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‘Noughts + Crosses’: Série sobre universo alternativo ganha pôster OFICIAL; Confira!

Peacock revelou o primeiro pôster oficial da minissérie ‘Noughts + Crosses’, baseada na saga jovem-adulta homônima assinada por Malorie Blackman.

Confira, junto ao trailer:

A série é co-produzida por Jay-ZToby Whithouse.

‘Noughts + Crosses’ imagina uma realidade alternativa no qual a história aconteceu ao contrário: neste mundo, a África – ou “Áprica” – invadiu a Europa séculos atrás, escravizando seus habitantes. Na Londres dos dias atuais, ou “Albion”, a escravidão é uma instituição do passado, mas as leis promovidas pela Era Jim Crow mantém a segregativa dinâmica de poder: uma classe dominante de Cruzes Negras, controlando a política, a cultura e a economia de um oprimido grupo conhecido como Nadas Brancos, que estão à beira de uma revolução. No topo de tudo isso, uma história de amor proibido se desenrola.

Masali BaduzaJack Rowan estrelam.

‘Noughts + Crosses’ estreia no dia 04 de setembro na plataforma.

‘WandaVision’ já está disponível no Disney+!

E finalmente chegou!

Os dois primeiros episódios da aguardada série ‘WandaVision’ estrearam hoje (15) na plataforma de streaming do Disney+.

A produção abriu com 95% de aprovação no Rotten Tomatoes. Das 82 críticas publicadas, 78 são positivas e 4 negativas. A nota média ficou em 8.09/10.

Segundo o consenso geral, “WandaVision é um passo maravilhosamente estranho e surpreendentemente ousado para do MCU para as telinhas – e um mostruário perfeito para Elizabeth Olsen e Paul Bettany.”

Confira as principais críticas:

“Seja o que for, “WandaVision” é a entrada mais estranha até agora no MCU, e um passo artístico significativo em sua narrativa.” Adam Graham, Detroit News.

“Certamente estou ansioso para descobrir que direção o show vai tomar. Mas obviamente vai demorar algum tempo para chegar lá.”- Bill Goodykoontz, República do Arizona

“Uma vez que WandaVision começa a reciclar o mesmo conteúdo em cada episódio, torna-se difícil ignorar que o principal interesse do programa é brincar com o formato, em vez de impulsionar sua história adiante.” Roxana Hadadi – RogerEbert.com

“Não importa o quanto as pessoas digam que “WandaVision” é diferente de tudo que a empresa fez antes, para melhor ou para pior, é mais do mesmo.” – Ben Travers, indieWire

“Estranhamente, ao voltar ao passado, a WandaVision criou uma televisão nova e diferente.”- Wenlei Ma, News.com.au

“Tão estranhamente diferente do que esperamos da Marvel, que pode servir como uma porta de entrada para as pessoas que têm resistido firmemente ao gênero de super-heróis até agora.” – Jim Slotek, Cin original.

Conheça os personagens de “WandaVision”, a primeira série original do MCU


Wanda Maximoff

Tendo estreado no MCU em 2015, no filme Vingadores: A Era de Ultron, Wanda é irmã gêmea do falecido Pietro Maximoff (Aaron Taylor-Johnson). Os dois tiveram a família morta por um míssil das Indústrias Stark e, motivados por vingança, acabaram se unindo ao robozão do mal, Ultron (James Spader). Os gêmeos foram afetados por um experimento da HYDRA que “aprimorou” o DNA deles com uma das Joias do Infinito. Pietro ficou muito veloz, enquanto Wanda passou a ter a habilidade de manipular coisas com a mente. Conforme o MCU foi avançando, os poderes de Wanda foram aumentando, chegando a permitir até mesmo que ela voasse. Nos quadrinhos, ela é capaz de alterar a realidade com suas habilidades. Então, pela primeira no universo estendido da Marvel, provavelmente veremos a jovem chegar ao seu máximo potencial e bagunçar um pouco as coisas.

Visão

Outro que estreou em A Era de Ultron, o Visão foi criado em um embate entre Tony Stark (Robert Downey Jr.), Bruce Banner (Mark Ruffalo) e Ultron. Juntando a Inteligência Artificial J.A.R.V.I.S. com a Joia da Mente e parte da consciência de Ultron, o Visão se juntou aos Vingadores e logo virou um dos personagens mais estranhos do time. Com a habilidade de alterar sua densidade, voar, ter um corpo de Vibranium e atirar um raio com a Joia em sua testa, o Visão se mostrou um dos heróis mais fortes. Porém, ele foi morto por Thanos (Josh Brolin) ao final de Vingadores: Guerra Infinita (2018) e mal se falou nele em Vingadores: Ultimato (2019). Então, ele aparecer vivo em WandaVision é um dos mistérios a serem respondidos na série.

 

Monica Rambeau

Interpretada por Teyonah Parris, Monica Rambeau não é uma estreante no Universo Cinematográfico Marvel. Sua primeira aparição foi em Capitã Marvel (2019), que trouxe a personagem como uma criança comum dos anos 1990, filha da melhor amiga da Capitã, Maria Rambeau (Lashana Lynch). Na série, ela já será adulta e vai trabalhar em uma agência secreta, que muitos acreditam ser a S.W.O.R.D., que já apareceu no MCU na cena pós-créditos de Homem-Aranha: Longe de Casa (2019). Outro detalhe interessante que vale a pena ser destacado é que Monica, nos quadrinhos, foi uma Capitã Marvel, mas atualmente atende pelo nome de Fóton, que não coincidentemente foi o apelido gravado no avião de sua mãe, Maria, no filme da Capitã Marvel.

A pequena Monica fez sua estreia em Capitã Marvel (2019).

 

Agnes

Vivida por Kathryn Hahn, Agnes é um dos grandes mistérios da série. Personagem recorrente e que parece ter certa relevância, Agnes não teve nada divulgado, fora ser uma clássica vizinha fofoqueira e intrometida que tem envolvimento com Wanda e Visão. Os fãs, porém, já discutem a teoria de que ela seria Agatha Harkness, a mentora de magia de Wanda nas HQs. Agatha é uma bruxa que tem grande participação no processo de gerar e de tirar os filhos de Wanda nos quadrinhos. Então, caso a teoria se confirme, ela seria uma vilã? Vamos ter que descobrir.

 

Agente Jimmy Woo

Interpretado por Randall Park, o Agente Jimmy Woo debutou no MCU em 2018, no filme O Homem-Formiga e a Vespa. Ele foi responsável por monitorar (ou tentar) o cumprimento da prisão domiciliar de Scott Lang (Paul Rudd), o que mostra que ele já tem uma experiência em lidar com super-heróis. Na série, o Asian Jim retorna para, aparentemente, trabalhar com Monica Rambeau na investigação acerca das bizarrices que rondam a casa da família Visão.

 

Darcy Lewis

Presença certa nos dois primeiros filmes do Thor, a estagiária Darcy Lewis (Kat Dennings) também teve seu retorno confirmado para a série. Ela passou por diversas confusões envolvendo o espaço e a magia de Asgard, então pode ser que ela tenha algum envolvimento com os possíveis surtos que a Wanda pode sofrer ao longo do seriado.


Evan Peters

Ainda sem ter um papel confirmado, o ator Evan Peters está no elenco de WandaVision. Ele chama atenção porque já viveu Pietro Maximoff, o Mercúrio, nos filmes dos X-Men. Enquanto alguns fãs acreditam que ele vá viver o demônio Mephisto, boatos apontam que ele pode reprisar o papel de Pietro, mas agora no MCU. Substituindo Aaron Taylor-Johnson no multiverso.

 

Gêmeos

Parte fundamental da mitologia da heroína, os gêmeos Thomas e Billy – que mais tarde viriam a ser Célere e Wiccano, membros dos Jovens Vingadores – apareceram nos trailers da série. Se eles vão causar o problemão que rolou nos quadrinhos, ainda não podemos afirmar, mas a presença deles na divulgação já indica que é bem provável que veremos a Wanda passar por maus bocados e que uma possível adaptação dos Jovens Vingadores está por vir.

‘Harley Quinn’: Ator de ‘Bela Vingança’ entra para o elenco da 3ª temporada

Através do Twitter, o produtor Patrick Schumacker confirmou que Sam Richardson (‘Bela Vingança’, ‘M.O.D.O.K.’) fará parte da 3ª temporada da aclamada animação ‘Harley Quinn’.

Detalhes sobre seu papel ainda não foram revelados.

Lembrando que os novos episódios ainda estão em produção e que, segundo o co-showrunner Justin Halpern, têm previsão de lançamento para o final de 2021 ou o começo de 2022.

“Creio que [a nova temporada] sairá no final deste ano ou no começo de 2022, só porque a animação leva bastante tempo para ser feita”, ele disse em uma recente aparição ao podcast Master of None.

‘Harley Quinn’, baseada nos personagens da DC, foca em Arlequina, que finalmente terminou de uma vez por todas qualquer que fosse seu relacionamento com o Coringa, tentando criar uma reputação para si mesma como a Rainha do Crime de Gotham City. A série traz Arlequina, Hera Venenosa e um elenco gigante de heróis e vilões, novos e antigos, do Universo DC.

Kaley Cuoco dubla a personagem-título. O elenco também inclui Lake Bell, Ron Funches, JC Smoove, Jason Alexander, Wanda Syker, Giancarlo Esposito, Natalie Morales, Jim Rash, Diedrich Bader, Tony HaleChris Meloni.

‘Noite Passada em Soho’: Anya Taylor-Joy e Matt Smith são destaque no novo clipe oficial do suspense; Confira!

A Focus Features divulgou um novo clipe oficial do suspense ‘Noite Passada em Soho‘, dando destaque a Anya Taylor-Joy e a Matt Smith.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais em 29 de outubro.

No Rotten Tomatoes, a produção abriu com 71% de aprovação, com nota 6.70/10 baseada em 68 reviews até o momento. Segundo o consenso geral, “apesar de lutar para manter a atmosfera de suspense, [o filme] mostra vislumbres de Wright em seu momento mais estiloso e ambicioso”.

Confira os principais comentários abaixo:

“No final, Wright não está particularmente interessado em mirar em tudo o que é obscuro sobre o fanatismo que molda uma cultura” – Slant Magazine.

“Um estimável e genuíno filme de terror que também diz algo real” – RogerEbert.com.

“Um trabalho virtuoso de Wright. Incrivelmente montado e executado” – JoBlo’s Movie Network.

Anya Taylor-Joy está completamente comprometida com o papel e captura tanto os aspectos físicos quanto os psicológicos de sua personagem” – AwardsWatch.

“Apesar da história demorar para desenrolar, traz uma quantidade digna de sustos genuínos, fantasmas assustadores e mágica cinematográfica” – Nightmare on Film Street.

Além de dirigir, Wright também assina o roteiro ao lado de Krysty Wilson-Cairns (‘Penny Dreadful‘).

A trama acompanha a história de uma jovem garota que misteriosamente é capaz de viajar no tempo para a década de 1960, onde encontra seu ídolo, um aspirante a cantor deslumbrado. No entanto, Londres dos anos 60 não é o que parece, e o tempo parece desmoronar com consequências sombrias…

O elenco também conta com Synnøve Karlsen, Diana Rigg, Terence Stamp e Rita Tushingham.

