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Trabalhar com Tom Cruise em ‘Top Gun: Maverick’ deixou Jennifer Connelly “paranoica”

Tom Cruise tem sido um dos maiores astros de Hollywood nos últimos 30 anos, se não o maior astro. E trabalhar ao lado dele deve ser, no mínimo, desafiador.

Jennifer Connelly, coprotagonista de ‘Top Gun: Maverick‘, falou sobre o aspecto “extraordinário” do filme, e porque ela está se sentindo “paranoica” em trabalhar no projeto.

Em entrevista ao Extra, Connelly revelou que as cenas de voo serão incríveis e extremamente inovadoras.

“Essas sequências de voo vão ser tão extraordinárias. É um filme que precisa ser visto nas telonas.”, afirmou.  

Connelly também elogiou Cruise e sua dedicação ao filme.

“Nunca vi ninguém trabalhar tanto, estar tão comprometido com o seu trabalho. Nada é dado como certo. Cada momento é uma oportunidade de fazer tudo o que ele pode fazer para entregar o melhor que ele pode entregar.”, ela disse.

Porém, a atriz falou que teve que se esforçar muito para se comprometer tanto quanto o ator.

“Nunca estive tão paranoica em decorar todas as minhas falas. É uma equipe muito próxima. Acrescenta um grau de pressão porque ele está muito preparado, o tempo todo.”, finalizou.

A estreia do filme foi alterada de 25 de Dezembro de 2020 para 2 de julho de 2021.

Top Gun: Maverick‘ custou mais de US$ 150 milhões para ser produzido.

Depois de mais de 30 anos servindo a marinha como um dos maiores pilotos de caça, Pete “Maverick” Mitchell (Tom Cruise) continua na ativa, se recusando a subir de patente e deixar de fazer o que mais gosta, que é voar. Enquanto ele treina um grupo de pilotos em formação para uma missão especial que nenhum “Top Gun” em vida jamais participou, ele encontra Bradley Bradshaw (Miles Teller), que tem o apelido de “Rooster”, o filho do falecido amigo de Maverick, o oficial Nick Bradshaw (Anthony Edwards), conhecido como “Goose”.

Enfrentando um futuro incerto e lidando com fantasmas de seu passado, Maverick confronta seus medos mais profundos em uma missão que exige sacrifícios extremos daqueles que serão escolhidos para executá-la.

Dirigido por Joseph Kosinski e com roteiro de Christoipher McQuarrie e Peter Craig, o filme estrela Tom Cruise, Miles Teller, Val Kilmer, Kelly McGillis, Jennifer Connelly, Glen Powell, Monica Barbaro, Thomas McKenzie, Charles Parnell, Jay Ellis, Bashir Salahuddin, Danny Ramirez, Jon Hamm, e Ed Harris


Clipe de ‘Mortal Kombat’ traz fatality SANGRENTO

A Warner Bros. divulgou um novo clipe de ‘Mortal Kombat‘ – que estreia dia 13 de Maio nos cinemas nacionais.

A cena traz um fatality sangrento.

Assista:

O filme estreou no Rotten Tomatoes com 62% de aprovação dos críticos, baseado em 13 reviews.

O filme teve 8 críticas positivas e 5 negativas, com a nota média 5.3 de 10.

Mortal Kombat‘ já estreou em 29 países e arrecadou ótimos US$ 19,2 milhões em seu fim de semana de estreia. O filme arrecadou US$ 9,6 milhões na Rússia, país em que mais fez sucesso.

Confira as principais críticas:

“Se você é um fã de Mortal Kombat, você se divertirá muito, pois preencherá as lacunas com seu conhecimento pré-existente da série e se divertirá com a violência. Mas para o espectador médio, haverá poucos motivos para se preocupar com o que está em jogo aqui. Em última análise, é a isso que Mortal Kombat de 2021 se resume – uma adaptação de videogame sólida cheia de fan service para os jogadores (fique para a cena pós-créditos) e um filme de ação decente para todos os outros. ”, Mufaddal Fakhruddin, IGN Oriente Médio

“O filme não se preocupa com o drama dos personagens, já que eles são boxeadores com sangue ninja e boinas verdes com braços robóticos esmurrando lagartos invisíveis e bebês demônios com asas de morcego. Quando eles não estão lutando, os personagens discutem e falam expressões pseudo-espirituais até que é hora de se enfrentar novamente. Mortal Kombat não é para o paladar exigente”, James Marsh, South China Morning Post

“Como um filme baseado no popular videogame, Mortal Kombat efetivamente traz o mundo do jogo para a telona com muito cuidado e atenção aos detalhes. A caracterização e o retrato dos lutadores amados são próximos o suficiente de suas contrapartes no jogo, com roupas e estilos de luta quase idênticos aos do jogo. O visual, os efeitos sonoros, o sangue e a ação são exatamente o que os fãs procuram desde o filme original de 1995 e muito mais.”, A’bidah Zaid, Cultura Geek 

“Esta é uma das poucas vezes em que você gostaria que houvesse mais exposição. Partes deste filme continuam como se tivéssemos todos se preparando para este teste.”, Jonathan Roberts – The New Paper.

“Aqui, por levar tudo tão a sério, os únicos que não vão se entediar são os fãs do videogame.”, Marcelo Stiletano – La Nación.

“Apesar de seus alicerces frágeis, em grande parte dos compostos por uma confusão de clichês que incluem as profecias e as escolhas com rigor, o conjunto funciona como um encanto no tom descomplicado do filme.”, Víctor López G. – Espinof.

Mortal Kombat consegue ser uma adaptação muito mais fiel do que o filme original, ao levar as fatalidades ao extremo na tela e sem medo de classificação para o público adulto.”, Sergio López Aguirre – Cine Premiere

“Vinte e cinco anos depois, essa nova versão traz pouco ou nada de novo.”, Ezequiel Boetti – Otroscines 

“É um filme que certamente deixará muitos fãs da série felizes.”, Alif Majeed – Battle Royale 

“Resumindo, para quem quer um momento de diversão, o melhor que pode fazer é ligar o videogame, escolher um lutador e passar duas horas de sua vida praticando lutas virtualmente.”, – Rolando Gallego 

Mortal Kombat é uma exibição de cenas poderosas, com … quase duas horas de ação.” – Pablo O. Scholz, Clarín  

“Os fãs ficarão satisfeitos em saber que o filme é uma atualização muito significativa do filme Mortal Kombat Annihilation de 1997. Os fãs também podem esperar os famosos movimentos que os personagens faziam na franquia de videogame.”, Bryan Tan, Yahoo! News Singapore 

Assista ao trailer:

Simon McQuoid (‘Premonição 5‘) é responsável pela direção.

O lutador de MMA Cole Young, acostumado a levar uma surra por dinheiro, não tem conhecimento de sua herança – ou porque o imperador de Outworld, Shang Tsung, enviou seu melhor guerreiro, Sub-Zero, um Cryomancer de outro mundo, para caçar Cole. Temendo pela segurança de sua família, Cole vai em busca de Sonya Blade e Jax, um Major das Forças Especiais que carrega o mesmo dragão estranho com a qual Cole nasceu. Logo, ele se encontra no templo de Lord Raiden, um Elder God e protetor de Earthrealm, que concede santuário para aqueles que carregam a marca. Aqui, Cole treina com os guerreiros experientes Liu Kang, Kung Lao e o mercenário desonesto Kano, enquanto se prepara para enfrentar os maiores campeões da Terra contra os inimigos de Outworld em uma batalha de alto risco pelo universo. Mas Cole será pressionado o suficiente para desbloquear seu arcano – o imenso poder de dentro de sua alma – a tempo de salvar não apenas sua família, mas de impedir Outworld de uma vez por todas?

O elenco conta com Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu Kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena).

O novo longa será para maiores de 18 anos, com a promessa de muita violência e fatalities.

Lançada em 1995, a primeira adaptação de ‘Mortal Kombat‘ teve um orçamento de U$ 18 milhões e faturou U$ 122.1 milhões nas bilheterias mundiais. A sequência, ‘Mortal Kombat – A Aniquilação‘, custou U$ 30 milhões, mas arrecadou apenas U$ 51.3 milhões mundialmente. Ambos foram massacrados pela crítica.

Que FOFURA! Assista ao emocionante trailer de ‘A Fita Cassete’, filme da Netflix que é uma viagem aos anos 90

A Netflix divulgou o trailer do fofo ‘A Fita Cassete‘, que é uma viagem direto para os anos 90.

Assista:

Em 1999, a jovem Beverly encontra uma fita quebrada gravada pelos pais falecidos. Então ela vai atrás das músicas – e aprende mais sobre a mãe e o pai.

Estrelado por Gemma Brooke Allen, o elenco também conta com Julie Bowen, Audrey Hsieh, Olga Petsa, Jackson Rathbone e Nick Thune.

O filme é dirigido por Valerie Weiss, que assina alguns episódios da série ‘Outer Banks‘.

A estreia acontece dia 3 de dezembro.

Charlize Theron fala sobre a franquia ‘Velozes e Furiosos’ e possível filme DERIVADO

Charlize Theron falou em entrevista ao ET sobre interpretar a vilã ciberterrorista Cipher na franquia de ‘Velozes e Furiosos‘.

“Eu me sinto tão sortuda por ser uma parte tão pequena dessa coisa incrível que eles construíram por tantos anos. Eu acho que o que Vin, os produtores e a Universal fizeram com toda essa franquia é realmente excepcional. Quero dizer, isso simplesmente não acontece. Você simplesmente não tem uma audiência com você por tanto tempo. Sem trocadilhos. Sempre fico grata quando me ligam. Eu estou tipo, ‘Oh meu Deus, eu tenho que ir e fazer isso de novo. Isso é incrível.'”, acrescentou a ganhadora do Oscar.

Theron, para finalizar, disse que se houver a possibilidade de um spin-off sobre Cipher e se Helen Mirren topar, ela definitivamente aceita.

“Nós estávamos apenas no set [juntas] por dois dias, e eu realmente, fiquei incrivelmente chocada. E eu provavelmente não consegui me segurar em relação a isso. Mas eu pensei que esta seria uma grande oportunidade para realmente tentar dizer a ela, obrigado por, você sabe, tudo o que ela me deu.”

Ainda acrescentou: “Eu sou apenas uma espectadora. Eu só gosto de assistir seus filmes. Mas ela é uma mulher que realmente me inspira pelas escolhas que ela faz, pela quantidade de compaixão que ela tem – não apenas por si mesma, mas pelo resto do mundo e pelo tempo e energia que ela gasta. Eu só acho que ela é incrivelmente talentosa.”

E o que vocês acham? Gostariam de ver Charlize Theron em mais um filme da franquia de Velozes e Furiosos‘?

‘Wonka’ tem estreia ANTECIPADA no Brasil para fugir de ‘Aquaman 2’

A Warner Bros. decidiu adiantar a estreia de Wonka, pré-sequência de A Fantástica Fábrica de Chocolate, nos cinemas nacionais.

O filme estrearia com apenas uma semana de diferença de ‘Aquaman 2 – O Reino Perdido‘, que chega aos cinemas nacionais dia 20 de Dezembro.

Procurando uma janela maior, ‘Wonka‘ teve sua estreia antecipada de 14 para 7 de Dezembro.

Timothée Chalamet estrela como o icônico chocolateiro Willy Wonka.

Confira as últimas fotos:

Em entrevista à Variety, o diretor Paul King (‘As Aventuras de Paddington’) não poupou elogios ao desempenho de Chalamet durante as sequências musicais do filme.

E, apesar do filme apresentar diversas cenas do gênero, o cineasta explicou por que não considera que a produção seja um musical.

“[Timothée Chalamet] tem uma voz linda. Ao cantar, ele me faz lembrar de Bing Crosby. Ele tem um grande alcance, porque consegue fazer performances grandiosas, mas também se destaca em momentos mais intimistas de emoção pura. Ele pode fazer tudo isso.”

Ele completa, “Os Oompa Lompas cantam bastante no livro, e o Roald Dahl sempre usa poesia. Mas eu não queria fazer um filme musical onde as pessoas começam a cantar durante seus diálogos sem nenhum motivo específico. Sinto que este é mais um filme com canções do que um musical.” 

Relembre o trailer:

Além de Timothée Chalamet no papel titular, o elenco conta com Hugh Grant, Keegan Michael-Key, Tom DavisSimon FarnabyKobna Holdbrook-SmithMathew BayntonJim CarterRich FulcherOlivia ColmanSally HawkinsRowan Atkinson.

Paul King, de ‘As Aventuras de Paddington’, dirige.

Baseado no livro de Roald Dahl, a comédia musical Wonka acompanha a história do excêntrico Willy Wonka. Desta vez, descobrimos como começou a história do jovem Willy (Chalamet) em sua jornada até se tornar o dono da maior fábrica de chocolate do mundo, deixando para sempre a casa de seus pais e embarcando em uma de suas aventuras mais fantásticas que, eventualmente, resultou no encontro com seus fiéis ajudantes, os Oompa-Loompas (Grant).

‘Divertida Mente 2’ se torna a animação MAIS VISTA da história nas bilheterias brasileiras

Divertida Mente 2‘ quebrou mais um recorde no Brasil: se tornou a animação de maior público da história do país.

Com 10 milhões de expectadores, o filme ultrapassou os 9,8 milhões de espectadores de ‘Os Incríveis 2‘. E fez isso em penas duas semanas.

Com mais de R$ 200 milhões arrecadados, filme também já está entre as 20 maiores bilheterias de todos os tempos.

Confira o TOP 10, segundo o FilmeB:

filmerenda (R$)
1Divertida Mente 274.741.000
2Um lugar silencioso – Dia um9.005.000
3Harry Potter e o prisioneiro de Azkaban2.401.000
4Bad Boys – Até o fim1.812.000
5Tô de Graça1.308.000
6A grande fuga153.000
7Clube dos vândalos80.000
8Testamento38.000
9Ainda temos o amanhã25.000
10Grande Sertão17.000

 

Mundialmente, a animação conseguiu ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias.

Em apenas 19 dias, o longa se tornou a animação mais rápida a superar a marca na história do cinema. O recorde anterior pertencia ao filme ‘Frozen 2‘, que havia levado 25 dias.

Ao total, apenas onze animações conseguiram ultrapassar este valor – sendo oito delas da Disney/Pixar.

Nos EUA, o longa já arrecadou US$ 469.3 milhões, o que representa a quinta maior animação de todos os tempos. Atualmente, o filme só se encontra atrás de ‘Os Incríveis 2‘ (US$608.5M), ‘Super Mario Bros‘ (US$574.9M), ‘Procurando Dory‘ (US$486.2M) e ‘Frozen 2‘ (US$477.3M).

Internacionalmente, a produção soma US$ 545.5 milhões. O longa conseguiu ultrapassar a arrecadação de ‘Shrek para Sempre‘ (US$514M), ‘Madagascar 3‘ (US$531M) e ‘Procurando Dory‘ (US$543M), entrando para o TOP 18 das maiores animações de todos os tempos no mercado internacional.

