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‘Mulher-Maravilha 2’: Salário de Patty Jenkins é triplicado; Saiba quanto!

Segundo a Variety, a diretora Patty Jenkins teve seu salário triplicado para dirigir ‘Mulher-Maravilha 2‘.

Jenkins vai receber em torno de US$ 9 milhões pela sequência, se tornando a diretora mais bem paga da história do cinema.

Para comparação, Zack Snyder recebeu em torno de US$ 10 milhões por ‘Batman vs Superman‘.

Levando em conta que ‘Mulher-Maravilha‘ ultrapassou os US$ 800 milhões, Patty pediu uma maior participações nos lucros da sequência, bem como um cachê inicial pomposo.

Mulher-Maravilha 2‘ teve sua estreia agendada para 13 de dezembro de 2019.

Fãs de ‘Mulher-Maravilha’ recriam cena da “espada no vestido” 

Crítica | Mulher-Maravilha – A Salvação da DC no Cinema

Novas críticas de ‘Mulher-Maravilha’ são EXTREMAMENTE positivas; Confira!

Assista nossa crítica:

 

 

 

James McAvoy revela que Pennywise está mais assustador em ‘IT: A Coisa – Capítulo 2’

Uma das estreias mais aguardadas de 2019 é, sem dúvidas, ‘IT: A Coisa – Capítulo 2‘! Sequência do aclamado terror lançado em 2017, o filme se passa 27 anos depois do primeiro filme, com as crianças de Derry tendo que enfrentar mais uma vez o aterrorizante palhaço Pennywise (Bill Skarsgård).

Porém, não é por se tratar de um filme que seja menos assustador para os atores! Em entrevista para o programa Good Morning America, o ator James McAvoy falou sobre medo de palhaços e como foi estar no set com a assustadora coisa!

“Ele é incrível. O cara que interpreta o palhaço é aterrorizante. Ele é um cara adorável, e mesmo assim ele realmente me assustou. Eu lembro de ficar lá com o resto do elenco, todos esses adultos, e todos nós fizemos coisas esquisitas e estranhas. E todos nós estávamos olhando um para o tipo, ‘eu não gosto de estar aqui. Eu não gosto de ser ator hoje’. Ele realmente fez, ele realmente me assustou. Nunca gostei de palhaços quando criança.”

Sobre o motivo de tantas pessoas terem medo dessa figura, McAvoy tem uma teoria!

“Há algo trágico neles. Talvez todos tenham fugido para se juntarem ao circo. Do que você está fugindo, Sr. Palhaço? O que você deixou para trás? Corpos em um baú?”

Andrés Muschietti atualmente dirige ‘IT: A Coisa – Capítulo Dois‘, que chegará aos cinemas dia 5 de setembro de 2019. 

James McAvoy (‘Fragmentado’) estrela como Bill, a indicada ao Oscar Jessica Chastain (‘Mama’) é Beverly, Bill Hader (‘Irmãos Desastre’) interpreta Richie, Isaiah Mustafa (‘Caçadores de Sombras’) é Mike, Jay Ryan (‘Mary Kills People’) interpreta Ben, James Ransone (série de TV ‘The Wire’) estrela como Eddie, e Andy Bean (‘A Série Divergente: Convergente’) como Stanley.

“Como a cada 27 anos o mal revisita a cidade de Derry, Maine, ‘IT: A Coisa – Capítulo 2‘ traz os mesmos personagens – que há muito tempo seguiram seus próprios caminhos – de volta como adultos, quase três décadas depois dos eventos do primeiro filme. Bill Skarsgård retorna no papel de Pennywise.  

Reprisando seus papéis como os membros originais do Clube dos Otários estão os astros do primeiro filme: Jaeden Lieberher como Bill, Wyatt Oleff como Stanley, Sophia Lillis como Beverly, Finn Wolfhard como Richie, Jeremy Ray Taylor como Ben, Chosen Jacobs como Mike e Jack Dylan Grazer como Eddie.”

Em entrevista ao Bloody Disgusting, Javier Botet, que interpretou o Leproso em ‘It: A Coisa‘, revelou que terá mais destaque na sequência.

“No primeiro filme, eu fiz uma pequena participação como o leproso. Neste novo, eu farei mais coisas. Tenho certeza que será ainda mais divertido que o primeiro, se isso for possível.”, afirmou.

Quando perguntado se daria vida a várias criaturas no segundo filme, o ator disse que não podia confirmar.

 

Crítica | Vai Que Cola 2: O Começo – Comédia funciona, mesmo sem Paulo Gustavo

Na época da saída de Paulo Gustavo da série do canal Multishow, pairava no ar uma sensação de “será que vai colar?”. A saída de Valdomiro podia soar como a saída de Rick Grimes de “The Walking Dead”, Eric Forman de “That ’70s Show” ou de Marisa Cooper de “The OC”. Muito exagero da minha parte? Talvez, mas o comparativo é para ficar mais fácil entender onde quero chegar: a série poderia seguir dando muito certo, ou dar muito errado, com a saída de seu “leading character”.

Passaram-se os anos, e o tempo provou que a série pôde oferecer mais do que Valdomiro, sobreviver a essa baixa e se transformar em um celeiro para novos talentos e produtos. Paulo Gustavo seguiu com outros projetos, deixando Marcos Majella com seu Ferdinando como ponto focal. Mas mesmo este já começa a construir sua carreira fora da série.

Neste contexto, chega a segunda incursão da turma do Morro do Cerol, com a missão de apresentar “as origens“ da pensão. Em resumo, a história acompanha como cada um dos integrantes do grupo chegou ao local e como Dona Jô converteu sua casa em uma pensão. No decorrer da história, somos apresentados a alguns elementos que fazem parte do imaginário da série, como o tesouro do Tiziu… e o próprio Tiziu, finalmente, ganha corpo (interpretado por Fábio Lago).

Essa abordagem de “prequel” exigiu que o elenco, na medida do possível, se despisse de certos cacoetes de seus personagens e apostasse em uma leitura mais “inocente” ou “doce” deles. Alguns foram bem sucedidos, outros, nem tanto. Falarei disso mais na frente. O essencial é que a trama não se trai, e exporta, mais uma vez, o formato que a tornou um dos produtos mais bem sucedidos da leva de comédias globais que tomou a TV a cabo na ultima década.

A metalinguagem que o formato de palco da série permite fica mais nas pinceladas, e a também a fantasia – em especial de Ferdinando, que tem uma cena ÓBVIA no meio. Um ótimo devaneio junto com Emiliano D’Avila, daquelas que se não fosse inserida seria um desperdício de elenco, e por isso, ponto para o roteiro – ganha asas, e se expressa de forma bem visual. Quem gosta da série, sabe o que vai encontrar no filme. Não há surpresas, mas isso não é, de forma alguma, um demérito. A direção de César Rodrigues continua segura, como a de quem sabe o que que tem nas mãos e o que o público espera. Não há nenhum espaço para inovações, pirotecnias ou qualquer coisa que fuja da trama. Tem uma piada esperta aqui, outra sátira ali (como uma brincadeira com “O Rei Leão”).

Agora entramos na parte não tão divertida. Ainda que a trama procure dar um certo equilíbrio de tempo de tela para os personagens, há uma evidente desarmonia em sua relevância da trama como um todo. Se por um lado, Terezinha (Cacau Protásio) com o tesouro de Tiziu é a catalisadora da trama que une essa turma, personagens como Maicol (Emiliano d’Avila), Jéssica (Samantha Schmutz) e Lacraia (Silvio Guindane) parecem meio jogados na aqui, enrolados em um arco que não faz mais que “reapresentar” o trio e suas desventuras amorosas. Catarina Abdala tem em Dona Jô uma personagem que funcionaria como uma “cola” para as situações, mas no geral, acaba relegada a escada. E nesse jogo, Fiorella Mattheis seria a mais beneficiada do grupo, por fazer da sua golpista, Maria Aparecida de Cascadura, quase uma espiã, brincando ainda mais com os disfarces “antes” da Velna… se não tivesse sido tão pouco explorada no roteiro.

No fim das contas, o filme transporta o protagonismo que antes pertencia a Valdomiro (Paulo Gustavo) para Ferdinando (Marcus Majella). Ainda que o personagem quase que caia de paraquedas (e não estou falando do Sanderson de Marcelo Médici) na história, ele é quem conduz as piadas, os momentos mais surreais e interessantes. Ele dá a liga, dá estofo a piadas que, na boca de outro personagem passariam reto.

Mesmo solidificando sua emancipação em relação a Paulo Gustavo, “Vai que Cola 2 – O Começo” não se atreve a ir muito além do universo já estabelecido pela série e aposta em uma trama que fala sobre si mesma. A leveza do texto permite que qualquer pessoa assista sem compromisso. Para os fãs do estilo, será um deleite, para os fãs da série, um presente. Mas não avança, nem a trama, nem esse mundo criado no coração do Morro do Cerol, o que vai exigir uma boa dose de imaginação para um terceiro filme, que não terá muito “passado” para o qual olhar. Então fica a pergunta, que futuro será que eles poderiam explorar?

‘Batman Eternamente’: Val Kilmer explica porque desistiu de voltar como o Cavaleiro das Trevas

A maioria dos astros que já interpretaram o Batman devem ter ótimas histórias para contar para os filhos, exceto Val Kilmer, que deu vida ao personagem em ‘Batman Eternamente‘ (1995).

Durante uma entrevista para o The New York Times, Kilmer lembrou de sua época nos bastidores da adaptação e disse que teve uma péssima experiência com alguns visitantes e explicou porque decidiu não voltar a viver o personagem.

“Eu lembro que [o filantropo] Warren Buffet foi visitar o set com sua família e eu me preparei para recebê-los da melhor forma, mas fui ignorado o tempo todo. Eles só queriam ver os trajes do Batman, os acessórios e tudo mais… Eu fiquei invisível! Foi constrangedor e decepcionante.”

Questionado por que as pessoas ficam tão fascinadas com o Batman, o astro deu uma resposta um tanto amarga.

“O Batman não existe. Acho que ele só é popular porque as pessoas se imaginam vestindo aquele uniforme. O Batman é só um manequim do qual as pessoas querem se fantasiar. Por isso é fácil ter cinco ou seis pessoas interpretando-o. Os fãs não ligam para quem está debaixo do capuz.”

