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‘True Detective’: 3ª temporada ganha várias novas imagens; Confira

A terceira temporada de ‘True Detective’ ganhou várias novas imagens, que trazem Mahershala Ali com um visual bem diferente.

Confira, com o primeiro trailer:

O elenco conta com a a atriz Deborah Ayorinde (‘Luke Cage‘) como Becca Hayes, filha distante do detetive aposentado Wayne Hayes.

Ray Fisher, o Ciborgue de ‘Liga da Justiça’ vive o filho de Mahershala Ali, chamado Wayne Hays. No entanto, há controvérsias quanto ao nome de seu personagem. Segundo o The Wrap, o rapaz de fato se chama Henry Hays, enquanto o IMD pontua que na verdade ele seria Freddy Burns.

Stephen Dorff (‘Blade – O Caçador de Vampiros’) viverá Roland West, detetive que tem sua vida pessoal e profissional afetada devido a um crime. Ele será o co-protagonista, ao lado de Mahershala Ali .

Ali vive como Wayne Hays, um policial do noroeste do Arkansas, responsável por investigar um crime macabro em Ozarks.

A terceira temporada apresenta a história de um crime macabro no âmago de Ozarks e um mistério que tem se aprofundado ao longo das décadas, se desmembrando em três períodos distintos.

O diretor de ‘Green Room’, Jeremy Saulnier irá dirigir a temporada ao lado do criador da série, Nic Pizzolatto. Os novos episódios estreiam em 2019 na HBO.

‘The Walking Dead’: Saída de Rick e Michonne não foi uma estratégia ‘promocional’, diz diretor

A saída dos atores Andrew Lincoln e Danai Gurira de ‘The Walking Dead‘ se tornou alguns dos assuntos mais comentados de toda a série, repercutindo publicamente de maneira bem intensa.

Mas segundo o diretor de conteúdo da série, Scott Gimple, a despedida dos personagens Rick Grimes e Michonne não teve o propósito de se tornar uma estratégia promocional.

Durante uma entrevista ao podcast do The Hollywood Reporter, ele comentou sobre o assunto:

“Bem, eu não acho que a conversa, necessariamente, impactou a narrativa, parcialmente porque nós trabalhamos muito à frente dos debates começarem. Além disso, você não consegue monitorar esse tipo de repercussão quando está tentando contar uma história. Mas por outro lado, é interessante o fato dessa saída ter se tornado uma parte tão grande das conversas sobre ‘The Walking Dead‘. Mas, obviamente, que isso nunca foi algo que teve o propósito de ser promocional”.

 

Lembrando que Rick Grimes também ganhará uma trilogia de filmes a partir de 2020.

Enquanto isso, vale lembrar que a 10ª temporada de ‘The Walking Dead‘ já está em exibição na AMC.

Assista ao trailer:

O elenco conta com Norman Reedus, Danai Gurira, Melissa McBride, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Jeffrey Dean Morgan, Khary Payton e Samantha Morton.

Confira as estreias da Netflix nesta semana!

O mês de outubro já está em sua segunda quinzena e as estreias continuam chegando à plataforma de streaming da Netflix. E ao longo dos próximos dias, os fãs poderão conferir a o lançamento de grandes títulos originais, além de produções bem conhecidas da audiência.

E para você não perder nada de novo que será adicionado à grade de programação, separamos a agenda semanal de estreias da gigante de streaming. Confira e programe-se!

19/10

Mistérios sem Solução: Volume 2 
Esta série icônica está de volta com casos reais de desaparecimentos, assassinatos chocantes e encontros paranormais.

20/10

The Flash: Temporada 6
Enquanto Barry e Iris enfrentam uma grande perda, todos precisam se preparar para uma possível Crise nas Infinitas Terras.

21/10

O próximo convidado dispensa apresentação com David Letterman:Temporada 3
A lenda da TV David Letterman se une a Dave Chappelle, Robert Downey Jr. e outros para mais uma temporada de entrevistas aprofundadas e passeios repletos de curiosidades.

Rebecca – A Mulher Inesquecível
Uma jovem recém-casada (Lily James) chega à imponente mansão do marido (Armie Hammer) no litoral inglês e enfrenta a sombra da primeira esposa, Rebecca, cujo legado permanece bem vivo depois da sua morte.

22/10

The Alienist: O Anjo das Trevas
Sara (Dakota Fanning) agora tem a sua própria agência de investigação e precisa encontrar a filha do cônsul-geral da Espanha, que foi sequestrada.

Eu, tu e ela: Temporada 5
Nesta temporada, Izzy volta a Portland e descobre que a vida continuou normalmente sem ela.

Kadaver
Após um desastre nuclear, uma família faminta é convidada para a encenação de uma peça em troca de comida. Mas eles logo percebem que algo está muito errado.

Parceiros da Saúde
Este documentário conta a história de dois médicos e uma ativista que abriram uma clínica no Haiti dos anos 1980 e viram que é preciso ir além da medicina para curar.

23/10

O Gambito da Rainha
Em um orfanato do Kentucky nos anos 1950, uma garota descobre um talento impressionante para o xadrez enquanto luta contra o vício e os problemas que acompanham a sua genialidade. Baseada no romance de Walter Tevis, a minissérie foi escrita e dirigida por Scott Frank, duas vezes indicado ao Oscar.

Move
Conheça os incríveis profissionais da dança que estão aperfeiçoando a arte do movimento em todo o mundo nesta série documental.

A Caminho da Lua
Fei Fei, uma garotinha apaixonada por ciência, constrói uma nave espacial e parte para a lua determinada a comprovar a existência de uma deusa lendária. Chegando lá, acaba assumindo uma missão e descobre uma região habitada por criaturas fantásticas. Dirigida por Glen Keane, um dos grandes nomes da animação mundial, esta divertida aventura musical revela o poder da imaginação e mostra a importância de seguir em frente diante do inesperado.

Bastardos Inglórios
Uma garota judia proprietária de um cinema na Paris ocupada é forçada a apresentar um filme nazista quando soldados americanos, chamados de “bastardos”, planejam um ataque. Dirigido por Quentin Tarantino, o filme traz no elenco grandes nomes como Brad Pitt, Christoph Waltz (vencedor do Oscar por este filme), Mélanie Laurent, Diane Kruger, Michael Fassbender, Daniel Brühl, entre outros.

Rocky um Lutador 
Sylvester Stallone ficou famoso como Rocky Balboa, um lutador desconhecido que é colocado para lutar contra o campeão mundial Apollo Creed como um golpe publicitário.

Rocky Balboa 
Em luto pela morte da esposa e com uma difícil relação com o filho, o aposentado Rocky Balboa busca um novo propósito na vida.

Rocky II, III, IV e V 
Esta sequência envolvente coloca o boxeador Rocky Balboa de volta ao ringue para uma revanche contra o atual campeão Apollo Creed. No filme III, depois de ser derrotado por um jovem e poderoso lutador, o humilde campeão Rocky Balboa recorre ao rival Apollo Creed para que o ajude a voltar à forma. Já no IV, Rocky Balboa entra na Guerra Fria, saindo da aposentadoria para enfrentar um lutador soviético que arrasou Apollo Creed. No quinto filme, por fim, Rocky, sem dinheiro e fora dos ringues, mas inspirado pela lembrança de seu treinador, reencontra a glória ao treinar e desafiar um lutador em franca ascensão.

Creed I e II: Nascido para Lutar 
Treinado pelo veterano Rocky Balboa, o filho de Apollo Creed arrisca tudo pela chance de ser campeão. Na sequência, o campeão dos pesos-pesados Adonis Creed luta para equilibrar as responsabilidades familiares com o desejo de enfrentar o filho do homem que matou seu pai.

25/10

Lego Ninjago: O Filme
Lloyd e seus amigos são ninjas secretos que usam robôs para proteger a cidade do malvado Lorde Garmadon.

 

‘Profecia do Inferno’: Aguardada série coreana da Netflix ganha data de estreia

A vindoura série coreana ‘Profecia do Inferno‘, ganhou data de estreia na Netflix. A produção chega à grade de programação do streaming no dia 19 de novembro.

Na trama, criaturas sobrenaturais mandam indivíduos para o inferno em condenações sangrentas e dão origem a um grupo religioso baseado no conceito de justiça divina.

Yeon Sang-ho, cineasta responsável por ‘Invasão Zumbi‘, assina a criação do projeto, ao lado de Choi Gyu-seok.

Os três primeiros episódios da série foram lançados no Festival de Toronto 2021.

Assista ao trailer:

‘Round 6’: Criador compara vilões da série a Elon Musk: “Eles tiram as máscaras e mostram que estão no controle”

Com o lançamento da terceira e última temporada de ‘Round 6‘ (Squid Game) na Netflix, o criador da série, Hwang Dong-hyuk, voltou a chamar atenção para as críticas sociais que permeiam o enredo — desta vez, fazendo um paralelo direto entre os vilões mascarados da série e o bilionário Elon Musk.

Em entrevista à Time, Dong-hyuk admitiu que, embora os VIPs (figuras ricas e poderosas que assistem às competições mortais do jogo) não tenham sido inspirados por nenhuma pessoa específica, hoje é inevitável enxergar semelhanças com figuras públicas reais.

“Elon Musk está em todo lugar hoje em dia, né? Todo mundo fala sobre ele. Não só lidera uma grande empresa de tecnologia que praticamente controla o mundo, como também é um showman. Depois de escrever a terceira temporada, pensei: ‘Alguns dos VIPs realmente se parecem com Elon Musk’”, afirmou o criador.

Nos episódios finais, os VIPs — tradicionalmente escondidos por máscaras e mantidos em anonimato — ganham um papel ainda mais central. Segundo Dong-hyuk, a intenção foi representar como os poderosos de hoje não se escondem mais.

“No passado, os que controlavam o sistema ficavam atrás da cortina, quase como uma conspiração invisível. Hoje, especialmente nos EUA, não é mais assim. Eles aparecem, dizem abertamente em quem estão investindo, em quem confiam. Eles tiram as máscaras e dizem: ‘Somos nós que estamos no controle.’”

A crítica se estende a bilionários do setor de tecnologia que, na visão do diretor, deixaram de operar nos bastidores para se tornarem protagonistas de suas próprias narrativas de poder — o que, para ele, é ainda mais perigoso. “Falam em oligarquia com frequência, mas os donos das grandes techs são os que realmente comandam. E não escondem mais isso.”

Com o fim da série sul-coreana, ‘Round 6‘ continua repercutindo globalmente, e uma versão americana da produção está em desenvolvimento por David Fincher.

‘Round 6’ está disponível na Netflix. 

A série foi criada por Hwang Dong-hyuk.

O elenco conta com Lee Jung-jae, Lee Byung-hun, Wi Ha-jun e Gong Yoo.

Round 6 temporada 3, estreia Netflix 2025, pôr do sol.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ ganha vídeo épico relembrando toda a saga

Vingadores: Guerra Infinita‘ ganhou um novo e épico vídeo apresentado por Stan Lee, chamado “Tudo levou à isso”, recapitulando todos os filmes da franquia e todos os heróis. Assista:

Parece que ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ será ainda maior do que pensávamos. É o que revelou o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, durante o painel da Marvel na CCXP17, que aconteceu em São Paulo na última semana.

Durante uma live ao vivo, um dos assuntos foi, claro, sobre o vilão Thanos e o caos que ele irá causar no Universo Cinematográfico da Marvel. Segundo Feige, em apenas cinco minutos de filme Thanos mostrará porque é o maior vilão de todos.

“Esse é certamente o maior filme que já fizemos. Ainda está sendo rodado, nós estamos rodando ao longo de todo esse ano e Josh Brolin está fazendo um trabalho incrível no papel de Thanos. Vocês sabem, nós estamos dando pequenas amostras de Thanos desde o primeiro filme dos Vingadores. Temos dado essas amostras dele por anos e quando você mostra algo por tanto tempo, você tem que entregar. Então, nos primeiros cinco minutos de Vingadores: Guerra Infinita as pessoas irão entender porque Thanos é o maior e mais cruel vilão da história de todo o Universo Cinematográfico da Marvel.”

O que será que vai acontecer nesses minutos? Um fato é: podemos esperar um filme épico e chocante.

O trailer de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ quebrou recorde como o mais visto da história do YouTube.

Segundo o ComicBook, o trailer ultrapassou as 100 milhões de visualizações no canal oficial da Marvel, e ultrapassou o recorde que pertencia a ‘Star Wars: O Despertar da Força‘, com 99 milhões de visualizações.

Caos e destruição no trailer de ‘Vingadores: Guerra Infinita’

Os Melhores Momentos do Trailer de ‘Vingadores – Guerra Infinita’ 

A trama vai mostrar o vilão Thanos juntando as Jóias do Infinito e declarando guerra contra os Vingadores, que estão separados após os eventos de ‘Capitão América: Guerra Civil‘.

Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas em 26 Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 02 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘Han Solo: Uma História Star Wars’ recebe nota A- no CinemaScore

Han Solo: Uma História Star Wars‘ já estreou nos cinemas e o CinemaScore, site norte-americano que reúne dados de pesquisa de audiência nos cinemas, lançou sua nota oficial, dando ao filme um A-, a menor nota da franquia após a compra pela Disney.