O novo longa da Pixar entrou para o TOP 10 das maiores arrecadações de todos os tempos em diversos países, incluindo o Chile (Nº1), Uruguai (Nº2), México (Nº3), Colômbia (Nº4), América Central (Nº4), Argentina (Nº5), Equador (Nº5), Paraguai (Nº5), Filipinas (Nº5), Brasil (Nº6), Peru (Nº7) e Bolívia (Nº9).

A produção também se tornou a maior animação da história no Brasil, Chile, Paraguai, Egito, Líbano e Turquia, além de ter alcançado o TOP 2 na Itália, México, América Central, Colômbia, Peru, Equador, Uruguai, Filipinas e Grécia.

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

Divertida Mente 2’ trará Kelsey Mann (‘O Bom Dinossauro’) na direção, enquanto Meg LeFauve retornará para cuidar do roteiro.

“Prepare-se para outra montanha-russa emocional com Riley e todas as suas emoções! Esta história mergulha profundamente na mente de Riley, explorando personagens – familiares e novos – junto com suas aventuras emocionantes.” 

Em entrevista ao Deadline, o diretor Kelsey Mann revelou novos detalhes sobre a continuação.

O cineasta compartilhou um pouco sobre o projeto de desenvolvimento do novo filme, e revelou como encontrou a ideia perfeita para ser abordada na continuação.

“Eu fiz uma lista de todas as sequências que eu amava e todas as que eu não gostava. Por que algumas dessas continuações não deram certo? As bem-sucedidas conseguiram expandir o universo e entregou coisas novas, abriu novas portas, enquanto as que fracassaram só tentaram repetir o filme original. A Riley está passando por mudanças em sua mente, então seria ideal apresentar essa mudança na sequência.”

Ele completa, “Eu lembro de ter lido sobre as mudanças em nossa mente durante a puberdade, sobre novas conexões entre neurônios que ainda não estavam completamente formadas. Então, eu me baseei nesta ideia de construção. Pensei em uma bola de demolição chegando no cenário, destruindo-o. A ideia de evolução foi muito boa para uma sequência. O novo filme traz um grande peso emocional, que nós amamos nas produções da Pixar, mas também tivemos a oportunidade de nos divertir com a história ao apresentarmos os novos personagens.”

Lembrando queDivertida Mente (2015) foi um enorme sucesso, arrecadando US$ 858,8 milhões e conquistando o Oscar de Melhor Animação em 2016.

 

Scott Snyder está EMPOLGADO com a nova fase da DC: “Tenho muita fé no que James Gunn está fazendo”

Scott Snyder, roteirista de quadrinhos muito conhecido entre os fãs da DC, se mostrou empolgado com o universo da editora nos cinemas, depositando fé no trabalho de James Gunn.

No Comic Book Club, Snyder abordou diversos assuntos, incluindo o futuro da DC nos cinemas, e se mostrou entusiasmado para ver o que será criado pelo novo co-CEO do estúdio.

O roteirista, que teve a oportunidade de visitar o set de Superman, destacou o fato de James Gunn ser apaixonado pelos quadrinhos.

“Tenho muita fé no que James Gunn está fazendo e em sua visão, mesmo que de uma forma pequena, quando pude ir ao set [de ‘Superman] com amigos e ouvir sobre sua visão. Quero dizer, o cara é tão apaixonado e tão enraizado nos quadrinhos que tenho muita fé de que o universo realmente decole”, afirmou Snyder.

O roteirista também citou que muitas pessoas apontam para um momento de queda nos quadrinhos; no entanto, ele acredita que o mercado de heróis já está estabelecido há muito tempo e não corre riscos.

Superman é um dos filmes mais aguardados do ano – e dará início ao novo DCU, agora comandado pelas mãos de James Gunn e de Peter Safran.

Em uma recente coletiva de imprensa (via CBR), Gunn foi questionado sobre sua nova versão do Homem de Aço e se o herói irá funcionar como um reflexo do momento cultural dos Estados Unidos, que está sob a administração do presidente Donald Trump.

“De certa forma, eu diria que este é o Superman certo, porque não acho que ele faça parte do momento cultural”, ele respondeu. “Ele é um personagem que representa algo sólido, a moral humana básica, a integridade humana básica, a crença básica em proteger os outros, os fracos, em ser bom com as pessoas e ser honesto. Ele representa o que acredito ser ‘regras que não mudam'”.

Lembrando que ‘Superman’ será lançado em 10 julho de 2025.

Confira o trailer dublado:

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

O CINEMA ESTÁ VIVO! Terror explode, animações faturam bilhões e 2026 mostra como Hollywood se reinventou

Durante anos, uma pergunta assombrou Hollywood: o público realmente voltaria aos cinemas? Depois da pandemia, do crescimento desenfreado dos streamings e das greves que paralisaram a indústria, previsões pessimistas sobre o futuro das salas se tornaram praticamente rotina.

Mas 2026 está oferecendo uma resposta bastante otimista.

O cinema não apenas continua vivo como parece finalmente ter entendido que não existe mais uma única fórmula capaz de convencer o espectador a sair de casa. E os números mostram uma indústria muito mais diversificada: temos super-heróis quebrando recordes, animações ultrapassando US$ 1 bilhão, filmes de terror baratos se transformando em fenômenos mundiais, Christopher Nolan levando multidões ao IMAX e até continuações de clássicos voltando a mobilizar o público.

Nos Estados Unidos, a bilheteria de 2026 já alcançou US$ 7,07 bilhões até 29 de agosto, crescimento de impressionantes 21,4% em relação ao mesmo período de 2025 e de 27,1% na comparação com 2024. O mercado ainda está abaixo dos níveis pré-pandemia, mas a distância diminuiu consideravelmente.

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E talvez o dado mais importante nem seja financeiro: as pessoas parecem estar novamente empolgadas em ir ao cinema.

A Cinema United destacou recentemente justamente o aumento do entusiasmo dos espectadores, enquanto a rede Odeon registrou no Reino Unido seu melhor verão desde 2019, com quase 10 milhões de espectadores entre junho e agosto, um crescimento de 33% em relação ao ano anterior. As sessões em formatos premium também dispararam, com IMAX e iSense representando 13% das visitas durante o período.

O TERROR VIROU UM DOS GRANDES MOTORES DO CINEMA

Se existe um gênero que simboliza perfeitamente essa reinvenção, é o terror.

Hollywood sempre soube que filmes assustadores poderiam ser extremamente lucrativos por causa dos orçamentos menores. Em 2026, porém, o gênero deixou de ocupar apenas esse espaço e passou a produzir verdadeiros blockbusters.

O caso mais absurdo é Obsessão’ (Obsession).

Produzido por apenas US$ 750 mil, o terror dirigido pelo estreante Curry Barker se transformou em um fenômeno de boca a boca. O filme abriu com US$ 17 milhões nos Estados Unidos e, ao contrário do comportamento tradicional do gênero, começou a crescer nas semanas seguintes.

Em julho, já havia ultrapassado US$ 400 milhões mundialmente. Agora, o longa acumula aproximadamente US$ 501 milhões nas bilheterias, uma multiplicação inacreditável sobre seu orçamento e um dos maiores retornos financeiros de um filme de terror neste século.

E não foi um caso isolado.

Backrooms – Um Não-Lugar’, dirigido por Kane Parsons e baseado na sensação criada originalmente na internet, custou aproximadamente US$ 10 milhões e já arrecadou cerca de US$ 394 milhões mundialmente. O longa se tornou simplesmente o maior sucesso comercial da história da A24.

O detalhe mais interessante? Tanto Curry Barker quanto Kane Parsons construíram suas carreiras inicialmente no YouTube.

É uma mudança geracional importante: em vez da internet afastar os jovens das salas, criadores que nasceram justamente nas plataformas digitais estão conseguindo levar essa audiência para o cinema.

Segundo dados divulgados pela Variety, 75% do público de ‘Obsessão’ tinha entre 18 e 25 anos. O produtor Jason Blum definiu o fenômeno como uma nova geração de espectadores desenvolvendo um gosto específico por filmes de terror menos convencionais.

Até as franquias tradicionais aproveitaram essa onda.

‘Pânico 7’ teve a maior abertura da história da franquia, com US$ 97,2 milhões mundialmente, incluindo US$ 64,1 milhões apenas nos Estados Unidos. O longa posteriormente ultrapassou US$ 200 milhões e tornou-se o capítulo de maior bilheteria da saga criada em 1996.

A Múmia’, ‘A Morte do Demônio – A Ascensão’, ‘Iron Lung’ e outros títulos também encontraram seus públicos. O resultado deixa uma mensagem bastante clara para os estúdios: terror não é mais apenas aquele gênero barato usado para preencher espaços no calendário. Ele virou um dos pilares do mercado cinematográfico.

E AS ANIMAÇÕES? CONTINUAM GIGANTES

Se o terror mostrou a força dos filmes menores, as animações provaram que o cinema familiar continua sendo uma das armas mais poderosas da indústria.

Toy Story 5 já arrecadou impressionantes US$ 1,129 bilhão mundialmente.

E Woody e Buzz não estão sozinhos.

Super Mario Galaxy: O Filme’ também ultrapassou US$ 1 bilhão, enquanto ‘Minions & Monstros’ já soma mais de US$ 500 milhões.

Super Mario Galaxy’ chegou, inclusive, a ser o primeiro lançamento de 2026 a ultrapassar a barreira do bilhão. O filme permaneceu durante três semanas consecutivas na liderança das bilheterias globais e internacionais.

É particularmente interessante porque animações enfrentaram durante a pandemia um dos maiores questionamentos sobre seu futuro nos cinemas. Vários grandes títulos foram enviados diretamente para streaming e criou-se a percepção de que famílias poderiam simplesmente esperar algumas semanas para assistir às produções em casa.

Os números dos últimos anos — e especialmente de 2026 — estão provando exatamente o contrário.

Quando existe um filme que o público considera um evento, famílias continuam indo em massa às salas.

CINCO FILMES JÁ PASSARAM DE US$ 1 BILHÃO

Talvez o dado mais impressionante sobre 2026 seja este: até agosto, cinco filmes lançados neste ano já ultrapassaram US$ 1 bilhão mundialmente.

‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ — US$ 2,24 bilhões

A Odisseia’ — US$ 1,48 bilhão

Toy Story 5’ — US$ 1,12 bilhão

Michael’ — US$ 1,02 bilhão

Super Mario Galaxy: O Filme’ — US$ 1,01 bilhão

E repare como são produções completamente diferentes.

Temos um filme de super-herói, um épico de quase três horas dirigido por Christopher Nolan, uma animação da Pixar, uma cinebiografia musical e uma adaptação de videogame.

Não existe apenas um tipo de filme funcionando.

Essa talvez seja a melhor notícia que Hollywood poderia receber.

‘HOMEM-ARANHA’ PROVA QUE O BLOCKBUSTER NÃO MORREU

E obviamente é impossível falar sobre a recuperação de 2026 sem mencionar ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’.

O novo filme estrelado por Tom Holland se transformou no maior fenômeno cinematográfico do ano e já ultrapassou US$ 2,2 bilhões mundialmente, entrando para o seleto grupo das maiores bilheterias da história do cinema.

No Brasil, o sucesso é igualmente gigantesco.

Segundo dados do Filme B Box Office Brasil, o longa já soma aproximadamente R$ 342 milhões, tornando-se disparadamente a maior bilheteria de 2026 no país. O segundo colocado, ‘Toy Story 5’, aparece com R$ 177,4 milhões.

É praticamente o dobro.

Isso mostra que o blockbuster tradicional continua tendo enorme espaço. A diferença é que o público parece estar mais seletivo.

Não basta mais ser grande. Precisa parecer imperdível.

CHRISTOPHER NOLAN TRANSFORMOU UM ÉPICO EM BLOCKBUSTER

Talvez nenhum filme represente melhor essa transformação do que A Odisseia.

Em teoria, uma adaptação gigantesca do poema épico de Homero, com longa duração e uma proposta cinematográfica extremamente ambiciosa, não deveria competir comercialmente com Homem-Aranha, Pixar ou Super Mario.

Só esqueceram de avisar Christopher Nolan.

O filme já arrecadou aproximadamente US$ 1,48 bilhão mundialmente, tornando-se o maior sucesso comercial da carreira do diretor.

E existe um detalhe fundamental: Nolan transformou a própria sala de cinema em parte da experiência.

IMAX, 70mm e outras telas premium deixaram de ser apenas alternativas mais caras e passaram a integrar o marketing do filme.

É exatamente uma das estratégias que parecem definir o cinema pós-pandemia: oferecer algo que seja difícil reproduzir na televisão de casa.

E O BRASIL TAMBÉM MOSTRA FORÇA

Por aqui, a recuperação acontece em ritmo diferente, mas também existem motivos para comemorar.

Os cinemas brasileiros ultrapassaram R$ 1 bilhão em arrecadação ainda em maio, melhor resultado para o período desde a pandemia. Até a 27ª semana cinematográfica, o mercado já acumulava aproximadamente R$ 1,38 bilhão e 63 milhões de espectadores.

E os grandes sucessos estão encontrando públicos gigantescos.

Além dos R$ 342 milhões de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’, Toy Story 5’ soma R$ 177,4 milhões, ‘Michael’ R$ 168,8 milhões, ‘O Diabo Veste Prada 2’ R$ 165,8 milhões e ‘A Odisseia’ R$ 113,5 milhões, segundo os dados mais recentes do Filme B Box Office Brasil.

Tem super-herói, animação, musical, comédia e épico.

Novamente, diversidade.

A GERAÇÃO Z PODE SER A SALVAÇÃO DOS CINEMAS

Durante muito tempo, havia o medo de que justamente os espectadores mais jovens abandonassem definitivamente as salas.

Eles cresceram com Netflix, YouTube, TikTok e conteúdo disponível instantaneamente no celular. Por que pagariam para assistir a um filme em uma tela grande?

A resposta parece simples: porque assistir coletivamente continua sendo uma experiência diferente.

Dados reunidos pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual mostram que espectadores com até 24 anos representavam 33% do público norte-americano em 2019 e chegaram a 40% em 2025.

E fenômenos como ‘Obsessão’ e ‘Backrooms’ reforçam ainda mais essa mudança.

São filmes nascidos da cultura digital que conseguiram transformar seguidores, memes, vídeos e discussões nas redes sociais em ingressos vendidos.

Em vez de enxergar TikTok e YouTube apenas como concorrentes, Hollywood começa a entender que essas plataformas também podem funcionar como incubadoras para a próxima geração de cineastas — e para a próxima geração de sucessos.

E 2026 AINDA NEM TERMINOU…

Talvez a parte mais empolgante seja justamente essa.

Ainda temos quatro meses pela frente.

E o calendário reserva alguns dos filmes mais aguardados de todo o ano.

Em dezembro acontece uma batalha que promete ser histórica: Vingadores: Doutor Destino’ e ‘Duna: Parte Três’ estão programados para chegar aos cinemas norte-americanos no mesmo dia, 18 de dezembro.

De um lado, teremos o primeiro grande encontro dos Vingadores desde ‘Ultimato’, com Robert Downey Jr. retornando ao MCU como Doutor Destino.