E aí, você concorda com essa opinião?

Lançado em 1995, ‘Batman Eternamente é considerado uma das piores adaptações do herói, acumulando apenas 39% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Orçado em US$ 100 milhões, o longa arrecadou apenas US$ 336,6 milhões pelo mundo.

Lembrando que o próximo filme do herói é ‘The Batman‘, que tem previsão de estreia para 1º de outubro de 2021.

Robert Pattinson viverá o personagem-título. O elenco ainda conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos MaxCharlie Carver.

Dirigido por Matt Reeves, o longa irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

Gostou de ‘A Morte te dá Parabéns’? Então você vai amar o novo “terrir” da Blumhouse!

Você gostou do “terrir” ‘A Morte te dá Parabéns‘? Então você vai AMAR o novo filme da Blumhouse que também mistura terror e comédia na medida certa.

Confira a crítica do Renato Marafon:

Crítica | Freaky – No Corpo de um Assassino é um ÓTIMO “terrir” no estilo A Morte Te Dá Parabéns

O terror cômico ‘Freaky: No Corpo de um Assassino‘ estreia nos cinemas brasileiros dia 10 de Dezembro.

O thriller é dirigido por Christopher Landon (A Morte Te Dá Parabéns), que também assina o roteiro ao lado de Michael KennedyJason Blum entra como produtor.

Millie Kessler (Kathryn Newton), de 17 anos, está apenas tentando sobreviver aos corredores sanguinários do Colégio Blissfield e à crueldade da multidão. Mas, quando ela se torna o mais novo alvo do carniceiro (Vince Vaughn), o infame serial killer de sua cidade, seu último ano de escola se torna o menor de suas preocupações. Quando a adaga mística do carniceiro faz com que ele e Millie troquem de corpos, Millie descobre que ela tem apenas 24 horas para recuperar seu verdadeiro corpo antes que ela fique presa no corpo do carniceiro de meia-idade para sempre. O único problema é que ela agora parece fisicamente o psicopata que é alvo de uma caçada humana em toda a cidade enquanto o maníaco se parece com uma adolescente de 17 anos, prestes a ir à um baile de formatura. Com ajuda de dois amigos (Celestre O’Connor e Misha Osherovich) e sua paixão Booker (Uriah Shelton) – Milline corre contra o relógio para reverter a maldição enquanto o carniceiro descobre que ter um corpo de adolescente é o disfarce perfeito para uma pequena matança na cidade.

Dana Drori, Katie Finneran e Alan Ruck completam o elenco.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 10 de dezembro.

‘American Horror Stories’ terá Paris Jackson, Danny Trejo e Matt Bomer em seu elenco; Confira o anúncio!

Ryan Murphy divulgou um novo teaser oficial de American Horror Stories, série derivada de American Horror Story‘, que confirmo o elenco e os respectivos personagens do spin-off.

As surpresas ficaram pela confirmação de Paris Jackson (Maya), Danny Trejo (Papai Noel) e  Matt Bomer (Michael).

O elenco ainda conta com Gavin Creel (Troy), Sierra McCormick (Scarlett), Ashley Martin Carter (Rowena), Belissa Escobedo (Shanti), Kaia Gerber (Ruby), Aaron Tveit (Adam), Rhenzy Feliz (Chad), Madison Bailey (Kelley), Kyle Red Silverstein (Quinn), Amy Grabow (Tipper Gore), John Carroll Lynch (Larry Bitterman), Naomi Grossman (Ruth Raivosa), Dyllón Burnside (James), Nico Greetham (Zinn), Charles Melton (Wyatt), Kevin McHale (Barry),  Billie Lourd (Liv Whitley) e Virginia Gardner (Bernadette).

A produção irá estrear oficialmente no dia 15 de julho, no Hulu.

Confira:

Com poucos detalhes divulgados, sabe-se que os episódios serão histórias curtas de uma hora cada, em vez de temporadas completas. Além disso, Sarah Paulson ficará responsável pela direção de alguns capítulos.

Lembrando que a série principal caminha para sua 10ª temporada. Intitulada ‘American Horror Story: Double Feature‘, o primeiro episódio estreia em 25 de agosto.

Reboot de ‘O Grito’ está disponível na HBO Max!

O reboot de ‘O Grito‘ já está disponível no catálogo brasileiro da HBO Max.

Na trama, uma casa é amaldiçoada por um fantasma vingativo que condena aqueles que entram com uma morte violenta.

Confira o trailer:

Com orçamento de apenas US$ 10 milhões, o filme arrecadou US$ 49.5 milhões mundialmente.

 

Crítica | O Grito – Reboot do terror é criativo e possui grande apelo dramático

Dirigido por Nicolas Pesce, o reboot se passa no mesmo universo que o remake de 2004, estrelado pela Sarah Michelle Guellar. E sua trama se passará simultaneamente com a do primeiro filme.

‘Desapega!’: Gloria Pires e Marcos Pasquim revelam do que eles jamais abririam mão… [EXCLUSIVO]

O CinePOP entrevistou os astros Gloria Pires e Marcos Pasquim, que estrelam ‘Desapega!‘, comédia dirigida por Hsu Chien (‘Quem vai ficar com Mário?’).

No vídeo, eles revelam do que eles jamais abririam mão… E ainda realizei o sonho da minha mãe de conhecer a Gloria.

Assista:

O filme já está em exibição nos cinemas.

Bem-sucedida em sua carreira como organizadora pessoal e controlada de seu vício em compras há sete anos, Rita (Gloria Pires) é convidada a liderar um excêntrico e divertido grupo de apoio a compradores compulsivos, onde conhece Otávio (Marcos Pasquim), com quem engata um relacionamento amoroso. Tudo está bem, até que recebe a notícia de que Duda (Maisa), sua filha única e melhor amiga, conseguiu uma bolsa de estudos para cursar fotografia em Chicago, nos Estados Unidos, e tem planos de sair de casa. De maneira leve e bem-humorada, o filme aborda a ansiedade da separação como gatilho para uma recaída no consumismo da protagonista.

O elenco também conta com Marcos PasquimMatheus CostaMalu ValleWagner SantistebanPolly MarinhoCarol Bresolin.

Primeiras Impressões dizem que novo ‘Meninas Malvadas’ é ÓTIMO; Confira!

A adaptação musical de Meninas Malvadas‘ chega aos cinemas nacionais no próximo dia 10, mas as primeiras reações da impressão já estão sendo compartilhadas online.

Lançado há dezessete anos, o filme original tornou-se um clássico do gênero comédia adolescente e trouxe no elenco nomes como Lindsay LohanRachel McAdams Amanda Seyfried.

Escrita e produzida por Tina Fey, a nova versão é uma releitura do musical da Broadway e conta com Angourie Rice (Cady Heron), Auli’i Cravalho (Janis Ian), Jaquel Spivey (Damian Leigh), Busy Philipps (June George) e Ashley Park.

Fey, que escreveu e atuou no original, faz uma ponta como a professora de matemática Sra. Norbury, ao lado de Tim Meadows, que retorna como o diretor da escola Sr. Duvall.

Entre os comentários, os críticos elogiaram a trama descontraída, os figurinos, a escolha da trilha sonora e até mesmo a sensação de nostalgia transmitida durante a exibição. Tudo isso funciona como um grande homenagem ao filme original e ao musical da Broadway.

Por outro lado, há algumas ressalvas, como a alguns membros do elenco que não se encaixaram muito bem na trama e a ausência de algumas músicas marcantes que fizeram parte do original.

No geral, foi dito que o longa vai agradar até mesmo aqueles que não são fãs de remakes.

Confira as análises:

“No segundo em que saímos da sessão de #MeninasMalvadas, minha filha se virou para mim e disse: ‘Pai, você não tem ideia do quanto eu amei aquele filme’. Ela acabou de começar o ensino médio, as crianças estão sendo infelizes umas com as outras, e ela me disse que parecia que o filme foi feito especificamente para ela em um momento em que ela realmente precisava dele em sua vida. Para mim, isso foi muito divertido – o elenco é fenomenal, a música é atraente e o roteiro de Tina Fey atualiza e muda a história para os tempos modernos, mantendo tudo o que amamos do original. Além disso, o humor inexpressivo de Tim Meadows ainda me impressiona todas as vezes. Eu ri MUITO mais do que esperava assistindo isso. E não me odeie por isso, mas a Regina George de Reneé Rapp é, na minha opinião, a melhor versão dessa personagem. (Também Auli’i Cravalho domina neste filme!)”

“Alguma impressões sobre ‘Meninas Malvadas‘. Começo dizendo que nos alertaram para não compartilhar detalhes, como spoilers, mas vou seguir a linha da maneira mais precisa possível. Dei 3,5/5 no Letterboxd! No geral, foi um filme sólido com muitos momentos engraçados. Eu acho que o ritmo estava errado, parecia muito rápido e depois muito lento. O amigo com quem eu fui discordou e achou que o ritmo estava bom, então talvez seja uma coisa minha!”

“Alguns trechos de músicas foram cortados e eu gostaria que fossem mantidos. Se você é fã do musical, notará a maior peça que falta, o que me deixou triste, principalmente porque acho que as pessoas que cantam essas músicas teriam arrasado. Pontos POSITIVOS! o filme inteiro é tão divertido, é simplesmente um ótimo momento, e eu gosto do filme original com Lindsay Lohan. “

“O filme fez um trabalho incrível ao homenagear tanto a versão da Broadway quanto o filme original, com ótimos retornos para ambos, mantendo sua própria identidade. Todo o elenco está ÓTIMO. Cady demorou um pouco para me conquistar, mas eu a amei no fim das contas. Regina (duh), Janis e Karen, na minha opinião, são as melhores atuações e o elenco perfeito. Damian também!”

“Normalmente, não gosto de remakes, mas fiquei agradavelmente surpreendida com essa versão de ‘Meninas Malvadas‘. Eu iria mais longe e diria que alguns membros do novo elenco deram ao original uma corrida pelo seu dinheiro [não venham atrás de mim, gays, porque eu sei que vocês apreciam esse filme como os meninos brancos gostam de ‘O Poderoso Chefão’].”

