No entanto, a animação da Disney está sendo comercializada como vencedora do prêmio. Em uma prateleira repleta de edições do filme no formato Blu-Ray, um anúncio em destaque apresenta a continuação com as devidas honras.
O erro foi registrado por um usuário do Reddit e não se sabe qual foi loja que cometeu a gafe em questão.
Confira:
A animação ultrapassou a marca de US$ 500 milhões nas bilheterias mundiais. Com US$ 198 milhões arrecadados apenas nos EUA, o longa soma mais de US$ 306 milhões no mercado internacional.
Ao total, o filme já arrecadou mais de US$ 505.4 milhões mundialmente.
Para termos de comparação, essa sequência já superou a bilheteria do primeiro filme, que arrecadou US$ 471.2 milhões mundialmente.
‘WiFi Ralph‘ deixa para trás o fliperama Litwak, aventurando-se no desconhecido, expansivo e empolgante mundo da Internet – que pode ou não sobreviver a detonação causada por Ralph. Ralph, o vilão dos videogames e sua companheira desajustada Vanellope von Schweetz precisam arriscar tudo ao viajar para a world wide web em busca de uma peça sobressalente para salvar o videogame de Vanellope, Corrida Doce. Sem saber no que se meteram, Ralph e Vanellope dependem dos cidadãos da Internet – os internautas – para auxiliar em sua navegação, incluindo uma empresária de website chamada Yesss, que é o algoritmo principal e o coração e alma do site que dita tendências “BuzzzTube”.
A Disney divulgou um novo vídeo da popular sequência em animação ‘Frozen II‘.
O material traz a canção ‘Show Yourself’ na versão karaokê, para os fãs poderem cantar direto em meio à reclusão social.
Assista:
Sucesso nos cinemas, o longa já arrecadou mais de US$ 1.4 bilhão nas bilheterias mundiais, tornando-se a animação com a MAIOR bilheteria da história dos cinemas.
A série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ estreia apenas na próxima sexta-feira (18) e para aguçar ainda mais o entusiasmo dos fãs, a Marvel Studios divulgou um novo teaser.
Além de anunciar a vindoura chegada da produção, o vídeo promocional reúne rápidas sequências de ação que são de tirar o fôlego.
Recebendo fortes elogios por parte da imprensa, a série foi ovacionada pela crítica especializada por explorar o aspecto emocional de seus protagonistas, à medida em que entrega cenas de ação poderosas e muito bem executadas, com qualidade cinematográfica.
O primeiro episódio também foi elogiado por trazer novos personagens para trama, se aprofundando também na história de origem de ambos os heróis.
Confira as principais reações do momento:
“Os fãs da Marvel vão amar a estreia de Falcão e o Soldado Invernal. Embora ainda não seja tão criativa como WandaVision, eu fiquei impressionado com o quanto ela mergulha no psicológico de ambos os protagonistas, explorando um faceta diferente do luto e do trama. Os filmes poderiam aprender muito com isso”.
Marvel fans are going to LOVE the #FalconAndWinterSoldier premiere. While it’s not as creative as #WandaVision (yet), I was impressed by how much it delves into the psychology of both leads, exploring a different facet of grief and trauma. The movies could learn a lot from this👊 pic.twitter.com/p6VUEpO28A
“Então, há muito para amar no primeiro episódio de Falcão e o Soldado Invernal, especialmente se você já está envolvido com esses personagens (eu estou). Ela também faz o que WandaVision fez em realmente destacar o que o MCU causou a eles (principalmente o Sam) nos últimos sete anos”.
So #FalconAndWinterSoldier has a lot to love in the first episode, especially if you’re already all in on these characters (I am), it just also does what WandaVision did in really highlighting how the MCU has done them (Sam ESPECIALLY) dirty for the last, like, seven years.
“Eu assisti o primeiro episódio de Falcão e Soldado o Invernal! Essa era minha série do Disney+ mais aguardada e não me desapontou. Ela abre com uma absurda e incrível sequência de ação, trazendo Sam Wilson e um vilão eu amaria assistir novamente. É 100% digna de um 3D IMAX. É de cair o queixo”.
It opens w/ an absurdly awesome action sequence featuring #SamWilson & a villain I loved to see again. It’s 100% 3D IMAX worthy. Jaw dropping. 1/? pic.twitter.com/jR01XwRFAp
“Ei, eu acho que posso dizer que já assisti o primeiro episódio de Falcão e o Soldado Invernal? Provavelmente mais desenvolvimento de personagem para esses dois nestes 45 minutos do que nos últimos 10 filmes. Uma escala grandiosa com alguns momentos legais de ‘como realmente é ser um super-herói’. Tô dentro”.
Oh hey I guess I can say I’ve seen the first episode of #FalconAndWinterSoldier? Probably more character development for these 2 characters in these 45 minutes than the previous 10 films. Big scale with some nice “what’s it REALLY like to be a superhero” moments. I’m in.
“O primeiro episódio de Falcão e o Soldado Invernal prepara tudo e realmente te conecta a Sam e Bucky, como aconteceu com Wanda. Eu mal posso esperar para poder conhecê-los mais. As cenas de ação, caramba!”
The first episode of #FalconAndWinterSoldier sets everything up and it really connects you to Sam and Bucky like we did with Wanda. I can’t wait to get to know them more. The action scenes!!! Damn 🔥🔥🔥! pic.twitter.com/K5J56ho7v7
“Falcão e o Soldado Invernal é a propriedade da Marvel mais realista e humana já feita até agora. Com isso, você conseguirá ver o elemento humano dos super-heróis como você jamais viu antes. Nenhum se excede. O primeiro episódio deixa com um teaser que você deve ver para crer”.
#FalconAndWinterSoldier is the most real, human, property that #Marvel has made so far. By that, you get to see the human element of superheroes like you never have before. Not one to be outdone, the first episode leaves you off with a teaser you have to see to believe. pic.twitter.com/16sdUaexlo
— That Hashtag Show (Official) (@ThatHashtagShow) March 12, 2021
“Já assisti Falcão e o Soldado Invernal. Aqui vão alguns fatos:
Vale lembrar que a série será lançada no dia 19 de março.
Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e SoldadoInvernal’.
Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam como os respectivos personagens titulares. Emily Van Camp, Daniel Brühl e Noah Mills completam o elenco.
Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios.
Entre um semblante cansado e um corpo fatigado pelas marcas do excesso de peso, Charlie é um homem solitário e recluso, que se esconde em uma pequena casa pouco arejada e fria, que ressoa a chuva torrencial que insiste em cair sobre o telhado. Nesse cenário, surge um Brendan Fraser diferente. Com uma maquiagem elaborada capaz de gerar bastante controvérsia entre militantes, ele estampa a delicadeza e a tristeza de alguém que abriu mão de si mesmo e passa os seus dias à deriva de sua própria existência, à espera do seu inevitável fim. Assombrado pelas consequências de suas escolhas duvidosas e por um passado doloroso, ele é um professor universitário que faz de suas aulas online o artifício que precisa para esconder suas feições do restante do mundo.
O título A Baleiapode gerar a impressão errada. Ao contrário do que muitos inevitavelmente poderiam sugerir, o título do novo drama de Darren Aronofsky de fato faz uma alusão direta ao clássico da literatura Moby Dick. Apaixonado pela arte da escrita, Charlie é apegado a um antigo papel que traz uma breve análise sobre o livro. Sempre que se sente diante de alguma crise em sua saúde, se volta para as curtas linhas escritas a fim de se acalmar. A simbologia desse profundo e misterioso instante são explicadas ao longo da narrativa, que ainda mostra a reconexão entre um pai distante e sua filha adolescente Ellie (Sadie Sink), que cresceu debaixo do fantasma do abandono. E aqui, essas duas pessoas tão distintas formam dois extremos de uma mesma moeda: Enquanto uma é vítima da alienação parental, o outro é reduzido ao abandono pessoal e social, por medo das opiniões alheias.
