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‘The Madison’: Michelle Pfeiffer revela que bastidores NÃO tinham banheiro nem ar-condicionado

A consagrada atriz Michelle Pfeiffer, protagonista deThe Madison, nova série de Taylor Sheridan (‘Yellowstone’), detalhou recentemente a rotina intensa e os bastidores conturbados da produção. A estrela revelou que “levou um tempo” para o elenco se habituar às condições das locações, marcadas pela falta de ar-condicionado e até de encanamento básico.

De acordo com o Deadline, Pfeiffer relembrou que a estrutura do set refletia o isolamento geográfico da narrativa: “Tudo foi um pouco corrido para todos, então algumas acomodações não estavam prontas. Não havia banheiro; até a casinha do lado de fora não era de verdade. Então não tinha ar-condicionado, encanamento, não tinha nada. Mas era incrivelmente lindo”.

A logística adotada pelo estúdio para capturar as paisagens naturais também impôs sacrifícios à rotina dos atores, eliminando os tradicionais privilégios das grandes produções de Hollywood.

“Nós realmente não tínhamos trailers no set, porque eles filmavam em 360 graus, então não podiam deixar vários trailers ao redor. Não havia lugar para sentarmos, não tinha banheiro por perto e nem comida. No inverno fazia frio. Era tipo: ‘Podemos ter um aquecedor?’. E no verão eu perguntava: ‘Posso conseguir um guarda-sol? Porque o sol está muito forte'”, acrescentou.

Lembrando que ‘The Madison’ foi renovado para sua 2ª temporada.

Expandindo o aclamado universo de Yellowstone, o novo spin-off acompanha a jornada da família Clyburn, que decide abandonar uma vida confortável e luxuosa em Nova York para recomeçar do zero nas regiões selvagens e implacáveis do estado de Montana.

Além de Michelle Pfeiffer no papel central, o elenco de peso conta com nomes como Patrick J. Adams (‘Suits’), Matthew Fox (‘Lost’), Elle Chapman, Beau Garrett, Amiah Miller, Alaina Pollack, Ben Schnetzer, Rebecca Spence, Danielle Vasinova e Kevin Zegers.

A criação e o comando criativo da série seguem sob a assinatura de Taylor Sheridan.

‘Ne Zha: O Renascimento da Alma’ – Conheça a animação chinesa que teve a maior bilheteria da HISTÓRIA

E se eu te disser que a maior bilheteria de 2025 não foi de nenhum filme Hollywoodiano, você acreditaria? Pois sim. ‘Ne Zha: O Renascimento da Alma’ arrecadou US$ 2,2 bilhões mundialmente em 2025, valor bem acima do segundo colocado, ‘Zootopia 2‘, que fez US$ 1,8 bilhão mundialmente no mesmo ano.

O mundo presencia uma guerra tarifária entre os EUA e a China. Donald Trump voltou à Casa Branca e como um dos primeiros atos aumentou os impostos em cima dos produtos chineses vendidos para o seu país. A China por sua vez resolveu devolver a gentileza de forma equivalente. Mas o que a política exterior tem a ver com o mundo do cinema? Bem, bastante. Quem está mais atento aos números financeiros do mundo do cinema já percebeu que a China se tornou uma verdadeira potência nas bilheterias. E isso inclusive antes da pandemia.

A animação chinesa ‘Nezha 2’ é a maior bilheteria de 2025 até o momento e se tornou a oitava maior de todos os tempos.

Voltemos para o ano de 2019, o ano anterior à pandemia, e o ano de maior potência do cinema de Hollywood no que diz respeito à bilheteria. Neste ano específico, dentre os dez filmes mais rentáveis do ano, nove deles ultrapassaram a ridícula marca de US$1 bilhão ao redor do mundo. Nada havia chegado perto de tanto sucesso anteriormente, e muito menos no pós-pandemia (na realidade atual em que os cinemas ainda lutam para recuperar o que um dia tiveram – e talvez não consigam). Se formos olhar mais a fundo no ano de 2019, iremos reparar que a décima segunda posição do ranking ficou com uma produção cem por cento chinesa.

Mas não foi apenas ela, porque dentre o top 20 das maiores bilheterias de 2019, temos nada menos do que quatro produções cinematográficas inteiramente chinesas. O fato impressiona bastante, ainda mais se levarmos em conta que a China não exporta suas produções para o mundo da mesma forma que os EUA fazem. O cinema de Hollywood sempre dominou o mundo, inclusive o Brasil, afinal todos nós crescemos com os blockbusters da década de 1980 passando sem parar nas TVs abertas. Nos últimos anos isso foi mudando. A China, por exemplo, limita o número de produções americanas que chegam ao país, favorecendo assim seus próprios filmes para a população. Em países como a Argentina e a França, o número de produções Hollywoodianas sendo exibidas precisa ser igual ou menor do que o de produções próprias do país. O Brasil também regulamentou uma lei parecida, valendo também para os canais a cabo e agora os streamings.

O primeiro ‘Nezha’, de 2019, já havia quebrado recordes para a China, se tornando a maior bilheteria do país então.

Voltando a falar do ano de 2019 e da China, temos que pensar que a entrada de quatro filmes chineses no ranking dos 20 maiores do ano impressiona se pensarmos que todo esse dinheiro veio de dentro da própria China e de seus países asiáticos vizinhos. Ou seja, o dinheiro de dentro do próprio território foi o suficiente para superar certos filmes que passaram no mundo todo. ‘Meu Povo, Meu País’, ‘Terra à Deriva’, ‘O Comandante: Pânico nas Alturas’ e (olhem só) o primeiro ‘Ne Zha’ foram os blockbusters chineses que se posicionaram no top 20 mundial. A animação ‘Ne Zha’ foi o mais bem colocado, no citado décimo segundo lugar – arrecadando impressionantes US$726 milhões.

Voltando ainda mais no tempo, Hollywood já previa a importância do mercado asiático, em especial a China, como fator determinante de boas bilheterias dos filmes que exportavam. As superproduções da Marvel, por exemplo, desde 2013 começavam a gravar cenas extras passadas na China (alguns destes trechos eram destinados apenas para o público de lá, cortados da exibição em outros lugares do mundo), e a incluir personagens chineses em seus filmes, interpretados por astros conhecidos naquele país. Era uma forma de fazer a política da boa vizinhança, se certificando que o longa seria exibido nesse forte mercado consumidor.

A franquia chinesa ‘Terra à Deriva’ se tornou um enorme sucesso do país, figurando entre os maiores filmes pelo mundo em seus respectivos anos.

Com a Pandemia, o cinema chinês ganhou ainda mais força. Isso porque enquanto o vírus chegava por aqui, no resto do mundo, os chineses já estavam se reerguendo, uma vez que a coisa começou por lá. Em 2020, dentre os 10 maiores filmes do mundo, quatro eram chineses e um japonês. Em 2021, do top 10 três eram produções chinesas. Em 2022, quando Hollywood já se reerguia, do top 11 duas eram produções chinesas. Em 2023, do top 12 três foram produções chinesas. A mesa começou a virar em 2024, quando Hollywood não deu espaço no top 10 para as produções chinesas, mesmo assim, três filmes da China emplacaram nos números 14, 15, e 16 dos maiores filmes do ano. O que nos leva diretamente ao ano de 2025.

De todas essas produções chinesas, no entanto, nenhuma delas havia ultrapassado a ridícula marca de US$1 bilhão em bilheteria mundial. Isto é, até o lançamento de ‘Ne Zha 2’ em janeiro deste ano na China. E sobre o que o filme fala? ‘Ne Zha’ é uma mistura de ‘Dragon Ball’ com as animações da Disney/ Pixar. Ou seja, uma superprodução com um visual impressionante, capaz de atrair milhares de crianças chinesas simplesmente através de suas cores e estética. O filme original de 2019 conta sobre a lenda de um menino “amaldiçoado” de um vilarejo, hostilizado pela população, ele se mostrará um herói, e o único capaz de defender o local das verdadeiras ameaças.

‘Nezha 2’ foi o primeiro filme da China a ultrapassar a marca de US$1 bilhão e seu protagonista se tornou um ícone por lá (mesmo que o resto do mundo não o conheça muito bem).

Muito entranhado na cultura e no folclore chinês, com direito a inserir em sua trama lendas locais, como dragões, magia e bastante lutas, essa aventura é tipicamente tudo o que já consumimos do país em relação a este gênero. O original, de 2019, conquistou mais de US$700 milhões em bilheteria. Já a sua continuação, que contou com efeitos especiais mais detalhados e caprichados, e trouxe de volta o protagonista que todos por lá aprenderam a adorar, se beneficiou da familiaridade do país com a história, podendo caprichar na ação e nos efeitos. ‘Ne Zha 2’, que por aqui recebeu o subtítulo de ‘O Renascimento da Alma’ fez o que ninguém contava, foi a primeira produção chinesa a adentrar o seleto clube do bilhão.

Contanto os relançamentos nos cinemas (os Harry Potter, por exemplo, só conseguiram ultrapassar um bilhão de dólares devido a novos lançamentos dos filmes antigos nos cinemas), temos um total de 58 filmes no clube do bilhão. Para termos uma ideia, ‘Ne Zha 2’, mesmo sem ter estreado em grande parte do mundo, ocupa atualmente a oitava posição, ultrapassando sucessos como ‘Divertida Mente 2’, ‘Os Vingadores’, ‘Barbie’ e ‘Top Gun: Maverick’. Essa é uma das vantagens de se ter um país extremamente populoso.

Com esse fenômeno, a China dá mais um recado para o mundo e principalmente para Hollywood – de que as produções do país possuem esse tipo de força. Dos 58 filmes no clube do milhão, todas são produções dos EUA, exceto o citado oitavo lugar. Não sabemos quando a guerra “fria” entre China e EUA irá parar, ou onde irá levar. Mas o que sabemos é que o cinema chinês se tornou, de forma quieta e sorrateira, uma nova potência do entretenimento.

Ne Zha: O Renascimento da Alma‘ está disponível para aluguel em plataformas como o Prime Video.

‘Três Graças’: Após fenômeno nas redes, Alanis Guillen e Gabriela Medvedovsky NÃO renovam com a Globo

As atrizes Alanis Guillen e Gabriela Medvedovsky, que conquistaram o público ao interpretar o casal Lorena e Juquinha, carinhosamente apelidado pelos fãs de “Loquinha” na novelaTrês Graças, não fazem mais parte do elenco da TV Globo. Mesmo com a imensa repercussão gerada em torno da trama das personagens, as artistas encerraram seus vínculos com a emissora.

De acordo com informações publicadas pelo jornal Folha de S.Paulo, as atrizes mantinham um formato de contrato por obra. Dessa forma, ambas se desvincularam oficialmente da empresa na última semana, coincidindo com a exibição do desfecho do folhetim assinado por Aguinaldo Silva, Virgílio Silva e Zé Dassilva.

A reportagem destacou que a Globo chegou a abrir negociações com Alanis e Gabriela para a assinatura de novos contratos de longo prazo, mas as conversas não avançaram para uma resolução. Com o término das tratativas, as duas profissionais estão livres no mercado para aceitar convites de outros canais e plataformas de streaming.

O romance entre Lorena e Juquinha foi apontado como um dos principais motores de engajamento deTrês Graças. Os vídeos com os cortes das cenas do casal ultrapassaram as fronteiras nacionais, somando mais de 50 milhões de visualizações na internet.

De olho no sucesso estrondoso e surfando na onda desse engajamento digital, a Globo chegou a produzir e lançar um spin-off em formato de “novelinha curta” focado exclusivamente nas personagens. Intitulado ‘Loquinha’, o projeto derivado foi um sucesso absoluto nas redes sociais da emissora, ultrapassando a marca de 100 milhões de visualizações.

Três Graças’ está disponível no Globoplay.

“Gerluce Maria das Graças integra uma família de mães solo: é filha de Lígia Maria e mãe de Joélly Maria. Criada pela mãe, que engravidou na adolescência e foi abandonada pelo pai da criança, Gerluce enfrenta um destino parecido com a chegada da filha”, diz a sinopse oficial da novela.

‘Moonwalker’ – Michael Jackson vive um herói extraterrestre com poderes mágicos no Filme; Saiba aonde assistir!

Michael’, biografia do rei do pop Michael Jackson, conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 733 milhões nas bilheterias mundiais e se tornou a segunda maior bilheteria de 2026, atrás apenas de ‘Super Mario Galaxy‘ (US$894.2M).

E embarcando no sucesso do filme, que tal relembrar ou conhecer o único filme realmente protagonizado pela lenda da música? A Max se adianta e traz para o seu streaming ‘Moonwalker’, a ambiciosa aposta de Michael Jackson para os cinemas.

O ano era 1988, e Michael Jackson já era o maior fenômeno da música no mundo. A esta altura, sucessos como ‘Beat It’, ‘Billie Jean’ e, principalmente ‘Thriller’ (do álbum homônimo ‘Thriller’, 1982) já faziam parte do imaginário da cultura popular mundial. Tal estouro foi seguido pelo álbum ‘Bad’, de 1987, no qual constavam as igualmente icônicas ‘Smooth Criminal’, ‘The Way You Make Me Feel’ e ‘Bad’. Ou seja, o nome de Michael Jackson era provavelmente o nome mais famoso do planeta, como em épocas passadas haviam sido os de Elvis Presley e os Beatles. E o intitulado “rei do pop” usou esse prestígio para lançar nos cinemas uma superprodução que era a sua cara.

