Foram anunciados hoje, 15 de janeiro, os indicados à 78ª edição do BAFTA, um dos principais termômetros do Oscar.
Os vencedores serão revelados em 16 de fevereiro.
Confira a lista completa abaixo:
MELHOR FILME Anora O Brutalista Um Completo Desconhecido Conclave Emilia Pérez
MELHOR FILME BRITÂNICO Bird Blitz Conclave Gladiador II Hard Truths Kneecap Lee Love Lies Bleeding – O Amor Sangra The Outrun Wallace & Gromit: Avengança
MELHOR ESTREIA DE UM ROTEIRISTA, DIRETOR OU PRODUTOR BRITÂNICO
Luna Carmoon, Hoard
Rich Peppiatt, Kneecap
Dev Patel, Fúria Primitiva
Sandhya Suri, James Bowsher, Balthazar de Ganay, Santosh
Karan Kandhari, Sister Midnight
MELHOR FILME DE LÍNGUA NÃO-INGLESA Tudo que Imaginamos como Luz Emilia Pérez Ainda Estou Aqui Kneecap A Semente da Árvore Sagrada
MELHOR DOCUMENTÁRIO 20 Dias em Mariupol American Symphony Beyond Utopia Still: A Michael J. Fox Movie Wham!
MELHOR FILME ANIMADO Flow Divertida Mente 2 Wallace & Gromit: Avengança Robô Selvagem
MELHOR FILME INFANTIL E PARA A FAMÍLIA Flow Kensuke’s Kingdom Wallace & Gromit: Avengança Robô Selvagem
MELHOR DIREÇÃO
Sean Baker, Anora
Brady Corbet, O Brutalista
Edward Berger, Conclave
Denis Villeneuve, Duna: Parte 2
Jacques Audiard, Emilia Pérez
Coralie Fargeat, A Substância
MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
Sean Baker, Anora
Brady Corbet & Mona Fastvold, O Brutalista
Rich Peppiatt, Kneecap
Jesse Eisenberg, A Verdadeira Dor
Coralie Fargeat, A Substância
MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
James Mangold e Jay Cocks, Um Completo Desconhecido
Peter Straughan, Conclave
Jacques Audiard, Emilia Pérez
Ramell Ross e Joslyn Barnes, Nickel Boys</em
Clint Bentley e Greg Kwedar, Sing Sing
MELHOR ATRIZ
Cythia Erivo, Wicked
Karla Sofía Gascón, Emilia Pérez
Marianne Jean-Baptista, Hard Truths
Mikey Madison, Anora
Demi Moore, A Substância
Saoirse Ronan, The Outrun
MELHOR ATOR
Adrien Brody, O Brutalista
Timothée Chalamet, Um Completo Desconhecido
Colman Domingo, Sing Sing
Ralph Fiennes, Conclave
Hugh Grant, Herege
Sebastian Stan, O Aprendiz
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Selena Gomez, Emilia Pérez
Ariana Grande, Wicked
Felicity Jones, O Brutalista
Jamie Lee Curtis, The Last Showgirl
Isabella Rossellini, Conclave
Zoe Saldaña, Emilia Pérez
MELHOR ATOR COADJUVANTE
Yura Borisov, Anora
Kieran Culkin, A Verdadeira Dor
Clarence Maclin, Sing Sing
Edward Norton, Um Completo Desconhecido
Guy Pearce, O Brutalista
Jeremy Strong, O Aprendiz
MELHOR ELENCO Anora O Aprendiz Um Completo Desconhecido Conclave Kneecap
MELHOR FOTOGRAFIA O Brutalista Conclave Duna: Parte 2 Emilia Pérez Nosferatu
MELHOR MONTAGEM Anora Conclave Duna: Parte 2 Emilia Pérez Kneecap
MELHOR FIGURINO Blitz Um Completo Desconhecido Conclave Nosferatu Wicked
MELHOR MAQUIAGEM & CABELO Duna: Parte 2 Emilia Pérez Nosferatu A Substância Wicked
MELHOR TRILHA SONORA O Brutalista Conclave Emilia Pérez Nosferatu Robô Selvagem
MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO O Brutalista Conclave Duna: Parte 2 Nosferatu Wicked
MELHOR SOM Blitz Duna: Parte 2 Gladiador II A Substância Wicked
MELHORES EFEITOS VISUAIS Better Man Duna: Parte 2 Gladiador II Planeta dos Macacos: O Reinado Wicked
MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO BRITÂNICO Adiós Mog’s Christmas Wander to Wonder
MELHOR CURTA BRITÂNICO The Flowers Stand Silently, Witnessing Marion Milk Rock, Paper, Scissors Stomach Bug
EE ESTRELA EM ASCENSÃO (votado pelo público)
Marisa Abela
Jharrel Jerome
David Jonsson
Mikey Madison
Nabhaan Rizwan
Em ‘Prédio Vazio’, o cineasta Rodrigo Aragão nos convida para acompanhar a insana jornada de Luna (Lorena Corrêa), uma jovem que, após receber uma ligação estranha da mãe (Rejane Arruda), resolve partir de Belo Horizonte para a idílica cidade de Guarapari para entender o que está acontecendo e, ao que tudo indica, salvá-la de algum problema em que tenha se metido. Porém, ao chegar lá, Luna percebe que as coisas são muito piores do que imagina – e que, talvez, ela não consiga sair de um labiríntico e antigo edifício à beira da praia com vida.
O longa de terror funciona como uma espécie de celebração da própria vida do diretor, que nasceu na cidade em questão e tem um apreço significativo em colocar suas histórias ambientadas na terra natal. Aqui, ele constrói uma ambiciosa mitologia que bebe dos clássicos contos de fantasmas e que nos leva ao Edifício Magdalena, palco de uma narrativa sangrenta e recheada de traumas que acompanha não só Luna, mas cada uma das infelizes almas que adentrou o claustrofóbico prédio e se viu frente a uma derradeira ruína – não é surpresa, pois, que Aragão nos bombardeie com inúmeras sequências que detalham a morte de algumas das vítimas.
O problema maior do projeto é não saber exatamente o que se fazer ao longo de quase uma hora e meia de duração: de um lado, temos cenas fragmentadas que, a priori, deveriam servir como base para fomentar essa mitologia defendida por Aragão (responsável, também, pelo roteiro), mas soam como pedaços de curtas-metragens cujo único objetivo é preencher buracos; de outro, a incansável jornada de Luna em busca da mãe soa como uma motivação falsa, visto que ela deixa a entender que não tem uma relação muito próxima da mãe (“Nossa, minha filha me ligou. Agora meu dia ficou melhor”, diz a personagem de Arruda logo no primeiro ato) e, mesmo assim, é taxada com uma irrefreável obsessão por ajudá-la (como aponta Caio Macedo, intérprete do namorado de Luna).
Há várias incongruências que mancham a estrutura do filme, e não me refiro apenas aos furos no roteiro, e sim a outros aspectos: honestamente, senti-me assistindo a um projeto de faculdade de baixo orçamento e com atores improvisados, que não se sentem bem ao interpretar os personagens que lhe foram destinados. A química entre Corrêa e Macedo é inexistente, e ambos se esquecem da primeira regra da atuação – a ação e a reação. Em incontáveis momentos, há uma longa pausa entre as falas de ambos que causa desconforto constante no público, como se tivessem dificuldade para se recordarem das falas; enclausurados em performances monotônicas e quase risíveis, ao menos Corrêa consegue se desvencilhar da completa apatia conforme entre no ato final e tem mais cenas ao lado de Arruda (que faz o melhor que pode dado as circunstâncias).
Gilda Nomacce, que interpreta a psicótica zeladora Dora, é um ponto de frescor em meio a tantos equívocos enfrentados pelo filme – mas, mesmo assim, é mal aproveitada e retirada do brilho que traz às telonas por uma fraca montagem de Thiago Amaral. Por vezes, a edição e a direção tomam rumos surrealistas e fabulescos, nos convidando para uma história fora do espaço e do tempo e que bebe de clássicos filmes-B de terror dos anos 1980. Todavia, Aragão e sua equipe não abraçam o non-sense por completo, singrando em uma corda-bamba perigosa que não tem qualquer propósito – e que, indiretamente, impactam no desenvolvimento do arco de Dora e de sua inebriante vilania de serial killer.
Ao menos a identidade artística sabe como se portar, prestando homenagens a nomes como George A. Romero através de efeitos práticos e próteses assustadoras destinadas aos mortos que assombram o Edifício Magdalena, e a Dario Argento com uma exagerada e fervilhante paleta de cores – que mescla cores opostas em um vibrante jogo de gato e rato. Em outras palavras, o diretor de fotografia Alexandre Barcelos e a diretora de arte Priscilla Huapaya unem forças para claras homenagens a títulos ‘Suspiria’, ‘Uma Noite Alucinante: A Morte do Demônio’ e ‘Despertar dos Mortos’, apostando fichas em um escape visual que tenta, cena a cena, nos desviar do cansativo e inexplicável enredo que se desenrola.
‘Prédio Vazio’ tem uma clara ideia para apresentar ao público e procura trazer elementos novos a um gênero que ainda não é tão explorado como poderia no cenário audiovisual nacional. Entretanto, as boas intenções “saem pela culatra” ao, eventualmente, emergir como uma grande festividade de vários nadas que se completam em um vazio impalpável e um gosto de frustração que nos acompanha por bastante tempo depois de termos deixado a sala de cinema.