Ao longo dessa jornada, Fraser dá vida a um pai que tenta reconstruir sua história com sua filha, a partir de uma relação disfuncional regida pelo abuso verbal, desrespeito e falta de autoridade. E nesse contexto, ainda estamos diante de uma penosa história de redenção, acompanhando as agruras de um pai que vive sob o medo. E sua dor, seus anseios e suas mágoas nos acompanham, queimando nossa alma tamanho o brilhantismo da performance de Fraser. Se submetendo ao estado de mais pura fragilidade psicoemocional, o carismático ator ressurge como a fênix em um protagonismo há muito tempo esperado por nós. Após anos subjugado ao ostracismo – em virtude de uma denúncia de abuso sexual que envolvia um executivo de Hollywood -, ele faz de A Baleia sua própria história de redenção, mostrando seu poder de renascimento como um artista que jamais deveria ter sido ignorado por compartilhar um trauma sofrido nos bastidores.
Com uma performance apaixonante que parte nossos corações, o astro de A Múmia entrega em seu olhar muito mais do que qualquer diálogo poderia expressar e nos convida para a sua dor a partir de uma caracterização complexa, emocionalmente delicada e difícil de ser digerida. Trazendo um nível de sensibilidade extrema a um personagem que facilmente poderia cair no radar das agendas contemporâneas que negam a obesidade mórbida como uma doença, ele presenteia a audiência com um trabalho puro, cuidadoso e sensato – capaz de se identificar com todos os tipos de público. Provando ser um dos candidatos mais fortes ao Oscar 2023 – ao lado de Austin Butler e de sua versão de Elvis, Brendan Fraser tem chances reais de redefinir sua carreira com a tão sonhada estatueta. E com uma elaborada sinergia que exala em cada cena, Fraser, Sink eHong Chau formam um trio poderoso que retrata três facetas tão diferentes de um mesmo tipo de sofrimento.
Concentrando sua trama em um único ambiente, a adaptação da peça homônima de Samuel D. Hunter(que também assina o roteiro) ainda destaca a habilidosa direção de Aronofsky, que sabe explorar os ângulos extremos para ampliar a sensação de espaço entre os personagens, à medida em que também é capaz de construir uma atmosfera claustrofóbica, que sufoca tanto eles, bem como o público. E abordando um tema menos abstrato, que deixa de lado aqueles entraves da psique que já vimos em seus longas anteriores, o aclamado cineasta entrega um excelente trabalho e faz da performance de Fraser o norte que guia toda a sensibilidade do longa. E ainda que haja um certo sentimentalismo às vezes forçado, A Baleia é – sem sombra de dúvidas – um emocionante conto sobre perdão e reconciliação familiar.
Ganhador da Palma de Ouro do Festival de Cannes,Triângulo da Tristeza (Triangle of Sadness) coloca em um plano jocoso a luta de classe e o embate sobre os prazeres e as agruras do capitalismo.
Assim como em Parasita (2019), de Bong Joon-ho,Triângulo da Tristeza utiliza o timing cômico para apresentar uma envolvente e ácida crítica social. Com um currículo de seis filmes impressionantes, o sueco Ruben Östlund, responsável pela direção e roteiro, expõe desta vez uma nova classe de privilegiados, os “influencers”, por meio de diálogos mordazes e situações bem-humoradas.
Cena debochada de um casting de modelos.
Em seu filme anterior, The Square – A Arte da Discórdia (2017), igualmente premiado com a Palma de Ouro em Cannes, Östlund já tinha apresentado o seu modo intenso de trabalhar uma crítica a partir de particularidades individuais à esfera coletiva. A comparação com a obra coreana Parasita, não é por acaso. São ambos filmes com proposições políticas e de comando à reflexão, ao mesmo tempo em que se propõem encantar e divertir o público.
Desde a cena inicial, numa sala repleta de modelos masculinos para um teste de casting, Triângulo da Tristezajá ostenta o seu tom de ironia, o qual é exacerbado ao longo das 2h20 de filme. O extenso tempo não é motivo de preocupação, cada minuto é um deleite da criatividade do autor.
Do exemplo mais corriqueiro de glamour e frivolidade, a gente acompanha o casal Yaya (Charlbi Dean) e Carl (Harris Dickinson). Eles são o centro da primeira parte narrativa, dividida em três. O bate-boca entre eles prepara suavemente o terreno para as intempéries seguintes. Vale lembrar que a carreira promissora da sul-africana Charlbi Deanfoi precocemente interrompida após uma parada respiratória, em agosto deste ano.
Após um jantar, eles abrem uma longa discussão – sempre jocosa – sobre o pagamento da conta do restaurante. A começar deste gesto trivial, o diretor/roteirista desenrola o debate sobre dinheiro, poder e manipulação.
Depois de um tenso começo, o longa nos leva para um cruzeiro com o jovem casal de modelos e outros passageiros ainda mais exóticos. A mudança de ambiente abre o segundo capítulo da história.
Quem são as pessoas que viajam em um transatlântico? Segundo os critérios burlescos do filme, os “endinheirados” e os “influencers”. Na era do Instagram todo passeio, monumento ou momento extraordinário, no sentido, fora da rotina, torna-se uma pose a ser compartilhada na rede. Nesta disputa, quem mais compartilhar momentos de prazer com um belo filtro, ganha… seguidores.
Entre os passageiros, estão homens que não dispensam a oportunidade de gabar-se de suas posses e mulheres que amam ostentar um controle sobre os outros. Neste cenário, os tripulantes e funcionários do cruzeiro têm apenas uma missão: satisfazer os clientes. Comandados pela chefe de operações, Paula (Vicki Berlin), eles devem sempre concordar com a vontade dos hóspedes e obedecer os seus pedidos mais estapafúrdios.
Dentro deste animado navio, o capitão é um bêbado, esnobe e avesso ao capitalismo do modo mais sonso possível. Inspirado pela tônica burlesca, Woody Harrelson – muito próximo dos seus personagens em Zumbilândia (2009) e Jogos Vorazes (2012) -, intensifica o tom nonsense da vergonhosa mistura de humilhação e esnobismo do enredo.
Por conta da falta de comunicação entre a coordenadora de tripulação e o comandante embriagado, o jantar do capitão ocorreu em um dia de tormenta marítima. Dali, é provocado as cenas mais hilariantes do filme, um show de vômitos e diarreia. Algo que todos os seres humanos, sejam eles faxineiros ou proprietários de terras, estão sujeitos a passar.
Neste pé de igualdade, a noite de tempestade é permeada por discussões ébrias – e sempre chistosas – entre um russo capitalista e um estadunidense marxista, e termina numa explosão. O acontecimento é tão engraçado quanto todas as situações anteriores e nos leva à terceira parte do filme: o embate final.
Numa ilha deserta, quem sobrevive é quem sabe caçar a comida e acender o fogo. Desse modo, a faxineira do navio Abigail (vivida pela filipina Dolly De Leon) toma partido dos seus conhecimentos sobre outros sobreviventes. Assim, toda a dinâmica de poder, sedução, autoridade discutidas desde da cena de casting e do jantar entre os namorados é entrelaçada.
Como o Triângulo da Tristeza conquistou o júri de Cannes? Assim como emForça Maior(2014) e The Square (2017), Ruben Östlund cria uma sátira político-social naturalmente engraçada e impactante. Em outras palavras, o diretor coloca o dedo nas nossas feridas sociais, mas como uma farsa, assim o processo catártico não é dolorido.
Na trama, um jovem termina um relacionamento e pensa que não terá dificuldades em superar sua ex-namorada. Porém, seus sentimentos não condizem com sua postura, já que a dor da perda se acentua.
