lar.‘
Peter Parker e seus amigos vão fazer uma viagem de férias de verão para a Europa. No entanto, eles dificilmente serão capazes de descansar – Peter terá que concordar em ajudar Nick Fury a descobrir o mistério das criaturas que causam desastres naturais e destruição em todo o continente. Para isso, ele se juntará ao Mysterio – que pode não ser quem parece.
A maioria dos astros que já interpretaram o Batman devem ter ótimas histórias para contar para os filhos, exceto Val Kilmer, que deu vida ao personagem em ‘Batman Eternamente‘ (1995).
Durante uma entrevista para o The New York Times, Kilmer lembrou de sua época nos bastidores da adaptação e disse que teve uma péssima experiência com alguns visitantes.
“Eu lembro que [o filantropo] Warren Buffet foi visitar o set com sua família e eu me preparei para recebê-los da melhor forma, mas fui ignorado o tempo todo. Eles só queriam ver os trajes do Batman, os acessórios e tudo mais… Eu fiquei invisível! Foi constrangedor e decepcionante.”
Questionado por que as pessoas ficam tão fascinadas com o Batman, o astro deu uma resposta um tanto amarga.
“O Batman não existe. Acho que ele só é popular porque as pessoas se imaginam vestindo aquele uniforme. O Batman é só um manequim do qual as pessoas querem se fantasiar. Por isso é fácil ter cinco ou seis pessoas interpretando-o. Os fãs não ligam para quem está debaixo do capuz.”
E aí, você concorda com essa opinião?
Lançado em 1995, ‘Batman Eternamente’ é considerado uma das piores adaptações do herói, acumulando apenas 39% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Orçado em US$ 100 milhões, o longa arrecadou apenas US$ 336,6 milhões pelo mundo.
Lembrando que o próximo filme do herói é ‘The Batman‘, que tem previsão de estreia para 1º de outubro de 2021.
Robert Pattinson viverá o personagem-título. O elenco ainda conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard,Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.
Dirigido por Matt Reeves, o longa irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.
“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”
Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.
Lembrando que a série tem estreia marcada para 19 de março, naDisney+.
Confira o trailer e a sinopse:
Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e SoldadoInvernal’.
Além de Mackie, Stan, Russell e Brühl, o elenco também conta com Emily VanCampe Noah Mills.
Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.
Ela é conhecida por seu trabalho em ‘The Walking Dead’, ‘Fear the Walking Dead’ e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.
Em seu perfil do Instagram, Dolph Lundgren compartilhou uma imagem dos bastidores de ‘Aquaman 2: O Reino Perdido‘, revelando parte de seu visual na sequência.
Com os cabelos tingidos de ruivo, o intérprete do Rei Nereus, pai de Mera (Amber Heard), não está muito diferente do filme anterior.
No entanto, alguns seguidores reclamaram da ausência da barba, mas é um detalhe que deve ser adicionado mais tarde pela equipe de maquiagem.
Na legenda, ele escreveu:
“Descansando no meu camarim de ‘Aquaman 2’. “Ótimo roteiro, ótimo diretor, ótimo elenco e uma equipe fantástica. Estou realmente gostando!”
Por enquanto, ainda não há detalhes sobre a trama, mas é certo que o filme continue a expandir o relacionamento entre Arthur e Mera (Amber Heard) enquanto eles se aventuram em novos perigos pelos setes mares e pela terra firme.
Através do Twitter, a página oficial da série ‘The Boys‘ divulgou um trecho do último episódio da 3ª temporada, que vai ao ar na sexta-feira, dia 08 de julho.
Na prévia, o Black Noir (Nathan Mitchell) decide enfrentar seu medo contra o Soldier Boy (Jensen Ackles), o culpado por dilacerar seu roto na Nicarágua na década de 1980.
O Noir aparece amolando suas lâminas, indicando que ele está pronto para enfrentar o desafio.
Além disso, há cenas inéditas de Billy Bruto (Karl Urban) e companhia na tentativa de deter o Capitão Pátria (Antony Starr) de uma vez por todas.
A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.
Além de interpretar Greef Karga em ‘The Mandalorian’, Carl Weathers também dirigiu o Capítulo 12 da atração, intitulado ‘O Cerco‘.