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Matt Smith stars as Jack and Anya Taylor-Joy as Sandie in Edgar Wright’s LAST NIGHT IN SOHO, a Focus Features release.
Credit: Parisa Taghizadeh / Focus Features

Curiosidades | ‘Jogos Vorazes’, estrelado por Jennifer Lawrence, completa dez anos de lançamento!

Jogos Vorazes se tornou um dos filmes mais conhecidos e bem-sucedidos da década passada – e representou uma ótima adaptação dos romances homônimos de Suzanne Collins.

Ambientada num futuro distópico, a narrativa é centrada em Panem, uma nova nação que surgiu após a destruição da América do Norte e que é dividida em treze distritos e uma Capital. Surgida após uma trágica guerra, os distritos que rodeiam o centro do território são obrigados a entregar um menino e uma menina todo ano para competirem nos Jogos Vorazes, brutais competições em que apenas um participante pode sobreviver, como forma de manter a autoritária hierarquia funcionando.

É nesse meio que surge Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence), uma jovem do Distrito 12 que se oferece como tributo quando a irmã é sorteada para os jogos, protegendo-a de morrer na carnificina. A partir daí, ela se lança em uma investida contra o tirânico governo do Presidente Snow (Donald Sutherland), jurando derrubá-lo e transformar Panem num lugar justo para todos.

Garantindo diversos elogios por parte da crítica e arrecadando mais de US$690 milhões mundialmente e trouxe, além de Lawrence e Sutherland, nomes como Woody HarrelsonJosh HutchersonLiam HemsworthElizabeth Banks no elenco.

Para celebrar seu iminente aniversário de dez anos nos cinemas, o CinePOP preparou uma breve lista com algumas curiosidades de bastidores, que você confere abaixo:

  • Enquanto brincava pelo set de filmagens, Lawrence acidentalmente chutou Hutcherson na cabeça, derrubando ele e resultando em uma concussão.
  • Lawrence recebeu cachê de US$500 mil pelo filme. Ela demorou três dias até aceitar o papel, porque não estava certa de que forma o papel iria impactar sua carreira, visto que ela era conhecida mais no circuito independente. Para o segundo filme, Jogos Vorazes: Em Chamas’, de 2013, ela ganhou vinte vezes mais (US$10 milhões).

  • Harrelson é vegano na vida real. Nas cenas em que Haymitch, seu personagem, está comendo, vemos, na verdade, ele se deliciando com sobremesas, vegetais ou apenas bebidas.
  • Sutherland viu o roteiro por acidente e, quando o leu, fez de tudo para conseguir o papel do Presidente Snow, porque a história o lembrava de ‘Glória Feita de Sangue’, clássico dirigido por Stanley Kubrick. Ele conseguiu o papel depois de escrever uma carta a Gary Ross, diretor e roteirista do longa.

  • Este foi o primeiro filme não lançado por um dos grandes seis estúdios americanos (20th Century StudiosWalt DisneyParamount PicturesWarner Bros.Columbia Pictures ou Universal Pictures) a alcançar a marca de US$400 milhões nas bilheterias dos EUA.
  • Hemsworth e Lawrence, ambos naturalmente loiros, pintaram os cabelos de marrom para o filme, enquanto Hutcherson, naturalmente moreno, pintou seu cabelo de loiro.

  • Lenny Kravitz foi escalado para o papel de Cinna sem precisar fazer audições e depois de Ross ver sua brilhante performance em ‘Preciosa: Uma História de Esperança’.
  • O território ficcional de Jogos Vorazes se chama Panem, cujo nome é derivado da máxima latina Panem et Circenses (Pão e Circo, em português). A frase fazia parte dos últimos dias do Império Romano, em que as massas eram entretidas pelos governantes com comida barata e entretenimento popular (no caso, os gladiadores).

  • Alexander Ludwig trabalhou por quatro por dia, todos os dias, com um militar da Marinha dos Estados Unidos, para conseguir alcançar o físico necessário para interpretar o antagonista Cato.
  • Banks deu vida a Effie Trinket, personagem essencial da narrativa e que se tornou um dos símbolos da cultura pop mundial na década passada. Entretanto, o nome de sua personagem nunca é falado no primeiro filme, apenas nas sequências.

‘American Horror Stories’: Episódio com Bella Thorne ganha promo oficial; Confira!

O canal FX divulgou mais um teaser oficial da 2ª temporada de ‘American Horror Stories‘, série derivada de ‘American Horror Story‘.

O próximo episódio, estrelado por Bella Thorne, será exibido hoje, 04 de agosto.

Confira, junto ao trailer completo:

spin-off foi criado por Ryan Murphy e Brad Falchuk.

O seriado American Horror Stories é um spin off de American Horror Story, trazendo novas histórias de arrepiar, envolvendo tanto personagens já conhecidos do público, como seres completamente novos. A ideia é expandir esse universo tão amado… e tão assustador.

O elenco do próximo ciclo é formado por Cody FernMax GreenfieldNico GreethamDenis O’HareGabourey SidibeDominique JacksonJudith LightAlicia SilverstoneBella ThorneQuvenzhané Wallis e outros.

No Brasil, a primeira temporada já está disponível no Star+.

Crítica | Apelativa, preguiçosa e previsível, ‘American Horror Stories’ é um grande erro de Ryan Murphy

Artigo | Por que a Sexta-Feira 13 é uma data tão supersticiosa e ASSUSTADORA?

Mesmo com inúmeras inovações tecnológicas e científicas nos últimos séculos, o mundo ainda é movido pela superstição. Ora, não podemos ir muito longe para lembrar de algumas tradições que carregamos conosco em ocasiões ou momentos específicos – seja o fato de pularmos sete ondas do mar na virada para o Ano Novo, seja ao tomar grande cuidado para não quebrar um espelho e ter sete anos de azar.

Entretanto, um dos pináculos da superstição ocidental é a data conhecida como Sexta-Feira 13 – e, para ser bem honesto, a história de como esse dia veio a dominar o imaginário popular foi se perdendo ao longo de tempo e mantida através de um movimento mnemônico e hereditário.

Mas por que essa data é tão mística e assustadora?

Para começarmos, é necessário falar que a Sexta-Feira 13 é considerada um dia de má sorte dentro da cultura ocidental (no Japão, por exemplo, os números quatro e nove são vistos como símbolo de azar). É notável como, dentro do calendário Gregoriano, a data acontece no mínimo uma vez por ano, com ocorrências triplas em 2015, por exemplo, em que o dia 13 caiu nas sextas-feiras de fevereiro, março e novembro. Mas o motivo de toda a mitologia em cima dela não tem uma origem certeira, e sim especulações que, normalmente, estão associadas à fé e à espiritualidade.

No livro ‘Extraordinary Origins of Everyday Things’, o autor Charles Panati arquiteta uma linha cronológica que nos leva de volta à cultura nórdica. Em seus escritos, ele delineia o momento em Loki, o deus da trapaça, invadiu um banquete na sagrada Valhalla e tornou-se a 13ª divindade a fazer parte das festividades. Loki, inclusive, conseguiu enganar o deus cego Hodr e fazê-lo atirar no irmão, Balder, o deus da luz, da felicidade e da bondade, matando-o instantaneamente e “acabando” com toda a bonança representada pelo falecido.

Uma história alternativa, mergulhada nas culturas pagãs, associa o número 13 ao sagrado feminino, enquanto Friday (sexta-feira em inglês) deriva do Dia de Frigga, a poderosa deusa nórdica dos céus que é associada ao amor, ao casamento e à maternidade. Frigga fornecia proteção às casas e às famílias, além de ser responsável pela ordem social e ter a habilidade de tecer o destino das pessoas com suas nuvens. Entretanto, teorias apontam que Frigga foi demonizada pela Igreja Católica, que desejava converter os pagãos em cristãos para reiterar sua hegemonia na Europa medieval. Para garantir a conversão, os representantes da Igreja haviam se valido da história que Frigga, unindo-se ao próprio Diabo e a outras 11 bruxas (totalizando treze personagens), saía de seu lar toda sexta-feira para rogar pragas contra os homens.

Migrando para a Escandinávia, a superstição acerca da Sexta-Feira 13 se estabeleceu nas regiões mediterrâneas com a ascensão do Cristianismo. Afinal, o décimo terceiro discípulo de Jesus Cristo era ninguém menos que Judas Iscariotes, que o traiu e o entregou ao exército romano – culminando em sua derradeira crucificação na Sexta-Feira Santa.

Para além da representação de Judas, inúmeras histórias bíblicas também estão associadas à data em questão: sexta-feira teria sido supostamente o dia da semana em que Adão e Eva comeram do fruto proibido no Jardim do Éden, enquanto 13 foi o dia em que Caim matou seu irmão, Abel, em que o Templo de Salomão foi derrubado e o dia em que a grande arca de Noé partiu depois do dilúvio que devastou o planeta.

Mas as incursões não se restringem à mitologia católica: o autor Steve Roud, em sua obra ‘The Penguin Guide to the Superstitions of Britain and Ireland’, conta que a combinação da sexta-feira com o número treze é uma invenção da Inglaterra vitoriana (ou seja, surgida no século XIX). No livro, Roud discorre acerca da publicação da novela ‘Friday, the Thirteenth’, de Thomas W. Lawson, cuja narrativa é centrada em um corretor de imóveis inescrupuloso tomou vantagem das superstições em relação à data para deliberadamente quebrar a bolsa de valores.

As múltiplas possibilidades de origem acerca da data também são refletidas na cultura pop mundial, cujas produções serviram como estrutura para manter a superstição viva no imaginário das pessoas. Nos anos 1980, tivemos o início de uma das sagas slasher mais conhecidas de todos os tempos, Sexta-Feira 13, em que o assassino mascarado Jason Voorhees se lançou em uma matança desenfreada para se vingar; no começo dos anos 2000, o romance O Código da Vinci, de Dan Brown, emplacou uma errônea concepção de que o misticismo da data proveio da decisão do Rei Felipe IV, da França, em destituir o poder da Igreja Católica e ordenar a prisão de centenas de membros dos Cavaleiros Templários na sexta-feira, 13 de outubro de 1307.

A força da superstição, inclusive, serviu como base para certas fobias estudadas por especialistas. Temos, por exemplo, a triscaidecafobia, que discorre sobre o medo irracional do número treze, e a parascavedecatriafobia ou frigatriscaidecafobia, que é o medo específico da sexta-feira 13 em si, pela representação simbólica que permanece viva na cultura ocidental.

E você? Acredita nas superstições da Sexta-Feira 13?

Astro de ‘The Flash’ DETONA filmes sobre multiversos: “São como alguém brincando de bonecos”

O multiverso vem se tornando uma parte essencial de diversos blockbusters contemporâneos – principalmente de filmes de heróis. Já vimos essa temática aparecer em ‘Vingadores: Ultimato’, ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ – e até mesmo no vencedor do Oscar ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’.

Agora, retornamos para essas incursões narrativas com The Flash, que estreia nos cinemas nacionais em 15 de junho.

Todavia, enquanto o multiverso parece agradar boa parte do público, Michael Shannon, que interpreta o General Zod no longa-metragem em questão e em Homem de Aço, não demonstrou muito interesse em tramas desse gênero e até mesmo confirmou não ter gostado muito da trama do corredor mais rápido do mundo.

