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Crítica | ‘Vingança Brutal’ – As lições MORAIS da saga de um milionário sanguinário em filme do Prime Video

Filmes de ação produzidos em muitos lugares do planeta chegam aos montes às plataformas de streamings, lutando pela atenção de um público bastante fiel a esse gênero cinematográfico. Algumas dessas obras, porém, caem nas armadilhas de sempre: acelerar nas cenas mirabolantes culminando em um péssimo desenvolvimento de personagens, deixando o recheio das histórias com diversas lacunas.

Vingança Brutal, novo filme que chegou ao Prime Video neste mês de abril e logo alcançou seu top 10, tem um pouco de tudo quando pensamos em clichês. Ainda assim, apresenta um certo diferencial em relação a muitas outras produções do gênero: consegue acessar, gerando reflexão, um lado moral da história, onde a consequência ganha fôlego nas ações geradas pela sede de vingança.

Crítica | ‘180’ – Preguiçoso filme de AÇÃO chega ao Top 1 da Netflix

Estrada (Omar Chaparro) é um militar respeitado, de alta patente, integrante de uma força especial do exército mexicano. Ao lado de sua equipe, consegue capturar um criminoso ardiloso, com contatos nas mais altas instâncias. Alguns dias depois, acaba vendo sua esposa ser assassinada a sangue frio por um grupo de pessoas provavelmente ligadas ao criminoso preso. O tempo passa e Estrada precisa ficar no anonimato, contando com a ajuda de um outro militar, Miguel (Alejandro Speitzer). Quando se vê numa estrada sem rumo, algo inusitado acontece com o protagonista: ele ganha um prêmio milionário na loteria. Assim, com o dinheiro no bolso, reúne parte de sua ex-equipe e parte para uma vingança contra os responsáveis pela morte de sua esposa.

Com cenas de ação muito bem executadas, percorremos as possibilidades de um roteiro que busca seguir à risca seu discurso e se arrisca ao aprofundar camadas de personagens emocionalmente feridos pelo trauma. Assim, alcança questões morais que a obra, aos trancos e barrancos, busca manter na luz dos holofotes – de longe, o elemento mais importante e que destaco nesta análise.

 

Passando por questões sociais, como o limites da justiça e a corrupção, o projeto coloca em evidência a distância da moral para se defender uma causa – algo bastante perigoso, pois leva a muitas possibilidades de interpretações. Entretanto, esse acaba virando um dos aspectos mais interessantes, ajudando a contar a saga do amargurado protagonista: um homem de alta disciplina, fiel à lei, que, ao se tornar milionário, compra armas no mercado clandestino, justificando seus atos pela justiça que não foi feita no assassinato de sua esposa. Nesse contexto, as reflexões são muitas.

Com uma vinheta de apresentação super criativa, que lembra os animes de ação – algo visto após 15 minutos de projeção -, Vingança Brutal, dirigido por Rodrigo Valdés, busca, basicamente, revelar o caos interior de um sentimento conflitante sob a perspectiva dilacerante da perda. Isso tudo preenchido com cenas de ação impactantes, que realmente chamam a atenção.

 

Crítica | O Jogo do Predador – Charlize Theron surge IMBATÍVEL Contra Taron Egerton em Ação da Netflix

Ser mulher na sociedade é um desafio diário, em qualquer país, em qualquer cultura. Todos os dias é preciso provar valor, competência, convencer que conseguimos exercer determinada função, que damos conta, que o gênero não é impeditivo de nada. E, acima de tudo, todos os dias as mulheres precisam sobreviver; num mundo em que os homens matam mulheres pelo mero motivo de serem mulheres, todo dia é uma luta para sobreviver coletivamente. E claro, falamos isso de um modo geral, baseado nas notícias frequentes que ocorrem. Mas, metaforicamente, também o cinema trabalha esse tema, e podemos vê-lo ilustrado bem explicitamente no thriller de açãoO Jogo do Predador’, lançamento recente da Netflix.

Sasha (Charlize Theron, de ‘Branca de Neve e o Caçador) é uma mulher viciada em adrenalina e esportes radicais. O limite para ela é uma palavra que não existe, por isso, o próximo desafio tem que ser sempre melhor, mais perigoso, mais alto. Só que seu companheiro, Tommy (Eric Bana, de ‘Munique’), já está um pouco cansado de tanta adrenalina. E, enquanto escalam uma imponente montanha, um trágico acidente acaba ceifando a vida de Tommy. Meses se passam, Sasha ainda sentindo falta de Tommy, decide viajar até a Austrália, país natal de seu companheiro, para, lá, viver uma nova aventura inesquecível que a leve ao limite. Porém, o que ela não esperava era que no caminho ela conhecesse Ben (Taron Egerton, de ‘Rocketman’), um homem bem-educado e prestativo, mas cujo interesse em Sasha parece ir por outros caminhos.

Não dá para esperar que ‘O Jogo do Predador’ seja um filme complexo, pois já após os dez minutos iniciais, quando o passado da protagonista é apresentado e se torna a motivação do filme, o espectador já entende que, a partir desse momento, tudo é consequência daquele momento primeiro em que a protagonista perdeu algo valioso e tudo mudou em sua vida. O grande lance é como o roteiro faria para ela usar suas próprias habilidades (que a levaram à situação do início do filme) como mecanismo de volta por cima.

E o roteiro de Jeremy Robbins até faz isso, e essa é a melhor parte técnica do filme – embora o roteiro também não seja grandes coisas. É que se por um lado ele encontra mecanismos de usar a mesma ferramenta de danação da protagonista como veículo de ascensão, por outro lado ele entrega pontos cruciais da história de bandeja – para a protagonista e para o espectador. Por exemplo, quando Ben se mostra ser outra pessoa que não o cara bonzinho que parecia ser, não é Sasha quem descobre isso, ele simplesmente fala isso pra ela, do nada, no meio de um papo. Ficou gratuito demais, e o espectador não gosta de informações cruciais entregues gratuitamente; a gente gosta de descobrir as coisas, senti-las, e não ser meramente informados.

Quem se destaca mesmo em ‘O Jogo do Predador’ é Charlize Theron. Não só pelo seu físico complemente em forma, mas, acima de tudo, por suas habilidades e disposição em realizar cenas de ação que incluem perseguição, correria, quedas, cenas debaixo d’água, rolar na floresta, se sujar, bater, apanhar. Ainda que possivelmente aqui e ali tenha havido algum dublê, as cenas em que claramente vemos Charlize em ação convencem e muito: ela é uma ótima atriz para esse gênero de filme e mostra que sabe o que está fazendo.

Misturando gêneros (começa na aventura, vai pro drama, depois ação e termina com thriller), ‘O Jogo do Predador é um entretenimento metafórico, cujo título em português entende a metáfora e a aponta ao espectador: não é apenas um filme de troca de socos, e sim uma história que Charlize/Sasha monstra que a mulher não tem nada de sexo frágil. E é disso que se trata o filme de Baltasar Kormákur.

‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’: Linha de colecionáveis dá destaque aos trajes do herói e ao Hulk Selvagem; Confira!

A divulgação de Homem-Aranha: Um Novo Dia’, longa que inaugura o aguardado novo ciclo do herói no Universo Cinematográfico da Marvel (MCU), continua a todo vapor ao redor do mundo – e, agora, a Funko POP revelou colecionáveis inéditos do longa-metragem.

As figuras em questão revelam dois uniformes diferentes que o Cabeça de Teia usará no filme: o primeiro é o mesmo visto em ‘Sem Volta para Casa’, que será incorporado por Peter Parker antes de sua transição completa para o conhecido traje dos quadrinhos – e que já apareceu no teaser trailer e nos cartazes promocionais.

Os Funko POPs também nos trazem um novo vislumbre do Hulk Selvagem, interpretado por Mark RUffalo. Os colecionáveis serão lançados no dia 1º de maio.

Confira:

Lembrando que embora a trama prometa ser emocionalmente densa, o astro revelou em entrevista à revista GQ que o filme recebeu ajustes para resgatar a leveza característica do personagem.

Segundo Holland, o processo de regravações e revisões de roteiro serviu para “polir” o que já estava sólido, trazendo mais camadas de comédia e aprofundando as motivações do vilão desta edição.

“Posso afirmar que as coisas que estamos fazendo, não precisamos”, explicou o ator. “[‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’] funciona e brilha como é. Estamos apenas adicionando algumas camadas no bolo, em certas áreas. Estamos encontrando formas de acrescentar um pouco mais de humor. Estamos esquadrinhando o arco do vilão de uma maneira nova e algumas coisas bem divertidas”.

Sob a direção de Destin Daniel Cretton (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’), o novo filme apresentará um Peter Parker transformado pelo sacrifício visto em Sem Volta Para Casa.

A trama se passa quatro anos após o mundo esquecer a identidade de Peter. Agora adulto e vivendo em isolamento total, ele abandonou qualquer tentativa de vida social para se dedicar 24 horas por dia à proteção de uma Nova York que já não sabe quem ele é. No entanto, essa dedicação extrema e a pressão constante desencadeiam uma surpreendente evolução física que coloca sua própria vida em risco. Em paralelo, um padrão criminoso misterioso começa a emergir, revelando uma das ameaças mais poderosas que o herói já enfrentou no cinema.

Além de Tom Holland retornando como Peter Parker/Homem-Aranha, o elenco da sequência conta com Zendaya (MJ), Jacob Batalon (Ned Leeds), Jon Bernthal (Frank Castle/Justiceiro), Mark Ruffalo (Bruce Banner/Hulk), Michael Mando (Mac Gargan/Escorpião), Sadie Sink, Liza Colón-Zayas e Tramell Tillman.

Homem-Aranha: Um Novo Dia’ tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 30 de julho de 2026.

‘A Família Addams’ – Conheça as ORIGENS e outras adaptações da família antes de ‘Wandinha’, da Netflix

Criados pelo cartunista americano Charles Addams em 1938, A Família Addams estreia sua mais recente série de TV com duas grandes novidades em sua trajetória. Primeiro, como diz o título, Wandinha (ou Wednesday no original) marca a primeira investida em um programa solo de um dos membros da Família, deixando o resto do clã em papeis de suporte como coadjuvantes. E a segunda novidade é que trata-se do primeiro seriado dos personagens desenvolvido e lançado diretamente para uma plataforma de streaming: a número 1 do mercado, Netflix.

‘Wandinha’ visita Paris na primeira imagem oficial da 3ª temporada; Confira!

Mostrando que as criações de Charles Addams ainda possuem muito potencial lucrativo (se feitos da maneira certa), Wandinha é um sucesso absoluto na Netflix e caminha para sua terceira temporada.