Do outro, Denis Villeneuve encerra sua monumental trilogia de ‘Duna’.

Ainda teremos títulos como ‘Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita’, o novo ‘Resident Evil’, ‘Jumanji: Open World’, ‘Werwulf’ e outras grandes produções disputando espaço até dezembro.

Ou seja: se os números atuais já impressionam, 2026 ainda pode terminar muito maior.

O CINEMA NÃO MORREU. ELE MUDOU.

Talvez esse seja o grande aprendizado de 2026.

O público não deixou de gostar de cinema. Ele apenas passou a exigir mais motivos para sair de casa.

Pode ser a experiência gigantesca de assistir ‘A Odisseia’ em IMAX. Pode ser acompanhar Homem-Aranha com uma sala lotada. Pode ser levar os filhos para ‘Toy Story 5’. Ou pode ser passar 90 minutos apavorado com um filme de terror que custou menos de US$ 1 milhão e viralizou no TikTok.

O que está funcionando é justamente a variedade.

Hollywood passou anos tentando descobrir qual seria o filme perfeito para salvar os cinemas.

Talvez a resposta seja que esse filme nunca existiu.

O que salva o cinema é ter ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ e ‘Obsessão’. É ter ‘Toy Story 5’ e ‘A Odisseia’. É conseguir transformar uma adaptação de videogame em um fenômeno bilionário e, algumas semanas depois, fazer um terror independente de orçamento minúsculo arrecadar centenas de milhões.

Depois de anos de pandemia, greves, adiamentos e previsões sobre o suposto fim das salas, 2026 está lembrando Hollywood de algo que parecia ter sido esquecido: as pessoas ainda adoram ir ao cinema.

E, olhando para os números — e para tudo que ainda vem por aí —, o futuro da tela grande parece muito mais empolgante do que parecia alguns anos atrás.

10 grandes filmes vencedores do Oscar

Desde 1929, anualmente, um Oscar de Melhor Filme é entregue para uma produção de destaque. Entre erros e acertos da Academia, excelentes filmes ao longo do tempo venceram esse tão sonhado prêmio. Pensando nisso, resolvemos separar abaixo uma lista bem legal com 10 grandes filmes vencedores do Oscar:

 

Casablanca

Um dos maiores clássicos do cinema, Casablanca nos apresenta uma história de amor com um final longe da felicidade. Na trama, conhecemos um exilado norte-americano que comanda um badalado clube noturno em Casablanca até que um dia reencontra um antigo amor.

 

Se Meu Apartamento Falasse

63 anos atrás, chegava nos cinemas de todo o planeta um filme que marcaria a carreira de um genial cineasta e se tornaria um dos grandes, inesquecíveis, projetos de uma Hollywood de décadas passadas. Estamos falando do clássico Se Meu Apartamento Falasse, uma comédia que gira seu roteiro em torno de uma situação onde todo mundo um dia já passou ou passará: as decepções amorosas! Escrito e dirigido pelo genial cineasta polonês/norte-americano Billy Wilder, esse é um dos filmes preferidos de muitas pessoas!

 

Moonlight: Sob a Luz do Luar

A trama, conta a história de Chiron que passa por três fases em sua vida, na infância onde descobre uma amizade com o traficante Juan (Mahershala Ali), na adolescência onde descobre sua sexualidade no encontro com o amigo Kevin, e na fase adulta onde tenta se redescobrir após passar dias preso e tendo que mudar de cidade. Nos três momentos de vida do protagonista, interpretado pelos ótimos atores Alex R. Hibbert (infância), Ashton Sanders (adolescência) e Trevante Rhodes (fase adulta), sua mãe Paula (Naomie Harris, que absolutamente dá um show em cena) o cerca e o coloca em situações desagradáveis muito por conta de seus vícios incansáveis. Ao longo do tempo vamos acompanhando o personagem principal, seus dramas e suas certezas em um mundo cheio de obstáculos em busca da felicidade.

 

Parasita

Parasita conta a saga de Kim Ki-woo (Woo-sik Choi) e sua família toda desempregada. Passando os dias olhando pela janela da casa no subsolo onde vivem, Kim Ki-woo consegue através de uma amigo que vai viajar uma oportunidade única: ser professor de inglês de uma jovem milionária. Assim, usando todas as suas facetas de um grande cara de pau aos poucos vai instalando na família da jovem empregos para toda sua família. Quando determinadas situações acontecem, a família trambiqueira precisará realizar escolhas que mudarão os rumos de toda essa impactante história.

 

Ben-Hur

Lançado em janeiro de 1960 no Brasil, esse épico de três horas e meia se tornou um filme inesquecível no coração de muitos cinéfilos. Na trama, uma adaptação do romance Ben-Hur: A Tale of the Christ escrito por Lew Wallace, conhecemos Judah Ben-Hur um homem bondoso que após um desentendimento e uma situação é condenado pelo próprio amigo de infância Messala (comandante das legiões romanas) a uma pena perpétua vivendo como escravo. Só que Ben-Hur consegue sobreviver por anos e traça um retorno triunfante junto com sua sede de vingança.

 

A Um Passo da Eternidade

Lançado no início da década de 50, com um roteiro baseado no romance From Here to Eternity de James Jones, A Um Passo da Eternidade o filme nos mostra histórias de homens e mulheres que estão numa base do exército que ficaria famosa por receber um ataque de tropas japonesas.

 

A Lista de Schindler

Obra-prima dirigida por Steven Spielberg, baseado na obra Schindler’s Ark, do escritor australiano Thomas Keneally, nos mostra a história de um empresário que salvou a vida de muitas pessoas durante a segunda guerra mundial.

 

O Poderoso Chefão

Primeiro filme da inesquecível trilogia dirigida por Francis Ford Coppola, baseado na obra de Mario Puzo. Nessa obra começamos a entender os conflitos que vão se seguir por anos da poderosa família da máfia italiana, os corleones.

 

Platoon 

Um dos filmes mais impactantes quando pensamos em obras que retratam as famosas guerras que o mundo já viu, em Platoon vamos acompanhando a visão da guerra do Vietnã por meio de um jovem que se voluntariou para o conflito.

 

Titanic

Um dos filmes mais conhecidos da história do cinema, Titanic conta a história de amor entre uma jovem rica e um jovem pobre que se encontram na viagem do Titanic.

 

 

 

Polêmica! Cartazes que prejudicaram o marketing de seus filmes…

Recentemente, uma peça publicitária de X-Men: Apocalipse chamou atenção de maneira negativa. A imagem, usada em outdoors e cartazes, mostrava o vilão do título (interpretado por Oscar Isaac) enforcando a mutante Mística (Jennifer Lawrence), a heroína do filme.

Apesar de obras de super-heróis tratarem primordialmente de lutas, batalhas e cenas de ação, a imagem destacada para promover o filme não foi vista com bons olhos pelas feministas e ativistas de plantão. Segundo as mesmas, mostrar uma mulher sendo esganada por um homem para promover um filme mirado ao grande público – incluindo crianças – através de uma imagem a qual todos possuem acesso, é no mínimo de mau gosto.

Atriz se REVOLTA contra cartaz de ‘X-Men: Apocalipse’ e compra briga com a Fox 

Após a grande polêmica, o estúdio Fox, produtor do filme, veio a público se desculpar pelo ocorrido e recolheu todas as peças que continham tal imagem. Pensando nisso, o CinePOP resolveu formular uma nova lista, justamente sobre imagens consideradas polêmicas para a divulgação de um filme. Vamos lá.

Após polêmica, Fox pede DESCULPAS e removerá os banners de ‘X-Men: Apocalipse’ 

Racismo e Confusão

couples retreat

Encontro de Casais (2009) é uma comédia bem ruim, protagonizada por Vince Vaughn, Jon Favreau, Malin Akerman, entre outros. A trama apresenta quatro casais de amigos procurando apimentar suas relações e para isso, viajam até um resort em uma ilha tropical. Para a campanha britânica, um dos casais foi misteriosamente apagado do cartaz, justamente o casal negro da trama. Apesar de serem justamente os rostos menos conhecidos do elenco (Faizon Love e Kali Hawk), a manobra pegou mal, e as peças foram recolhidas.

Em outro caso, o artista Art Sims, responsável pela imagem que estampa o cartaz de A Hora do Show (2000), foi acusado de racismo por sabichões de plantão. A imagem escolhida é a da “blackface”, estereótipo muito usado no passado – e hoje considerado de péssimo gosto – que mostra brancos pintados de negros. O que os eruditos não sabiam é que tanto Sims, quanto Spike Lee, o diretor do longa, são negros, fortes representantes de causas racistas, e usaram a imagem justamente como sátira para intensificar o ponto do filme, cujo tema é estereótipos hollywoodianos do passado.

Tolerância zero ao cigarro

Coco Chanel CinePOP

A estilista Gabrielle “Coco” Chanel ficou conhecida como um dos ícones da moda e elegância. E fumar, ao menos antigamente, era um grande demonstrativo de sofisticação.  Então, nada mais natural do que o cartaz da cinebiografia desta grande figura, interpretada no longa por Audrey Tautou (Coco Antes de Chanel, 2009), estampe a imagem da atriz com um cigarro na mão.

No entanto, foram os próprios franceses os responsáveis por banir toda campanha de marketing que trouxesse tal imagem nos metrôs do país. Por lá, fumar é proibido, mesmo que seja em cartazes de filmes.

Aqui não!

Colega de Quarto CinePOP

O pôster do suspense de quinta Colega de Quarto (2011), clone juvenil descarado de Mulher Solteira Procura… (1992), mostra em sua arte a protagonista psicótica interpretada por Leighton Meester em meio a uma multidão no campus de sua universidade. O que chamou atenção surpreendentemente para a Southwestern College em Winfield, Kansas, foi ver sua querida universidade (ou o prédio administrativo) impresso no cartaz do filme B, sem autorização.

Após moverem um pedido de processo, veio à tona que a imagem havia se tornado pública, e legalmente licenciada no aplicativo iStockPhoto. Desta forma, os produtores puderam manter a imagem sem problemas, o que não tira o sentimento de vergonha alheira para os alunos e o corpo docente.

Faca… ou Vergalhão na caveira

Premonição 5 CinePOP

Filmes de terror costumam usar imagens gráficas em sua campanha de marketing, afinal sabemos bem para que tipo de público tais obras são destinadas. E com Premonição 5 (2011) a coisa não foi diferente. A arte estampada no pôster mostrava um crânio sendo perfurado por diversos vergalhões.

A polêmica ocorreu após 13 reclamações de que crianças haviam ficado traumatizadas ao colocarem os olhos em tal imagem forte. Assim, o órgão especializado entrou em ação banindo a campanha contendo a imagem de ônibus e metrôs.

Plágio

Se Beber Não Case 2 CinePOP

A franquia Se Beber, Não Case (2009, 2011 e 2013) se tornou uma das mais bem sucedidas do gênero comédia. Parte da trama do segundo filme envolvia o personagem Stu (Ed Helms), que havia ficado sem um dente no primeiro, fazer uma tatuagem no rosto, idêntica a do lutador Mike Tyson, figura recorrente na trilogia. Um dos cartazes da campanha do filme mostrava justamente o rosto de Stu já devidamente desenhado.

Tyson pareceu não se incomodar muito. No entanto, o responsável pela criação da arte, sim. O artista S. Victor Whitmill, foi quem confeccionou a imagem usada pelo ex-lutador, e não gostou do estúdio se apropriar de sua criação, levando a Warner Bros. para os tribunais por violação de direitos autorais. A campanha de marketing com o cartaz foi mantida e o caso posteriormente foi resolvido fora dos tribunais, através de um acordo.

Armas

Procurado CinePOP

Existe uma grande relutância da censura norte-americana em aprovar campanhas de marketing de filmes que utilizem armas de fogo. Quando sua venda é a de um filme de ação ou policial, fica difícil não representar os itens em seu cartaz, caso contrário poderia ser considerado propaganda enganosa. Variados casos de filmes nos quais personagens aparecem armados em cartazes já causaram controvérsia, e em geral é pedido para que ao menos não apontem a arma diretamente para frente, no caso, para nós.

Aqui, citaremos o caso com O Procurado (Wanted, 2008), filme com Angelina Jolie e James McAvoy. Após 17 reclamações, afirmando que a campanha de marketing aprovava a violência através da glorificação e glamourização do uso de armas de fogo, tais imagens foram banidas.

Sexo no Deserto

Sex and the City 2 CinePOP

Sexo também é um assunto delicado na venda de uma produção cinematográfica. Mas aqui temos um caso peculiar. Sex and the City 2 (2010) trazia no cartaz a atriz Sarah Jessica Parker exalando sofisticação, ao fazer as areias de Abu Dhabi de passarela.

Consequentemente, o filme foi banido em Israel. O motivo não foi o conteúdo árabe, tampouco o figurino revelador da protagonista, mas sim o fato do longa conter a palavra “sexo” em seu título.

Sem nudez, para os babões

Sex CinePOP

Não importa o quão sexy seja o seu filme, na campanha de marketing a censura chega junto para banir sua divulgação. Recentemente, tivemos dois casos de grandes produções cujas campanhas se tornaram polêmicas, para dizer no mínimo.

Alguns cartazes de Millenium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres (2011), de David Fincher, chamaram atenção por trazer Lisbeth Salander (Rooney Mara) nua, exibindo os piercings nos mamilos, que a atriz de forma metódica fez questão de realmente utilizar na composição da personagem. Curiosamente, as maiores reclamações foram em relação ao fato do personagem de Daniel Craig aparecer abraçando-a, o que os fãs consideraram uma quebra na dinâmica dos personagens. Logo depois, novas artes colocavam a data de estreia do longa posicionada estrategicamente sobre a nudez da atriz.

Já em Sin City – A Dama Fatal (2014), o roupão da personagem Ava Lord (Eva Green), que seria interpretada por Angelina Jolie inicialmente, precisou ser feito menos transparente e não revelar muito os dotes protuberantes da atriz francesa, que reclamou da falta de necessidade de tal ação – lembrando que no longa, a atriz aparece mais tempo desnuda do que vestida.

Confira a diferença:

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Por falar em Jolie, a atriz igualmente não viu necessidade e reclamou quando a arte para o cartaz de Lara Croft – A Origem da Vida (2003) foi modificada. Na versão original, os mamilos de Jolie apareciam através de sua roupa de mergulho, e foram estrategicamente removidos na arte final.

Aproveitadores do sucesso

Camp Hell CinePOP

Não é de hoje casos em que produtores seguram o lançamento de determinado filme, até que seu protagonista exploda e se torne famoso. É claro que vender sua produção, na maioria obras B, que não teria tanto apelo, podendo estampar agora o nome de um ator recém famoso, torna tudo mais favorável. Ao longo dos anos, filmes de terror fizeram isso com atores como Matthew McConaughey, Renée Zellwegger e Leonardo DiCaprio.

