O ator Johnny Wactor faleceu aos 37 anos neste sábado (25), após ser atingido por um tiro durante um assalto.
Ele ficou conhecido por seu papel na série ‘General Hospital‘.
Scarlett Wactor, mãe do ator, revelou ao TMZ que ele estava no centro de Los Angeles quando viu três homens tentando arrombar seu carro. Mesmo ele não tentando lutar, os bandidos atiraram nele antes de fugirem com o carro.
Wactor estrelou ‘General Hospital‘ entre 2020 e 2022, no papel de Brando Corbin. Brando se juntou ao show e acabou sendo filho de Gladys (Bonnie Burrough), anteriormente considerado morto. O personagem de Wactor se casou com Sasha (Sofia Mattsson) e morreu quando foi esfaqueado por The Hook.
Na televisão, Wactor apareceu em programas como Army Wives (2007), Sibéria (2013), Agente X (2015), Vantastic (2016), Animal Kingdom (2016), Hollywood Girl (2010), Dia de Treinamento (2017), Criminal Minds (2017), The OA (2019), Westworld (2020), entre outros.
“Quando você coloca o rosto para fora do avião, indo a mais de 120 a 130 milhas por hora, você não está recebendo oxigênio. Então eu tive que me treinar para respirar. Houve momentos em que eu desmaiava fisicamente; eu não conseguia voltar para a cabine.”
Confira:
Em uma recente entrevista à Empire, o diretor Christopher McQuarrie revelou que o público se surpreenderá com o capítulo final da franquia ‘Missão Impossível’ – e uma exibição-teste do filme aparentemente já provou isso.
McQuarrie revelou que, durante uma das primeiras exibições do filme, um dos membros da audiência quase teve um ataque do coração ao conferir umas das sequências de ação.
“Tivemos uma pequena exibição e alguém disse: ‘eu estava sufocando durante a sequência inteira. Quase tive um ataque do coração’. E eu pensei: ‘acho que fizemos algo certo'”, ele disse.
Na trama, Ethan Hunt e sua equipe da IMF embarcam em uma missão perigosa e de vingança para recuperar uma nova arma que ameaça toda a humanidade e enfrentar o maior vilão de seu passado.
‘Pressão‘ (‘Pressure’), drama de guerra estrelado pelo vencedor do Oscar Brendan Fraser (‘A Baleia’) e o indicado ao Emmy Andrew Scott (‘Ripley’), abriu com 82% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Das 23 críticas, 19 fora positivas e 4 negativas.
O filme chega nos cinemas nacionais dia 3 de Setembro.
A trama acompaanha as 72 horas que antecederam o Dia D, todas as peças estão no lugar, exceto um elemento-chave — o clima britânico. O Oficial Meteorológico-Chefe da Grã-Bretanha, James Stagg, é chamado para entregar a previsão mais consequente da história, colocando-o em um impasse tenso com toda a liderança Aliada.
Condições adversas poderiam devastar a maior invasão marítima de todos os tempos, enquanto qualquer atraso poderia alertar a inteligência alemã. Com apenas seu ajudante confiável, o Capitão Kay Summersby, para confiar, e assombrado por um ensaio catastrófico do Dia D, a decisão final repousa com o Comandante Supremo Aliado Dwight D. Eisenhower. Com apenas horas para ir, o destino da guerra e as vidas de milhões estão em jogo.
Filmes sobre crises existenciais não deixa de ser algo frequente ano após ano no cinema. Mais e um escritor em crise? A expressão de ideias em uma folha de papel, uma máquina de escrever, um computador ou qualquer lugar onde se expressa-se variáveis técnicas, ou até mesmo estilos de escrita sempre nos levaram para universos conflituosos de mentes brilhantes ao longo do tempo. Para refletir sobre esse tema, em obras baseadas em fatos reais ou não, segue abaixo 5 filmes sobre escritores em crise:
Meia-Noite em Paris
Um dos mais aclamados filmes do cineasta norte-americano Woody Allen, em Meia-Noite em Paris acompanhamos uma trama onde durante uma viagem de lazer à Paris com sua mulher e seus sogros, um escritor bastante deslumbrado com as características marcantes dessa bela cidade, descobre a capital francesa sozinho pela madrugada indo para décadas atrás da mesma cidade onde conhece intelectuais e pessoas que admira no seu presente.
Na trama, conhecemos a indelicada, inconveniente, provocativa, excêntrica, adivinhadora de futuros, que sofre com conflitos internos, tem uma visão complicada do mundo, vive tragédias diárias em seu casamento, a escritora Shirley Jackson (Elisabeth Moss) que passa sua vida reclusa em uma casa confortável, tendo a companhia do seu marido Stanley (Michael Stuhlbarg), um prestigiado professor de universidade. Com a chegada do jovem casal Rosa (Odessa Young) e Fred (Logan Lerman) para morarem durante um tempo na casa de Shirley e Stanley, a nova dinâmica mexerá bastante com a rotina depressiva da primeira que entre outros feitos, embarca em uma análise angustiante sobre si mesma e tudo que cria nos seus elogiados textos influenciando a imatura e sem experiência de vida Rosa.
Bem-vinda, Violeta!
Filmado em Ushuaia, na Patagônia argentina, na trama conhecemos a escritora Ana (Débora Falabella) que resolve embarcar em uma viagem para uma espécie de laboratório criativo onde ela e outros escritores participam de dinâmicas comandadas pelo enigmático Holden (Darío Grandinetti), um homem cheio de personalidade que ficara famoso no mundo literário após queimar exemplares dos seus livros no dia do lançamento. Os dias nesse lugar são intensos e provocantes, há uma necessidade de um abandono de si mesmo e um embarque na personalidade dos principais personagens das respectivas obras. Aos poucos, a forte protagonista começa a se perder, se descontruindo em torno de uma de suas personagens do seu último livro.
Borboletas Negras
A trama conta a vida de uma Sul-Africana, com muitos problemas, que em seus momentos de lucidez é uma escritora muito famosa. Tem um relacionamento muito difícil com o pai (Abraham Jonker, muito bem interpretado pelo sumido Rutger Hauer), que começou a criação dela após a internação seguida de falecimento da mãe. Após ser salva no mar, bem no início do longa, começa um relacionamento com um escritor também muito famoso e juntos enfrentam os movimentos políticos da época, a bebida, o desejo sexual e a loucura que vão tomando conta da personagem principal de maneira intensa.
Crupiê – A Vida em Jogo
Na trama, conhecemos Jack Manfred (Clive Owen), um homem que tenta conseguir um grande chance em uma editora no sonho de escrever um best-seller. Com muito tempo para escrever mas com a grana curta, devendo inclusive o aluguel para a namorada Marion (Gina McKee) que mora com ele, recebe uma ligação certo dia de seu pai, um malandro que mora na África do Sul que conseguiu para Jack um emprego como crupiê em um cassino em Londres. Jack aceita o serviço e começa a trabalhar no lugar. Lá conhece os funcionários, os jogadores e conforme vai gostando da nova profissão acaba atraindo conflitos para seu presente mas que podem servir como variáveis importantes para seu próximo livro.
