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Diretor Scott Derrickson revela easter egg de Homem-Formiga em ‘Doutor Estranho’

O diretor por trás de ‘Doutor Estranho’ revelou que a adaptação dos quadrinhos da Marvel possui uma excelente referência de outra produção do MCU. Durante entrevista, Scott Derrickson confirmou que uma dimensão em que vemos o protagonista vivido por Benedict Cumberbatch flutuar é o Reino Quantum de ‘Homem-Formiga’.

A cena em questão está dentro do chamado “Magical Mystery Tour“, que o Dr. Stephen Strange tem sua “mente aberta” por cortesia da Anciã (Tilda Swinton).

Na sequência, nós o vemos flutuar através de muitas diferentes dimensões radicais com todas as variedades de leis físicas.

Segundo Derrickson:

“Esta cena aqui é obviamente uma alusão ao ‘Homem-Formiga’ e ao Reino Quantum, reconhecendo ele como um dos reinos misteriosos da existência”.

Em ‘Homem-Formiga’, o personagem Scott Lang (Paul Rudd) acaba no Reino Quantum quando diminui para o tamanho microscópico na tentativa de derrotar o Jaqueta Amarela (Corey Stoll Cruz). Ao se reduzir, a existência física do herói é colocada em quase extinção no mundo normal, sendo transportada para uma dimensão fora do tempo e do espaço.

Graças à revelação de ‘Doutor Estranho’, existem agora dois heróis da Marvel que fizeram viagens a esse local especial, expandindo um pouco mais o Marvel Cinematic Universe e abrindo brechas para possíveis crossovers no futuro, como na sequência ‘Homem-Formiga e a Vespa’.

Benedict Cumberbatch será temporariamente substituído em ‘Vingadores – Guerra Infinita’

Nick Jones quer interpretar ‘Asa Noturna’ nos cinemas

O intérprete de ‘Asa Noturna’ ainda não foi escalado, mas os fãs já ofereceram alguns nomes que poderiam ser possíveis escolhas para o papel. O mais recente a surgiu foi o de Nick Jonas.

E em uma entrevista recente ao site Comickbook.com, o jovem comentou sobre assunto, afirmando que não sabia que seu nome era um dos cotados na internet e que está realmente interessado no papel.

Disse ele:

“Eu com certeza interpretaria o ‘Asa Noturna’. Não sabia que haviam pessoas torcendo para que eu assumisse o papel, mas por favor, continuem mantendo essa conversa viva pessoal! Se vocês votarem em mim, talvez eles realmente me escalem. E aí eu agradeço a todos depois”.

 

Os comentários ao redor do filme doAsa Noturna só aumentou após o anúncio de que ele seria dirigido pelo diretor Chris McKay, o mesmo diretor de ‘LEGO Batman.

O estilo do filme começou a ser discutido entre os fãs, se ele seria similar à animação e se o longa não acabaria “divertido” demais na tentativa de adaptar Asa Noturna. Após um fã ficar revoltado no Twitter com a retratação do herói em ‘Lego Batman, McKay garantiu que as coisas serão diferentes no filme do personagem.

“Esse vai ser um filme bem diferente de LEGO Batman, diferente de qualquer filme ou séries de TV baseados em Gotham e será uma visão bem original de Robin. Não perca a esperança nele.”

Ator de ‘Stranger Things’ sugere que fará parte de ‘Asa Noturna’; Confira!

Saiba mais sobre o longa à seguir:

Com poucas informações reveladas a respeito da adaptação dos quadrinhos ‘Asa Noturna‘, pouco se sabe sobre os detalhes da produção, inclusive sobre quem assumirá o manto do herói.

Mas para tranquilizar os fãs do personagem, o cineasta Chris McKay respondeu uma usuária do Twitter, afirmando que ainda não há um protagonista definido e que não está com pressa para escalar o ator que dará vida a Dick Grayson.

Segundo McKay, a decisão final será tomada com muita cautela e cuidado, a fim de garantir que o filme supere as expectativas da audiência.

Em resposta a uma fã, ele pontuou:

“Ok, já que estou preocupado com você ter um ataque cardíaco…Ninguém foi escalado ainda. Estamos indo com calma. Nós vamos escalar uma rede ampla porque precisamos achar a pessoa perfeita. Precisamos acertar o roteiro. Precisamos que esse filme surpreenda você”.

O filme ainda não possui cronograma de filmagens e nem data de estreia.

Emmy 2018: Abertura musical “resolve” problema de diversidade em Hollywood; Assista!

A noite da última segunda-feira (17) foi marcada pela maior celebração das séries de TV norte-americanas, com a 70ª edição do Emmy Awards.

A premiação contou com uma hilária abertura musical, que celebra o fato deste ano reunir o maior número de indicados dos mais diversos gêneros, tornando a edição a maior em termos de diversidade.

Intitulado “Nós resolvemos”, o número de abertura comemora o suposto fim deste antigo problema, com um número musical divertido que contou com a participação de Kristen Bell, Ricky Martin, Kate McKinnon, Kenan Thompson, Sterling K. Brown, Ru Paul, entre outros.

Assista:

Conheça os VENCEDORES do Emmy 2018

Crítica | O Farol – Robert Pattinson se transforma em espetáculo noir visceral

Entre as sombras e os pequenos feixes de luz natural que penetram um casebre, duas mentes esgotadas compartilham o mesmo espaço. Exaustas pela paisagem chuvosa e úmida de uma ilha totalmente deserta, elas se desafiam em ambientes apertados e pouco arejados, sob o peso do isolamento social em meio a um trabalho braçal desgastante. O Farol, segundo longa de Robert Eggers, explora essa imensidão da mente humana, tratando a psique de dois homens de gerações e práticas distintas, que são forçados a partilhar de uma convivência onde contos de pescador, fenômenos sobrenaturais e um mistério por trás da cegante luz de um farol entram em uma inesperada rota de colisão.

Como um espetáculo noir, o thriller dramático do jovem cineasta é peculiar à sua maneira, trazendo uma narrativa embasada no século XX e que faz referência ao cinema de seu próprio tempo. A partir de uma narrativa – teoricamente – simples, que visa abordar a dinâmica relacional de duas pessoas expostas à condições adversas sob o efeito do isolamento, Eggers faz de O Farol uma peça experimental, que reverencia produções como O Sétimo Selo, de Ingmar Bergman, homenageando a era de ouro do cinema, à medida que trabalha o gênero com sua própria e contemporânea identidade. Com Robert Pattinson e Willem Dafoe sendo submetidos um ao outro, em um tipo de união às avessas, a produção faz de sua escolha estética monocromática a força motriz para evidenciar – em tons vibrantes e coloridos – as diversas camadas na atuação de ambos os atores.

E aqui, Pattinson inaugura um novo momento de sua carreira, que já era permeada pela produção independente. Se despindo emocionalmente diante da audiência, ele personifica a figura de um jovem esguio de olhos fundos e dilacerados, que parecem estar constantemente em estado de perplexidade. Ao seu lado, Dafoe é a figura de um capitão sem embarcação, que faz do farol que cuida a experiência de toda a sua vida. Seu nível de intimidade com a estrutura é ainda o gatilho que atrai a atenção de seu novo parceiro profissional, que instigado pelo misterioso fascínio, está disposto a descobrir o que o local possui de tão surpreendente. Essa curiosa busca ainda é cercada pelas mazelas particulares de ambos os personagens, que tentam lidar com seus demônios ao som do silêncio, mas que acabam sendo interrompidos pela ensurdecedora convivência a dois.

Neste entremeio, pensamentos caóticos e controversos começam a pulverizar a narrativa, acrescentando um nível de densidade e intensidade que acabam tragando a audiência para dentro de uma experiência cinematográfica imersiva e palpável. E sob a escuridão de uma fotografia noir, O Farol cresce ao decorrer de sua trama, entregando uma narrativa progressiva que caminha no ritmo das atuações de seus personagens. Assim como a loucura é variável de acordo com a personalidade de cada indivíduo, aqui, a linha que separa a sanidade e a insanidade se torna ainda mais turva, promovendo um cenário de caos onde a exaustão mental e física se mesclam em uma gigante implosão.

Criando uma atmosfera de tensão logo em seus primeiros minutos, O Farol é também de um nível técnico riquíssimo, com uma direção que sabe usar os poucos espaços do set a seu favor, desenvolvendo uma sensação de grandiosidade para a audiência. Explorando os ângulos a partir da captura da luz natural, Eggers ainda faz um belo contraste com as sombras, fazendo do estilo noir a escolha ideal para garantir a substancialidade e imersão da trama. Com uma trilha sonora que se mescla aos ruídos presentes na história, mixagem de som e trilha se confundem em uma caótica ópera sonora, que promove no público sensações tão adversas como as de seus personagens.

Absolutamente sinestésico, O Farol é uma expressividade pura do cinema clássico, sob uma roupagem contemporânea e autêntica. Impecável em todos os sentidos, o longa é uma combinação agradável entre o saudoso e o vindouro e já se consagra como uma das principais apostas para o Oscar 2020. Com Pattinson e Dafoe entregando as melhores personificações da história de suas respectivas carreiras, o filme é uma obra-prima completa à frente de seu tempo, à medida em que também honra a jornada cinematográfica de outrora que nos permitiu chegar em 2019, tendo o privilégio de poder experimentar algo tão surreal em qualidade altíssima.

‘Por que Você Não Chora?’: Bárbara Paz é uma mulher com transtorno Borderline em emocionante trailer; Assista!

O novo drama sobre suicídio e depressão estrelado por Bárbara Paz e Carolina Monte Rosa, intitulado ‘Por que Você Não Chora?‘, ganhou o seu primeiro trailer.