O astro mais popular do mundo, Michael Jackson revolvia criar seu próprio filme com ‘Moonwalker’.

Vale dizer também que antes de ‘Moonwalker’, Michael Jackson já havia estrelado um filme para os cinemas. Falo de ‘O Mágico Inesquecível’, de 1978, adaptação do clássico dos clássicos ‘O Mágico de Oz’ (1939) para o universo da música negra norte-americana (Soul, R&B, hip-hop). Não por acaso, a superprodução foi uma ideia da Motown, gravadora especializada em lançar cantores negros ao estrelato, como o próprio Jackson e a cantora Diana Ross (grande amiga do cantor).

Em ‘O Mágico Inesquecível’, Diana Ross vive uma versão um pouco mais madura de Dorothy, enquanto Michael Jackson é o espantalho. O filme contou ainda com o comediante sensação da época Richard Pryor no papel do Mágico. O longa, apesar dos elementos mágicos e fantásticos, se passa numa realidade alternativa de Nova York, adaptando o clima urbano da cidade e a vivência de afro-americanos ao teor lúdico do conto original. Apesar do potencial, o longa não foi um sucesso em seu lançamento nas telonas, e terminou ressurgindo como cult alguns anos depois. Vale ressaltar também que nesta época Michael Jackon ainda não era considerado o Rei do Pop, e nem mesmo seu primeiro álbum mais maduro (‘Off the Wall’) havia lançado.

Michael e seu alter-ego Coelho compartilham um “dance-off”.

Dois anos antes de ‘Moonwalker’ chegar às telonas, e ainda surfando no sucesso assombroso que havia sido ‘Thriller’, Jackson era dirigido por ninguém menos que Francis Ford Coppola, o diretor da trilogia ‘O Poderoso Chefão’ e de ‘Apocalypse Now’. O projeto, no entanto, não era um longa-metragem para os cinemas e sim uma atração dos parques da Disney em 3D, exibida no EPCOT Center. ‘Captain EO’ era uma espécie de ‘Star Wars’ tendo Michael Jackson como protagonista. Não é coincidência ter como produtor George Lucas, o pai da saga da família Skywalker. A aventura espacial de Jackson tinha 17 minutos de duração e trazia naves espaciais, criaturas alienígenas de todo o tipo e uma grande vilã interpretada por Anjelica Huston. A atração fez parte do parque de 1986 até 1997 – e após a morte do cantor em 2009, voltou como atração especial.

De certa forma ‘Captain EO’ serviu como base para as ideias alucinadas contidas em ‘Moonwalker’. Mas enquanto o primeiro saiu da mente de George Lucas, visando capitalizar em cima da figura “maior que a vida” de Jackson, o longa-metragem foi inteiramente pensado pelo próprio cantor, em uma viagem megalomaníaca (e por que não, egocêntrica).

O clipe clássico da canção ‘Smooth Criminal’, que traz Michael como mafioso, foi tirado de ‘Moonwalker’.

É claro que algo desta magnitude precisava ser bancada pelo próprio Michael Jackson, e um dos astros da música mais ricos de todos os tempos investiu seu próprio dinheiro na aventura como produtor, e lançou o filme através de sua própria produtora. Michael também escreveu a história e só não se atreveu a dirigir. Lançado através da Lorimar Motion Pictures ‘Moonwalker’ é na verdade uma antologia relativamente desconexa entre seus contos, que usa o cantor como ponto central em todas as suas subtramas e, principalmente, serve de companhia para o álbum ‘Bad’, lançado no ano anterior. É como se Jackson tivesse criado um “super videoclipe” para impulsionar mais ainda as vendas de ‘Bad’.

Isso fica claro com o trecho dos “mafiosos” que terminou sendo usado como o videoclipe da música ‘Smooth Criminal’, presente no disco ‘Bad’. A música está presente no filme ‘Moonwalker’ e a cena contida no filme seria editada mais tarde para se tornar o clipe da mesma música. A ideia de Michael é que uma coisa estivesse automaticamente ligada à outra. Existe uma trama central em ‘Moonwalker’, que traz Michael Jackson ajudando um grupo de crianças carentes, exploradas pelo traficante Mr. Big para serem pequenos criminosos nas ruas. Jackson combate o vilão para livrar as crianças de suas garras. Mas vindo da mente do eterno Peter Pan, o longa ganha contornos de fantasia extrema, que no fim das contas soam como uma grande viagem lisérgica.

Efeitos caprichados na cena em que Michael se transforma em um grande robô.

Os primeiros 20 minutos de ‘Moonwalker’ são apenas trechos de shows, apresentações e clipes, que recapitulam a carreira de Michael Jackson para o espectador. É só depois destes primeiros vinte minutos que temos uma ideia do que será o filme, como se ele só começasse realmente a partir daí, quando Michael deixa de ser criança e se torna o Michael que conhecemos. Na saída da gravação de seu clipe ‘Bad’, ele dá de cara com um grupo de visitantes em um tour pelo estúdio de Hollywood. Os fãs o reconhecem e se inicia uma longa perseguição. Neste momento, o filme faz uso da técnica de stop-motion e “claymation” (aquele tipo de animação que parece criado com “massinha”).

Os fãs são criados em animação e Michael Jackson, após correr muito para fugir dentro do estúdio, acaba se disfarçando de coelho e também vira animação. Mais um longo trecho de perseguição com músicas, e ganhamos mais um recorte que mistura as canções de Michael com a arte de imagens abstratas. Justamente por isso, muitos críticos na época acusaram ‘Moonwalker’ de ser um teste de paciência e uma egotrip do músico.

O menino Brandon Quintin Adams vive a versão mirim de Michael durante as gravações do clipe ‘Bad’.

E bem, o que Michael Jackson tinha em mente para ‘Moonwalker’ ao que tudo indica não conseguiu preencher nem mesmo um filme de uma hora e meia de projeção. Se formos parar para pensar, só temos dois segmentos cuja narrativa se assemelha a uma história sendo contada. A primeira, citada, da fuga de Michael e sua transformação em coelho, depois dos vinte primeiros minutos – que deve durar algo em torno de 10 a 15 minutos. E é só após 37 minutos de projeção do longa, que ganhamos o tópico “principal” – o mencionado resgate das crianças aliciadas pelo traficante.

Nesse segmento, que é o mais duradouro e que deveria ser o centro do filme: Michael Jackson fica abismado ao descobrir que um traficante conhecido como Mr. Big está pretendendo aliciar e viciar crianças em drogas. Esse vilão é interpretado por ninguém menos que o vencedor do Oscar Joe Pesci – que dois anos depois estrelaria ‘Esqueceram de Mim’ e ganharia uma estatueta dourada da Academia por ‘Os Bons Companheiros’, de Martin Scorsese. Em meio à fuga, Michael encontra tempo para cantar e dançar ‘Smooth Criminal’, um dos momentos mais icônicos do longa – que serviu como videoclipe para a música.

Joe Pesci viveu o vilão Mr. Big e seu visual continua um rabinho de cavalo que desafiava a gravidade.

Encontrado e cercado pelo vilão e seus capangas, Michael parece derrotado. Porém, eis que nosso herói se ergue e… se transforma em um robô gigante (do nível de um Transformer). Sim, é isso mesmo. É tal robô que derrota os inimigos e salva o dia. Os efeitos especiais nessa parte impressionam para a época (é preciso levar em conta que este era 1988, antes do uso de CGI em ‘O Exterminador do Futuro 2’). Dá para ver e entender que ‘Moonwalker’ é muito mais uma experiência visual e sonora, do que uma experiência coerente ou uma história. Não existe arco ou narrativa. ‘Moonwalker’ é apenas um amontoado de imagens, muitas delas bonitas e impressionantes – tudo acompanhado ao som das músicas do astro. Para seus fãs mais ardorosos, podemos dizer que não fica muito melhor do que isto.

Essa investida custou ao bolso de Michael 22 milhões de dólares. É dito que nos EUA o longa recebeu lançamento direto em vídeo, mas estreou nos cinemas por muitos países do mundo. Na Inglaterra recebeu um lançamento limitado. Como esse era um produto com a cara de Michael Jackson, acompanhando o longa, todo tipo de merchandising em cima do filme foi criado. Dentre os mais notórios está o videogame homônimo, lançado pela empresa SEGA. O jogo estreava em 1990, com lançamentos em Arcade (os chamados fliperamas) e também em consoles para a casa, vide o Mega Drive e o Master System. Todas as crianças que cresceram na época, certamente conhecem ou jogaram e puderam ser Michael Jackson por alguns momentos.

Todas as crianças da época passaram horas jogando ‘Moonwalker’, o videogame onde podíamos ser Michael Jackson.

Moonwalker’ é claro virou cult instantâneo um tempo depois, e fez sucesso nas locadoras de vídeo. E depois nas reprises da TV aberta – onde sempre era exibido pelo SBT. Agora o filme chega pela primeira vez nos streamings brasileiros – com a estreia no Max, onde uma nova leva de fãs poderá conhecer essa obra para lá de curiosa levando o nome do maior astro da música pop a ter passado pelo nosso planeta. E que sirva de aquecimento para a sua tão aguardada cinebiografia.

10 Dicas de Filmes sobre inacreditáveis VINGANÇAS!!

Olho por olho, dente por dente. Um dos sentimentos mais conflituosos que a humanidade já viu é a vingança. Debruçando-se sobre a moral a todo instante, quem é consumido por essa emoção muitas vezes encara a inconsequência como uma saída para se livrar das sensações de angústia. No mundo do cinema, já vimos muitas histórias que exploram essa questão. Para deixar algumas delas para reflexões, segue uma poderosa lista abaixo:

 

Confissões

Vou te contar agora sobre um filme muito, muito tenso que está disponível na MAX. Uma família rica. Um sequestro. Uma noite de revelações surpreendentes. Remake de um filme espanhol lançado em 2017, o longa-metragem mexicano Confissões é tenso, aterrorizante, que através de declarações inesperadas expõe na tela as dores, a vingança e o absurdo de ações feitas no passado. Dirigido por Carlos Carreira, esse é um filme que vai te surpreender principalmente pelo seu final impactante.

 

Éramos Crianças

Toda ação gera reação. Girando em torno de um dos sentimentos sem volta que desestabiliza o comportamento humano, a vingança, o longa-metragem Éramos Crianças e sua narrativa que navega em um ping pong na linha temporal busca prolongar um suspense que envolve um forte trauma na infância acoplados em questões familiares. Dirigido por Marco Martani, o projeto é um dos selecionados para a ótima seleção do Festival de Cinema Italiano 2024.

 

Death Sentence

Quando o caos é tudo que existe. Dirigido pelo excelente cineasta James Wan, conhecido pelos filmes de terror do seu currículo, em 2008 chegou aos cinemas um filme de ação brutal com alta doses dramáticas que coloca em evidência uma imersão às consequências de uma vingança. Protagonizado por Kevin Bacon, Death Sentence é sobre o estopim de uma guerra, a destruição de uma família, e as tentativas em vão do equilíbrio de uma equação que não deveria existir.

 

Alma de Caçador

Na trama, conhecemos Zuko (Bonko Khoza), um homem que encontrou a felicidade ao lado de sua família após anos de intensa ação e sofrimento. Filho de pais adotivos, teve os pais seriamente feridos em uma blitz da polícia de segurança do Apartheid. Quando o passado bate à sua porta, ele, que pertence a um grupo que tem como objetivo atual expor os absurdos cometido por Mtima (Sisanda Henna), um forte candidato para as próximas eleições na África do Sul, munido de sua adaga precisará reunir todas suas habilidades, contatos, em busca de completar mais uma missão.

 

O Vingador

A justiça selvagem numa estrada de inconsequências. Dois anos depois de estrelar nos cinemas o primeiro filme da vitoriosa franquia Velozes e Furiosos, o ator californiano Vin Diesel chegaria aos cinemas com um filme pulsante que explora a dor da perda, a cegueira da vingança e o nebuloso universo do narcotráfico mundial, tudo isso preenchido por uma narrativa dinâmica repleta de cenas de ação.

 

Um Homem Implacável

Na trama, conhecemos Soo-hyeok (Jung Woo-sung) um homem com um passado tomado pela violência que após passar uma década preso volta à liberdade e logo descobre que é pai de uma menina, fruto de seu relacionamento com uma ex-namorada. Querendo largar a vida de criminoso e se dedicar a ser um bom pai, acaba sendo alvo da fúria de um invejoso ex-colega de gangue e então parte para um acerto final.

 

Gladiador

Um pouco mais de duas décadas atrás chegava aos cinemas pelas mãos do sempre competente Ridley Scott um filme que marcaria gerações de amantes da sétima arte nos trazendo o contexto de sangue e dor de um general romano que traça uma jornada cheia de obstáculos motivado por um espírito de vingança em meio ao caos da ambição na figura de um rei assassino e não declarado. Com uma visão bastante próxima de uma Roma Antiga, todo o circo do entretenimento da época associada à uma luta de vida e morte numa enorme arena, as intrigas políticas, alguns personagens que realmente existiram mas com novas interpretações, Gladiador venceu cinco Oscars e até hoje é lembrado como um dos mais grandiosos e elogiados blockbusters.

 

Sleepers – A Vingança Adormecida

Na trama, após serem condenados ao reformatório por uma ação que deu errado, quatro jovens sofrem bastante nesse período nas mãos dos funcionários do lugar. Anos se passam, eles se reencontram e tem a chance de se vingar.

