A Walt Disney Co. fez uma dívida de US$ 11 bilhões, na tentativa de ajudar a posição financeira da empresa e garantir suporte a todas as suas áreas de atuação, em virtude das consequências avassaladoras do coronavírus e da reclusão social.
De acordo com a Deadline, os detalhes fora divulgados em um arquivo da SEC – Securities and Exchange Commission (Comissão de Títulos e Câmbio dos Estados Unidos), na última terça-feira (13).
Os empréstimos vencerão entre os anos de 2026 e 2060 e o dinheiro catado será usado para pagar as dívidas da empresa, em virtude do fechamento de seus parques, bem como da interrupção de vários de seus serviços, além de claro, do pagamento de seus funcionários durante a quarentena.
De acordo com o analista Neil Begley, da Moody’s Investor Service, o valor do empréstimo deve ser o suficiente para restabelecer a empresa em meio à crise mundial:
“Acreditamos que o caixa disponível e as facilidades bancárias serão mais do que suficientes para atender a todas as necessidades da empresa no momento e essa transação apenas reforçará ainda mais sua sólida posição de liquidez, que é um importante seguro financeiro, considerando que a duração dessa crise e o seu impacto econômico inda são desconhecidos”.
Vale lembrar que a Disneyland de Xangai já reabriu suas portas, após quase quatro meses fechada. O parque está funcionando com apenas 30% de sua capacidade normal e os funcionários e visitantes devem usar máscaras enquanto estiverem dentro do local.
Superando as expectativas, todos os ingressos para a Disney Xangai ficaram esgotados em questão de horas. Os demais parques asiáticos da empresa, como a Disney Hong Kong, Disney Tóquio e o Disney Sea ainda permanecem fechados sem data de reabertura.
Os parques temáticos da Califórnia e da Flórida também permanecem fechados, sem data de reabertura.
A nova série derivada de ‘How I Met Your Mother‘, intitulada ‘How I Met Your Father’, terá conexões com a produção original, conforme revelado pela atriz Hillary Duff, durante uma recente entrevista ao programa The Jess Cagle Show, da rádio SiriusXM.
Evitando entregar muitos detalhes, a protagonista da vindoura produção revelou que algumas alterações estão sendo feitas no roteiro e ainda salientou que existe a possibilidade de alguns dos personagens da série original retornarem em pequenas aparições.
“Não quero entregar muito, mas o roteiro está definitivamente passando por algumas pequenas alterações. Mas ele se conecta sim à série e sabe, tomara que tenhamos algumas participações divertidas do elenco original”.
‘How I Met Your Father’ foi anunciada oficialmente apenas no mês passado, então boa parte dos detalhes seguem sob sigilo. Ainda assim, Duff comentou um pouco sobre a premissa da série, bem como sobre a sua personagem, Sophie.
“Há ótimos personagens e eu terei a chance de ter uma nova família no set, uma outra família da TV. E existem tantas oportunidades para histórias de amor com essa série, porque se trata da Sophie e mais três caras. Então a trama vai descer por aquela toca do coelho, do tipo: ‘Qual deles é o pai?’. E as pessoas poderão percorrer por todas as experiências da jovem Sophie tentando encontrar o amor, namorando e como isso funciona no mundo contemporâneo”.
Na trama, Sophie está contando para seu filho a história de como conheceu o pai dele, da mesma forma que Ted Mosby (Josh Radnor) fez na obra original. A narrativa começa em 2021, quando Sophie e seu grupo de amigos estão no meio de uma jornada para descobrirem quem realmente são, o que querem fazer com as próprias vidas e como se apaixonar na era de aplicativos de relacionamentos e opções ilimitadas.
Duff também entra como produtora do spin-off ao lado de Carter Bays e Craig Thomas. Adam Londy será co-produtor executivo.
‘How I Met Your Mother’ foi ao ar durante 9 temporadas, exibidas entre 2005 e 2014 e também trouxe no elenco nomes como Neil Patrick Harris, Alyson Hannigan, Jason Segel e Cobie Smulders.
O universo de ‘Criminal Minds: Evolution‘ segue firme e forte e a série acaba de ser renovada para a sua 19ª temporada, antes mesmo da estreia dos vindouros episódios do ciclo 18. A informação foi confirmada pela revista Variety.
A 18ª temporada estreia nos Estados Unidos no dia 08 de maio no streaming Paramount+, com novos capitúlos sendo lançados semanalmente. ‘Evolution‘ dá sequência na trama de ‘Criminal Minds‘, que contou com 15 temporadas.
Reunindo boa parte do elenco original, a produção é considerada um revival e recebeu a nomenclatura ‘Evolution‘ em seu 16º ano – por isso sua contagem de temporadas segue de forma sequencial (totalizando 18 ciclos).
Joe Mantegna, A.J. Cook, Kirsten Vangsness, Aisha Tyler Adam Rodriguez e Paget Brewster são os membros do elenco original que retornaram para o revival. RJ Hatanaka e Zach Gilford entraram para a produção em 2022, com a mudança do nome.
Comandada por Erica Messer, a trama se passa dois anos após a conclusão da série original.
A equipe de elite de perfis criminais do FBI enfrenta sua maior ameaça até agora, um suspeito anônimo que se aproveitou da pandemia para construir uma rede de outros serial killers, obrigando nossos heróis a se dividirem para caçá-los através de um assassinato de cada vez.
Filme da mostra Competitiva do Festival de Berlim 2026
Um close no rosto de Amy Adams encarando o vazio. A câmera se abre e revela que ela está em um círculo de percussão, batendo um tambor com outras pessoas, mas sua expressão permanece congelada, deslocada daquele ambiente. Assim começa At The Sea, do húngaro Kornél Mundruczó, exibido na competição do Festival Internacional de Cinema de Berlim. A promessa é clara: estamos diante de uma mulher dissociada, à deriva. O mar que dá título ao filme surge como metáfora evidente dessa condição.
O longa acompanha a ex-bailarina Laura (Amy Adams), que retorna para casa após seis meses em reabilitação, depois de um acidente de carro com o filho provocado pelo abuso do álcool. Diretora de uma companhia de dança, mãe de dois filhos, esposa distante, herdeira de uma vida confortável — as camadas dramáticas são abundantes. Nenhuma, porém, se articula de maneira orgânica. Tudo soa como esboço.
O roteiro de Kata Wéber insiste em flashbacks de um pai exigente e na sugestão de um trauma infantil que teria levado ao álcool como válvula de escape. Essas memórias, no entanto, carecem de densidade emocional e não reverberam no presente. Funcionam como explicação, mas não como drama.
As cenas de dança no presente são especialmente frágeis. A coreografia e a preparação corporal não convencem como trajetória profissional de alto nível. A encenação é rígida, por vezes constrangedora. A repetição de enquadramentos — Laura caminhando pela costa, quase sempre com saída de praia sobre o maiô ou de camisola — reforça uma monotonia visual que contamina o filme. Figurino e direção parecem ter desistido da personagem, assim como ela parece ter desistido de si mesma.
A letargia que domina Laura poderia ser lida como depressão ou como efeito da abstinência alcoólica. O roteiro, entretanto, não escolhe um eixo dramático claro. Ela busca redenção? Reconstrução familiar? Libertação artística? Nada se consolida como trajetória. O que se vê é uma mulher paralisada diante da própria vida, sem que o filme construa forças dramáticas capazes de tensionar essa inércia.
A relação com o marido Martin (Murray Bartlett), permanece vaga. A tensão com a filha adolescente (Chloe East), que assumiu responsabilidades durante sua ausência, é tratada de forma colateral. O filho mais novo (Redding Munsell) demonstra ressentimento, mas qualquer possibilidade de lidar com as consequências do acidente provocado por ela se dissolve rapidamente após um incidente com uma queimadura de água-viva, mais um episódio que não produz consequências significativas.
Surge então um possível ponto de inflexão: um vendedor de pipas interpretado por Brett Goldstein, conhecido pela série Ted Lasso. Ele representa a promessa de uma conexão e de um recomeço. Contudo, a relação se limita a diálogos expositivos sobre vício e sobrevivência “um dia de cada vez”. Não há tensão, nem química, nem transformação.
Nem mesmo a longa discussão entre mãe e filha na praia, que deveria constituir o clímax emocional, encontra força dramática. O conflito não se sustenta, e a reconciliação soa forçada, culminando em uma dança conjunta sem coordenação ou significado claro. O gesto, que poderia simbolizar reconstrução, apenas reforça a artificialidade da encenação.
Seis vezes indicada ao Oscar, Amy Adams parece novamente presa a projetos que prometem complexidade psicológica, mas resultam em superficialidade. Desde Era uma Vez um Sonho(2020), passando por A Mulher na Janela(2021) e Canina(2024), sua filmografia recente revela escolhas que não encontram a densidade dramática à altura de seu talento, como os trabalho com Denis Villeneuve e David O. Russell.
