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Matthew McConaughey é cotado para viver vilão no MCU

O universo dos quadrinhos nos cinemas tem atraído a atenção de astros de grande porte e mais uma vez o nome do vencedor do Oscar, Matthew McConaughey, tem circulado entre os executivos da Marvel Studios.

Segundo relatos de fontes próximas à divisão da Disney ao We Got This Covered, o ator estaria sendo cotado para ingressar ao MCU, no papel de um vilão.

Ainda não se sabe qual personagem seria, mas a publicação afirmou que ou seria em ‘Capitã Marvel 2‘ ou em ‘Thor 4‘.

Esta não é a primeira vez que McConaughey é associado a um possível projeto da Marvel. No passado, rumores sugeriram que ele poderia estar em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘. Em determinado momento, ainda foi especulado que o astro poderia dar vida a Norman Osborn, na saga de ‘Homem-Aranha‘.

 

‘The Old Guard 2’: Charlize Theron confirma interesse em fazer a sequência

The Old Guard‘ continua sendo um sucesso absoluto de público e a atriz Charlize Theron, bem como o restante do elenco, estão empolgados para retornar para uma nova sequência.

Durante uma entrevista ao jornalista Marc Malkin, da revista Variety, ela foi categórica ao afirmar que todos realmente querem um novo capítulo na jornada dos imortais:

“Nós ainda estamos divulgando esse filme. Vamos tirar um pequeno período de descanso, mas considerando o fato de que todos nós realmente queremos fazer uma sequência, eu tenho certeza que na hora certa, nós começaremos essa conversa”.

Assista nossa crítica:

A direção fica a cargo de Gina Prince-Bythewod (‘Manto e Adaga‘).

O elenco conta com Charlize Theron (‘Mad Max: Estrada da Fúria‘), Chiwetel Ejiofor (‘Doutor Estranho‘), KiKi Layne (‘Se a Rua Beale Falasse‘), Harry Melling (A Balada de Buster Scruggs), Veronica Ngo (‘Star Wars: Os Últimos Jedi’), e Marwan Kenzari (Aladdin)

‘Halloween Kills’: Michael Myers está em busca de sangue em nova e sinistra imagem

A sequência ‘Halloween Kills: O Terror Continua‘ é o grande enfoque da mais recente edição da revista Total Film, e a publicação compartilhou uma das páginas de destaque dedicadas para a produção.

Nela, é possível ver o assassino em série Michael Myers em busca de sangue, cercado pelas chamas de um incêndio.

Confira, com outras imagens do longa:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de outubro.

Assista ao trailer:

David Gordon Green, responsável pelo reboot de 2018, retorna à direção.

Jamie Lee Curtis estrela ambas as sequências.

Os novos títulos trarão diversos personagens conhecidos da franquia, tais como Lindsey Wallace (Kyle Richards), Tommy Doyle (Anthony Michael Hall), Marion Chambers (Nancy Stephens), Leigh Brackett (Charles Cyphers) e Lonnie Elam (Robert Longstreet).

A última parte da trilogia, Halloween Ends‘, será lançada em outubro de 2022.

‘Die, My Love’: Suspense com Jennifer Lawrence e Robert Pattinson ganha distribuição internacional ANTES de première em Cannes

O drama ‘Die, My Love‘, estrelado por Jennifer Lawrence e Robert Pattinson, ainda nem teve sua première mundial e já ganhou distribuição internacional.

O longa está na disputa pelo Leão de Ouro no Festival de Cannes e é considerado uma das grande apostas para a temporada de premiações de 2026. A produção foi adquirida pela nova empresa de Patrick Wachsberger, ex-executivo da Lionsgaste, intitulada 193.

Lançada no início desse ano, a 193 é uma joint venture com a Legendary Entertainment. ‘Die, My Love‘, é o segundo filme da empresa em sua lista de vendas. Ela também será responsável pela distribuição de ‘The Toxic Avenger‘.

Confira as primeiras imagens do filme e siga o CinePOP no Youtube:

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Lakeith Stanfield (‘Corra!‘) completa o elenco da produção.

Dirigido por Lynne Ramsay, o suspense psicológico terá uma trama ambientada na área rural remota e esquecida, com o público acompanhando a história de uma mãe que luta para manter sua sanidade enquanto enfrenta os desafios da psicose.

Além de dirigir o filme, Lynne Ramsay também assina o roteiro com Enda Walsh.