Assista:

O longa teve sua estreia na última sexta-feira (18), abrindo o 48° Festival de Cinema de GramadoA produção disputa a categoria de Longas Brasileiros do evento.

Na produção, Paz interpreta Bárbara, uma mulher com Transtorno de Personalidade Borderline, que passa a ser acompanhada por uma jovem apática e estudante de Psicologia, durante um período de estágio universitário.

O longa é dirigido por Cibele Amaral e faz um relato cru, honesto e confrontador a respeito das mazelas que norteiam a depressão, o suicídio e as demais questões ligadas à saúde mental.

Na trama, ao receber a missão de acompanhar e orientar a Bárbara – uma mulher diagnosticada com Transtorno de Personalidade Borderline, a estudante de Psicologia Jéssica (Carolina Monte Rosa) gradativamente vai descobrir que os extremos de sua “paciente” revelam de fato um obscuro e sombrio lado de sua própria alma – que sempre calada, aprendeu a ignorar os seus sofrimentos mais íntimos.

distribuído pela O2 Play, o longa é dirigido e roteirizado pela cineasta brasiliense Cibele Amaral e disputa a categoria de Longas Brasileiros do aclamado festival gaúcho. Na trama, ao receber a missão de acompanhar e orientar a Bárbara – uma mulher diagnosticada com Transtorno de Personalidade Borderline, a estudante de Psicologia Jéssica gradativamente vai descobrir que os extremos de sua “paciente” revelam de fato um obscuro e sombrio lado de sua própria alma – que sempre calada, aprendeu a ignorar os seus sofrimentos mais íntimos.

“Desenvolvi este filme justamente para que possamos abordar, de forma mais aberta e honesta, aquelas questões que se apresentam pelo menos uma vez na vida de cada mulher, como a maternidade, a busca por autoconhecimento, a dúvida e a necessidade de encontrar a nossa força interior para sobreviver num mundo que nem sempre nos enxerga. Feito de mulher para mulher, ‘Por que Você Não Chora?’ é um relato sensível e simbólico sobre a solidão e o sofrimento que tantas guerreiras acabam enfrentando, à medida em que se comunica de forma ampla e abrangente com toda a sociedade, envolvendo a audiência como um todo nessa conversa que é tão poderosa e necessária”, revelou a diretora.

Para o produtor Patrick de Jongh, o filme é uma quebra de paradigmas, estereótipos e muitos preconceitos sociais:

“Sabemos que este é um assunto delicado e por isso desde o princípio priorizamos a autenticidade da narrativa, com o amparo de instituições do setor, que pudessem nos orientar no trato da temática. Foi nesse contexto que o Instituto Olhos da Alma Sã se tornou nosso grande parceiro, nos ajudando a construir essa história que, ainda que seja fictícia, é inspirada nas lutas de tantas pessoas. Um olhar atento e um alerta sobre a depressão e saúde mental, nosso filme visa romper barreiras, desmistificar assuntos delicados e envolver todas as comunidades nesses diálogos, a fim de que possamos promover uma sociedade mais saudável e mais apta para lidar com casos de depressão e suicídio”, concluiu.

Confira o cartaz oficial, acompanhado de sua sinopse:

“Jéssica, menina de origem humilde que veio do interior para estudar na Capital, se depara com um novo mundo durante o estágio na faculdade de psicologia, quando passa a atender Bárbara, diagnosticada com Transtorno de Personalidade Borderline. Jéssica é séria demais. enquanto Bárbara é uma bomba relógio. Jéssica nada sabe de si, Bárbara está sempre em processo de autoconhecimento. Enquanto Bárbara vai ganhando limites e confiança para recuperar sua vida, Jéssica vai descobrindo que nunca teve uma. Todas as perguntas e dúvidas que estavam caladas, de repente irrompem, quebrando as estruturas do caráter de Jéssica. O antigo não serve mais e o novo não existe. É um lugar de vazio, de nada. Feminino e forte, sobre a vontade de viver ou morrer, “Por que você não chora?” aborda o controverso tema do suicídio”.

Por que Você Não Chora?‘ ainda conta com um grande elenco global, composto pelas atrizes Maria Paula, Cristiana Oliveira, Elisa Lucinda e Priscila Camargo

 

 

‘A Nuvem Rosa’: Drama sci-fi brasileiro já está disponível no streaming TeleCine

O drama de ficção científica brasileiro, ‘A Nuvem Rosa‘, já está disponível no streaming TeleCine. A produção, lançada no Festival de Sundance 2021, teve a sua estreia recentemente na grade de programação.

Na trama, Giovana está presa em um apartamento com Yago, a quem havia recém conhecido em uma festa. Enquanto esperam a passagem de uma misteriosa e mortal nuvem rosa que aparece nos céus, eles precisam conviver como um casal. Ao longo dos anos, Yago vive sua própria utopia, enquanto Giovana sente-se cada vez mais aprisionada.

Confira o trailer:

Iuli Gerbase assina a direção e roteiro do longa.

Renata de Lélis, Eduardo Mendonça e Kaya Rodrigues estrelam o longa.

‘O Estúdio’: Vídeo nos leva aos BASTIDORES da nova série de comédia da Apple TV+!

‘O Estúdio’, a aguardada série de comédia de Seth Rogen, já chegou ao catálogo da Apple TV+ e, agora, foi divulgado um vídeo inédito nos levando aos bastidores da produção.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Evan Goldberg co-escreve o projeto.

A trama acompanha um estúdio de cinema de Hollywood tentando sobreviver em um mundo em que a convivência entre arte e comércio se torna cada vez mais difícil.

Catherine O’HaraKathryn HahnIke BarinholtzChase Sui Wonders fazem parte do elenco. Bryan CranstonKeyla Monterroso MejiaDewayne Perkins farão participações especiais.

Este é a mais nova colaboração entre Rogen e a Apple TV+, que já trabalharam juntos na aclamada série ‘Platonic’.

‘O Predador’ explicará por que os monstros vieram à Terra e suas tecnologias

O Predador será, ao mesmo tempo, uma sequência e um reboot da franquia original. O ator Jake Busey, viverá o personagem que será filho de Peter Keyes, personagem central do segundo filme interpretado por seu pai na vida real, Gary Busey. Essa relação de pai e filho será o elo de ligação entre os filmes.

Em uma entrevista ao site Pop Culture, o ator revelou que o novo longa da franquia se passará depois dos acontecimentos deO Predador 2 – A Caçada Continua, de 1997. E que o filme deve explorar a motivação da vinda dos predadores à Terra:

“Este filme definitivamente segue a mesma linha da franquia original e foca na tecnologia que os Predadores possuem. Mas também focará em descobrir qual o objetivo dos Predadores, qual o modus operandi deles, e o por quê deles virem a este planeta, esse tipo de coisa. Definitivamente está interligado com a franquia original”

Recentemente, o ator Tom Jane (‘O Nevoeiro’) revelou em entrevista ao site Shadow Nation detalhes dos personagens da trama do reboot de ‘O Predador’.

Jane revela que o elenco principal interpreta veteranos de diversas guerras, e que vão ao hospital buscar medicamentos por sofrerem de estresse pós-traumático, até se envolveram em uma conspiração alienígena.

“O personagem de Boyd Holbrook é o cara que eles querem realmente matar porque ele viu um OVNI, ele viu as naves do Predator descendo, então prederam ele e o “jogaram” com os lunáticos que estavam sofrendo de estresse pós-traumático. Eles querem dirigir o ônibus até um beco e matar todos nós para se livrar desse cara. Mas, é claro, nós tomamos conta do ônibus e dirigimos como “que vá pra m#rda esse cara, nós vamos matar esse desgraçado e os Predadores de m#rda nós mesmos”. E somos loucos o bastante para acreditar que esse cara realmente viu um OVNI e que existem alienígenas lá fora”, afirmou.

Segundo Keegan-Michael Key, um dos protagonistas da produção, a narrativa contará com elementos referenciais, mas a trama será nova:

“Não é uma sequência. Existem muitos aspectos que remetem ao estilo de Shane Black e com certeza a produção habita no mesmo mundo que os cinco filmes anteriores estão. Mas isso é tudo o que posso dizer”.

Durante sua entrevista ao site da revista Entertainment Weekly, Key também pontuou que o público pode esperar uma experiência diferente:

“Se as pessoas estão esperando assistir a um remake de ‘O Predador’, elas serão bem surpreendidas, de uma forma muito positiva”.

Schwarzenegger fala sobre remake de ‘Predador’ e critica sequências

Remake de ‘Predador’ terá diretor de ‘Homem de Ferro 3’

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Shane Black será o diretor e o elenco conta com Boyd Holbrook (‘Logan’), Olivia Munn (‘X-Men: Apocalypse’), Jacob Tremblay (‘O Quarto de Jack’) e Kyle Strauts.

O Predador estreia em 03 de agosto de 2018.

Confira o novo pôster espetacular de ‘Missão: Impossível – Efeito Fallout’

A Paramount Pictures divulgou o novo pôster do aguardado ‘Missão: Impossível – Efeito Fallout. Confira:

A Forbes publicou uma matéria elegendo o trailer de ‘Missão: Impossível – Efeito Fallout como o melhor do ano até agora.

O texto cita a ação desenfreada e as ótimas atuações, principalmente do astro Tom Cruise, como os fatores cruciais para um bom trailer.

