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‘Velozes e Furiosos – Hobbs e Shaw 2’ vai acontecer?

Em entrevista ao Collider, o produtor Kelly McCormick falou sobre a sequência ‘Velozes e Furiosos – Hobbs e Shaw 2‘, revelando o projeto atualmente está em pausa, esperando a disponibilidade dos atores.

“Todos daquela franquia em particular estão muito ocupados. Quero dizer, quem é mais ocupado do que o Dwayne Johnson? E ele é fundamental para o projeto. Nós estamos apenas esperando, para ser honesto.”

Ele completa, “Ainda estamos esperando o momento certo… Estamos muito animados para continuar.”

Na história, o policial Luke Hobbs (Dwayne ‘The Rock’ Johnson) e o agente renegado Deckard Shaw (Jason Statham) precisam se unir à contragosto para uma missão: recuperar um vírus capaz de dizimar a humanidade, e derrotar o criminoso Brixton (Idris Elba), outro espião britânico que trocou de lado. O sujeito trabalha inclusive para uma organização nos moldes da SPECTRE – para quem é familiarizado com a mitologia de 007.

Velozes e Furiosos – Hobbs e Shaw 2‘ arrecadou ótimos US$ 760,7 milhões mundialmente.

‘Superman’ ganha cartaz retrô

‘Superman’, o filme que marca o início oficial do novo Universo DC (DCU), chega em breve aos cinemas, e a Warner acaba de divulgar um cartaz retrô do filme.

Confira:

‘Superman’ será lançado nos cinemas nacionais no dia 10 de julho.

Superman, o primeiro longa-metragem da DC Studios a chegar às telonas, deve estrear nos cinemas de todo o mundo neste verão, distribuído pela Warner Bros. Pictures. Em seu estilo característico, James Gunn assume a nova história do super-herói original, no recém-imaginado universo DC, com uma combinação singular de ação épica, humor e coração, um Superman movido pela compaixão e por uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

Crítica | Jogada de Mestre

Baseado no livro homônimo de Peter R. de Vries, Jogada de Mestre (Kidnapping Mr. Heineken) é baseado em fatos reais e conta com certos detalhes o seqüestro de um dos chefões da cervejaria Heineken, que aconteceu na década de 80, na Holanda. Para dirigir essa explosiva história, foi chamado o cineasta sueco Daniel Alfredson (A Rainha do Castelo de Ar e A Menina Que Brincava Com Fogo) e para interpretar o representante da família Heineken Anthony Hopkins. Por mais que seja um projeto corajoso e com pontos positivos, existe uma falha óbvia nas sustentações dos personagens, Sam Worthington (Avatar) compromete bastante a trama e tem uma atuação bem abaixo da média. Jim Sturgess não brilha como poderia e Hopkins fica meio esquecido, não podendo contribuir com sua força cênica.

Na trama, voltamos ao ano de 1983 na Holanda, onde o magnata holandês de cervejas Freddy Heineken (Anthony Hopkins) foi seqüestrado e ficou preso, junto de seu motorista, durante 3 semanas em um galpão.  Ambos só foram soltos depois do pagamento de 35 milhões de guilders holandeses (aproximadamente 21 milhões de dólares) aos criminosos, o valor mais alto da história pago por um sequestro. O bando de criminosos era comandando por Cor Van Hout (Jim Sturgess) um desiludido homem que a beira do desespero e com a esposa grávida resolve arquitetar este plano juntamente com outros quatro colegas.

O roteiro tem fundamental importância para a baixa harmonia que vemos entre história e personagens. Em seu primeiro arco, resolve modelar todo o pensamento e os porquês por trás do seqüestro, apresenta características familiares dos envolvidos e as possíveis conseqüências de seus atos. Quando acontece o roubo e no momento onde tínhamos que conhecer melhor o ponto de interseção das histórias, O Sr. Heineken,   o filme praticamente esquece de modelar quem é esse personagem e mostrar mais dos dias dele em cativeiro. O foco quase total nos seqüestrados resolveria a questão da interação com o público caso esses personagens conseguissem ser empáticos ou bem desenvolvidos pelos seus intérpretes, fatores que não acontecem. Todos no elenco tem atuações apenas regulares ou ruins.

Assim, Jogada de Mestre (Kidnapping Mr. Heineken), se caracteriza como mais um filme mais ou menos que tem pessoas famosas no elenco. Não deixará lembranças na memória cinéfila e ainda e somente cutucará a curiosidade sobre mais elementos dessa história, já que, Peter R. de Vries, revelou em uma entrevista que não foi à première do filme por ter desaprovado a versão final do filme, afirmando que o mesmo ficou muito diferente do que realmente aconteceu. Será que numa segunda versão, o resultado como filme seria melhor?

Gosta de CHORAR no filme e fingir que foi só um cisco no olho? Então segura essa lista!

Sabe aqueles corações durões que juram não chorar por nada, mas por dentro são uma manteiga derretida? Todo mundo já conheceu alguém assim. O cinema, com suas narrativas intensas e envolventes, tem o poder de tocar até quem parece ter o coração feito de pedra. Pensando nisso, reunimos abaixo uma lista especial com filmes que despertam emoções até nos mais resistentes:

 

Um Pai para Lilly

A vida da jovem Lily Trevino (Barbie Ferreira) não tá fácil, completamente esquecida pelo pai Robert (French Stewart), trabalha como cuidadora para se sustentar. Um dia, numa navegada pelo facebook acaba acidentalmente chegando até um homônimo de seu progenitor, um outro Bob Trevino (John Leguizamo), um homem casado e com uma perda recente irreparável. Logo uma linda amizade surge e juntos vão aprender um pouquinho sobre a arte do recomeçar.

 

Nas Profundezas do mar Sem Fim

Na trama, uma mãe e sua família são completamente afetados por uma tragédia: o desaparecimento de um filho. Anos mais tarde, depois de uma descoberta, precisarão enfrentar novamente esse trauma.

 

Pérola

Na trama, conhecemos Mauro, já adulto, que recebe uma notícia que o faz refletir sobre uma das pessoas mais importantes de sua vida, sua mãe, Pérola (Drica Moraes). Essa, uma mãe de família, esposa carinhosa, com dois filhos, moradora de Bauru, que tem uma personalidade forte mas nunca deixa de ser amável. Ao longo de alguns anos, onde, entre outras questões, vemos uma curiosa e demorada construção de uma piscina, vamos entendendo os grandes embates dessa família como tantas outras pelo Brasil, que brigam, fazem as pazes, buscam se entenderem nos conflitos mas nunca deixam de se amar.

 

Os Dois Hemisférios de Lucca

Desde o nascimento do filho Lucca, o casal Bárbara (Bárbara Mori) e Andrés (Juan Pablo Medina) enfrentam as probabilidades contra uma condição complicada provocada pela paralisia cerebral que atinge a criança. Quase sem esperanças de melhorias para o quadro do primeiro filho, com a epilepsia debilitando cada vez mais o estado de saúde, uma chance aparece do outro lado do planeta, na Índia, um tratamento inovador que pode mudar a vida deles para sempre. Lutando contra todo tipo de adversidade eles embarcam para o que pode ser o início de um passo importante.

 

O Campeão

Na trama, conhecemos Billy (Jon Voight), ex-boxeador, perto dos 40 anos, que despencou no auge da carreira, consumido pelos seus conflitos emocionais, dominado pelos vícios em jogos e bebida. Ele é pai do pequeno T.J (Ricky Schroder), um garoto super inteligente de oito anos que busca a atenção de seu pai e o ajuda em todos os momentos. Quando Annie (Faye Dunaway), a mãe do garoto, reaparece na vida dos dois, quase uma década sem entrar em contato, novos conflitos surgem em paralelo a uma nova oportunidade para Billy numa luta que poderá trazer seus dias de glórias de volta.

 

O Que Te Faz Mais Forte

Dirigido pelo ótimo cineasta norte americano David Gordon Green (Joe), o longa, baseado em fatos reais, mostra a reconstrução na vida de homem após uma tragédia que aterrorizou os Estados Unidos durante uma prova famosa de maratona em Boston.

 

Bunny Drop – Surpresas da Vida

Na trama, acompanhamos um jovem trabalhador de vinte e poucos anos, o Daikichi (Ken’ichi Matsuyama), que volta para casa após anos para o funeral de seu querido avô e descobre que o mesmo tinha uma filha pequena de cinco anos fora do casamento. Como toda sua família não quer cuidar da jovem, Daikichi assume essa responsabilidade e assim passará por situações e aprendizados que nunca esperava.

 

No Ritmo do Coração

Indicado para três Oscars em 2022, esse emocionante filme adapta toda a ternura e harmonia do seu original francês.  No Ritmo do Coração aborda temas importantes sobre família, inclusão social, desafios no trabalho, as escolhas da vida no choque entre sonhos e realidade.

 

Íntimo e Pessoal

Lançado em meados da década de 90, dirigido pelo cineasta Jon Avnet, esse drama protagonizado por Michelle Pfeiffer e Robert Redford conta a história de amor de uma jovem jornalista que ganha a chance de crescer na carreira em uma nova emissora e um experiente ex-correspondente da Casa Branca.

 

Professor Polvo

Tudo na vida tem começo, meio e fim. Um homem e seus conflitos em certa etapa da vida, consumido pelo stress de um cotidiano caótico em não encontrar um oásis dentro das obrigações que se amontoam em sua vida. Durante mais de 200 dias na África do Sul, resolve interagir todo esse tempo com um polvo e assim acaba embarcando em uma série de descobertas sobre como vive esse molusco de oito tentáculos e que possui uma série de ventanas. Uma narrativa detalhista, emocionante, que mexe com nossos campos reflexivos nos paralelos que encontramos entre as leis da vida de um polvo e nós que estamos fora da água.

10 Grandes Fracassos de Bilheteria que Completam 10 anos em 2021

Quando pensamos nos maiores fiascos da telona de dez anos atrás, ou seja, 2011, produções pouco apreciadas como Lanterna Verde, Sucker Punch, Motoqueiro Fantasma – Espírito de Vingança, Noite de Ano Novo, O Besouro Verde, Os Três Mosqueteiros, A Garota da Capa Vermelha e o remake de A Hora do Espanto (só para citar alguns) vem logo à mente.

No entanto, por mais que estes longas citados acima tenham sido fracasso de crítica e público, falhando em atingir seu suposto potencial, aqui na coluna Os Maiores Fracassos do Cinema temos uma abordagem diferente. Para todos os propósitos, nossa coluna concentra-se unicamente no que diz respeito à parte comercial das produções. Ou seja, quanto foi usado em seu orçamento e o quanto o filme de fato rendeu nas bilheterias em sua exibição no circuito. É desta forma que chegamos ao fundo da lista, aos verdadeiros flops do cinema. Sem mais delongas, confira abaixo a “lista do lixo”, os filmes que sequer conseguiram retornar o valor gasto para produzi-los. Vem conhecer.

Leia também: Os Maiores FRACASSOS de 2020 no Cinema – O Ano que Não Aconteceu

Conan – O Bárbaro

Hoje, Jason Momoa é um astro graças ao sucesso assombroso de Aquaman (2018) – que entrou para o seleto grupo dos filmes que ultrapassaram a barreira de US$1 bilhão em bilheteria. Tal prestígio o fez assinar com a Netflix para o thriller de ação Sweet Girl, que será lançado este ano. Voltando no tempo dez anos, Momoa já era um ator famoso devido ao papel de Khal Drogo no fenômeno Game of Thrones. Justamente por isso acharam que o ator cairia como uma luva na pele de outro bárbaro bem conhecido da cultura pop, Conan. Esta foi a tentativa de recomeçar as aventuras do personagem clássico dos quadrinhos, imortalizado por Arnold Schwarzenegger na década de 1980. No entanto, com um orçamento de US$90 milhões, o reboot arrecadou míseros US$21 milhões nas bilheterias americanas, e um total de US$63 milhões ao redor do mundo. Agora, o veterano Arnold planeja ele mesmo protagonizar um terceiro filme, com Conan velho.

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A Coisa

O Enigma de Outro Mundo (1982), de John Carpenter, não só é um dos filmes de terror/ficção científica mais cultuados da história do cinema, como também a prova do argumento de que refilmagens podem ser melhores que seus originais – já que se trata de uma reimaginação do clássico O Monstro do Ártico (1951). Por anos, produtores tentaram sem sucesso colocar as mãos nesse material para lá de suculento. Ideias para uma continuação terminaram morrendo n’água, e a solução foi por uma pré-sequência – o que poderia ter rendido algo interessante. Porém, o que os realizadores fazem aqui é justamente o que Carpenter evitou em sua obra-prima: repetir o antecessor. Mary Elizabeth Winstead (a Caçadora de Aves de Rapina) deu vida à protagonista durona – que é o Kurt Russell da vez – neste longa que emula os temas sem a mesma criatividade. A Coisa custou US$38 milhões e fez apenas US$16 milhões nos EUA, somando no mundo US$31 milhões e ficando abaixo de seu valor de produção.