As primeiras críticas também já estão entre nós.

E com 71% de aprovação no Rotten Tomatoes, o spin-off recebeu avaliações mistas, sendo elogiado por sua leveza e elenco, mas também sendo considerado uma produção um tanto esquecível.

E para te preparar, separamos as primeiras críticas que já estão no ar – lembrando que a porcentagem pode sempre variar, conforme novas percepções são divulgadas.

Confira:

“De todos os filmes baseados em ‘Star Wars‘, este é o mais próximo de um seriado western de uma tarde de sábado. Não espere mais do que isso”. – Peter Rainer, Christian Science Monitor

“‘Solo‘ está em sua melhor forma quando desengata de todo o peso pesado, apenas focando na cabine da nave com seu adorável elenco, alcançando as estrelas”. – Philip De Semlyen, Time Out

“Sempre que ‘Star Wars‘ tenta desenvolver um personagem chave da franquia, isso fede. ‘Solo‘ não é uma excessão, sendo um desapontamento ao lado de ‘Os Últimos Jedi‘ e suas prequels”. – Matthew Rozsa, Salon.com

“Uma aventura que tem falta de poesia, mas é bem sucedido como um entretenimento pipoca” – Calvin Wilson, St. Louis Post-Dispatch

“‘Solo‘ é divertido, tem seus erros e é basicamente esquecível. É uma aventura pipoca amável… e à vezes isso é tudo o que precisa”. – Rob Carnevale, Indie London

“Não parece uma peça coesa, então embora seja charmoso em alguns momentos, e sai do lugar no último ato, o processo para chegar lá é turbulento”.  -Katie Walsh, Tribune News Service

Confira a crítica do Pablo BazarelloCrítica | Han Solo: Uma História Star Wars – Ser ou fazer Han Solo não é para qualquer um

O derivado de Star Wars sobre o jovem Han Solo tem no elenco Alden Ehrenreich como o personagem título, Donald Glover como o jovem Lando Carlrissian, Woody HarrelsonEmilia Clarke (de ‘Game of Thrones’), Michael Kenneth Williams e Thandie Newton.

Oscar | Confira todos os filmes com Heróis já indicados

O Oscar está batendo à porta e, na edição 2020, temos Coringa como um dos grandes favoritos. Baseado no personagem da DC Comics, a origem do Príncipe Palhaço do Crime é o 29º filme com heróis a ser indicado ao principal prêmio de Hollywood. Como o longa deve ter um baita desempenho, separamos todos os filmes com heróis que já foram indicados. Confiram!

Superman (1941)A primeira indicação de um herói ao Oscar veio no ápice da Era de Ouro dos quadrinhos, justamente com o maior super-herói de todos: O Superman. Produzido por Max Fleischer, a animação de 1941 foi distribuída pela Paramount e conseguiu uma indicação na categoria Melhor Curta de Animação na edição de 1942 do Oscar. O curta, porém, perdeu para o candidato da Disney, “Me Dê Uma Pata”, que contava a história do cachorrinho Pluto, que, após salvar um gatinho do afogamento, vê que Mickey Mouse (Walt Disney) decidiu adotar o felino e precisa aprender a lidar com seu anjinho e diabinho interior.

Superman: O Filme (1978)37 após a indicação para Curta Animado, coube ao Último Filho de Krypton usar seus poderes para voltar a conseguir indicações ao Oscar. Dirigido por Richard Donner e estrelado pelo eterno Christopher Reeve, Superman: O Filme conta a história de origem do Azulão da DC. O filme é uma obra de arte.
Ele venceu o Oscar de Melhores Efeitos Especiais – por fazer toda uma geração acreditar que era possível um homem voar – ainda recebeu mais três indicações por Melhor Edição, Melhor Trilha Sonora e Melhor Mixagem de Som, mas foi derrotado nas três.

Batman (1989)Dirigido por Tim Burton, ‘Batman’ trouxe para as telonas uma versão mais escura e gótica do Homem Morcego para as telonas. Marcado pela atuação brilhante de Jack Nicholson no papel do Coringa, o filme foi indicado e venceu o Oscar de Melhor Direção de Arte.

Batman: O Retorno (1992)A sequência do sucesso de 89 veio com tudo ao trazer a Mulher Gato de Michelle Pfeiffer para fazer um contraponto ao frio Bruce Wayne de Michael Keaton. O filme também trouxe Danny DeVito para interpretar o vilão Pinguim.
Ele foi indicado aos Oscars de Melhores Efeitos Visuais e de Melhor Maquiagem, mas não levou nenhum.

Batman Eternamente (1995)Dirigido pelo controverso Joel Schumacher, Batman Eternamente é o primeiro filme com heróis legitimamente ruim a ser indicado ao Oscar. Mesmo tendo péssimas avaliações críticas – e de público -, a galhofa em forma de filme do Batman foi indicada em três categorias: Som, Melhor Fotografia e Melhores Efeitos Visuais. Perdeu a primeira categoria para Apollo 13 e as outras duas estatuetas para Coração Valente.

Homem-Aranha (2002)As primeiras indicações da Casa das Ideias vieram com um dos personagens mais populares de todos os tempos: o Homem Aranha. Distribuído pela Sony Pictures, dirigido pelo expoente do terror trash, Sam Raimi, e estrelado por uma até então desconhecido Tobey Maguire, o longa foi um verdadeiro sucesso de crítica e bilheteria, sendo indicado para as categorias Som e Melhores Efeitos Visuais, mas perdeu para Chicago e O Senhor dos Anéis – As Duas Torres, respectivamente.

Homem-Aranha 2 (2004)
Tido por muita gente como um dos melhores filmes com super-heróis já feitos, Homem-Aranha 2 marcou o primeiro Oscar que um personagem da Marvel levou. A trama continuava a desenvolver o drama de Peter Parker (Tobey Maguire), enquanto ele tinha de enfrentar o terrível Doutor Octopus (o lendário Alfred Molina).
O longa foi indicado para Melhor Edição de Som e também para a categoria de Melhores Efeitos Visuais, da qual saiu vencedor.

Os Incríveis (2004)
Dirigido por Brad Bird, ‘Os Incríveis’ foi um fenômeno que marcou uma geração inteira ao retratar uma família de super-heróis aposentados tentando viver em meio as pessoas normais. Inspirado nas graphic novels dos anos 80, o longa da Disney/Pixar conquistou quatro indicações, tendo perdido em Melhor Roteiro Original e Melhor Mixagem de Som, e vencendo os prêmios de Melhor Animação e Melhor Edição de Som.

Batman Begins (2005)O primeiro capítulo de uma das trilogias mais bem sucedidas da história do cinema começou de forma tímida na principal premiação de Hollywood. Conseguiu uma indicação em Melhor Fotografia, mas foi derrotado pelo excelente Memórias de Uma Gueixa. Porém, sua continuação viria a fazer um sucesso absurdo apenas três anos depois.

Superman: O Retorno (2006)Concebido como uma continuação da quadrilogia de Christopher Reeve, ‘Superman: O Retorno’ foi dirigido por Bryan Singer e estrelado por Brandon Routh. O filme deu prejuízo nas bilheterias mundiais, muito por conta de sua longa duração e ritmo morno, mas ainda assim conseguiu beliscar uma indicaçãozinha a Melhores Efeitos Visuais, categoria em que perdeu para Piratas do Caribe: O Baú da Morte.

Hellboy II: O Exército Dourado (2008)A obra de Guillermo Del Toro encantou muitos fãs de HQs ao entregar um filme realmente fantástico, tanto narrativa quanto visualmente. Ele foi indicado na categoria de Melhor Maquiagem, mas perdeu para um dos Papa-Títulos da edição de 2009: O Curioso Caso de Benjamin Button.

Batman – O Cavaleiro das Trevas (2008)Um dos grandes favoritos do Oscar de 2009, o segundo capítulo da trilogia do Batman de Christopher Nolan bateu um bilhão em bilheteria e foi indicado a nada menos que OITO estatuetas do Oscar. O longa venceu em Melhor Mixagem de Som e o Oscar póstumo de Melhor Ator Coadjuvante, pela brilhante atuação do Coringa de Heath Ledger. As outras seis indicações foram em: Direção de Arte, Fotografia, Maquiagem, Edição, Edição de Som e Efeitos Visuais).

Homem de Ferro (2008)O início do MCU veio com o ousado filme do Homem de Ferro. Estrelado por – à época – um contestado Robert Downey Jr, ‘Homem de Ferro’ contava a história do bilionário armamentista Tony Stark, que sofria um atentado terrorista e se via obrigado a usar um reator nuclear no peito para sobreviver. Aliado a seu poderio financeiro, o rapaz criava uma armadura high tech para ajudar a salvar o mundo. Sucesso de crítica e bilheteria, o longa conseguiu duas indicações, a melhor Edição de Som e Melhores Efeitos Visuais, perdendo para Batman – O Cavaleiro das Trevas e O Curioso Caso de Benjamin Button, respectivamente.

Homem de Ferro 2 (2010)Com desempenho de crítica mais morno que o original, o segundo capítulo da saga do Homem de Ferro ainda assim conseguiu beliscar uma indicaçãozinha ao prêmio de Melhores Efeitos Visuais, mas acabou perdendo para A Origem, um dos fenômenos daquele ano.

Os Vingadores (2012)O filme que marcou a reunião dos Heróis Mais Poderosos da Terra nas telonas foi um estouro! Bateu 1,5 bilhão em bilheteria e foi um dos assuntos mais comentados de 2012. Foi um verdadeiro marco nos filmes com heróis, sendo indicado por Melhores Efeitos Visuais, categoria na qual terminou derrotado por As Aventuras de Pi, que foi praticamente todo feito por CGI e efeitos práticos.

Homem de Ferro 3 (2013)Considerado o mais fraco dentre os três filmes da saga, a terceira aventura solo do Homem de Ferro foi campeã de bilheteria, fazendo mais de um bilhão ao redor do mundo, e foi indicado por Melhores Efeitos Visuais, mas acabou perdendo para o Papa-Títulos do Oscar de 2014: Gravidade. Com essa indicação, a trilogia ‘Homem de Ferro’ foi a única no mundo dos heróis a conseguir indicações nos três filmes.

X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido (2014)Sequência de X-Men: Primeira Classe (2011), que foi um sucesso de crítica, ‘Dias de Um Futuro Esquecido’ conseguiu a primeira indicação dos mutantes da Marvel/FOX no Oscar. Wolverine e Cia concorreram ao prêmio de Melhores Efeitos Visuais, mas foram derrotados pelo fenômeno espacial de Christopher Nolan, Interestelar.

Capitão América: Soldado Invernal (2014)Tido por muitos como um dos melhores filmes do MCU, Capitão América 2 foi ao Oscar com a missão de ganhar na categoria de Melhores Efeitos Visuais, mas, assim como seus coirmãos mutantes, o Supersoldado da Marvel perdeu para ‘Interestelar’.

Guardiões da Galáxia (2014)2014 foi um dos anos mais brilhantes da Marvel nos cinemas. Emplacando a ação frenética de Capitão América, uma equipe pouco conhecida das HQs chegou às telonas na Space Opera de James Gunn: Guardiões da Galáxia. O longa foi indicado para duas categorias: Melhor Maquiagem e Melhores Efeitos Visuais.

Operação Big Hero (2014)A primeira animação baseada em uma HQ da Marvel conta a história de um grupo de amigos que vive na fictícia San Fransokyo, que mistura São Francisco com elementos culturais do Japão. A trama conta a história do jovem Hiro e seu Robô cuidador, o fofo Baymax, em uma aventura recheada de ação e tecnologia. O filme foi indicado e venceu a categoria de Melhor Animação, mas sua vitória foi contestada por muitos, já que os concorrentes eram mais diferentes do padrão que o Oscar costuma premiar.

Doutor Estranho (2016)Mantendo a tradição dos heróis no Oscar, ‘Doutor Estranho’ tinha como principal chamariz um visual psicodélico de viagens interdimensionais e reinos e criaturas fantásticas. Principal candidato a vencer o Oscar de Melhores Efeitos Visuais, o longa até foi indicado, mas perdeu para Mogli: O Menino Lobo, que tinha animais e florestas ultrarrealistas.

Esquadrão Suicida (2016)Considerado um azarão, muito por conta do filme ser fraquíssimo, o infame Esquadrão Suicida não apenas foi indicado, como também ganhou o Oscar de Melhor Maquiagem, sendo o primeiro e único filme do Universo compartilhado DC a ter uma estatueta em casa.

Logan (2017)Aclamadíssimo por público e crítica, a despedida de Hugh Jackman do principal papel de sua carreira, o Wolverine, estava cotado para ser indicado a Melhor Filme e Melhor ator, mas acabou que a Academia só indicou o longa na categoria de Melhor Roteiro Adaptado, sendo o primeiro filme com heróis a conseguir essa indicação, mas perdeu para Me Chame Pelo Seu Nome.

