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Netflix RENOVA aclamada série de ação e suspense para sua 2ª Temporada

Em meio a diversos cancelamentos recentes, a Netflix renova uma das séries mais prestigiadas do último ano.

Recruta‘ (The Recruit), suspense e ação estrelada por Noah Centineo (‘Para Todos os Garotos que Já Amei’), acaba de ter sua segunda temporada confirmada pelo streaming.

A primeira temporada teve um desempenho bastante impressionante na Netflix, permanecendo entre os 10 programas mais assistidos durante boa parte de dezembro .

“Sei que falo por todo o elenco e equipe executiva da Netflix quando digo que estamos entusiasmados por retornar o Recruta para uma segunda temporada”, disse Centineo ao Tudum. “Estou ansioso para ver o que [o showrunner] Alexi Hawley tem reservado para todos nós.”

“Estou emocionado por mergulhar de volta no mundo divertido, engraçado e cheio de ação de Recruta”, acrescentou o criador da série, Alexi Hawley. “Ver como nosso público se envolveu na abordagem aventureira do programa sobre o mundo da espionagem foi incrivelmente recompensador, e mal posso esperar para transformar tudo em 11 na segunda temporada”.

Assista ao trailer da primeira temporada:

A trama segue Owen Hendricks (Centineo), um jovem advogado da CIA, que tem uma primeira semana conturbada no trabalho. Após encontrar uma carta ameaçadora de Max Meladze (Laura Haddock), uma ex-agente planeja expor a agência a menos que eles a exonerem de um crime terrível, Owen se encontra envolvido em um mundo perigoso de mentiras e intrigas. E, para piorar sua situação, ele deve viajar o mundo na esperança de completar sua missão e fazer sua marca na CIA.

O elenco ainda conta com Fivel Stewart, Vondie Curtis Hall, Kristian Bruun, Aarti Mann, Colton Dunn e Daniel Quincy Annoh.

Além de estrelar, Centineo também serve como produtor executivo.

Netflix sai FORA DO AR e usuários reclamam

A Netflix apresentou instabilidade em seu streaming na noite desta segunda-feira (11).

Centenas de usuários no Brasil e no mundo relataram que tiveram problemas em acessar os títulos do catálogo.

Segundo o medidor Downdetector, 55% das reclamações que o serviço estava fora do ar veio do público brasileiro, mas a queda afetou usuários no mundo todo.

A Netflix não se pronunciou. Confira algumas reações:

Ao longo dos últimos anos, a Netflix vem recebendo bastante críticas por seus frequentes cancelamentos de séries, muitos delas consideradas atrativas e promissoras por grande parte dos assinantes.

No mais recente anúncio de cancelamentos, a plataforma de streaming divulgou que não iria renovar cinco de suas séries, incluindo ‘Sombra e Ossos‘, considerada por muitos como a melhor adaptação literária presente no catálogo.

Os outros cancelamentos incluem as animações ‘Agent Elvis’ e ‘Capitão Fall‘, o drama ‘Glamorous‘ e comédia sci-fi ‘Farzar‘.

De acordo com The Independent, a causa dos cancelamentos foi devido às greve de roteiristas e atores que aconteceram este ano, já que “as plataformas de streaming estão tendo que tomar decisões sobre suas propriedades existentes, e espera-se que muitos possam sofrer um corte prematuro devido ao aumento dos custos depois que a produção de todos os projetos foi paralisada enquanto os roteiristas e atores protestavam por uma compensação mais justa”.

Como mencionado, o cancelamento de ‘Sombra e Ossos‘ deixou vários fãs chateados, e alguns ainda torcem para que a decisão seja revertida.

A série de fantasia é baseada nos romances do denominado Grishaverse, de Leigh Bardugo, que inclui três livros de ‘Sombra e Ossose dois livros de ‘Six of Crows‘.

Embora tenha tido sucesso o suficiente entre o público, parece que a Netflix não vai voltar atrás.

Após a repercussão, Bardugo se manifestou sobre a decisão.

Em seu perfil do Instagram, ela publicou um texto, dizendo:

“Amigos, vocês provavelmente já ouviram falar que não haverá terceira temporada de ‘Sombra e Ossos’ e nenhum spinoff de ‘Six of Crows’. A notícia me atingiu duramente. Estou com o coração partido e profundamente decepcionada, mas também estou tentando manter minha gratidão. A maioria dos autores nunca consegue ver seu trabalho adaptado. Muitos que o fazem acabam se arrependendo da experiência. Eu sou um daqueles poucos sortudos que conseguem olhar para uma adaptação com orgulho e tremenda alegria. Sou muito grato aos nossos roteiristas, à nossa equipe e ao nosso elenco extraordinário, que não são apenas extremamente talentosos, mas também pessoas genuinamente boas.”

Ela continua:

“Acima de tudo, eu quero dizer o quanto sou grato às pessoas que estão lendo isso – quer você tenha encontrado os livros primeiro ou os descoberto através do programa. O Grishaverse é um lugar melhor por sua causa e estou muito grato por cada tweet, postagem, comentário, resenha, arte, fic, tatuagem e cosplay que ajudaram a tornar tudo isso possível. Somos pessoas de livros e isso significa que nunca paramos de imaginar que a magia pode se tornar real. Vocês são a prova disso. Agora, eu vou chorar e talvez tomar uma bebida e depois ver aonde a história nos leva a seguir. Sem lamentações, Leigh.”

Confira:

A decisão foi tomada uma semana depois do término da greve do SAG-AFTRA, enquanto os streaming continua a analisar o impacto do período de paralização que durou por cerca de sete meses.

De acordo com o Deadline, a segunda temporada de ‘Sombra e Ossos‘ permaneceu por apenas cinco semanas no TOP 10 das produções mais populares da Netflix, falhando em alcançar o topo.

A história gira em torno de Alina Starkov, uma órfã que se transforma em uma soldado para tentar sobreviver no perigoso e obscuro mundo d’A Dobra das Sombras.

Eric Heisserer (A Chegada) entra como showrunner e adaptou os dois primeiros volumes da franquia. Shawn Levy (Stranger Things) é o produtor-executivo.

A produção é baseada na saga de romances de Leigh Bardugo.

Jessie Mei LiArchie RenauxFreddy CarterAmita SumanKit YoungBen Barnes estrelam.

‘Alien: Romulus’: Arte conceitual revela o ASSUSTADOR visual alternativo do assustador híbrido humano alienígena

O artista conceitual Dane Hallett revelou outro design alternativo para o Offspring,   o monstro híbrido humano xenomorfo de ‘Alien: Romulus‘.

A criatura é formada quando Kay (Isabela Merced), grávida e à beira da morte, decide injetar em si mesma uma dose de DNA dos xenomorfos para se manter viva.

No entanto, a injeção causa efeitos colaterais, transformando seu bebê na estranha criatura, que é interpretada pelo jogado de basquete Robert Bobroczkyi, que tem 2,31 de altura.

Confira as artes:

O aclamado ‘Alien: Romulus‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 330 milhões nas bilheterias mundiais.

Atualmente, o longa segue no TOP 10 das maiores arrecadações do ano, tendo superado sucessos como ‘É Assim que Acaba‘ (US$325.4M) e ‘Um Lugar Silencioso: Dia Um‘ (US$261.5M) – tornando-se o maior filme de terror de 2024.

Além disso, a produção também superou ‘Alien: Covenant‘ (US$240.8M), tornando-se a segunda maior arrecadação da franquia – atrás apenas de ‘Prometheus‘ (US$403.3M).

Nos EUA, o longa superou a marca dos US$ 100 milhões. No mercado internacional, foram US$ 229.4 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com a China (US$104.2M), Reino Unido (US$16.7M), Coreia (US$14.5M), França (US$11.3M) e México (US$8.2M).

Em IMAX, a produção soma US$ 37.2 milhões, tornando-se a maior arrecadação para um filme de terror da história do formato.

Crítica | ‘Alien: Romulus’ é um dos MELHORES capítulos da icônica saga sci-fi

Aclamado pelos críticos – com 80% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o terror também agradou o público, recebendo uma nota B+ dos espectadores no CinemaScore.

Vale lembrar que o longa segue em exibição nos cinemas nacionais!

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Ambientada entre os eventos de ‘Alien, o Oitavo Passageiro‘ (1979) e ‘Aliens, O Resgate‘ (1986), a trama gira em torno de um grupo de jovens colonizadores espaciais se depara com a forma de vida mais aterrorizante do universo enquanto exploram as profundezas de uma estação espacial abandonada.

O elenco conta com Cailee Spaeny, Isabela Merced, David Jonsson, Archie Renaux, Spike Fearn e Aileen Wu.

Ridley Scott, diretor do longa original e das pré-sequências, serve como produtor.

alienromulus

‘Mortal Kombat 2’ ganha teaser cheio de ação focado em Johnny Cage

A espera pelo torneio acabou: ‘Mortal Kombat 2‘, sequência do reboot lançado em 2021, ganhou primeiro teaser.

O vídeo é focado no Johnny Cage.

Assista:

De acordo com o roteirista Jeremy Slater, o novo filme da Warner Bros. é “maior e mais engraçado” do que o primeiro, e já provocou reações empolgadas em sessões-teste, comparáveis às de ‘Vingadores: Ultimato‘ (via Dexerto).

Slater, conhecido por seu trabalho em ‘Cavaleiro da Lua‘ e ‘The Umbrella Academy‘, contou ao ComicBook que foi “firme” quanto à inclusão do torneio no segundo filme, após a ausência do elemento-chave no longa anterior ter frustrado muitos fãs. “Não queria que o público tivesse que esperar mais um filme para ver o que dá nome à franquia”, afirmou.

O roteirista também compartilhou a emoção de ver os primeiros públicos reagirem ao filme. “As pessoas estavam aplaudindo, levantando das cadeiras. Cada piada funcionou. É uma das maiores experiências da minha vida”, disse. “Foi como estar em uma exibição de Endgame. É por isso que a gente entra nesse negócio”.

Mortal Kombat 2chega aos cinemas brasileiros em 23 de outubro.

Confira:

Recentemente foram divulgadas as primeiras imagens, que destacam Urban como Johnny Cage, Adeline Rudolph como Kitana, Hiroyuki Sanada como Scorpion e Martyn Ford como o antagonista Shao Kahn.

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O elenco conta com o retorno de Lewis Tan (Cole Young), Jessica McNamee (Sonya Blade), Josh Lawson (Kano), Tadanobu Asano (Lord Raiden), Mehcad Brooks (Jax), Ludi Lin (Liu Kang), Chin Han (Shang Tsung), Joe Taslim (Bi-Han & Sub-Zero), Hiroyuki Sanada (Hanzo Hasashi & Scorpion) e Max Huang (Kung Lao).

A produção ainda irá introduzir Karl Urban (Johnny Cage), Tati Gabrielle (Jade) e Adeline Rudolph (Kitana), além de Martyn Ford (‘The Sandman’), Desmond Chiam (‘Falcão e o Soldado Invernal’), Ana Thu Nguyen (‘Suka’) e Damon Herriman (‘A Casa de Cera’).

Simon McQuoid retorna na cadeira de direção, enquanto Jeremy Slater assina o roteiro.

Lembrando que o primeiro filme está disponível no streaming da Max.

Pânico (1996) | Metalinguagem e Renovação do Slasher

Não atenda o telefone. Não grite. Tente não entrar em pânico. Foi assim que o clássico moderno Pânico, escrito por Kevin Williamson e dirigido por Wes Craven foi divulgado em sua época de lançamento no Brasil. Na trama, uma figura misteriosa, Ghostface, assassina violentamente os jovens de Woodsboro, cidade fictícia com passado recente sombrio, cheio de histórias envolvendo falsas aparências e traições. Com elementos metalinguísticos, o assassino, ou os assassinos, como bem sabemos no desfecho, investem em diálogos sobre filmes de terror que tornam a narrativa auto referencial. São debates sobre Sexta-Feira 13, A Hora do Pesadelo, A Morte Convida Para Dançar, Halloween – A Noite do Terror, dentre outros slashers marcantes. No desenvolvimento de Pânico, os realizadores abraçam todos os clichês que tanto amamos nestes filmes, ao mesmo tempo que os critica. É uma saga deliciosamente tensa e inteligente, responsável por colocar o terror num patamar mais elevado, numa demonstração da possibilidade de ser sagaz e arrojado, algo não esperado num filme do gênero, geralmente tratado com descaso pela crítica especializada, injusta e míope em sua capacidade de refletir detidamente sobre narrativas, sem ficar apenas dentro de padrões de análise.