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Sua Alteza?

Talvez muitos sequer lembrem ou talvez nem conheçam essa comédia medieval escrachada e maconheira. De fato, seu fracasso a fez ser lançada diretamente em vídeo no Brasil. Mas a produção tem seu prestígio e conta com nomes como o da estrela Natalie Portman protagonizando – e no mesmo ano de sua vitória no Oscar por Cisne Negro. Na direção, o reinventado David Gordon Green, que hoje é sinônimo de sucesso no terror por causa de Halloween (2018) – esse ano sai a continuação Halloween Kills. Mas há dez anos, o cineasta não vivia sua melhor fase, já que Sua Alteza? custou à Universal US$49 milhões e viu de retorno nos EUA somente US$21 milhões. Pelo mundo a coisa não melhorou muito e o filme terminou sua carreira com US$28 milhões.

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Diário de um Jornalista Bêbado

O relacionamento de Johnny Depp e Amber Heard foi um verdadeiro trem desgovernado – um dos momentos mais tristes e feios envolvendo astros de Hollywood. E podemos citar este filme como marco zero desse “apocalipse”. Foi aqui que o casal se conheceu e contracenou pela primeira vez. O sucesso cult Medo e Delírio (1998) trazia Depp personificando o amigo e ídolo Hunter S. Thompson, um jornalista pra lá de entorpecido. Assim, treze anos depois, Depp e os produtores acharam que seria uma boa ideia um novo filme onde o ator viveria Thompson, porém, muito mais novo em início de carreira. Um dos problemas: Depp já tinha quase 50 anos. O filme custou US$45 milhões e rendeu US$13 milhões nos EUA. Pelo mundo, chegou até a marca de US$30 milhões, mas não conseguiu se pagar. Os atores deveriam ter visto o episódio como premonitório.

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A Casa dos Sonhos

Sim, temos filmes de terror na lista. Ou quem sabe uma tentativa de terror. É difícil tirar alguma coesão ou sentido da obra, nesta trama que tenta emular sem sucesso a fórmula de Amityville e de casas mal assombradas. Todos, inclusive os protagonistas, brincam que a única coisa boa a se tirar do longa foi o relacionamento da vida real, que dura desde a produção da obra, entre os atores Daniel Craig e Rachel Weisz. A indicada ao Oscar Naomi Watts completa o trio principal. Definitivamente 007 já viu dias “mais ensolarados”. A Casa dos Sonhos custou para a Warner a “bagatela” de US$50 milhões e rendeu nos EUA US$21 milhões. Ao redor do mundo, não conseguiu equivaler o valor de produção com US$39 milhões.

A Inquilina

Seguimos pelo terreno dos filmes assustadores com este thriller mequetrefe. Uma das maiores incógnitas de Hollywood e do cinema em geral é a carreira da estrela Hilary Swank – que deveria ser caso de estudo para eruditos. Quando não está ganhando Oscar – e a atriz já tem dois (ambos como intérprete principal num intervalo de cinco anos) -, está encabeçando verdadeiras bombas homéricas. Para ela, parece não haver meio termo. Aqui, ela vive uma jovem médica, virando objeto de obsessão de seu problemático senhorio. A “grande sacada” do título original The Resident, está na ambiguidade entre uma residente de medicina e a de um apartamento novo. Toque de “jênio”. A Inquilina custou US$20 milhões (do qual uma boa parcela teve ter ido parar no bolso de Swank) e viu retorno de apenas US$6,7 milhões mundiais.

Margaret

Chegando na lista, um verdadeiro drama cult. Ao contrário dos demais itens até o momento, Margaret tem prestígio e elogio da crítica. Protagonizado por Anna Paquin, o longa conta ainda com as presenças de gente como Matt Damon e Mark Ruffalo no elenco. Na trama, após um acidente de ônibus, a vida de todos os envolvidos passa por um turbilhão – Paquin vive a testemunha do ocorrido. A produção do filme foi uma das mais conturbadas de anos recentes. Sabe o caso de Chatô (2105), de Guilherme Fontes, aqui no Brasil? Pois bem, Margaret é o Chatô americano. O longa era planejado para o lançamento em 2007, mas viu uma epopeia que o adiou ao ponto de quase ser engavetado definitivamente. Até mesmo Martin Scorsese teve envolvimento na edição para que o filme pudesse ser lançado. Com um orçamento de US$14 milhões, Margaret fez apenas US$46 mil nos cinemas dos EUA, e US$564 mil mundiais, resultando assim num dos maiores fracassos financeiros da história do cinema. Felizmente, o diretor Kenneth Lonergan se recuperaria e lançaria o Oscarizado Manchester à Beira-Mar (2016).

O Dilema

O diretor Ron Howard tem produções prestigiadas e que chegaram até o Oscar em seu currículo, vide Apollo 13 (1995) e Uma Mente Brilhante (2001), e até mesmo obras divertidas dos anos 80 – como Cocoon (1985) e Willow (1988). Mas é seguro dizer que o talentoso artista não se encontra na melhor das fases, com os resultados recentes de seus dois últimos filmes: Han Solo (2018) e Era uma Vez um Sonho (2020), da Netflix. Aqui, ao voltamos dez anos no passado, percebemos que Howard já cambaleava pela década anterior também, e um dos exemplos é esta comédia dramática capenga, que nem chegou a ser lançada nos cinemas daqui. Veja só esta premissa pífia: Vince Vaughn e Kevin James são melhores amigos. O primeiro descobre que a mulher do amigo (Winona Ryder) está tendo um caso. O tal dilema do título é: se ele conta ou não conta. Dá para acreditar? Jennifer Connelly e Channing Tatum completam o elenco principal. O Dilema custou US$70 milhões aos cofres da Universal, e rendeu apenas US$48 milhões nos EUA, e US$69 milhões pelo mundo – nem ao menos igualando o valor de sua produção.

Redenção

O escocês Gerard Butler teve a oportunidade de se tornar um astro do time A em Hollywood com 300 (2006), mas após uma série de escolhas em projetos duvidosos, sua carreira ficou relegada ao time B. Ele é um ator confiável para determinados tipos de filmes – geralmente thriller de ação B – daqueles que assistimos sem prestar muita atenção no SuperCine. É justamente onde se enquadra este Machine Gun Preacher (no original), biografia até interessante de Sam Childers, motoqueiro durão e ex-traficante que descobriu Deus e se tornou pregador. Sua nova missão envolve o salvamento de crianças sudanesas transformadas em soldados. O filme tem um bom diretor (Marc Forster) e bom elenco (Michael Shannon e Michelle Monaghan), mas por alguma razão falhou em atrair os espectadores. Com um orçamento de US$30 milhões, Redenção fez apenas US$538 mil nos EUA, e US$3,3 milhões no mundo – entrando para a seleta lista dos fracassos mais retumbantes de todos os tempos.

Reféns

O saudoso diretor Joel Schumacher, infelizmente, será sempre lembrado pelo grande público por sua visão, digamos, controversa do ícone Batman na cultura pop (Batman Eternamente e Batman & Robin). Mas Schumacher é muito mais do que isso, e possui filmes muito adorados em seu currículo. É dele por exemplo a assinatura em obras como Os Garotos Perdidos, Um Dia de Fúria, Tempo de Matar, O Cliente, O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas, 8mm, Por um Fio e Linha Mortal, por exemplo. Porém, talvez pior (ou tão ruim quanto) que suas citadas incursões pelo universo do Homem Morcego seja este pseudo thriller que, infelizmente, encerrou sua carreira como a última produção para o cinema lançada por ele (os últimos trabalhos foram a direção em episódios da série House of Cards). Do lado positivo, o cineasta tinha Nicole Kidman a seu dispor. Do lado negativo, Nicolas Cage já em decadência. A dupla vive marido e mulher, sendo sequestrado em casa. O verdadeiro terror, no entanto, é imposto a nós, espectadores, que precisamos experimentar o filme. Reféns custou US$35 milhões, mas fez irrisórios US$24 mil nos EUA – um dos maiores fiascos na terra do Tio Sam. No mundo, o filme se saiu um pouco melhor, mas não muito, com US$10 milhões em bilheteria.

‘Tomb Raider – A Origem’: Alicia Vikander conta como se preparou para o filme

Em uma entrevista ao site Entertainment Tonight Canada, Alicia Vikander revelou ter se dado conta de que, para se tornar uma personagem crível no reboot de ‘Tomb Raider‘, precisaria fazer diversos treinos e mudanças em seu corpo.

“[para que um] filme de ação e aventura seja mais realista e enérgico, você precisa acreditar no fato de que ela pode fazer essas coisas. Fiquei inspirada na indústria cinematográfica, vendo algumas incríveis mulheres e o que eles podem fazer e pensei: ‘Eu preciso ser assim, eu preciso ter esse tipo de força.’”

A atriz também revelou algumas das mudanças corporais: “Eu ganhei uns 5 kg de músculos”, e completa falando sobre o seu treinamento. “Fiz escalada, MMA, boxe, nado e ciclismo. Foram vários elementos distintos.”

Vikander já se adiantou para esclarecer possíveis comparações da crítica especializada de sua personagem com a personagem vivida por Angelina Jolie nos filmes de 2001 e 2003. A atriz disse ao Games Radar:

“Nunca poderia me comparar com ela. Ela tornou a personagem icônica, porque ela mesma é um ícone! Essa é uma versão diferente da personagem. Não estamos tentando copiar nem reinventar o que ela fez. É outra história, outra Lara. Definitivamente outra origem”.

Analistas de bilheterias indicam que ‘Tomb Raider: A Origem’ será um fracasso 

Vale lembrar que Tomb RaiderA Origem‘ estreia em 16 de março de 2018.

No filme, Lara Croft estabelece em sua primeira expedição para terminar a pesquisa arqueológica do seu pai e descobrir segredos antigos, a fim de limpar seu nome desonrado. A tragédia começa quando sua aventura se transforma em uma luta pela sobrevivência.

Alicia Vikander vive a personagem título. Dominic West (The Affair) vive Richard Croft e Walton Goggins (Os Oito Odiados) interpreta o vilão.  Daniel Wu e Hannah John-Kamen também estão no elenco.

‘Nightflyers’: Série de terror do criador de ‘Game of Thrones’ ganha novos teasers sinistros

O canal Syfy divulgou dois novos teasers sinistros da série de terror ‘Nightflyers‘, baseada no livro de George R.R. Martin, autor de ‘Game Of Thrones‘.

Confira:

A série será lançada nos EUA no dia 2 de dezembro de 2018. No Brasil, será distribuída pela Netflix, mas a data ainda não foi divulgada.

A série foi criada por Jeff Buhler, roteirista do remake de ‘Cemitério Maldito‘ e do reboot de ‘O Grito‘.

“Em quem confiar quando a humanidade está em perigo? Uma história de George R. R. Martin, Nightflyers é um thriller psicológico ambientado no espaço profundo, às vésperas da destruição da Terra. Uma tripulação de exploradores viaja na nave mais avançada da galáxia, a Nightflyer, e trabalha para interceptar um misterioso veículo alienígena que pode conter a chave para a sobrevivência do planeta. Conforme a tripulação se aproxima de seu destino, descobre que forças misteriosas e até mesmo suas próprias mentes estão trabalhando contra eles.”

O elenco conta com Gretchen Mol, Eoin Macken, David Ajala, Sam Strike, Maya EsheAngus Sampson, Brían F. O’ByrneJodie Turner-Smith.

‘King’s Man: A Origem’: Pré-sequência de ‘Kingsman’ ganha trailer épico; Assista!

A 20th Century Fox acabou de liberar o primeiro trailer de ‘The King’s Man‘, a pré-sequência da franquia ‘Kigsman’.

Quando os criminosos mais cruéis da história se reúnem para tramar uma guerra para roubar milhões, um homem deve correr contra o tempo para detê-los. Descubra as raízes da primeira agência de inteligência independente em ‘King’s Man: A Origem‘.

Assista:

O elenco também inclui Ralph Fiennes, Liam Neeson Aaron Taylor-Johnson, Harris Dickinson, Gemma Arterton, Rhys Ifans, Matthew Goode e Stanley Tucci. 