O ator Tom Welling, que ficou conhecido como o Superman de ‘Smallville’ e está atualmente no elenco de ‘Lucifer’, foi confirmado como um dos artistas convidados para a Comic Con Experience 2018.
A presença do ator faz parte das comemorações dos 80 anos do personagem. Ele estará no evento nos dias 07, 08 e 09 de dezembro.
A edição comemorativa de cinco anos daCCXP acontece entre os dias 6 e 9 de dezembro de 2018, em São Paulo. Fique ligado no CinePOP para a cobertura completa e novas informações atualizadas.
Nos últimos anos, a Disney tem variado bastante no desempenho de suas novas animações. Enquanto algumas já nasceram clássicos, como Frozen, há outras que tem gente que sequer sabe que existem, como Mundo Estranho. E assim foi a trajetória da Disney ao longo das décadas, alternando grandes sucessos com outras histórias que não cativavam tanto. Mesmo assim, há alguns desses filmes que não “bombaram” com o público que são verdadeiras joias da animação. Então, selecionamos cinco desses longas menos populares que merecem sua atenção neste fim de semana.
Ah sim, vale ressaltar que todas as animações citadas neste texto estão disponíveis no catálogo do Disney+. Confira lá!
Lançado na década de 1980, em que a Disney penava para emplacar um sucesso absoluto, As Peripécias de um Ratinho Detetive apelou para uma aventura de suspense inspirada no maior detetive da literatura britânica: Sherlock Holmes. O longa acompanha o excêntrico Basil, um rato detetive que divide com Sherlock a paixão pelos mistérios. Então, quando seu caminho se cruza com o de uma pequena garotinha, cujo pai foi sequestrado pelo Professor Ratagão (Vincent Price), ele parte em uma investigação bastante sombria para os padrões da Disney, envolvendo cabarés, lutas físicas e uma trama que planeja acabar com a vida da rainha caso Basil não tenha êxito em seu trabalho. Tudo isso ambientado na cinzenta e escura Londres de 1800 e vovô garoto.
Último filme da Disney lançado antes da revolução causada por A Pequena Sereia (1989), que ditaria os rumos das animações da década de 1990, Oliver e sua Turma não deve ser o filme favorito de ninguém, mas é uma aventura musical muito divertida que explora um cenário não tão comum para a Disney: as ruas de Nova York. Nesse cenário urbano, o filme acompanha o jovem gatinho órfão, Oliver, que é acolhido por uma matilha de cães de rua que rivalizam com uma gangue de dobermans da máfia. Em meio às confusões dos dois, uma menina rica acaba encontrando o Oliver e decide adotá-lo. Sem saber da sorte grande do felino, o cães tentam resgatá-lo, mas tudo vira uma grande confusão nessa história sobre amizade, malandragem e estilo de vida nova-iorquino do século passado. É uma produção tão anos 80 que conta com músicas de Billy Joel (que dá voz ao Esperto) e Huey Lewis.
Se a Disney viveu um sonho nos anos 90, o mesmo não pode ser dito da primeira década dos anos 2000. Enquanto DreamWorks, Pixar e Blue Sky revolucionavam o mercado com suas formas diferentes de contar histórias, a Disney tentou se adaptar, mas arrastando a estrutura narrativa que a levou ao topo na década passada, gerando algumas produções sem identidade e sem tanto apelo com o público. Mesmo assim, houve projetos que se salvaram e fizeram obras realmente boas, como essa aventura de fantasia sobre o reino perdido de Atlântida, que traz a estética steampunk para o mundo Disney junto a uma série de personagens carismáticos. A trama acompanha Milo (Michael J. Fox), um linguista que encontra cifras que indicam como chegar à lendária Atlântida. Assim, ele se une a um grupo de mercenários para embarcar em uma aventura pelas profundezas do oceano, onde ele encontrará e se apaixonará por esse reino perdido.
Esse filme não ser considerado um clássico incontestável Disney é um dos maiores mistérios da humanidade, porque ele traz o auge da estética do estúdio – com umas das mais belas animações 2D já feitas -, tem uma trama criativa e fascinante envolvendo os povos originários da América do Norte, traz personagens ridiculamente carismáticos e ostenta uma trilha sonora original mais uma vez comandada por um inspiradíssimo Phil Collins. A história acompanha Kenai, um jovem nativo-americano que ganha de sua anciã o totem do Urso do Amor. Ridicularizado por seus amigos e parentes, ele sai atrás do urso que roubou os peixes do grupo para provar que ele é homem. Só que essa caçada termina com mortes e consequências terríveis. No entanto, os espíritos ancestrais decidem dar a Kenai uma nova chance, transformando-o em urso. Então, para retornar a sua forma humana, ele precisa se reencontrar com os espíritos. Mas, para isso, ele vai acabar se envolvendo em uma jornada com o tagarela e adorável ursinho Koda. Repete comigo: Ko-da. É um filme que tinha tudo para nascer clássico, mas que inexplicavelmente não caiu nas graças do povo na época. O mais interessante é que tanto em inglês quanto em português, Kenai é vivido por grandes atores: Joaquin Phoenixe Selton Mello.
A Família do Futuro
Fechando a lista de hoje, mas não menos importante, temos A Família do Futuro. Esse filme é a definição perfeita de subestimado, porque seu visual exótico afastou muita gente, ainda mais em uma época na qual o 3D ainda buscava seu espaço nos cinemas do mundo, mas traz uma história poderosíssima de drama e aventura. A trama gira em torno do pequeno Louis, um órfão que sonha mais que tudo em ter uma família, só que suas trapalhadas causadas pelo amor à ciência fazem com que ninguém queira adotá-lo. Então, ele cria uma máquina capaz de recuperar memórias para tentar descobrir quem é sua mãe. O problema é que um terrível vilão do futuro vai usar essa máquina para o mal. Assim, o jovem Wilbur usa uma máquina do tempo para impedir que Louis deixe esse aparelho cair nas mãos erradas. Para isso, ele leva o menino para o futuro, onde ele vai descobrir como é ter uma família e que cometer erros faz parte de todo processo genial. Sério, se for assistir, já separe uns lencinhos.
Lembrando novamente que todos os filmes da lista estão no catálogo do Disney+.
Se você tem mais de 30 anos, você provavelmente conhece – ou ao menos ouviu falar – de ‘Willow’. A história de fantasia que contava a jornada de uma criatura mágica que encontrava um bebê misterioso e precisava retorná-lo encantou toda uma geração durante o fim dos anos 1980 e início dos anos 1990. E agora, depois de um inesperado anúncio meses atrás, a DisneyPlus finalmente estreou a série ‘Willow’, retomando esse universo mágico aos seus assinantes. Confira aqui uma lista com 10 curiosidades sobre a nova produção.
10 – Na ficção como na vida real
Como foi dito acima, a história de ‘Willow’ aconteceu na virada das décadas de 80 e 90 do século XX. E, assim como na vida real, a história da série homônima se passa cerca de 20 a 30 anos depois da aventura do filme, acompanhando, assim, a passagem de tempo do elenco principal.
9 – Troca na direção
Enquanto o filme original foi dirigido por Ron Howard (do sucesso ‘O Código Da Vinci’), o projeto da série inicialmente estava nas mãos do diretor Jon M. Chu (do oscarizado ‘Podres de Rico’). Entretanto, por conta do aumento das restrições em 2021 devido às novas ondas de covid-19 e por causa do nascimento de seu novo filho, Chu acabou se afastando da produção, e a série foi repassada aos cuidados do showrunner Jonathan Kasdan (que só tem três trabalhos pequenos de direção no currículo).
O diretor e showrunnerJonathan Kasdan credita a execução da série ‘Willow’ ao fato de Ron Howard ter aceitado o trabalho como diretor do filme ‘Han Solo: Uma História Star Wars’, em 2018. Por conta desse retorno de Howard à Disney, a série teria ganhado sinal verde para ser levada adiante.