Justine Ciarrocchi e Jennifer Lawrence assumem a produção ao lado de Martin Scorsese e Andrea Calderwood. O financiamento fica por conta da Black Label Media.

O filme ainda não tem uma data de lançamento confirmada.

‘Pinóquio’: Sam Mendes deixa a direção do novo live-action da Disney

Pinóquio está passando por dificuldades para voltar aos cinemas. Após Guillermo del Toro revelar que a produção da nova animação foi suspensa, agora o diretor vencedor do Oscar, Sam Mendesabandona a direção do novo live-action da Disney.

A confirmação da saída do diretor veio do The Tracking Board, que revelou que ele deixou a produção ainda nos estágios iniciais. Apesar disso, o filme ainda está em produção, com roteiro de Chris Weitz (‘Rogue One‘).

O site informa que a Disney está atualmente procurando um diretor para o projeto em live-action.

‘Pinóquio’: Guillermo del Toro desiste da animação em stop-motion

Baseado no romance de 1883 ‘As Aventuras de Pinóquio‘, de Carlo Collodi, o longa original do Pinóquio estreou em 1940 e venceu dois Oscars. Uma sequência foi planejada em 2001, mas o projeto nunca saiu do papel. O filme live-action de Pinóquio deve ser mais fiel ao livro do que à produção dos anos 40.

‘The Walking Dead’: Final da série pode já ter data para acontecer; Vem ver!

The Walking Dead encerrou sua 8ª temporada domingo passado (15) e parece que o seriado da AMC já tem uma possível data para se encerrar.

Ao menos é o que indica uma reportagem recente, que alega que a Stalwart Films, produtora da série, solicitou uma licença para construir um enorme moinho de 55 metros de altura em Senoia, Geórgia (local onde fica os sets de Alexandria) por mais três anos.

Além disso, a equipe tem licenças que permitem que eles fechem as ruas em torno do set construído, que expira em 2019. Essas licenças foram submetidas à renovação, solicitando uma extensão para coincidir com o prazo de três anos do moinho.

Ou seja, a série pode se encerrar em sua 11ª temporada, por volta de 2021. Também vale lembrar que essas licenças podem ser renovadas após essa data.

Enquanto isso, a série continua em queda livre em sua audiência, e o Season Finale da 8ª temporada foi o menos visto desde 2010, quando a primeira temporada se encerrou.

O episódio Wrath (8×16) foi assistido por 7.9 milhões de espectadores nos EUA, enquanto o último episódio da primeira temporada – quando a série ainda não era tão conhecida – marcou 5.97 milhões de espectadores.

Pensando em reformular a série, o diretor de conteúdo, Scott Gimple, afirmou ao THR que a 9ª temporada da série trará situações inéditas para os personagens:

“A série evoluirá muito em breve. Eles lidarão com coisas com as quais nunca lidaram e o modo como se relacionarão também será totalmente novo. O que os roteiristas planejaram… simplesmente parece novo. Parece que é uma série evoluída. As outras temporadas foram ambientadas muito naquele mundo onde Rick começou. Dará um salto quântico para avançar a história que estamos contando agora”

Gimple, que deixou o cargo de showrunner no final da 8ª temporada, também falou ao EW que a próxima temporada servirá como um “reboot”.

“O episódio final não serviu apenas como uma conclusão para os últimos 15 episódios. Eu, a Angela e os roteiristas, sempre falamos sobre ser, de diversas formas, uma conclusão para as oito primeiras temporadas. O programa se tornará uma nova série ano que vem, com uma narrativa nova e maior. Era algo que nós estávamos muito animados para fazer. E tinha um certo peso no ar do tipo de conclusão que nós estávamos nos aproximando”

‘Batgirl’ pode ganhar série de TV no serviço de streaming da DC

De acordo com o Fandom Wire, a Batgirl é a próxima heroína da DC a ganhar sua própria série no DC Universe, serviço de streaming que será lançado ainda esse ano.

Ainda segundo o site, fontes ligadas à DC Entertainment afirmam que a Warner encomendou uma série live-action da heroína Barbara Gordon, que contará com 13 episódios.

Como nada foi oficialmente confirmado, vamos tratar ainda como um rumor.

Vale destacar que também está em desenvolvimento uma série daBatwoman, que a CW produz com Ruby Rose no papel principal e que será parte do ‘Arrowverse’.