Dirigido por Matthew Vaughn, ‘The King’s Man’ tem previsão de estreia para 14 de fevereiro de 2020 nos EUA.

 

‘Apocalipse V’: Série de vampiros com Ian Somerhalder é CANCELADA pela Netflix

De acordo com o THR, a Netflix cancelou oficialmente a série de vampiros ‘Apocalipse V‘ (V-Wars), estrelada por Ian Somerhalder (‘The Vampire Diaries‘), depois de apenas uma temporada.

Infelizmente, a série não teve um final planejado, deixando diversas pontas soltas.

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William Laurin e Glenn Davis serão os showrunners da série, que é baseada no livro homônimo de Jonathan Maberry.

Dr. Luther Swann entra em um mundo de horror incalculável quando uma misteriosa doença transforma seu melhor amigo, Michael Fayne, em um predador assassino que se alimenta de outros seres humanos. À medida que a doença se espalha e mais pessoas são transformadas, a sociedade se fragmenta em campos opostos que colocam pessoas normais contra o crescente número desses “vampiros”. Swann corre contra o tempo para entender o que está acontecendo, enquanto Fayne se torna o poderoso líder oculto dos vampiros.

O elenco conta com Ian Somerhalder, Laura VandervoortKyle BreitkopfKimberly-Sue Murray, Peter Outerbridge e Adrian Holmes.

Clive Barker irá recuperar os direitos de ‘Hellraiser’ nos EUA

De acordo com o THR, Clive Barker está muito próximo de recuperar os direitos de seu livro ‘Hellraiser – Renascido do Inferno‘, podendo controlar as futuras adaptações da história.

O autor abriu um processo legal para recuperar os direitos com base na lei dos direitos autorias do país, a Copyright Act of 1976. Segundo a lei, autores podem recuperar os direitos de seus trabalhos após um determinado período (geralmente 35 anos) ao mandar uma notificação em um prazo de cinco anos.

Na segunda-feira (30), o advogado de Barker preencheu a papelada na corte federal da Califórnia, confirmando o acordo com a Park Avenue Entertainment, a produtora que atualmente detêm os direitos da história.

Barker irá recuperar os direitos no dia 19 de dezembro de 2021, incluindo sua história original e o roteiro do filme de 1987. Qualquer coisa apresentada posteriormente na franquia não fará parte do acordo.

Vale lembrar que o Clive Barker será o produtor executivo da série ‘Hellraiser‘, baseada na franquia que ele mesmo criou, que está sendo desenvolvida pela HBO.

Esse será o seu primeiro envolvimento na franquia desde ‘Hellraiser IV – Herança Maldita‘, lançado em 1996.

“Estou muito animado em ver a mitologia da franquia ganhar uma nova vida,” afirmou Barker em uma declaração. “Está na hora das histórias voltarem às origens. Estou ansioso para trazer para o público o elemento mais antigo do terror: o mal que invade nossas vidas e como nós precisamos ter forças para resisti-lo.”

David Gordon Green, do reboot de ‘Halloween‘, será responsável pela direção do piloto e diversos outros episódios da primeira temporada.

A série está sendo escrita por Mark Verheiden (‘Demolidor’) e Michael Dougherty (‘Contos do Dia das Bruxas’).

A produção não será um reboot ou uma sequência da franquia original, mas sim uma expansão da mitologia original, inspirada pelo livro de Clive Barker, ‘The Hellbound Heart‘.

Rumores apontam que o Pinhead será um dos personagens principais da série.

Vale lembrar que David Bruckner (‘O Ritual‘) foi contratado para dirigir um reboot para os cinemas, que será roteirizado pela dupla Ben Collins e Luke Piotrowski.

O filme original, lançado em 1987 e dirigido por Clive Barker, girava em torno de uma esposa infiel encontra o zumbi de seu amante morto, que está sendo perseguido por demônios depois que ele escapou de seu inferno sado-masoquista.

Ao total, a franquia original teve 10 filmes, mas apenas os quatro primeiros foram lançados nos cinemas.

‘Epic’: Série dos criadores de ‘Once Upon a Time’ é rejeitada pela ABC

De acordo com o TVLine, ABC não aprovou o piloto de ‘Epic‘, nova série dos criadores de ‘Once Upon a Time‘, e decidiu não dar continuidade à produção.

A série era descrita como uma antologia romântica “que iria reinventar os contos de fadas para uma nova geração”.

A trama se passaria no universo de contos de fadas da Disney, mas, ao contrário de ‘Once Upon a Time‘, que explorou personagens clássicos como Branca de Neve e a Rainha Má, ‘Epic‘ focaria em personagens originais que iriam reinventar os clássicos do gênero.

O elenco contaria com Sarah Hyland (‘Modern Family’), Toby Sebastian (‘Game of Thrones’), Brittany O’Grady (‘Star’) e Eleanor Fanyinka (‘The Sandman’).

O roteiro seria escrito por Brigitte Hales, que também serviria como produtora executiva ao lado dos criadores de ‘Once Upon a Time‘, Adam Horowitz e Eddie Kitsis.

A produção não seria ambientada no mesmo universo que ‘Once Upon a Time‘.

‘Halloween Ends’: Ator revela que o Final da trilogia será SURPREENDENTE

Em entrevista ao ComicBook, Nick Castle, que interpretou o Michael Myers no filme original (e retornou para algumas participações na nova trilogia), revelou que o desfecho da sequência ‘Halloween Ends‘ irá SURPREENDER o público.

“Meu amigo James Jude Courtney interpretou o Michael Myers em 99% da trilogia, e acredito que ele está fazendo um ótimo trabalho. Eu acabei de vê-lo na sala de edição, onde eles estão analisando o primeiro corte de ‘Halloween Ends’ com [o diretor] David Gordon Green.

Ele completa, “Parece que vai ser muito bom. Eu faço uma pequena participação especial nessa sequência. Nós definitivamente teremos uma conclusão para a trilogia do David Gordon Green. Acredito que haverá mais filmes da franquia no futuro por causa do sucesso dessa saga, mas Green terá um desfecho muito surpreendente para os espectadores. Acredito que é algo que ninguém conseguiria adivinhar, considerando como a trama se desenvolve.”

Vale lembrar que o próximo filme será ambientado QUATRO anos após os eventos de ‘Halloween Kills‘.

David Gordon Green dirige e Jamie Lee Curtis estrela o fim da trilogia.

Halloween Ends‘ estreia em 14 de outubro de 2022.

‘Fuga de Nova York’: John Carpenter tem resposta HILÁRIA sobre o reboot dos diretores de ‘Pânico’

Em entrevista ao Variety, o diretor John Carpenter (‘O Enigma de Outro Mundo’) foi perguntado sobre o reboot de ‘Fuga de Nova York‘, que será comandado por Tyler Gillett e Matt Bettinelli-Olpin – diretores de ‘Pânico 5 e 6‘.

Sem papas na língua, o cineasta foi direto em sua resposta, mas a entrevista sofreu uma inesperada e hilária reviravolta com uma revelação de sua esposa.

“Ninguém me contou nada sobre isso. A minha carreira em Hollywood é assim: ninguém me conta nada. Eles nunca me contam essas coisas. Eles já escalaram o elenco? A última coisa que eu ouvi é que eles queriam transformar o [personagem] Snake em uma mulher, mas não soube nada sobre essa nova versão do projeto. Ninguém me quer por perto. Eles não me contam nada para me manter no escuro. É mais seguro para eles.”

Após ouvir os comentários do marido durante a entrevista, a esposa Sandy King Carpenter esclareceu a situação ao cineasta, que completou: “Aparentemente, nós recebemos um email [sobre o reboot]. Minha esposa me disse que nós recebemos um email.”

Anteriormente, os diretores Tyler Gillett e Matt Bettinelli-Olpin revelaram que o novo ‘Fuga da Nova York‘ não será um remake do filme original.

“Não é um remake. Essa é uma daquelas franquias em que você não pode fazer um remake. É meio intocável para nós. É importante e nós adoramos, assim como Pânico. Acho que será uma continuação do que amamos nesses personagens e nesse mundo”, falou Gillett.

O filme de 1981 traz o ator Kurt Russel como o icônico Snake Plissken, um rude e duro cara de um olho só condenado em um mundo futurista (1997) que recebe uma oferta de redenção: resgatar o presidente, cujo avião sofreu um acidente em Nova York, que se tornou uma prisão de segurança máxima. Caso ele fracasse, uma bomba presa em seu corpo o detonará.

Renaissance: A Film By Beyoncé

 

Elenco:

Beyoncé

 

Direção: Beyoncé, James B. Merryman, Mark Ritchie

Gênero: Show

Duração: 160 min.

Distribuidora: Trafalgar

Orçamento: US$ 20 milhões

Estreia: 21 de Dezembro de 2023

Sinopse: 

A produção acompanhará a jornada da RENAISSANCE WORLD TOUR – uma turnê mundial de concertos que bateu o recorde e se estendeu por 56 shows, 39 cidades e 12 países –, desde o seu início, passando pelo show de abertura em Estocolmo, na Suécia, até a grande final em Kansas City, Missouri.

Curiosidades: 

» A Renaissance World Tour é a segunda maior tour da história para uma performer feminina, atrás apenas de The Eras Tour‘, da Taylor Swift;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Moana’ embarca em nova aventura no trailer inédito da SEQUÊNCIA; Confira!

Durante o painel na D23, a Disney divulgou o novo trailer da sequência ‘Moana 2‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 28 de novembro.

moana 2 posterrr

 

“Moana 2 reúne Moana e Maui três anos depois para uma nova viagem expansiva ao lado de uma tripulação de marinheiros improváveis. Depois de receber uma ligação inesperado de seus ancestrais, Moana deve viajar para os mares distantes da Oceania e em águas perigosas há muito tempo perdidas para uma aventura diferente de tudo que ela já enfrentou.”

Auli’i CravalhoDwayne Johnson retornam como Moana e Maui.

O filme é dirigido por Dave Derrick Jr. com músicas de Abigail Barlow, Emily Bear, Opetaia Foa’i e Mark Mancina.

Sucesso de crítica e público, ‘Moana – Um Mar de Aventuras’ arrecadou US$ 643 milhões pelo mundo.

Primeiro episódio de ‘Comando das Criaturas’ está disponível no YouTube; Assista!

O Max compartilhou o primeiro episódio completo da série animada ‘Comando das Criaturas‘ no YouTube.

A produção faz parte de Deuses e Monstros, o primeiro capítulo da nova safra de produções da DC Studios.

A trama segue uma equipe secreta, formada por criaturas monstruosas e super-humanos, que é recrutada por Amanda Waller para realizar missões perigosas demais para os humanos.

Confira na íntegra e siga o CinePOP no YouTube:

Os sete episódios do seriado foram escritos por Gunn, que também serve como produtor executivo do projeto.

O elenco inclui Frank Grillo como Rick Flag Sr., Maria Bakalova como Princesa Ilana Rostovic, Indira Varma como A Noiva, Zoe Chao como Nina Mazursky, Alan Tudyk como Dr. Phosphorus e David Harbour como Eric Frankenstein. Sean Gunn também emprestará sua voz a G.I. Robot, enquanto Steve Agee reprisa o papel de John Economos, que ele interpretou em ‘Esquadrão Suicida’ e ‘Pacificador’.

Espermagedom

(Spermageddon)

 

Elenco:

Nasrin Khusrawi
Christian Fredrik Mikkelsen
Aksel Hennie

 

Direção: Rasmus A. Sivertsen, Tommy Wirkola

Gênero: Animação

Duração: 80 min.

Distribuidora: Clube Filmes

Estreia: 13 de Agosto de 2026

Sinopse: 

Em ESPERMAGEDOM, enquanto dois adolescentes tímidos, Jens e Lisa, estão tendo sua primeira experiência sexual, Simon, o espermatozoide, parte com seus companheiros em direção ao grande objetivo: alcançar o óvulo.

Curiosidades: 

» Além de codirigir, Tommy Wirkola também assina o roteiro ao lado de Geir Vegar Hoel e Jesper Sundnes;

» Wirkola citou ‘South Park‘ e ‘Festa da Salsicha‘ como inspirações para este filme;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘A Ghost Story’: Rooney Mara é assombrada pelo marido em primeiro trailer do terror

O primeiro trailer do terror ‘A Ghost Story’ foi divulgado pela produtora A24. Nele, a atriz Rooney Mara é assombrada pelo fantasma de seu marido, interpretado pelo recém vencedor do Oscar de Melhor Ator, Casey Affleck.