7 – Projeto dos sonhos
O showrunner Jonathan Kasdan já havia expressado publicamente o seu amor pelo filme ‘Willow’ e também pelo ator Warwick Davis. Depois dos eventos acima mencionados, Kasdan conseguiu convencer Howard a entrar para a equipe da série, o que permitiu que o showrunner conseguisse produzir e executar a série.
Também no set de filmagem de ‘Han Solo: Uma História Star Wars’ aconteceu o reencontro do ator Warwick Davis com o diretor Ron Howard, que trabalharam juntos no filme original de ‘Willow’, e esse encontro deu força para levar adiante a produção da série, meses depois, produzida, inclusive, pela Lucasfilm – produtora de George Lucas.
Se por um lado o filme do ‘Han Solo’ não foi de grande expressividade nas bilheterias, por outro, nos bastidores rolou muita conversa sobre a série do ‘Willow’. Foi também em ‘Han Solo: Uma História Star Wars’ que os atores Warwick Davis e Erin Kellyman se encontraram pela primeira vez, e, anos depois, viriam a contracenar juntos novamente, na série ‘Willow’, como protagonista e Erin como Jade Claymore.
4 – Elenco original
Além do ator Warwick Davis, outro nome participou do filme original: Kevin Pollack, que voltou a atuar na nova produção como o personagem Rool. O anúncio foi feito durante a D23, em setembro desse ano.
Grande herói do filme original, o ator Val Kilmer foi cotado para voltar com seu papel como Madmartigan na série homônima. Porém, devido à sua recuperação de um câncer na garganta e ao aumento da covid no mundo, o ator não pôde participar dessa primeira temporada da produção.
2 – Um projeto bem antigo
Apesar de só ter sido divulgado ao público recentemente, os planos para uma possível continuação do filme do ‘Willow’ teriam começado a ser debatidas ainda no ano de 2005 – ou seja, dezessete anos antes da estreia da série.
1 – Representatividade e diversidade
Voltando aos anos 1980 e 1990, uma época em que não falávamos abertamente, em todos os aspectos, sobre a importância da representação, da representatividade e da diversidade no audiovisual, o filme ‘Willow’ já quebrava barreiras ao centrar o protagonismo da história em uma pessoa com nanismo, mesmo que através do gênero da fantasia. Até por conta disso, a produção da série homônima teve total atenção a esse ponto, e, como podemos ver nos primeiros episódios, a nova produção, além de atores com nanismo, traz também atores negros, de ascendência indiana e latino-americanos, diversificando, assim, a narrativa.
Vingadores:Ultimato está a três meses de chegar às telonas e, antes tarde do que nunca, a divisão de produtos da Walt Disney Company deverá começar a divulgar suas mais novas ofertas. Já vimos diversas figuras de ação prometendo chegar às prateleiras e, agora, uma nova imagem vazada da LEGO dá a entender que veremos bastante do Homem de Ferro.
Segundo o usuário @1414falconfan, uma conta popular no Instagram que normalmente ganha acesso a informações da LEGO antes, disse que pelo menos um dos sets de Ultimato incluirão três versões separadas das armaduras do super-herói já citado, que é interpretado por Robert Downey Jr.
Confira:
https://www.instagram.com/p/BtCiSDKnZCg/
Ainda que não traga as figuras de ação em si, o post deixa bem claro que a companhia de brinquedos irá lançar versões em miniatura das armaduras Mark 1, Mark 5 e Mark 41, todas vistas na franquia Homem de Ferro.
O elenco de ‘9-1-1: Lone Star’ continua a crescer.
Segundo a Variety, Ronen Rubinstein e Sierra McClain entraram para o elenco da nova série da Fox. Rubinstein será TK Strand, o filho adulto do bombeiro Owen Strand; McClain, por sua vez, será Grace Ryder, operadora do centro de bombeiros e esposa de Judd Ryder.
Parrack se junta aos previamente anunciados Rob Lowe, Liv Tyler e Jim Parrack. Lowe dará vida ao bombeiro nova-iorquino Owen que, junto a seu filho já adulto, se muda para a cidade de Austin e tenta equilibrar sua problemática vida com sua necessidade de ajudar os outros.
Tyler, por sua vez, será a chefe dos paramédicos Michelle Blake, descrita como brilhante, irônica e a única que consegue enfrentar Owen na estação de bombeiros. Michelle tem uma obsessão que luta para controlar: descobrir o que aconteceu com sua irmã Iris, que desapareceu dois anos atrás.
Parrack será Judd, um bombeiro texano marcado pela tragédia.
A série funciona como spin-off da aclamada ‘9-1-1′, que retorna para sua 3ª temporada no final deste mês. Ambas as produções foram criadas por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear.
‘9-1-1: Lone Star’ tem estreia marcada para o dia 19 de janeiro de 2020.
O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!
Uma bala atravessando a cabeça de sua esposa é tudo o que Ray Garrison (Vin Diesel) consegue ver antes de sua morte. Quando acorda, também se torna a única coisa que consegue se lembrar. Garrison não está morto, mas também não está vivo da forma tradicional. Ray acabou sendo utilizado como cobaia para o experimento do Dr. Emil, que substituiu seu sangue por uma nano tecnologia que lhe permite se recuperar de graves lesões. A partir desse momento, Ray Garrison se torna o poderoso Bloodshot, uma máquina de matar que tenta se lembrar de seu passado e buscando vingança por acontecimentos recorrentes em seus pensamentos.
Em entrevista à Empire, o diretor Matthew Vaughn falou um pouco sobre a nova entrada da franquia ‘Kingsman’, a pré-sequência ‘King’s Man: A Origem’, dizendo que a versão para os cinemas será menor do que o esperado.
Dessa forma, o cineasta já tem em mente o lançamento do corte estendido, que será intitulado ‘The King’s Man Vaughn Cut’ e terá 40 minutos a mais que o corte para as telonas.
“Cortei tanto desse filme que teremos uma versão com 40 minutos a mais. Farei o ‘The King’s Man Vaughn Cut’. Tenho algumas piadas insanas nele”.
A revista também divulgou duas novas imagens promocionais do longa. Uma delas mostra Ralph Fiennese Djimon Hounsou se preprando para uma possível batalha. E a outra destaca a personagem de Gemma Arterton.
Confira:
Dirigido porMatthew Vaughn, ‘King’s Man: A Origem’ ainda não tem previsão de estreia nos cinemas.
Assista ao trailer:
Quando os criminosos mais cruéis da história se reúnem para tramar uma guerra para roubar milhões, um homem deve correr contra o tempo para detê-los. Descubra as raízes da primeira agência de inteligência independente em ‘King’s Man: A Origem‘.
A Netflix divulgou o trailer legendado de ‘Zona de Combate‘ (‘Outside the Wire’), thriller sci-fi que traz Anthony Mackie como um androide militar encarregado de evitar o apocalipse.
Dirigido por Mikael Håfström, o longa tem estreia marcada para 15 de janeiro de 2021.
Confira:
Escrito por Rob Yescombee Rowan Athale, o longa é ambientado no futuro e acompanha um piloto de drone (Damson Idris) que é enviado para uma zona militarizada mortal, onde se encontra trabalhando para um oficial androide (Mackie) encarregado de localizar um dispositivo do Juízo Final antes que insurgentes anarquistas o encontrem.
O elenco também conta com Enzo Cilenti(‘Guardiões da Galáxia’), Emily Beecham (‘Into the Badlands’), Michael Kelly (‘House of Cards’) e Pilou Asbæk (‘Game of Thrones’).
A 3ª e última temporada de ‘Pose’ estreou nos Estados Unidos há alguns dias e continuou mostrando que a série é uma das melhores das últimas décadas.