“É, não vou mentir, não foi muito satisfatório para mim, como ator. Esses filmes sobre multiversos são como alguém brincando de bonecos”, ele disse ao Collider. “É tipo: ‘aqui está essa pessoa. Aqui está essa. E elas estão brigando!’. Não é o estudo aprofundado de personagem que eu vi em Homem de Aço. Se as pessoas acham loucura ou não, eu não ligo. Senti como se Homem de Aço fosse uma história sofisticada. Eu acho que The Flash é também, mas não é a história de Zod. Estou basicamente ali para apresentar um desafio”.

Crítica | ‘The Flash’ abraça a “velha guarda” dos filmes de herói e se consagra como uma das melhores entradas da DC

No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, The Flashconquistou 71% de aprovação. Os críticos destacam que o filme possui momentos grandiosos que o coloca como um dos melhores filmes da DC, mas apontam que o terceiro ato é bagunçado e um pouco destoante do resto da produção.

Confira algumas avaliações:

“Nada do que Batman ou Supergirl fazem em ‘The Flash’ para salvar o mundo é mais eficaz do que o que Barry Allen faz para salvá-lo com um abraço e uma lata de tomates.” Slant Magazine.

“‘The Flash’ é, de longe, o melhor filme dessa colaboração moderna da DC e Warner pós-Nolan…” – Rolling Stone.

“Este é um dos melhores filmes de super-heróis do século 21 até agora. Apenas sente-se e aproveite os momentos de grandeza.” – London Evening Standard.

“‘The Flash’, assim como o próprio Barry, ficou preso sem nenhum senso real de história e nenhum senso real de futuro também. Ele faz o melhor que pode.” – The Independent.

“Tomado por seus próprios méritos, o filme do diretor Andy Muschietti tem muito a oferecer e frequentemente mostra “flashes” de brilhantismo que o colocam acima da maioria dos existentes no Universo DC.”indieWare.

The Flash‘ terá 144 minutos de duração, ou seja, 2 horas e 24 minutos.

Andy Muschietti (‘It – A Coisa’) entra como diretor.

“Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?”.

Sasha CalleMichael ShannonRon LivingstonMaribel VerdúKiersey Clemons Antje Traue completam o elenco.

‘Doctor Who’: David Tennant encontra Beep the Meep nas imagens INÉDITAS do especial de 60 anos; Confira!

EW divulgou com exclusividade quatro novas imagens do especial de 60 anos da aclamada série Doctor Who.

As fotos dão destaque a David Tennant reprisando seu papel como o 14ª Doutor a Beep the Meep, um dos personagens mais bizarros e conhecidos do panteão sci-fi.

Confira:

O primeiro dos três episódios especiais será intitulado ‘The Star Beast‘, e estará disponível no catálogo do Disney+ em 25 de novembro.

Já as sequências, ‘Wild Blue Yonder‘ e ‘The Giggle‘, estreiam em 02 e 09 de dezembro.

A atração também conta com a participação de Neil Patrick Harris como um misterioso vilão, além do retorno de Catherine Tate como uma das companheiras do 14º Doutor, Donna Noble.

Além do trio, teremos Ncuti Gatwa como o 15º Doutor.

Millie Gibson também se junta ao grupo, interpretando a fiel companheira do personagem de Gatwa.

Anitta lança videoclipe oficial de “Aceita”, novo single do álbum ‘Funk Generation’; Assista!

popstar brasileira Anitta lançou hoje, 14 de maio, o videoclipe oficial de “Aceita”, novo single do álbum Funk Generation.

O material presta homenagem às religiões de matrizes africanas, em especial o candomblé.

Confira:

Lembrando que o compilado de originais, que conta com quinze faixas, está disponível em todas as plataformas de streaming.

Relembre a tracklist oficial:

1. Lose Ya Breath
2. Grip
3. Funk Rave
4. Fria
5. Meme
6. Love in Common
7. Aceita
8. Double Team
9. Savage Funk
10. Joga pra Lua, feat. Dennis e Pedro Sampaio
11. Cria de Favela
12. Puta Cara
13. Sabana
14. Ahi, feat. Sam Smith
15. Mil Veces

Crítica | Anitta explora a história do funk nacional com o indesculpável e ousado álbum ‘Funk Generation’

O álbum é precedido do elogiado Versions of Me, que trouxe parcerias com Khalid, Afro B, Ty Dolla $ign, Saweetie e outros.

Os 10 Melhores Filmes de TERROR de Todos os Tempos

Em mais de um século desde que o cinema surgiu, é notável como certos gêneros são tratados, até hoje, como representantes máximos da indústria fílmica – como os dramas, que normalmente dominam as temporadas de premiações e são caracterizados por especialistas e críticos como o suprassumo de tal criação artística.

Porém, é impossível desassociar os outros gêneros da história do cinema – algo que continua acontecendo quando voltamos nossa atenção para o terror.

Esses tipos de narrativa estão intrinsecamente ligadas à história da sétima arte, acompanhando suas revoluções técnicas e estilísticas e servindo de base para a eternização de obras de icônicos diretores – incluindo mestres como Quentin TarantinoAkira KurosawaMartin Scorsese, apenas para citar alguns. E isso não é tudo: mergulhando de cabeça na psique humana e provocando o medo ou o desconforto em seu público, histórias de terror permitem que se abra espaço para discussões sobre tópicos transgressores e considerados tabus – desde eventos apocalípticos a crenças religiosas ou populares.

Não é surpresa que o gênero tenha se desmembrado em diversas ramificações, desde icônicos slashers como ‘Pânico’‘Halloween’, passando por terrores psicológicos como A Bruxa‘Corra!’, e chegando aos “terrires”, como ‘Casamento Sangrento’‘Todo Mundo Quase Morto’.

Pensando no contínuo e inegável impacto desses longas-metragens na cultura popular, e aproveitando que estamos no mês mais místico e arrepiante do ano, preparamos uma lista elencando os dez melhores filmes de terror de todos os tempos – levando em consideração, principalmente, o legado deixado por cada um dos títulos.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

10. A BRUXA DE BLAIR (1999)

Duas décadas e meia depois de seu lançamento oficial nos cinemas, A Bruxa de Blair’ permanece como uma das produções mais revolucionárias do cinema contemporâneo – mesmo com válidas críticas acerca de seu envelhecimento, como já mencionado. Não é nenhum exagero dizer que, sem o impacto do filme, projetos como ‘Atividade Paranormal’, ‘REC’ e ‘Buscando…’ sequer existiriam – e é por isso que é sempre uma boa ideia revisitar aquele que popularizou o gênero.

9. TUBARÃO (1975)

Dirigido por Steven SpielbergTubarão é relembrado como o primeiro blockbuster da história do cinema – e é conhecido por basicamente qualquer um que já tenha ouvido falar o nome do diretor. Na trama, um terrível ataque a banhistas é o sinal de que a praia da pequena cidade de Amity virou refeitório de um gigantesco tubarão branco, que começa a se alimentar dos turistas. Embora o prefeito queira esconder os fatos da mídia, o xerife local (Roy Scheider) pede ajuda a um ictiologista (Richard Dreyfuss) e a um pescador veterano (Robert Shaw) para caçar o animal. Mas a missão vai ser mais complicada do que eles imaginavam.

8. HALLOWEEN – A NOITE DO TERROR (1978)

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É claro que o maior clássico ‘Halloween – A Noite do Terror’ merecia um lugar na nossa lista: o clássico estabeleceu as fundações estéticas e narrativas do subgênero slasher e, até hoje, é considerado uma das produções mais influentes de todos os tempos, além de ter eternizado Jamie Lee Curtis como uma das grandes scream queens do cinema. Na trama, o perigoso assassino Michael Myers escapa de seu confinamento e retorna para sua pacata cidade natal para continuar a coletar vítimas e se consagrar como um verdadeiro bicho-papão impetuoso e muito mortal

7. DESPERTAR DOS MORTOS (1978)

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Dentro do terror, existe um subgênero bastante conhecido que permanece no imaginário popular até os dias de hoje: os filmes de zumbis. Porém, antes de várias franquias conquistarem o público, George A. Romero emergiu como o responsável por popularizar tais narrativas com o aclamado Despertar dos Mortos. Servindo como divisor de águas para o gênero, o filme acompanha quatro sobreviventes de um ataque de mortos-vivos que se escondem em um shopping abandonado e planejam contra-atacar. No entanto, milhares de zumbis descobrem o esconderijo e iniciam um novo massacre, contaminando alguns deles que retornam à vida e somam-se ao exército de criaturas.

6. O BEBÊ DE ROSEMARY (1968)

Mesmo na cenário contemporâneo, O Bebê de Rosemary tem a capacidade inigualável de assustar espectadores ao redor do mundo. O filme é responsável por uma série de mudanças profundas no escopo do terror na sétima arte, sagrando-se um dos títulos responsáveis pela popularização do horror psicológico, além de abrir portas pela fascinação dos realizadores cinematográficos por demônios e temas relacionados. Na trama, um casal se muda para um prédio com pessoas estranhas. Acontecimentos ainda mais estranhos levam a jovem, que está grávida, a duvidar de sua própria sanidade. Porém, o parto e a descoberta de uma seita diabólica irão finalmente mostrar a verdade.

5. ALIENS, O RESGATE (1986)

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Com Aliens, o Resgate’, o diretor James Cameron teve capacidade de causar um impacto tão grande quanto o filme predecessor, além de auxiliar na recepção menos estigmatizada da ficção científica cinematográfica por parte dos especialistas. Como supracitado, o enredo, que explicitou o combate entre humanos e criaturas desconhecidas, foi emulado à exaustão nas décadas seguintes – chegando a aparecer em títulos como ‘O Predador’‘Estranho Passageiro’ e ‘O Paradoxo Cloverfield’. Sequências de construção atmosférica apareceram, também, no primeiro capítulo de ‘Resident Evil’; a tétrica e densa trilha sonora de James Horner foi transmutada e reorganizada para o terror psicológico, influenciando, por exemplo, as sagas ‘Invocação do Mal’ e ‘Um Lugar Silencioso’.

4. PSICOSE (1960)

Alfred Hitchcock é, sem sombra de dúvida, um dos diretores mais influentes e condecorados de todos os tempos – e Psicose não é considerado por qualquer motivo uma de suas obras-primas. Lançado em 1960, o filme teve em recepção mista por parte dos críticos em virtude dos controversos temas sobre o qual tratava, mas tornou-se um sucesso de bilheteria ao arrecadar surpreendentes US$50 milhões mundialmente. Conquistando quatro indicações ao Oscar, a trama acompanha uma mulher que, após roubar milhares de dólares, foge durante uma tempestade e decide passar a noite em um hotel que encontra pelo caminho. Ela conhece o educado e nervoso proprietário do estabelecimento, Norman Bates, um jovem com um interesse em taxidermia e com uma relação conturbada com sua mãe. O que parece ser uma simples estadia no local se torna uma verdadeira noite de terror.

3. O SILÊNCIO DOS INOCENTES (1991)

O aclamado e clássico suspense de horror O Silêncio dos Inocentes, estrelado por Anthony Hopkins e Jodie Foster, acompanha a agente do FBI Clarice Starling, que tem a missão de encontrar um assassino que arranca a pele de suas vítimas. Para entender como ele pensa, ela procura o perigoso psicopata, Hannibal Lecter, encarcerado sob a acusação de canibalismo. Mais de trinta anos depois de sua estreia, o longa-metragem é considerado por diversos especialistas como um dos melhores e mais importantes filmes da história do cinema – e rendeu a ambos os atores prêmios da Academia, além de levar mais três estatuetas do Oscar para casa.