E o astro retorna à função no próximo episódio da série, intitulado ‘O Enjeitado’, que vai ao ar amanhã (22).
O termo é aplicado a mandalorianos solitários que foram ‘adotados’ por membros de um determinado clã, como aconteceu com Din Djarin (Pedro Pascal) após a morte de sua família.
Como Djarin não é mais um enjeitado, os fãs suspeitam que o título agora pertence a Grogu.
Caso o episódio dê destaque ao pequeno alien verde, isso significa que pode haver mais revelações sobre seu passado.
Nos trailers dos novos episódios, já foi provocado que a trama ainda vai explorar o fatídico dia em que o templo jedi foi atacado pelos Clonetroopers.
Agora só nos resta aguardar pelas respostas.
Anteriormente, os criadores da atração, Jon Favreaue Dave Filoni, disseram ao site oficial da saga que a 3ª temporada terá tantas surpresas quanto as anteriores.
Favreau explicou que este é o segredo para manter a atenção do público e conquistar sua confiança.
“Esse é o segredo do sucesso… Gostamos de ter surpresas. Gostamos de ter algo revelado a cada episódio. Gosto quando todo mundo tenta ver ao mesmo tempo e depois as pessoas reagem juntas, comentam e comemoram. Também é legal essa coisa de tenta adivinhar o que acontece a seguir. Isso faz parte da diversão da narrativa dividida em episódios semanais.”
Ele continuou:
“Queremos ter certeza de que a cada semana uma nova informação seja divulgada e que talvez as coisas se resolvam de uma maneira inesperada, mas de maneiras que pareçam justificadas e emocionalmente baseadas nas trajetórias do personagem. Esperamos que as pessoas gostem desse novo conjunto de histórias. Certamente estou gostando de fazer o que estou fazendo aqui. E espero que possamos fazer isso por um longo tempo.”
E aí, quais surpresas você acha que podem estar vindo por aí?
Lembrando que o próximo episódio chega àDisney+ em 22 de março.
As aventuras do Mandaloriano através da galáxia de Star Wars continuam. Anteriormente um caçador de recompensas solitário, Din Djarin voltou a se reunir com Grogu. Enquanto isso, a Nova República luta para levar a galáxia para longe de sua história sombria. O Mandaloriano cruzará o caminho com antigos aliados e fará novos inimigos enquanto ele e Grogu continuam sua jornada juntos.
Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série é ambientada após a queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem.
De acordo com o insider Jeff Sneider,Jenna Ortega (‘Wandinha’) está em negociações para o elenco do próximo filme de Taika Waititi, intitulado ‘Klara and the Sun‘.
A atriz recentemente deixou o elenco de ‘Pânico 7’.
O longa é uma adaptação cinematográfica do romance homônimo publicado por Kazuo Ishiguro (‘Não Me Abandone Jamais’) em 2021.
Até o momento, não foram revelados detalhes sobre as negociações e nem qual personagem a estrela irá interpretar, caso seja escalada.
Apesar de não haver como confirmar a veracidade da notícia, Sneider tem um histórico de credibilidade ao compartilhar furos de bastidores de diversas produções.
Assim como o romance, a adaptação escrita por Dahvi Waller (‘Halt and Catch Fire’) é ambientada em um futuro distópico em que algumas crianças são geneticamente modificadas para melhorar a capacidade acadêmica.
Como a educação é fornecida inteiramente em casa por tutores na tela, as oportunidades de socialização são limitadas e os pais que podem pagar muitas vezes compram androides para seus filhos como companheiros.
A trama é narrada pela personagem-título, Klara, uma garota-robô adquirida por uma família para evitar que seus filhos se tornem solitários.
Além de dirigir, Waititi será um dos produtores, junto com Garrett BascheDavid Heyman, representantes da Heyday Films.
Já Ishiguro será o produtor executivo.
Por enquanto, ainda não há previsão para o início das filmagens e nem elenco definido.
Como o projeto está nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses.
Autora alcançou fama mundial com saga sobre vampiros e dilemas morais originados da vida eterna
Em determinado momento do filme Garotos Perdidos, dirigido por Joel Schumacher em 1987, é apresentado que a gangue de jovens motociclistas liderada pelo personagem de Kiefer Sutherland é toda de vampiros e eles passam boa parte de seus dias realizando atividades extremamente perigosas; para um humano elas seriam mortais mas para eles se tornou corriqueiro, quase tedioso, pois a adrenalina da possibilidade de morrer não faz mais parte da existência deles.