 

Oldboy

Vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes em 2004, o filme conta a trajetória de Oh Dae-su (Choi Min-sik, em atuação impressionante), um homem que após ser detido totalmente embriagado, é sequestrado e mantido assim por 15 longos anos. Quando enfim é libertado, aparentemente sem saber o motivo, tem alguns dias para ir atrás da verdade de seu encarceramento, embarcando assim em uma jornada de chocantes descobertas.

 

Vingança Redentora

Na trama, conhecemos Richard (Paddy Considine) um homem que teve que servir ao exército britânico e assim deixou para trás sua família. Quem mais sentiu sua falta foi seu irmão Anthony (Toby Kebbell), um jovem autista que acabou em seguida se envolvendo com uma inconsequente gangue de outros rapazes que moravam na região. Uma trauma acontece e quando Richard volta para casa resolve se vingar de tudo e todos.

Eric Kripke explica por que o final de ‘The Boys’ NÃO tem cena pós-créditos

The Boys chegou oficialmente ao fim, e embora o universo da franquia continue em expansão com o spin-off ‘Vought Rising’, série derivada focada nas origens do Soldier Boy, o episódio final do fenômeno de audiência surpreendeu o público ao quebrar uma das tradições mais marcantes das produções de super-heróis: a ausência de uma cena pós-créditos. Em vez disso, a obra optou por encerrar exibindo imagens de bastidores da própria equipe técnica.

De acordo com informações do portal ComicBookMovie, o showrunner Eric Kripke explicou que a decisão de não incluir ganchos para o futuro foi deliberada, priorizando o reconhecimento àqueles que trabalharam atrás das câmeras ao longo de todas as temporadas:

“O que aconteceu foi que, durante nossa festa de encerramento, eles montaram uma versão menor daquela homenagem, e eu adorei. Nunca pensamos em fazer uma cena pós-créditos ou algo assim, porque a série acabou e aqueles personagens estão aposentados. Os atores obviamente recebem os holofotes, e com razão. Mas tivemos uma equipe incrível que esteve conosco o tempo todo e trabalhou 14 ou 15 horas por dia, todos os dias, para fazer essa série. Eles merecem esse reconhecimento tanto quanto qualquer outra pessoa, talvez até mais”, afirmou.

The Boys’ está disponível no prime vídeo. 

No ciclo final de ‘The Boys‘, o mundo fica à mercê dos caprichos erráticos e egocêntricos do Capitão Pátria, enquanto figuras centrais como Hughie, Mother’s Milk e Frenchie encontram-se presos em um “Campo da Liberdade”.

Em meio ao caos, Annie tenta organizar uma resistência contra a força esmagadora dos Supers, ao mesmo tempo em que lida com o desaparecimento de Kimiko. O ressurgimento de Billy Bruto, decidido a utilizar um vírus capaz de eliminar todos os Supers da Terra, promete desencadear uma série de eventos irreversíveis.

O elenco de peso da produção continua contando com nomes como Antony Starr, Dominique McElligott, Jessie T. Usher, Chace Crawford, Laz Alonso, Tomer Capone, Karen Fukuhara e Nathan Mitchell.

‘The Boys’: Criador explica a ausência da Rainha Maeve no desfecho da série

The Boys chegou oficialmente ao fim, e o final trouxe um encerramento muito semelhante aos eventos retratados nos quadrinhos originais. No entanto, os fãs mais atentos notaram a ausência de uma figura crucial na mitologia da produção: a Rainha Maeve. Diante da repercussão, o showrunner Eric Kripke comentou sobre os bastidores do episódio final, revelando que cogitou trazer a heroína de volta, mas a atriz Dominique McElligott recusou o convite.

De acordo com informações do portal ComicBookMovie, Kripke entrou em contato direto com McElligott para avaliar a possibilidade de escrever uma participação especial para a personagem na conclusão da saga. O produtor detalhou como foi a conversa:

“Eu adoraria ter tido a Maeve. Eu conversei com a Dominique McElligott. Ainda trocamos e-mails de vez em quando. Ela praticamente se aposentou da atuação, e a agenda dela não encaixou. Foi tudo muito amigável, sem qualquer controvérsia. Eu disse: ‘Se escrevêssemos algo, você toparia?’ E ela respondeu: ‘Estou meio afastada disso, estou ocupada e infelizmente não posso, mas mande meu carinho para todos’. Foi basicamente isso”, afirmou.

A decisão alinha-se ao perfil discreto da atriz irlandesa que, ao longo de sua trajetória na televisão, raramente concedeu entrevistas e sempre demonstrou priorizar sua privacidade longe dos holofotes de Hollywood.

Elon Musk DETONA final de ‘The Boys’, e Eric Kripke reage: “Nunca vou receber elogio melhor”

A Rainha Maeve, concebida na série como uma sátira ácida à Mulher-Maravilha, teve sua última aparição oficial no desfecho da terceira temporada. Na ocasião, a poderosa integrante fundadora dos Sete aliou-se aos protagonistas contra o Capitão Pátria e acabou se sacrificando para conter a explosão devastadora do Soldier Boy.

Embora o restante do mundo a sinta como morta, o público descobriu que Maeve sobreviveu à queda, embora tenha perdido seus superpoderes devido à radiação. Sem habilidades especiais, ela optou por deixar a cidade para recomeçar uma vida pacífica e anônima ao lado de sua namorada, Elena.

Nos bastidores da Vought, a diretora executiva Ashley Barrett chegou a ter acesso às filmagens de segurança que provavam a sobrevivência da ex-heroína, mas decidiu apagar os registros oficiais, protegendo o segredo e garantindo que Maeve pudesse desfrutar de sua liberdade longe da corporação.

The Boys’ está disponível no prime vídeo. 

No ciclo final de ‘The Boys‘, o mundo fica à mercê dos caprichos erráticos e egocêntricos do Capitão Pátria, enquanto figuras centrais como Hughie, Mother’s Milk e Frenchie encontram-se presos em um “Campo da Liberdade”.

Em meio ao caos, Annie tenta organizar uma resistência contra a força esmagadora dos Supers, ao mesmo tempo em que lida com o desaparecimento de Kimiko. O ressurgimento de Billy Bruto, decidido a utilizar um vírus capaz de eliminar todos os Supers da Terra, promete desencadear uma série de eventos irreversíveis.

O elenco de peso da produção continua contando com nomes como Antony Starr, Dominique McElligott, Jessie T. Usher, Chace Crawford, Laz Alonso, Tomer Capone, Karen Fukuhara e Nathan Mitchell.

Grizzwald “Grizz” Chapman, ator de ’30 Rock’, morre aos 52 anos

O ator norte-americano Grizzwald “Grizz” Chapman, amplamente conhecido por seu papel como o carismático Grizz na aclamada série de comédia 30 Rock, faleceu aos 52 anos. De acordo com informações publicadas pelo Deadline, a notícia do falecimento foi confirmada oficialmente por sua agente de longa data, Renee Glicker. A causa exata da morte não foi divulgada.

Em comunicado oficial, Glicker lamentou a perda e destacou o temperamento afável do artista nos bastidores da indústria:

“Estamos muito tristes por sua família, amigos e todos que o conheceram e trabalharam com ele. Com todos os seus 2,13 metros e 172 kg, ele era um homem muito gentil que amava profundamente sua família. Ele adorou trabalhar em ‘30 Rock’ em cada minuto. Infelizmente, sua saúde debilitada acabou limitando sua carreira”, afirmou.

Chapman vinha enfrentando sérios problemas renais crônicos há mais de uma década. Diante de sua própria batalha contra a condição, o ator utilizou sua visibilidade pública para atuar como porta-voz oficial da National Kidney Foundation (Fundação Nacional do Rim), conscientizando o público sobre a importância dos cuidados com a saúde renal e da doação de órgãos.

Nascido em 16 de abril de 1974, no distrito do Brooklyn, em Nova York, Chapman chamava a atenção por sua impressionante estatura de 2,13 metros. Antes de ingressar no meio artístico, ele trabalhava como segurança em uma casa de entretenimento adulto na cidade quando conheceu o comediante Tracy Morgan.

O encontro mudou os rumos de sua carreira: Morgan convidou Chapman e o ator Kevin Brown para integrarem o elenco de 30 Rock (exibida originalmente entre 2006 e 2013 pela NBC). Na trama, a dupla deu vida aos inseparáveis Grizz e Dot Com, os fiéis guarda-costas e confidentes do excêntrico astro de TV Tracy Jordan (personagem de Morgan).

Além do sucesso na icônica comédia de Tina Fey, Chapman expandiu sua presença digital ao criar a websérie ‘Grizz Chronicles’ no YouTube.

‘Star Wars’: Criador de ‘Lost’ detalha visão de seu filme cancelado; “Era como fazer a Reforma Protestante”

O roteirista e cineasta Damon Lindelof, amplamente conhecido por seu trabalho em produções aclamadas comoLost e Watchmen, relembrou abertamente os bastidores de sua breve passagem pela franquiaStar Wars. O diretor detalhou o processo criativo que acabou resultando em seu desligamento da saga criada por George Lucas.

De acordo com informações do Deadline, Lindelof recordou que foi “demitido de um filme de Star Wars após enfrentar sérias dificuldades para “acertar o tom” de seu projeto junto à alta cúpula da Lucasfilm:

“Eles me perguntaram: ‘O que você acha que um filme de Star Wars deveria ser?’ E eu respondi: ‘Aqui está o que deveria ser.’ Então eles disseram: ‘Ótimo, você está contratado’. E então, dos anos depois, fui demitido”, afirmou.

O cineasta explicou que sua intenção era construir uma narrativa conceitual complexa, que colocasse em xeque os próprios pilares e tradições da franquia. No entanto, a ousadia da proposta acabou gerando barreiras criativas:

“O que estávamos tentando fazer era trazer essa discussão para o filme, algo como: existe uma força da nostalgia e uma força da revisão, e elas estão em conflito entre si. Era como fazer a Reforma Protestante dentro de Star Wars. E não funcionou”, acrescentou.

Embora a Lucasfilm aparentemente “tenha gostado da premissa” em um primeiro momento, Lindelof acredita que sua ideia original “não parecia necessariamente tão arriscada” na teoria quanto acabou se provando na prática.

“A escrita era muito difícil, lenta… o tom, acertar aquiloOnde isso se encaixava dentro do cânone, qual seria sua relação com o Episódio IX, se estava iniciando uma nova trilogia…”, explicou o roteirista. 

Para o diretor, o principal desafio foi guiar uma produção de escala monumental mantendo a originalidade, especialmente em uma era em que a franquia parecia oscilar constantemente entre o novo e o clássico:

“É aquela velha equação do navio-tanque: você gira o volante e leva cinco minutos para ele mudar um pouquinho de direção. Estávamos procurando o centro de Star Wars e, quando o Episódio VII saiu, todos sabíamos o que era. Era Rey, Finn, Poe… todos esses personagens. E então fomos migrando de volta para Luke, Leia, Han, Chewie e toda aquela turma”, concluiu.

Star Wars’ está disponível no Disney+.

star wars

Ator de ‘Virgin River’ e ‘Supernatural’ é encontrado morto no Canadá

O ator canadense Stewart McLean, conhecido por suas participações em séries de sucesso como Virgin River e Supernatural, foi encontrado morto na região de Lions Bay, no Canadá. De acordo com informações do portal Deadline, os restos mortais do artista foram oficialmente identificados pelas autoridades locais de segurança.

A confirmação da identidade ocorreu um dia após a polícia anunciar a localização de uma vítima de homicídio com características semelhantes às do ator, que estava desaparecido. Os restos mortais de McLean foram localizados uma semana após o seu sumiço, momento em que a equipe de investigadores confirmou que o caso passou a ser tratado formalmente como assassinato.

A Equipe Integrada de Investigação de Homicídios (IHIT, na sigla em inglês) da Polícia Montada Real Canadense assumiu o comando dos trabalhos e busca reconstruir os últimos passos do artista. Em nota oficial, a policial Esther Tupper detalhou o andamento dos procedimentos:

“À medida que a investigação avança, os investigadores de homicídios estão trabalhando para coletar e analisar evidências, revisar imagens de câmeras de segurança e conduzir entrevistas para montar uma linha do tempo das atividades do Sr. McLean antes de 15 de maio de 2026. Estamos seguindo todas as pistas disponíveis enquanto buscamos respostas para a família, amigos e entes queridos do Sr. McLean”, afirmou.

O ator de 45 anos, que no meio artístico também utilizava o crédito de Stew McLean, havia sido visto pela última vez no dia 15 de maio de 2026, em sua residência em Lions Bay, comunidade localizada a cerca de 30 minutos de Squamish e a 45 minutos de Vancouver.

Em comunicados anteriores, o departamento de polícia de Squamish já havia alertado que a apuração inicial sobre o desaparecimento reuniu indícios criminais contundentes, o que acionou a intervenção imediata da divisão especializada em homicídios.

Descrito nos relatórios oficiais como um homem de 1,78m de altura, cerca de 68 kg, cabelos grisalhos e olhos azuis, McLean construiu uma carreira sólida e ativa na televisão norte-americana e canadense a partir de 2015.

Ao longo de mais de uma década na indústria do audiovisual, o ator acumulou créditos em episódios de produções populares da CW, Netflix e Fox, incluindo os dramas de ficção e mistérioArrow,Supernatural, Travelers, a comédiaLoudermilk, além dos recentes sucessos de audiência Murder in a Small Town e Virgin River.