2. NOSFERATU (1922)

A história do cinema é acompanhada de diversas escolas fílmicas de importância inestimável para os vários gêneros que existem nos dias de hoje – e uma delas é a escola expressionista. E, nessa importante escola (que inclusive serve de base para incontáveis filmes de terror contemporâneos), Nosferatu é um dos títulos que mais se sobressai: dirigido por F.W. Murnau e inspirado no romance gótico ‘Drácula’, de Bram Stoker, o filme serviu de inspiração inúmeros cineastas, incluindo Alfred Hitchcock e Guillermo del Toro. A história gira em torno de um corretor de imóveis chamado Hutter (Gustav von Wangenheim) que precisa vender um castelo cujo proprietário é o excêntrico conde Graf Orlock (Max Schreck). O conde, na verdade, é um vampiro milenar que espalha o terror na região de Bremen, na Alemanha e se interessa por Ellen, a mulher de Hutter.

1. O EXORCISTA (1973)

De fato, nenhum outro filme poderia ocupar o primeiro lugar da nossa lista além de O Exorcista. Lançado em 1973, o título chocou espectadores ao redor do mundo, causando uma comoção generalizada e sagrando-o como um dos melhores longas-metragens de todos os tempos. Ao conquistar inúmeras indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme, a produção quebrou os estigmas sofridos pelas obras do gênero, começando a livrá-lo do desdém sofrido pelos mais tradicionalistas – permitindo, inclusive, que os estúdios aumentassem os orçamentos dos longas de terror.

Na trama, uma atriz vai gradativamente tomando consciência de que a sua filha de doze anos está tendo um comportamento completamente assustador. Deste modo, ela pede ajuda a um padre, que também é um psiquiatra, e este chega a conclusão de que a garota está possuída pelo demônio. Ele solicita então a ajuda de um segundo sacerdote, especialista em exorcismo, para tentar livrar a menina desta terrível possessão.

BÔNUS: A BRUXA (2015)

Robert Eggers, mergulhando em seu primeiro trabalho cinematográfico de grande reconhecimento, respalda A Bruxa com contos centenários que remontam à época da colonização dos Estados Unidos, das controvérsias do julgamento de Salem a todo o misticismo das terras do litoral leste. É muito fácil encontrar inúmeras referências de produções anteriores e até mesmo entender a sua importância para o terror e o suspense psicológico: afinal, o filme é nada mais que uma pura experiência sinestésica que desconstrói e reconstrói tais incursões artísticas.

SUSPENSE com Nicole Kidman chega esta semana ao Prime Video!

Holland‘, suspense estrelado pela Nicole Kidman (‘Babygirl’), chega esta semana ao catálogo do Prime Video.

O longa-metragem estreia na plataforma de streaming no próximo dia 27 de março.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Mimi Cave, do aclamado suspense ‘Fresh‘, é responsável pela direção.

Na trama, a vida perfeita de Nancy (Kidman) na pitoresca cidade de Holland, em Michigan, desmorona quando ela e uma amiga descobrem um segredo distorcido.

O elenco ainda conta com Gael García Bernal, Jude Hill, Matthew Macfadyen, Rachel SennottLennon ParhamIsaac Krasner e Jeff Pope.

O roteiro, assinado por Andrew Sodroski, figurou na infame Black List – lista anual com os melhores roteiros não produzidos de Hollywood –, de 2013.

Retro Dance #32 | ‘Kiss & Tell’, o álbum de estreia de Selena Gomez & the Scene

Antes de se tornar mundialmente conhecida por suas investidas solo tanto no cenário fonográfico quanto no audiovisual, Selena Gomez era uma das figuras mais emblemáticas do escopo infanto-juvenil, tendo se eternizado como Alex Russo na adorada série ‘Os Feiticeiros de Waverly Place’. E, acompanhando tantos outros nomes que também integraram a família Disney Channel, não demorou muito até que Gomez se lançasse à carreira musical – fazendo sua estreia como parte do ato Selena Gomez & the Scene. Em 2008, o grupo fez seu début oficial com o contagiante álbum Kiss & Tell, que, quase vinte anos mais tarde, permanece como uma das obras mais subestimadas dos anos 2000.

À época de seu lançamento, o compilado de originais teve uma recepção mista por parte dos especialistas, ainda que tenha feito um moderado sucesso comercial. Porém, quando resolvemos revisitar o disco, percebemos que, talvez, os comentários negativos tenham sido um tanto quanto exagerados: afinal, as treze faixas originais que compõe essa respeitável peça musical partem de um princípio bem interessante e que se concretiza de maneira sólida, apostando fichas em um reavivamento do pop-rock e do electro-rock para a nova geração. Afinal, os anos anteriores e subsequentes à estreia de Kiss & Tell seriam regadas pelo pop mainstream e pelos subgêneros que o compõe, destacando Gomez e seus companheiros – o baterista Greg Garman, o baixista Joey Clement, o tecladista Dane Forrest e o guitarrista Drew Taubenfield.

O primeiro single promocional do álbum já revela o que podemos dessa divertida e despretensiosa jornada: “Falling Down”, uma inteligente faixa coassinada pela prestigiada Gina Schock, é uma pequena joia esquecida do cenário musical e que merecia maior atenção, ainda que tenha sido elogiada por seus versos sagazes e por uma comprometida performance da lead singer – que criam metáforas inesperadas para um vazio e compulsório desejo pelo estrelato e pela fama, contando com uma ótima composição sonora que explode em um vibrante e memorável refrão. Abrindo espaço para certas menções a relacionamento falidos, Gomez se diverte como uma rebelde persona, refletida em frases como “você me deu rosas, mas eram todas feitas de plástico”.

Alguns meses mais tarde, a banda nos presenteou com a antêmica e suntuosa produção pop-dance “Naturally”, cujo sucesso catapultou a faixa para o álbum seguinte, ‘A Year Without Rain’, como entrada bônus. Mergulhando de maneira indesculpável em um enlace romântico cujos sentimentos não são forçados e cuja felicidade é inegável, Gomez demonstrou estar par a par com as tendências mercadológicas, mas sem se afastar da construção de uma crescente identidade sonora e visual – e nos convidando para as pistas de dança através da mistura irretocável de dance, electropop e hi-NRG. De fato, a profusão estilística dos singles poderia ter premeditado um caótico álbum, mas apenas serviram como escolhas certeiras para antecipar os vários capítulos da obra.

Kiss & Tell sofreu do mal do desdém, visto que uma era com bastante potencial havia sido promovida com o mínimo de apreço. Em outras palavras, é notável como há várias canções que perderam momento e que deveriam ter ganhado mais atenção: temos a semi-balada pop-punk ao estilo Avril Lavigne de “I Won’t Apologize”, uma costumeira declaração de empoderamento que acompanhou a adolescência millenial e que emerge através de uma ótima interpretação de Gomez; “Crush” parte de uma história bastante simples de acompanhar (a ponto de quase se tornar simplória) e que presta homenagem à popularização da banda Paramore de maneira bem clara; “I Don’t Miss You at All”, assinada e produzida por Toby Gad, abraça a irrupção de sintetizadores e de uma admiração pelo EDM para uma história de superação amorosa.

Apesar de ser estruturado de maneira coesa e convincente, alguns erros nos chamam a atenção – como a criatividade cansada de “As a Blonde”, que mais soa como um descarte de canções que partem de premissa similar; a fraca balada “The Way I Loved You”, cuja melancolia soa regurgitada de produções mais inspiradas; e a presença inexplicável de “Tell Me Something I Don’t Know”, música original do filme ‘Outro Conto da Nova Cinderela’ que é escolhida como encerramento do álbum e que não consegue dialogar com praticamente qualquer elemento que apareça nas outras incursões. Todavia, os ápices artísticos falam mais alto em comparação aos deslizes, com menção especial a uma das melhores faixas da carreira de Gomez, “Stop & Erase”, uma carta de amor aos emblemas da raiva e da angústia adolescentes que despontaram no início dos anos 2000 e que transforma meras emulações em uma frenética mistura de pop-rock e pop-punk.

É claro que o teor pouco pessoal das músicas que compõe Kiss & Tell pode afastar um pouco a originalidade do álbum, mas não podemos negar que a estreia de Selena Gomez & the Scene no mundo da música merece ser apreciada em sua completude e conta com pequenas gemas do cenário pop que continuam a nos encantar anos mais tarde.

‘Sunny’: Astro de ‘Grease: Rise of the Pink Ladies’ se junta a Angelina Jolie em novo THRILLER sombrio

Segundo o DeadlineJason Schmidt (‘Grease: Rise of the Pink Ladies’) irá estrelar o thriller sombrio Sunny ao lado da vencedora do Oscar Angelina Jolie (‘Maria Callas’).

Detalhes sobre seu papel não foram divulgados.

O longa, que traz Jolie como produtora, é fruto da parceria entre a Gramercy Park Media, a A Higher Standard e a Nickel City Pictures.

As gravações do filme, que é dirigido por Eva Sørhaug (‘Yellowjackets’, ‘Tokyo Vice’), já foram iniciadas.

No espírito dos clássicos filmes de máfia, Sunnyacompanha uma gângster que luta para proteger seus filhos — e a si mesma — de um abusivo chefão do tráfico. Mas quando um evento devastador acontece, ela tem apenas algumas horas para planejar a fuga definitiva deles.

William Day Frank assume o cargo de roteirista, a partir de uma história concebida ao lado de Sørhaug.

Nathan Klingher entra como produtor ao lado de Jolie, Mark FasanoJeffrey Greenstein. Sørhaug também é a produtora executiva do filme.

Recentemente indicada ao Globo de Ouro e ao Critics Choice Award por sua atuação como a cantora de ópera Maria Callas na cinebiografia homônima de Pablo Larraín, Jolie já tem outros projetos em mente – incluindo ‘Couture’, drama de Alice Winocour que estreou no Festival Internacional de Cinema de Toronto; a comédia Anxious People’, de Marc Forster; e The Initiative’, um thriller de espionagem que a reúne com o diretor Doug Liman, de ‘Sr. & Sra. Smith’.

Crítica | ‘Avatar: O Último Mestre do Ar’ retorna com uma 2ª temporada marcada pela FADIGA criativa

São poucas as pessoas que nunca ouviram falar da aclamada animação ‘Avatar: A Lenda de Aang, que não apenas se tornou um dos carros-chefes da Nickelodeon, como um estandarte do gênero ao apresentar ao mundo uma densa exploração política e social regada a incríveis sequências de ação e personagens envolventes que refletem o duradouro legado da atração no cenário do entretenimento. E, acompanhando a onda de adaptações em live-action das últimas duas décadas, a série recebeu um remake supervisionado pela Netflix que estreou em 2024 sob o título Avatar: O Último Mestre do Ar.

Fincando os dentes em uma sólida e apaixonada reconstituição dos explosivos eventos da animação original, o live-action estrelado por Gordon Cormier como Aang, o último dobrador dos Nômades do Ar e a nova encarnação do poderoso Avatar – a única entidade capaz de manter a paz e a ordem em meio à ascensão descontrolada e mortal da Nação do Fogo -, encontrou sucesso por se manter fiel à essência desse vibrante cosmos à medida que explorou outras camadas. Agora, a gigante do streaming nos convida a mergulhar em uma segunda temporada que, apesar de acertar em alguns pontos, nos deixa com um gostinho agridoce de frustração ao não sabe exatamente como delinear suas múltiplas e impulsivas tramas.