Aqui, citaremos o caso com Jesse Eisenberg e o filme Acampando no Inferno (Camp Hell, 2010). O filme foi relançado em 2012, com o novo titulo (inicialmente chamado de Camp Hope), obviamente, capitalizando em cima da fama do ator, indicado ao Oscar por A Rede Social (2010). Eisenberg, atualmente conhecido como o Lex Luthor de Batman Vs. Superman (2015), processou os produtores, alegando deturpação. Segundo o ator, sua participação no longa é apenas um cameo (ou uma aparição rápida), feita como um favor aos cineastas. O novo cartaz estampa o rosto do ator, levando a entender que ele é o protagonista da produção.

Photoshop esteve aqui

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Há alguns anos as campanhas de marketing caminham lado a lado com os efeitos de computador na hora de vender imagens de filmes. O programa Photoshop é alvo de muitas piadas, quando vemos imagens que nada se assemelham, ou tentam dar aquela melhorada, em determinado astro. Em anos recentes, tivemos, por exemplo, a diminuição da retaguarda da atriz Jennifer Lopez no cartaz do filme Contato de Risco (Gigli, 2003).

Já o cartaz de As Bem Armadas (2013), foi alvo de polêmica, devido a arte grotesca confeccionada para sua campanha de marketing. A imagem usava o Photoshop de maneira amadora na hora de emagrecer a atriz Melissa McCarthy.

Pânico 6 vem aí…. | Relembre as 11 Mortes mais IMPACTANTES e tristes da franquia

Pânico VI terá seu primeiro trailer divulgado amanhã, dia 19, e os fãs estão ansiosos para ver a franquia indo para Nova York.

Para entrar no clima do novo filme, que estreia em 9 de Março de 2023, resolvemos criar uma lista diferente nesta matéria. Aqui iremos apontar as mortes mais sentidas dos cinco primeiros filmes da franquia.

O que isso significa? Dizem que um filme de terror só causa efeito verdadeiramente quando nos importamos com os personagens e se conseguem sobreviver ou não ao desfecho do longa. E Pânico faz isso muito bem, criando personagens identificáveis que torcemos para sobreviver. Nem sempre todos chegam até o fim. E aqui iremos apontar quais mortes mais doeram no coração ao longo dos cinco primeiros capítulos. Confira abaixo e não esqueça de comentar.

11. Derek (Jerry O’Connell)

O namorado é sempre o culpado? Após a revelação de que a protagonista Sidney estava namorando o assassino do filme original (Billy Loomis), o “dedo podre” da mocinha virou motivo de atenção a cada novo exemplar da franquia. Estaria Sidney destinada a só encontrar rapazes com tendências homicidas? Acredite se quiser, este era o plano original para o roteiro de Pânico 2 (1997), que traria o novo namorado da vez Derek (Jerry O’Connell) como um dos assassinos do longa a utilizar a fantasia de Ghostface. A estratégia por trás seria a mesma do original: tudo aponta para um personagem, para despistar o público (que não acredita na obviedade – no fim voltando para esta mesma pessoa). Assim, quando o segundo filme estrou, todos estavam de olho em Derek como o possível vilão. E até existe diálogos no filme que demonstram isso – como quando Dewey desconfia de seu ferimento “conveniente”. No fim das contas, porém, Derek foi só uma distração. E o pobre, que se preocupava realmente em proteger Sidney, termina levando a pior.

10. Robbie (Erik Knudsen)

Agora pulamos para o quarto filme da franquia, lançado de forma tardia em 2011 (ritmo que o quinto segue de perto sendo lançado ainda dez anos depois). Os personagens estilo nerd sempre despertam nossa simpatia. Isso porque ao longo da história do cinema adolescente de Hollywood fomos ensinados que eles são verdadeiros heróis subestimados e que só precisam de um empurrão para demonstrar seu verdadeiro potencial, superar as adversidades e ficar com “a garota”. A franquia Pânico tratou de construir seu próprio personagem querido nestes moldes, com Randy. No quarto filme, ganhamos “dois Randys” de uma só vez – com Robbie e Charlie. Por isso, nos doeu ver Robbie encontrando um destino cruel e Charlie… bem, você sabe.

9. Cici (Sarah Michelle Gellar)

Quando foi anunciado que a jovem Sarah Michelle Gellar estaria no elenco de Pânico 2, continuação imediata do sucesso de slasher do ano anterior, todos os adolescentes amantes de terror ficaram em polvorosa. Isso porque Gellar era um nome quente na época, era a estrela do popular Buffy – A Caça-Vampiros (que estava a pleno vapor no ar em suas primeiras temporadas) e havia acabado de protagonizar Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado – primeiro “clone” bem sucedido de Pânico. Ao contrário do que muitos esperavam, a participação de Gellar é bem curtinha – mas todos tinham aquela pontinha de esperança de que ela pudesse sobreviver mais um pouquinho. Nada feito. A moça é arremessada de uma varanda para o térreo – cena que a própria Gellar fez sem o uso de dublê.

8. Jennifer (Parker Posey)

A melhor coisa do terceiro filme para muitos, e uma personagem chata e insuportável para tantos outros, é inquestionável que a atuação de Parker Posey é caricata e exagerada, funcionando unicamente como forma de ser o grande alívio cômico do terceiro e mais fraco exemplar da franquia Pânico. O lance é que sua personagem foi criada propositalmente desta forma, e a interpretação de Posey é certeira neste sentido. Ela vive Jennifer Jolie (uma brincadeira com Angelina Jolie – em ascensão na época; e ainda temos outra personagem chamada Angelina no filme), uma atriz temperamental que está interpretando Gale Weathers no cinema. Além de todos torcerem para que a personagem “mala” sobrevivesse no final, sua morte mostra que de fato, originalmente, existiam dois Ghostface no terceiro filme – o único longa da franquia a revelar somente um assassino no final.

7. Maureen (Jada Pinkett Smith)

Uma das fórmulas implantadas pela franquia Pânico em seus filmes é que seria necessário ter sempre uma vítima famosa na abertura de cada um de seus capítulos. E como no original ninguém menos que Drew Barrymore deu o pontapé oficial, para o segundo episódio (mais metalinguístico ainda), Jada Pinkett-Smith foi escalada. Existe muito a se prestar atenção nesta primeira cena de Pânico 2. Os assassinatos ocorrem dentro de uma sala de cinema, por exemplo, e enquanto as vítimas estavam assistindo a uma cena do original (ou a versão cinematográfica deste evento dentro do filme) – justamente a cena em que a vítima do original é morta, ligando assim as duas aberturas mais ainda. Fora isso, Maureen (a personagem de Pinkett-Smith) compartilha o mesmo nome da mãe de Sidney, e engaja numa discussão com o namorado sobre o fato de que afrodescendentes são sempre os primeiros a morrer em filmes de terror. E não dá outra, Maureen inaugura as mortes do dois. É surra de metalinguagem.

6. Cotton (Liev Schreiber)

Vilão ou homem injustiçado? Cotton Weary aparece brevemente no Pânico original, somente através de filmagens do noticiário ao ser preso pelo estupro e assassinato da mãe de Sidney. Tendo passado um ano na cadeia, acusado equivocadamente pela protagonista, o personagem de Liev Schreiber se junta ao elenco do segundo filme, em busca de limpar definitivamente seu nome e de quebra ganhar seus 15 minutos de fama. Cotton chega até a se tornar um dos suspeitos pelos crimes no segundo filme, mas no final, após ponderar o certo a se fazer, o sujeito triunfa como o grande herói da sequência, dando cabo da vilã e salvando a mocinha que o denegriu. E para onde seguir com um personagem tão justo e valente? Para a morte, é claro! Afinal, o objetivo de Pânico é mostrar que nada e nem ninguém está jamais seguro. Assim, Cotton se torna a primeira vítima no terceiro longa da franquia.

5. Olivia (Marielle Jaffe)

Começamos a lista com a bela Marielle Jaffe, a Olivia de Pânico 4 (2011). A atriz, infelizmente, durante estes dez anos desde a estreia do longa não conseguiu mais destaque em nenhuma outra produção. O que importa é que o quarto filme da franquia foi seu momento mais marcante no cinema, conseguindo estar entre personagens que se tornaram muito queridos dos fãs ao longo destes 26 anos desde a estreia do primeiro. E sua Olivia é parte da turma de novos personagens adicionados na trama. Embora saibamos que ela será uma das primeiras a ser descartada, e que não passemos muito tempo com ela para saber quem ela verdadeiramente é, o que chama atenção é que sua morte é a que faz a trama girar após a abertura metalinguística, que é uma ótima sacada. Fora isso, a forma como a moça é “descartada”, de uma maneira extremamente brutal e violenta, sem dúvidas mostrou que o quarto filme não iria pegar leve no quesito gore.

4. Tatum (Rose McGowan)

Grande favorita de muitos fãs da franquia, Tatum é a melhor amiga da protagonista Sidney no filme original. No fundo, sua morte não chegou como surpresa para ninguém, afinal basta assistir a alguns filmes de terror para saber que a melhor amiga sempre morre. Desta forma, Tatum estava predestinada a encontrar um fim trágico. E ele acontece dentro de uma garagem, com a mocinha presa na porta pela passagem de cachorro, tendo sua bela cabecinha esmagada. Seja como for, Tatum é uma personagem original, atrevida, engraçadinha, espevitada, repleta de atitude e boas sacadas. Ela era também a irmã mais nova de Dewey, e não lhe mostrava qualquer respeito, nem mesmo pela farda que o sujeito exibia.

3. Randy (Jamie Kennedy)

Não tem para ninguém. A discussão sobre qual é a melhor personagem, Kirby ou Tatum, pode até existir. Mas quando se trata de Randy, qualquer fã da franquia sabe que não existe disputa. Até mesmo os realizadores originais, Wes Craven e Kevin Williamson, dizem ter se arrependido de eliminar o nerd especialista em filmes de terror logo no segundo filme. Randy chega até a aparecer no terceiro filme, mas é através de uma fita VHS que ele deixou gravada com dicas caso não sobrevivesse. Randy é definitivamente a falta mais sentida da franquia, uma presença que poderia adicionar muito caso ainda estivesse presente nos episódios mais novos do terror.

2. Casey (Drew Barrymore)

A primeira vítima a gente nunca esquece. E a loirinha Casey Becker teve a honra de ser a primeira a morrer logo no primeiro filme – dando espaço para uma série de vítimas famosas ao decorrer de quatro filmes. Bem, se formos ser mais literais a primeira vítima foi mesmo seu namorado, mas vocês entenderam. O lance por trás da morte de Casey é que sua intérprete Drew Barrymore era então o nome mais famoso do elenco, e seu chamariz. Ou seja, muitos desavisados acreditavam que este era um filme protagonizado por Barrymore – que escalava para o sucesso na época. E quando se depararam com sua morte logo na primeira cena, perceberam que tudo podia acontecer.

 

1. Dwight ‘Dewey’ Riley (David Arquette)

O carinhoso Dewey quase morreu no primeiro filme, e no segundo também. No terceiro filme ele mostrou sua evolução como protetor e acabou virando o Delegado de Woodsboro em ‘Pânico 4‘. Quando a franquia retoma no quinto filme, Dewey demonstra estar cansado após se separar de Gale e perder o emprego. Com novas mortes acontecendo na sua cidade, ele decide ajudar a filha de Billy Loomis e acaba sendo assassinado cruelmente na morte mais dolorosa da franquia. Ele, que sobreviveu a tantos ataques e ajudou tantas pessoas, encontrou seu triste fim em um embate com o Ghostface no hospital. Os fãs da franquia ainda estão de luto… RIP DEWEY .

 

 

Atriz de ‘Game of Thrones’ teme não conseguir mais trabalho por causa de sua aparência

Em entrevista ao The Irish Times, a atriz Maisie Williams, a Arya Stark de ‘Game of Thrones‘, declarou que teme não conseguir mais trabalho ao fim da série por causa de sua “aparência”.

“Apenas agora eu estou começando a perceber que personagens estão ou não disponíveis para mim por causa da minha aparência. É uma indústria muito fútil. E eu não pareço com alguém que será escalada em papéis sexualizados. Não me entenda mal, eu estou completamente impressionada com as protagonistas de Hollywood. Eu amo olhar para aquelas mulher lindas, mas eu acho triste que você só vê esse tipo de beleza na tela.”

Além da série, Williams terá grande destaque no filme ‘X-MenOs Novos Mutantes‘, que estreará no dia 2 de Agosto de 2019.

Recentemente, a atriz revelou em entrevista ao Collider que o adiamento será bom para o filme.

“Tínhamos um calendário muito corrido, e estávamos correndo contra o tempo para finalizar o filme. Terminamos de filmar em setembro para uma estreia em abril. Por ser um filme sobre mutantes, tem muitos efeitos especiais e foi bom ganharmos tempo. Vocês vão entender quando virem o filme.”

Só nos resta esperar para ver o resultado.

Alice Braga será Dra. Cecilia Reyes, uma médica que possui a habilidade de gerar um campo protetor ao seu redor.

Vale lembrar que ‘X-Men: Os Novos Mutantes’ será um filme de terror, segundo o diretor.

Na trama, cinco jovens mutantes começam a descobrir melhor suas habilidades enquanto são mantidos em uma instalação secreta contra a sua vontade. Anya Taylor-Joy (‘A Bruxa’) será a Magia; Maisie Williams (‘Game of Thrones’) viverá Lupina; Charlie Heaton será Míssil e o brasileiro Henry Zaga viverá o Mancha Solar.

Blu Hunt, que participou de alguns episódios de ‘The Originals’, será Miragem –  uma nativa americana que é capaz de criar ilusões a partir dos sonhos das outras pessoas. Ela, inclusive, é tida como uma das personagens principais da narrativa.

O filme será inspirado no arco Urso Místico das HQs – umas das primeiras histórias da equipe, que está entre a mais aclamada pelos fãs dos mutantes.

A direção é de Josh BooneSimon Kinberg e Lauren Shuler Donner, produtores dos filmes de ‘X-Men’, também cuidarão dos ‘Os Novos Mutantes‘.

‘Como Treinar o Seu Dragão 3’ deve ter a MAIOR estreia da franquia nos EUA

A animação ‘Como Treinar o Seu Dragão 3‘ irá estrear nesse final de semana nos EUA, e promete superar as expectativas dos analistas. Segundo as projeções iniciais, o longa arrecadaria em torno de US$ 40 milhões, mas deve fechar o final de semana com ótimos US$ 60 milhões – a melhor performance da franquia no país (o segundo filme estreou com US$ 49.4 milhões).

Vale lembrar que o filme já estreou no mercado internacional, onde já arrecadou quase US$ 200 milhões.

Encerrando a trilogia, a animação agradou os críticos, conquistando 91% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Dean DeBlois dirige e roteiriza, repetindo as funções que dividiu com Chris Sanders no primeiro filme.

O terceiro filme acompanha o personagem Soluço e a realização de seu grande sonho: encontrar um lar pacífico onde os dragões possam viver em segurança. Lá, Banguela descobre uma companheira, assim como ele, mas um tanto selvagem. Mas é quando o perigo começa a rondar o lar, que a dupla Banguela e Soluço será testada e precisará tomar decisões difíceis para salvar suas espécies.

O elenco traz vozes originais de Cate BlanchettT.J. MillerGerard ButlerKristen WiigJonah HillKit HaringtonJay BaruchelDjimon Hounsou e America Ferrera.