O Lugar Onde Tudo Termina marca a reunião do diretor Derek Cianfrance com o talentoso ator Ryan Gosling, dupla do sucesso de crítica Namorados para Sempre. Assim como no filme sobre a morte de um relacionamento de anos, o novo trabalho da dupla é uma obra recheada de fortes sentimentos, que em sua maioria condizem com a tristeza e melancolia. O cineasta se especializou em criar personagens problemáticos e errantes, mas ao mesmo tempo assustadoramente reais e próximos a nós.
O roteiro criado pelo próprio diretor, em parceria com Ben Coccio e Darius Marder, cria uma trama que exige uma produção maior. Essa é uma saga épica envolvendo diversas vidas, em três histórias, ao longo dos 140 minutos de projeção. A estrutura de roteiro criada pelo diretor é em etapas. A primeira nos apresenta o vagante Luke (papel de Ryan Gosling), um sujeito tatuado da cabeça aos pés, que atualmente ganha a vida como motoqueiro no Globo da Morte de um parque de diversões.
A vida do desapegado protagonista muda quando ele se descobre pai de um bebê, de uma relação de uma noite apenas. Romina (papel de Eva Mendes, a namorada do ator na vida real) está em outro relacionamento, mas Luke pretende lutar para manter sua família unida, tentando criar o que nunca teve. O desnorteado personagem começa então a realizar assaltos a bancos, fazendo uso de suas habilidades com a moto, a fim de sustentar sua recém-descoberta família.
Depois, somos apresentados à Avery (papel de Bradley Cooper, em cartaz com Se Beber, Não Case – Parte 3), o policial que persegue Luke durante um de seus assaltos. Num confronto, o homem da lei sai ferido, mas logo é considerado um herói local por ter participado de tamanha ação no início de carreira. O roteiro de Cianfrance passa a acompanhar Avery agora, mas sem abandonar o universo desse pequeno local arbóreo localizado nos arredores de Nova York.
O policial precisa lidar com a corrupção dentro de seu distrito, encabeçada pelo personagem de Ray Liotta (um especialista nesse tipo de personagem). E por fim, avançando 15 anos no futuro, vemos o relacionamento de amizade e desafeto entre os filhos dos personagens de Gosling e Cooper, interpretados por Dane DeHaan (de Poder Sem Limites) e Emory Cohen (do seriado Smash). O Lugar Onde Tudo Termina possui uma trama relativamente simples, mas bem delineada.
É o tipo de cinema autoral raro nos Estados Unidos atualmente, no qual um diretor tem total liberdade para contar uma história de seu jeito. Aqui o que conta são as situações, os personagens e seu desenvolvimento. As cenas representam trechos da realidade. Essas são pessoas, seres humanos que conhecemos em cada esquina, e não personagens num filme. Os relacionamentos mostrados soam genuínos, e criam grande impacto.
Luke, por exemplo, é um sujeito tentando fazer as coisas certas, que sem saber como, acaba enveredando por lugares muito sombrios. Os atores dão conta do recado, em especial Bradley Cooper, que vem se tornando um verdadeiro rouba cenas (tanto aqui, quanto em O Lado Bom da Vida). Sua cena durante uma sessão com a psicóloga do departamento, na qual chegam a conclusão do motivo de seu atual desinteresse no filho recém-nascido é emocionante, e Cooper diz tudo somente com as expressões de seu rosto, sinal de um grande ator.
Já Gosling, começa a se prender e a se repetir no mesmo tipo de personagem: o sujeito monossilábico, e aparentemente pacífico, mas que esconde no interior a feracidade de um animal enjaulado. O ator repete o repertório aqui mais uma vez. Talvez precise se desprender da aura de “sou cool” que leva consigo em todos os seus papéis recentes. Tirando o fato de que nenhum dos personagens envelhece com a passagem de tempo (apenas Eva Mendes, fazendo uso de uma maquiagem ruim), O Lugar Onde Tudo Termina é um drama satisfatório, que consegue igualmente emplacar ação e suspense.
Nem só de aventura, ficção científica e terror vivem as adaptações de filmes de sucesso para a TV. O drama também tem seu lugar. Em anos recentes vimos produções como Westworld, Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado e o vindouro O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder levando suas histórias das telonas para as telinhas. É claro que o fato não é novidade, remetendo aos primórdios da televisão. A próxima a chegar planejando fazer barulho é a versão da Amazon Prime Video para Uma Equipe Muito Especial (A League of Their Own), que foi exibida em junho no Festival de Tribeca, nos EUA, e estreia seus 8 episódios a partir do dia 12 de agosto na plataforma de streaming número 2 do mundo.
O novo programa será mais inclusivo, tratando de adicionar atrizes negras ao elenco de protagonistas (como Chanté Adams e Gbemisola Ikumelo), elemento muito bem-vindo e ausente da produção original. O programa foi criado por Will Graham e Abbi Jacobson. Para entrarmos no clima desta que é uma das grandes apostas da Amazon para o segundo semestre de 2022, iremos relembrar com você onde essa história começou. E também comemorar o aniversário de 30 anos de um dos filmes de esporte mais originais e representativos do cinema: Uma Equipe Muito Especial.
Dos cinemas para a Amazon. O clássico de 30 anos ganhará uma roupagem mais diversificada com a inclusão de atrizes negras no elenco.
A trajetória de Uma Equipe Muito Especial (A League of Their Own, 1992) começou com a saudosa diretora Penny Marshall – uma das vozes femininas mais marcantes de Hollywood das décadas de 80 e 90. Famosa pelo icônico Quero Ser Grande(1988), o filme em que um menino vira adulto nas formas de Tom Hanks, a cineasta acabava de sair do sucesso dramático Tempo de Despertar (1990), com Robert De Niro e Robin Williams, indicado a três prêmios no Oscar incluindo melhor filme. Marshall então decidiu qual seria seu próximo projeto ao assistir um documentário da rede PBS sobre a Liga Profissional de Baseball Feminino. Sendo uma grande fã do esporte, a diretora decidiu que iria desenvolver um filme sobre os primórdios desta liga. Para escrever o roteiro foram contratados Lowell Ganz (Splash e O Tiro que Não Saiu Pela Culatra) e Babaloo Mendel (Eu, Minha Mulher e Minhas Cópias), baseado na ideia inicial de duas mulheres, Kim Wilson e Kelly Candaele, além da própria Penny Marshall.
Uma Equipe Muito Especialnão é especificamente baseado numa história real, porém, aborda um momento real histórico dos EUA, e baseia alguns de seus personagens centrais em figuras que realmente existiram. Como, por exemplo, Dottie Hinson, a protagonista vivida por Geena Davis, é inspirada na lendária jogadora Dottie Collins, que realizou muitos dos feitos mostrados no filme durante a Segunda Guerra Mundial – embora suas vidas pessoais fossem completamente diferentes. Outro que pegou inspiração de personalidades reais em sua composição foi o treinador do time feminino, o ex-atleta acabado Jimmy Dugan (papel deTom Hanks), que é um misto dos treinadores reais do passado Jimmie Foxx e Hack Wilson.
