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‘Vingadores: Ultimato’: Trailer quebra recorde e se torna o mais visto em 24 horas

Vingadores: Ultimato‘ já começou quebrando recordes! Lançado há uns dias, o primeiro vídeo do filme quebrou recordes, tornando-se o trailer mais visto em 24 horas da história.

Com 289 milhões de visualizações, o filme conseguiu superar o trailer de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, que anteriormente detinha o recorde – com 230 milhões de visualizações. O terceiro lugar também pertence à Disney, com o aguardado live-action de ‘O Rei Leão‘ (224 milhões de views).

A dupla Anthony Russo e Joe Russo retorna para a direção.

Com a culminação de 22 filmes interconectados, o quarto filme da saga dos Vingadores fará público testemunhar o ponto crítico desta jornada épica. Nossos amados heróis perceberão o quão frágil é a realidade, e também os sacrifícios que precisam ser feitos para defendê-la.

O elenco grandioso conta com Karen Gillan (Nebula), Bradley Cooper (Rocket), Brie Larson (Capitã Marvel), Scarlett Johansson (Viúva Negra), Evangeline Lilly (Vespa), Jon Favreau (Happy Hogan), Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Chris Hemsworth (Thor), Josh Brolin (Thanos), Chris Evans (Capitão América), Michelle Pfeiffer (Janet Van Dyne), Paul Rudd (Homem-Formiga), Elizabeth Olsen (Feiticeira Escarlate), Chadwick Boseman (Pantera Negra), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Pom Klementieff (Mantis), Tilda Swinton, Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Katherine Langford, Dave Bautista (Drax), Mark Ruffalo (Hulk), Gwyneth Paltrow (Pepper Potts), Letitia Wright (Shuri) e Frank Grillo.

Vingadores: Ultimato‘ será lançado nos cinemas nacionais em 25 de abril de 2019.

Novo terror de James Wan será uma trama ‘original’ e terá ‘efeitos práticos’; Saiba mais!

James Wan finalmente está voltando para a direção de um novo filme de terror para a New Line, que ainda não teve o título divulgado, e compartilhou alguns detalhes da produção.

“Há muita especulação sobre o que será meu próximo projeto… Tudo o que eu posso dizer é que estou muito animado por voltar as minhas origens com esse terror para maiores de idade. Será uma trama original (não será um reboot/remake ou nada baseado em algo que já exista) com efeitos práticos – sem fundo verde falso.”

Com o esclarecimento, está encerrada a teoria que o cineasta poderia estar trabalhando em um novo filme da franquia ‘A Hora do Pesadelo‘.

Além de dirigir, Wan coescreve o roteiro ao lado de Ingrid Bisu.

Espera-se que as filmagens aconteçam em Los Angeles, ainda em 2019.

Rua do Medo 2: 1978 | Os 8 Filmes de Terror Slasher de Acampamento Mais Famosos do Cinema

O cinema é realmente uma coisa maravilhosa. Dentro de cada tópico de assunto de um gênero existe uma especificidade, criando os subgêneros. Por exemplo, do terror tiramos os filmes slasher – produções geralmente protagonizadas por adolescentes nas quais um assassino quase sempre mascarado usa uma arma de corte para perseguir e matar os jovens. Dentro deste subgênero temos ainda algo mais específico, que são os filmes de acampamento – imortalizados pelo clássico absoluto e um dos maiores representantes do slasher, Sexta-Feira 13 (1980).

Agora, a Netflix criou sua própria franquia de terror slasher, que está fazendo o maior sucesso. ‘Rua do Medo – Parte 1: 1994‘ surpreendeu os assinantes da plataforma por conta da violência e das mortes sangrentas causadas por assassinos manipulados por uma bruxa.

A sequência ‘Rua do Medo- Parte 2: 1978’ faz uma bela homenagem a ‘Sexta-Feira 13‘.

Pensando nisso, o CinePOP resolveu listar os oito filmes mais famosos do slasher de acampamento no cinema. Veja abaixo, não esqueça de comentar e dizer se já viu todos e quais seus preferidos.

Acampamento Sinistro (Sleepway Camp, 1983)

Seguindo de perto no rastro de Sexta-Feira 13 (1980), este filme se tornou um dos mais cultuados do segmento. Adquirindo uma verdadeira legião de fãs, o longa caiu no gosto dos aficionados devido a seu final incrivelmente surpreendente – que por sua vez remete (novamente) ao citado ápice do subgênero acima. Na trama, os pais da jovem Angela (Felissa Rose) morrem e ela termina criada pela tia ainda muito pequena. Na adolescência, ela é mandada ao lado do primo a um acampamento de férias, onde pouco tempo depois, brutais assassinatos começam a ocorrer. Assim como Sexta-Feira 13, este é um whodunit, um filme no qual temos que descobrir o assassino dentre todos os personagens. Algumas sequências foram produzidas, mas não obtiveram o mesmo impacto.

Chamas da Morte (The Burning, 1981)

Este é um dos filmes do qual a nova temporada de AHS mais pega emprestado. Produzido por Harvey Weinstein, a ideia para o longa foi baseada numa lenda urbana nova yorkina. Na trama, uma brincadeira sai terrivelmente errada, quando um grupo de adolescentes num acampamento ateia fogo no zelador do local, Cropsy (Lou David). O sujeito passa anos em coma num hospital, somente para levantar e retornar ao acampamento, onde irá exercer sua vingança com uma grande tesoura de jardinagem. O terror marca a estreia de alguns rostos conhecidos, como a vencedora do Oscar Holly Hunter (O Piano), Jason Alexander (o George de Seinfeld), Fisher Stevens (Um Robô em Curto Circuito) e Brian Backer (Picardias Estudantis e Loucademia de Polícia 4). A trilha de Rick Wakeman, da banda Yes, é similar à confeccionada para Sexta-Feira 13.

Stage Fright (2014)

Um dos mais diferentes, criativos e recentes exemplares do subgênero, Stage Fright é ao mesmo tempo uma comédia e um filme de terror – seguindo mais a linha de produções dos slasher pós-Pânico (Scream), de Wes Craven. Aqui, temos um acampamento diferente, voltado para as artes e para a música. Mas, como nos melhores no estilo, infestado de mortes violentas causadas por um assassino mascarado. Aqui temos também uma mocinha traumatizada, que teve a mãe, uma famosa artista do teatro, assassinada ainda na sua infância. Por se tratar de um longa com temática de músicas e canções, Stage Fright é, ele mesmo, um musical igualmente.

Psicose para Matar (Cheerleader Camp, 1988)

Para se diferenciar dos demais e da mesmice, algumas produções da época, mesmo fazendo parte do subgênero, tentavam dar uma temperada em sua trama. Esta obra de 1988 trouxe como atrativo um acampamento somente para líderes de torcida. Mesmo fazendo parte da seara de filmes da década de 1980, Psicose para Matar já acrescentava muito humor intencional em seu roteiro, sendo considerado também uma comédia. Na trama, a protagonista Alison (papel de Betsy Russell – a Jill da franquia Jogos Mortais) decide se juntar às amigas no tal acampamento, local onde… você acertou, as garotas começam a aparecer mortas uma a uma.

Madman (1981)

Os jovens são inconsequentes e gostam de brincar com fogo. Bem, muitas vezes terminam queimados. É exatamente o que ocorre neste slasher, quando um grupo de adolescentes evoca o assassino em massa Madman Marz – chamando seu nome! E não é que o serial killer aparece, tocando novamente o terror no acampamento!

Terror nos Bastidores (The Final Girls, 2015)

Outro exemplar recente e que brinca muito com a estrutura e fórmula de produções no estilo. De maneira muito criativa, o filme arruma uma forma inusitada de homenagear tais obras, adicionando humor à mistura. Uma carta de amor à franquia Sexta-Feira 13, o filme traz como protagonista uma jovem (Taissa Farmiga), cuja mãe era estrela de produções deste estilo de terror (papel de Malin Akerman). Sua mãe termina falecendo num acidente de trânsito. Alguns anos depois, uma maratona irá exibir no cinema o tal filme estrelado por ela – e a protagonista ao lado dos amigos estarão na primeira fila. Um acidente sobrenatural os joga diretamente dentro do filme, ao lado dos personagens, onde mãe e filha poderão interagir por uma última vez – enquanto tentam sobreviver a um assassino no melhor estilo Jason Voorhees.

O Pesadelo (Twisted Nightmare, 1987)

Este filme possui uma curiosa ligação com Sexta-Feira 13 – Parte 3 (1982), apesar de que a esta altura a franquia de Jason já se encontrava em sua sétima parte. O longa foi filmado no mesmo set da Parte 3 e utiliza até mesmo uma cena de morte como homenagem, tendo uma de suas vítimas morta por um ancinho – na forma em que simula um efeito 3D (o terceiro Sexta-Feira 13 foi lançado utilizando a tecnologia na época). Na trama, um grupo de jovens ganha uma viagem ao acampamento onde estiveram quando criança. Bom, desta vez a excursão não será tão alegre e mortes começam a ocorrer. Tudo pode estar conectado com o desaparecimento de uma criança deficiente anos antes.

Just Before Dawn (1981)

Um dos primeiros do subgênero, seguindo de perto o sucesso de Sexta-Feira 13 no ano anterior, este longa conta com a presença do renomado George Kennedy (vencedor do Oscar por Rebeldia Indomável) no elenco, dando algum respaldo e credibilidade à produção. Na trama, um grupo de jovens decide acampar numa floresta nas montanhas, enquanto examinam a terra que compraram. Logo, eles são surpreendidos por um maníaco portando um facão bem afiado. Kennedy interpreta o guarda florestal que tenta ajudar os desavisados jovens. O filme conta ainda com Gregg Henry (Seres Rastejantes e Dublê de Corpo) em início de carreira, como um dos protagonistas.

Bônus:

Sexta-Feira 13 (1980)

Por mais óbvio que possa parecer, não poderíamos terminar esta lista sem falar do “pai” dos filmes slasher de acampamento! Sexta-Feira 13 foi produzido para pegar clara carona no sucesso de Halloween, e a além de ter feito mais sucesso (de bilheteria pelo menos – já que tinha um grande estúdio por trás ajudando na distribuição) que seu homenageado, terminou por dar origem a um novo subgênero, os filmes de acampamento. Na trama, um grupo de monitores viaja a um local inóspito, a fim de reformarem o Campo Crystal Lake para sua reabertura. Alguém, no entanto, tem outros planos e não deseja que o acampamento “maldito” volte a funcionar. Como se tornou esperado e uma fórmula de filmes assim, o assassino só é revelado de surpresa ao desfecho. Nas inúmeras continuações que seguiram, um novo assassino, Jason, se tornou uma superestrela, pairando como ícone pop do cinema.

Adam Sandler e Jennifer Aniston irão estrelar filme de comédia da Netflix

Segundo o Variety, Adam Sandler e Jennifer Aniston, irão protagonizar o novo filme da Netflix, intitulado ‘Murder Mistery‘. A dupla já havia trabalhando junta em ‘Esposa de Mentirinha‘.

A trama acompanha um policial de Nova York e sua esposa, que se tornam os principais suspeitos de assassinar um idoso bilionário durante suas férias na Europa.

O filme será dirigido por Kyle Newachek, e segue sem previsão de estreia.

‘Baki – O Campeão’: Novo anime da Netflix ganha trailer; Assista!

A Netflix divulgou o trailer de seu novo anime, ‘Baki – O Campeão‘.

Confira:

Cinco assassinos sanguinários escapam da prisão e tomam Tóquio de assalto. Só o campeão de artes marciais Baki e mais quatro lutadores de elite podem enfrentá-los. Sem regras. Sem piedade. Que o banho de sangue comece.

Todos os episódios serão lançados na plataforma no dia 18 de dezembro.

‘Happy Jail’: Documentário da Netflix mostra prisioneiros se reabilitando através da dança

A Netflix divulgou o trailer do documentário ‘Happy Jail‘.

Confira:

Dirigido pela Michele Josue, o documentário é dividido em cinco partes.

A produção mostra os bastidores de Cebu, uma prisão nas Filipinas onde a dança é parte dos exercícios dos prisioneiros e se mostra uma forma de reabilitação.

O documentário será lançado na plataforma no dia 14 de agosto.