At The Sea propõe um estudo sobre vazio existencial, mas entrega vazio narrativo. O filme aspira a um retrato de trauma, culpa, abstinência e identidade artística — temas já explorados pela mesma dupla de diretor e roteirista em Pedaços de Uma Mulher(2020). Aqui, porém, eles optam por não se aprofundar plenamente em nenhuma dessas frentes. Ao final, impõe-se a pergunta: por que contar a história de uma mulher à deriva se o próprio filme não sabe para onde navegar? O vazio da personagem poderia ser devastador; o que permanece, entretanto, é apenas um vácuo.
A nova série da Marvel pelo canal Freeform, ‘Manto e Adaga’ ganhou um novo pôster, anunciando um novo trailer para amanhã (20). Confira:
A nova série da Marvel teve seu primeiro episódio exibido no SXSW 2018 e as primeiras impressões são positivas. Confira:
#CloakAndDagger is a really smart, mature, visually accomplished Marvel show, and I can’t wait to watch more. Super fun having Jeph Loeb on another YA superhero show #sxsw
“‘Manto e Adaga’ é um esperto, maduro e visualmente sólido programa da Marvel, e mal posso esperar para assistir mais. Muito divertido ter Jeph Loeb em outra série de super-herói”
I’ll have more thoughts on the premiere episode of Marvel’s #CloakAndDagger up on the site soon, but let me just say this: the two young leads are immensely good. They’ll be the reason the watch.
“Terei mais publicações e mais opiniões do episódio de ‘Manto e Adaga’, da Marvel, no site em breve, mas deixem-me dizer isto: os dois jovens protagonistas são imersivamente bons. Eles são o motivo para assistir”
The #CloakAndDagger first episode was a solid, promising start. That said, there’s nothing very new or different on display. If you like the current Marvel tv offerings, you’ll likely enjoy this. pic.twitter.com/e728sN2RA1
“O primeiro episódio de ‘Manto e Adaga’ foi um começo promissor. Dito isto, não há nada de muito novo ou diferente. Se você gosta do que a Marvel TV oferece, provavelmente gostará desse”
A série ganhou um novo trailer, que traz os personagens títulos se conhecendo.
Confira:
‘Cloak and Dagger‘ é inspirada na dupla ‘Manto e Adaga‘, e que terá os os jovens Aubrey Joseph e Olivia Holt para interpretarem os personagens título.
Gina Prince-Bythewood, que escreveu e dirigiu ‘No Limite da Fama‘, dirigiu o episódio piloto da série.A Marvel TV vai desenvolver o programa, que será transmitido pelo canal Freeform, selo adolescente da ABC – a mesma emissora de ‘Agents of SHIELD‘.
O terror também ganhou seu primeiro vídeo dos bastidores recentemente.
Nele, Jessica Rothe, Israel Broussard e Rachel Matthews anunciam seus retornos como Tree Gelbman, Carter Davis e Danielle Bouseman, respectivamente. Ansioso?
Uma publicação compartilhada por Jessica Rothe (@jessica_rothe) em
Rostos conhecidos continuam sendo adicionados ao elenco da sequência de ‘A Morte te Dá Parabéns‘, o que não é uma surpresa considerando o tema do filme. Segundo o Variety, Ruby Modine assinou contrato para reprisar seu papel de Lori Spengler.
Suraj Sharma e Sarah Yarkin entraram para o elenco. Sharma interpretará Samar Ghosh, uma cientista entusiasta que gosta de programar em seu tempo livre. Yarkin será Dre Morgan, um nerd que é seu parceiro no crime.
Em uma entrevista, Rothe falou sobre o conceito da continuação:
“A sequência, como foi descrita para mim, eleva o conceito do original de ser um filme de terror – e eu nem diria que se trara de terror, porque o filme é um terror, comédia, drama – para um gênero parecido com ‘De Volta para o Futuro’, onde a sequência começa logo de onde pararmos. Explicará muitas coisas do primeiro filme que não foram explicadas, e eleva tudo.”
Nos últimos anos, Zack Snyder andou se queimando em Hollywood muito por conta das controvérsias envolvendo a bagunça do extinto Universo Estendido DC, do qual ele foi contratado para ser o grande mentor. Porém, quando surgiu para o cinema, Zack era considerado um nome promissor para o futuro, não à toa recebeu o ‘título’ de “Visionário”. Sempre prezando por trabalhar os filmes com sua estética própria, Snyder teve seu primeiro “deslize” justamente em uma adaptação de quadrinhos.
Ame ou odeie, o Zack Snyder pode ser chamado de muitas coisas, menos de covarde. Isso porque ele brigou e assumiu Watchmen, uma adaptação que era considerada impossível de ser feita em Hollywood, não só pela complexidade da trama, mas principalmente porque seu autor, Alan Moore, é reconhecidamente uma das figuras mais fortes do meio das graphic novels. E agora, essa obra cinematográfica que dividiu opiniões completa 15 anos de existência. E você? Gostou ou não de Watchmen?
Antes de falar sobre o filme, vale a pena contextualizar o material original. A década de 1980 representa uma grande virada nas histórias em quadrinhos norte-americanas. Após duas décadas de maravilhas coloridas pulando das páginas dos gibis, os anos 80 decidiram mudar a abordagem, trazendo tons mais sombrios, investindo mais em dramas adultos, violência e questões políticas que trouxessem diferentes públicos para as revistas. Nesse contexto, nomes como Frank Miller, Art Spiegelman, Peter David, Neil Gaiman e Alan Moore fizeram carreira, revolucionando o que era fazer HQs.
Em 1983, a DC Comics havia acabado de comprar a Charlton Comics, trazendo alguns heróis do passado para dentro de seu panteão. Sabendo disso, cerca de dois anos depois, Alan Moore escreveu uma história que focaria na realidade podre desses personagens recém-chegados, permitindo que o autor desse uma nova visão deles nessa entrada no Universo DC. A trama acompanharia a investigação do assassinato do Pacificador (esse mesmo que se popularizou ao ser vivido por John Cena) por seu grupo de heróis, composto por nomes como Besouro Azul, Questão e o Capitão Átomo. Entretanto, apesar do projeto ter sido bem recebido, a ideia de usar os heróis da Charlton em uma empreitada tão controversa não caiu bem ante a direção. Afinal, esses personagens haviam acabado de chegar e essa visão mais crua e brutal poderia mudar para sempre a forma como o público veria eles dali para frente.
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O editor da DC, Dick Giordano, enviou suas considerações para que Alan Moore reescrevesse “Quem Matou o Pacificador?” como uma graphic novel composta por personagens inéditos. O quadrinista detestou a ideia, porque acreditou que não funcionaria sem o apego dos fãs aos personagens que seriam distorcidos nas páginas. Só que ele mudou de ideia ao perceber que criar essas paródias poderia potencializar ainda mais as críticas que pretendia fazer, então aceitou as alterações do editor e começou a escrever. Sabendo que Moore estava fazendo um novo projeto, o desenhista Dave Gibbons embarcou no trabalho sem pensar duas vezes e o resto é história.
Trazendo fortes críticas à sociedade norte-americana e à sujeira social da época da Guerra Fria, além de desmistificar o ícone do super-herói e satirizar a cultura de massa, Watchmen se tornou um fenômeno. O universo criado por Moore e Gibbons foi tão rico e denso que causou uma mudança total no storytelling das HQs da época. Diante desse sucesso todo, começou um burburinho que se estenderia por décadas sobre uma adaptação para os cinemas. Só que a densidade da história fazia com que os produtores dessem a trama como “inadaptável para os cinemas”, principalmente porque os filmes de super-heróis ainda eram voltado para o público infantojuvenil.
Nos anos 2000, após o sucesso estrondoso de 300, a Warner viu em Zack Snyder a imagem certa do diretor para adaptar essa graphic novel icônica. Então, o cineasta decidiu se ater o máximo possível à obra original. Para isso, ele comprou uma edição própria de Watchmen e carregava para todos os lados. Por mais incomum que isso seja, o storyboard do filme foi a própria história em quadrinhos.
Dessa forma, Zack tentou ser o mais fiel possível ao material original, rendendo uma dos filmes mais visualmente idênticos a um quadrinho já feito em Hollywood. Mas aí entraram alguns problemas. O corte inicial do diretor tinha mais de três horas de duração, o que era considerado um suicídio comercial na época. Filmes grandes demais tinham menos sessões. Se a quantidade de sessões era menor, a bilheteria também seria mais baixa. Ou seja, não havia a menor condição dos produtores aprovarem. Para reduzir o corte, Snyder arrancou completamente o segmento conhecido como Contos do Cargueiro Negro, que foi inserido no longa no formato de animação e contava uma história paralela sobre um pirata que dialogava diretamente com os dilemas dos heróis.