Lena Headey é CONFIRMADA na 3ª temporada de ‘Wandinha’!

Winona Ryder é CONFIRMADA na 3ª temporada de ‘Wandinha’!

O sucesso de Wandinha merece ser creditado à muitas mentes criativas, mas principalmente duas. A primeira é a do visionário Tim Burton, que começou a carreira com um sucesso atrás do outro, incluindo obras que se tornaram cult – como os dois primeiros filmes de Batman no cinema e também Edward Mãos de Tesoura, Os Fantasmas se Divertem e Ed Wood. Burton andava meio em baixa devido a seus mais recentes longas, mas parece ter se encontrado novamente em sua primeira investida nas telinhas (às vezes isso é tudo o que basta para um artista encontrar novamente sua voz). E depois, a protagonista da série, a menina Jenna Ortega, de 23 anos, que rouba todos os holofotes e pode vir a se tornar uma estrela do primeiro time de Hollywood graças ao seu desempenho.

Jenna Ortega revela que quase DESISTIU de atuar antes de trabalhar em série da Netflix – e não foi ‘Wandinha’

Pensando nisso, e como forma de homenagear o sucesso estrondoso de Wandinha, resolvemos voltar ao passado e apresentar para você as origens destes personagens tão queridos, assim também como as principais encarnações que eles tiveram ao longo dos anos, nas telinhas e telonas. Confira abaixo.

A Origem

A ideia do cartunista Charles Addams era satirizar a “família ideal do Século XX”, criando sua inversão completa. Ricos aristocratas, o clã se diverte com o macabro, alheios ou simplesmente sem se importar com o fato de que outras pessoas os achem bizarros e assustadores.

Originalmente, a família era constituída pelo patriarca Gomez – com traços latinos, um bigodinho fino e sempre usando um elegante terno listrado -, a matriarca Morticia – magérrima, de pele pálida e cabelos negros escorridos, sempre dentro de um apertado vestido preto comprido –, seus filhos Feioso (Pugsley) e Wandinha (Wednesday) – um menino gordinho de cabeça raspada e blusa listrada, e a menina, uma cópia mirim de sua mãe, com trancinhas. Formação principal esta que é mantida até hoje. Além da vovó – uma senhora idosa de longos cabelos brancos, com a aparência de uma bruxa, ela é a mãe de Morticia – e o tio Funéreo (Fester no original, e também conhecido como tio Chico no Brasil), irmão de Gomez, careca, de pele branca e olheiras, e uma peça de roupa única (uma espécie de túnica negra). Tropeço (Lurch) não é um membro da família de sangue, mas um agregado que se tornou parte dela. Ele é o mordomo dos Addams, um sósia do monstro de Frankenstein imortalizado por Boris Karloff, de bom coração e que não fala, apenas emite grunhidos.

Em 1954, A Coisa (Thing) era introduzida nos quadrinhos. Uma espécie de animal de estimação da família, a Coisa é uma mão decepada que se mexe, tem vida e se comporta como o cachorrinho da casa. Em sequência foi a vez do primo It aparecer nas publicações, fazendo seu debute em 1965. Trata-se de um monte de cabelo, de baixa estatura, que murmura grunhidos agudos. Ninguém sabe quem ou o que está por baixo de tanto cabelo.

Charles Addams fez a primeira história da Família, que estreou nas páginas do jornal The New Yorker em 1932, e continuou desenhando os personagens na publicação até a sua morte em 1988.

Estreia na TV

Após passarem mais de trinta anos sendo publicados nas páginas de tirinhas, a Família Addams adentrava outra mídia, e ganhava uma nova legião de fãs. Pode-se dizer inclusive que foi aqui onde eles ficaram verdadeiramente populares, sendo descobertos pelo grande público – um público mais adulto e sofisticado. A Família Addams chegava à televisão em 1964, com um programa de humor protagonizado por atores reais.

Criada por David Levy, a série A Família Addams foi ao ar em 1964 e permaneceu por duas temporadas até 1966. Num total de 64 episódios, o programa fez história na época e serviu para levar as tramas da estranha família a diversos lares, não apenas dos EUA, mas ao redor do mundo. John Astin e a belíssima Carolyn Jones foram as primeiras formas em carne e osso de Gomez e Morticia, encabeçando a família como os protagonistas do programa.

O programa ganhou uma espécie de revival na forma de um filme feito para a TV em 1977. Comemorando o Halloween, o filme trazia o elenco original de volta muitos anos depois para um último encontro.

No final da década de 1990, mais precisamente em 1998, a Fox Family Channel e a Saban Entertainment se uniram para mais uma investida na esquisita e macabra família. The New Addams Family durou 65 episódios e trazia Glenn Taranto como Gomez e Ellie Harvie como Morticia.

Desenhos Animados

Surgidos de maneira estática nas tirinhas de jornais, A Família Addams migrou para as formas de carne e osso trinta anos após sua criação. Estas eram as únicas referências que o público tinha dos personagens até a década de 1960. Isso mudaria na década seguinte, quando a família criada por Addams fez participação em um episódio da série animada do cão detetive Scooby-Doo.

Vendo o potencial para os Addams na TV novamente, desta vez na forma de desenho animado, o mesmo David Levy do programa em live-action fechou uma parceria com os estúdios Hanna-Barbera (o mesmo Scooby-Doo) para uma série em animação da Família Addams. O programa foi ao ar em 1973, com 16 episódios. Os traços desta animação foram criados em cima das charges de Charles Addams em seus quadrinhos. Uma curiosidade é que o programa contou com Jackie Coogan na dublagem, reprisando seu papel do tio Fester da série em live-action, e uma Jodie Foster em início de carreira dublando não a Wandinha, mas Feioso Addams.

Em 1992, após o sucesso de seu primeiro filme para o cinema, A Família Addams voltaria para as telinhas em um remake do desenho da década de 1970. Com um estilo de animação mais moderna, e contando com a voz de John Astin, o Gomez da série em live-action reprisando o papel, ganhou 2 temporadas num total de 21 episódios, chegando até 1993 – época de lançamento do segundo filme para o cinema.

Superprodução

Depois de conquistarem as telinhas, os Addams ganhavam pela primeira vez um longa-metragem para o cinema. E não era um filme qualquer, mas uma superprodução de US$30 milhões. Para tanto, a Paramount escalou dois veteranos dos filmes de Tim Burton – um especialista em misturar horror e comédia no início de carreira – para assinar o roteiro. Larry Wilson (Beetlejuice) e Caroline Thompson (Edward Mãos de Tesoura) foram os responsáveis por trazer a icônica família às telonas nos anos 1990.

O primeiro longa estreava nos cinemas em novembro de 1991, e trazia um elenco estelar protagonizando: Raul Julia como Gomez, Anjelica Huston como Morticia, Christopher Lloyd como Fester e Christina Ricci como Wandinha. Na direção, o estreante Barry Sonnenfeld – diretor de fotografia dos primeiros filmes dos irmãos Coen – escrevia seu nome como um dos cineastas mais quentes da época. O visual chamativo e impressionante vinha lado a lado com uma história criativa, que tirava a trama da família “peixe fora d’água” do lugar comum. Além das esquisitices as quais todos estavam acostumados, o roteiro apresentava o desaparecimento do tio Fester, brigado com Gomez e sumido por anos. Um belo dia, o estranho parente retorna à porta da família, mas ele pode não ser exatamente quem diz. Ao mesmo tempo, um advogado pilantra planeja dar um golpe e roubar a fortuna dos Addams.

Com o sucesso do filme, A Família Addams voltou a ser mania mundial, como nunca anteriormente. Assim, dois anos depois, em 1993, a continuação era lançada. A Família Addams 2 (ou Addams Family Values) introduzia um novo membro inédito da Família, o terceiro filho de Gomez e Morticia – o bebê de bigodinho Pubert. Outra adição foi a babá assassina vivida por Joan Cusack, Debbie, uma golpista que visa separar a família, a fim de ficar com sua fortuna. Para isso, ela se casa com Fester (e tenta matá-lo) e manda Wandinha e Feioso para um acampamento de férias – onde ocorrem algumas das melhores cenas do longa. O elenco original e diretor retornaram. Apesar do sucesso financeiro e do prestígio de prêmios, uma terceira parte com esta equipe nunca foi realizada. Uma pena.

Cinco anos depois, com o grande Raul Julia já falecido (o ator nos deixou em 1994, aos 54 anos), um novo filme era lançado, este uma produção feita diretamente para a TV – produzida pela mesma Fox Family e Saban Entertainment. Na produção de 1998 intitulada O Retorno da Família Addams (Addams Family Reunion), Daryl Hannah assumia as formas de Morticia e Tim Curry dava vida à Gomez.

Nova franquia em Animação no Cinema

Desde o final da década de 1990 fora das grandes mídias, A Família Addams ensaiou um retorno em 2019. Pela primeira vez na forma de animação em 3D lançada nos cinemas, o novo longa-metragem da incomum família trouxe os traços originais do cartoon de Charles Addams em novo formato. Com as vozes de Charlize Theron como Morticia, Oscar Isaac como Gomez e Chloe Grace Moretz como Wandinha, o novo filme da Família Addams foi produzido pela MGM e Universal e chegou aos cinemas mundiais bem a tempo para o Halloween daquele ano. Apesar das críticas mistas em uma produção, obviamente voltada para os pequenos, o primeiro filme em animação de A Família Addams para os cinemas arrecadou US$100 milhões nos EUA e US$200 milhões mundiais num orçamento de US$24 milhões.

Assim, é claro que mal foi lançado nos EUA e o filme garantiu uma sequência. E ela viria dois anos depois em 2021, enfrentando uma pandemia no meio tempo. A ideia do segundo longa foi repetir o que o segundo live-action (de 1993) havia feito muito bem: tirar os Addams de seu meio macabro e os levar para férias ensolaradas, desta vez com toda a família. Apesar do retorno do elenco principal, com Theron, Isaac e Moretz reprisando suas dublagens, a segunda animação para as telonas sofreu críticas mais duras e arrecadou a metade do original – o que pode ter colocado um fim nesta iteração dos personagens.

Wandinha

É dito que lá no fim dos anos 80 e início da década de 90, quando o primeiro filme da Família Addams estava sendo produzido para os cinemas, um dos diretores cogitados para assumir o projeto foi justamente Tim Burton. Afinal sejamos sinceros, talvez nenhum outro nome fosse mais perfeito do que o diretor na época, que vinha de produções como Os Fantasmas se Divertem e Batman. Porém, o cineasta não se interessou, por motivo de não ter gostado do roteiro. Mesmo sem Burton, o filme foi um sucesso. Agora, mais de trinta anos depois do lançamento, finalmente a criação do cartunista Charles Addams cruza caminho com Tim Burton. E eles mostram que foram feitos um para o outro com Wandinha, série da Netflix que explora a adolescência da filha dos Addams num colégio interno que abriga monstros e criaturas.