O fator imortalidade, a essa altura, é algo que caminha de mãos dadas com a ideia do vampirismo tradicional na literatura (tanto popular quanto folclórica). Originalmente essas figuras fantásticas eram, em termos de comparação modernos, semelhantes a mortos vivos uma vez que eles nada mais eram do que mortos que se levantavam de suas tumbas para atacar os vivos.
Um dos relatos mais antigos desse tipo de criatura é do monstro conhecido como Draugr, este pertencente ao folclore escandinavo. Uma das primeiras pessoas a ligar o conceito do mencionado monstro escandinavo ao vampiro foi Andrew Lang no livro The Book of Dreams and Ghosts em 1897; porém, a correlação entre ambos é discutida porÁrmann Jakobssonmais de um século depois no artigo The Fearless Vampire Killers: A Note About the Iceland Draugr and Demonic Contamination in Grettis Saga.
“Garotos Perdidos” integrou esse movimento de reimaginação dos vampiros
Para Jakobsson não há razão concreta, do ponto de vista gramatical, para Lang definir para Draugr a tradução como sendo “vampiro” uma vez que normalmente esse ser era traduzido como “fantasma”. É levantado então pelo autor que uma possível razão para essa decisão repouse no sucesso que o livro Drácula, escrito por Bram Stoker, estava obtendo no período e, por sua vez, redefinindo o mito do vampiro.
Basicamente tudo que se entende desse folclore atualmente, de alguma maneira, está presente no livro: fraqueza ao sol, estaca de madeira, sede por sangue, controle de clima (característica presente no mito do Draugr também), transfiguração em diferentes tipos de animais e a imortalidade. Aqui entra uma observação porque de todas as clássicas características do vampiro, a imortalidade realmente nunca é levada muito em consideração, com exceção das vezes em que é ressaltado que o vampiro é muito antigo (como em Drácula 2000) ou perigoso.
Ao longo de boa parte do século XX a maioria das produções relacionadas a vampiros se pautaram exclusivamente nos aspectos base, como a sede de sangue e a natureza inerentemente má, apresentados na obra de Stoker. Isso para não dizer que todas as grandes adaptações tinham em Drácula seu antagonista padrão; Todd Browning, os filmes da Hammer na década de 50 e 60 com Christopher Lee e até F. W. Murnau (Nosferatu foi o vampiro certo para a história errada) se apoiaram religiosamente na escrita do romancista irlandês para contarem suas próprias histórias.
Drácula foi por muito tempo a única interpretação possível do gênero.
Isso até 1976 quando um exemplar literário traria uma nova interpretação para um tema até então já bastante explorado. Até aquele ano a maior parte das interpretações da criatura mitológica permaneciam no mesmo status quo do livro de 1897, com nenhum símbolo sendo maior do que as produções de baixo orçamento da Hammer. De supetão é publicado Entrevista com o Vampiroe basicamente todos os leitores ficam aturdidos.
Sob um aspecto geral, o enredo gira ao redor de uma entrevista nos dias atuais (atuais de 1976 mas enfim) concedida pelo vampiro Louis a uma espécie de ouvinte especializado em gravar histórias de pessoas diversas. O livro então passa a ser ambientado no século XIX e acompanha os últimos dias de Louis como mortal até basicamente toda a parte inicial da sua existência imortal onde ele tenta se adaptar às novas necessidades e à perspectiva da eternidade.
Para muitos leitores esse foi, bem como ainda é, o que torna a visão da autora uma revisão muito necessária para esse folclore. Inicialmente após a transformação, Louis fica curioso quanto a sua nova condição; ávido para aprender com o vampiro responsável pela sua conversão (Lestat) tudo que é possível saber; de conceitos básicos sobre quais são os limites de um imortal até a dúvida mais profunda sobre se eles ainda possuem uma alma.
A curiosidade de Louis (à direita) o torna submisso à Lestat.