Fora a série, um filme da Batgirltambém está em desenvolvimento dentro da DC Comics.

Crítica | ‘Uma Batalha Após a Outra’ é o MELHOR filme do ano!

Na última semana, o Festival do Rio, em parceria com a Warner, realizou uma sessão de “aquecimento” para dar ao público um gostinho do que esperar da edição deste ano. E não poderiam ter escolhido melhor, já que o Cine Odeon recebeu a primeira sessão de Uma Batalha Após a Outra no Brasil, uma obra-prima do diretor Paul Thomas Anderson, que já desponta como um dos francos favoritos às principais categorias na temporada de premiações.

Quando se fala de cinema, a qualidade importa tanto quanto o timing de lançamento. Existem casos de filmes espetaculares que acabaram não dialogando plenamente com o público por ter sido lançado “na época” errada. Por outro lado, já houve verdadeiras bombas que tiveram vida longa nas salas do mundo por terem chegado no “momento certo”. No caso de Uma Batalha Após a Outra, acontece o melhor dos dois mundos. É o melhor filme do ano e também chega num momento em que sua temática está em plena ebulição no mundo inteiro. E por falar de um tema de abrangência mundial, é muito improvável que não chame atenção nos quatro cantos do globo.

Na trama, Bob (Leonardo DiCaprio) e Perfidia (Teyana Taylor) são uma dupla de revolucionários se envolve em uma série de atentados pelos Estados Unidos, libertando imigrantes detidos e infernizando a vida de um governo militarizado que está voltado para promover o bem das elites e perpetuar sua gente no poder. No percurso, a dupla desenvolve uma relação e tem uma filha. O problema é que ocorre uma delação e a revolução é interceptada, com a prisão e morte dos membros do grupo. Pensando na segurança da bebê, Bob desaparece no mundo com a criança, sendo resguardado por uma rede de apoio dos membros restantes, levando apenas uma lista de códigos e um aparelho “de confiança” para identificar futuramente os membros da revolução.

Os anos se passam, a menina (Chase Infiniti) cresce sob tutela de Bob como uma adolescente brilhante, mas o rapaz vive à sombra de sua juventude revolucionária, preenchendo seus dias com paranoias e o consumo de drogas. Para complicar, um antigo membro da caça militar (Sean Penn) retorna para pôr um fim à linhagem da revolução, restando a Bob apelar aos antigos amigos para tentar salvar a menina. Só que ele não consegue mais lembrar dos códigos para contatá-los, o que dá início a 2h50 de pura ação e comédia, no filme mais frenético de 2025.

Sim, por mais surreal que pareça, dada a densidade da trama, Uma Batalha Após a Outra é uma comédia. Ao mesmo tempo em que aborda e promove discussões sobre imigração, o papel da mulher além da maternidade, como se formam revoluções, os pesos das escolhas da juventude, o papel absurdo ao qual as sociedades estão expostas ante governantes imbecis e infantis, e como os grupos das elites são extremamente danosos aos interesses populares, PTA lida com isso de forma absurdamente bem-humorada. Ele é capaz de construir cenas pesadíssimas e ainda assim arrancar uma gargalhada, seja ela pelo desconforto ou pela conclusão inesperada. E o mais fascinante é que a comédia constante casa perfeitamente com a ação eletrizante. É um equilíbrio perfeito que é amplificado por uma direção inspiradíssima de Thomas Anderson, que cria uma caçada digna dos antigos faroestes, mas numa roupagem mais moderna.

Existe uma sequência de tirar o fôlego, na qual quatro personagens estão em uma perseguição intensa, mas um deles está completamente perdido na situação. Para aumentar a tensão, PTA brinca com as curvas e relevos da própria estrada para esconder os personagens e dar aquela incerteza sobre quem chegará primeiro ao alvo. Mais do que isso, ele aposta numa montagem com closes nos rostos dos personagens correndo pelo mesmo percurso, e a iluminação valoriza perfeitamente as atuações desse elenco afiadíssimo. Você vê o desespero, a indiferença e a confusão estampadas nas caras dos personagens, enquanto eles pisam fundo no acelerador e tentam prever os próximos movimentos. É uma sequência fascinante! E ainda assim sobra um espaço para uns risinhos.