Segundo o Deadline, a Universal Pictures está retornando para uma de suas franquias de aventura mais adoradas, ‘A Múmia’ – e parece que os astros Brendan Fraser e Rachel Weisz estão em negociações para reprisarem seus papéis como Rick e Evelyn O’Connell.
De acordo com múltiplas fontes que conversaram com o consórcio de imprensa, acredita-se que Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett (‘Casamento Sangrento’, ‘Pânico’) assumirão a cadeira de diretores, enquanto David Coggeshall (‘Plano em Família’) ficará responsável pelo roteiro.
Sean Daniel, que já trabalhou nos outros filmes da franquia, está atado como produtor ao lado de William Sherak, James Vanderbilt e Paul Neinstein.
Mais detalhes não foram divulgados.
Lançado em 1999, ‘A Múmia’ nos levou de volta para a década de 1920 e acompanhou uma aspirante à arqueóloga e seu irmão que se unem a um aventureiro para encontrar um tesouro. Entretanto, nessa viagem milenar, o trio acaba ressuscitando uma múmia diabólica e vingativa que deseja transformar o planeta em um cenário de guerra.
Apesar das críticas mistas à época do lançamento, o filme dirigido por Stephen Sommerstransformou-se em um clássico cult que foi redescoberto e elogiado pela trama despojada e pelo trabalho do elenco – que incluiu Rachel Weisz, Arnold Vosloo, John Hannah e Oded Fehr. Arrecadando US$422,5 milhões ao redor do mundo, o sucesso financeiro deu origem a duas sequências diretas – ‘O Retorno da Múmia’ e ‘A Múmia: Tumba do Imperador Dragão’ – e uma pré-sequência intitulada ‘O Escorpião Rei’.
‘Jogos Vorazes’ se tornou uma das franquias multimidiáticas mais populares e elogiadas do século. Tendo início com a saga de romances assinada por Suzanne Collins, a imediata aceitação da crítica e do público permitiu que a literatura distópica jovem-adulta sofresse um boom ao redor do planeta ao nos levar para um futuro não muito distante em que a América do Norte foi destruída após uma sangrenta Guerra Civil. Assim que a guerra terminou, fundou-se a Capital, lar dos vitoriosos, e doze Distritos subjugados à sede de poder e de vingança de seus algozes.
Para punir os dissidentes e reafirmar o império aparentemente impenetrável da Capital, criou-se um evento controverso conhecido como Jogos Vorazes, em que adolescentes dos Distritos seriam escolhidos aleatoriamente para competirem em uma espécie de arena de gladiadores até restar apenas um – e essa vitória garantiria ao competidor louros, comida e uma vida muito melhor em comparação aos outros. E, caminhando para sua 74ª edição, Collins nos convida a acompanhar a jornada de Katniss Everdeen, uma jovem do Distrito 12 que, durante a Colheita, voluntaria-se como tributo para impedir que a irmã mais nova seja selecionada.
A partir daí, a romancista constrói um denso microcosmos político-social inspirado em diversas teorias filosóficas e sociológicas que servem como reflexo de uma sociedade movida pela desigualdade social e pela supressão dos direitos. Não é surpresa que os três volumes da saga original foram adaptados em uma quadrilogia cinematográfica estrelada por Jennifer Lawrence – e que encontrou um forte sucesso crítico e comercial.
Dessa forma, Collins e a Lionsgate, produtora responsável pelas adaptações fílmicas, deram continuidade a essa irruptiva distopia com a pré-sequência ‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’, que nos levou mais de seis décadas antes de Katniss para narrar a história de Coriolanus Snow, que se tornaria o temível e autoritário presidente de Panem, e de Lucy Gray Baird, a primeira vitoriosa do Distrito 12 nos Jogos Vorazes. Pouco depois, Collins nos presenteou com mais um spin-off – ‘Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita’, que delineia as origens de ninguém menos que Haymitch Abernathy.
Haymitch foi selecionado para a 50ª edição dos Jogos, conhecido também como o 2º Massacre Quaternário – um evento que ocorre a cada um quarto de século e que conta com uma mudança determinada pelo próprio Snow. Naquele ano, os Jogos colheriam o dobro de tributos, significando que cada Distrito deveria entregar quatro de seus jovens para competir em um sangrento massacre. Como bem sabemos, Haymitch saiu vitorioso e se tornou mentor de Katniss anos mais tarde, além de apoiá-la incondicionalmente na revolução contra a Capital.
Agora, o mais recente volume de ‘Jogos Vorazes’ ganhará uma merecida releitura para os cinemas que chega ao Brasil em 19 de novembro – e que, no dia de hoje (13), ganhou um trailer incrível e que já nos leva de volta a Panem para mais um confronto entre aqueles que estão no poder e aqueles que são obrigados a servi-los.
Para aqueles que não tiveram a oportunidade de ler o livro, a história talvez seja a mais trágica de todo o panteão criado por Collins, ao menos até agora e inclusive quando nos lembramos da personalidade duvidosa com que Haymitch é-nos apresentado pela primeira vez – um bêbado errante e desiludido que parece ter perdido a vontade de viver.
No trailer, vemos que o protagonista, interpretado por Joseph Zada, nutre de um amor poderoso pela jovem Lenore Dove (Whitney Peak) – que, para aqueles que não se recordam, é descendente de Lucy Gray Baird. Porém, o mundo do casal vira de cabeça para baixo quando Haymitch é selecionado para o 2º Massacre Quaternário e é enviado ao lado de outros três tributos à Capital: Maysilee Donner (Mckenna Grace), Wyatt Callow (Ben Wang) e Louella McCoy (Molly McCann), todos ganhando destaque no trailer em uma montagem que inclui o famoso programa de televisão apresentado por Caesar Flickerman (Kieran Culkin).
Haymitch é pintado como alguém propenso à rebeldia, o que chama a atenção imediata do Presidente Snow (Ralph Fiennes). O governante, ciente de que os sentimentos que o jovem tem por Lenore podem ser transformados em arma, afirma em uma sutileza assustadora que não pensará duas vezes antes de usá-la contra Haymitch caso ele “saia da linha”: “agora, você está sozinho”, Fiennes diz em uma sombria interpretação de Snow.
Porém, como podemos ver no decorrer do vídeo, os personagens envolvidos na trama já partem de uma ideia revolucionária que encontra em Haymitch uma centelha de esperança, ainda mais considerando os ideais totalmente contrários a Snow que fomenta desde quando mais jovem. Ainda que tema pela família e pelo grande amor de sua vida, ele sabe que precisa fazer alguma coisa para quebrar a engrenagem da Capital por dentro (“Não somos animais a serem abatidos para a diversão deles”, Zada diz nos momentos finais do vídeo).
O trailer também mostra os aliados de Haymitch: além de Maysilee e dos outros tributos, o protagonista é acompanhado por duas vitoriosas que já conhecemos. A primeira delas é Wiress, vencedora da 49ª edição dos Jogos e que, aqui, é vivida pela incrível Maya Hawke; a segunda é Mags Flanagan, vencedora da 11ª edição dos Jogos e que é encarnada em sua versão mais jovem por Lili Taylor. Ambas são escaladas como mentoras do Distrito 12, acompanhadas de perto por Beetee Latier (Kelvin Harrison Jr.), vencedor da 34ª edição dos Jogos que tentou se levantar contra Snow e teve seu filho selecionado para participar do Massacre Quaternário como punição.
‘Amanhecer na Colheita’ conta com uma diferença estética significativa dos outros capítulos da franquia e utiliza isso a seu favor: aqui, é perceptível como a paleta de cores e o tratamento imagético das belíssimas e quase idílicas sequências servem como fachada para a brutalidade da Capital para com os Distritos, mas mostrando que a fútil celebração do espetáculo mascara o início de um levante dentro da supostamente impenetrável fortaleza de Snow. Em outras palavras, o filme parte da perspectiva da Capital como veneno de seu próprio organismo e nos envolve em uma ambiguidade cênica angustiante e inebriante.
O vídeo dá destaque a duas das personagens mais excêntricas do universo ‘Jogos Vorazes’: a odiosa Drusilla Sickle, uma das acompanhantes dos tributos do Distrito 12 que é vivida pela icônica Glenn Close; e a adorada Effie Trinket, estilista selecionada para cuidar das vestes de Haymitch e dos outros e que, representando mais um marco em sua carreira, é encarnada pela recém-indicada ao Oscar Elle Fanning. Effie, inclusive, já demonstra uma certa empatia pelos tributos, começando a questionar o que, de fato, a Capital está tentando provar com tanta barbaridade (“Vá até lá e faça com que se lembrem de você”, Fanning diz a Zada em um dos melhores momentos do material).
Contando com várias cenas de ação que nos preparam para esse aguardado filme, o destaque também vai à Cornucópia, o centro das Arenas dos Jogos em que os tributos se posicionam para o início dos combates, que nutre da mesma vibrante e enganosa paleta do restante do vídeo – e, chegando ao final, Fiennes nos arrepia com o início da famosa máxima “e que a sorte esteja…” antes de soltar um riso de desdém para Zada em um tom extremamente mortal.
Lembrando que ‘Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita’ chega aos cinemas nacionais em 19 de novembro.
De acordo com o The Hollywood Reporter, um incêndio destruiu parte dos estúdios Leavesden, onde foram gravados os filmes da saga ‘Harry Potter’.
O estúdio da Warner Bros. também abriga atrações da franquia, que não foram afetadas pelo incêndio ocorrido na quarta-feira. As chamas atingiram um setor que não estava em uso e não causaram nenhuma vítima.