Mais do que os contos, o filme perdeu sequências importantes, como a morte do Coruja original. Porém, o problema da adaptação passou longe de ser apenas os cortes. A maior crítica que o longa recebeu, do próprio Alan Moore, inclusive, foi a perda da essência da trama em prol da valorização estética. Como costumam brincar nas redes sociais, parece que o Zack Snyder “leu as figuras” e esqueceu de “interpretar a história”.
E o resultado disso se deu justamente no corte final do filme, que é odiado por Alan Moore. Além da alteração do final da graphic novel, que era o ponto de conexão a literalmente todas as ações de Ozymandias, mudando a lula espacial gigante para o próprio Dr. Manhattan, o filme acabou dando uma glamourização exacerbada ao Rorschach, que foi criado pelo quadrinista como um execrável e hipócrita psicopata, mas que acabou virando um símbolo de certos grupos não muito bem-quistos pela sociedade justamente por essa abordagem de exaltação promovida pelo filme de Snyder. Mal comparando, é similar ao Capitão Nascimento, de Tropa de Elite, que foi criado para mostrar os horrores de poder praticamente fascista dado a policiais cariocas que se transformaram naquilo que deveriam combater. Mas, diante de uma interpretação incorreta, acabou virando símbolo da galera que defende o massacre feito pela polícia contra populações carentes que em vez de serem salvas do tráfico pelo BOPE terminam reféns dessas duas ‘entidades’ da corrupção estatal.
Vendo por esse ponto, fica muito nítido do motivo de Alan Moore odiar tanto o filme. O quadrinista é autodeclarado anarquista e teve de ver sua obra – que foi concebida para criticar a Guerra Fria e a febre da cultura de massa pelos heróis que saíam por aí chacinando a torto e a direito – sendo deturpada para um longa-metragem que mesmo sendo esteticamente marcante e fiel, ocasionou uma glamourização exacerbada de personagens que foram criados para representarem o que há de pior na sociedade.
Algo parecido aconteceu na época com Kick-Ass: Quebrando Tudo (2010). Nos quadrinhos, só falta o Mark Millar sair das páginas, apontar para o leitor e dizer: “Meu irmão, tu é um otário!”. Já o filme… Bem, ele ainda parodia os fãs de quadrinhos, mas sua roupagem de luxo e o carisma dos atores acaba o transformando em uma aventura divertida que perde a essência da crítica a uma sociedade problemática e viciada a ponto de adultos levarem super-heróis a sério.
E o ponto do Rorschach em específico é realmente sensível ao criador, porque ele declarou diversas vezes ter feito esse personagem reunindo tudo que havia de pior em um ser humano que ele poderia pensar. Por isso, o “detetive” é preconceituoso, sujo e hipócrita. Não por acaso ele caça e tortura bandidos, mas ignora o estupro cometido pelo Comediante, que é seu amigo e mentor.
Para piorar, o Rorschach virou símbolo de grupos de extrema-direita nos EUA. Essa situação, inclusive, foi retratada na série Watchmen, lançada em 2019. Mas antes que venham chamar o Alan Moore de clubista ou ‘Mimizento’, já que a série foi elogiada por ser considerada progressista, vale ressaltar que o autor também não gostou da produção de 2019. Por ele, Watchmen jamais seria adaptada para cinema ou TV, porque acaba alimentando um sistema que legitima tudo que ele mais abomina. É bastante comum ver o artista tocando nesse tema quase com um arrependimento de ter feito parte tão importante da trajetória dos quadrinhos na Cultura Pop.
Fato é que o filme tem seus prós e contras e cabe ao público decidir e interpretar. No fim das contas, Watchmen teve um orçamento altíssimo para a época (US$ 130 milhões) e o valor arrecadado (US$ 185 milhões) foi muito abaixo do esperado. Ainda assim, Snyder conseguiu lançar seu Snydercut que foi mais elogiado pelos fãs. Desde então, o universo Watchmen seguiu intocado nas telas, porque os produtores entenderam que mexer ali era tocar num vespeiro de polêmicas desnecessárias para seus interesses. O universo só voltaria a ser visitado uma década depois, com o elogiadíssimo seriado da HBO, que passou a brincar mais com as controvérsias da vida real, enquanto trabalhava uma trama que indicava dar continuação aos eventos da HQ, não do filme.
Filmes de ação possuem características específicas que os enquadra neste gênero cinematográfico e os distingue dos outros, como o romance ou a comédia. Nos anos 1970, essas produções se voltaram mais para as lutas marciais; a partir dos anos 1980, os Estados Unidos construíram filmes desse gênero que utilizavam mais armas de fogo do que lutas corpóreas, o que perdurou ao longo da década seguinte.
A partir dos anos 2000, os filmes de ação ganharam ares mais velozes, com franquias em que os protagonistas são levados ao extremo de suas limitações (físicas, psicológicas, etc), menos focado na veracidade das histórias e mais interessados em subir o sarrafo do impossível. Nessa pegada, a Netflix recentemente disponibilizou a seus assinantes o longa alemão ‘60 Minutos’, que figurou entre os mais assistidos no Top 10 da plataforma.
Na trama conhecemos Octa (Emilio Sakraya), um lutador de MMA que está prestes a desafiar outro grande lutador e, por isso, tem treinado muito. Para sua infelicidade, a luta caiu no mesmo dia do aniversário de sua querida filha, Leonie (Morik Heydo), que o espera em sua festinha e para quem prometera levar o bolo.
Irritada, ao ver a desolação da filha na espera do pai, sua ex-esposa dá um ultimato a Octa: ele tem uma hora para aparecer na festa de Leonie, ou, do contrário, irá entrar na justiça contra ele pedindo a guarda total da menina. Desesperado, Octa decide abandonar o ringue antes mesmo de entrar na arena, para poder chegar a tempo para a festa de sua filha. Porém, sua decisão impulsiva acaba causando a irritação de homens poderosos, que haviam apostado alto na sua vitória, e, agora, Octa terá que enfrentar diversos capangas ao longo de seu caminho até a festa de aniversário de Leonie.
Como dá para ver, ‘60 Minutos’ é um filme que não tem muita história. Em poucos minutos, o enredo é apresentado e o protagonista é colocado em movimento em direção ao seu objetivo. No meio do caminho, os quase noventa minutos do roteiro de Philip Koch e de Oliver Kienle basicamente se decida a encontrar formas de criar empecilhos diferentes para retardarem o protagonista em alcançar seu objetivo. Para isso, vale de tudo um pouco, seja abusar da viabilidade dos fatos, seja repetir os elementos já descartados só para preencher o espaço.
Nesse sentido, o filme dá uma boa cansada, porque minimiza a intelectualidade do espectador. Assim, para continuar assistindo é preciso abandonar qualquer sentimento de conexão com a história e aceitar que esse ‘60 Minutos’ é um filme feito para exibir cenas de ação em sequência, desfilando as habilidades do elenco.
Ao menos as escolhas do diretor Oliver Kienle com relação às cenas de ação são coerentes e dedicadas, construindo um cenário de pancadaria, tiro-porrada-e-bomba e estripulias no meio do trânsito que podem satisfazer aos espectadores de filmes de ação contemporâneos. Mas, realmente, ’60 Minutos’ se resume a apenas isso, pois de história mesmo dá para resumir em poucos minutos. É um filme para passar o tempo para quem curte esse tipo de produção.
O elenco do Universo Cinemático Marvel é vasto, então não é nenhuma surpresa que muitos atores já tenham trabalhado juntos antes de entrarem no MCU. Agora, os próximos nomes a se reencontrarem fora do panteão serão Josh Brolin e Peter Dinklage, que apareceram em ‘Vingadores: Guerra Infinita’.
Segundo o site The Hollywood Reporter, Brolin e Dinklage irão se reunir para ‘Brothers’, uma nova comédia assinada por Etan Cohen (‘Trovão Tropical’, ‘MIB: Homens de Preto 3’). Depois de certos obstáculos quanto à produção, a Legendary fica responsável pelo financiamento do projeto.
Detalhes sobre a história não foram revelados, ainda que comparações entre este filme e o clássico ‘Gêmeos’, de Ivan Reitman, tenham sido feitas. O filme de 1988 trouxe Arnold Schwarzenegger e Danny DeVito como irmãos prováveis, também.
Brolin retorna para seu papel como o titã Thanos em ‘Vingadores: Ultimato’, que mostrará a última batalha entre as forças mais poderosas do universo.