Como dito, a trama do filme é baseada num momento histórico real, porém, com algumas liberdades criativas. Durante a Segunda Guerra Mundial, os americanos foram convocados para servir no conflito e viajavam para fora do país, atendendo às mais variadas capacidades (não necessariamente direto no campo de batalha). Isso incluía esportistas. Assim, na década de 1940, com o baseball solidificado como um dos esportes mais populares do país, assim como suas duas principais ligas (a NL – National League – e a AL – American League), todos os jogadores deixaram os campos e seguiram para a guerra. A solução foi convocar as esposas e namoradas dos jogadores para ocupar seus lugares, dando continuidade ao esporte e entretenimento ao povo num momento tão difícil para a humanidade. Assim nascia a Liga de Baseball Feminina nos EUA, esporte que só se fortificou com o passar dos anos e encontrou seu próprio espaço, assim como as mulheres de forma geral na sociedade. Neste aspecto,Uma Equipe Muito Especial é um filme feminista, que fala sobre a ascensão da mulher num universo tipicamente masculino.
Uma Equipe Muito Especial é um filme à frente de seu tempo, e tanto nas telas quanto atrás das câmeras surge como um marco importante em Hollywood. A começar por ser uma grande produção de um dos maiores estúdios da meca do cinema, protagonizado por mulheres, onde os homens recebem os papeis coadjuvantes. E segundo, devido ao seu tema mais que digno, que homenageia mulheres importantíssimas e que foram precursoras em abrir portas para o gênero não apenas no esporte, mas também na sociedade de forma geral. O filme marcou o segundo trabalho consecutivo da estrela Geena Davis num longa com fortes tintas de empoderamento, que conseguem manter sua relevância até hoje, seguindo sua indicação ao Oscar em Thelma & Louise no ano anterior. Geena Davis corre, pega bolas, joga de verdade e inclusive fez sem dublês a cena do espacate. No entanto, Davis não era a primeira escolha para a protagonista Dottie.
Durante a pré-produção do filme, nomes como Brooke Shields, Laura Dern, Kelly McGillis, Ally Sheedy, Jennifer Jason Leigh e Sean Young foram cogitados ou estiveram de fato vinculados ao projeto. Demi Moore chegou muito perto de conseguir a vaga, mas precisou desistir ao se descobrir grávida (do então marido Bruce Willis). Outra que fez teste para Dottie foi uma jovem e desconhecida Marisa Tomei, que gravou sua audição em vídeo, tendo Joe Pesci como técnico, durante os intervalos das filmagens de Meu Primo Vinny, também lançado em 1992. Pelo filme, Tomei levaria o Oscar de atriz coadjuvante, mas não conseguiria o papel em Uma Equipe Muito Especial, já que segundo a diretora, “Tomei simplesmente não era uma jogadora”. E isso era especificamente o que Marshall exigia de suas atrizes, que soubessem ou aprendessem baseball. A cineasta realizou testes de baseball para duas mil atrizes, até os grandes nomes tinham que mostrar que sabiam jogar.
Depois de muito procurar, Penny Marshall finalmente decidiu por sua Dottie, nas formas de… Debra Winger! A atriz nessa época já havia sido indicada duas vezes ao Oscar (por A Força do Destino e seu filme mais famoso, Laços de Ternura) e havia impressionado a diretora com sua dedicação. Winger passou meses praticando e aprimorando sua técnica no esporte, a fim de fazer jus a esta obra de imensa importância. Num desvio do destino, porém, toda a dedicação de Debra Winger se esvaiu graças a uma contratação no elenco: a estrela da música Madonna, que tentava encontrar seu lugar nas telonas também. Madonna havia acabado de sair do sucesso Dick Tracy (1990), de Warren Beatty, quando fisgou o papel de Mae ‘All the Way’ Mordabita, a jogadora sagaz e sem papas na língua, que conquista seu lugar com a sensualidade e falta de inibição. Ou seja, basicamente a própria Madonna. A cantora parecia ter nascido para o papel, mas sua contratação foi puro jogo de marketing do estúdio.
Madonna fez a trilha sonora, mas foi o motivo da saída da atriz que iria protagonizar.
A escalação de Madonna para o papel de Mae ‘All the Way’ foi estratégica para chamar público, é claro, e viria atrelada a uma canção (‘This Used to be my Playground’), escrita e performada pela própria para ser o tema do filme. Pela música, Madonna recebeu uma indicação ao Globo de Ouro. De fato, após o lançamento do filme, muitos críticos apontaram que a presença da estrela da música era uma mera distração e que não acrescentava em nada – a não ser realmente como chamariz para uma maior bilheteria. E foi exatamente isso o que pensou Debra Winger quando soube da contratação de Madonna, que o fato diminuiria a importância do filme e de sua mensagem. Segundo Winger, o estúdio estava querendo “um musical de Elvis” e não um filme sério. Desta forma, Winger desistiu do projeto e renunciou ao papel de Dottie. Logo em seguida, nos 45 do segundo tempo, Geena Davis entrava em cena, realizando sua audição no quintal da casa da diretora, e naquele momento já se eternizando como Dottie.
Outro aspecto importante em Uma Equipe Muito Especialé a relação entre as duas personagens principais, as irmãs Dottie e Kit. Jovens fazendeiras interioranas, Kit, a caçula, está sempre na sombra de sua irmãzona. E isso causa atrito entre as duas. Dottie se coloca na capacidade de protetora, mas Kit almeja seguir por conta própria e traçar sozinha seu destino. O problema é que inicialmente as conquistas de Kit estão atreladas ao valor que Dottie tem para o time. Ficando com o papel da irmã mais nova ciumenta, Lori Petty havia aparecido no sucesso Caçadores de Emoção (1991), ao lado de Keanu Reeves e Patrick Swayze, no ano anterior. Aspecto esse, da relação entre irmãs, que a nova série da Amazon deve adereçar igualmente, talvez mudando alguns dilemas.
Por falar nos dilemas que as mulheres passavam na época, estava a humilhação de precisar usar uniformes curtos com saias mostrando as pernas, a fim de despertar a atenção dos homens e por consequência encher os estádios. Fora isso, as jogadoras também eram enviadas para a “escola de Charme e Beleza de Helena Rubenstein”, onde aprendiam a se comportar com aulas de etiqueta, higiene e códigos de vestimentas. Imagine só. Precisamos enfatizar que esta era a década de 40, uma época ainda muito primitiva para os direitos e liberdade da mulher. Tópicos que deveremos encontrar também na nova série.
Como dito, a série A League of Their Own, da Amazon, promete ter mais diversidade com a inclusão de jogadoras negras. No filme não temos nenhuma. Numa cena, enquanto Dottie treina com uma colega, a bola escapa e vai parar numa parte segregada da arquibancada, destinada a “pessoas de cor” no estádio. Uma mulher negra então levanta, pega a bola e a joga de volta. A bola passa veloz por cima de Dottie e quando sua colega a pega, sua expressão é de surpresa pela força com que a mulher arremessou. Então a mulher apenas acena sua cabeça para Dottie. Essa cena foi inserida no filme para representar o fato de que mulheres negras não eram permitidas na Liga Profissional Feminina, não importando o quão boas fossem – muitas vezes melhores inclusive que as brancas. Sim, a cena é uma crítica muito pertinente.