Sua primeira grande desilusão vem ao constatar que seu criador, seu “pai” para todos os efeitos, não tem as respostas que ele busca, bem como não parece ligar em busca-las. Imortalidade, para ele nessa fase inicial, é sinônimo para perguntas e expectativas, já para Lestat, bem mais antigo, é a certeza de que não há expectativas.
No artigo Conditions of Immortality: According to Aristotle, assinado pelo filósofo Thomas Davidson, é apontado pelo autor que na visão de Aristóteles a imortalidade não é a vida eterna, mas sim algo mais. “Imortalidade não é uma forma de vida ou um tipo de vida: é algo que acontece à vida – algo maior que a vida, ainda que sendo algo do qual a vida é uma condição… quando a vida passa para o Eterno, quando o mortal é posto na imortalidade, ele deixa de ser vida, no senso ordinário, e mortal”.
Tal teoria se encaixa bem na figura representada por Lestat como esse ser sem qualquer ligação com moralidade humana e que pauta sua existência unicamente no prazer da caça e execução. Ele, portanto, é o oposto do protagonista que luta para manter quaisquer evidências de humanidade e é desses embates ideológicos entre ambos que, talvez em uma situação anticlimática (não dita de maneira pejorativa), não ocorre uma mudança de visão para ambos mas sim uma reafirmação enfática tanto para Louis quanto Lestat de que suas opiniões estão corretas.
A imortalidade não torna Lestat mas ponderável.
Anne Rice, que faleceu aos 80 anos em decorrência de um AVC nesse sábado (11), pautou muito do seu livro de estreia das Crônicas Vampirescas como uma constatação de que uma existência eterna não necessariamente traz respostas a perguntas que mortais possuem desde sempre (sobre Deus ou o sentido da vida) mas, em um efeito contrário ao esperado, inflexibiliza as visões de mundo dos imortais. Todo o tempo do mundo, literalmente, não incentiva à mudanças de percepções filosóficas ou de estilo de vida tanto para Louis quanto para Lestat ou qualquer um dos vampiros que aparecem no decorrer da trama.
Da mesma forma que o ideal do vampiro tem sido extremamente sólido desde a publicação de Drácula, em Entrevista com o Vampiro é apresentado um leque desses personagens sendo exatamente o que eles tem sido desde 1897: tragicamente imutáveis.
A Disney está pronta para expandir o sucesso de seu recente lançamento, ‘Elementos‘, não apenas com uma sequência, mas também com uma série derivada que está sendo desenvolvida para o Disney+.
O filme, que contou com um orçamento estimado em impressionantes US$ 200 milhões, surpreendeu o mundo ao arrecadar impressionantes US$ 450 milhões em bilheteria global.
Este desempenho excepcional chamou a atenção dos executivos da Disney, que agora estão buscando expandir o universo do filme para o streaming.
Jeff Block, do Exhibitors Relations Co., compartilhou essa empolgante notícia em uma entrevista ao The Town with Matthew Belloni, afirmando: “A Disney também vai transformar isso em uma série do Disney+, pelo que ouvi. E pode até haver uma sequência nos próximos anos.”
Apesar da estreia morna – a pior abertura da Pixar desde Toy Story (1995) –, a animação ‘Elementos‘ continua surpreendendo em sua passagem pelas telonas.
O longa conseguiu superar a arrecadação total de ‘Transformers: O Despertar das Feras‘ (US$436.6M), ‘John Wick 4: Baba Yaga‘ (US$426.5M) e ‘Indiana Jones e o Chamado do Destino‘ (US$370.7M), entrando para o TOP 10 das maiores bilheterias do ano.
Esse é o primeiro filme da Pixar a alcançar esta marca desde o início da pandemia.
Para termos de comparação, os últimos lançamentos do estúdio, ‘Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica‘ e ‘Lightyear‘, registraram uma arrecadação global de apenas US$ 141.9 milhões e US$ 226.4 milhões, respectivamente.
‘Soul‘, ‘Luca‘ e ‘Red: Crescer é uma Fera‘ foram lançados direto no serviço de streaming do Disney+.
Nos EUA, o longa arrecadou US$ 150.2 milhões. No mercado internacional, foram US$ 293.4 milhões. Ao total, a produção já soma US$ 443.6 milhões mundialmente.
Com 74% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa conquistou impressionantes 93% de aprovação do público.