Britney Spears QUASE estrelou ‘Diário de uma Paixão’; Assista ao teste de elenco da cantora!

A icônica performer Britney Spears tentou iniciar uma carreira de atriz nos anos 2000 mas foi duramente massacrada pela mídia quando estrelou ‘Crossroads – Amigas para Sempre’.

Escrito por Shonda Rhimes, de ‘Grey’s Anatomy‘, o filme trazia Britney Spears, Anson Mount, Zoe Saldana, Taryn Manning, Kim Cattrall e Dan Aykroyd, e girava em torno de três adolescentes viajando os Estados Unidos enquanto tentavam se encontrar.

Mesmo após ter sua atuação criticada no fofo filme, Britney quase foi escalada como Allie no clássico romance Diário de uma Paixão.

Ela fez testes para viver a protagonista e citou a história no seu livro  ‘The Woman in Me’, e o vídeo impressionante de sua cena de teste foi divulgado na internet logo depois.

Assista:

Eventualmente, Rachel McAdams conseguiu o papel e Spears revelou que fez as pazes com isso – pois acredita que a trajetória de sua carreira teria ocorrido de forma bem diferente caso tivesse assinado contrato para participar do projeto.

“Aquilo foi basicamente o começo e o fim da minha carreira de atriz, e eu fiquei aliviada”, ela explicou. “A escalação de Diário de uma Paixão ficou entre eu e Rachel McAdams, e mesmo eu tendo achado que seria divertido me reconectar com Ryan Gosling depois do nosso tempo em ‘O Clube do Mickey Mouse’, fico feliz de não ter feito isso. Se eu tivesse, em vez de ter trabalhado no meu álbum ‘In The Zone’, estaria atuando como uma herdeira dos anos 1940 dia e noite”.

Diário de uma Paixão‘ está disponível na HBO Max.

Relembre o trailer:

Lançado em 2004, o filme foi dirigido por Nick Cassavetes e, apesar das críticas mistas, arrecadou quase US$118 milhões nas bilheterias mundiais.

Numa clínica geriátrica, Duke, um dos internos que relativamente está bem, lê para uma interna (com um quadro mais grave) a história de Allie Hamilton (McAdams) e Noah Calhoun (Gosling), dois jovens enamorados que em 1940 se conheceram num parque de diversões. Eles foram separados pelos pais dela, que nunca aprovaram o namoro, pois Noah era um trabalhador braçal e oriundo de uma família sem recursos financeiros. Para evitar qualquer aproximação, os pais de Alie a mandam para longe. Por um ano Noah escreveu para Allie todos os dias mas não obteve resposta, pois a mãe (Joan Allen) dela interceptava as cartas de Noah para a filha. Crendo que Allie não estava mais interessada nele, Noah escreveu uma carta de despedida e tentou se conformar. Alie esperava notícias de Noah, mas após 7 anos desistiu de esperar ao conhecer um charmoso oficial, Lon Hammond Jr. (James Marsden), que serviu na 2ª Grande Guerra (assim como Noah) e pertencia a uma família muito rica. Ele pede a mão de Allie, que aceita, mas o destino a faria se reencontrar com Noah. Como seu amor por ele ainda existia e era recíproco, ela precisa escolher entre o noivo e seu primeiro amor.

Diário de uma Paixão foi baseado no romance homônimo de Nicholas Sparks e também trouxe no elenco Jamie BrownSam ShepardDavid Thornton e outros.

CLÁSSICOS! ‘Um Lugar Chamado Notting Hill’ e ‘O Amor Não Tira Férias’ serão RELANÇADOS nos cinemas no Dia dos Namorados

Os clássicos nunca saem de moda, e quatro comédias românticas vão voltar para os cinemas nacionais no Dia dos Namorados.

Um Lugar Chamado Notting Hill‘, ‘O Amor Não Tira Férias‘, ‘Diário de uma Paixão‘ e ‘Antes do Amanhecer‘ serão relançados nos cinemas nacionais no dia 12 de Junho.

Um Lugar Chamado Notting Hill‘, estrelada por Julia Roberts e Hugh Grant, segue a história de Will, um pacato dono de livraria especializada em guias de viagem, que recebe a inesperada visita de uma cliente muito especial: a estrela de cinema americana Anna Scott. Dois ou três encontros fortuitos mais tarde, Will e Anna iniciam um relacionamento tenro, engraçado e cheio de idas e vindas. Gina McKee, Tim McInnerny, Rhys Ifans e Hugh Bonneville completam o elenco.

Roger Michell assina a direção, a partir de um roteiro escrito por Richard Curtis.

Assista ao trailer:

Lançado em 2006, ‘O Amor Não Tira Férias‘ arrecadou mais de 200 milhões de dólares ao redor do mundo e conquistou uma base fiel de fãs com o passar dos anos.

Na trama, a norte-americana Amanda Woods tem uma carreira promissora e moderna, mas está deprimida porque terminou o relacionamento com o namorado. A inglesa Iris Simpkins é redatora de uma coluna popular e tem pouca sorte com os homens. Durante as festas natalinas, as duas decidem trocar de casa e acabam conhecendo outros homens. O elenco traz Jude Law, Cameron Diaz, Kate Winslet e Jack Black.

Diário de uma Paixão’ não foi um sucesso de público quando estreou nos cinemas em junho de 2004. Talvez o motivo tenha sido justamente a data, sempre repleta de competição no verão norte-americano.

Porém, um tempo depois quando foi lançado em vídeo, a história do amor impossível entre uma jovem herdeira (Rachel McAdams) e um rapaz humilde (Ryan Gosling) apaixonou mais e mais pessoas até se tornar um sucesso com um novo público. Ajudou bastante o fato de na vida real os atores também terem se apaixonado, apesar de o relacionamento não ter durado tanto – mas rendeu um dos momentos mais legais na história do MTV Movie Awards.

Antes do Amanhecer’, do cineasta Richard Linklater, acompanha Jesse (Ethan Hawke), um jovem estadunidense, e Céline (Julie Delpy), uma jovem francesa, que se encontram num trem e desembarcam em Viena, onde eles passam a noite andando pela cidade, se conhecendo e se apaixonando um pelo outro.

‘Supergirl’ pode ter desempenho similar ao de ‘As Marvels’ nas bilheterias… e isso é preocupante!

A situação de ‘Supergirl’ na bilheteria começa a preocupar a DC Studios — e as primeiras projeções já indicam que o longa pode acabar se tornando tanto um sucesso moderado quanto um dos grandes tropeços do verão americano.

Segundo o Box Office Theory, o novo filme da heroína deve arrecadar entre US$ 47 milhões e US$ 65 milhões em seu fim de semana de estreia na América do Norte. Caso fique na faixa mais baixa, o desempenho será parecido com o decepcionante lançamento de ‘As Marvels‘, que chegou aos cinemas cercado de críticas positivas, mas encerrou sua trajetória com apenas US$ 206 milhões mundialmente.

Já no cenário mais otimista, ‘Supergirl’ poderia alcançar números próximos aos obtidos por ‘Capitão América: O Primeiro Vingador‘ e ‘Thor‘, que arrecadaram cerca de US$ 370 milhões e US$ 449 milhões globais, respectivamente.

Rio de Janeiro receberá Milly Alcock para a turnê global de ‘Supergirl’

Ainda é cedo para decretar o destino do longa, mas a expectativa é que projeções mais concretas apareçam nas próximas semanas, especialmente após o início da pré-venda de ingressos.

Nos bastidores, há quem acredite que a DC esteja tentando evitar o desgaste enfrentado por outros filmes de super-heroínas nos últimos anos. Não por acaso, Superman vem aparecendo com destaque inesperado nas campanhas promocionais de ‘Supergirl’.

Os comerciais de TV mais recentes revelaram detalhes inéditos sobre o traje de Kara e ainda entregaram novas cenas do Superman vivido por David Corenswet — algo que muitos fãs interpretaram como uma tentativa da Warner de aumentar o apelo comercial do projeto.

Além disso, a recepção inicial ao marketing do filme tem sido bastante dividida. Muitos internautas criticaram os trailers pelas semelhanças visuais com ‘Guardiões da Galáxia‘, além da paleta de cores considerada “apagada” em comparação com a aclamada HQ ‘Supergirl: Mulher do Amanhã’.

O longa chega aos cinemas brasileiros em 25 de junho e terá 1 hora e 50 minutos de duração, já incluindo os créditos finais.

Para efeito de comparação, a produção será mais curta que ‘Superman’, responsável por abrir as portas do novo universo compartilhado da DC, com 2 horas e 9 minutos de duração.

Estrelando Milly Alcock no papel da “Mulher do Amanhã”, o filme promete uma abordagem distinta e ambiciosa para uma das personagens mais poderosas da editora, servindo como uma peça fundamental para a expansão da cronologia liderada por James Gunn.

Craig Gillespie, conhecido por seu trabalho em ‘Cruella’ e ‘Eu, Tonya’, dirige. O roteiro é assinado por Ana Nogueira.

O elenco também conta com Eve Ridley (‘Ruthye’), Matthias Schoenaerts (‘Krem’), David Krumholtz (‘Zor-El’) e Emily Beecham (‘Alura In-Ze’).

James Gunn revela detalhes da nova ‘Supergirl’: “Ela não é o Superman”

DC Studios escala roteirista de ‘Supergirl’ para novo filme da ‘Mulher-Maravilha’

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Tom Hardy foi DEMITIDO da série ‘Terra da Máfia’? Revelados mais detalhes…

Ontem, o jornalista Matthew Belloni, do site Puck, revelou que o astro Tom Hardy havia sido demitido da série Terra da Máfia após comportamentos controversos nos bastidores da atração durante a segunda temporada.

Hoje, o TMZ revelou que Hardy ainda não foi demitido e que a situação está “em aberto”. Aparentemente, o ator realmente teve desentendimentos com os produtores Jez Butterworth e David Glasser, mas a porta ainda pode estar aberta para o retorno de Hardy caso a série seja renovada para uma terceira temporada.

As informações indicam que o astro entrou em conflito com os produtores da série ao chegar atrasado às gravações e oferecer sugestões de roteiro e alterações de diálogos não planejadas. A matéria também afirma que Hardy estava insatisfeito por fazer parte de um elenco fixo na série. O produtor Jez Butterworth, inclusive, teria ameaçado deixar o projeto.

Mais informações não foram reveladas.

Em Terra da Máfia, Hardy interpreta Harry De Souza, um intermediário que trabalha para os Harrigans, uma família criminosa de Londres originária da Irlanda. Na primeira temporada, ele liderou a disputa da família com os rivais Stevensons, que terminou em grande derramamento de sangue.

Mais detalhes não foram divulgados.

Criada por Guy Ritchie (‘Magnatas do Crime’), a trama segue duas famílias criminosas em guerra em Londres, cujos empreendimentos se estendem por todos os cantos do globo e o ‘consertador’ ferozmente leal encarregado de proteger uma delas a todo custo.

Com 75% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a série foi elogiada pela performance de seu elenco principal e pela abordagem narrativa, que segue o estilo criativo de Ritchier.

Tom Hardy (‘Venom’), Pierce Brosnan (‘Mamma Mia!’), Helen Mirren (‘1923’) e Paddy Considine (‘A Casa do Dragão’) estrelam a produção.

Johnny Flynn (‘Beast’) e Ophelia Lovibond (‘Minx’) farão parte dos novos episódios.

Keith Cox, Nina L. Diaz, David C. Glasser, Guy Ritchie, Jez Butterworth, Ronan Bennett, Kris Thykier, Ivan Atkinson, Tom Hardy, Dean Baker, Ron Burkle, David Hutkin e Bob Yari entram como produtores executivos.

Primeiras Impressões – ‘Mestres do Universo’ é DIVERTIDO, colorido e envolto de referências e NOSTALGIA

Já assisti ‘Mestres do Universo‘ e trago minhas primeiras impressões.

O live-action consegue transpor de maneira brilhante toda a energia da animação para os cinemas. É colorido, exagerado, divertido e cheio de referências. É uma história de origem, então vamos entender como o He-Man virou o He-Man.

Adorei a maneira criativa que o filme tomou para expandir a mitologia da série e adicionar novos elementos, modernizando a história para os dias atuais sem perder a essência e a inocência dos anos 80. Com um humor sarcástico e metalinguagem, Mestres do Universo se reinventa.

Nicholas Galitzine nasceu para interpretar o Príncipe Adam e entrega uma atuação primorosa, assim como Camila Mendes está super imponente como Teela e Jared Leto dubla um Esqueleto maquiavélico e caricato na medida certa. Morena Baccarin também brilha como a Feiticeira.

O filme se alonga um pouco demais e fica um pouco cansativo no terceiro ato, mas os fãs vão se deliciar com a rica construção do universo de Eternia. Tem duas cenas pós-créditos adiantando a introdução de dois personagens amados. Quem serão?

Crítica completa em breve no CinePOP.com.br.

Confira o vídeo e siga o CinePOP no YouTube:

Na trama, após 15 anos separados, Príncipe Adam (Nicholas Galitzine) é guiado pela Espada do Poder até o seu lar em Eternia, que está sob o domínio do cruel Esqueleto (Jared Leto). Para salvar a todos, ele vai ter que aceitar o seu destino como He-Man, o homem mais poderoso do mundo, e contar com a ajuda de seus aliados, Teela (Camila Mendes) e Duncan / Mentor (Man-At-Arms, Idris Elba).

