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Crítica | ‘A Isca’ – Divertida e inteligente série que liga James Bond ao caráter multicultural londrino

A vida de um artista não é nada fácil – e, para mostrar um pouco dessa caminhada, chegou ao Prime Video A Isca, divertida série que encontra muitas camadas, gerando reflexões para todos os lados. Criada e protagonizada pelo ator Riz Ahmed, a deliciosa narrativa nos guia até vários pontos de Londres sob a perspectiva de um homem descendente de paquistaneses, que se depara com um conflito atrás do outro em busca de reconhecimento.

Imagina você ser um artista com pouco incentivo de seus familiares, devendo tudo que pode, e, de repente, surge no seu colo uma oportunidade única: conseguir um dos mais desejados papéis do cinema. Essa premissa é ótima e o desenvolvimento acompanha as expectativas do primeiro ao último episódio, evoluindo para o campo familiar, amoroso e profissional, com um ritmo acelerado e mantendo a fluidez.  É aquele tipo de série que não paramos até terminar!

Shah Latif (Riz Ahmed) é um ator que vive endividado e possui diversas questões com sua família. Um dia, surge a chance de sua vida: um teste para ser o novo James Bond. A questão é que, ao mesmo tempo, sua vida pessoal parece virar de cabeça pra baixo, com uma série de situações conflituosas que resolvem aparecer todas as mesmo tempo justamente nesse momento importante de sua carreira.

O roteiro, cheio de metáforas e parábolas, expõe de muitas formas o estado emocional de um personagem – que vai do sentido moral ao comportamento -, nos convida para uma aventura repleta de simbolismos que conecta o pessoal ao profissional. É impressionante como os paralelos com a realidade, principalmente as críticas sociais, são bem encaixadas em uma trama mirabolante, mas com um norte definido.

Explorando com ação, leveza e bom humor – sem deixar de sugerir reflexões – o caráter multicultural londrino e suas diferentes formas de entender o mundo, além de trazer a importante questão da identidade e representatividade, essa série curtinha, de seis episódios com menos de 30 minutos, nos conduz para os entrelaços na vida de um protagonista com sede de sucesso, que revê o passado de forma conflituosa em seu presente.

 

Conheça o SUSPENSE com Charlize Theron que estreou em PRIMEIRO LUGAR na Netflix

‘O Jogo do Predador’, novo suspense de sobrevivência estrelado pela vencedora do Oscar Charlize Theron, estreou em primeiro lugar entre os filmes mais vistos da Netflix.

Sasha (Charlize Theron, de ‘Branca de Neve e o Caçador’) é uma mulher viciada em adrenalina e esportes radicais. O limite para ela é uma palavra que não existe, por isso, o próximo desafio tem que ser sempre melhor, mais perigoso, mais alto. Só que seu companheiro, Tommy (Eric Bana, de ‘Munique’), já está um pouco cansado de tanta adrenalina. E, enquanto escalam uma imponente montanha, um trágico acidente acaba ceifando a vida de Tommy.

Meses se passam, Sasha ainda sentindo falta de Tommy, decide viajar até a Austrália, país natal de seu companheiro, para, lá, viver uma nova aventura inesquecível que a leve ao limite. Porém, o que ela não esperava era que no caminho ela conhecesse Ben (Taron Egerton, de ‘Rocketman’), um homem bem-educado e prestativo, mas cujo interesse em Sasha parece ir por outros caminhos.

Crítica | O Jogo do Predador – Charlize Theron IMBATÍVEL Contra Taron Egerton em Ação da Netflix

O suspense conquistou 67% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 36 avaliações da crítica especializada.

No geral, os críticos elogiaram as atuações de Charlize Theron e Taron Egerton, apontados como os grandes destaques do longa. No entanto, muitos avaliaram que o filme entrega apenas um resultado mediano dentro da proposta que apresenta.

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“A fisicalidade da atuação de Charlize Theron, junto da cinematografia vertiginosa do filme, acabam fazendo de Apex uma viagem de aventura infernal que vale a pena encarar”, disse Robert Brian Taylor do Collider.

“Toda a produção parece elegante, porém sem alma, sem personalidade e, apesar dos cenários luxuosos, sem qualquer verdadeiro senso de ambientação”, disse Luke Buckmaster do The Guardian.

“Essa dinâmica entre Egerton e Theron, de um psicopata contra uma estrela de ação, é suficiente para movimentar a primeira metade do filme, embora se deseje que Kormákur tivesse mais alguns truques na manga”, disse Brandon Yu do New York Times.

Charlize Theron e Taron Egerton estão incríveis juntos neste thriller eletrizante e distorcido de gato e rato. Egerton claramente está se divertindo ao máximo, mostrando o quão insano consegue interpretar um personagem”, disse Tessa Smith do Mama’s Geeky.

“Priorizar emoções de tirar o fôlego em vez de sentimentalismo excessivo e explicações exageradas é uma das qualidades mais revigorantes deste filme belamente fotografado sobre sobrevivência e fortaleza”, disse Tomris Laffly do RogerEbert.

“Ao contrário de alguns filmes de ação da Netflix, em que as estrelas parecem estar apenas recebendo o cheque, seus dois protagonistas estão totalmente entregues à proposta”, disse Gavia Baker-Whitelaw do Inverse.

Assista ao trailer:

‘O Jogo do Predador’ está disponível na Netflix.

Taron Egerton (‘Kingsman: Serviço Secreto’) e Eric Bana (‘Livrai-nos do Mal’) também estrelam a produção.

Escrito por Jeremy Robbins (‘The Purge’), o roteiro chegou a aparecer na The Black List (uma lista anual com os melhores roteiros não produzidos de Hollywood), de 2021.

Baltasar Kormákur (‘Dose Dupla’) é responsável pela direção.

 

Conheça o Filme de Terror Mais INSANO e PERIGOSO de Hollywood…

Os fãs de cinema, entusiastas, aficionados e cinéfilos de plantão adoram saber sobre uma boa história de bastidores no mundo da sétima arte. Afinal, a produção de um filme é parte essencial do que vemos em tela como resultado. É praticamente impossível trabalhar com jornalismo de entretenimento e não estar a par do que acontece na confecção de uma obra, ou num set de filmagem. Mudanças de atores e diretores, problemas com locações, brigas, excentricidades de astros e todo tipo de imprevisto pode ocorrer, afinal estamos falando de muitas pessoas envolvidas trabalhando para um mesmo fim, e muito dinheiro gasto visando ser recuperado – ou duplicado, triplicado e quadruplicado.

Assim, ao longo da história da sétima arte o que todos esperam é uma produção tranquila de um filme. Bem, isso às vezes pode ser muito chato. E nem sempre é o que acontece. Quando falamos em Hollywood, espera-se um ambiente contido onde tudo funcione de forma minuciosa e cronometrada como um relógio. Nem sempre é assim também. Aqui iremos abordar uma das produções mais desastrosas do cinema de todos os tempos – que de tão catastrófica conseguiu se manter quase escondida nas sombras durante quatro décadas. Em seu quadragésimo ano de aniversário, diversos especialistas começam a jogar luz nela. E é o que iremos fazer aqui também, apresentando o malfadado Roar para você abaixo. Confira.

Roar é um filme de suspense, aventura e terror sobre uma família colocada em perigo na África, ao ficar à mercê de inúmeros leões, tigres e todo tipo de felino de grande porte. O longa ganhou novos ares de popularidade graças à Netflix e ao seu seriado documental A Máfia dos Tigres lançado em 2020, sobre um tratador de grandes felinos exótico e seu zoológico “clandestino”. Perto do que vemos em Roar, o apresentado em A Máfia dos Tigres (Tiger King) se mostra fichinha, no entanto.

A ideia para o filme nasceu de um projeto apaixonado do produtor Noel Marshall, que possui no currículo como obra mais famosa a produção de O Exorcista (1973), clássico atemporal da sétima arte e um dos melhores filmes de terror de todos os tempos. Marshall era casado com a estrela de Hollywood Tippi Hedren, mais conhecida por ser a musa de Alfred Hitchcock no sucesso Os Pássaros (1963) e no menos badalado Marnie – Confissões de uma Ladra (1964), no qual fez par com Sean Connery. De fato, o que veríamos em tela em Roar é muito semelhante à Os Pássaros, trocando as pequenas criaturas aladas por um bando de felinos sanguinários gigantescos.

Marshall e Hedren se tornaram amantes da natureza e do meio ambiente. Defensores dos animais, o casal adorava sair em safari explorando o habitat de seres exóticos. Numa destas muitas aventuras, o produtor bolou uma história para seu novo filme: uma família de naturalistas e defensores dos animais se tornando alvo dos próprios bichos que visam defender. A proposta era mostrar o quão nocivo pode ser para um animal deste porte viver confinado ou em ambientes não propícios. Uma das fontes de inspiração foi o clássico A História de Elsa (Born Free), de 1966, sobre um casal de ecologistas criando um filhote de leoa após ela ter perdido os pais para caçadores.

O curioso em tudo isso, é que o casal Marshall e Hedren fizeram na vida real exatamente o que seu filme visava criticar. Com a estrela e esposa embarcando na onda do marido, iniciava-se a epopeia de Roar. O casal levou a proposta para diversos estúdios e todos prontamente apontaram o quão insana era ideia, já que seria necessário filmar com muitos animais de verdade, numa época em que nem se sonhava ter efeitos de computadores. O risco era simplesmente grande demais para todos. Assim, sem ninguém embarcar em sua loucura, o casal investiu do próprio bolso seu dinheiro e muito tempo foi gasto nesta produção. Como primeiro passo, a dupla construiu um zoológico miniatura em sua casa, recriando o ambiente da África e numa manobra fora da lei e incorreta, criaram no local diversos bebês de leões, tigres e felinos para que estes se acostumassem com eles desde a infância.

Na empreitada, para conseguirem o dinheiro da produção, venderam quatro de suas casas e até mesmo itens raros, como o casaco de Tippi Hedren usado por ela em Os Pássaros e dado de presente pelo diretor Alfred Hitchcock. Foram anos gastos apenas na pré-produção do longa. Você já imaginou construir um zoológico na sua casa para abrigar filhotes, espera-los crescer para assim usa-los em seu filme? Das duas uma, ou era muita paixão do casal acreditando que este seria a obra definitiva sobre animais no cinema, ou eles estavam simplesmente muito loucos.