“O novo filme das ‘Meninas Malvadas realmente parece bom. Além do figurino e da escolha de Chris Briney para interpretar Aaron (eu pessoalmente teria escalado Milo Manheim), o filme inteiro parece divertido e mal posso esperar para que seja lançado.”

“Reneé Rap cantando ‘World Burn” recebeu muitos aplausos na minha sessão de #MeninasMalvadas (e o nome dela nos créditos no final, aplausos legítimos) eu sinto que essa é a provocação perfeita que posso dar.”

Jon Hamm voltará a trabalhar com Tina Fey após ‘30 Rock‘. Ele foi confirmado como o Coach Carr na adaptação musical de Meninas Malvadas’. Para quem não se lembra, o treinador do colégio foi acusado de ter um caso com duas alunas.

Ridley Scott CONFIRMA planos para ‘Gladiador 3’

Ridley Scott revelou que já está planejando Gladiador 3’.

“Com isso, já estou brincando com a ideia de Gladiador 3. Não, sério! Acendi o pavio…”. 

O grande problema da declaração é que Scott afirmou que o final de Gladiador II’ é semelhante ao desfecho de ‘O Poderoso Chefão’, enquanto comentava que o próximo Gladiador será sobre um homem assumindo um papel que não gostaria.

O final de Gladiador II’ lembra ‘O Poderoso Chefão’, com Michael Corleone se vendo com um trabalho que ele não queria e se perguntando: ‘E agora, pai, o que eu faço?’ Então, o próximo [filme de Gladiador] será sobre um homem que não quer estar onde está.”

A declaração de Ridley Scott pode significar que Lúcio, personagem interpretado por Paul Mescal em Gladiador II’, terminará o segundo filme assumindo o trono de Roma.

No mínimo, os fãs já têm praticamente a confirmação de que o protagonista sobreviverá até o final do filme. Além disso, diferente do primeiro longa, Gladiador II’ aparentemente não terá uma trama autossuficiente, deixando pontas soltas para o futuro.

Com estreia marcada para o dia 14 de novembro nos cinemas nacionais, o novo filme de Ridley Scott tem a missão de superar seu antecessor, que se tornou um grande clássico do cinema.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Dublado

Legendado

 

Gladiador II‘ continua a saga épica de poder, intriga e vingança ambientada na Roma Antiga. Anos depois de testemunhar a morte do venerado herói Maximus, Lucius (Paul Mescal) é forçado a entrar no Coliseu depois que seu lar é conquistado pelos imperadores tirânicos que agora comandam Roma com mão de ferro. Com a raiva em seu coração e o futuro do Império em jogo, Lucius deve olhar para o seu passado para encontrar força e honra para devolver a glória ao povo romano.

Lembrando que o filme recebeu classificação indicativa para maiores de 18 anos, assim como o filme original.

A classificação foi divulgada pela Motion Picture Association, órgão que regula os filmes nos EUA, devido a “cenas com excesso de violência e sangue”.

A sequência do épico histórico conta com Pedro Pascal (‘The Mandalorian’), Denzel Washington (‘O Livro de Eli’), Connie Nielsen (‘Advogado do Diabo’), Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’), Joseph Quinn (‘Stranger Things‘) e May Calamawy (‘Cavaleiro da Lua‘)

O roteiro fica a cargo de David Scarpa (‘Napoleão).  

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Conheça o EMOCIONANTE drama com Cillian Murphy que conquistou 93% de aprovação no Rotten Tomatoes

O vencedor do Oscar Cillian Murphy (Oppenheimer) estrelou recentemente um drama aclamadíssimo pelos críticos que já está disponível para aluguel no Prime Video.

‘Pequenas Coisas Como Essas’ (Small Things Like These) conquistou 93% de aprovação, com base em 104 avaliações, e 81% de aprovação do público.

Os críticos, em geral, elogiaram o filme, destacando a excelência do drama, com um roteiro bem escrito e uma história emocionante.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

“É sutil, mas ressoante, íntimo, mas emocionalmente expansivo e, a cada passo, de uma forma precisa e sem sentimentalismo”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Uma das principais forças de ‘Pequenas Coisas Como Essas’ está na tradução inteligente do estilo enxuto de Keegan para a tela, feita por Walsh e Mielants”, disse Rachel Pronger do IndieWire.

Cillian Murphy novamente demonstra que menos realmente é mais neste drama minimalista habilidosamente elaborado”, disse James Mottram do Total Film.

“‘Pequenas Coisas Como Essas’ soa um pouco como um filme de gângster, exceto que a teia de poder em seu centro é tecida por freiras”, disse Alissa Wilkinson do New York Times.

“Sem nenhuma tensão dramática para nos conduzir, estamos todos apenas presos até os joelhos no pântano, caminhando através dos terríveis fatos da história recente”, disse Stephanie Bunbury do Deadline.

“[Murphy não é] apenas a consciência do delicado e sutil filme do diretor belga Tim Mielants, mas também sua corrente emocional viva”, disse Guy Lodge da Variety.

“‘Pequenas Coisas Como Essas’ soa um pouco como um filme de gângster, exceto que a teia de poder em seu centro é tecida por freiras”, disse Alissa Wilkinson do New York Times.

“Sem nenhuma tensão dramática para nos conduzir, estamos todos apenas presos até os joelhos no pântano, caminhando através dos terríveis fatos da história recente”, disse Stephanie Bunbury do Deadline.

“[Murphy não é] apenas a consciência do delicado e sutil filme do diretor belga Tim Mielants, mas também sua corrente emocional viva”, disse Guy Lodge da Variety.

“Embora o tom silencioso de ‘Pequenas Coisas Como Essas’ possa ser lento demais para os fãs dos trabalhos anteriores de Murphy, é uma exibição sólida para ele e um bom começo para sua nova produtora”, disse Cole Groth do FandomWire.

“O filme sabe como a paciência pode ser uma virtude importante em uma obra como esta; ele nunca acelera seu ritmo com medo de perder o espectador e, assim, respeita o próprio ritmo do personagem principal”, disse Pablo Villaça do Cinema em Cena.

Crítica | Pequenas Coisas Como Estas: Cillian Murphy confronta a Igreja Católica em excelente drama

Crítica | Cillian Murphy faz um trabalho fabuloso no dilacerante drama ‘Pequenas Coisas Como Estas’

Baseado no best-seller homônimo de Claire Keegan, o longa acompanha um comerciante de carvão que, para sustentar sua família, se depara com segredos perturbadores guardados pelo convento local e acaba revelando verdades pessoais profundas. Isso o força a confrontar seu passado e o silêncio cúmplice de uma pequena cidade irlandesa dominada pela Igreja Católica.

Com direção de Tim Mielants (‘Peaky Blinders’) e roteiro de Enda Walsh (‘Fome’), o filme conta ainda com Michelle Fairley (‘Game of Thrones’), Emily Watson (‘Chernobyl’), Clare Dunne (‘O Lugar da Esperança’), Helen Behan (‘As Virtudes’), Emily Watson (‘Dragão Vermelho’) no elenco.

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Pânico (1996) | Metalinguagem e Renovação do Slasher

Não atenda o telefone. Não grite. Tente não entrar em pânico. Foi assim que o clássico moderno Pânico, escrito por Kevin Williamson e dirigido por Wes Craven foi divulgado em sua época de lançamento no Brasil. Na trama, uma figura misteriosa, Ghostface, assassina violentamente os jovens de Woodsboro, cidade fictícia com passado recente sombrio, cheio de histórias envolvendo falsas aparências e traições. Com elementos metalinguísticos, o assassino, ou os assassinos, como bem sabemos no desfecho, investem em diálogos sobre filmes de terror que tornam a narrativa auto referencial. São debates sobre Sexta-Feira 13, A Hora do Pesadelo, A Morte Convida Para Dançar, Halloween – A Noite do Terror, dentre outros slashers marcantes. No desenvolvimento de Pânico, os realizadores abraçam todos os clichês que tanto amamos nestes filmes, ao mesmo tempo que os critica. É uma saga deliciosamente tensa e inteligente, responsável por colocar o terror num patamar mais elevado, numa demonstração da possibilidade de ser sagaz e arrojado, algo não esperado num filme do gênero, geralmente tratado com descaso pela crítica especializada, injusta e míope em sua capacidade de refletir detidamente sobre narrativas, sem ficar apenas dentro de padrões de análise.

Vamos nessa?

A clássica cena de abertura. Drew Barrymore interpreta Casey Becker, a personagem que dialoga com Ghostface sobre filmes de terror, antes de ser brutalmente assassinada. Observe que os realizadores dividem a imagem da atriz com uma pipoca em preparação, metalinguagem para o entretenimento e o estabelecimento de uma narrativa fílmica que vai além das referências aos tantos filmes citados. Há até auto referencia, com a personagem dizendo que o primeiro A Hora do Pesadelo é legal, mas que os demais são umas boas porcarias. Wes Craven conta que aqui, temos uma situação tributária ao que ocorreu com Psicose, isto é, a suposta protagonista da narrativa morre logo na cena de abertura, numa curva sinuosa da narrativa para outros núcleos dramáticos. Ao puxar a faca da bancada nesta passagem, Drew Barrymore já dá pistas do seu destino mais adiante: a morte pelas mãos de Ghostface.

Outra referência nesta passagem de abertura é o clássico Quando Um Estranho Chama, filme sobre uma jovem aterrorizada por um psicopata que a ameaça por telefone, alguém que supostamente está dentro da própria casa onde a garota se situa como babá. O design de produção e a direção de fotografia atuam em conjunto aqui, tendo como foco, explorar ao máximo os espaços e transmitir para os espectadores o clima de perigo vivido pela personagem de Drew Barrymore. Observe que as janelas e portas de vidro são elegantes, mas deflagram que há falta de segurança ao colocar a moça numa situação longe da proteção imaginada. Na voz, a equipe conseguiu escalar Roger Jackson como o responsável por Ghostface ao telefone. Com experiência em rádio, o intérprete vocal ajudou no estabelecimento da atmosfera de opressão das passagens do filme.