A decisão de trazer Callaham para o projeto vem na esteira do enorme sucesso de bilheteria de ‘Godzilla vs. Kong: O Novo Império’, que arrecadou mais de US$ 500 milhões em todo o mundo.
Com um orçamento de apenas US$ 135 milhões, ‘Godzilla vs. Kong: O Novo Império’ está em vias de se tornar o filme de maior bilheteria da franquia Monsterverse até o momento.
Callaham não é um estranho ao Monsterverse. Ele já havia escrito os primeiros rascunhos e recebeu crédito pela história de ‘Godzilla’ de 2014. O roteirista também é conhecido por seu trabalho em franquias de ação como ‘Os Mercenários’ e ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’.
‘Godzilla x Kong: O Novo Império‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!
O longa vai levar o público às inexploradas profundezas de um admirável mundo novo de inéditos monstros gigantescos, aventureiros heroicos e cenários inspiradores em uma escala nunca vista antes no Monsterverse, um verdadeiro espetáculo cinematográfico que merece ser visto nas maiores telas dos cinemas.
O elenco conta com Rebecca Hall, Brian Tyree Henry, Dan Stevens, Kaylee Hottle, Alex Ferns e Fala Chen.
O roteiro foi escrito por Terry Rossio (‘Godzilla vs. Kong’), Simon Barrett (‘Você é o Próximo’) e Jeremy Slater (‘Cavaleiro da Lua’), a partir do argumento de Rossio & Wingard & Barrett.
A Netflix divulgou um vídeo dos bastidores da 5ª e última temporada da série brasileira ‘Sintonia’. O ciclo de encerramento tem estreia marcada para o dia 5 de fevereiro de 2025 na plataforma de streaming.
A produção brasileira segue um trio de amigos que cresceram juntos na mesma favela, em São Paulo, influenciados pelo fascínio do funk, do tráfico de drogas e da igreja. Cada um deles transforma suas experiências de infância em caminhos muito divergentes, ao mesmo tempo em que tentam equilibrar a amizade e se manterem firmes.
Kevin Feige, a mente por trás do sucesso do Universo Cinematográfico Marvel (MCU), poderia ter tomado um caminho surpreendente em sua carreira após ‘Vingadores: Ultimato’. Rumores indicam que ele foi abordado pela Warner Bros. para liderar o universo da DC.
De acordo com o ComicBook, a Warner Bros. se reuniu com Feige logo após o lançamento de ‘Liga da Justiça’, que não atingiu as expectativas, para discutir a possibilidade de ele assumir a direção criativa do Universo DC.
Embora os detalhes da conversa nunca tenham sido revelados, tudo aponta para que Feige, no mínimo, considerou a proposta ao aceitar o encontro.
Fontes informaram que as negociações “não foram adiante”, e é possível que Feige tenha sido apenas cortês ao ouvir a oferta, sem real intenção de deixar a Marvel. Afinal, com um cargo de tanta importância, é compreensível querer ouvir o que a concorrência tem a dizer.
Provavelmente nunca saberemos exatamente o que foi discutido, mas é curioso pensar que a Warner tentou “roubar”Feige em vez de buscar uma alternativa interna.
No fim das contas, James Gunn foi o escolhido para remodelar o DCU, encerrando o antigo universo e traçando planos para o novo, que começou com o recente lançamento de ‘Superman’.
James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.
As estrelas de ‘A Empregada’, Amanda Seyfried e Sydney Sweeney, revelaram recentemente se teriam interesse em reprisar seus papéis em uma possível sequência do longa, que acabou de chegar aos cinemas.
Em entrevista à Entertainment Weekly, Sweeney comentou: “Acho que teremos que esperar para ver. Espero que o público ame os filmes assim como nós amamos os livros, e que possamos continuar compartilhando esse amor em mais filmes”.
Mesmo que sua personagem, Nina, se mude para a Califórnia ao final da história, Seyfried não está descartada para futuros projetos.
“Oh, sim, absolutamente [eu faria mais filmes]. Olha, se não der certo, podemos cancelar, mas se der, é definitivamente uma franquia. Eu só assinei para este filme porque minha história termina aqui, mas eles sabem que, se fizerem outro, eu farei parte, porque me diverti muito com Paul [Feig, diretor]”, acrescentou.