Vamos nessa?

A clássica cena de abertura. Drew Barrymore interpreta Casey Becker, a personagem que dialoga com Ghostface sobre filmes de terror, antes de ser brutalmente assassinada. Observe que os realizadores dividem a imagem da atriz com uma pipoca em preparação, metalinguagem para o entretenimento e o estabelecimento de uma narrativa fílmica que vai além das referências aos tantos filmes citados. Há até auto referencia, com a personagem dizendo que o primeiro A Hora do Pesadelo é legal, mas que os demais são umas boas porcarias. Wes Craven conta que aqui, temos uma situação tributária ao que ocorreu com Psicose, isto é, a suposta protagonista da narrativa morre logo na cena de abertura, numa curva sinuosa da narrativa para outros núcleos dramáticos. Ao puxar a faca da bancada nesta passagem, Drew Barrymore já dá pistas do seu destino mais adiante: a morte pelas mãos de Ghostface.

Outra referência nesta passagem de abertura é o clássico Quando Um Estranho Chama, filme sobre uma jovem aterrorizada por um psicopata que a ameaça por telefone, alguém que supostamente está dentro da própria casa onde a garota se situa como babá. O design de produção e a direção de fotografia atuam em conjunto aqui, tendo como foco, explorar ao máximo os espaços e transmitir para os espectadores o clima de perigo vivido pela personagem de Drew Barrymore. Observe que as janelas e portas de vidro são elegantes, mas deflagram que há falta de segurança ao colocar a moça numa situação longe da proteção imaginada. Na voz, a equipe conseguiu escalar Roger Jackson como o responsável por Ghostface ao telefone. Com experiência em rádio, o intérprete vocal ajudou no estabelecimento da atmosfera de opressão das passagens do filme.

Mais uma passagem que revela a falta de segurança da casa, face ao ataque de Ghostface. As janelas e portas envidraçadas deixam a personagem mais vulnerável. E mais: para o diretor, a popularização gradual dos celulares permitiu que a angústia fosse ainda maior, pois o assassino em seu privilégio de mobilidade poderia estar em qualquer lugar. Wes Craven contou que para ampliar a sensação de horror da atriz Drew Barrymore nesta famosa cena, contou-lhe uma história sobre a morte de um cão, acontecimento que deixava a moça triste toda vez e a permitia chorar mais copiosamente nas passagens que pediam a sua representação de desespero.

O fundo azul na tela da TV indica, de maneira metalinguística, que uma sessão fílmica vai começar. Na outra passagem, Sidney olha para a cadeira onde sua colega de sala costumava se sentar, agora não mais, haja vista a morte brutal pelas mãos de Ghostface.

A arquitetura das casas em vidro deflagra a vulnerabilidade das personagens. Sidney, personagem que saberemos ser a final girl da narrativa, quebradora de protocolos no slasher metalinguístico de Pânico, vive num lar que, no que tange aos elementos de segurança, não ajudam a personagem, pois o perigo ao seu redor é constante. Abaixo, o filme faz a primeira apresentação de Maureen Prescott, personagem que terá importância nos pontos nevrálgicos dos três primeiros filmes da franquia, agendada inicialmente para ser uma trilogia, mas que ganhou o excelente quarto filme em 2011.

Nesta cena, Sidney confronta o psicopata por telefone, inicialmente achando ser Randy, o abobalhado amigo que é obcecado por filmes de terror. Ela discute com ele sobre a previsibilidade do slasher, apontando falhas neste tipo de filme ao dizer que são insultantes para a inteligência até mesmo do espectador comum. Na cena seguinte, Dewey é apresentado em sua estação de trabalho, definido pela direção de arte com objetos que o tornam um cara bobo, sem a seriedade esperada de um agente da lei mais firme e másculo, dentro dos padrões.

Gale Weathers, personagem de Courteney Cox, demonstra que não está para brincadeira em Woodsboro e resolve tentar tirar algumas perguntas inconvenientes de Sidney Prescott. Abaixo, mais metalinguagem, agora numa breve participação de Linda Blair (de O Exorcista) como uma das repórteres da mídia que tenta extrair depoimentos para as suas matérias sensacionalistas sobre os crimes que estão abalando a cidade.

Gale Weathers e Sidney Prescott se encontra num breve diálogo esclarecedor. A repórter sente que a jovem não tem mais tanta certeza sobre a terrível história em torno do assassinato de sua mãe. Ao sacar esse fraquejar da garota, a esperta e inescrupulosa jornalista percebe o potencial sensacionalista que pode ser extraído desta história e se anima com a possibilidade de lucrar em torno dos acontecimentos que vão reverberar nos próximos filmes da franquia.

Duas passagens com referência ao legado de Wes Craven. A primeira é o próprio diretor em cena, como auxiliar de limpeza da escola, trajado com uma roupa que nos remete ao monstro de A Hora do Pesadelo, o famoso Freddy Krueger. Depois, Sidney e Tatum conversam na casa da jovem e no diálogo, a amiga da final girl diz que os acontecimentos não seguirão como o imaginado, pois elas não estão num filme de Wes Carpenter, referência também ao diretor de Halloween, criador de Michael Myers, quintessência do slasher referenciado em outros trechos do filme, quando os personagens discutem as regras de sobrevivência num slasher.

O ambiente máximo da cinefilia na época. As videolocadoras, território dos sonhos para os personagens. Na cena, Randy e Stu conversam sobre os suspeitos e o primeiro, um dos mais cinéfilos de todos, aponta que a polícia deveria assistir aos filmes de terror para compreender melhor porque determinadas coisas acontecem. Se todos vissem A Morte Convida Para Dançar, resolver crimes seria muito mais fácil, afirma o jovem.

Enquanto se divertem na festa localizada numa zona distante, os jovens aprendem com Randy as regras básicas de sobrevivência em um filme slasher. Não fazer sexo, tampouco dizer “eu volto já”. Eis algumas das medidas básicas. Para explanar sobre o assunto, ele utiliza o trecho final de Halloween – A Noite do Terror, de 1978, para melhor explicar as tais regras. A metalinguagem, nestes trechos, alcança vários níveis diferentes e demonstram como Pânico é consciente ao flertar com os clichês que critica, abraçando-os sem deixar o senso crítico de lado.

Aqui, a final girl Sidney Prescott quebra os protocolos e se entrega ao namorado. Ao perder a virgindade, ela poderá ser candidata ao posto de sobrevivente? É o que saberemos mais adiante, nas reviravoltas da narrativa. Randy, na passagem seguinte, não imagina a sequência de horrores que ainda está prestes a se estabelecer. Na cena, Jamie Lee Curtis aparece de fundo, num dos trechos mais emblemáticos de Halloween – A Noite do Terror.

No desfecho, descobrimos que Billy e Stu são os assassinos. Sidney os enfrenta, consegue descobrir a localização do pai, desaparecido, além de batalhar pela vida ao lado de Randy e Gale, sobreviventes do massacre. Sucesso de bilheteria e crítica, Pânico revitalizou o gênero e se tornou uma franquia bem-sucedida, com ressonâncias na febre de slashers que surgiram após o seu lançamento. Podemos compreender, de fato, os motivos do sucesso. Inteligente, sagaz e divertido, o filme demonstra como o terror é um campo profícuo para mescla de entretenimento e críticas sociais. Com personagens mais desenvolvidos que o habitual neste subgênero, a saga de Ghostface continuou em mais três filmes.

Preparados para a próxima empreitada com a franquia Pânico? Vamos compreender mais sobre o segundo capítulo da saga de Ghostface no próximo texto, combinado?

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Crítica | ‘Malu’ – As dores da existência guiadas pelo furacão de emoções Yara de Novaes

Explorando uma história sobre as dores da existência, do não saber lidar com as relações próximas, Malu foi um dos filmes selecionados para a competição de longas-metragens da Première Brasil no Festival do Rio 2024 – e venceu o prêmio de Melhor Longa de Ficção. Escrito e dirigido pelo cineasta Pedro Freire, que apresenta em sua estreia na direção memórias sobre a própria mãe, ao longo dos 103 minutos de projeção somos testemunhas de conflitos intensos, que vão de um extremo ao outro, do afeto até a indiferença, entre gerações de mães e filhas tendo como ponto de interseção a personagem título.

Na trama, ambientada nos anos 1990, conhecemos Malu (Yara de Novaes), uma atriz desbocada com dias de sucesso no passado, que após se separar muda-se para uma casa em construção que comprou com o marido tempos atrás. Morando com a mãe conservadora (Juliana Carneiro da Cunha) e com a visita da filha (Carol Duarte) iniciando a fase adulta, uma série de conflitos se estabelecem e que logo rumam para a descoberta de uma cruel doença.

Cena do filme Malu, de Pedro Freire
Cena do filme Malu, de Pedro Freire

Tendo como único cenário uma casa em construção, que logo vira o reflexo de relações conturbadas que se estabelecem a partir da figura central, o filme busca no embate seu alicerce para preencher essa ciranda de atritos potencializado pelo tripê: conservadorismo, orgulho e imaturidade, representado pela mais forte característica de cada uma das personagens. A questão é que o discurso da revolução de um viver se perde com uma narrativa que apresenta os desafios do resolver os conflitos com as ações sendo mais fortes que os significados. Talvez seja mais marcante para quem já conhece essa história, ou conheceu Malu.

Cena do filme Malu, de Pedro Freire
Cena do filme Malu, de Pedro Freire

Ao longo de três meses de gravações – com o mesmo tempo anterior de ensaios – um fato que fica em evidência é a proximidade do diretor com a história. Fato que pode ser um trunfo ou mesmo um calcanhar de aquiles. Entre memórias emotivas, desabafos, e lapidado pelo orgulho como característica mais forte da personalidade explosiva de uma protagonista brilhantemente interpretada pelo furacão de emoções Yara de Novaes, o projeto se consolida como uma carta aberta do diretor para si mesmo sobre a mãe diagnosticada com uma doença neurodegenerativa.

Cena do filme Malu, de Pedro Freire
Cena do filme Malu, de Pedro Freire

Exibido em festivais que alcançaram cinco continentes, incluindo uma passagem pelo Festival de Sundance, Malu não deixa de ser um filme corajoso de Pedro Freire. Abrir as portas de uma história que o diretor conhece como poucos e deixar o público receber as mensagens íntimas que propõe deve ter sido uma jornada repleta de emoções. O ponto é se o público vai conseguir se conectar com tudo que queria ser transmitido.

Steve McQueen – 10 Filmes para Conhecer um dos Maiores Astros que Hollywood já teve

Sabemos que um artista se tornou eterno quando muitos anos depois de sua morte, ele segue sendo celebrado e comentado. Assim é com Steve McQueen, um dos maiores nomes já acolhidos pela indústria do cinema norte-americano, e que no último domingo, dia 24 de março, comemoraria 89 anos.

Compartilhando o mesmo nome do atual diretor sensação de filmes como 12 Anos de Escravidão e As Viúvas, Steve McQueen nos deixou cedo, aos 50 anos, em 1980, antes de muitos de nossos leitores sonharem em nascer. Para termos uma ideia, se fosse nos tempos atuais, McQueen com certeza estaria encabeçando algum filme de super-heróis, já que seu nome era sinônimo de ação e adrenalina, numa época em que o cinema não sabia o que era blockbuster. Ao lado de nomes como Clint Eastwood e Kirk Douglas, McQueen foi um dos primeiros heróis de ação do cinema da nova fase de Hollywood (décadas de 1960 e 1970).

Pensando nisso e como forma de homenagear este verdadeiro ícone imortal, o CinePOP preparou uma lista para você conhecer ou relembrar deste astro, com os 10 filmes mais marcantes de sua carreira. Vem com a gente.

A Bolha Assassina (1958)

Essa, muitos devem associar devido ao remake (superior) de 1988. Mas sim, a Bolha Assassina surgiu ainda na década de 1950, com o boom da ficção científica. Já com 28 anos, este foi o primeiro filme de Steve McQueen, se passando por um colegial na história. Na trama, um meteorito cai do espaço, trazendo uma criatura alienígena sem forma, que se arrasta, gruda e se alimenta de tudo o que encontra pelo caminho. Um verdadeiro clássico.