Amazon | ‘Os Olhos de Laura Mars’ (1978) – Um Giallo de Hollywood com uma constelação envolvida

O termo Giallo (amarelo em italiano) se tornou a definição de um subgênero do terror voltado a produções da Itália. Muitos acreditam que os giallo – em vigor nas décadas de 60 e 70 – sejam inclusive o “pai” dos slasher norte-americanos (cujo boom foi a década de 80). Embora a grande semelhança entre os subgêneros seja a violência gráfica explícita, com mortes detalhadas através de efeitos visuais práticos de muito realismo, é notório como os slasher se tornaram produções voltadas ao público jovem, com tramas centradas em torno de personagens adolescentes e desprotegidos. Os giallo, por sua vez, utilizam personagens adultos em sua narrativa, na maioria das vezes passados em uma história policial envolvendo crimes, mistérios e investigações.

A grosso modo os giallo utilizam muito do que Alfred Hitchcock construiu em sua carreira, ou seja, o argumento do homem errado, no lugar errado, que precisa dar conta de uma trama de grandes proporções. Nos giallo, a tal trama deixa de ser algo relacionado à espionagem internacional (como em muitas das obras de Hitch) para invariavelmente apresentar uma caçada a um psicopata ou serial killer. É deste contexto que vem inclusive o nome giallo, saído de livretos baratos de suspenses detetivescos que tinham em comum suas capas amarelas (daí o significado literal). Tais romances eram muito populares na Itália.

O subgênero sempre foi considerado “filme B” exploitation (de exploração – no caso da violência), mas sua influência no terror em geral é inegável. Um dos nomes mais celebrados e famosos do gênero é o do diretor Dario Argento, que começou a carreira escrevendo o que é para muitos “o” faroeste definitivo do cinema, Era uma Vez no Oeste (1968). Argento se enveredou para o terror e por lá fez seu nome se tornando um dos grandes mestres do segmento. Toda esta introdução para chegarmos até Os Olhos de Laura Mars (1978), considerado uma versão norte-americana dos giallo. Com uma verdadeira constelação de nomes envolvidos na produção – que iremos adereçar nos próximos parágrafos -, o filme está disponível no acervo da plataforma Amazon Prime Video e é recomendação máxima para os fãs do gênero, cinéfilos, estudiosos, entusiastas e conhecedores da arte. Porém, estejam avisados, como de costume nas mancadas da plataforma, o filme só consta com a dublagem brasileira, indisponível com o som do idioma original.

Faye Dunaway faz seu trabalho de casa para o papel da fotógrafa Laura Mars, supervisionada pelo assistente de fotografia Toshi Matsuo.

Produzido pela Columbia Pictures (Sony) pelo orçamento de US$7 milhões, a ideia para o filme partiu da mente de nenhum outro senão o cultuado John Carpenter, que no mesmo ano ficaria famoso com o lançamento do que é ainda hoje um de seus filmes mais badalados, Halloween – A Noite do Terror (longa que segue dando frutos, com o segundo capítulo de uma nova trilogia prestes a estrear este ano). A esta altura Carpenter já havia entregue produções que se tornaram cult, vide a ficção científica Dark Star (1974) e o thriller criminal Assalto à 13ª DP (1976). Antes de ganhar o mundo com Halloween, no entanto, o diretor dava mais um passo com o roteiro de Os Olhos de Laura Mars – o que faz deste filme uma espécie de “irmão adotivo” do filme com o maníaco Michael Myers.

Carpenter bolou uma história sobre o mundo da moda e das artes, centrada numa fotógrafa glamourosa que é uma das artistas mais requisitadas de Nova York. Nos anos 70, profissionais do tipo eram verdadeiras celebridades, sobressaindo inclusive a outras áreas da cultura artística e do entretenimento. O poder que certos fotógrafos possuíam antes da era digital era comparável ao de diretores de cinema. Essa sofisticação é sentida no filme, onde ruas de Nova York são fechadas para os ensaios da protagonista, tudo confeccionado com ares de superprodução envolvendo diversos profissionais. Sendo esse um filme de terror e suspense, é claro que teria uma pegadinha. A sacada tanto do texto de Carpenter quanto do título é traçar um paralelo entre o trabalho da protagonista e suas visões tenebrosas, ao se referir aos “olhos de Laura Mars”.

Fim do mundo? Realidade apocalíptica? Não, é apenas o ensaio fotográfico no estilo blockbuster de Laura Mars.

A reviravolta na trama ocorre quando a protagonista Laura Mars, a tal fotógrafa estrela, começa a ter visões de assassinatos violentos. Ela vê o que o assassino vê. E de tais trechos é que sai a proximidade citada com os filmes giallo, tal atmosfera é muito emulada aqui. Para piorar ainda mais o trauma da mulher, as mortes que ela enxerga são de pessoas próximas, muitas profissionais de sua equipe de trabalho. Como todo giallo também, este é um whodunit, um suspense no qual um dos personagens ao redor da protagonista será revelado como a identidade do matador.

Por trás da produção, dois nomes que seriam relacionados aos filmes de super-heróis. Jon Peters colocou seu nome no panteão de Hollywood quando produziu Batman (1989), de Tim Burton, e sua continuação Batman, o Retorno (1992). Antes disso, já havia levado às telas A Cor Púrpura (1985), de Steven Spielberg, por exemplo. Os Olhos de Laura Mars foi seu segundo longa como produtor, tendo estado por trás anteriormente do lançamento de Nasce uma Estrela (1976), a terceira versão, vencedora do Oscar. Ao lado do produtor, estreando na função, Laura Ziskin – que depois viria a marcar seu nome como produtora da trilogia Homem-Aranha, de Sam Raimi. Ziskin, infelizmente viria a falecer em 2011.

Equipe feliz. Isto é, até a fotógrafa Laura Mars (Faye Dunaway, no centro) começar a ter visões de suas mortes.

Para o comando da obra, após alguns nomes cogitados, foi contratado Irvin Kershner, cineasta que vinha atuando desde a década de 50, tendo comandado grandes nomes do cinema em seus filmes. Os Olhos de Laura Mars marcaria o primeiro terror / fantasia de sua carreira. Após o trabalho, Kershner entregaria um pequeno filme chamado Star Wars: O Império Contra-Ataca (1980), talvez você já tenha ouvido falar. Foi seu desempenho nesta obra que lhe garantiu a função na ópera espacial de George Lucas, já que o próprio criador de tal universo teria ficado impressionado com o esforço do cineasta no filme.

O produtor Jon Peters e o diretor Irvin Kershner pareciam possuir um ponto em comum: a estrela Barbra Streisand. Peters a havia produzido em Nasce uma Estrela (1976) e Kershner a havia dirigido na comédia Além das Fronteiras do Lar (1972). Justamente por isso, Streisand foi a primeira escolha da dupla para estrelar no papel da protagonista Laura Mars. Streisand esteve de fato vinculada ao projeto por um tempo, mas precisou se retirar. Streisand ficou conhecia em sua carreira por comédias, musicais e dramas e talvez este longa fosse simplesmente intenso demais para sua filmografia. A atriz então seguiu para protagonizar mais uma comédia, Meu Lutador Favorito (1979). Como “prêmio de consolação” aos colegas, Streisand gravou a canção tema do filme, ‘Prisoner’, para a trilha sonora, marcando assim a primeira música que a atriz e cantora grava para um longa que não participou.

Segurança primeiro. O protetor e namorado policial Neville (Tommy Lee Jones) ensina Laura a usar uma arma.

Sem Streisand estava aberta a temporada de caça por uma protagonista para viver Laura Mars. Dentre os nomes ventilados para o filme estiveram os de Jane Fonda, Diane Keaton, Goldie Hawn e o da francesa Catherine Deneuve. A equipe terminou por encontrar uma atriz principal nas formas de Faye Dunaway, uma intérprete por si só muito renomada. O nome de Dunaway na época era um dos mais comentados de Hollywood, tendo surgido no sucesso Bonnie & Clyde – Uma Rajada de Balas (1967), o qual a rendeu sua primeira indicação ao Oscar, e seguido para sucessos como Inferno na Torre e Chinatown (ambos de 1974, com este segundo a conseguindo uma segunda indicação ao Oscar). Na época em que filmava Laura Mars, Dunaway havia acabado de sair do sucesso de Rede de Intrigas, de sua terceira indicação ao Oscar e, finalmente, a primeira vitória. Ou seja, não podia ser um nome mais quente para atrair o público em uma produção.

Colocando a cereja no bolo do cacife de Faye Dunaway, a estrela na época estava envolvida num relacionamento com o fotógrafo da vida real, o britânico Terry O’Neill, ícone na profissão, que a treinou para o papel. Como citado, Laura Mars é uma eximia fotógrafa na trama, referência na arte, cujos trabalhos no filme foram inspirados pelos do alemão Chris Von Wangenheim. Todo este prestígio envolvendo a atriz principal não impediram sua colisão no set com o produtor Jon Peters. Ambos tinham fama de serem difíceis de trabalhar e quando os egos se bicaram, os rumores diários sobre um ambiente tenso e exaustivo foram reportados nos veículos especializados da época.

‘Os Olhos de Laura Mars’ é considerado um neo noir e um giallo americano.

O veterano Tommy Lee Jones havia começado sua carreira oito anos antes. Aqui, tem um papel de destaque em um de seus maiores projetos até então. O ator vive o protagonista masculino, o policial John Neville – afinal, filmes assim necessitam de um elo com a investigação dos crimes. Cabe ao personagem de Jones o trabalho policial da trama e, por consequência, o envolvimento romântico com a mulher que deve proteger. O saudoso Raul Julia também marca presença no elenco, o ator viria a se destacar em produções como O Beijo da Mulher Aranha (1985) e, é claro, A Família Addams (1991). Aqui, ele interpreta o ex-marido interesseiro da protagonista. E um dos suspeitos dos assassinatos. Brad Dourif, mais conhecido como a voz do boneco Chucky, é mais uma figura de destaque no longa. Muitos podem não saber, mas Dourif foi indicado ao Oscar por Um Estranho no Ninho (1975). Aqui, ele interpreta o misterioso Tommy, motorista de Laura Mars que sofre com apagões e lapsos de memória. Fechando o elenco principal, a belíssima Darlanne Fluegel fazia sua estreia como uma das modelos fotografadas pela protagonista. Fluegel marcaria em suas participações em Era uma Vez na América (1984), Viver e Morrer em Los Angeles (1985) e Condenação Brutal (1989). A atriz faleceu em 2017 aos 64 anos.

Os Olhos de Laura Mars estreou no dia 2 de agosto de 1978, numa época em que o cinema só conhecia entretenimento grandioso há pouquíssimo tempo, servidos por Tubarão (1975) e Guerra nas Estrelas (1977). No mesmo ano, os filmes de gênero seriam marcados pela estreia de Halloween (1978), escrito e dirigido pelo mesmo John Carpenter, sem as amarras de um grande estúdio. O longa conquistou uma bilheteria de US$20 milhões num orçamento de menos da metade, se mostrando um sucesso. No que diz respeito às críticas, o longa não impressionou tanto, gerando avaliações mistas da imprensa. O filme, infelizmente, não se manteve popular ao longo dos anos, se tornando um dos trabalhos não muito comentados de todos estes artistas mais que gabaritados. Plataformas como a Amazon, embora não seja o foco de seu acervo, fazem um bom trabalho ao investirem em produções cult como esta, com a proposta de apresenta-las às novas gerações.

‘O Rei do Show’ ultrapassa US$ 400 milhões nas bilheterias

Sucesso absoluto! Apesar de ter começado com números tímidos, o musical ‘O Rei do Show‘ fez uma impressionante trajetória no cinema, beneficiado pelo boca a boca, tornando-se um sucesso dormente.

Com uma estreia morna nos EUA – cerca de US$ 13.4 milhões em um final de semana prolongado –, o filme acabou acumulando mais de US$ 172 milhões nas bilheterias domésticas.

Sua performance estelar continuou no resto do mundo, arrecadando mais de US$ 242 milhões. Somando tudo, ‘O Rei do Show‘ arrecadou impressionantes US$ 414 milhões.

O filme teve um orçamento estimado em US$ 84 milhões.

Formigas gigantes atacam no trailer do terror cômico ‘Dead Ant’; Assista!