Guardiões da Galáxia Vol.2 (2017)A continuação da família espacial disfuncional de James Gunn foi um tiro certeiro no coração dos fãs. O filme conseguia fazer rir e chorar, proporcionando um dos momentos mais tristes de todo o MCU. O longa também apresentou a maior criatura já construída em CGI na história do cinema: o planeta Ego, que tinha mais de um trilhão de pontos animados. O longa foi indicado por melhores Efeitos Visuais, mas perdeu para Blade Runner 2049, que tinha efeitos mais sóbrios.

Vingadores: Guerra Infinita (2018)Um dos maiores eventos cinematográficos da última década, ‘Guerra Infinita’ surpreendeu a todos com um Thanos (Josh Brolin) perfeitamente construído com CGI foi indicado na categoria de Melhores Efeitos Visuais, mas esbarrou em O Primeiro Homem.

Os Incríveis 2 (2018)Lançado 14 anos após o original, ‘Os Incríveis 2‘ era um desejo antigo dos fãs. O diretor Brad Bird esperou ter uma história boa o suficiente para não fazer uma sequência descartável. Com a melhora da tecnologia, o longa foi um sucesso e foi indicado a melhor animação, mas perdeu para um concorrente muito honrado.

Homem-Aranha no Aranhaverso (2018)Lançado pela Sony Animation, o primeiro filme animado do Homem-Aranha foi louvado pelos fãs do Cabeça de Teia como um dos melhores longas do herói. O estilo da animação misturava 2D com 3D, homenageando os quadrinhos, mangás e cartoons. Além de uma trilha sonora maravilhosa.
O longa foi indicado e levou o prêmio de Melhor Animação, batendo ‘Incríveis 2’.

Pantera Negra (2018)O MCU demorou a ganhar um Oscar, mas quando conseguiu também… Passou o rodo. O filme que tinha o elenco composto majoritariamente por atores negros se tornou um marco cultural na história do entretenimento. O longa foi indicado em SETE categorias e levou três estatuetas para casa, as de Melhor Figurino, Melhor Trilha Sonora e Melhor Design de Produção. Além das indicações a Melhor Edição de Som, Melhor Mixagem de Som, Melhor Canção Original e Melhor Filme, sendo o primeiro filme com heróis a conseguir uma indicação à principal categoria da premiação.

Vingadores: Ultimato (2019)A conclusão épica do MCU fez campanha para ser indicado em quase todas as categorias, mas acabou com uma mísera indicação a Melhores Efeitos Visuais. Há quem acredite que o longa leve a estatueta, mas vendo o recente histórico da Academia com os Heróis Mais Poderosos da Terra, não apostaria nisso.

Coringa (2019)O filme estrelado por Joaquin Phoenix fez história ao ser o primeiro longa com heróis (ou vilões rs) a conseguir 11 indicações no Oscar, sendo o grande favorito da premiação de 2020. Dado o grande número de categorias a que foi indicado e o histórico do filme nas últimas premiações, é muito pouco provável que saia do Oscar de mãos vazias.
Coringa foi indicado a: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator, Joaquin Phoenix, Roteiro Adaptado, Fotografia, Edição, Cabelo e Maquiagem, Figurino, Trilha Sonora, Edição de Som e Mixagem de Som.

O Oscar acontece em 9 de fevereiro de 2020. Quais suas apostas?

Crítica | 18 Presentes – Comovente filme da Netflix sobre Relação entre Mãe e Filha

A Netflix adicionou em seu catálogo o drama ‘18 Presentes’, um filme italiano focado na relação entre mãe e filha e nos desafios que a interação entre duas pessoas de opiniões e gerações diferentes pode trazer. E tudo isso ocorre com uma pitadiiiiinha de ficção científica.

O longa acontece em dois tempos. Em um primeiro momento, conhecemos Elisa (Vittoria Puccini, que recentemente também estrelou na Netflix a série ‘Il Processo’), uma jovem mulher que está grávida de Alessio (Edoardo Leo) e tem planos para o futuro da família, porém, ela descobre que tem um tumor e que não viverá para conhecer sua filha, Anna (Benedetta Porcaroli, que é a cara da Bianca Bin). Numa tentativa de participar da vida da filha, Elisa deixa de presente para Anna dezoito presentes, um para cada ano de seu aniversário, e esses aniversários vão intercalando no tempo do filme de modo que o espectador acompanha o crescimento de Anna.

Há dois pontos interessantes no roteiro de Francesco Amato, Massimo Gaudioso, Davide Lantieri e Alessio Vicenzotto. O primeiro deles é evidenciar, através dos personagens, o quanto nós criamos expectativas com relação ao outro, e, uma vez que nem sempre o outro é como queremos/imaginamos, essa frustração causa sentimentos de repulsa e raiva – que, portanto, não tem a ver com o outro, mas sim com nós mesmos. O outro lance legal é que é baseado numa história real, o que traz certo aconchego ao final das uma hora e cinquenta e quatro minutos de filme.

Além de colaborar no roteiro, Francesco Amato também dirigiu o longa, e, talvez porque estava muito envolvido com a história, o resultado final de ‘18 Presentes’ é um bom argumento com uma execução esquisita. Sua personagem principal, Anna, é extremamente chata, revoltadinha sem causa, arrogante e insolente – tudo isso sem nenhuma justificativa plausível, ela é assim porque é assim. Uma vez que Anna é quem carrega a história, fica meio difícil para o espectador criar qualquer empatia por uma adolescente que só dá patada a torto e a direito, quando, pelo nosso ponto de vista, nos parece que todos os outros personagens só querem interagir com ela. Como diretor, Francesco Amato deveria ter dosado melhor essa rebeldia juvenil de sua protagonista, além de ter reforçado o caráter dos outros personagens de modo a melhor se posicionarem na história. Comparativamente, Anna lembra a Lica de ‘Malhação: Viva a Diferença’, interpretada por Manoela Aliperti – só que uma Lica beeeem mais chata.

Apesar disso, ‘18 Presentes’ tem um argumento comovente, que usa a metáfora da viagem no tempo para provocar uma reflexão nos personagens e no espectador, e consegue apresentar uma história bonita, com cenários charmosos de uma parte da Itália fora da rota turística. É um filme emocionante, mas é só isso.

Shade – Entre bruxas e heróis

(Zlogonje)

 

Elenco:

Mihajlo Milavic
Silma Mahmuti

Direção: Rasko Miljkovic

Gênero: Infantil

Duração: 90 min.

Distribuidora: Cineart Filmes

Orçamento: US$ 3 milhões

Estreia: 24 de Janeiro de 2019

Sinopse: 

Jovan, de dez anos, está acostumado com a sua rotina entre casa, escola e fisioterapia. Tímido e sem muitos amigos, o garoto, que tem paralisia cerebral parcical, se refugia em um mundo imaginário, onde ele é Shade, um super-herói que combate, na ficção, as bruxas e bullies que o atormentam na vida real. Tudo muda quando ele conhece a corajosa e determinada Milica, sua nova colega de escola, que logo o convence a embarcar em uma caça às bruxas de verdade: libertar o pai da garota de sua madrasta, que ela acredita tê-lo enfeitiçado. Para seguir com essa missão, Jovan vai precisar enfrentar também as suas próprias limitações, inseguranças e descobrir o poder de amizades verdadeiras.

Curiosidades: 

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘American Horror Story: 1984’: Gus Kenworthy indica possível início das filmagens da nova temporada; Entenda!

O medalhista olímpico e ator Gus Kenworthy compartilhou uma recente imagem que pode ter indicado o início das filmagens da nova temporada de ‘American Horror Story’, a qual aparentemente terá como base narrativa os famosos filmes slasher da década de 1980.

A imagem, um tanto quanto borrada, indica que as gravações se iniciaram ontem, 23 de junho.

Confira:

Assista ao primeiro teaser legendado da nova iteração, intitulada ‘American Horror Story: 1984’:

Por enquanto, os únicos confirmados na próxima temporada são Emma Roberts e Kenworthy. Não há detalhes sobre seus papéis além da informação que serão namorados.

Ryan Murphy confirmou que as bruxas retornarão em futuras temporadas de ‘American Horror Story‘, mas não será próxima.

A 9ª temporada deve estar em setembro de 2019, no FX.

Arlequina ri da cara do perigo na nova imagem de ‘Aves de Rapina’

O longa ‘Aves de Rapina (Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa)’ ganhou mais uma imagem oficial estampando Margot Robbie como a personagem-titular.

Confira:

“Eu não estava pronta para dizer adeus para Arlequina depois de Esquadrão Suicida”, diz Margot Robbie

Cathy Yan comanda o projeto.

Já ouviu falar daquela sobre o policial, o passarinho, a psicótica e a princesa da máfia? ‘Aves de Rapina’ é um conto deturpado contado pela própria Harley Quinn, e da única forma como Harley consegue contá-la. Quando o vilão mais narcisista e nefasto de Gotham City, Roman Sionis, e sua zelosa mão-direita, Zsasz, colocam o alvo em uma garota chamada Cass, a cidade vira de cabeça para baixo procurando por ela. Os caminhos de Harley, Caçadora, Canário Negro e Renee Montoya colidem um com o outro e o time não tem escolha a não ser derrubar Roman de seu pedestal.

O elenco conta com Margot Robbie (Arlequina), Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro), Rosie Perez (Renee Montoya), Ella Jay Basco (Cassandra Cain), Ewan McGregor (Máscara Negra) e Chris Messina (Victor Zsasz).

Aves de Rapina‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 6 de fevereiro de 2020.

‘Histórias Cruzadas’ se torna o filme mais visto da Netflix EUA

Segundo o site Explore Entertainment, o clássico e aclamado drama de época racial ‘Histórias Cruzadas’ tornou-se o mais visto da Netflix EUA nas últimas semanas.

O longa-metragem, que gira em torno de uma jornalista que pretende escrever um livro sobre as histórias das empregadas domésticas negras de uma pequena cidade chamada Jackson, Mississippi, denunciando o racismo enraizado em uma sociedade supremacista. E, levando em conta o conturbado cenário norte-americano dos últimos tempos, que incluiu o brutal assassinado de George Floyd por um policial branco, o filme parece servir de análise sociopolítica e é mais necessário que nunca.

Apesar de ter conquistado o público e a crítica há nove anos, sendo indicado para o Oscar de Melhor Filme e dando a estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante para Octavia SpencerViola Davis revelou há dois anos que se arrependeu de ter estrelado a produção.

Durante uma entrevista ao Times, Davis revelou que se arrependeu de ter interpretado a personagem Aibileen, pelo fato da produção não representar corretamente as empregadas domésticas apresentadas na trama.

Disse:

“Se eu já me arrependi de alguns papéis que interpretei? Sim e a Aibileen de ‘Histórias Cruzadas‘ está nessa lista. Eu apenas acho que, ao final de contas, as vozes das empregadas domésticas não foram ouvidas. Eu conheço Aibileen, eu conheço Minny. Elas eram minha avó, elas eram minha mãe. E eu sei que se você faz um filme cuja premissa é saber como é para uma mulher negra e pobre trabalhar para famílias brancas e criar seus filhos em pleno 1963, eu quero ouvir como elas se sentiam nessa posição. Eu nunca ouvi isso ao longo do filme”.

Durante a entrevista, Viola salientou que sua experiência frustrante com ‘Histórias Cruzadas’ não tem nada a ver com o relacionamento com as colegas de elenco, que por sinal se tornaram suas amigas:

“As amizades que eu construi no set de filmagens são aquelas que eu levarei para o resto da minha vida. Eu tive uma experiência maravilhosa com essas outras atrizes, que são pessoas extraordinárias e eu não poderia ter pedido por uma colaboradora melhor que não fosse a Tate Taylor“.

‘The Batman’: Filmagens terminam em fevereiro de 2021

Em entrevista ao programa de rádio de Paul McCloonColin Farrell, que dará vida à nova versão do icônico personagem Pinguim em ‘The Batman’, revelou que o vindouro longa-metragem será rodado no Reino Unido até fevereiro de 2021.

Isso significa que o diretor e roteirista Matt Reeves terá 13 meses para finalizar a pós-produção ao lado da equipe técnica antes de lançar o filme nos cinemas em março do ano seguinte.

“Eles tiveram certos problemas há algumas semanas que você pode ou não ter lido nos jornais. Já voltaram a filmar. Eu começo novamente após sete meses de hiato. Até fevereiro”.

The Batman‘ foi adiado para 2022, mas a equipe de produção está a todo vapor para concluir o filme a tempo e impedir que o Coronavírus atrapalhe as gravações.

Por conta disso, o The Hollywood Reporter divulgou que Reeves fechou uma parceria com a Industrial Light & Magic para criar cenários digitais para a adaptação.

Para quem não sabe, essa tecnologia foi usada durante as gravações de ‘O Mandaloriano‘ para poupar tempo e não encarecer o orçamento com viagens e alugueis de locações.

Além disso, criação de cenários gerados por computador é uma ótima forma de estimular a criatividade dos editores e enriquecer o visual da adaptação.

Felizmente, a estratégia também pode ajudar diversos projetos a driblar as paralisações causadas pela pandemia.