Mais uma passagem que revela a falta de segurança da casa, face ao ataque de Ghostface. As janelas e portas envidraçadas deixam a personagem mais vulnerável. E mais: para o diretor, a popularização gradual dos celulares permitiu que a angústia fosse ainda maior, pois o assassino em seu privilégio de mobilidade poderia estar em qualquer lugar. Wes Craven contou que para ampliar a sensação de horror da atriz Drew Barrymore nesta famosa cena, contou-lhe uma história sobre a morte de um cão, acontecimento que deixava a moça triste toda vez e a permitia chorar mais copiosamente nas passagens que pediam a sua representação de desespero.

O fundo azul na tela da TV indica, de maneira metalinguística, que uma sessão fílmica vai começar. Na outra passagem, Sidney olha para a cadeira onde sua colega de sala costumava se sentar, agora não mais, haja vista a morte brutal pelas mãos de Ghostface.

A arquitetura das casas em vidro deflagra a vulnerabilidade das personagens. Sidney, personagem que saberemos ser a final girl da narrativa, quebradora de protocolos no slasher metalinguístico de Pânico, vive num lar que, no que tange aos elementos de segurança, não ajudam a personagem, pois o perigo ao seu redor é constante. Abaixo, o filme faz a primeira apresentação de Maureen Prescott, personagem que terá importância nos pontos nevrálgicos dos três primeiros filmes da franquia, agendada inicialmente para ser uma trilogia, mas que ganhou o excelente quarto filme em 2011.

Nesta cena, Sidney confronta o psicopata por telefone, inicialmente achando ser Randy, o abobalhado amigo que é obcecado por filmes de terror. Ela discute com ele sobre a previsibilidade do slasher, apontando falhas neste tipo de filme ao dizer que são insultantes para a inteligência até mesmo do espectador comum. Na cena seguinte, Dewey é apresentado em sua estação de trabalho, definido pela direção de arte com objetos que o tornam um cara bobo, sem a seriedade esperada de um agente da lei mais firme e másculo, dentro dos padrões.

Gale Weathers, personagem de Courteney Cox, demonstra que não está para brincadeira em Woodsboro e resolve tentar tirar algumas perguntas inconvenientes de Sidney Prescott. Abaixo, mais metalinguagem, agora numa breve participação de Linda Blair (de O Exorcista) como uma das repórteres da mídia que tenta extrair depoimentos para as suas matérias sensacionalistas sobre os crimes que estão abalando a cidade.

Gale Weathers e Sidney Prescott se encontra num breve diálogo esclarecedor. A repórter sente que a jovem não tem mais tanta certeza sobre a terrível história em torno do assassinato de sua mãe. Ao sacar esse fraquejar da garota, a esperta e inescrupulosa jornalista percebe o potencial sensacionalista que pode ser extraído desta história e se anima com a possibilidade de lucrar em torno dos acontecimentos que vão reverberar nos próximos filmes da franquia.

Duas passagens com referência ao legado de Wes Craven. A primeira é o próprio diretor em cena, como auxiliar de limpeza da escola, trajado com uma roupa que nos remete ao monstro de A Hora do Pesadelo, o famoso Freddy Krueger. Depois, Sidney e Tatum conversam na casa da jovem e no diálogo, a amiga da final girl diz que os acontecimentos não seguirão como o imaginado, pois elas não estão num filme de Wes Carpenter, referência também ao diretor de Halloween, criador de Michael Myers, quintessência do slasher referenciado em outros trechos do filme, quando os personagens discutem as regras de sobrevivência num slasher.

O ambiente máximo da cinefilia na época. As videolocadoras, território dos sonhos para os personagens. Na cena, Randy e Stu conversam sobre os suspeitos e o primeiro, um dos mais cinéfilos de todos, aponta que a polícia deveria assistir aos filmes de terror para compreender melhor porque determinadas coisas acontecem. Se todos vissem A Morte Convida Para Dançar, resolver crimes seria muito mais fácil, afirma o jovem.

Enquanto se divertem na festa localizada numa zona distante, os jovens aprendem com Randy as regras básicas de sobrevivência em um filme slasher. Não fazer sexo, tampouco dizer “eu volto já”. Eis algumas das medidas básicas. Para explanar sobre o assunto, ele utiliza o trecho final de Halloween – A Noite do Terror, de 1978, para melhor explicar as tais regras. A metalinguagem, nestes trechos, alcança vários níveis diferentes e demonstram como Pânico é consciente ao flertar com os clichês que critica, abraçando-os sem deixar o senso crítico de lado.

Aqui, a final girl Sidney Prescott quebra os protocolos e se entrega ao namorado. Ao perder a virgindade, ela poderá ser candidata ao posto de sobrevivente? É o que saberemos mais adiante, nas reviravoltas da narrativa. Randy, na passagem seguinte, não imagina a sequência de horrores que ainda está prestes a se estabelecer. Na cena, Jamie Lee Curtis aparece de fundo, num dos trechos mais emblemáticos de Halloween – A Noite do Terror.

No desfecho, descobrimos que Billy e Stu são os assassinos. Sidney os enfrenta, consegue descobrir a localização do pai, desaparecido, além de batalhar pela vida ao lado de Randy e Gale, sobreviventes do massacre. Sucesso de bilheteria e crítica, Pânico revitalizou o gênero e se tornou uma franquia bem-sucedida, com ressonâncias na febre de slashers que surgiram após o seu lançamento. Podemos compreender, de fato, os motivos do sucesso. Inteligente, sagaz e divertido, o filme demonstra como o terror é um campo profícuo para mescla de entretenimento e críticas sociais. Com personagens mais desenvolvidos que o habitual neste subgênero, a saga de Ghostface continuou em mais três filmes.

Preparados para a próxima empreitada com a franquia Pânico? Vamos compreender mais sobre o segundo capítulo da saga de Ghostface no próximo texto, combinado?

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Crítica | ‘Malu’ – As dores da existência guiadas pelo furacão de emoções Yara de Novaes

Explorando uma história sobre as dores da existência, do não saber lidar com as relações próximas, Malu foi um dos filmes selecionados para a competição de longas-metragens da Première Brasil no Festival do Rio 2024 – e venceu o prêmio de Melhor Longa de Ficção. Escrito e dirigido pelo cineasta Pedro Freire, que apresenta em sua estreia na direção memórias sobre a própria mãe, ao longo dos 103 minutos de projeção somos testemunhas de conflitos intensos, que vão de um extremo ao outro, do afeto até a indiferença, entre gerações de mães e filhas tendo como ponto de interseção a personagem título.

Na trama, ambientada nos anos 1990, conhecemos Malu (Yara de Novaes), uma atriz desbocada com dias de sucesso no passado, que após se separar muda-se para uma casa em construção que comprou com o marido tempos atrás. Morando com a mãe conservadora (Juliana Carneiro da Cunha) e com a visita da filha (Carol Duarte) iniciando a fase adulta, uma série de conflitos se estabelecem e que logo rumam para a descoberta de uma cruel doença.

Cena do filme Malu, de Pedro Freire
Cena do filme Malu, de Pedro Freire

Tendo como único cenário uma casa em construção, que logo vira o reflexo de relações conturbadas que se estabelecem a partir da figura central, o filme busca no embate seu alicerce para preencher essa ciranda de atritos potencializado pelo tripê: conservadorismo, orgulho e imaturidade, representado pela mais forte característica de cada uma das personagens. A questão é que o discurso da revolução de um viver se perde com uma narrativa que apresenta os desafios do resolver os conflitos com as ações sendo mais fortes que os significados. Talvez seja mais marcante para quem já conhece essa história, ou conheceu Malu.

Cena do filme Malu, de Pedro Freire
Cena do filme Malu, de Pedro Freire

Ao longo de três meses de gravações – com o mesmo tempo anterior de ensaios – um fato que fica em evidência é a proximidade do diretor com a história. Fato que pode ser um trunfo ou mesmo um calcanhar de aquiles. Entre memórias emotivas, desabafos, e lapidado pelo orgulho como característica mais forte da personalidade explosiva de uma protagonista brilhantemente interpretada pelo furacão de emoções Yara de Novaes, o projeto se consolida como uma carta aberta do diretor para si mesmo sobre a mãe diagnosticada com uma doença neurodegenerativa.

Cena do filme Malu, de Pedro Freire
Cena do filme Malu, de Pedro Freire

Exibido em festivais que alcançaram cinco continentes, incluindo uma passagem pelo Festival de Sundance, Malu não deixa de ser um filme corajoso de Pedro Freire. Abrir as portas de uma história que o diretor conhece como poucos e deixar o público receber as mensagens íntimas que propõe deve ter sido uma jornada repleta de emoções. O ponto é se o público vai conseguir se conectar com tudo que queria ser transmitido.

Crítica | Duas Rainhas – Saoirse Ronan enfrenta Margot Robbie pelo trono da Inglaterra em drama

Guerra de Tronos

Quando soubemos lá atrás da produção de Duas Rainhas (Mary Queen of Scots), o pensamento coletivo foi só um: Oscar. Veja estes elementos e diga se não concorda. Primeiro, se trata do novo trabalho de duas jovens atrizes do momento, recém saídas de indicações ao prêmio da Academia – Saoirse Ronan, de Lady Bird, e Margot Robbie, de Eu, Tonya. Segundo, este é um drama de época sobre a corte britânica e uma clássica trama histórica, gênero adorado pela ala mais velha dos votantes. E terceiro, a direção de uma mulher – coisa que depois da indicação de Greta Gerwig, imaginava-se virar uma constante. Bem, o filme não emplacou como deveria – o que não diminui seus muitos predicados.

Indicado merecidamente nas chamativas categorias de figurino e maquiagem, Duas Rainhas se tornou um filme “quase”, daqueles que chegaram perto, geraram falatório, mas terminaram passando reto na época de premiações. Baseado no livro ‘Queen of Scots: The True Life of Mary Stuart’, de John Guy, o roteiro foi adaptado por Beau Willimon – um especialista em conspirações políticas entranhadas, tendo no currículo textos como os da série House of Cards e do filme Tudo Pelo Poder (2011).