O terror cômico ‘Dead Ant‘ ganhou um trailer hilário.

Confira:

Dirigido por Ron Carlson, o filme será lançado direto em VOD no dia 25 de Janeiro de 2019.

Quando uma banda de rock com apenas uma música de sucesso embarca em uma viagem para Coachella, na esperança de um retorno glorioso, eles acabam se deparando com formigas mutantes e irão precisar usar suas habilidades para sobreviver.

Tom Arnold, Sean Astin, Martin Blasick, Cameron RichardsonLeisha Hailey estrelam.

Satanistas fazem ritual em novas imagens do terror cômico ‘Satanic Panic’; Confira!

O terror cômico ‘Satanic Panic‘ ganhou novas imagens.

Confira:

O longa é dirigido por Chelsea Stardust, e será lançado direto em VOD no dia 6 de setembro.

São tempos difíceis para a Sam. Aos vinte e dois anos, ela já é uma sobrevivente do câncer, e trabalha entregando pizzas por um salário mínimo – e gorjetas menores ainda – enquanto lida com um chefe explorar e colegas de trabalho desagradáveis. Quando a entrega final da noite promete levá-la a um bairro rico, com a chance de uma boa gorjeta, ela aproveita a oportunidade para um dinheirinho. No entanto, sua entrega se torna uma luta pela sobrevivência quando descobre que seus clientes desejam por um pedido peculiar. Eles são um culto satânico muito específico: as elites da alta sociedade para quem a adoração ao Lorde das Trevas coexiste com country clubs e caçarolas.

O elenco inclui Hayley Griffith, Rebecca Romijn, Arden Myrin e Jerry O’Connell.

‘Rua do Medo’ | Conheça Curiosidades sobre a Trilogia de Sucesso da Netflix

Com o terceiro episódio de sua trilogia tendo estreado na última sexta-feira, dia 16 de julho, os fãs de terror puderam concluir a saga do mais novo sucesso da plataforma de streaming número 1 no mundo, a Netflix. Rua do Medo era uma das grandes apostas da empresa para 2021, e podemos afirmar que a investida deu muito certo. Baseada numa série de livros escritos pelo autor R. L. Stine – o mesmo de Goosebumps – a trilogia foi lançada no intervalo de três semanas, com cada capítulo estreando numa sexta-feira do mês de julho.

Com o primeiro episódio focado no ano de 1994, o segundo em 1978 e o terceiro em 1666, o sucesso foi tanto que tudo que desejamos agora é que em algum momento novos filmes usando os livros como referência sejam lançados pela Netflix. A plataforma já entendeu que seus fãs adoram este tipo de material, um bom terror adolescente criado usando personagens cativantes, vide Stranger Things. Afinal, a série literária conta com nada menos que 55 livros. Ou seja, material fonte para tal não falta.

Ainda surfando no hype de sucesso da trilogia, que nesta sexta completa uma semana de seu desfecho, trazemos para você uma nova matéria com as curiosidades e informações mais legais sobre os três filmes, a fim de entender um pouco melhor o universo criado pela Netflix. Confira abaixo e não deixe de comentar.

Experiência Real

A Netflix apostou de verdade na jovem diretora Leigh Janiak, que adaptou os roteiros e dirigiu os três filmes da Rua do Medo. Em seu currículo, Janiak tinha a direção do terror Honeymoon (2014) e episódios das séries Outcast, Scream – A Série e Panic, da Amazon. A cineasta, nascida em 1980, era uma adolescente em 1994, onde é centrado o primeiro filme da trilogia. Justamente por isso, Janiak utilizou muitas experiências vividas por ela na época de sua juventude ao lado dos amigos como inspiração para as situações do primeiro longa. Assim como os adolescentes do filme, Janiak também cresceu em Ohio.

Referência ao filme Pânico (1996)

Centrando a trama do primeiro filme em 1994, não podiam faltar referências a Pânico, de Wes Craven, o que é o melhor terror adolescente da década de 90 – importantíssimo para o subgênero. A cena de abertura de Rua do Medo: 1994 é clara homenagem ao primeiro filme da famosa franquia Pânico, em especial à sua cena inicial. Aqui, assim como Drew Barrymore naquele filme, também temos o nome mais famoso do elenco (Maya Hawke), sendo assassinada logo de começo. Tudo desde os movimentos de câmera até a forma como o serial killer pega e esfaqueia a jovem faz referência direto ao icônico longa de Wes Craven.

Referências ao Autor e o traje do Assassino

As referências de Rua do Medo ao longo da trilogia são muitas. Em 1994, logo na cena de abertura, podemos notar na loja de livros uma prateleira repleta de exemplares de Rua do Medo na forma literária. Porém, ao olharmos com atenção perceberemos o nome do autor de tais livros citado como Robert Lawrence. Acontece que a abreviação de R.L. Stine significa justamente Robert Lawrence. Em relação à fantasia usada por um dos assassinos aqui em 1994, a Skull Face (ou Cara de Caveira), ela não foi tirada de nenhum dos livros da série Rua do Medo, mas sim apareceu em outra obra do autor: o livro Halloween Night 2 – não por coincidência, lançado em 1994.

Rua do Medo só no título

Diferentemente da série de livros em que é baseada, onde a fonte do terror é a tal rua do medo citada pelo título, o primeiro longa 1994 não foca somente em um local. Os crimes apresentados no filme se passam em lugares como um shopping, um hospital, um supermercado e na escola. Ou seja, ocorrem ao longo de toda a pequena cidade de Shadyside. A tal rua do medo do título ainda não foi mostrada, ou sequer foi citada durante o filme.

Veteranas de Stranger Things

Sim, certamente a trilogia Rua do Medo possui muito de outro sucesso da Netflix, Stranger Things. Embora a trilogia de filmes seja bem mais visceral, violenta e explícita – tanto com cenas de mortes, sangue e sexualidade, ambas são criadas nos mesmos moldes. Como chamariz e elo entre as duas produções, a Netflix tratou de incluir duas jovens atrizes que são veteranas da série de sucesso citada para criar familiaridade com o espectador. Assim, Rua do Medo: 1994 abre com Maya Hawke (a Robin da 3ª temporada) sendo atacada; e Rua do Medo: 1978 tem como protagonista Sadie Sink (a Max da 2ª e 3ª temporadas).

Slasher obscuro 80’s

Apesar de se chamar 1994, as referências de Rua do Medo são tantas que acabam englobando outras décadas; como a de 80, a mais frutífera quando o assunto é filme slasher. A conclusão do primeiro filme ocorre em um supermercado. E a referência aqui é ao slasher de 1989, Violência e Terror (Intruder), filme que tem participação do diretor Sam Raimi e seu ator Bruce Campbell, e fala sobre um maníaco atacando os funcionários de um supermercado após o fim do expediente. Os dois filmes usam ataques com máquinas de fatiar carne e pão.

Escorregada na trilha sonora

Esse é um detalhe menor, que a maioria dos aficionados e especialistas chegaram a reparar, comentaram sobre, mas não pareceram se importar muito. Acontece que pelo título sabemos que a trama ocorre no ano de 1994. Porém, como parte da trilha sonora, os realizadores utilizam diversas músicas que foram lançadas após a data em destaque. Por exemplo, ‘Only Happy When It Rains’, do Garbage, e ‘More Human than Human’, do White Zombie, foram lançadas em 1995. ‘Firestarter’, do Prodigy, e o single de ‘Machine Head’, do Bush, são de 1996. E ‘Your Woman’, do White Town, é de 1997.

Sexta-Feira 13 não podia faltar…

Qual a primeira coisa que você pensa quando falamos de terror passado em um acampamento? Exato! Os filmes da franquia do psicopata Jason, Sexta-Feira 13. Ao longo de uma década, os anos 80, foram nada menos que oito filmes. Assim, Rua do Medo: 1978, embora se passe no fim da década de 70, tem sua trama centrada justamente num acampamento de verão. Desta forma, os compositores da trilha sonora de Rua do Medo, Marco Beltrami e Brandon Roberts trataram de homenagear em uma cena a composição criada por Harry Manfredini para o primeiro Sexta-Feira 13 (1980). Além disso, o fictício Acampamento Nightwing, onde se passa a trama de 1978, usou como locação o Acampamento Daniel Morgan, mesma locação utilizada em Sexta-Feira 13 – Parte 6, Jason Vive (1986).

… e Stephen King também não

O escritor Stephen King é considerado sumidade quando o assunto é literatura e terror. Igualmente muito famoso em seu segmento, o autor R.L. Stine foi definido pela mídia como o “Stephen King dos livros de terror infanto-juvenis”. Assim, referenciar King nas adaptações de Rua do Medo se tornou basicamente uma obrigação. E é claro que tal referência ocorreu. O segundo filme da trilogia, Rua do Medo: 1978, foi o escolhido para abrigar Stephen King na trama. Em um momento, o livro Carrie é citado. A obra foi escrita por King em 1974, e dois anos depois, em 1976, virou sucesso no cinema com uma adaptação dirigida por Brian De Palma. No filme, a famosa cena do sangue de porco é subvertida, mas utilizada com o mesmo propósito. Em outro momento, o personagem Nick diz que “o novo livro de Stephen King parece bom”, numa referência a O Iluminado, lançado em 1977 – ano anterior ao que o longa se passa. A adaptação para o cinema de O Iluminado, é claro, foi lançada em 1980. E uma cena em Rua do Medo: 1978 faz homenagem – com machadadas na porta.

‘Um Lugar Silencioso’: Jogo termina de forma tensa no novo clipe do filme

O terror ‘Um Lugar Silencioso‘ ganhou um novo clipe, com o jogo Monopoly ficando perigosamente barulhento…

Confira:

Crítica | Um Lugar Silencioso – Suspense raiz vai te deixar aterrorizado…

Representatividade é uma palavra que tem gerado bastante polêmica nos últimos anos, com atores sendo escalados para papéis controversos.

O diretor John Krasinski, por outro lado, nem ao menos considerou escalar uma atriz que não fosse realmente surda para o papel de sua filha no terror, que também tem a mesma condição. A atriz Millicent Simmonds conseguiu o papel, e o diretor falou um pouco sobre a experiência:

“Contratar uma atriz surda não era negociável para mim, mas eu não pensei que seria tão sortudo de ter não só uma atriz surda, como também o ser humano mais bonito, que me guiou por essa experiência e foi muito honesto sobre como realmente era ser surda,” Conta Krasinski. “[Simmonds] não estava intimidada. Ela me dizia ‘Isso é o que eu faria nesse momento […] e isso é como uma briga com o meu pai seria’. Foi incrível.”

Kransinki também revelou que a atriz o ajudou com as linguagens de sinal, o ensinando e o orientando no decorrer ds gravações do filme. Segundo ele, tornou “toda a experiência muito mais real”.

Com 100% de aprovação no Rottem Tomatoes, site americano que reúne críticas de cinema e televisão, o filme foi aclamado por especialistas.

Um Lugar Silencioso‘ chega aos cinemas brasileiros no dia 5 de abril.

John Krasinski (13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi), que dirige e atua na produção, também assina o roteiro com Bryan Woods e Scott Beck. Emily Blunt (A Garota do Trem) é a mãe de uma família que tenta se manter em total silêncio para sobreviver à uma ameaça que ronda a sua casa e que pode atacá-los ao menor sinal de barulho.

‘Escape Room’: Terror estilo ‘Jogos Mortais’ ganha novos comerciais TENSOS; Assista!

O terror ‘Escape Room‘ ganhou novos comerciais tensos.

Confira:

O filme foi dirigido por Adam Robitel (‘Sobrenatural: A Última Chave‘).

Originalmente intitulado The Maze, o longa é sobre seis estranhos que se encontram em uma situação além de seu controle e devem usar sua inteligência para sobreviver.

Deborah Ann WollLogan Miller, Taylor Russell, Tyler Labine, Jay Ellis e Nik Dodan estrelam.

A Sony lançará o terror nos cinemas nacionais no dia 7 de fevereiro de 2019.

Guillermo del Toro elogia ‘Histórias Assustadoras Para Contar no Escuro’ em vídeo; Assista!

A Diamond Films divulgou um novo vídeo dos bastidores do terror ‘Histórias Assustadoras Para Contar no Escuro‘.