Enquanto isso, Dinklage também fechará um ciclo em sua carreira com a oitava e última temporada de ‘Game of Thrones’, um dos maiores sucessos da HBO que retorna com novos episódios no dia 14 de abril. O ator também aparecerá em outros projetos, como ‘Angry Birds 2’ e ‘Os Croods 2’, além de ter sido cotado para um projeto sem título em que interpretará o clássico vilão dos contos de fada Rumplestiltskin.
A Fox divulgou o novo cartaz internacional do terror ‘Ameaça Profunda’.
Confira:
O longa é dirigido por William Eubank (‘O Sinal: Frequência do Medo‘).
Na trama, um laboratório subaquático é danificado devido a um terremoto. Com a estrutura destruída e a água invadindo o local, os pesquisadores devem lutar para sobreviver mediante às circunstâncias.
O elenco inclui Kristen Stewart, T.J. Miller, Vincent Cassel, Jessica Henwick, John Gallagher Jr., Mamoudou Athie e Gunner Wright.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de janeiro de 2020.
A HBO divulgou o cartaz oficial da 4ª temporada de ‘Insecure‘.
Confira, junto ao trailer:
A nova temporada irá estrear no dia 12 de abril.
‘Insecure’ conta a história de Issa Dee (Issa Rae), uma jovem negra talentosa e cheia de inseguranças, que após um relacionamento frustrante, tenta encontrar sua própria beleza e vigor como uma mulher solteira. A busca por si mesma a leva a uma série de situações diversas, sempre compartilhadas com sua melhora amiga, Molly (Yvonne Orji).
O site Fox Business revelou recentemente quanto a lendária popstar e atriz Lady Gaga faturou por sua participação na série ‘American Horror Story’ e por viver Ally no aclamado drama musical ‘Nasce Uma Estrela’.
Gaga estrelou a quinta temporada da antologia de Ryan Murphy, intitulada ‘Hotel’, e fez nada menos que um valor entre US$75 mil e US$150 mil por episódio. Dando vida à vampira Elizabeth (também apelidada de Condessa), a performer foi aclamada por sua atuação e levou para casa o Globo de Ouro em 2016.
Quanto ao longa-metragem, Gaga e Bradley Cooper criaram mágica nas telonas e a obra arrecadou em torno de US$434 milhões – um valor consideravelmente alto, considerando o orçamento de US$36 milhões. A artista, por sua vez, ganhou entre US$5 milhões e US$10 milhões ao estrelar o filme – isso sem falar dos royalties que arrecadou com a produção e a composição da trilha sonora original.
‘Nasce Uma Estrela’ fez a limpa na temporada de premiações, principalmente nas categorias musicais. A canção-tema “Shallow” levou um Oscar, um Globo de Ouro, dois Grammys, um BAFTA e um Critics’ Choice por Melhor Canção Original, eventualmente tornando-se a música mais premiada de todos os tempos. A trilha sonora também quebrou recordes de vendas, streamings e prêmios – e também se tornou a mais condecorada da história.
Como se não bastasse, Gaga também fez um estrondo no cenário musical, arrecadando quase US$1 bilhão em apresentações entre 2017 e 2018. Ela também arrecadou US$1 milhão por show em sua residência em Las Vegas com o concerto Enigma e o Jazz & Piano, entre 2017 e 2019.
Vale lembrar que, segundo o Celebrity Net Worth, a fortuna da artista gira em torno dos US$320 milhões.
Gaga já lançou seis álbuns de estúdio, uma trilha sonora e uma produção em conjunto com Tony Bennett. Com 11 Grammys rondando sua discografia e outras centenas de prêmios, a artista é a 4ª artista mais premiada da História, perdendo apenas para Michael Jackson, Beyoncé e Whitney Houston. Recentemente, lançou o aclamado ‘Chromatica’, que trouxe colaborações com Elton John, Ariana Grande e o grupo de K-PopBLACKPINK.
Em seu Twitter oficial, a Walt Disney Studios divulgou um novo e estranho vídeo promocional da aclamada animação ‘Soul’, detalhando uma divertida experiência em realidade virtual.
A arte em questão foi criada por The Sabby Life e gira em torno do protagonista Joe Gardner (Jamie Foxx).
‘Soul’ já está disponível na plataforma de streaming do Disney+.
Na trama, Joe Gardner é um professor de música do ensino médio que sonhava em ser um músico de jazz, e finalmente teve a chance depois de impressionar outros músicos durante um ensaio aberto no Half Note Club. No entanto, um acidente faz com que sua alma seja separada de seu corpo e transportada para o “You Seminar”, um centro no qual as almas se desenvolvem e ganham paixões antes de serem transportadas para um recém-nascido. Joe deve trabalhar com almas em treinamento, como 22, uma alma com uma visão obscura da vida depois de ficar preso por anos no You Seminar, a fim de retornar à Terra.
Jamie Foxx e Tina Fey lideram o elenco principal, dando vida ao professor Joe Gardner e à alma conhecida como 22, respectivamente. Questlove, Daveed Diggs, Angela Bassett e Phylicia Rashad também emprestam suas vozes para o longa-metragem.
Há dez anos, uma das franquias animadas mais conhecidas e adoradas de todos os tempos, ‘Kung Fu Panda’, ganhava sua primeira sequência.
Abrindo espaço para uma nova narrativa e muito mais diversão, Po e os outros guerreiros do Vale da Paz unem forças para enfrentar um inimigo chamado Lorde Chen, que possui uma arma secreta capaz de permitir a conquista da China e trazer o kung fu ao fim.
Tendo recepção sólida por parte da crítica mundial, o longa-metragem arrecadou nada menos que US$665 milhões ao redor do planeta, tornando-se a produção do gênero mais bem sucedida do ano e faturando uma indicação ao Oscar de Melhor Animação.
Para celebrar o décimo aniversário dessa icônica aventura (que ocorre no próximo dia 26 de maio), o CinePOP separou uma breve lista com dez curiosidades sobre a produção.
Confira:
CAI LI FO
Lorde Shen (Gary Oldman) é versado em uma arte chamada cai li fo, uma luta marcial chinesa que utiliza, normalmente, um leque de metal para propósitos de distração e defesa. Entretanto, por ser um pavão, Shen utiliza as próprias penas para lutar.
LEALDADE INCONDICIONAL
O exército de lobos de Lorde Shen tem uma história muito mais profunda e adorável do que imaginamos: a mitologia do filme deixa claro que os lobos eram guardas reais do palácio e que Shen, como um jovem príncipe, era o único membro da família real a brincar com eles, alimentá-los e tratá-los com respeito – o que garantiu lealdade e devoção por parte deles.
BRILHO ETERNO DE UMA MENTE SEM KUNG FU
Segundo o The Hollywood Reporter, o aclamado e premiado roteirista Charlie Kaufman fez uma revisão do roteiro, que nunca foi creditada. Em diversas entrevistas, Kaufman comentara que assistiu ao primeiro longa-metragem com a filha e ficou impressionado pela história e pelos visuais.
SUCESSO TREMENDO
Como já comentado, o filme fez um estrondo gigantesco nas bilheterias mundiais e alcançou o patamar da produção de maior sucesso comandada por uma diretora (Jennifer Yuh Nelson). O recorde foi quebrado pelo bilionário ‘Frozen: Uma Aventura Congelante’, lançado dois anos mais tarde. Nelson também se tornou a primeira mulher a ser indicada ao Oscar de Melhor Animação desde Marjane Satrapi com ‘Persépolis’ (2007).
AH MAH
O papel da Adivinha durante o regime dos pavões não seria apenas um membro de confiança da família real, mas também a babá do jovem Shen. Com isso, seu nome foi revelado através de esboços iniciais como Ah Mah (que faz referência ao tratamento amah nas culturas asiáticas).
SIMPLES E PRÁTICO
Depois que o primeiro filme foi lançado, a DreamWorks Animation planejou um segundo longa-metragem com o subtítulo de ‘Pandamoneum’. Pouco depois, ele foi mudado para ‘The Kaboom of Doom’ antes de ser mudado simplesmente para ‘Kung Fu Panda 2’.
PRESENÇA DE PESO
O filme marcou a estreia do lendário ator e lutador Jean-Claude Van Damme no cenário da dublagem – e a única participação dele como voz de um personagem. Aqui, ele interpretou o divertido e habilidoso Mestre Croc. Uma das sequências na qual ele aparece (aproximadamente em 1h09min), inclusive, emula os movimentos do próprio Van Damme.
O Hulu anunciou recentemente que a série pós-apocalíptica ‘Y: The Last Man’ foi oficialmente cancelada após uma breve primeira temporada.
No Twitter, a showrunnerEliza Clark expressou seu desapontamento pelas más notícias e disse que ainda havia muita história a se contar sobre a adaptação.