Sete Homens e um Destino (1960)

Outro clássico protagonizado pelo ator que recentemente ganhou uma refilmagem, protagonizada por Denzel Washington e Chris Pratt, lançada em 2016. Curiosamente, o famoso faroeste era por sua vez uma reimaginação da prestigiada obra japonesa Os Sete Samurais (1954), do mestre Akira Kurosawa, que contava a história de sete samurais desempregados contratados pelos moradores de uma cidadezinha para protegê-los de criminosos. No faroeste dirigido por John Sturges, a ação é transportada para o velho oeste americano, e os samurais são trocados por caubóis. O elenco conta ainda com Yul Brynner e Charles Bronson.

Fugindo do Inferno (1963)

Novamente dirigido por John Sturges, The Great Escape (no título original) está entre os melhores filmes de todos os tempos, na opinião do grande público no Imdb. É muito bom ver os internautas e espectadores atuais reverenciando um verdadeiro clássico e não apenas produções mais recentes. Aqui, uma verdadeira constelação de nomes da época, vide James Garner, Richard Attenborough, Charles Bronson, Donald Pleasence e James Coburn, encabeçam o elenco deste épico de três horas de duração, sobre um ousado plano de fuga de prisioneiros aliados, de um campo de concentração alemão durante a Segunda Guerra Mundial.

A Mesa do Diabo (1965)

Calma, não deixe que o título em português para o original The Cincinnati Kid te engane, este filme nada tem a ver com terror. Aliás, um dos elementos mais marcantes do longa é a canção tema de mesmo nome, criada e desempenhada pelo lendário Ray Charles. O filme fala sobre o submundo de apostadores e dos jogadores de cartas. Dirigido pelo cineasta Norman Jewison, que ainda está vivo (mas não filma desde 2003), McQueen interpreta o personagem título, um jogador disposto a se provar, quando enfrenta um verdadeiro mestre das mesas.

O Canhoneiro do Yang-Tsé (1966)

E se você acha os títulos brasileiros bizarros hoje em dia, saiba que sempre foi assim – ou até mesmo pior. É só dar uma olhada no título que The Sand Pebbles recebeu por aqui. Indicado para 8 prêmios no Oscar, incluindo melhor filme e ator para McQueen (a única indicação de sua carreira no prêmio máximo do cinema), esta é outra obra épica de três horas de duração sobre a guerra, na carreira do ator. Aqui, no entanto, ele interpreta um engenheiro da marinha, servindo no navio durante o conflito e não um prisioneiro. Outra mudança é a missão: um resgate no meio da guerra com a China. A direção é do lendário Robert Wise (A Noviça Rebelde e West Side Story – Amor, Sublime Amor).

Crown: o Magnífico (1968)

Definitivamente, Steve McQueen é um dos atores cujos filmes mais foram refilmados na história. Sinal de que suas escolhas de projetos eram boas, já que Hollywood vê necessidade de revisitá-las para novas gerações. Novamente dirigido por Norman Jewison, McQueen vive um golpista de primeira, que só se envolve em altos esquemas e posa de bon vivant. A sorte do sujeito pode estar contada, quando entra em cena uma sexy investigadora de seguros pronta a desmascará-lo (vivida pela musa da época Faye Dunaway). O filme recebeu seu remake em 1999, com Pierce Brosnan e Rene Russo nos papeis principais e o título de Thomas Crown – A Arte do Crime.

Bullitt (1968)

Se formos comparar, Bullitt seria o Velozes e Furiosos da época. É claro, feito com mais sobriedade e mais conteúdo, afinal os tempos eram outros. No auge do cinema policial que já injetava bastante adrenalina em seus filmes – vide Dirty Harry (1971) e Operação França (1971), Bullitt saiu na frente como pioneiro e apresentou o durão detetive que dá nome ao filme, interpretado por McQueen. Ele é a dor de cabeça de seus superiores e age por conta própria, custe o que custar para cumprir sua missão. Bullitt é a inspiração para policiais como Cobra (1986), vivido por Stallone. Fora isso, o filme guarda algumas das primeiras e mais intensas cenas de ação e perseguições de carro da história da sétima arte. Que obviamente faria escola.

As 24 Horas de Le Mans (1971)

E parece que McQueen havia pego gosto por carros e corridas na época, já que resolveu permanecer dentro deles para seu próximo projeto. Um dos filmes mais memoráveis do ator, As 24 Horas de Le Mans possui um ar realista e quase documental, ao retratar com exatidão um dos maiores e mais cansativos eventos de esporte do mundo – uma corrida que dura 24 horas. Na época, filmes de corridas automobilísticas eram populares, se tornando praticamente um subgênero.

Os Implacáveis (1972)

Dirigido por um dos grandes nomes do cinema visceral e violento, Sam Peckinpah, o filme marca o único encontro nas telas do casal Steve McQueen e Ali MacGraw (eternizada pelo clássico romântico Love Story: Uma História de Amor – pelo qual recebeu uma indicação ao Oscar). O casamento dos dois foi no mínimo conturbado. Aqui, eles vivem uma espécie de Bonnie e Clyde modernos, fugindo da lei e de antigos comparsas após um roubo dar errado. Em se tratando de Steve McQueen, é claro que o longa foi refilmado. Em 1994, chegava aos cinemas A Fuga, protagonizado por outro casal da vida real, que igualmente tiveram um casamento pra lá de complicado: Alec Baldwin e Kim Basinger.

Papillon (1973)

Escrito pelo icônico Dalton Trumbo, roteirista que ganhou sua própria biografia indicada ao Oscar em 2015 (na qual foi vivido por Bryan Cranston), o filme relata as memórias do cárcere abusivo de Henri ‘Papillon’ Charriere, personificado por McQueen. O longa, igualmente um épico sobre prisões, de duas horas e meia de duração, trazia outro grande nome no elenco: Dustin Hoffman. É claro que a obra foi refilmada, este um remake mais recente, protagonizado por Charlie Hunnam e Rami Malek (vencedor do último Oscar de melhor ator).

Inferno na Torre (1974)

Um filão na década de 1970, o cinema catástrofe assumia as formas e era o mais próximo que se tinha do empacotado blockbuster de entretenimento. É só dar uma olhada neste filme para compreender o quanto a parte técnica e efeitos visuais haviam avançado. Inferno na Torre era o que a época oferecia de melhor e mais inovador no quesito adrenalina e suspense em grande escala. Fora isso, tais filmes contavam com uma verdadeira constelação e aqui não foi diferente. Este é um dos melhores elencos que o cinema já viu. Temos Paul Newman, Faye Dunaway, William Holden, Fred Astaire, Richard Chamberlain, Jennifer Jones, Robert Vaugh, Robert Wagner e O.J. Simpson, além do próprio McQueen. Inferno na Torre ainda não foi refilmado, mas chegou perto ano passado, quando Dwayne Johnson lançou Arranha-Céu.

E você, já viu algum destes filmes? Esquecemos algum dos mais famosos da carreira do ator? Comente e diga quais são seus preferidos.

De ‘A Pequena Sereia’ a ‘Batman’ | 30 Filmes SENSACIONAIS que Completam 35 Anos

O ano de 2024 reserva grandes lançamentos nos cinemas. Mas também marca alguns aniversários de produções adoradas pelos fãs. Grande parte do público não era sequer nascido quando estes filmes estrearam, mas com certeza já assistiram quase todos (ou todos) em reprises na TV ou em casa no sistema de vídeo.

Pensando nisso, o CinePOP resolveu criar sua nova lista – com nada menos do que 30 FILMES que completam 35 anos. Vem conhecer e não esqueça de comentar quais já assistiu e anotar quais mais quer ver.

 

De Volta para o Futuro – Parte 2

Muitos não sabem, mas os filmes desta franquia não foram planejados em sequência. A prova disto é este hiato de quatro anos para a continuação. O diretor Robert Zemeckis já disse que a cena ao final do primeiro serviu apenas como brincadeira – mas o sucesso falou mais alto. Na história, desta vez Marty e Doc vão ao futuro e sem querer criam um presente alternativo.

Máquina Mortífera 2

Outra continuação encontra lugar na lista. Até o momento, esta é a quinta de uma grande franquia – o que demonstra que entre outras coisas, 1989 foi o ano de grandes sequências. Aqui quem retornam são Riggs e Murtaugh, os policiais imortalizados por Mel Gibson e Danny Glover. Esta é outra franquia cujo quinto episódio ainda paira no ar. Enquanto não acontece, a série de TV engata sua terceira temporada.

Querida, Encolhi as Crianças

Clássico da Disney em live action, que fez enorme sucesso na época de seu lançamento, gerando uma sequência imediata (Querida, Estiquei o Bebê, 1992) e uma terceira parte lançada direto em vídeo (Querida, Encolhi a Gente, 1997). Na trama, um cientista interpretado por Rick Moranis termina acidentalmente encolhendo seus filhos e os vizinhos com uma máquina que criou.

Olha quem Está Falando

Mais um filme infantil que deu o que falar na época de seu lançamento, e gerou duas continuações. Aqui são John Travolta e Kristie Alley que comandam o show, na pele de um casal inusitado. Mas quem rouba os holofotes é mesmo Mikey, o filho recém-nascido dela, que exprime os pensamentos através da voz de Bruce Willis.

Indiana Jones e a Última Cruzada

Por muito tempo esta foi realmente a última aventura de Indiana Jones, um dos maiores heróis do cinema. Parte de uma trilogia de muito sucesso criada por Steven Spielberg e George Lucas, na terceira parte, Indy se encontrava com o pai – vivido pelo lendário Sean Connery. Dezenove anos depois, o herói finalmente retornava em O Reino da Caveira de Cristal, e o resultado não foi dos melhores. Ainda se fala num quinto filme.

Os Caça-Fantasmas 2

Cinco anos após o sucesso estrondoso do filme original, todos os atores, assim como o diretor Ivan Reitman, retornaram para esta sequência – que não agradou tanto quanto seu predecessor. Durante anos se falou numa terceira parte. Até que em 2014, Harold Ramis (intérprete de Egon) faleceu. Em 2016, um reboot com elenco feminino foi lançado, mas igualmente não caiu nas graças do público. Agora, a terceira parte com o elenco original finalmente sairá do forno, dirigida por Jason Reitman, filho do cineasta original.

 

Batman

Este foi o segundo filme de super-herói tratado de forma séria e adulta no cinema, depois de Superman – O Filme (1978). Batman foi ainda mais longe e apresentou um universo sombrio e pesado. O diretor Tim Burton fez seu nome e o filme se tornou um verdadeiro fenômeno de marketing e bilheteria. Eram os sinais dos novos tempos.

Sociedade dos Poetas Mortos

Um dos filmes mais adorados da carreira do saudoso Robin Williams, traz o ator na pele de um professor que inspira seus alunos com aulas de poesia. O longa figura em número 225 na lista dos 250 melhores filmes de todos os tempos (o que é um excelente feito) e foi indicado a 4 Oscar (incluindo melhor filme, diretor e ator para Williams), vencendo o de roteiro original.

Karatê Kid 3 – O Desafio Final

Depois do sucesso do filme original e de sua sequência, chegava aos cinemas esta conclusão das aventuras de Daniel San e do Sr. Miyagi. Depois de sua viagem ao Japão no filme dois, a dupla retorna para os EUA, numa trama parecida com a do original – na qual valentões provocam Daniel a entrar num torneio de luta. A franquia ainda teve um quarto filme, uma refilmagem e hoje se encontra na forma da fabulosa série Cobra Kai, do Youtube.

O Segredo do Abismo

Antes de revolucionar os efeitos visuais em Exterminador do Futuro 2 (1991) e muito antes de Titanic (1997) ou Avatar (2009), James Cameron já chamava atenção tecnicamente nesta ficção científica. O problema é que o filme passou quase em branco, devido a sua longa duração e história passada dentro d´água numa estação de pesquisa. Na trama, cientistas se deparam com vida alienígena no fundo do mar.

Conduzindo Miss Daisy

Para quem gostou do recente Green Book – O Guia, que está concorrendo a muitas categorias no Oscar deste ano, precisa conhecer este clássico que segue os mesmos moldes. Aqui, também temos uma inusitada amizade nascendo entre duas pessoas bem diferentes, um negro e uma branca, um motorista e sua passageira. A obra foi indicada para 9 prêmios no Oscar e levou na categoria principal de melhor filme e melhor atriz para Jessica Tandy.