Além de todos os oito filmes de ‘Harry Potter‘ e ambos os filmes de ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’, os estúdios Leavesden foram palco de ‘O Cavaleiro das Trevas’, ‘Mulher-Maravilha’, ‘Detetive Pikachu’ e ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’.
Quando a Warner assumiu o estúdio, em 2012, o Leavesden foi considerado o primeiro do tipo a ser construído no Reino Unido em 70 anos, assegurando o futuro da produção de longas metragens e ajudando a posicionar o país como um centro cinematográfico.
Depois de uma década no ar, ‘Hawaii Five-0′ chegará ao fim amanhã (03), quando será exibido o último episódio da aclamada série policial.
No entanto, diversos fãs continuam questionando o cancelamento do programa, já que a atual temporada registrou uma média com cerca de 7 milhões de visualizações por episódio.
Durante uma entrevista para o TV Line, o showrunner Peter Lenkov foi questionado sobre o cancelamento e revelou os motivos que levaram a essa decisão.
“Depois que Alex [O’Loughlin] sofreu uma lesão na coluna, ficou cada vez mais difícil para ele atuar como a agente McGarrett. É um papel que exige muito esforço físico, e ele já havia demonstrado interesse em sair do papel após a 10ª temporada.”
Para quem não sabe, O’Loughlin sofreu um acidente no set de gravações em 2012, durante a 2ª temporada, e chegou a ficar afastado por um tempo, mas conseguiu retornar após um breve tratamento.
Entre 2016 e 2018, o astro vinha se queixando de fortes dores na coluna, nos ombros, tórax e clavículas, então percebeu que não poderia mais continuar interpretando Steve McGarret.
“Eu mal conseguia me mexer por conta das dores, mas decidi continuar no programa porque há um monte de gente que depende da série para sobreviver, é muito difícil encontrar emprego por aqui, mas não sei por quanto tempo posso continuar fazendo isso.”, disse o astro à Entertainment Weekly, em 2018.
Lenkov também disse que o ator fez todo o possível para continuar na série e até cogitou estender seu contrato para a 11ª temporada, mas a CBS decidiu cancelar a atração enquanto O’Laughlin ainda estava no elenco.
“A emissora achou que já estava na hora de encerrar o programa. Seria estranho continuar sem um dos protagonistas, então foi o momento certo… Mas garanto que o último episódio terá boas surpresas e reviravoltas. Adicionamos ingredientes que estão presente na série desde o início e será algo que vai ficar guardado no coração dos fãs.”, concluiu o showrunner.
A CBS também divulgou um novo vídeo dos bastidores da última temporada, O’Loughlin falando sobre o desfecho da série.
Confira:
O desfecho da produção irá ao ar no dia 03 de abril, e terá duas horas de duração.
Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o astro Alex O’Loughlin nos contou qual seria o desfecho ideal para o protagonista Steve McGarrett.
Lembrando que os roteiristas da série ‘Riverdale‘ foram bastante receptivos à gravidez da atriz Vanessa Morgan e decidiram incluir essa grandiosa mudança na vida da artista dentro do roteiro da 5ª temporada.
A informação foi confirmada pela própria Morgan, por meio de sua conta oficial do Instagram.
Na ocasião, ela comemorou o início da sua licença maternidade, agradecendo ao showrunner e aos produtores por terem contribuído para esse momento, valorizando a sua gravidez como um processo natural que só contribui para o desenvolvimento da série.
Confira:
“Oficialmente em licença maternidade! Ah! Me sentindo muito grata ao meu showrunner e aos produtores por terem sido tão receptivos e por escrever minha gravidez dentro da série! Também estou orgulhosa do meu por corpo, por me permitir trabalhar por quase nove meses estando grávida. Agora é hora de ter um bebê! Feliza Natal e Feliz Ano Novo pessoal!”
Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.
A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.
De acordo com a Variety, fontes da Warner Bros disseram que o estúdio já está desenvolvendo filmes derivados do remake de ‘Mortal Kombat’.
Infelizmente, ainda não há informações sobre a trama desses derivados, mas é possível que seja dedicado a personagens populares da franquia, como Sub-Zero (Joe Taslim), Scorpion (Hiroyuki Sanada) e Liu Kang (Ludi Lin).
Além disso, não foi revelado em quais estágios se encontram esses filmes derivados, então deve demorar até que o estúdio divulgue o planejamento oficial.
Lembrando que o roteiristaGreg Russo revelou ao Collider que o filme lançado em maio é o primeiro capítulo de uma nova trilogia.
Na ocasião, ele rebateu as críticas feitas ao reboot por não apresentar oficialmente o clássico torneio de artes marciais que dá título à franquia.
No longa, Shang Tsung (Chin Han) tenta impedir a realização do Mortal Kombat enviando seus guerreiros do Outworld para assassinar os campeões da Terra, a fim de escravizar o planeta.
Por conta disso, os lutadores de ambos os lados nem sequer têm tempo de treinarem para os duelos oficiais e se concentram em batalhas pessoais.
No entanto, essa foi uma escolha criativa de Russo para garantir que esse tão famoso evento de luta seja retratado de forma natural no futuro.
“Eu sempre imaginei esse primeiro filme como um pré-torneio, foi mais uma história de introdução aos principais elementos da franquia. O próximo filme será focado no evento propriamente dito, já o terceiro será sobre as consequências desse torneio.”
Após uma curta jornada nos cinemas, o reboot de ‘Mortal Kombat‘ já pode ser conferido no streaming da HBO Max.
Na nova versão, olutador de MMA Cole Young, acostumado a levar uma surra por dinheiro, não tem conhecimento de sua herança – ou porque o imperador de Outworld, Shang Tsung, enviou seu melhor guerreiro, Sub-Zero, um Cryomancer de outro mundo, para caçar Cole. Temendo pela segurança de sua família, Cole vai em busca de Sonya Blade e Jax, um Major das Forças Especiais que carrega o mesmo dragão estranho com a qual Cole nasceu. Logo, ele se encontra no templo de Lord Raiden, um Elder God e protetor de Earthrealm, que concede santuário para aqueles que carregam a marca. Aqui, Cole treina com os guerreiros experientes Liu Kang, Kung Lao e o mercenário desonesto Kano, enquanto se prepara para enfrentar os maiores campeões da Terra contra os inimigos de Outworld em uma batalha de alto risco pelo universo. Mas Cole será pressionado o suficiente para desbloquear seu arcano – o imenso poder de dentro de sua alma – a tempo de salvar não apenas sua família, mas de impedir Outworld de uma vez por todas?
Confira o trailer:
Simon McQuoid (‘Premonição 5‘) é responsável pela direção.
O elenco conta com Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu Kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena).
Lançado há menos de uma semana, ‘Top Gun: Maverick‘ está fazendo um tremendo sucesso e acumulando elogios ao redor do mundo.
Depois de conquistar 96% de aprovação dos críticos, a sequência do clássico de 1986 também foi o primeiro filme do ano a receber nota A+ no Cinemascore.
Além disso, o título já faturou US$ 282 milhões nas bilheterias mundiais.
Todos esses seriam bons motivos para os fãs pedirem por mais uma sequência… Mas este não é caso.
Em justificativa, alguns alegam que o novo filme fecha o ciclo iniciado no original e é o desfecho perfeito para a franquia.
Outros ainda brincaram, dizendo que um 3º filme só deveria ser lançado daqui a 36 anos, que é o intervalo entre o novo e o original.
Confira as reações:
“Por mais que eu tenha amado ‘Top Gun: Maverick‘, acho que fecha o ciclo perfeitamente ou a história de Maverick e não acho que precisamos de um ‘Top Gun 3‘. Dito isto, se arrecadar um bilhão, acho que a Paramount fará tudo o que puder para resgatar Cruise para um TG3!”
As much as I loved “Top Gun Maverick” I think it closes the loop perfectly or Maverick’s story and I don’t think we need a “Top Gun 3”….
That said if it grosses a billion I think Paramount will do everything it can to get Cruise back for a TG3! 😂
“Acabei de ver ‘Top Gun 2‘. O melhor final de sempre para uma franquia. Se houver um ‘Top Gun 3‘, tem que ser sobre o Rooster, como talvez com uma participação especial de Tom Cruise como Maverick.”
just saw top gun 2. the best ending ever for a series. there needs to be a top gun 3 but it’s about Rooster, maybe with a tom cruise Maverick cameo.
“Com o dinheiro que estão ganhando, não acho que vão esperar 36 anos até lançarem ‘Top Gun 3‘. Quando eles anunciarem, será o maior momento cinematográfico desde o anúncio de ‘The Batman 2’.”
With the money it’s making, I don’t see it being 36 years till Top Gun 3 comes out.
When they announce it, it’ll be the biggest cinematic “no shit” moment since The Batman 2 was announced.
A nova produção mostra Pete “Maverick” Mitchell (Cruise) diante de um dos desafios mais difíceis dos seus 30 anos de serviço: ele é selecionado para treinar uma equipe de graduados TOP GUN em uma missão da qual nenhum piloto vivo jamais participou.
A segunda parte de ‘Duna‘ estreia em novembro deste ano e trará Florence Pugh como a Princesa Irulan Corrino, a filha mais velha do Imperador Shaddam Corrino IV.
Na trama, ela se torna esposa, apenas em título, do Imperador Paul Atreides – e é uma importante historiadora que conta os eventos da ascensão de Paul ao trono imperial.
Durante uma entrevista para Vanity Fair, Pugh comentou sobre a experiência de trabalhar no filme e sobre a afinidade com Timothee Chalamet, Zendaya eAustin Butler.