A série da Amazon, no entanto, não é a primeira tentativa de levar Uma Equipe Muito Especialpara as telinhas. No ano seguinte do lançamento do filme, em 1993, um programa de mesmo nome estreava na rede CBS, produzido pela mesma Penny Marshall (que também dirigiu um episódio). O seriado reprisou os mesmos personagens, sem qualquer envolvimento de Geena Davis, Tom Hanks, Madonna ou Lori Petty, é claro, apesar de utilizar ao menos duas atrizes do elenco coadjuvante do filme também na série. O programa, ao contrário do filme, não fez sucesso e foi cancelado após 6 episódios de sua primeira temporada. Agora é a vez da Amazon mostrar que pode fazer melhor nesse jogo e dar mais uma chance a essa história repleta de empoderamento.
Poucas semanas antes do início das filmagens de Uma Equipe Muito Especial, o filme, em junho de 1990, a Fox retirou seu financiamento para a obra. Logo depois, a Columbia (Sony) pegou o projeto e as filmagens puderam finalmente ocorrer em julho de 1991. Uma Equipe Muito Especial estreou no dia 1º de julho de 1992, e com um orçamento de US$40 milhões, retornou em bilheteria US$132 milhões, garantindo assim seu sucesso. O filme se tornou o preferido na filmografia de Tom Hanks, segundo o próprio astro. Em 2012, o longa foi selecionado para preservação nos arquivos do Registro Nacional de Cinema, da Biblioteca do Congresso dos EUA.
O processo, no entanto, já chegou ao fim, e eles perderam.
Um juiz de Nova York alegou que o processo “não demonstrava que os cinéfilos estavam confusos, ou que os responsáveis ou parentes estavam reclamando” sobre o marketing de ‘The Happytime Murders‘. Desta forma, a produtora STX pode continuar promovendo a produção da forma que bem entender.
No final das contas, todo o “escândalo” acabou servindo para promover ainda mais o filme.
A trama da comédia mostra dois detetives que não se dão muito bem, uma humana e outro uma marionete, que precisam trabalhar juntos quando o elenco de bonecos do ‘The Happytime Show’ começa a ser assassinado aos poucos.
A biografia ‘Bohemian Rhapsody‘ não para de surpreender! O longa ultrapassou a impressionante marca de US$ 200 milhões nas bilheterias dos EUA – tornando-se o 13º filme a alcançar essa marca em 2018.
Mundialmente, o longa já arrecadou mais de US$ 817 milhões.
Além disso, ‘Bohemian Rhapsody‘ venceu dois Globos de Ouro – nas categorias de Melhor Filme de Drama e Melhor Ator em Drama, paraRami Malek –, e foi nomeado a cinco Oscars.
‘Bohemian Rhapsody‘ é uma celebração exuberante do Queen, sua música e seu extraordinário cantor principal Freddie Mercury, que desafiou estereótipos e quebrou convenções para se tornar um dos artistas mais amados do planeta. O filme mostra o sucesso meteórico da banda através de suas canções icônicas e som revolucionário, a quase implosão quando o estilo de vida de Mercury sai do controle e o reencontro triunfal na véspera do Live Aid, onde Mercury, agora enfrentando uma doença fatal, comanda a banda em uma das maiores apresentações da história do rock. Durante esse processo, foi consolidado o legado da banda que sempre foi mais como uma família, e que continua a inspirar desajustados, sonhadores e amantes de música até os dias de hoje.
A Sony Pictures divulgou um novo clipe divertido da animação ‘Angry Birds 2‘.
Confira:
O primeiro filme foi um sucesso nas bilheterias, arrecadando US$352.3 milhões mundialmente.
A sequência traz o grupo-titular de pássaros embarcando em uma nova aventura, enquanto o Rei Mudbeard, comandante dos Bad Piggies, e outro vilão ainda não revelado se unem em um plot de vingança contra os nossos heróis.
O universo ‘Star Wars‘ continua a se expandir! Dessa vez, um novo livro de terror antológico baseado na franquia, intitulado ‘Star Wars: Dark Legends‘, será lançado no dia 28 de julho.
O livro foi escrito por George Mann e trará seis contos de terror.
Confira a sinopse oficial e a arte da capa:
“Essa coletânea especial trará contos assustadores e histórias de fantasmas que teriam deixado os jovens Luke e Leia acordados à noite. Seis contos sinistros foram criados a partir do rico universo ‘Star Wars’, sendo ilustrado em um estilo intergalático e atemporal.”
O livro terá baixa classificação etária, então a antologia não teve trazer nada muito pesado em termos de gore e terror.
Escrito e produzido por Sara Goodman, ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’ é baseado no romance de Lois Duncan de 1973, que também foi a base do icônico filme de 1997.
Um ano após o acidente de carro fatal que assombrou a noite de formatura, um grupo de adolescentes se vêem unidos por um segredo obscuro e perseguidos por um assassino brutal. Enquanto tentam descobrir quem está atrás deles, eles revelam o lado obscuro de sua cidade aparentemente perfeita – e de si mesmos. Todo mundo está escondendo algo, e descobrir o segredo errado pode ser mortal.
James Wan entra como produtor executivo da série.
Vale lembrar que Madison Iseman (‘Jumanji: Próxima Fase’) viverá a protagonista. O elenco também conta com Brianne Tju (‘Light as a Feather’), Ezekiel Goodman, Ashley Moore (‘Popstar: Never Stop Never Stopping’), Sebastian Amoruso(‘Solve’), Fiona Rene (‘Stumptown’), Cassie Beck (‘Conectando’), Brooke Bloom (‘Homecoming’) e Bill Heck (‘I’m Your Woman’).
O filme original faturou US$ 125 milhões pelo mundo e ganhou uma continuação em 1998, ‘Eu Ainda Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado‘. Um terceiro filme, ‘Eu Sempre Vou Saber o Que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, foi lançado diretamente em vídeo em 2006.
Em entrevista ao Jimmy Kimmel Live, Joey King (‘Ainda Estou Aqui’) revelou que ficou extremamente chapada durante as filmagens das sequências da comédia romântica ‘A Barraca do Beijo‘.
“No meu último dia de gravação das sequências ‘A Barraca do Beijo 2 e 3’, eu fiquei chapada. Não fui muito profissional. Eu ainda tinha sete cenas para gravar. E o meu amigo Taylor [Zakhar Perez], que interpretou o Marco, não estava trabalhando. Ele também estava chapado, mas eu fiquei chapada demais. Sabe quando você está tão chapado que você só consegue dizer: ‘Estou chapada’? Esse era o meu estado.”
Ela completa, “Se você é fã da franquia ‘A Barraca do Beijo’, você saberá qual cena [eu filmei chapada]. Foi durante a cena em que eu e o meu melhor amigo Lee estamos tendo uma conversa séria sobre eu ter mentido para ele sobre a faculdade. Eu estava chapada demais.”