Na estreia do filme, Paul Feig acrescentou que, como ‘A Empregada’ é o primeiro romance de uma trilogia, “se as pessoas aparecerem e assistirem, eu adoraria ver o que Millie faz a seguir”.
Na trama, Sweeney interpreta Millie, uma jovem mulher batalhadora que fica aliviada por ter um novo começo como empregada doméstica de Nina (Seyfried) e Andrew (Brandon Sklenar), um casal rico. No entanto, ela logo descobre segredos familiares mais perigosos do que os seus próprios e se envolve em uma artimanha que pode colocar sua vida em grande risco.
‘A Empregada’ está em cartaz nos cinemas nacionais.
Michele Morrone (‘365 Dias’) completa o elenco. Rebecca Sonnenshine assina o roteiro.
O romance original está na lista de best-sellers do New York Times por nada menos que 75 semanas, tendo vendido mais de 3.6 milhões de cópias e sendo traduzido para 40 línguas.
O bilionário Elon Musk usou as redes sociais para demonstrar apoio a ‘Citizen Vigilante’, novo filme do cineasta alemão Uwe Boll estrelado por Armie Hammer, após a produção ser banida na Alemanha.
De acordo com o The Hollywood Reporter, Musk compartilhou o filme completo em sua conta no X (antigo Twitter) para seus mais de 240 milhões de seguidores, deixando-o disponível de graça por 48 horas.
Embora o longa já tenha sido retirado do ar tanto da conta de Musk quanto do diretor, a obra acabou sendo replicada e republicada por diversos outros usuários na plataforma.
A proibição na Alemanha aconteceu porque os órgãos reguladores do país consideraram o conteúdo do filme excessivamente violento, temendo que a história pudesse transmitir uma suposta mensagem anti-imigração.
Lembrando que conforme à Variety, Uwe Boll criticou duramente o veto e acusou o governo alemão de perseguição política.
“O sistema de classificação se recusou a nos dar uma classificação [na Alemanha], então agora só é possível assistir ao filme importando um Blu-ray da Áustria ou da Suíça. Acredito que isso foi feito de propósito. Foi uma decisão deliberada de censura. Contratei um advogado para recorrer, mas perdemos por seis votos a dois. Disseram que o filme incentivava a violência contra migrantes”, afirmou Boll.
A trama de Citizen Vigilante acompanha a história de Matt Sanders (interpretado por Armie Hammer), um homem comum que decide fazer justiça com as próprias mãos após testemunhar o colapso da lei e da ordem. O gatilho para a sua transformação em vigilante ocorre quando uma mãe é assassinada por criminosos imigrantes diante do próprio filho. A partir daí, Sanders passa a caçar criminosos e autoridades corruptas que os protegem, sendo que seus alvos são, em sua maioria, mas não exclusivamente, imigrantes.
De acordo com o diretor, o roteiro foi diretamente inspirado em um caso real ocorrido em Hamburgo, no ano de 2016, quando uma adolescente de 14 anos foi vítima de um estupro coletivo e os responsáveis receberam apenas penas suspensas da Justiça.
“Se você olhar para o que aconteceu em Hamburgo, onde os estupradores saíram livres sem qualquer punição, a cobertura da mídia era algo como: ‘coitados dos autores do crime’. É como se estivéssemos vivendo em um ambiente político completamente insano e absurdo, especialmente na Europa. Existe uma enorme diferença entre o chamado ‘discurso de ódio’ e esfaquear alguém no pescoço. Mas os fatos já não importam mais”, declarou o cineasta.
Ainda durante a entrevista, Boll aproveitou para criticar o atual cenário político europeu e a polarização ideológica.
“Hoje, se você tem uma posição conservadora sobre qualquer assunto, social, sexual ou político, já é rotulado como nazista. Se você questiona algo, como os centenas de bilhões enviados para a Ucrânia, então é chamado de amigo de Putin ou nazista, ou ambos”, destacou.
Quando perguntado diretamente se era nazista, o cineasta respondeu rindo: “Eu não sou nazista!”
O filme se chamaria ‘The Dark Knight‘, mas teve seu título alterado para ‘Citizen Vigilante‘ após os produtores receberem uma notificação extrajudicial da Warner Bros.