Faça a Coisa Certa

A história sempre se repete. A geração de hoje pode ter adorado se chocar com o polêmico Infiltrado na Klan, de Spike Lee – ambos indicados ao Oscar 2019. Mas há 35 anos, os fãs de cinema mais velhos sofriam uma verdadeira revolução cultural e social ao adentrarem o cinema e se depararem com Faça a Coisa Certa. O filme já abordava os mesmos temas relevantes sobre racismo, mas naquela época a Academia não tinha a coragem que tem hoje, e terminou indicando um dos melhores filmes do ano apenas para ator coadjuvante (Danny Aiello) e roteiro.

Harry e Sally – Feitos um para o Outro

Considerado uma das mais emblemáticas comédias românticas de todos os tempos – e uma que ditou regra por um longo período (ou ainda o faz), este filme é protagonizado por Billy Crystal e Meg Ryan. Diversos encontros e desencontros ao longo de anos marca a trajetória deste relutante casal.  O filme foi indicado ao Oscar de roteiro original. E a cena do orgasmo falso na lanchonete ainda ecoa através dos tempos.

Campo dos Sonhos

Esporte, família e espiritismo se misturam nesta obra protagonizada por Kevin Costner. Na trama, Costner vive o protagonista, o dono de uma grande casa rural, que começa a ter visões e avisos para construir um campo de baseball em seu quintal. Assim, fantasmas de jogadores mortos começam a surgir para jogar pela última vez, inclusive seu falecido pai. O longa recebeu três indicações ao Oscar – incluindo melhor filme.

K-9: Um Policial Bom pra Cachorro

Filmes com animais sempre fizeram sucesso no cinema. E este é um dos maiores clássicos da Sessão da Tarde. James Belushi, em seu filme mais famoso, protagoniza como um policial durão, que começa a trabalhar com o pastor alemão chamado Jerry Lee, para desvendar seu novo caso. Duas continuações, uma em 1999 e outra em 2002 (direto para vídeo), foram produzidas.

Digam o que Quiserem

Primeiro filme do diretor Cameron Crowe (Quase Famosos), esta comédia adolescente com ares dramáticos traz John Cusack como protagonista. O ator interpreta um jovem meio perdido sobre suas aspirações profissionais da vida adulta, que se apaixona por uma garota que é seu exato oposto (vivida por Ione Skye), no verão antes da ida dela para a faculdade. Sabe a cena muito reprisada (inclusive no recente Deadpool 2) na qual um personagem segura um rádio acima da cabeça para que outro ouça dentro da casa? Pois bem, é deste filme.

Nascido em 4 de Julho

Sim, o astro Tom Cruise já foi indicado ao Oscar de melhor ator. Três vezes para ser mais preciso. E a primeira delas foi neste filme, que surgiu na época como denúncia sobre a Guerra do Vietnã. O diretor Oliver Stone já havia contado suas experiências em tal guerra com Platoon (1986), vencedor do Oscar de melhor filme. Nascido em 4 de Julho também foi indicado, mas não levou. O longa mostra Cruise como um jovem idealista e patriota, louco para servir na guerra e lutar por seu país. Até que volta ferido e preso a uma cadeira de rodas, e vê seu mundo se transformar.

Jornada nas Estrelas V – A Última Fronteira

O ano de 1989 também marcou o lançamento do quinto filme da franquia Star Trek no cinema, anteriormente conhecido como Jornada nas Estrelas, ainda com a equipe clássica (William Shatner, Leonard Nimoy). Existe uma curiosidade com os filmes desta série no cinema: os números pares são bons e os ímpares são ruins. Aqui, numa história criada pelo próprio Shatner, a tripulação da Enterprise precisa lidar com o irmão de Spock, que sequestra a nave. Shatner também dirigiu o longa.

Tango e Cash – Os Vingadores

Neste ano, Sylvester Stallone não lançava nenhum filme da franquia Rocky, tampouco um da franquia Rambo. Assim, o ator tinha que se virar em outro longa de ação e pensar numa próxima obra que rendesse uma série de episódios no cinema. A pergunta que fazemos é: cadê a sequência de Tango e Cash? Stallone e Kurt Russell estão em alta novamente, então façam acontecer. Na trama, a dupla interpreta dois detetives bem diferentes, que precisam se unir para desvendar um caso – e o que mais?

Um Morto Muito Louco

Sim, este não é só o título de um funk, mas uma das ideias mais non sense para um produção cinematográfica de todos os tempos. Apesar disso, pode ser dito que fez escola. Um Cadáver para Sobreviver (2016) que o diga. Na história estapafúrdia, dois jovens Yuppies são convidados pelo seu chefe para passar o fim de semana em sua casa de praia, daí o título original em inglês: Weekend at Bernie´s (ou fim de semana no Bernie). Chegando lá, percebem que o sujeito está morto, e para não serem incriminados pelo assassinato, decidem fingir a festa inteira que o dono da casa está vivo. HINO.

Além da Eternidade

Filme sentimental de Steven Spielberg, que foi recebido de forma morna pelos críticos e público, e marca o último trabalho no cinema da lendária e icônica Audrey Hepburn, aqui interpretando um anjo – bem propício, não? Refilmagem de Dois no Céu (1943), a história mostra um piloto de avião falecendo num acidente, que volta na forma de espírito para aliviar o sofrimento de sua amada e fazê-la seguir em frente, superando sua morte.

Loucademia de Polícia 6 – Cidade em Estado de Sítio

Algumas franquias são rápidas ao terem seus filmes produzidos, porque gastam pouco e arrecadam bem. Assim, séries como Sexta-feira 13 e A Hora do Pesadelo marcaram toda a década de 1980, a cada ano lançando um novo exemplar. Com os filmes da Loucademia de Polícia o mesmo ocorreu, e desde 1984, quando o primeiro foi lançado, a cada ano um novo episódio chegava aos cinemas. O problema é que os atores originais iam ficando pelo caminho, e só os bravos resistiam aos últimos lançamentos da franquia. Porém, fala-se em refilmagem.

O Justiceiro

Antes da série de sucesso da Netflix e até mesmo antes das malfadadas produções para o cinema (em 2004 e 2008) já na nova era dos super-heróis nas telonas, o ator Dolph Lundgren encarnava o ex-policial vingativo Frank Castle. Trata-se de uma produção B, com total cara de lançamento em vídeo, mas que surpreendentemente foi lançada nos cinemas. Temos que dar um desconto, pois esta era uma época muito sofrida para os fãs de quadrinho nos cinemas. Mesmo assim, ao olharmos o que estava sendo feito com Batman no mesmo ano… . Nem mesmo a caveira no peito o personagem exibida. Hoje, a obra ganhou status cult.

Meus Vizinhos São um Terror

Quando assisti a esta filme pela primeira vez na TV, foi um misto de alegria com muito medo. Os gêneros da comédia e terror são mesclados de forma muito satisfatória pelo diretor Joe Dante (Gremlins) – um especialista no assunto. E é de se espantar que este filme não seja mais tão falado – apesar de ter feito a alegria de crianças da minha geração. Protagonizado por Tom Hanks, Bruce Dern e pela saudosa Carrie Fisher (a eterna Princesa Leia), o filme (The Burbs no original, algo como ‘Os Subúrbios’) apresenta uma vizinhança pra lá de excêntrica. A coisa só piora quando uma misteriosa família se muda para a rua, e todos os vizinhos começam a suspeitar que eles possam fazer parte de uma seita satânica.

Matador de Aluguel

O saudoso Patrick Swayze protagoniza este longa de ação, que se tornou um verdadeiro clássico. Após o sucesso e Dirty Dancing – Ritmo Quente (1987) e antes de Ghost – Do Outro Lado da Vida (1990) e Caçadores de Emoção (1991), Swayze viveu o leão de chácara Dalton, um especialista em administrar casas noturnas turbulentas. Uma vez no local, o sujeito precisa colocar nos eixos um dos piores bares de que se tem notícia, e no processo cria grandes inimizades com figurões locais da pequena cidade. O filme também é extremamente sensual – e as cenas ao lado da bela Kelly Lynch pegam fogo. Há algum tempo se fala num remake, protagonizado agora por uma mulher – e que já garantiu o título Matadora de Aluguel. A lutadora Ronda Rousey era a favorita para o papel.

Quem Vê Cara Não Vê Coração

Outro ator saudoso. O comediante bonachão John Candy nos deixou cedo demais, aos 43 anos. Mesmo assim, conseguiu o impressionante feito de ter 66 créditos na carreira como ator, em 23 anos de atuação na área. Escrito e dirigido por John Hughes, um especialista no universo dos jovens, o filme mostra uma história de maturidade – mas não de uma criança ou um adolescente, e sim do Tio Buck do título (papel de Candy). O protagonista é um homem que nunca cresceu de fato, e mesmo assim precisa cuidar dos sobrinhos. O longa também marca um dos primeiros trabalhos do pequeno Macaulay Culkin, um ano antes do sucesso Esqueceram de Mim (1990). Uma série baseada no longa foi ao ar em 2016.

A Guerra dos Roses

Esta é uma comédia elogiada e cultuada. Depois de trabalharem juntos nos filmes da franquia Tudo por Uma Esmeralda (1984) e A Joia do Nilo (1985), o trio Michael Douglas, Kathleen Turner e Danny DeVito volta a contracenar nesta obra de humor negro. Dirigido pelo próprio DeVito e baseado no livro de Warren Adler, o filme apresenta o casal vivido por Douglas e Turner, que se conhece e se apaixona loucamente. Do tórrido caso de amor, ao casamento de décadas, tudo que sobrou foi o desgaste e o desejo de vingança. Um sombrio conto cautelar de como não se comportar num relacionamento.

Susie e os Baker Boys

Muitos acreditam que o papel mais sensual da carreira da musa Michelle Pfeiffer é como a Mulher-Gato de Batman, o Retorno (1992), e não estão de todo errados. Porém, se existe um personagem em sua filmografia a fazer frente, esta é Susie Diamond, aspirante a cantora que tira a sorte grande ao se juntar à dupla de músicos irmãos, Os garotos Baker – vividos pelos irmãos na vida real Jeff Bridges e Beau Bridges. Com seu vestido vermelho indefectível, Pfeiffer incendeia a tela ao deitar no piano, atingindo notas pra lá de sedutoras com sua voz. O filme foi indicado para quatro prêmios no Oscar – melhor música, edição, fotografia e atriz para Pfeiffer.

Condenação Brutal

Stallone retornava no mesmo ano para um filme mais sério. Em Condenação Brutal, o ator apostava em seu desempenho dramático, se afastando da ação, para o papel de um presidiário injustiçado, transferido erroneamente para uma prisão de segurança máxima, em vias de ser liberado da cadeia. O filme aborda temas como o abuso de poder das autoridades e as torturas e humilhações de prisioneiros.

A Pequena Sereia

Esta animação pode ser considerada um marco para a Disney e o primeiro passo na direção da era moderna dos filmes do gênero do estúdio. Depois dele vieram A Bela e a Fera (1991), Aladdin (1992) e O Rei Leão (1994), por exemplo. Na era das refilmagens em live action, A Pequena Sereia ainda ganhou a nova roupagem, mas um longa dirigido por Rob Marshall (O Retorno de Mary Poppins) é planejado.

Bônus

O Cozinheiro, o Ladrão, Sua Mulher e o Amante

Cult por excelência, este longa foi comparado na época ao cinema de Stanley Kubrick. Protagonizado por uma jovem Helen Mirren, o filme possui um visual incrível e arrebatador. O filme narra a história de uma mulher (Mirren), abusada pelo marido mafioso, encontrando conforto nos braços de um dos clientes regulares do restaurante do qual é dona.

‘Fresh Off the Boat’: Ming-Na Wen entra para o elenco da 5ª temporada

De acordo com o Deadline, Ming-Na Wen (da série ‘Agents of SHIELD‘) entrou para o elenco da 5ª temporada de ‘Fresh Off the Boat‘. A atriz vai interpretar “Elaine, uma chinesa-americana com um senso de humor inteligente que é tudo o que a Jessica sonha em uma melhor amiga.”

Reggie Lee e Jimmy O. Yang também se juntaram ao elenco.