Confira:

Dirigido e escrito por David Lowery, ‘A Ghost Story’ traz a história de M e C, um casal cuja vida é completamente transformada pela trágica morte do esposo. No entanto, ele volta na forma de um clássico fantasma – com lençóis brancos – para tentar consolar sua esposa. Flutuando pela vida de forma passiva, ele acaba vendo sua esposa seguir em frente, à medida que seu espírito embarca em uma jornada cósmica pela memória e história, confrontando as maiores questões sobre a vida.

A Ghost Story’ estreia em sete de julho nos Estados Unidos e ainda não há previsão de lançamento para o Brasil.

‘Star Wars’: New York Times lança livro com toda a cobertura jornalística da saga

A saga ‘Star Wars’ ganhou um livro que traz toda a cobertura jornalística do jornal The New York Times desde o lançamento de ‘Uma Nova Esperança’.

O material traz matérias, ilustrações e outros conteúdos vinculados à franquia, que já passaram pelas páginas do veículo.

Desenvolvido pelo aclamado jornal, o livro se chama ‘In a Galaxy Far, Far Away’ e um dos exemplares foi presenteado a Steve Sansweet, que produziu um vídeo mostrando todo o material.

Confira:

Leia a nossa Crítica em Vídeo | Star Wars: Os Últimos Jedi – Comentamos o filme mais aguardado de 2017

Corre ver a matéria especial do Jânio Nazareth, Repórter Hollywood, sobre a première do filme:

UAU! ‘Vingadores 4’: Fã-trailer INCRÍVEL baseado na suposta descrição que vazou

Um habilidoso fã se inspirou na suposta descrição oficial do primeiro trailer de ‘Vingadores 4‘ e decidiu produzir um material, que traz – no formato de animação em 3D – todas as características que estão circulando na internet há pouco mais de um mês.

Confira o INCRÍVEL resultado:

 

 Recentemente, vazou a suposta descrição completa do trailer:

“A prévia começa com a câmera focando na Manopla do Infinito destruída em um planeta desconhecido. Enquanto a câmera foca na manopla, você ouve a voz de Tony Stark: ‘Nós estamos destinados a perder’. Uma música épica começa a tocar e mostra o avião dos Vingadores pousando em Wakanda. Steve Rogers diz: ‘Nós viemos tão longe’. Tony e Nebula saem de perto do jato enquanto o restante dos Vingadores aparecem. Steve parece confiante e chama Tony, que aparece aparentemente derrotado, balança a cabeça e dá um sorriso de volta. O logotipo da Marvel aparece.

Temos uma vista da Batalha de Nova York, de Vingadores de 2012. Loki aparece ao topo da Torre Stark. Há um flash de uma luz azul quando a câmera para. Depois nós vemos o trono de Wakanda com M’Baku no comando. Ele está cercado por sua nova guarda real. Shuri e Bruce Banner são vistos trabalhando em um novo projeto no laboratório. Viúva Negra está na casa do Gavião Arqueiro, que foi vista em Vingadores: Era de Ultron. Basicamente tudo está fora do lugar e destruído. Uma cena mostra Thanos com uma grande espada entrando em Nova York. A próxima cena é uma figura de capuz com os olhos brilhando, segurando um arco e flecha antes de atirar para câmera, o Ronin, alter-ego do Gavião Arqueiro.

Scott Lang aparece sem uniforme, correndo em meia a uma explosão em um estacionamento. No espaço, vemos Thor e a guerreira Valquíria em uma nave Kree no espaço. Thor diz: “Se essa história é verdadeira, você é a esperança do universo. Se é que isso ainda existe”. A próxima cena corta para um Tony já velho, caminhando pelo novo quartel general dos Vingadores. Ele está vestido e carregando uma mala laranja. Banner aparece correndo de algo, assustado. A próxima cena é o Homem-Formiga chegando a um lugar desolado. Nós vemos do ponto de vista do seu capacete. Ele olha para os dois lados e diz: ‘O que é…?’

No planeta Vormir e nas estrelas. Depois, Rocket e Nebula modificam alguma arma no laboratório. Rocket diz, ‘Quando podemos experimentar esse cara durão?’. Os dois mostram um sorriso largo. Nós temos o primeiro visual do Homem de Ferro em seu traje vermelho e dourado de nanotecnologia. A próxima cena é no Japão. Viúva Negra, Capitão América e Máquina de Combate estão cercados pela Yakuza – máfia japonesa. Gavião Arqueiro, como Ronin, aparece ao lado deles. Há uma intensa troca entre Viúva Negra e o Ronin, já no Sanctum, onde Wong está tentando contato com o Doutor Estranho. (Corta para o escuro) Homem de Ferro grisalho e o Homem-Formiga estão em uma Nova York pós-apocalipse. A tela começa a mostrar diversas cenas de viagem no tempo.

Nós vemos a Capitã Marvel voando com os seus punhos pegando fogo e os olhos brilhando. Thanos está na Joia da Alma com a pequena Gamora, com Loki e Thor gritando e brigando um com o outro. (Corta para Tony e Scott) Tony abre a maleta laranja, enquanto o Homem-Formiga o dá um bracelete dourado. Tony pede: ‘Como isso é possível?’ (Homem de Ferro e Homem-Formiga são vistos viajando pelo Reino Quântico. Tony e Scott estão de volta na batalha de 2012). A última cena antes do título ser revelado é a Joia do Infinito desaparecendo da manopla de Thanos. Ele percebe e veste a sua armadura. Thanos mostra uma cara de preocupação. O título é revelado: ‘Avengers: Annihilation‘ (Vingadores: Aniquilação)”

Como nada foi confirmado, devemos tratar essa descrição como um rumor, que deve ser confirmar (ou não) ainda esse ano.

E vale lembrar que o primeiro trailer de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, exibido na Comic-Con, nunca foi divulgado oficialmente online.

Vingadores 4‘ chega aos cinemas em 27 de Abril de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

Primeiras Impressões | O Mandaloriano: Uma aventura Star Wars com um pé na saga original

Popularização ou banalização, chame como quiser. Independente da terminologia, é inerente o impacto sócio cultural que a já amada franquia Star Wars alcançou desde seu retorno às telonas com novos episódios e spin-offs, iniciados com O Despertar da Força (2015). Desde então, a peculiar e vanguardista saga criada por George Lucas e certa vez compartilhada por ele em seu círculo íntimo de Movie Brats (composto por Steven Spielberg, Martin Scorsese, Francis Ford Coppola e Brian De Palma) ganhou proporções bíblicas, chegando aos mais diversos formatos midiáticos, graças à tecnologia. E agora, Jon Favreau assume o controle da propriedade intelectual do veterano cineasta, dando sequência em seu legado original com O Mandaloriano, uma aventura Star Wars cravada no futuro do streaming Disney+, mas que mantém um pézinho em seu saudoso passado.

Essencialmente, a primeira série live-action original de Star Wars é como todo fã da marca gostaria que fosse: redundantemente bem Star Wars. Das transições de cenas, aos cortes secos, o que torna a franquia um deleite à sua maneira é justamente sua habilidade de ser irreverente e fantabulosa na construção de seus personagens, à medida que também é prática e quase sem estética em sua tecnicidade no estilo de filmagem. Eu disse quase. Justamente porque é essa simplicidade e peculiaridade nascida no Episódio IV que torna a saga uma experiência única e de fato totalmente autêntica em seu formato de gravação. Original desde o princípio, o universo de George Lucas possui seus maneirismos, do desenrolar do roteiro à mesa de edição, e Favreau soube captar isso, respeitando o que faz de Star Wars o clássico imortal que é, conforme ainda entrega sua própria porção desse expansivo mundo.

O Mandaloriano logo de cara nos apresenta ao universo de caçadores de recompensa, mas mantém seus mistérios quanto à dialética e sistemática desse submundo. Aqui, rapidamente encontramos o familiar rosto de Lando Calrissian (Carl Weathers), como uma forma acalentadora de recepcionar os fãs mais antigos que buscam easter-eggs e outras referências diretas à trilogia que deu início a tudo. E a série criada e roteirizada por Favreau se atentou justamente a isso, dispondo elementos identificáveis para o público mais atento, como um Boba Fett deslocado em segundo plano, além de pequenos elementos que compõem o universo expansivo de Star Wars. Isso ajuda a tornar a experiência ainda mais rica, permitindo que o envolvimento com a narrativa seja quase instantâneo, de tão bem apresentado que é.

E em seu primeiro episódio a série caminha com solidez, captura a atenção por suas rápidas e bem arquitetadas cenas introdutórias de luta e faz disso seu engate para mostrar a que veio. Caminhando com naturalidade, como se fôssemos convidados para testemunhar uma narrativa há muito tempo em andamento, a produção da Lucasfilm atira primeiro, para explicar depois, gerando um fascínio inaugural em primeira instância. Curiosos, ficamos atentos a fim de saber para onde seremos levados pelos próximos capítulos. Ainda mantendo muito sigilo sobre qual é a genuína aventura de O Mandaloriano, a série também é bem dirigida, produzida e enaltece o realismo amado de Star Wars em sets bem construídos e arquitetados, que garantem a sensação de que tudo fora planejado de maneira espaçosa. Sua estética ainda conta com um excepcional trabalho de maquiagem e um design de produção rico e palpável.

Com efeitos visuais práticos que garantem a mesma qualidade fílmica dos longas de altíssimos orçamentos da franquia, a série não perde em nada em se tratando de sua qualidade, sabe dosar o seu ritmo para construir um clímax que valha a atenção no primeiro capítulo e se encerra de maneira surpreendente, revelando um easter-egg genial e que certifica uma real conexão com os filmes originais. Mas ainda como uma grande incógnita na mente da audiência, o enigmático final do episódio de abertura de O Mandaloriano nos lembra que nessa mesma fonte onde algumas das mais fascinantes histórias de Star Wars nasceram, há sempre um frescor novo para saciar os fãs mais apaixonados.

‘WandaVision’: 1º episódio foi gravado totalmente em preto e branco e com a presença de plateia

A plataforma Disney+ caprichou na produção de ‘WandaVision‘ e para garantir que as gravações da série proporcionassem uma experiência imersiva para todos os envolvidos no projeto, o episódio inaugural foi gravado de uma forma bem especial.

Além de ter sido filmado todo em preto e branco, o primeiro capítulo de ‘WandaVision‘ ainda foi feito diante de uma plateia, que assinou um rígido acordo de sigilo. 

Os membros da equipe trabalharam no set de gravações trajando figurinos dos anos 50 e usaram lentes e iluminação de época para capturar aquele brilho vintage de sonho.

Além disso, a equipe de efeitos especiais empregou fios e truques de câmera direto das clássicas séries ‘A Feiticeira‘ e ‘Jeannie é um Gênio‘, fazendo com que garrafas de vinho parecessem derramar por conta própria e eletrodomésticos girassem como mágica.

E quando o tom da pele do herói Visão não contrastava corretamente na câmera, os maquiadores ainda pintavam o astro Paul Bettany de azul, para equalizar as tonalidades no resultado final.

Confira as novas imagens da produção:

Apesar do Disney+ não ter confirmado oficialmente a data de estreia de ‘WandaVision‘, o streaming tinha prometido que a série chegaria em Dezembro no catálogo dos EUA.

No Brasil e resto da América Latina, porém, a série deve chegar apenas em Janeiro de 2021.

A informação foi revelada no Twitter, por um usuário do streaming na Costa Rica que entrou em contato com o suporte para perguntar sobre os conteúdos que serão adicionados.

Apesar de não ter uma confirmação oficial, o contato do Disney+ afirmou que a série deve estrear na América Latina apenas em Janeiro de 2021.

Confira: 

¡INFORMACÃO DISNEY+ AMÉRICA LATINA!
Comuniquei-me com o serviço ao cliente da Disney+ sobre o conteúdo e o serviço para o cliente:

– Teremos as 31 temporadas de Os Simpsons em 17 de novembro.
– WandaVision estreia em JANEIRO
– Teremos Avatar e A Noviça Rebelbe

WandaVision’ mistura o clássico estilo das sitcoms com o Universo Cinemático Marvel. Na série, Wanda Maximoff e Visão – dois seres super-poderosos vivendo seu sonho suburbano – começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

A série é dirigida por Matt Shankman (‘Game of Thrones’) e tem no elenco Elizabeth OlsenPaul Bettany e Teyonah Parris.