Marshall e Hedren enfim conseguiram levantar US$17 milhões para o orçamento da produção, o que era uma verdadeira fortuna para a época. É preciso levar em conta que isso era 1981, há quarenta anos. A trama não é das mais complexas, mas a proposta era por filmar tudo com um ar bem de documentário mesmo. Meta atingida pelo produtor. A sensação que dá ao assistirmos Roar é a de estar vendo as infames fitas Faces da Morte, onde sentimos que a qualquer momento algo sairá muito errado e possivelmente veremos a morte de um ator capturada pelas câmeras. Felizmente, mas por muito pouco, nenhum ator ou qualquer membro da equipe perdeu sua vida. Mas muitos ficaram severamente feridos, vislumbrando de perto a morte. De fato, em inúmeras entrevistas mais recentes, a estrela do filme, Tippi Hedren, confessa não saber como alguém não terminou a produção morto. Dá para sentir o drama né?

Maluco de plantão! Produtor, diretor e protagonista, Noel Marshall dá um “beijinho” num grande felino.

Noel Marshall pulava da produção para a direção no comando da obra. Afinal, esse filme não poderia ser mais seu. Além de produzir e dirigir, Marshall também estrelava na pele do defensor dos animais Hank, já que nenhum outro ator seria louco o suficiente de querer protagonizar aqui. Seu personagem é um sujeito dedicado a cuidar de grandes leões e tigres em sua propriedade rural na África. Com a chegada de sua família no local, é que as coisas saem verdadeiramente dos trilhos. Na frente e atrás das câmeras. Para começar, Marshall utilizou sua verdadeira família como atores desta história. Assim, seus filhos de um casamento prévio, Jerry e John Marshall concordaram em aparecer como coadjuvantes em Roar, nos papeis de seus filhos Jerry e John.

Mas o chamariz da prole do casal em tela era Melanie Griffith, atriz veterana indicada ao Oscar (Uma Secretária de Futuro), então uma menina de 19 aninhos em início de carreira. Melanie, é claro, é filha de Tippi Hedren na vida real com o também ator Peter Griffith e enteada então de Noel Marshall. No filme ela vive… você adivinhou, Melanie, a filha do casal.

“Mãe, tira esse leão de cima de mim!”. Tippi Hedren acode a filha Melanie Griffith tirando um leão real de cima da moça.

O que aconteceu em Roar foi basicamente o seguinte: se a descrição dos bastidores até agora no texto soa caótico, com atores arriscando suas vidas na companhia de dezenas de grandes felinos de centenas de quilos, bem, essa previsão de caos realmente se concretizou. As filmagens do longa demoraram nada menos do que cinco anos para serem realizadas. Isso deve ser alguma espécie de recorde. Tudo porque vira e mexe algum membro do elenco ou da produção era atacado ou ferido por um dos animais selvagens no set durante as gravações. O fotógrafo Jan de Bont – que depois partiria para se tornar um diretor conhecido no ramo ao comandar obras como Velocidade Máxima (1994) e Twister (1996) – teve seu couro cabeludo removido por um dos leões após uma patada na cabeça, precisando de mais de 200 pontos para recolocar seu “escalpo” no lugar. Marshall sofria severos ferimentos na mão e braço e quase correu o risco de amputá-lo. E por fim, Melanie teve o rosto ferido precisando de uma rápida cirurgia plástica para a reconstrução facial. É de se admirar que a produção – criada quase em estilo mambembe – não tenha sido interditada por autoridades.

A imagem dos ferimentos eram usadas para a divulgação do filme. Aqui, Jan de Bont quase “perde a cabeça”.

Além do risco de vida constante dos membros da produção, os animais também sofreram, com alguns precisando ser abatidos. Atualmente, instituições como a PETA jamais deixariam uma obra como esta correr solta desta forma. Fora isso, o destino não ajudou, providenciando enchentes e incêndios nos cenários, que só contribuíram para o adiamento constante do filme. No fim das contas, quando Roar finalmente pôde ser lançado, aconteceu o que muitos podem imaginar, o longa foi solenemente ignorado. A verdade é que Roar sequer foi lançado nos EUA, segundo a atriz Tippi Hedren devido a executivos gananciosos que queriam ficar com parte dos lucros, dinheiro que o casal visava reverter para instituições que cuidam deste tipo de animais selvagens.

Roar foi lançado em países como a Austrália, a Alemanha, Espanha, Dinamarca, Holanda e outros países da Europa, mas viveu para se tornar um dos maiores fracassos da história do cinema, recuperando em seu orçamento de US$17 milhões, apenas US$2 milhões em sua estadia nas telonas. Ou seja, todo o esforço, o tempo e dinheiro num “projeto dos sonhos” audacioso haviam sido em vão. Hedren e Marshall se separaram logo no ano seguinte do lançamento, em 1982. E Melanie Griffith afirma nunca ter se dado bem com o padrasto, ficando sem falar com ele por 23 anos.

Verdade ou ficção? Melanie Griffith exibe o rosto ensanguentado no cartaz de ‘Roar’.

E assim Roar permaneceu, escondido nas sombras durante todos esses anos como uma espécie de lenda urbana do cinema. Isso até o Alamo Drafthouse, uma das mais tradicionais redes de cinemas norte-americanas, finalmente se prontificar a exibir Roar pela primeira vez nas telonas dos EUA, em abril de 2015 – que marcaria a estreia da produção em solo americano. Isso gerou um burburinho que fez Roar ressurgir como obra cult e por incrível que possa parecer, ter começado a cair no gosto dos críticos na atualidade. No agregador Rotten Tomatoes, por exemplo, o filme marca 71% de aprovação da imprensa especializada, garantindo uma nota favorável ao filme.

Noel Marshall, obviamente, nunca mais dirigiu um filme. O realizador viria a falecer em 2010 aos 79 anos. Tippi Hedren, ainda viva, é uma das grandes estrelas da era de ouro ainda por aqui em nosso plano. Um filme como Roar talvez nunca mais seja feito, porém, com o surgimento de documentários como A Máfia dos Tigres, seu realismo e coragem começam a ser mais apreciados.

CLÁSSICOS! 10 Filmes dos Anos 80 que Fizeram Todo Fã Ficar Esperando Pela Sequência…

Os anos 80 foram uma verdadeira fábrica de sonhos para todo e qualquer jovem cinéfilo que cresceu nesta época para lá de especial. Foi a época que o cinema de Hollywood descobriu os blockbusters e começou a produzi-los em larga escala – criando filmes mirados ao grande público dentro de todos os gêneros e todos os gostos. Se um filme dava muito certo e caía no gosto popular, podíamos ter certeza que uma sequência viria muito em breve. Foi o caso, por exemplo, com filmes de terror como Sexta-Feira 13 e A Hora do Pesadelo, ou do gênero comédia como Loucademia de Polícia. Tais franquias são bons exemplos de séries cinematográficas que geraram um filme por ano, durante quase toda a década de 80.

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É claro também que quando procuramos qualidade, as pedidas mais indicadas são as franquias Star Wars, Indiana Jones, Rocky, Rambo, De Volta para o Futuro, e por aí vai, igualmente batendo ponto durante a tal década querida. Mas e quando os fãs mais jovens ficam esperando e esperando, sem entender porque seu filme querido não produzia uma continuação. Foi somente quando ficamos mais velhos que compreendemos que o cinema é um negócio, e que para gerar uma continuação é necessário que o filme original tenha dado lucro, o que muitas vezes não ocorria. Mas vai explicar isso para uma criança. Buscando novamente pela nostalgia, criamos uma nova matéria que apresenta os filmes dos anos 80 que fizeram os fãs ficarem esperando por uma sequência – que nunca viria! Confira abaixo.

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Comando para Matar

Saindo de um brucutu para outro, Arnold Schwarzenegger chega agora à lista. Ele e Sylvester Stallone eram os reis das bilheterias no gênero, de uma lista ainda incluía figuras como Chuck Norris, Dolph Lundgren, Steven Seagal, Jean-Claude Van Damme, Michael Dudikoff e até mesmo o veterano Charles Bronson. Mas não tinha para ninguém. Arnold e Stallone eram os que mandavam. A dupla não perdia tempo e tirava do papel continuações de seus filmes de sucesso, como Rambo, Rocky, Conan e O Exterminador do Futuro. Mas se Stallone tem Cobra como o filme que todos queriam ver a sequência (que nunca se concretizou), o colega Arnold pode dizer que deixou muitos meninos dos anos 80 sonhando com a continuação que nunca viria de Comando para Matar – espécie de clone de Rambo. Enquanto Cobra até pode ser considerado um filme de ação sombrio, que usa elementos de thriller, Comando para Matar é pura diversão descompromissada dos anos 80.

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Stallone Cobra

Um dos maiores representantes do cinema machão dos anos 80, este veículo de ação do astro Sylvester Stallone faz nascer um pelo novo no peito cada vez que o assistimos. É curioso pensar que Cobra nasceu para ser na verdade o filme Um Tira da Pesada, que estava sendo desenvolvido na Paramount para Stallone estrelar. O ator saiu do projeto, e dois anos depois reaproveitaria algumas ideias as levando para a Cannon Films e a Warner. Com seus óculos escuros, palito de fósforo na boca e carrão envenenado, Marion Cobretti (o personagem de Stallone) se autointitula a cura da doença que é o crime. Em seu filme de estreia (que também seria o único), ele combate uma gangue de psicopatas sádicos, parecendo saídos de um filme de terror, e protege uma bela modelo da morte certa, com quem se envolve (papel da própria esposa do ator na época, a atriz Brigitte Nielsen). Mas o que todo garoto e adolescente da época queria ver mesmo era um Cobra 2, algo que nunca aconteceu.