Além disso, a publicação fez uma comparação positiva do novo filme com a franquia James Bonde relembrou o bigode de Henry Cavill – que “destruiu” Liga da Justiça. Caso não tenha assistido ainda, segue o trailer exibido no Super Bowl:

Em ‘Missão: Impossível – Efeito Fallout, Ethan Hunt (Tom Cruise) e sua equipe do IMF (Alec Baldwin, Simon Pegg, Ving Rhames), na companhia de aliados conhecidos (Rebecca Ferguson, Michelle Monaghan), estão em uma corrida contra o tempo depois que uma missão dá errado.

O elenco conta com Tom Cruise, Rebecca Ferguson, Simon Pegg e Alec Baldwin, ao lado das novidades Henry Cavill, Vanessa Kirby e Frederick Schmidt. Ainda não há detalhes sobre a trama.

O filme tem estreia agendada para 26 de julho de 2018.

 

 

Conheça os personagens de Pantera Negra!

Pantera Negra nem estreou ainda, mas já está mobilizando pessoas de maneiras positivas e negativas. O cantor Snoop Dogg doou dinheiro para que as crianças do Harlem Boys & Girls Club pudessem assistir ao filme, assim como a vencedora do Oscar, Octavia Spencer, que vai fechar o cinema de uma área pobre do Mississipi para que todas as crianças negras da região possam assistir ao longa e, consequentemente, se verem como heróis. Fora isso, a aventura solo do Rei T’Challa derrubou Batman Vs Superman (2016) e é o agora detentor do recorde de maior bilheteria de pré-venda da história. Por outro lado, alguns desocupados começaram a se mobilizar para fazerem críticas negativas no Rotten Tomatoes só pra “prejudicar” a Disney.

Enfim, o primeiro herói negro a possuir uma HQ própria está ganhando um filme solo, e como as editoras nunca deram prioridade a trazer suas histórias aqui para o Brasil, o CinePop apresenta alguns perfis pra vocês não ficarem perdidos na hora em que o logo vermelho da Marvel subir e o filme começar. Confiram:

T’Challa/ Pantera Negra (Chadwick Boseman)

Apresentado em Capitão América: Guerra Civil (2016), T’Challa retorna ao seu lar para lidar com a responsabilidade de ser um rei digno e ainda tem de viver com a pressão de manter o legado de seu pai, o falecido Rei T’Chaka (John Kani). Quando Wakanda se vê ameaçada por Erik Killmonger (Michael B. Jordan) e o Garra Sônica (Andy Serkis), T’Challa deve honrar a tradição de seu povo e protegê-los usando seu traje de Vibranium e o Espírito da Pantera.

Shuri (Letitia Wright)

Shuri é um prodígio. Irmã mais nova de T’Challa, ela é a cabeça por trás da tecnologia futurista de Wakanda. Com um intelecto equiparável ou até mesmo superior ao de Tony Stark (Robert Downey Jr.), esse pequeno gênio é a maior autoridade quando o assunto é Vibranium. Inclusive foi ela quem aperfeiçoou o traje do Pantera Negra. Apesar de sua relação de competição com o irmão mais velho, boatos dizem que Shuri será responsável por consertar o braço de um velho conhecido do público, o Soldado Invernal (Sebastian Stan), para Guerra Infinita.

Okoye (Danai Gurira)

A Michonne, de The Walking Dead, chega ao Universo Cinematogáfico Marvel com os dois pés na porta ao interpretar a guerreira Okoye. Líder das Dora Milaje, a Guarda Real de Wakanda composta só por mulheres, Okoye é responsável por toda a Inteligência do país. Ela lidera um grupo de mulheres guerreiras, sempre adequando suas habilidades aos cargos designados. Forte, inteligente e determinada, a personagem é sobrecarregada de cenas Badass.

Nakia (Lupita Nyong’o)

Nakia é uma agente secreta de Wakanda especialista em combate corpo a corpo. Nas palavras da própria Lupita, ela é um “cão de guerra”. Com personalidade forte, sempre brigou em defesa daqueles que não podiam se defender. Uma de suas funções é ser os olhos e ouvidos de Wakanda em relação ao mundo. Como a nação é fechada em relação aos outros países, ter um tipo de 007 feminino reportando as atividades e politicagens do globo é algo bem útil.

Zuri (Forest Whitaker)

Grande conselheiro do Rei, Zuri lembra muito o falecido Rei T’Chaka. Quase um líder espiritual, ele é o único guardião da erva em formato de coração, planta nativa de Wakanda capaz de absorver os nutrientes do vibranium e dar super força para quem a ingerir. Apesar de não crer tanto nas lendas e crenças Wakandanas, T’Challa tem em Zuri uma imagem de guia.

Ramonda (Angela Bassett)

Wakanda reconhece as mulheres como membros importantes da sociedade. Não à toa os cargos mais relevantes são ocupados por elas. Dito isso, acho que já dá pra entender o quanto Ramonda significa para eles. Mãe de T’Challa, ela é a pessoa mais influente da nação. Vista como uma espécie de “mãezona”, basicamente tudo que ocorre em Wakanda tem seu dedo no meio. Na trama, ela dará conselhos a seu filho para que ele consiga honrar sua família e garantir a prosperidade do país.

Everett Ross (Martin Freeman)

Como nos foi apresentado em Capitão América: Guerra Civil, Everett Ross é um agente da CIA e membro do departamento Antiterrorismo dos Estados Unidos. Ele une forças a T’Challa quando se vêem caçando uma ameaça em comum: Ulysse Klaue, o Garra Sônica. Vimos uma sequência do filme na CCXP que mostra sua função na trama: o clássico agente secreto que age por debaixo dos panos.

M’Baku (Winston Duke)

M’Baku é um dos vilões mais clássicos da mitologia do Pantera. Conhecido como Homem Gorila, nome que – obviamente – foi renegado na versão dos cinemas, sua função é basicamente desafiar T’Challa pelo trono. Nas telonas, o personagem muda um pouco de personalidade, mas mantém sua função: enfrentar o protagonista pelo título de rei. A diferença aqui é que M’Baku não necessariamente é tratado como vilão, apesar de se unir ao malvadão da trama, mas sim como um líder purista de uma tribo que se recusa a utilizar o vibranium no dia a dia.

Erik Killmonger  (Michael B. Jordan)

Michael B. Jordan é um dos grandes expoentes de sua geração. Pantera Negra, apesar de não ser seu primeiro filme da Marvel (ele foi o Tocha Humana no Quarteto Flopástico de 2015), é sua estreia no Universo Cinematográfico Marvel. E que estreia… de acordo com as críticas, ele é o maior destaque do filme.

Erik recebeu o apelido de “Killmonger” no exército. Após sumir em batalha, o soldado de elite ressurge como grande opositor ao governo de T’Challa. Aliado a Ulysses Klaue, ele quer derrubar a monarquia de seu rival e tomar o país para si. Não sabemos se há alguma motivação além da divergência de ideologias, mas nos quadrinhos, Erik costuma atribuir a morte de seus familiares ao Rei T’Chaka.

Ulysses Klaue/ Garra Sônica (Andy Serkis)

Ulysses foi apresentado em Os Vingadores: A Era de Ultron (2015) como maior traficante de Vibranium do mundo. Para os desmemoriados, é bom lembrar que Ultron, em um ato de loucura, arrancou o antebraço esquerdo de Klaue, que o substituiu por uma prótese. Sob o braço mecânico, há uma arma sônica pronta para atirar. Nos quadrinhos, tudo de ruim já aconteceu a Ulysses, inclusive ter seu corpo transformado em puro som. Não creio que seja o caso aqui, mas isso não significa que ele não será uma pedra no sapato de T’Challa e sua turma.

 

Pantera Negra estreia em 15 de fevereiro de 2018

Crítica | Hellboy – Terror galhofa para quem curte o herói

Quinze anos se passaram desde o primeiro ‘Hellboy’, dirigido por Guillermo Del Toro, com Ron Perlman (o Clay Morrow, de ‘Sons of Anarchy’) no papel principal. Os fãs dos quadrinhos, à época, recepcionaram muito bem o super-herói com aparência do demonho, e, desde o lançamento da continuação, em 2008, os fãs ficaram cobrando novos filmes da franquia. Agora, onze anos desde o último longa, chega aos cinemas um novo ‘Hellboy’.

A nova versão do herói-demonho traz David Harbour (mais conhecido como o policial bonzinho de ‘Stranger Things’, em uma atuação convincente) no papel principal, numa versão mais impaciente de Hellboy. A história se aproxima mais da proposta das HQs criadas por Mike Mignola, porém, volta ao início de tudo, deixando de lado as duas produções de Del Toro e recomeçando uma nova linha narrativa, dando um porquê às origens do personagem e indo mais além.

Porém, a direção de Neil Marshall é ansiosa e o resultado é uma chuva de informação que o espectador não consegue absorver no todo. Vemos uma colcha recortada e recosturada de cenas que, de tão rápidas montadas no longa, ficamos sem entender o que aconteceu, ou por quê. A sensação é que Neil entrou com tanta vontade no projeto, que resolveu contar o compêndio de dez HQs em menos de 2 horas de projeção. Como se fosse o projeto piloto de uma série. Se esse fosse o caso, ficaríamos todos animadíssimos, ansiosos pelo melhor desenvolvimento do que vimos, porém, como é um filme, ficamos com a sensação de que nada é aprofundado na trama, e todos os elementos entram e saem de cena apenas para constar, em caso de necessidade no futuro.

Os fãs do vermelhão, entretanto, irão se divertir. Recheado de elementos e cenas do melhor terror galhofa, que pinga sangue para todos os lados, com direito a dividir pessoas pela metade em close na câmera e um certo beijo beeeeem nojento. Sem contar a participação de Milla Jovovich, ressuscitada da franquia ‘Resident Evil‘, interpretando sofrivelmente Nimue, a Rainha de Sangue, vilã da trama.