A história fala sobre a colisão de realezas entre Mary Stuart, Rainha da Escócia, e verdadeira herdeira do trono do Reino Unido – devido à sua linhagem familiar – e a Rainha Elizabeth I, regente da Inglaterra. As tramoias de bastidores da corte vão escalando até o desfecho trágico. Elizabeth não possuía herdeiros, ou sequer era casada, e de saúde frágil começa cada vez mais a se tornar suscetível a influências externas e a ser conduzida de acordo com a maré, mesmo reconhecendo como equivocadas algumas de suas decisões. Ela sabia que Mary era a verdadeira e legítima Rainha. Por outro lado, a Rainha da Escócia, mais decidida e imponente, ditava suas regras, desafiava sua corte e inclusive colocava a prima (a Rainha da Inglaterra) contra a parede clamando o que era seu por direito – numa das cenas mais belas plasticamente, o único encontro entre as duas (que pode nunca ter acontecido de fato).

Mary tratou de casar e gerar um herdeiro, que assumiu o trono depois de Elizabeth. Todas as suas decisões eram estratégicas. O que não a tornava uma mulher fria, muito pelo contrário. Em seus retratos, as duas meninas de ouro da nova geração de Hollywood sobressaem-se. Apesar das prévias, como cartazes e trailers, não se engane, este é um filme de Saoirse Ronan. A ruiva domina grande parte da projeção, deixando Robbie como participação de luxo. Ronan é pura energia em sua atuação, desde cenas onde despeja diálogos de forma vibrante até desempenhos mais ousados. Sua Mary Stuart é brilhante e ao mesmo tempo arrogante, inteligente e firme.

Sabemos que o trabalho de maquiagem de um filme é eficiente quando se propõe e tem êxito em “enfeiar” uma beleza como a da musa Margot Robbie. Usando uma prótese no nariz, aos poucos a personagem de Robbie vai se deteriorando devido a uma doença epidêmica que adquire, custando-lhe a beleza. Com o rosto marcado e os cabelos secos e escassos, a estrela se transforma em outra pessoa diante de nossos olhos, incrédulos com tamanho perfeccionismo da equipe técnica. Esta jogada para escanteio não eclipsa a performance da atriz, que já se provou dona de grande talento e não apenas um rostinho bonito. Ainda mais quando nem o rostinho bonito temos.

Fora as atuações virtuosas e uma parte técnica pulsante, a diretora Josie Rourke conduz a narrativa de forma dinâmica e de fácil acesso a todo tipo de público. A cineasta mistura o charme clássico de obras assim com um discurso moderno, mostrando que muito ainda permanece igual. É fácil notar esta conexão entre séculos proposta pela diretora, onde percebemos a força feminina guiada por mulheres independentes e, já naquela época, empoderadas, que decidiam sobre o destino de nações. Este frescor de modelagem é um dos grandes trunfos de Duas Rainhas, um filme elegante, contundente e dono de um discurso muito atual.

Já viu Todos? Conheça 12 Remakes de Clássicos de Terror dos Anos 80!

Os anos 80 foram igualmente uma década inesquecível, muito querida, mas também uma época, digamos, peculiar. Com seus altos e baixos, seu lado positivo e negativo, os anos 80 são simplesmente inigualáveis. Algumas produções atuais que se passam nos anos 80 conseguem, através de um excelente trabalho de caracterização de época, recriar o sentimento do que foi o período para todos aqueles que não o conheceram compreender o que significou. Um bom exemplo disso é a série ‘Stranger Things’.

Mas temos também casos de produções dos anos 80 que terminam saindo da querida década para os tempos atuais. Isso se deve quando alguma refilmagem de um clássico do período ganha forma. O segredo é trazer a ideia toda para a modernidade. Bem, em alguns casos dá certo em outros não. Aqui, iremos adereçar doze remakes de clássicos dos anos 80, focando exclusivamente no nosso gênero preferido, o terror. Confira abaixo.

Hellraiser (2022)

Começaremos com o filme mais recente do lote. O remake de ‘Hellraiser – Renascido do Inferno’ foi lançado exclusivamente para o streaming e infelizmente quase ninguém assistiu. O filme até recebeu elogios modestos dos que se aventuraram, mas a conclusão foi de que o original é o que ainda prevalece. ‘Hellraiser’ não é uma franquia que podemos citar como bem-sucedida, e muitas de suas sequências lançadas direto em vídeo são dignas de qualquer nota. A verdade é que o original de 1987 ainda permanece como um baita filme de terror e um dos maiores representantes do gênero nos anos 80.

Brinquedo Assassino (2019)

Agora passamos para um remake que eu curiosamente gosto. Isso porque os realizadores desta reimaginação do boneco Chucky acertam na abordagem e na transição do conceito para os dias de hoje. Certos filmes dos anos 80 não cabem mais nos dias de hoje, a não ser que sua essência mude. Foi o caso com ‘Brinquedo Assassino’. Em 1988, um serial killer conhecedor de magia negra consegue através dos ritos transportar sua alma moribunda para dentro de um boneco. Amamos o original, mas hoje essa premissa seria digna de risadas. Assim, a ideia foi transformar em um boneco tecnológico dono de inteligência artificial, em uma história sobre amizade deturpada. Funciona muito.

Cemitério Maldito (2019)

No mesmo ano do remake de ‘Brinquedo Assassino’, ganhamos uma refilmagem sem qualquer personalidade. O ‘Cemitério Maldito’ original, de 1989, assombrou as crianças e adolescentes no fim dos anos 80 com seu tema macabro da vida além-túmulo. Alguns momentos do filme ainda marcam o subconsciente dos espectadores. Porém, é um filme que não resistiu ao teste do tempo, portanto, talvez seja melhor deixar as lembranças apenas na cabeça e não tentar revisitar o longa. O remake foi tão esquecível, que mesmo quem assistiu não consegue lembrar.

Poltergeist (2015)

Por falar em remakes sem personalidade e completamente esquecíveis, aqui temos um dos piores exemplares do lote. ‘Poltergeist’, de 1982, é um dos clássicos mais icônicos do período, que ganhou fama de ser extremamente assustador. O filme tem seus momentos, mas está longe do nível de ‘O Exorcista‘, por exemplo. Isso não tira de forma alguma seus muitos méritos como uma das melhores pedidas até hoje para o dia das bruxas. Mas esqueça suas sequências. Agora um que certamente não irá mexer com você é a deplorável reimaginação de 2015, mesmo contando com atores do porte de Sam Rockwell e Rosemarie DeWitt.

A Morte do Demônio (2013)

Voltamos para os bons remakes de clássicos. Ainda bem. ‘Evil Dead – A Morte do Demônio’, de Sam Raimi, lançado em 1981, foi o primeiro filme do diretor. E dizer que foi lançado talvez seja muita bondade, afinal se trata de uma produção tão independente que foi descoberta em rodinhas cult muito tempo depois de sua finalização. Foi a partir de ‘Uma Noite Alucinante’ (1987), a sequência, que todos começaram a procurar o original, inclusive aqui no Brasil. O remake pega bem o espírito da coisa, mas transforma em um resultado tão barra-pesada, que apesar de ser bom, muitos não conseguiram identifica-lo como ‘Evil Dead’. Acontece que o original e suas continuações possuem um clima próprio, dono de bastante humor nas entrelinhas – ausente na refilmagem.

A Hora do Espanto (2011)

Com um pé lá e outro cá, no meio termo entre uma refilmagem satisfatória e uma decepção, está essa atualização no clássico de vampiros ‘A Hora do Espanto’. O filme original, de 1985, foi um ponto tão fora da curva, um sucesso adorado, que nem mesmo uma continuação lançada três anos depois conseguiu fazer jus ao antecessor. E o que dirá uma refilmagem. Aqui temos o mesmo diretor de ‘Eu, Tonya’, Craig Gillespie, e o sujeito até que tenta de forma empenhada. Algumas coisas funcionam, como centrar a trama em Las Vegas (a cidade que propositalmente troca o dia pela noite), e outras não (como a caracterização do melhor amigo do protagonista). Colin Farrell, como sempre, está inspirado como uma versão moderna de Jerry Dandrige

A Hora do Pesadelo (2010)

O filme original do saudoso Wes Craven está completando 40 anos de lançamento em 2024. ‘A Hora do Pesadelo’ segue ainda hoje como um dos melhores exemplares, não apenas de uma produção slasher, como de um filme de terror dos anos 80 e de todos os tempos. O maníaco dos sonhos Freddy Krueger se tornou ícone pop e nos anos 80 estava em todos os lugares. A impressão foi tão forte que o personagem ainda ecoa até hoje. O que não ajudou muito foi a tentativa de reimaginar o clássico em 2010 – sem o intérprete que o imortalizou, Robert Englund. Os fãs podem até chiar, mas é o que terá que ser feito daqui para a frente, pois Englund se encontra com 77 anos. O remake não é de todo ruim, mas ficou soando como uma cópia carbono totalmente apagada do original.

Sexta-Feira 13 (2009)

Um ano antes de o remake de ‘A Hora do Pesadelo’, o outro ícone dos anos 80 ganhava nova roupagem. A verdade é que ambos ‘Sexta-Feira 13’ e ‘A Hora do Pesadelo’ pareciam ter tentado de tudo nos anos 80 e 90, e não se tinha muito mais para onde levar os personagens – a não ser para tramas repetitivas. Assim, Jason foi pro espaço, Freddy foi para o mundo real e os dois até mesmo se enfrentaram em um crossover (esse sim deveria ter ganhado uma continuação). Os anos 2000 ficaram conhecidos como a década dos remakes para os filmes do terror, e não apenas isso, mas reimaginações mais sombrias, dramáticas e realistas. O de ‘Sexta-Feira 13’ também fica entre erros e acertos. Um ponto onde acerta é no prólogo, em que conta o primeiro e o segundo filme logo na abertura, fazendo o remake na verdade ser do terceiro filme.

Dia dos Namorados Macabro (2009)

Dia dos Namorados Macabro’, de 2009, saiu no mesmo ano do remake de ‘Sexta-Feira 13’ e foi um filme bem melhor. Um dos motes da refilmagem foi se aproveitar do artifício que bombava na época: as salas e óculos 3D. O original era uma cópia canadense de ‘Halloween’ e ‘Sexta-Feira 13’, que pegava carona no sucesso slasher do início dos anos 80. O filme ficou conhecido como o slasher proletário, porque seus personagens eram todos jovens trabalhadores de uma mina de carvão em uma pequena cidade. No dia dos namorados, um maníaco começa a matar a população e ficamos tentando adivinhar quem dentre os personagens é o assassino. O remake segue essa linha, brinca bem com a situação e apresenta uma história bastante criativa. Esse é um dos melhores remakes de um slasher de todos os tempos.