Confira, com o trailer legendado:

Dirigido por André Øvredal (‘A Autópsia‘), o filme é baseado em um livro de contos publicado em 1981.

A trama segue um grupo de adolescentes que precisa resolver o mistério por trás das repentinas e macabras mortes que estão acontecendo em sua pequena cidade.

O elenco inclui Zoe Colletti, Michael Garza, Gabriel Rush, Austin Abrams, Dean Norris, Gil Bellows, Lorraine Toussaint, Austin Zajur Natalie Ganzhorn.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 8 de agosto.

Dicas de Filmes na Netflix para Maratonar nas Férias

Tá de férias? Quer dicas do que assistir? Selecionamos sucessos recentes nas premiações, além de obras de muito prestígio que acabam de chegar ao streaming (mesmo tendo sido lançadas há alguns anos), oportunidade ideal para conhecer ou revisitá-las.

Vamos conferir.

Eu Me Importo

 

Este suspense com doses de humor (pra lá de) incorreto vem dando o que falar e se tornou um dos mais recentes sucessos da plataforma de streaming vermelhinha. Escrito e dirigido por J. Blakeson (guardem esse nome), o longa traz um dos melhores desempenhos da carreira da atriz Rosamund Pike (indicada ao Oscar por Garota Exemplar) que, não por acaso, venceu o último Globo de Ouro pela performance e pode vir a chegar até o Oscar novamente. No filme, ela vive Marla Grayson, uma “leoa”, como a própria se define. Uma mulher inescrupulosa, que ganha a vida tirando vantagem de idosos indefesos e enriquecendo com isto. Por esta sinopse podemos ver que a protagonista é uma vilã dessas que vemos aos montes na vida real. Mas ninguém pode se dar bem para sempre fazendo algo errado e assim ela, que é uma força que não pode ser parada, irá se deparar com um objeto que não pode ser movido. Assim está lançado o desafio. Um dos melhores exemplares da plataforma em anos recentes.

Leia também: Crítica | Rosamund Pike vive uma ambiciosa golpista no thriller ‘Eu Me Importo’

Fé Corrompida

Nossa segunda dica da lista é esta produção também conhecida por seu título original, First Reformed. Exibido originalmente ainda em 2017 em festivais de cinema pelo mundo, o filme chegou direto no mercado de vídeo brasileiro em 2018, tendo sua ausência sido muito sentida no Oscar para prêmios mais significados (o longa chegou a ser indicado na categoria de roteiro original na cerimônia de 2019), já que entrou em diversas listas dos melhores do ano de críticos e especialistas. Escrito e dirigido pelo veterano Paul Schrader (roteirista dos clássicos Taxi Driver e Touro Indomável), Ethan Hawke protagoniza na pele de um padre de uma pequena igreja de Nova York. Quando ele se depara com uma jovem e desesperada grávida (Amanda Seyfried) procurando ajuda, ele começa a questionar sua fé. O longa tem 93% de aprovação no agregador Rotten Tomatoes.

Leia também: Crítica Netflix | Fé Corrompida – Ethan Hawke questiona humanidade e religião

Relatos do Mundo

Com 88% de aprovação dos críticos, este é o mais recente trabalho do astro Tom Hanks. Sua primeira incursão no gênero do faroeste, o astro interpreta o Capitão Kidd, veterano da Guerra Civil Americana, que dividiu o país num conflito contra a escravidão. Agora o sujeito ganha a vida lendo notícias para os analfabetos de cidade em cidade no velho Oeste. Sua nova missão, no entanto, será a mais desafiadora. A ele recai a incumbência de entregar uma menina, levada por membros da tribo Kiowa anos atrás, de volta aos tios. O filme foi escrito e dirigido por Paul Greengrass, que já havia trabalhado com Hanks no tenso Capitão Phillips (2013) – indicado ao Oscar. Relatos do Mundo também pode chegar aos prêmios da Academia, tendo sido nomeado aos Globo de Ouro deste ano de melhor trilha sonora e melhor atriz coadjuvante para Helena Zengel, que vive a menina Johana.

Leia também: Crítica | Tom Hanks e Helena Zengel exaltam o poder da palavra no drama faroeste ‘Relatos do Mundo’

Sob o Sol do Oeste

Esse é mais um faroeste repleto de rostos conhecidos que chega agora na lista. Cria de festivais de cinema famosos, como Sundance, Berlim e South by Southwest, o longa traz à frente do elenco como protagonista, o novo Batman do cinema, Robert Pattinson. Na trama, o ator vive um pioneiro se aventurando no Oeste selvagem por volta do ano 1870 com o objetivo de se casar com sua amada, papel de Mia Wasikowska. Nesta jornada árdua, o longa redefine as tênues linhas entre o herói, o vilão e a donzela em perigo (título original do longa). Curiosamente, Pattinson havia recusado o projeto à princípio por não saber defini-lo em um gênero apenas, já que o longa possui tons de humor pontuais igualmente.

Crime e Desejo

Essa é para os órfãos da série Game of Thrones e fãs de sua estrela Emilia Clarke. A jovem atriz mostrou que se sai bem em filmes românticos, vide Como Eu Era Antes de Você (2016) e Uma Segunda Chance para Amar (2019), mas vira e mexe se aventura por outros gêneros igualmente. Aqui, ela arrisca num drama criminal baseado numa história real. Na trama, Clarke interpreta uma informante do FBI, que termina se envolvendo amorosamente com um oficial (Jack Huston), designado a investigar um caso nas montanhas do Kentuchy. O caso proibido do casal se tornou escandaloso, levando à tragédia.

Leia também: Crítica | Crime e Desejo – Emilia Clarke é Informante do FBI em Drama Baseado em Fato Real

Malcolm & Marie

Continuando pelo terreno de jovens atrizes talentosas, a carismática Zendaya se encontra atualmente no topo do mundo. Ela é parte integral das superproduções da Marvel nos novos filmes do Homem-Aranha, e já prepara sua terceira participação como MJ no fim deste ano em Spiderman: No Way Home. Na TV, seu sucesso não diminui, já que protagoniza a impactante Euphoria, da HBO, que em breve estreará sua segunda temporada. Falando no programa, aqui a jovem estrela se reúne com o criador da série, Sam Levinson, para um drama bem intimista, que se comporta muito como uma peça de teatro. Passado em um único cenário, e com apenas dois atores, Malcolm & Marie é todo criado em preto e branco. Esperem muitos diálogos, discussões sobre relacionamentos e questões existenciais. Quem divide a cena com Zendaya é outro ator do momento, John David Washington, astro de filmes como Infiltrado na Klan (2018) e Tenet (2020), filho de Denzel Washington. A trama mostra um casal, um diretor de cinema e sua namorada, voltando para casa após a estreia do mais recente filme dele. Enquanto aguardam as críticas saírem, os dois começam a discutir seu relacionamento e revelações surgem.

Leia também: Crítica | ‘Malcolm & Marie’ é um maçante drama que tenta ser maior do que realmente é

Os 7 de Chicago

Um dos filmes mais prestigiados da temporada, a obra é escrita e dirigida por um verdadeiro mestre: o roteirista sensação Aaron Sorkin (vencedor do Oscar por A Rede Social). Baseado numa famosa história real, parte recente da história norte-americana, o tópico aqui é um julgamento considerado um dos mais importantes para a justiça dos EUA. É curioso notar, no entanto, como o passado se conecta com o presente, mostrando que muitas questões vão e voltam em nossa sociedade. Como diz o título, sete indivíduos (ou oito, dependendo do ponto de vista), vindos de passados e ideais diferentes, são julgados pelo mesmo crime. Todos líderes de movimentos e protestos contra a Guerra do Vietnã, que se transformaram em violentos confrontos com a polícia. Ah sim, o filme traz também um dos melhores elencos de anos recentes, com nomes como Eddie Redmayne, Sacha Baron Cohen, Mark Rylance, Joseph Gordon-Levitt, Yahya Abdul-Matten II, Frank Langella e Michael Keaton.

Leia também: Crítica Netflix | Os 7 de Chicago: Aaron Sorkin comanda cinebiografia com elenco estelar

O Diabo de Cada Dia

Por falar em elenco de primeira, este suspense dramático já valeria só pelos nomes que desfilam em tela. O tema aqui é uma crítica ferrenha ao fanatismo religioso, que leva algumas pessoas a cometerem as maiores atrocidades “em nome de Deus”. O abuso da fé alheia e a cegueira sem questionamentos são alguns dos tópicos. Diversas micro histórias se entrelaçam no filme escrito e dirigido por Antonio Campos, filho do jornalista brasileiro Lucas Mendes. A trama perpassa por linhas temporais, apresentando passado e presente de uma família marcada por tragédias relacionadas a uma devoção equivocada. O protagonista é mesmo o jovem Tom Holland (o citado novo Homem-Aranha do cinema), um rapaz dono de um passado pra lá de traumático, disposto a fazer justiça, mesmo sendo com as próprias mãos. Um dos chamarizes é a presença de Robert Pattinson (em mais um filme da lista) na pele de seu personagem mais asqueroso, um pastor que se aproveita de suas fiéis para abusar sexualmente delas – algo muito recorrente em todas as religiões.

Leia também: ‘O Diabo de Cada Dia’ – Drama que critica o fanatismo Religioso estreia na Netflix dividindo opiniões

Artista do Desastre

Com 91% de aprovação dos críticos, esta produção muito comentada e celebrada de 2017 estreia agora na Netflix. Se você ainda não teve a chance de assistir, não perca mais tempo. Podemos ir mais longe ainda e dizer que se trata da obra-prima da carreira do jovem ator e cineasta James Franco, tanto no que diz respeito à sua atuação, quanto como realizador. O filme foi nomeado ao Oscar na categoria de roteiro adaptado, mas merecia mais. Para não sermos injustos e vendermos esse “peixe” de forma equivocada, vale dizer também que Artista do Desastre funciona melhor para os que gostam de filmes sobre os bastidores do mundo do cinema, e especialmente os que conhecem sobre o cult The Room (2003), considerado um dos piores filmes já feitos na história. Artista do Desastre fala justamente sobre as gravações de The Room, servindo igualmente como a biografia do “gênio” por trás da obra, o figuraça Tommy Wiseau (vivido de forma hilária e tocante por Franco no filme). Mas o longa não é apenas tiração de sarro com The Room e Wiseau, se mostrando uma história emocionante sobre aceitação, luta pelos nossos sonhos e, acima de tudo, amizade.

Leia também: Crítica | Artista do Desastre – James Franco e sua ode ao cinema marginal

‘The Mick’: 2ª temporada terminará com grande “gancho” para a próxima

Em entrevista ao Variety a atriz Kaitlin Olson falou sobre a Season Finale da 2ª temporada da série ‘The Mick‘.

“Não sou uma grande fã de coisas chocantes, mas gosto se for aceitável. Eu quero fazer coisas que ainda não foram feitas porque essas são as coisas que me fazem rir – quando você não espera o que está por vir.”

Com uma média de 0.7 na demo, a 2ª temporada sofre riscos de cancelamento.

Sofia Black-D’Elia, Thomas Barbusca, Jack Stanton, Carla Jimenez e Scott MacArthur também estrelam.

‘Godzilla 2’: ‘Teremos mais monstros. Não nos contivemos’, brinca diretor

Em entrevista ao Total Film, o diretor de ‘Godzilla: O Rei dos Monstros‘, Michael Dougherty, falou sobre a sequência, revelando que o longa será intenso.

“Nós vamos ter muitos monstros. Eu acho que o Gareth [Edwards] se divertiu muito brincando de gato e rato e eu amo o ritmo crescente que ele criou. Nós realmente fomos com tudo nesse filme. Não nos contivemos.”

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER]

‘Godzilla’: Estúdio planeja ter um Universo Cinematográfico completo em 2020

Na sequência do sucesso mundial de ‘Godzilla‘, de 2014, e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘, lançado este ano, chega o próximo capítulo do MonsterVerse cinematográfico da Warner Bros. Pictures e Legendary: um épico de ação e aventura que coloca o Godzilla contra alguns dos monstros mais conhecidos da história da cultura pop. A nova história acompanha os esforços heroicos da agência criptozoológica Monarch à medida que seus membros combatem uma série de monstros gigantes, incluindo o poderoso Godzilla, que enfrenta Mothra, Rodan e o maior de seus inimigos, o tricéfalo King Ghidorah. Quando estas supercriaturas primitivas – que se acreditava não passarem de mitos – ressurgem, competem pela supremacia, colocando a humanidade em risco.