O ciclo anterior se encerrou com uma gloriosa e emocionante batalha entre a Nação do Fogo e a Tribo da Água do Norte, em que Aang incorporou o estado Avatar em um ímpeto destrutivo que acendeu um alerta no protagonista. Nos novos episódios, ele caminha para se especializar nas Dobras de Terra após Katara (Kiawentiio) tê-lo ajudado com as Dobras de Água – mas o caminho é mais tortuoso do que o esperado. Recusado ser auxiliado por seu amigo de longa data, Bumi (Utkarsh Ambudkar), que permanece preso em Omashu, Aang encontra em uma jovem dobradora de terra cega conhecida como Toph Beifong (Miyako) a possibilidade de continuar investindo seu treinamento, mesmo encontrando certa resistência inicial, considerando o status real da garota.

Como podemos imaginar, Toph se junta a Aang, Katara e Sokka (Ian Ousley) na interminável empreitada contra o Lorde Ozai (Daniel Dae Kim) e seus asseclas, viajando para a impenetrável cidade de Ba Sing Sei a fim de alertá-los de uma investida destrutiva da Nação do Fogo – cujo plano foi arquitetado pela psicótica filha de Ozai, a Princesa Azula (Elizabeth Yu), uma poderosa dobradora de fogo que consegue atirar raios. Determinada não apenas a destruir o Avatar, como também a encontrar seu irmão exilado, Zuko (Dallas Liu), e o ex-General Iroh (Paul Sun-Hyung Lee), que foi taxado como traidor e inimigo, Azula posa como a principal ameaça dos heróis nessa temporada.

O segundo ciclo começa de maneira sólida ao dar ares de uma remodelação da clássica estrutura da Jornada do Herói explorada na iteração anterior, que seguiu todos os moldes desse “manual de instruções” para nos apresentar ao universo de ‘O Último Mestre do Ar’. Aqui, o showrunners Albert Kim e Christine Boylan têm todos os elementos necessários para se aprofundar nos arcos de amadurecimento de cada personagem, porém, mesmo com sete capítulos de mais de uma hora cada, não conseguem se desvencilhar de atribulações técnicas e o início de uma fadiga criativa que não cumpre com as expectativas e resolve jogar no seguro.

Em outras palavras, a série singra entre acertos e erros de forma muito similar: de um lado, a controversa e alienável estrutura político-social de Ba Sing Se ganha palanque notável, colocando o Rei Kuei (Justin Chien) em uma espécie de estado de torpor que renega a guerra impulsionada pela Nação do Fogo, fomentando a hierarquia de seu reinado ao passo que silencia aqueles que se opõe a ele e aos ideais que representam – e que tem sua representação máxima na figura de Joo Dee (Amanda Zhou), que funciona como “guia turística” do local e uma espiã de seus superiores.

De outro, os fracos diálogos parecem ter saído de qualquer história de fantasia e ação dos últimos trinta anos, apoiando-se em convencionalismos baratos que, inclusive, atuam negativamente na atuação de certos membros do elenco. Cormier, tendo nos presenteado com uma sólida e envolvente incursão na temporada predecessora, é engolfado em uma sucessão de falas que nos causam estranhamento – e engolido pela presença de Kiawentiio e Liu. De qualquer maneira, é preciso dar o destaque merecido à performance singular e espetacular de Yu como a imponente e perigosa Azula, roubando os holofotes em todas as cenas em que aparece; e Lee em uma solene e dramática subtrama envolvendo Iroh e seu arco de culpa e redenção, reiterando um dos melhores personagens de todo o universo ‘Avatar’.

Ousley e Miyako também têm seus momentos de glória, mas ficam apagados em uma unidimensionalidade tristonha e que não explora o potencial de seus respectivos personagens. Toph, inclusive, tem sua personalidade ácida e contundente diluída em um coming-of-age que, apesar de ter suas centelhas de comprometimento criativo, nunca alcança o que esperaríamos de uma das heroínas mais marcantes da atração.

A 2ª temporada de Avatar: O Último Mestre do Ar reduz o épico escopo da temporada de estreia e nos arremessa a uma zona de conforto que não traz nada de novo e até mesmo remodela pontos importantes da animação original a fim de investir esforços em uma continuidade de fórmulas cansativas – e que nos deixa incertos quanto à qualidade futura do live-action.

Diretor de ‘Coringa’ diz que tem planos para uma sequência

Em entrevista para a Total Film, o diretor de Coringa’, Todd Phillips, revelou que não descarta a possibilidade de uma sequência, contanto que Joaquin Phoenix retorne ao projeto.

Ao ser questionado sobre a continuação, Phillips disse:

“Eu faria qualquer coisa com Joaquin, em qualquer dia da semana. Não há ninguém como ele. Se ele estivesse disposto a fazê-lo, se as pessoas quisessem assistir, e se a Warner viesse até nós dizendo: ‘Sabe de uma coisa? Se vocês pudessem pensar em algo…’ Bem, tenho a sensação de que ele e eu poderíamos pensar em algo muito legal.”

Até o momento, a Warner Bros. não se manifestou sobre possíveis sequências, mas é bom saber que Phillips está pronto para retornar à direção caso a ideia saia do papel.

Se isso acontecer, Phoenix seria o primeiro ator a interpretar o Coringa mais de uma vez no cinema, caso Jared Leto não retorne ao papel.

Lembrando que Coringa‘ tem estreia marcada para o dia 3 de outubro de 2019 no Brasil.

Confira o trailer:

A trama de Coringa deve explorar a cultura noturna da cidade de Nova York, dando destaque inclusive a clubes de strip-tease. Ou seja, é muito provável que o filme seja para maiores de idade.

Coringa‘, do diretor Todd Phillips, centra-se no icônico arqui-inimigo e é uma história fictícia original e inédita, nunca vista na tela grande. A história de Arthur Fleck, interpretado majestosamente por Joaquin Phoenix, é de um homem que luta para encontrar seu caminho na sociedade fragmentada de Gotham. Ele é um palhaço de festas durante o dia, ele aspira a ser um comediante stand-up a noite… mas ele acha que a piada sempre parece estar sobre ele. Preso em uma existência cíclica entre a apatia e a crueldade, Arthur toma uma decisão ruim que provoca uma reação em cadeia de eventos crescentes neste estudo de caráter arenoso.

‘Coringa’: Joaquin Phoenix diz que não se importa com opinião dos fãs sobre sua interpretação

Filme de origem do Coringa será ‘assustador’, afirma Joaquin Phoenix

Além de Phoenix, Robert DeNiroZazie BeetzMarc MaronFrances ConroyShea WhighamBill Camp e outros completam o elenco.

Criador do ‘Deadpool’ diz que o 3º filme não será lançado em menos de cinco anos

Durante uma entrevista para a io9, Rob Liefeld, criador do ‘Deadpool‘, voltou a falar sobre os planos para um 3º filme do Mercenário Tagarela.

No entanto, o quadrinista permanece descrente sobre o lançamento da sequência pelos próximos cinco anos.

“Até que a estreia esteja agendada, a sequência não será levada a sério. Muitos fãs estão me criticando porque eu disse que ‘Deadpool 3‘ não deve chegar aos cinemas pelos próximos cinco anos… Acreditar que será lançado antes disso é criar expectativas à toa. Da próxima vez, eu vou mentir só para gradar os fãs, se é isso que eles querem ouvir.”

Liefeld disse que tem sido atacado nas redes sociais constantemente por causa de suas respostas amargas.

“Quando respondo as coisas honestamente, eu sou bombardeado com críticas de fãs desesperados. Sabe o que eu aprendi com isso? Que é melhor mentir… Basta dizer às pessoas que o mundo é feito de doces e habitado por unicórnios, porque elas não aceitam a verdade. Só porque eu disse que a Marvel não tem planos de fazer uma sequência, não quer dizer que eles desistiram da franquia. Só não é uma prioridade para eles.”

O artista se refere à entrevista que concedeu ao Inverse, na qual ele disse que Kevin Feige e a Marvel Studios não estão interessados em produzir novos filmes do ‘Deadpool.

“Vamos ser realistas… [Kevin] Feige nunca demonstrou interesse pelo Deadpool. Acontece que as pessoas não querem ouvir isso, mas eu sou realista. Sinto que não há espaço para o Deadpool no MCU.”, disse ele.

Liefeld ainda disse que os fãs precisam se contentar com os filmes já lançados, porque o próximo não chegará tão cedo.

“O Deadpool teve dois filmes brilhantes, mas parece que os fãs não reconhecem porque vivemos em uma cultura que sempre quer mais. O próximo filme vai ser melhor, o próximo, o próximo… É uma febre. As pessoas só precisam se acalmar e perceber que Deadpool 1 e 2 foram lançados num intervalo de dois anos… Foi um presente. Não sei se isso vai acontecer na Marvel.

Vale lembrar que Ryan Reynolds permanece com uma agenda cheia, considerando que, além da comédia ‘Free Guy: Assumindo o Controle’, ele vai estrelar uma nova ação dos produtores de ‘Missão Impossível’‘Top Gun’.

Ainda sem título, o longa está sendo escrito pelo roteirista Jonathan Tropper (‘Banshee‘) e será uma aventura envolvendo viagem no tempo.

Na trama, Reynolds será um homem amargurado que volta no tempo em busca do seu eu de 13 anos de idade, na tentativa de encontrar seu falecido pai para um realizar um misterioso propósito.

Além disso, o astro estará ocupado com a adaptação dos games da franquia ‘Dragon’s Lair‘, além das futuras gravações de ‘Dupla Explosiva 2‘ e dos contratos de merchandising para diversos setores.

Apesar de Reynolds ter confirmado que ‘Deadpool 3‘ já em desenvolvimento pela Marvel Studios, parece que a sequência está longe de sair do papel.

Lembrando que o último filme do Mercenário Tagarela foi lançado em 2018 e arrecadou US$ 785 milhões, a partir de um orçamento de US$ 110 milhões.

Confira nossa crítica:

‘Watchmen’: Diretor da HBO confirma que “não há planos para a 2ª temporada”

Quando Damon Lindelof planejou a série Watchmen‘, ele já havia dito desde o início que não planejada fazer mais de uma temporada.

No entanto, muitos fãs ainda insistem na possibilidade.

Por conta disso, o diretor de conteúdo da HBO, Casey Bloys, confirmou que não há planos para a 2ª temporada.

“Sei que a série ganhou muitos adeptos porque a mitologia por trás da história é fascinante e poderia render novas histórias, mas não há nada de novo.”, disse ele para a Enternatinment Weekly.

Ele continuou, afirmando que apenas Lindelof poderia dar continuidade à trama:

“Você sabe, nunca diga nunca. Mas não há planos para uma 2ª temporada. A ideia da série partiu de Damon [Lindelof], e não imagino outra pessoa fazendo isso.”

Vale lembrar que Watchmen fez um sucesso imenso entre o público e a crítica internacional, conquistando nada menos que oito estatuetas do Emmy Awards 2020 – incluindo Melhor Atriz para King, Melhor Roteiro em MinissérieMelhor Minissérie.

Situada em uma história alternativa onde ‘super-heróis’ são tratados como bandidos, ‘Watchmen‘ é baseada na icônica graphic novel de Moore e Dave Gibbons, e acompanha as consequências dos atos dos vigilantes após a morte de Rorschach e a partida do Dr. Manhattan para Marte.