‘HE-MAN: Mestres do Universo’: Primeiro trailer apresenta visual fiel à obra original; Confira a descrição!

Em Mestres do Universo, o diretor Travis Knight traz a lendária franquia de volta às telonas nesta épica aventura live-action.

O roteiro é assinado por Chris Butler, baseado em rascunhos iniciais de David Callaham e Aaron Nee.

Nicholas Galitzine (Príncipe Adam/He-Man), Camila Mendes (Teela), Morena Baccarin (Feiticeira), Jared Leto (Esqueleto), Alison Brie (Maligna/Evil-Lyn), Idris Elba (Mentor/Man-At-Arms) e Kristen Wiig (Voz de Roboto) estrelam.

‘Mestres do Universo’: Diretor diz que Esqueleto é a “personificação da masculinidade tóxica”

O elenco conta ainda com Sam C. Wilson (Mandíbula), Hafthor Bjornsson (Homem-Cabra), Kojo Attah (Tri-Klops) e Jóhannes Haukur Jóhannesson (Fisto).

Filme que traz Cameron Diaz e Toni Collette como irmãs TOTALMENTE diferentes faz sucesso na Netflix

Nem toda comédia dramática precisa apostar em exageros ou situações absurdas para emocionar. Algumas funcionam justamente por retratar conflitos familiares reais, personagens imperfeitos e relações humanas cheias de cicatrizes. É exatamente isso que torna ‘Em Seu Lugar’ tão especial até hoje.

Estrelado por Cameron Diaz, Toni Collette e Shirley MacLaine, o longa lançado em 2005 foi lançado na Netflix e figura no TOP 10 dos mais assistidos do catálogo.

O filme poderia facilmente ter sido apenas mais uma “comédia feminina” da época. Mas o diretor Curtis Hanson entrega algo muito mais profundo, sensível e emocional.

Baseado no livro de Jennifer Weiner, o filme acompanha as irmãs Maggie e Rose, duas mulheres completamente diferentes que vivem em constante conflito. Enquanto Maggie é impulsiva, divertida e vive sem responsabilidades, Rose é centrada, insegura e extremamente rígida consigo mesma. Quando segredos familiares começam a surgir, as duas são obrigadas a rever suas escolhas e enfrentar traumas do passado.

O grande mérito de ‘Em Seu Lugar’ é justamente fugir do óbvio. Apesar do carisma explosivo de Cameron Diaz, o filme não aposta apenas no humor fácil. Pelo contrário: entrega uma narrativa madura sobre autoestima, amadurecimento, família e reconciliação.

E Cameron Diaz talvez nunca tenha estado tão bem dramaticamente. Conhecida na época por sucessos mais leves como ‘As Panteras’ e ‘Quem Vai Ficar com Mary?’, a atriz surpreendeu ao interpretar uma personagem vulnerável, perdida e emocionalmente quebrada. Muitos críticos consideram até hoje uma das melhores atuações de sua carreira.

Assista ao trailer:

A recepção da crítica foi bastante positiva. No Rotten Tomatoes, o longa conquistou 74% de aprovação da crítica especializada e 66% de aprovação do público, números excelentes para uma produção do gênero.

Já no IMDb, o filme mantém nota 6,5/10 com mais de 68 mil avaliações de usuários, mostrando como continua sendo lembrado com carinho pelo público mesmo duas décadas após o lançamento.

Apesar de não ter sido um fenômeno gigantesco de bilheteria, ‘Em Seu Lugar’ fez números respeitáveis. O filme arrecadou cerca de US$ 83 milhões mundialmente, incluindo US$ 32,9 milhões apenas nos Estados Unidos.

Mas talvez o maior legado do filme seja outro: provar que histórias femininas podem ser emocionantes, engraçadas e profundas ao mesmo tempo. Em uma Hollywood que muitas vezes reduzia protagonistas mulheres a estereótipos românticos, ‘Em Seu Lugar’ entregou personagens reais, falhas e extremamente humanas.

E é justamente por isso que o longa continua funcionando tão bem até hoje. Porque, no fim das contas, todo mundo já tentou — nem que por um instante — se colocar no lugar do outro.

Crítica | ‘Como Mágica’ – Aventura cheia de significados que está há DUAS semanas em 1º lugar da Netflix

Enroscando a fantasia aos modos de sobrevivência na natureza selvagem, chegou à Netflix, Como Mágica, uma aventura com técnicas de animação que encontra reflexões tanto para a garotada quanto para os adultos. Com personagens carismáticos e diversas lições permeando as entrelinhas das ações que se seguem, o projeto dirigido por Nathan Greno usa das cores exuberantes e analogias com animais conhecidos para criar um deleite de conhecimento sobre o meio ambiente.

Ollie foi criado desde criança ouvindo sobre os perigos do mundo lá fora. Ele faz parte de um povo ligado a criaturas da floresta conhecidas como Pookoos, que vive em total atenção por conta de uma lenda de um perigoso lobo de fogo que pode retornar à região. Um dia, em uma caminhada movida pela curiosidade, seu destino se cruza com Ivy, uma ave que integra um grupo que sobrevive do mesmo fruto consumido que o povo de Ollie. Esse encontro gera um grande problema para Ollie e seus familiares. O tempo passa, e Ollie se reencontra com Ivy. De forma mágica, acabam trocando de corpos e embarcando em uma aventura pela natureza que os cercam.

Para um filme voltado em sua essência ao público infantil, este longa-metragem se mostra bem mais profundo. Os riscos da extinção, os valores da amizade e do confiar se juntam a uma composição visual chamativa, que reúne seres místicos como pomares ambulantes, lobos de fogo, cobras-raiz, boogles. Em alguns momentos, é preciso um olhar maduro para entender os paralelos e absorver as diversas lições que a obra oferece. Uma conversa entre pais e filhos sobre a obra é fundamental para todas as ideias que o filme sugere sejam compreendidas.

A narrativa, bem construída, aposta em um elo de amizade improvável e na relação mútua que a natureza oferece – mostrando que precisamos um do outro, mesmo sendo diferentes. Tudo isso flui de forma natural, com um ritmo muitas vezes acelerado, com foco em uma aventura empolgante que apresenta uma curiosa reviravolta capaz de deixar o público bastante surpreso. Esse ar de coletividade e a necessidade das ações em conjunto para se mudar uma situação são uma das ótimas reflexões que essa animação deixa a disposição do público.

Como Mágica é aquele programão entre pais e filhos que continua quando o filme acaba. Se você está em busca de um momento assim – comendo pipoca e preparando o sofá para um dia divertido em casa -, esta obra precisa estar na sua lista.

 

‘Maniac Cop: O Exterminador’ | Relembre o TERROR clássico que ganhará remake de Nicolas Winding Refn

“Polícia para quem precisa, polícia para quem precisa de polícia…”, já dizia a música dos Titãs. Em tempos delicados em que se discute uma reformulação do papel da polícia em investidas com excesso de violência, seja no Brasil, nos EUA ou no mundo, o cineasta dinamarquês Nicolas Winding Refn (Drive, Apenas Deus Perdoa e Demônio de Neon) irá trazer Maniac Cop dos anos 80 para uma versão moderna como seu próximo filme.

O abuso de autoridade de forças armadas reportado pelo mundo através de uma realidade onde tudo é filmado em tempo integral, registraram recentemente cenas verdadeiramente revoltantes. Balas de borracha sendo usadas arbitrariamente em manifestantes em protestos, atingindo o cidadão transeunte por efeito colateral; combates ao crime organizado em comunidades que terminam por tirar a vida de forma aleatória, de jovens com futuros promissores. O epicentro, é claro, foi a comoção mundial pelo assassinato por asfixia de George Floyd, um homem negro nos EUA que teve o joelho de um policial colocado em seu pescoço até a morte, mesmo quando pedia desesperadamente por ar já rendido.

Nicolas Winding Refn não costuma utilizar muito subtexto político em seus filmes. Suas obras geralmente envolvem o poético lado sombrio do ser humano, embalados em uma atmosfera de surrealismo. Mas sem esquecer sua parcela de controvérsia, em especial no que diz respeito à violência. O que pode casar perfeitamente com o material que pretende levar às telonas muito em breve. Ou seja, neste caso um policial ensandecido, usando seu distintivo, uniforme e arma como símbolo não de “servir e proteger”, mas sim de morte e terror.

Voltando ao passado, 33 anos para ser mais preciso, Maniac Cop: O Exterminador era lançado nos cinemas. Contextualizando, essa foi a década de 80, a era dos filmes slasher. Seu auge ocorria logo no início do período, em 1981, e à altura do lançamento de Maniac Cop em 1988, o subgênero já havia perdido quase todo o seu gás. O sucesso deste tipo de filme muitas vezes dependia de quem era o seu vilão. Tão importante quanto bolar um roteiro criativo e inovador, uma parte técnica com mortes sanguinolentas e marcantes, era desenvolver um antagonista que emplacasse no gosto do público, o fazendo retornar para novas investidas constantemente. Michael Myers, Jason Voorhees, Freddy Krueger e o boneco Chucky foram alguns dos mais bem sucedidos, mas tantos outros como um médico cirurgião (Hospital Massacre), um mineiro de carvão (Dia dos Namorados Macabro) e um assistente em parque de diversões (Pague para Entrar, Reze para Sair), por exemplo, terminaram longe do resultado esperado.

Assim, tentando injetar alguma novidade no subgênero e descolar para si uma nova franquia, mesmo no fim da década, o roteirista e produtor Larry Cohen (A Coisa, 1985) e o diretor William Lustig resolveram que um policial uniformizado seria o novo psicopata em seu filme de terror. Surgia o Maniac Cop, ou o Policial Maníaco. Lustig já havia chamado atenção no universo underground do horror com o violento O Maníaco (1980), sobre um assassino atacando em Nova York principalmente mulheres. A polêmica em torno de tal filme era sobre o grafismo de suas cenas de mortes, que chocou as plateias. Cohen planejava outra investida neste submundo de alguma forma, e a evolução da ideia foi o “maníaco policial”.

O senso de falsa proteção é um dos conceitos mais interessantes e ambíguos do filme. E a história abre justamente brincando com esta subversão de valores. Enquanto uma jovem é perseguida pelas ruas de Nova York à noite por dois homens que tentam roubá-la, ninguém em vista parece poder ajuda-la. Tendo em mente que esta era a Nova York dos anos 80 que vemos constantemente em filmes, antes da política de tolerância zero do prefeito Rudolph Giuliani que “limpou” a cidade. Predadores espreitam a caça, e quando a mulher finalmente avista um policial na praça, correndo para seu encontro, a salvação está muito próxima, fazendo os bandidos hesitarem à distância. Porém, é o próprio policial que mata a moça quebrando seu pescoço de forma intensa. Subvertendo a expectativa do público e nos deixando sem eira nem beira.

Muitos crimes do tipo começam a ocorrer na cidade e prontamente ganham os noticiários. Obviamente, enquanto investigam o caso e não conseguem prender o culpado, os policiais de verdade não estão nada contentes com a situação, que apenas denigre sua imagem. Liderando as buscas pelo maníaco está o detetive Frank McCrae, veterano da força que usa toda sua experiência para desvendar a situação, inclusive contatos na mídia. McCrae é vivido pelo lendário Tom Atkins, favorito dos fãs de filmes do tipo da década de 80, tendo protagonizado verdadeiras pérolas cult como Fog – A Bruma Assassina (1980), Halloween 3 – A Noite das Bruxas (1982) e Noite de Arrepios (1986).

Tom Atkins força o sorriso como McCrae na cena mais engraçada de ‘Maniac Cop’.

Em paralelo temos a história de Jack Forrest, policial se comportando de forma suspeita, trazendo a desconfiança inclusive de sua própria esposa Ellen de que de fato ele seja o tal policial maníaco que vem agindo pela cidade. O início do longa propõe esta dúvida no espectador, de quem está por trás dos assassinatos, e Jack é apresentado como possível candidato. Porém, com o icônico Bruce Campbell (Evil Dead) interpretando o personagem, logo descobrimos que seu comportamento errático está relacionado a um caso extraconjugal com a colega de trabalho, a policial loira Theresa Mallory, papel da bela  Laurene Landon. Os amantes irão unir forças para, ao lado de McCrae chegarem ao desfecho desta trama.

A verdadeira identidade do policial maníaco é Matt Cordell, agente da lei incorruptível que de forma certeira no melhor estilo ‘Dirty’ Harry Callahan fazia seu trabalho custasse o que fosse. Traído por seus superiores, Cordell termina preso de forma irônica justamente pelo uso excessivo da violência. Na mesma prisão de muitos dos criminosos que colocou lá, ele sofre uma emboscada e aparentemente é assassinado no local. Ressurgindo das cinzas, ele agora se vinga da cidade em si, do cidadão comum e todos que se colocam em seu caminho – como uma máquina de matar cuja motivação constantemente escorrega para o terreno do slasher, dando ênfase ao modus operandi de “monstros silenciosos” como Michael Myers e Jason, que simplesmente matam a troco de nada. Com Cordell existe um backstory, e um forte subtexto. Cordell ficou imortalizado nas formas do grandalhão Robert Z’Dar – o que torna difícil qualquer outra escalação para o papel na vindoura reimaginação.

Dura na queda. A bela Laurene Landon encara o ‘Maniac Cop’ como a policial Mallory.