Em Wandinha temos algumas novidades no universo criado por Charles Addams. Essa é a primeira vez que a personagem é vista fora da infância, agora uma jovem mulher. É também a primeira vez que os Addams não são os seres mais monstruosos de seu meio. A graça das histórias do cartunista sempre esteve em colocar pessoas “normais” para encarar as bizarrices da família. A série, no entanto, apresenta outros personagens “fora da caixinha” para interagir com a mórbida protagonista defendida de maneira mais que satisfatória pela ótima Jenna Ortega. O programa se tornou um fenômeno de audiência e já garantiu uma terceira temporada, demonstrando que se feito da maneira correta, o material de Charles Addams ainda pode dar muitos frutos. Ao que parece os Addams voltaram com tudo e para ficar!

Você Lembra? ‘Ringer’, ‘As Panteras’, ‘The Client List’ e outras SÉRIES que Completam 15 Anos…

O mundo profissional é altamente competitivo e muitos podem classifica-lo como injusto e cruel. Não estariam errados. Mas em todos os mercados, o que as empresas esperam é resultado. Isso não é diferente quando falamos em estúdios de cinema ou redes TV (atualmente canais de streaming). Por mais que gostemos de determinado programa, sua permanência de exibição dependerá unicamente dos números de audiência, leia-se: quanto maior sua popularidade, mais tempo ficará no ar. O cancelamento de uma série pode ser triste, porém, pior ainda é quando mesmo tendo tudo preparado, determinada produção sequer sobrevive além de seu episódio piloto (que é o que determina se uma série existirá ao menos uma temporada – acredite muitas nem chegam a tanto como veremos a seguir).

Pensando nisso, resolvemos revisitar o passado, já que recordar é viver, e apresentar alguns programas televisivos que estão completando 15 anos, mas que se tornaram tão obscuros (alguns verdadeiras “lendas urbanas”) devido a seu fracasso, que grande parte do público sequer tomou conhecimento de que haviam sido feitos. Veja abaixo e comente quais você lembra ou viu.

As Panteras

Depois da série clássica da década de 1970, depois dos filmes dos anos 2000 estrelados por Cameron Diaz e Drew Barrymore, mas antes do filme de 2019 estrelado por Kristen Stewart e dirigido por Elizabeth Banks, existiu esta tentativa de reboot do programa sobre três mulheres “angelicais” trabalhando como detetives particulares. E o motivo pelo qual você nunca tinha ouvido falar disso é porque a investida do canal ABC “morreu na praia” com apenas 8 episódios exibidos de sua primeira temporada. E sim, como de costume depois de sua entrada na franquia, Drew Barrymore também produziu este show. O trio desta vez era formado por Rachael Taylor, Annie Ilonzeh e Minka Kelly.

Terra Nova

Steven Spielberg é indiscutivelmente um dos grandes nomes do cinema de todos os tempos. Mas quando falamos em séries de TV, bem, digamos que ele tenta. Foi exatamente o ocorrido com este programa de aventura, ficção científica e fantasia, bem nos moldes de tudo que o cineasta gosta e fez com maestria em sua carreira. Veja esta história: no futuro do ano 2149, nosso planeta está morrendo. A única solução encontrada é mandar os humanos de volta no tempo 85 milhões de anos para a era pré-histórica, a fim de uma nova chance de sobrevivência na colônia conhecida como Terra Nova. E sim, você adivinhou, teremos o encontro dos humanos com dinossauros. A ideia é interessante, e a série recebeu elogios, mas infelizmente os números não foram bons e a FOX cancelou após 13 episódios da primeira temporada, garantindo assim a ela um status de cult. No elenco, Stephen Lang e Naomi Scott.

The Playboy Club

Outra série promissora, com a pegada dos anos 1960, esta exibida pela rival NBC. Ao invés dos bastidores do dia a dia de aeromoças e pilotos de uma famosa companhia aérea, aqui tínhamos abordado um fato não muito conhecido do grande público atualmente. Na década citada, existiram os Clubes da Playboy, casas noturnas de luxo para homens de negócios ricos, administrados pelas empresas Playboy, a mesma responsável pela conhecida revista de mulher pelada. Nos locais, claro, as infames coelhinhas. Na série, a mais conhecida era nenhuma outra senão Amber Heard, estrela do programa, que visava ser alavancada de vez ao sucesso pelo seriado. No entanto, Playboy Club é uma das mais azaradas da lista, ficando no ar somente por 7 episódios antes de ser cancelada.

 

The Client List

Existem artistas que reinam em determinadas mídias, sejam elas o cinema, o teatro, as novelas ou os seriados. E Jennifer Love Hewitt tem com a TV um verdadeiro caso de amor. Sua notoriedade veio em Party of Five – O Quinteto, programa no qual permaneceu por quatro anos. Sua personagem ficou tão popular que ganhou um derivado próprio, com Time of Your Life (durando apenas uma temporada). Depois disso, Hewitt viu novo sucesso com Ghost Whisperer, no qual interpretou uma médium por cinco temporadas. Assim, logo no ano seguinte do término desta última citada, a jovem atacava de novo, desta vez num programa do canal Lifetime. Tentando mudar de ares com uma personagem mais ousada em uma trama mais subversiva e picante, a atriz topou o papel de uma mãe solteira vivendo uma vida dupla. Ao arrumar emprego como massagista em um spa, ela logo descobre um submundo, onde um tipo de serviço diferente é oferecido, e resolve embarcar nessa. Client List durou duas Temporadas de 25 episódios totais.

Pan Am

Essa era mais promissora e notória, causando certo estardalhaço na época de seu lançamento. Aposta da mesma rede ABC, um dos pilares da TV norte-americana, a série era vendida por sua época de puro glamour: os anos 1960. A proposta era uma volta no tempo para o boom e auge das companhias aéreas, em especial a tão famosa que dá título ao programa. Fora isso, o discurso aqui era bem feminino e empoderado, ao abordar mulheres focadas nas rédeas de suas vidas, decididas a se tornar aeromoças. A série também seria lembrada por um dos primeiros trabalhos da musa Margot Robbie, além de ser protagonizada igualmente por Christina Ricci. Pan Am teve mais sorte que As Panteras e viveu para exibir 14 episódios de sua primeira temporada.

Camelot

Séries medievais de “sandália e espada” ganharam um grande impulso após o sucesso fenomenal da prestigiada Game of Thrones. Assim, logo todos queriam uma fatia deste bolo. Uma de tantas que tentaram sem alcançar o esperado foi esta Camelot que, como diz o título, foi uma investida do canal Starz na mitologia do universo do Rei Arthur. O chamariz do programa é a presença da voluptuosa atriz francesa Eva Green, em seu primeiro trabalho num seriado (não podemos dizer que ela começou com o pé direito, mas depois veio Penny Dreadful…). Após a morte do Rei britânico, o mago Merlin (Joseph Fiennes) nomeia Arthur (Jamie Campbell Bower) como herdeiro do trono, para o desespero de sua ambiciosa meia irmã Morgana (Green). O programa durou somente 10 episódios da primeira temporada.

Luck

Nem mesmo a presença de grandes atores consagrados encabeçando o elenco de uma série é garantia de seu sucesso. Aqui, o veterano Dustin Hoffman, vencedor de 2 Oscar, foi quem protagonizou nesta série sobre o vício da jogatina, em especial apostas de cavalos de corrida. Além de Hoffman, outro nome de peso desta série da HBO é o de Michael Mann, produtor e diretor do programa. Luck, no entanto, é uma destas obras pra lá de problemáticas que devem ter dado alívio para todos os envolvidos não precisarem continuar. Para começar, o relacionamento entre Mann e o criador do seriado David Milch (que baseou a história em sua própria vida) foi tão ruim, que o diretor o baniu do set de filmagens por toda a primeira temporada. Fora isso, alguns cavalos se machucaram durante as gravações ligando o sinal de alerta de instituições como a PETA (que supervisiona o bem estar de animais nas gravações) pra cima da produção. Com tudo isso, Luck até que teve “sorte” de ter durado 10 episódios.

Mortal Kombat

A franquia de jogos de luta mais famosa de todas (talvez lado a lado com Street Fighter) voltou aos holofotes com um novo filme que será lançado nos cinemas este ano – e o trailer vem dando o que falar. É claro que a primeira adaptação do querido e violento game ocorreu ainda em 1995, e dois anos depois, ganhávamos uma continuação – bem menos querida, digamos. Mas entre este limbo da década de 1990 e o ano de 2021, Mortal Kombat existiu nas telinhas em uma produção em live-action (com atores de carne e osso). Também conhecido como Mortal Kombat – Legacy e produzido pela Warner, esta série é a mais bem sucedida até aqui na matéria, com duas temporadas produzidas. A primeira temporada, com 9 episódios, funciona como pré-sequência da mitologia, apresentando o passado dos personagens até chegarem ao torneio mortal de luta, que é onde se concentra a segunda temporada, com 10 episódios. Algumas curiosidades são as presenças de Casper Van Dien como Johnny Cage, Michael Jai White como Jax e uma Sonya Blade mais “madura” nas formas de Jeri Ryan (aos 43 anos). O mais legal, no entanto, é a presença de Cary-Hiroyuki Tagawa como o vilão Shang Tsung, mesmo papel que havia interpretado no filme de 1995.

Happily Divorced

Ainda no terreno das atrizes muito conhecidas na TV, Fran Drescher reinou absoluta nas telinhas e se tornou uma estrela graças ao icônico seriado The Nanny, que ficou no ar por seis temporadas, de 1993 a 1999. Mais de dez anos depois do término de tal programa, a comediante de voz estridente protagonizou um novo humorístico, cuja trama é no mínimo curiosa. A história é baseada na vida pessoal da protagonista e de seu ex-marido, o produtor Peter Marc Jacobson, que escreveu o programa ao lado dela. Acontece que após 18 anos de um casamento aparentemente feliz, a união chegava ao fim através da confissão do sujeito, afirmando-se gay. Fran e Peter ficaram casados de 1978 a 1999, quando chegou ao fim The Nanny. Apesar da curiosidade, a nova série durou apenas duas temporadas, com 34 episódios.