“Descobrimos que não iremos seguir em frente com a 2ª temporada de ‘Y: The Last Man’. Nunca na minha vida estive tão comprometida com uma história, e ainda há muito a se dizer. [A série] é sobre gênero, sobre como sistemas opressivos informam identidade. Nós tivemos um time bastante diverso de artistas brilhantes, liderado por mulheres em cada canto da nossa produção. Produtoras, roteiristas, diretoras de fotografia, designers de produção, figurinistas, coordenadoras de dublê e mais. Foi a coisa mais linda da qual eu fiz parte”, ela escreveu.
A série é baseada nos quadrinhos homônimos escritos por Brian K. Vaughan e Pia Guerra.
A trama mostra um mundo pós-apocalíptico depois que um evento cataclísmico dizimou todos os homens da Terra, exceto por um único humano. A tragédia abriu espaço para uma nova ordem mundial comandada pelas mulheres, explorando gênero, raça, classe e sobrevivência.
Ben Schnetzer (‘Warcraft’) estrela. O elenco ainda conta com Diane Lane, Amber Tamblyn, Imogen Poots, Lashana Lynch, Juliana Canfield e Marin Ireland.
A Netflix divulgou o trailer completo da 4ª temporada da série documental ‘F1: Dirigir para Viver’.
A próxima leva de episódios chega à plataforma de streaming no dia 11 de março.
Confira, junto ao pôster:
Do produtor James Gay-Rees, de ‘Amy‘ e ‘Senna‘, esta série documental apresenta o mundo da Fórmula 1, revelando um lado pouco conhecido dos pilotos, suas famílias e equipes.
Confira a sinopse oficial abaixo:
Um mergulho no universo da Fórmula 1, desde os bastidores do Campeonato Mundial até o funcionamento das dependências de autódromos. Velocidade, tensão e rivalidade, com direito a depoimentos exclusivos de pilotos e diretores do torneio principal.
Recentemente, nosso Thiago Nolla teve o prazer de conversar com o produtor e showrunnerStephen Dunn, que fica a encargo do reboot da icônica série ‘Queer as Folk’.
Na entrevista, Dunn falou sobre os melhores momentos da primeira temporada, quais foram as cenas mais impactantes e mais divertidas de serem rodadas e sobre o legado da revolucionária produção LGBTQIA+.
Lembrando que a série chega ao Brasil no próximo dia 31 de julho, na plataforma do STARZPLAY.
Confira:
Descrita como uma “vibrante reimaginação” da produção original britânica, a série irá focar em um grupo diversificado de amigos em Nova Orleans, cujas vidas são transformadas após uma tragédia.
Stephen Dunn será o criador, roteirista e produtor executivo do reboot. Ele também será responsável pela direção de diversos episódios.
Em declaração oficial, Dunn afirmou: “É uma honra surreal adaptar a série notoriamente inovadora de Russell T. Davies. Quando o programa foi ao ar originalmente, a ideia de assistir histórias queer na TV era tão ousada que eu senti que só poderia assistir ‘Queer as Folk’ em segredo. Mas tanta coisa mudou nos últimos 20 anos e será maravilhoso se a próxima geração não tiver que assistir ‘Queer as Folk’ sozinha em seus porões úmidos com o som mudo, mas com sua família e amigos e o volume no máximo.”
Russell T. Davies, criador da série original, será produtor executivo do projeto.
A nova versão será estrelada por Devin Way (‘Grey’s Anatomy’), Fin Argus (‘Clouds’), Jesse James Keitel (‘Big Sky’), Johnny Sibilly (Hacks), Ryan O’Connell (Special) e a novata Candace Grace.
‘Queer as Folk‘ foi lançada em 1999, pelo Channel 4, rendendo 10 episódios. Um ano depois, um remake americano foi lançado pelo Showtime, que durou por cinco temporadas (de 2000 até 2005).
Dirigido por Baz Luhrmann (‘Moulin Rouge’), o filme explora a vida e a música de Elvis Presley (Butler), vista através do prisma de sua complicada relação com seu enigmático empresário, o coronel Tom Parker (Hanks). A história mergulha na dinâmica complexa entre Presley e Parker ao longo de 20 anos, desde a ascensão de Presley à fama até seu estrelato sem precedentes, tendo como pano de fundo a paisagem cultural em evolução e a perda da inocência na América. No centro dessa jornada está uma das pessoas mais importantes e influentes na vida de Elvis, Priscilla Presley (DeJonge).
O elenco também conta com Tom Hanks e Olivia DeJonge, Dacre Montgomery, Natasha Bassett, Xavier Samuel, Richard Roxburgh, Ellen Thomson, Kate Mulvany, Charles Grounds, Josh McConville, Adam Dunn, Leon Ford e Gareth Davies.
O casal Presley seria vivido originalmente por Rufus Sewell e Maggie Gyllenhaal, que acabaram abandonando o projeto por conta dos atrasos nas gravações causados pela pandemia do Coronavírus.
Em uma recente entrevista ao Access Hollywood (via EW), a icônica atriz, produtora e diretora Eva Longoria foi questionada sobre um de seus trabalhos mais icônicos e memoráveis – o de Gabriella “Gaby” Solis na aclamada dramédia de mistério ‘Desperate Housewives’.
A série, que foi exibida pelo canal ABC entre 2004 e 2012, tornou-se um grande sucesso de crítica e de público, angariando diversos prêmios do circuito televisivo.
Quando questionada sobre o que Gaby estaria fazendo nos dias de hoje, Longoria respondeu: “ela seria uma influencer, com certeza. Seria uma magnata das mídias sociais”.
Pouco depois, ela disse que está pronta para participar de um reboot em potencial: “eu seria a primeira a assinar [o contrato]. Eu sinto muita falta da Gaby. Sinto falta de ser Gaby Solis”.
Todavia, parece que revisitar a série não deve acontecer muito cedo, visto que o criador Marc Cherry não está interessado em revivê-la.
“Eu falei com ele várias vezes”, Longoria explica. “Ele sente que não há um ‘por que agora?’. Ele não faria. Ele sente como: ‘o que eu tenho a dizer sobre esses personagens que ainda não dissemos?”.
Lembrando que Longoria fará sua estreia diretorial com o vindouro ‘Flamin’ Hot’, filme sobre a criação do Cheetos Picante, cuja estreia está marcada para 09 de junho no Star+.
Após a repercussão sobre o filme, a história de Montanez gerou uma controvérsia no ano passado, quando uma denúncia sugeriu que as alegações do trabalhador não passavam de uma estratégia de marketing para promover a Cheetos entre a comunidade latina.
No entanto, a PepsiCo emitiu um comunicado apoiando Montanez, afirmando que ele fazia parte da equipe por trás da criação do salgadinho.
Em parte do texto, eles reforçaram que mantém uma ótima relação com Montanez e que ele foi um membro valioso da empresa.
“Muito tem sido discutido sobre a origem do Cheetos Picante. As informações que compartilhamos com a mídia foram mal interpretadas por alguns, o que resultou em confusão sobre a origem do salgadinho e gerou uma onda de críticas aos nossos funcionários e uma forte pressão sobre nossa valiosa amizade com Richard Montanez e a comunidade latina. A verdade sincera é que, na PepsiCo, acreditamos na força e no poder das equipes, e atribuímos o lançamento e o sucesso do Cheetos Picante e outros produtos a várias pessoas que trabalharam na PepsiCo, incluindo Richard Montanez.”
Inspirado por sua ascendência mexicana, Montanez apresentou o novo sabor ao ex-CEO da companhia, Roger Enrico, pelo telefone.
Depois de duas semanas se preparando, ele conseguiu surpreender a equipe executiva da empresa, que abraçou sua iniciativa e juntos deram origem à criação do Flamin ‘Hot Cheetos.
O salgadinho não apenas revolucionou a produtora de biscoitos salgados, como também transformou a indústria alimentícia, se transformando em um fenômeno cultural.
O adorado ‘Besouro Azul‘, adaptação estrelada por Xolo Maridueña e Bruna Marquezine, já está disponível na HBO Max.
O longa-metragem, que conquistou 78% de aprovação no Rotten Tomatoes, foi lançado na plataforma de streaminghoje, 17 de novembro.
Relembre o trailer:
Em uma entrevista ao Screen Rant, o diretor Ángel Manuel Soto compartilhou detalhes sobre sua visão para o personagem icônico e como ele se integrará ao novo universo cinematográfico da DC.
“Onde ele irá se encaixar e como tudo vai se desenrolar? Não conversamos sobre isso. Mas, conversamos sobre nosso interesse em continuar a história do Jaime e encontrar uma maneira disso fazer parte do novo universo,” ele afirmou.