“É um ponto interessante porque, durante a maior parte da minha carreira, trabalhei com muitos atores mais velhos com os quais tive que me beliscar para saber se estava sonhando. Aprendi muito apenas assistindo. Fazer ‘Duna’ com Timmy [Chalamet], Zendaya e Austin [Butler] – eles são pessoas notáveis e atores inacreditáveis.”
Ela continuou, elogiando o talento dos colegas e pareceu bastante feliz por tê-los em seu círculo de amizade.
“Eles são estrelas à sua maneira, não da maneira clichê da palavra. Quero dizer que são pessoas brilhantes. Agora tenho a sorte de chamá-los de meus amigos, o que é super emocionante. Para mim, poder trabalhar com a ‘galera jovem de Hollywood’ do momento é incrível, sabe? Ter o número deles e enviar quando eu quiser é uma sensação maravilhosa.”
E aí, você está animado para ver o grupo reunido nas telonas?
‘Duna: Parte Dois‘ também contará com o retorno de Rebecca Ferguson e Josh Brolin, além de introduzir Christopher Walken e Souheila Yacoub.
Léa Seydoux (‘007: Sem Tempo Para Morrer’) irá interpretar a Lady Margot, uma aliada da Irmandade.
Lançado simultaneamente nos cinemas e na HBO Max em território norte-americano, o primeiro filme se tornou um sucesso nas bilheterias, arrecadando mais de US$ 400 milhões mundialmente.
Além disso, ‘Duna‘ também foi aclamado pelos críticos, conquistando 83% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Chegou recentemente ao catálogo daNetflix o reality show ‘Round 6: O Desafio’ (Squid Game: The Challenge), uma competição inspirada na popular série ‘Round 6‘ (Squid Game).
Lançada em 2021, a série original mostra um grupo de pessoas com dívidas milionárias em busca de um prêmio que mudará suas vidas se toparem participar de um misterioso jogo dividido em seis fases.
Ao longo das tarefas, 456 participantes de todas as esferas da vida são trancados em um local secreto onde jogam para ganhar 45,6 bilhões de won.
Cada jogo é uma tradicional brincadeira infantil coreana, mas a consequência de perder é a morte. Quem será o vencedor e qual é o propósito deste jogo?
Obviamente, ninguém é assassinado no reality, que apenas simula os acontecimentos da série.
No entanto, após a estreia dos episódios, alguns assinantes da plataforma de streaming ficaram bastante decepcionados, pois achavam que se tratava da 2ª temporada da atração original.
Inclusive, alguns continuam confusos, achando que o reality é uma continuação de baixa classificação indicativa devido à ausência de violência.
Confira as reações:
Carambaaaaa nova temporada de Round 6 preciso ver pra ontem
Com estreia marcada para 22 de novembro, ‘Round 6: O Desafio‘ recruta 456 jogadores para competirem por US$4.56 milhões ao participarem de jogos inspirados na série original – além de alguns novos –, com o objetivo de evitar a eliminação.
Felizmente, os perdedores não serão assassinados. Neste jogo, o pior destino será voltar para a casa de mãos vazias.
Vale lembrar que o reality causou polêmica nos bastidores. De acordo com a Rolling Stone, quatro dos 456 participantes denunciaram que sofreram tratamento desumano e passaram por condições cruéis durante as gravações do programa.
Inclusive, uma das brincadeiras da competição causou um acidente, no qual um participante machucou o ombro e precisou de atendimento médico. Outros participantes sofreram ferimentos leves.
Na mais recente atualização sobre o reality, uma das participantes alegou que:
“Esse jogo foi uma das coisas mais cruéis e horríveis que já passei na vida. Estávamos numa corrida de cavalos humanos, e eles estavam nos tratando como animais enquanto estávamos passando frio na rua.”
Após as reclamações, a plataforma de streaming emitiu uma nota dizendo que investigou o caso e todos os procedimentos de segurança estavam adequados.
“Apesar do clima muito frio no set, os participantes estavam preparados para isso e quaisquer alegações de danos graves são fruto de falso testemunho”, diz parte do texto.
Por outro lado, fontes ligadas à produção disseram ao portal que a Netflix foi negligente.
Ao que parece, a companhia forneceu apenas roupas térmicas, meias e casacos para os participantes acreditando que seria o suficiente para conter a sensação térmica de -10°C.
Talvez fosse o bastante para uma prova de duas horas, mas que acabou se estendendo por mais sete, o que resultou em pelo menos 10 desmaios… Os participantes ainda afirmam que os atendimentos médicos foram adiados porque atrapalharia as filmagens.
Como solução, pessoas mascaradas em macacões rosa foram colocadas no chão com caixões pretos e se posicionaram para bloquear os médicos que atendiam o jogador caído – enquanto o resto dos competidores permanecia congelando.
Com uma quantia de dinheiro em jogo que mudaria suas vidas, os ex-concorrentes disseram que se sentiram presos – temendo que pudessem ser eliminados se se mexessem para ajudar as pessoas que estavam desmaiando.
“As pessoas não sabiam o que fazer. Eu mesmo me critiquei por não ajudar uma garota que estava tendo uma convulsão enquanto ficamos parados lá como estátuas. Em que planeta isso é humano?. Obviamente, você pularia e ajudaria – isso é o que nossa natureza humana deveria nos impulsionar a fazer. Mas era como um experimento social. Estávamos jogando contra a nossa ética, isso é doentio. É absolutamente doentio”, disse outro participante.
Também há denúncias de fraudes em favor de participantes que já são conhecidos por serem influencers nas redes sociais.
Foi dito que esses participantes eram pré-selecionados para as próximas fases das competições, independentemente do resultado da prova anterior.
Um ex-concorrente disse que viu um jogador eliminado participando de um novo jogo, enquanto outro alega que as regras eram moldadas para privilegiar certos indivíduos.
Até o momento, a Netflix não divulgou novos comunicados sobre as acusações.
Publicada em 1962, a Amazing Fantasy #15 mudou para sempre a Marvel Comics e a indústria dos quadrinhos
“…Peter Parker estava longe de ser o maioral do campus…”
Na metade da era de prata dos quadrinhos (período entre 1956 e 1970, quando a respeitabilidade da indústria atingiu outro patamar), mais precisamente em 1962, era lançada a décima quinta edição da revista mensal Amazing Fantasy. Essa linha editorial da Marvel Comics tinha como objetivo criar histórias melhor trabalhadas e com forte inspiração no gênero de ficção científica para o público, até então ela era conhecida como Amazing Adult Fantasy e à sua frente estava a dupla Stan Lee e Steve Ditko.
Com um cancelamento iminente a dupla recebeu carta branca, em agosto de 1962, para publicar uma última história que eles quisessem. Para isso eles pensaram na ideia de um vigilante mascarado com poderes de aranha que já havia sido descartado anteriormente pelo editor Martin Goodman. A narrativa desse novo personagem traria a inovação de não ser apenas uma história de um super-herói combatendo o crime mas também de ser a história de um jovem passando por problemas do cotidiano, como relações amorosas, busca por trabalho e equilibrar vida escolar com a de vigilante.
Isso tudo com um adolescente recebendo o papel de protagonista e não mais o de um ajudante (como tinha se tornado comum desde a criação do Robin – Dick Grayson em 1940). Ainda que a ideia de vida escolar mesclada com a de herói fosse algo novo, a concepção de quadrinho abordando o mundo sob a ótica de um jovem já era usada desde 1939 nas histórias de Archie Andrews e seus amigos publicados pela MLJ Comics.
O início de um sonho
Ainda assim o sucesso de Amazing Fantasy #15foi imediato e o público queria consumir mais histórias sobre Peter Parker e seu alter ego heroico, Homem-Aranha. Isso garantiu uma sobrevida à linha e eventualmente, com o personagem estabelecido como um sucesso, gerou uma readaptação para focar exclusivamente em histórias do “teioso”. Não mais Amazing Fantasy, mas sim Amazing Spider-Man.
Foi em 1963 que a série começou, trazendo a dupla Lee\Ditko no roteiro e ilustração respectivamente. As primeiras histórias traziam um tom bastante juvenil e descompromissado, com um narrador surgindo eventualmente para ambientar o leitor dos acontecimentos, com Peter passando por situações inusitadas (como a histórica luta de boxe com seu eterno bullie Flash Thompson) ou com vilões bastante caricatos. Ao mesmo tempo, as histórias chamavam atenção por momentos de grandes dilemas morais de fácil identificação.
Mais de uma vez, principalmente quando entra para a faculdade, Peter se vê dividido entre a vontade de sair para se divertir com seus colegas e a necessidade de cuidar da tia. Esse dilema pessoal foi a base para Amazing Spider-Man #31, que se tornou não só uma das histórias mais amadas da fase Lee\Ditko como também foi um dos primeiros divisores de água para muitos personagens da mitologia do herói – tais como tia May (que se mostrava incomodada por ver Peter tão dedicado a ela devido a seus problemas de saúde em detrimento de se divertir), Gwen Stacy (que já mostrava os primeiros sinais de atração para com Peter) e até o próprio Peter Parker, dando sinais claros de estafa ao tentar equilibrar a vida de vigilante, aluno e responsável pela tia.
Amazing Spider-Man #31 foi um momento decisivo para o desenvolvimento do herói
O sucesso inegável dos quadrinhos gerou a primeira série animada do herói em 1967, chamada Spider-Man. Hoje mais conhecida pelos memes criados a partir da sua limitada animação, foi para ela que a música tema do personagem, “Spider-Man Theme”, foi composta e décadas mais tarde refeita pela banda Ramones.
“Você matou a mulher que eu amo!”