A história se passa nos anos 90, quando o garoto Eddie está crescendo no subúrbio de Orlando, criado pelo seu pai, um imigrante obcecado pelo modo de vida americano, e pela sua mãe, uma imigrante perplexa pela cultura do país. Enquanto gerenciam uma unidade da rede All-American Steakhouse, essa família de descendentes de taiwaneses tenta viver o sonho americano, mantendo a sua identidade cultural e senso de família.

Constance Wu, Ray Wise, Chelsey Crisp, Randall Park, Hudson Yang, Forrest Wheeler e Lucille Soong estrelam.

A 5ª temporada de ‘Fresh Off the Boat‘ estreia no dia 5 de outubro.

‘The Tick’ é CANCELADA pela Amazon após duas temporadas

A Amazon cancelou oficialmente a série ‘The Tick‘ depois de apenas duas temporadas.

“Lamento dizer que a Amazon decidiu não seguir em frente com [outra temporada de] ‘The Tick’. Não lamento dizer que eu amo essa série, seu elenco, sua história e sua mensagem. O destino agora exige que eu e meus companheiros encontremos um novo lar para o nosso programa.”

Criada por Ben Edlund, a série é um reboot do seriado homônimo exibido em 2001.

A trama segue o super-herói chamado Tick, que é uma paródia de super-heróis famosos. Em um mundo onde super-heróis existem há décadas, um contador desacreditado sem qualquer tipo de poderes, descobre que sua cidade está sendo dominada por um super-vilão que todos acreditavam estar morto há anos. Enquanto luta para investigar essa conspiração, ele acaba se juntando com um estranho super-herói azul.

O elenco conta com Peter Serafinowicz, Griffin Newman, Joshua Schubart, Valorie Curry, Yara Martinez, Scott Speiser e Jackie Earle Haley.

 

‘Diablero’: 2ª temporada já está disponível na Netflix!

A 2ª temporada da série de terror mexicana, ‘Diablero‘, já estreou na Netflix! Todos os episódios da nova temporada já estão disponíveis no serviço de streaming.

Confira o trailer:

A série é baseada no livro ‘El Diablo me Obligó‘, do autor F. G. Haghenbeck.

“A trama focará no Padre Ramiro Ventura, que à procura do lendário “diablero” – caçador de demônios –, Elvis Infante. Com a ajuda de Nancy, uma heroína dos tempos modernos, esse trio improvável vive em uma constante batalha entre os dois mundos, e inicia uma série de eventos que podem determinar o destino da humanidade. Ao longo do caminho, eles irão prender e vender demônios, anjos caídos e criaturas de outro mundo em um mercado negro que tem conexão com um circuito de luta underground.”

O elenco conta com Christopher Von Uckermann, Horacio Garcia Rojas, Giselle Kuri, Dolores Heredia, Humberto Busto, Flavio Medina e Quetzalli Cortes.

‘Emily em Paris’ se torna a produção mais assistida da semana na Netflix

Lançada há poucos dias, a nova série de comédia romântica da Netflix, intitulada ‘Emily em Paris‘ e estrelada por Lily Collins, se tornou a produção mais assistida da semana no catálogo brasileiro do serviço de streaming.

A série desbancou os live-actions de ‘Scooby-Doo‘, que estão fazendo um enorme sucesso no Brasil. O primeiro filme, lançado em 2002, e sua sequência, ‘Scooby-Doo 2: Monstros à Solta‘, ocupam a segunda e terceira colocação na lista.

Com 78% de aprovação no Rotten Tomatoes, ‘Emily em Paris‘ também conquistou os espectadores, que estão apaixonados pela produção.

Confira as reações:

A produção, que foi desenvolvida pela MTV Studios, estava originalmente programada para ser lançada pela Paramount Network, mas teve seus direitos comprados pela gigante do streaming.

Emily em Paris’ foi criada e roteirizada por Darren Star (‘Younger‘, ‘Sex and the City‘) e conta com 10 episódios de meia hora de duração cada.

Na trama, Colins vive Emily, uma jovem ambiciosa que trabalha como executiva de marketing em Chicago e que acaba sendo transferida inesperadamente para Paris. Lá, ela começará uma nova vida, à medida que tenta conquistar seus colegas de trabalho, fazer novas amizades e quem sabe embarcar em romances empolgantes.

A série conta com Ashley Park (musical ‘Meninas Malvadas na Broadway), Philippine Leroy Beaulieu (‘Call My Agent!‘), Lucas Bravo (Smartass), Samuel Arnold (‘Antony & Cleopatra), Camille Razat (‘15h17 – Trem Para Paris‘) e Bruno Gouery (Doc Martin).

‘Monstros no Trabalho’: Série baseada em ‘Monstros S.A.’ ganha trailer; Confira dublado e legendado!

A Disney divulgou o trailer completo da série ‘Monstros no Trabalho‘ (Monsters at Work), que irá expandir o divertido e colorido universo de ‘Monstros S.A.‘.

Confira:

A produção irá estrear oficialmente no dia 2 de julho.

A história se passa seis meses após o filme original, com os Monstros descobrindo que geram mais energia ao fazerem as crianças rirem.

John GoodmanBilly Crystal voltam a dublar os icônicos Sully e Mike, respectivamente. O elenco da série também é composto por John Ratzenberger, Jennifer Tilly e Bob Peterson.

Monstros S.A.‘ ganhou dois filmes pela Disney/Pixar, um em 2001 e a pré-sequência ‘Universidade dos Monstros‘, em 2013.

‘Blade’: Ator de ‘Tempo’ entra para o elenco do reboot da Marvel

De acordo com o Deadline, Aaron Pierre (‘Tempo’) entrou para o elenco do reboot de ‘Blade‘, que está sendo desenvolvido pela Marvel.

Além dele, Delroy Lindo (‘The Good Fight’) também foi confirmado no projeto.

Infelizmente, detalhes sobre os seus papéis não foram divulgados.

Mahershala Ali estrelará como o personagem-título, o icônico caçador vampiros.

“Como meio-humano/meio vampiro, Eric Brooks (Ali) aprimorou suas habilidades para caçar os mortos-vivos que há muito aterrorizaram a humanidade. Um híbrido humano-vampiro desde seu trágico nascimento, Blade passou sua longa tentando livrar o mundo de vampiros como aquele que matou sua mãe. Ao longo dos anos, ele dominou seu próprio estilo para lutar contra monstros de todos os tipos.”

Bassam Tariq será responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Stacy Osei-Kuffour (‘Watchmen’).

reboot é intitulado Blade: O Caçador de Vampiros’ e faz referência direta aos primeiros quadrinhos do anti-herói criado em 1973 pelo roteirista Marv Wolfman e pelo ilustrador Gene Colan.

Daniel Kaluuya dublará o Spider-Punk em ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’

De acordo com o The Wrap, o vencedor do Oscar Daniel Kaluuya (‘Corra!’ e ‘Não! Não Olhe!) foi confirmado no elenco da animação ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘.

O ator dará voz ao herói Spider-Punk. Nos quadrinhos, o personagem é um adolescente sem teto que é picado por uma aranha que se tornou radioativa por causa do lixo tóxico despejado pelo Presidente Norman Osborn.

Confira a sinopse oficial:

O segundo filme seguirá o Miles Morales (Shameik Moore), que assumiu o manto do amigão da vizinhança do Brooklyn, enquanto ele se reúne com a Gwen Stacy (Hailee Steinfeld) para tentar navegar na complicada teia do multiverso em busca de um novo vilão e uma equipe de pessoas-aranha.

Lembrando que as duas partes da sequência foram ADIADAS pela Sony Pictures.

Inicialmente previsto para 7 de Outubro de 2022, ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso – Parte 1‘ foi adiado para 2 de junho de 2023.

Já a Parte 2, foi adiada de 2023 para 29 de março de 2024.

Assista ao teaser e siga o CinePOP no YouTube:

Miles Morales retorna para o próximo capítulo da saga vencedora do Oscar Aranhaverso, uma aventura épica que transportará o amistoso amigão da vizinhança do Brooklyn, Miles Morales, através do Multiverso para unir forças com Gwen Stacy e uma nova equipe do Povo-Aranha para enfrentar um vilão mais poderoso do que qualquer coisa que eles já encontraram.

Kemp PowersJustin K. Thompson também entram como diretores.

Santos é conhecido por seu trabalho em ‘A Lenda de Korra’‘Avatar: A Lenda de Aang’, enquanto Powers co-dirigiu o aclamado ‘Soul’ ao lado de Peter DocterMike Jones.

Thompson, por sua vez, ficou responsável pelo design de produção do primeiro ‘Aranhaverso’.

Vale lembrar que Chris Lord e Phil Miller roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.

Daniel Pemberton também retorna para compor a trilha sonora das próximas aventuras de Miles Morales.

Lançado em 2019, ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ tornou-se um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 375 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 90 milhões.

‘The Boys’: Chefão da Amazon fala sobre futuras temporadas e novos spin-offs

Em entrevista ao Entertainment Weekly, Vernon Sanders, chefe de televisão da Amazon e MGM Studios, comentou sobre futuro da série ‘The Boys‘.

Apesar do criador Eric Kripke já ter um desfecho em mente, o executivo acredita que a série ainda deve durar por muitas temporadas. Além disso, Sanders também indicou a possibilidade do lançamento de novos derivados deste universo após a estreia de ‘Gen V‘.

“Só vou dizer isso: Já faz anos que o Eric [Kripke] tem uma boa noção de como série irá terminar, mas seguimos discutindo sobre o processo de desenvolvimento cada temporada. Então, comentar sobre a finalização da série é algo muito prematuro. Confiamos no Eric e, se ele estiver interessado em continuar a história, seremos os primeiros ao seu lado. No momento, estamos focados em ‘Gen V’ e na incrível quarta temporada de ‘The Boys’, que irá surpreender os fãs.”

Ele completa, “Acredito que o Seth Rogen, Evan Goldberg e Eric Kripke realmente amam este universo, mas tentamos não saturá-lo. Uma vez que ‘Gen V’ ganhou sinal verde, decidimos focar exclusivamente neste derivado. Após o spin-off ter sido lançado, poderemos ver a reação dos espectadores e começar a discutir sobre o que começaremos a desenvolver em seguida.”

Vale lembrar que ‘Gen V‘ estreará no dia 29 de setembro no Prime Video.

Relembre o trailer:

Confira a descrição dos personagens principais:

Jaz Sinclair interpreta Marie Moreau, uma super-heroína de 18 anos com a habilidade de controlar e transformar seu próprio sangue em uma arma. Como caloura na Universidade Godolkin, administrada pela Vought, ela está ansiosa para provar que tem o que é preciso para se juntar aos Sete, mas é distraída por um mistério que começa a desvendar na escola.

Chance Perdomo interpreta Andre Anderson, um estudante na Universidade Godolkin com poderes magnéticos. Ele é o melhor amigo do Golden Boy e filho do famoso super-herói Polaridade; Andre tem um grande papel a ocupar, pois está prestes a assumir o nome Polaridade assim que seu pai se aposentar. Quando Andre percebe que algo estranho está acontecendo na escola, ele decide tentar desvendar o mistério.

Lizze Broadway interpreta Emma Meyer, que também é conhecida por seu nome de super-herói, Little Cricket, por causa de sua capacidade de ficar superpequena. Embora insegura e ingênua, o que muitas vezes a deixa em posições comprometedoras, ela se torna amiga íntima de sua colega de quarto, Marie, e juntas elas navegam pelos misteriosos perigos da Universidade Godolkin.

Shelley Conn interpreta Indira Shetty, a reitora da Universidade Godolkin. Ela não tem poderes, mas sua formação em psicologia de super-heróis e sua habilidade incomparável de analisar o que os motiva a tornam indispensável para a escola. Seu objetivo é transformar a Universidade Godolkin em uma faculdade de elite para super alunos. Marie, em particular, desperta seu interesse.

Maddie Phillips interpreta Cate Dunlap, uma estudante na Universidade Godolkin, que é amiga do Jordan e do Andre. Cate tem a habilidade de forçar as pessoas a fazerem o que ela quiser usando o toque de suas mãos, que ela usa a seu favor. Poderosa e confiante, ela também é namorada de Luke, o que a torna uma das sobrenaturais mais populares do campus.