Um dos momentos mais interessantes de Maniac Cop, porém, e que pode vir a ser explorado de forma mais bem trabalhada e minuciosa por um cineasta do nível de Refn, diz respeito à reação dos moradores da cidade sobre ter um policial cometendo assassinatos a esmo na metrópole aonde vivem. Em determinada cena, uma mulher é parada por um guarda em seu carro em plena luz do dia, numa rua bem vazia. Pensando que irá se tornar mais uma vítima do “maniac cop”, uma vez que está sendo noticiado em tudo quanto é canto o número cada vez mais frequentes de ataques do psicopata, a tal mulher saca sua própria arma de fogo e dispara contra o oficial que a aborda na janela do veículo sem dar tempo para que ele invista contra ela, o matando. Neste caso não era o maniac cop, e sim um policial verdadeiro qualquer. O trecho ainda abre espaço para a discussão sobre o armamento da população, realizando uma crítica muito pertinente apenas com o desenrolar da situação.

Na cena seguinte, o Comissário de polícia, papel muito bem escalado de Richard Roundtree, o primeiro e eterno Shaft, diz em um diálogo que os homens da lei agora têm mais um motivo para temer por suas vidas, como se já não tivessem suficientes. A afirmação é a forma do roteiro olhar o outro lado desta moeda, onde bons profissionais acabam sempre pagando pelos ruins. Um forte paralelo com a vida real e o que ocorre inclusive atualmente em todos os casos citados no início deste texto.

O canastrão Bruce Campbell é o policial infiel Jack Forrest, outro que se verá alvo da fúria do ‘Maniac Cop’.

Maniac Cop foi lançado em 13 de maio de 1988 e, é claro, não escapou da polêmica. Ter um psicopata em um filme de terror, tratado como o monstro da vez (e novo Jason), que na realidade é um policial uniformizado, é um tópico simplesmente inflamatório demais. Mesmo que a abordagem dos realizadores para vender a obra tenha sido meramente de um aspecto de entretenimento, Maniac Cop possui sim suas entrelinhas e cenas questionadoras de como seria se algo assim realmente acontecesse. Tanto que alguns países, como a Turquia, a palavra Cop (Policial) do título foi trocada a fim que não manchasse a reputação da instituição local.

No auge da era das videolocadoras – ou para os mais novos, a Netflix do passado -, Maniac Cop mesmo sem ter se tornado sucesso de público nos cinemas, redescobriu sua audiência ao ser lançado em VHS para ser assistido em casa. Justamente esta aura cult rendeu ao longa duas sequências, lançadas em 1990 e 1992, mas isso é assunto para um próximo texto.

O tema de Maniac Cop é fervoroso por si só, e se mostra um prato cheio para um diretor que adora incomodar, como Nicolas Winding Refn. Isso, sem esquecer o valor de entretenimento, e claro uma estética primorosa.

Agora, dez anos após ser anunciada no Festival de Cannes, o diretor Nicolas Winding Refn anunciou que se trata do seu próximo longa-metragem, e que será produzido em uma colaboração entre MUBI e Goodfellas.

POLÊMICA! Filme estrelado por Casey Affleck e Gal Gadot sobre o Bitcoin que usará IA terá versões satíricas de Jeff Bezos, Zuckerberg, Putin e mais…

Doug Liman está preparando um dos projetos mais polêmicos de sua carreira — e ele promete cutucar algumas das figuras mais poderosas do planeta.

A sátira sobre inteligência artificial e criptomoedas, intitulada ‘Bitcoin‘ (antes era Killing Satoshi’), já havia chamado atenção por reunir um elenco estrelado com Casey Affleck, Pete Davidson, Gal Gadot e Isla Fisher. Agora, novas informações reveladas pelo Deadline afirmam que o longa também trará versões satíricas de nomes como Jeff Bezos, Mark Zuckerberg, Jack Dorsey, Vladimir Putin, Kim Jong Un e Eric Trump.

A trama acompanha um homem obcecado em provar que foi o verdadeiro criador do Bitcoin — teoria conspiratória que rapidamente coloca sua vida em risco e desencadeia uma guerra envolvendo magnatas da tecnologia, líderes mundiais e bilhões de dólares em jogo.

Os personagens inspirados em Bezos, Zuckerberg e outras figuras reais teriam sido inicialmente interpretados por atores durante as filmagens. Porém, as performances devem receber aprimoramentos com inteligência artificial para que os rostos fiquem ainda mais próximos das personalidades retratadas. O mais curioso? Os atores envolvidos já teriam autorizado contratualmente as alterações digitais feitas por IA.

Entre todos os “figurões” retratados, Zuckerberg aparentemente terá a maior participação em cena. Já Eric Trump surgirá promovendo uma espécie de “Trump Coin”, em momentos descritos como totalmente caóticos e absurdos. O roteiro ainda faz uma rápida referência a Elon Musk.

Embora nenhuma dessas figuras seja protagonista, o longa já estaria cercado de cuidados jurídicos. A produção teria consultado uma equipe extensa de advogados e estaria tratando o projeto como uma grande sátira política e tecnológica, nos moldes de Saturday Night Live e South Park.

Além da temática explosiva, ‘Bitcoin‘ também virou assunto em Hollywood pelo uso pesado de inteligência artificial nos bastidores. Doug Liman optou por utilizar um “estúdio de captura performática sem marcadores” em vez de filmagens tradicionais em locações reais — técnica que permitiu concluir as gravações em apenas 20 dias.

De acordo com o diretor, a tecnologia reduziu drasticamente os custos da produção: o orçamento ficou na casa dos US$ 70 milhões, enquanto um filme semelhante, feito pelos métodos convencionais, poderia ultrapassar facilmente os US$ 200 milhões ou até US$ 300 milhões.

O sindicato SAG-AFTRA, que iniciou novas negociações contratuais em fevereiro, luta para definir os limites entre o trabalho humano e as “performances sintéticas”. A busca é por garantias legais que protejam o nome, a imagem e a semelhança dos atores em uma era de reaproveitamento digital.

 

Sexo e assassinato no trailer de ‘Blowie’, terror SLASHER com atores pornô REAIS

O terror slasher ‘Blowie‘, estrelado por atores pornô reais, ganhou o primeiro trailer.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A trama segue um grupo de profissionais do sexo que alugam uma mansão isolada para gravar conteúdo para o OnlyFans… até que um acidente trágico liberta Blowie: uma assassina com rosto de boneca e sede de vingança.

O elenco conta com Bishop Black, Kali Sudhra, Kayden Gray, Leander, Clark Lewis e Gabriel Cross.

Ed Aldridge, altSHIFT e Sam Lidbetter são responsáveis pela direção.

O longa será lançado em VOD no dia 26 de maio.

Considerada a MAIOR produção (e fracasso) dos games, essa adaptação está surpreendendo na Netflix

Warcraft: O Primeiro Encontro de Dois Mundos‘ fracassou feio nos cinemas, mas finalmente encontrou seu público na Netflix.

A adaptação reestreou no catálogo e atualmente é o quarto filme mais visto do streaming.

A produção fracassou nas bilheterias dos Estados Unidos há 10 anos quando obteve apenas US$ 47 milhões, sendo foi “salvo” de um desastre total por um feito incrível na China, onde arrecadou US$ 225 milhões.

Dirigido por Duncan Jones em 2016, ‘Warcraft – O Primeiro Encontro de Dois Mundos‘ faturou US$ 439 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 160 milhões.  Na época, foi considerado um valor bem baixo.

A ideia era claramente transformar o projeto numa franquia, mas, depois da péssima recepção local, o filme foi descartado e o talentoso diretor Ducan Jones (‘Lunar‘) ficou na geladeira durante anos.

Porém, o Rotten Tomatoes evidencia algo curioso, já que na avaliação dos fãs o filme atingiu a pontuação de 76%, diferente dos 28% cravado pela crítica mundial. Porém, como o filme não deu dinheiro, os produtores de Hollywood não tem a mínima intenção de trazer a franquia de volta.

Nessa semana, ‘Warcraft‘ voltou à vida quando aportou na Netflix – revelando que a decepção comercial da Universal ainda possui muitos fãs.

Na trama, o mundo pacífico de Azeroth está à beira de uma guerra enquanto sua civilização enfrenta uma raça temível de invasores: guerreiros Orcs fugindo de sua casa moribunda para colonizar um novo lugar. Enquanto um portal se abre para conectar os dois mundos, um exército enfrenta destruição e o outro enfrenta a extinção. De lados opostos, dois heróis são colocados em um caminho de colisão que irá decidir o destino de suas famílias, seu povo e seu lar.

Então, uma saga espetacular de poder e sacrifício começa, onde a guerra tem muitas faces, e todos lutam por algo.

Relembre o trailer:

Travis FimmelPaula PattonBen FosterDominic CooperToby KebbellBen SchnetzerRobert KazinskyClancy Brown e Daniel Wu fizeram parte do elenco.

Comédia ADULTA com Jennifer Lawrence estreia fazendo sucesso na Netflix e é HILÁRIA; Assista ao trailer!

Que Horas Eu te Pego?‘ (No Hard Feelings), comédia adulta estrelada por Jennifer Lawrence, estreou fazendo sucesso na Netflix e atualmente figura em segundo lugar entre os filmes mais assistidos do catálogo.

A trama traz Jennifer Lawrence como Maddie Barker, uma mulher que faz de tudo para permanecer na casa que pertencia à sua mãe na paradisíaca costa litorânea de Montauk, Nova York. Trabalhando como motorista de Uber, ela vê seus planos se desmantelado quando o carro que usa para seu ganha-pão é guinchado – deixando-a apenas com o irrisório trabalho de garçonete em um restaurante local.

Sem perspectiva de conseguir pagar as contas e sendo pressionada a vender a casa para os ricaços que passam o verão em seu lar, ela encontra uma oportunidade de recuperar a vida que tinha quando um casal abastado revela estar procurando por alguém que ajude seu filho único, Percy (Andrew Barth Feldman), de dezenove anos, a desabrochar. Percy não tem amigos e é muito introvertido – o que preocupa os pais, visto que o jovem, em breve, entrará na faculdade e não estará acompanhado de mais ninguém.

A princípio hesitante com a estranha oferta, Maddie resolve dar uma chance e é contratada para ser a “namorada falsa” de Percy até que ele esteja pronto para trilhar o próprio caminho. Entretanto, as coisas não saem exatamente como o planejado: conforme Maddie tenta ao máximo fazer com que o garoto saia da concha e descubra o gigantesco mundo que existe lá fora, ela também percebe que ele traz seu melhor à tona, fazendo-a derrubar muralhas que ergueu para se proteger e ser vulnerável em alguns momentos. E, como poderíamos imaginar, Maddie começa a desenvolver sentimentos verdadeiros pelo rapaz – tornando seu trabalho muito mais difícil.

O filme consegue tirar ótimos risos e traz Lawrence em uma de suas melhores atuações.

Crítica | Jennifer Lawrence BRILHA na divertida comédia adulta ‘Que Horas Eu Te Pego?’

Assista ao trailer:

Dirigido por Gene Stupnitsky (‘The Office’), o longa é para maiores de 18 anos.

Além de dirigir, Stupnitsky co-escreveu o o roteiro junto com John Phillips (‘Tirando o Atraso’), enquanto Lawrence também foi anexada como produtora.

Andrew Barth FeldmanMatthew BroderickLaura BenantiNatalie MoralesScott MacArthurEbon Moss-BachrachHasan MinhajKyle Mooney completam o elenco.

‘Supergirl’: Heroína entra em AÇÃO em novo teaser eletrizante; Confira!

Supergirl‘, novo longa do DCU derivado de ‘Superman’, divulgou recentemente um novo teaser, trazendo a heroína em ação e revelando vislumbres do Homem de Aço e do implacável Lobo.

O longa chega aos cinemas brasileiros em 25 de junho.

Além disso, o filme terá 1 hora e 50 minutos de duração, já incluindo os créditos finais.

Para efeito de comparação, a produção será mais curta que ‘Superman’, responsável por abrir as portas do novo universo compartilhado da DC, com 2 horas e 9 minutos de duração.

Questionado sobre a presença de cenas pós-créditos, tradição comum no gênero de super-heróis, o diretor Craig Gillespie preferiu manter o mistério: “Não posso falar sobre isso, desculpe”.

Estrelando Milly Alcock no papel da “Mulher do Amanhã”, o filme promete uma abordagem distinta e ambiciosa para uma das personagens mais poderosas da editora, servindo como uma peça fundamental para a expansão da cronologia liderada por James Gunn.

Rio de Janeiro receberá Milly Alcock para a turnê global de ‘Supergirl’

A direção ficará por conta de Craig Gillespie, conhecido por seu trabalho em ‘Cruella’ e ‘Eu, Tonya’. O roteiro é assinado por Ana Nogueira.

Diferente de uma prática comum em Hollywood, na qual novos atores costumam buscar conselhos com quem já viveu o papel, Alcock revelou ao ComicBookMovie que optou por não procurar Benoist, que interpretou a heroína por seis temporadas na televisão, nem Calle, que deu vida à kryptoniana no filme ‘The Flash’ e nem Laura Vandervoort, que interpretou a heroína em ‘Smallville: As Aventuras do Superboy’.

“São apenas pessoas vivendo suas vidas. Não é como se tivéssemos um laço de sangue”, afirmou a atriz, de forma direta.

Apesar disso, as intérpretes anteriores demonstraram apoio à nova Supergirl. Na época, Benoist declarou: “Eu acredito que todas as interpretações da personagem são valiosas pelo que ela representa. Supergirl, como entidade, é icônica por um motivo e tem sido desde os anos 50. Pessoalmente, acho que cada versão dela é importante para que jovens possam se ver representadas”.