Através de um comunicado, Rob Bredow, diretor de criação da ILM, comentou sobre a parceria.

“A equipe de design de produção de ‘The Batman‘ tinha construído cenários práticos no Reino Unido e uma algumas paredes para permitir o uso de efeitos visuais em cenas específicas. Agora a ILM vai acrescentar sua tecnologia de cenários digitais para adiantar as gravações e valorizar a estética do que já foi construído previamente. Estamos felizes com a pareceria e por poder trabalhar de novo o diretor de fotografia Greig Fraser, que recentemente ganhou um Emmy por seu trabalho em ‘O Mandaloriano.”

Falando nisso, Reeves participou da DC FanDome e foi questionado sobre sua versão de Gotham e disse que a cidade será diferente de tudo o que os fãs já viram.

“A Gotham dos filmes de Tim Burton tinha cenários lindos, mas muito teatrais. Nos filmes do Nolan tinha uma versão realista, mas com pouco destaque, lembrando os bairros de Chicago e Pittsburgh. O que estamos tentando fazer é criar uma versão que os fãs nunca viram antes. Vamos mesclar a arquitetura gótica de Liverpool com adições mais modernas em CGI para criar um visual único. Queremos que o os fãs se perguntem: ‘Caramba, onde foi que eles gravaram essas cenas? Que lugar é esse?”

O cineasta também disse que a corrupção na cidade será ainda mais marcante que nos filmes anteriores.

“A natureza e a história desse lugar são extremamente importantes para a nossa história. Gotham será o centro do filme, especialmente sobre a evolução da corrupção… O visual de Gotham vai refletir exatamente o que a cidade abriga; bandidos, criminalidade, terror e vingança.”

Além de Robert Pattinson, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

Lembrando que a estreia de ‘The Batman‘ está agendada para 04 de março de 2022.

Assista ao trailer oficial:

 

‘Soul’ é indicado ao BAFTA de Melhor Animação!

‘Soul’ tornou-se uma das animações mais aclamadas dos últimos anos e continua levando para casa inúmeras estatuetas.

Agora, o longa-metragem da Disney/Pixar faturou mais uma indicação importante ao seu rol de honrarias, sendo nomeada na categoria de Melhor Filme Animado no BAFTA 2021. A obra concorre com outros dois títulos: ‘Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica’‘Wolfwalkers’.

Os vencedores serão anunciados no dia 11 de abril.

Lembrando que o filme será lançado nas versões 4K, Digital HD, Blu-ray e DVD no dia 23 de março.

O anúncio foi feito pela Casa do Mickey, que ainda revelou a lista completa de atrações presentes nas versões em Blu-ray e DVD:

  • Cenas deletadas
  • Introdução – O roteirista Mike Jones e a supervisora ​​de história Kristen Lester apresentam as cenas deletadas de “Soul”.
  • Orientação do Mentor – Joe entra furtivamente na orientação do Programa de Mentor do You Seminar, tentando descobrir como ele pode voltar à… Terra.
  • Clubhouse Falsificação – Joe segue 22 em seu “covil secreto” enquanto ela relutantemente concorda em ajudá-lo a encontrar o caminho de volta para a Terra.
  • Aulas em casa – Preso dentro do corpo de Joe, 22 tenta – desajeitadamente – ajudar o vizinho de baixo.
  • Living the Dream – Joe tem uma conversa franca com 22 sobre o medo dela de viver na Terra, então tenta voltar para casa através de um portal de sonho.
  • Press Shot – Joe, preso no corpo de um gato, e 22, presa no corpo de Joe, pegam o metrô para o clube de jazz para uma sessão de fotografia publicitária.
  • Comentários em áudio – Assista ao filme com comentários em áudio do diretor Pete Docter, do codiretor/roteirista Kemp Powers e da produtora Dana Murray.
  • Não é o seu Joe comum – Veja o pensamento e o cuidado envolvidos na elaboração de Joe e sua história no primeiro filme da Pixar a apresentar um personagem principal negro.
  • Astral Taffy – Dê uma olhada com profundidade na arte e na inovação técnica que envolveu a criação dos cenários e dos personagens no mundo de ‘Soul’.
  • Pretty Deep for a Cartoon – Os cineastas lidam com grandes questões, como de onde vem a personalidade de um recém-nascido, qual é o significado da vida e muito mais!
  • Into the Zone: The Music and Sound of Soul – Explore os diferentes mundos sonoros do filme e descubra como a música impulsiona e adiciona especificidade à jornada de Joe.
  • ‘Soul’, improvisado – Veja como a equipe da Pixar Systems e a equipe de ‘Soul’ conseguiram terminar o filme dentro do prazo durante o auge da pandemia COVID-19.
  • Jazz Greats – Gigantes do mundo do jazz que deram consultoria em ‘Soul’ compartilham sua paixão e sabedoria duramente conquistada sobre o que a música e o que ela faz por todos nós.

Confira a nossa entrevista com o elenco de dubladores:

Assista ao trailer:

‘Soul’ já está disponível na plataforma de streaming do Disney+.

Na trama, Joe Gardner é um professor de música do ensino médio que sonhava em ser um músico de jazz, e finalmente teve a chance depois de impressionar outros músicos durante um ensaio aberto no Half Note Club. No entanto, um acidente faz com que sua alma seja separada de seu corpo e transportada para o “You Seminar”, um centro no qual as almas se desenvolvem e ganham paixões antes de serem transportadas para um recém-nascido. Joe deve trabalhar com almas em treinamento, como 22, uma alma com uma visão obscura da vida depois de ficar preso por anos no You Seminar, a fim de retornar à Terra.

Jamie FoxxTina Fey lideram o elenco principal, dando vida ao professor Joe Gardner e à alma conhecida como 22, respectivamente. QuestloveDaveed Diggs, Angela Bassett e Phylicia Rashad também emprestam suas vozes para o longa-metragem.

Pete DocterKen Powers são os diretores.

‘Gossip Girl’: Filho de personagem da série original aparece em novo episódio; Saiba mais!

HBO Max liberou na última quinta-feira, 29 de julho, o novo episódio do revival de ‘Gossip Girl’, apresentando um personagem chamado Milo Sparks (Azhy Robertson).

O sobrenome do jovem chamou a atenção dos fãs e logo trouxe várias memórias aos espectadores. Afinal, Milo, de dez anos de idade, é filho de Georgina Sparks (Michelle Trachtenberg), da série original.

Para aqueles que não se recordam, Georgina teve um filho chamado Milo na quarta temporada da produção antecessora, chegando até mesmo a tentar aplicar um golpe em Dan Humphrey (Penn Badgley). Entretanto, Georgina recobrou o senso e revelou que o filho, na verdade, é também de um russo chamado Serge.

Lembrando que o próximo capítulo será exibido em 05 de agosto.

A série foi criada por Joshua Safran, Stephanie Savage e Josh Schwartz.

Gossip Girl retorna como a principal fonte na vida escandalosa da elite de Nova Iorque. Uma nova geração de Upper East Siders é o alvo da blogueira, expondo seus escândalos, angústias e fofocas na nova era da mídia social.

O elenco conta com Whitney Peak, Savannah Smith, Eli Brown, Johnathan Fernandez, Emily Alyn Lind, Jason Gotay, Thomas Doherty, Tavi Gevinson, Adam Chanler-Berat e Zion Moreno.

Kristen Bell (‘The Good Place’) volta a narrar a icônica voz da garota do blog na nova versão.

‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’: Refilmagens da sequência irão adicionar personagens novos e antigos do MCU

‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ é um dos filmes mais aguardados dos próximos meses e, segundo o The Hollywood Reporter, o longa-metragem está passando por regravações que prometem mudar o curso do Universo Cinemático Marvel.

As informações indicam que o diretor Sam Raimi está cuidando das refilmagens e que, quando a produção chegar aos cinemas, não irá apenas continuar a explorar a fusão das realidades alternativas que vimos em ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ (em que personagens das outras franquias deram as caras), mas também irá reunir rostos novos e antigos do MCU.

Apesar dos nomes não terem sido divulgados, o conceito de ‘Doutor Estranho 2’ indica que nada poderá ser descartado – e que qualquer coisa poderá acontecer daqui em diante.

Quais personagens você acha que podem aparecer na sequência?

Vale lembrar que o teaser do próximo filme vazou na internet através de postagens no Twitter e no Youtube.

O vídeo está sendo exibido junto com Sem Volta Para Casa‘, então decidimos não embedá-lo aqui no site em respeito à Marvel Studios e à Sony Pictures.

Como já assistimos ao filme, trazemos abaixo a descrição do teaser COM SPOILERS, para você ler por sua conta e risco:

O teaser começa com Stephen Strange ecoando suas palavras do trailer de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa, onde ele explica como o “Multiverso é um conceito sobre o qual sabemos assustadoramente pouco”. Ele surge em uma versão distorcida da cidade de Nova York. Ouvimos o que soa como o Mordo (Chiwetel Ejiofor) dizendo a ele como sua ‘profanação da realidade não ficará impune’, com Strange respondendo que era a única maneira.

Nós temos um rápido vislumbre de quem serão os protagonistas da sequência, incluindo Wong (Benedict Wong), Christine Palmer (Rachel McAdams) em seu dia de casamento e America Chavez (Xochitl Gomez).

Em seguida, movemos a ação para outro grande nome do filme, Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen), agora aparentemente vivendo uma vida idílica, esperando o dia em que Strange virá vê-la depois que suas tentativas de brincar de casinha deram terrivelmente errado na WandaVision. Para sua surpresa, no entanto, ele pede sua ajuda com o Multiverso.

De lá, vemos uma montagem de fotos incluindo o novo visual de Mordo, Wanda arrasando em seu novo visual como a Feiticeira Escarlate, Kamar-Taj aparentemente sendo atacado e Strange e America Chavez lutando com um ser multiversal nas ruas de Nova York, e por último, mas não menos importante, a revelação do vilão principal – o próprio Doutor Estranho. 

Vale lembrar que ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ tem estreia marcada para o dia 06 de maio de 2022.

Artigo | Os 23 anos de ‘Toy Story 2’, uma das maiores e melhores sequências da história do cinema

O império Pixar talvez tenha como maior nome de seu legado a franquia Toy Story’. Em toda a história das animações, talvez não haja uma narrativa mais completa que esta, a qual marca o início de um longo reinado para os estúdios supracitados, o qual é relembrado até os dias de hoje. E enquanto a primeira iteração deu nome às cartas do jogo e dissertou através da perspectiva de brinquedos infantis temas como inveja, solidão e vingança – além de trazer às telonas personagens adoráveis e memoráveis para a cultura pop contemporânea – Toy Story 2′, sua continuação homônima, resolve mergulhar ainda mais fundo no universo que criou e nas sutis brechas que deixou em aberto no seu predecessor.

Primeiramente, precisamos ter em mente que o time criativo da Era de Ouro Pixar sempre tem cartas na manga. Por mais que os arcos narrativos encontrem início, meio e fim, é inexoravelmente possível encontrar algo que puxe uma jornada nova. O desafio reside na originalidade dessa nova arquitrama, a qual deve ser satisfatória o suficiente para que os sentimentos dos filmes anteriores sejam resgatados ao mesmo tempo em que novos são descobertos e fortificados ato após ato.

Toy Story 2 é simplesmente fantástico, grosso modo. Desde a concepção 3D de seu cenário animado até a composição sonora, tudo converge para um panorama aguardado e respeitado até mesmo dentro de seus limites. E por mais que sua irreverência às narrativas de gênero e a própria fantasia que move os protagonistas estar ali, elas não saturam nenhum momento do filme, mantendo-nos vidrados durante cada uma das sequências de forma inenarrável e catártica.

A JORNADA DO HERÓI

Joseph Campbell provou para a história da literatura – e posteriormente para as vertentes cinematográficas e seriadas – que qualquer narrativa tem como ponto de partida um incidente incitante e um chamado para a aventura, por mais dramática ou cotidiana que seja a trama a ser desenvolvida. Se analisarmos com cuidado, até mesmo filmes clássicos como Cidadão Kane’ ou Bonequinha de Luxo’ carregam consigo semelhanças com as “fórmulas” propostas por Campbell.

A nova iteração da franquia animada em questão talvez seja o maior exemplo sobre como diversos mundos diferenciados têm sim a possibilidade de se encontrarem sem caírem nos equívocos da supersaturação. Já na primeira sequência – um curto prólogo que nos guia através da computação gráfica para o entendimento de futuros eventos -, vemos Buzz Lightyear (Tim Allen) chegando a um planeta desconhecido para encontrar a fortaleza maligna de seu arqui-inimigo, Zurg (Andrew Stanton), e passando por diversos obstáculos até estranhamente encontrar sua ruína. Só depois é que entendemos que as cenas predispostas são na verdade parte de um jogo de videogame controlado por um frustrado Rex (Wallace Shawn), que não consegue vencer por ter os braços muito curtos.