Deu a Louca nos Monstros

Esse filme possui uma receita que desafiou todo e qualquer menino dos anos 80 a não se apaixonar por ele. Praticamente impossível. Apesar disso, o filme não foi um sucesso estrondoso em seu lançamento, pelo contrário, deu prejuízo aos realizadores. Monster Squad, no título original, seria redescoberto nas vídeo locadoras e em especial nas exibições da TV aberta, na rede Globo. Vejam essa premissa: imagine Os Goonies se encontrando com os monstros clássicos da Universal Pictures. Ou seja, Drácula, o Lobisomem, Frankenstein, a Múmia e o Monstro da Lagoa Negra. Um crossover para ninguém botar defeito – rendendo um dos melhores encontros dos anos 80. Justamente por isso, ficamos esperando novas aventuras desta turminha, quem sabe combatendo outras criaturas, mas nunca veríamos. Bem, se nem mesmo os Goonies conseguiu tirar sua continuação do papel até hoje, o que dirá sua “imitação” mais famosa.

Splash – Uma Sereia em Minha Vida

Tudo bem, essa é uma pegadinha. O filme protagonizado por Tom Hanks e Daryl Hannah, dois dos nomes mais quentes dos anos 80, de fato teve uma continuação. Acontece que não foi a que queríamos. Na trama do original de 1984, Hanks vive um homem solitário, que termina se apaixonando por uma jovem mulher loira e bela chegada literalmente do nada, que se comporta… bem, como um peixe fora d’água. A história usa a fórmula de E.T. (1982), só que com adultos e usando uma sereia ao invés de um pequeno alienígena. Assim, a mulher-peixe tem um comportamento bizarro e quando é molhada exibe sua verdadeira forma, o que faz cientistas correrem atrás para captura-la. O final é ambíguo e deixa a porta aberta para uma sequência, mas nem Hanks, nem Hannah quiseram voltar, já que buscavam novos desafios para suas carreiras. Assim o segundo filme, feito para a TV, chamado Madison – A Sereia no Brasil, teve Amy Yasbeck e Todd Waring no lugar de Hannah e Hanks respectivamente, e o resultado foi que quase ninguém viu e poucos sabem que existe.

O Último Guerreiro das Estrelas

Outro cult por excelência, que fez muito sucesso em sua exibição na TV aberta (Globo) da época, foi esta ficção científica juvenil, que pegava clara carona (com direito a muita cara de pau) no sucesso de Star Wars, cuja trilogia original terminava no ano anterior ao lançamento deste longa. O sonho de todo garoto da época era poder estar em Star Wars. E todo menino da época também era fã de fliperama. Assim, essa produção juntava a fome com a vontade de comer, e misturava em seu enredo Star Wars, games eletrônicos, um rapaz sonhador, sua bela namorada, carros que viram nave e vão para o espaço, robôs, criaturas extraterrestres das mais variadas, e por aí vai. Impossível resistir. Porém, quando foi a hora de nos dar novas aventuras deste universo, nada feito, ficamos a ver navios.

Supergirl – O Filme

O primeiro trailer da série da Mulher-Hulk foi divulgado recentemente. A personagem, é claro, é a prima do verdão da Marvel, o Dr. Bruce Banner, vulgo Hulk. Antes dela, no entanto, outra prima de super-herói bem famosa ficou estabelecida na cultura pop. Trata-se da Supergirl, prima do Superman, ou Super-Homem – como era conhecido nos anos 80. Hoje, a Supergirl é uma personagem muito adorada, tem sua própria série na TV, e as formas da belíssima Melissa Benoist, que chegará ao fim após 6 temporadas – além de ser prometida com nova aparência no filme do Flash (com estreia programada para 2023 – onde será vivida por Sasha Calle). Antes de tudo isso, porém, quando os filmes do Superman com Christopher Reeve estavam no auge, um universo envolvendo os primos era planejado, com este primeiro derivado. Após três filmes do Superman, era a vez da loirinha alçar voo e combater os vilões, na forma da graciosa Helen Slater, em sua estreia nas telonas. É dito que Reeve iria fazer uma aparição como o Homem de Aço, mas a participação se resumiu à sua foto na parede. É claro que Supergirl era para ser apenas o primeiro exemplar de uma franquia, mas o destino não quis assim.

Flash Gordon

Por falar em superproduções baseadas em histórias em quadrinhos clássicas, uma das primeiras obras Pulp foi a criação de Alex Raymond, Flash Gordon. Após o sucesso de Superman – O Filme (1978) e no mesmo ano em que tal filme ganharia sua primeira sequência, o famoso produtor de Hollywood Dino De Laurentiis viu oportunidade no então nascente subgênero. Podemos dizer, inclusive, que ele foi visionário, pois décadas depois é este tipo de filme que domina o mercado. Mas naquela época as coisas não eram bem assim. Seja como for, uma superprodução em ritmo de blockbuster foi criado para o personagem terráqueo que é levado para uma aventura intergaláctica no espaço. Com direito à participação de atores como Max von Sydow vivendo o vilão Ming, trilha sonora da banda Queen e um visual impressionante. Nada disso garantiria uma continuação para o filme – o pior é que nada mais foi feito com o personagem no cinema, mesmo 42 anos depois de sua estreia.

Popeye

Continuamos por criações clássicas das tirinhas e das animações na TV. O icônico marinheiro Popeye saiu da mente de E.C. Segar, aparecendo pela primeira vez ainda em 1929. Ao longo, o simpático, bondoso e valente marujo comedor de espinafre, assim como seu grupo excêntrico de coadjuvantes, como Olivia Palito, Brutus e o comedor de hambúrguer Wimpy – no Brasil conhecido como Dudu. Curiosamente dirigido por Robert Altman (um diretor que depois ficaria conhecido por dramas menores, bem afastados da magnitude de superproduções), a opção dos realizadores foi por criar Popeye na forma de um musical – o que pode ter afastado parte do público (já que o gênero a esta altura não tinha mais a força do passado). Dentre os acertos do filme, as escalações mais que perfeitas do saudoso Robin Williams como o personagem principal e de Shelley Duvall como a delicada Olivia. O objetivo era criar novos filmes com as aventuras do Popeye, o que também não ocorreu até hoje.

Shocker – 100 Mil Volts de Terror

Quando criou este filme de terror em parceria com a Universal Pictures em 1989, o saudoso mestre Wes Craven tinha em mente uma nova figura lendária do gênero, seguindo os moldes de seu “filhote” Freddy Krueger (e do Ghostface – que viria alguns anos depois). Nem sempre o que planejamos dá certo. Assim, o vilão Horace Pinker (papel de Mitch Pileggi) teria que se contentar com o anonimato, ou quem sabe uma pequena legião de culto. Seja como for, a proposta era interessante, e ao invés de um assassino atacando no mundo dos sonhos, Craven tirava da cartola um psicopata que atacava pela eletricidade após ser condenado à cadeira elétrica e voltar como assombração. Shocker marcou época em suas exibições na TV aberta no início dos anos 90, já que seu lançamento nos cinemas ocorreu em 1989 – e antes disso fez a festa da geração das locadoras. Mas nada de continuação.

Sheena – A Rainha da Selva

Criada pelos lendários Will Eisner e Jerry Iger para os quadrinhos ainda na década de 1930, a personagem Sheena – A Rainha da Selva foi a primeira protagonista feminina de HQs a ter um título só seu, precedendo inclusive a Mulher-Maravilha, que viria a ser lançada na década de 1940. Isso que é história de empoderamento. Assim, em 1984, a loira das selvas ganhava seu primeiro (e único) longa-metragem. Curiosamente, como já vimos na lista, esse era o mesmo ano de outra loira dos quadrinhos: a Supergirl. Quem estrela aqui é a estonteante e saudosa Tanya Roberts, falecida em 2021 aos 71 anos. Dirigido por John Guillermin (de Inferno na Torre e King Kong), o filme traz as aventuras de Sheena, que tem entre seus poderes a capacidade de falar com os animais na savana africana. Cult por excelência, os fãs do longa sempre esperaram em vão por novas aparições da loiríssima. Quem sabe, após a Marvel ter publicado algumas histórias com a personagem, ela não seja incorporada ao MCU. Seria bom demais.

10 Dicas de Filmes PROVOCANTES que não deixam o público desgrudar da tela

Quando percebemos que alguma obra tem algo a dizer, é porque seu tema avança em camadas, sugerindo ou provocando – às vezes de forma indireta – nos levando até uma estrada curiosa, repleta de surpresas. Para você que curte filmes fora da caixa, não deixe de dar uma olhada na lista abaixo:

 

Dente Canino

Um filme perturbador que mostra os lados mais sombrios e irracionais da psiquê humana, através de um olhar para uma família peculiar ao extremo. Dirigido pelo cineasta grego Yorgos Lanthimos.

 

Capital Humano (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Na trama, somos apresentados a um acidente numa estrada logo nos minutos iniciais e, aos poucos, vamos conhecendo personagens que, de alguma forma, estão envolvidos com o ocorrido.

 

Improvisação Perigosa (Prime Video)

Na vida profissional, as coisas vão de mal a pior para Kat (Bryce Dallas Howard), Marlon (Orlando Bloom) e Hugh (Nick Mohammed). Kat é uma professora de improvisação que ainda não conseguiu emplacar sua carreira como comediante. Marlon, um ator em busca do papel que mude sua trajetória, vive de pequenas oportunidades que nunca o levam ao estrelato. Já Hugh, um funcionário tímido e deslocado em uma grande empresa, vê nas aulas de improviso uma tentativa de dar algum rumo à sua vida. Certo dia, o destino cruza o caminho dos três e, sob a orientação de um agente da polícia, eles embarcam em uma missão inusitada: se infiltrar em uma perigosa gangue, criando personagens como disfarces. A partir daí, uma série de confusões e situações inusitadas está garantida.

 

A Hipnose (MUBI)

Na trama, conhecemos os sócios e namorados Vera (Asta Kamma August) e André (Herbert Nordrum) que estão prestes a conseguir alavancar um importante investimento para o aplicativo que criaram, focado na saúde das mulheres. Em paralelo, buscando parar de fumar, Vera resolve ir até uma hipnoterapeuta, fato eque mudará sua maneira de enxergar a bolha em que vive e também suas relação sociais, se tornando o estopim para situações em meio a uma viagem de negócios.