‘The Walking Dead’: Beijo entre Michonne e Ezekiel foi ideia da Danai Gurira

Em entrevista ao EW, a showrunner Angela Kang falou sobre o inesperado beijo entre a Michonne e o Ezekiel na 10ª temporada de ‘The Walking Dead‘, e revelou que a cena foi ideia da atriz Danai Gurira.

“Ezekiel obviamente está passando por muitas coisas atualmente. Ele perdeu muitas coisas e esse personagem é como um tigre, sabe? Ele é otimista e realmente assumiu o papel de levantar o ânimo das pessoas. Mas nós vimos que ele também é capaz de entrar em um estado super sombrio e depressivo também. Quando ele perdeu o seu povo na guerra contra os Salvadores, ele estava em um lugar muito ruim [psicologicamente].”

Ela completa, “A cena do beijo ganhou vida de uma forma incomum. Eu estava conversando com a Danai [Gurira] e ela disse ‘Seria interessante se alguém tentasse beijar a Michonne e ela respondesse’. A Michonne tem os seus próprios dramas para lidar e não houve nenhum desenvolvimento em sua vida romântica desde a suposta morte do Rick. Então, pensamos ‘E se o Ezekiel depressivo quisesse se conectar?’. Ele se sente sozinho e triste. Ele entendeu alguns sinais errados, percebe que errou e se retrai.”

Vale lembrar que os personagens têm um relacionamento nos quadrinhos e a cena serviu como uma referência aos fãs do material de origem.

Angela Kang retorna como showrunner da nova temporada.

A trama gira em torno de um mundo pós-apocalíptico dominado por zumbis, onde os vivos têm que sobreviver não só aos mortos, como também a si mesmos.

O elenco conta com Norman Reedus, Danai Gurira, Melissa McBride, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Jeffrey Dean Morgan, Khary Payton e Samantha Morton.

‘The Walking Dead’: Emily Kinney afirma que adoraria retornar à série

Em entrevista ao Let’s Stay Together, a atriz Emily Kinney, que interpretou a Beth Greene, foi perguntada se ela toparia um possível retorno na série ‘The Walking Dead‘, confirmando que adoraria, apesar da impossibilidade.

“Quero dizer, eu tomei um tiro na cabeça. Eu amo a série e eu amei trabalhar nela. Fico muito feliz de ter feito parte desse projeto e tenho muito orgulho. Se houvesse algum jeito [da Beth retornar], eu voltaria.”

Ela continua, “É divertido fazer parte da série de outras formas. Eu também estou feliz em seguir em frente.”

Apesar de não ter aparecido recentemente, Kinney teve uma de suas músicas incorporadas na série, em uma cena em que a Magna ouve uma gravação secreta performada pelo Beta.

O estado da Califórnia permitiu o reinício das produções de séries e filmes desde o dia 12 de junho, com novas medidas de seguranças sendo implementadas. Recentemente, a showrunner Angela Kang revelou que o último episódio da 10ª temporada está “muito próximo de ser finalizado” e que o processo restante poderia ser completado “rapidamente”.

A série é baseada nas HQs homônimas de Robert Kirkman.

A trama gira em torno de um mundo pós-apocalíptico dominado por zumbis, onde os vivos têm que sobreviver não só aos mortos, como também a si mesmos.

O elenco conta com Norman Reedus, Melissa McBride, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Jeffrey Dean Morgan e Khary Payton.

‘Supergirl’: Melissa Benoist afirma estar satisfeita com o desfecho da série

Em entrevista ao EW, Melissa Benoist, que interpreta a personagem principal na série ‘Supergirl‘, revelou estar muito satisfeita com o desfecho da série, além de afirmar que era o momento certo para concluir a narrativa.

“Eles vieram até a mim porque queriam saber se eu tinha alguma opinião sobre como deveria ser o final da Kara na série. Eu tinha um pedido e nem era algo que eles estavam pensando em fazer. Então, eles me contaram o que estavam planejando e é realmente adorável. É um ótimo final. Me sinto fantástica sobre isso.”

Ela continua, “Todos nós sentimos que era hora de concluir a trama. Nós temos muito orgulho do que conquistamos nos últimos anos. Tem sido uma grande jornada: trocamos de emissora, trocamos as locações das filmagens e também mudamos o dia em que a série é exibida. Nós passamos por muita coisa nessa série e, criativamente, acredito que todos nós sentimos que fizemos tudo o que podíamos e era a hora certa para encerrar.”

Intitulado A Few Good Women, o próximo episódio da última temporada irá ao ar no dia 6 de abril.

Confira as imagens promocionais:

Criada por Ali Adler, Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, a série originalmente era exibida pela CBS, mas trocou de canal após o segundo ciclo, fazendo parte do catálogo da CW e entrando oficialmente para o Arrowverse.

Durante a destruição de Krypton, a pequena Kara Zor-El é enviada à Terra com o objetivo de proteger o primo Kal-El (Superman), que ainda bebê também é um dos sobreviventes da destruição de seu planeta natal. Durante o percurso, a nave de Kara se desvia da rota original e acaba em um planeta onde o tempo não passa. Aos 12 anos seu primo, que já havia se tornado o Superman, a resgata e entrega-lhe aos cuidados de uma família de amigos cientistas, os Danvers. Kara Danvers cresce como uma criança normal (ou quase isso) e, aos 24 anos, trabalha como assistente de Cat Grant na CatCo Worldwide Midia, sem que ninguém suspeite de seus superpoderes. Um dia, sua irmã adotiva, Alex, está em um avião que sofre uma pane e começa a cair. Kara, que sempre se deu muito bem com a irmã, decide salvá-la com a ajuda de seus superpoderes, Depois disso ela descobre que a irmã na verdade trabalha para o D.E.O. e junta-se à organização, dividindo-se entre a vida de assistente e de Supergirl.

O elenco conta com Melissa Benoist, Chyler Leigh, Mehcad Brooks, Katie McGrath, Jesse Rath, Nicole Maines, David Harewood e Azie Tesfai.

‘Chucky’: Episódio final terá 90 minutos de duração!

De acordo com o Bloody Disgusting, o último episódio da série ‘Chucky‘, baseada na clássica franquia ‘Brinquedo Assassino‘, terá 90 minutos de duração.

O episódio final, intitulado An Affair to Dismember, será exibido no dia 30 de novembro.

Na trama, “as coisas serão acertadas à medida que o plano diabólico de Chucky flui em uma conclusão pública e muito perigosa”.

Confira o trailer:

Vale lembrar que a série já foi lançada no Brasil, através da plataforma do Star+.

[PRIMEIRA MÃO] ‘Chucky’: Criador garante que a série será bem sangrenta

Don Mancini, criador da franquia original, é responsável pela série.

Depois de um clássico boneco Chucky aparece em uma venda de usados num bairro suburbano, uma idílica cidade dos Estados Unidos é jogada no caos após uma série de assassinatos terríveis exporem as hipocrisias e os segredos de seus habitantes. Enquanto isso, a chegada de inimigos – e de aliados – do passado de Chucky ameaça expor a verdade por trás das mortes, bem como as origens do boneco demoníaco.

O elenco conta com Zackary Arthur, Teo Briones, Alyvia Alyn Lind, Bjorgvin Arnarson, Devon Sawa e Lexa Doig, além do retorno dos veteranos Jennifer Tilly, Fiona Dourif, Alex Vincent e Christine Elise.

Brad Dourif volta a dublar o boneco assassino.

‘O Predador: A Caçada’ conquista 92% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as reações!

Com 142 críticas publicadas até o momento, o filme ‘O Predador: A Caçada‘ conquistou impressionantes 92% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral é que a produção é um dos filmes mais divertidos do ano, com ótimas cenas de ação e sequências tensas, conseguindo se destacar dos filmes anteriores da franquia ao invés de usá-los como elemento nostálgico.

Separamos os trechos das principais críticas:

“‘O Predador: A Caçada’ entrará para a história como um dos filmes mais divertidos de 2022.” (MovieFreak)

“Essa pré-sequência consegie capturar o espírito do filme original e, ao mesmo tempo, traz algo completamente novo. A produção instantaneamente conseguiu se destacar na franquia.” (Rolling Stone)

“Suas cenas intensas não se apoiam apenas no que já conhecemos da franquia. Não é um filme carregado pela nostalgia, o que é algo raro de se ver atualmente.” (Independent UK)

“‘O Predador: A Caçada’ toma muito cuidado com a autenticidade dos seus protagonistas, mas não tiveram a mesma atenção com o roteiro.” (New York Times)

“Diretor Dan Trachtenberg entrega o melhor filme de ação do ano.” (Irish Times)

“Um filme tenso e divertido que consegue trazer cenas surpreendentemente emocionais.” (RogerEbert)

Vale lembrar que o longa já está disponível no Star+!

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

Dan Trachtenberg (‘Rua Cloverfield, 10’) é responsável pela direção.

A história vai seguir Kee, uma mulher comanche que vai contra as normas e tradições de gênero para se tornar uma guerreira. Muitos anos atrás – em uma época antes de qualquer europeu invadir suas terras –, o povo Comanche tinha uma sociedade e normas de gênero bem definidas. Kee é muito próxima de seu irmão mais novo, Taabe, que está sendo preparado para ser um líder. Tão capaz quanto qualquer jovem da tribo, Kee sempre foi uma professora e fonte de inspiração para Taabe. Na tradição Comanche – ela é Patsi – a irmã mais velha que ajudou a moldá-lo. Kee é inspiradora e tem insights que os outros não têm. Jovem, ela quer provar a si mesma no mundo masculino do seu povo. Quando uma ameaça desconhecida coloca todos em perigo, Kee terá que mostrar que é tão capaz quanto qualquer outro guerreiro.

Zoe Saldaña pensou que só participaria de DUAS cenas de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’

Em entrevista com a Marvel, Zoe Saldaña revelou acreditar que não teria muito destaque na sequência ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ – que serve como encerramento da trilogia.

A atriz pensou que, após os trágicos eventos de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, sua personagem só apareceria brevemente na história para se despedir.

“Eu fiquei surpresa com a dimensão da participação da Gamora em ‘Guardiões da Galáxia 3’ depois do que aconteceu em ‘Vingadores: Guerra Infinita’. Pensei que só retornaria em umas duas cenas para me despedir. James Gunn é um grande roteirista porque ele consegue desenvolver conflitos genuínos, universais e emocionantes – e ele sabe como utilizá-los.”

Ela completa, “Todos nós ficamos tristes quando nos sentimos negligenciados ou rejeitados. Nós temos um grande nível de compaixão uns pelos outros, então ele criou essa história linda que evoca esses sentimentos universais, que nos emocionam profundamente. Fiquei muito surpresa por ter chorado tanto.”

Vale lembrar que o James Gunn já descartou comandar um quarto filme da franquia. Em uma sessão de perguntas e respostas no Twitter, o diretor negou a possibilidade de dirigir uma nova sequência, pelo menos não com a formação conhecida da equipe e com o envolvimento dele.

Lembrando que ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ já está em cartaz nos cinemas nacionais.

Confira algumas reações da crítica:

“[‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’] tem cenários de ação espetaculares, é divertido, divertido e emocionante. É um encerramento perfeito e bonito para seus personagens e a saga. E é o melhor filme da Marvel desde Ultimato (e Top 3 em geral).”Valentina Morillo, do El Español.

“Posso confirmar que derramei uma lágrima durante [‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’]. E que ficaria muito feliz em assistir a um filme solo de Adam Warlock. Revisão completa (e entrevistas com o elenco) em breve.”Rory Cashin, da Joe.

“Este filme… meu coração está cheio e partido ao mesmo tempo, foi MUITO para processar, uma história muito complexa, mas me deixou incrível”@ForumLily.

“‘Guardiões da Galáxia Vol 3’ é um final brilhante para uma trilogia brilhante. É muito engraçado, emocionante e todos têm seu momento de destaque. Warlock de Will Poulter é uma adição incrível, mas o foco está justamente em contar um final satisfatório para os Guardiões. Vou sentir falta deles.”Ian Sandwell, do Digital Spy.

“[‘Guardiões da Galáxia Vol.3 ‘] é provavelmente o filme mais triste e sombrio do MCU e uma conclusão maravilhosamente arredondada para a trilogia de Gunn, onde todos na luta contra um vilão malvado (mas bastante superficial) obtêm seu grande momento novamente. Tenha lenços prontos!”Markus Trutt, do FilmStarts.

“Fui com uma ideia preconcebida para [‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’] e James Gunn conseguiu me surpreender de vez. É mais sombrio e tem até toques de terror, mas ainda é muito engraçado e com muito de personalidade. Rocket e Nebulosa se destacam em uma despedida muito digna.”Jesús Agudo, do Ecartelera.

“‘[Guardiões da Galáxia Vol. 3’] é, mais do que nunca, Star Wars como uma comédia idiota. Estranhos adoráveis, grande ação da Marvel e piadas bobas.
Mas nada pode prepará-lo para todas as emoções. A história de origem de Rocket Raccoon é linda e comovente.”Alexander Kardelo, do Movie Zine.

Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, da Marvel Studios, nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.

O novo filme contará com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.

Atriz fala sobre possível retorno de astros da série original no novo spin-off de ‘Suits’

Em entrevista ao site People, Lex Scott Davis (‘A Primeira Noite de Crime’) comentou sobre o possível retorno de astros da série original no novo spin-off de ‘Suits‘, que está sendo desenvolvido pela NBC.

Estrelada por Stephen Amell (‘Arrow’), a produção será o segundo derivado do universo do seriado.

“Não é impossível. Eu amaria ver o retorno [de personagens veteranos], mas ainda teremos que ver. Nunca se sabe,” revelou o atriz.

Intitulado ‘Suits: L.A.‘, o derivado focará em um novo protagonista, Ted Black (Amell), um ex-promotor federal de Nova York que “se reinventou representando os clientes mais poderosos de Los Angeles”.

Segundo a sinopse oficial,

“Para salvar sua empresa em crise, Ted Black deverá assumir um papel que desempenhou com desprezo durante toda a sua carreira. Ele estará acompanhado por um grupo estelar de pessoas que testam sua lealdade, enquanto falham em evitar misturar suas vidas pessoais e profissionais.”

Aaron Korsh, criador da série original, assinará o roteiro do piloto e servirá como produtor executivo ao lado de David Bartis, Doug Liman, Gene Klein e da diretora Victoria Mahoney.

As filmagens foram iniciadas neste mês, em Vancouver.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Wicked’ ultrapassa US$ 350 milhões nas bilheterias mundiais

Em menos de duas semanas, a adaptação musical ‘Wicked‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 350 milhões nas bilheterias mundiais.

O longa atualmente se encontra no TOP 13 das maiores arrecadações do ano, tendo ultrapassado ‘Alien: Romulus‘ (US$350.8M), ‘É Assim que Acaba‘ (US$350M) e ‘Robô Selvagem‘ (US$321.6M).

Nos EUA, o filme já arrecadou US$ 262.4 milhões. No mercado internacional, foram US$ 96.8 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 359.2 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$36M), Austrália (US$12.9M), Coreia (US$8.5M), México (US$6.7M) e Filipinas (US$3.5M).