No Rotten Tomatoes, o novo ano conquistou nada menos que 100% de aprovação, com nota 7.8/10 baseada em 12 reviews (até o momento).
Confira os principais comentários abaixo:
“Nós choramos com eles, mas a terceira temporada de ‘Pose’ nos dá um motivo para sorrirmos com eles” – Bitch Media.
“Apesar de haver tragédia, essa narrativa de possibilidades floresce com humanidade gloriosa e cativante” – EW.
“Uma temporada final profundamente emotiva, divertida e satisfatória” – The Queer Review.
“‘Pose’ celebra a insistência dos personagens não apenas em sobreviver, mas em conquistar” – RogerEbert.com.
“A terceira temporada é o capítulo final da história da Casa Evangelista e, enquanto não é perfeita, constrói um final perfeito” – Mashable.
Criada por Ryan Murphy, Steven Canals eBrad Falchuk, a série entrou para a história com o maior elenco de atores transexuais da história da televisão americana e o maior elenco LGBTQ de uma série já produzida.
Em ‘Pose’, as pessas experimentam um estilo de vida nunca visto antes na história de Nova York: a ascensão da cultura de luxo no fim da década de 80. Paradoxalmente, a parte da sociedade que se beneficia do aumento do consumo e dos privilégios entra em conflito com o outro segmento, que enfrenta o declínio da cena social e literária no centro da cidade.
O serviço de streamingPeacock divulgou hoje (27) o trailer oficial de ‘The Girl in the Woods’, série sobrenatural no estilo ‘Buffy – A Caça-Vampiros’.
Além disso, foi revelado que a produção irá estrear no dia 21 de outubro.
Confira:
O drama sobrenatural, inspirada nos curtas da Crypt TV, é ambientado no noroeste do Pacífico e gira em torno da fuga de uma jovem garota de uma misteriosa colônia na qual vive – e que serve como guarda para os terríveis monstros escondidos detrás de uma porta nas florestas.
Krysten Ritter, conhecida por seu papel em ‘Jessica Jones’, fica responsável pela direção de quatro episódios, incluindo o piloto. Jacob Chase (‘A Maldição de Larry’) comanda os quatro capítulos restantes.
Casey Modderno (‘The Birch’) entra como roteirista principal.
A série é baseada tanto no curta-metragem ‘The Door in the Woods’, escrito e dirigido por Joey Greene, bem como na sequência ‘The Girl in the Woods’, de Roxine Helberg e história de David Cabert e Van Nguyen.
Condor interpretará a protagonista Sophie, uma estudante universitária focada e conservadora, que possui sua vida toda planejada. Pelo menos, era o que ela tinha, até o seu namorado decidir mudar para Marte, fazendo com que ela decida ir atrás dele a todo custo.
O longa é dirigido por Chris Winterbauer, que faz sua estreia na cadeira de direção.
Roteirizado por Max Taxe, a trama acompanha dois colegas de faculdade bem diferentes, que acabam unindo forças pra entrar de fininho em uma nave espacial para Marte, a fim de que eles possam se unir às pessoas que amam.
A aclamada série ‘Tokyo Vice’ foi oficialmente renovada para a 2ª temporada pela HBO Max e, enquanto detalhes sobre o próximo ciclo não são revelados, a plataforma de streaming divulgou um recente vídeo promocional para relembrarmos da iteração de estreia.
O featurette nos leva aos bastidores da produção e revela como a narrativa foi trazida à vida.
A trama segue Jake Adelstein, um repórter estadunidense que, enquanto trabalhava para o jornal japonês Yomiuri Shinbun, cobriu alguns dos crimes do chefe da perigosa máfia Yakuza, Tadamasa Goto. A série é uma investigação detalhada do trabalho de Adelstein, que foi frequentemente ameaçado de morte e que teve de sacrificar socialmente a própria vida para fazer o seu trabalho.
‘Wandinha’, série derivada de ‘A Família Addams’ estrelada por Jenna Ortega, vem fazendo um enorme sucesso ao redor do mundo e, para promovê-la, a Netflix divulgou a icônica cena do Baile Sangrento da temporada de estreia.
Confira:
A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais.
O elenco também traz Luiz Gusman como Gomez, Issac Ordonez como Pugsley e Fred Armisen como Tio Chico.
O roteiro é escrito por Alfred Gough e Miles Millar, mais conhecidos por criar e produzir a série de sucesso ‘Smallville‘.
Para quem não sabe, ‘A Família Addams’ foi criada pelo cartunista Charles Addams, em 1938, como tiras para a revista The New Yorker. Os personagens geraram séries live-action e animadas, livros, vídeo games e até mesmo um musical, que foi exibido no Brasil em 2012, com Daniel Boaventura e Marisa Orth como o casal Gomez e Morticia Addams.
O vencedor do Pulitzer e indicado ao Oscar David Mamet (‘Mera Coincidência’) fica responsável pela direção.
Ele também assina o roteiro ao lado de Nicholas Celozzi.
O longa-metragem vai recontar o fatídico homicídio de John F. Kennedy a partir da perspectiva da máfia que orquestrou seu assassinato, reimaginando a morte do ex-presidente como uma missão pedida pelo rei do crime Sam Gianvana, de Chicago, como vingança por JFK ter tentado destruir a máfia depois de ser ajudado a se eleger nos Estados Unidos.
Robert Elswitt (‘Sangue Negro’) entra como diretor de fotografia.
As filmagens devem começar em setembro de 2023, em Vancouver, Canadá.
A Toho, produtora japonesa de filmes, divulgou uma nova arte promocional em IMAX do live-action ‘Godzilla Minus One‘.
A produção está prevista para estrear no Japão em 1º de novembro, seguida pelo lançamento nos Estados Unidos em 1º de dezembro.
Confira, junto ao trailer:
A sinopse oficial revela que ‘Godzilla Minus One‘ se passa no Japão do pós-guerra, retratando um Godzilla como uma força monstruosa. O país, que já havia sido devastado pelos horrores da guerra, enfrenta uma nova ameaça com a presença do monstro, levando à destruição ainda maior do território japonês.
É importante ressaltar que este projeto não está relacionado a ‘Godzilla x Kong: The New Empire‘, a próxima produção americana da Legendary Pictures envolvendo os icônicos monstros, e que chega aos cinemas em abril de 2024.
‘Godzilla x Kong: The New Empire‘ é o eletrizante quinto filme da série Monsterverse, no qual os lendários Titãs, Godzilla e Kong, vão ter que firmar uma inesperada parceria para enfrentar uma ameaça de fim de mundo tão aterrorizante que nenhum dos dois, sozinhos, poderiam sobreviver a ela.
O filme vai levar o público às inexploradas profundezas de um admirável mundo novo de inéditos monstros gigantescos, aventureiros heroicos e cenários inspiradores em uma escala nunca vista antes no Monsterverse, um verdadeiro espetáculo cinematográfico que merece ser visto nas maiores telas dos cinemas.
‘Pânico’ não se tornou uma das maiores franquias de todos os tempos por qualquer motivo: ao ser idealizada por Wes Craven e Kevin Williamson em 1996 e encontrando sucesso crítico e comercial, a saga slasher reviveu um gênero que já vinha passando por maus bocados – principalmente pela queda de orçamento de produções anteriores e pelo lançamento direto em VOD. Pouco depois de estrear nas telonas, o filme teve sua sequência confirmada e, alguns anos depois, um terceiro capítulo para encerrar a trilogia. Entretanto, embarcando na onda de remakes que já começava a crescer no início dos anos 2010, a dupla percebeu que poderia reapresentar a narrativa a uma nova geração de fãs que crescia em meio às redes sociais e às inovações tecnológicas.