 

The Trip (Netflix)

Na trama, conhecemos Lisa (Noomi Rapac) e Lars (Aksel Hennie), um casal na faixa do 40 anos que está em gigantesca crise no casamento deles. Ela, uma atriz frustrada por nunca conseguir grandes papéis. Ele, um cineasta que só consegue dirigir comerciais de televisão. Para tentar resolver a situação, planejam um fim de semana em um lugar afastado do grande centro onde várias situações surpreendentes colocam em xeque tudo que eles pensaram um sobre o outro até ali.

 

O Abutre (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Na trama, conhecemos o debochado e confiante Louis Bloom (Jake Gyllenhaal), um homem solitário que adora ver televisão. Certo dia, é quase testemunha de um acidente rodoviário e percebe um homem filmando toda aquela tragédia, na cena do crime. Depois disso, Bloom tem uma ideia: resolve vender sua bicicleta, comprar uma câmera, um rádio da polícia e vai atrás de conseguir fazer notícia com as tragédias dos outros. O problema é que o protagonista desta história é um psicopata, totalmente maluco da cabeça e fará de tudo para conseguir que suas matérias ocupem os principais jornais televisivos e sensacionalistas da cidade onde reside.

 

Más Notícias para o Sr.Mars (Reserva Imovision)

Philippe (François Damiens) é um analista de sistemas que vive uma vida certinha, cheia de regras, em uma cidade francesa. Perto de fazer quase 50 anos, sua ex-mulher, uma repórter famosa de uma emissora francesa, decide se mudar para a Bruxelas, deixando os dois filhos adolescentes para ele cuidar. Só isso já seria impactante em sua rotina, mas Philippe também começa a enfrentar problemas no seu trabalho, tendo que trabalhar com um funcionário que vai alterar de vez os rumos dessa história.

 

Ninjababy (MUBI)

Com uma narrativa envolvente, onde, por meio de ilustrações, traça-se paralelos com as emoções conflitantes que passa a protagonista no seu presente repleto de dúvidas, o longa-metragem norueguês Ninjababy é um pot-pourri de reflexões sobre a chegada da maturidade, tendo como elemento central uma jovem que descobre estar grávida de 6 meses. Baseado na história em quadrinhos Fallteknikk, de Inga Sæthre, o projeto navega sua ampla narrativa pelos espelhos das emoções dos personagens.

 

Miss Violence (Reserva Imovision)

Na trama, somos guiados para o dia do aniversário de 11 anos da jovem Angeliki, que de repente e sem ninguém entender, se joga da janela da casa onde mora com sua mãe, seus irmãos e avós. A polícia e o serviço social são chamados e tentam a todo custo descobrir a razão desse ato.

 

Crupiê – A Vida em Jogo

Jack Manfred (Clive Owen) tenta conseguir uma grande chance em uma editora, se mantendo no sonho de escrever um best-seller. Com muito tempo para escrever mas com a grana curta, devendo inclusive o aluguel para a namorada Marion (Gina McKee), um dia aceita o trabalho de crupiê em um cassino. Lá, conhece os funcionários, os jogadores e conforme vai gostando da nova profissão acaba atraindo conflitos para seu presente mas que podem servir como variáveis importantes para seu próximo livro.

 

‘Aquaman’ originalmente teria uma história muito mais SOMBRIA, revela Zack Snyder

Quando Zack Snyder recebeu a missão de dar sequência a ‘Homem de Aço’ com Batman vs Superman: A Origem da Justiça’, o cineasta estava encarregado criar um universo compartilhado que pudesse competir com o Universo Cinemático Marvel em um único filme.

Snyder foi cotado para supervisionar toda a programação do agora extinto Universo Estendido da DC (DCEU). Agora, foi revelado que a Warner Bros., estúdio responsável por esse microcosmos cinematográfico, rejeitou a visão do realizador para o elogiado Aquaman, lançado em 2018.

O título, estrelado por Jason Momoa, veio em um momento em que a Warner havia decidido abandonar a visão sombria que Snyder vinha empregando no DCEU. A diferença estilística de Aquaman, dessa maneira, foi comparada com as incursões do MCU – e recebeu sólidas críticas positivas, além de ter arrecadado impressionantes US$1,1 bilhão ao redor do mundo.

Respondendo a um fã no Instagram, Snyder revelou que ele e Momoa haviam originalmente desenvolvido uma versão mais dark de Aquaman, que mostraria a história de origem de Arthur Curry e como ele ganhou suas tatuagens. A partir daí, ele enfrentaria o vilão Arraia Negra.

“Certo, então, esse conceito foi desenvolvido por mim e por Jason Momoa antes da produção dos filmes, para homenagear suas raízes das Ilhas do Pacífico. Quando o pai de Arthur é morto pelo pai do Arraia Negra no final do primeiro ato, Arthur leva suas cinzas de volta para seu povo nas ilhas do Pacífico para uma cremação ritual. Durante essa cerimônia de luto, ele recebe as tatuagens para honrar a memória de seu pai”, o realizador explica.

“Vulko, encarregado por sua mãe de protegê-lo, fornece ao tatuador samoano uma agulha atlante especial que pode perfurar a pele densa de Arthur. As tatuagens se tornam uma inscrição permanente dessa perda e identidade, unindo sua herança das Ilhas do Pacífico com sua linhagem atlante – e essa perda também cria a rixa de sangue entre Arthur e o Arraia Negra que impulsiona o conflito maior”.

Eventualmente, algumas ideias de Snyder e Momoa foram incorporadas no corte final de Aquaman – mas boa parte desse projeto foi remodelado.

Lembrando que o filme está disponível na HBO Max.

10 ÓTIMAS SÉRIES curtinhas para maratonar hoje

Com o tempo cada vez mais escasso em nosso cotidiano, quando paramos para relaxar e ligamos a televisão, nada melhor que uma série prendendo nossa atenção. Para você que está procurando uma diversão assim, segue abaixo uma lista bem legal:

 

A Isca (Prime Video)

Nessa ótima série, acompanhamos alguns dias na vida de um ator que tem a grande chance da carreira, quando é chamado para um teste para ser o novo James Bond. Só que ao mesmo tempo, vê sua vida virar do avesso, com uma série de situações conflitantes.

 

Santita (Netflix)

Adicionada recentemente no catálogo da Netflix, essa série, de sete curtos episódios, nos leva até a vida de Santita, uma médica paraplégica, viciada em jogos de azar, que precisa enfrentar os problemas do passado quando seu ex-noivo reaparece em sua vida.

 

Gente Ansiosa (Netflix)

Na trama, lançada no final de 2021 na Netflix, conhecemos os policiais Jack (Alfred Svensson) e Jim (Dan Ekborg), pai e filho que são os responsáveis por investigações em uma cidade do interior na Suécia. Um dia, são surpreendidos por um misterioso assalto que acaba provocando uma situação com reféns. Tentando lidar com a situação da melhor maneira, após a conclusão da tal situação, o bandido não é pego deixando os dias seguintes repletos de interrogatórios para descobrir quem foi o responsável por tal ato.

 

Homem x Bebê (Netflix)

Trevor (Rowan Atkinson) é um cara gente boa, mas vive ressentido ao ver os laços familiares se quebrarem após um divórcio tempos atrás, principalmente pela distância que tem da filha, Maddy (Alanah Bloor). No último dia como zelador de uma escola, acaba se deparando com uma situação peculiar: esqueceram um bebê no local. Precisando ir até uma entrevista de emprego que pode mudar sua vida, ele decide levar a criança consigo. Assim, eles chegam até um luxuoso apartamento, onde Trevor tem a missão de cuidar até os donos chegarem. Confusões não faltam durante os dias que passam nesse lugar.

 

Animal (Netflix)

Criada por Víctor García León, o projeto propõe um olhar gentil – ainda que, por vezes, ácido – sobre um conflito geracional que atinge um homem que acredita no amor pelos animais, mas demonstra rejeição em compreender o próximo. Um conflito existencial que adiciona combustível nas novas relações que aparecem. Esse recorte sociológico utiliza o humor e bons diálogos para preencher a tela com uma narrativa leve e com ótimas atuações.

Crítica | ‘Animal’ – Série da NETFLIX conquista com reflexões cômicas sobre o trato social

 

Reboot (Disney Plus)

Camuflado de comédia, o projeto é um poderoso drama que aborda conflitos diversos que caminham na imaturidade das relações humanas.

 

As Quatro Estações do Ano (Netflix)

Um grupo de amigos animados se encontram sempre que tem uma folguinha para compartilhar de mais momentos juntos. Assim, somos apresentados aos casais: Kate (Tina Fey) e Jack (Will Forte), Danny (Colman Domingo) e Claude (Marco Calvani), Anne (Kerri Kenney) e Nick (Steve Carell). A questão que gira em torno de tudo que acompanhamos é a de que Nick resolve se separar, pegando a todos de surpresa. Esse fato apresenta mais conflitos ao grupo de amigos, principalmente quando ele assume um novo romance, com Ginny (Erika Henningsen), uma mulher mais jovem.

 

Noite de Verão (Netflix)

Na trama, conhecemos o casal Carina (Pernilla August) e Johannes (Dennis Storhøi), que vive juntos há 30 anos e resolvem reunir a família, e amigos próximos, para uma revelação surpreendente. A questão é que os convidados vivem seus próprios dilemas, com estopins que afloram nesse mesmo lugar. A cada episódio, um melhor que o outro, conhecemos as verdades dos personagens e seus conflitos.

 

Normal People

Baseado em um livro de grande sucesso da escritora irlandesa Sally Rooney, Normal People, nos apresenta a saga de um platonismo entre dois jovens, através de um período de tempo importante em suas vidas. Caminhamos junto com os personagens por suas mágoas, derrapadas, pânico, caos social, maturidade precoce. São cerca de 30 minutos, divididos em 12 episódios.

 

O Faz Nada (Disney Plus)

Manuel (Luis Brandoni) é um renomado e experiente crítico gastronômico que vive seus dias em um confortável apartamento na cidade que ama, Buenos Aires. Sua vida sempre foi uma série de dependências dos outros. Sua rotina muda drasticamente quando Celsa morre e Manuel precisa encontrar uma outra pessoa para ajudá-lo no dia a dia. Assim, ele chega até a imigrante paraguaia Antonia (Majo Cabrera), uma jovem que o ajudará a mudar a maneira como vive sua vida. Em paralelo a chegada de Antonia, Manuel precisa entregar seu novo livro e irá pedir uma ajuda ao grande amigo, Vincent Parisi (Robert De Niro).