London Thor e Derek Luh interpretam Jordan Li, um estudante competitivo da Universidade Godolkin que fará de tudo para chegar ao topo. Esse herói possui uma capacidade única de mudar entre as formas masculina e feminina, através da qual se manifestam diferentes poderes – o homem é denso e indestrutível, enquanto a mulher é ágil e pode lançar rajadas de energia. A combinação de seus distintos de poderes os fazem um dos maiores destaques na escola.

Asa Germann interpreta Sam, um herói problemático que está tentando escapar de suas circunstâncias desafortunadas. Ele é extremamente poderoso, com super força e invulnerabilidade. Apesar de ter um bom coração, ele é assombrado por alucinações, que o faz ter dificuldade para discernir entre o que é – ou não é – real.

Patrick Schwarzenegger intepreta Luke Riordan, que é conhecido pelo seu nome de super-herói, Golden Boy, por causa de sua habilidade de deixar seu corpo coberto por chamas. Ele é um estudante veterano na Universidade Godolkin University. Sendo um dos alunos mais populares da instituição, ele tem grandes chances de entrar para Os Sete.

Sean Patrick Thomas interpreta Polaridade, Pai de Andre e célebre ex-aluno e curador da Universidade Godolkin. Polaridade espera que seu filho siga seus passos, assumindo o nome Polaridade quando se aposentar. Ele acredita que Andre está destinado aos Sete e não vai parar até que seu sonho se torne realidade.

Clancy Brown interpreta Professor Rich “Brink” Brinkerhoff, um renomado professor de combate ao crime na Universidade Godolkin que ensinou super-heróis como A-Train, Rainha Maeve e The Deep. Ele se dedica a encontrar os melhores novos talentos da Universidade Godolkin para se juntar aos Sete e acredita que o Golden Boy tem tudo para ser o próximo.

Marco Pigossi interpreta Dr. Edison Cardosa, um médico talentoso com ligações à Universidade Godolkin.

O elenco contará com Jaz Sinclair, Chance Perdomo, Lizze Broadway, Maddie Phillips, London Thor, Derek Luh, Asa Germann, Marco Pigossi, Patrick Schwarzenegger, Sean Patrick Thomas e Shelley Conn.

“‘Gen V‘ se passa na única faculdade da América exclusivamente voltada para super-heróis, administrada pela Vought International. Além de superar seus limites morais nos testes, cada aluno irá competir pelos melhores contratos nas melhores cidades como representantes da companhia. A trama é uma mistura de série universitária e ‘Jogos Vorazes’, com todo o coração, sátira e atrevimento de ‘The Boys‘.”

 

CEO da Warner fala sobre possível SÉRIE baseada em ‘Onze Homens e um Segredo’

Em entrevista ao Deadline, Channing Dungey, CEO da Warner Bros. Television, comentou que está considerando desenvolver uma série baseada na franquia ‘Onze Homens e Um Segredo‘.

A executiva acredita que o formato para as telinhas daria mais tempo para o aprofundamento dos personagens e da narrativa.

“Acho que uma série baseada em ‘Onze Homens e um Segredo’ seria uma ótima ideia. Esta seria a franquia perfeita para estender um filme de duas horas em uma minissérie. Podemos aprofundar a história de maneiras muito divertidas.”

Ela completa, “Há muitos títulos que dariam uma ótima série, então só depende de alguém entrar no escritório com um ótimo ponto de vista para uma adaptação. Quando eu vejo certos filmes, eu penso: ‘Certo, foram duas horas e meia incríveis, mas seria ótimo se tivéssemos mais tempo para explorar esses personagens ou essa narrativa.”

Anteriormente, o astro George Clooney havia confirmado que um novo filme da franquia está em desenvolvimento: “Temos um roteiro ótimo para outro Onze Homens agora, então podemos acabar fazendo outro. Na verdade, é um ótimo roteiro.”

Por fim, ele sugeriu que o quarto filme não seguirá o padrão de nomenclatura como “Quatorze Homens e um Segredo”: “Não quero chamar assim… quer dizer, a ideia é meio que como ‘Despedida em Grande Estilo’.”

Junto a Clooney, o elenco estelar da franquia inclui renomados nomes de Hollywood, como Julia Roberts (Tess Ocean), Matt Damon (Linus Caldwell), Brad Pitt (Rusty Ryan), Andy García (Terry Benedict), entre outros talentosos atores.

Anteriormente, a franquia havia ganhado continuidade com o spin-off feminino ‘Oito Mulheres e Um Segredo‘. O longa conquistou 68% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, além de arrecadar quase US$ 300 milhões mundialmente.

Reboot de ‘Blade’ deve ser lançado APÓS ‘Vingadores: Guerras Secretas’, afirma insider

De acordo com o insider Daniel RPK, o reboot de ‘Blade‘ deve demorar para sair do papel.

Rumores recentes apontam que a nova versão do caçador de vampiros, estrelada por Mahershala Ali, só deve ser lançada após ‘Vingadores: Guerras Secretas‘.

Vale lembrar que ‘Guerras Secretas‘ dará continuidade aos eventos de ‘Vingadores: Apocalipse‘, e está programado para estrear no dia 7 de maio de 2027.

Originalmente anunciado para 2023, o reboot de ‘Blade‘ passou por diversos problemas nos bastidores – incluindo reformulações do roteiro. Anteriormente, o longa estava programado para novembro de 2025, antes de ter sido adiado indeterminadamente pela Marvel.

O personagem de Mahershala Ali, que fez uma breve aparição em Eternos, aparentemente terá a missão de reunir outros heróis do Universo Cinematográfico da Marvel em um novo grupo.

“Pense nele como o Nick Fury da parte sobrenatural do UCM”, disse o insider Alex Perez.

Dessa maneira, os fãs podem chegar à conclusão de que Blade será o responsável por reunir os Filhos da Meia-Noite, grupo conhecido pelos leitores dos quadrinhos.

O papel do personagem neste universo deverá ser esclarecido no filme estrelado por Mahershala Ali.

O elenco ainda contará com Mia Goth, Delroy Lindo, Aaron Pierre e Milan Ray.

“Como meio-humano/meio vampiro, Eric Brooks (Ali) aprimorou suas habilidades para caçar os mortos-vivos que há muito aterrorizaram a humanidade. Um híbrido humano-vampiro desde seu trágico nascimento, Blade passou sua longa tentando livrar o mundo de vampiros como aquele que matou sua mãe. Ao longo dos anos, ele dominou seu próprio estilo para lutar contra monstros de todos os tipos.”

reboot é intitulado Blade: O Caçador de Vampiros’ e faz referência direta aos primeiros quadrinhos do anti-herói, criado em 1973 pelo roteirista Marv Wolfman e pelo ilustrador Gene Colan.

O Castigo

(El Castigo)

 

Elenco:

Antonia Zegers
Nestor Cantillana
Catalina Saavedra

 

Direção: Matias Bize

Gênero: Drama

Duração: 86 min.

Distribuidora: Filmes do Estação

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 11 de Dezembro de 2025

Sinopse: 

Em O CASTIGO, Ana dirige séria e irritada. Mateo, seu marido, pede que ela dê a volta, retornando ao lugar na floresta onde abandonaram o filho desobediente de 7 anos, Lucas. Apenas dois minutos se passaram, mas o menino desapareceu.

Curiosidades: 

» Coral Cruz, de ‘Verônica: Jogo Sobrenatural‘, assina o roteiro;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Novas ameaças paranormais no trailer da 2ª temporada de ‘Stranger Things: Histórias de 85’; Confira!

A Netflix divulgou o trailer completo da 2ª temporada da série animada ‘Stranger Things: Histórias de 85‘.

O próximo ciclo chegará ao serviço de streaming no dia 17 de setembro.

Nos novos episódios, com o Dia dos Namorados chegando, a turma precisa descobrir a verdade por trás de aparições fantasmagóricas e de um enxame de criaturas estranhas que estão causando o caos pela cidade.

Confira o teaser e siga o CinePOP no YouTube:

Ambientado entre a 2ª e a 3ª temporada de ‘Stranger Things‘, o derivado leva os espectadores de volta a Hawkins no rigoroso inverno de 1985, onde os personagens originais precisam enfrentar novos monstros e desvendar um mistério paranormal que está aterrorizando a cidade.

O elenco de voz de ‘Histórias de 85’ conta com Brooklyn Davey Norstedt (Eleven), Jolie Hoang-Rappaport (Max), Luca Diaz (Mike), Ej Williams (Lucas), Braxton Quinney (Dustin), Ben Plessala (Will) e Brett Gipson (Hopper).

Odessa A’zionJaneane GarofaloLou Diamond Phillips também participam do projeto.

 

‘Black Mirror’ – 4ª Temporada ganha teaser anunciando os novos episódios; Confira!

A Netflix divulgou o primeiro teaser da quarta temporada da aclamada série ‘Black Mirror‘.

O vídeo, compartilhado através da conta do Faceboook da produção, traz uma rápida apresentação dos próximos seis episódios que estão por vir.

Confira:

Black Mirror foi criada por Charlie Brooker e exibida pelo canal britânico Channel 4 por duas temporadas. A Netflix comprou o programa e produziu a elogiada terceira temporada ano passado. A nova temporada da série estreia este ano, ainda sem data definida para o lançamento. Aguarde novidades aqui no CinePOP.

‘Um Lugar Silencioso’ inicia sua campanha para o Oscar

Um Lugar Silencioso‘ arrebatou a crítica especializada e já é considerado um dos grandes filmes de 2018. E após sua aclamada recepção nos cinemas, a ID, empresa de relações públicas que representa o casal John Krasinski e Emily Blunt, já deu início à campanha para projetar o terro para as grandes premiações, incluindo o Oscar.

De acordo com o The Hollywood Reporter, a ID já começou a contatar jornalistas do ramo do entretenimento para lembrá-los do impacto que a produção obteve na crítica especializada. Ao lado de uma carta, uma cópia do DVD de ‘Um Lugar Silencioso‘ e uma lista com várias frases retiradas de avaliações foram encaminhadas, com o objetivo de selecionar profissionais que estão se preparando para a cobertura da temporada de premiações.

Um trecho da carta foi divulgada pelo portal e revela um tom simbólico e pessoal.

Confira:

“Enquanto o filme é visto como um terror aterrorizante e destruidor de nervos, Krasinski não desenvolveu este projeto para os sustos. Ele foi influenciado pela mensagem universal da história em torno da família. Este filme é uma ‘carta de amor’ para suas filhas. Ele demonstra visualmente como se sente ser um pai nos dias de hoje e a extensão em que um pai vai para proteger seus filhos “.

Em entrevista ao Collider, o produtor Andrew Form garantiu que John Krasinski estará envolvido na sequência de Um Lugar Silencioso’:

“Definitivamente ele está envolvido. Estive em filmes em que o estúdio diz para você ‘esse é o seu prazo. Vamos lá!’ e, nesse, eles não quiseram apressar nada, o que é incrível. Então vamos fazer com calma, descobrir para onde vamos, mas não há pressa. Estamos discutindo qual será o envolvimento de cada um e o que será o filme, só aguardar”

 

‘Stranger Things’: 3ª temporada ganha novas imagens; Confira!

A terceira temporada de ‘Stranger Things’ ganhou duas novas imagens. Divulgadas com exclusividade pela revista EW, nela vemos os personagens Dustin (Gaten Matarazzo) e Steve (Joe Keery) investigando algo juntos, enquanto Eleven (Millie Bobby Brown) e Mike (Finn Wolfhard) parecem se divertir lendo quadrinhos em cima de uma cama.

Confira:

Vale lembrar que a próxima temporada irá focar no bromance entre Dustin (Gaten Matarazzo) e Steve (Joe Keery), revelou Matarazzo.

Os dois personagens formaram uma amizade na segunda metade da temporada anterior, depois que Steve terminou com Nancy (Natalia Dyer) e teve mais tempo livre, tornando-se um mentor para Dustin. Não está claro como a narrativa vai oferecer à dupla mais cenas juntos, mas parece que é algo que os fãs vão gostar.

Confira os cartazes e o trailer da produção:

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quarta ou quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

‘…E o Vento Levou’ é misteriosamente retirado da HBO Max em meio à acusações de racismo

O clássico vencedor do Oscar ‘…E o Vento Levou‘ foi retirado misteriosamente da plataforma da HBO Max, em meio à recentes acusações de racismo. A informação foi revelada pelo portal The Hollywood Reporter.