Com alguns diálogos bem clichês e opções de roteiro por não explicar coisas que ele mesmo lança na história, quem for assistir a este novo ‘Hellboy’ nos cinemas poderá rir e sentir nojinho, tomar algum susto e se divertir com as resmunguices do herói-demonho. Mas, definitivamente, vai sair da sala de cinema precisando de mais história do Hellboy.

Eu Sou Mais Eu

(Eu Sou Mais Eu)

 

Elenco:

Kéfera Buchmann

João Cortês

Giovanna Lancelotti

 

Direção: Pedro Amorim

Gênero: Comédia

Duração: 100 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: R$ 8 milhões

Estreia: 24 de Janeiro de 2019

Sinopse: 

Kéfera vive Camilla Mendes, uma estrela da música pop. Dona dos maiores hits do momento, ela não tem tempo para pensar em nada que não seja sua fama e seus milhões de seguidores. Sem paciência para a concorrência, tudo que importa é que a sua nova música ‘Eu Sou Mais Eu‘ seja a número um nas paradas. Com milhares de compromissos na agenda, voltar no tempo, com certeza, não estava nos seus planos. Mas quando misteriosamente acorda em 2004, Camilla terá que lidar com os dramas da adolescência, o bullying da inimiga Drica (Giovanna Lancellotti), as provas e trabalhos da escola… tudo de novo!

Crítica | Eu Sou Mais Eu – Kéfera em Sessão da Tarde de Volta a 2004 (Nota: 5.0)

 

Curiosidades: 

» Para encarar o papel da popstar Camilla, Kéfera passou por uma longa preparação, com ensaios, aulas de canto, aulas de dança e mudanças no visual. Além de reviver músicas clássicas dos anos 2000 que embalaram o discman de todos os adolescentes da época, ‘Eu Sou Mais Eu‘ também conta com uma faixa inédita na voz da própria Kéfera, a gravação de um videoclipe e um show com a presença de seus fãs na plateia em que canta o sucesso “Máscara“, da cantora Pitty.

Trailer:

https://www.facebook.com/sitecinepop/videos/1113458712160858/

Cartazes: 

Fotos: 

‘NOS4A2’: Ashleigh Cummings fala sobre similaridades e diferenças da série com o livro

Em entrevista ao site Entertainment WeeklyAshleigh Cummings, protagonista da nova série da AMCNOS4A2, falou de que modo a produção captura a essência e o tom do romance original.

“Eu explorei [o livro] bastante”, ela declarou, referindo-se à história assinada por Joe Hill. “Quer dizer, há certas cenas que literalmente são roubadas do romance e traduzidas para as telas. [NOS4A2] me ajudou muito. Eu pegava os subtextos ou sejá lá o que Joe brilhantemente pensou para seus personagens e eu levava para meu roteiro, para ter os mesmo pensamentos que [minha personagem] Vic teria”.

Entretanto, Cummings também explicou que “definitivamente mudamos um pouco o personagem, porque [a showrunner] Jami [O’Brien] queria que Vic fosse adulta, mas ainda queríamos o arco emocional de sua jornada. Então a Vic de dezoito anos das telinhas não é a mesma do livro; no livro, ela é muito mais durona e mais fria. No show, ela tem uma grande vulnerabilidade e um coração ainda maior”.

Kari Skogland (‘The Handmaid’s Tale‘) comanda os dois primeiros episódios.

A trama “introduz Vic McQueen, uma jovem artista que descobre que ela tem a habilidade sobrenatural de rastrear o aparentemente imortal Charlie Manx. Manx se alimenta da alma de crianças, e então coloca o que sobra delas em Christmasland – uma doentia vila criada na imaginação de Manx onde todo dia é natal e tristeza é contra a lei.”

Zachary Quinto (‘American Horror Story‘) e Ashleigh Cummings estrelam a série. O elenco também inclui Jahkara SmithRarmian Newton e Darby Camp.

A 1ª temporada contará com 10 episódios e estreia no dia 02 de junho.

‘Vila Sésamo’: Estreia da adaptação musical é adiantada em cinco meses

Depois de ser movido para o dia 04 de junho de 2021, a adaptação musical da icônica série Vila Sésamo foi adiantada para sua data original e, agora, chega aos cinemas em 14 de janeiro de 2021.

Jonathan Krisel assume o comando do longa. Ele é conhecido por seu trabalho na TV, com a aclamada série ‘Baskets‘ e ‘Portlandia‘.

O roteiro  foi escrito por Mike Rosolio e Chris Galletta. Shaw Levy assume o papel de produtor. Ele tem estado envolvido com o projeto desde 2012.

O elenco do musical ainda não foi anunciado, mas a trajetória de ‘Vila Sésamo‘ projeta expectativas de grandes contratações. A série infantil se popularizou entre as celebridades de Hollywood, que ao longo das décadas participaram de vários episódios. Atores como Julie Andrews, Amy Adams, Steve Carell e Danny DeVito estão na lista infindável de convidados especiais que passaram pela série infantil.

Anne Hathaway terá papel crucial no projeto.

‘Esquadrão Suicida’: Versão do diretor é tão pesada quanto ‘Coringa’

David Ayer recentemente revelou que está a caminho de lançar, através da Warner Bros. e da HBO Max, seu próprio corte de Esquadrão Suicida. Mais do que isso, ele aproveitou para divulgar algumas informações sobre a versão, dizendo que o tom do filme é tão dark quanto o do aclamado e premiado Coringa.

“Isso foi regravado, porque o tom é ‘muito obscuro’ – meu primeiro ato foi um filme normalmente construído. Peguei inspiração de [Christopher] Nolan. Havia cenas reais com atuação incrível entre Jared [Leto]Margot [Robbie]. Coringa era assustador. Arlequina era complexa”, ele escreveu.

Nas redes sociais, os fãs iniciaram a campanha #ReleaseTheAyerCut. Confira:

Ayer afirmou que não apenas o “Ayer Cut” existe, como ele já está praticamente pronto.

“Claro que existe. E está quase completo, menos alguns efeitos visuais”.

Lembrando que recentemente, a AT&T, dona da Warmer, deu a entender que o lançamento do “Ayer Cut” também é uma possibilidade.

Após um fã iniciar a campanha#ReleaseTheAyerCut, a AT&T respondeu:

“Tudo é possível, só é preciso um pouco de magia”.

Confira:

 

Além disso, James Gunn, diretor de ‘O Esquadrão Suicida‘, afirmou que apoia o lançamento da versão de David Ayer.

Ao ser questionado por um fã quanto ao seu apoio, Gunn revelou no Twitter que não teria problema em ver o “Ayer Cut” sendo lançado e que está de acordo com qualquer decisão que a Warner e o diretor decidam tomar:

“Eu ficaria bem com qualquer coisa que o David Ayer e a Warner queiram lançar, sem problema algum”.

A respeito veio da seguinte pergunta feita por um usuário:

“James Gunn, você seria contra o lançamento da versão do David Ayer para Esquadrão Suicida? Você acha que isso diminui o seu filme ou ajuda a aumentar o interesse, ou não tem efeito nenhum?”

Lembrando que o novo ‘O Esquadrão Suicida‘ tem estreia prevista para 06 de agosto de 2021.

Margot Robbie (Harley Quinn), Viola Davis (Amanda Waller) e Jai Courtney (Capitão Boomerang) irão reprisar seu papéis.

Nathan Fillion (Arm-Fall-Off-Boy), Pete Davidson (Blackguard), Michael Rooker (Savant), Flula Borg (Javelin), Sean Gunn (Weasal) e Mayling Ng (Mongal) são as novas adições ao elenco.

 

Atriz de ‘Halloween’ está aberta para voltar para mais uma sequência

Em entrevista ao ComicBook.com, a atriz Danielle Harris, que viveu a filha de Laurie Strode (Jamie Lee Curtis) na saga original de Halloween, revelou que estaria disposta a participar de mais uma sequência da franquia caso os produtores a chamassem.

Harris interpretou Jamie Lloyd no terceiro e no quarto capítulos (lançados em 1988 e 1989, respectivamente), mas nunca mais retornou para o icônico universo. Em 2018, sua personagem foi substituída por Karen, interpretada por Judy Greer.

“Quando o próximo sair, se alguém me ligar, claro, se houve algo super legal que faça sentido para mim, absolutamente. Não vou morder a mão que me alimenta e estou para sempre em débito com essa franquia. É como voltar para o acampamento e dizer: ‘ah, senti sua falta’. Me sinto em casa”.

Os fãs da saga ficaram devastados quando as aguardadas sequências do rebootHalloween Kills – O Terror Continua’Halloween Ends’, haviam sido adiadas em nada menos que um ano.

De qualquer forma, um primeiro teaser foi lançado e, recentemente, o icônico realizador John Carpenter revelou em entrevista ao Fantasia Film Festival que a próxima iteração da franquia será um slasher “quintessencial”.

“É um slasher quintessencial. É tão intenso… Meu Deus… Até me atordoa de quão incrível é. [O diretor] David [Gordon Green] fez um trabalho fantástico. Mal posso esperar para vocês assistirem”.

Em entrevista à Total Film, Green comentou um pouco sobre o que podemos aguardar da continuação, indicando que o retorno do serial killer Michael Myers será enfrentado, desta vez, por todas as pessoas da cidade de Haddonfield, Illinois.

“Se o primeiro filme foi, de alguma forma, uma recontagem das origens de Myers e seu reencontro com Laurie depois de todos esses anos, então a segunda parte é sobre seu reino de caos em Haddonfield. ‘Mob Rules” era o nosso título de produção para o longa. É sobre uma comunidade que se une em meio ao caos, e que se divide acerca de como enfrentar o mal”.