Vale lembrar que a atriz Joey King vai estrelar o filme de ação ‘A Princesa‘, que será lançado pelo Star+ no dia 22 de julho.
Confira o trailer:
Le-Van Kiet (‘Furie’) é responsável pela direção.
Descrita como uma mistura de ‘Rapunzel’ e ‘The Raid’, o longa acompanha uma jovem princesa (King) que se sente muito mais confortável com uma espada do que com uma coroa – e cabe a ela salvar o reino de mercenários impiedosos.
O elenco ainda conta com Dominic Cooper (‘Preacher’), Olga Kurylenko (‘Viúva Negra’) e Veronica Ngo (‘The Old Guard’).
Em entrevista ao EW, o diretor Rob Zombie (‘Halloween’) comentou sobre a possibilidade de um novo filme da franquia iniciada por ‘A Casa dos 1000 Corpos‘.
Apesar de considerar, o cineasta afirma que a trilogia – que ainda conta com os títulos ‘Rejeitados Pelo Diabo‘ e ‘Os 3 Infernais‘ – está basicamente finalizada.
“A franquia provavelmente nunca mais retornará aos cinemas. Talvez ela possa continuar através de quadrinhos ou outras mídias. Por enquanto, sinto que os três filmes funcionam muito bem juntos. Nós enfrentamos muitos problemas no desenvolvimento de ‘Os 3 Infernais’, e ninguém está ficando mais jovem.”
Ele completa, “A saúde do ator Sid Haig, desde o momento em que começamos a falar sobre o terceiro filme até as filmagens, piorou muito. Ele estava tão mal durante as gravações que deixou de ser um dos protagonistas do filme, mal conseguindo filmar por uma hora. Nós realmente ficamos no limite para finalizar essa trilogia.”
Anteriormente, Zombie havia divulgado imagens raras do final original do terror ‘A Casa dos 1000 Corpos‘.
Inicialmente desenvolvido para a Universal Pictures, o longa permaneceu no limbo por anos até ter sido comprado pela Lionsgate. Desde suas filmagens até o lançamento, a produção sofreu diversas mudanças e regravações – incluindo um novo desfecho.
Infelizmente, Zombie revelou que o material cortado foi perdido para sempre, o que torna impossível uma “versão do diretor”.
Com 46 críticas publicadas até o momento, o terror cômico ‘Lisa Frankenstein‘, próximo filme da roteirista Diablo Cody (‘Garota Infernal’), dividiu a opinião dos críticos com 52% de aprovação no Rotten Tomatoes.
O longa realmente parece cair naquele velho cenário: você ama ou odeia. Enquanto alguns elogiam o humor sombrio da produção, outros criticam os mesmos aspectos. Conhecendo o trabalho de Cody, parece que ela não desvia muito do seu tom característico – o que sempre foi divisivo por si só.
Separamos os trechos das principais críticas:
“O filme tenta equilibrar comédia e romance, mas falha em ambos.” (Minneapolis Star Tribune)
“A atitude ousada deste filme é a faísca necessária para dar vida ao monstro – e este é um monstro que você pode aprender a amar.” (Consequence)
“Ao invés de entregar uma comédia divertida, [a diretora] Zelda Williams comanda um filme que pensa ser inteligente do que realmente é.” (Washington Post)
“Esses adolescentes podem ser um pouco confusos (e que adolescente não é?), mas é muito divertido testemunhar a Diablo Cody criar um novo tipo de terror adolescente.” (Empire Magazine)
“Apesar da diretora Zelda Williams não ter tão apta quanto os colaboradores anteriores da Diablo Cody, sua estreia diretorial é divertida, cinemática e memorável.” (Globe and Mail)
“‘Lisa Frankenstein’ é um terror cômico que só é parcialmente bem-sucedido. Não é engraçado, aterrorizante ou fantástico, mas é nojento, com um protagonista que fede – literalmente – e que tem vermes saindo dele.” (San Francisco Chronicle)
“Apesar de seus momentos mais fracos se apoiarem muito em clássicos dos anos 80, a diretora Greta Williams e a roteirista Diablo Cody criam um romance adolescente sangrento de matar – ou, neste caso, de voltar à vida.” (Our Culture Mag)
Confira o trailer:
O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 9 de fevereiro de 2024.
it’s giving unliving ⚡️ LISA FRANKENSTEIN only in theaters 2.9.24.
O elenco ainda conta com Carla Gugino (‘A Maldição da Residência Hill’), Liza Soberano (‘Trabalhando com o Ex’), Joe Chrest (‘Stranger Things’) e Henry Eikenberry (‘Euphoria’).
Ambientada em 1989, a trama segue uma estudante fracassada que acidentalmente reanima um belo cadáver vitoriano durante uma tempestade de trovões, e começa a reconstruí-lo como o homem dos seus sonhos usando a câmara de bronzeamento quebrada em sua garagem.
Zelda Williams é responsável pela direção, além de também assinar o roteiro ao lado de Cody.
“Uma jovem e excêntrica governanta, chamada Winifred Notty (Qualley), chega à remota mansão gótica conhecida como Ensor House. As responsabilidades de Winifred incluem ensinar boas maneiras às crianças e educá-las sobre a história de sua família, tudo isso enquanto esconde suas tendências psicopatas.”
“À medida que Winifred se acostuma com a vida na mansão, os funcionários começam a desaparecer inexplicavelmente, e os donos da propriedade começam a se perguntar se há algo errado com sua nova governanta.”
“Assim que descobri essa personagem completamente insana e inesquecível, soube que tinha que apresentar Winifred Notty aos espectadores. Estou totalmente animado em ter a destemida Margaret Qualley para dar vida a essa complexa anti-heroína. O roteiro de Virginia Feito traz uma mistura audaciosa de psicodrama, sátira, sangue e mistério,” declarou o cineasta.
O roteiro foi assinado por Virginia Feito, e é baseado em seu próprio romance homônimo.
As filmagens estão programadas para março de 2025, e as vendas do projeto serão iniciadas na próxima semana.
Na trama, o brilhante e egoísta cientista Victor Frankenstein dá vida a uma criatura em um experimento monstruoso que, no fim das contas, leva à ruína tanto do criador quanto de sua trágica criação.
Sem data de estreia, o filme está programado para novembro de 2025.
A produção é baseada no romance homônimo de Mary Shelley.
Oscar Isaac interpretará Victor Frankenstein, enquanto Jacob Elordi dará vida ao seu monstro. O elenco ainda contará com Mia Goth e Christoph Waltz como Elizabeth e Dr. Pretorius, respectivamente.
“Este filme tem estado na minha mente desde que eu era criança. Tenho tentado dirigi-lo por mais de 20 anos. Algumas pessoas acham que eu sou um pouco obcecado com ‘Frankenstein’, e eles provavelmente estão certos. Com o passar das décadas, o personagem se fundiu com a minha mente que sua história é basicamente uma autobigrafia. Não há nada mais pessoal do que isso,” declarou o diretor.
John Carney (‘Amor Moderno’) é responsável pela direção.