Confira o trailer nas versões legendada e dublada:

Crítica | 7 Prisioneiros – Filme da Netflix com Rodrigo Santoro é um poderoso thriller sobre escravidão nos dias de hoje

Uma realidade tantas vezes narrada em noticiários, a situação análoga à escravidão segue como sendo uma mancha viva e dolorosa na história contemporânea do Brasil. Mas em um país em que marcas de luxo como Le Lis Blanc fabricam suas peças por meio de trabalho escravo e vendem seus artigos por mais de mil reais – ajudando a sustentar um sistema corrupto, nunca falamos tão pouco sobre o assunto. Mas o cineasta Alexandre Moratto e a roteirista Thayná Mantesso abre essa caixa de pandora e entrega um thriller dramático fictício que estampa em si a dolorosa história de tantos homens e mulheres. Um brilhante original Netflix, 7 Prisioneiros é a memória viva de um país que ainda não foi liberto de seus fantasmas do passado.

A trama – inspirada em relatos reais de sobreviventes – se inicia como um sonho conhecido: O desejo de migrar do interior para a capital, em busca de dignidade para a família. Um grupo de jovens rapazes é convencido a mudar para São Paulo, sob a promessa de trabalhar em um ferro-velho e mudar a história de suas vidas. Mas em meio a um cenário insalubre, eles verão o desejo de um futuro promissor ser reduzido a uma vida de escravidão, miséria e sofrimento. E entre muros altos que abafam gritos de socorro, esses homens se tornam o reflexo de uma parcela generosa de pessoas que simplesmente desaparecem e são condenadas a uma espiral de abusos dos mais diversos.

E 7 Prisioneiros talvez seja um dos filmes mais dolorosos de se assistir. Honesto e cru, Moratto não suaviza sua narrativa e usa o entretenimento como uma forma poderosa de denunciar uma série de crimes que muitas das autoridades fazem vista grossa. Impactante e sensível, o drama mostra como o meio é capaz de extirpar a dignidade de um homem que só sonha em oferecer o melhor para a sua família. E apresentando personagens que se moldam como as diversas faces da escravidão contemporânea, o diretor entrega para a audiência uma análise crítica e quase documental sobre essa fatia da nossa história que nos enche de vergonha – mas que também é tão pouco combatida.

E com um roteiro brilhante que sabe elevar as tensões, à medida em que explora a complexidade dos seus personagens e o quão tênue é a linha entre vítima e cúmplice, o thriller nos presenteia com uma seleção impecável de atuações, lideradas por Christian Malheiros e Rodrigo Santoro. De corpo esguio e sempre com um certo aspecto de sujeira, este último é a voz do esquema corrupto, o elo de ligação entre as vítimas e os chefões que se beneficiam da indignidade e fragilidade alheia. Com uma performance que nos causa repulsa e constante indignação, ele entrega um de seus melhores trabalhos e fortalece sua versatilidade em cena, fazendo do filme uma experiência ainda mais palpável e dilacerante. Já Malheiros é a personificação do “fruto de seu meio”, um rapaz confuso e em constante conflito com seus princípios, que literalmente se vê entre a cruz e a espada.

Inquietante e angustiante, o thriller é uma experiência sinestésica que deixa um gosto amargo e provoca uma sofrida ansiedade na audiência. Sempre nos levando aos limites da injustiça, caminhamos quase duas horas de filme com expectativas de um final cinematográfico, piegas e leve. Mas 7 Prisioneiros chega aqui com a proposta ousada e conflitante de nos levar aos extremos de seus próprios personagens, nos embarcando em um drama que nos faz sangrar tamanha sua dor.

E com uma direção impecável que explora sempre as sombras e a expressividade de seus protagonistas, o novo original da Netflix é como um necessário soco na boca do estômago. que nos deixa à deriva entre pensamentos e reflexões profundas sobre um Brasil que sabemos que existe, mas que tantas vezes fazemos vista grossa também.

Uma das séries MAIS ASSISTIDAS da história da Netflix é ESNOBADA do Emmy Awards

Embora tenha se tornado a terceira série mais assistida da história da Netflix, ‘Round 6‘ foi absolutamente esnobada do Emmy Awards 2025.

Encerrando sua jornada nas telinhas sem a chance de disputar uma vez mais pelo Oscar da televisão, o ciclo de encerramento ficou de fora até mesmo da categoria de Melhor Série de Drama.

Vale lembrar que a temporada inaugural conquistou 14 indicações na edição de 2022, vencendo em seis categorias, incluindo Melhor Ator em Série de Drama (para Lee Jung-jae) e Melhor Direção em Série de Drama (para Hwang Dong‑hyuk).

O fenômeno sul-coreano acumulou 60,1 milhões de visualizações apenas nos três primeiros dias — o maior número já registrado para uma série nesse período na plataforma.

Nas duas semanas seguintes, a produção somou mais 46,3 milhões de visualizações, totalizando impressionantes 106,3 milhões de views. Com isso, ‘Round 6‘ tornou-se a terceira série mais assistida da história da Netflix em um intervalo de 14 dias.

Outro feito inédito: ‘Round 6‘ é a terceira série a ocupar as três primeiras posições no ranking global de produções da Netflix numa mesma semana — um feito até então conquistado apenas por ‘Stranger Things‘ e ‘La Casa de Papel‘.

A segunda temporada acumulou 4,9 milhões de visualizações, ficando em segundo lugar no top 10 de séries não faladas em inglês da semana, enquanto a primeira temporada — que já ficou no top 10 por mais de 30 semanas — adicionou mais 3,8 milhões de visualizações.

No cinema, o destaque da semana ficou com ‘The Old Guard 2‘, que estreou no topo da lista de filmes em inglês com 37,5 milhões de visualizações. O primeiro filme da franquia, estrelado por Charlize Theron e baseado nas HQs de Greg Rucka, também reapareceu entre os mais assistidos, somando mais 3,2 milhões de views e permanecendo no top 10 com 9,5 milhões no acumulado semanal.

Com esses números, ‘Round 6‘ mostra que o seu jogo distópico ainda está longe de acabar — pelo menos quando se trata de conquistar recordes.

Recentemente, a Netflix divulgou um vídeo inédito nos levando aos bastidores do ciclo de encerramento.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Após uma rebelião fracassada, Gi-hun é forçado a fazer escolhas importantes diante de um desespero avassalador, enquanto ele e os jogadores sobreviventes precisam participar de jogos cada vez mais mortais que testam a determinação de todos. A cada rodada, suas escolhas levam a consequências cada vez mais graves.

A série foi criada por Hwang Dong-hyuk.

O elenco conta com Lee Jung-jae, Lee Byung-hun, Wi Ha-jun e Gong Yoo.

Round 6 temporada 3, estreia Netflix 2025, pôr do sol.

 

‘Deadpool 2’: Ryan Reynolds faz convite hilário para fã do filme

Ryan Reynolds é mesmo o rei das piadas no twitter! Dessa vez, o ator convidou, de forma sensacional, um fã para a première de ‘Deadpool 2’. O jovem James fez um vídeo hilário falando sobre o filme após tomar anestesia por arrancar os quatro dentes do siso:

“Anos atrás, os meus ‘testículos do juízo’ foram removidos. Sei o quão doloroso isso pode ser. Considere isso o seu convite oficial para a sequência de Deadpool, James. Vejo você e um convidado em maio”

O editor-chefe Renato Marafon fez uma tatuagem do Deadpool durante a CCXP. Confira:

Encontramos VÁRIAS REFERÊNCIAS no teaser-trailer de ‘Deadpool 2’

Deadpool 2‘ foi reescrito por Drew Goddard (‘O Segredo da Cabana’, ‘Perdido em Marte’) e  Ryan Reynolds.

Josh Brolin interpreta o Cable.

O diretor por trás de ‘Deadpool 2’ é David Leitch, escolhido em uma lista que contou com nomes de Rupert Sanders, Drew Goddard e Magnus Martens. O mais recente trabalho de Leitch foi o sucesso de bilheteria ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar’.

A sinopse releva a trama hilária: Depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.

Cena pós-créditos de ‘Logan’ pode ser um teaser de ‘Deadpool 2’ 

Deadpool 2’ chega aos cinemas nacionais dia 31 de Maio de 2018, um dia antes da estreia nos EUA.

‘Legalmente Loira’: Reese Witherspoon confirma retorno para o terceiro filme

Os fãs da comédia ‘Legalmente Loira’ já podem comemorar! Segundo o Deadline, a MGM fechou um contrato para produzir o terceiro filme, que está planejado para lançar já em 2019.

Após alguns rumores de que Reese Witherspoon retornaria para reprisar seu papel, a própria atriz confirmou em um vídeo no Instagram, onde apenas escreveu “É verdade”, com a hashtag ‘Legalmente Loira 3’.

It’s true… #LegallyBlonde3

Uma publicação compartilhada por Reese Witherspoon (@reesewitherspoon) em

A produção deve começar já nos próximos meses e contará com o retorno das roteiristas Kirsten Smith e Karen McCullah e o produtor Marc Platt.

Vale lembrar que ‘Legalmente Loira‘ gerou dois longas: o primeiro em 2001 e o segundo em 2003.

Também é importante ressaltar que a franquia pertence a MGM, que ainda anda muito mal das pernas por conta da quase falência em meados de 2010.

As estreias de setembro do Amazon Prime Video | 2ª temporada de The Boys, Bob Esponja e muito mais!

Setembro já está chegando, assim como as novidades no catálogo do Amazon Prime Video. Após um mês de agosto diferente do que costumávamos ver, com poucas adições de peso, a plataforma compensou trazendo grandes sucessos das telonas, das tvs e conteúdos originais, como a aguardadíssima segunda temporada de The Boys. Confira!

01 de setembro

Gauguin – Viagem ao Taiti

Lançado em 2017, este drama biográfico conta a história do artista Paul Gauguin (Vincent Cassel), que, em 1891, deixa a Europa rumo ao Taiti. Cansado das regras morais e sociais de seu continente, ele parte rumo à polinésia para tentar se reencontrar com a natureza e com a vontade de produzir. Porém, ele acaba tendo de lidar com a tristeza e a doença. Esse filme é um drama interessante e pesado, que aposta na estética e na atuação magistral de Cassel para fugir do clichê das biografias. Dando bastante ênfase aos sentimentos e à cólera do artista, o longa não o romantiza, mas também não o vilaniza. É um grande filme.


O Escorpião Rei 5: O Livro das Almas

Estrelado por Zach McGowan, o quinto filme do Escorpião Rei o coloca junto à irmã do Rei Nubian em uma busca pelo Livro das Almas, uma relíquia que será muito útil na luta contra o senhor da guerra: Nesberek.


4 de setembro

The Boys (Temporada 2)

Ainda mais intensa e insana, na segunda temporada os The Boys encontram-se foragidos da justiça, procurados pelos Super, e tentando, desesperadamente, reagrupar e lutar contra Vought. Escondidos, Hughie (Jack Quaid), Mother’s Milk (Laz Alonso), Frenchie (Tomer Capon) e Kimiko (Karen Fukuhara) tentam se ajustar a uma nova realidade, com Billy Butcher (Karl Urban) desaparecido. Ao mesmo tempo, Starlight (Erin Moriarty) procura encontrar seu lugar no grupo The Seven, enquanto Homelander (Antony Starr) se concentra para assumir o controle total. Seu poder está ameaçado com a chegada de Stormfront (Aya Cash), uma nova Super especialista em mídia social, que tem planos próprios. Além disso, a ameaça do Supervilão toma o centro das atenções e faz barulho enquanto Vought tenta monetizar em cima da paranoia da nação. Como disse Karen Fukuhara na coletiva de imprensa do Amazon Prime Video, em dezembro de 2019: “Vocês podem esperar uma temporada com muito, muito sangue”.

8 de setembro

Halloween (2018)

Após um atraso no lançamento, o 11º filme da franquia Halloween chega em setembro no Prime Video. Contando com o retorno de Laurie Strode (Jamie Lee Curtis), o filme traz o terrível Michael Myers retornando para acabar com sua vítima original. No entanto, o psicopata vai se meter com a filha e a neta de Laurie. Seria este o último Halloween da família Strode?

13 de setembro

Johnny English 3.0

O Agente Secreto mais atrapalhado do cinema está de volta para ajudar a Inteligência Britânica a solucionar um caso, após um hacker revelar a identidade de todos os espiões do quadro. Para isso, Johnny English (Rowan Atkinson) deixará a vida de professor e saíram em missão para resolver o problema à moda antiga.

15 de setembro

Grey’s Anatomy (Temporadas 1-16)

Ame ou odeie, Grey’s Anatomy é a série médica de maior duração da história da TV. E se você quiser começar a ver ou rever as desventuras de Meredith Grey (Ellen Pompeo) e a equipe de cirurgiões do Seattle Grace Hospital, basta conferir no Amazon Prime Video.