E é aqui que a magia começa. Os momentos em que um virtual Buzz passa por diversas provações até ficar frente a frente com seu desafio final premeditam o modo como cada uma das viradas entrará no roteiro. Os personagens dentro de Toy Story, além de trazerem personalidades diferentes, seguem padrões de escolhas e fraquezas a serem encaradas que, de forma arquetípica, são basicamente diferentes análises de uma mesma vertente. Woody (Tom Hanks) e Buzz são versões animadas de Indiana Jones e Luke Skywalker, se traçarmos um paralelo à risca, mas que fazem parte de um mesmo universo e, querendo ou não, buscam por seu lugar dentro daquele mundo.

Woody é a representação clássica do espírito aventureiro que não suporta injustiças, além de carregar uma certa quantidade de egocentrismo quando “se olha no espelho”. Em meados do primeiro ato, seu braço de pano sofre um leve rompimento e ele é guardado numa prateleira empoeirada, longe de seus amigos e, consequentemente, adornado com um sentimento atmosférico e angustiante de abandono. O contraste entre as duas cenas é gritante: enquanto diversas cores complementares estão justapostas, aglutinadas e misturadas no quarto do jovem Andy, o “plano superior” é perscrutado por um tom monocromático de azul-bebê, indicando seu anacronismo narrativo. O caubói está alheio ao que acontece lá embaixo e não consegue deixar de se encolher, esperando por alguma coisa acontecer.

É certo afirmar que Woody aceita seu destino de se tornar obsoleto, ainda que seja um dos brinquedos favoritos de seu dono. Entretanto, sua personalidade heroica reemerge quando um de seus colegas mais antigos, Wheezy (Joe Ranft), é levado para uma venda de garagem, ele se sente determinado a resgatá-lo e a manter a integridade física de sua “família”. Mas, como bem sabemos, arcos de personagens bem delineados são aqueles que passam por altos e baixos e que impedem que as escolhas dos heróis sejam unicamente certeiras. De forma quase trágica – nos lembrando árias gregas que narravam as incríveis aventuras de rostos como Odisseu ou Perseu -, ele se sacrifica para resgatar o pinguim, sendo praticamente sequestrado por um colecionador chamado Al (Wayne Knight).

As cartas estão dadas; o cenário já foi elaborado. Agora cabe ao time de brinquedos de Andy decidir como proceder. Afinal, se estivéssemos analisando um formulaico filme de aventura, a sucessão de eventos teria seus simulacros prontos, sendo adaptador para o universo do filme. Mas aqui estamos falando de objetos a priori inanimados que de algum modo ganharam vida para nos contar sua história, através de uma perspectiva única. E desde o primeiro filme, lançado em 1995, temos a clara consciência de que os protagonistas são movidos pelo instinto de família e de união – todos funcionam como engrenagens de uma maquinaria complexa que definitivamente não pode funcionar sem a completude de suas peças.

Buzz emerge como a principal figura de apoio para Woody, fortalecendo estritas relações que encontraram obstáculos na iteração anterior. Por meio de seus defeitos e de suas personalidades completamente distintas – um mais conterrâneo às vertentes interioranas do entretenimento e outro com sua essência fincada nas estéticas futuristas -, os dois melhores amigos se complementam. Portanto, não é nenhuma surpresa quando o astronauta arquiteta um plano de resgate ao lado de seus companheiros para resgatá-lo de uma situação inesperada e aparentemente mortal. Temos, pois, duas linhas narrativas que se inclinam para as proposições da jornada do herói, mas com identidades cênicas bem distintas entre si.

Ao lado de Rex, Sr. Cabeça-de-Batata (Don Rickles), Slinky (Jim Varney) e Porquinho (John Ratzenberger), Buzz descobre que Al trabalha numa loja de brinquedos vestido de galinha gigante para fazer propaganda de suas promoções. Entretanto, ele secretamente tem um apreço obsessivo pelo mundo vaqueiro de Woody e Seus Amigos, mantendo um altar incomparável em seu apartamento. Tais informações são descobertas ao final do primeiro ato, e justifica o roubo de Woody por um dos principais antagonistas da trama.

“TEM UMA COBRA NA MINHA BOTA”

Dentro da jornada do herói, temos os inúmeros obstáculos a serem enfrentados pelos protagonistas, a fim de que sua trajetória seja perscrutada por picos e vales, formando parábolas verdadeiras e críveis por parte do grupo. Toy Story 2′ tem pouco mais de noventa minutos de duração, e a montagem paralela e rítmica é discorrida de forma tão exímia que parecemos estar olhando para a tela por apenas alguns minutos – e, mesmo assim, tudo é completo. Não há brechas, não há pontas soltas, só há o constante sentimento de “quero mais” – e isso só ocorre pelo roteiro assinado por Stanton.

Buzz e seus companheiros permanecem em uma cronologia narrativa mais aprazível, por assim dizer, entrando em conflitos de grande magnitude – como atravessar uma rua, abrir as portas automáticas de uma loja e escalar um arranha-céu. O brilhantismo dessas sequências parte do pressuposto de que estamos assistindo ao filme através da perspectiva de brinquedos: logo, levando em conta seus tamanhos, tudo é incrivelmente assustador. A opção por plongées e contra-plongées bem pontuados é um dos principais fatores de construção atmosférica de tensão e ameaça. Na maior parte das vezes, o desvelamento das situações de perigo opta pela transição sequencial de um enquadramento em close para o geral, sempre mostrando a pequenez de determinado personagem perante a iminência a ser encarada. As coisas podem até ficar repetitivas, mas elas funcionam.

Enquanto isso, Woody mergulha em um círculo mais intimista de autodescobrimento. Longe de seu lar e jogado em um mundo completamente novo, o caubói se vê preso nas paredes acinzentadas de um suntuoso apartamento, adornado com caixas de papelão, grades e uma atormentadora sensação de aprisionamento domiciliar. Dentro dos estudos da psique humana, há uma vertente que estuda como as pessoas se comportam em ambiência adversas e como sua adaptabilidade vem como o principal fator de sobrevivência: dentro do universo Toy Story’, temos algo parecido, mas que logo é refutado pela transparência de fatos.

Momentos depois de chegar à casa de Al, Woody é recepcionado pela personalidade acolhedora de Bala no Alvo, um dos personagens mais sorridentes e agradáveis do império Pixar. O cavalo é a representação simbólica do “melhor amigo do homem”, subvertendo as metáforas às quais estamos acostumados – e sua presença premedita a entrada de outras criações na franquia: a de Jesse (Joan Cusack) e de Pete, o Mineiro (Kelsey Grammer).

Aqui faço um parêntese para analisar o significado e a semiótica desenvolvida com a entradas destas três novas figuras: permanecendo no âmbito infanto-juvenil, sabe-se que Jesse, Pete e Bala no Alvo fazem parte de um passado desconhecido de Woody, cujos tempos de glória remontam ao surgimento da própria televisão e da popularização dos programas com marionetes. Entretanto, o próprio encontro não previsto entre todos eles discorre sobre o que pode ser entendido como o maior obstáculo a ser transposto pelo protagonista – o enfrentamento de sua verdadeira personalidade.

Enquanto na casa de Andy, ele emergiu como um brinquedo sempre adorado e respeitado por todos, firmando-se como o “xerife da cidade”, ainda que só conhecesse o seu papel naquele microcosmos. Entretanto, desde o primeiro filme, esses cenários se expandiram e cultivaram dentro de Woody uma sutil perseverança por se encontrar e impedir que sua imagem fosse esquecida por aqueles que o amam – incluindo a gama de personagens-brinquedos que habitam o quarto do garoto. Tudo entra em choque quando ele encontra aquela que sempre deveria ter sido sua família: um mundo arquitetado com celeiros, cânions, paisagens desérticas e aventuras mirabolantes. É claro ver que ele jamais sonhara com aquilo – ou se alguma vez sonhara, nunca imaginou ser tão tangível.

E agora, o nosso protagonista se vê num dilema: retornar para sua conjuntura confortável ao lado de criaturas que não fazem parte de sua essência cultural, mas que sempre estiveram ao seu lado e se constituíram como o mais próximo de esfera familiar que ele conhece; ou enobrecer seu lado altruísta ao ajudar seus novos amigos a finalmente encontrarem um lugar no mundo e alcançaram a tão merecida paz. Afinal, Jesse foi abandonada por sua antiga dona numa caixa empoeirada, e talvez nunca tenha superado completamente seu trauma. Pete, conforme descobrimos na passagem do segundo ato para o terceiro, cansou de seu invólucro e sua estabilidade coagida nas prateleiras das lojas de brinquedo. E Bala no Alvo é apenas um animal de estimação que permanecerá fiel àquele que demonstrar um mínimo de carinho e atenção.

Não podemos culpá-los por tentar, a todo custo, alcançar um sonho aparentemente impossível. Woody passa boa parte do filme tentando fugir do apartamento, mas assim que digere sua real missão para com os outros, procura levá-los para a casa de seu antigo dono, prometendo a tão instigante ideia de pertencimento. Porém, as coisas não se resolvem de uma forma rápida ou simples, mas são elevadas a um nível de confronto ideológico entre o caubói e Pete, por exemplo: ele está tão próximo de alcançar o seu objetivo que não quer acreditar na facilidade que Woody lhe está apresentando, mantendo todos dentro de uma linha imutável e segura.

A vida é uma constante batalha para qualquer pessoa, e os estúdios Pixar transcendem esses problemas para narrativas metafóricas e inesperadas. A partir de Toy Story’, essa gama antropomórfica se espalhou para as criaturas mais desumanizadas que podemos pensar; todavia, não podemos nos esquecer de que elas habitam um mundo essencialmente humano. Não digo que o time criativo por trás de cada uma das animações escolhe ao acaso pessoas para também comporem as tramas de seus longas-metragens, visto que cada um deles tem suma importância seja para endossar a história ou para torná-la mais complexa.

Nesta continuação, Al é o obstáculo ultrarrealista a ser enfrentado pelos personagens. Eles não chegam a literalmente confrontá-lo como fizeram com Sid na iteração predecessora, mas devem encontrar um meio de varrer para debaixo do tapete o que ele representa para o futuro: o abandono da inocência. O personagem encarnado por Knight é um colecionador; logo, não procura ter os brinquedos para si, e sim para satisfazer as suas necessidades, deixando-os enclausurados em caixas de vidro como “obras de arte”. Lasseter e Stanton procuram trazer as consequências do modo produtivo e capitalista de pensar dos adultos para um ambiente pueril: o dinheiro importa mais que a inocência, e a ascensão para um estado social “respeitoso” parte através do abandono de sua identidade original.

VENHA A NÓS O VOSSO REINO

A mimésis é um termo crítico e filosófico que abarca uma variedade de significados, incluindo principalmente a imitação como forma de homenagem e a apresentação do eu através de uma nova perspectiva. O vocábulo milenar surgiu na Grécia Antiga, mas foi usurpado, remodelado e subvertido no período pós-clássico do Cinema, quando a gama de filmes e de histórias começou a se valer de produções audiovisuais anteriores (que também já se baseavam em obras da literatura para desenvolver uma narrativa imagética). E obviamente Toy Story’ não perderia a chance de fazer menções honrosas para longas-metragens, mostrando sim que um universo animado pode também ser a convergência de diversos outros microcosmos sem ficar sobrecarregado.

Até mesmo o prólogo da segunda aventura dos brinquedos favoritos de todo o mundo tem sua carga emocional e nostálgica: durante a apresentação dos letreiros, o filme se utiliza da música Also Sprach Zarathustra para firmar as relações semióticas e dialógicas com 2001: Uma Odisseia no Espaço’, uma das obras-primas de Stanley Kubrick. Ainda que não de forma autoexplicativa, utilizar os mesmos elementos sonoros de uma narrativa espacial para o arco de Buzz é uma jogada muito interessante – e ela não se restringe apenas a este momento: durante a sequência do elevador, em meados do terceiro ato, Zurg aparece para derrotar um segundo Buzz Lightyear, que por breves momentos tomou a identidade daquele que conhecemos. E na “batalha final”, percebemos a similaridade dos dois personagens com Darth Vader e Luke Skywalker, respectivamente (protagonistas da franquia Star Wars’).

A mistura de universos distintos segue a caracterização dos diferentes personagens. Buzz puxa elementos das obras de ficção científica e futurista, por exemplo, enquanto Woody resgata vertentes próprias de filmes de aventura – então espere sim ver grandes referências para Indiana Jones’ e os diversos westerns de Clint Eastwood. E o mais incrível é que essa intertextualidade também se estende para os outros personagens, drenando a energia criativa para indicar que todos estão no mesmo barco e permanecem atados por um objetivo em comum.

E não pense que os personagens secundários foram esquecidos. Rex, Porquinho, Sr. Cabeça de Batata e até mesmo uma cômica Barbie (dublada originalmente por Jodi Benson) têm seus arcos estruturados sobre filmes um tanto quanto não ortodoxos. Durante a sequência na loja de brinquedos, estes brinquedos estão realizando um tour pelos múltiplos corredores até que enfrentam uma avalanche de bolinhas pula-pula (uma referência talvez não tão clara para o terror Gremlins’); mais para a frente, Rex começa a perseguir o carro, tentando alcançá-los – e a construção do enquadramento faz menção direta ao primeiro filme da franquia Jurassic Park’, mais precisamente para o momento em que os protagonistas são perseguidos por um Tiranossauro Rex.