Frances McDormand, Sally Hawkins, Millie Bobby Brown e Vera Farmiga estão no elenco.

Warner Bros. agendou o lançamento para 31 de maio de 2019.

‘A Família Addams’: Animação ganha novos cartazes individuais; Confira!

A animação ‘A Família Addams‘ ganhou novos cartazes individuais.

Confira:

Dirigido por Conrad Vernon e Greg Tiernan, o longa é baseado nos personagens criados pelo cartunista Charles Addams, cuja primeira aparição ocorreu em 1964, em um seriado animado que durou 2 anos.

A Família Addams não é uma família típica: eles têm prazer na maioria das coisas que pessoas “normais” teriam medo. Aqueles que os visitam se desesperam ao ver os hábitos mórbidos e incomuns do clã. Gomez Addams é o chefe da família, um homem extremamente rico incapaz de negar algo a sua cadavérica esposa Morticia Frump Addams: seja o cultivo de plantas venenosas, ou um jantar à luz de velas em um cemitério. Wednesday Friday Addams (Vandinha), filha do casal, é uma menina sádica e um tanto quanto sombria, que adora brincar com seu desmiolado irmão Pugsley Addams (Feioso), submetendo-o a vários tipos de tortura que ele adora.

O elenco conta com Oscar Isaac, Charlize Theron, Chloë Grace Moretz, Finn Wolfhard, Nick Kroll, Bette Midler e Allison Janney.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de outubro.

‘Friends’ | Saiba Quais Atores Quase Viveram os 6 Amigos na Querida Comédia da TV

Um verdadeiro marco para as comédias comportamentais na TV (as chamadas sitcoms), a série Friends definiu uma geração e continua a conquistar novos adeptos mesmo quase 20 anos depois de seu encerramento. Não é exagero dizer que o programa criado por David Crane e Marta Kauffman se tornou um fenômeno cultural ultrapassando barreiras territoriais e conquistando o mundo – isso numa época anterior ao que temos hoje com a globalização da internet. Quando Friends foi ao ar em 1994, as TVs por assinatura (a cabo ou antenas) ainda estavam engatinhando no Brasil, por exemplo. Assim, impressiona ainda mais sua escalada midiática.

A ideia de ter seis amigos solteiros, três homens e três mulheres, na faixa dos vinte e poucos anos, morando em Nova York e dividindo apartamentos, enfrentando problemas financeiros, de relacionamento e profissionais era uma proposta moderninha, mas bem real para a época. Diferente dos demais programas a abordarem tal tópico (como por exemplo Seinfeld, que havia estreado em 1989 debaixo de uma audiência baixa – correndo risco de ser cancelado antes de mostrar seu verdadeiro potencial), Friends tinha um clima mais pop, arrojado e falava diretamente com diversas faixas etárias, desde crianças, adolescentes e jovens adultos. Este foi o segredo da fórmula de sucesso que continua a gerar fãs hoje em dia. Curiosamente, o título original não era sequer Friends e o piloto foi gravado com o nome Insomnia Cafe (Café da Insônia) e Six of One (Seis de Um), já pensou?

No ar por 10 temporadas até 2004, recentemente a HBO Max trouxe um presentaço para os fãs em seu acervo (onde constam todas as propriedades da Warner, sejam filmes ou na TV): a tão aguardada reunião dos amigos na frente das telas. Friends: The Reunion junta pela primeira vez desde o encerramento da série Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matt LeBlanc, Matthew Perry e David Schwimmer para, ao lado de convidados muito especiais, realizar uma jornada na lembrança, revivendo alguns dos momentos mais especiais do programa. Pensando nisso, decidimos colocar os holofotes mais uma vez nesta comédia tão querida, trazendo uma matéria diferente. Aqui iremos conhecer os atores que quase viveram Rachel, Ross, Joey, Monica, Chandler e Phoebe no lugar dos intérpretes que tanto amamos no papel. Certamente seria uma série bem diferente. Confira abaixo e não esqueça de comentar.

Rachel Green – Téa Leoni

Jennifer Aniston foi a atriz que conseguiu mais destaque dentro do elenco de seis protagonistas. A atriz imediatamente engatou filmes no cinema e se tornou uma das queridinhas de Hollywood para comédias românticas. Aniston não foi, porém, a primeira escolha para o papel de Rachel. Sua colega de elenco Courteney Cox foi quem recebeu a proposta inicial para a personagem, decidindo ficar com o papel de Monica ao invés. Assim, os criadores foram atrás de Téa Leoni (Jurassic Park III), que recusou o papel, preferindo se tornar protagonista solo de seu próprio seriado de comédia, The Naked Truth (1995-1998). Leoni voltaria à TV em 2014 no seriado Madam Secretary, da CBS, que durou até 2019. Outra que quase conseguiu o papel, e chegou na reta final dos testes, foi Elizabeth Berkley, então conhecida pelo programa juvenil Saved By the Bell – Galera do Barulho (1989-1992). Eventualmente, Aniston foi a preferida e Berkley seguiu para estrelar o polêmico Showgirls (1995).

Monica Geller – Janeane Garofalo

Como dito, antes de eternizar a “maníaca” com TOC de limpeza e organização Monica, a atriz Courteney Cox havia sido oferecida a personagem Rachel. Por outro lado, o criador David Crane disse ter criado Monica pensando especificamente na atriz Janeane Garofalo, rainha dos dramas românticos indie dos anos 90. Garofalo, amiga e ex-companheira de Ben Stiller na vida real, recusou o papel de Monica na série e foi estrelar Caindo na Real (1995), o filme de Stiller, protagonizado por Winona Ryder e Ethan Hawke, que fez sucesso com jovens alternativos da época. Outra atriz que quase ficou com o papel antes de Cox foi Jamie Gertz, conhecida por diversos filmes que marcaram a década de 80, como o clássico de vampiros Os Garotos Perdidos (1987). Após perder o papel, Gertz partiu para estrelar o filme sobre caçadores de tornados produzido por Steven Spielberg, Twister (1996).

Phoebe Buffay – Ellen DeGeneres

O papel da amalucada de alma hippie Phoebe ficou eternizado pela performance da loirinha Lisa Kudrow. Antes de cair em suas mãos, porém, a personagem era tida como a mais disputada do programa, gerando centenas de testes de atrizes no período. Algumas das mais famosas foram a comediante ruivinha Kathy Griffin e a altíssima Jane Lynch, que ficaria conhecida pelo papel da professora Sue na série Glee (2009-2015). Porém, dentre as candidatas para viver a cantora da música “Smelly Cat” na série a que mais se destaca é a apresentadora Ellen DeGeneres. Sensação da TV atual, antes de ter seu próprio talk show com auditório, Ellen era conhecida como humorista e atriz. Não ter conseguido o papel de Phoebe em Friends terminou sendo bom para DeGeneres, já que no mesmo ano ganharia sua própria série para estrelar (intitulada Ellen), onde ainda no início da década de 90 pôde revolucionar ao assumir sua opção sexual tanto dentro quanto fora das telas.

Joey Tribbiani – Vince Vaughn

Favorito de muitos fãs, Joey é burro como uma porta, mas tem o maior coração do grupo. Mulherengo e comilão, o descendente de italianos incialmente era planejado para ser um personagem meio canalha e babaca. Uma vez contratado, Matt LeBlanc perguntou aos escritores por que os outros seriam amigos dele com essas características duvidosas? Assim o personagem ganhou qualidades, digamos, mais amistosas. Antes de LeBlanc, Hank Azaria testou para o papel e disse que foi o único que precisou testar mais de uma vez. Azaria ficaria conhecido por dublar diversos personagens na série animada Os Simpsons e participaria de Friends no papel de David em cinco episódios. Outro ator notório que quase ficou com o papel de Joey foi Vince Vaughn, que apesar de não ter conseguido o papel se tornou um verdadeiro astro do cinema no gênero da comédia. Já imaginou como seria o grandalhão no papel de Joey dizendo “How ‘u doin?”. No entanto, os responsáveis pela escalação disseram que ninguém testou melhor para o personagem do que LeBlanc.

Chandler Bing – Jon Favreau

Chandler é o brincalhão do grupo, e nas palavras do próprio, usa o humor como autodefesa. É difícil imaginar outro senão Matthew Perry no papel. Mas a primeira opção dos realizadores foi pelo então apenas ator Jon Favreau. Hoje, um diretor e produtor estabelecido e responsável pelos sucessos da Disney, vide O Mandaloriano, além, é claro, de ter construído as bases para o Universo Marvel no Cinema com os dois primeiros Homem de Ferro. Em meados da década de 90, no entanto, Favreau tinha outros planos para sua carreira, e recusou o papel de Chandler na série. Logo depois, ganharia destaque pelo roteiro e protagonismo de Swingers – Curtindo a Noite, primeira peça rumo ao seu estrelato. Curiosamente, Favreau viria a participar de alguns episódios de Friends na pele de Pete Becker (em 1997), o namorado milionário de Monica. Outro que fez teste para Chandler e que parece ter mais a ver com o personagem foi Jon Cryer. O ator não conseguiu o papel, mas dez anos depois marcaria com seu próprio seriado de sucesso em Dois Homens e Meio (2003-2015).

Ross Geller – Eric McCormack

Diferente dos demais colegas membros do elenco, David Schwimmer não teve muita concorrência para o papel do Dr. Ross Geller e foi o primeiro contratado para ser um dos protagonistas da série. Mas apesar do favoritismo de Schwimmer, outros atores chegaram a fazer teste para o papel, entre eles o mais notório foi Eric McCormack – que depois ficaria conhecido como Will, o advogado gay da revolucionária e representativa Will & Grace (que retornou para novas temporadas atualmente, após sua estreia no fim da década de 90). Ross Geller é o nerd de plantão do grupo, doutor em paleontologia, ele tem a segurança de um emprego no museu de Nova York, o qual mantém ao longo de toda sua trajetória. Em questão de relacionamentos pessoais, Ross não é tão bom assim. Com uma atitude derrotista, o personagem ficou conhecido no início do programa por carregar uma “nuvem negra” em cima da cabeça. Curiosamente, Schwimmer viria a participar do revival de Will & Grace, atuando ao lado de McCormack (que quase viveu Ross).

‘Killing Eve’: Série com Sanda Oh é renovada para a 2ª temporada

Antes mesmo da estreia de sua primeira temporada, a série ‘Killing Eve‘ já garantiu sua sobrevivência para o segundo ano. O canal BBC America anunciou que a série está oficialmente renovada.

A trama acompanha Eve, uma entediada operadora que trabalha no serviço de segurança, que está frustrada com sua profissão por não corresponder aos seus anseios por espionagem. Ela acaba se envolvendo em uma constante rixa com a bela assassina Villanella.

A primeira temporada da produção contará com 8 episódios, e será lançada em 8 de Abril de 2018.

Sandra Oh, de ‘Grey’s Anatomy‘, estrela.

Baseada nos contos do autor Luke Jennings, a série foi criada por Phoebe Waller-Bridge.

 

‘Aquaman’ bate recorde em pré-venda e ultrapassa ‘Guerra Infinita’ e ‘Deadpool 2’

De acordo com o Variety, ‘Aquaman‘ quebrou o recorde de pré-venda no Atom Tickets, ultrapassando filmes como ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ e ‘Deadpool 2‘. A alta demanda se deve, parcialmente, à oferta exclusiva para os membros do Amazon Prime, permitindo-os conferir o longa com prioridade.

Projeções indicam que o filme deve arrecadar US$ 65 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA, mas há grandes chances da arrecadação ser bem maior. Internacionalmente, o longa já arrecadou quase US$ 100 milhões.

Confira nossa crítica:

James Wan dirige o filme, e o roteiro fica a cargo de Will Beall.

O meio-humano, meio-Atlante Arthur Curry, é levado à jornada de sua vida — uma jornada que vai forçá-lo a não só encarar sua verdadeira identidade, mas também a descobrir se ele tem o que é necessário para ser… um rei.

O elenco conta com Jason Momoa no papel principal, Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna).