Prom Night (2008)

De um remake slasher bastante satisfatório, passamos para um que deixou bastante a desejar. Assim como ‘Dia dos Namorados Macabro’ original, aqui temos um exemplar ainda mais obscuro, que apenas os aficionados pelo subgênero conhecem. Falo de ‘Baile de Formatura’, de 1980, que mesmo contando com a presença de Jamie Lee Curtis (saída de ‘Halloween’) continua nos dias de hoje sendo uma produção desconhecida do grande público. O remake achou que podia fazer o que quisesse, afinal o original não teria tantos defensores assim. Isso é verdade, já que não cabia tentar reproduzir o que havia sido feito lá atrás. Apesar de quase ninguém ligar para ‘Baile de Formatura’, o sentimento foi o mesmo quando todos deram de ombros para ‘A Morte Convida para Dançar’, o título até criativo da refilmagem, que escolheu falar sobre abuso contra a mulher, mas manteve uma censura baixa.

A Morte Pede Carona (2007)

A Morte pede Carona’ é outro clássico dos anos 80 que deixou toda uma geração apavorada com suas cenas para lá de chocantes. Seja a cena da lanchonete com “batatas fritas” bem diferentes ou quando o psicopata interpretado por Rutger Hauer resolve testar a elasticidade do corpo humano. Recentemente, ouvi a comparação de que o filme original de 1986 é basicamente uma outra versão de ‘O Exterminador do Futuro’ – e sem dúvida aqui também temos um maníaco que não pode ser parado. O remake não se atreve muito a se distanciar do que foi apresentado antes, apenas coloca o protagonismo em um casal e não apenas somente em um rapaz. Aliás, no desfecho ganhamos inclusive uma troca de gênero de protagonismo. Apesar dos esforços louváveis, esse é outro remake que ninguém fala.

Fog (2005)

Quando um remake tem o título diferente de seu original, optamos por chama-lo por seu nome em inglês (esse sim, igual no Brasil e nos EUA). O ‘Fog’ original é de 1980, também conta com Jamie Lee Curtis no elenco e é dirigido por John Carpenter. Por esse motivo, é claro que se trata de um filme cult com bastante fãs. Esse foi o filme que Carpenter fez depois de ‘Halloween’, mas não obteria o mesmo sucesso. Com o passar dos anos, mais e mais pessoas descobriram ‘Fog’, que no Brasil se chamou ‘A Bruma Assassina’. O Remake de 2005 resolveu chamar o filme de ‘A Névoa’, e criou um longa genérico e sem grandes atrativos – que surge como o típico produto da época e dessa categoria que se tornou um subgênero no período. É claro que efeitos especiais ocuparam o lugar dos efeitos práticos bacanas do original – assim, criando uma atmosfera mais artificial possível.

 

‘Coringa’: Diretor compartilha primeira imagem oficial de Zazie Beetz no filme

O diretor de ‘Coringa‘, Todd Philips, compartilhou em seu Instagram a primeira imagem oficial de Zazie Beetz (‘Deadpool 2‘) no filme.

Confira:

 

Visualizar esta foto no Instagram.

 

So excited to be working with @zaziebeetz. Joker. 📷@nikotavernise

Uma publicação compartilhada por Todd Phillips (@toddphillips1) em

 

 

O longa, estrelado pelo vilão do Batman, será chamado de Coringa por aqui, como era esperado, e chegará um dia antes da estreia norte-americana, em 3 de outubro de 2019.

Confira também algumas imagens direto do set do filme:

A trama deve explorar a cultura noturna da cidade de Nova York, dando destaque inclusive a clubes de strip-tease. Ou seja, é muito provável que o filme seja para maiores de idade.

‘Coringa’: Joaquin Phoenix diz que não se importa com opinião dos fãs sobre sua interpretação

Filme de origem do Coringa será ‘assustador’, afirma Joaquin Phoenix

O plano é lançar um novo selo chamado de DC Dark ou DC Black, parte de uma mudança de estratégia da Warner após o péssimo resultado de Liga da Justiça nas bilheterias.

O longa contará com o orçamento de US$ 55 milhões, valor relativamente baixo.

“20 anos antes do Batman salvar a cidade na trilogia de ‘Cavaleiro das Trevas’, Gotham era um lugar perigoso. Nos cantos onde o crime se escondia, um homem tenta escapar do seu terreno desafortunado, através de uma paixão pela teatralidade e pela comédia stand-up. No entanto, um dia ruim é tudo o que basta nesta cidade, e logo, este homem de boas intenções se tornou o criminoso mais perigoso de todos: o Coringa. Dirigido pelo indicado ao Oscar, Todd Phillips (‘Cães de Guerra’) e produzido pelo vencedor do Oscar, Martin Scorsese (‘Os Bons Companheiros’), esta prequel do indicado ao Oscar, Christopher Nolan, ‘Cavaleiro das Trevas’, vai explorar como o Palhaço Príncipe do Crime veio a se tornar o que é”.

Vale ressaltar que a história deve se passar em uma Gotham City dos anos 80, além de estar separado do atual Universo Estendido DC, fazendo parte de um novo selo para filmes independentes com os personagens DC Comics.

‘Batwoman’: Série com Ruby Rose ganha trailer COMPLETO; Assista!

A CW divulgou o trailer completo da série ‘Batwoman‘, estrelada pela Ruby Rose.

Confira:

A série faz parte do Arrowverse, e sua personagem principal foi apresentada durante o crossover Elseworlds.

Kate Kane (Rose) nunca planejou ser a nova vigilante de Gotham. Três anos depois de Batman ter desaparecido misteriosamente, Gotham é uma cidade em desespero. Sem o Cavaleiro das Trevas, o Departamento de Polícia de Gotham City foi invadido e desarmado por gangues criminosas. Para ajudar sua família e sua cidade, ela terá que se tornar a única coisa que seu pai detesta – uma vigilante como Batman. Com a ajuda de sua meia-irmã, Mary (Kang), e do astuto Luke Fox (Johnson), filho do guru da Wayius Enterprises, Kate Kane continua o legado de seu primo desaparecido, Bruce Wayne, como Batwoman. Ainda apaixonada por sua ex-namorada, Sophie, Kate usa tudo em seu poder para combater as maquinações sombrias da psicótica Alice (Skarsten). Mas não a chame de heroína ainda. Em uma cidade desesperada por um salvador, ela deve primeiro superar seus próprios demônios antes de abraçar o chamado para ser o símbolo de esperança de Gotham.

O elenco ainda conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Nicole Kang, Camrus Johnson, Rachel Skarsten e Nicole Kang.

 

Tô Ryca 2

 

Elenco:

Samantha Schmütz

Katiuscia Canoro

Evelyn Castro

Anderson Di Rizzi

Marcelo Mello Jr.

 

Direção: Pedro Antonio

Gênero: Comédia

Duração: — min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 3 de Fevereiro de 2022

Sinopse: 

Selminha está de volta! E agora é Ryca, esbanjadora, paga mais caro em tudo que quer e pode. O problema é que alegria de pobre sempre dura pouco. Aparece uma homônima que se coloca como a herdeira legitima. Os bens de Selminha são congelados, agora sua única fonte de renda é a que a justiça concede até se resolver o processo: um salário mínimo por mês, ou seja: 30 reais por dia. Mas Selminha já não sabe como viver na falência, no miserê, na desgraçada da pobreza. E pior: ela era a patrona da comunidade de Quintino, e com a sua pobreza toda a comunidade também acaba passando aperto. A Selminha guerreira, batalhadora, brasileira que não desiste nunca, ressurge para resolver não só a sua vida, mas de todos que ela ama.

Crítica | Tô Ryca 2 – Samantha Schmütz BRILHA em seu MELHOR papel na comédia (Nota: 7.0)

Curiosidades: 

» Sequência do sucesso ‘Tô Ryca‘, lançado em 2016;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

 

‘The Morning Show’: Steve Carell é promovido ao elenco regular da 2ª temporada

De acordo com o TVLine, Steve Carell foi promovido ao elenco regular da 2ª temporada da série ‘The Morning Show‘.

O ator interpreta Mitch Kessler, âncora de um noticiário que é demitido após diversas acusações de assédio.

Vale lembrar que as filmagens da 2ª temporada foram há alguns meses devido à pandemia do novo coronavírus e, recentemente, o ator Mark Duplass revelou que o novo ano será reescrito para incluir a crise sanitária global na narrativa.

“Nós rodamos dois episódios antes de pararmos por causa da pandemia, mas sei que eles estão reescrevendo, o que é insano, porque foi isso o que aconteceu na primeira temporada. Eles tinham vários roteiros e então reescreveram tudo para incluir o movimento #MeToo, e agora temos outro fenômeno global, bem maior, com que lidar. Não sei o que eles estão fazendo, mas sei que estão reescrevendo”.

A série foi criada por Jay Carson e Kerry Ehrin.

Um olhar por trás dos bastidores da vida das pessoas que ajudam a América a acordar pela manhã, explorando os desafios únicos enfrentados pelos homens e mulheres que realizam este ritual diário televisionado.

O elenco conta com Jennifer Aniston, Reese Witherspoon, Desean Terry, Victoria Tate, Billy Crudup, Mark Duplass e Gugu Mbatha-Raw.

‘A Lenda de Candyman’: Reboot ganha cartaz e novas imagens oficiais; Confira!

O reboot ‘A Lenda de Candyman‘ ganhou um novo cartaz e imagens oficiais.

Confira:

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de agosto.

Nia DaCosta é responsável pela direção.

O filme acompanha Anthony, um artista socialmente pronunciado em Chicago que pesquisa a lenda urbana de Candyman. Depois de investigar o último paradeiro conhecido do assassino, assassinatos estranhos começam a ocorrer em torno de Anthony. O protagonista desempenhará um papel semelhante ao de Helen Lyle, a personagem principal do filme original.