Vandervoort, que interpretou a heroína na série Smallville, também se manifestou nas redes sociais: “Enquanto celebramos a escalação de Milly Alcock como a nova Supergirl, achei apropriado compartilhar algumas artes de fãs que remetem ao meu tempo com esse ‘manto’. Obrigada por isso”.

Por sua vez, Calle também apoiou Alcock, afirmando: “Divirta-se muito. Você parece incrível, adorei isso. Arrase completamente”.

O elenco também conta com Eve Ridley (‘Ruthye’), Matthias Schoenaerts (‘Krem’), David Krumholtz (‘Zor-El’) e Emily Beecham (‘Alura In-Ze’).

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‘Spartacus: House of Ashur’ é CANCELADA após uma temporada

O canal Starz cancelou oficialmente a série ‘Spartacus: House of Ashur‘ depois de apenas uma temporada.

De acordo com o Deadline, a Lionsgate Television tentará encontrar um novo lar para o revival de ‘Spartacus‘.

O site afirma que o derivado falhou em resgatar o público do seriado original, destacando que o projeto “não se alinhava com o perfil atual da emissora”, que foca em conteúdos para mulheres e grupos subrrepresentados.

Ambientada em uma realidade alternativa, a série levanta a seguinte questão: e se Ashur não tivesse morrido no Monte Vesúvio no final de ‘Spartacus: Vengeance‘? E se ele tivesse recebido de presente a escola de gladiadores que pertenceu a Batiatus em troca de ajudar os romanos a matar Spartacus e pôr fim à rebelião dos escravos?

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Nick Tarabay retorna como Ashur, enquanto Lucy Lawless reprisa seu papel como Lucretia.

Graham McTavish, Tenika Davis, Jamaica Vaughan, Ivana Baquero, Jordi Webber, Claudia Black, India Shaw-Smith e Leigh Gill também estrelam.

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‘Sr. e Sra. Smith’: Francesca Scorsese entra para o elenco da 2ª temporada

A aclamada série de espionagem do Prime Video,Sr. e Sra. Smith, começou a mover suas peças para o aguardado segundo ano. De acordo com informações do Deadline, a atriz e diretora Francesca Scorsese (We Are Who We Are) é a nova adição ao elenco da produção, cujas filmagens foram iniciadas no mês passado, em Los Angeles.

Francesca interpretará uma nova versão de Jane Smith na trama. Os bastidores indicam que os novos episódios expandirão o universo da agência apresentando casais mais jovens de espiões, incluindo uma dupla que será vivida por Mark Eydelshteyn e Talia Ryder.

A expectativa é que a personagem de Scorsese faça parte de outro desses novos pares operacionais.

Embora os detalhes do enredo sejam mantidos sob forte sigilo, acredita-se que os astros da primeira temporada, Donald Glover e Maya Erskine, retornarão aos papéis de John e Jane Smith, respectivamente, embora a extensão e o tamanho de suas participações na nova história ainda não tenham sido revelados.

Glover, por sua vez, reforçará sua atuação atrás das câmeras. Além de assinar como cocriador e produtor executivo, ele está confirmado para dirigir múltiplos episódios do segundo ano, repetindo a experiência bem-sucedida de quando comandou o desfecho da primeira temporada.

“Dois estranhos solitários conseguem empregos em uma misteriosa agência de espionagem que oferece a eles uma vida gloriosa de espionagem, riqueza, viagens pelo mundo e uma bela casa em Manhattan. A pegadinha? Novas identidades em um casamento arranjado como Sr. e Sra. John e Jane Smith. Agora casados, John e Jane enfrentam uma missão de alto risco toda semana, ao mesmo tempo em que enfrentam um novo marco no relacionamento. Sua complexa história de cobertura se torna ainda mais complicada quando eles desenvolvem sentimentos reais um pelo outro. O que é mais arriscado: espionagem ou casamento?”.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

 

‘Michael Jackson: The Verdict’: Documentário da Netflix sobre julgamento do Rei do Pop ganha trailer e data de estreia; Confira!

O complexo e controverso legado de Michael Jackson ganhará um novo e detalhado capítulo nas telas. A Netflix confirmou oficialmente a data de estreia de Michael Jackson: The Verdict’, uma aguardada docussérie que promete dissecar os bastidores do histórico julgamento de 2005, no qual o astro enfrentou graves acusações de abuso sexual infantil.

A produção está agendada para chegar ao catálogo global da plataforma de streaming no dia 3 de junho.

Dividido em três partes, o projeto conta com a direção de Nick Green e adota uma abordagem investigativa. A narrativa é conduzida por meio do relato de figuras-chave que estiveram diretamente envolvidas no tribunal, oferecendo uma análise profunda tanto do processo judicial quanto do impacto cultural e social de longo prazo deixado pelo veredito do artista.

A produção do documentário ficou a cargo da Candle True Stories. A equipe de bastidores traz nomes de peso da indústria de não-ficção, contando com a produção executiva de Fiona Stourton e James Goldston, além de David Herman, que também assume a função de showrunner do projeto.

Em um dos trechos de destaque do trailer, a magnitude do caso é resumida de forma direta por um dos entrevistados: “Ele é o homem mais famoso do mundo sendo acusado do crime mais hediondo do mundo.”

O julgamento criminal, realizado na Califórnia em 2005, centrou-se nas denúncias de que o cantor teria abusado sexualmente de um jovem menor de idade dentro de sua famosa e polêmica propriedade, o Rancho Neverland.

A produção não deve se esquivar das diferentes e polarizadas perspectivas que cercam o caso até hoje. No trailer oficial, um profissional diretamente ligado à acusação na época reflete a frustração da promotoria com o desfecho: “Nós acreditávamos que ele era um criminoso e que conseguiu escapar por causa de sua fama e celebridade”.

Ao fim do exaustivo processo em 2005, Michael Jackson foi considerado inocente de todas as 10 acusações criminais apresentadas pela promotoria. Para esclarecer os bastidores dessa decisão, a produção da Netflix trará depoimentos inéditos e exclusivos dos próprios membros do júri do julgamento.

Astros de ‘Passageiro do Mal’ elegem ‘O Iluminado’ e ‘Pecadores’ como seus filmes de terror preferidos[EXCLUSIVO]

Passageiro do Mal‘ (Passenger) já está em exibição nos cinemas e os astros Lou Llobell e Jacob Scipio revelaram com exclusividade ao CinePOP quais são seus filmes de terror preferidos.

“Vou no clássico e dizer O Iluminado.”, afirmou Jacob.

“Sim, eu também vou dizer O Iluminado.”,, continuou Lou.

“Eu vou citar um dos mais recentes que me pegou de surpresa, um dos últimos que assisti. Pra mim, Pecadores foi uma experiência realmente empolgante. Achei tudo muito bem feito, de uma forma muito bonita. E, quer dizer, Michael B. Jordan é uma estrela. Que astro.”, afirmou Lou.

Assista a entrevista:

Passageiro do Mal‘ já está em exibição nos cinemas.

O filme acompanha um jovem casal que está viajando de carro quando testemunha um terrível acidente que deixa o motorista morto. A partir desse momento, eles começam a ser perseguidos por uma entidade demoníaca da qual é impossível escapar.

Melissa Leo (‘O Vencedor’), Jacob Scipio (‘Bad Boys para Sempre’) e Lou Llobell (‘Fundação’) estrelam a produção.

Conhecido pelos fãs do gênero, o diretor Andre Øvredal já comandou ‘O Caçador de Troll‘, ‘A Autópsia‘, ‘Histórias Assustadoras para Contar no Escuro‘ e ‘Drácula – A Última Viagem do Demeter‘.

Zachary Donohue e T.W. Burgess são responsáveis pelo roteiro.

Gary Dauberman (‘A Hora do Vampiro’) produz.

O longa é produzido pela 18hz Productions, companhia de Walter Hamada. Ele recentemente fechou um contrato com a Paramount Pictures , após ter deixado a Warner Bros, para a produção exclusiva de filmes de terror de médio orçamento.

Saiba mais sobre o filme: Passageiro do Mal

Confira o trailer e um vídeo dos bastidores:

Elon Musk DETONA final de ‘The Boys’, e Eric Kripke reage: “Nunca vou receber elogio melhor”

O encerramento definitivo de The Boys, no catálogo do Prime Video, repercutiu até mesmo entre as personalidades mais influentes do setor tecnológico. O bilionário Elon Musk utilizou sua plataforma, o X (antigo Twitter), para se manifestar sobre o desfecho do fenômeno cultural, criticando abertamente o destino do principal antagonista da produção.

De acordo com informações levantadas pelo Deadline, Musk classificou o desfecho como “patético”, referindo-se ao momento em que o grande vilão da série perde seus poderes e acaba implorando por sua vida.

A reação negativa, contudo, foi recebida com ironia pelo criador e showrunner da série, Eric Kripke, que encarou o comentário como uma validação de seu trabalho:

“Meu Deus, essa é a opinião dele sobre o que The Boys fez com Capitão Pátria. Nunca vou receber um elogio melhor”, escreveu Kripke ao repostar a publicação do empresário.

A interação ganhou novos desdobramentos quando Musk respondeu diretamente ao cineasta, minimizando seu próprio engajamento com a obra ao admitir que sequer acompanha a produção de forma regular: “Nem assisti à série, para ser sincero. Kripke provavelmente levou bronca do namorado da esposa dele por Capitão Pátria viralizar e precisou escrever aquele final como um pedido de desculpas humilhante”.

Questionado por usuários da rede social sobre o motivo de estar “tão irritado” com o desfecho de uma produção que alegou não ter assistido, o bilionário rebateu de forma direta: “Não estou irritado, só comentando que esse final parece falso e gay.”

Eric Kripke rebate críticas ao final de ‘The Boys’: “Não me arrependo”

Apesar do incômodo com o destino do Capitão Pátria, Musk não fez menção a um dos pontos mais comentados do episódio final: a introdução de um personagem chamado “The Disruptor” (O Disruptor). O personagem em questão é retratado como um magnata bilionário obcecado pela exploração espacial, taxas de fertilidade da população branca e o uso de bonés pretos bordados com slogans políticos, características amplamente associadas pela mídia ao perfil público de Musk.

Na cena que gerou forte repercussão, o Capitão Pátria (Antony Starr) assassina o bilionário em órbita antes de retornar rapidamente à Terra, ironizando o ato: “Ele era um astronauta. Eu levei ele ao espaço”.

Ao ser interpelado pela imprensa sobre a óbvia referência ao dono do X, Eric Kripke manteve o tom sarcástico antes de detalhar a função narrativa do personagem no roteiro:

“O que fez você pensar que era o Elon Musk?”, brincou o diretor. “Precisávamos dessa cena para mostrar o estado mental do Homelander no episódio final. Então pensamos: ‘Vamos trazer o Disruptor’. Foi uma última sátira antes de encerrarmos a série”.

The Boys’ está disponível no prime vídeo. 

No ciclo final de ‘The Boys‘, o mundo fica à mercê dos caprichos erráticos e egocêntricos do Capitão Pátria, enquanto figuras centrais como Hughie, Mother’s Milk e Frenchie encontram-se presos em um “Campo da Liberdade”.

Em meio ao caos, Annie tenta organizar uma resistência contra a força esmagadora dos Supers, ao mesmo tempo em que lida com o desaparecimento de Kimiko. O ressurgimento de Billy Bruto, decidido a utilizar um vírus capaz de eliminar todos os Supers da Terra, promete desencadear uma série de eventos irreversíveis.

O elenco de peso da produção continua contando com nomes como Antony Starr, Dominique McElligott, Jessie T. Usher, Chace Crawford, Laz Alonso, Tomer Capone, Karen Fukuhara e Nathan Mitchell.

‘Era uma Vez em Hollywood’: Bruce Dern relembra bronca severa de Quentin Tarantino em Brad Pitt durante filmagens

O veterano ator Bruce Dern relembrou recentemente uma história tensa dos bastidores de ‘Era Uma Vez em… Hollywood’ (2019), quando Quentin Tarantino e Brad Pitt, se desentenderam nos sets do longa-metragem vencedor do Oscar.

Conforme a Variety, o ator explicou que o desentendimento aconteceu por conta uma cena de improviso de Brad Pitt

“Quando Brad Pitt me acorda em ‘Era Uma Vez em… Hollywood’, eu estou na cama, me levanto meio grogue e digo: ‘Eu realmente não tenho certeza do que está acontecendo’. ‘Eu estava olhando para ele. [Pitt] cortou a câmera. Ele cortou a câmera. A expressão no rosto de Quentin… quero dizer, ele ficou extremamente sério e disse: ‘Brad, o que você acabou de fazer?'”, contou Dern.

De acordo com o relato do veterano, a reação do diretor à interrupção de Pitt foi imediata e categórica:

“Brad respondeu: ‘Bem, eu cortei a câmera’. Então Quentin disse: ‘Nunca mais na sua vida faça isso ou você estará morto neste negócio. Esse é o meu território. Não interrompa a atuação’. Depois seguimos gravando a cena e tudo o que Brad disse foi: ‘Bem, aquilo que ele falou não estava no roteiro'”, acrescentou.

Apesar do momento de forte tensão destacado por Bruce Dern, o episódio não abalou a parceria de longa data entre o astro e o cineasta. Procurada pela revista Variety para comentar o caso, uma fonte próxima aos dois profissionais minimizou o atrito, garantindo que o respeito mútuo prevalece: “Quentin é um dos diretores favoritos de Brad, e os dois sempre tiveram uma ótima relação de trabalho”.