Nos últimos anos, Leonardo DiCaprio tem sido bastante criterioso na escolha de seus projetos. Se ele está num filme, pode confiar que será interessante, no mínimo. E aqui é puro brilhantismo do ator. Seu “Bob” lembra muito o Holland de Ryan Gosling em Dois Caras Legais (2016), mas trazendo mais nuances. Ele não é convencido, ele é atormentado pela sombra do que um dia já foi. Então, fugindo da dor de uma vida cotidiana, ele se afunda nas drogas para suportar a própria existência, enquanto aguarda pelo pior. No entanto, ele ama muito verdadeiramente a própria filha, sendo capaz de fazer tudo para protegê-la. Nesse processo de reencontrá-la, ele acaba revivendo um pouco dessa vida de revolução, mas percebe que está velho demais. Ou seja, nem mesmo os “Dias de Glória” são mais os mesmos.

Ainda que DiCaprio esteja perfeito no filme, quem rouba a cena mesmo é Sean Penn. Vou evitar falar muito de seu personagem para evitar revelações sobre a trama, mas ele é um militar condecorado, cuja vida perfeita é posta em risco quando um clubinho de elite ameaça expulsá-lo por conta de uma “pendência” do passado. Ele é como uma criança de 70 anos e 40 cm de bíceps. Mimado, sem noção e sem qualquer respeito pela vida alheia, ele mobiliza mundos e fundos para não perder seu espaço no time. O trabalho de Sean Penn é P-E-R-F-E-I-T-O ao compor um dos melhores personagens de sua carreira, senão o melhor.

Fechando o trio, Benicio Del Toro interpreta o Sensei Sergio, o mestre de artes marciais da filha de Bob, que secretamente é um agente infiltrado da revolução para manter a família protegida. A forma como ele transita pelos agentes da fronteira é simplesmente hilária. Ele mantém uma serenidade absurda em meio ao caos, revelando muito empenho do ator para passar o máximo de credibilidade a um personagem simplesmente excêntrico. Em toda cena que um dos três aparece, o público se vê incapaz de piscar. São atuações magnéticas, daquelas para serem lembradas por muitos anos.

Por fim, a forma como PTA usa as trilhas sonora e musical é espetacular. A playlist do filme dialoga perfeitamente com os personagens abordados, enquanto os temas intensificam a urgência da trama, junto a uma fotografia que aposta nas cores quentes e na mescla de planos-sequência com closes para criar algumas das melhores cenas de ação dos últimos anos, mostrando a versatilidade de Paul Thomas Anderson na hora de contar histórias.

Ao sair da sessão, a sensação foi de ter assistido um sucesso geracional, um clássico instantâneo que ainda vai dar muito o que falar não só por tratar de temas políticos, mas principalmente por ser uma obra espetacular. É o melhor filme do ano até aqui.

Roteiro original de ‘Um Lugar Silencioso’ tinha flashback repleto de diálogos

Seria extremamente irônico que um filme com a proposta de silêncio total como ‘Um Lugar Silencioso‘ contivesse uma cena grande repleta de diálogos expositivos em algum momento da exibição.

Entretanto, não fosse um corte muito bem-vindo, o filme teria um flashback cheio de diálogos. Os produtores do filme, Andrew Form e Brad Fuller, revelaram que o roteiro original tinha uma cena expositiva intensa.

A cena mostraria a Terra momentos antes da invasão alienígena, lotada de conversas e sons. Ela só foi removida por causa de John Krasinski quando entrou na direção do filme.

Agora, uma sequência de ‘Um Lugar Silencioso‘ já está programada. Segundo Krasinski, a sequência poderá focar em outros personagens na mesma situação assustadora e silenciosa.

“Algo que eu realmente amo no filme e que esteve perambulando pela minha mente durante todo o período que trabalhei na produção é este questionamento: Quem estaria do outro lado daqueles sinalizadores lançados? Pois no instante em que o pai lança aquela chama, outras são acessas a uma longa distância. Me pergunto: Como essas pessoas sobreviveram? Como aquele velho sobreviveu? No contexto extremo em que aquela família se encontra, não há tempo para pensar nisso. Eles estão lá e tem esse homem velho que está prestes a gritar e eles precisam lidar com aquela situação rapidamente. Por isso eu creio que seria bem interessante saber o que está acontecendo do outro lado no mesmo momento,” afirmou em entrevista ao Deadline.

O roteiro será escrito novamente por Krasinski, Bryan Woods e Scott Beck.

Um Lugar Silencioso 2‘ chega aos cinemas no dia 15 de maio de 2020.