Vale lembrar que o filme teve sua estreia adiada e chegará aos cinemas em 15 de outubro de 2021.

Assista ao primeiro teaser:

Segundo o produtor e criador John Carpenter, o corte para os cinemas do longa-metragem está pronto e é bastante intensa.

“O corte está pronto. Eles vão editá-lo em Nova York na próxima semana. Então estará na lata. Meu trabalho está feito. O filme é algo completamente novo. É divertido, intenso e brutal, um filme slasher vezes cem, algo grande. É gigantesco. Nunca vi algo como isso”.

O terceiro filme foi adiado para Outubro de 2022.

Os novos filmes trarão diversos personagens conhecidos da franquia, tais como Lindsey Wallace (Kyle Richards), Tommy Doyle (Anthony Michael Hall), Marion Chambers (Nancy Stephens), Leigh Brackett (Charles Cyphers) e Lonnie Elam (Robert Longstreet).

David Gordon Green, responsável pelo reboot de 2018, retorna à direção.

Curtis estrela ambas sequências, que também trará o retorno de Robert Longstreet, Kyle Richards e Anthony Michael Hall. Judy Greer e Andi Matichak também voltam.

Sucesso de público e crítica, o reboot de ‘Halloween‘ arrecadou US$ 255.4 milhões mundialmente, alcançando 79% de aprovação no Rotten Tomatoes.

‘Riverdale’: Imagens oficiais do episódio 05×07 introduzem novos personagens; Confira!

The CW divulgou as imagens oficiais de “Fire in the Sky”, sétimo episódio da 5ª temporada de Riverdale.

As fotos introduzem novos personagens, incluindo Eric Jackson (Sommer Carbuccia) e Star Vixen (AC Bonifacio).

O capítulo vai ao ar no dia 10 de março.

Confira:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

Opinião | ‘O Diabo Veste Prada’ mudou a cultura pop para sempre

São poucas as pessoas que nunca ouviram falar da aclamada comédia dramática O Diabo Veste Prada. Desde seu lançamento em 30 de junho de 2006 até hoje, o longa-metragem continua angariando fãs das mais variadas idades, ultrapassando gerações e sendo constantemente redescoberto – motivo pelo qual permanece calcando um legado inegável.

‘O Diabo Veste Prada 2’ deve arrecadar entre US$ 75-80 milhões em estreia nos EUA

O filme, baseado no romance best-seller de Lauren Weisberger, foi dirigido por David Frankel e, a princípio, pode parecer como qualquer outra produção do gênero. O enredo é centrado em Andy Sachs (Anne Hathaway), uma jornalista recém-formada que luta para conseguir emprego em Nova York e é chamada para uma entrevista com ninguém menos que Miranda Priestly (Meryl Streep), guru da moda e editora-chefe da multimilionária revista Runway. O problema? Andy não tem qualquer senso de moda e logo atrai olhares reprobatórios das dezenas de funcionários e modelos que andam pelos corredores. Contra todas as possibilidades, ela consegue a vaga e percebe que “o emprego pelo qual todas as garotas se matariam” é extremamente desafiador.

À parte da sólida obra que surgiu da adaptação e da química excepcional de um elenco que ainda conta com Emily Blunt e Stanley Tucci, O Diabo Veste Prada conseguiu redefinir inúmeros conceitos estilísticos que hoje são trabalhados à exaustão, especialmente quando pensamos no mundo fashion. Por mais que incursões como ‘As Patricinhas de Beverly Hills’ e ‘Meninas Malvadas’ já tivessem ditado alguns comportamentos da sociedade dos anos 1990 e 2000, nessa ordem, nenhum deles teve tanto impacto quanto imaginamos; o assunto de maior discussão entre especialistas dessa macro esfera é a precisão assustadora que tanto o romance de Weisberger quanto a magnum opus de Frankel arquitetaram sobre as engrenagens do mundo da moda.

De Chanel, Prada a Versace | Quais marcas estavam em alta no primeiro filme e quais estão em ‘O Diabo Veste Prada 2’

Landon Peoples, da V Magazine, comentou que, até hoje, “encontramos cada uma das personalidades representadas no filme – as boas, as más, as traidoras e aquelas que realmente vão te ajudar e querem te ver alcançar sucesso”. Lauren Caruso, da StyleCaster, reconheceu a si mesma no cotidiano frenético de Andy ao comentar que “há longas horas e um trabalho bastante penoso. E ser assistente de alguém tão poderoso e ocupado quanto um editor-chefe é imparável”. Shelley Brown, editora da The Knot, também se viu retratada e comentou que, “em minha vida, tive várias experiências e situações à la O Diabo Veste Prada” (via Nylon).

Não é nenhuma novidade que Miranda, com ênfase no livro, tenha sido inspirada na lendária Anna Wintour, editora-chefe da Vogue – e a própria autora comentou que se inspirou em sua experiência na revista para construir a história. A diferença é que Streep, que faturou mais uma indicação ao Oscar por sua performance, conseguiu transformar Miranda em uma personagem extremamente complexa e compreensível – afinal, a própria atriz comentou que se inspirou no fato da indústria jornalística ser comandada por homens e poucas melhores estarem no cargo mais alto das empresas. Em outras palavras, Miranda não agiu diferente do que qualquer homem que estivesse em seu lugar (e tais temas são trazidos à discussão na obra, ainda que ofuscados pelos chamativos figurinos).

Meryl Streep revela que RECUSOU ‘O Diabo Veste Prada’ antes de negociar cachê maior: “Eu sabia que seria um sucesso”

De qualquer forma, Wintour participou de uma exibição antecipada (vestida inteiramente em Prada) e, apesar do que muitos poderiam pensar, se divertiu com o filme – mesmo que alguns detalhes simplesmente não pudessem ser ignorados, como a recriação quase exata do escritório de Anna. A editora-chefe pode ter ficado cética à época do anúncio do projeto, mas levou tudo na brincadeira e deixou se levar pelas ótimas atuações e, para o bem ou para o mal, sua popularidade teve crescimento exponencial após o lançamento nos cinemas.

Mas não foi apenas da moda que o filme se valeu para conquistar o público ou para se manter vivo até os dias de hoje. Em 2008, dois anos após sua estreia oficial, o jornal The New York Times, ao lado de diversos outros consórcios de imprensa, escreveu que a produção ajudou a pavimentar um estilo mais reconhecível e abraçado pelo público, mergulhando com profundidade na construção da assistente pessoal no imaginário mainstream. A presença intrincada de Emily e de Andy na narrativa, subjugadas às tarefas intermináveis de Miranda, ajudou a lançar luz sobre condutas trabalhistas consideradas tiranas e causaram uma exploração da “economia d’O Diabo Veste Prada”, termo utilizado pela imprensa em 2009, com regulações laborais que ameaçavam os direitos dos assistentes, e em 2019, com as alegações de má conduta da senadora Amy Klobuchar para com sua equipe.

Como se não bastasse, o longa também foi responsável pela antecipação de anti-heroínas na televisão ou no cinema – abrindo portas para arcos mais profundos de personagens femininas. Miranda, enfrentando inúmeros obstáculos para se manter relevante num cargo facilmente entregue a qualquer outro homem, se impõe e é vista como megera, obrigando a si mesma a se defender de forças externas – algo visto também, por exemplo, em Olivia Pope em ‘Scandal’ e Cersei Lannister em ‘Game of Thrones’, como bem apontou o The Washington Post na celebração de dez anos da iteração.

O Diabo Veste Prada provou para os exibidores e para as produtoras que o mercado demográfico feminino era e continua sendo um dos maiores do planeta e que, após o sucesso imediato do filme, houve uma tentativa de replicação de narrativas do gênero pela mesma audiência. E, numa análise mais restrita ao elenco, é notável como sua popularidade ajudou a tornar os atores e atrizes ainda mais famosos do que já eram – especificamente no tocante a Blunt, que é continuamente reconhecida como Emily uma década e meia depois de tê-la vivido.

A sequência ‘O Diabo Veste Prada 2‘ já está em exibição nos cinemas e deve arrecadar em torno de US$ 75-80 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

O longa abriu com sólidos US$ 33 milhões nesta sexta-feira no país (incluindo a pré-estreia).

Internacionalmente, a produção deve acrescentar US$ 100 milhões – totalizando uma estreia global de US$ 180 milhões.

“Impulsionada pela nostalgia, a continuação alcança o público como um relançamento de uma marca de luxo que realmente funciona. O público se entrega ao apelo do legado, tratando a sequência como um reencontro cultural em vez de uma mera tentativa de ganhar dinheiro fácil, com comparações a continuações aguardadas por muito tempo, como ‘Top Gun: Maverick’, elevando as expectativas. Há um forte entusiasmo impulsionado pelo elenco, especialmente em torno de Meryl Streep e Anne Hathaway, onde a jovialidade se torna parte da mitologia da marca, e não uma distração,” declarou o RelishMix, que ainda destaca o forte apelo do projeto nas redes sociais.

O Diabo Veste Prada 2’ já está em exibição nos cinemas nacionais.

‘1917’: Aclamado drama de guerra estreia no Prime Video!

O drama de guerra 1917, dirigido e escrito por Sam Mendes, já está disponível no catálogo do Prime Video.

O título foi lançado na plataforma hoje, 05 de novembro.