Vale lembrar que ‘Wicked‘ abriu no topo das bilheterias norte-americanas, com US$ 114 milhões arrecadados em seu primeiro final de semana – representando mais do que o dobro do desempenho de ‘Gladiador 2‘ (US$55.5M)

Com uma estreia global de US$ 164.2 milhões, a adaptação também se tornou a maior abertura para um filme baseado em um musical da Broadway – superando ‘Os Miseráveis‘ (US$103M).

Aclamado pelos críticos – com 90% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o longa agradou os espectadores, recebendo uma nota A do público no CinemaScore. A avaliação está dentro da média de filmes do gênero, como ‘Os Miseráveis‘ (A), ‘Chicago‘ (A-), ‘Annie‘ (A-) e ‘Mamma Mia‘ (A-).

Vale lembrar que o filme segue em exibição nos cinemas nacionais!

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

‘O Beijo da Mulher Aranha’: Remake com Jennifer Lopez ganha data de estreia no Brasil

O remake de ‘O Beijo da Mulher Aranha‘ (Kiss of the Spider Woman), estrelado por Jennifer Lopez, finalmente ganhou data de estreia no Brasil.

A nova versão será lançada nos cinemas nacionais no dia 8 de janeiro de 2026, pela Paris Filmes.

Ambientado em uma prisão argentina em 1983, durante a ditadura militar, Luis Molina, um cabeleireiro gay, cumpre uma pena de oito anos por supostamente corromper um menor. Para escapar dos horrores de sua prisão, Molina imagina filmes estrelados por uma atriz clássica do cinema chamada Ingrid Luna, incluindo o papel da Mulher-Aranha, que mata sua presa com um beijo. A vida de Molina é virada de cabeça para baixo quando um marxista, Valentin Arregui Paz, é levado para sua cela, e os dois formam um vínculo improvável.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Lançada no Festival de Sundance 2025 e financiada de forma independente, a nova versão contou com um orçamento de cerca de US$ 30 milhões.

O longa, que ainda conta com Diego Luna no elenco, teve uma estreia positiva no Rotten Tomatoes, conquistando 83% de aprovação com base em 29 análises.

Os críticos, de maneira geral, elogiaram a adaptação, especialmente a performance de Tonatiuh, embora tenham apontado que o filme falha em alguns momentos.

Veja os principais comentários:

“Em essência, o diretor filmou um drama de prisão intenso combinado com o glamour e a grandiosidade em technicolor de um musical da MGM dos anos 40 e 50. É uma mudança inspirada e dá ainda mais razão para esta abordagem existir como uma peça cinematográfica”, disse Pete Hammond do Deadline.

“É o relativamente novo Tonatiuh quem rouba a cena, encontrando tanto força quanto vulnerabilidade em um personagem que parece menos fútil a cada cena que passa”, disse Peter Debruge da Variety.

Bill Condon se impõe uma tarefa difícil ao tentar transformar o material complexo em um grande musical cinematográfico, mas, graças em parte ao trabalho louvável de seus três protagonistas, ele consegue chegar perto em alguns momentos”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“‘O Beijo da Mulher Aranha’ é mais uma adaptação decente, mas nem mesmo o estilo visual e a grandiosidade de Condon conseguem elevar essa história à grandeza”, disse Ross Bonaime do Collider.

“Tonatiuh faz uma performance sinceramente capaz de fazê-lo brilhar como o extravagante e sonhador Luis… Mas o que é uma performance de estrela quando o pacote ao redor do ator é, de outra forma, tão ordinário e desprovido de qualquer brilho cósmico?”, disse Ryan Lattanzio do IndieWire.

“Números de dança emocionantes e afiados, fantasias cintilantes e diálogos exagerados se unem para criar um musical deslumbrante que nem sempre se encaixa perfeitamente”, disse Mae Abdulbaki do Screen Rant.

“‘O Beijo da Mulher Aranha’ é uma mistura de acertos e erros. Os números musicais são um pouco irregulares, a história tem um ritmo um tanto lento, e J-Lo e Diego Luna acabam deixando a desejar. No entanto, este musical vale o preço do ingresso apenas pela performance de Tonatiuh”, disse Sean Boelman do FandomWire

“A direção de Condon de toda a produção é tecnicamente competente… deslumbrante, até, em algumas partes. Mas toda essa ostentação não é forte o suficiente para esconder a lacuna entre a melodia que ela canta e a rotina que dança”, disse Marshall Shaffer do The Playlist.

John Kander Fred Ebb são responsáveis pelas canções.

Barry JosephsonTom KirdahyGreg YolenMatt Geller entram como produtores. Lopez, Elaine Goldsmith-ThomasBenny Medina são os produtores executivos.

‘Por Cima do Seu Cadáver’: Thriller cômico com Samara Weaving ganha data de estreia no Brasil

O Prime Video finalmente anunciou quando o suspense cômico ‘Por Cima do Seu Cadáver‘ (Over Your Dead Body) será lançado no Brasil.

O longa chegará ao serviço de streaming no dia 10 de junho.

Na trama, casal disfuncional se refugia em uma cabana isolada para salvar seu relacionamento, mas cada um planeja secretamente assassinar o outro.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Remake do thriller irlandês ‘The Trip‘, a nova versão é estrelada por Jason Segel (‘Falando a Real’) e Samara Weaving (‘Casamento Sangrento’).

Crítica | Over Your Dead Body – Samara Weaving BRILHA mais uma vez em comédia de terror divertida e sangrenta [SXSW]

Jorma Taccone (‘Popstar: Sem Parar, Sem Limites’) é responsável pela direção.

Na trama original, um casal passando por uma fase ruim viaja para uma cabana nas montanhas. Porém, um está secretamente planejando matar o outro. Mas tudo muda quando três figuras ainda mais perigosas do que eles aparecem na casa.

O elenco ainda conta com Timothy Olyphant, Juliette Lewis, Paul Guilfoyle e o lutador do UFC Keith Jardine.

O roteiro é assinado por Nick Kocher e Brian McElhaney.

Tommy Wirkola, diretor do longa original, serve como produtor executivo ao lado de Karen Gillan.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 24 de abril.

Personagens de ‘Scott Pilgrim Contra o Mundo’ ganham bonecos Funko exclusivos para Comic Con

Os personagens da adaptação ‘Scott Pilgrim Contra o Mundo’ ganharam bonecos Funko, feitos exclusivamente para a San Diego Comic Con 2017.

Para marcar o anúncio, a empresa fez um vídeo de apresentação.

Confira:

‘O Império do Besteirol Contra-Ataca’ vai virar série em realidade virtual

A peculiar dupla de amigos Jay e Silent Bob retornarão em breve, em realidade virtual. O anúncio foi feito pela produtora STX Entertainment.

A empresa está desenvolvendo uma série em VR em volta de ambos os personagens. Roteirizado por Kevin Smith, o artista também assinará a direção e produção do programa.

A narrativa será totalmente filmada a partir da perspectiva de Silent Bob (papel de Smith) e o público seguirá Jay, que comandará uma sequência de aventuras hilárias.

Vale lembrar que em 2017 o ator chegou a anunciar que estava finalizando o roteiro do reboot deO Império do Besteirol Contra-Ataca’.

Confira sua publicação feita na época:

 

This is not a drill! This is an actual image from my laptop! Yes, Kids – @jayandsilentbob are coming back! Here’s the story: Sadly, Clerks III can’t happen (one of our four leads opted out of the flick). So I worked on a #Mallrats movie instead… which also didn’t happen because it turned into a #Mallrats series. I’ve pitched said sequel series to 6 different networks only to find no takers thus far. Mind you, I’m not complaining: nobody gets to make EVERYTHING they wanna make in this business (do they?). And I’ve been lucky to make anything at all, there’s so much competition out there, so many much cooler ideas from fresh folks. And besides: I had #comicbookmen and then @tuskthemovie and @yogahosers (which all came together so crazy quickly), and the podcasts and #fatmanonbatman. With all of that, how could I bitch about no Clerks III or Mallrats 2? Then when I started directing @thecw shows, it was such a slice of Heaven on Earth, I happily put my Askewniverse sequels to the side. Since I sold #Clerks and #Mallrats years ago, they’re owned by others, which limits my moves with my own material. I don’t mind: back in the day, all I ever wanted to do was sell my stuff so I could be in the movie biz in the first place. So I don’t own Clerks, Mallrats, Chasing Amy or #Dogma… But I DO own #jayandsilentbob. So while I love playing with someone else’s new toys on @cwtheflash and @Supergirl, I’m getting eager to play with my old toys again in the inter-connected View Askewniverse I spent the first half of my career creating. And so all last month, I had the time of my life laughing while writing “Jay and Silent Bob Reboot” – a fun flick in which the Jersey boys have to go back to Hollywood to stop a brand new reboot of the old “Bluntman & Chronic Movie” they hated so much. It’s a tongue-in-cheek, silly-ass satire that pokes fun at the movie business’s recent re-do obsession, featuring an all-star cast of cameos and familiar faces! And I already met with the good folks at Miramax and they’re into it, so I’m hoping we’ll be shooting in the summer! Never give up, kids. You CAN do anything you want in life, so long as you’re patient and malleable. #KevinSmith

Uma foto publicada por Kevin Smith (@thatkevinsmith) em

 

No texto caracteristicamente sincero que acompanha a imagem, Smith explicou que o novo filme de Jay & Silent Bob – no qual os personagens retornarão a Hollywood, a fim de impedir um reboot do filme ‘Bluntman & Chronic‘, cuja produção eles destruíram na comédia de 2001 – estará substituindo a sequência planejada para ‘O Balconista’ e a versão em formato de série para TV de ‘Barrados no Shopping’,  ambos abandonados na pré-produção:

“Isso não é uma teste! Esta é uma imagem real do meu notebook! Sim crianças – @jayandsilentbob estão voltando! … Estou ficando ansioso para brincar com meus brinquedos antigos novamente no inter-conectado universo View Askewniverse que passei a primeira metade da minha carreira criando. E assim, no mês passado, me divertir rindo ao escrever ‘Jay & Silent Bob Reboot‘ – um filme divertido em que os meninos de Jersey têm que voltar a Hollywood para parar um novo reboot do velho ‘Bluntman & Chronic’ eles tanto odiaram. É uma sátira estranha e boba, que cutuca com humor a obsessão da indústria cinematográfica pelos reboots, trazendo aparições de grandes estrelas e rostos familiares! E eu já me encontrei com meus bons amigos da Miramax [Studio] e eles estão nisso, então espero que as filmagens comecem ainda neste semestre!”

Retratado pelo próprio Smith e colaborador de longa data, Jason Mewes, Jay e Silente Bob se originaram como personagens secundários no clássico ‘O Balconista’ e apareceram novamente em ‘Barrados no Shopping’. O crossover de Jay e Bob em algumas produções acabou criando uma continuidade compartilhada, que Smith e seus fãs chamam de View Askewniverse. Eles posteriormente reapareceram em ‘Procura-se Amy’, onde ambos serviram como a inspiração para os quadrinhos intitulados ‘Bluntman & Chronic’.

Crítica | Luce: Drama com elenco de peso reflete sobre as pressões sociais impostas sobre todos nós

Enquanto sociedade, aprendemos a nos organizar em clãs. Seja pela raça, preferências pessoais ou origens sócio políticas, nos identificamos em grupos, embora façamos tudo para fugir dos pejorativos estereótipos. Em se tratando de adolescentes, a necessidade de se encontrar e se identificar em micro sociedades é ainda mais latente. Com suas percepções sobre si mesmos firmadas nad expectativas dos que os cercam, eles são os mais confusos quanto ao tipo de gente que querem ser. O drama Luce, que fez sua estreia mundial no Festival de Sundance 2019, vai a fundo exatamente nessa temática, trazendo um elenco de peso, para debater a pressão que fazer parte de uma sociedade organizada exerce sobre todos nós.

 

Dirigido por Julius Onah, a produção acompanha o prodígio Luce, um garoto negro resgatado da zona de guerra da Eritreia, por um casal de brancos americanos (Naomi Watts e Tim Roth). Habituado à nova cultura e tradições há 10 anos, ele é exemplar em toda sua conduta. De fala mansa e sorriso conquistador, ele não passa despercebido por onde anda e é visto como um modelo de jovem negro dentro da escola. Sob os olhares de todos, ele esconde seus medos, conflitos e complexos sociais em um sutil comportamento sádico dúbio. Com duplo sentido em tudo que faz, ele se revela um sociopata em potencial, principalmente após sua professora, Sra. Wilson (Octavia Spencer), encontrar um conteúdo perigoso no seu ármario da escola.

Tentar destrinchar e desmembrar o comportamento de Luce é uma das artimanhas mais prazerosas da experiência de assistir o filme. Tentando compreender as atitudes desse jovem, que titubeia entre ser um santo e um sádico, vamos buscando mecanismos e artifícios que poderiam tornar esse jovem tão promissor em uma figura tão doentia. Em meio a um contexto turbulento onde um amigo perde a bolsa de estudos por porte ilegal de maconha dentro da escola e um trabalho polêmico revela uma percepção anarquista e violenta do nosso protagonista, Luce nos ajuda a percorrer o quebra-cabeça da mente deste jovem, à medida que revela novas camadas de uma trama com tensão crescente, a cada passo cauteloso e friamente calculado do personagem homônimo.

Fazendo jogos mentais com seus pais e com a destestada professora da escola, Luce tenta provar sua inocência e pureza, com reações que surpreendem a audiência tamanha sagacidade. Sob a caracterização do novato ator Kevin Harrison Jr., contemplamos um personagem assustadoramente hipnotizante. Com uma atuação arrebatadora, o drama independente garante ao espectador uma experiência imersiva na narrativa, por meio de construções surpreendentes. Como um longa que reside em seus personagens e seus respectivos dilemas, Luce acerta em cheio de maneira completa, trazendo uma trama madura, sustentada com leveza e maestria por seu elenco.

E no que diz respeito à narrativa, Luce acerta mais uma vez por ser extremamente pontual. Analisando o contexto social da pressão existente sobre os afro-americanos de evitar os estereótipos corrompidos e a estigmatização da raça (negro não possui formação profissional, negro só se envolve com problemas e confusões, entre tantas outras mentiras racistas), o longa traz um jovem adolescente como o centro do debate. Por meio do peso que sua própria vida trouxe sobre si mesmo, ele desafia as imposições sócio culturais sobre a cor da sua pele, tentando encontrar sua identidade, despida de todos os argumentos exaustivos colocados sob seus ombros. A tal busca o leva para caminhos tortuosos, fazendo com que sua família entre em uma espiral de crise de confiança profunda, gerando rompimentos emocionais e psicológicos que chegam até à audiência, tamanha sua autenticidade.