Produtores de ‘Spider-Noir’ confirmam que série NÃO faz parte do universo compartilhado do Homem-Aranha

Prime Video divulgou o novo trailer oficial de Spider-Noir, série estrelada pelo vencedor do Oscar Nicolas Cage (‘A Lenda do Tesouro Perdido’) – e, agora, os produtores executivos Phil LordChris Miller confirmaram que a atração funcionará como uma narrativa solo do icônico personagem.

Em outras palavras, a série não está conectada com a versão animada do herói, que apareceu em ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’, em 2018, também de Lord e Miller. Isso significa que Spider-Noir não faz parte do mesmo universo de tantos outros spin-offs do Cabeça de Teia.

“A história de origem foi a de um personagem que desenvolvemos no primeiro filme [da saga] ‘Aranhaverso’, e tivemos momentos ótimos ao lado de Nic Cage”, Miller disse em entrevista ao Deadline“E quando a ideia de fazer um live-action surgiu, essa foi a primeira que tivemos, porque sentimos que era um universo contido. Era sua própria coisa”.

Ele continua: “não queríamos fazer algo como parte de uma grande teia de séries interconectadas. É sua própria pequena joia narrativa. É uma grande joia. Por ‘pequena’, quero dizer uma joia enorme. É o Diamante Hope da televisão”. Miller, então, descreveu a atração como “uma história de detetive, mas calha do detetive também ter poderes aracnídeos”.

Lord, por sua vez, atribui à produtora Amy Pascal o mérito de lhes ter dado a confiança necessária para contar uma história tão peculiar do Homem-Aranha. “[Ela] sempre nos ensinou que o Homem-Aranha não se trata apenas de voar por aí. Trata-se do que se passa dentro desses caras e dos desafios que enfrentam ao tentar viver suas vidas como seres humanos e, ao mesmo tempo, como heróis”, ele disse.

Como visto nos trailers, a série é parte história policial, parte terror e parte comédia. Cage foi crucial para ajudar a encontrar o equilíbrio tonal certo para esta adaptação, criando um personagem que é 70% Humphrey Bogart e 30% Pernalonga.

“Uma das coisas que você não pensa quando pensa em Noir é que ele é super sério”, compartilhou Miller. “Mas Bogart sempre teve um brilho no olhar e sempre estava fazendo algo inteligente, e ele e Pernalonga têm mais em comum do que você imagina”.

Lembrando que a produção será lançada no serviço de streaming no dia 27 de maio.

Brendan Gleeson (‘Mr. Mercedes’), Lamorne Morris (‘New Girl’), Abraham Popoola (‘Andor’), Jack Huston (‘As Bruxas Mayfair’), Li Jun Li (‘Babilônia’) e Kai Caster (‘Yellowstone’) também fazem parte do elenco.

Vale lembrar que Cage já havia dublado o personagem titular na franquia animada ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘.

A trama será ambientada nos anos 30, em Nova York, e seguirá um investigador particular que é forçado a confrontar seu passado como o único super-herói da cidade. A produção se passa em um universo paralelo sem a presença de Peter Parker, o Homem-Aranha original.

Anteriormente, Cage havia confirmado que ‘Spider-Noir‘ contará com oito episódios: “a 1ª temporada terá oito episódios de quarenta e cinco minutos. Então, é o equivalente a quatro filmes em cinco meses. E eu tenho outro filme para o qual tenho que me preparar, e então um filme logo depois dele.”

Oren Uziel (‘Mortal Kombat’) e Steve Lightfoot (‘O Justiceiro’) serão os showrunners. Harry Bradbeer (Fleabag, Killing Eve) fica responsável pela direção.

‘Star Trek: Strange New Worlds’: 4ª temporada ganha teaser INCRÍVEL e data de estreia na Paramount+!

Paramount+ divulgou o primeiro teaser trailer oficial da 4ª temporada de Star Trek: Strange New Worlds’, elogiado spin-off de Star Trek: Discovery’.

Além disso, foi revelado que o novo ciclo chega à plataforma de streaming no dia 23 de julho.

Confira:

Em uma entrevista recente ao TrekMovie, o co-showrunner Henry Alonso Myers compartilhou algumas ideias sobre a direção criativa do próximo ciclo.

Segundo Myers, a equipe abordou o novo ciclo com um certo receio sobre o que o futuro reservava, o que acabou incentivando-os a ousar mais criativamente. Em vez de se aterem estritamente ao território familiar, eles se concentraram em explorar ideias que ainda não haviam sido tentadas no universo de Star Trek.

“Analisamos a quarta temporada e não sabíamos o que o futuro nos reservava, então pensamos: ‘o que nunca tentamos fazer, mas gostaríamos de tentar?’ O que há de Star Trek que ainda não foi explorado e que poderíamos fazer? O objetivo de Strange New Worlds é justamente visitar novos mundos estranhos”, explicou Myers. “Cada episódio é estranho, novo e diferente. Queremos experimentar coisas em Star Trek que sejam familiares aos fãs, mas também algo novo, diferente, explosivo — queremos simplesmente arriscar.”

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 5ª temporada.

O elenco é formado por Anson MountRebecca Romijn, Ethan Peck, Babs OlusanmokunChristina ChongCelia Rose GoodingJess Bush, Carol KaneMelissa Navia.

Depois de localizarem o outrora perdido Spock, a temporada terminou com a nave Discovery e sua tripulação viajando no futuro, enquanto Pike e o restante da Enterprise ficou para trás. A nova produção gira em torno dessas aventuras, “na década anterior ao aparecimento do Capitão Kirk”.

Assista ao trailer de ‘O Diabo Veste Prada – Um Novo Musical’, estrelado por Cláudia Raia e Myra Ruiz

Um dos títulos mais aguardados do teatro musical internacional acaba de confirmar sua chegada ao Brasil — e já abre caminho para a formação de seu elenco. Apresentado pelo Ministério da Cultura, o musical ‘O Diabo Veste Prada’, visto por mais de um milhão de pessoas e em cartaz de sucesso em Londres, estreia em 25 de fevereiro de 2027 no Teatro Santander, no Complexo JK Iguatemi, em São Paulo. Com vendas abertas, os ingressos estão disponíveis pela plataforma Sympla e na bilheteria física do teatro. A iniciativa posiciona o país como uma das primeiras praças do mundo a receber a montagem, antes mesmo de sua estreia na Broadway, prevista para 2028. O musical conta com patrocínio do Santander e Esfera

O projeto marca um novo momento na trajetória da Touché Entretenimento em parceria com a Artnic. No portfólio da empresa, sob liderança de Renata Borges — responsável por alguns dos principais sucessos recentes do teatro musical no país —, estão montagens premiadas como Beetlejuice, Uma Babá Quase Perfeita, Bob Esponja – O Musical, Peter Pan – O Musical da Broadway, Cinderela – O Musical da Broadway, Alguma Coisa Podre e Querido Evan Hansen, títulos que ajudaram a consolidar um padrão de produção em larga escala no Brasil. Ao mesmo tempo, a produtora amplia seu campo de atuação ao investir em seu primeiro musical brasileiro original, Meu Filho é um Musical, inspirado na trajetória de Paulo Gustavo, com estreia marcada para maio. Nesse contexto, a Touché avança agora em mais uma iniciativa de alcance global, consolidando uma trajetória que articula grandes títulos internacionais e novas criações nacionais. 

Com direção de José Possi Neto, a montagem de ‘O Diabo Veste Prada’ propõe uma leitura cênica que articula sofisticação estética, precisão narrativa e diálogo direto com o universo da moda e da cultura contemporânea. A encenação parte do imaginário já reconhecido do público para construir uma experiência que equilibra espetáculo e dramaturgia, conectando diferentes gerações em torno de uma mesma referência.

A produção antecipa ainda os primeiros nomes convidados que passam a integrar o elenco, reunindo artistas que, em suas trajetórias, se consolidaram como referências no teatro musical brasileiro. O anúncio acontece por meio de um teaser cinematográfico inédito, produzido pela Smiley Pepper — produtora de Lucas Pimenta, também responsável pelo roteiro e direção —, marcando também a abertura oficial das vendas. A estratégia dialoga com o retorno da franquia ao cinema após 20 anos, com a continuação estrelada por Meryl Streep e Anne Hathaway, que estreia nos cinemas brasileiros em 30 de abril, reposicionando a história no imaginário contemporâneo e ampliando sua circulação entre diferentes públicos e plataformas. 

Na superprodução brasileira, Cláudia Raia assume Miranda Priestly, dando corpo à icônica editora-chefe com a autoridade cênica e o rigor técnico que marcam sua carreira em grandes protagonistas, enquanto Myra Ruiz dá vida a Andrea Sachs, trazendo sua reconhecida potência dramática para a construção de uma personagem em transformação. Ao lado delas, Bruna Guerin interpreta Emily Charlton, imprimindo ritmo e precisão a uma figura marcada pela acidez e pelo humor, e Maurício Xavier assume Nigel Kipling, personagem-chave na engrenagem da narrativa, em uma leitura marcada pela elegância e pela presença. Juntos, os quatro nomes inauguram o elenco com um encontro de diferentes trajetórias e linguagens, reforçando o nível artístico da montagem e projetando, desde já, a escala e a ambição do espetáculo no país. A partir dessa base, a produção avança para a próxima etapa e realiza, em maio de 2026, audições em São Paulo, mobilizando artistas de diferentes regiões do país para compor os demais personagens e o ensemble. 

Confira o trailer promocional:

 

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Baseado no romance de Lauren Weisberger, publicado em 2003, e na adaptação cinematográfica de 2006, com roteiro de Aline Brosh McKenna, a obra reúne uma equipe criativa de projeção internacional. A trilha é assinada por Elton John, com letras de Shaina Taub e Mark Sonnenblick, e libreto de Kate Wetherhead, em colaboração com a própria autora, consolidando uma adaptação que expande o material original para o palco sem perder sua identidade.