Bones (Temporadas 1-12)

Bones é uma das séries “forenses” de mais sucesso da TV. A trama acompanha a antropóloga forense Dr. Temperance “Bones” Brennan (Emily Deschanel – caso você não lembre, é a mesma atriz que não paga pelas pizzas de Peter Parker, em Homem-Aranha 2) tendo que aprender a trabalhar com o metido Seeley Booth (David Boreanaz), um competente agente especial do FBI,  para investigar assassinatos. Enquanto a trama se desenvolve, os dois vão se entendendo e vemos como esse relacionamento vai afetando o trabalho.

Fear The Walking Dead (Temporada 5)

Acompanhe o grupo de sobreviventes, liderados por Morgan Jones (Lennie James) e Alicia Clark (Alycia Debnam-Carey), na busca por sobreviventes e feridos que ainda possam ser ajudados. O problema é que eles vão descobrir do pior jeito que nem todo mundo aprecia essas ações e nem todo mundo pode ser salvo.


20 de setembro

American Horror Story 1984 (Temporada 9)

Sucesso de Ryan Murphy, American Horror Story 1984 traz Brooke Thompson (Emma Roberts) trabalhando com os amigos no acampamento Redwood, o lugar favorito dos jovens nas férias. Porém, as coisas saem de controle quando o serial killer Benjamin Richter aparece sedento por vingança.

Jogos Vorazes: A Esperança – O Final

O último capítulo da saga baseada nos livros de Suzanne Collins traz Katniss (Jennifer Lawrence) liderando a rebelião contra a Capital. Com todos os distritos unidos, começa o confronto final contra o presidente Snow (Donald Sutherland). No entanto, Katniss percebe que há algo de estranho nesse movimento e começa a armar um plano secreto paralelo à rebelião.

22 de setembro

O Mistério do Relógio na Parede

O jovem Lewis Barnavelt (Owen Vaccaro) perde seus pais e acaba indo morar com seu tio excêntrico, Jonathan Barnavelt (Jack Black). O relacionamento entre eles não é fácil, mas tudo muda quando o menino descobre que o tio e a vizinha, Sra. Zimmerman (Cate Blanchett) são feiticeiros.


25 de setembro

Fernando (Temporada 1)

A série documental original da Amazon mostra, em cinco episódios, a paixão do piloto espanhol Fernando Alonso por competir no mais alto nível e sua determinação absoluta para vencer. Registrando a jornada do automobilista no ano passado – desde sua participação nos circuitos mais importantes, como Indianapolis 500, Le Mans 24 horas, e culminando em sua primeira apresentação no Rally Dakar em janeiro -, Fernando oferece aos telespectadores acesso à vida pessoal do campeão mundial da Fórmula 1. A série também apresenta pessoas do círculo íntimo de Alonso, incluindo: seu empresário Luis García Abad, sua irmã Lorena Alonso, sua parceira Linda Morselli e seu colega Carlos Sainz, que ajudam a revelar o homem por trás do campeão.

Tell Me A Story (Temporadas 1-2)

Essa antologia traz uma versão sombrio dos contos de fadas. Saem de cena os clássicos infantis, como Os Três PorquinhosChapeuzinho Vermelho João e Maria, e entram histórias de amor, ganância, perda, vingança e assassinato. Uma grata surpresa da CBS, que agora estará disponível no Amazon Prime Video.

The Quarry

Este filme de 2020 mostra uma cidade desolada do Texas que recebe o misterioso reverendo David (Bruno Bichir) para assumir a igreja local. Mas, quando atos sinistros começam a acontecer na cidade, as autoridades precisam agir, e um policial (Michael Shannon) começa a suspeitar da identidade do padre.

27 de setembro

O Grinch

O Grinch está de volta, agora em uma belíssima animação 3D. Hater confesso das festas de fim de ano, a criatura do coração congelado segue com seus esforços para acabar com Natal dos cidadãos de Quemlândia. Seu plano é roubar das pessoas tudo que tenha ligação com a data, até que a pequena e fofa Cindy Lou resolve ficar amiga dele, mudando todas as suas perspectivas.

30 de setembro

Dora, a Aventureira (Temporada 2)

Dora e seu melhor amigo, o macaco Botas, te levam por incríveis aventuras enquanto resolvem mistérios, ajudam seus amigos da floresta e enfrentam dificuldades no caminho.

iCarly (Temporada 2)

Fenômeno da Nick, iCarly traz Carly e seus amigos na realização do primeiro canal de youtube que metade da geração dos anos 2000 teve contato na vida. Juntos, eles arrumam confusões, enquanto conciliam a vida pessoal com a do programa.

Patrulha Canina (Temporadas 2-3)

Liderada por um menino chamado Ryder, uma equipe de seis cães de resgate brincalhões usa seus talentos individuais para proteger a cidade litorânea de Adventure Bay. Os filhotes ocasionalmente são acompanhados por ajudantes mais novos: Cap’n Turbot, Robo-Dog, Everest e Tracker.

Bob Esponja Calça Quadrada (Temporada 2)

Vocês estão prontas, crianças? A esponja do mar, Bob Esponja, vive nas profundezas do oceano em uma cidade marinha chamada Fenda do Bikini e vive as mais loucas aventuras com seu melhor amigo, a estrela do mar rosa Patrick.

 

*As datas de lançamento estão sujeitas a alterações da Amazon

12 Filmes IMPERDÍVEIS na 44ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo

Começou esta semana a 44ª Mostra Internacional de São Paulo, o principal festival da sétima arte da capital paulista. Em formato híbrido – parte virtual, parte no drive in Belas Artes –, pela primeira vez em sua história os filmes poderão ser aproveitados simultaneamente por pessoas do mundo inteiro através da plataforma Mostra Play. Funciona assim: o cinéfilo entra na plataforma, escolhe os filmes que lhe interessa, compra seu ingresso (a R$6,00 cada); a maioria dos filmes (falta só uma meia dúzia) já está disponíveis na plataforma, o cinéfilo só precisa colocar os de seu interesse no seu carrinho; os longas ficam disponíveis para o espectador por um determinado período, podendo ser assistido algumas vezes dentro desse prazo.

Além da plataforma Mostra Play, o site o Itaú Cultural irá disponibilizar alguns filmes com exibição gratuita, que são eles: ‘Era o Hotel Cambridge’, ‘Mulher do Pai’, ‘Pitanga’, ‘Tudo é Projeto’ e ‘Tudo Que Aprendemos Juntos’. Além disso, também haverá algumas exibições de filmes nas plataformas Spcine Play e gratuitamente (com limite de duas mil visualizações por filme) no site do Sesc Digital.

Portanto, de 22 de outubro a 4 de novembro cinéfilos do mundo inteiro poderão conferir, na segurança de suas casas, o que há de novo na produção cinematográfica mundial, e, por isso, fizemos aqui um guia com doze títulos imperdíveis para assistir na 44ª Mostra Internacional de São Paulo.

12 – ‘Mães de Verdade’ (Japão, 2020).

Após um longo e malsucedido esforço para engravidar, e convencidos pelo discurso de uma associação de adoção, Satoko e o marido decidem adotar um menininho. Alguns anos depois, a paternidade do casal é abalada por uma garota desconhecida e ameaçadora, Hikari, que finge ser a mãe biológica da criança. Satoko, então, resolve confrontar Hikari diretamente.

11 – ‘Casa de Antiguidades’ (Brasil, 2020).

Único latino-americano na seleção de Cannes 2020, em ‘Casa de AntiguidadesAntonio Pitanga dá vida a Cristovam, um homem simples do interior, que precisa mudar de cidade em busca de melhores condições de vida e trabalho. Porém, ele se depara com uma realidade que desperta, dentro dele, algo que antes não estava escancarado, passando a sofrer com a solidão e o preconceito dos moradores locais.

10 – ‘Prazer, Camaradas!’ (Portugal, 2019).

Em 1975, depois da Revolução dos Cravos em Portugal, muitos estrangeiros e portugueses do norte vão para a região central do país para ajudar nas recém-formadas cooperativas. Mas suas visões progressistas sobre os costumes e a sexualidade logo se chocam com os comportamentos locais. O filme nasceu de um conjunto de relatos orais, textos literários e diários sobre essa experiência. Entre os portugueses das aldeias e os estrangeiros, chamados de turistas revolucionários, criaram-se tensões, mas também cumplicidade e, em alguns casos, amor.

9 – ‘Valentina’ (Brasil, 2020).

Valentina é uma jovem trans que se muda para o interior de Minas com a mãe, Márcia (Guta Stresser), em busca de um recomeço. Com receio de ser intimidada na nova escola, a garota quer mais privacidade e tenta se matricular com seu nome social. No entanto, a menina e a mãe passam a enfrentar dilemas quando a escola começa a exigir, de forma injusta, a assinatura do pai ausente (Rômulo Braga) para realizar a matrícula. Valentina é um retrato das dificuldades da vida real enfrentadas por uma jovem que busca abraçar quem ela é.

8 – ‘O Livro dos Prazeres’ (Brasil, 2020).

O Livro dos Prazeres’ acompanha Lóri (Simone Spoladore), uma professora que vive a monotonia de uma rotina de trabalho e relacionamentos furtivos até conhecer Ulisses (Javier Drolas), um professor de filosofia argentino, egocêntrico e provocador. É com ele que Lóri aprende a amar, enfrentando sua própria solidão. Uma jornada de investigação íntima, de cara a cara com a angústia e a dor, numa trajetória só possível pelo encontro, troca e aprendizado entre os dois. O filme é livremente baseado na obra da escritora Clarice Lispector, cujo centenário de nascimento é celebrado em dezembro próximo.

7 – ‘A Machine to Live in’ (Estados Unidos, 2020).

Construída ao longo de mil dias, a partir do projeto arquitetônico de Oscar Niemeyer, Brasília é uma utopia “cosmofuturista” típica dos anos 1960 que se torna realidade. Por meio de vários encontros, paisagens e textos (de escritores e escritoras como Clarice Lispector), ‘A Machine To Live In’ é um documentário com linguagem de ficção-científica sobre a gênese e os futuros potenciais do modernismo e da transcendência espiritual.

6 – ‘Curral’ (Brasil, 2020).

Chico Caixa (Thomas Aquino) é um homem humilde e ex-funcionário da distribuidora de água de Gravatá, em Pernambuco, local que sofre com a escassez hídrica. Ele é recrutado por um amigo de infância, o advogado Joel (Rodrigo García), que precisa conquistar votos de um bairro popular fundamental para conseguir se tornar vereador. Para se eleger, os dois usam o fornecimento de água como moeda de troca com a população, e Chico se vê confrontado entre suas necessidades financeiras e seus princípios.

5 – ‘Verlust’ (Brasil, 2020)

Isolada na praia, a poderosa empresária Frederica (Andrea Beltrão) prepara a festa de réveillon que todos esperam. Em meio à crise do casamento com o fotógrafo Constantin (Alfredo Castro), que afeta diretamente a filha adolescente (Fernanda Pavanelli), ela ainda tem que administrar a vida e a carreira da ícone pop Lenny (Marina Lima), que decidiu escrever uma obra misteriosa ao lado do escritor João Wommer (Ismael Caneppele). Quando uma criatura estranha surge do fundo do mar, a crise se instaura e Frederica terá que enfrentar seu maior medo: a perda.

4 – ‘Ana. Sem Título’ (Brasil, 2020).

Stela, uma jovem atriz brasileira, decide fazer um trabalho sobre as cartas trocadas entre artistas plásticas latino-americanas nos anos 1970 e 1980. Para tal, viaja para Cuba, México, Argentina e Chile à procura de trabalhos e de depoimentos sobre a realidade que elas viveram durante as ditaduras que a maior parte desses países enfrentaram na época.  Em meio à investigação, Stela descobre a existência de Ana, uma jovem brasileira que fez parte desse mundo, mas que havia desaparecido em 1968. Obcecada pela personagem, Stela resolve encontrá-la e descobrir o que aconteceu com ela.

3 – ‘Cozinhar, F*der, Matar’ (República Checa/Eslováquia, 2019).

Jaroslav é um belo, tímido e aparentemente bem-humorado filho, pai e marido e motorista de ambulância. Ele tem um relacionamento complexo com a esposa, Blanka, que usa os três filhos do casal como chantagem para conseguir o que quer. Jaroslav, por sua vez, esconde que tem ciúmes patológicos de Blanka e pavor de que ela o abandone com os três filhos. Várias versões sobre como Jaroslav tenta salvar seu casamento são engenhosamente contadas e desdobradas na narrativa, em que papéis e a dinâmica de poder são invertidos, sempre culminando em muito sangue e louças quebradas. Um drama absurdo que retrata a tortura violenta e o abuso sexual e doméstico, inspirado em pesquisa sobre a violência em penitenciárias masculinas e femininas conduzida pela diretora Mira Fornay.