Na trama, quando Rick (Rudd), um cantor de casamentos, conhece Danny (Jonas), uma estrela em decadência de uma boy band, durante um show, os dois criam um laço através da música e de uma colaboração noturna. Mas quando Danny transforma uma das canções de Rick no sucesso que reacende sua carreira, Rick decide reconquistar o reconhecimento que acredita merecer – mesmo que isso signifique arriscar tudo o que lhe importa.
O apresentador de talk show, Jimmy Fallon, celebrou o Dia de Star Wars de uma forma diferente.
Em honra ao famoso May The Fourth, comemorando nesta quinta-feira, o apresentador fez uma compilação dos personagens da saga de ‘Star Wars’, cantando o hit dos anos 2000, ‘All Star’, do grupo Smash Mouth.
Com cortes rápidos, o vídeo combina as falas dos personagens para compor parte da canção.
A primeira produção de Jordan Peele, ‘Corra!’, é a mais rentável da lista de indicados a Melhor Filme do Oscar 2018.
De acordo com o Gold Derby, o terror sobre racismo teve o maior Retorno de Investimento (ROI, em inglês) de todos os nove indicados, deixando para trás produções de grande porte como ‘Dunkirk’, ‘The Post – A Guerra Secreta’, ‘O Destino de Uma Nação’ e ‘Três Anúncios Para Um Crime‘.
Com um orçamento baixíssimo, equivalente a US$ 5 milhões, o filme obteve uma bilheteria estrondosa, faturando globalmente o montante de US$ 250 milhões.
Para chegar ao denominador final de ROI, os valores arrecadados foram divididos pelo custo da produção, gerando um fator equivalente a 50 ou 5,000% de retorno financeiro.
O astro Jason Momoa confirmou o retorno deHenry Cavill ao papel de Superman no DCEU. A informação foi compartilhada durante uma entrevista ao Entertainment Tonight.
Segundo o intérprete de ‘Aquaman’, é certeza que o colega de elenco voltará a vestir o manto do personagem.
Disse:
“Recentemente eu conversei com Henry e ele não vai deixar o papel de forma alguma. Ele ama o Superman e não vai a lugar nenhum. Isso é 100% certeza”.
A notícia vem como um alívio para os fãs, que se indignaram com os rumores de que ele deixaria o personagem. Ao longo de 2018, vários boatos circularam na internet e com uma nota oficial emitida pela Warner, afirmando que não haviam planos para um novo filme do ‘Superman’ por hora, as especulações ficaram ainda mais fortes.
Esta é a primeira vez que uma informação vinda de dentro desmente os boatos, com o próprioHenry Cavill se esquivando dos questionamentos na época em que os rumores surgiram.
Vale lembrar que Momoa tem contrato garantido para pelo menos mais um filme da DC.
Fracasso entre os críticos e uma decepção nas bilheterias, ‘Liga da Justiça‘ arrecadou US$ 657 milhões mundialmente. Para termos de comparação, o valor é menor do que ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ fez apenas nos EUA – US$ 678 milhões.
Lidando com uma inesperada gravidez ao longo de uma viagem espacial, ela tenta administrar os desafios da vindoura maternidade ao seu trabalho como uma cientista espacial em busca de um novo lar para a humanidade.
E a gravidez da personagem de Jones não fazia parte do roteiro da produção. Segundo Clooney, o arco acabou sendo incluso na produção em virtude da descoberta da gestação por parte da atriz.
Ao invés de substituí-la no longa – como Hollywood já fez tantas vezes, Clooney preferiu celebrar o importante marco na vida da atriz, expandindo a complexidade da sua personagem com a gravidez da sua intérprete.
Para ele, este grande detalhe ainda redefiniu o fim do longa, tornando-o ainda mais simbólico:
“Essa gravidez não fazia parte da narrativa. Nós tentamos adaptar as filmagens pra nos encaixar na gestação da Felicity Jones, mas eventualmente decidimos transformar a personagem em uma mulher grávida e desenvolver esse arco. E essa gravidez, que é o único sinal de vida que eles estão escutando no espaço, acabou acarretando naquele final, que hoje percebo que sempre deveria ter estado lá. Não consigo imaginar o filme sem isso”.
Na trama, Clooney vive Augustine, um solitário cientista cuja base é localizada no Ártico que tenta impedir o retorno de seus colegas de uma missão espacial para a Terra, enquanto o planeta vem sofrendo com uma misteriosa catástrofe global.
A Netflix está constantemente renovando a sua grade de programação e no primeiro mês de 2022, vários títulos serão removidos da sua plataforma de streaming.
Ao todo, 67 filmes e séries se despedirão dos assinantes no dia 1º de janeiro. Entre os principais títulos estão todas as temporadas de ‘Grey’s Anatomy‘ e’Modern Family‘, além dos seis primeiros ciclos da amada ‘Heartland‘.
Extra Geography não é sua tradicional dramédia coming of age, onde os dissabores da adolescência são ancorados na preciosidade de ser jovem e despreocupado. No longa britânico de Molly Manners, Sonhos de uma Noite de Verão frui para além das páginas de um centenário livro para provar que nem a contemporaneidade, tão pouco a modernidade fogem das regras dramáticas ditadas por Shakespeare séculos atrás.
Em um internato alocado em um histórico castelo cercado por vales e árvores frondosas, a amizade de Minna e Flic é posta à prova. Em meados dos anos 90, nesta escola apenas para meninas, duas mentes ardilosas e brilhantes se digladiam entre a inveja juvenil e a paixão a flor da pele – seja ela pela obsessiva perfeição acadêmica, seja ela pela libertação de seus impulsos carnais desenfreados. Nessa dinâmica em que a irmandade está sempre à beira de seu colapso, essas adolescentes caminham pelos corredores antigos em busca do que tragar como trabalho de fim de ano letivo. E dessa vez, a ideia é se apaixonar abruptamente como em Sonhos de uma Noite de Verão.
Em um clássico “a vida imita a ficção”, Manners estreia na direção de longas com uma comédia dramática deliciosa sobre descobertas, amadurecimento e o privilégio de viver de maneira descuidada sem as consequências necessárias. Com um humor leve que explora a ignorância e rebeldia da adolescência, Extra Geography celebra Shakespeare enquanto faz um paralelo com suas histórias e a sua destreza em analisar o comportamento humano para além das limitações temporais.
Com personagens que quase instantaneamente nos fisgam pelas ricas performances das novatas Marni Duggan e Galaxie Clear, a produção é uma aventura pelas escolhas erradas alheia. Um quase estudo de caso, o longa ainda explora a latente necessidade de aceitação e validação nessa faixa etária da vida. E com seu senso de humor britânico sendo um de seus grandes trunfos, a roteirista Miriam Battye traz a mesma destreza ácida explorada em Succession para essa história que está longe de ser uma fábula cor-de-rosa sobre amizade. Mais sombria do que inicialmente se espera, Extra Geography é um mapa detalhado sobre a adolescência feminina, suas rivalidades e imaturidades.