SUCESSO EMINENTE

‘Toy Story 2’ é um daqueles raros filmes sequenciais que se mostram superiores em diversos aspectos em relação a seu predecessor. A animação traz uma gama de bagagem cultural, antropológica, psíquica e simbólica que a transforma em uma das grandes pérolas do final do século, além de endossar os estúdios Pixar como uma das companhias mais promissoras da atualidade.

Através da junção de vertentes criativas e uma identidade nova, ainda que faça alusão a grandes clássicos do cinema, como analisado acima, o longa tem a capacidade de nos fazer pensar sobre passado, presente e futuro e sobre a iminência do esquecimento de nossa própria infância à medida em que nos desfazemos dos mementos que povoaram nossa imaginação quando mais novos.

‘Kung Fu’: Riscos são tomadas na promo oficial do episódio 03×02; Confira!

The CW divulgou a promo oficial de “Risk”, segundo episódio da 3ª temporada de ‘Kung Fu’.

Na trama, “quando alguém do passado de Nicky aparece inesperadamente, ela pede a ajuda de Ryan para tentar descobrir o porquê. Jin enfrenta o Conselho da Chinatown, enquanto Evan e Althea investigam o que pode estar por trás do recente aumento dos crimes na cidade. Por fim, Mei-Li conhece Carrie, representante de um grupo de investimentos de restaurantes, e a busca mundial de Henry o leva para um dos antigos aliados do pai”.

O episódio será exibido no dia 12 de outubro.

Confira:

Criada por Christina M. Kim (‘Lost’), a produção é um reboot do seriado homônimo estrelado por David Carradine, que foi exibida entre 1972-75. A nova versão, no entanto, é estrelada por uma mulher.

“Enquanto os Shen se preparam para a grande reabertura do Harmony Dumplings, eles descobrem que se tornaram as últimas vítimas de uma onda de crimes que atingiu sua comunidade em Chinatown. Enquanto Nicky (Olivia Liang) e sua equipe se preparam para resolver o problema com suas próprias mãos, um encontro com um vigilante chamado Bo (Ben Levin) deixa Nicky imaginando quem é esse estranho misterioso em sua cidade.

Além disso, após as consequências legais de seu aplicativo, Althea (Shannon Dang) e Dennis (Tony Chung) voltam a morar com Mei-Li (Kheng Hua Tan) e Jin (Tzi Ma); Ryan (Jon Prasida) e Sebastian (JB Tadena) se adaptam a viver juntos, enquanto fazem malabarismos com suas agendas lotadas. Finalmente, a chegada inesperada de alguém do passado de Nicky a abala profundamente.”

O elenco da série também conta com Tony Chung, Ludi Lin, Tzi Ma, Kheng Hua Tan, Jon Prasida, Gavin Stenhouse, Shannon Dang, Gwendoline Yeo e Eddie Liu.

‘Queen of the Universe’: 2ª temporada do reality musical ganha data de estreia oficial!

A Paramount+ revelou a data de estreia oficial da 2ª temporada do reality musical ‘Queen of the Universe‘.

O próximo ciclo estreia no dia 02 de junho nos Estados Unidos e no Canadá, chegando ao Brasil um dia depois, 03 de junho.

Anteriormente, foi divulgada a lista de competidoras da nova temporada, que inclui: Aura Eternal (Itália), Chloe V (Brasil), Jazell Royale (EUA), Love Masisi (Holanda), Maxie (Filipinas), Militia Scunt (EUA), Miss Sistrata (Israel), Taiga Brava (México), Trevor Ashley (Austrália) e Viola (Reino Unido).

Confira as imagens:

A produção acompanha drag queens de todo o mundo para se enfrentarem em uma competição musical épica. As Queens irão dominar os palcos para cantar ao vivo e descobrir quem irá reinar suprema.

Mel B, Michelle Visage, Trixie Mattel e Vanessa Williams são os jurados do programa, que conta com Graham Norton como apresentador.

O mal está à solta no teaser INÉDITO de ‘Drácula: A Última Viagem do Deméter’; Confira!

Universal Pictures divulgou mais um teaser inédito de ‘Drácula: A Última Viagem do Deméter’, que estreia nos cinemas brasileiros em 24 de agosto.

Confira:

Segundo o Exhibitor Relations Co., o longa-metragem abriu com apenas US$6,5 milhões em sua estreia nos EUA, marcando uma das piores aberturas do verão norte-americano para um lançamento de grande estúdio.

Não há como interpretar isso positivamente para o filme, que custou US$ 45 milhões para ser produzido e agora terá que contar com PVOD e streaming para encontrar seu público.

De acordo com a Variety, o filme pode ser considerado um dos maiores fracassos do ano.

O filme também dividiu a opinião dos críticos – amargando 48% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira avaliações:

“Eu admiro a ambição… ainda assim, não consegui aproveitar o passeio pelo que era, pois estava muito preso em onde poderia ter ido” – Mashable

“Bram Stoker escreveu ‘Drácula’ 126 anos atrás – de alguma forma, Hollywood ainda está estragando a história” – New York Post

“Em última análise, é uma viagem condenada: para a equipe, para o público e para a estratégia de filmes de monstros da Universal em geral.” – The Guardian

“Rica construção de mundo, escala impressionante, um compromisso com efeitos práticos e personagens totalmente realizados fundamentam o conto cada vez mais claustrofóbico e sombrio ambientado no mar.” – Bloody Disgusting

“O diretor norueguês André Øvredal trabalha com um belo design de produção a bordo do navio, mas “Deméter” nunca parece nada além de uma viagem condenada.” – Detroit News

“Deméter é um filme de terror surpreendentemente convencional, uma casa mal-assombrada no mar com personagens nada atraentes.” – Seattle Times.

André Øvredal, de ‘A Autópsia‘ e ‘Histórias Assustadoras para Contar no Escuro‘, fica responsável pela direção.

Baseado em um capítulo arrepiante do clássico romance ‘Drácula’, de Bram Stoker, o filme conta a história de um navio mercador chamado Demeter, que foi designado para levar uma carga privada (cinquenta estacas de madeira não marcadas) dos Cárpatos para Londres. Eventos estranhos caem sobre a tripulação conforme tentam sobreviver à viagem, perseguidos todas as noites por uma presença impetuosa a bordo. Quando o Demeter finalmente atraca na Inglaterra, não há qualquer sinal da tripulação.

Corey HawkinsAisling FranciosiLiam CunninghamDavid DastmalchianJon Jon BrionesStefan KapicicNikolai NikolaeffJavier Botet estrelam.

Grammy Awards 2024 | Miley Cyrus leva o prêmio de Gravação do Ano por “Flowers”

popstar Miley Cyrus parou o mundo com o lançamento de ‘Endless Summer Vacation‘ e, agora, continua a colher frutos do sucesso do álbum.

Durante o anúncio de vencedores da 66ª edição do Grammy Awards, Cyrus conquistou o prêmio de Gravação do Ano pelo lead single do álbum, “Flowers”. Além disso, ela levou para casa a estatueta de Melhor Performance Pop Solo.

O álbum conta com treze faixas, incluindo uma colaboração com Carlile e outra com Sia.

Veja a tracklist:

1. Flowers
2. Jaded
3. Rose Colored Lenses
4. Thousand Miles, feat. Brandi Carlile
5. You
6. Handstand
7. River
8. Violet Chemistry
9. Muddy Feet, feat. Sia
10. Wildcard
11. Island
12. Wonder Woman
13. Flowers (demo)

A produção segue o lançamento do bem-sucedido e elogiado ‘Plastic Hearts’, de 2020, que trouxe presença de ícones do rock como Joan JettBilly Idol.

Cyrus ficou mundialmente conhecida ao interpretar a artista Hannah Montana na série homônima do Disney Channel. Em 2013, chocou o mundo com a repaginação completa de sua figura pública com o subestimado ‘Bangerz’, que introduziu aos fãs hits como “We Can’t Stop”“Wrecking Ball”.

Os 10 Piores Filmes de 2024 (Até Agora)

Enquanto 2024 vem nos entregando diversas produções impecáveis e que automaticamente caíram no gosto da crítica e do público, existe o outro lado do jogo que preferimos esquecer.

Vários longas-metragens falharam em cumprir com as expectativas, transformando-se em narrativas clichês, cansativas e, muitas vezes, risíveis – como foi o caso de ‘Madame Teia’, a mais recente entrada do universo ‘Homem-Aranha’ nos cinemas, ou o frustrante terror ‘Mergulho Noturno’, cuja mitologia não foi forte o suficiente para esquivar as investidas das mais óbvias fórmulas.

Pensando nisso, preparamos uma lista com os DEZ piores filme do ano até agora.

Confira abaixo as nossas escolhas:

10. BACK TO BLACK

“Dirigida por Sam Taylor-Johnson, a produção procura explorar a transição de Amy Winehouse para o estrelato mundial, nos guiando até os momentos que antecederam sua morte – e, é claro, esquadrinhando as polêmicas em que se envolveu e que atraíram olhares maldosos dos paparazzi e de uma mídia que não tinham quaisquer interesses em protegê-la ou em trazer a verdade à tona, preferindo pintá-la como uma mulher louca e rendida às drogas e ao álcool. E, concretizando o que todos temiam, o longa-metragem é frustrante em sua estrutura estética e criativa, bem como redutivo a ponto de desumanizá-la mais do que já conseguiram em um passado não muito distante” – Thiago Nolla

9. IMAGINÁRIO: BRINQUEDO DIABÓLICO

“Um dos deslizes principais é o roteiro. Assinado por Jeff Wadlow, Greg Erb e Jason Oremland, a história poderia ter sido mais bem aproveitada caso não quisesse se valer de uma mitologia muito complexa e que envolve muitas subtramas. Afinal, temos explicações constantes de como o amigo imaginário de Alice corresponde a uma entidade cuja manifestação pode caminhar de duas maneiras – uma protetora e outra vingativa, como é o caso de Chauncey. E isso também se relaciona com o laço que une Alice e Jess e os segredos que se escondem no casarão, abrindo espaço para certas pulsões da psicologia que não deveriam existir, restringindo-se, sim, ao sobrenatural e às clássicas histórias de terror pelas quais somos apaixonados” – Thiago Nolla

8. OS ESTRANHOS – CAPÍTULO 1

os estranhos

Funcionando como um reboot da clássica franquia, ‘Os Estranhos – Capítulo 1’ tinha tudo para ser uma revitalização do gênero slasher e nos apresentou um material promocional bastante competente. Todavia, nem mesmo a química de Madelaine PetschFroy Gutierrez consegue salvar a produção de um fracasso iminente: segundo nossa jornalista Janda Montenegro, “o roteiro de Bryan BertinoAlan R. Cohen e Alan Freedland faz os personagens tomarem decisões irracionais mesmo para uma situação de suspense (como decidir deliberadamente ignorar som de passos pela casa, sem sequer checar se é real) para fazer esta primeira parte render mais no enredo da trilogia, e isso também é frustrante”.

7. URSINHO POOH: SANGUE E MEL 2

“Um dos equívocos mais imperdoáveis cometidos pelo longa é sua previsibilidade – e não estou comentando da “temporada de matança” promovida por Pooh e os outros, mas sim por tentar construir um mistério a ser resolvido que é ridiculamente calculável e ajuda a acabar com a magia promovida conforme nos aproximamos da conclusão. E, como se não bastasse, a adição de Tigrão (Lewis Santer), um dos personagens mais famosos do cosmos do Ursinho Pooh, é desperdiçado e tem protagonismo em apenas uma determinada cena que, de fato, não serve para muita coisa além de aumentar as camadas do slasher” – Thiago Nolla

6. MERGULHO NOTURNO

“Dirigido por Bryce McGuire em sua estreia oficial no circuito de longas-metragens, a inesperada trama acompanha uma família que se muda para uma casa que contém uma belíssima piscina. Lá, o jogador de basebol aposentado Ray Weller (Wyatt Russell) procura construir uma nova vida ao descobrir que sofre de uma doença degenerativa cujas medidas são, àquele momento, apenas paliativas. Entretanto, ele começa a apresentar uma melhora significativa de saúde poucos dias depois, levando-os a desconfiar de uma força maligna que emana da própria piscina e que pode trazer caos e ruína. Apesar do surpreendente escopo narrativo, era notável que o projeto poderia ser um “tiro no pé” – e, infelizmente, foi isso o que aconteceu” – Thiago Nolla

5. REBEL MOON – PARTE 2

“Antes de tudo, acho válido dizer que faço parte do grupo que não achou ‘Rebel Moon –Parte 1′ um desastre completo. Por mais que tivesse elementos retirados diretamente de Star Wars’, com alguns personagens sendo praticamente os mesmos da saga da família Skywalker, havia coisas boas ali e ideias interessantes que poderiam ser desenvolvidas na sequência para expandir esse universo. Infelizmente, minha surpresa se deve ao baixíssimo nível do conteúdo trazido pelo diretor na Parte 2′. A sensação que fica é que Zack Snyder conseguiu fazer duas horas do mais puro nada. Alguns podem chamar a trama de genérica, mas é algo tão pobre de inspiração que chega a ser questionável se chega a merecer o termo genérico” – Pedro Sobreiro

4. PEDIDO IRLANDÊS

“[No filme], percebemos desde o começo que as engrenagens essenciais do filme não se completam em nenhum momento: logo de cara, temos uma cansativa sequência na festa de lançamento do novo romance de Paul em Nova York, apresentando através de planos sem inspiração cada um dos personagens; pouco depois, a fragmentada montagem dá um salto significativo no tempo até contrastar com as bucólicas e místicas paisagens da Irlanda, premeditando os acontecimentos que irão reger a vida da protagonista a partir de então. Cena a cena, vemos que os personagens não têm qualquer desenvolvimento palpável, reduzidos a uma mixórdia de estereótipos e a descartes fajutos de personas que já vimos em títulos muito melhores.