‘Era uma Vez em… Hollywood’ está disponível na Netflix. 

Era Uma Vez em Hollywood

“Em 1969, Rick Dalton é um ator de TV em declínio que tenta voltar à vida de fama e sucesso em Hollywood ao lado de seu amigo e dublê, Cliff Booth. No processo, eles cruzam com muitas pessoas influentes da indústria cinematográfica, como os novos vizinhos de Rick, o casal Sharon Tate e Roman Polanski, e acabam se envolvendo involuntariamente com a infame família de Charles Manson”, diz a sinopse.

Sucesso nos cinemas, o longa arrecadou ótimos US$ 368.9 milhões mundialmente e rendeu ao astro Brad Pitt seu primeiro Oscar como ator, pela categoria de Melhor Ator Coadjuvante.

‘Day Drinker’: Lionsgate define estreia do novo filme estrelado por Johnny Depp; Confira!

A Lionsgate reformulou seu calendário de lançamentos e anunciou oficialmente a data de estreia deDay Drinker, thriller de ação e suspense que marca o reencontro dos astros Johnny Depp e Penélope Cruz nas telas. O longa-metragem assumiu a janela de exibição que pertencia a outra grande produção do estúdio, ‘A Ressurreição de Cristo: Parte 1’, dirigida por Mel Gibson.

De acordo com informações publicadas pela revista Variety,Day Drinker chegará aos cinemas globalmente no dia 26 de março de 2027. Com a mudança estratégica, o aguardado épico religioso de Mel Gibson foi adiado em algumas semanas, tendo sua estreia remarcada para o dia 6 de maio de 2027.

Penélope Cruz e Madelyn Cline também fazem parte do elenco.

O projeto marcará não apenas o retorno de Depp em Hollywood após seu polêmico drama legal com a ex-esposa Amber Heard, como também será sua reunião com Cruz após ‘Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas‘.

Os atores espanhóis Manu Ríos e Arón Piper (ambos conhecidos pelo sucesso global na série ‘Elite’), ao lado de Juan Diego Botto (‘O Esquadrão Suicida’) e da atriz em ascensão Anika Boyle, foram oficialmente contratados para o projeto. Detalhes específicos sobre os papéis do quarteto ainda são mantidos sob sigilo pelo estúdio.

Na trama…

A bartender de um navio de cruzeiro conhece um misterioso bebedor diurno, mas não demora muito para que ambos se vejam envolvidos em um submundo criminoso e conectados de maneiras inesperadas.

A história é baseada em um roteiro original de Zach Dean.

A Lionsgate é o estúdio por trás do projeto. Essa é a segunda colaboração entre o estúdio e a 30WEST. As empresas se uniram também para a comédia ‘Power Ballad‘, estrelada por Paul Rudd e Nick Jonas.

Crítica | ‘O Mandaloriano e Grogu’ joga no SEGURO e parece um episódio estendido de série…

A saga Star Wars teve início em 1977 e ganhou vida através da genialidade de George Lucas, que, à época, não tinha ideia de que cimentaria um dos maiores e mais prestigiados universos da cultura pop. Desde então, o longa-metragem que acompanhou Luke Skywalker em sua batalha contra as forças do mal transformou-se em uma franquia multimidiática que conta com videogames, séries e romances, continuando a inspirar os fãs. É claro que, como toda produção audiovisual, esta aqui também conta com altos e baixos, singrando de aclamadas incursões como ‘Rogue One’ e ‘Andor’ até decepções como ‘Solo: Uma História Star Wars e ‘O Acólito’, apenas a encargo de exemplificação.

E, sete anos depois de ‘A Ascensão Skywalker’, que finalizou a saga Skywalker nas telonas, somos convidados a retornar aos cinemas com o filme derivado O Mandaloriano e Grogu. O projeto funciona como uma sequência da elogiada série The Mandalorian, estrelada por Pedro Pascal – que inclusive conquistou várias indicações e prêmios por seu trabalho como Din Djarin e funciona como uma história solo que investe ainda mais esforços na relação entre o caçador de recompensas conhecido como o Mandaloriano e seu adorável e poderoso discípulo, Grogu. Porém, apesar das boas intenções, o longa-metragem não se sustenta com a narrativa e não consegue justificar a própria existência.

Na trama, com a queda do Império Galáctico, a ascensão da Nova República garante que a democracia seja respeitada. Todavia, alguns senhores da guerra que apoiavam o antigo regime continuam espalhados pelo universo, utilizando de seu poder e de sua influência para angariar aliados e colocar a frágil paz em risco. Para tanto, Mando e Grogu são escalados para caçar os dissidentes, impedindo que seus planos se concretizem. Em mais uma missão, a líder dos Rangers de Adelphi da Nova República, Ward (Sigourney Weaver), pede que a dupla resgate Rotta the Hutt (Jeremy Allen White), filho do famoso gângster e criminoso Jabba the Hutt que foi sequestrado. Em troca, seus tios, conhecidos como “Os Gêmeos”, irão fornecer informações valiosas sobre um alvo inimigo.

Mando e Grogu, então, partem em busca de Rotta e descobrem que ele é a “atração principal” de um ringue de luta comandado por Janu (Jonny Coyne), líder de uma das facções remanescentes do Império Galáctico e o alvo que a Nova República vinha procurando. Lá, Rotta se transformou em um poderoso gladiador e, preparando-se para sua luta final, percebe que Janu deseja entregá-lo de bandeja à morte ao escalar algumas das criaturas mais perigosas do cosmos para que ele as enfrente. Eventualmente, Mando consegue tirá-lo de lá e descobre que os Hutt estão trabalhando para os seguidores do Império, vendendo informações falsas ou alertando-os com antecedência dos planos da República – levando-o a uma jornada ainda mais perigosa para desmantelar os traidores.

Apesar da narrativa parecer muito intrincada, o trio de roteiristas formado por Jon Favreau, Dave Filoni e Noah Kloor atenua bastante a temática política e converte a essência de Star Wars em uma história simples e trivial que mais foca no estilo do que no conteúdo. Em outras palavras, o denso teor que já vimos em produções anteriores da franquia, como ‘Andor’ e ‘A Ameaça Fantasma’, é deixada de lado em prol de um filme de aventura que não traz nada de novo ao gênero e que funcionaria melhor como uma temporada extra da série original ou até mesmo um capítulo filler para encerrar a jornada dos protagonistas titulares.

Pascal faz um bom trabalho ao retornar como Din Djarin, oferecendo algumas camadas extras ao personagem à medida que se mantém fiel à complexa personalidade apresentada em The Mandalorian, navegando por um misto de ceticismo e altruísmo que traz ritmo ao enredo e dividindo os holofotes com a bem-vinda presença de Grogu; Allen White traz uma versão espacial de Apollo Creed aos cinemas ao viver à sombra do pai e, ao mesmo tempo, mostrando que não é igual aos outros Hutts e que quer deixar um legado muito diferente do de Jabba; e é sempre bom ver Weaver nos agraciando com seu carisma, por mais que suas cenas sejam pontuais.

Favreau, que também assume a cadeira de direção, constrói um espetáculo visual que precisa ser conferido na melhor tela e com o melhor som – mas, ao nos engolfar em mais uma ramificação desse expansivo universo, se esquece de construir uma história que seja de fato proveitosa, apoiando-se na nostalgia em detrimento da originalidade. É claro que as boas intenções estão ali, mas não podemos deixar de sentir um gostinho amargo de frustração conforme os créditos finais sobem em tela, pensando que o encerramento de Mando e Grogu tinha tudo para ser bem mais memorável.

O Mandaloriano e Grogu tem grandes chances de agradar aos inveterados fãs de Star Wars, porém, deve dividir a audiência por não saber exatamente o que fazer com o que propõe – destituindo os ótimos aspectos da franquia sci-fi e jogando no seguro com um “arroz com feijão” de pouco mais de duas horas de duração.

Lembrando que o filme tem estreia marcada para o dia 21 de maio nos cinemas nacionais.

Saiba Mais – O Mandalorian e Grogu

‘Michael 2’: Lionsgate confirma desenvolvimento da sequência, mas NÃO revela se abordaram as POLÊMICAS do Rei do Pop

O longa-metragem Michael, cinebiografia focada na trajetória do Rei do Pop, Michael Jackson, continua a se consolidar como um dos maiores fenômenos cinematográficos do ano. Embalada pelo excelente desempenho comercial, a Lionsgate oficializou o desenvolvimento de uma sequência para dar continuidade à história do artista.

De acordo com informações divulgadas pela Variety, Adam Fogelson, chefe da divisão cinematográfica da companhia, demonstrou otimismo com os rumos do novo projeto:

“Estamos realmente empolgados com o progresso que estamos fazendo em relação a um segundo filme de ‘Michael’. Todas as conversas que tivemos com todas as partes apropriadas continuam avançando excepcionalmente bem”, afirmou.

O primeiro filme encerra sua narrativa em 1987, com o cantor no meio da icônica turnê do álbum “Bad”. O corte cronológico deixa décadas de material biográfico em aberto, cobrindo desde a era dos discos “Dangerous” e “Invincible” até as intensas controvérsias e acusações de abuso sexual infantil que acompanharam Jackson nos anos seguintes.

“Eu diria que existe uma enorme quantidade de histórias extremamente divertidas de Michael Jackson, além de muitas das partes mais populares de seu catálogo musical, que não foram abordadas no primeiro filme. Há tantos outros acontecimentos, até mesmo dentro do período mostrado no filme original, que não foram explorados. Então estamos muito confiantes de que temos um longa incrivelmente envolvente que novamente vai conquistar o público global conforme as peças forem se encaixando”, acrescentou Fogelson.

O executivo também revelou que a equipe estuda quebrar a estrutura linear tradicional na continuação: “Podemos avançar e voltar no tempo ao contar essa história”.

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Apesar do estrondoso sucesso de público, os bastidores da produção original foram complexos. Inicialmente, o roteiro pretendia explorar o impacto das batalhas judiciais na vida de Jackson, dedicando grande parte de seu terceiro ato aos escândalos. No entanto, os planos foram alterados após os advogados do espólio do cantor, que atua diretamente na produção do filme, identificarem um antigo acordo legal firmado com o primeiro acusador do artista, Jordan Chandler.

O documento proibia expressamente a representação ou menção de Chandler em qualquer produção cinematográfica, o que forçou o estúdio a limpar o roteiro de referências diretas ao episódio. Até o momento, a Lionsgate não detalhou como pretende navegar por esse período turbulento na sequência sem violar os termos do acordo judicial.

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Uma das vantagens estratégicas para o novo longa será o uso de cenas que acabaram de fora da versão final do primeiro filme, otimizando o orçamento da futura produção:

“Acreditamos que já temos entre 25% e 30% de um segundo filme gravado a partir das filmagens anteriores, então obviamente isso trará algum benefício financeiro no futuro. Mas vamos garantir que faremos novamente um grande e satisfatório filme para o público mundial”, declarou o chefe da divisão cinematográfica.

Com um orçamento inicial superior a US$ 155 milhões, ultrapassou a impressionante marca de US$ 700 milhões nas bilheterias mundiais, assegurando seu posto como um dos principais lançamentos comerciais de 2026 e garantindo vida longa à franquia biográfica no cinema.

Michael’ segue em exibição nos cinemas nacionais.

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Dirigido por Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’, ‘O Protetor’), o filme propõe um retrato cinematográfico profundo sobre a vida e o legado de Michael Jackson. A trama vai além dos palcos, acompanhando a jornada do artista desde a descoberta de seu talento precoce como líder dos Jackson Five até sua transformação em um visionário global, impulsionado pela busca incessante de se tornar o maior artista do mundo.

O roteiro, assinado pelo três vezes indicado ao Oscar John Logan (‘Gladiador’, ‘O Aviador’), oferece ao público um lugar na primeira fila para observar a vida de Michael fora dos holofotes, alternando com as performances mais emblemáticas do início de sua fase solo.

A cinebiografia marca a estreia de Jaafar Jackson no cinema, assumindo o desafiador papel de seu tio. O elenco principal conta ainda com nomes de peso da indústria: Colman Domingo, Nia LongMiles TellerLaura Harrier e Juliano Krue Valdi.

A produção executiva está sob o comando do vencedor do Oscar Graham King (‘Bohemian Rhapsody’), em parceria com John Branca e John McClain, figuras ligadas diretamente ao espólio de Michael Jackson e responsáveis por projetos como This Is It’.

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de Setembro.

Dirigido por Zachary Wigon (‘The Heart Machine’), o filme é baseado no romance de Virginia Feito, que assina o roteiro.

A trama gira em torno de Winifred Notty, uma jovem governanta excêntrica que é contratada para trabalhar em uma mansão gótica isolada, a Ensor House. Suas funções incluem ensinar boas maneiras às crianças e instruí-las sobre a história da família. No entanto, Notty esconde tendências psicopatas — e, à medida que ela se adapta à nova rotina, membros da equipe da casa começam a desaparecer misteriosamente, levantando suspeitas sobre sua verdadeira natureza.

O elenco ainda conta com Jason Isaacs (‘The White Lotus’), Ruth Wilson (‘The Affair’), Thomasin McKenzie (‘Noite Passada em Soho’), Evie Templeton (‘Wandinha’), Amy De Bruhn (‘Borderline’) e Jacobi Jupe (‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’).