Trabalhando o tempo de tela de forma excelente, a diretora Molly Manners sabe honrar o roteiro de Battye, trabalhando a evolução de suas personagens com constância, fortalecendo a narrativa sem deixá-la enfadonha ou exaustiva. E assim o faz enquanto embebeda sua história com a apaixonanre atmosfera estética da antiga Inglaterra, que garante ao longa não apenas um design de produção belíssimo, mas um excelente adendo aos paralelos feitos entre a trama e as obras de Shakespeare.
Brincando com o texto original do lendário dramaturgo, o longa foge do escopo de uma releitura, como já vimos em filmes como 10 Coisas que Odeio em Você, para de fato salientar a atemporalidade das obras de Shakespeare. Agridoce, peculiar a sua maneira e realmente divertido, Extra Geography é um filme perfeito para o Festival de Sundance e celebra a qualidade do cinema britânico em todas as suas faces – nos lembrando que arte e vida sempre se misturam em alguma intersecção.
A atriz Cherry Jones fará uma participação especial na 2ª temporada de ‘The Handmaid’s Tale’. De acordo com o THR, a atriz será a mãe de Offred (Elisabeth Moss), uma feminista dura, porém amorosa.
Também foi divulgado a primeira foto da atriz na série. Confira:
‘The Handmaid’s Tale‘ ganhou o primeiro trailer da 2ª temporada mostrando os novos cenários e dilemas. Veja:
Veja também três novas e belas imagens da 2ª temporada divulgadas pela EW. Confira:
‘The Handmaid’s Tale‘ finalmente será lançada no Brasil, quase um ano após sua exibição nos EUA.
A série será exibida no Brasil pelo Paramount Channel, que agendou a estreia para o mês de março – ainda sem dia definido.
‘The Handmaid’s Tale‘ levou dois Globos de Ouro e foi a grande vencedora do Emmy 2017 nas categorias melhor série, melhor atriz (Elisabeth Moss), melhor atriz coadjuvante (Ann Dowd), melhor direção e melhor roteiro – tudo nas categorias de drama.
A série é baseada na obra de Margot Atwood (‘O Conta da Aia‘).
A história já foi retratada em 1990 no filme ‘A Decadência de Uma Espécie‘, de Volker Schlöndorff (‘O Guardião da Floresta‘).
Samira Wiley (‘Orange is the New Black‘) e Elizabeth Moss (‘Mad Men‘) protagonizam a distopia futurista, que mostrará mulheres como propriedade do governo. Isso acontece por causa dos baixos níveis de fertilidade dos seres humanos. E na história as mulheres férteis serão “treinadas” para a vida de escravas sexuais, dedicada apenas a reprodução humana.
Alexis Bledel, a Rory de ‘Gilmore Girls‘, vive Ofglen, amiga da protagonista Offred.
O elenco ainda tem Ann Dowd, Yvonne Strahovsky e Joseph Fiennes.
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A série em live-action sobre o grupo de heróis juvenis da DC Comics teve seus atores principais escalados para viver os heróis.
A equipe da DC surgiu pela primeira vez em 1964, como uma equipe de jovens heróis, ainda com o nome de Turma Titã. A série, prevista para estrear em 2018, reunirá os justiceiros Asa Noturna, Estelar, Mutano, Ravena e a dupla Columba eRapina.
[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS]
Se você ainda não assistiu ao terceiro episódio de Loki, não leia esta matéria para não receber spoilers.
Se o segundo episódio tinha foco na ação e no mistério, adotando bem aquele estilo de série policial, o terceiro capítulo da aventura solo do Loki adotou um tom mais intimista para desenvolver seu protagonista e sua nova amiga, a Sylvie (Sophia Di Martino). Isso afeta um pouco o ritmo da série, mas permite que a direção brinque com o senso de urgência. É interessante porque mesmo com a TVA sendo praticamente esquecida no rolé, eles encontram uma nova ameaça para juntar as duas variantes em uma missão em comum: sobreviver.
Falando na Sylvie, que é a alma desse terceiro episódio, ela surge como uma grande explicadora de tudo que aconteceu até aqui. Todas as suas participações nesse episódio envolvem ela explicando algum ponto da trama para o Loki (Tom Hiddleston) e o público. Logo no início do episódio, que tem uma abertura ao melhor estilo San Junipero, vemos ela num bar com uma versão casual da Caçadora que ela manipulou no segundo episódio. É uma representação visual de como seu poderes de domínio mental funcionam. Ela pega uma memória do “hospedeiro”, altera ela e se insere na trama, fazendo com a pessoa meio que aceite a presença dela nesse espaço, como se fosse uma antiga conhecida. Mais tarde, isso confirma uma teoria que propusemos na semana passada. Quando Mobius (Owen Wilson) demonstra um grande apreço pelos anos 1990 e os jet-skis, deu para perceber que tinha algo a mais ali. Então, Sylvie explica que todos os agentes da TVA são variantes cujas memórias foram reprogramadas, contrariando a versão dos Guardiões do Tempo, que diziam ter criado todos os funcionários da agência.
Além desse, que é o ponto alto da trama, a série introduz a lua Lamentius-1, que aparece nos quadrinhos como uma lua de uma realidade alternativa que é destruída pelos fragmentos de seu planeta, Lamentius, um dos membros do Império Kree. Esse visual voltado pro roxo, que domina o terceiro capítulo, costuma ser associado aos Skrull nos quadrinhos, quando representam a Guerra Kree x Skrull, então pode ser que voltemos a ver algo sobre esse embate mais pra frente. De qualquer forma, é na lua de Lamentius-1 que a maior parte do episódio acontece. Loki transporta Sylvie para lá e, juntos, eles precisam encontram uma forma de recarregar seu teletransportador para voltarem para uma linha do tempo que não esteja destinada a um fim próximo.
Nesse processo de precisar se entender para escapar, Loki começa a falar mais de si para quem ele acredita ser uma variante dele mesmo. No entanto, aquela que acreditávamos ser a Lady Loki se revela Sylvie e segue usando bastante a palavra “Encanto”. Em outras palavras, há 99% de chance dela ser a Encantor, mas como ainda existe esse 1% não confirmado, não dá para cravar que seja. Mesmo com essa tentativa de desenvolver a personagem, o episódio acaba desenvolvendo mais o próprio Loki do que ela. É confirmado que o Deus da Trapaça, assim como nos quadrinhos e na mitologia nórdica, é pansexual e hedonista. Inclusive, a sequência dele cantando bêbado no trem é Top-3 momentos do personagem no MCU. Também fica subentendido que ele pretende contar aos funcionários da TVA que suas divindades, os Guardiões do Tempo, são genocidas, mentirosos e sequestradores.