Wonder Woman

Este é o caso mais incrível da lista, mas também um dos mais tristes para os fãs e para a atriz protagonista. A Mulher-Maravilha é a primeira super-heroína dos quadrinhos a alçar status de celebridade. Hoje, a personagem ganhou mais fama do que nunca graças às superproduções cinematográficas estreladas pela israelense Gal Gadot. A trajetória da personagem no audiovisual, porém, ressoa lá atrás nas formas de Lynda Carter no programa de TV da década de 1970, que durou 3 temporadas. Entre esse grande hiato, o plano era para uma nova série com a guerreira amazona, que iria ao ar pela NBC. Atriz escolhida: Adrianne Palicki. Roteirista, diretor, gravações a toda. Tudo parecia no lugar, apesar de certa polêmica com o figurino, que traria a heroína usando calças pela primeira vez. O seriado traria Steve Trevor e uma trama na qual Diana, a identidade secreta da heroína, viveria uma dupla jornada, como CEO de uma grande companhia nas horas de folga. No elenco, nomes como Cary Elwes, Elizabeth Hurley e… Pedro Pascal (que anos mais tarde participaria de Mulher-Maravilha 1984 como o vilão Max Lord). A notícia ruim é que a série ficou apenas no piloto, sendo cancelada sem direito sequer a mais de um episódio. O que foi gravado, ficou engavetado, tornando esta Mulher-Maravilha uma lenda urbana da internet.

‘Hazbin Hotel’: Animação do Prime Video é RENOVADA para a 5ª e última temporada

A aclamada série animada adulta Hazbin Hotel é uma das produções mais populares do catálogo do Prime Video – e acaba de ganhar uma atualização promissora.

A gigante do streaming divulgou um novo vídeo promocional da atração anunciando a renovação da série para a 5ª e última temporada. As boas novas vêm antes mesmo do anúncio de lançamento do terceiro ciclo, cuja estreia está prevista ainda para este ano.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Lembrando que as duas primeiras temporadas estão disponíveis no Prime Video.

Nos mais recentes episódios…

Após a vitória de Charlie contra o exército do Céu, o Hotel está lotado de novos hóspedes. Para o desgosto de Charlie, muitos deles buscam vingança, não redenção. Enquanto isso, os Vees tentam tirar proveito da instabilidade do Inferno e usar as crescentes tensões com o Céu ao seu favor.

A história gira em torno de Charlie, a Princesa do Inferno, e sua tentativa quase impossível de transformar seus servos demoníacos em empáticos ajudantes para dar um jeito em seu reino caótico, violento e superpopulado. Com a ajuda de sua devota parceira Vaggie, a atriz Angel Dust e uma poderosa entidade conhecida como Demônio do Rádio, Charlie convida pecadores sinistros de todas as descrições para fazer parte do Hotel Hazbin e, com sorte, migrar para o Paraíso.

Vivienne Medrano entra como criadora, roteirista e diretora.

Erika Henningsen, Stephanie Beatriz, Blake Roman, Amir Talai, Keith David, Alex Brightman, Kimiko Glenn, Joel Perez e Christian Borle fazem parte do elenco de dublagem.

Medrano produziu e lançou o episódio piloto no YouTube no final de 2023, conquistado mais de 94 milhões de visualizações.

10 Curiosidades de ‘Homem-Formiga e a Vespa’, a sequência “menos falada” do MCU

Iniciada em 2015, fechando a chamada Fase Dois do Universo Cinematográfico Marvel, a franquia Homem-Formiga nasceu com um filme família que conquistou boa parte do público, mas não a ponto de se tornar um dos longas favoritos desse universo. Para complicar mais a situação, seus filmes sempre foram lançados na ressaca de outros grandes sucessos, o que deu à saga a impressão de serem apenas filmes para “encher linguiça”, sem grandes ambições dentro de sua própria franquia. E isso ganhou força com a sequência, Homem-Formiga e a Vespa (2018), que foi lançado entre Vingadores: Guerra Infinita (2018) e Vingadores: Ultimato (2019). A ideia era que isso refletisse na bilheteria, mas acabou que o efeito foi o contrário, tornando esse filme “descartável” para muitos. Pois bem, o longa claramente tem seus méritos e provavelmente ostenta alguns fãs por aí. Por conta disso, separamos dez curiosidades sobre Homem-Formiga e a Vespa para mostrar que mesmo sendo ‘esquecido no rolé’, ele tem muitas histórias interessantes nos bastidores.

Ligação

A trama do segundo filme gira em torno da busca pela Vespa original, Janet Van Dyne, que supostamente estava presa no Reino Quântico. E o filme aborda essa esperança em encontrá-la por meio de uma ligação psíquica entre Jan e Scott Lang (Paul Rudd), que passa a ter visões e lembranças da Vespa por meio de pesadelos. Essa conexão mental é consequência da luta final do primeiro filme, quando Scott se encolhe a nível subatômico e começa a viajar pelo Reino Quântico. Em uma cena de frações de segundos, essa conexão é estabelecida quando as luzes de seu encolhimento formam muito rapidamente a imagem da Vespa. É uma daquelas cenas “piscou, perdeu”.

Antes da hora

A atriz Michelle Pfeiffer foi oficialmente confirmada como Janet Van Dyne em julho de 2017. No entanto, quem compareceu ao painel da atriz Evangeline Lilly, que veio para a CCXP 2015 divulgar seu livro, Os Molambolengos, já imaginou que não demoraria muito para que a Marvel confirmasse oficialmente a escalação. Isso porque o público, que não compareceu em peso para o painel do livro, aproveitou a chance para falar também da carreira da atriz, que foi questionada sobre a continuação de Homem-Formiga. Na época, a atriz disse que não sabia muito o que poderia falar, mas deixou escapar que adoraria voltar para o novo filme, e que acharia perfeito se a Michelle Pfeiffer interpretasse sua mãe. Logo depois, ela fez aquela cara de Tom Holland, de quem acabou deixando escapar um spoiler. E depois da confirmação da atriz no papel, o diretor do filme, Peyton Reed, revelou que sempre sonhou em ter Pfeiffer neste papel, tanto que pediu para a equipe de efeitos visuais se basear nos olhos da atriz para criar a cena do míssil no primeiro filme.

Pensou duas vezes

Apesar de ser desejada para viver a Jan por praticamente todo o elenco (Michael Douglas queria que sua esposa no filme fosse a Catherine Zeta-Jones), Michelle Pfeiffer quase recusou o papel. Isso porque a Marvel tem o costume de não revelar o roteiro para os atores antes das filmagens, ainda mais quando envolvem detalhes importantes para seus filmes eventos, como Vingadores. E como Pfeiffer assumidamente não é boa em improvisar cenas ou mudar sua interpretação em cima da hora, sem um estudo maior da cena antes, ela não gostou da ideia de trabalhar com uma história teoricamente não finalizada e que poderia ser alterada a qualquer momento. Só que ela acabou sendo convencida a embarcar na franquia, principalmente por ter gostado muito do longa original, e segue como a Jan até hoje.

Vilão emprestado

A grande ameaça do filme é a vilã Fantasma (Hannah John-Kamen). Pouco conhecida, a antagonista da vez foi emprestada dos quadrinhos de outro herói Marvel: o Homem de Ferro. Nas HQs, o Fantasma é um homem, cujo nome é desconhecido, mas sabe-se que é um cientista vítima de sua própria ciência e da ganância dos empresários para os quais trabalhava. Nos cinemas, a personagem teve seu gênero mudado e ganhou um pouco mais de desenvolvimento, tanto que ela foi recentemente confirmada para voltar ao MCU, mas agora junto ao time de anti-heróis que vai ganhar as telas em breve: os Thunderbolts.

Convocada

Um dos maiores desejos que os fãs expressavam nas redes sociais era que a Marvel fizesse uma recapitulação do MCU antes de Guerra Infinita que fosse narrada pelo jeitão descontraído do Luis (Michael Peña). Até pelo tom do filme, isso não foi possível, mas o anúncio para os fãs da escalação de Michelle Pfeiffer para o papel proporcionou à produção a chance de realizar esse conteúdo. Sim, existe um vídeo promocional – que foi exibido apenas nos painéis das Comic Con’s pelo mundo – com Scott Lang e Luis narrando toda a história do Universo Cinematográfico Marvel daquele jeito ridiculamente engraçado do Luis no primeiro filme. Tudo isso para contextualizar a Jan (Pfeiffer) onde ela estava se metendo. Eu fui um dos privilegiados que teve acesso ao clipe na época, então atesto que não é um delírio coletivo. O mais surpreendente, porém, é que esse vídeo não tenha saído como bônus de nenhuma das edições especiais que a Marvel lançou nos últimos anos e nem tenha sido lançado oficialmente em nenhum canal da empresa nas redes sociais. É um material muito divertido e que certamente seria louvado pelos fãs no mundo todo.

Magia do cinema

Uma das sequências mais divertidas do MCU é justamente o período em que Scott Lang precisa encontrar meios de fazer seus dias de prisão domiciliar passarem sem que ele fique entediado, já que não pode passar para fora do portão do jardim. Após um acidente, o simpático Agente Jimmy Woo (Randall Park) aparece para verificar se está tudo bem e acaba sendo enganado por Scott, que o impressiona com seus truques de mágica. O efeito desses truques é tão grande que Woo começa a treinar e mostra suas habilidades em outras produções do MCU, como WandaVision (2021). Pois bem, quem também teve que treinar esses truques foi o próprio Paul Rudd, que aprendeu a realizar esses truques de mágica para fazer o filme. Ele chegou a afirmar que foi divertido embarcar em um novo aprendizado, mas que já esqueceu como fazer a maioria deles.

Vai encarar?

A sequência explora bem mais as escalas mínimas e máximas alcançadas pelo uso das Partículas Pym. E uma das cenas mais criativas é justamente uma em que Hank Pym abre uma maleta de carrinhos Hot Wheels, que armazena dezenas de carros de verdade encolhidos, e escolhe modelos para usá-los em fugas. O mais curioso dessa cena é que mesmo com a Hot Wheels tendo licenciado os direitos para lançar carrinhos baseados na franquia, nenhuma das principais miniaturas mostradas do filme são modelos vendidos pela empresa mais famosa do mundo dos carrinhos de ferro.

Decepcionado

O diretor Peyton Reed compartilhou com os fãs todo processo criativo do filme, conforme iam avançando na história. E em uma dessas vezes, ele se disse decepcionado de ter que dividir o uso dos personagens de seus filmes com outras franquias do Universo Cinematográfico Marvel, principalmente por terem usado o poder do Homem-Formiga de ficar gigante pela primeira vez em Capitão América: Guerra Civil (2016). Por considerar uma poder muito impactante do herói, Reed queria introduzi-lo na sequência da franquia própria do personagem. Assim, ele perdeu um grande chamariz para seu trabalho ao perder o ineditismo dessa habilidade.