Abdul-Mateen II será o vilão do novo filme, e o elenco ainda conta com Nathan Stewart-Jarrett, Colman Domingo e Teyonah Parris.

Além de produzir, o vencedor do Oscar Jordan Peele (‘Corra!‘) também irá coescrever o roteiro ao lado de Win Rosenfeld.

‘O Massacre da Serra Elétrica 2’: Diretor revela ter “ideias INCRÍVEIS” para a sequência

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o diretor David Blue Garcia revelou que já tem “ideias incríveis” para uma possível sequência do terror ‘O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface‘, que estreou na Netflix na última semana.

“Eu tenho pensado muito sobre o que aconteceria em uma sequência dessa história ou outro conto desse universo. Eu tenho algumas ideias incríveis que eu adoraria compartilhar com a produtora Legendary se ela quiser desenvolver um novo filme. Também há coisas que eu gostaria de ter feito nesse filme, e queria de ter a oportunidade de trazê-las para a continuação.”

Ele completa, “E, claro, há aquele gancho [para uma sequência] na cena pós-créditos do filme, então definitivamente há um futuro para ser explorado.”

Nesta sequência, um grupo de jovens decide dar vida nova a uma cidade fantasma no Texas, mas acaba se deparando com Leatherface, o famoso maníaco da serra elétrica.

A trama se passa anos após os chocantes eventos do filme original, em um cenário em que Leatherface não foi visto desde então.

Vale lembrar que a lendária Sally Hardesty, única sobrevivente do filme de 1974, retornará no novo filme. A personagem será interpretada por Olwen Fouéré (‘Contágio em Alto Mar’).

‘After 4 – Depois da Promessa’: Último filme da franquia ganha data de estreia no Prime Video

O Prime Video finalmente confirmou quando a sequência ‘After – Depois da Promessa‘ (After Ever Happy), quarto e ÚLTIMO filme da franquia, será lançada no catálogo brasileiro do serviço de streaming.

O longa estreará na plataforma no dia 25 de novembro.

Confira o trailer legendado:

Dirigido por Castille Landon, o longa é baseado na popular saga de livros de Anna Todd.

No filme, o casal “Hessa” está crescendo e pode nunca mais ser o mesmo. Embora já tenham encarado inúmeras adversidades, o capítulo final trará um desfecho de conto de fadas ou destruirá o relacionamento apaixonado e tóxico? Tessa não é mais a garota doce e ingênua de antes. Ela entende todas as emoções que estão se formando em Hardin e sabe que é a única que pode acalmá-lo quando ele explode. Ele precisa dela, mas ela precisa dele?

Josephine Langford e Hero Fiennes Tiffin retornam. O elenco ainda conta com Louise Lombard, Kiana Madeira, Rob Estes, Carter Jenkins e Chance Perdomo.

Diretor CONFIRMA que ‘Deadpool 3’ será para MAIORES de idade

Em entrevista ao Deadline, Shawn Levy (‘Free Guy: Assumindo o Controle’) confirmou que a vindoura sequência ‘Deadpool 3‘ manterá a alta indicação etária dos filmes anteriores, e só poderá ser assistida por maiores de idade.

Após a compra a 20th Century Studios pela Disney, os fãs estavam preocupados com a possibilidade do estúdio trazer uma versão mais leve e menos sangrenta do Mercenário Tagarela – como os outros filmes de super-herói da Marvel.

“Muito antes que eu amar o Ryan Reynolds, que já amava o Deadpool. Eu amo esse personagem. Para mim, o primeiro filme é simplesmente perfeito, então eu não tenho a intenção de mexer com o DNA da franquia.”

O cineasta também revelou novos detalhes sobre a produção: “Estávamos na metade das filmagens de ‘Deadpool 3’ [antes da greve dos atores]. Foi muito divertido, e a química entre [Ryan Reynolds e Hugh Jackman] é absolutamente incrível. É tudo o que estávamos esperando que fosse.”

Vale lembrar que a Marvel Studios antecipou ‘Deadpool 3‘ para 3 de maio de 2024. Anteriormente, o longa estava previsto para 8 de novembro de 2024.

Infelizmente, a data pode ser alterada novamente por causa das greves.

Embora os detalhes da trama de ‘Deadpool 3‘ sejam mantidos em segredo, rumores sugerem que o Mercenário Tagarela causará problemas nas linhas temporais e terá que lidar com a “vigilância” da Autoridade de Variação Temporal (AVT).

O terceiro filme também contará com a presença de Stefan Kapičić como Colossus, o mutante que transforma sua pele em aço; Brianna Hildebrand e Shioli Kutsuna como Míssil Adolescente Megassônico e sua namorada Yukio, respectivamente; e Morena Baccarin como Vanessa, o par romântico do personagem titular.

Karan Soni e Leslie Uggams completam o elenco como o carismático taxista Dopinder e a Cega Al, uma idosa com humor irreverente que serve como conselheira para o Deadpool.

A direção fica a cargo de Shawn Levy (‘Stranger Things’).

O longa vai marcar mais uma colaboração entre Reynolds e Levy após ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘ e ‘O Projeto Adam‘.

2ª temporada de ‘Arcane’ será a ÚLTIMA da série; Confira o teaser!

A Netflix confirmou que a 2ª temporada da aclamada animação ‘Arcane‘ também será a sua última da série.

No ciclo final, “O ataque de Jinx ao Conselho prepara o terreno para uma terrível escalada do conflito entre Piltover e Zaun.”

“‘Arcane’ é apenas o começo de uma história maior neste universo e em nossa parceria com o incrível estúdio de animação Fortiche,” declarou o criador Christian Linke. “Desde o começo, quando começamos a trabalhar no projeto, tínhamos um desfecho muito específico em mente, o que significa que a narrativa será concluída na segunda temporada. Mas ‘Arcane’ é apenas o primeiro capítulo de muitas histórias que queremos contar em Runeterra.”

Lembrando que o ciclo final tem estreia agendada para novembro de 2024.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Pôster de "Arcane: League of Legends", só na Netflix.

Ambientada na próspera região de Piltover e na oprimida cidade subterrânea de Zaun, a história explora as origens de duas campeãs icônicas e do poder que irá separá-las. Em meio ao conflito entre essas cidades-gêmeas, duas irmãs lutam em lados opostos de uma guerra entre tecnologias mágicas e convicções incompatíveis.

A série foi criada por Christian Linke e Alex Yee.

‘Garota Infernal 2’: Amanda Seyfried afirma que SEQUÊNCIA está em desenvolvimento

Em entrevista recente, Amanda Seyfried (‘Meninas Malvadas’) confirmou que uma sequência para o clássico ‘Garota Infernal‘ está em desenvolvimento.

“Acho que eles estão fazendo [uma continuação]. Eu não estou confirmando! Eu disse que ‘acho’,” declarou a atriz, piscando para a câmera. “Estamos trabalhando em uma sequência”.

Anteriormente, a roteirista Diablo Cody (‘Juno’) havia revelado que adoraria ver o retorno das atrizes Amanda Seyfried e Megan Fox na sequência: “Eu adoraria trazer a Megan [Fox] e a Amanda [Seyfried] de volta para uma sequência de ‘Garota Infernal’ – isso seria o ideal. Quero muito voltar a explorar aquele universo, e já pensei em diversas permutações que poderíamos fazer. Poderíamos fazer uma pré-sequência, uma sequência e até mesmo um musical. Estou disposta a fazer qualquer coisa, só preciso encontrar o parceiro certo.”

Cody já havia comentado sobre seu desejo em desenvolver uma continuação: “Eu quero fazer uma sequência [para ‘Garota Infernal’]. Eu ainda tenho mais coisas para contar [naquele universo]. Eu só preciso encontrar um parceiro que acredite neste projeto tanto quanto eu, e isso ainda não aconteceu. Preciso de alguém que acredite nesta sequência e tenha dinheiro.”

Ao ser possuída por um demônio, a estudante Jennifer se torna muito brava com os rapazes que nunca a deram uma chance. Enquanto a maldosa Jennifer satisfaz seu apetite com carne humana de meninos da escola, sua amiga nerd Needy descobre o que está acontecendo e promete colocar um fim na carnificina.

Conheça drama CRIMINAL baseado em história real que está fazendo SUCESSO na HBO Max

O drama criminal ‘Ângela Diniz: Assassinada e Condenada‘, inspirado em uma história real e baseado no famoso podcast Praia dos Ossos, está fazendo sucesso na HBO Max.

Com apenas quatro episódios lançados até o momento, a produção alcançou o TOP 2 das produções mais assistidas do serviço de streaming – atrás apenas do fenômeno ‘IT: Bem-vindos a Derry‘.

Estrelada pela Marjorie Estiano (‘As Boas Maneiras’), a trama acompanha o caso do feminicídio de Ângela Diniz, socialite mineira assassinada em 1976 pelo então companheiro Raul Fernando do Amaral Street, o Doca Street. A série documental reconstrói os acontecimentos que levaram ao crime, explora como o réu foi inicialmente tratado como vítima pela defesa e pela mídia, e mostra a mobilização social que transformou o julgamento em um marco do movimento feminista brasileiro, revelando as injustiças, o machismo estrutural e o impacto duradouro desse caso na luta pelos direitos das mulheres.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigida por Andrucha Waddington, a série conta com um roteiro assinado por Elena Soáre.

O elenco ainda conta com Emílio Dantas como Doca Street; Antônio Fagundes como o renomado advogado Evandro Lins e Silva; Thiago Lacerda como o colunista social Ibrahim Sued; Joaquim Lopes como o milionário mineiro Tuca Mendes; e Renata Gaspar como Gilda Rabelo.

Lili Reinhart e Tom Bateman fingem ser namorados no trailer de ‘A Hipótese do Amor’; Confira!

O Prime Video divulgou o trailer completo do filme ‘A Hipótese do Amor‘ (The Love Hypothesis), baseado no romance homônimo de Ali Hazelwood.

Estrelado por Lili Reinhart (‘As Golpistas’) e Tom Bateman (‘Assassinato no Expresso do Oriente’), o longa será lançado no serviço de streaming no dia 23 de setembro.