O longa-metragem chegou aos cinemas em 2011 – há exatos 13 anos – e trouxe de volta o trio-legado dos títulos anteriores: Sidney Prescott (Neve Campbell), Gale Weathers (Courteney Cox) e Dewey Riley (David Arquette), anos depois dos massacres que acometeram Woodsboro. Sidney tornou-se uma escritora de enorme sucesso com um livro recontando as traumáticas memórias da cidade – e retornando para seu lar para promovê-lo; Dewey é o novo xerife local e é acompanhado de sua assistente, Judy Hicks (Marley Shelton); e Gale casou-se com Dewey e passa por uma espécie de “crise profissional” em que não sabe sobre o que escrever e deseja, mais que tudo, retomar sua carreira como jornalista investigativa. E tudo se transmuta em um pesadelo vivo quando Ghostface retorna e promete criar caos e coletar mais vítimas – incluindo os três.
Apesar das boas intenções, ‘Pânico 4’ não fez o sucesso prometido: além da decepcionante bilheteria de US$97,2 milhões (a menor arrecadação da franquia), a recepção crítica não foi a das melhores (com 60% de aprovação no Rotten Tomatoes, a segunda menor avaliação, estando atrás apenas de ‘Pânico 3’). E, dentre os vários comentários tecidos, boa parte se valeu das fórmulas idênticas dos capítulos predecessores – o que já era de se esperar, considerando que faz parte da mesma mitologia. Obviamente, é compreensível a frustração sentida pelos especialistas e pela audiência – mas, mais de uma década depois, revisitar a obra é uma ótima pedida para perceber que ele esteve muito à frente de seu tempo.
A princípio, vamos analisar a história: Sidney, agora, consagra-se como uma “personagem legado” (termo que seria explorado no filme de 2022) ao lado de Gale e Dewey. Caracterizada como “o anjo da morte”, a protagonista é tratada como um medonho agouro, trazendo catástrofe por onde anda. Não é surpresa que todos queiram ficar longe dela e, em contrapartida, desejam conhecer uma “celebridade” que ganhou fama por traumas constantes e um senso de despertencimento e solidão dilacerantes. Ora, ela é até mesmo convidada pelo clube de cinema presidido por Charlie Walker (Rory Culkin) e Robbie Mercer (Erik Knudsen) com os crescentes ataques do serial killer.
Para além da importância do retorno de Sidney, ela também lida com a nova geração de jovens que é arrastada para um complexo emaranhado de reviravoltas e segredos que atravessa décadas. Temos, por exemplo, sua prima Jill Roberts (Emma Roberts), que vive à sombra de uma família marcada por calamidades; a icônica Kirby Reed (Hayden Panettiere), melhor amiga de Jill e uma aficionada por filmes de terror; a dupla supracitada formada por Charlie e Robbie; e vários outros. Sidney, Gale e Dewey unem forças para passar o conhecimento que têm sobre Ghostface, mas devem prezar pela própria vida ao serem caçados um a um.
A sutil profundidade do filme é respaldada por adições memoráveis a esse microcosmos, com a primeira delas sendo Roberts como Jill. Como revelado no terceiro ato, Jill é a mente por trás dos assassinatos, influenciando Charlie a seguir seus passos e a ajudá-la a reviver o fantasmagórico antagonista. Sua motivação é, de longe, uma das mais palpáveis e críveis da saga slasher: buscando por seu momento de glória e tentando usurpar o “trono” de Sidney, ela declama que não precisa de amigos, e sim de fama. Subsistindo no auge de redes sociais como Facebook e Twitter, ela almeja pelo sucesso e pelo reconhecimento, arquitetando um plano muito intrincado para garantir que fosse a única sobrevivente e seu nome caísse na mídia.
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Dito e feito, ela alcança a sonhada fama ao morrer nas mãos da própria prima e ser tratada como a “heroína” de toda a história. E Jill divide os holofotes com Kirby, uma das grandes personagens coadjuvantes que roubou a nossa atenção desde sua primeira aparição nas telas. A jovem foi encarnada com perfeição por Panettiere e nos deixou sem ar quando levou duas facadas mortais de Charlie – nos levando a acreditar em sua morte instantânea. Kirby se tornou uma das personas favoritas da audiência e foi honrada anos depois ao fazer um retorno glorioso com ‘Pânico VI’ (reiterando sua importância na produção de 2011).
O principal problema do filme foi não ter aberto espaço para que os novos personagens tivessem um futuro sólido na franquia, porque boa parte deles foi brutalmente assassinado. Com exceção de Judy, que encontrou seu trágico fim no capítulo seguinte, e de Kirby (que, como já comentado, apareceria no sexto longa-metragem), a promessa de apostar fichas em uma geração mais jovem caiu por terra e deixou os fãs querendo mais. Mas, no final das contas, ‘Pânico 4’ é uma boa aventura e uma das entradas mais subestimadas desse icônico cosmos. E, assim, ele vem sendo redescoberto como uma gema de Wes Craven que precisa ser apreciada em sua completude.
Na trama, um jovem desafiador parte em uma aventura em Londres durante a II Guerra Mundial apenas para se encontrar em imenso perigo, enquanto uma perturbada Rita procura por seu filho desaparecido.
‘Xógum: A Gloriosa Saga do Japão‘, série histórica baseada no clássico da literatura homônimo assinado por James Clavell, se tornou uma das melhores produções dos últimos anos – e fez bonito durante a cerimônia de vencedores do SAG Awards 2025.
Hiroyuki Sanada faturou a estatueta de Melhor Ator em Série de Drama por sua espetacular performance. Além disso, Anna Sawai foi condecorada com o prêmio de Melhor Atriz em Série de Drama.
Lembrando que a atração já foi renovada para a 2ª e a 3ª temporadas.
‘Xógum’ se passa no Japão feudal e traça a colisão de dois homens ambiciosos de diferentes mundos e uma misteriosa samurai: John Blackthorne, um marinheiro inglês de risco que acaba naufragado no Japão, uma terra cuja cultura desconhecida acabará por redefinir ele; Lorde Toranaga, um daimiô astuto e poderoso, em conflito com seus próprios rivais políticos perigosos; e Lady Mariko, uma mulher com habilidades inestimáveis, mas laços familiares desonrosos, que deve provar seu valor e sua lealdade .
A obra conquistou nada menos que 99% de aprovação no Rotten Tomatoes, baseada em 132 críticas.
Confira os principais comentários:
“As sequências de ação e batalha são absolutamente impressionantes, repletas de violência brutal e reviravoltas de tirar o fôlego” – Primetimer.
“Com um elenco bem atuado de personagens coloridos, cenários inesquecíveis e um enredo político emocionante, ‘Xógum’ é um dos primeiros candidatos a melhor nova série de 2024″ – That Shelf.
“‘Xógum’ é um drama adulto rico, texturizado e até sensível que sabe como encontrar o equilíbrio tênue entre espetáculo e espetacular” – Inverse.
“‘Xógum’ deveria ser algo prioritário, pois nos deslumbra com intriga política, cultura e uma intensidade que reúne tudo muito bem” – Screen Rant.
“A série é mais do que outro drama histórico elegantemente encenado, usando três perspectivas distintas para transformá-la em uma reflexão sobre a vida e a morte” – Slant Magazine.
A minissérie, composta por dez episódios, foi criada por Justin Marks, que coassina o roteiro ao lado da esposa, Rachel Kondo.
Marks também entra como produtor executivo ao lado de Michaela Clavell, filha de James.
Segundo o Deadline, Lena Headey (‘Game of Thrones’) e Robin Tunney (‘The Mentalist’) irão estrelar a nova comédia sombria independente ‘Divine Blood’.
O projeto marca a estreia diretorial da dupla Paul Castro Jr. e Aly Miller, que também são casados.