Assista ao trailer:

O elenco conta com nomes de peso, como Jeremy Irons no papel de Ozymandias e Robert Redford interpretando si mesmo. Regina KingDon JohnsonJean SmartAdelaide ClemensTim Blake Nelson e outros completam o time.

‘Ahsoka’ encara as forças imperiais em belo fan pôster da série; Confira!

Na semana passada, foi anunciado que Hayden Christensen vai reprisar seu papel como Anakin Skywalker/Darth Vader na série dedicada à Ahsoka Tano, vivida por Rosario Dawson.

Pensando nisso, o Boss Logic divulgou um belo fan pôster mostrando a Jedi renegada se preparando para enfrentar as forças imperiais.

Além disso, a arte traz uma representação de Vader mesclado ao rosto de Anakin ao fundo.

Confira:

Como os fãs já sabem, Tano foi aprendiz padawan de Skywalker durante as Guerras Clônicas antes de abandonar a Ordem Jedi e seu mestre… No entanto, eles se reúnem em Star Wars: Rebels‘, quando Skywalker já está transformado em Vader.

Até o momento, não se sabe como será a participação de Christensen na atração, já que a trama deve ser ambientada após ‘O Retorno de Jedi’, período em que Vader já está morto.

Então é possível que Skywalker retorne em lembranças de Ahsoka ou como um Fantasma da Força.

Lembrando que esta será a primeira vez que as versões live-action dos personagens irão se encontrar e é claro que os fãs estão indo à loucura por causa da novidade.

Confira as reações nas redes sociais:

Hayden Christensen vai voltar como Anakin Skywalker na série da Ahsoka.”

No início do ano, o insider Daniel RPK divulgou algumas informações valiosas sobre a trama da atração.

Ao conversar com fontes ligadas à produção, RPK ficou sabendo que os episódios vão acompanhar a jedi renegada em sua busca por Thrawn enquanto tenta encontrar pistas sobre o paradeiro de Ezra Bridger Bridger.

Para quem não conhece, Ezra Bridger é um personagem da animação ‘Star Wars: Rebels‘. Ele era aprendiz padawan de Kanan Jarrus, e ajudou a Aliança Rebelde a derrotar as forças imperiais do Almirante Thrawn.

No entanto, ele acabou desaparecendo enquanto lutava contra o inimigo.

Enquanto as atualizações não são divulgadas oficialmente, confira o logo da série:

‘Gen V’, série derivada de ‘The Boys’, ganha sinopse oficial; Confira!

Depois que a Amazon Prime revelou que o aguardado spin-off de ‘The Boys‘ será intitulado ‘Gen V, a plataforma de streaming também liberou a sinopse oficial.

Confira:

“‘Gen V‘ se passa na única faculdade da América exclusivamente voltada para super-heróis, administrada pela Vought International. Além de superar seus limites morais nos testes, cada aluno irá competir pelos melhores contratos nas melhores cidades como representantes da companhia. A trama é uma mistura de série universitária e ‘Jogos Vorazes’, com todo o coração, sátira e atrevimento de ‘The Boys‘.”

O anúncio do título foi feito pelo elenco da série, que prometeu que a nova produção será “intensa, divertida e sangrenta” – exatamente o que podemos esperar de uma série do universo de ‘The Boys‘.

Confira:

Anteriormente, o showrunner Erick Kripke confirmou que a produção derivada será ambientada em paralelo com o desfecho da 3ª temporada, indicando que rostos conhecidos da série original podem acabar aparecendo.

“Nós definitivamente teremos um crossover, e estamos fazendo o melhor para explorar algumas narrativas da terceira temporada de ‘The Boys’ na primeira temporada do spin-off. Há uma campanha presidencial acontecendo nos bastidores da história e também há certas coisas acontecendo na escola que servem como consequência aos acontecimentos da 3ª temporada de ‘The Boys’.”

Ele completa, “Também há algumas narrativas acontecendo na série derivada que nós voltaremos a acompanhar a quarta temporada da série principal.”

O elenco contará com Jaz Sinclair, Chance Perdomo, Lizze Broadway, Maddie Phillips, London Thor, Derek Luh, Asa Germann, Marco Pigossi, Patrick Schwarzenegger, Sean Patrick Thomas e Shelley Conn.

Ainda sem previsão de estreia, a trama irá explorar a vida de super-heróis adolescentes enquanto eles colocam seus limites físicos, sexuais e mortais à prova, competindo pelos melhores contratos nas melhores cidades.

‘The Last of Us’: Revelado o local de gravações da 2ª temporada

Os fãs de ‘The Last of Us estão ansiosos por notícias da 2ª temporada, e o Deadline divulgou que o próximo ciclo da adaptação estrelada por Pedro Pascal e Bella Ramsey será gravado em Vancouver, no Canadá.

A 1ª temporada também foi gravada no Canadá, mas em Calgary e Alberta.

Anteriormente, Bella Ramsey, intérprete de Ellie, revelou que ao The Jonathan Ross Show (via The Independent) que as gravações dos novos episódios devem começar no final deste ano ou no começo do próximo.

Isso significa que o segundo ano pode estrear apenas em 2025.

“Vai demorar um pouco. Acredito que vamos filmar no final deste ano, ou início do ano que vem. Então, provavelmente, [estreia] no final de 2024, ou início de 2025″, declarou ela.

Enquanto isso, o ator Pedro Pascal compartilhou, em seu Instagram, fotos dos bastidores da temporada de estreia.

Confira as fotos:

A HBO Max divulgou um vídeo legendado nos levando aos bastidores do incrível capítulo de encerramento.

Confira:

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

A produção abarcou nada menos que 96% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 417 críticas publicadas. Dentre os vários elogios, o consenso entre a crítica internacional é que The Last of Us é uma das melhores releituras de videogames de todos os tempos.

Confira os principais comentários:

“Não é nem remotamente controverso chamar [a série] da melhor adaptação de videogames já feita” – BBC.com.

“Uma adaptação espetacular que deve encantar os novatos e enriquecer aqueles já familiarizados com a jornada de Joel e Ellie” – IGN Movies.

“Facilmente a melhor adaptação de um videogame para live-action” – JVS Media & Production.

The Last of Us se torna tão cativante nos momentos de quietude quanto nos assustadores – e talvez ainda mais quando foca em quem são essas pessoas em vez dos perigos que elas enfrentam” – Rolling Stone.

“Posso apostar que The Last of Us será um dos melhores shows de 2023″ – Decider.

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

O elenco ainda conta com Gabriel Luna, Merle Dandridge, Nick Offerman, Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray Bartlett, Natasha Mumba Storm Reid.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A série foi criada por Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

‘Mortal Kombat 2’: Imagens oficiais destacam Johnny Cage, Quan Chi e mais; Confira!

As gravações de ‘Mortal Kombat 2‘ estão a todo vapor e o produtor Todd Garner continua provocando os fãs com publicações nas redes sociais.

Desta vez, o cineasta compartilhou imagens destacando detalhes de alguns personagens, como Johnny Cage (Karl Urban), que ostenta um cinturão com seu nome gravado.

Além disso, podemos ver a mão pálida do feiticeiro necromante Quan Chi (Damon Herriman) e também um Sacerdore das Sombras.

Confira:

Anteriormente, ele compartilhou imagens das armas de Shao Khan (Martyn Ford) e sua filha adotiva, Kitana (Adeline Rudolph).

Confira, junto com uma imagem de Urban ao lado de Mehcad Brooks (Jax), Adeline Rudolph (Kitana) e Ludi Lin (Liu Kang).:

“Estamos de volta! Vamos lá! Eu amo esse elenco,” declarou o astro.

Lembrando que o primeiro filme está disponível no streaming da HBO Max.

‘Homem-Formiga 3’: Jonathan Majors revela detalhe SURPREENDENTE sobre Kang

Enquanto ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ não chega nos cinemas, o ator Jonathan Majors, que interpreta o temido vilão Kang, o Conquistador no filme, revelou um detalhe surpreendente sobre seu personagem.

Em entrevista para o iO9, o ator reveleu que Kang é um ser Nexus, ou seja, um ser que está presente em quase todos os multiversos. Esse termo já havia aparecido antes no universo Marvel na série ‘WandaVision‘, para interligar com a personagem Wanda Maximoff, interpretada por Elizabeth Olsen.

“Quem é Kang? Acho que essa é uma pergunta que todos nós vamos responder por um bom tempo”, disse Majors. “Acho que a resposta rápida para isso é que Kang é um supervilão  que viaja no tempo e também é um ser do Nexus, o que leva a essa ideia de variantes. Existem várias versões de Kang. ‘Versões’ sendo ‘variantes’. Eles ocupam diferentes universos, multiversos, eles têm intenções diferentes. Eles são todos seres diferentes. E ainda assim algo em que ainda estamos – e eu ainda estou – trabalhando, e continuando a refinar e refinar e refinar, é algo que é uma linha tênue entre eles. E isso, para mim, é o Kang em poucas palavras.”

O Box Office Pro (via ComicBook.com) revelou recentemente que a sequência deve arrecadar entre US$ 96 milhões e US$ 131 milhões no primeiro fim de semana em exibição nos EUA, configurando a maior abertura da trilogia.

No mesmo período em 2015, ‘Homem-Formiga’ arrecadou US$ 57,2 milhões no mercado interno, enquanto ‘Homem-Formiga e a Vespa‘ (2018) estreou com US$ 75,7 milhões.

O filme estreia nos cinemas no dia 16 de fevereiro.

O longa será novamente dirigido por Peyton Reed, que comandou os dois primeiros filmes do herói e agora retorna para concluir a trilogia, com a produção prometendo ser a maior de toda a saga.

Depois de inúmeras missões dos Vingadores, batalhas devastadoras e trajes fabulosos, Janet Van Dyne está pronta para começar um novo capítulo em sua lendária carreira de super-heroína! Seu passado surge das sombras para arruinar tudo pelo que ela trabalhou. Janet e Nadia se unem contra uma nova organização perigosa com conexões chocantes com suas histórias. À medida que a ameaça se torna mais urgente, Janet e Nadia enfrentarão um teste tão grande que elas podem se tornar a coisa que eles mais temem.

Além de Majors e do protagonista Paul Rudd, o elenco conta com o retorno de Evangeline Lilly, Michael Douglas e Michelle Pfeiffer.

Kathryn Newton é a nova adição do grupo, interpretando Cassie, a filha de Scott Lang.

‘Brightburn 2’: Sequência ainda esta em desenvolvimento

A The H Collective está mantendo viva a possibilidade de uma sequência para o filme de terror Brightburn’, de acordo com informações do Deadline.

A produtora está lançando uma nova empresa chamada H3 Entertainment, que pretende incorporar novas tecnologias aos seus projetos, incluindo a aguardada sequência de Brightburn’.

Por enquanto, os detalhes sobre o enredo da sequência são escassos. Também não está claro se a equipe criativa do primeiro filme estará envolvida no novo projeto.

O filme original Brightburn chamou a atenção ao apresentar uma reviravolta sombria no gênero de super-heróis, explorando a ideia de “e se uma criança com superpoderes não fosse um herói, mas uma ameaça?”

O filme foi produzido por James Gunn, embora não esteja confirmado se ele terá algum envolvimento na sequência. É importante mencionar que Gunn recentemente assumiu o cargo de co-CEO da DC Studios, o que poderia afetar seus compromissos com outros projetos.