Em um dos momentos críticos da Primeira Guerra Mundial, dois soldados britânicos Schofield (George MacKay, de Capitão Fantástico’) e Blake (Dean-Charles Chapman, de Game of Thrones’) recebem uma missão aparentemente impossível. Em uma corrida contra o tempo, os soldados devem cruzar território inimigo e entregar uma mensagem que cessará o ataque brutal de milhares – entre eles, o irmão de Blake.

Relembre o trailer:

Kryty Wilson-Cairns também assina o roteiro.

Mark StrongAndrew ScottRichard MaddenClaire DuburcqColin FirthBenedict Cumberbatch completam o elenco.

Opinião | Não, a Disney não está acabando com a sua infância – ainda mais porque você já tem 30 anos

Nos últimos meses, a Walt Disney Studios e a Pixar anunciaram que colocarão a primeira personagem abertamente lésbica na vindoura animação Lightyear, que contará a origem do adorado patrulheiro espacial Buzz Lightyear, da franquia Toy Story. E é claro que não demorou muito até a parcela mais tradicionalista e retrógrada da sociedade começasse a utilizar frágeis e superficiais argumentos para condenar a atitude dos estúdios em fornecer o mínimo de representatividade às suas histórias.

“Isso não é de Deus”, “vão doutrinar as nossas crianças” e “quem lacra não lucra” foram algumas das várias frases repetitivas que vi espalhadas pelos comentários de várias publicações – com um respaldo argumentativo tão fraco quanto achar que uma personagem é capaz de influenciar alguém. E, eventualmente, não há explicação que justifique canalizar tanto ódio para uma minoria social que, desde sempre, vem lutando para alcançar os mesmos direitos que as pessoas cis-heterossexuais sempre tiveram.

Enquanto a comunidade LGBTQIA+ sempre existiu (é só olharmos para a Antiguidade clássica e observar o comportamento das sociedades da época), a representação queer no cinema e na televisão nunca foi considerável o suficiente para respeitar e analisar a complexidade do planeta em que vivemos e compreender que a configuração forçosamente deliberada pelo patriarcado capitalista não é a única – afinal, existem outras formas de amor e de família que, em pleno século XXI, permanecem como alvo de críticas por preconceituosos que não conseguem enxergar além do próprio umbigo. Nos anos 1990, por exemplo, o mainstream perpetuou estereótipos iniciados década atrás ao invisibilizar a mulher lésbica e tratar o homem gay como coadjuvante da própria vida, dependente dos protagonistas a quem nunca se igualaria. Não foi até o final da década passada que tivemos um expressivo aumento em enredos LGBTQIA+, com o lançamento de Pose (contendo o maior elenco trans de todos os tempos) ou de Moonlight: Sob a Luz do Luar (que inclusive levou o Oscar de Melhor Filme para casa).

Então por que não levar essa mínima expressividade às animações infantis?

Dizer que, ao mostrar personagens gays, lésbicas ou trans em produções desse gênero, estaríamos doutrinando as crianças é pura bobagem e não tem qualquer solidez científica. Afinal, este que vos fala cresceu vendo casais heterossexuais trocando carícias em obras como Aladdin, A Pequena Sereia e ‘A Bela e Fera’ – e isso não me “tornou” um homem hétero (aliás, tornar-se LGBTQIA+ não é uma coisa que existe, visto que nascemos assim). É claro que o cérebro das crianças é bem mais plástico que o dos adultos e, por essa razão, demonstrar a pluralidade é um ótimo jeito de impedir que elas virem pessoas intolerantes. A orientação sexual independe do número de inputs que recebemos ao longo da vida, pelo simples fato de nascermos assim – o que existe, e isso é um fato, é um processo de autoaceitação e consequente revelação pelos quais ainda passamos, com medo de sermos marginalizados por aqueles que amamos.

E, se estamos falando dessa suposta ideologia de doutrinação, podemos analisar a problemática das inúmeras animações da Disney do início do século XX e a problemática do próprio beijo trocado entre personagens heterossexuais. Temos o beijo não-consensual em Branca de Neve e os Sete Anões e A Bela Adormecida, em que o príncipe e a princesa nem sequer tinham afinidade o suficiente para declarar amor verdadeiro um pelo outro; temos o abandono de sonhos em prol de uma submissão ultrarromântica em A Pequena Sereia, em que Ariel abandona a família e se envolve com uma perigosa bruxa do mar apenas para ficar com um homem que acabou de conhecer; e, se há uma reclamação tão contundente sobre “beijo gay” ou “beijo lésbico” (uma terminologia que também não faz o menor sentido), por que grande parte da sociedade é condescendente com a demonstração de carinho quando o casal em questão é heterossexual? Ou pior: por que essa mesma parcela romantiza relacionamentos entre crianças, como Cebolinha e Mônica em Turma da Mônica, ou até mesmo Mike e Eleven na temporada de estreia de Stranger Things?

A religião também é vista como argumento pela comunidade tradicionalista cristã-católica – e só por eles, visto que disposições religiosas são completamente refutáveis, considerando o número infinito de fés que se alastram pelo planeta. Há uma constante depreciadora de que gays, lésbicas, bissexuais e trans fogem à “criação de Deus” – mas até onde isso pode ser utilizado como mote de vida quando negamos a existência de outrem? E até onde isso pode ser usado como máxima quando nem todos seguem a mesma religião que a sua?

Para você que lê este artigo, as perguntas feitas nos parágrafos acima são retóricas e não requerem respostas, apenas reflexões sobre a hipocrisia destilada por quem sequer sabe o significado da palavra empatia. Tivemos casos recentes de preconceitos raciais envolvendo animações como ‘Moana – Um Mar de Aventuras’, Encanto e Raya e o Último Dragão, em que o protagonismo de personagens femininas brancas foi deixado de lado para celebrar a diversidade étnica do Sudeste Asiático, da Polinésia Francesa e da Colômbia (mesmo assim com certas controvérsias estilísticas que foram apontadas por esses mesmos grupos). Ao que tudo indica, nada que foge da normatização imposta pelos opressores pode chegar ao mainstream – sendo que inúmeros jovens tiveram a oportunidade de se verem representadas nas histórias cinematográficas e televisivas.

Querendo ou não, crianças LGBTQIA+ existem e vão continuar existindo; fornecer o mínimo de representatividade a elas não é “destruir a infância” de marmanjos que não entendem que já tem trinta anos e que deveriam aprender que suas realidades não são as únicas, e sim um apelo emocional para elas compreenderem que não estão sozinhas e que também têm o direito de serem quem são. E, se você permanece atado tão fortemente à nostalgia e se recusa a ver que o mundo evolui, aqui vai um conselho: não assista ao filme.

Setembro Amarelo | 5 músicas que falam sobre saúde mental

O mês de setembro é conhecido também como Setembro Amarelo, em que discute-se temas como a saúde mental, a prevenção ao suicídio e a necessidade de trazer esses temas à tona – ainda mais com recordes de casos de depressão, transtornos bipolares e outros em meio a uma pandemia que assolou e continua a assolar o mundo.

Segundo a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), registram-se mais de 13 mil suicídios todos os anos no Brasil e mais de um milhão no mundo. Tais casos aparecem com expressiva porcentagem entre os jovens e, mais especificamente, 96,8% dos suicídios estavam relacionados a transtornos mentais.

Para tanto, separamos uma lista com cinco músicas que falam sobre saúde mental. Entretanto, apesar de lançarem luz e abrirem portas para conversas sobre os tópicos acima mencionados, nada substitui a capacidade dos especialistas no assunto e, caso você esteja passando por problemas de saúde mental, contate o Centro de Valorização à Vida, discando o número 188.

Confira:

“SKYSCRAPER”, Demi Lovato (2011)

“Skyscraper” é uma das canções mais conhecidas de Demi Lovato e, como bem sabemos, a vida da artista não foi uma das mais fáceis. Lidando com inúmeros problemas psicológicos e vícios complexos, ela utilizou o poder da música para expurgar os demônios interiores e ajudar a si própria a curar – e essa faixa fala exatamente sobre permanecer forte. O enredo, inclusive, fala sobre os obstáculos que ela enfrentou e superou ao longo dos anos, conseguindo se reerguer como um arranha-céu, mesmo contra todas as probabilidades.

“BREATHIN”, Ariana Grande (2018)

Ariana Grande sempre foi uma das várias artistas que discorreu sobre saúde mental e outros problemas psicológicos em seus álbuns – e a incrível “breathin”, de ‘Sweetener’, é a que mais dialoga com esse lado mais crítico da cantora e compositora. A ótima construção dance-pop não apenas configura-se como a melhor entrada do disco, como também discorre sobre como a respiração consegue ajudá-la com a ansiedade, baseada nas experiências pessoais de Grande.

“ROSE-COLORED BOY”, Paramore (2018)

“Rose-Colored Boy” é uma das músicas mais bem construídas da banda Paramore e, assim como inúmeras outras canções, utiliza a máscara de uma progressão animada, movida pelo pop-rock, pelo synth-pop e pela nostalgia do new-wave, contra uma narrativa de realização realista-pessimista sobre o mundo e sobre as pessoas. Afinal, a vocalista Hayley Williams diz “eu matei o que restava de otimismo em mim”, em uma apatia melancólica que dialoga com o que vários de nós sentimos até hoje.

“NOW I’M IN IT”, HAIM (2019)

O trio conhecido como HAIM é um dos atos musicais mais aclamados de todos os tempos – e boa parte dessa incrível recepção tanto da crítica quanto do público se dá ao fato de um liricismo pungente que nos encanta desde os segundos iniciais. A faixa-bônus de ‘Women in Music Pt. III’“Now I’m in It”, é uma das mais bem produzidas do álbum e é frequentemente mal interpretada. Segundo a própria vocalista Danielle Haim, a parte da canção que diz “não podemos ser amigos” se refere a ela e à própria mente, como uma metáfora materializada da depressão que enfrentava à época.