No filme, Headey interpreta Ruth George, uma outrora reverenciada “artista menstrual”, cujo trabalho — criado com seu próprio sangue — a catapultou para a fama cult. Mas, assim que ela é arrastada de volta aos holofotes, seu corpo começa a encenar uma rebelião silenciosa e pegajosa, transformando-se em um acerto de contas cru, absurdo e perturbadoramente relacionável com a arte, a feminilidade e o puro caos do ser humano.
Tunney interpreta a irmã de Ruth, Scarlet.
O elenco também inclui Chloe Levine (‘The OA’), Kyra Weeks (‘Casamento nos Hamptons’) e Revon Yousif (‘The Better Sister’).
Miller assina o roteiro e entra como produtora ao lado de Castro, Josh Forlan, Jason Montalvo e Ari Michael.
É costumeiro que, ao longo da vida, tenhamos certos objetos, tangíveis ou não, que se tornam parte intrínseca da nossa memória, carregados com um valor sentimental inestimável e, muitas vezes, inexplicável. E é a partir da universalidade desse tema que o diretor Joachim Trier constrói uma nova obra-prima de sua carreira: ‘Valor Sentimental’, um dos principais títulos cotados para o Oscar, dá continuidade às explorações existencialistas do cineasta após seu impecável trabalho em ‘A Pior Pessoa do Mundo’, e transforma-se em um clássico dramático instantâneo, nos convidando ao microcosmos turbulento e recheado de ressentimentos de uma família desestruturada.
A trama é centrada em três personagens distintos que pertencem ao mesmo núcleo: Gustav Borg (Stellan Skarsgård), um prestigiado cineasta que abandonou a esposa e as filhas para continuar alcançando um estrelato que jamais o satisfez; Nora Borg (Renate Reinsve), a filha mais velha da família que seguiu a carreira artística no teatro e que nutre de uma crescente e inescapável frustração pela total falta de responsabilidade o pai; e Agnes Borg Pettersen (Inga Ibsdotter Lilleaas), irmã de Nora e filha de Gustav que, de certa maneira, funciona como uma mediadora entre duas partes que estão em constante conflito.
As coisas tomam um rumo ainda mais tenso e burocrático quando Gustav resolve fazer um projeto pessoal inspirado na história da própria família, tentando escalar Nora como a protagonista e eventualmente contratando a popular atriz Rachel Kemp (Elle Fanning) para encabeçar o longa-metragem. Remexendo em feridas ainda abertas e que não foram curadas com o tempo, o desenvolvimento do filme começa a refletir nas relações intergeracionais dos Borg de maneira impactante e profunda, reacendendo discussões que precisam ser finalizadas para que cada um siga em frente e enterre fantasmas de um passado não muito distante que insistem em assombrá-los, engolfando-os em um enfrentamento poderoso e pungente do que significa amar e perdoar.
Trier, assinando o roteiro ao lado de Eskil Vogt, arquiteta um profundo ensaio sobre a condição humana, restringindo-o a uma determinada análise que serve como ponto de encontro entre os diversos lados da complexidade do indivíduo: de um lado, a figura de Nora cai nas graças do público através de uma magnética performance e Reinsve, que revela um novo lado de sua versatilidade performática que caminhar entre a decepção, a felicidade e a frustração com destreza extrema; de outro, a delineação de Gustav explode em conflito quase beligerante, tentando se reaproximar das filhas após a morte da ex-esposa, mas recusando-se a tomar qualquer responsabilidade por sua vida sem escrúpulos e em detrimento daqueles que deixou para trás – tudo condensado pela presença memorável de Skarsgård em uma de suas atuações mais potentes.
Gustav é a personificação máxima de um individualismo que beira a autodestruição, colocando em xeque os fracos laços parentais que possui com Nora e Agnes para caprichos que se excedem e que o cega para uma realidade brutal e doentia. Ora, Gustav vê em Rachel uma extensão do que passou quando criança e dos traumas que carregou para a vida adulta, enxergando o projeto como uma terapia nada convencional que o isenta de quaisquer diálogos com quem realmente machucou e continua a machucar. Compondo essa derradeira atmosfera, Skarsgård e Reinsve são acompanhados por Lilleaas e Fanning em um trabalho ao mesmo tempo contraditório e complementar que irrompe das telonas com um comprometimento dramático inenarrável.
O diretor alcança uma sólida maturidade com seu mais novo projeto, retomando as incursões técnicas e artísticas de seu filme anterior e explorando ainda mais as questões existencialistas que trouxe para ‘A Pior Pessoa do Mundo’. É claro que boa parte das escolhas se afasta do que já foi explorado, mas há um emblemático fio condutor que desponta na belíssima e poética construção cênica, reiterada pela atmosférica melancolia que se apodera de quase todas as sequências, marcado pelo contraste entre um opressivo e complacente filtro azul que é pincelado por breves irrupções do vermelho e do verde. Dessa forma, Trier engendra um movimento de expansão e contração que coloca os personagens em um ciclo sem fim.
De certa maneira, Trier encontra sucesso em esquadrinhamentos que beiram o naturalismo ao transformar o cenário em personagem ativo dos arcos da família e das pessoas que cruzam caminho com ela: o imponente e quimérico casarão dos Borg, marcado por gerações de núcleos que percorreram seus infinitos corredores, é força-motriz para os problemas que precisam ser resolvidos, entremeado com ápices climáticos que colocam em xeque esse exercício mnemônico de algo que não pode ser apagado. E, à medida que as tensões se elevam, a fotografia de Kasper Tuxen faz questão de isolar os protagonistas e coadjuvantes em quadros solitários que culminam em um reencontro pessoal e interpessoal emocionante.
Quatro anos depois de ter nos arrebatado com uma obra-prima cinematográfica, Joachim Trier retorna com um projeto igualmente bem estruturado que navega por um realismo poético de tirar o fôlego, transformando personas cotidianas em estudos criativos e filosóficos que merecem ser apreciados em sua completude. Mais do que isso, ‘Valor Sentimental’ sagra-se como um dos melhores dramas da década por saber o que está fazendo e garantir que seja um reflexo de uma temática universal que nos aproxima pouco a pouco de cada um dos personagens.
Criada por Ben Nedivi, Matt Wolpert e Ronald D. Moore — os mesmos nomes por trás da série original — ‘Star City‘ propõe uma nova releitura da corrida espacial, desta vez sob a perspectiva da União Soviética, que na narrativa alternativa conseguiu colocar o primeiro homem na Lua.
A nova série se passa por trás da Cortina de Ferro e acompanha a vida dos cosmonautas, engenheiros e agentes de inteligência envolvidos no programa espacial soviético — explorando os sacrifícios e riscos assumidos em nome do avanço da humanidade.
Apesar das críticas dos fãs de ‘Game of Thrones‘ em relação à morte do Rei da Noite, o intérprete original do vilão, Richard Brake, disse que seu desfecho aconteceu de forma brilhante.
“Eu assisti a temporada final, eu não sabia de nada que ia acontecer.”, disse Brake ao Consequence of Sound. “Eu adorei a forma que meu antigo personagem morreu… Arya sempre foi a minha favorita, então não fiquei surpreso. Na verdade, achei que a cena foi brilhante.”
Para quem não sabe, Brake foi substituído por divergências em sua agenda, e Vladimir Furdik acabou assumindo o papel a partir da 6ª temporada.
“Fui substituído por uma questão de agenda. Eu também estava gravando ‘The Bastard Executioner‘, e é muito difícil agendar ‘Game of Thrones‘. Vlad foi incrível, e ele é dublê, isso o ajudou muito a conseguir o papel.”
Durante uma entrevista com o jornalista Lev Grossman, do NY Times, Adam Driver revelou que ficou muito decepcionado com a falta de profundidade sobre o passado de Kylo Ren na nova trilogia de ‘Star Wars‘.
Assim como os fãs, o astro disse que esperava saber como foi a infância do vilão e quais motivos contribuíram em sua queda para o Lado Sombrio da Força.