Nesse grande nó que é o ser humano, Naomi Watts se entrega de corpo e alma como uma mãe adotiva que padece pelo filho como alguém que o gerou no ventre. Hipnotizante, sua atuação é um deleite para o público, que se sufoca junto a ela. Roth e Spencer não ficam atrás e completam o quadro de atuações de primeira, que é coroado pelo jovem Harrison, um garoto novo no cinema, mas com um carreira brilhante. Com uma direção simples, centrada nas emoções de seus personagens, Luce traz um roteiro alinhado, co-escrito por Julius Onah e JC Lee. Fundamental para o debate sobre as pressões que os clãs sociais exercem sobre seus pares, o drama ultrapassa a linha do entretenimento, promovendo uma reflexão essencial sobre a identidade particular de um indivíduo, independente de qual seja o seu background ou responsabilidade social incubida.

 

‘Stargirl’: Filme do Disney+ ganha novo teaser musical; Confira!

O novo filme original da plataforma Disney+, intitulado ‘Stargirl’, ganhou um novo teaser, que traz a protagonista homônima soltando a voz.

Confira, junto ao trailer completo:

 
 
 
 
 
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Be true to your school 🎶 Start streaming @Stargirl, an Original Movie, this Friday on #DisneyPlus. #StargirlMovie

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O filme é dirigido opr Julia Hart, que assina o roteiro ao lado de Kristin Hahn e Jordan Horowitz.

Leo Borlock é um estudante mediano no Colégio Mica. Ele tira boas notas, é membro da banda da escola e sempre se contentou em passar longe do radar. Mas tudo isso muda quando ele conhece Stargirl Caraway, uma estudante nova e confiante que sempre soube chamar a atenção. Suas excentricidades e personalidade infectante encantam Leo e o corpo discente, e ela logo passa de ignorada para aclamada, levando Leo em uma montanha-russa de emoções.

Grace VanderWaal, Graham Verchere, Karan Brar, Maximiliano Hernandez, Darby Stanchfield e Giancarlo Esposito estrelam.

‘Stargirl’ tem estreia marcada para 13 de março.

‘Relatos do Mundo’: Drama faroeste com Tom Hanks já está disponível na Netflix

O novo drama faroeste Relatos do Mundo, estrelado por Tom Hanks, já está disponível na Netflix. A produção teve sua estreia na grade de programação nesta quarta-feira (10).

Confira a sinopse oficial:

Cinco anos após o fim da Guerra Civil, o Capitão Jefferson Kyle Kidd (Hanks), um veterano de três guerras, viaja de cidade em cidade para contar histórias, compartilhar notícias e suas aventuras pelo mundo. Quando passa pelo estado do Texas, ela cruza o caminho de Johanna (Helena Zengel) uma menina que foi acolhida pelo povo Kiowa. Kidd assume a missão de devolver a jovem aos seus tios biológicos, mas conforme atravessam o Oeste americano, acabam enfrentando grandes desafios humanos e naturais.

Assista ao trailer:

O longa é dirigido por Paul Greengrass.

Luke Davis assina o roteiro, baseado no romance homônimo publicado em 2016 por Paulette Jiles.

‘Case Comigo’: Comédia romântica com JLo, Maluma e Owen Wilson abre com 80% de aprovação

A comédia romântica ‘Case Comigo‘ (Marry Me), estrelada por Jennifer Lopez, Maluma Owen Wilson, teve a sua estreia nesta quinta-feira (10) nos cinemas ao redor do mundo e as primeiras avaliações da crítica especializada já estão entre nós.

Abrindo com 80% de aprovação no Rotten Tomatoes – a partir de apenas cinco críticas que já foram publicadas, a produção agradou por fazer seus clichês funcionarem.

No entanto, a comédia também foi criticada por repetir um formula que havia funcionado de forma muito mais fluida e coerente no amado clássico ‘Um Lugar Chamado Notting Hill’.

É importante ressaltar que apenas as críticas australianas foram computadas no Rotten Tomatoes por enquanto, em virtude do fuso horário. Ao longo do dia, novas avaliações da imprensa norte-americana serão lançadas!

Confira alguns trechos das críticas:

“Veja por que isso funciona. A sinceridade e a doçura desarmante e queixosa de Wilson cobrem tanto o filme, bem como a a audiência e a sempre glamorosa Sra. Jennifer Lopez”. – Roger Moore, Movie Nation

“No papel, nada sobre ‘Case Comigo’ faz um pingo de sentido, particularmente sua premissa boba. No entanto, apesar de todas as probabilidades, tudo funciona notavelmente bem”. – Doug Jamieson, The Jam Report

“Ele abraça os clichês do gênero. Ele se aquece no elemento de fantasia que tantas comédias românticas brincam, mantendo uma sensação de realismo fundamentado”. – Peter Gray, The AU Review

“Enquanto Notting Hill fez parecer tão fácil, Case Comigo é uma mistura de cenas que carecem de credibilidade e coerência”. – Matthew Toomey, ABC Radio Brisbane

“Uma comédia romântica de estúdio perfeitamente agradável, agradável ao público e estampada com a presença altamente simpática de Jennifer Lopez e Owen Wilson, compensando a ultra previsibilidade do filme”. – Jim Schembri, jimschembri.com

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O filme é dirigido por Kat Coiro, com roteiro assinado por John RogersTami SagherHarper Dill.

Baseado na graphic novel de Bobby Crosby, a história é centrada em Kat Valdez (Lopez), metade do casal mais sexy e poderoso do planeta ao lado de Bastian (Maluma). Quando descobre que ele a traiu, ela acaba se envolvendo com o divorciado professor de matemática Charlie Gilbert (Wilson) e se casando com ele – mas conforme forças conspiram para separá-los, surge a questão: será que duas pessoas de mundos diferentes podem ignorar o abismo entre eles e construir um lugar único?

Sarah SilvermanJohn BradleyMichelle ButeauJameela JamilStephen WallenJimmy Fallon e outros completam o elenco.

Crítica | A Casa Que Jack Construiu – Um vazio sórdido, sádico e satírico

Assistir a um filme de Lars Von Trier e esperar leveza é uma das coisas mais contraditórias deste planeta. Já é de entendimento universal que o diretor e roteirista aprecia provocar as pessoas com a sua arte. Para o bem ou para o mal, o cineasta instiga a imoralidade dos seres humanos e destaca o seu pior. Se apreciamos as suas obras Ninfomaníaca Vol.1 e 2 (2013), O Anticristo (2009), Dogville (2003) e Dançando no Escuro (2000), A Casa que Jack Construiu (The House That Jack Built) se distancia de pontos críticos e arroja-se na perversão disparatada.

Como em outros filmes do autor, a perturbação mental é o ponto de partida da narrativa, que se constrói por meio da conversa entre o protagonista e uma voz que o interpela. Este outro, por vezes, faz o papel do público, questionando características pouco críveis da história e, em outros momentos, soa como sua própria consciência. Dividido em cinco incidentes, Jack (Matt Dillon) narra episódios sórdidos da sua vida ao seu interlocutor em uma descarga de misoginia, estupidez, perversidade e jocosidade do seu transtorno obsessivo compulsivo.  

Ao decorrer dos assassinatos cometidos, Jack explica os seus atos como arte por meio de como ele armazena os corpos em um frigorífico num minucioso trabalho de artesanato e fotografia. As referências artísticas surgem na tela em pinturas cubistas, surrealistas, expressionistas como um repertório a ser alcançado a cada tentativa de homicídio.

Se andarmos sobre a racionalidade dos fatos, o filme torna-se intragável, afinal a sordidez nunca foi um espetáculo apreciável. As histórias de serial killer, no entanto, chamam a atenção e atraem o público, as pessoas têm uma espécie de curiosidade e catarse no processo de estudar o comportamento do outro, mas esse outro precisa adequar-se a determinadas regras, mesmo que o seu principal fundamento seja desviá-las.

O seriado Dexter (2006-2013), da Showtime, por exemplo, tinha um protagonista nessa proporção, mas ele tinha princípios – só matava outros assassinos – e, desse modo, era aceito pelo público. Ao decodificar esse mítico relacionamento entre a plateia e o caniceiro, Lars Von Trier torna-se obsceno. A obscenidade, no entanto, faz parte da sua trajetória no cinema e de tantos outros cineastas sem causar estranhamento.

Se o perturbador Encaixotando Helena (1993), de Jennifer Lynch, mostra o terror da mente masculina inconformada por meio da mutilação física, Jack segue o mesmo desprezo pelas mulheres e, apesar de não apenas matar pessoas do sexo feminino, são elas que personificam os seus relatos, salientando situações obtusas e satirizando a violência pelo grau de estupidez.

É grotesca a representação feminina no filme, tanto que o narrador é questionado pelo seu interlocutor sobre os motivos dessa depreciação feminina. Por sua vez, Jack despeja um discurso mais tenebroso sobre o homem ser sempre o criminoso e a mulher, a vítima. Enquanto isso, as suas palavras são ilustradas por obras barrocas, demonstrando o suplício feminino através do tempo. Nesses embates mentais, o narrador palestra sobre arquitetura, engenharia, catedrais e até sobre o processo de decomposição da uva para torna-se um doce vinho. Isso tudo em uma tentativa de explicar-se.

O filme é todo sob a visão de Jack, portanto, ninguém consegue entendê-lo, superá-lo, ou mesmo ousar um movimento de maior capacidade. Assim, todos são covardemente açoitados, manipulados e displicentes a sua mercê. Em determinado momento, a voz de Jack se confunde com a do próprio diretor em uma sequência de imagens de guerras, genocídio, Hitler, Mussolini e os próprios filmes de Lars Von Trier, enquanto ele fala de si mesmo.

Em seu último relato, Jack está em busca de realizar um experimento o qual prova uma das ações do exército nazista para matar muitos gastando pouca munição. A cena remete ao repugnante A Centopeia Humana (2009), de Tom Six, que flertava com as histórias de experimentos desumanos conduzidos durante a Segunda Guerra Mundial. Por outro lado, por conta de um erro na compra da bala necessária para o feito, Jack se atrapalha, mata mais gente no caminho e torna-se uma lembrança de Fargo (1996), em que a banalidade da violência gera o escárnio, uma grande característica dos irmãos Coen.  

Após os cinco episódios e duas horas de projeção, o serial killer dá-se conta que não terminou de construir sua casa, pois ele sempre derrubava os pilares em busca do material perfeito. Contudo, seu material favorito sempre esteve no seu frigorífico: os corpos gelados preservados da decomposição. Ao usá-los para construir suas estruturas, ele finalmente consegue atravessar a porta da sua verdadeira moradia.

No epílogo deste percurso macabro, Lars Von Trier mergulha no surrealismo e a voz do interlocutor ganha um rosto (Bruno Ganz) e nome. A partir de então, alguns diálogos são retomados como se o caminho feito por Jack ganhasse, por fim, um rumo. Em uma alegoria das etapas do inferno, em analogia ao livro A Divina Comédia (1320), os dois visitam lugares nas profundezas em busca de uma resposta. 

Em A Casa que Jack Construiu, Lars Von Trier fala de si mesmo e seu complicado relacionamento com a arte e o sadismo, algo que por mais que se explique não faz sentido aos olhares alheios, pois o entendimento de um não perpassa a intenções internas do outro. Enfim, o sortilégio encontra uma saída, mas não uma punição. Ele desaparece na escuridão ao som de Hit the road Jack, de Ray Charles, para encerrar com uma última piada.

‘Aquaman’: Traje clássico do herói deve aparecer no filme de James Wan

O próximo filme da DC, Aquaman, deve agradar os fãs mais apaixonados dos quadrinhos, afinal, o filme de James Wan pode (finalmente!) trazer o traje clássico do herói para os cinemas.

A “confirmação” veio através de um tweet de AquamanShrine que, segundo o Heroic Hollywood, a Warner Bros licenciou o traje para o uso nos cinemas. Confira:

“Laranja & verde para o Halloween? Um participante do evento de licenciamento da Warner diz que o figurino que veremos no filme ‘Aquaman’ é “exatamente” como a versão atual dos quadrinhos”

Por enquanto não passam de rumores. Aquaman tem estreia marcada para 21 de dezembro de 2018.

‘Liga da Justiça’: Aquaman estará diferente no filme solo, afirma Jason Momoa

Além de Amber Heard, o elenco do filme conta com Jason Momoa no papal principal, Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna). James Wan dirige o filme e o roteiro fica a cargo de Will Beall.

James Wan explica por que ‘Aquaman’ não parece molhado no cartaz

Aquaman‘ teve seu primeiro cartaz divulgado pela Warner Bros, enquanto muitos fãs acharam a arte belíssima, alguns questionaram o diretor James Wan via Twitter, afirmando que, se ele está em seu ambiente natural, não deveria então parecer molhado?

No cartaz, o herói está no fundo do mar, cercado de tubarões, baleias e outros diversos animais marinhos, porém, ele está completamente seco. Wan respondeu:

“Sabia que quando ficamos embaixo d’água, não parecemos molhados? A água não está escorrendo pela sua pele, dando aquele típico visual molhado que você está familiarizado. Confira na próxima vez que estiver em uma piscina (E isso conclui minha aula amadora de ciências do dia)”

Confira o cartaz:

Pela manhã, o diretor James Wan revelou uma imagem do trailer. O vídeo será exibido durante a San Diego Comic-Con, que acontece de 19 a 22 de Julho.

A apresentação da Warner acontece sempre no terceiro dia do evento, ou seja, o trailer estará disponível dia 21 de Julho.

Confira:

O filme chegará aos cinemas nacionais em 13 de dezembro, ou seja, uma semana antes da estreia americana, que acontece em 21 de dezembro.

‘Aquaman’: Jason Momoa compartilha foto de nova cena das refilmagens

‘Liga da Justiça’: Aquaman estará diferente no filme solo, afirma Jason Momoa

O elenco do filme conta com Jason Momoa no papal principal, Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna). James Wan dirige o filme e o roteiro fica a cargo de Will Beall.

 

‘Stranger Things’ | Relembre o que aconteceu nas temporadas anteriores da série

A tão aguardada quarta temporada de Stranger Things chega à Netflix nesta sexta (27) depois de um hiato de nada menos que três anos. Como muitas coisas aconteceram desde o lançamento da terceira temporada, incluindo uma pandemia, são altas as chances de você não se lembrar de nada que aconteceu em Hawkins nos anos 80. Pensando nisso, preparamos essa recapitulação para que você consiga assistir à nova temporada sem precisar ver tudo de novo em um dia. Confira!

Obviamente, essa matéria está cheia de Spoilers. Então, caso você ainda não tenha visto as temporadas anteriores e não queira saber os detalhes, não leia nada abaixo daqui. Ah sim, abaixo do texto de cada temporada, você pode ver o resumo oficial da Netflix, que traz imagens que podem te ajudar a lembrar melhor.

Hawkins, 1983

A primeira temporada acontece em novembro de 1983, na cidadezinha de Hawkins, Indiana. Um grupo com quatro amigos – Mike, Lucas, Dustin e Will – fazia uma roda de RPG para se divertir. Mas, na hora de ir embora, o pequeno Will Byers desaparece na floresta. Quando os amigos vão procurá-lo, acabam encontrando uma estranha menina careca, apelidada de 11, que tem poderes especiais. Eles acreditam que o garoto foi sequestrado por um personagem do jogo, o Demogorgon, e vão se unir para encontrar o Will antes que seja tarde demais. Paralelamente a isso, o irmão de Will, Jonathan, faz uma busca sozinho pelo menino e acaba espionando Nancy, a irmã de Mike. No entanto, Barb, a melhor amiga da Nancy é capturada e morta pelo Demogorgon enquanto ela tinha momentos de intimidade com Steve, o cara popular do colégio.