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‘Liga da Justiça’: Aquaman estará diferente no filme solo, afirma Jason Momoa

 

Tony Todd vai estrelar o terror sobre possessão demoníaca ‘Realm of Shadows’

De acordo com o Bloody Disgusting, Tony Todd (‘Premonição‘ e ‘O Mistério de Candyman‘) vai estrelar ‘Realm of Shadows‘, novo terror com formato antológico.

O ator vai interpretar Fr. Dudley, um padre católico dedicado a sua profissão. Ele deve cuidar de seu amigo, Robby Duray, durante um tempo difícil em sua vida. Ele também assume a tarefa de controlar o alter ego diabólico de Robby, afastando-o das garras de satanás.

O longa será dirigido por Jimmy Drain e Brian McCulley.

A trama irá nos levar a um mundo de mistérios, possessões e sombras com uma antologia de contos sinistros.

O elenco ainda conta com Jimmy Drain, Vida Ghaffari, Denise Gurule, Lauren C. Mayhew, Jodi Lynn Thomas, Gregg Stone, Caustic Scifidelic, Mark FowlerNoah Anderson.

A produção ainda não possui previsão de estreia.

10 Continuações dos anos 2000 que você Preferia ESQUECER!

A cada ano a sétima arte nos presenteia com diversas produções vindas dos quatro cantos do mundo. Quando falamos no grande público, é de Hollywood que vem os produtos mais esperados dos fãs. Desde que o cinema entretenimento se consolidou como fábrica multimídia ainda na década de 70 (graças a Tubarão e Star Wars), os cinéfilos foram brindados com diversos filmes inesquecíveis, sempre citados por todos quando o assunto são os melhores longas da história. E logo de cara também, os estúdios viram o potencial das continuações. Afinal, se uma história deu muito certo, por que parar com ela? Sigamos em frente para uma nova jornada com personagens que todos aprenderam a amar.

Star Wars, Indiana Jones e tantas outras franquias (a mais recente sendo Velozes e Furiosos, por exemplo) mostraram que os fãs não se cansam de ver em tela os astros vivendo seus personagens icônicos em novas tramas. Porém, para cada acerto precisa existir um erro. E muitas vezes essas continuações resultam numa experiência verdadeiramente traumática para o espectador e, eventualmente para os envolvidos em sua produção. Embora muitos acreditem no termo “filme que não precisava de continuação”, a verdade é que se a sequência for feita com dedicação e empenho, resultando numa boa obra, terminamos aceitando-a no fim das contas.

Aqui, porém, nessa nova matéria, abordaremos justamente o oposto. A ganância de produtores que optaram pelo arriscado desafio de continuar uma história que parecia encerrada (o que se mostra um desafio para qualquer um) e entregaram uma sequência sem qualquer brilho ou empenho. Muitas aparentando já ter nascido “errado” sem qualquer energia. Essas são as 10 continuações dos anos 2000 que você preferia esquecer. Confira.

A Bruxa de Blair 2: O Livro das Sombras

Indiscutivelmente, A Bruxa de Blair (1999) se tornou um terror revolucionário e se destacou por introduzir o subgênero “found footage” para os novos tempos. Era o início da internet e sua campanha de marketing misturava ficção com realidade documental na hora de vender seu produto. Sem saber exatamente ao que assistia, o público se viu fascinado em se assustar como nunca anteriormente. Um verdadeiro fenômeno. O que fazer a partir daí? Bem, o que podemos dizer é que o estúdio por trás da produção deu uma aula do que NÃO fazer! E isso foi: uma continuação lançada logo no ano seguinte que não apenas tira qualquer criatividade apresentada antes com um terror pra lá de genérico, como (pior ainda) nem sequer utiliza o estilo de filmagem que fez do original um sucesso.

A Máfia Volta ao Divã

O ano de 1999 foi um dos mais especiais para a sétima arte. Nele tivemos por exemplo Matrix, Clube da Luta e A Bruxa de Blair. Foi dele que saiu também uma das comédias mais engraçadas da década: Máfia no Divã. No filme, Robert De Niro brinca com seus personagens mafiosos pela primeira vez fazendo humor. O filme mostra o que aconteceria se um gangster precisasse fazer terapia. O longa segue uma linha perfeita com começo, meio e fim, concluindo sua história da melhor maneira possível. Mas o que acontece em casos de filmes que se dão muito bem de crítica e bilheteria é que o estúdio cresce o olho e oferece uma bolada para os envolvidos voltarem numa continuação. Quem recusaria? O problema é que muitos filmes não deixam espaço para essa tal continuação, como foi o caso com este, que rendeu em 2002 uma das sequências mais sem graça e desnecessárias da história do cinema.

A Rainha dos Condenados

Esse filme é traumático em vários sentidos, infelizmente surgindo como uma verdadeira “maldição metalinguística”. Apesar de algumas polêmicas de bastidores, Entrevista com o Vampiro (1994) se tornou um grande sucesso para a Warner, conseguindo elevar os filmes de terror e de vampiros a um novo patamar, digamos, de maior prestígio. O longa é baseado numa série de livros da autora Anne Rice e por anos o estúdio visou tirar uma continuação do papel. Agora parece que finalmente o material vai se transformar numa série de TV, que esperamos que tenha qualidade. Porém, antes disso, embora desejemos esquecer, o filme com Tom Cruise e Brad Pitt teve uma continuação em 2002, chamada A Rainha dos Condenados. É claro que nenhum dos dois astros teve qualquer envolvimento. Mas não acaba aí, porque de forma trágica, esse filme de terror B marcaria o último trabalho da jovem cantora Aaliyah, que faleceu antes de finalizar sua participação.

Halloween: Ressurreição

Se os anos 90 foram marcados por muitas obras criativas, como A Bruxa de Blair, Máfia no Divã e Entrevista com o Vampiro, podemos dizer que a década seguinte ficaria marcada pelas continuações ruins destes filmes – que sequer deveriam existir. Aqui chega mais uma. Halloween – A Noite do Terror (1978) teve inúmeras continuações esquecíveis em sua franquia. Mas uma conseguiu destaque, demonstrando grande criatividade em seu roteiro, em especial por se livrar de todas as continuações descartáveis e seguir diretamente após o segundo. Trata-se de Halloween H20 (lançada em 1998), que trouxe Jamie Lee Curtis de volta protagonizando. O final é perfeito e os filmes poderiam ter terminado aí. Mas você acha que eles deixariam? Em 2002 (oh aninho maldito!) sairia do papel o que é considerado por muitos “o” pior filme de Halloween, Ressurreição. O pior de tudo nem é a trama idiota e datada sobre um reality show dentro da casa de Michael Myers, mas sim o fato de desfazer tudo o que H20 havia se dedicado tanto a criar.

Blade Trinity

O que aconteceria se um astro de Hollywood detestasse tanto a sua participação num filme, que ficasse trancado o tempo todo em seu trailer fumando maconha, exigisse apenas ser chamado pelo nome do personagem e num acesso de fúria e loucura chegasse ao cúmulo de enforcar seu diretor. Bem, este clima caótico realmente existiu e se chama os bastidores de Blade Trinity. Após dois bons exemplares (em 1998 e 2002), o primeiro filme de um herói da Marvel que pavimentou o caminho para o que temos hoje, terminou sua trilogia desta forma deplorável, em 2004. O astro Wesley Snipes estava tomado no “Jiraya” durante as gravações frustrado com o roteiro e as formas que o filme tomava. Sobrou até para o coadjuvante Ryan Reynolds que, em início de carreira no cinema, ouviu de seu protagonista: “Fique quieto, assim você viverá mais”. Todo este caos é refletido no que vemos em tela, num filme que entre outras coisas traz uma caracterização meio “Alexandre Frota” do icônico Drácula.

Triplo X 2 – Estado de Emergência

O que fazer quando o astro de sua possível franquia se recusa a retornar para a continuação? Bem, se você tiver unicamente a ganância guiando sua vida profissional como os executivos de Hollywood, a resposta é simples: criar uma continuação sem ele, é claro, e ainda matá-lo sem cerimônia fora das telas. Vin Diesel se tornou um astro após protagonizar Velozes e Furiosos (2001) e Triplo X (2002), mas quando foi a hora de voltar para ambas as continuações, ele simplesmente disse não. Isso porque nesta época, Diesel acreditava que poderia ser um ator sério e seguir para trabalhos mais significativos. Assim, Tyrese o substituía na continuação + Velozes + Furiosos (2003) e quanto a Triplo X coube a Ice Cube entrar na vaga deixada pelo careca musculoso. O resultado, você pergunta? Bem, o filme desapareceu tão rápido que muitos de vocês sequer ouviram falar desta sequência.

A Lenda do Zorro

Herói da cultura Pulp, o mascarado Zorro caminha lado a lado com os primórdios do cinema. Isso porque o personagem, um dos primeiros heróis de todos os tempos, já existia antes do advento da sétima arte, em outras mídias. Assim, após o surgimento do audiovisual, Zorro esteve lá em produções que datavam de 1920, por exemplo. Ao longo das décadas vira e mexe o vigilante espadachim mexicano dava o ar de sua graça, mas seria em 1998 que Zorro ganharia uma superprodução lançada por um grande estúdio (a Columbia / Sony) e apadrinhada por ninguém menos que Steven Spielberg. A Máscara do Zorro (1998) é puro entretenimento de matinê, uma aventura à moda antiga que apresentou ao mundo a belíssima Catherine Zeta-Jones e trouxe Antonio Banderas num papel que ele parece ter nascido para viver. O problema aqui não foi tanto o filme ter rendido uma continuação, mas foi a demora com que a tiraram do papel, com quase 10 anos de intervalo – perdendo por completo o hype do original.

O Filho do Máskara

Mais uma vez temos na lista, um ótimo filme nascido dos anos 90, com uma continuação “fedorenta” lançada nos anos 2000. O Máskara (1994) foi um dos filmes do movimento que serviu para cimentar Jim Carrey como um dos grandes nomes de Hollywood na década de 1990. Além disso, revelou também a então modelo Cameron Diaz. Revolucionário, o longa foi uma espécie de Uma Cilada para Roger Rabbit (88) dos anos noventa, usando efeitos especiais jamais vistos e elevando o quesito técnico a outro patamar. Infelizmente sua continuação jogou tudo isso pelo ralo. A começar que Carrey se manteve bem longe do projeto, o que não impediu os produtores gananciosos de fazerem a continuação mesmo assim – sem qualquer nome relevante na frente ou atrás das câmeras. E se o filme original usava de bons efeitos para incrementar sua história, esta sequência mequetrefe, lançada onze anos depois, era um desenho animado com poucos vislumbres de atores reais.

Vovó… Zona 2

O comediante Martin Lawrence tem como ídolo o mestre Eddie Murphy, e dele pegou muito de seu próprio repertório. Lawrence inclusive realizou o sonho de trabalhar com o grande Murphy duas vezes na década de 90 – sendo o mais marcante Até que a Fuga os Separe (1999). Murphy, entre outras coisas, ficou marcado por desempenhar diversos personagens num único filme, como Um Príncipe em Nova York (1988) e depois O Professor Aloprado (1996), onde ficou enterrado sob quilos de maquiagem. Lawrence seguiu os passos do agora colega para criar a Vovó… Zona, um grande sucesso surpresa de 2000. Mas sabe aquela velha história da mesma piada contada duas vezes… pois bem, ela sempre vai perdendo a graça. Foi o que aconteceu com essa continuação, lançada seis anos depois. E o pior disso é que como se não bastasse, Lawrence colocaria o prego no caixão pela última vez ainda em 2011, quando estreou o terceiro Vovó… Zona, desta vez com seu filho se vestindo de mulher também.

Instinto Selvagem 2

O primeiro Instinto Selvagem (1992) é um filmaço de suspense que deu força ao subgênero dos thrillers eróticos dos anos 90, e mais proeminentemente foi responsável pela carreira da musa Sharon Stone, e por transformá-la em uma estrela de Hollywood. No período, quase todos os filmes da atriz exigiam dela um forte sex appeal e claro, muita nudez. Ela até foi bem sucedida, recebendo uma indicação ao Oscar por Cassino (1995), de Martin Scorsese, mas em seguida seus papeis mais dramáticos, fora de sua zona de conforto começaram a fazer sua carreira naufragar. Natural que a atriz quisesse que o filme que fez sua carreira, também fosse responsável por salvar sua carreira. E até que a premissa de trazer a Femme fatale Catherine Tramell, a escritora e amante de sadomasoquismo e picadores de gelo mais famosa do cinema de volta para um novo suspense não é das piores. Afinal, no primeiro filme Stone já mostrava frieza no papel mesmo aos 34 anos. Na continuação, ela havia se tornado uma “loba” (cougar), uma mulher madura aos 48 anos, e muito mais confiante. O grande problema aqui foi o roteiro enfadonho que não exibia um décimo do brilho do original e fez Stone apenas pagar um grande mico em sua carreira.