2 – ‘9,75’ (Turquia, 2020).

Durante o serviço militar nos anos 1990, no sudeste da Turquia, Ahmet passa por uma experiência que irá persegui-lo pelo resto da vida: ele começa a sofrer ataques de estresse pós-traumático nos mais inesperados momentos, o que o leva ao alcoolismo. Em 2013, durante os dias caóticos dos protestos em Gezi Park, em Istambul, Ahmet descobre que tem um tumor no cérebro. Quando a linha entre a ficção e a realidade, o sonho e a verdade, começa a ficar embaçada, ele conhece o amor da sua vida, Serap, uma “miragem”, assim como o significado de seu nome. Mas o tempo está passando e seu doloroso passado pesa todos os dias, sufocando-o com a mesma pergunta: quem é a criança que brinca de esconde-esconde com ele?

1 – ‘Coronation’ (China, 2020).

Em 31 de dezembro de 2019, o primeiro caso do novo coronavírus foi confirmado em Wuhan. As autoridades chinesas negaram repetidamente que a transmissão de pessoa para pessoa fosse possível, ocultaram o número de pacientes diagnosticados e puniram a equipe médica por divulgar informações sobre a epidemia. Em 23 de janeiro de 2020, a cidade foi colocada sob lockdown e, logo, a Covid-19 tornou-se uma pandemia global. ‘Coronation’ examina o controle político do governo chinês do primeiro ao último dia do lockdown em Wuhan. O filme registra a resposta militarizada e brutalmente eficiente do governo para controlar o vírus, os amplos hospitais de campanha que foram erguidos em questão de dias, os 40 mil médicos e enfermeiros que foram trazidos de ônibus de toda a China, além dos moradores locais, que foram trancados em casa. Ai Weiwei dirigiu, produziu e completou a pós-produção do longa remotamente da Europa. As filmagens foram feitas por cidadãos comuns que moram em Wuhan.

‘Game of Thrones’: Atriz é atacada nas redes sociais após escrever sobre o Holocausto

Laura Pradelska, atriz da 2ª temporada de ‘Game of Thrones, que encarnou Quaithe, foi incessantemente atacada nas redes sociais após escrever uma homenagem ao avós que sobreviveram ao Holocausto, o genocídio de judeus na 2ª Guerra Mundial.

O evento conturbado fez com que Pradelska fechasse seu perfil para comentários de estranhos. Em entrevista à Emma Barnett, a atriz contou mais sobre o caso:

“Eu fechei o espaço de comentários porque simplesmente não aguentei. Sim, eu definitivamente sofri abusos. Com certeza. É muito estranho. Costumam vir de pessoas que se escondem por trás de algum nome estranho. As pessoas me atacam principalmente pelos posts com referência a Israel. Eu sou uma pessoa ativa e trabalho com organizações. Isso não quer dizer que eu necessariamente tenha uma opinião política e não estou preparada para discussões maiores.”

Na entrevista à BBC, a famosa contou que apenas oito de 120 familiares sobreviveram aos eventos da Segunda Guerra Mundial.

A atriz não retorna para a 8ª temporada da série que, recentemente, teve a duração dos episódios revelada.

De acordo com a revista francesa Premiere, os dois primeiros episódios da oitava e última temporada de Game of Thrones terão duração de 60 minutos. Já os quatro últimos (essa temporada terá apenas seis episódios) terão duração de 80 minutos cada.

As especulações estão de acordo com o chefe da HBO, Richard Piepler, que anteriormente já havia dito que muito possivelmente os episódios dessa temporada seriam maiores como de costume.

O último ciclo da série irá estrear no dia 14 de abril.

Confira o primeiro teaser oficial:

David Benioff e D. B. Weiss continuam como os showrunners da série, que tem no elenco nomes como Peter Dinklage, Nikolaj Coster-Waldau, Lena Headey, Emilia Clarke, Kit Harington, Liam Cunningham, Sophie Turner, Maisie Williams, Alfie Allen, Nathalie Emmanuel, Gwendoline Christie, John Bradley e Isaac Hempstead Wright.

A Representatividade LGBTQ+ no Cinema e na Televisão: Uma Breve História

28 de junho de 1969. Stonewall Inn, Nova York.

Já fazia sete anos desde que a homossexualidade havia sido “descriminalizada” – e coloque aspas nisso. Afinal, ainda que o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo não culminasse em prisões ou pena de morte, a comunidade LGBTQ+ ainda sofria diversos abusos e preconceitos por parte de uma “majoritária” parcela heterossexual e heteronormativa que os observava com descaso e nojo.

Não foi até a uma e vinte da manhã do dia em questão que o movimento queer tornou-se o que conhecemos hoje e mudou inclusive as relações entre esse grupo e como a mídia os representava. Afinal, a brutalidade policial no único e precário bar abertamente gay localizado numa escura viela do Greenwich Village foi a fatídica gota d’água para aqueles que desejam apenas viver – e, desde então, a luta por representatividade ganhou um escopo gigantesco.

Entretanto, é só agora que o cenário está começando a mudar – e passos bastante curtos, diga-se de passagem. Mesmo com a suposta aceitação por parte de Hollywood e dos outros grande monopólios do entretenimento, é inegável dizer que os LGBTQ+ foram a priori tratados como motivo de chacota, escapes cômicos ou se restringiam a personagens rasos ou estereotipados, transformando-se em personas reais há poucos anos.

Qual foi nossa surpresa quando ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’, um drama baseado em fatos reais que reuniu todas as minorias em uma mesma narrativa, levou para casa a estatueta de Melhor Filme na cerimônia do Oscar 2017, e acendeu uma fagulha de esperança. Porém, foram quase cinquenta anos desde a insurgência do movimento contemporâneo até que isso se tornasse verdade – e, apesar do aumento esporádico da diversidade, o buraco é muito mais embaixo do que parece.

1895-1989: O SÉCULO PERDIDO

O cinema surgiu no final do século XIX em duas partes do mundo: na França, com os Irmãos Lumière, e nos Estados Unidos, com Thomas Edison. Desde aquela época, representava-se personagens LGBTs – mas não pense que era da melhor forma possível.

Em ‘The Gay Brothers’ (1895), Edison criava uma curtíssima narrativa de dezoito segundos que simplesmente dançam ao som pós-introduzido de um violino e que servem mais como escape cômico do que qualquer outra coisa. Em 1923, Ralph Ceder dirigiria outra produção trazendo Stan Laurel como um gay afeminado cujo arco era marcado pela mais “pura” comédia. Sua construção era superficial por demais e restringia a presença queer apenas para tramas desse tipo.

As coisas mudariam consideravelmente algumas décadas mais tarde – para pior. Em 1967, o canal CBC abria seu primeiro segmento televisivo LGBT; mas para aqueles que pensam que o programa era apresentado por membros da comunidade, sinto lhes informar que as pautas funcionavam como compilados de estereótipos negativos do homem gay. Ou seja, além da manutenção de preceitos infundados e vistos como anormalidades, a mídia apagava por completo as lésbicas, os bissexuais e os transgêneros.

Nem tudo estaria condenado a mentiras e a preconceitos. A ABC, em clara resposta ao canal supracitado, criaria um dos primeiros shows de comédia com um personagem homossexual complexo encarnando o protagonista. ‘That Certain Summer’ (1972) trazia Hal Holbrook e Martin Sheen como um casal que procurava o melhor jeito de criar sua família e o resultado foi a transmissão da série pioneira que simpatizava com os LGBTs. O mesmo aconteceria com ‘The Jeffersons’ e ‘SOAP’ (1977), duas sitcoms que abriam espaço para o protagonismo gay.

Porém, as primeiras emissoras americanas ignoravam as mulheres lésbicas. ‘The Rejected’ (1961) e ‘The Homosexuals’ (1967), os primeiros documentários gays, excluíam-nas descaradamente, enquanto na mídia ficcional, eram retratadas como serial killers ou então as vítimas. Em 1974, a NBC estreou o episódio ‘Flowers of Evil’ da série documental ‘Police Woman’, em que os estereótipos lésbicos ganhavam uma dimensão assustadora ao trazer um trio de mulheres homossexuais (descritas, é época, como a Sapatão, a Vadia e a Femme Fatale) que roubavam e assassinavam os residentes de um asilo. A iteração, recheada de argumentos preconceituosos, foi recebida negativamente pela Associação Liberal Feminista Lésbica, que arquitetou um protesto na frente do quartel-general da emissora.

A partir da década de 1980, com a emergência da AIDS e sua errônea associação à comunidade queer, grande parte dos espectadores promoveram boicote aos filmes e às séries que trouxessem temática LGBT. A entidade responsável por esse embargo era a AFA (Associação da Família Americana), que argumentava que o “estilo de vida homossexual” era decadente. Dessa forma, a já mínima porcentagem representativa cairia drasticamente, mantendo-se dessa forma até o início do século XXI.

OS ANOS 1990: PERPETUANDO OS ESTEREÓTIPOS

Se a década de 1980 ficou conhecida por seu expressivo número de filmes de terror slasher, os próximos dez anos ganhariam fama pela quantidade inefável de comédias românticas ou rom-coms – e, procurando abrir espaço para uma questionável diversidade midiática, trouxe personagens LGBTQ+ dentro das devidas restrições e estereótipos.

‘As Patricinhas de Beverly Hills’ e ‘O Casamento do Meu Melhor Amigo’ são, sem dúvida, clássicos dessa época que até hoje inspiram algumas obras cinematográficas. E enquanto Alicia Silverstone e Julia Roberts se tornavam as queridinhas do público, os gays deveriam se contentar com papéis supérfluos e que falavam explicitamente sobre suas “condições”; porém, suas breves subtramas não poderiam trazer nada muito escandaloso – ou seja, beijos e sexo. Eles funcionavam, na verdade, como máquinas de frases prontas, dicas de moda e referências artísticas para enaltecer a protagonista ou deixá-la mais humana.

O exagero e a tragédia também eram muito comuns – ainda que não fossem encontrados apenas nas rom-coms. Tom Hanks até mesmo levou o Oscar por ‘Filadélfia’ ao interpretar um jovem lutando contra os efeitos da AIDS e, apesar de trazer um protagonismo relevante, ainda permaneceu numa infeliz zona de conforto. Robin Williams, por sua vez, deu vida ao estereótipo ambulante Armand Goldman em ‘A Gaiola das Loucas’ – cujo próprio título já nos dá uma ideia do que o filme se trata.

Com a expressiva presença da comunidade trans no âmbito mainstream com a notável ajuda de Madonna e sua apropriação do vogue – criado pelas mulheres transexuais do Harlem e do Brooklyn vinte anos antes -, tais figuras também apareceram em alguns longas-metragens. Entretanto, não do jeito que desejavam.

É ridículo pensar como essas mulheres eram tratadas. Insurgindo como artifícios para reafirmar a masculinidade do macho-alfa das obras fílmicas, as quase inexistentes personagens trans eram o terror dos homens héteros. Obras como ‘Traídos pelo Desejo’ ainda buscavam fugir das fórmulas, mas “comédias” de mal gosto como ‘Ace Ventura: Um Detetive Diferente’ caíam em gosto popular por trazerem cenas nas quais uma sala cheia de homens vomitavam ao descobrir que a antagonista era “um homem”. Mulheres transexuais eram frequentemente objetos de escárnio e repulsa, tratadas como criaturas aberrativas nada confiáveis. Até bem-intencionados como ‘To Wong Foo, Thanks for Everything! Julie Newmar’ zombavam dessas complicadas discussões sobre gênero.

De fato, era quase impossível encontrar produções em que LGBTQs se comportassem como qualquer outra pessoa, sendo tratados como alienígenas de outro mundo. Na época supracitada, havia, além dos convencionalismos mencionados, a lésbica rebelde e louca (‘Mulher Solteira Procura’, ‘Instinto Selvagem’), o gay psicótico (‘O Silêncio dos Inocentes’), e a lésbica que estava apenas esperando por Ben Affleck (‘Procura-se Amy’, um apagamento total da bissexualidade).