Antes de sua chegada ao Brasil, o espetáculo construiu seu percurso em importantes praças internacionais, com estreia em Chicago, em 2022, em temporada pré-Broadway, e nova montagem no Reino Unido a partir de 2024, com apresentações em Plymouth e, na sequência, no West End de Londres, onde permanece em cartaz. Nesse contexto, a produção vem se afirmando junto ao público e à crítica, ampliando sua presença no circuito internacional.

No cenário britânico, o espetáculo também alcançou reconhecimento institucional, com indicação ao Olivier Awards 2025 na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante em Musical para Amy Di Bartolomeo, por seu trabalho como Emily Charlton, evidenciando a força do projeto em um dos principais centros do teatro mundial.

Com um título de projeção internacional, uma equipe criativa consolidada e a expertise de uma produtora à frente de sucessos recentes no país, O Diabo Veste Prada – Um Novo Musical’ se apresenta como uma das estreias mais relevantes do teatro musical no Brasil nos próximos anos, antecipando um movimento que conecta mercado, público e novas possibilidades de circulação para o gênero.

‘O Vampiro Lestat’ lança cover de “Dancing With Myself”, de Billy Idol; Ouça!

A AMC divulgou recentemente o trailer da 3ª temporada de ‘Entrevista com o Vampiro‘, intitulada ‘O Vampiro Lestat – que inclusive conta com um cover inédito de “Dancing With Myself”, clássica canção assinada por Billy Idol.

Agora, foi divulgada em todas as plataformas de streaming a versão na íntegra da canção, performada por Sam Reid.

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Na terceira temporada, o Vampiro Lestat (Reid) conta sua história de uma forma que só ele sabe fazer — formando uma banda e saindo em turnê. Gabrielle, Nicholas, Magnus, Marius, Aqueles Que Devem Ser Preservados. Eles se juntam a Louis, Armand, Molloy, Sam, Raglan e Fareed em uma peregrinação sensual através do espaço, do tempo e do trauma.

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 7 de junho.

A adaptação contemporânea do romance gótico de de Anne Rice acompanha a história de amor e imortalidade de Louis de Pointe du Lac (Jacob Anderson), Lestat de Lioncourt (Sam Reid) e Claudia (Delainey Hayles), contada ao jornalista Daniel Molloy (Eric Bogosian).

Jennifer Ehle, Christopher Heyerdahl, Damien Atkins, Ella Ballentine, Jeanine Serralles e Assad Zaman também estrelam.

Sheila Atim (‘A Mulher Rei’), Noah Reid (‘Schitt’s Creek’), Ryan Kattner (‘Destroy All Neighbors’), Seamus Patterson (‘O Gabinete de Curiosidades de Guillermo Del Toro’) e Sarah Swire (‘The Boys’) farão parte dos novos episódios.

No Brasil, a série está disponível no Prime Video.

‘Michael’ estreia com US$ 97 milhões nos EUA e conquista a 2ª MAIOR abertura do ano nas bilheterias

Michael‘, a cinebiografia do Rei do Pop, Michael Jackson, chegou aos cinemas como um sucesso instantâneo, arrecadando US$ 97 milhões nos Estados Unidos e US$ 217 milhões mundialmente em seu primeiro fim de semana de exibição.

Esses números representam a melhor estreia de todos os tempos para uma cinebiografia, superando o recorde estabelecido por ‘Straight Outta Compton‘ (2015), que arrecadou US$ 60 milhões. E superam em muito a bilheteria de ‘Bohemian Rhapsody‘ (2018), que estreou com US$ 51 milhões e, ao final de sua exibição, explodiu as expectativas com uma arrecadação mundial de US$ 910 milhões.

Michael‘ também conquistou a segunda maior estreia do ano, atrás apenas da sequência ‘Super Mario Galaxy: O Filme‘ (131 milhões de dólares), lançada em abril.

‘Michael’ e as biografias Musicais lançadas na última década

‘Michael’: Filme originalmente abordaria acusações de abuso e investigações policiais

Ele também teve a melhor estreia para um filme live-action no ano, à frente de ‘Devoradores de Estrelas‘ (80,5 milhões de dólares).

‘Michael’: Rei do Pop quase ganhou cinebiografia inusitada sob o olhar de Bubbles, o famoso chimpanzé do astro

A bilheteria reflete-se também na sólida recepção do público, que garantiu 96% de aprovação no Rotten Tomatoes contra díspares 40% de aprovação da crítica especializada.

Dicas de filmes para quem amou ou odiou ‘Michael’

O editor-chefe Renato Marafon traz sua opinião sobre a cinebiografia MICHAEL, centrada no icônico rei do pop Michael Jackson, que foi DETONADA pelos críticos e está sendo aclamada pelo público.

Mas quem está certo?

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Dirigido por Fuqua e realizado em colaboração com o espólio do cantor e compositor, o filme foca na trajetória de Jackson desde a infância no Jackson 5 até o fenômeno global da turnê Bad, em 1988.

‘Michael’: Cinebiografia sobre o rei do pop é MASSACRADA pela crítica internacional; Confira!

Michael’ está em cartaz nos cinemas nacionais.

Crítica 1 | ‘Michael’ – Antoine Fuqua constrói uma singela carta de amor a Michael Jackson com a cinebiografia

Crítica 2 | ‘Michael’ é uma embalagem bonita para uma caixa VAZIA. Para alguns, isso basta…

Dirigido por Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’, ‘O Protetor’), o filme propõe um retrato cinematográfico profundo sobre a vida e o legado de Michael Jackson. A trama vai além dos palcos, acompanhando a jornada do artista desde a descoberta de seu talento precoce como líder dos Jackson Five até sua transformação em um visionário global, impulsionado pela busca incessante de se tornar o maior artista do mundo.

O roteiro, assinado pelo três vezes indicado ao Oscar John Logan (‘Gladiador’, ‘O Aviador’), oferece ao público um lugar na primeira fila para observar a vida de Michael fora dos holofotes, alternando com as performances mais emblemáticas do início de sua fase solo.

A cinebiografia marca a estreia de Jaafar Jackson no cinema, assumindo o desafiador papel de seu tio. O elenco principal conta ainda com nomes de peso da indústria: Colman Domingo, Nia LongMiles TellerLaura Harrier e Juliano Krue Valdi.

A produção executiva está sob o comando do vencedor do Oscar Graham King (‘Bohemian Rhapsody’), em parceria com John Branca e John McClain, figuras ligadas diretamente ao espólio de Michael Jackson e responsáveis por projetos como This Is It’.

‘Vought Rising’: Novo spin-off de ‘The Boys’ tem estreia CONFIRMADA para 2027

O universo deThe Boys continua em franca expansão no Prime Video – e, muito em breve, um novo spin-off chegará ao catálogo do Prime Video: Vought Rising.

A série derivada funciona como prelúdio da original, ambientada décadas antes dos eventos principais e dando destaque a Soldier Boy, que foi eternizado por Jensen Ackles nas telinhas.

Agora, a gigante do streaming confirmou que o spin-off teve lançamento confirmado para 2027. As boas novas vêm pouco depois da triste notícia de que ‘Gen V’, o primeiro derivado do universo The Boys, foi encerrada após duas temporadas (via Deadline).

Em uma recente entrevista à Variety, Ackles destacou que, embora o formato seja familiar para quem já acompanha a série original, a mudança de época trará um frescor necessário à narrativa.

“Olha, vai parecer familiar em termos de formato, porque a ideia é pegar o que funciona em The Boys e fazer algo um pouco diferente, especialmente por se passar nos anos 1950. Mas, falando por mim, estamos acostumados a ver o Soldier Boy nos tempos modernos. Ele é, como gosto de dizer, um homem analógico em um mundo digital, um peixe fora d’água no contexto atual”, afirmou.

Ackles continuou: “Agora vamos vê-lo sendo relevante, no ambiente onde ele realmente pertence. Ele é o manda-chuva. Mas também veremos a experiência que explica por que ele se tornou quem é. Vamos explorar as camadas do que realmente aconteceu naquele período”.

A empolgação do astro com o projeto é evidente. Segundo ele, o convite foi aceito instantaneamente: “Quando me apresentaram a ideia, dizendo que seria um prelúdio ambientado nos anos 1950 com o Soldier Boy, eu nem deixei terminarem a frase antes de dizer ‘sim!'”.

Ackles ainda confirmou que a intenção da produção é que o derivado se estenda por várias temporadas.

Sob o comando do showrunner Paul Grellong, o elenco de Vought Rising já conta com nomes confirmados como: Mason DyeElizabeth PoseyWill HochmanJorden MyrieKiki Layne.

Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra

(Good Luck, Have Fun, Don’t Die)

 

Elenco:

Sam Rockwell
Zazie Beetz
Juno Temple

 

Direção: Gore Verbinski

Gênero: Ficção Científica

Duração: 134 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 20 milhões

Estreia: 23 de Abril de 2026

Sinopse: 

A trama de BOA SORTE, DIVIRTA-SE, NÃO MORRA acompanha um homem do futuro que volta para a Los Angeles dos dias atuais. Lá, ele visita um restaurante e recruta um grupo aparentemente sem quaisquer conexões de clientes para unirem-se a ele em uma aventura para salvar o mundo.

 

Curiosidades: 

» ‘Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra’: Longa pós-apocalíptico conquista 85% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

» Matthew Robinson (‘Amor e Monstros’) assina o roteiro;

» Gore Verbinski é conhecido por seu trabalho nos três primeiros capítulos da elogiada saga de fantasia ‘Piratas do Caribe‘, que conquistou oito indicações ao Oscar e levou para casa a estatueta de Melhores Efeitos Visuais por ‘O Baú da Morte‘. Além disso, ele conquistou o Oscar de Melhor Animação por ‘Rango‘. Seu último projeto cinematográfico foi o terror psicológico ‘A Cura‘, em 2016;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Terra à Deriva 2: Destino

(The Wandering Earth II)

 

Elenco:

Jing Wu
Yi Sha
Yanmanzi Zhu

 

Direção: Frant Gwo

Gênero: Ficção Científica

Duração: 173 min.

Distribuidora: SATO Company

Estreia: 23 de Abril de 2026

Sinopse: 

Em TERRA À DERIVADA 2: DESTINO, quando o sol em expansão ameaça a Terra, cientistas buscam uma forma de construir enormes motores que coloquem o planeta em movimento.