Porém, o capítulo termina com uma cena de luta de tirar o fôlego sendo encerrada com um vislumbre do apocalipse da lua em que a dupla estava. E sem ter como voltar, tudo dá a entender que eles vão morrer ali. Só que, convenhamos, a série chegou hoje a 50% de sua duração. Todo mundo sabe que eles vão sobreviver e que é muito provável que a TVA enfim apareça ali para prendê-los, salvando-os da morte certa. Caso isso aconteça, será que vão prender o Loki também ou ele vai conseguir convencer Mobius de que ele estava enrolando a prisioneira? Independentemente de como resolvam isso, será interessante ver as duas variantes interagindo novamente. E caso entrem na TVA, os dois provavelmente vão tentar convencer os funcionários de suas reais condições de existência. Fato é que a trama já está desenhada e os grandes adversários são os Guardiões do Tempo. Pode haver ainda uma reviravolta envolvendo a Sylvie, dada a natureza traiçoeira de sua suposta personagem nos quadrinhos, mas é um “início do fim” da série promissor.
Os novos episódios de Loki estreiam no Disney+ toda quarta-feira.
Quando o primeiro ‘Dupla Explosiva’ estreou, em 2017, o público se deleitou com uma história um bocado surreal sobre um matador de aluguel e um guarda-costas sentimental, interpretados pelos incríveis Samuel L. Jackson e Ryan Reynolds, respectivamente. A química e a improbabilidade de esses dois personagens se virem obrigados a colaborar um com o outro em prol de um objetivo em comum é o que deu o tom cômico e conduziu o sucesso do primeiro filme. Agora, quatro anos depois, chega aos cinemas a continuação, intitulada ‘Dupla Explosiva 2: E A Primeira-Dama do Crime’.
Michael Bryce (Ryan Reynolds) perdeu sua licença como guarda-costas, e, uma vez que não consegue superar essa perda, ele se consulta com uma psicóloga, que lhe aconselha a tirar um ano sabático e tentar desfrutar da vida como um cidadão comum. É isso que ele tenta fazer, até ser arrancado de suas férias na Itália por Sonia Kincaid (Salma Hayek), que lhe pede ajuda para resgatar o marido, Darius Kincaid (Samuel L. Jackson), que fora sequestrado e lhe pedira que conseguisse ajuda de Bryce. Contrariado e meio que sem opção, Bryce topa embarcar nessa desventura, mas sem ter a mínima ideia de que lidar com seu antigo rival acabaria se tornando o menor de seus problemas.
O mote de ‘Dupla Explosiva 2’ é completamente fraco. Para elaborar a continuação baseada nos personagens criados por Tom O’Connor, o roteiro de Phillip Murphy e Brandon Murphy insere um novo elemento com função de desestabilizar o equilíbrio desequilibrado dos protagonistas: a tal dama do crime, esposa de Kincaid. Isoladamente, é a pior personagem do longa, constantemente atrasando a evolução do enredo e quebrando o clima jocoso entre os protagonistas, pois literalmente o tempo todo fica reclamando com Kincaid sobre uma lua-de-mel prometida por ele mas que não está sendo cumprida por conta da treta em que se meteram; quando não é isso, Sonia se queixa sobre o quanto quer ter um filho e que Kincaid não está se esforçando para engravidá-la. Em um filme de ação galhofa, isso é muito, muito chato. Para piorar, Salma Hayek confere à sua personagem uma atuação tão vergonhosamente caricata e engessada, que não convence. Parece se esforçar em fingir ser uma bad girl descolada malvadona, mas o resultado fica mais próximo de uma tia chata que fica falando palavrão o tempo todo para provar que é da turma, mas não é. Não tem uma cena em que ela se encaixe no longa.
Uma boa surpresa é o elenco chamado para os novos personagens, que inclui nomes como Antonio Banderas, Gary Oldman e Morgan Freeman, que abrilhantam a produção. Felizmente as edições do longa de Patrick Hughes permanecem como o grande destaque, conferindo dinamismo, agilidade e sincronia nas cenas de ação que se encaixam perfeitamente com a trilha sonora escolhida a dedo, com direito à música brasileira nos créditos finais.
Descompassado, ‘Dupla Explosiva 2: E A Primeira-Dama do Crime’ fica aquém de seu predecessor, mas provoca risadas graças à dupla de protagonistas cuja química ácida continua a funcionar. Disponível em pré-estreias nos cinemas brasileiros a partir dessa semana, é o tipo de filme de ação absurdo que vale o ingresso pelo improvável da história encabeçados por atores tão competentes quanto Ryan Reynolds e Samuel L. Jackson.
Apesar de John Constantine já ser um personagem regular em ‘Legends of Tomorrow‘, o personagem deve ganhar um novo seriado por conta de sua popularidade ter crescido.
Segundo o We Got This Covered, Matt Ryan retornará ao papel, bem como a série deverá ser lançada de modo exclusivo na plataforma de streaming da DC. Isso também pode reforçar o rumor de que algumas séries da DC na CW podem ser canceladas em breve como ‘Legends of Tomorrow‘.
Por enquanto, nada foi oficializado pela DC
Assista o trailer completo da 4ª temporada de ‘Legends of Tomorrow‘ divulgado na Comic-Con.
Segundo o site Collider, Barry Keoghan está em negociações para participar do aguardado filme ‘Os Eternos’, próximo projeto dos estúdios Marvel. Ainda não se sabe quem o ator irá interpretar.
Keoghan é conhecido por seus papéis no drama de guerra ‘Dunkirk’ e na aclamada minissérie ‘Chernobyl’.
Keanu Reeves (‘John Wick’) é o preferido para interpretar o vilão Druig – que nos quadrinhos quer ainda mais poder e luta com seu primo Ikaris. Nos dias atuais, Druig é um agente da KGB na Rússia. Seus poderes incluem níveis sobre-humanos de força, velocidade, resistência, durabilidade, invulnerabilidade e poderes de projeção de energia.
Dirigido por Chloe Zhao, o longa alegadamente terá o primeiro herói abertamente homossexual da Marvel.
A trama segue os Eternos, seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘ até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.
A história gira em torno de um thriller de conspiração que combina ação com questões psicológicas acerca do custo de forçar soldados de uma nação além do que é possível. A série é focada em Reece (Pratt), que perde todo o seu time da marinha depois de uma emboscada; ele retorna para casa com memórias conflitantes do evento e começa a se questionar se teve alguma coisa a ver com aquilo. Entretanto, quando novas evidências vêm à tona, Reece descobre forças obscuras trabalhando contra ele.
Pratt ganhou fama em 2014 e 2015, depois de estrelar filmes como ‘Guardiões da Galáxia’ e ‘Jurassic World’ – franquias para a qual voltará em breve. Ele também participou de longas como ‘Uma Aventura LEGO’ e ‘Os Passageiros’, e será o protagonista da animação ‘Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica’ ao lado de Tom Holland.
Ainda sem detalhes sobre a história ou até mesmo sobre a equipe criativa, sabe-se que Weiner irá escrever, dirigir e produzir a dramédia de mistério. Os episódios terão meia hora cada.
‘Mad Men’, obra-prima do realizador, tornou-se uma das produções mais aclamadas do século e foi exibida na AMC entre os anos de 2007 e 2015 por sete temporadas.
Recentemente, Weiner criou a série antológica ‘The Romanoffs’ para a Amazon. Ele, mais uma vez, atuou como diretor e roteirista, contando a história de um grupo de pessoas que acreditavam ser membros da família real russa – e marcando mais uma colaboração com Slattery e Hendricks.
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