Roteirista

Apesar de ser bastante comum no cinema, não é exatamente muito popular nos filmes com super-heróis que os atores que interpretam o protagonista participem do roteiro desses projetos. No entanto, o ator e humorista Paul Rudd é creditado oficialmente como um dos roteiristas tanto de Homem-Formiga (2015) quanto de Homem-Formiga e a Vespa (2018). Por isso que há cenas que são tão perfeitas para seu personagem que parecem ter sido escritas pelo próprio Scott. Infelizmente, Rudd não reprisou a função em Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania (2023) – e aparentemente fez bastante diferença no resultado final. Além de Rudd, outro ator que foi creditado como roteirista de sua própria aventura com heróis foi o também humorista Ryan Reynolds, que ajudou a escrever Deadpool 2 (2018).

Pai e filho

Uma das adições mais esperadas (e frustrantes) desse filme foi a chegada do icônico Laurence Fishburne como Bill Foster, o Golias. Nos quadrinhos, Bill é um dos heróis mais queridos pelos próprios super-heróis, marcado eternamente por sua chocante morte na saga Guerra Civil, em que ele é assassinado pela versão robótica do Thor. Além de ser impactante por efetivamente transformar o confronto em uma guerra, ele morre em seu tamanho expandido, precisando ser enterrado em várias jardas no cemitério. Nos cinemas, porém, sua passagem é bem blasé, tanto que muitos sequer lembram que ele já existe no MCU. No filme, Bill é mostrado como um antigo rival de ciência de Hank, que também desvendou a fórmula para alterar seu tamanho. Em um flashback da juventude dos dois, vemos uma versão rejuvenescida por CGI de Laurence. No entanto, o ator que o interpretou em tela e teve seu rosto alterado digitalmente foi Langston Fishburne, o próprio filho de Laurence.

Homem-Formiga e a Vespa está disponível no Disney+.

Crítica | ‘Rede Tóxica’ – Uma crítica voraz mostrando os PERIGOS das redes sociais

O submundo da internet é um lugar perigoso – sempre foi. Com o avanço das tecnologias, principalmente das redes sociais, que vestem a camisa do espírito livre e se protegem com o escudo da liberdade de expressão, de vez em quando nos deparamos, em nossos feeds, com conteúdos violentos e ofensivos que não queremos assistir. Poucas vezes conseguimos parar para pensar sobre o tema, mas isso se mostra cada vez mais necessário.

Trazendo uma crítica voraz e cirúrgica sobre o impacto da internet no nosso cotidiano, chegou à HBO MAX um drama repleto de camadas, que nos leva através de uma protagonista cuja vida é revirada quando resolve tomar uma atitude diante do caos que a cerca. Dirigido pela cineasta alemã Uta Briesewitz e com roteiro de Matthew Nemeth, Rede Tóxica segue uma narrativa lenta que busca, nos detalhes, abrir as portas das reflexões que chegam com força.

Daisy (Lili Reinhart) é uma jovem que sonha em se tornar enfermeira. No entanto, por conta de algumas questões, segue a vida trabalhando em uma empresa de monitoramento de redes sociais, onde tem o papel de assistir a vídeos que são denunciados e deletá-los quando necessário. Um desses conteúdos a deixa perplexa e indignada, fato que a faz ir atrás dos envolvidos.

Inteligência Artificial: 10 filmes intrigantes sobre o tema

A partir do olhar da protagonista, cada peça é colocada aos poucos, somando-se à força das mensagens que são sugeridas pelas entrelinhas. Com o contexto muito bem destrinchado, explorando as relações das pessoas com os dispositivos de comunicação que seguem livremente pela internet, vamos sendo conduzidos para um desenvolvimento de personagem muito bem feito, mostrando os dilemas, as aflições e os conflitos emocionais provocados por uma função profissional controversa.

Uma coisa que não dá pra entender é por que esse filme tem a nota baixa no IMDB ou mesmo por que não gerou mais burburinho. Será que as mensagens (óbvias) que a obra provoca não conseguem chegar a todo mundo? Utilizando a metáfora em alguns momentos – prestem atenção no simbolismo que a figura do crocodilo provoca -, o roteiro se mostra eficiente, com um discurso afiado, prendendo a atenção mesmo em uma atmosfera melancólica que, carece de ritmo em muitos momentos, não interfere na fluidez narrativa.

Rede Tóxica é o tipo de filme que te conquista aos poucos, e chegamos ao desfecho com uma série de indagações sobre o papel das redes sociais em um planeta que não para de investir em tecnologia, mas que não percebe – ou protege pouco – os perigos que cercam a linha tênue entre crime e liberdade de expressão.

Crítica | Anatomia do Post – Documentário EXCELENTE na Globoplay Alerta Para os Perigos das Redes Sociais

Não é de hoje que um debate urgente vem tomando conta de todos os países: os perigos ocultos no uso da internet. Mais especificamente, o uso da internet pelos jovens. Enquanto países como a Austrália colocaram em vigor uma lei que proíbe o uso e a criação de perfis em redes sociais por jovens menores de dezesseis anos, no Brasil, por exemplo, muitas escolas passaram a adotar, nos últimos meses, a proibição do uso de celular em sala de aula, de modo que as crianças e adolescentes devem guardar seus aparelhos em caixas lacradas que só são abertas ao final do turno letivo. Ambos os casos são tentativas de preservar a saúde, em muitos aspectos, desses mesmos jovens, mas não são medidas que resolvem de vez a coisa. E, numa tentativa de mostrar a urgência que essa questão precisa ser considerada, a Globoplay lançou esse mês o documentárioAnatomia do Post’, que teve exibição prévia dentro do BBB para os participantes.

Em quase setenta minutos, o documentário aborda absolutamente todos os pontos cruciais que deveriam ser refletidos pelas sociedades acerca dessa realidade da qual não podemos fugir: a internet faz parte da vida de todo mundo no mundo inteiro, mas também é uma verdade que não há regulação segura o suficiente para ninguém. Então, se ao mesmo tempo os mais velhos ficam suscetíveis a golpes virtuais, os jovens, por suas vezes, ficam vulneráveis a abordagens que muitas vezes ferem e/ou ameaçam a saúde deles – moral, mental, física, emocional, financeira, etc.

O roteiro de Eliane Scardovelli e Caio Cavechini divide o longa em seis partes, seis capítulos que abordam os pontos principais de como a internet – e mais especificamente as redes sociais – têm colaborado para a queda drástica em desempenho escolar, somados ao aumento do isolamento, baixa autoestima, do bullying, da automutilação e das múltiplas formas de violência. Para contar essa história, o roteiro fez uma pesquisa dedicada e extensa, partindo da escuta de duas jovens de mundos distintos e distantes – uma influenciadora digital que trabalha com a mãe e uma seguidora, que se inspira na primeira – para mostrar como a dinâmica entre produtores de conteúdos juvenis e seus mundos é bem distante da dinâmica dos consumidores de conteúdos, e a mecânica da influência exerce de maneira avassaladora nesses jovens. Para construir a linha de raciocínio, os pesquisadores ouviram delegados, investigadores, policiais, moderadores de conteúdo, ex-funcionários das gigantes Meta e TikTok, pais, mães, psicólogos. A conexão que foi traçada entre tantos especialistas, vítimas e até mesmo criminosos impressiona e, ao final, nos deixa a sensação de que não faltou nada a ser abordado: todos os lados foram ouvidos.

Eliane Scardovelli ficou à frente na direção desse ‘Anatomia do Post’ e fez um ótimo trabalho, tanto na seleção do material que entrou nesse corte final quanto na montagem e edição, intercalando bem os depoimentos com ilustrações impactantes que retratavam o sentimento que estava sendo abordado naquele momento. Além disso, a diretora também teve muita sensibilidade e responsabilidade em trazer o impactante e tristíssimo depoimento de uma mãe e um pai que perderam um filho, que tirou a própria vida após ser chantageado na internet. O arco do documentário se fecha, assim, com o chocante impacto de uma realidade que só aumenta: o fim da vida de tantos jovens por conta da internet.

Didático, corajoso, forte, direto e muito bem construído, ‘Anatomia do Post’ é um filme que precisa passar em todos os cantos e ser assistido por todo mundo, para que a internet possa se tornar apenas uma ferramenta útil a todos, e não um instrumento de prejuízo. Felizmente, ‘Anatomia do Post’ está disponível para assistir gratuitamente na Globoplay até mesmo para não assinantes.

Diretor de ‘O Diabo Veste Prada 2’ revela que Nate QUASE apareceu na sequência

Em uma recente entrevista ao Entertainment Weekly, o diretor David Frankel revelou que, originalmente, a sequência O Diabo Veste Prada 2’ contaria com uma participação especial de Adrian Grenier como Nate.

Para aqueles que não se recordam, Nate era namorado de Andy Sachs (Anne Hathaway) no filme de 2006 e se tornou um dos personagens mais odiados da narrativa pelos fãs.

“Eu tinha uma ideia de colocá-lo em uma participação especial e, no final das contas, era tarde demais para fazer isso acontecer no nosso cronograma”, ele explicou. Frankel afirmou que as gravações do filme foram encerradas pouco menos de um mês antes do lançamento nos cinemas, então “não havia tempo” de incluí-lo no corte final.

Em julho do ano passado, Grenier havia revelado que não retornaria para a sequência. Meses mais tarde, o astro rompeu o silêncio sobre o assunto, afirmando estar desapontado por não participar do projeto – e disse que a percepção pública de Nate pelo público foi o motivo dele ter sido totalmente cortado da continuação.

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 30 de abril, com lançamento pela 20th Century Studios.

A continuação, que adapta elementos da obra ‘A Vingança Veste Prada’, mostra Andy Sachs anos após deixar os corredores implacáveis da revista Runway. Agora, Andy é uma jornalista investigativa respeitada e premiada, mas seu passado volta a assombrá-la quando o nome de Miranda Priestly ressurge no centro das atenções.

Desta vez, Miranda enfrenta o maior desafio de sua carreira: lutar pela relevância em uma indústria dominada por influenciadores digitais e pela queda das revistas impressas. Questionada por investidores e pressionada a se adaptar a um mundo que já não se curva automaticamente ao seu olhar gélido, a lendária editora precisará provar seu valor.

É nesse cenário de transformação que os caminhos de Andy e Miranda se cruzam novamente.

Anne HathawayMeryl StreepEmily BluntStanley Tucci retornam.

Com direção de David Frankel , o filme tem um orçamento estimado em US$ 100 milhões.

‘O Diabo Veste Prada 2’: Ator explica ausência na sequência e revela desejo de estrelar possível spin-off

‘MICHAEL’ arrecada US$ 217,4 milhões mundialmente e tem a MAIOR ABERTURA da história para uma cinebiografia musical

A cinebiografia MICHAEL, centrada no icônico rei do pop Michael Jackson, SUPEROU todas as expectativas nas bilheterias mundiais – reiterando o contínuo impacto de um dos maiores musicistas de todos os tempos.