Soto também expressou sua gratidão por Xolo Maridueña continuar no papel de Jaime Reyes, enfatizando a importância de manter a continuidade para a evolução do personagem.
“Embora já tivesse dito que Besouro Azul é o primeiro herói do DCU, foi muito reconfortante saber que Xolo Maridueña continuará no papel, o que significa que esse filme serve como base para a jornada desse personagem enquanto ele embarca em um mundo totalmente novo,” concluiu o diretor.
Embora não tenha alcançado recordes de bilheteria ao redor do mundo, ‘Besouro Azul‘ chegou a US$ 101 milhões em bilheteria ao redor do mundo.
Foram US$ 56 milhões nos Estados Unidos e US$ 45 milhões no mercado internacional.
Susan Sarandon substituiu Sharon Stone na interpretação da vilã Victoria Kord. A personagem em questão foi criada especialmente para o filme e não existe nas HQs.
Raoul Max Trujillo (‘Mayans MC’) viverá o outro vilão, Conrad Carapax, o Homem Indestrutível. Ele era um arqueólogo rival de Daniel Garrett, o primeiro Besouro Azul.
Belissa Escobedo, Harvey Guillén e Raoul Max Trujillo também fazem parte do elenco.
Já Angel Manuel Soto (Charm City Kings) está na direção, com o roteiro assinado por Gareth Dunnet-Alcocer (Miss Bala).
Steven Spielberg já está com mais um projeto em mãos!
Segundo o Deadline, o icônico cineasta irá se reunir com a A24 através da Amblin Entertainment para desenvolver uma adaptação do aclamado romance ‘The Heaven & Earth Grocery Store’.
As informações indicam que Spielberg ficará responsável apenas pela produção, e não pela direção do projeto.
Assinado por James McBride, a trama é ambientada em 1972, quando trabalhadores em Pottstown, Pensilvânia, cavavam as fundações para um novo empreendimento – e cuja última coisa que esperavam encontrar era um esqueleto no fundo de um poço. Quem era o esqueleto e como chegou lá eram dois dos segredos guardados há muito tempo pelos moradores de Chicken Hill, o bairro dilapidado onde imigrantes judeus e afro-americanos viviam lado a lado e compartilhavam ambições e tristezas.
A A24 não emitiu nenhuma declaração oficial sobre o projeto.
Foi divulgado o cartaz oficial do vindouro longa-metragem ‘Enterre Seus Mortos’, estrelado por Selton Mello (‘Ainda Estou Aqui’).
A produção faz sua estreia oficial hoje, 11 de outubro, no Festival do Rio – antes de seu lançamento no circuito nacional oficial.
Confira:
enterre seus mortos
O filme é baseado no aclamado romance homônimo assinado por Ana Paula Maia.
Marco Dutra comanda o projeto e co-escreve o roteiro ao lado de Caetano Gotardo.
Confira a sinopse:
Em uma pequena cidade marcada por acontecimentos peculiares, Edgar (Mello) trabalha removendo animais atropelados junto com seu colega de trabalho, Tomás (Danilo Grangheia), um padre excomungado. Edgar namora Nete (Marjorie Estiano), sua chefe, que é quem lhe passa as chamadas das ocorrências. Mas, um dia, Edgar é forçado a violar as regras do seu trabalho, e o caos passa a imperar em sua vida e na cidade.
Betty Faria, Maria Manoella e Gilda Nomacce também fazem parte do elenco.
Millie Bobby Brown (‘Stranger Things’), Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia’) e Ke Huy Quan (‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’) estrelam a produção.
A trama é ambientada em um futuro alternativo onde humanos e robôs vivem juntos em harmonia relativa – e uma jovem adolescente (Brown) percebe que seu novo amigo robô, na verdade, foi mandado até ela por seu irmão desaparecido. Os dois, então, partem em uma missão para encontrá-lo, descobrindo uma gigantesca conspiração no caminho.
O elenco também é formado por Stanley Tucci, Jason Alexander, Brian Cox, Jenny Slate, Giancarlo Esposito, Anthony Mackie e Billy Bob Thornton.
Christopher Markus e Stephen McFeely (‘Vingadores: Ultimato’) assinam o roteiro.
A MGM+ divulgou recentemente o trailer oficial de ‘Let the Devil In’, nova série documental produzida por Eli Roth (‘O Albergue’, ‘Feriado Sangrento’).
A produção, que conta com quatro episódios, tem estreia agendada para o dia 31 de agosto na plataforma de streaming.
Assista:
Danielle Franco entra como diretora e showrunner da atração.
Em 1988, uma mãe católica devota é assassinada em Jefferson, Nova Jersey. A brutalidade do crime e a investigação que se segue preparam o cenário para rumores de possessão demoníaca. Décadas depois, a verdade permanece emaranhada em paranoia e medo.
A série documental de quatro episódios explora uma tragédia que durou anos, destruiu uma família e despertou os medos mais sombrios de uma pequena cidade. Pela primeira vez, testemunhas, amigos e membros da comunidade tentam entender os eventos impensáveis, alguns acreditando que o próprio Satanás se apoderou de um adolescente vulnerável, enquanto outros acreditam que demônios muito mais terrenos foram os culpados.
Branden Morgan, Anneka Jones, Jill Burkhart, Ken Druckerman, Banks Tarver, Rod Blackhurst, Dirk Hoogstra e Nicole Sorrenti entram como produtores executivos ao lado de Roth.
Agatha Christie é um nome que praticamente o mundo todo conhece.
Conhecida como a Dama do Crime, Christie tornou-se uma célebre romancista que eternizou incontáveis histórias de mistério e de suspense – que são lidas e relidas até os dias de hoje. Afinal, a autora é responsável por clássicos da literatura como ‘Assassinato no Expresso do Oriente’, ‘Morte no Nilo’, ‘… E Não Sobrou Nenhum’ e tantos outros romances que marcaram época e que a colocaram no mesmo patamar de nomes como Edgar Allan Poe e Sir Arthur Conan Doyle.
Imortalizando prestigiados detetives da ficção, como Miss Marple e Hercule Poirot, Christie foi levada dezenas de vezes para as telonas e para as telinhas, com adaptações de seus maiores sucessos. Kenneth Branagh, por exemplo, comandou três longas-metragens da Saga Hercule Poirot nestas últimas duas décadas, enquanto títulos como ‘A Casa Torta’, ‘Os Crimes ABC’ e ‘O Mistério dos Sete Relógios’ foram relidos para o streaming e o cinema.
É engraçado tentar imaginar que alguma obra de Christie nunca tenha sido adaptada, considerando a popularidade da escritora. Todavia, apenas quatro de seus romances nunca ganharam versões audiovisuais – e, agora, convidamos você a conhecer essas obras.
E NO FINAL A MORTE (1944)
‘E No Final a Morte’ destaca-se entre as várias obras de Christie por ser a única não ambientada no século XX e sem contar com quaisquer personagens europeus. Ambientada dois mil anos antes da era comum em Tebas, a trama foi construída após o apreço que a autora criou pelo trabalho de Sir Max Mallowan, seu marido arqueólogo, no Oriente Médio.
Na trama, a jovem viúva Renisenb volta para a casa de seu pai, o sacerdote funerário Imhotep, para encontrar tudo aparentemente do jeito que deixou antes de se casar. O frágil equilíbrio familiar é quebrado quando o patriarca retorna de uma de suas viagens trazendo para casa a jovem Nofret para ser sua concubina: uma presença que desperta os piores sentimentos nos habitantes da casa.
UM DESTINO IGNORADO (1954)
Após ser publicado em 1954, o romance ‘Um Destino Ignorado’ chamou a atenção da crítica por se mostrar como um trabalho mais despojado da Dama do Crime. A trama nos leva para Paris e acompanha o desaparecimento misterioso do cientista nuclear Thomas Betterton durante uma conferência. Ele é apenas um entre vários acadêmicos de elite que sumiram sem deixar rastros, causando inquietação entre as autoridades de diversos países. Cabe ao Serviço Secreto de Inteligência Britânico investigar o paradeiro dos pesquisadores, bem como descobrir quem os está sequestrando e por quê. A chave para este mistério parece estar nas mãos de uma mulher enigmática, que se encontra à beira da morte.
Considerando que a obra se afastou dos mistérios construídos por Christie ao longo de sua carreira e apostou fichas em um thriller de espionagem, as expectativas para a condução narrativa eram altas – e, à época, alguns críticos comentaram sobre certas resoluções impalpáveis e ocasionais demais para serem levadas a sério, algo que, dentro do mundo dos espiões no cinema e na televisão, é algo complicado.