Baseado em um roteiro original de Boll, Hammer interpreta Sanders, um homem que decide fazer justiça com as próprias mãos, iniciando uma missão para caçar criminosos. Enquanto sua cruzada o transforma em uma sensação nas redes sociais e em um herói aos olhos do público, o chefe de polícia local o vê como uma ameaça à sociedade e tenta impedi-lo.
Vale lembrar que, após dirigir fracassos como ‘House of the Dead’, ‘Alone in the Dark’ e ‘BloodRayne’, o diretorUwe Boll anunciou sua aposentadoria aos 51 anos, em 2016.
Na época, ele ficou furioso ao ser eleito o pior diretor da história do cinema e criou um abaixo-assinado, prometendo parar de dirigir filmes caso o número de assinaturas chegasse a 1 milhão — o que realmente aconteceu.
Já Armie Hammer está tentando reaver sua carreira após ser banido de Hollywood em 2021 por acusações de assédio e tentativa de canibalismo em 2021.
Ferino e artístico, Hilton Lacerda surpreende em seu primeiro trabalho como diretor.
Assim como Febre do Rato, de Cláudio Assis, abriu a quarta edição do Janela Internacional de Cinema do Recife, o primeiro longa-metragem dirigido por Hilton Lacerda, Tatuagem, iniciou o que foi o sexto episódio do festival. Ovacionados por público e crítica, ambos foram escritos pelo próprio Lacerda – roteirista já conceituado, que coleciona em seu currículo títulos como Amarelo Manga, Baile Perfumado, Árido Movie e Baixio das Bestas –, e se estreitam em vários aspectos sociais e artísticos. Ainda que o maior deles seja mesmo a luta pelo amor incondicional, entre os seres, e a arte surgindo como uma espécie de legenda, em relação à circunstância.
Livremente inspirado na setentista companhia teatral anárquica, Vivencial, e no trabalho do teatrólogo argentino, Túlio Carella, radicado em Pernambuco, Tatuagem se passa no Recife de 1978. Trazendo a história do também grupo de teatro escrachado, Chão de Estrelas, que realiza shows debochados, repleto de cenas de nudez e depravação, em plena época de ditadura militar. O bando é liderado pela figura andrógena, Clécio Wanderley (Irandhir Santos), que mantém um relacionamento aberto com a principal estrela da equipe, Paulete (Rodrigo Garcia).
A vida dessas pessoas começa a mudar quando Paulete recebe a visita de seu cunhado, Arlindo Araújo (Jesuíta Barbosa), conhecido como Fininha, um garoto do interior que presta serviço militar na capital. Maravilhado com aquele universo mágico, Fininha logo é seduzido pelos encantos de Clécio. Iniciando, assim, uma tórrida paixão que desafiará infinitas barreiras daquele tempo, e que, infelizmente, até hoje, existem. É aí que se encontra a grande sacada da obra, onde o diretor pretendia fazer algo atemporal, sobre as perspectivas do futuro e o sucesso do país. Conseguindo não só tal feito, como indo até mais além.
Diferente do que eu havia idealizado, Hilton Lacerda realiza um trabalho bastante distinto de direção cinematográfica, em relação ao estilo do seu sempre parceiro Cláudio Assis – o que não aconteceu com Matheus Nachtergaele, em A Festa da Menina Morta, que soou bem similar. Se nos filmes de Assis, vemos a constante utilização de câmeras de mão, em meio a grandes planos sequências, obtendo um efeito documental semelhante ao Cinema Novo, com Lacerda a notamos mais estática e artística. O emprego de close-ups é bem explorado e a plástica das cenas mais evidente. Algo satisfatório e surpreendente, do ponto de vista estético.
No entanto, assim como em toda sua carreira, Hilton aborda temas polêmicos e pungentes como sexualidade, religião, política e o poder judiciário. Ferindo, novamente, pela sua linguagem crua, com cenas impactantes que farão muitos se extasiarem, diante do que estão vendo. E, mesmo que muitas dessas tomadas tenham um forte apelo espetaculoso, a tensão que ronda aquele mundo causa sempre uma sensação de cautela. Mas pequenos gestos de amor dos personagens e a beleza de seus pensamentos também nos dão força para que acreditemos na vitória, dessa batalha covarde e opressora. É triste e decepcionante constatar que, mesmo com o passar dos anos, e de todas as barbaridades presenciadas, grande parte da nossa sociedade ainda tem raízes fortes da abusão ali aludida. Por outro lado, a ciência que escolhemos o caminho certo, é deveras reconfortante.