Nancy e Jonathan então se unem para tentar encontrar Will e Barb, o que desagrada o Steve, que fica revoltado e picha o cinema local chamando a Nancy de vadia. Na casa dos Byers, a mãe dos meninos, Joyce, acredita estar se comunicando com o Will, que está preso no Mundo Invertido. Ela coloca luzes de natal por toda a casa e pinta um alfabeto na parede. Dessa forma, eles se falam e Will avisa a ela sobre o Demogorgon. Essa “conversa do além” faz com que toda a cidade ache que Joyce está maluca. Enquanto ela investiga, um corpo aparece boiando no rio, mas o Xerife Hopper invade o necrotério e descobre que era um cadáver de borracha recheado com espuma implantando pelo governo. O mesmo governo que perseguia a 11 e usava carros da companhia elétrica para espionar os habitantes atrás da menina.

O governo tenta recuperar a 11, que foi sequestrada e alterada por meio de experimentos deles, mas a menina usa seus poderes psíquicos, dá uma surra neles, e os quatro amigos vão para a escola. Na casa dos Byers, o Demogorgon encontra uma forma de vir para o Mundo Normal e tenta atacar Jonathan, Nancy e Steve, que tentou se desculpar e reatar com a Nancy. De volta à escola, os meninos colocam a 11 em uma piscina ionizada para ver se ela consegue transitar pelo Mundo Invertido para encontrar o Will. Só que o Demogorgon aparece por lá e começa a persegui-los. Para piorar, o governo aparece lá também e começa a batalha final do Demogorgon chacinando os agentes, enquanto 11 procura manter seus amigos vivos.

Assim, 11 se sacrifica para deter o Demogorgon no Mundo Invertido, desaparecendo na frente de Mike. Will reaparece na floresta e volta para sua família. Porém, na ceia de natal, ele vai ao banheiro e vomita um verme com jeitão de Demogorgon que vai por água abaixo, enquanto ele tem pequenos teletransportes para o Mundo Invertido.


Hawkins, 1984

Praticamente um anos após os acontecimentos da primeira temporada, os meninos se preparam para o Halloween se vestindo como o grande fenômeno daquele ano: Os Caça-Fantasmas. O problema é que Mike e Lucas querem ser o Venkman. Para piorar, quando eles chegam na escola, ninguém mais está vestindo fantasias. Pois é. E como Will tinha supostamente aparecido morto no rio e depois voltou para a escola normalmente, os alunos passaram a implicar com o garoto, apelidando-o de Zumbizinho. Mas ele tem mais com o que se preocupar, já que está sendo perseguido por uma criatura maligna do Mundo Invertido: o Devorador de Mentes, que usa o corpo do Will para tentar abrir um portal para voltar para a Terra.

Na escola, Dustin e Lucas estão apaixonados pela garota nova, a ruivinha Max, que joga videogame e anda de skate, mas tem um irmão malhado e insuportavelmente mau. Já Mike, o último romântico, tenta entrar em contato com a 11 todos os dias na esperança dela ter retornado. O que ele não sabe é que ela retornou e virou meio que uma lenda urbana na cidade, que passou a acreditar nos boatos de uma criança russa espiã. Sabendo que ela não é nada disso, o Xerife Hopper a encontrou e adotou, levando a 11 para viver escondida em sua cabana na floresta. Só que a menina não aguenta mais ficar presa e decide ir atrás de seus amigos. Vendo que eles a “substituíram” pela Max, a jovem decide ir atrás de seu passado.

Paralelamente a isso, um mistério das plantações de abóbora sendo queimadas intriga o Xerife Hopper. Ele descobre que há vários túneis subterrâneos pela cidade com a mesma atmosfera do Mundo Invertido. Ele quase morre lá.

Revoltados com o descaso do governo com a família da Barb, que está gastando até o último centavo que têm com detetives particulares e investigadores para encontrar a filha, Nancy e Jonathan procuram uma forma de vazar a história do governo sem que eles sejam presos. Assim, eles vão até o jornalista Murray Bauman, que ajuda a diluir a história para que repercutisse na imprensa sem que eles fossem chamados de maluco. Enquanto eles estavam com Murray, acabam tendo um caso, que termina com os dois namorando e com um pé na bunda do Steve, que já não era mais tão babaca assim. E isso fica nítido quando ele se junta a Dustin e aos meninos para defendê-los do Dart, o filhote de Demogorgon que o Will vomitou no final da primeira temporada. Pois é, o Dustin o encontrou, achou que fosse uma nova espécie e decidiu criar o bicho num aquário. Claro que não dá certo e a criatura escapa. Acompanhados do Steve, os meninos descobrem que há mais filhotes de Demogorgon espalhados pela floresta e decidem ir atrás deles.

Enquanto isso, Will piora e fica secretamente possuído pelo Devorador de Mentes. Joyce e Bob o levam para o laboratório do governo, onde uma equipe estuda o garoto e o auxilia a superar o trauma de ter sobrevivido ao Mundo Invertido. No hospital, praticamente todos os personagens se reúnem e acabam descobrindo que o portal não foi completamente destruído com o sacrifício da 11. O problema é que o Will possuído estava mantendo eles lá por conta do plano do Devorador de Mentes. Dessa forma, as coisas saem de controle e os Demogorgons começam a atacar as pessoas que estavam lá, incluindo o coitado do Bob, que só queria ajudar, e acaba morrendo da forma mais cruel possível.

Longe dali, a 11 reencontra sua mãe de verdade, que teve a mente deteriorada pelo Mundo Invertido e concentra seus esforços a repetir diariamente comandos e dicas para a filha se salvar da ameaça interdimensional. Continuando sua jornada, ela encontra outros jovens que também foram sequestrados e passaram pelos experimentos do governo em um dos piores episódios da série. Em Hawkins, o irmão babaca da Max, Billy, dá em cima da mãe do Mike enquanto procura pela menina. A senhora Wheeler fica movida em ter um caso extraconjugal, mas nada acontece além de uns flertes constrangedores.

Com a situação do Will piorando e o portal praticamente aberto, 11 retorna para Hawkins e vai atrás dos amigos. Eles a levam até o novo portal, o Devorador de Mentes deixa o corpo do pobre do Will, rola uma batalha mental com muito sangramento no nariz da garota e aparentemente eles fecham de vez a porta do Mundo Invertido… Ou é isso que eles pensavam.

Com a situação supostamente resolvida, Steve se torna o melhor amigo de Dustin e dá conselhos para ele arrasar no baile da escola, o que inclui usar o spray de cabelo da Farrah Fawcett para fazer um penteado igual ao dele. Só que as dicas do Steve não adiantaram de nada, e Dustin acaba sendo esnobado por todo mundo. Vendo a situação, Nancy, que estava organizando a festa, dança com o garoto. Lucas e Max ficam juntos, assim como Mike e 11. Conforme eles dançam “Every Breath You Take”, a câmera vai deixando o ginásio do colégio e revela que o Devorador de Mentes está observando os amigos pelo Mundo Invertido, dando a entender que ele ainda vai retornar.


Hawkins, 1985

A terceira temporada acontece em julho de 1985, quando os amigos estão adolescentes e tendo que lidar com as situações típicas dessa fase. Enquanto Mike, Lucas, 11 e Max estão na fase dos namoros, Will se recusa a deixa a infância ir embora e só quer reunir a galera pra jogar Dungeons & Dragons. Em meio a esse conflito de interesses, Dustin retorna do seu acampamento de férias, onde diz ter desenvolvido um rádio potente e arrumado uma namorada “mais gostosa que a Phoebe Cates”. Todos acham que ele está inventando, então ele decide ir atrás de seu amigo Steve, que agora trabalha com a sarcástica Robin na sorveteria Scoop’s Ahoy, no recém-inaugurado shopping Starcourt.

O shopping, inclusive, é ponto central da trama, já que ele está causando a falência de vários microempresários de Hawkins. Essa matéria é sugerida por Nancy, agora estagiária do jornal da cidade, para os repórteres, que só querem ela ali para servir cafezinho e buscar sanduíches. Revoltada com a situação, ela reclama com seu namorado, Jonathan, que trabalha lá como fotógrafo. Quem também reclama bastante é o Xerife Hopper, que não apoia o namoro de Mike e 11, enquanto tenta marcar um encontro com a Joyce, mãe do Will. Quem também entra nessa de romance é a Senhora Wheeler, mãe do Mike, que vai para a piscina flertar com o Billy, o salva-vidas que também é o irmão babaca da Max. Quando ela está bem perto de colocar os chifres na cabeça do Senhor Wheeler, volta atrás em sua decisão de traição e não vai ao encontro do Billy, que termina sendo possuído pelo Devorador de Mentes, que em vez de ter ficado preso no Mundo Invertido, acabou sendo trancado no mundo normal.

Para tentar voltar ao Mundo Invertido, o Devorador de Mentes começou a matar ratos e pessoas para usar seus cadáveres para formar um corpo físico para ele. E ao possuir Billy, ele usa os músculos do rapaz para atrair outras pessoas para a morte certa. Essa trama dos ratos chega à Nancy, que decide investigar por conta própria depois de ter sido humilhada pelos chefes. Ela carrega o coitado do Jonathan para fotografar as provas.

Na montanha onde instalou seu rádio, Dustin capta mensagens que acredita ser de espiões soviéticos. E não é que ele estava certo? O garoto pede ajuda de Steve, mas é Robin, que saca mais de traduções, quem resolve o enigma da mensagem captada por Dustin. O trio então descobre que há uma base soviética fazendo experimentos com o Mundo Invertido embaixo do shopping, que foi construído apenas como uma fachada para a base secreta russa. Eles encontram uma forma de entrar, mas são grandes demais para passarem pelo túnel. Então, eles convencem a pequena e ambiciosa Erika, irmã do Lucas, a se meter nessa furada em troca de um suprimento eterno de sorvete. A menina topa, atravessa o tubo e abre a porta secreta para eles, que ficam presos embaixo da terra na base soviética.

Sem demonstrar interesse nas investidas de Hopper, Joyce está preocupada com as desmagnetização dos ímãs na cidade. Ela acredita que isso possa ter a ver com o Mundo Invertido e teme que o Will vá pelo cano novamente. Joyce e Hopper acabam entrando nessa investigação, voltam ao hospital da temporada dois para checar se o portal estava mesmo fechado e descobrem que havia lá uma base russa. Aí, eles sequestram o Alexei, um dos cientistas que estava trabalhando para os soviéticos. E quem fala russo em Hawkings? Exato, o jornalista Murray Bauman, que já vinha apurando a presença de espiões soviéticos desde a segunda temporada. Só que os soviéticos descobrem a invasão e enviam um agente especial ao melhor estilo Exterminador do Futuro para matar Hopper, Joyce, Murray e Alexei. Hopper, inclusive, confirma que o prefeito de Hawkins, que tanto protegia o shopping, estava envolvido na maracutaia russa. Com a tradução de Murray, é revelado que os inimigos estão tentando reabrir o portal para o Mundo Invertido e isso pode destruir toda a população de Hawkins.

De volta ao núcleo principal, Max apronta com a 11 e elas espionam Mike e Lucas. Nessa brincadeira, elas escutam eles falando mal das meninas e decidem terminar. Mike fica desesperado atrás do que fazer para reconquistar a 11, enquanto a jovem vai curtir o shopping com a amiga. Só que esses problemas de relacionamento ficam em segundo plano quando o Will volta a sentir os arrepios do Mundo Invertido e a Max percebe que o irmão está possuído.

A investigação de Nancy e Jonathan faz com que eles acreditem que o Mundo Invertido está envolvido nessa questão dos ratos e dos desaparecimentos. Só que o próprio chefe do jornal já foi possuído pelo Devorador de Mentes, então eles levam um esporro colossal e são demitidos. Nancy continua a investigação e descobre a possessão do chefe. Mike, 11, Lucas e Max se unem ao Will para seguirem os arrepios do garoto até encontrarem o Billy Possuído. 11 o enfrenta, mas nesse ponto, o Devorador de Mentes já reuniu corpos o bastante para virar uma ameaça.

Na base soviética, Steve e Robin são capturados e torturados. Como eles não falam nada, os russos usam gás da verdade para que eles abram a boca. Mesmo assim, eles conseguem escapar e se juntam aos meninos para tentar encontrar o Devorador de Mentes. Eles precisam de uma fórmula, então entram em contato com a namorada do Dustin via rádio, mas ela só vai ajudar se o Dustin cantar a música tema de “A História Sem Fim” com ela. É meio estranho, mas fofo. Eles cantam, Dustin consegue a fórmula e eles descobrem que o portal está no shopping.

Enquanto Hopper e Joyce vão atrás das crianças na festa da independência, Alexei e Murray passeiam pelo parque para que o russo descubra as maravilhas do mundo livre: comida gordurosa e jogos superfaturados. Só que o Exterminador do ‘SeuRusso’ aparece e atira em Alexei, que morre nos braços do amigo americano. Joyce e Hopper descobrem que as crianças estão indo para o shopping. A dupla invade a base russa menos protegida da história da União Soviética e tenta fechar o portal. Só que o Exterminador aparece e entra numa luta corpo a corpo com Hopper na frente da máquina que está mantendo o portal aberto.

Na parte de cima do shopping, o monstro apareceu. Depois de quase matar 11 e ter sua mente invadida por ela, fazendo com que ele relembrasse da bondade que um dia existiu em sua vida, Billy se livra da possessão e tenta proteger as crianças do Devorador de Mentes, que o assassina na frente de todo mundo.

No subsolo, Jim vê que não tem jeito e faz com que Joyce feche o portal com ele lá dentro lutando com o Exterminador. O portal fecha, o maquinário soviético explode e o Devorador de Mentes formado por cadáveres é derrotado.

Sem o pai adotivo por perto, 11, que aparentemente perdeu os poderes na batalha do shopping, é adotada por Joyce e vai viver junto com ela, Will e Jonathan fora de Hawkins. Nada mais justo depois de tantos traumas. A menina, porém, diz que vai dar um jeito de manter seu relacionamento com Mike. Ah, falando em relacionamentos, o Steve até tenta ter alguma coisa com a Robin, mas ela revela que também gosta de meninas, então eles viram melhores amigos que agora trabalham em uma locadora.

A temporada termina com a revelação de que os soviéticos tinham uma base secreta na Sibéria, onde tinham um portal próprio com Demogorgons e um prisioneiro americano, que tudo indica ser o próprio Hopper.

Hawkins…

Pronto, agora você está a par de tudo que rolou em Hawkins nas temporadas anteriores e já pode se preparar para a primeira parte da quarta temporada de Stranger Things, que estreia nesta sexta (27) na Netflix. A segunda parte, porém, só chega em julho. Ainda não sabemos o ano exato em que essa temporada vai se passar, mas acreditamos que seja ali pela reta final dos anos 80, trazendo uma pegada mais forte de terror.

E aí, ansiosos?