Caso fugissem dessas “regras”, as obras audiovisuais sofriam boicote generalizado. Foi o que aconteceu com a famosa apresentadora de talk show Ellen DeGeneres em 1997, quando se assumiu lésbica em sua sitcom homônima. Apesar do episódio em questão ter levado para casa um Emmy Award, o show foi cancelado uma temporada depois pelos baixos índices de audiência. Ela tentou retornar aos holofotes com ‘The Ellen Show’ em 2001, mas a CBS cancelou o programa após seu ano de estreia (pelos mesmos motivos).

Entretanto, algumas obras mostravam outros lados do cotidiano LGBTQ+ e davam espaço para a comunidade queer. O icônico documentário ‘Paris Is Burning’ abriu a década ao trazer sequências gravadas nos anos anteriores e colocar em cena drag queens das classes mais baixas de Nova York; o reality ‘The Real World’ transmitiu a primeira cerimônia matrimonial homossexual da televisão, além de trazer discussões sobre HIV e AIDS; ‘Roseanne’ quebrou recordes ao reunir mais de 30 milhões de telespectadores para presenciar o beijo lésbico entre Roseanne Barr e Mariel Hemingway; e até mesmo ‘Friends’ trouxe um casamento entre duas mulheres com a presença de Carol (Jane Sibbett) e Susan (Jessica Hecht), ainda que não selassem seus votos com o tradicional beijo.

‘Will & Grace’, sitcom da NBC indicada a mais de 80 prêmios, livrava-se de grande parte dos estereótipos quando trouxe dois homens gays como protagonistas – um deles trabalhando como advogado – e, nas palavras do vice-presidente da emissora Joseph R. Biden Jr., “fez mais para educar o público do que praticamente todo mundo havia feito até então”.

2000-2019: A VISIBILIDADE AUMENTA

Com a chegada dos anos 2000, a presença queer era bastante considerável na televisão e no cinema. A Showtime tornou-se pioneira ao inaugurar o primeiro drama de uma hora de duração com ‘Queer as Folk’, uma série com elenco majoritariamente homossexual (tanto com gays quanto com lésbicas). Anos depois, a emissora voltaria a fazer história com ‘The L Word’, cuja narrativa girava em torno de um grupo de amigas lésbicas e bissexuais – dando-lhes o espaço renegado nas décadas anteriores.

É claro que alguns programas ainda cediam a certos estereótipos. ‘Desperate Housewives’, da ABC, introduziu um personagem gay em suas primeiras temporadas com Andrew, filho de Bree. Aqui, o criador Marc Cherry fez grande questão em explorar temas familiares e que, eventualmente, culminavam em um final feliz no qual a conservadora mãe o aceitava de braços abertos. Entretanto, por outro lado, a série perpetuou estereótipos com o extremista casal formado por Bob e Lee, e a “ex-lésbica” Katherine Mayfair.

Entretanto, é inegável dizer que a comunidade começou a ganhar um delicioso protagonismo que não se exilava apenas em histórias água com açúcar, e sim que viajam entre diversas décadas como forma de reparação histórica. Apenas nos primeiros anos do novo milênio, longas como ‘O Segredo de Brokeback Mountain’, ‘De Irmão Pra Irmão’, ‘Hedwig – Rock, Amor e Traição’ e ‘Milk: A Voz da Igualdade’ mostravam vários outros gêneros que não a comédia romântica que tinham capacidade e habilidade para exaltar a diversidade de personalidades LGBTQ+.

Com o passar dos anos, o movimento queer aumentaria exponencialmente – e sua presença nas maiores indústrias fonográficas seguiria o mesmo padrão. Cate Blanchett e Rooney Mara viveriam um romance lésbico na década de 1950 com ‘Carol’; Colin Firth lidaria com sua sexualidade no drama ‘Direito de Amar’; ‘Com Amor Simon’ ganharia uma crível rom-com liderada por Nick Robinson; e até mesmo séries animadas se renderiam a essa tão necessária representatividade (como ‘Superdrags’ e ‘Steven Universo’).

Segundo a pesquisa promulgada pela organização GLAAD, 2018 seria o ano em que a televisão disponibilizaria a maior porcentagem de obras lideradas por personagens LGBTQ+. O número de bissexuais protagonistas aumentaria de 18% em 2017 para 33%; a gigante do streaming Netflix seria a principal plataforma com esse tipo de produções, incluindo shows de humor ácido como ‘BoJack Horseman’, a série não-ficcional ‘Queer Eye’ e a compra dos direitos do reality ‘RuPaul’s Drag Race’ para exibição internacional.

No cinema, as coisas não seriam muito parecidas. Pesquisas indicaram que, no ano passado, apenas 12,8% dos 109 maiores filmes incluiriam um personagem queer, contra 18,4% de 2017. E, mesmo assim, os papéis seriam insuficientes, ou seja, com breves menções – como a governante Georgina, de ‘Corra!’ e os dois supostos personagens gays de ‘Alien: Covenant’.

É necessário dizer que nem tudo são flores e que a LGBTfobia ainda permanece, mesmo de forma velada: os estereótipos de gênero se mantêm com expressiva voz como, por exemplo, a fetichização de personagens lésbicas com as últimas temporadas de ‘Friends’ e o aclamado ‘Azul É a Cor Mais Quente’ e a superestimação do corpo “perfeito” de diversas produções – como os coadjuvante queer de ‘American Gods’. A heteronormatividade também configurou-se como uma problemática social que continua a desmerecer principalmente gays afeminados, colocando-os em papéis secundários ou em pouquíssimas posições de destaque (uma das exceções, por exemplo, é ‘Sex Education’).

Mesmo com o aumento em questão, as esferas cinematográfica e televisiva insistem em cometer erros bastante condenáveis – e um deles é visto desde os primórdios da expansão do entretenimento: a falta de diversidade racial.

A QUESTÃO RACIAL

Os anos 1990 trouxeram um crescimento interessante, ainda que paradoxal, para personagens queer em produções mainstream. Apesar da representação de personagens de cor ter aumentado também, a maior parte dos protagonistas e até mesmo coadjuvantes sempre se restringiu a homens gays brancos.

As primeiras reportagens do GLAAD (mencionado acima) acerca da responsabilidade histórica dos estúdios, indicaram que, dos 101 grandes filmes lançados em 2012, apenas 14 traziam personagens LGBTs. Dentro deles, 31 se identificavam com algum gênero/orientação sexual que diferia dos heterossexuais e, entre eles, apenas quatro eram afrodescendentes. Em 2016, nove dos personagens queer eram negros.

Além disso, tais personas se mantinham presas a outros estereótipos: os gays negros eram normalmente representados como afeminados bastante agressivos – como Keith Charles na série ‘Six Feet Under’. Lafayette Reynolds, que apareceu em ‘True Blood’, tangenciava esses convencionalismos. Já as lésbicas negras eram associadas ao erotismo, ao exótico (as femmes) e as masculinizadas (as butches). No thriller ‘Até As Últimas Consequências’, a personagem Ursula (Samantha MacLachlan) é vista apenas como objeto sexual, enquanto Cleo (Queen Latifah) é enxergada como o “homem da relação” e extremamente violenta.

Em outra perspectiva, as mulheres transexuais são tipicamente encarnadas como pessoas passivas no meio de outras mulheres, incluindo lésbicas. No geral, são retratadas de modo artificial, desproporcional e alvos dos mais variados tipos de preconceito que renegam sua existência. A série ‘Orange Is the New Black’ utiliza tais temas para explorar os estereótipos como forma de conscientização – afinal, Sophia Burset (Laverne Cox) é uma detenta da penitenciária de Litchfield assediada o tempo todo por suas “colegas”. Como resultado, as representações em questão também auxiliam para perpetuar ideias infundadas de que os negros são pobres, agressivos e/ou usuários de drogas.

Não foi até os últimos anos da década de 2010 que o cenário realmente começou a mudar. Ryan Murphy fez história ao criar ‘Pose’, a obra audiovisual com maior elenco transgênero e negro da história e que tornou-se uma das séries mais aclamadas de todos os tempos ao retratar a vida da comunidade LGBTQ+ nas décadas de 1980 e 1990. O show, inclusive, foi responsável pelo aumento exponencial da porcentagem de pessoas de cor em grandes produções: 50% contra 49% brancos.

O auge da luta contra a disparidade racial viria, como mencionado no início dessa matéria, com ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’. A trama, ambientada em Liberty City, Miami, traria o jovem Chiron lidando com a descoberta de sua orientação sexual enquanto um rapaz pobre e negro num cenário caótico, no qual era obrigado a lidar com sua mãe viciada em drogas e os múltiplos preconceitos que sofreria até a vida adulta. O resultado foi um belíssimo e comovente coming-of-age vencedor de três estatuetas do Oscar – incluindo o prêmio de Melhor Filme.

‘Legends of Tomorrow’: Depois do trailer, confira o INCRÍVEL pôster da 5ª temporada!

Depois de seu primeiro trailer oficial, a 5ª temporada de ‘Legends of Tomorrow’ ganhou um incrível e nostálgico pôster.

Confira:

Leia a sinopse do próximo ciclo.

Sara (Caity Lotz), Ray (Brandon Routh) e Mick (Dominic Purcell) estão chocados ao descobrir que as Lendas se tornaram famosas. Parece que todos, exceto Sara, estão amando os holofotes – tanto que convidaram uma equipe para documentar sua investigação acerca de uma nova oscilação em sua linha temporal. As Lendas descobrem que o novo problema é ninguém menos que Rasputin, que escapou do Inferno e pode estar mais perigoso do que pensam. Enquanto isso, Constantine (Matt Ryan) acha que sabe da razão por trás dessas oscilações e diz para o time que não será fácil derrotá-lo.

Relembre a sinopse oficial:

Quando heróis sozinhos não são o suficiente… o mundo precisa de lendas. Já tendo visto o futuro, um deles irá desesperadamente tentar impedi-lo de acontecer. Rip Hunter (Arthur Darvill), o viajante do tempo, recebe a tarefa de reunir um disforme grupo de heróis e vilões para confrontar uma ameaça difícil de parar; uma que não ameaça somente a integridade do planeta, mas do próprio tempo como uma entidade. Será que este improvável time é capaz de combater uma ameaça imortal, diferente de tudo que eles conhecem?

O elenco conta com Caity Lotz, Brandon Routh, Maisie Richardson-Sellers, Tala Ashe, Jes Macallan, Courtney Ford, Amy Pemberton, Ramona Young, Nick Zano, Dominic PurcellTerry Chen.

‘V/H/S/’: 4º filme da franquia já está em desenvolvimento!

Segundo o The Hollywood Reporter, a famosa franquia de terror ‘V/H/S/’ vai ganhar mais uma sequência a ser produzida pela Radio Silence e por David Bruckner.

Com título ‘V/H/S/94’, os segmentos do longa-metragem serão dirigidos por Simon BarrettTimo TjahjantoChloe Okuno – com cineastas adicionais anunciados conforme o projeto ganha vida.

As informações também indicam que esta será a primeira iteração da saga a ser apresentada em uma única e fluida narrativa, com as histórias ligadas entre si. Para aqueles que não se recordam, as entradas anteriores funcionavam de modo antológico e eram ligados por uma narrativa externa.

Matt Bettinelli-OpinTyler GillettChad Villella (trio conhecido pelo divertido e arrepiante thriller ‘Casamento Sangrento’) serão os produtores.

Brad MiskaTom Owen, co-criadores dos filmes originais, retornam para o novo projeto. Detalhes sobre as tramas não foram revelados.

O primeiro longa-metragem foi lançado no Festival de Sundance em 2012 e seu sucesso gerou duas continuações: ‘V/H/S/ 2’‘V/H/S/: Viral’. A franquia também gerou um spin-off intitulado ‘Siren’, que recebeu críticas positivas, bem como uma minissérie lançada pelo aplicativo Snapchat.

‘Creepshow’: Marilyn Manson e Ali Larter entram para o elenco da 2ª temporada

O serviço de streaming Shudder revelou que a antologia de terror ‘Creepshow’ contratou uma série de novos nomes para integrar o elenco da 2ª temporada.

Através de um release de imprensa, Marilyn MansonAli LarterIman BensonRyan KwantenBarbara CramptonC. Thomas HowellDenise CrosbyBreckin MeyerTed RaimiKevin DillonEric Edelstein darão as caras nos novos episódios.

O grupo se junta aos previamente anunciados Keith David, Ashley Laurence, Josh McDermittAnna CampAdam Pally.

Sabe-se também que Joe Lynch (‘Floresta do Mal’) será diretor de um dos segmentos, enquanto Greg Nicotero fica a encargo dos quatro primeiros capítulos.

Devido a pandemia, a segunda temporada deve estrear apenas em 2021.

Vale lembrar que ‘Creepshow‘ já foi renovada para a 3ª temporada.