A década de 70 foi bastante importante para o Homem-Aranha. Nos quadrinhos, em 1973 foram publicados os volumes 121 e 122 de Amazing Spider-Man sob o título de A Noite que Gwen Stacey Morreu. O assassinato da namorada do protagonista pelas mãos de seu maior inimigo, o Duende Verde, foi um marco histórico dos quadrinhos e muitos o classificam como o fim da então era de prata e início da era de bronze.
A morte de Gwen Stacey foi um marco nas Histórias em Quadrinho
Em 1977 veio a primeira versão live-action do aracnídeo com o seriado The Amazing Spider-Man que, apesar de bem recebido, durou apenas 13 episódios entre 1977 e 1979. Nos anos seguintes, filmes sobre o personagem chegariam à TV com os títulos Spider-Man: Strikes Back e Spider-Man: The Dragon’s Challenge. Todos eles protagonizados por Nicholas Hammond da série de TV.
Uma versão japonesa do cabeça de teia produzida pela Toei foi ao ar em 1978. Batizada unicamente de Spider-Man essa versão foi realizada aos moldes do gênero tokusatsu (nome dado ao gênero de obras live-action que utilizam efeitos especiais em suas produções como Godzilla e Kamen Rider) e apesar de apresentar certa semelhança estética do uniforme com os quadrinhos elas terminavam por aí. O protagonista agora era Takuya Yamashiro e suas habilidades vinham de braceletes alienígenas, que lhe permitiam lançar teias e transformar uma nave alienígena em um robô gigante.
Por volta de 1994 veio aquela que foi a porta de entrada para toda uma nova geração de fãs: Spider-Man: Animated Series. Pegando carona nos sucessos de Batman: Animated Series e X-Men: Animated Series, a série animada foi por muito tempo o segundo programa de uma propriedade da Marvel Comics com a vida mais longa, perdendo apenas para X-Men, durando 65 episódios. Sua música de abertura foi performada por Joe Perry, guitarrista da banda Aerosmith.
Versão japonesa do cabeça de teia
A série animada também foi responsável por apresentar o antagonista Venom para o grande público através dos episódios duplos (distribuídos em VHS separadamente) intitulado A Saga de Venom. Um universo Marvel também fora estabelecido ao longo do seriado, seja através de pontas de personagens como Demolidor, Capitão América, Homem de Ferro e outros ou como referências.
“Quem sou eu? Quer mesmo saber?”
Mesmo com a presença consolidada nos quadrinhos e televisão faltava um terreno que o Homem-Aranha ainda não havia obtido sucesso: o cinema. Antes de 2002 algumas ideias para projetos haviam sido propostas, com a versão deJames Cameron tendo Leonardo DiCaprio no papel principal, mas nenhuma vendo a luz do dia. No início dos anos 2000, o diretorSam Raimi (dos filmes Uma noite Alucinante) assumiu o projeto que teria em Tobey Maguire seu protagonista.
O sucesso de Homem-Aranha foi muito além de sua conquista individual. O filme fez parte do gênero de super-heróis que aos poucos se renovava desde o fim da década de 80. Nesse sentido, a primeira adaptação do teioso se juntou a X-Men: o Filme, de 2000, e Blade: o Caçador de Vampiros, de 1998, na vanguarda do novo modo de se produzir adaptações de quadrinhos, geralmente atuando em um terreno que não dava margem para as extravagâncias do gênero. Tais produções ganharam contornos negativos no pós-fase Schumacher dos filmes do Batman, mas ainda não eram tão sérios e sombrios quanto a abordagem de Christopher Nolan para o Morcego.
Apesar da versão de Raimi trazer liberdades de adaptação em relação aos quadrinhos, como a teia produzida pelo herói ser orgânica e não originária de cápsulas, ou a total ausência de Gwen Stacy, elas não foram tão rechaçadas pelo público como em outras adaptações. Outros elementos, como a interpretação surtada de Willem Dafoe para Norman Osborn e a escalação precisa de J.K Simons para J.J.Jameson são muito queridos por fãs até hoje.
O sucesso também gerou mais duas sequências; Homem-Aranha 2 foi e é tratado como um dos grandes filmes do gênero em todos os tempos devido a sua abordagem bastante madura sobre o que torna Peter Parker um herói (baseando-se em Amazing Spider-Man #50 ou também chamada de Spider-Man No More), tornando o filmes por vezes muito mais um drama do que algo oriundo de quadrinhos. O Dr. Octopus de Alfred Molina também recebe bastante elogio por fugir da visão de cientista louco dos quadrinhos e entregar um criminoso com propósito.
Homem-Aranha 3 porém não repetiu o sucesso dos dois anteriores, tendo falhado em apresentar vilões carismáticos ou profundos como foram anteriormente e sendo bastante criticado pelo tom cômico concedido a um filme que, em tese, adaptou uma saga importante, como parte de Guerras Secretas e Amazing Spider-Man #299 (primeira aparição do Venom). O fracasso junto ao público forçou a Sony, detentora dos direitos de imagem do personagem, a elaborar um reboot na forma de uma nova franquia.
Dessa forma nasceu a franquia “OEspetacular Homem-Aranha”, composta por dois filmes e dirigida por Marc Webb (500 dias com ela). Dessa vez a abordagem seguiria uma linha mais próxima do universo Ultimate dos quadrinhos (uma espécie de reboot nas histórias da Marvel no início dos anos 2000) e daria mais espaço para o romance entre Peter Parker e Gwen Stacey. Ambos os filmes receberam bastante crítica por apresentar uma versão atualizada e um tanto descolada demais de Peter. O segundo filme, em particular, não soube trabalhar com tantos personagens em tela, cometendo erros iguais aos de Homem-Aranha 3.
Versão de Marc Webb e atuação de Emma Stone reanimaram interesse geral por Gwen Stacey
Porém, essas obras foram responsáveis por reanimar o interesse do grande público pela Gwen Stacy (que já vinha voltando a ter atenção desde a animação OEspetacular Homem-Aranha de 2008) e eventualmente a personagem ganhou suas próprias mensais Spider-Gwen e The Unbelievable Gwenpool. Atualmente o personagem possui uma presença estabelecida no Universo Cinematográfico da Marvel, tendo tido dois filmes solo e participação em dois filmes dos Vingadores. Diferente das outras abordagens, na atual versão um olhar verdadeiramente adolescente foi escolhido para estabelecer a figura de Peter Parker.
Fato é que após mais de cinquenta anos, o Homem-Aranha ainda é uma das figuras mais amadas dos quadrinhos e o grande protagonista da Marvel Comics. Foi o personagem que trouxe a figura dos super-heróis para mais perto da realidade do leitor e que melhor dialogou com a juventude ao longo das décadas. De suas histórias também nasceram outros tantos personagens inesquecíveis e importantes como Miles Morales, Wilson Fisk, Mary Jane, Justiceiro e etc., além de ter formado o gosto pela leitura e a imaginação de gerações. Não importa quando, o amigão sempre estará pela vizinhança.
A adaptação em filme dos icônicos jogos de corrida do PlayStation, ‘Gran Turismo: De Jogador a Corredor’, estreia logo mais nos cinemas, e as primeiras avaliações de quem já conferiu o longa estão começando a ser divulgadas na internet.
No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, o filme abriu com uma aprovação de 61% e uma nota média de 5.7/10.
Confira algumas avaliações:
“Grandes sequências de corrida, mas é tão clichê e pouco aventureiro que faz seu material de origem parecer profundo em comparação.” – The Daily Beast
“‘Gran Turismo’ é o que acontece quando cineastas talentosos assumem projetos ridículos e fazem um ótimo trabalho.” – IndieWare
“É feito com uma graça humanística espontânea, e as sequências de corrida, que dominam o filme, são verdadeiramente a história que está contando. São dirigidas e editadas de forma deslumbrante.” – Variety
“Nada aqui parece real ou tangível. Você poderia argumentar que isso contribui para uma melhor recriação do jogo – mas então por que se preocupar em ir ao cinema quando você simplesmente pode ficar em casa e jogar o jogo?” – Independent (UK)
“Apesar de algumas performances calorosas, é muito difícil ignorar a sensação de que são apenas duas horas de publicidade indireta” – Empire
“Veloz, furioso e baseado em fatos, esta adaptação embeleza um dos jogos favoritos de corrida com arquétipos familiares de filmes esportivos.” – Total Film
Pra quem não conhece, ‘Gran Turismo‘ tem uma rica história no mundo dos games, sendo criado em 1997 por Kazunori Yamauchi. O jogo é tido como um dos simuladores de direção mais autênticos da categoria, focando em gráficos precisos, física e atenção aos detalhes dos carros, que os próprios jogadores constroem para pilotar. Mais de 85 milhões de jogos da série já foram vendidos mundialmente.
A trilogia do ‘Batman’ de Christopher Nolan será relançada nos cinemas nacionais das cidades de São Paulo (SP), Curitiba (PR) e Poços de Caldas (MG) no mês de abril.
Os longas serão exibidos como parte da ação Clássicos no Marquise, que tem o objetivo de resgatar para o público um grande sucesso do cinema a cada mês.
Segundo a CNN Brasil, os cinemas que irão exibir a trilogia ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’ são o próprio Cine Marquise, localizado na Avenida Paulista, no centro de São Paulo; o Cine Passeio, em Curitiba; e o Cine Marquise Ultravisão, em Poços de Caldas.
‘Batman: O Cavaleiro Das Trevas’ (2008) em 25 de abril a 01 de maio.
‘Batman: O Cavaleiro Das Trevas Ressurge’ (2012) em 02 a 08 de maio.