Confira:

A direção ficará a cargo de Claire Scanlon, com roteiro assinado por Sarah Rothschild.

Na trama, Olive Smith (Reinhart), uma dedicada candidata ao doutorado em Biologia, e o renomado – e temido – professor Dr. Adam Carlsen (Bateman) decidem embarcar em um relacionamento falso. Mas, à medida que as aparências se confundem com a realidade, suas teorias cuidadosamente calculadas sobre o amor começam a ruir, abrindo espaço para sentimentos inesperados.

Rachel Marsh (‘Adults’), Nicholas Duvernay (‘The White Lotus’), Jaboukie Young-White (‘Acompanhante Perfeita’) e Arty Froushan (‘Demolidor: Renascido’) também fazem parte do elenco.

Publicado em 2021, ‘A Hipótese do Amor’ permaneceu por 10 meses na lista dos mais vendidos do New York Times e foi publicado em 40 países. Originalmente adquirido para publicação pela editora Sarah Blumenstock, da Berkley, o livro também foi eleito o melhor romance do ano pela Amazon.

‘Vingadores 4’: Vídeo dos bastidores mostra novo uniforme do ‘Homem-Formiga’

Um novo vídeo publicado direto dos bastidores das filmagens de ‘Vingadores 4‘ chamou a atenção por trazer o novo uniforme do ‘Homem-Formiga‘.

O material, que foi feito para divulgar uma ação beneficente em prol das vítimas do furacão Harvey, traz Paul Rudd na linha de frente com um cartaz que traz as informações para a realização de doações.

Confira a imagem, seguida pelo vídeo:

A adaptação, dirigida pelos Irmãos Russo, até o momento já conta com 28 personagens principais já confirmados.

Confira a lista completa dos heróis e vilões que estarão presentes:

Captão América (Chris Evans)
Homem de Ferro (Robert Downey Jr.)
Viúva Negra (Scarlett Johansson)
Thor (Chris Hemsworth)
Gavião Arqueiro (Jeremy Renner)
Hulk (Mark Ruffalo)
Falcão (Anthony Mackie)
Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen)
Visão (Paul Bettany)
Máquina de Combate (Don Cheadle),
Loki (Tom Hiddleston)
Senhor das Estrelas (Chris Pratt)
Gamora (Zoe Saldana)
Rocket (Bradley Cooper)
Drax (Dave Bautista)
Groot Adolescente (Vin Diesel)
Mantis (Pom Klementieff)
Nebula (Karen Gillan)
Peter Parker (Tom Holland)
Homem-Formiga (Paul Rudd)
Pantera Negra (Chadwick Boseman)
Okoye (Danai Gurira)
Bucky (Sebastian Stan)
Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch)
Wong (Benedict Wong)
Thanos (Josh Brolin)
Ordem Negra, composta por Fauce de Ébano, Corvus Glaive, Próxima Meia-noite, Supergigante, Cull Obsidian

 

‘Vingadores – Guerra Infinita’ vai abordar eventos passados de ‘Guardiões da Galáxia’ 

Jeremy Renner odiou sua participação em ‘Os Vingadores’ 

Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas dia 4 de maio de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘See’: Jason Momoa vai estrelar série da Apple com diretor de ‘Jogos Vorazes’

O astro Jason Momoa tem uma projeto em andamento. Segundo a EW, o intérprete de Aquaman vai estrelar ‘See‘, um novo drama sci-fi da plataforma de streaming da Apple.

Esse é mais um projeto da gigante da tecnologia, que visa ingressar no mercado de produção de conteúdo original, disputando espaços com a Hulu, Netflix, Prime Video.

Na trama, Momoa viverá Baba Voss, um personagem descrito como um guerreiro, líder e guardião.

Netflix que se cuide: Apple lançará serviço de streaming grandioso!

A série é roteirizada por Steven Knight (‘Peaky Blinders‘) e dirigida por Francis Lawrence (‘Jogos Vorazes‘ e ‘Operação Red Sparrow‘).

 

Matt Reeves comemora a escalação de Robert Pattinson como Batman

Para a contra gosto de muitos fãs, a Warner Bros. oficializou Robert Pattinson como o próximo ator a assumir o manto do vigilante Batman.

E o cineasta Matt Reeves comemorou a escolha do astro, que já está sendo apelidado por muitos como Robert Battinson.

Por meio de sua conta oficial do Twitter, o diretor do longa celebrou a escolha com poucas palavras, trazendo apenas um giff do ator, com três morcegos na legenda.

Confira:

O site Deadline afirma que o diretor Matt Reeves está planejando uma trilogia de filmes que vai reintroduzir o personagem, e não terá nenhuma ligação com o Batman vivido por Ben Affleck ou com o Universo Cinematográfico da Warner, que inclui ‘Mulher-Maravilha’ e ‘Aquaman‘.

A ideia do estúdio é criar filme independentes dos heróis, ao invés de fazê-los habitar em um mesmo universo.

Agora, o estúdio está em negociações com o ator para assinar o contrato, e novidades surgirão em breve.

Você gostou da escolha?

The Batman tem estreia marcada para o dia 25 de junho de 2021.

Robert Pattinson e Nicholas Hoult

‘Hamilton’: Especial do Disney+ ganha trailer emocionante; Assista!

O aguardado especial do Disney+, que traz para as telinhas a versão gravada do aclamado musical da Broadway ‘Hamilton’, ganhou seu primeiro trailer.

O material traz alguns dos momentos mais emblemáticos do musical e proporciona a mesma experiência dos palcos para os usuários da plataforma de streaming.

Assista:

O especial, que originalmente seria lançado nos cinemas no dia 15 de outubro de 2021, reúne as filmagens de três apresentações ao vivo do espetáculo, feitas nos palcos do Richard Rogers Theatre e não é uma adaptação cinematográfica tradicional, aos moldes do vencedor do OscarOs Miseráveis‘ ou até mesmo do recente famigerado ‘Cats’.

Hamilton estreou nos teatros off-Broadway em 2015, migrando para Nova York pouco depois dos ingressos esgotarem.

Baseado na biografia de 2004 assinada por Ron Chernow, o musical gira em torno do primeiro secretário do tesouro norte-americano, Alexander Hamilton, e trouxe em seu elenco Miranda, Renée Elise GoldsberryLeslie Odom Jr.Phillipa SooDaveed DiggsChristopher Jackson e outros.

Hamilton levou para casa 11 estatuetas do Tony Awards, bem como o Grammy de Melhor Álbum de Teatro Musical.

Outros créditos no cinema de Lin-Manuel Miranda incluem Moana, animação na qual ficou responsável pela trilha sonora, e O Retorno de Mary Poppins, em que interpretou o acendedor de lampiões Jack.

Confira as estreias da Netflix nesta semana

Mais uma semana está começando e a Netflix preparou uma nova leva de estreias, que chegam ao longo dos próximos dias na plataforma de streaming.

E dentre os principais lançamentos, teremos a 2ª temporada do reality show ‘Brincando com Fogo‘, além do filme sequência da série ‘A Casa das Flores‘.

E para você não perder nada, separamos a agenda completa de lançamentos dessa semana.

Confira!

21/06

Luccas Neto: 2 Babás Muito Esquisitas
Luccas e Gi ficam sozinhos em casa com duas babás bem esquisitas. Quando elas revelam um plano maligno, os dois terão que criar armadilhas para salvar um diamante escondido por seus pais, agentes secretos.

23/06

Brincando com Fogo: Temporada 2
A nova temporada traz mais um grupo de pessoas solteiras em um paraíso para ver quem consegue abrir mão do sexo em troca do prêmio de 100 mil dólares.

A Casa das Flores: O Filme Os irmãos De La Mora criam um plano para entrar na antiga casa da família e recuperar um importante tesouro escondido.

24/06

O Diretor Nu: Temporada 2
Conhecido como “imperador do pornô”, Toru Muranishi quer chegar ainda mais longe, mas essa ambição toda pode acabar acelerando a queda do diretor.

Para os Felinos que Amamos
Documentaristas registram o dia a dia, as rotinas e as aventuras de um grupo de gatos, dos mais fofinhos aos mais curiosos.

The Seven Deadly Sins: Dragon’s Judgement
Meliodas absorve os mandamentos para se tornar Rei dos Demônios e salvar Elizabeth. Enquanto isso, Ban vai ao purgatório para salvar a alma do capitão.

25/06

The A List: Temporada 2
Os laços de amizade e a coragem de um grupo de adolescentes são postos à prova em uma ilha misteriosa onde os mortos nunca morrem.

Sex/Life
Mãe de dois filhos, Billie (Sarah Shahi) embarca em lembranças e fantasias que põem a vida de casada em rota de colisão com seu passado de solteira. Com Adam Demos, Margaret Odette e Mike Vogel.

‘Together’: Assistimos ao novo e MACABRO trailer do terror com Dave Franco e Alison Brie; Confira a descrição!

O elogiado terrorTogether, estrelado pelo casal Dave Franco e Alison Brie e aclamado no Festival de Sundance 2025, ganhou um novo e macabro trailer oficial, divulgado pela Lionsgate em seu painel durante a CinemaCon 2025.

Confira a descrição:

Na trama, com uma mudança para o campo já testando os limites do relacionamento de um casal, um encontro sobrenatural inicia uma transformação extrema de seu amor, de suas vidas e de sua carne.

Assista ao primeiro trailer:

A Neon adquiriu os direitos de distribuição mundial de Together, se tornando a primeira grande venda do Festival de Sundance 2025.

O longa recebeu elogios da crítica e foi disputado por diversos estúdios, como A24 e Mubi, que também tentaram garantir a aquisição do filme do subgênero body horror.

Embora o valor da venda não tenha sido revelado, a Variety indica que o filme pode ter sido negociado com a Neon por algo entre US$ 10 a US$ 15 milhões. Se o valor alcançar o limite superior, Together se tornará uma das maiores vendas da história do festival.

O terror é o primeiro trabalho do roteirista e diretor Michael Shanks e acompanha um casal, interpretado por Franco e Brie, que se muda para o campo. Durante o cotidiano na casa, o vínculo tóxico entre eles se transforma em um pesadelo após a aparição de grotescas manifestações físicas, causadas por uma força sobrenatural presente no local.