O longa-metragem estrelado por Jafaar Jackson e dirigido por Antoine Fuqua arrecadou US$ 97 milhões nos Estados Unidos no fim de semana e US$ 217,4 milhões no mundo todo. Desse total, US$ 120,4 milhões vieram de 82 mercados internacionais, distribuídos pela Universal.

Esse é o melhor resultado de todos os tempos para uma cinebiografia musical, superando a de ‘Straight Outta Compton’ – que arrecadou US$60,2 milhões em sua estreia nos EUA.

‘Michael’ e as biografias Musicais lançadas na última década

A empresa de estatísticas de bilheteria EntTelligence relata que 6,3 milhões de pessoas assistiram a Michael apenas na América do Norte, com um preço geral de ingresso de US$ 15,01.

‘Michael’: Filme originalmente abordaria acusações de abuso e investigações policiais

A empresa de estatísticas de bilheteria EntTelligence relata que 6,3 milhões de pessoas assistiram a Michael apenas na América do Norte, com um preço geral de ingresso de US$ 15,01.

‘Michael’: Filme originalmente abordaria acusações de abuso e investigações policiais

Ele também teve a melhor estreia para um filme live-action no ano, à frente de ‘Devoradores de Estrelas‘ (80,5 milhões de dólares).

Apesar do imbróglio jurídico entre o espólio, que atrasou a produção, o público global de cinema é indiferente a esses detalhes internos e pôlemicas na hora de decidir comprar ingressos.

‘Michael’: Rei do Pop quase ganhou cinebiografia inusitada sob o olhar de Bubbles, o famoso chimpanzé do astro

A bilheteria reflete-se também na sólida recepção do público, que garantiu 96% de aprovação no Rotten Tomatoes contra díspares 40% de aprovação da crítica especializada.

Dicas de filmes para quem amou ou odiou ‘Michael’

Dirigido por Fuqua e realizado em colaboração com o espólio do cantor e compositor, o filme foca na trajetória de Jackson desde a infância no Jackson 5 até o fenômeno global da turnê Bad, em 1988.

‘Michael’: Cinebiografia sobre o rei do pop é MASSACRADA pela crítica internacional; Confira!

Michael’ está em cartaz nos cinemas nacionais.

Crítica 1 | ‘Michael’ – Antoine Fuqua constrói uma singela carta de amor a Michael Jackson com a cinebiografia

Crítica 2 | ‘Michael’ é uma embalagem bonita para uma caixa VAZIA. Para alguns, isso basta…

Dirigido por Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’, ‘O Protetor’), o filme propõe um retrato cinematográfico profundo sobre a vida e o legado de Michael Jackson. A trama vai além dos palcos, acompanhando a jornada do artista desde a descoberta de seu talento precoce como líder dos Jackson Five até sua transformação em um visionário global, impulsionado pela busca incessante de se tornar o maior artista do mundo.

O roteiro, assinado pelo três vezes indicado ao Oscar John Logan (‘Gladiador’, ‘O Aviador’), oferece ao público um lugar na primeira fila para observar a vida de Michael fora dos holofotes, alternando com as performances mais emblemáticas do início de sua fase solo.

A cinebiografia marca a estreia de Jaafar Jackson no cinema, assumindo o desafiador papel de seu tio. O elenco principal conta ainda com nomes de peso da indústria: Colman Domingo, Nia LongMiles TellerLaura Harrier e Juliano Krue Valdi.

A produção executiva está sob o comando do vencedor do Oscar Graham King (‘Bohemian Rhapsody’), em parceria com John Branca e John McClain, figuras ligadas diretamente ao espólio de Michael Jackson e responsáveis por projetos como This Is It’.

Com Paul Rudd e Nick Jonas, comédia ‘Hit Para Dois’ estreia no Brasil em JUNHO

A Diamond Films revelou o cartaz inédito de ‘Hit para Dois‘ (Power Ballad), comédia musical estrelada por Paul Rudd (‘Anaconda’) e Nick Jonas (‘Jumanji: Bem-vindo à Selva’).

Além disso, a distribuidora confirmou que o longa-metragem será lançado nos cinemas nacionais no dia 11 de junho.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 11 de junho, pela Diamond Films.

Crítica | Hit Para Dois – Paul Rudd e Nick Jonas em DELICIOSO filme que usa a música para falar sobre valores morais

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

John Carney (‘Amor Moderno’) é responsável pela direção.

Na trama, quando Rick (Rudd), um cantor de casamentos, conhece Danny (Jonas), uma estrela em decadência de uma boy band, durante um show, os dois criam um laço através da música e de uma colaboração noturna. Mas quando Danny transforma uma das canções de Rick no sucesso que reacende sua carreira, Rick decide reconquistar o reconhecimento que acredita merecer – mesmo que isso signifique arriscar tudo o que lhe importa.

Ele também assina o roteiro ao lado de Peter Mcdonald.

‘O Diabo Veste Prada 2’: Vídeo de bastidores explora o impacto CULTURAL da mini-franquia; Confira!

Foi divulgado um vídeo promocional inédito de O Diabo Veste Prada 2’, que chega aos cinemas vinte anos depois do filme original.

O material nos leva aos bastidores do longa-metragem e explora o impacto cultural que a mini-franquia trouxe desde sua estreia em 2006.

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 30 de abril, com lançamento pela 20th Century Studios.

Confira:

A continuação, que adapta elementos da obra ‘A Vingança Veste Prada’, mostra Andy Sachs anos após deixar os corredores implacáveis da revista Runway. Agora, Andy é uma jornalista investigativa respeitada e premiada, mas seu passado volta a assombrá-la quando o nome de Miranda Priestly ressurge no centro das atenções.

Desta vez, Miranda enfrenta o maior desafio de sua carreira: lutar pela relevância em uma indústria dominada por influenciadores digitais e pela queda das revistas impressas. Questionada por investidores e pressionada a se adaptar a um mundo que já não se curva automaticamente ao seu olhar gélido, a lendária editora precisará provar seu valor.

É nesse cenário de transformação que os caminhos de Andy e Miranda se cruzam novamente.

Anne HathawayMeryl StreepEmily BluntStanley Tucci retornam.

Com direção de David Frankel , o filme tem um orçamento estimado em US$ 100 milhões.

‘O Diabo Veste Prada 2’: Ator explica ausência na sequência e revela desejo de estrelar possível spin-off

Confira o novo trailer INCRÍVEL de ‘Spider-Noir’, série estrelada por Nicolas Cage

O Prime Video divulgou o trailer completo da aguardada série live-action ‘Spider-Noir‘, estrelada pelo vencedor do Oscar Nicolas Cage.

A produção será lançada no serviço de streaming no dia 27 de maio.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Brendan Gleeson (‘Mr. Mercedes’), Lamorne Morris (‘New Girl’), Abraham Popoola (‘Andor’), Jack Huston (‘As Bruxas Mayfair’), Li Jun Li (‘Babilônia’) e Kai Caster (‘Yellowstone’) também fazem parte do elenco.

Vale lembrar que Cage já havia dublado o personagem titular na franquia animada ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘.

A trama será ambientada nos anos 30, em Nova York, e seguirá um investigador particular que é forçado a confrontar seu passado como o único super-herói da cidade. A produção se passa em um universo paralelo sem a presença de Peter Parker, o Homem-Aranha original.

Anteriormente, Cage havia confirmado que ‘Spider-Noir‘ contará com oito episódios: “a 1ª temporada terá oito episódios de quarenta e cinco minutos. Então, é o equivalente a quatro filmes em cinco meses. E eu tenho outro filme para o qual tenho que me preparar, e então um filme logo depois dele.”

Oren Uziel (‘Mortal Kombat’) e Steve Lightfoot (‘O Justiceiro’) serão os showrunners. Harry Bradbeer (Fleabag, Killing Eve) fica responsável pela direção.

Crítica | Um Pai em Apuros – Rafael Infante e Dani Calabresa Fazem Simpática Releitura de Comédia Espanhola

2026 e a dinâmica familiar ainda precisa ser conversada. Por mais que hoje consigamos falar abertamente sobre divisões de tarefas domésticas e corresponsabilidade na criação dos filhos, por exemplo, e que muito se tenha avançado na vida familiar, é também um fato que muito ainda precisa melhorar. A mulher ainda tem a maior carga de responsabilidade dentro da gerência de um lar, e isso se reflete na sobrecarga mental, física, emocional da mulher. E exatamente sobre esse ponto da vida de um casal estreou essa semana nos cinemas brasileiros a comédiaUm Pai em Apuros’.

Roberta (Dani Calabresa, de ‘O Palestrante’) está à beira de uma síncope. Mãe de quatro filhos, ela está no seu limite pois a toda hora é uma aula de natação, levar pra escola, fralda do bebê, granola do café. E o marido, Fred (Rafael Infante, de ‘Não Tem Volta’), não só não ajuda como atrapalha. É que em vez de ser um pai participativo, ele fica pedindo mil coisas pra Roberta, porque ela era advogada antes de largar a carreira para cuidar dos filhos. Então um dia Roberta decide largar tudo e sair de férias real oficial com sua irmã, deixando Fred a cargo dos filhos e da casa. Só que essa ação além de coincidir com um período delicado do trabalho dele, que está às vésperas de uma possível promoção, também o forçará a um choque de realidade ao qual Fred não estava preparado. Agora, da noite para o dia, ele precisará aprender a ser pai.

Baseado na comédia espanhola ‘Mamãe Saiu de Férias’, a versão brasileira busca ilustrar, através do humor, os desafios que uma mãe enfrenta ao ser a única responsável pela administração de uma casa/família. Assim, o roteiro centra a maior parte do longa na jornada desse homem de negócios que se vê, “do nada, obrigado” a assumir o papel de pai – e, para que isso fique bem evidente ao espectador, as situações que ele enfrenta precisam ser bastante claras, beirando o clichê.

Ainda assim, há muitas piadas e situações de humor que fazem rir. Como, pode exemplo, toda a sequência em que ocorre a celebração na empresa em que Fred trabalha, que culmina num caos total. Mas é o elenco base que proporciona a dinâmica dos protagonistas e que provoca a maior parte das risadas, com especial destaque à humorista Macla Tenório, que interpreta Brenda, uma ex-funcionária da empresa em que Fred trabalha e que, por uma enorme consciência, acaba indo trabalhar para a família dele. Macla tem humor nato, tem timing e consegue transformar uma cena boba em engraçada sem parecer ensaiada. Destaque também para o elenco mirim, principalmente a dupla de gêmeos Caio Costa e Pedro Costa, que interpreta, ambos, o mesmo personagem – TomTom – o filho caçula do casal protagonista. Esses meninos têm carisma de sobra e brilham em todas as cenas. O filme conta ainda com Babu Santana, Xande Valois, Lara Infante e Bella Alelaf no elenco.