Os filmes da franquia ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’ são amplamente aclamados como alguns dos melhores do gênero de super-heróis, alcançando tanto sucesso de bilheteria quanto de crítica.
Em 2005, ‘Batman Begins’ arrecadou impressionantes US$ 373,7 milhões e recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Fotografia. Logo depois veio ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’ em 2008, que ultrapassou a marca dos US$ 1,006 bilhão em bilheteria e recebeu oito indicações ao Oscar, incluindo Melhor Ator Coadjuvante para Heath Ledger (1979-2008), que postumamente levou para casa a estatueta. O capítulo final da trilogia, ‘O Cavaleiro das Trevas Ressurge’ (2012), foi o mais lucrativo de todos, arrecadando US$ 1,085 bilhão.
Luca Guadagnino, cineasta por trás do romance LGBTQ+ ‘Queer’, criticou abertamente a Turquia pelo banimento do longa, por consideraram o filme “muito provocador”.
Segundo à Variety, Guadagnino afirmou: “Eles proibiram o filme porque disseram que ele estava criando desordem social. Me pergunto se realmente viram o filme ou se estão apenas julgando com base em uma visão superficial ou, digamos, na estupidez facciosa de alguns jornais que focam na ideia de James Bond se tornando gay”.
O cineasta se mostrou satisfeito pelo fato de ‘Queer’ ser um “objeto que destrói nossa casa de valores de maneira tão poderosa”e expressou o desejo de que a “forma do filme traga a possibilidade de um colapso social”.
“Estou escandalizado pelo cinema. Fico chocado com isso e vou lutar contra a instituição que tenta manchar seus poderes inevitáveis”, disse ele, provocando aplausos da plateia.
Guadagnino também afirmou que a censura não impede que as pessoas vejam o filme, já que “podem encontrar as coisas” por conta própria. “Você pode baixar o filme. Quero dizer, se alguém na Turquia baixar o filme, eu fico feliz”.
Falando de maneira mais ampla sobre sua visão como cineasta, ele afirmou: “Nós temos apenas um inimigo, que é o gosto industrial.”
“Esse é o inimigo contra o qual devemos lutar ferozmente, a ideia de que o cinema precisa ser encaixado dentro de parâmetros definidos por uma espécie de lei invisível. Essa é a ideia de como o cinema deve ser feito para funcionar como uma peça industrial”, concluiu Guadagnino.
‘Queer’ estreia nos cinemas nacionais no 12 de dezembro.
O longa é baseado no romance semiautobiográfico de William S. Burroughs, lançado originalmente em 1985.
“Ambientado na Cidade do México dos anos 1950, Queer segue William Lee, um expatriado americano na casa dos quarenta e poucos anos, que leva uma vida solitária em meio a uma pequena comunidade americana. No entanto, a chegada à cidade de Eugene Allerton, um jovem estudante, faz com que William finalmente estabeleça uma conexão significativa com alguém.”
A Disney anunciou nesta quarta-feira que a Marvel Studios está programada para lançar um filme sem título em 15 de dezembro de 2028. Este seria o quarto longa-metragem do estúdio previsto para aquele ano, somando-se aos filmes já anunciados para fevereiro, maio e novembrode 2028, conforme noticiado pela Variety.
Caso os quatro filmes realmente cheguem às telonas nessas datas, será um movimento inesperado da Marvel. Isso porque o CEO da Disney, Bob Iger, admitiu publicamente que o estúdio “perdeu um pouco do foco ao produzir conteúdo em excesso”.
“Todos sabemos que, no nosso entusiasmo em abastecer a plataforma de streaming com mais conteúdo, recorremos a todos os nossos motores criativos, incluindo a Marvel, e os fizemos produzir muito mais”, disse Iger durante uma conferência com investidores em maio. “Com o tempo, aprendemos que quantidade não significa qualidade. E, francamente, todos nós admitimos que perdemos um pouco o foco. Ao consolidar e fazer a Marvel se concentrar mais em seus filmes, acreditamos que isso resultará em melhor qualidade”.
Todavia, ainda é incerto se a Marvel realmente lançará quatro filmes em 2028. A Disney tem histórico de manter datas de lançamento no calendário mesmo quando não há garantias de que os filmes conseguirão ser finalizados a tempo, apenas para manter o espaço livre para outros projetos do estúdio.
O Futuro do MCU nos Cinemas:
‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’: 25 de julho de 2025
Em 2028, embora nenhum filme ainda tenha sido confirmado para o ano que aparentemente terá quatro lançamentos, diversos projetos estão em andamento e podem preencher essas datas.
O ator Johnny Depp, estrela de ‘Piratas do Caribe’ e ‘Alice no País das Maravilhas’, vai produzir a primeira adaptação cinematográfica em língua inglesa do clássico romance satírico soviético ‘O Mestre e Margarida’, de Mikhail Bulgakov.
Conforme o Deadline, a novidade foi compartilhada nesta quarta-feira, durante o Festival de Cinema do Mar Vermelho, na Arábia Saudita.
Até o momento, não foi confirmado se Depp irá atuar no filme. Também não há informações sobre quem escreveu o roteiro, e nenhum diretor foi anexado ao projeto.
Escrito na década de 1930 sob o regime de Stalin, mas publicado apenas décadas após a morte de Bulgakov, ‘O Mestre e Margarida’ é considerado uma das grandes obras literárias do século XX.
Ambientado entre a Moscou dos anos 1930, onde o diabo retorna acompanhado de seu gato falante para causar caos entre cidadãos corruptos, e Jerusalém na época de Pôncio Pilatos, o livro conta um conto fantástico e satírico sobre amor, liberdade artística e a eterna batalha entre o bem e o mal.
Uma terceira história acompanha um escritor em dificuldades e sua amante, Margarida, que está disposta a fazer qualquer coisa para salvá-lo do sistema totalitário.
‘O Mestre e Margarida’ já vendeu mais de 100 milhões de cópias em mais de 40 idiomas, inspirando gerações de ícones culturais na música, literatura e cinema.
O ator Hugh Laurie, eternizado no papel do implacável Dr. Gregory House, saiu em defesa da aclamada série médica ‘House’ após o drama virar alvo de piadas nas redes sociais. A produção foi criticada publicamente por supostamente apresentar a “mesma narrativa repetitiva em todos os episódios”.
De acordo com o Deadline, o embate digital começou após a jornalista britânica Janet Murray viralizar no X (antigo Twitter). Em sua publicação, ela ironizou a estrutura fixa do roteiro da série:
“Paciente tem uma doença misteriosa. Hugh Laurie (House) faz o diagnóstico errado. O paciente quase morre. Hugh Laurie erra o diagnóstico novamente. É ameaçado de demissão. O paciente quase morre outra vez. Hugh Laurie tem uma ideia completamente inesperada no último minuto. Acerta o diagnóstico. Não é demitido. Oito temporadas disso?”, detonou a jornalista.
Incomodado com a análise superficial, Hugh Laurie rebateu os comentários com o seu clássico tom de ironia e acidez:
“Obrigado pela crítica, Janet. Na verdade, tentamos fazer alguns episódios em que House (por favor, coloque os parênteses no lugar certo) acerta de primeira, mas eles tinham apenas seis minutos de duração. A NBC não ficou feliz. Depois tentamos alguns episódios em que House nunca acertava e o paciente morria. O público não ficou feliz”, rebateu.
Lembrando que embora a série tenha sido exibida originalmente pela Fox, a menção de Laurie à NBC deve-se ao fato de o show ser produzido pela Universal Television, empresa do mesmo grupo da emissora.
Dando sequência à sua defesa, o ator comparou a estrutura narrativa de ‘House’ ao formato clássico e padronizado de grandes obras da história da arte mundial:
“Alguém poderia aplicar sua análise afiada a outras artes: Johann Sebastian Bach escreveu 30 Variações Goldberg sobre a mesma estrutura harmônica; Frida Kahlo pintou dezenas de autorretratos; Henry Moore, então, nem se fala. O objetivo era, ou é, apresentar variações sobre um tema. Se tudo o que você vê é hospital, medicina e blá-blá-blá, então a série não foi feita para você. Ainda assim, estou ansioso para ler seu primeiro romance!”, acrescentou.
Diante do barulho gerado na internet, alguns usuários do X acusaram o ator de ter dado uma resposta “sem classe”, ao que Laurie se limitou a responder com um curto: “Ok”.
Por outro lado, a jornalista Janet Murray encarou a resposta do astro com bom humor e aproveitou a onda de novos seguidores: “Acordei com alguns novos seguidores esta manhã. Eles podem ficar decepcionados ao descobrir que críticas de TV normalmente não são meu forte. Além disso, agora talvez eu esteja ocupada demais trabalhando no meu primeiro romance”.
“No fictício Hospital-Escola Plainsboro de Princeton, no estado de Nova Jersey, o gênio afiado Dr. Gregory House ataca mistérios de saúde como o faria um Sherlock Holmes médico. Tudo isso enquanto se engaja em jogos mentais com os colegas, como o melhor amigo, o oncologista James Wilson. House, um amargurado especialista em doenças infecciosas, desvenda mistérios médicos com a ajuda de uma equipe de jovens profissionais. Instinto perfeito e raciocínio não-convencional trazem grande respeito a House, apesar de sua honestidade brutal e tendências antissociais”, diz a sinopse.