“911”, Lady Gaga (2020)

Lady Gaga voltou com mais uma obra-prima em 2020, com o lançamento de ‘Chromatica’ e, depois de ter falado sobre perdas e traumas no subestimado ‘Joanne’, ela investiu ainda mais esforços para conversar sobre importantes temas em ‘Chromatica’“911”, considerada por inúmeros especialistas como a melhor faixa da produção, é movida pelo Eurodisco e pelo synth-pop, escondendo uma potente análise sobre antipsicóticos e a luta de Gaga contra si mesma e contra pensamentos destrutivos (“minha maior inimiga sou eu”).

‘The Last of Us’: O perigo aumenta na prévia LEGENDADA do próximo episódio; Confira!

A HBO Max divulgou a prévia oficial e legendada do 8º episódio da aclamada adaptação de The Last of Us, série estrelada por Pedro Pascal (‘O Mandaloriano’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’).

Intitulado “When We Are in Need”, o capítulo vai ao ar no dia 05 de março.

Confira:

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

Relembre o trailer:

A produção abarcou nada menos que 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 284 críticas publicadas. Dentre os vários elogios, o consenso entre a crítica internacional é que The Last of Us é uma das melhores releituras de videogames de todos os tempos.

Confira os principais comentários:

“Não é nem remotamente controverso chamar [a série] da melhor adaptação de videogames já feita” – BBC.com.

“Uma adaptação espetacular que deve encantar os novatos e enriquecer aqueles já familiarizados com a jornada de Joel e Ellie” – IGN Movies.

“Facilmente a melhor adaptação de um videogame para live-action” – JVS Media & Production.

The Last of Us se torna tão cativante nos momentos de quietude quanto nos assustadores – e talvez ainda mais quando foca em quem são essas pessoas em vez dos perigos que elas enfrentam” – Rolling Stone.

“Posso apostar que The Last of Us será um dos melhores shows de 2023″ – Decider.

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

O elenco ainda conta com Gabriel Luna, Merle Dandridge, Nick Offerman, Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray Bartlett, Natasha Mumba Storm Reid.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A série foi criada por Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

John Kramer está de volta no trailer LEGENDADO de ‘Jogos Mortais X’; Confira!

Paris Filmes divulgou o trailer legendado da aguardada sequência Jogos Mortais X’, que chega aos cinemas brasileiros em 28 de setembro.

Confira:

Após dois “reboots” fracassados, os produtores resolveram voltar a investir na timeline original da saga.

O novo longa, que contará com o retorno dos astros originais Tobin Bell (John Kramer/Jigsaw) e Shawnee Smith (Amanda Young), terá sua história ambientada entre o primeiro e o segundo filme da franquia.

Vale lembrar que ambos personagens morreram no final do terceiro filme. Ao invés de inventar alguma reviravolta mirabolante para o retorno da dupla, o roteiro irá explorar alguma aventura não contada enquanto eles ainda estavam vivos.

E onde o novo filme se encaixará na mitologia geral da saga?

Confira a timeline em ordem cronológica (com spoilers):

O elenco ainda contará com Synnøve Macody Lund (‘Ragnarok’), Steven Brand (‘Sandman’), Renata Vaca (‘Pisando Fundo’), Paulette Hernandez (‘Perdida’), Joshua Okamoto (‘Narcos: México’) e Octavio Hinojosa (‘Come Play With Me’), e Michael Beach (‘Dahmer’).

Kevin Greutert, de ‘Jogos Mortais 6‘ e ‘Jogos Mortais: O Final‘, retorna à direção.

O roteiro foi assinado por Josh Stolberg e Peter Goldfinger, que também foram responsáveis pelo enredo dos dois últimos filmes da franquia.

A Lionsgate e a Twisted Pictures produzem o novo filme.

BAFTA 2024 | ‘Oppenheimer’ conquista TREZE INDICAÇÕES à premiação, incluindo Melhor Filme

O mais recente sucesso de Christopher Nolan, Oppenheimer, já está colhendo frutos de seu enorme aclame e continua a fazer bonito na temporada de premiações.

Durante o anúncio de indicados ao BAFTA 2024, o longa-metragem liderou a lista de nomeações, sendo relembrado em 13 categorias, incluindo Melhor FilmeMelhor Direção para Nolan, Melhor Ator para Cillian MurphyMelhor Atriz Coadjuvante para Emily Blunt Melhor Ator Coadjuvante para Robert Downey Jr..

Os vencedores serão revelados no dia 18 de fevereiro.

Oppenheimer apresenta a trajetória do físico americano J. Robert Oppenheimer, interpretado por Murphy, conhecido como o “pai da bomba atômica”. O filme explora o papel crucial que desempenhou no desenvolvimento dessa arma durante a Segunda Guerra Mundial.

Oppenheimer‘ foi um dos maiores sucessos de bilheteria do ano, arrecadando US$ 952,6 milhões pelo mundo.

Relembre o trailer:

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‘Entrevista com o Vampiro’: 2ª temporada da ACLAMADA série ganha data de estreia no Prime Video Brasil

A 2ª temporada de ‘Entrevista com o Vampiro‘, elogiada série baseada na clássica saga literária de Anne Rice, finalmente ganhou data de estreia no Brasil.

O novo ciclo chegará à plataforma do Prime Video no próximo dia 22 de julho, quase dois meses depois do lançamento da primeira temporada.

Uma reinvenção sensual e contemporânea do revolucionário romance gótico de Anne Rice, Entrevista com o Vampiro segue a história épica de amor e sangue de Louis de Pointe du Lac (Jacob Anderson), Lestat de Lioncourt (Sam Reid) e Claudia (Bailey Bass), e os perigos da imortalidade, contados ao jornalista Daniel Molloy (Eric Bogosian). Irritando-se com as limitações da vida de um homem negro na Nova Orleans dos anos 1900, Louis acha impossível resistir à oferta de fuga definitiva do libertino Lestat de Lioncourt: juntar-se a ele como seu companheiro vampiro. Mas os novos poderes inebriantes de Louis têm um preço violento, e a introdução da mais nova novata de Lestat, a criança vampira Claudia, logo os coloca em um caminho de décadas de vingança e expiação.

O elenco conta com Sam Reid (‘The Newsreader’), que interpreta o vampiro Lestat; Jacob Anderson (‘Game of Thrones’), que dá vida a Louis de Pointe du Lac; Eric Bogosian (‘Billions’), que vive Daniel Molloy; e Assad Zaman, que interpreta Rashid.

A trama do primeiro livro gira em torno do vampiro Louis de Pointe du Lac enquanto ele relata a história de sua vida a um repórter, especialmente sobre como ele foi transformado em um vampiro e, em seguida, orientado por Lestat de Lioncourt.

Rolin Jones entra como showrunner, além de ser responsável pelo roteiro da produção.

‘Comando das Criaturas’: Série que marca o INÍCIO do DCU chega ao streaming!

Marcando o início do DCU, a série animada ‘Comando das Criaturas‘ promete agradar os fãs da DC e começar com o pé direito o universo liderado por James Gunn.

E, para a alegria dos espectadores, a produção já chegou ao catálogo da Max esta semana – tendo sido lançada hoje, 05 de dezembro.

Relembre o trailer:

Frank Grillo, que interpretará Rick Flag Sr. em ‘Comando das Criaturas’ e na segunda temporada de Pacificador, no novo DCU de James Gunn, elogiou os planos e o trabalho do cineasta neste universo renovado.

Em entrevista ao Screen Rant, Grillo comentou: “Em termos de cronograma, ‘Comando das Criaturas’ será lançado em dezembro, e ‘Superman’ e ‘Pacificador’ estão previstos para 2025”.

Ele continuou: “Eles não nos informaram nada intencionalmente. James Gunn está editando tudo agora; estou prestes a concluir os últimos episódios sob sua direção em ‘Pacificador’, e isso é o máximo que posso compartilhar. É tudo sobre o Rick Flag, o mesmo personagem ao longo de toda a trama, o que eu realmente adoro”.

“Estou imensamente grato a James e Peter Safran. Esses caras estão à frente da DC agora e me incluíram de maneira significativa nesse projeto. Acredito que os fãs ficarão impressionados com a genialidade de James Gunn. Ele foi liberado para criar. O que ele tem em mente para a DC é muito maior do que ‘Guardiões’. Portanto, fiquem ligados”, concluiu.

Os sete episódios do seriado foram escritos por Gunn, que também serve como produtor executivo do projeto. Os episódios serão exibidos semanalmente até sua conclusão, que está marcada para o dia 16 de janeiro de 2025.

Lembrando que ‘Creature Commandos‘ faz parte de ‘Deuses e Monstros’, o primeiro capítulo da nova safra de produções da DC Studios.

O elenco inclui Frank Grillo como Rick Flag Sr., Maria Bakalova como Princesa Ilana Rostovic, Indira Varma como A Noiva, Zoe Chao como Nina Mazursky, Alan Tudyk como Dr. Phosphorus e David Harbour como Eric Frankenstein. Sean Gunn também emprestará sua voz a G.I. Robot, enquanto Steve Agee reprisa o papel de John Economos, que ele interpretou em Esquadrão Suicida e Pacificador.

‘O Estúdio’: ACLAMADA comédia com Seth Rogen é renovada para a 2ª temporada; Confira o anúncio!

‘O Estúdio’, série de comédia criada e estrelada por Seth Rogen, já se sagra como uma das melhores produções do ano – e, agora, a Apple TV+ trouxe novidades promissoras sobre a atração.