Confira o trailer:

‘Young Sheldon’: Iain Armitage está aberto a reprisar o papel de Sheldon em novo spin-off

O astro mirim Iain Armitage, que interpreta o jovem Sheldon Cooper na sérieYoung Sheldon, spin-off de The Big Bang Theory, demonstrou entusiasmo com a possibilidade de reprisar o papel em um novo derivado focado em Georgie (Montana Jordan) e Mandy (Emily Osment).

Em entrevista à TVLine, Armitage afirmou: “Se me convidarem para voltar, seria muito divertido. Eu ficaria honrado. Também estou ansioso para sentar no sofá com um pouco de pipoca e assistir ao show deles porque eles são muito bons. Mas eu poderia totalmente me ver vestindo os cáquis novamente, calçando os antigos mocassins e gravata borboleta, e voltando ao trabalho”.

O ator ainda reconhece o talento dos colegas no novo spin-off: “Vai ser muito divertido de ver. Montana e Emily são tão engraçados e talentosos, e eles se complementam muito bem. São personagens muito contrastantes… e eu amo vê-los juntos”.

Embora Armitage esteja disposto a retornar ao papel, sua participação no spin-off ainda não foi confirmada. A trama da nova série se concentrará na vida adulta de Georgie e Mandy, e ainda não há detalhes sobre como ou se o jovem Sheldon se encaixaria na história.

Vale lembrar que o último episódio de Young Sheldon vai abordar a morte do patriarca da família Cooper, George Cooper (Lance Barber). Fotos compartilhadas por Emily Osment nas redes sociais mostram Sheldon estará presente no funeral do pai.

 A CBS divulgou o trailer oficial do último episódio de Young Sheldonspin-off de The Big Bang Theory.

Confira:

A produção foi criada por Chuck LorreSteven Molaro.

Nessa história, conhecemos a infância do jovem cientista Sheldon Cooper. O projeto mostra tudo aquilo que é referenciado na série original, como a avó do personagem e seu relacionamento com seus irmãos e pais.

O elenco conta com Iain Armitage, Zoe Perry, Lance Barber, Montana Jordan, Raegan Revord, Annie Potts, Matt Hobby, Wyatt McClure e Emily Osment.

Jim Parsons, o Sheldon Cooper da série original, serve como narrador dos episódios.

No Brasil, a série é exibida pelo serviço de streaming da Globo Play.

‘Lobisomem’: Produtora revela confiança no SUCESSO do filme

‘Lobisomem’, o novo terror de Leigh Whannell, está prestes a chegar aos cinemas, e Beatriz Sequeira, produtora do filme, revelou estar confiante no sucesso do projeto.

“Eu confio completamente nele, é como se fosse, ‘Em Leigh, confiamos’, basicamente”, compartilhou Sequeira ao ComicBook. “Mas quando eu vi o material, pensei: ‘Sim, isso está acontecendo'”.

A produtora ainda afirmou que a versão de Whannell do filme não sofreu grandes mudanças desde sua concepção inicial. “Nós definitivamente queríamos fazer uma versão mais realista do filme Lobisomem, e acho que isso nunca realmente mudou. Então, é uma história mais humana sobre um Lobisomem”.

O design final da monstruosidade é resultado da colaboração entre a visão de Whannell e o trabalho do designer de maquiagem Arjen Tuiten.

“Eu apresentei [Whannell] ao Arjen Tuiten, o designer de maquiagem, porque eu sabia que precisávamos de alguém com uma visão única e muita paixão pelo projeto”, contou a produtora. “Eles se conectaram rapidamente, e quando vimos a maquete pela primeira vez, eu pensei: ‘É isso, finalmente encontramos o visual'”.

O filme ‘Lobisomem‘ ganhou um novo filme, que mostra a transformação do protagonista.

Assista:

O longa de terror estreará em grande estilo, chegando aos cinemas em uma data que se encaixa perfeitamente com a trama: na semana em que ocorre a primeira lua cheia de 2025.

Leigh Whannell recentemente falou sobre seu novo filme de terror e revelou a inspiração por trás da história do temível monstro, interpretado por Christopher Abbott.

Em entrevista ao ScreenRant, Whannell compartilhou que a tragédia de um amigo o influenciou profundamente.

“Foi interessante, porque você escreve um filme de forma isolada. Não há um público para ouvir, então você não consegue ajustar as coisas enquanto edita. Você pode exibi-lo para testes, mostrar para as pessoas e ouvir a opinião delas, mas, enquanto escreve, é algo muito introspectivo. Eu estava apenas pensando no que parecia certo para mim, e o que parecia certo foi a tragédia de tudo isso”, explicou.

“Eu tinha um amigo em particular que estava sofrendo de uma doença degenerativa. Ele não conseguia mais andar, estava usando uma cadeira de rodas, e depois, nem isso conseguiu mais. Ele não conseguia mais se comunicar. Todas as minhas emoções em torno disso foram colocadas no roteiro, e não há como evitar a tristeza disso. Um filme como A Mosca, de Cronenberg, mostra que o horror e a tragédia podem caminhar juntos”, concluiu o diretor.

‘Lobisomem’ estreia nos cinemas brasileiros no dia 16 de janeiro.

Confira o trailer:

Vale lembrar que o filme da Blumhouse foi exibido para os críticos norte-americanos e as reações foram bastante positivas.

Confira as primeiras reações ao longa.

“‘Lobisomem’ não é apenas aterrorizante, ele tem um impacto emocional. Eu me peguei pulando da minha pele e depois derramando lágrimas. A atuação é de primeira qualidade e a cinematografia é insana. A maneira como a câmera muda de ponto de vista fornece uma masterclass de terror. Eu adorei!”, disse Tessa Smith.

“‘Lobisomem’ é um thriller tenso e direto que vê Christopher Abbott desencadear a batalha entre humano e animal por meio de sua forte atuação! Julia Garner é o coração e a humanidade do drama. A criatividade visual e auditiva insana de Leigh Whannell é incrível!”, disse Nick L’Barrow.

“Lobisomen vai deixar você com medo do escuro! Assisti a este filme com os pés no ar porque estava apavorado com o que poderia agarrar meus tornozelos. Apenas uma emoção de suspense do início ao fim. Christopher Abbott é uma estrela e eu o amo muito!”, disse
Rachel Leishman.

“‘Lobisomem’ é tudo o que eu queria e mais um pouco. Um filme de terror verdadeiramente excelente que oferece horror corporal, horror familiar e alguns efeitos horríveis. Todo o elenco é excelente, mas Christopher Abbott o leva a outro nível como um “personagem” clássico”, disse Hunter Bolding.

“‘Lobisomem’ é um dos horrores mais excelentes da memória recente. Uma transformação lenta vai te enojar, mas conta uma história que tem um impacto familiar. Um grande elenco destaca um filme totalmente aterrorizante”, disse That Hashtag Show.

‘Lobisomem’ estreia dia 17 de janeiro de 2025.

Além de Christopher Abbott, o elenco conta com a presença de Julia Garner (‘Ozark’). A trama, que parece seguir a linha de mãe e filha contra pai, promete uma história de terror familiar com elementos sobrenaturais.

O novo filme de terror ‘Lobisomem’ é dirigido por Leigh Whannel (‘Jogos Mortais’).

‘Superman 2’: James Gunn revela PEDIDO de Kevin Feige para a sequência

Superman, o novo longa de James Gunn que marca o início do DCU, tem conquistado as bilheterias, aumentando as chances de o filme ganhar uma sequência.

Recentemente, durante uma entrevista à Entertainment Weekly, Gunn revelou que Kevin Feige, CEO da Marvel, mandou uma mensagem a ele pedindo uma participação especial no filme.

“Sim, com certeza. É engraçado, o [presidente da Marvel Studios] Kevin Feige me escreveu ontem. Ele disse que espera ver seu velho amigo Bizarro… [risos] Ele quer ver o Bizarro”, afirmou.

“Sim, acho que ele é todas essas coisas, mas também é meio que uma versão toda ferrada do Clark. Em algum momento, havia umas coisas mais tristes ali no roteiro que eu gostei muito. Mas eu não tive tempo para colocar tudo. Você nunca tem tempo para tudo”, afirmou sobre o Ultraman, personagem no longa que os fãs tem teorizado ser o vilão Bizarro.

Superman’ esta em cartaz nos cinemas nacionais.

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

Crítica 2 | ‘Superman’ mostra que a verdadeira rebeldia é ser bom em um mundo cercado pelo mal

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘Stranger Things’: Sadie Sink comenta cena polêmica de Max: “É só correr”

[AVISO DE SPOILER]

A estrela de Stranger Things, Sadie Sink, falou recentemente sobre o aclamado desfecho da temporada e comentou uma das principais críticas dos fãs: a longa fala motivacional de Max em uma cena envolvendo sua personagem.

Durante uma entrevista ao The Tonight Show, Sink explicou sua percepção sobre o momento:

“Quando eu estava gravando, acho que a urgência não bateu de verdade. Mas assistindo, sim… eu definitivamente estou indo com toda a calma do mundo. Tipo, por que estamos gravando um episódio inteiro de podcast? É só correr!”, afirmou.

A cena acontece no sexto episódio da última temporada, quando Max e Holly finalmente encontram o portal para escapar da mente de Vecna, enquanto o vilão ordena que os demogorgons matem Max no hospital.

Apesar de ser um momento épico, muitos fãs ficaram revoltados com o fato de que, diante do portal, em vez de simplesmente correr, Max decide conversar com Holly, orientando a jovem a encontrar o próprio caminho.

Stranger Things’ está disponível na Netflix.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘Stranger Things’: Criador faz apelo para que fãs desliguem as “configurações lixo” da TV antes de assistirem à série

Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.

O elenco estelar conta com Millie Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten MatarazzoSadie Sink, Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

‘A Odisseia’: Christopher Nolan revela que épico é a realização de um sonho de infância

A Odisseia, o novo e aguardado épico do diretor Christopher Nolan, chega este ano às telonas. Recentemente, o aclamado cineasta explicou como a produção do longa-metragem representa a realização de um grande sonho pessoal e um marco para a indústria cinematográfica.

De acordo com o GamesRadar, o projeto é o primeiro filme da história do cinema gravado do início ao fim no formato IMAX de quadro completo (full-frame). Segundo o próprio diretor, essa era uma meta técnica que ele desejava alcançar desde a adolescência.

“É algo que eu realmente queria fazer desde os meus 16 anos, quando vi pela primeira vez um filme em IMAX no Museu de Ciência e Indústria de Chicago. Eu pensei: ‘Por que não é possível fazer um longa dramático, um filme de ação ou uma aventura nesse formato? Porque essa tecnologia é incrível'”, relembrou Nolan.

Embora o grande público muitas vezes associe o IMAX a uma inovação recente, a tecnologia já possui uma longa trajetória. A empresa foi fundada em 1967 e desenvolveu seus primeiros padrões de projeção entre o final dos anos 1960 e o início dos anos 1970, o que significa que o formato já existe há quase 60 anos.

Durante décadas, no entanto, o IMAX foi uma ferramenta utilizada quase exclusivamente para documentários educativos e curtas-metragens experimentais. A transição para o cinema comercial de Hollywood ocorreu de forma gradual. O primeiro longa lançado nas salas especiais foi ‘Fantasia 2000’, no ano 2000, enquanto as sequências de ‘Matrix’, lançadas em 2003, figuraram entre as primeiras produções em live-action a passar pelo processo de conversão para o formato.