Eis aqui uma obra que podemos chamar de curiosa, principalmente sendo distribuída em grande circuito. Chegando ao conhecimento popular por expor a inédita nudez de Scarlett Johansson (Ela),Sob a Peleé um ser estranho em sua linguagem, mas direto no que se propõe examinar e apontar. Não é um estudo de personagem, tampouco a simples história de um ser alienígena, mas sim um profundo mergulho no perfil do humano e suas várias faces. É ousado e desafiador e, desde o primeiro plano, nos faz analisar detalhes à procura de respostas, que raramente são entregues, sem que nunca soe masturbatório nas ideias.
Livremente baseado no livro homônimo do holandês Michel Faber, essa ficção científica dirigida por Jonathan Glazer, que há anos havia dirigido o regular Reencarnação (2004), acompanha uma estranha figura que vaga por um pacato vilarejo escocês – algumas das cenas lembramElectroma (2006) -, conquistando e abduzindo indivíduos sem nome, através de sua bela forma humana, que ganha o nome de Laura (Johansson), no escopo que vai além do seu principal ideal contado ao fim. O interesse da criatura torna-se cada vez mais amplo, quando em vários momentos a vemos observar atentamente a rotina e comportamento dos cidadãos residentes.
Numa espécie de ritual de acasalamento, Laura captura suas vítimas investindo na principal fraqueza do homem: o desejo da carne. Conhecendo de perto o comportamento masculino, que mesmo tendo trejeitos diferentes, caminham numa só direção: volúpia. Quando perguntados se estão livres, isso em diferentes horários e situações, as respostas são sempre diretas e despreocupadas. O sexo parece estar acima de qualquer coisa. No entanto, ao se deparar com um sujeito verdadeiro e de forte personalidade, algo provavelmente decorrente de sua má formação física – vivido aqui por Adam Pearson, homem que realmente possui Neurofibromatose-, a personagem enfim se sente tocada e consegue enxergar algo que vai além do apodrecer.
Assim, não realizando o que pretendia, decide vagar sozinha em busca de respostas. Numa dessas andanças, a estranha mulher conhece alguém que lhe mostra a bondade e um maior carinho, mas que no fim das contas também quer algo em troca. Sua odisseia pelo ecce homo é encerrada na revelação da nossa face mais cruel, que pode ser encarada como a latente e impiedosa maldade humana, ou mesmo a rejeição pelo diferente.
A fita também é visualmente interessante, sendo detentora de imagens plásticas e quase hipnotizantes – por muito assemelhar-se a 2001 – Uma Odisséia no Espaço (1968) -, vemos a obscura fotografia de Daniel Landin captar os mínimos pontos reluzentes, e quando necessário, destaca, com intensidade, os planos de forte iluminação. Bem auxiliados pela industrial trilha sonora assinada por Mica Levi, que busca diferentes efeitos harmônicos, dos quais não estamos acostumados a ouvir. A direção de Jonathan Glazer tem certa influência de David Lynch (Cidade dos Sonhos), mas não se permite exagerar, pois, ainda que seja experimental, é completamente natural a ponto de ser perfeitamente compreendida. Ainda que algumas tomadas possam parecer prolixas, suas funções narrativas são claras e pontuais. Bem como a escalação de Scarlett Johansson foi precisa e quase que fundamental, já que esta é hoje vista como uma das mais belas e charmosas mulheres, nada poderia ser mais fascinante do que ela, em relação aos conceitos de beleza estética feminina.
Vejo em Sob a Pele um cinema visual e visceral, que fala e confronta seu público através de imagens que juntas tornam-se uma obra interessante, do ponto vista estético, e analítica, quando se fala em conteúdo. Não é um filme fácil, precisa realmente de maior atenção, principalmente por suas sutilezas e referências, que muito dizem sobre, e, sendo você fisgado por essa atmosfera, certamente o título será marcante cinematograficamente.
O atorAlec Baldwin e mais três pessoas devem enfrentar justiça por morte da diretora de fotografia Halyna Hutchins no set do filme ‘Rust‘. A promotoria quer continuar investigações e solicitou orçamento de US$ 600 mil, segundo o The New York Times.
Outros especialistas teriam sido contratados para os laudos. O ator aparece é mencionado no pedido de financiamento como “um dos possíveis réus“.
Fora Baldwin, outras três pessoas podem receber “acusações criminais”. Ainda de acordo com Mary Carmack-Altwies, defensora distrital, “cada uma dessas acusações, provavelmente, incluirá alguma variação do nosso estatuto de homicídio”. Isso pode incluir crimes culposos.
Luke Nikas, advogado do ator, rebateu falas em comunicado e ressaltou como “seria prematuro discutir o caso, porque eles ainda não revisaram o arquivo ou deliberaram sobre sua decisão de cobrança”.
Vale lembrar que Baldwin havia declarado em entrevistas anteriores que não havia puxado o gatilho.
Confira:
Hutchins veio à óbito em outubro do ano passado após ser atingida pelo disparo acidental.
A informação a respeito da inocência de Baldwin foi divulgada pelo advogado do ator, em uma publicação no Instagram. Ele agradeceu ao Departamento de Saúde e Segurança Ocupacional do estado do Novo México, nos Estados Unidos. Segundo o advogado, o órgão isentou Baldwin de culpa e entendeu que o ator não sabia que a arma estava carregada.
O relatório também reconhece que a autoridade de Baldwin no set de filmagens se restringia apenas à aprovação de mudanças no roteiro e de membros da equipe criativa. Que o ator não seria responsável pela equipe que cuida dos elementos cenográficos, como as balas de festim.
“Estamos satisfeitos que os funcionários do Novo México tenham esclarecido essas questões críticas. Estamos confiantes de que os indivíduos identificados no relatório serão responsabilizados por esta tragédia”, falou o representante do ator.
Lembrando que as autoridades do Novo México multaram a produtora responsável pelo filme, a Rust Movie Productions LLC em US$ 137 mil (cerca de R$ 630 mil) .
Em ‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘, a saga Skywalker continua quando os heróis de ‘O Despertar da Força‘ se juntam com as lendas galácticas em uma aventura épica repleto de mistérios antigos da Força e revelações chocantes do passado.
» Último filme da atriz Carrie Fisher, que morreu logo após concluir as filmagens.
» Teorias sobre o título oficial começaram a surgir na internet. A mais expressiva é que o título do Episódio VIII, ‘Star Wars – Os Últimos Jedi‘, faça referência direta a Rey e Luke Skywalker. Isso porque na trilogia original, Yoda disse para Luke que ao morrer, ele se tornaria o último jedi.
» Rian Johnson (‘Looper – Assassinos do Futuro’) roteiriza e dirige.
» A Disney comprou a LucasFilm por US$ 4 bilhões em Outubro de 2012.
Confira, com o trailer legendado e cartaz nacional:
No filme, três escoteiros e amigos de infância unem forças com uma garçonete valentona e se tornam a equipe de heróis mais improvável do mundo. Isso acontece quando a tranquila cidade onde vivem é devastada por uma invasão de zumbis e eles terão que colocar suas habilidades de escoteiros à prova para salvar a humanidade dos mortos-vivos. Tye Sheridan, Logan Miller e Joey Morgan interpretam, respectivamente, os amigos – e escoteiros – Ben, Carter e Augie. Já Sarah Dumont é a corajosa garçonete Denise.
Das seis Gemas, quatro já foram encontradas: A Pedra da Mente (do cetro de Loki, vista em ‘Os Vingadores‘ e ‘Vingadores: Era de Ultron‘), a Pedra do Espaço (‘Os Vingadores‘ e ‘Capitão América: O Primeiro Vingador‘), a Pedra do Poder (‘Guardiões da Galáxia‘) e Pedra da Realidade (o éter de ‘Thor: O Mundo Sombrio‘).
As duas partes devem custar em torno de US$ 1 bilhão para a Marvel e a Disney.
O site afirma que US$ 400 milhões serão destinados para pagar os roteiristas, diretores, produtores e principais membros do elenco. Robert Downey Jr., aparentemente, fica “com metade do orçamento destinado a todos os atores do filme”.
Mesmo para um blockbuster deste tamanho, é um custo caríssimo. Se dividirmos o orçamento pelos dois filmes, cada um custará US$ 500 milhões. Para comparação, ‘Vingadores: Era de Ultron‘ custou US$ 250 milhões.
O filme mais caro da história do cinema foi ‘Piratas do Caribe – No Fim do Mundo‘ (2007), que custou US$332 milhões – Saiba Mais!
Vale lembrar que ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ será o primeiro filme a ser rodado inteiramente com as caras câmeras IMAX.
Agora a gente te indaga, será que Davos/Serpente de Aço vem por aí?!
O ator afegão Sameer Ali Khan, que é mais conhecido por realizar diversas produções em Bollywood, confirmou em seu perfil no Instagram que precisou raspar a barba por conta de um papel em ‘Punho de Ferro‘, série da Netflix em parceria com a Marvel.
E se você observar direitinho… até que Ali tem semelhanças com o vilão.
Uma foto publicada por Sameer Ali Khan (@sameeraliaction) em
As filmagens de ‘Punho de Ferro’ foram iniciadas em fevereiro e abaixo você confere algumas imagens divulgadas naquele período.
Nelas, temosFinn Jones e Jessica Stroup, como Joy Meachum, uma grande empresária.
O super-herói é mestre as artes marciais Danny Rand. A série faz parte de um pacote de cinco atrações fechado entre Netflix e Marvel. Além de Punho de Ferro, os heróis Demolidor, Jessica Jones e Luke Cage também ganharam seriados solos.
A Netflix se comprometeu a produzir pelo menos quatro séries de 13 episódios cada. Os programas culminarão na minissérie ‘Os Defensores’, sobre um grande time de personagens heroicos, também conhecido dos quadrinhos Marvel. Ou seja, será ‘Os Vingadores’ em uma escala mais modesta.