Segundo a publicação, o polêmico drama fora retirado da grade de programação de forma silenciosa, sem qualquer aviso oficial prévio. Inicialmente, a produção era anunciada como um dos grandes destaques da nova plataforma de streaming da WarnerMedia.

A saída do filme da grade de programação do serviço acontece em meio a um contexto bem estratégico, onde uma série de protestos contra racismo se espalham ao redor do mundo.

Além disso, o cineasta John Ridley, vencedor do Oscar pelo aclamado ‘12 Anos de Escravidão‘, escreveu nesta semana um editorial para o jornal Los Angeles Times, em que solicita a retirada do filme de forma temporária, à medida que reflete sobre os efeitos históricos do longa:

“Como um cineasta, eu entendo que os filmes geralmente são retratos de momentos na história. ‘…E o Vento Levou‘ é, no entanto, um problema único. Não erra apenas em se tratando de representatividade. É um filme que glorifica o sul pré-guerra. É um filme que, quando não ignora os horrores da escravidão, pausa para perpetuar alguns dos estereótipos mais dolorosos das pessoas de cor”.

…E o Vento Levou‘ tem sido alvo de controvérsias há muitos anos, embora tenha conquistado 10 Oscar em 1940, se perpetuando ainda como a maior bilheteria da história do cinema, considerando o ajuste da inflação.

A produção é duramente criticada pela forma como as pessoas pretas são abordadas, bem como pela glamourização do sul norte-americano na Guerra Civil. A trama se passa em meio a Guerra Civil americana, quando as tensões ao redor dos conflitos étnicos nos Estados Unidos estavam se tornando cada vez mais elevadas.

Lançado em 1939, ‘…E o Vento Levou’ tornou-se de imediato um das mais clássicas obras do cinema mundial. Recebeu 13 indicações ao Oscar, levou 8, inclusive, Melhor Filme.

Sobre a HBO MAX

O novo serviço chegou no dia 27 de maio, trazendo diversos conteúdos populares das emissoras pertencentes ao grupo Warner. Um dos conteúdos mais aguardados e que já está disponível na íntegra é a série cômica Friendse todos os filmes da franquia ‘Harry Potter’.

Além do lançamento de ‘Friends‘, a nova plataforma já conta com a trilogia de ‘O Senhor dos Anéis‘, com todas as temporadas de ‘The Big Bang Theory‘, além do vencedor do Oscar ‘Coringa‘.

A plataforma também disponibilizou um catálogo repleto de conteúdos de estúdios parceiros e emissoras da própria WarnerMedia, como TBS, TNT, CNN, Cartoon Network, e Turner Classic Movies.

Também estarão disponíveis títulos da BBC Studios e do Studio Ghibli, responsável por ‘A Viagem de Chihiro’, ‘O Castelo Andante’, ‘Cemitério dos Vagalumes’, e ‘Princesa Mononoke‘.

Confira um vídeo que faz um tour na interface da plataforma:

Lembrando que John Stephens, proprietário da Warner Media, revelou ao The Hollywood Reporter que as produções originais planejadas para a estreia da HBO Max serão adiadas devido ao surto do Coronavírus.

Por conta disso, séries como ‘Love Life, ‘The Flight Attendant’, ‘Tokyo Vice’, ‘I’m Be the One’, ‘Made for Love‘, e o reboot de ‘Gossip Girl’ permanecem sem previsão de estreia.

Por enquanto, ainda não previsão de chegada da HBO Max no Brasil.

Assista ao trailer de lançamento:

‘Kevin Can F**k Himself’: Série com atriz de ‘Schitt’s Creek’ ganha nova imagem; Confira!

A nova série que mistura drama com sátira, ‘Kevin Can F**k Himself‘ ganhou uma nova imagem oficial, divulgada com exclusividade pela revista EW.

A produção pertence à emissora AMC e é estrelada Annie Murphy, mais conhecida por protagonizar a aclamada série ‘Schitt’s Creek‘.

Confira a imagem:

Kevin Can F*** Himself
Annie Murphy as Allison, Eric Petersen as Kevin

A nova comédia dramática visa fazer uma crítica social, mostrando que as esposas de sitcoms são muito mais do que caricaturas irritantes ou tiradas cômicas de pouca importância. A série trará uma perspectiva mais sombria e densa, regada por um humor bem pesado.

Confira o primeiro trailer:

Na trama, Murphy interpreta Allison, a submissa esposa do escandaloso Kevin McRoberts (Erc Petersen), que começa a se libertar do molde de dona de casa impecável e perfeita e sairá em uma nova jornada de autodescoberta, que não envolva o seu marido.

Kevin Can F**k Himself‘ foi criada por Valerie Armstrong e conta com a produção executiva da atriz Rashida Jones.

A produção estreia no dia 13 de junho na AMC+, nos Estados Unidos.

 

‘007’: Produtores de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’ e ‘Harry Potter’ vão assumir franquia junto à Amazon

Agora é oficial, os produtores Amy Pascal e David Heyman vão assumir a franquia de James Bond junto à Amazon MGM. A informação foi confirmada pelo The Hollywood Reporter.

A dupla foi escolhida para conduzir o novo filme de Bond, o primeiro a ser produzido por alguém de fora da família Broccoli.

Pascal produzirá o filme pela Pascal Pictures, com Heyman produzindo pela Heyday Films.

A decisão vem logo após a Amazon MGM encerrar o acordo com Barbara Broccoli e Michael G. Wilson, os produtores cuja família produz os filmes de 007 desde a década de 60.

Amy Pascal é conhecida por ter sido uma das principais produtoras da mais recente trilogia do ‘Homem-Aranha‘ (estrelada por Tom Holland), bem como dos sucessos ‘Rivais‘, ‘Adoráveis Mulheres‘ e ‘A Grande Jogada‘.

David Heyman possui em seu currículo a franquia de ‘Harry Potter‘, ‘Paddington‘ e os indicados ao Oscar ‘Era uma Vez em…Hollywood‘ e ‘História de um Casamento‘ – todos como produtor.

No anúncio oficial, a empresa destacou o histórico de sucesso de Pascal e Heyman em Hollywood. Na ocasião, Courtenay Valenti, chefe de Cinema do Amazon MGM Studios, ponderou sobre o compromisso de honrar o legado de Bond, à medida em que constrói seu novo futuro:

“Estamos abordando cada decisão criativa com James Bond, que Barbara Broccoli e Michael G. Wilson conduziram com tanta maestria, com o maior senso de responsabilidade. Parte de um grupo de elite de produtores que desenvolveram e administraram grandes franquias cinematográficas para o sucesso de bilheteria e aclamação da crítica, Amy Pascal e David Heyman são dois dos produtores de cinema mais talentosos, experientes e respeitados em nossa indústria”.

Por meio de uma declaração conjunta, Pascal e Heyman comemoram o novo acordo firmado:

James Bond é um dos personagens mais icônicos da história do cinema. Estamos honrados em seguir os passos de Barbara Broccoli e Michael Wilson, que fizeram tantos filmes extraordinários, e animados em manter o espírito de Bond muito vivo – enquanto ele embarca em sua próxima aventura”. 

O filme mais recente da saga, ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘, marcou a despedida de Daniel Craig do papel titular. Com 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa arrecadou US$ 774.1 milhões nas bilheterias mundiais.

Claire Foy será substituída em ‘The Crown’; Conheça a nova atriz!

A Netflix anunciou para a Entertainment Weekly que a atriz Olivia Colman (A Dama de Ferro) foi escolhida para substituir Claire Foy na 3ª temporada de ‘The Crown. Foy interpreta a jovem rainha Elizabeth na trama.

Colman ganhou um Globo de Ouro no começo de 2017 por seu papel em Melhor Atriz Coadjuvante em Televisão.

The Crown‘ reúne o aclamado roteirista Peter Morgan (A Rainha, Frost/Nixon), o diretor Stephen Daldry (Billy Elliot, As Horas) e o produtor Andy Harries (A Rainha).

Baseado na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, ‘The Crown‘ conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

The Crown retorna com novos episódios no dia 8 de Dezembro.

Confira fotos do segundo ano:

 

 

Elenco de ‘Dawson’s Creek’ se reúne para comemorar o 20º aniversário do programa

O ano de 2018 marca o 20º aniversário de ‘Dawson’s Creek’, que foi exibida entre 1998 e 2003, e a revista Entertainment Weekly promoveu o reencontro de seu famoso elenco, além de uma entrevista com o criador Kevin Williamson, em que comentou como foi o processo de escalação dos atores e atrizes da trama.

Ele revelou que a personagem Joey quase foi interpretada por Selma Blair (‘Hellboy’) antes de ser entregue para Katie Holmes.

“Realmente estava determinado a escalar Selma, até que vi o teste de Katie. Aquilo mudou minha vida, minha visão da personagem”

Já o papel de Jen, que acabou com Michelle Williams, quase foi de Katherine Heigl (‘Grey’s Anatomy’):

“Steve Miner, o diretor do piloto, indicou Katherine, e ela realmente fez um teste muito bom. Sabia que ela tinha futuro, mas achei que ela parecia madura demais para Jen”

Confira as fotos divulgadas pela revista:

‘Aquaman’ ganha pôster inspirado em ‘Tubarão’, de Steven Spielberg

A Warner Bros. divulgou um novo cartaz do aguardado ‘Aquaman, que presta homenagem ao clássico ‘Tubarão’ de Steven Spielberg. Confira:

As primeiras exibições-teste de ‘Aquaman‘ foram realizadas nos EUA, e vazaram as reações do grupo de sortudos que estava presente na sessão.

Steve Weintraub, do Collider, disse que ouviu coisas boas daqueles que participaram das projeções.

“Adivinha qual filme de super-heróis foi exibido na noite passada em San Fernando Valley? Ouvi algumas coisas boas de Aquaman”.

Christopher Marcus, da Omega Underground, disse que ouviu que o filme é bom, mas não ótimo.

“Ouvi dizer que é bom (não ótimo) e é tudo o que podemos esperar do novo filme da DC”.

KC Walsh, da Geeks WorldWide, compara ‘Aquaman’ com os primeiros filmes da Marvel Studios.

“#Aquaman é como um filme da fase 1 da Marvel Studios, então se você gostou deles, talvez você vai adorar… Se não, provavelmente não vai curtir muito…”.

Qual é a sua expectativa para ‘Aquaman‘?

O filme chegará aos cinemas nacionais em 13 de dezembro, ou seja, uma semana antes da estreia americana, que acontece em 21 de dezembro.

‘Aquaman’: Jason Momoa compartilha foto de nova cena das refilmagens

‘Liga da Justiça’: Aquaman estará diferente no filme solo, afirma Jason Momoa

O elenco do filme conta com Jason Momoa no papal principal, Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna). James Wan dirige o filme e o roteiro fica a cargo de Will Beall.

 

 

Filme de ação que mistura ‘John Wick’ com ‘Mortal Kombat’ estreia no Prime Video e é ÓTIMO

Durante os anos 1980, os brucutus tomaram conta de Hollywood e popularizaram os filmes de porradaria franca, angariando uma legião de fãs que perdura até hoje. Mais do que isso, esse fenômeno acabou alavancado os filmes de artes marciais e criando uma relação boa com eles, afinal… Ação é sempre bom. Essa pegada de ‘exército de um homem só’ cativa justamente pela postura dos protagonistas e a diversão de ver os caras destroçando mais adversários que psicopata de filme de terror e terminando com tudo dando certo.

Alguns anos depois, esse subgênero caiu em desuso e a ação foi dando mais espaço para a aventura. Esses longas ‘porradeiros’ acabaram sendo relegados a produções B. Felizmente, na década passada, a franquia John Wick mostrou a Hollywood que ainda havia interesse do público nesse tipo de filme e sem precisar apelar necessariamente para os corpos musculosos dos fisiculturistas dos cinemas. Desde então, o público vem recebendo ao menos um filme desse tipo a cada dois anos. E a ‘cota porradaria’ 2024 acontece em Contra o Mundo, que estreou no Prime Video.