Curiosidades: 

» Lançada mundialmente pela Netflix, a primeira parte dessa história épica, baseada no livro de Liu Cixin, foi um marco do cinema chinês, sendo a terceira maior bilheteria mundial de 2019, atrás apenas de ‘Vingadores: Ultimato‘ e ‘Capitã Marvel‘;

» A sequência traz uma novidade para o público brasileiro. A atriz Daniela Tassy interpreta uma astronauta brasileira que tem um importante papel na trama. Daniela se mudou para a China em 2014 para estudar o idioma e acabou construindo sua carreira artística no país;

» Lançado originalmente na China, em 2023, o segundo filme arrecadou sólidos US$ 615 milhões mundialmente, e foi selecionado como candidato chinês para a categoria de Melhor Filme Internacional no Oscar de 2024;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Herança de Narcisa

(Herança de Narcisa)

 

Elenco:

Paolla Oliveira
Rosamaria Murtinho
Pedro Henrique Müller

 

Direção: Clarissa Appelt, Daniel Dias

Gênero: Terror

Duração: 88 min.

Distribuidora: Olhar Distribuição

Estreia: 09 de Julho de 2026

Sinopse: 

Em HERANÇA DE NARCISA, Ana retorna à casa em que passou a infância após a morte recente de sua mãe, a ex-vedete Narcisa. Decidida a vender a propriedade e dividir o dinheiro com o irmão, Ana começa a revirar o imóvel, revelando uma herança bem diferente do que ela imaginava.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, a dupla Clarissa Appelt e Daniel Dias também assina o roteiro do longa;

» Esta é a segunda produção de Clarissa Appelt a ser exibida na Mostra de Cinema de Tiradentes. Em 2015, seu primeiro longa-metragem, ‘A Casa de Cecília‘, fez parte da Mostra Aurora na 18ª edição do festival;

» “’Herança de Narcisa’ é diferente do clássico filme de possessão, em que não falamos sobre a possessão pelo mal ou pelo diabo, mas sobre a possessão pelas questões não resolvidas do relacionamento entre mãe e filha. Para quebrar o ciclo, a única maneira é um exorcismo mútuo. No sincretismo religioso brasileiro, acredita-se que somente reconhecendo as projeções e questões um do outro, fantasmas e hospedeiros podem se liberar. É um filme sobre ancestralidade feminina, que fiz em homenagem à minha mãe,” declarou a cineasta;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘MICHAEL’ faz sucesso ESTRONDOSO de bilheteria nos mercados europeus; Veja os números!

A cinebiografia MICHAEL, centrada no icônico rei do pop Michael Jackson, SUPEROU todas as expectativas nas bilheterias mundiais – reiterando o contínuo impacto de um dos maiores musicistas de todos os tempos.

O longa-metragem estrelado por Jafaar Jackson e dirigido por Antoine Fuqua arrecadou US$ 97 milhões nos Estados Unidos no fim de semana e US$217,4 milhões no mundo todo. Desse total, US$120,4 milhões vieram de 82 mercados internacionais, distribuídos pela Universal.

Esse é o melhor resultado de todos os tempos para uma cinebiografia musical, superando a de ‘Straight Outta Compton’ – que arrecadou US$60,2 milhões em sua estreia nos EUA.

Na Europa, o filme também está fazendo um sucesso descomunal, sagrando o maior final de semana de estreia de todos os tempos para uma cinebiografia musical em diversos mercados do continente:

  • França: US$17 milhões (+)
  • Reino Unido/Irlanda: US$14-US$15 milhões
  • Alemanha: US$7-US$8 milhões
  • Itália: US$6,5-US$7 milhões
  • Espanha: US$6 milhões

A bilheteria reflete-se também na sólida recepção do público, que garantiu 96% de aprovação no Rotten Tomatoes contra díspares 40% de aprovação da crítica especializada.

Dirigido por Fuqua e realizado em colaboração com o espólio do cantor e compositor, o filme foca na trajetória de Jackson desde a infância no Jackson 5 até o fenômeno global da turnê Bad, em 1988.

Michael’ já está em cartaz nos cinemas nacionais.

Crítica 1 | ‘Michael’ – Antoine Fuqua constrói uma singela carta de amor a Michael Jackson com a cinebiografia

Crítica 2 | ‘Michael’ é uma embalagem bonita para uma caixa VAZIA. Para alguns, isso basta…

Dirigido por Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’, ‘O Protetor’), o filme propõe um retrato cinematográfico profundo sobre a vida e o legado de Michael Jackson. A trama vai além dos palcos, acompanhando a jornada do artista desde a descoberta de seu talento precoce como líder dos Jackson Five até sua transformação em um visionário global, impulsionado pela busca incessante de se tornar o maior artista do mundo.

O roteiro, assinado pelo três vezes indicado ao Oscar John Logan (‘Gladiador’, ‘O Aviador’), oferece ao público um lugar na primeira fila para observar a vida de Michael fora dos holofotes, alternando com as performances mais emblemáticas do início de sua fase solo.

A cinebiografia marca a estreia de Jaafar Jackson no cinema, assumindo o desafiador papel de seu tio. O elenco principal conta ainda com nomes de peso da indústria: Colman Domingo, Nia LongMiles TellerLaura Harrier e Juliano Krue Valdi.

A produção executiva está sob o comando do vencedor do Oscar Graham King (‘Bohemian Rhapsody’), em parceria com John Branca e John McClain, figuras ligadas diretamente ao espólio de Michael Jackson e responsáveis por projetos como This Is It’.

Renato Marafon traz sua opinião sobre ‘MICHAEL’ após críticos DETONAREM o filme; Você gostou?

O editor-chefe Renato Marafon traz sua opinião sobre a cinebiografia MICHAEL, centrada no icônico rei do pop Michael Jackson, que foi DETONADA pelos críticos e está sendo aclamada pelo público.

Mas quem está certo?

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O filme estrelado por Jafaar Jackson e dirigido por Antoine Fuqua superou todas as expectativas e arrecadou US$ 97 milhões nos Estados Unidos no fim de semana e US$ 217,4 milhões no mundo todo. Desse total, US$ 120,4 milhões vieram de 82 mercados internacionais, distribuídos pela Universal.

Esse é o melhor resultado de todos os tempos para uma cinebiografia musical, superando a de ‘Straight Outta Compton’ – que arrecadou US$60,2 milhões em sua estreia nos EUA.

‘Michael’ e as biografias Musicais lançadas na última década

A empresa de estatísticas de bilheteria EntTelligence relata que 6,3 milhões de pessoas assistiram a Michael apenas na América do Norte, com um preço geral de ingresso de US$ 15,01.

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Ele também teve a melhor estreia para um filme live-action no ano, à frente de ‘Devoradores de Estrelas‘ (80,5 milhões de dólares).

Apesar do imbróglio jurídico entre o espólio, que atrasou a produção, o público global de cinema é indiferente a esses detalhes internos e pôlemicas na hora de decidir comprar ingressos.

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A bilheteria reflete-se também na sólida recepção do público, que garantiu 96% de aprovação no Rotten Tomatoes contra díspares 40% de aprovação da crítica especializada.

Dicas de filmes para quem amou ou odiou ‘Michael’

Dirigido por Fuqua e realizado em colaboração com o espólio do cantor e compositor, o filme foca na trajetória de Jackson desde a infância no Jackson 5 até o fenômeno global da turnê Bad, em 1988.

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Michael’ está em cartaz nos cinemas nacionais.

Crítica 1 | ‘Michael’ – Antoine Fuqua constrói uma singela carta de amor a Michael Jackson com a cinebiografia

Crítica 2 | ‘Michael’ é uma embalagem bonita para uma caixa VAZIA. Para alguns, isso basta…

Dirigido por Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’, ‘O Protetor’), o filme propõe um retrato cinematográfico profundo sobre a vida e o legado de Michael Jackson. A trama vai além dos palcos, acompanhando a jornada do artista desde a descoberta de seu talento precoce como líder dos Jackson Five até sua transformação em um visionário global, impulsionado pela busca incessante de se tornar o maior artista do mundo.

O roteiro, assinado pelo três vezes indicado ao Oscar John Logan (‘Gladiador’, ‘O Aviador’), oferece ao público um lugar na primeira fila para observar a vida de Michael fora dos holofotes, alternando com as performances mais emblemáticas do início de sua fase solo.

A cinebiografia marca a estreia de Jaafar Jackson no cinema, assumindo o desafiador papel de seu tio. O elenco principal conta ainda com nomes de peso da indústria: Colman Domingo, Nia LongMiles TellerLaura Harrier e Juliano Krue Valdi.

A produção executiva está sob o comando do vencedor do Oscar Graham King (‘Bohemian Rhapsody’), em parceria com John Branca e John McClain, figuras ligadas diretamente ao espólio de Michael Jackson e responsáveis por projetos como This Is It’.

3ª temporada de ‘Helluva Boss’, spin-off de ‘Hazbin Hotel’, ganha trailer e previsão de estreia no Prime Video!

O Prime Video divulgou o teaser trailer oficial da 3ª temporada de ‘Helluva Boss’, do mundo da elogiada série animada ‘Hotel Hazbin’, criada por Vivienne Medrano.

Além disso, foi revelado que o novo ciclo será dividido em duas partes: a primeira delas chega à plataforma entre setembro e novembro de 2026; a segunda, por sua vez, tem lançamento previsto para 2027.

Lembrando que as duas primeiras temporadas já estão disponíveis no streaming.

Confira:

Ambientada no Inferno, ‘Helluva Boss’ acompanha Blitzo, líder excêntrico da P.A.I. (Profissionais de Assassinato Imediato), uma pequena e caótica empresa de assassinatos que funciona graças a um grimório mágico e a um complicado relacionamento com o príncipe demônio Stolas. Ao lado de sua equipe igualmente caótica – Moxxie, um atirador de elite; Millie, uma assassina ardente e habilidosa; e Loona, sua recepcionista sarcástica e infernal – Blitzo aceita contratos para matar alvos no mundo humano. Ao equilibrar o trabalho com a vida pessoal, a equipe se vê constantemente em situações absurdas, violentas e de humor ácido. Vivienne Medrano criou a série e atua como produtora executiva. Tom Murray também atua como produtor executivo.