3. A MÃE DA NOIVA

maedanoiva cinepop

“É notável como o espectro estrutural do longa-metragem parte de uma premissa bastante conhecida dentro do gênero das rom-coms. Aqui, temos uma predileção do diretor Mark Waters e do roteirista Robin Bernheim para uma espécie de comédia de costumes que foca no lovers-to-enemies-to-lovers em uma tentativa celebratória da importância da família e do amor – e nada disso seria um empecilho caso o projeto, em si, não procurasse dar um passo maior que a perna ou ao menos fingisse se importar com alguma coisa além de um produto manufaturado e sem vida. E tudo soa mais escabroso quando percebemos que absolutamente nenhum ator ou atriz possui química, entregando diálogos vencidos apenas para tapar os enormes buracos em cada ato” – Thiago Nolla

2. NOSSO LAR 2

“Com orçamento estimado de R$7 milhões, poderíamos imaginar que a estética do longa-metragem ao menos viria como um aspecto positivo – entretanto, não é isso o que acontece. De um lado, temos uma melodramática e mandatória trilha sonora que impede que os espectadores sintam o que querem sentir, sendo condicionados a entrar numa atmosfera que, no final das contas, traz mensagens de bonança e de amor que são bem costumeiros de obras desse gênero; de outros, temos efeitos especiais que mais parecem um show de mágica do que auxiliam na compreensão do que são as Colônias Espirituais e de que forma e de que forma estamos conectados ao mundo superior – e qual a nossa missão na Terra. Por fim, o roteiro e a direção fingem terminar a narrativa mais de uma vez, estendendo o tempo da obra mais do que deveriam” – Thiago Nolla

1. MADAME TEIA

Ninguém poderia nos preparar para o desastre descomunal que ‘Madame Teia’ seria ao chegar aos cinemas. Apesar do instigante trailer promocional, o longa-metragem falhou em absolutamente todos os aspectos, desde o decepcionante e risível roteiro a atuações desastrosas que, na verdade, não tiveram muito o que fazer com diálogos tão ridículos. Como se não bastasse, todo o potencial é desperdiçado em uma mixórdia inexplicável de fórmulas e convencionalismos que nos faz contorcer de vergonha alheia – uma bomba atômica de proporções desastrosas, para dizer o mínimo.

Os Melhores Filmes Musicais dos Anos 2010

Os filmes musicais costumam ter um espaço especial no coração dos cinéfilos – principalmente por aqueles que são apaixonados por teatro musical. Afinal, ambos estão conectados por características bastante similares, visto que as produções cinematográficas do gênero também são acompanhadas de canções intrinsecamente conectadas com a narrativa e com o arco de cada um dos personagens, além de dança e de um ensemble que serve de apoio a determinado protagonista ou coadjuvante.

Desde o início da sétima arte, produções variadas conquistaram o público e a crítica – e, nas últimas duas décadas, é notável como o interesse do público continuou firme em relação a produções do gênero. Apenas a encargo de exemplificação, títulos como ‘Moulin Rouge – Amor em Vermelho’‘Chicago’ ajudaram a revitalizar a popularização dos musicais, enquanto ‘La La Land: Cantando Estações’ e o remake de ‘Amor, Sublime Amor’ mergulharam em um sucesso instantâneo.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando os cinco melhores filmes musicais da década de 2010. Para tanto, não estamos levando em consideração produções animadas (como as da Walt Disney Studios), e sim obras em live-action.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

5. O RETORNO DE MARY POPPINS (2018)

“Praticamente perfeita de todos os jeitos” é a frase que resume a personalidade de Mary Poppins, uma das personagens mais lendárias do panteão Disney e da própria literatura inglesa. E, depois de Julie Andrews encarnar a babá encantada com maestria, chegou a vez de Emily Blunt fazer um trabalho honrável 54 anos depois do longa-metragem original – revitalizando o charme, o carisma e a polidez da personagem. Rob Marshall, encabeçando o projeto, presta homenagens ao longa original, mas sem se valer apenas de uma nostalgia, e sim de pulsões criativas e coloridas que funcionam em sua maior parte.

4. CAMINHOS DA FLORESTA (2014)

‘Caminhos da Floresta’ é uma visão moderna dos adorados contos dos irmãos Grimm, cruzando as tramas de algumas histórias e explorando as consequências dos desejos e das buscas dos personagens. Este musical engraçado e emocionante segue os contos clássicos de Cinderela (Anna Kendrick), Chapeuzinho Vermelho (Lilla Crawford), João e o Pé de Feijão (Daniel Hittlestone) e Rapunzel (Mackenzie Mauzy) – todos reunidos em uma história original envolvendo um padeiro e sua esposa (James Corden e Emily Blunt), seu desejo de formar uma família e a interação com a bruxa (Meryl Streep) que os amaldiçoou.

3. OS MISERÁVEIS (2013)

Tom Hooper tornou-se um infame nome do cenário fílmico nos últimos anos em virtude da inexplicável adaptação de ‘Cats’ em 2019. Porém, seis anos antes, Hooper tomou em mãos a árdua tarefa de adaptar o clássico romance (e a subsequente peça da Broadway) ‘Os Miseráveis’ para as telonas. Para além das performances impecáveis de nomes como Hugh JackmanAnne Hathaway (esta condecorada com o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante), o épico histórico é um musical memorável, movido por peças eximiamente bem executadas e um comprometimento aplaudível em recontar, de forma dramatizada e romântica, um dos capítulos mais conhecidos da história da França.

2. NASCE UMA ESTRELA (2018)

A quarta versão de ‘Nasce Uma Estrela’ – e o terceiro remake da história – veio com certa resistência por parte do público. Porém, a estreia diretorial de Bradley Cooper o colocou no centro dos holofotes pela paixão que sentiu pela narrativa e pela maneira que gostaria de honrar Clint Eastwood (que, originalmente, iria comandar o projeto). Estrelando como o musicista em decadência Jackson Maine, Cooper dividiu os palcos com uma performance extraordinária de Lady Gaga como a jovem Ally – e o enlace romântico de ambos os personagens atingiu seu ápice performático através da premiada canção “Shallow”, que marcou a década de 2010 e até mesmo o século XIX.

1. LA LA LAND: CANTANDO ESTAÇÕES (2016)

‘La La Land: Cantando Estações’ se transformou em um evento ao ser lançado em 2016 – tendo um impacto similar ao que ‘Chicago’‘Moulin Rouge’ tiveram no início dos anos 2000. Cada elemento estético, visual ou sonoro, é pensado com extrema cautela pelo diretor e pelo competente time que o acompanha. Temos um conflito de tons que não fogem muito do espectro primário e secundário da paleta de cores clássica, servindo, ao mesmo tempo, como individualização e massificação de um grupo de pessoas com destino similar – seja nos palcos, nas telas ou nos bastidores. Ao mesmo tempo, Emma StoneRyan Gosling dominam cada sequência com uma química espetacular, invejável e emocionante, que nos faz celebrar “os tolos que sonham” (por mais que eles sejam nós mesmos).

‘Dan Da Dan’: 2ª temporada do anime da Netflix ganha novo trailer INSANO; Assista!

A 2ª temporada do anime ‘Dan Da Dan‘ ganhou um novo trailer oficial.

O novo ciclo chega ao catálogo da Netflix no dia 03 de julho.

Assista:

Esta é uma história sobre Momo, uma garota do ensino médio que vem de uma família de médiuns espirituais, e seu colega de classe Okarun, um garoto fanático pelo ocultismo. Depois que Momo resgata Okarun de uns valentões, eles se tornam amigos. No entanto, suas visões de mundo distintas os levarão a um dilema: Será mesmo que aliens e fantasmas existem?

Visando provar que o que acreditam é real, Momo vai a um hospital abandonado onde um OVNI foi avistado, enquanto Okarun vai a um túnel que dizem ser assombrado. Para surpresa deles, cada um se depara com atividades paranormais avassaladoras que transcendem a compreensão. Em meio a isso tudo, Momo desperta seu lado oculto e Okarun ganha o poder de uma maldição para superar esses novos perigos! Será que o amor deles destinado também começará aqui?

Hiroshi Seko assina a criação da série.

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Channing Tatum vive ladrão carismático no trailer DUBLADO de ‘O Bom Bandido’, filme baseado em história REAL

Diamond Films divulgou o trailer dublado de ‘O Bom Bandido‘ (Roofman), drama criminal estrelado por Channing Tatum (‘Pisque Duas Vezes’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de outubro.

Derek Cianfrance (‘Namorados Para Sempre’) é responsável pela direção.

Baseada na história real de Jeffrey Manchester, a trama acompanha um pai em dificuldades que se dedica a roubar restaurantes McDonald’s abrindo buracos nos telhados, o que lhe rendeu o apelido de ‘Roofman’ (Homem do Telhado). Após escapar da prisão, ele vive secretamente dentro de uma loja de brinquedos por seis meses, sobrevivendo sem ser notado enquanto planeja seu próximo passo. Mas quando se apaixona por Leigh, uma mãe divorciada atraída por seu charme inegável, sua vida dupla começa a se desfazer, desencadeando um jogo de gato e rato envolvente e cheio de suspense, à medida que seu passado se aproxima.

O elenco ainda conta com Kirsten DunstPeter Dinklage, Juno Temple, LaKeith Stanfield e Ben Mendelsohn.

‘Rancho Dutton’: Spin-off de ‘Yellowstone’ ganha teaser DUBLADO e novas imagens; Confira!

Paramount+ Brasil divulgou o teaser trailer dublado e as imagens oficiais de ‘Rancho Dutton’ (‘Dutton Ranch’), nova série derivada de ‘Yellowstone’.

O spin-off tem estreia agendada para o dia 15 de maio na plataforma de streaming.

Confira:

Chad Feehan (‘Homens da Lei: Bass Reeves’) entra como showrunner.

A trama nos leva para o Rancho Dutton, lar de Beth Dutton (Kelly Reilly) e Rip Wheeler (Cole Hauser), um testemunho da paz pelo qual buscaram, lutaram e quase morreram. Em tempos difíceis e competição acirrada, Beth e Rip fazem o que podem para sobreviver, ao mesmo tempo em que garantem que Carter (Finn Little) se torne o homem que deveria ser.

Annette BeningEd Harris integram o elenco.

O Universo Yellowstone também inclui as séries pré-sequência ‘1823’ e 1923′, ambas já concluídas. Duas outras produções inspiradas no universo se juntam à série de Beth e Rip: Madison’, para a Paramount+, estrelada por Michelle Pfeiffer como Stacy Clyburn; e Y: Marshals’, para a CBS, estrelada por Luke Grimes como Kayce Dutton. ‘1944’‘6666’ também fazem parte do crescente panteão criado por Taylor Sheridan.

‘Game of Thrones’: Morte de importante personagem pode ter sido plágio

Um dos momentos mais controversos da última temporada de ‘Game of Thrones‘ foi a rápida morte do Rei da Noite pelas mãos de Arya Stark (Maise Williams), que o golpeou de surpresa.

Acontece que Arya não foi a primeira a usar aquele golpe e um usuário do Instagram comentou que a cena foi plagiada de uma produção de Bollywood baseada nas aventuras do ‘Aladdin‘.

A cena em questão é de 2008 e mostra o mesmo movimento usado por Arya para derrotar o vilão de ‘Game of Thrones‘. Confira:

E você, acha que foi pura coincidência ou a equipe de coreografia de ‘Game of Thrones‘ andou se inspirando demais nas produções de Bollywood?

 

Festival de Cannes 2020 pode ser cancelado devido ao Coronavírus

De acordo com o site francês Le Point, é provável que a 73 ª edição do Festival de Cinema de Cannes seja cancelada por causa do surto de Coronavírus.

Fontes ligadas ao evento disseram que os organizadores ainda não se decidiram sobre a realização das cerimônias, que estão programada para maio deste ano.

“A maior preocupação dos responsáveis é a segurança dos convidados e funcionários. Além disso, será difícil, se não impossível, selecionar filmes da China, Irã ou Itália sabendo que atores e cineastas não poderão vir ao evento.”, disse a fonte.

No entanto, a resposta definitiva será revelada até 15 de abril, período no qual a organização Mundial de Saúde deve divulgar novas atualizações sobre o avanço ou queda do contágio.