Um dos principais destaques da fita é o seu elenco. Repleto de jovens atores, muito envolvidos com o projeto, somos energizados pela alegria contagiante daquelas figuras. Irandhir Santos (O Som ao Redor), ator que vem fazendo sucessivamente trabalhos impecáveis, é quem comanda a trupe e vive o papel de Clécio. Lacerda confessa que escreveu o personagem com o ator em mente, concebendo-o especificamente para os seus movimentos corporais e a sua voz. Irandhir mostra versatilidade e engendra um estereotipo quase místico, se entregando por inteiro. Mas quem rouba a cena aqui é o estreante Rodrigo García, que dá vida ao revigorante Paulete. É um monstro quando está em tela, e faz os demais parecerem coadjuvantes. E, mesmo que boa parte de sua personalidade seja explosiva e cativante, quando é exigido num viés mais dramático, García surpreende com sua delicadeza e na veracidade obtida. Jesuíta Barbosa também não faz feio e desempenha bem sua função como Fininha.
Assim, somos, então, envolvidos pela caravana Chão de Estrelas, no maior estilo Dzi Croquettes (grupo que certamente inspirou muitos outros da época, inclusive o próprio Vivencial), e suas apresentações musicais alegóricas. É bom ressaltar que por trás dessa espetacular trilha sonora, está Dj Dolores (Narradores de Javé), que novamente opta em trabalhar com sons diegéticos. Conferindo maior realismo aquela atmosfera. E também da participação do cantor pernambucano Johnny Hooker, que, em dado momento, faz uma apresentação belíssima e tocante, numa canção contemplativa. Você facilmente sairá da sessão cantarolando os temas de Tatuagem. Exatamente como deve ser, já que a obra e suas ideias precisam urgentemente se difundir nessa sociedade careta.
Texto originalmente publicado na cobertura do VI Janela Internacional de Cinema do Recife.
Christian Bale, um dos atores que mais ficou marcado por interpretar o Batman na Trilogia Cavaleiro das Trevas, entrou para o MCU em ‘Thor: Amor e Trovão‘, para interpretar o vilão Gorr, que ele considera ter sido um personagem mais fácil de fazer que o próprio Cruzado Encapuzado.
O ator revelou ao ScreenRant que se sente mais confortável interpretando vilões, pois além de achar mais divertido, também acha bem mais fácil que fazer heróis.
De acordo com Bale, as pessoas também são mais atraídas pelos vilões, e por isso em muitos casos, como em ‘Cavaleiro das Trevas’ (2008), eles acabam roubando a cena.
“Eles fazem, com certeza. Eles não só se divertem mais, mas são mais fáceis de atuar. Porque todo mundo é fascinado por vilões, certo? No minuto em que o vilão entra na tela, ninguém mais olha para o mocinho. Todos os olhos vão para o vilão, então é um show de atuação muito mais fácil”, falou Bale.
O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.
O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).
Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.
Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.
Sinopse:
Antes de se tornar agente da CIA, Evelyn Salt (Jolie) prestou juramento de servir e honrar o seu país. Ela colocará o seu juramento em prática, quando um desertor russo a acusa de ser uma espiã russa. Salt foge, usando todas as sua habilidades e anos de experiência como agente infiltrada para conseguir escapar dos seus inimigos, proteger o seu marido e fugir dos seus colegas da CIA.
Curiosidades:
» Primeiro longa deAngelina Jolie após o nascimento dos gêmeos.
» Brian Helgeland (‘Sobre Meninos e Lobos’) roteiriza e Phillip Noyce (‘O Colecionador de Ossos’) dirige.
» Jolie substituiu Tom Cruise, que teve problemas na agenda e também ficou com medo do protagonista ser muito parecido com Ethan Hunt, que ele mesmo viveu na franquia Missão Impossível. Ele abandonou o projeto. “Jolie se mostra forte como qualquer homem em filmes de ação e também é ótima em filmes dramáticos. Em Salt, ela faz os dois”, revelou o diretor.
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