Confira o trailer da 3ª temporada de ‘Quantico’

Alex Parrish está de volta no trailer da terceira temporada série ‘Quantico‘. Confira:

Na série, um grupo diverso de brilhantes e controlados recrutas, os NATs chegam à base do FBI em Quantico para o treinamento. Eles são considerados alguns dos melhores agentes, mas paradoxalmente, um deles se torna suspeito de planejar o maior ataque em Nova York desde o dia 11 de setembro.

O terceiro ano será mais curto, com apenas 13 episódios encomendados.

‘Sorry For Your Loss’: Série do Facebook com Elizabeth Olsen é RENOVADA para a 2ª temporada

O Facebook Watch renovou oficialmente a série ‘Sorry For Your Loss‘, estrelada por Elizabeth Olsen, para a 2ª temporada.

A trama acompanha Leigh, uma colunista que dá conselhos e cuja vida sofre uma reviravolta, em virtude da repentina morte de seu marido Matt, que fora assinado. A narrativa acompanha sua jornada à medida que ela inicia seu processo de luto, com a ajuda de sua irmã Jules, que também está lutando com seus próprios problemas internos e tenta se livrar de seu vício de drogas. Essa caminhada ainda conta com a ajuda de sua mãe Amy e do irmão de Matt, Danny. E conforme Leigh começa a limpar sua casa, mediante os trágicos acontecimentos, ela também vai descobrir que seu marido guardava uma série de segredos.

Kelly Marie Tran, Mamoudou Athie, Marie Tran, Janet McTeer Jovan Adepo completam o elenco.

Garota descobre que tem várias irmãs no novo trailer de ‘Almost Family’

A FOX divulgou novo trailer da série dramática ‘Almost Family‘ (inicialmente intitulada ‘Not Just Me‘).

Confira:

Criada por Annie Weisman, a série é baseada em uma produção australiana, ‘Sisters‘.

A trama segue Julia Bechley, uma jovem que acreditava ser filha única, até descobrir que, ao longo de sua bem-sucedida carreira como médico de fertilidade, seu pai usou o próprio esperma para conceber centenas de crianças, incluindo duas novas irmãs.

O elenco conta com Brittany Snow, Emily Osment, Megalyn Echikunwoke, Timothy Hutton, Mustafa Elzein, Mo McRae e Victoria Cartagena.

A série irá estrear no dia 2 de outubro, na FOX.

Netflix | Dicas de Filmes dos anos 90 para Assistir nesta Sexta-Feira 13

Hoje é sexta-feira 13. E como sabemos que os fãs de terror sempre procuram uma boa desculpa para assistir aos seus filmes preferidos (e de quebra convidar os amigos, familiares ou aquela pessoa espacial para a empreitada), nada melhor do que aproveitar a data que tem a cara do gênero. E como sabemos também que você nosso querido leitor é muito antenado com tudo de mais recente que é lançado na plataforma da Netflix, desta vez nossas dicas serão um pouco diferentes, apostando na nostalgia.

Sem precisarmos voltar muito no passado, para os clássicos que todos sempre falam, aqui visaremos dicas de produções saídas da década de 1990 – que talvez os mais novos tenham deixado escapar em seu currículo cinéfilo. Desta forma, anote e comece a maratonar o quanto antes. Ah sim, outra ideia é não deixar a festa resumida para esta noite, já que o fim de semana de frio e chuvoso no Brasil pede um arrepio a mais também para sábado e domingo. Confira e não esqueça de comentar.

Kevin Bacon em Dose Dupla

Começamos a lista de dicas com duas produções protagonizados por este grande ator subestimado que é Kevin Bacon. Na ativa desde a década de 70, o ator tem filmes inesquecíveis em sua carreira, como o querido Footloose – Ritmo Louco (1984). Bacon continua na ativa até hoje e tem quase 100 produções no currículo como ator. Aqui iremos dar duas dicas de filmes seus de terror presentes no acervo da Netflix. Um deles abre a década de 90 e outro fecha. O que abre é o cult O Ataque dos Vermes Malditos (lançado em 1990). Inúmeras continuações direto para vídeo foram feitas, mas o original é inigualável. Na trama, Bacon vive o caipira Valentine, morador de uma cidadezinha, que ao lado do melhor amigo Earl (Fred Ward) vive o maior desafio de sua vida quando descobrem grandes criaturas subterrâneas (como grandes minhocas assassinas) matando os habitantes do lugarejo.

Já nove anos depois, em 1999, Kevin Bacon protagonizava uma história de fantasmas de gelar a espinha de qualquer um. Ecos do Além é baseado no livro de Richard Matheson (o mesmo de Eu Sou a Lenda) e tem direção de David Koepp (roteirista de Jurassic Park, Missão Impossível e Homem-Aranha). Na trama, Bacon vive um sujeito simples e trabalhador que termina aceitando ser hipnotizado por sua cunhada, sem acreditar muito na coisa. Porém, a hipnose sair melhor do que o esperado (ou pior, dependendo do seu ponto de vista) e ele começa a ver fantasmas devido a sua recém adquirida sensibilidade. Ecos do Além saiu no mesmo ano de O Sexto Sentido e foi muito comparado ao filme de Shyamalan.

Do Mesmo Diretor de O Exorcista

O Exorcista (1973) segue na opinião de muitos fãs de terror e críticos de cinema como um dos melhores exemplares do gênero na história da sétima arte. E grande parte disso devemos ao diretor da obra, William Friedkin. O cineasta colecionou sucessos em variados estilos de filmes, mas voltaria ao terror somente uma única outra vez. O escolhido pelo diretor para ser seu grande retorno era A Árvore da Maldição, baseado no Livro ‘The Nanny’, de Dan Greenburg, lançado em 1990. Assim como em O Exorcista, uma família feliz tem sua realidade virada de cabeça para baixo através de um evento sobrenatural. Aqui, um jovem casal acaba de ter um pequeno bebê. Ao contratarem uma babá para cuidar do recém-nascido seus problemas começam, já que ela é na verdade membro de uma seita satânica.

John Carpenter, faroeste e mortos-vivos

John Carpenter é o cara! Um dos grandes mestres do terror e ficção, o cineasta escreveu seu nome na história com uma penca de produções cult. Se dependesse de nós aqui no CinePOP, toda a sua filmografia estaria disponível nas plataformas de streaming para ser apreciada pelos fãs. Por enquanto iremos nos concentrar nesta aqui. Vampiros foi lançado em 1998 e trouxe um novo sucesso à carreira do diretor. Na trama James Woods protagoniza como o líder de um bando de matadores de aluguel. O filme se comporta muito como um faroeste moderno, é claro, adicionando o fato de que tais assassinos matam não pessoas, mas vampiros sanguinários. Tudo, é claro, sancionado pelo Vaticano. Sheryl Lee, a Laura Palmer de Twin Peaks, também está no elenco.

Charlie Sheen vs Aliens

Você lembra de Charlie Sheen? Os mais novos talvez lembrem do ator no seriado Dois Homens e Meio, antes de Ashton Kutcher pegar sua vaga. Sheen, que sempre viveu a “vida louca”, surtou de vez nas drogas, bebidas e prostituas, resultando em sua demissão da série, onde chegou a ganhar US$ 1 milhão por episódio. Antes de tudo isso, no entanto, Sheen era um astro em ascensão protagonizando sucessos como Platoon (1986), Wall Street (1987) e Top Gang! (1991). Em 1996, o ator ainda tinha nome junto ao público e foi quando estrelou a ficção científica A Invasão – um dos projetos mais interessantes da década sobre a temática da vida extraterrestre. Escrito e dirigido por David Twohy (roteirista de O Fugitivo e Eclipse Mortal), no filme Sheen vive um astrônomo fazendo contatos imediatos com a vida fora do planeta, e descobrindo da pior maneira possível que eles já estão entre nós.

Robert De Niro é um monstro, literalmente

O shakespeariano Kenneth Branagh começou sua carreira nas telas na década de 80, e no fim da mesma década já demonstrava puro talento como diretor em adaptações de seu conterrâneo William Shakespeare. Sob sua tutela, Branagh levou às telonas Henrique V (1989), Muito Barulho por Nada (1993), Hamlet (1996) e Amores Perdidos (2000), todos usando como base os textos do bardo. No meio disso, Branagh, o diretor, decidiu se dedicar à obra de outra autora britânica, Mary Shelley. O cineasta resolveu lançar em 1994 sua própria visão do clássico Frankenstein. E para a empreitada, Branagh escalou o renomadíssimo Robert De Niro para viver o monstro mais famoso da sétima arte. A produção é simplesmente luxuosa.

Jennifer Lopez mata a cobra e mostra o pau

O mundo dos tabloides e das fofocas foi à loucura recentemente com a confirmação de que a musa Jennifer Lopez e o astro Ben Affleck reataram o seu relacionamento quase vinte anos depois do término. Se isso não é destino. Antes de começarem seu romance, porém, no mesmo ano em que Affleck lançaria o drama Gênio Indomável – que lhe renderia um Oscar de roteiro -, sua companheira J-Lo, aos 28 aninhos, se tornava uma promissora atriz protagonista. Aqui, ela estrelava nesta cópia de Tubarão (1975) chamada Anaconda (1997), que trocava o grande peixe por uma cobra sucuri. A única forma de assistir Anaconda é não levando o filme a sério, e aí sim podemos nos divertir bastante com suas inúmeras bizarrices. Quem rouba o show da cobra não é Lopez, no entanto, e sim Jon Voight entregando seu desempenho mais canastrão na pele de Paul Serone, um latino (!?) especialista em caçar cobras no Brasil.

Para quem quer algo mais leve na data

Terminamos a lista com uma dica para os que não querem assistir a nada muito pesado neste fim de semana. Desta forma, a pedida ideal para ainda continuar no clima é A Família Addams. Criados pelo autor Charles Addams para as tirinhas de jornais ainda na década de 1930, os personagens excêntricos que adoram uma miséria e sofrimento ficaram muito populares graças a uma série de TV com atores reais na década de 1960. Trinta anos depois e Gomez, Morticia e toda a família ganharia as telonas pela primeira vez numa superprodução da Paramount. Raul Julia e Anjelica Huston são os protagonistas. A Família Addams voltará este ano com mais uma animação da Universal na forma de longa-metragem e em breve terá uma nova série com atores reais para a Netflix dirigida por Tim Burton. Assim, nada melhor do que ir aquecendo os motores com esse verdadeiro clássico moderno.

‘Mozart in the Jungle’ é cancelada pela Amazon após 4 temporadas

Parece que a música chegou ao fim para a série da Amazon, ‘Mozart in the Jungle‘. Depois de quatro temporadas no serviço de streaming, a série está oficialmente cancelada.

“Estamos profundamente orgulhosos das quatro temporadas que nós fizemos dessa série, e somos gratos ao elenco, a equipe, os fãs e a Amazon por escrever essa sinfonia conosco,” disseram Paul Weitz, Will Graham, Roman Coppola e Jason Schwartzman em uma declaração. “Nós esperamos que as pessoas continuem encontrando nossa série pelos próximos anos.”

A comédia dramática era estrelada por Gael García Bernal, Lola Kirke, Malcolm McDowell, Bernadette Peters, Saffron Burrows e Hannah Dunne.

‘Warrior’: Série inspirada na obra de Bruce Lee ganha novo teaser; Assista!

O Cinemax divulgou um novo teaser da série ‘Warrior‘.

Confira:

Produzida por Justin Lin (‘Velozes e Furiosos 6‘), a série de artes marciais é inspirada em uma obra não finalizada do falecido astro Bruce Lee.

A trama acompanha um jovem artista marcial que chega na San Francisco pós-Guerra Civil procurando trabalho e acaba se envolvendo em guerras urbanas mais violentas do que as que existiam no seu país natal, a China.