Através de um teaser oficial, a plataforma de streaming confirmou que a série foi renovada para a 2ª temporada.

Mais informações não foram reveladas.

Assista ao anúncio e siga o CinePOP no Youtube:

Evan Goldberg co-escreve o projeto.

A trama acompanha um estúdio de cinema de Hollywood tentando sobreviver em um mundo em que a convivência entre arte e comércio se torna cada vez mais difícil.

Catherine O’HaraKathryn HahnIke BarinholtzChase Sui Wonders fazem parte do elenco. Bryan CranstonKeyla Monterroso MejiaDewayne Perkins farão participações especiais.

Este é a mais nova colaboração entre Rogen e a Apple TV+, que já trabalharam juntos na aclamada série ‘Platonic’.

‘Down Cemetery Road’: Novo SUSPENSE com Emma Thompson e Ruth Wilson ganha trailer e data de estreia

Apple TV+ divulgou o trailer oficial de Down Cemetery Road, nova série de suspense estrelada por Emma Thompson (‘Cruella’) e Ruth Wilson (‘Fronteiras do Universo’).

A produção tem estreia agendada para o dia 29 de outubro na plataforma de streaming.

Confira:

A série, que conta com oito episódios, é baseada no romance homônimo de Mick Herron (‘Slow Horses’) e traz Morwenna Banks como roteirista principal.

Na trama…

Quando uma casa explode em um subúrbio tranquilo de Oxford e uma garota desaparece, Sarah Tucker (Wilson) fica obcecada em encontrá-la e pede a ajuda da detetive particular Zoë Boehm (Thompson). Não demora muito até que Zoë e Sarah se encontrem em uma conspiração complexa que envolve pessoas há muito tempo dadas como mortas, mas que ainda estão entre os vivos – enquanto os vivos estão rapidamente se juntando aos mortos.

Adeel AkhtarNathan Stewart-JarrettTom Goodman-HillDarren BoydTom RileyAdam GodleySinead Matthews e outros completam o elenco.

Banks e Thompson são produtoras executivas da atração ao lado de Herron.

Jamie LaurensonHakan KousettaTom Nash também estão na supervisão do projeto, enquanto Natalie Bailey assume o cargo de diretora.

‘The Audacity’: Novo drama do produtor de ‘Succession’ é RENOVADO para a 2ª temporada!

Segundo o Deadline, a AMC renovou oficialmente o drama The Audacity, criado por Jonathan Glatzer (‘Succession’, ‘Better Call Saul’), para a 2ª temporada.

As boas novas foram confirmadas pela emissora dias antes da estreia mundial, agendada para o dia 14 de março no Festival South by Southwest. O lançamento para o público está marcado para 12 de abril.

A produção, que conta com oito episódios, traz Billy MagnussenSarah GoldbergZach GalifianakisLucy PunchSimon Helberg e mais ao elenco.

Ambientado na bolha do Vale do Silício, The Audacityaborda os sonhos distorcidos, os egos inflados e os deslizes éticos dos autoproclamados inventores do futuro. Em um mundo de bilionários cínicos, gurus psiquiatras, especialistas em biohacking, laboratórios de IA e adolescentes desiludidos sendo otimizados em escolas particulares de elite, um audacioso CEO de mineração de dados (Magnussen) se esforça para transformar conhecimento e influência em lucro e poder. O drama com humor ácido confronta a realidade, a privacidade e as ilusões que alimentam nosso mundo em constante transformação.

Relembre o trailer:

Glatzer entra como produtor executivo, roteirista e showrunnerGina Mingacci (‘Killing Eve’) também assume a função de produtora executiva.

Lucy ForbesDan SackheimDan LonginoAlex Buono formam o time de diretores.

‘Discretion’: Começam as gravações da nova série de SUSPENSE da Paramount+ com Nicole Kidman

Segundo o Deadline, as gravações de Discretion, suspense jurídico estrelado e coproduzido pela vencedora do Oscar Nicole Kidman e pela indicada ao Oscar Elle Fanning, foram oficialmente iniciadas.

As boas novas não param por aí: Stephan James (‘Eu Sou o Rocky’) e Colton Ryan (‘The Girl from Plainville’) foram contratados para o elenco regular da atração, com detalhes sobre seus papéis não revelados.

Josh Lucas (‘Yellowstone’) também integra o elenco.

Na trama…

Lenny (Fanning), uma estagiária de verão em um prestigiado escritório de advocacia de Dallas, descobre uma teia de acordos de confidencialidade que mascaram uma verdade obscura. Ao perceber que assinou o mesmo acordo, suas descobertas a colocam na mira de Sharon (Kidman), a sócia mais poderosa do escritório — perturbando a dinâmica mentora-protegida e levantando a questão: quem pode guardar segredos e a que custo?

A série contará com oito episódios.

A24 fica responsável pela supervisão do projeto, que traz Chandler Baker na cadeira de roteirista e produtor. Susannah Grant (‘Inacreditável’) também assume o posto de produtora executiva.

Matt Shakman, conhecido por seu recente e elogiado trabalho em ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’, foi contratado para comandar o episódio piloto e outros três capítulos, além de assumir a função de produtor executivo.

Mais detalhes não foram divulgados.

‘Star Wars’: Visual de Kylo Ren seria muito mais semelhante ao de Darth Vader; Confira!

Em seu perfil do Instagram, Christian Alzmann, diretor artístico da Lucasfilm, publicou diversas artes conceituais de veículos, locações e personagens da saga.

Alguns dos desenhos destacam as primeiras ideias para o capacete de Kylo Ren em ‘O Despertar da Força‘, revelando um visual muito mais semelhante ao de Darth Vader.

O curioso é que o personagem seria chamado apenas como ‘Assassino de Jedi’, sugerindo que seu papel também seria completamente diferente.

Confira:

 

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Some more early concepts for the Jedi Killer for Star Wars: The Force Awakens. #starwars #conceptart #digitalart #sith #kyloren #darthvader

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Lembrando que ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker estreia no dia 19 de dezembro de 2019.

Confira o trailer:

Star Wars: Episódio IX’ traz em seu elenco principal Daisy Ridley, Adam Driver, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Kelly Marie Tran, Joonas Suotamo, Billie Loud, Naomi Ackie, Richard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill, Carrie Fisher, Billy Dee Williams.

 

 

 

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’: Confira os detalhes do sabre de luz da Dark Rey

Os sabres de luz dos Jedi e dos Sith são uma das características mais marcantes da saga ‘Star Wars‘, já que cada personagem utiliza um modelo único da arma.

Pensando nisso, o ilustrador Matthew Savage resolveu compartilhar alguns detalhes do sabre usado pela ‘Dark Rey’ (Daisy Ridley) em ‘A Ascensão Skywalker’.

A imagem mostra que as peças utilizadas para montar a empunhadura trazem semelhanças aos sabres de Luke Skywalker (Mark Hamill) e Darth Vader.

Na legenda, Savage escreveu:

“O sabre de luz da Dark Rey em ‘A Ascensão Skywalker‘. Depois de trabalhar em cinco filmes de ‘Star Wars‘, finalmente consegui desenhar alguns sabres de luz! [O diretor] J.J. Abrams me pediu para adicionar peças do sabre de Darth Vader.”

Confira:

Infelizmente, ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ teve o pior percentual de aprovação entre toda a saga, registrando apenas 52% no Rotten Tomatoes. Logo atrás vem ‘A Ameaça Fantasma‘ (53%) e ‘O Ataque dos Clones‘ (65%).

E você, o que achou do desfecho da saga Skywalker?

Assista nossa crítica:

Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme traz o desfecho da nova trilogia.

Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas Suotamo, Billie Loud, Naomi AckieRichard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

Fãs estão ENLOUQUECIDOS com os novos anúncios da Marvel Studios; Confira as reações!

A manhã de hoje esteve repleta de novidades da Marvel Studios com os anúncios dos títulos oficiais das sequências de ‘Capitã Marvel’ (‘As Marvels’) e ‘Pantera Negra’ (‘Wakanda Para Sempre’).

Além disso, o estúdio finalmente agendou ‘Homem-FormIga e a Vespa Quantumania‘ para fevereiro de 2023 e ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ para maio do mesmo ano.

Além disso, foram divulgadas cenas inéditas do aguardado ‘Os Eternos‘, que chegará às telonas em novembro deste ano.

Lembrando que ‘Viúva Negra‘ estreia em julho e ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘ chega em setembro.

Por conta das surpresas, diversos usuários das redes sociais estão publicando mensagens de expectativa e ansiedade pela nova fase do MCU.

Entre os comentários, uma legião de fãs vem afirmando que “a Marvel nunca decepciona“, enquanto alguns até ousaram dizer que os novos filmes são a cura da depressão.

Confira as reações:

 

 

Confira os anúncios:

Em uma recente entrevista à Variety, o presidente da MarvelKevin Feige, rasgou elogios para o estilo de direção da vencedora do Oscar Chloé Zhao, que fica responsável pela obra.

Feige comentou que Zhao “estava realmente lutando por locações práticas”, recordando-se de um pedaço das filmagens que ela lhe mostrou e que o deixou bastante impressionado.

“E eu continuava dizendo: ‘isso veio da câmera; não há trabalho de efeitos visuais aqui'”, ele disse. “Porque era um lindo por do sol, com ondas perfeitas e uma neblina vindo da costa em direção a um penhasco – algo muito impressionante”.

‘Os Eternos‘ chega aos cinemas em 5 de Novembro de 2021.

O elenco conta com Angelina Jolie (Thena), Salma Hayek (Ajax), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Don Lee (Gilgamesh), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

A trama segue os Eternos, seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.