“O que estava faltando para todos compreenderem o personagem inteiramente eram as cenas em que voltaríamos à sua infância para vermos como ele foi seduzido pelo Supremo Líder Snoke. Acho que isso era o que eu mais queria saber, e fiquei decepcionado por não mostrarem essa fase de sua vida.”
Questionado sobre como imaginava a infância do jovem Ben Solo, Driver respondeu:
“No fim das contas, eu acredito que Han Solo e Leia não foram bons pais e negligenciaram os conflitos dele. Acho que eles eram ausentes e deviam estar preocupados com ideais egoístas e toda essa ideia de promoverem suas próprias imagens como heróis. Talvez, eles poderiam ser mais atenciosos com o jovem Ben.”
E aí, você concorda com a opinião de Driver? Também ficou decepcionado com o desfecho da saga sem o merecido destaque à infância de Ben?
Infelizmente, ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ teve o pior percentual de aprovação entre toda a franquia, registrando apenas 52% no Rotten Tomatoes. Logo atrás vem ‘A Ameaça Fantasma‘ (53%) e ‘O Ataque dos Clones‘ (65%).
Assista nossa crítica:
Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme traz o desfecho da nova trilogia.
Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.
No ano passado, a revista Indie Wire divulgou que o filme brasileiro ‘Bacurau‘ foi listado como candidato à uma vaga noOscar 2021 e poderia concorrer na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.
No entanto, o longa dirigido por Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles ficou de fora das indicações.
Em 2020, o filme já havia perdido a vaga para o também brasileiro ‘A Vida Invisível’, dirigido por Karim Ainouz.
Mesmo assim, como ‘Bacurau‘ foi distribuído no ano passado nos cinemas norte-americanos, havia uma chance de se tornar elegível para todas as categorias de filmes de ficção… O que não aconteceu.
A trama do longa é ambientada em um pequeno povoado do sertão brasileiro, onde seus habitantes terão que lidar com a invasão de assassinos estrangeiros que pretendem tomar conta da região.
Lembrando que os filmes indicados à categoria de Melhor Filme Estrangeiro noOscar 2021 foram ‘Druk‘ (Dinamarca), ‘Better Days‘ (Hong Kong), ‘Collective‘ (Romênia), ‘The Man Who Sold His Skin‘ (Tunísia), ‘Quo Vadis, Aida?‘ ( Bósnia e Herzegovina).
‘O Livro de Boba Fett’ estreia em 29 de dezembro naDisney+, e a revista Empire divulgou novas imagens da derivada de ‘O Mandaloriano‘.
Uma das imagens mostra o produtor executivoJon Favreau acompanhando as gravações, enquanto as outras destacam o personagem titular vivido por Temuera Morrison, além da caçadora de recompensas Fennec Shand, vivida por Ming-Na Wen.
Confira:
Anteriormente, a revista compartilhou as capas variantes de sua próxima edição.
Numa delas, Fett posa com seu rifle nos arredores de Tatooine.
Já na capa exclusiva para assinantes, o personagem aparece em frente ao palácio de Jabba, o Hutt, para reivindicar o trono do submundo do crime.
Episódio 1: The Champion Episódio 2: The Assassin Episódio 3: The Syndicate Episódio 4: The Battleground Episódio 5: The Homeworld Episódio 6: The Warlord Episódio 7: The Showdown Episódio 8: The Hunter
Alguns títulos dão pistas sobre a trama, como ‘The Syndicate‘, que deve acompanhar Fett como o novo rei do submundo do crime em Tatooine.
Rumores também apontaram que a trama poderia dar mais foco a Mandalore, como sugere o episódio cinco: ‘The Homeworld‘.
Outro detalhe interessante é que o primeiro episódio será contado como capítulo 17, ou seja, será uma continuação direta da 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘, servindo como uma espécie de temporada 2.5 da série estrelada por Pedro Pascal.
A série também vai explorar o domínio de Fett no submundo do crime depois de assassinar Bib Fortuna (Matthew Wood) e assumir o comando de Tatooine.
Fortuna era o leal servo de Jabba, o Hutt, e tomou o posto após a morte do chefe em ‘O Retorno de Jedi’.
“‘The Book of Boba Fett‘, uma nova série original, estrelada por Temuera Morrison e Ming-Na Wen, com produção executiva de Jon Favreau, Dave Filonie Robert Rodriguez, ambientada na mesma linha do tempo de ‘O Mandaloriano‘. A estreia acontece na Disney+ em 2021.”
Baseada na icônica saga de quadrinhos criada por Neil Gaiman, ‘Sandman‘ chegou ao catálogo daNetflix no último dia 05.
E, de acordo com a Forbes a atração ocupou o primeiro lugar no TOP 10 da plataforma em 89 países durante a semana de estreia.
O portal ainda ponta que é muito raro que uma nova série alcance esse nível de audiência em sua primeira temporada. E é ainda mais raro que essa série complete uma semana perfeita nos primeiros sete dias disponíveis.
Além de ‘Sandman‘, apenas três outros títulos conseguiram esse feito em 2022…
Um deles é ‘Inventando Anna‘ (o mais recente sucesso viral de Shonda Rhimes), seguido por ‘O Ultimato: Ou Casa ou Vaza’ (que pode ser o reality show mais popular de todos os tempos da Netflix) e ‘O Poder e a Lei’ (criada David. E. Kelley, também responsável pelo sucesso de ‘Anatomia de um Escândalo‘).
Ainda assim, ‘Sandman‘ precisará estender seu por mais de sete dias para se juntar à elite.
Isso porque todos os três títulos mencionados acima ocuparam o primeiro lugar por mais de uma semana.
Enquanto, ‘O Ultimato‘ permaneceu por dez dias no topo, tanto ‘O Poder a Lei‘ quanto ‘Inventando Anna’ completaram 14 dias como as séries mais assistidas após o lançamento.
De qualquer forma, a Netflix divulgou um novo pôster para destacar o feito de ‘Sandman‘.
Confira:
Ambientada num universo fantástico, a trama explora como sonhos e pesadelos se cruzam depois que Morpheus (Tom Sturridge) se liberta de uma prisão após quase um século e se depara com criaturas míticas, como o próprio Lucifer (Gwendoline Christie).
Nas redes sociais, o público está rendendo elogios à fidelidade ao material original, bem como às atuações, aos efeitos visuais e à narrativa fluida e instigante.
Inclusive, alguns até disseram que esta é a adaptação mais fiel de um quadrinho para o live-action.
Confira as reações:
a cada episódio de sandman a série cresce mais tá assim maravilhosa da até uma pena acabar tudo de uma vez em maratona. pic.twitter.com/4HTpw7qSdb
O episódio 6 de sandman é uma das coisas mais fodas que eu já vi em audiovisual. Eles conseguiram pegar uma parte na HQ é extremamente foda e reflexiva e elevaram a 10 potência. Que série perfeita. pic.twitter.com/ARkl8pZz9h
sandman é uma das melhores adaptações já feita e a série enriqueceu ainda mais o mundo criado pelo gaiman nas HQ’s. as performances e visuais deixaram tudo mais grandioso ainda e o tom sturridge deu o nome na pele de morpheus.
Essa cena foi simplesmente um dos maiores atos de 2022 disparado,o tanto que eu surtei e arrepiei nessa parte não tá escrito
O roteiro de milhões dessa série#TheSandman#Sandmanpic.twitter.com/JMoI7gvNHP
Mds sandman consegue quebrar a barreira de stream e cinema e entrega a melhor fotografia que eu já vi desde GOT, além de que a adaptação tá perfeita #TheSandmanpic.twitter.com/EnArR9vlMb
‘Sandman‘ é a criação mais popular de NeilGaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.
Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) é o showrunner da série.
O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.
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