Nolan enxergou o potencial imersivo da tecnologia ainda jovem e começou a introduzir o formato em suas obras a partir de ‘O Cavaleiro das Trevas’ (2008), que se tornou o primeiro filme de ficção a apresentar sequências selecionadas gravadas nativamente com as pesadas câmeras IMAX.

Sobre o desafio inédito de comandar uma produção rodada 100% no formato, Nolan reforçou que a magnitude da narrativa justificava o investimento técnico.

“É como: vamos fazer um filme de A Odisseia. Esse é o filme… Se existe uma história que merecia ser filmada completamente em IMAX, essa é a história certa para isso”, concluiu o diretor.

‘A Odisseia’: Épico de Chris Nolan deve arrecadar entre US$ 80-100 milhões em estreia nos EUA

Lembrando que o filme terá classificação indicativa para maiores de 18 anos (R-Rated).

Após a Guerra de Tróia, o guerreiro grego Odisseu (Matt Damon) enfrenta criaturas míticas e deuses em sua épica jornada de volta para casa, onde sua esposa Penélope o aguarda.

O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez.

O elenco grandioso ainda conta com Tom Holland, Anne Hathaway, Robert Pattinson, Lupita Nyong’o, Zendaya, Charlize Theron, Jon BernthalJohn LeguizamoElliot PageHimesh PatelBill Irwin e Samantha Morton.

A Odisseia’ tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para 16 de julho.

‘A Odisseia’: Elon Musk volta a detonar Christopher Nolan por escalação de Lupita Nyong’o como Helena de Troia

O longa-metragem é um dos lançamentos mais aguardados do ano. Orçado em US$ 250 milhões de dólares, o filme adapta o conto de Homero em um épico que reúne um grande elenco de estrelas, além de apresentar efeitos visuais e práticos inovadores. A produção marca um marco técnico na carreira de Nolan, sendo a primeira filmada inteiramente com câmeras IMAX de 70 mm.

Apesar da expectativa, o projeto tem enfrentado duras críticas antes mesmo da estreia. Além da polêmica envolvendo as armaduras, o diretor tem sido alvo de debates pela escalação de Lupita Nyong’o como Helena de Troia, descrita na mitologia como a mulher mais bonita do mundo, e pela inclusão do ator Elliot Page e do rapper Travis Scott

A Odisseia – Filme | CinePOP

Crítica 2 | Independence Day: O Ressurgimento

Nem a nostalgia consegue salvar o desastre que é o novo filme-catástrofe de Roland Emerich

O experiente cineasta Roland Emmerich é conhecido mundialmente por sempre realizar ou estar envolvido com o subgênero chamado de filme-catástrofe. Desde o início da carreia suas produções bastante calcadas na ficção cientifica, mas geralmente escapistas, despertavam o interesse do espectador médio e conseguiam atrair uma boa média de público. Algumas delas eram deveras intragáveis – Godzilla (1998), 10.000 A.C. (2008) e 2012 (2009) – e outras cumpriam bem o papel de entreter – Soldado Universal (1992), Stargate – A Chave para o Futuro da Humanidade (1994) e O Dia Depois de Amanhã (2004) – no entanto a que mais chamava atenção era Independence Day (1996), pois, apesar do orçamento médio para um blockbuster, o longa trabalhava maravilhosamente bem com seus efeitos visuais e possuía personagens cheios de carisma.

Mesmo faturando bastante, é curioso que tenha demorado tanto para que uma continuação saísse do papel. O próprio diretor cogitou a possibilidade de lançar mais dois filmes chamados de Independence Day: Forever – Part 1 e Part 2, algo que foi solenemente ignorado pela Fox, que nem sequer ventilou a possibilidade de uma terceira parte. Aliás, o roteirista Dean Devlin foi contratado para escrever a então aguardada sequência, porém não gostou do trabalho que fez e decidiu devolver o valor que ganhou à produtora. E só após quinze anos, quando Emmerich o chamou para trabalhar na continuação, Devlin sentiu ter a trama perfeita, ledo engano.

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Reunindo praticamente todo elenco do anterior – menos o protagonista Will Smith, por questões orçamentarias – chega ao cinema Independence Day: O Ressurgimento, agora três vezes mais caro que o original e com a promessa de trazer sequências de ação tão marcantes quanto as que vimos no longa anterior. A trama é de fato uma continuação direta do primeiro evento e ocorre exatamente vinte anos depois – não no ponto de vista dos alienígenas, onde foram passadas apenas algumas semanas. Estes que atacam a Terra novamente com armas ainda mais poderosas e em maior número. Onde o então exercito americano e um grupo de jovens pilotos irá defender o planeta a fim de atacar o ponto fraco e acabar com a ameaça.

Obviamente a plot simplória e batida já faria qualquer espectador pensar estar diante de mais uma grande e boba produção hollywoodiana, onde primeiramente imaginam-se as cenas de batalhas e explosões para depois se pensar na história que irá amarrar tais andamentos. E provavelmente devam estar certos, já que é exatamente essa a impressão que se tem ao assistir essa segunda parte. Em dado momento, depois de tantos ataques aéreos e embates com infindáveis trocas de tiros, não se sabe ao certo o que está acontecendo em tela, somente que são humanos lutando contra extraterrestres invasores.

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Sensação esta que vem sendo recorrente em produções como Transformers: O Lado Oculto da Lua (2011), Battleship – A Batalha dos Mares (2012) e Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles (2011), onde cenas megalomaníacas isoladas se sobrepõem à trama contada. Não que os efeitos visuais sejam ruins e a direção de arte deixe a desejar, pelo contrário, pois são eficientes e em muitos momentos impressionam. O caso aqui é justamente a utilização vazia destes artifícios, que se bem encaixados poderiam gerar sensações impactantes.

Outro ponto a se destacar é a falta de noção nas gags de alivio cômico. As piadas ou as tiradas são por sua maioria sem graça ou aparecem fora de tempo, não conseguindo assim cativar a plateia. Somente quando surgem os antigos personagens como o presidente canastrão Whitmore de Bill Pullman, o ranzinza cientista David Levinson (Jeff Goldblum) ou Brent Spiner com o hilário Dr. Brakish Okun é que nos salta a nostalgia e de certa forma matamos saudades – algo que o público mais novo não deve sentir. Talvez a boa presença da dupla de pilotos interpretada por Liam Hemsworth e Maika Monroe traga um frescor ao time. Mas se no primeiro filme tínhamos personagens queridos por ter um bom tempo de tela e serem desenvolvidos, aqui só os vemos em combate e no geral pouco nos importamos com eles.

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O roteiro é um verdadeiro desastre e possui diálogos vexatórios. Ufanista por si só, não é surpresa vermos repetidos discursos falando da importância da nação na guerra e que esta deverá “enfrentar o inimigo” até o último suspiro. Alegorias visuais como um prédio desabar e a bandeira dos EUA continuar firme e tremulando são exemplos claros da pieguice em questão. E quando aborda personagens de outras nações, o faz da forma mais caricatural possível, a exemplos de arquétipos chineses, franceses e africanos – este em especial, com tecnologia rudimentar, consegue decifrar o idioma dos alienígenas, quando os maiores físicos do mundo desconhecem completamente. Ou quando o velho e ex-presidente, visualmente doente, decide pilotar uma aeronave e embarcar numa espécie de missão suicida, evidenciando o “amor patriótico” que tem. Ainda é machista ao ponto de colocar uma mulher como presidente tomando inúmeras decisões erradas e sendo salva por dois ex-presidentes homens.

Enfim, é um apanhando de bobagens que só deve divertir por seus efeitos visuais criarem situações megalomaníacas, já que investe muito pouco nos dilemas de suas figuras humanas e nada relata sobre o impacto que tal invasão está causando em meio à sociedade. Independence Day: O Ressurgimento é um filme sem alma, sem coração, sem emoção. Uma produção que facilmente poderia ser resumida como esquecível.

Diretor do novo ‘Hellraiser’ fala sobre possível retorno à franquia ‘Sexta-Feira 13’

O cineasta David Bruckner, em entrevista ao site ComicBook, falou sobre um possível retorno e envolvimento em um novo projeto de ‘Sexta-Feira 13’, que deve ser oficialmente anunciado em breve. Bruckner havia sido contratado para assumir a franquia, mas problemas com direitos autorais fizeram com que o projeto não saísse do papel.

O cineasta acredita que atualmente pode não ser a pessoa certa para o trabalho. David Bruckner, aliás, é o diretor por trás do reboot de ‘Hellraiser‘, que sendo muito bem-recebido, obrigado.

“Acho que para mim, pessoalmente, seria difícil encontrar meu caminho de volta para isso agora, apenas porque é como a abordagem do ator para uma audição, você tem que se afastar em um certo ponto e deixar isso para trás”, falou o diretor.

Que continuou: “Além disso, passei muito tempo lá. Trabalhei com alguns escritores maravilhosos, acho, e mudei. Essas idéias não são interessantes para mim da mesma forma que eram com o trabalho que fizemos em particular, mas sou fã da franquia”.

 Lembrando que a New Line distribuiu os últimos quatro filmes da franquia, começando com ‎‎’Jason Goes to Hell: The Final Friday‘ (1993).‎ No entanto, devido a um conflito judicial envolvendo os direitos de Jason Voorhes, um novo filme não é produzido há treze anos. Mas ao que parece, uma solução foi encontrada.

O último filme da franquia foi lançado em 2009 e estrelado por Jared Padalecki. Apesar dos esforços em reviver a franquia, o longa foi um fracasso de crítica, registrando 26% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadando apenas US$ 90 milhões nas bilheterias mundiais.

Vivendo no Limite

(Bringing Up Bobby)

Elenco: Milla Jovovich, Bill Pullman, Marcia Cross, Rory Cochrane, Spencer List, Justin Hall, Ray Prewitt, Shelli Fox, Phillip Borghee.Direção: Famke Janssen

Gênero: Drama

Duração: — min.

Distribuidora: California Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: Direto em DVD – Dezembro de 2011

Sinopse: É a história de uma trapaceira e seu filho que vão para Oklahoma num esforço para escapar de seu passado e construir um futuro melhor. Olivia e Bobby seguem alegremente seu caminho de aventuras, até que o passado criminoso dela os alcança. Em consequência deve tomar uma decisão: continuar com sua vida de crime ou deixar a pessoa que mais ama, num esforço de dar a Bobby uma chance na vida.

Curiosidades:
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Trailer:


Cartazes:


Fotos:

 

 

Fotos do episódio final de ‘Under the Dome’

O canal norte-americano CBS divulgou fotos do episódio final da série ‘Under the Dome‘, cancelada após o término de sua terceira – e atual – temporada.

O último episódio irá ao ar nos EUA dia 10 de setembro, intitulado “The Enemy Within“.

Confira:

Quando a redoma é desativada, várias perguntas sobre suas origens serão respondidas, e os dois grupos de sobreviventes irão para um conflito final que só alguns sobreviverão.

Baseada no livro de Stephen King, a série gira em torno da cidade de Chester’s Mill, no Maine, que é inexplicavelmente isolada do resto do mundo por um campo de força invisível. Ninguém pode imaginar o que essa barreira é, de onde veio, e quando — ou se — ela irá embora. Resta então aos habitantes se unirem para lutar contra a misteriosa redoma.