Dirigido por Carol Durão (de ‘Doce Família’), o longa entretém e diverte ao propor reflexões sobre o cotidiano atribuído às mulheres mas que precisa ser assumido também pelos companheiros destas. A diretora fez boas escolhas ao optar por cenas mais solares, iluminadas e com a trilha sonora original, assinada pelo mestre Plínio Profeta, que encaixa muito bem as sensações dos personagens ao que ocorre no momento na trama.

Com um humor bem estilo Multishow, só que com um núcleo familiar, ‘Um Pai em Apuros’ é uma simpática comédia que, de quebra, pode fazer o público refletir sobre a sobrecarga que é alguém sozinho cuidar de uma família tão cheia de demandas.

‘Michael’ e as biografias Musicais lançadas na última década

O dia que muitos fãs esperavam, chegou! ‘Michael’, biografia do lendário Michael Jackson, está entre nós! O cantor foi o ídolo para muitas gerações, e continua a encantar com sua música – um verdadeiro acervo de clássicos. Michael foi o artista mais vendido no mundo, um verdadeiro fenômeno incontestável. Para muitos, esse era o filme mais esperado do ano. ‘Michael’, o filme, promete ser também uma das maiores bilheterias de 2026, e a biografia musical mais rentável da história – posto ocupado atualmente por ‘Bohemian Rhapsody’ (o filme do Queen), com US$910 milhões mundiais em caixa.

Para entrar no clima dessa empolgante cinebiografia, que aborda apenas a primeira parte da vinda do astro conhecido como rei do pop, resolvemos listar alguns dos filmes mais proeminentes deste que já virou um subgênero do cinema, somente nos últimos dez anos. Confira se você já assistiu a todos, ou se tinha algum deles que você sequer havia ouvido falar. Confira.

Michael

A biografia do rei do pop é a mais recente a chegar nos cinemas, prometendo um enorme sucesso. Michael Jackson foi um verdadeiro ícone pop, fazendo parte da vida da maioria dos seres humanos no planeta. Justamente por essa abrangência, os especialistas preveem que o longa que o homenageia deverá ser o maior do gênero – um sucesso monstruoso. Como o filme estreou este fim de semana, teremos que esperar para ver como irá se comportar nas bilheterias.

Bohemian Rhapsody

Lançado em 2018, o “filme do Queen” é atualmente a maior biografia musical de todos os tempos. O longa arrecadou nada menos que US$900 milhões em bilheterias mundiais – chegando bem perto do tão almejado bilhão de dólares. Mas não foi apenas isso, pois Bohemian foi indicado para 5 Oscar, incluindo melhor filme, e ganhou 4, dando para o protagonista Rami Malek uma estatueta de melhor ator. Com tamanho prestígio, Bohamian se tornou o modelo das biografias para estes últimos dez anos.

Rocketman

Seguindo muito de perto a cartilha montada por Bohemian Rhapsody, logo no ano seguinte a Paramount tirou do papel a biografia do lendário Elton John. E se Freddie Mercury e o Queen haviam feito todo aquele “estrago”, imagina o que uma figura maior que a vida como Elton John não poderia fazer. Realmente, parte dos críticos e dos cinéfilos concordaram que ‘Rocketman’ é um filme melhor que ‘Bohemian Rhapsody’. Porém, como já haviam “queimado a largada” e premiado o filme do Queen, o Oscar não ia dar moral para outra biografia musical logo no ano seguinte. Desta forma, o único Oscar do filme foi para a canção original ‘I’m Gonna Love me Again’, do próprio Elton John.

Elvis

Passados três anos, a Academia teve tempo de respirar novamente e começar a cogitar indicações para outra biografia musical. Pior para ‘Rocketman’, que saiu prejudicado. No entanto, o rei do rock se beneficiou deste hiato. A biografia ‘Elvis’ foi dirigida pelo especialista Baz Luhrmann, um cineasta que sabe como ninguém mesclar linguagem pop, com visual bastante chamativo e musicais. A prova disso é ‘Moulin Rouge’, seu trabalho mais badalado. ‘Elvis’ conseguiu encantar o público e se tornou um sucesso, apesar de ter sido lançado em meio à pandemia. O protagonista Austin Butler se tornou um astro e foi indicado ao Oscar com seu retrato da lendária figura. Fora isso, o filme também foi indicado ao Oscar e recebeu mais seis nomeações.

Um Completo Desconhecido

Mais recentemente tivemos a biografia do igualmente icônico Bob Dylan, cantor de folk rock conhecido por sua voz arrastada. Influência para grande parte dos cantores de rock na época, Dylan chegou à Nova York no início da década de 1960 com 19 anos, e conquistou seu de se tornar um cantor famoso. No cinema, o intérprete do cantor foi o menino de ouro Timothée Chalamet – em um filme dirigido por James Mangold (de ‘Johnny e June’ e ‘Logan’). Essa foi outra produção de prestígio, e terminou indicada a 8 Oscar, assim como ‘Elvis’, incluindo melhor filme e ator protagonista. Além disso, trouxe no elenco Elle Fanning, Edward Norton e Monica Barbaro (esses dois últimos com indicações para chamar de suas também).

Springsteen: Salve-me do Desconhecido

Como de costume acontece no Oscar, a Academia não gosta de premiar ou indicar filmes semelhantes dois anos seguidos. É preciso ter um distanciamento para deixar a coisa respirar. Assim, embora muitos o tenham achado superior, ‘Rocketman’ terminou sem grandes indicações porque ‘Bohemian Rhapsody’ já havia papado tudo no ano anterior. O mesmo ocorreu aqui, com essa biografia do “boss” Bruce Springsteen, um dos grandes nomes do pop rock americano nos anos 80. Acontece que no ano anterior os holofotes haviam ido para Bob Dylan em ‘Um Completo Desconhecido’. Assim, Springsteen saiu prejudicado pela proximidade, mesmo que já despertasse falatório de possíveis indicações, em especial para o filme e para o trabalho de Jeremy Allen White como o protagonista.

Estados Unidos vs. Billie Holiday

Que filme é esse, você pergunta? Pois bem, querido leitor, a biografia da icônica Billie Holiday não apenas existe e foi lançada há cinco anos, como também recebeu uma indicação ao Oscar. Tudo bem se você não conhecer, quase ninguém conhece. O motivo é que o longa foi lançado em meio à pandemia e teve uma estreia restrita, passando em branco para grande parte do público. O filme foi dirigido por Lee Daniels, o mesmo de ‘Preciosa’ e ‘O Mordomo da Casa Branca’, e indicou ao Oscar a protagonista Andra Day, que vive Holiday no filme. Porém, a atriz sofreu do que muitos chamam de “maldição do Oscar”, já que depois do auge de sua carreira, desapareceu por completo.

Respect: A História de Aretha Franklin

No mesmo ano, tivemos a biografia de outra verdadeira lenda da música americana. Aretha Franklin foi influenciada pela música de Billie Holiday e por demais cantores de sua geração. Apesar de ambas serem mulheres negras empoderadas, cujas vidas são verdadeiras histórias de superação, Holiday se destacou dentro do jazz e faleceu em 1959, quando Franklin ainda estava em seu início de carreira. Aretha ganharia os holofotes na década de 1960. Como as atenções no Oscar foram para ‘Billie Holiday’, o filme de Aretha Franklin passou em branco nas principais premiações, mesmo contando com a presença da vencedora do Oscar Jennifer Hudson no papel protagonista.

I Wanna Dance with Somebody: A História de Whitney Houston

Nem todos os cantores queridos recebem os louros devidos no cinema, quando suas biografias são lançadas. Se fossemos pautas somente pela importância de tais artistas, certamente eles mereceriam todos os Oscar possíveis e imagináveis. Mas simplesmente não existe lugar para todos no cinema. Esse foi o caso com a lendária Whitney Houston, que marcou toda uma geração e ainda se encontra no top 100 dos artistas mais vendidos de todos os tempos, com mais de um de seus álbuns. A cantora foi simplesmente um fenômeno e sua história de vida é de sucesso, mas também de tristeza e derrota. A verdade é que com quase 2h30min de projeção, o filme de Houston deixou muito a desejar. E apesar de ser uma boa atriz, Naomi Ackie não tem nada a ver com Whitney, e não conseguiu capturar o espírito e a essência da cantora.

Bob Marley: One Love

O mesmo pode ser dito do filme de Bob Marley. A lenda do reggae merecia muito mais. Seu filme teve um resultado “méh”. Este é aquele tipo de filme chapa branca, que não incomoda demais, e também não tenta fazer nada de diferente. Segue a cartilha das biografias, passando item a item a vida do homenageado. Sem um grande diretor para dar aquele diferencial, e sem grandes nomes na frente das telas, o filme de Bob Marley ficou com cara de Sessão da Tarde. Apesar disso, o longa não foi um fracasso, e conseguiu levar os fãs, arrecadando quase US$200 milhões mundiais. O protagonista Kingsley Ben-Adir também passa longe de incorporar Bob, soando certinho demais, e sequer arriscou cantar, apenas dublando a voz do próprio Marley. O grande destaque aqui fica com a estonteante, carismática e dona de muita presença Lashana Lynch, que vive a esposa do cantor.

Back to Black

Fechando a matéria, temos outra cantora que também merecia muito mais. Quando foi anunciado que a diva meteórica Amy Winehouse iria ganhar uma biografia, todos gritaram “Oscar”. Pudera, Amy foi uma verdadeira sensação, daquelas que em pouco tempo dominam o mundo. Em meados dos anos 2000, Winehouse já era um sucesso absoluto, com seu estilo jazz-rock-pop. Seu vozeirão que remetia as cantoras negras do passado e suas letras dançantes fizeram dela uma estrela internacional. Porém, sua vida errática, vício em álcool e drogas, a transformou em mais um mito que se foi cedo demais. O filme, no entanto, estrelado por Marisa Abela e dirigida por Sam Taylor-Johnson passou em branco, se tornando fracasso de crítica e público.

Terror inovador para assombrar seus sonhos está disponível no Prime Video

Para os entusiastas de um verdadeiro cinema de horror, que valorizam tramas originais capazes de mesclar suspense psicológico com um roteiro inteligente, ‘Sleep: O Mal Nunca Morre’ já está disponível no catálogo do Prime Video. O longa marca a estreia na direção e roteiro de Jason Yu.