O filme se apoia em uma trama essencialmente sobre vingança. A história acompanha o jovem Boy (Bill Skarsgård), um rapaz que vive em um futuro totalitário e acabou sendo vítima das ações repressoras do governo. Depois de ver sua família ser assassinada diante de seus olhos, ter sua língua arrancada e sua audição destruída, o menino é deixado para morrer em uma floresta, onde acaba sendo resgatado por um Xamã (Yayan Ruhian). Ele treina o garoto em seu estilo de artes marciais para transformar o menino em uma máquina de vingança, aguardando apenas o dia que estará pronto para derrubar esse governo corrupto. Os anos passam e o Boy cruza o caminho dos monarcas no dia do Abate, um festival anual em que eles massacram opositores do regime na TV. Diante desse cenário caótico, nosso protagonista dá início a sua vingança da forma mais violenta e sangrenta possível.

Logo de cara, é preciso ressaltar que esse filme beira a perfeição para os fãs de histórias em quadrinhos e videogames. Por ter um protagonista surdo e mudo, a trama é conduzida por meio da voz interior de Boy. Isso dá a ele um tipo de narração em off que segue o longa inteiro com pensamentos típicos dos balões das HQs e um humor bastante característico. Da mesma forma, por ser um protagonista que teve uma vida normal até a infância e depois passou a viver um treinamento de foco total nas artes marciais, o Boy é praticamente um molecão no corpo de um assassino profissional. É como ler um quadrinho do Demolidor do Mark Waid protagonizado pelo Shazam. E o melhor é que a direção de Moritz Mohr valoriza os planos de luta, conduzindo o filme como se estivesse folheando as páginas de um gibi. Dá um dinamismo frenético.

Sobre a questão dos videogames, o longa se inspira nos games clássicos de luta para compor figurinos, situações e fazer piadas que referenciem esses jogos icônicos. Há momentos que pegam o melhor de Street Fighter e combinam com a violência gráfica de Mortal Kombat. Por não se propor a ser algo sério, eles misturam todo essa sanguinolência a um humor canalha ao melhor estilo estilo John Wick, mas com um protagonista ainda mais carismático.

O trabalho de Bill Skarsgård é fenomenal. Ele carrega sua atuação por meio das expressões faciais e corporais. E por ter um rosto muito expressivo, dá show. É muito divertido ver ele reagindo a um mundo ao qual está tendo contato pela primeira vez. A decisão de ter esse falando por meio do off também foi genial. Deixa tudo mais divertido. E urge falar sobre as coreografias de artes marciais que ele domina com maestria. É tudo muito bem marcado e cru. É porrada de verdade pra encher os olhos dos fãs. Sem contar os combates com armas brancas, extremamente angustiantes, como a sequência de pancadaria franca na cozinha, que termina com o Boy mutilando seus rivais com um ralador de queijo. É um prato cheio para quem se amarra em filmes com artes marciais.

Vale ressaltar que é uma ação galhofa. Tudo no filme é muito caricato, uma escolha proposital para divertir e permitir que o público compre alguns absurdos de embrulhar o estômago. Sim, te garanto que você vai chorar de rir de uma cabeça decepada. Dentro dessa proposta, nada é mais caricato que os vilões. Não existe apenas um antagonista, são vários. Cada um representa uma faceta das diferentes repressões que o povo sofre por aí diariamente. E nenhum deles se destaca tanto quanto Brett Gelman.

O humorista se destacou há alguns anos em Stranger Things e desde então virou o ator perfeito para interpretar o babaca de moralidade questionável. Ele faz esse papel com maestria. É impossível não se divertir e eventualmente sentir um pouco de ódio de suas ações. Um ator muito subestimado.

Sem medo de ser feliz, o filme reúne em tela o melhor que a violência cinematográfica tem a oferecer. E ao explorar a versatilidade de Bill Skarsgård, o longa se torna uma excelente pedida para quem busca diversão de qualidade. Para não dizer que é o filme de ação perfeito, há uma leve barriga na transição do segundo para o terceiro ato que é logo compensada pela ação e uma série de viradas na trama. O famoso ‘eita atrás de eita’.

Contra o Mundo é uma gratíssima surpresa nesse início de ano para quem quer sentar na poltrona do cinema para se divertir e viajar num universo quase geek da mais simples e bela porradaria fictícia. É uma mistura da ação à moda antiga com a roupagem moderna dos grandes blockbusters de primeira linha.

Contra o Mundo está em cartaz nos cinemas.

Crítica | O Bastardo – Indicado ao Oscar pela Dinamarca traz Mads Mikkelsen em Filme de Época

A história com H maiúsculo, em seus detalhes, é impressionante. Se por um lado a história conhecida pela maioria da população é uma leitura muitas vezes suavizadas e resumidas dos acontecimentos (tais como foram), por outro aos poucos, principalmente nos últimos anos, mais e mais camadas dessa história com maiúsculo vem sendo contadas – e, nesse sentido, o cinema tem sido grande aliado. Através desse olhar atento, chegou aos cinemas brasileiros esse fim de semana o longa ‘O Bastardo’, que foi representante da Dinamarca ao Oscar de Melhor Filme Internacional nesse ano.

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Estamos no século XVIII e a Dinamarca vive sob o regime da monarquia. Enquanto o país ainda tenta se reconstruir após as últimas guerras enfrentadas, o capitão Ludvig Kahlen (Mads Mikkelsen, o eterno ‘Hannibal’ da série homônima) é um herói orgulhoso de seus feitos, porém está empobrecido, assim como boa parte da população. Diante de sua realidade, Kahlen se oferece como voluntário à coroa para ocupar um terreno inóspito na Jutlândia, onde todos acreditam ser totalmente infértil. Ao contrário, Kahlen acredita que é possível plantar no local, e por isso, a coroa decide permitir sua ocupação, sob uma condição: caso Kahlen consiga plantar algo no local, aí então a coroa enviaria pessoas para ajudar a popular a localidade, mas, até lá, Kahlen teria que fazer todo o roçado e todo o trabalho sozinho. O capitão aceita a proposta, sem saber que seu maior desafio seria, na verdade, seu vizinho de terreno, o mimado Frederick De Schinkel (Simon Bennebjerg).

Com pouco mais de duas horas de duração, ‘O Bastardo’ é um bom filme que constrói um cenário de época bem interessante, que, apesar de fazer um recorte sobre um fato real ocorrido na história da Dinamarca, é uma dinâmica que pode ser facilmente lida na história do Brasil: todo esse comportamento da dita “coroa”, que se autointitula dona de um terreno e se autointitula no direito de dispor das terras para seus aliados, sob qualquer pretexto, mesmo que as terras já estejam ocupadas por outras pessoas; aconteceu na Dinamarca do século XVIII, mas é também a história da invasão e colonização no Brasil.

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Mads Mikkelsen entrega um bom e desafiador trabalho, ao construir um protagonista fechadão, de poucas palavras e cheio de confiança sobre um terreno que ninguém mais acredita. Mesmo se tratando de uma história estrangeira, o roteiro de Nikolaj Arcel, Anders Thomas Jensen e Ida Jessen elabora um enredo que vai cativando o espectador, balanceando a obstinação do protagonista com a obsessão infantil e egóica do vizinho, o qual Simon Bennebjerg interpreta muito bem, dando-lhe requintes de crueldade repulsivos.

Em um segundo plano, ‘O Bastardo’ ainda traz outros temas particulares daquela região nórdica, mas que também se assemelham aos dias de hoje, como a presença de ciganos e imigrantes no território, o que tem como consequência o crescimento da xenofobia e do racismo, ou, ainda, a subordinação das mulheres a situações domésticas meramente pelo fato de serem mulheres.

Com bonitas tomadas aéreas, ‘O Bastardo’ impressiona pela grande produção ao trazer uma história particular da Dinamarca, mas que reflete a universalidade do tema. Um bom filme de época para ajudar a entender a dinâmica da colonização mundial.

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‘Capitã Marvel’: Arte conceitual revela uniforme original da heroína

Capitã Marvel nos apresentou a Carol Danvers (Brie Larson) como parte do Universo Cinemático Marvel. Quando introduzida, a personagem faz parte da unidade militar alienígena conhecida por Starforce, utilizando um belíssimo uniforme com as cores do Império Kree.

Agora, as primeiras artes conceituais para o filme começaram a despontar online – e a perspectiva original para a heroína era bastante diferente da que vimos nos cinemas. Confira:

 

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Another early exploration for Vers (Carol Danvers) as an elite Kree pilot. For Captain Marvel the movie. When I’m doing concept proposals I’m usually trying some iterations close to what we know and we see before about the character but also offering some weirder/fresher/surprising versions. This is certainly one. Here I was trying to hide the human root of the character like it’s looking like an alien and then Tadaaaa! It’s a human face! With Brie Larson feature! Basically this approach is focusing on how to surprise the audience. To play with this and to create mystery. You know there is a lot in common between storytelling and magician tricks (think about Melies who was deeply interested in illusionism before doing cinema). – #digitalillustration #digitalpainting #kree #caroldanvers #characterdesign #marvel #marvelstudios #captainmarvel #captainmarvelmovie #mcu #marvelcinematicuniverse #pilot #spacesuit

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Escrito e dirigido por Anna Boden e Ryan Fleck, o filme é ambientado nos anos 90.

Carol Danvers (Larson) é uma ex-piloto da aeronáutica que se torna uma das heroínas mais poderosas da galáxia. Ao se juntar à Força Estelar, uma equipe militar Kree, ela retorna à Terra com novas dúvidas sobre seu passado e sua identidade quando o planeta se encontra no centro de um conflito entre dois mundos alienígenas.

O elenco conta com Brie Larson, Samuel L. Jackson, Ben Mendelsohn, Jude Law, Annette Bening, Lashana Lynch, Clark Gregg, Rune Temte, Gemma Chan, Djimon Hounsou e Lee Pace.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Astro de ‘Demolidor’ diz que Joaquin Phoenix merece o Oscar por ‘Coringa’

Apesar de controversas críticas acerca de Coringa, a maior parte da crítica aclamou Joaquin Phoenix por sua atuação como o personagem-titular, afirmando que ele é um possível concorrente ao Oscar do ano que vem.

Agora, Vincent D’Onofrio, conhecido por seu papel como o Rei do Crime na série Demolidor, também fez suas declarações sobre a atuação de Phoenix e endossou que o ator merece a estatueta.

Confira:

“Esse jovem homem merece reconhecimento por sua performance”, ele escreveu. 

Previsões indicam que o filme deve arrecadar mais de US$ 800 milhões, tornando-se a maior bilheteria de todos os tempos para um filme com classificação para maiores de idade.

Até o momento, ‘Coringa‘ já arrecadou US$ 745,1 milhões pelo mundo, segundo o Box Office Mojo.

Lembrando que o longa já é a maior bilheteria da Warner Bros. em 2019

É o quarto ano consecutivo em que uma adaptação da DC Comics atinge a marca para o estúdio.

Anteriormente, ‘Batman vs Superman‘ registrou 872,7 milhões em 2016. Já em 2017, ‘Mulher Maravilha’ faturou 821,8 milhões.

No ano passado foi a vez de ‘Aquaman‘, que atingiu a incrível marca de US$ 1,148 bilhão pelo mundo e se tornou um dos maiores sucessos financeiros da DC em conjunto com a Warner.

OPINIÃO: Reações a ‘Coringa’ provam que estamos vivendo na caótica sociedade do filme

Confira a nossa crítica:

A trama de Coringa vai explorar a cultura noturna da cidade de Nova York, dando destaque inclusive a clubes de strip-tease.

Coringa‘, do diretor Todd Phillips, centra-se no icônico arqui-inimigo e é uma história fictícia original e inédita, nunca vista na tela grande. A história de Arthur Fleck, interpretado majestosamente por Joaquin Phoenix, é de um homem que luta para encontrar seu caminho na sociedade fragmentada de Gotham. Ele é um palhaço de festas durante o dia, ele aspira a ser um comediante stand-up a noite… mas ele acha que a piada sempre parece estar sobre ele. Preso em uma existência cíclica entre a apatia e a crueldade, Arthur toma uma decisão ruim que provoca uma reação em cadeia de eventos crescentes neste estudo de caráter arenoso.

‘Coringa’: Joaquin Phoenix diz que não se importa com opinião dos fãs sobre sua interpretação

Filme de origem do Coringa será ‘assustador’, afirma Joaquin Phoenix

Além de Phoenix, Robert DeNiroZazie BeetzMarc MaronFrances ConroyShea WhighamBill Camp e outros completam o elenco.