A produção é estrelada por Brandon Rogers, Richard Horvitz, Vivian Williams, Erica Lindbeck e Bryce Pinkham. A série também conta com Alex Brightman, James Monroe Iglehart, Cristina Vee, Georgie Leahy, Rochelle Diamante e Morgana Ignis.

Vale lembrar que ‘Hotel Hazbin’ já foi renovada até a 5ª e última temporada.

Conheça os Atores que QUASE protagonizaram ‘Top Gun’ (1986) antes de Tom Cruise…

Pode ser dito sem sombra de qualquer dúvida que o astro Tom Cruise deve sua carreira ao filme Top Gun – Ases Indomáveis (1986). O blockbuster surge como divisor de águas na carreira do ator, que então era um jovem de 24 anos saído basicamente de comédias e dramas adolescentes, como Negócio Arriscado e Vidas Sem Rumo. Mesmo tendo protagonizado o hoje cult de fantasia A Lenda (1985), de Ridley Scott, nada iriar preparar Tom Cruise para o sucesso de Top Gun, que com o orçamento de US$15 milhões da Paramount Pictures (e total apoio da marinha dos EUA), arrecadou mais de US$350 milhões mundiais, entrando para a história como um dos primeiros grandes sucessos do cinema de Hollywood. É dito inclusive que Top Gun serviu para impulsionar o alistamento de jovens americanos na marinha, que saíam das sessões de cinema empolgadíssimos e querendo servir.

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O mais curioso disso tudo é pensar que Tom Cruise não estava interessado no projeto, precisando ser convencido pelo diretor Tony Scott e pelos produtores. Tudo o que bastou foi leva-lo para um passeio pelos céus a bordo de um dos caças que seu personagem pilota no longa para convencer Cruise, um aficionado por adrenalina, motos, carros e jatos velozes, a embarcar na viagem. Assim, todos ficavam felizes e o mundo ganhava não apenas o protagonista Maverick, como também um dos mais carismáticos e adorados astros do cinema mundial. Tudo graças a um filme de guerra, que destaca e enaltece como talvez nenhum outro o heroísmo dos pilotos norte-americanos. Mas antes de Cruise, outros (muitos outros) atores foram cogitados para o papel, entrando numa verdadeira disputa que envolveu simplesmente quase todos os jovens atores de renome da época. Conheça abaixo quais os atores que quase protagonizaram Top Gun antes de Tom Cruise.

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Charlie Sheen

Hoje, um ator “maldito” em Hollywood devido a suas inúmeras polêmicas, tanto na vida pessoal, quanto nos bastidores da indústria, Charlie Sheen foi outro que começou sua carreira bem novinho ainda na adolescência e logo despontou para o sucesso. O ator vinha do cult de guerra e ficção Amanhecer Violento, e é dito ter sido um dos mais interessados em conseguir o papel de Maverick em Top Gun, fazendo uma forte campanha aos quatro ventos pelo papel. Sheen não conseguiu e foi estrelar sucessos adorados até hoje como Platoon e Wall Street – Poder e Cobiça. Em 1991, finalmente faria Top Gang – Ases Muito Loucos, a paródia de Top Gun.

John Cusack

Um dos grandes nomes dos filmes adolescentes dos anos 80, John Cusack sempre figurava em todas as listas dos grandes estúdios para seus maiores filmes. Tudo bem que no período o ator não tinha um grande sucesso para chamar de seu, que possamos lembrar rapidamente. Mesmo assim, ele esteve em filmes como Garota Sinal Verde, Minha Vida é um Desastre e Viagem Clandestina. Assim, Cusack também era um nome visado para Top Gun, mas ao não conseguir o papel, saiu e foi estrelar seu maior sucesso no período, Digam o que Quiserem.

 

John Travolta

O astro John Travolta é um piloto de avião licenciado na vida real e talvez isso tenha servido de motivação para os produtores visarem o astro para o papel protagonista. Travolta já era um nome de peso nessa época, e colecionava sucessos como Grease – Nos Tempos da Brilhantina e Embalos de Sábado à Noite em sua filmografia. Não se sabe exatamente por que a ideia de ter o ator no filme não foi para frente, mas o fato é que Travolta vivia uma maré de azar em meados da década de 80, dando bolas na trave consecutivas como Os Embalos de Sábado Continuam (a continuação de Embalos de Sábado à Noite), Embalos a Dois (a reunião com Olivia Newton-John, de Grease) e Perfeição (o filme sobre as academias de ginástica).

 

Matthew Broderick

Imagine como seria o filme de ação Top Gun se o protagonista Maverick tivesse o rosto debochado de Ferris Bueller em pessoa. Um filme completamente diferente, é claro. Matthew Broderick ficou conhecido nos anos 80 por filmes como Jogos de Guerra, O Feitiço de Áquila e Projeto Secreto: Macacos; mas seria para sempre imortalizado no clássico juvenil Curtindo a Vida Adoidado, lançado no mesmo ano de Top Gun. Assim, os fãs de cinema saíram ganhando duas vezes.

Matthew Modine

Quem, você pergunta? A geração de hoje pode até não saber muito bem quem é o ator, mas saiba que na década de 1980 e até no início dos anos 90, Matthew Modine era um dos nomes mais promissores de Hollywood. E o ator era a primeira opção do estúdio e do diretor para o papel de Maverick, já que vinha de longas criticamente badalados como Asas da Liberdade, Mrs. Soffel – Um Amor Proibido e Em Busca da Vitória. Acontece que Modine já naquela idade jovem e tenra era um pacifista e não curtiu a ideia do roteiro de “glorificar” a guerra e trata-la como algo divertido. Assim, o ator recusou a oferta e saiu para estrelar um tipo diferente de filme de guerra, com Nascido para Matar, de Stanley Kubrick – filme que serve como crítica e denúncia dos horrores da guerra.

Kevin Bacon

Depois de estrelar Footloose – Ritmo Louco, o então jovem Kevin Bacon estava no topo do mundo. Mesmo que depois disso realmente não tenha feito algo que pudéssemos lembrar rapidamente durante o resto dos anos 80. Seja como for, Bacon foi um dos nomes cogitados para viver o protagonista em Top Gun. O ator, que começou a carreira em filmes como Animal House – Clube dos Cafajestes e o primeiro Sexta-Feira 13, seguiria para o romance Ela Vai ter um Bebê, e no início dos anos 90 para os cult O Ataque dos Vermes Malditos e Linha Mortal.

Michael J. Fox

Já pensou se depois de comandar a máquina do tempo num DeLorean, o baixinho Michael J. Fox seguisse para pilotar um caça F-14? Foi o que quase aconteceu, já que o astro do blockbuster De Volta para o Futuro era um dos atores cogitados para estrelar o sucesso da Paramount. Nesta época, é claro, o ator ainda fazia parte do elenco fixo da série de sucesso Caras e Caretas – programa que o colocou no mapa e só viria a terminar em 1989.

Robert Downey Jr.

Astro dos primórdios da Marvel, nosso eterno Homem de Ferro, Robert Downey Jr., foi o sujeito responsável por colocar as primeiras pedras na estrutura do que seria o MCU. E essa retomada foi muito bem-vinda ao ator, que passava maus bocados devido ao vício do álcool e das drogas. Limpo e disposto a reescrever sua história, Downey Jr. é um dos maiores exemplos de superação em Hollywood. Sua carreira iniciou ainda na década de 80, quando o ator era um adolescente. Parte de filmes como Mulher Nota Mil, De Volta às Aulas e O Rei da Paquera, o nome de Downey era um dos visados para Top Gun igualmente.

 

Nicolas Cage

Nicolas Cage foi do céu ao inferno como poucos atores em Hollywood. Isso porque depois de se transformar em astro de ação no fim dos anos 90, começou a fazer filmes a preço de banana na década passada e se afastou do prestígio que teve um dia. Mas, como Deus é bom o tempo todo, nosso querido Cage fez as pazes com os holofotes e começa a ensaiar um retorno, graças ao Peso do Talento (2022). O que poucos sabem ou lembram é que o sobrinho de Francis Ford Coppola começou ainda bem jovenzinho na década de 80 e foi um dos nomes cotados para o papel principal de Top Gun.

Sean Penn

Saindo de um garoto problema para outro, hoje o astro Sean Penn é uma personalidade consciente e bastante política, se agarrando e defendendo causas nobres. Mas nem sempre foi assim. Penn, um notório Bad Boy de Hollywood, declarou guerra desde cedo aos paparazzi que ousavam invadir a sua privacidade. A coisa só piorou quando o sujeito teve o que foi considerado um dos casamentos mais conturbados de celebridades, ao quebrar o pau entre quatro paredes com a material girl Madonna. Penn foi um dos finalistas para viver Maverick nas telonas, mas ao invés foi protagonizar Surpresa de Shangai com a então esposa rainha do pop – filme que rendeu um fracasso monumental.

Patrick Swayze

O saudoso Patrick Swayze, falecido em 2009, ficou imortalizado para sempre graças aos sucessos de Dirty Dancing, Ghost – Do Outro Lado da Vida e Caçadores de Emoção. Ele é outro astro juvenil desta lista, que começou a carreira ainda bem jovem em filmes como Vidas sem Rumo e Amanhecer Violento. Justamente por isso, era visado pelos produtores para estrelar Top Gun. As coisas nesta produção não deram certo, mas tudo se encaixou para Swayze e os fãs quando o ator foi estrelar Dirty Dancing logo em seguida, criando assim outro clássico adorado.

Tom Hanks

Fechando a lista, temos o xará de Tom Cruise, que muitos com certeza jamais associariam ao filme Top Gun. Pois bem, Tom Hanks foi outro dos atores cogitados para viver Maverick na superprodução da Paramount, você já imaginou como o filme seria diferente? Nesta época, o ator, que ainda não era o astro que temos hoje, ficou mais conhecido por suas comédias, como A Última Festa de Solteiro e Splash – Uma Sereia em Minha Vida. Depois de não ter conseguido a vaga, Hanks seguiu para protagonizar Quero Ser Grande, que se tornaria um dos filmes mais adorados dos anos 80. E finalmente, dez anos depois, Tom Hanks iria para a guerra em O Resgate do Soldado Ryan.