PASSAGEIRO PARA FANKFURT (1970)
‘Passageiro para Frankfurt’ novamente traz Agatha Christie mergulhando no mundo da espionagem. O livro foi publicado em 1970 para coincidir com o aniversário de oitenta anos da romancista e com o octogésimo lançamento literário de sua genial mente. Porém, os críticos comentaram sobre a falta de coesão narrativa – algo que impedia que as páginas fossem levadas às telonas.
A trama acompanha Sir Stafford Nye, um diplomata de meia-idade que adentra o mundo da espionagem, dos agentes duplos e dos grupos secretos para provocar mudanças nos centros de poder internacionais. Nesse meio-tempo, ele conhece uma mulher que o escolheu para ajudá-la em um momento crucial, quando um atraso devido ao mau tempo altera o local de pouso do voo que os dois seguiriam para a Inglaterra. O romance, inclusive, conta com vários comentários da própria autora sobre as profundas mudanças pelas quais o mundo passava no final da década de 1960, em especial da mentalidade dos jovens universitários da Europa, dos Estados Unidos e da América do Sul.
PORTAL DO DESTINO (1973)
Em ‘Portal do Destino’, Christie nos convida a conhecer Tommy e Tuppence Beresfords, que, beirando os setenta anos, se mudam para uma pacata vila inglesa, ansiosos por uma aposentadoria tranquila. Mas, como logo descobrem, a antiga e espaçosa casa guarda segredos. Quem é Mary Jordan? E por que alguém deixou uma mensagem codificada em um livro antigo sobre sua morte “não natural”?
Publicado em 1973, o romance marcou a última publicação da autora antes de seu falecimento e, ainda que contando com uma premissa muito interessante, também não teve a recepção esperada. À época do lançamento, por mais que alguns críticos tenham tecido elogios em meio ao claro envelhecimento da autora, a recepção foi majoritariamente negativa – algo que explica o motivo da obra nunca ter sido adaptada.
O Prime Video resolveu não seguir em frente com uma nova temporada da animação adulta ‘Kevin’, escrita, produzida e estrelada por Aubrey Plaza (‘Agatha Desde Sempre’).
Neste último sábado (20), a indicada ao Globo de Ouro anunciou as “tristes notícias” que o show, cocriado ao lado de Joe Wengert, foi cancelada após o ciclo de estreia (via Deadline).
“O Amazon Prime não renovou ‘Kevin’ para outra temporada. Muito triste, visto que tínhamos acabado de começar”, ela escreveu em seu Instagram oficial. “Quero agradecer a todos os fãs que assistiram ao nosso show e a todo o elenco e a equipe que trabalharam duro para trazer esse sonho à vida”.
Em ‘Kevin’, vagamente inspirado em uma história real, após seus “donos” humanos terminarem inesperadamente, Kevin decide terminar o relacionamento com eles também. Ele sai de casa e se muda para um abrigo de animais em Astoria, Queens, onde um grupo de animais desajustados o ajuda a descobrir o que ele realmente quer da vida.
Jason Schwartzman estrela como o gato titular, enquanto Plaza interpreta Dana, uma das donas do pet.
O elenco de voz ainda conta com Whoopi Goldberg, John Waters, Aparna Nancherla, Gil Ozeri e Amy Sedaris.
Em seu perfil no Twitter, o jornalista Aaron Couch, do THR, disse que a Disney+ está desenvolvendo novas séries baseadas na saga ‘Star Wars’, além de ‘O Mandaloriano’, ‘Kenobi‘, e da série de Cassian Andor (ainda sem título).
Na publicação, Couch disse:
“Bob Iger [presidente da Disney] disse que há mais séries de ‘Star Wars‘ em desenvolvimento para a Disney+, além das três que já foram anunciadas.”
Confira:
Bob Iger notes that beyond the 3 #StarWars series we know of, there are “more in development for Disney+”
Maiores detalhes não foram revelados, então ainda não se sabe se as futuras produções serão animações ou adaptações live-action.
Além disso, o estúdio ainda não se pronunciou, então considere como rumor.
Lembrando que ‘O Mandaloriano’ será a primeira série em live-action da saga criada por George Lucas e, em uma recente coletiva de imprensa para promover a Disney+, Iger garantiu que o público irá se encantar com a produção.
“A série é diferente de tudo que os espectadores viram em qualquer plataforma, e isso é uma forte indicação da qualidade das narrativas que irão definir a Disney+”.
Confira o primeiro trailer:
A série irá estrear no dia 12 de novembro, junto com o lançamento do serviço de streaming.
Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passará no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.
A trama vai se passar depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.
O elenco conta com Pedro Pascal, Gina Carano, Giancarlo Esposito, Emily Swallow, Carl Weathers, Omid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.
De acordo com o Trailer Track, o 1º trailer do remake de ‘Duna‘ deve ser lançado no final de agosto e os fãs da versão literária estão bastante curioso sobre a nova adaptação, dirigida por Dennis Villeneuve.
Durante uma entrevista para a InStyle, Zendaya comentou sobre o trailer e disse que as cenas estão de ‘explodir a cabeça’.
“As gravações de ‘Duna‘ foram incríveis. Mas confesso que eu não estava muito envolvida, até que eu assisti ao trailer, é de explodir a cabeça. Eu fiquei tipo: ‘Ah, meu Deus, é incrível!’ Eu liguei para Timothée [Chalamet] e disse: ‘Cara! Você deveria estar orgulhoso’.”
A estrela ainda disse que adorou fazer parte do elenco, porque sempre imaginou fugir para um mundo como o do filme.
“Eu me senti muito importante sendo uma pequena parte de algo tão grande, o elenco e a equipe são maravilhosos. E eu também adoro ficção científica. Sempre me imaginei fugindo para um mundo desconhecido como o de ‘Duna‘. E isso é muito divertido.”
Anteriormente, Villeneuve concedeu uma entrevista ao podcast Team Deakins, e revelou que foi inspirado pelo lendário diretor de fotografia vencedor do Oscar, Roger Deakins, para dar vida à arte imagética do remake.
Os dois trabalharam juntos em ‘Blade Runner 2049’, obra que rendeu a Deakins a estatueta da Academia.
“Quando estou trabalhando com você, estarei em uma posição onde vou aprender coisas todos os dias sobre a realização cinematográfica. Estou em um processo de aprendizagem trabalhando com você. É muito enriquecedor e animador. Agora, estou fazendo o trabalho de efeitos visuais de ‘Duna’ e me vi pensando coisas do tipo: ‘eu sei que é Roger’. Sei posso fazer coisas [por causa de Roger]”.
A Warner Bros. permanece com planos de lançar o filme em 18 de dezembro de 2020.
Dirigido por Denis Villeneuve (‘Blade Runner 2049‘), o longa deve adaptar apenas a primeira metade do livro.
Uma jornada de herói mítica e emocionante, ‘Duna’ conta a história de Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.
Timothee Chalamet (‘Me Chame pelo Seu Nome‘) será o protagonista. Oscar Isaac, Rebecca Ferguson, Jason Momoa, Dave Bautista, Javier Bardem, Charlotte Rampling e Josh Brolin completam o elenco.
De acordo com o Comic Book, a Marvel Studios agendou a estreia de ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ para 17 de fevereiro de 2023.
Anteriormente, o Film & Television Industry Alliance divulgou que as filmagens da sequência terão início em 31 de maio, e serão realizadas em Londres e em Atlanta, com previsão de término para 24 de setembro.
A obra será rodada sob o título de produção ‘Goat Rodeo’.
O título levanta certas questões sobre o que podemos esperar acerca do próximo longa-metragem. Afinal, goat rodeo é definido como uma gíria para “algo totalmente, inacreditavelmente e desastrosamente errado, e não há nada a se fazer além de sentar e observar”.
O que você acha que pode acontecer na nova história?
Paul Rudd volta a interpretar Scott Lang / Homem-Formiga. Evangeline Lilly retorna como Hope Van Dyne/Vespa. Michelle Pfeiffer reprisará seu papel como Janet Van Dyne, enquanto Kathryn Newton será Cassie Lang.
O filme ainda trará Jonathan Majors como o vilão Kang, o Conquistador.
Kang carrega consigo um arco de extrema importância para o panteão da Marvel e poderia representar a próxima grande ameaça nos cinemasdepois de Thanos.
A sequência é roteirizada por Jeff Loveness (‘Rick e Morty‘), com estreia prevista para 2022. Peyton Reed retorna na direção.
Juntos, os dois filmes da franquia renderam mais de US$ 1 bilhão à Marvel Studios.
Desde o início da pandemia, as plataformas de streaming têm dominado a atenção dos espectadores, e os as redes de cinema estão sobrevivendo por conta das estreias de blockbusters.
Em menos de um mês de estreia, ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ já faturou US$ 1,5 bilhão, enquanto um título menos comercial, como o musical de Steven Spíelberg (‘Amor, Sublime Amor‘) acumulou apenas US$ 53,2 milhões.