Ryan Phillippe chegou a ser cotado para viver o herói, mas não assinou contrato.
Punho de Ferro também pode interagir com os heróis do universo cinematográfico da Marvel em ‘Vingadores: Guerra Infinita – Parte II‘ – saiba mais.
Durante o Emmy Awards nesse domingo, o produtor executivo e showrunner de ‘Homeland’, Alex Gansa, confirmou ao Deadline que o seu objetivo e o de todos na equipe técnica é encerrar a série em sua oitava e já confirmada temporada.
Gansa ainda ressaltou que no caso na Showtime, canal que exibe o TV Show nos EUA, contratualmente é ela que decide quando uma série vai ser encerrada, mas no fim das contas, até mesmo o canal está chegando a conclusão que a série já cumpriu o seu papel na tv americana.
A expectativa é que a sexta temporada de ‘Homeland‘ seja exibida a partir do dia 15 de janeiro.
A sexta temporada trará Carrie Mathison (Claire Danes) morando no Brooklyn, em Nova York. O seu trabalho desta vez será ajudar imigrantes muçulmanos a se integrarem a cultura americana.
A ambientação dos episódios serão entre o dia da eleição para a presidência dos Estados Unidos, até o dia em que o eleito assumirá o cargo.
E a justificativa é bem clara, os personagens de ‘The Walking Dead’ vivem em um universo onde não há a cultura dos zumbis, onde toda aquela ideia de mortos-vivos é completamente nova.
Robert Kirkman, criador da série e das HQs, esteve no programa Conan e explicou a razão do termo nunca ter sido mencionado na série.
“O termo zumbi é muito popular e queríamos evitar a noção de, ‘Hey, esse personagem está apenas atirando na cabeça de um zumbi, assim como todos os filmes que já vimos’. Nós queríamos entregar uma sensação de que o show acontece em um universo onde a ficção zumbi não existe. Ninguém por lá viu um filme de [George] Romero, assim eles não têm paradigma para isso. Sentimos como se as pessoas não precisassem usar essa palavra, ficando a série mais clara e mais única.”
Baseada na história em quadrinhos escrita por Robert Kirkman, ‘The Walking Dead‘ se transformou através de suas temporadas no maior sucesso mundial quando se trata de séries. A história, situada logo após um apocalipse zumbi, gira em torno de um grupo de sobreviventes liderados pelo policial Rick Grimes (Andrew Lincoln), que vai em busca de um lugar seguro para viver. Neste cenário, os conflitos pessoais dos sobreviventes representam um perigo tão maior do que o que os rodeia, que alguns estão dispostos a fazer o que for necessário para sobreviver.
‘A Coisa – Parte 1‘ mostrará o Clube de Perdedores lutando contra Pennywise pela primeira vez, enquanto ainda adolescentes. Uma promessa feita há vinte e oito anos chama sete adultos para se reunirem em Derry, Maine, onde, enquanto adolescentes, lutaram contra uma criatura maligna que atacava as crianças da cidade. Não tendo a certeza de que seu Clube de Perdedores havia vencido a criatura todos aqueles anos atrás, os sete haviam jurado retornar a Derry se o Pennywise reaparecesse.
Bill Skarsgard (‘Divergente’) vive Pennywise, conhecido como “A Coisa” por aterrorizar crianças vestido de palhaço. Skarsgard substitui Will Poulter (‘Maze Runner’, ‘Família do Bagulho’), que se desligou do elenco após os diversos adiamentos da produção.
A Warner Bros. e a LEGO liberaram mais algumas novas imagens de ‘LEGO Ninjago – O Filme’.
Confira, com o trailer e cartaz:
Nesta grande aventura de Ninjago, a batalha por Ninjago City chama para a ação o jovem Lloyd, também conhecido como o Ninja Verde, junto com seus amigos, que são todos guerreiros secretos e LEGO Master Builders. Conduzidos pelo mestre Wu do kung fu, ele devem derrotar o vilão Garmadon, o indivíduo mais perverso de todos os tempos e que ainda é o paizinho de Lloyd. O confronto épico testará esta equipe feroz e indisciplinada de ninjas modernos que devem aprender a controlar seus egos e a se reunir para liberar o seu verdadeiro poder.
O novo projeto também é considerado um spin-off de ‘Uma Aventura LEGO‘, que chegou aos cinemas mundiais em fevereiro de 2014.
Phil Lord e Christopher Miller, diretores e roteiristas de ’Uma Aventura LEGO’, vão cuidar da produção, enquanto Charlie Bean (‘Tron: Uprising‘) será o responsável pela direção.
‘The LEGO Ninjago‘ tem estreia marcada para setembro de 2017.
Em entrevista ao Hollywood Reporter no fim de semana, Michelle Rodriguez foi mais positiva com relação a continuar em ‘Velozes e Furiosos‘.
“Tenho certeza de que ele [Vin Diesel] vai me convencer. Eu espero que eles decidam mostrar algum amor às mulheres da franquia no próximo. Ou eu só poderia ter que dizer adeus a uma franquia amada.”
Após a aposentadoria de Brian (Paul Walker), Dominic (Vin Diesel) e Letty estão em lua de mel e levam uma vida pacata e completamente normal.
Mas a adrenalina do passado acaba voltando com tudo quando uma mulher misteriosa faz com que Dom retorne ao mundo do crime e da velocidade, dessa vez traindo sua equipe e se aliando à ciberterrorista Cipher (Charlize Theron).
A Netflix, o principal serviço de entretenimento por internet do mundo, comemorou o lançamento de ‘O Mecanismo‘ – sua segunda série original brasileira – na noite desta quarta-feira (14 de março). Os convidados também puderam conferir a performance de Anitta, que participou do evento e cantou alguns de seus mais recentes sucessos.
A série é inspirada em acontecimentos reais do Brasil e que impulsionaram o maior escândalo de corrupção de todos os tempos. A história retrata como um pequeno grupo de obstinados investigadores desvenda um monstruoso esquema de corrupção no Brasil e o impacto dessa descoberta em todos os envolvidos e neles próprios.
A trama é inspirada nos acontecimentos verídicos da Operação Lava Jato.
As filmagens de ‘Hobbs e Shaw‘, o spin-off de ‘Velozes e Furiosos‘, já se encerraram em Londres e a EW acaba de divulgar a primeira imagem OFICIAL da produção.
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A trama vai acompanhar Luke Hobbs e Deckard Shaw, que unem forças para uma missão secreta. De acordo com fontes não reveladas, inicialmente o roteiro traria a dupla atrás da personagem Cypher, interpretada por Charlize Theron em ‘Velozes e Furiosos 8‘. No entanto, a participação da atriz não era dita como certa.
A aclamada série ‘Baskets’, do canal FX, acaba de ser oficialmente cancelada.
A Variety revelou que a quarta temporada será a última, e o episódio final vai ao ar no dia 22 de agosto e encerrará a trama.
Co-criada e estrelada porZach Galifianakis, a série conta a história de Chip Baskets, que após uma experiência mal sucedida na escola de palhaços em Paris e com sérios problemas financeiros, retorna para sua casa na Califórnia, a fim de realizar seu sonho: tornar-se um palhaço de sucesso. A produção conta também com Louie Anderson, que recentemente foi premiado com um Emmy Award por sua interpretação como Mrs. Baskets.
Os fãs de ‘A Hora do Pesadelo‘ já estão esperando por mais de dez anos por novidades sobre a franquia, e o Mindd Kidzag decidiu aguçar a ansiedade de todos com um trailer para uma série fictícia da Netflix inspirada na mitologia do vilão Freddy Kruegger.
Vem ver que SENSACIONAL!
Confira:
Recentemente, o diretor Mike Flanagan (‘Doutor Sono‘) revelou que tem uma ótima ideia para um novo filme da franquia.
“Eu tenho uma ótima ideia [para um novo filme]. É muito boa.”
Ele continua, “Estou doido para chegar lá e contar para eles. Se pudermos fazer isso, vai ser muito legal.”
Flanagan já havia declarado o seu interesse anteriormente no Twitter.
Novas informações indicam que a propriedade intelectual de Wes Craven, que faleceu em 2015, pode ganhar mais um capítulo oficial – e ideias já estão começando a surgir. A companhia de Elijah Wood, SpectreVision, está envolvida no processo de criar uma série televisiva baseada nos longas-metragens originais e, além disso, é possível que a narrativa retorna novamente para as telonas.
A franquia original teve início em 1984 e, desde então, arquitetou um inegável legado para o subgênero slasher, se estendendo ao longo de sete filmes e um remake.A primeira investida foi dirigida e roteirizada por Craven, trazendo em seu elenco nomes como Robert Englund, Johnny Depp, Ronee Blakley, Heather Langenkamp, Amanda Wyss, Nick Corri e outros.
Craven também voltaria a comandar ‘A Hora do Pesadelo 7: O Novo Pesadelo’, em 1994. Em 2003, Freddy enfrentaria Jason Vorhees, o antagonista de ‘Sexta-Feira 13’, no cross-over‘Freddy vs. Jason’. Em 2010, Jackie Earle Haley substituiria Englund no papel principal no remake‘A Hora do Pesadelo’, que acabou se tornando um sucesso comercial apesar das críticas negativas.
No geral, a saga arrecadou mais de 583 milhões de dólares e tornou-se a terceira saga do terror mais lucrativa da história – perdendo para ‘Sexta-Feira 13’ (US$671,5 milhões) e ‘Halloween‘ (US$620,4 milhões).
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