A trama acompanha o drama de um jovem casal em um momento de vulnerabilidade.

“Uma jovem esposa grávida fica preocupada quando os hábitos de sonambulismo do marido se transformam em comportamentos cada vez mais grotescos. Após uma consulta sem sucesso em uma clínica do sono, eles buscam desesperadamente a ajuda de um xamã”, revela a sinopse oficial.

O elenco principal conta com performances de Lee Sun-kyun, Jung Yu-mi e Kim Geum-soon, que dão vida à tensão crescente da obra.

No agregador Rotten Tomatoes, o filme conquistou a impressionante marca de 95% de aprovação dos críticos (baseado em 63 avaliações) e 72% por parte do público.

A crítica especializada foi unânime em elogiar a originalidade do projeto, destacando que a experiência se torna ainda mais rica em uma segunda visualização, quando as nuances do roteiro de Yu ficam mais evidentes.

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“Sleep é mais inteligente e envolvente do que assustador, dispensando recursos banais do gênero, como sustos fáceis”, disse
Dennis Harvey da Variety.

“Sleep já é divertido na primeira vez, mas uma segunda assistida provavelmente revelará ainda mais reviravoltas elegantes e um roteiro inteligente, aqui não há nada que dê sono”, disse Kate Erbland do IndieWire.

“Yu para exatamente onde precisa para preservar e manter a atmosfera sugestiva e as ambiguidades encantadoras de Sleep”, disse A
Simon Abrams do RogerEbert.

“A direção, o design de som e os atores principais ainda fazem desta uma recomendação fácil, embora o ato final de Sleep tropece feio e acabe impactando retroativamente tudo o que veio antes”, disse Joe Lipsett do Bloody Disgusting.

“O sono da razão é o que supostamente produz monstros… mas não tantos quanto a privação de sono. Esse é o terrível paradoxo que impulsiona este elegante, íntimo e deliciosamente ousado suspense sul-coreano de Jason Yu, estreante em longas-metragens”, disse
Peter Bradshaw do The Guardian.

“Terminamos com um desfecho frenético que satisfaz todo desejo de catarse, ao mesmo tempo em que transforma em arte a propagação da dúvida criativa. Um excelente drama de câmara”, disse Donald Clarke do Irish Times.

‘Sleep: O Mal Nunca Morre’ está disponível no Prime Video.

‘Mother Mary’: Diretor revela inspiração em Taylor Swift para longa estrelado por Anne Hathaway

A atriz Anne Hathaway assume o papel da icônica cantoraMother Mary em seu novo projeto cinematográfico, sob a direção de David Lowery. Em entrevista à revista Empire, o cineasta revelou que a principal fonte de inspiração para a construção visual e técnica do longa foi, surpreendentemente, Taylor Swift.

“O filme-concerto de Reputation dela é um dos melhores já feitos. É realmente fenomenal. Para nossas sequências de show, assistimos aquilo repetidamente. Vocês não imaginam o quanto falamos sobre Taylor”, contou Lowery.

A turnê de 2018 de Swift foi fundamental para ajudar o diretor e sua equipe a viabilizar a produção de Mother Mary dentro de limitações orçamentárias rígidas. A estratégia consistiu em utilizar a estrutura da popstar como um modelo de engenharia cinematográfica.

“Pegamos três músicas de Reputation, destrinchamos cena por cena e pensamos: ‘Ok, se fôssemos fazer isso, quanto custariam esses planos em efeitos visuais?’ Usamos isso como ferramenta de orçamento, porque não sabíamos como viabilizar um show de estádio com orçamento reduzido. Estávamos literalmente usando Reputation como guia. Posso falar sobre Reputation o dia todo”, explicou o diretor.

‘Mother Mary’: Anne Hathaway revela inspiração em Beyoncé para viver cantora em novo longa

A influência de Swift ultrapassou os aspectos técnicos e permeou o ambiente de set e a relação entre o elenco.

“Quando encerramos as gravações, Annie [Hathaway] me deu uma pulseira de miçangas no estilo Taylor Swift escrita ‘Anti-Hero'”, revelou Lowery, mencionando ainda que ambos assistiram a uma apresentação da “The Eras Tour” na Europa.

Para o diretor, a projeção do futuro da carreira de Swift foi o alicerce para a composição da protagonista vivida por Hathaway.

“Definitivamente trouxe muito de Taylor Swift para a construção de quem é Mother Mary. Eu dizia com frequência: ‘Imagine Taylor Swift daqui a 10 ou 15 anos, esse tipo de pessoa poderia ser essa personagem'”, concluiu.

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O elenco ainda conta com Hunter Schafer, Atheena Frizzell, Kaia Gerber, Jessica Brown Findlay, Isaura Barbé-Brown, Alba Baptista, Sian Clifford e FKA Twigs.

Feridas há muito enterradas vêm à tona quando a icônica estrela pop Mother Mary se reúne com sua melhor amiga distante e ex-figurinista, Sam Anselm, na véspera de sua apresentação de retorno.

David Lowery (‘A Lenda do Cavaleiro Verde’) é responsável pela direção e roteiro.

A trilha sonora fica por conta de Charli XCX e Jack Antonoff.

Harrison Ford relembra luta contra a depressão na juventude: “Eu estava socialmente doente”

Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull (2008) Harrison Ford credit: David James/ ? Lucasfilm Ltd. & TM. All rights reserved

O ator Harrison Ford, eterno ícone de franquias comoStar Wars e Indiana Jones, compartilhou recentemente detalhes sobre um período sombrio de sua juventude. Em um relato, o astro descreveu como o início da faculdade foi marcado por um quadro severo de depressão e como sua primeira aula de atuação foi o divisor de águas para sua recuperação.

De acordo com a revista People, o ator de 83 anos relembrou os desafios de saúde mental que enfrentou no início da vida adulta.

“Eu levantava da minha cama de solteiro, ia até o telefone, pedia uma pizza, voltava para a cama e ficava deitado até a pizza chegar. Eu comia a pizza, jogava as caixas no canto e voltava a dormir”, afirmou.

Na época, Ford vivia em um isolamento quase total, evitando compromissos acadêmicos e sociais: “Eu tinha um quarto individual e aulas para frequentar, mas raramente saía. E, nas raras vezes em que eu ia até a sala de aula, muitas vezes eu tocava a porta do lado de fora do prédio, me virava e voltava”.

Ao analisar aquele período, o ator acredita que sua condição ia além de uma tristeza profunda: “Eu estava mais do que deprimido. Acho que eu estava doente. Eu estava socialmente doente, psicologicamente mal”.

A mudança começou de forma inesperada. Motivado pelo baixo rendimento acadêmico, o ator decidiu se matricular em uma disciplina intitulada “Drama” na esperança de elevar suas notas. Ford admitiu que leu apenas parte da descrição do curso, acreditando que a matéria consistia apenas na leitura e análise de textos teatrais.

A surpresa veio quando descobriu que a grade exigia a performance no palco. O que inicialmente parecia um erro, revelou-se a cura para sua alienação social.

“Fiquei surpreso ao descobrir que as pessoas que eu considerava meus colegas esquisitos e deslocados eram, na verdade, algumas das pessoas mais interessantes que eu conhecia”, afirmou.

Para o veterano de Hollywood, encontrar aquela comunidade deu um novo sentido à sua trajetória.

“Eles estavam fazendo algo que eu não compreendia totalmente, contando histórias sobre a vida. Alguns tinham uma capacidade excepcional de entender o comportamento humano. Acho que simplesmente encontrei meu lugar entre contadores de histórias. Isso realmente mudou meu mundo, mudou minha vida”, concluiu.

‘Pela Metade’: Nova série de Richard Gadd conquista 74% no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

‘Pela Metade’ (Half Man), série estrelada e criada por Richard Gadd, já está disponível na HBO Max. A produção conquistou 74% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 43 avaliações.

No geral, os críticos elogiaram a série, destacando o trabalho de Richard Gadd. No entanto, parte da imprensa considerou a produção inferior a outros trabalhos do criador.

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“Gadd tem talento para criar personagens coadjuvantes cativantes e reconhecidamente humanos. Mas eles não conseguem compensar a falta de substância no centro de ‘Pela Metade'”, disse Mike Hale do New York Times.

“Posso respeitar as conexões que Gadd traça entre natureza e criação, destino e autodeterminação, trauma e cura. Só não posso dizer que achei a revelação dessas verdades especialmente prazerosa ou reveladora”, disse Daniel Fienberg do The Hollywood Reporter.

“As maneiras pelas quais ‘Pela Metade’ compreende com precisão essa dinâmica fazem dela uma série imperdível, apesar de algumas ressalvas ao longo do caminho, apresentando-se no fim como uma experiência singular que permanece com você”, disse William Goodman do TheWrap.

“‘Pela Metade’ não apenas termina sem alcançar o mesmo nível de complexidade vivida dos trabalhos anteriores de Gadd, como seu desfecho também faz com que a única forma de interpretar a história seja como uma alegoria. Eles são meio-homens que, juntos, somam ainda menos”, disse Ben Travers do IndieWire.

“Com ‘Pela Metade’, Gadd consolida sua reputação ao despir seu segundo projeto de qualquer ligação real com suas raízes na comédia e demonstrar o que é possível quando ele conta uma história sobre ruína absoluta”, disse Therese Lacson do Collider.

“‘Pela Metade’ é algo sombrio e brilhante”, disse Lucy Mangan do The Guardian.

‘Pela Metade’ está disponível no HBO Max.

https://www.youtube.com/watch?v=4AG3O786M-4&t=10s

Ambientada no decorrer de quarenta anos, desde 1980 até os dias atuais, a história segue dois irmãos distantes, Niall e Ruben. Quando o seu irmão aparece no dia de seu casamento, isso leva Niall a um confronto violento que nos leva a testemunhar os acontecimentos ao longo de suas vidas.

A produção irá se aprofundar no relacionamento entre os irmãos, desde adolescentes até seu desentendimento como adultos. Além disso, a série também promete capturar a energia em constante mudança da cidade e do mundo.

Jamie Bell (‘Iluminadas’) também estrela a produção.

O elenco ainda contará com Stuart Campbell, Mitchell Robertson, Neve McIntosh, Marianne McIvor, Charlie De Melo, Bilal Hasna, Julie Cullen, Amy Manson, Philippine Velge, Stuart McQuarrie, Piers Ewart, Scot Greenan, Charlotte Blackwood e Calum Manchip.

Além de criar, roteirizar e estrelar a série, Gadd também servirá como produtor executivo ao lado de Tally Garner e Morven Reid.

Alexandra Brodski e Eshref Reybrouck serão responsáveis pela direção.