Jason Tobin, Andrew Koji, Olivia Cheng, Kieran Bew, Dianne Doan, Dean S. Jagger e Langley Kirkwood estrelam.

Sem data anunciada, a série será lançada em 2019.

‘Rainhas do Crime’ FRACASSA nas bilheterias dos EUA; Saiba mais!

Depois de ter sido detonada pelos críticos, a adaptação ‘Rainhas do Crime‘ (The Kitchen) fracassou em sua estreia nos EUA. Em seu primeiro final de semana, o longa arrecadou apenas US$ 5.5 milhões – muito abaixo das projeções.

Com um orçamento substancial de US$ 37 milhões, a produção deve enfrentar dificuldades em recuperar seu investimento, sendo o mercado internacional sua única chance de se salvar pro prejuízo.

Escrito e dirigido por Andrea Berloff, o longa é baseado nos quadrinhos da Vertigo, selo adulto da DC Comics.

Nos anos 70, as esposas de três grandes gangsters do bairro Hell’s Kitchen, em Nova York, assumem as operações do seus maridos após a prisão deles.

Melissa McCarthy, Elisabeth Moss Tiffany Haddish são as protagonistas.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

9 séries CANCELADAS pela Netflix que deixou seus assinantes revoltados

Ser a plataforma de streaming número 1 do mundo tem seus prós e seus contras. Ainda mais se levarmos em conta a quantidade cada vez maior de concorrentes no mercado respirando em seu cangote. A segunda colocada, a Amazon, se aproxima em número de assinantes comemorando em 2021 a marca de 200 milhões. Este ano também chegaram ao Brasil clamando seu lugar ao sol, a Disney+ e a HBO Max, concorrentes à altura com os acervos da Marvel, Star Wars, DC e Warner.

Prevendo como seria a forma de assistir a produções audiovisuais no futuro (que chegou rápido demais) e nossa relação inclusive com a TV – cada vez mais os canais convencionais dão lugar ao streaming -, a Netflix resolveu apostar em produções próprias. E logo de cara chutou a porta com estreias de muita qualidade, vide Orange is the New Black e House of Cards. A popularidade das séries originais da Netflix continua atualmente com algumas das obras pop mais badaladas da TV, vide Stranger Things e The Crown – isso sem falar no fenômeno que foi O Gambito da Rainha e até mesmo produções nacionais como Bom Dia, Verônica.

Porém, para cada gol que a Netflix marca com seu público, outras tantas tentativas terminam por acertar na trave. Aparentemente, o que faz a plataforma renovar um programa para novas temporadas não é medido apenas por sua audiência, mas sim a capacidade que determinados seriados possuem de capturar novos assinantes para a plataforma. O que, como dito, as séries citadas acimas possuem, e a Amazon tem com The Boys, por exemplo. Esse é o motivo pelo qual muitas vezes vemos a Netflix cancelar aquela série que tanto adoramos e que por vezes possui um número de fãs e espectadores grande.

Pensando nisso, em como a plataforma do N vermelho muitas vezes “destrói nossos sonhos”, resolvemos trazer essa nova matéria comentando sobre o mais recente lote de programas prontamente cancelados pela Netflix nesta primeira metade de 2021. Alguns lançados há pouquíssimo tempo, mas que por não atingirem o esperado, acabaram com até mesmo apenas uma temporada para chamar de sua. Confira abaixo.

Cursed – A Lenda do Lago

A mais recente decepção foi o encerramento de Cursed – A Lenda do Lago’ depois de apenas uma temporada. A série de fantasia baseada na graphic novel de Frank Miller e Tom Wheeler foi anunciada como uma reimaginação da lenda do Rei Arthur, contada através dos olhos da jovem heroína (Katherine Langford) que estava destinada a se tornar a poderosa e trágica Lady of the Lake.

O cancelamento veio como uma trágica surpresa, já que a atração apresentou uma trama bastante promissora e conseguiu reunir uma legião de fãs em muito pouco tempo. Por conta disso, os assinantes da plataforma estão lamentando a decisão. Entre as publicações, os fãs mais chateados disseram ainda que não vão perdoar a plataforma pelo deslize.

Grand Army

‘Grand Army’, uma das duas mais recentes séries adolescentes da Netflix, foi cancelada após uma temporada. O primeiro ciclo fez sua estreia no ano passado e acompanhou a adolescente Joey Del Marco, violentada sexualmente por três garotos e que começa a lutar por justiça. Além disso, a trama também abordou a história de outros cinco adolescentes enquanto eles tentam incentivar a busca por direitos sexuais, raciais e econômicas.

O motivo não foi revelado. A obra foi baseada na peça teatral ‘Slut‘, de Katie Cappiello. O elenco conta com Odessa A’zion, Maliq Johnson, Amalia Yoo, Amir Bageria, e Odley Jean.

Os Irregulares de Baker Street

Produção ambiciosa da Netflix que reimagina a história de Sherlock Holmes e o Doutor Watson. Aqui, a dupla está somente atrás dos panos comandando (ou melhor, obrigando) um grupo de jovens de rua (os irregulares do título) a desvendar crimes e casos complexos na era vitoriana da Inglaterra. Tendo estreado em março de 2021, a série teve apenas 8 episódios da primeira temporada quando a empresa anunciou seu cancelamento. O fato gerou grande comoção nas redes sociais, já que o programa já havia adquirido sua base de fãs. No elenco, o nome mais conhecido era o de Rory McCann, “o cão” da famosa série Game of Thrones, da HBO.

O Legado de Júpiter

Grande aposta da Netflix para ser sua nova série de estimação no nível de Stranger Things, O Legado de Júpiter era a resposta da empresa para o sucesso da Amazon, The Boys. Aqui, a Netflix investia em sua própria série de super-heróis, que falava sobre duas gerações de uma família de heróis poderosos e as diferenças dos desafios em suas épocas distintas de atuação. O programa foi criado por Steven S. DeKnight (produtor de Smallville e Demolidor, também da Netflix) e estreou há pouquíssimo tempo no dia 7 de maio. Justamente por isso, a notícia do cancelamento, após somente 8 episódios, pegou a todos de surpresa. Após o cancelamento, o protagonista, o ator Josh Duhamel, alfinetou a plataforma, “vendendo” a série para a rival Hulu.

Amizade Dolorida

Essa foi outra cujo cancelamento recente fez os fãs saírem do sério vociferando seu descontentamento absoluto nas redes sociais. É desta forma que os estúdios ficam a par do grande número de espectadores que um determinado programa possui, quando seu cancelamento causa um verdadeiro alvoroço. Com o título original de Bonding, esta comédia jovial traz uma estudante universitária de Nova York que resolve fazer bico à noite como “dominatrix” e termina alistando seu melhor amigo gay para ser seu assistente no polêmico trabalho. Amizade Dolorida não é uma série tão recente assim, estreou em 2018, mas exibiu sua segunda temporada em janeiro de 2021 e terminou cancelada com apenas 15 episódios.

Professor Iglesias

Outro programa querido do público, Professor Iglesias (Mr. Iglesias) foi uma das séries canceladas recentemente que mais tempo resistiu no ar, com um total de 3 temporadas e 22 episódios. A comédia apresenta a rotina de um professor bonachão, rechonchudo e muito boa-praça (Gabriel Iglesias) e sua relação com os alunos talentosos, mas problemáticos e desinteressados. O seriado estreou em 2019 e foi cancelado após a terceira temporada no fim do ano passado.

Família em Concerto

Com total “alma de cowboy”, essa série muito country traz a carismática Katharine McPhee (Scorpion: Serviço de Inteligência e Smash) como a protagonista Bailey, uma jovem aspirante a cantora “sertaneja” (o country americano). A moça então encontra o emprego dos sonhos quando se torna babá de uma família com muito talento para a música, um patriarca e seus cinco filhos. Se você ainda não tinha se ligado pela temática, o programa foi criado pela mesma Caryn Lucas do clássico dos anos 90, The Nanny (1995-1999). Família em Concerto estreou em março de 2021 e durou apenas 10 episódios.

Pit Stop

Com o título original The Crew, esta série cômica tinha grande potencial e um nome de peso protagonizando. O humorista Kevin James faz sucesso com seus filmes no cinema e já deixou sua marca também na telinha, em especial com sua revelação em The King of Queens (1998-2007). Aqui, ele é o chamariz como o chefe de uma equipe de corridas de carro na NASCAR, o principal evento automobilístico dos EUA. Tudo muda quando a jovem filha do dono da equipe assume a direção do time. O programa estreou em fevereiro de 2021 e apesar da promessa ficou apenas com seus 10 episódios da primeira temporada.

A Duquesa

Drama cômico, o programa era uma espécie de resposta da Netflix para Fleabag, série satírica da Amazon criada e protagonizada pela britânica Phoebe Waller-Bridge. Em The Duchess, outra britânica assume as funções de criadora e protagonista num programa com questões bem femininas. Katherine Ryan é na realidade canadense, mas é basicamente inglesa, e no programa vive uma mãe solteira batalhando para criar sua filha em Londres. O programa estreou em setembro de 2020. Porém, recentemente foi anunciado seu cancelamento após somente uma temporada de 6 episódios.

Diego Boneta entra para o elenco de ‘O Exterminador do Futuro 6’

Segundo o THR, o ator Diego Boneta (‘Scream Queens‘) se juntou ao elenco do novo reboot da franquia ‘O Exterminador do Futuro‘. O site afirma que os detalhes de seu papel estão sendo mantidos em segredo, mas que o ator interpretará um humano.

Recentemente, o reboot teve sua estreia adiada para 22 de novembro de 2019.

O diretor James Cameron  retorna como produtor na nova trilogia e afirmou que dará sequência aos eventos dos filmes de 1984 e 1991, ignorando os demais.

Linda Hamilton, atriz que imortalizou a personagem Sarah Connor nos dois primeiros filmes da franquia, também retorna.

Tim Miller, de ‘Deadpool, assume a direção.

Poucos pessoas sabem, mas Cameron perdeu os direitos da franquia ‘O Exterminador do Futuro’ em seu acordo de divórcio com a atriz Linda Hamilton, protagonista dos dois primeiros filmes. A atriz foi casada com o diretor de 1997 a 1999, com quem teve uma filha, Josephine Archer Cameron, nascida em 1993.

Quando se separaram, ela prontamente vendeu os direitos da franquia para a Carolco Pictures, e os direitos passaram de empresa a empresa até acabar nas mãos da Skydance Productions e Annapurna Pictures, produtoras da nova trilogia.

Os direitos voltam para sua propriedade, em 2019, vinte anos após sua venda.

‘O Exterminador do Futuro’: Relembre os 4 filmes da franquia em 10 minutos 

Schwarzenegger conta que passou dificuldades antes de ‘O Exterminador do Futuro’ 

A franquia ‘O Exterminador do Futuro‘ foi lançada em 1984 com Schwarzenegger interpretando o personagem principal e teve três filmes na sequência, que arrecadaram mais de US$ 1 bilhão em bilheterias de todo o mundo.

‘Bohemian Rhapsody’ ultrapassa a marca de US$ 600 milhões nas bilheterias

Sucesso! A biografia ‘Bohemian Rhapsody‘ ultrapassou a impressionante marca de US$ 600 milhões nas bilheterias mundiais.

Com a reta final do ano, o longa tem se mantido sólido nas bilheterias dos EUA, onde já soma US$ 176 milhões. Internacionalmente, o filme se saiu ainda melhor, com ótimos US$428 milhões.

Ao total, o longa já soma US$ 604.8 milhões.

Bohemian Rhapsody‘ é uma celebração exuberante do Queen, sua música e seu extraordinário cantor principal Freddie Mercury, que desafiou estereótipos e quebrou convenções para se tornar um dos artistas mais amados do planeta. O filme mostra o sucesso meteórico da banda através de suas canções icônicas e som revolucionário, a quase implosão quando o estilo de vida de Mercury sai do controle e o reencontro triunfal na véspera do Live Aid, onde Mercury, agora enfrentando uma doença fatal, comanda a banda em uma das maiores apresentações da história do rock. Durante esse processo, foi consolidado o legado da banda que sempre foi mais como uma família, e que continua a inspirar desajustados, sonhadores e amantes de música até os dias de hoje.