Durante uma entrevista para a Entertainment Weekly, Ben Affleck, que já atuou em filmes cult e em blockbusters, foi questionado sobre o assunto.
Para o intérprete de Batman em ‘Liga da Justiça‘, a indústria cinematográfica vai acabar dependendo de franquias como as da Marvel e as da DC para se manter de pé.
E ele acredita que somente blockbusters serão exibidos nas telonas em futuro não tão distante.
Ao longo da entrevista, o astro explicou porque ‘O Caminho de Volta‘, drama estrelado por ele em 2020, não conseguiu fazer sucesso entre o público.
“Devo admitir que, quando ‘O Caminho de Volta‘ foi lançado, não foi um hit apenas porque os cinemas foram fechados por causa da pandemia. Mesmo antes disso, eu sabia que um filme sobre luto, uma criança moribunda, alcoolismo e recuperação não ia levar nem mesmo adultos para os cinemas. É por isso que produções como ‘Narcos: Mexico’, ‘Succession’ e ‘Mare of Easttown’ estão feitas direto para o streaming.”
Ele também afirmou que até mesmo ‘Argo‘, dirigido por ele e escolhido como Melhor Filme no Oscar 2013, não teria tanto impacto nos dias de hoje como teve há dez anos.
“Se eu tivesse que apostar, um drama como ‘Argo‘ não seria feito para os cinemas hoje. Nem faz tanto tempo que foi lançado, mas eu o faria como uma minissérie hoje em dia. Acho que filmes vão ficar cada vez mais caros e para um público mais jovem, daqueles que dizem: ‘Eu estou tão vidrado no Universo Marvel, mal posso esperar para ver o que vai acontecer no próximo’. Acho que o futuro do cinema provavelmente será restrito às franquias, sequências ou animações.”
Affleck ainda disse que este foi o principal motivo para a falta de popularidade de seu último filme, ‘O Último Duelo‘, épico histórico dirigido por Ridley Scott.
Apesar de ter registrado 86% de aprovação da crítica, o longa faturou apenas US$ 30,5 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 100 milhões.
“O resultado [financeiro] de ‘O Último Duelo‘ realmente me deixou confuso. Eu fiz filmes ruins que não funcionaram porque sei que eram ruins. Mas eu gostei do que fizemos em ‘O Último Duelo’. Gostei do que tínhamos para dizer e mostrar. Estou muito orgulhoso desse filme, então achei que teria mais apelo no cinema, mas me enganei. E quando eu vi que ele foi muito bem no streaming, pensei: ‘Bem, está aí a resposta. Aqui é onde está o público para esse tipo de filme.”
Falando nisso, ‘O Último Duelo’ será disponibilizado no catálogo da Star+ no próximo dia 19.
De acordo com o Games Radar, a Netflix cancelou a vindoura a produção da série ‘Grendel’ no meio das filmagens.
Baseada nos quadrinhos homônimos de Matt Wagner, a adaptação estava sendo desenvolvida como parte de um acordo da plataforma com a Dark Horse Entertainment.
Ao que parece, a maior parte da atração de oito episódios já havia sido gravada e traria Abubakar Ali (‘Katy Keene’) como o primeiro árabe muçulmano no papel principal de numa série baseada em quadrinhos.
Escrita e produzida por Andrew Dabb (‘Supernatural’), que recentemente colaborou com a Netflix em ‘Resident Evil‘, ‘Grendel‘ gira em torno de Hunter Rose, um habilidoso esgrimista, autor e assassino mascarado que se propõe a vingar a morte de seu amor perdido.
Mas, assim que ele fica cara a cara com alguns dos criminosos mais ameaçadores de Nova York, ele percebe que pode valer a pena se juntar a eles…
Além de Ali, o elenco contava com Jaime Ray Newman, Julian Black Antelope, Madeline Zima, Kevin Corrigan, Emma Ho, Erik Palladino, Brittany Allen e Andy Mientus.
Newman (‘Midnight, Texas’) daria vida à Jocasta Rose, a paixão do protagonista, enquanto Antelope (‘Tribal’) seria o antagonista Argent, um lobisomem nativo-americano que passa a caçar Grendel para impedir seus crimes brutais.
Ho (‘Code 8: Renegados’) também teria um papel de destaque para o desfecho da trama como a órfã Stacy Palumbo.
Até o momento, não foi revelado o motivo do cancelamento, mas os produtores esperam poder encontrar um lar para a série em outra plataforma de streaming.
De qualquer forma, Mientus lamentou o cancelamento e pareceu bastante frustrado com a decisão.
Em uma publicação no Instagram, ele disse que:
“‘Grendel‘ foi um ‘sim’ quando eu precisava muito de um; meu primeiro emprego pós-pandemia, em um verdadeiro papel dos sonhos que me levou a lugares que eu nunca tinha ido antes. Centenas de pessoas talentosas, incansáveis e maravilhosas filmaram não apenas um piloto, não apenas alguns episódios, mas uma temporada inteira que agora pode passar despercebida. Estou acostumado com séries sendo canceladas, mas somente depois de serem pelo menos apresentadas ao mundo. Só então seu destino é decidido (principalmente) pelo público. O que aconteceu aqui é novo para mim e um choque, e eu não vou fingir que não dói de verdade.”
Criados por Wagner em 1982, os quadrinhos reúnem várias histórias sobre diferentes personalidades por baixo da máscara de Grendel, mas todas ligadas de uma forma ou outra a Hunter Rose, um escritor famoso, que se revela um habilidoso assassino após a morte da mulher que amava. Agindo à princípio como vigilante, ele logo muda de lado e se torna o chefão do crime de sua cidade. Mas sua história é curta. Outras pessoas assumem seu lugar e a trama prossegue até um futuro distópico, onde a história de Grendel se confunde com contos de terror maquinados pelo demônio.
A 4ª temporada de ‘The Witcher‘ vai marcar a estreia de Liam Hemsworth (‘Jogos Vorazes’) como Geralt de Rivia, substituindo Henry Cavill (‘Liga da Justiça’).
E, durante uma entrevista para o Collider, Andrew Laws, designer de produção da adaptação, revelou que os roteiros dos vindouros episódios já foram finalizados.
Além disso, ele revelou que a produção deve começar no fim deste ano.
“Obviamente, ainda estamos nos estágios iniciais e as gravações devem começar no fim desse ano, mas já recebi todos os roteiros, então temos muito para trabalhar. É animador. Teremos muitas coisas para fazer, principalmente depois da 3ª temporada, mas estamos bem encaminhados, digamos assim.”
Lembrando que a primeira parte da nova iteração será lançada em 29 de junho na Netflix.
Os episódios restantes, por sua vez, chegam à plataforma de streaming em 27 de julho.
Há alguns dias, a plataforma de streaming divulgou mais um novo vídeo promocional da atração.
No material, a plataforma de streaming apresenta um “guia de iniciantes” para o universo seriado, antes da estreia do terceiro ciclo.
Confira:
Em uma recente entrevista à EW, a showrunnerLauren S. Hissrich falou sobre os próximos episódios, que serão adaptados do romance ‘Tempo de Desprezo’, e prometeu aos fãs que os próximos episódios serão mais fiéis à saga literária de Andrzej Sapkowski.
“O que é mais interessante é que a 3ª temporada, para mim, é a coisa mais fiel que fizemos no tocante a adaptar os livros”, ela comentou. “Obviamente, não podemos fazer cada página, mas ‘Tempo de Desprezo’ nos deu vários eventos grandes de ação, pontos narrativos, momentos definidores dos personagens e grandes revelações. Há muito que pudemos seguir à risca”.
Anteriormente, Hissrichfalou sobre a saída de Cavill e garantiu que a despedida do astro será honrosa devido à sua contribuição até agora.
“Henry se entregou muito para a nossa série e, por isso, queremos honrá-lo adequadamente. E o mais interessante é que a 3ª temporada, para mim, é a coisa mais próxima que fizemos de uma adaptação individual dos livros.”
Ela continuou, destacando a saída do ator.
“A grande virada de Geralt é desistir da neutralidade e fazer tudo o que for necessário para chegar a Ciri. E, para mim, é a despedida mais heróica que poderíamos ter, mesmo que não tenha sido escrita para ser assim… Será uma boa lembrança da última aparição de Cavill como o Bruxo.”
Por fim, ela disse que a troca de atores também vai gerar uma nova abordagem para o personagem:
“Geralt terá uma nova missão em mente quando o encontrarmos na 4ª temporada. Ele será um Geralt um pouco diferente do que esperávamos. E não me refiro à aparência”, brincou ela.
Lembrando que Cavill será substituído por Liam Hemsworth.
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