Em entrevista ao portal, Thierry Fremaux, diretor do Festival de Cannes, disse que não está preocupado com a situação.

“Digamos que aqueles que estão preocupados estejam preocupados porque olham para o mês de maio como se estivessem em março. O festival é daqui a dois meses e, a essa altura, esperamos que a situação seja diferente e que a epidemia seja controlada. Precisamos manter a calma.”

Para quem não sabe, muitos dos filmes que são lançados no Festival de Cannes tendem a consolidar uma grandiosa trajetória de prestígio nas principais premiações, como o Oscar, Globo de Ouro, e SAG Awards.

‘O Poderoso Chefão 4’ ainda está nos planos da Paramount; Confira!

A trilogia ‘O Poderoso Chefão‘ permanece sendo um marco na história do cinema por conta das grandes atuações de Marlon Brando, Al Pacino, Robert De Niro, Andy Garcia, Diane Keaton e companhia.

A tragédia da família Corleone revolucionou a maneira de se contar uma história poderosa através de elementos simples, mas elegantes e inesquecíveis.

Apesar dos filmes concluírem de forma digna a trama criada pelo escritor Mario Puzo, os representantes da Paramount Pictures estão interessados em desenvolver mais um capítulo para a aclamada narrativa.

A informação foi divulgada através de um comunicado publicado no The New York Times, que diz o seguinte:

“Embora não haja planos imediatos para outro filme da saga ‘O Poderoso Chefão’, dado o poder duradouro de seu legado, não descartamos a ideia de um 4º filme. A possibilidade continua aberta se a história certa surgir… Em uma era de remakes sem fim, tudo é possível. Pode parecer quase uma blasfêmia para alguns fãs tocar nesse assunto porque essa é uma das franquias mais incríveis de todos os tempos, mas o cinema continua provando que nada é intocável.”

Infelizmente, o diretor Francis Ford Coppola, responsável pela trilogia, deixou claro que não estará ligado ao projeto, caso seja concretizado.

Em entrevista ao portal, o cineasta foi bem direto ao dizer que:

“Pode ser que haja um ‘O Poderoso Chefão 4‘, até um 5 ou 6. Mas eu não vou dirigi-los.”

Além disso, seria um grande desafio contar com a presença de todo o elenco original e repetir o sucesso dos primeiros filmes.

E aí, o que você acha da possibilidade?

Anteriormente, Keaton, intérprete de Kay Adams, foi uma das apoiadoras da ideia ao dizer que o 3º filme merecia um final mais adequado, mas Coppola finalmente conseguiu terminar nova edição da sequência.

Intitulada ‘O Poderoso Chefão – Desfecho: A Morte de Michael Corleone’, o longa já está disponível em cinemas selecionados de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília.

O longa também chegará às  plataformas digitais em 08 de dezembro, incluindo NET NOW Claro, Sky, Apple TV, Google Play, Vivo, Oi, Xbox Video, e PlayStation Store.

Assista ao trailer:

Esta nova versão de ‘O Poderoso Chefão: Parte III’ atinge a visão original do diretor Coppola e do roteirista Puzo para o final, que foi meticulosamente restaurada para uma melhor apresentação do último capítulo da saga dos Corleone, que é legitimamente vista como uma das maiores da história do cinema.

“‘O Poderoso Chefão – Desfecho: A Morte de Michael Corleone’ é um reconhecimento do título de Mario, e também meu preferido, que retrata nossas intenções originais para o que se tornou ‘O Poderoso Chefão: Parte III'”, disse Coppola. “Para esta versão, reorganizei cenas tomadas e combinações musicais. Com essas mudanças, mais a filmagem e o som restaurados, esta é, para mim, uma conclusão mais apropriada para ‘O Poderoso Chefão’ e ‘O Poderoso Chefão: Parte II’ e estou grato a Jim Gianopulos e à Paramount por me permitirem revisitá-la”. 

‘Homem-Aranha 3’: Detalhe sobre o Dr. Octopus está surpreendendo os fãs

Os fãs da Marvel devem se lembrar que Otto Octavius (Alfred Molina) conseguiu assumir o controle de suas garras magnéticas ao final de ‘Homem-Aranha 2‘ (2004), deixando de ser um vilão e se sacrificando para impedir a destruição de Nova York.

Vale lembrar que um pequeno detalhe das garras é que suas luzes ficavam vermelhas quando a inteligência artificial que as controla tomava conta do cérebro de Octavius.

No entanto, quando ele consegue domar a tecnologia, as luzes se tornam brancas, representando que ele estava no controle quando o vimos pela última vez.

Por outro lado, quando ele é visto no trailer de ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’, as luzes estão vermelhas novamente…

Isso comprova que ele não está no controle de sua mente.

Relembre:

“Um detalhe visual do ‘Homem-Aranha 2‘ é bem visível nesta cena (quando Otto está no controle, as emitem luzes brancas).”

Meses atrás, Molina confirmou que estaria interpretando o mesmo personagem do filme de 2004, agora resta saber como ele sucumbiu ao domínio da inteligência artificial, já que ele havia recobrado a consciência antes de afundar no rio.

E aí, o que você acha que pode ter acontecido com o personagem entre os dois filmes?

Há alguns meses, um usuário do Reddit compartilhou trechos do roteiro da sequência, afirmando que o vazamento veio de Daniel RPK.

Para quem não conhece, RPK é famoso por obter informações privilegiadas de diversas produções da cultura pop em geral.

Inclusive ele já havia divulgado em seu perfil do Twitter que o Lagarto seria um dos vilões da sequência, o que foi confirmado no trailer.

Confira:

Daniel RPK disse que ele pode “confirmar 100%” que o Lagarto de ‘O Espetcaular Homem-Aranha’ é um dos membros do Sexteto Sinistro em ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’.”

Acontece que o roteiro de ‘Homem-Aranha 3′ vazado por RPK diz que:

A vida de Peter é arruinada depois que sua identidade foi revelada por Mysterio ao fim de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘. Agora, ele agora está enfrentando um julgamento, mas vai contar com Matt Murdock (Charlie Cox) como seu advogado.

Para tentar reverter a situação, Peter pede ajuda ao Doutor Estranho e insiste que ele faça uma magia proibida para que todos esqueçam que ele é o Homem-Aranha.

Mas, algo dá errado com o encanto e eles quebram as barreiras entre as realidades e trazem CINCO vilões das adaptações do Homem-Aranha de vindos de diferentes dimensões.

Entre eles, o Duende Verde, Dr Octopus e Homem-Areia, todos da trilogia dirigida por Sam Raimi. Além do Lagarto e Electro, ambos da franquia ‘O Espetacular Homem-Aranha’.

O Dr. Estranho os tranca em uma prisão especial, mas Norman Osborn arquiteta um plano junto com os outros, já que a última coisa da qual todos se lembravam é que o Homem-Aranha os matou.

Estranho quer levá-los de volta às suas dimensões originais, mas isso significa que eles voltariam para a cova, então Norman manipula Peter para libertá-los, fazendo-o se sentir culpado por suas mortes.

É aí que Peter briga com Estranho e quebra a magia que os mantinha aprisionados ao roubar um cubo místico. Uma vez soltos, eles começam a destruir partes de Nova York.

Para detê-los, Peter percebe que só poderia ter êxito trazendo outras versões de si mesmo, vindas realidades respectivas a cada vilão.

Para a surpresa do público, os Aranhas de Tobey Maguire e Andrew Garfield são inseridos ao MCU para ajudá-lo. Há uma grande revanche entre o aranha de Tobey e Octopus, e entre Andrew e Electro.

A batalha final é na estátua da liberdade com os três Aranhas lutando contra o Sexteto Sinistro (foi dito que o 6º vilão está sendo mantido em segredo).

Em certo momento, todos os vilões acabam na prisão do Doutor Estranho mais uma vez, menos o Duende Verde.

Pelo visto, ele deve ser o principal vilão da sequência, pois há uma cena em que Holland tenta matá-lo – e quase consegue.

Isso porque o Duende é o responsável pela morte de um amado personagem (MJ?), que deixa o Peter de Holland mergulhado em lágrimas.

A publicação termina explicando que Peter tenta continuar sua vida comum, concluindo o ensino médio… E parece que todos ainda sabem que ele é o Homem-Aranha.

Por enquanto, ainda não como saber se as informações são verídicas, mas considerando o histórico de Daniel RPK, é possível que grande parte desta trama esteja presente na sequência.

E aí, o que você acha da teoria?

Assista ao trailer:

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ chegará aos cinemas nacionais em 16 de dezembro.

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

‘The Boys’: Billy Butcher e seus aliados se reúnem em imagem inédita da 3ª temporada; Confira!

Através do Twitter, a página oficial da série ‘The Boys‘ divulgou uma nova imagem de Billy Butcher (Karl Urban) e sua equipe para promover a 3ª temporada, que estreia em 03 de junho, na Amazon Prime.

O único ausente na imagem é Hughie Campbell (Jack Quaid), que nunca concordou com os métodos psicopatas de Butcher em sua busca por vingança contra o Capitão Pátria (Antony Starr).

Sua ausência indica que ele pode se afastar do grupo depois que Butcher tomou o composto V, a droga que dá poderes ao Supers.

Confira:

Quem acompanha a série sabe que Butcher nunca foi exatamente um herói, mas ele tenta fazer as coisas certas mesmo com o seu jeitão arrogante.

No entanto, os teasers da 3ª temporada mostraram que o personagem pode ter uma mudança de comportamento e se tornar ainda mais violento depois de induzir uma dose do composto V.

Em entrevista para a Entertainment Weekly, Urban revelou que Billy pode acabar percorrendo um caminho vilanesco na tentativa de combater aqueles quem ele acredita que são os verdadeiros vilões.

“Esse é o dilema da 3ª temporada: Butcher se torna um super-herói ou um supervilão? Para derrotar o monstro, você precisa se tornar o monstro? E eu acho que uma das coisas legais dessa temporada é que todo personagem se depara com essa escolha. Até onde eles estão dispostos a ir por seu valores? Que linha eles estão dispostos a cruzar a fim de alcançar o que eles querem alcançar?”

Agora que Butcher terá super-poderes, a batalha contra o Capitão Pátria poderá ser igualada, mas quais serão as consequências?

Você está ansioso para os novos episódios?

Confira o trailer:

Vale lembrar que o novo ciclo também irá introduzir Laurie Holden (Condessa Carmesim), Sean Patrick Flanery (Supersonic), Nick Wechsler (Blue Hawk) e Miles Gaston Villanueva (Gunpowder).

Confira nossa crítica da 2ª temporada:

Crítica | The Boys – 2ª temporada: Ainda mais sádica, violenta e ofensiva

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

‘Thunderbolts’ será como uma sequência de ‘Viúva Negra’

Através do Instagram, o artista Andy Park, diretor de desenvolvimento visual da Marvel Studios, compartilhou uma ilustração do livro ‘The Art of Black Widow‘ e revelou que o filme ‘Thunderbolts‘ será uma espécie de sequência de ‘Viúva Negra‘.

Na legenda, Park brincou que, como vários personagens da Viúva Negra retornarão em Thunderbolts, “é como se fosse uma sequência do longa estrelado por Scarlett Johansson e que os títulos estão conectados, de certa forma.”

A informação faz todo sentido, já que Yelena Belova (Florence Pugh) estará no comando da equipe e é a sucessora de Natasha Romanoff (Johansson) ao título de Viúva Negra.

Confira a publicação:

Anteriormente, o ComicBook.com divulgou que Ayo Edebiri, conhecida por seu trabalho como Sydney Adamu na série ‘O Urso’, foi escalada para o elenco do longa.

Detalhes sobre seu papel não foram revelados. A atriz também é conhecida por suas performance sem ‘Big Mouth’‘Dickinson’.

Edebiri se junta aos previamente confirmados Wyatt Russell como John Walker/Agente Americano, Hannah John-Kamen como Ava Starr/Fantasma, David Harbour como o Guardião Vermelho, Olga Kurylenko como a Treinadora e Sebastian Stan como Bucky Barnes/Soldado Invernal.

Em outra entrevista ao ComicBook.com, Harbour revelou como os heróis irão se reunir para formar o icônico time.

“Este é um dos mistérios iniciais. Eu fiz uma piada sobre ser como ‘Dungeons and Dragons’, onde você entra numa taverna e há um anão bebendo uma cerveja e um elfo no canto, todos nos juntamos e então tem esse fantasma… Não irá acontecer desse jeito, creio eu”, ele disse.

O ator continua: “mas acho que um dos mistérios do filme é a relação deles e, como você diz, há muitas coisas animadoras à medida que terminamos essa próxima fase, em relação ao papel que representam neste universo. Então, sabe, não posso dizer muito por enquanto, mas há uma introdução muito boa de como esse time se reúne, e será muito divertido”.

Jake Schreier‎‎ (Frank e o Robô) está definido como diretor, enquanto Eric Pearson (Viúva Negra) fica responsável pelo roteiro.

‘Thunderbolts’ concluirá a Fase 5 do MCU, com a estreia agendada para 26 de julho de 2024.