‘Shang-Chi’: Presidente da Marvel diz que filme será ‘bastante intrigante’

Em uma recente entrevista, o presidente dos estúdios MarvelKevin Feige, disse que ‘Shang-Chi’, um dos próximos projetos da companhia, será “bastante intrigante” para o público e para a própria equipe, frisando que o filme será diferente de tudo que já vimos.

“Creio que cada filme que fazemos é um risco diferente. Nós queremos realizar obras que as pessoas percebam que foram arriscadas. E fazer a história de um herói de descendência chinesa é algo bastante intrigante para nós. Será bem diferente e especial”, ele disse. “Espero que o público o aceite do mesmo modo que fizeram com Steve Rogers”.

O personagem foi criado em meio ao surto das artes marciais dos anos 1970 e algumas aparições mais antigas do herói-título foram duramente criticadas por suas representações estereotipadas. Agora, de acordo com o site Deadline, o roteiro assinado por David Callaham irá modernizar o conto de Shang-Chi para evitar retratos ofensivos.

Callaham já tem sua carga dentro do mundo dos super-heróis, visto que trabalhou com Patty JenkinsGeoff Johns em Mulher-Maravilha 1984, além de estar cotado para escrever a sequência de Homem-Aranha no Aranhaverso.

Seguindo os mesmos passos de Pantera Negra, com elenco e equipe majoritariamente negros, incluindo o diretor Ryan Coogler e o roteirista Joe Robert Cole‘Shang-Chi’ também fará a mesma coisa, focando na cultura asiática e de descendência oriental nos Estados Unidos.

Recentemente, Destin Cretton foi escalado para dirigir o projeto. Ele é mais conhecido por ‘Temporário 12’, filme indie de 2013 que ajudou a lançar a carreira de nomes como Brie LarsonRami Malek.

‘Shang-Chi’ ainda não tem data de estreia prevista para lançamento.

‘Uma Segunda Chance para Amar’: Emilia Clarke canta no novo vídeo de bastidores; Confira!

A comédia natalina ‘Uma Segunda Chance para Amar’, estrelada por Emilia Clarke, ganhou um novo vídeo de bastidores em que o elenco e o diretor Paul Feig falam sobre as incríveis habilidades vocais da protagonista.

Confira:


Emilia Clarke (‘Game of Thrones‘)  e Henry Golding (‘Podres de Rico‘) estrelam a produção. Emma ThompsonMichelle YeohRebecca RootLydia Leonard e outros completam o elenco.

Kate (Clarke) é uma jovem com uma agitada vida. Ela trabalha como elfo em uma loja temática de natal o ano todo. Quando ela conhece Tom (Golding), o que parecia impossível se torna realidade, conforme o rapaz enxerga através de todas as barreiras que ela construiu… durante uma noite de Natal.

O projeto foi roteirizado por Thompson ao lado de Bryony Kimmings. Além de assinar a trama, a veterana também assume a cadeira de produtora.

O filme estreia nos cinemas nacionais no dia 28 de novembro.

‘Dark’ ou ‘Black Mirror’? Internautas elegem a MELHOR série da Netflix!

O agregador de reviews Rotten Tomatoes promoveu recentemente uma competição entre as séries originais da Netflix para eleger qual é a melhor – de acordo com o público.

Trazendo produções bastante populares para a disputa, a última rodada ficou entre a antologia Black Mirror, que está em sua 5ª temporada, e a série germânica sci-fi Dark, cujo último ciclo chega em breve à plataforma.

O resultado foi surpreendente: Dark bateu o show criado por Charlie Brooker e foi coroado como o melhor do serviço de streaming. Mais do que isso: com mais de 111 mil votos, a obra foi escolhida por 80% dos usuários.

Confira:

A terceira temporada de Dark tem estreia programada para o dia 27 de junho de 2020.

‘Moonbase 8’: Série de comédia espacial com John C. Reilly ganha banner OFICIAL; Confira!

Showtime divulgou o banner oficial de Moonbase 8, série de comédia espacial estrelada por John C. Reilly e desenvolvida pela A24.

Confira, junto ao primeiro teaser:

Situada no deserto isolado de Winslow, Arizona – mais precisamente na Base Lunar Simuladora da Nasa, ‘Moonbase 8‘ segue os ansiosos astronautas Skip, Rook e seu líder Cap, enquanto eles tentam se qualificar para sua primeira missão lunar. À medida em que trabalham vigorosamente para completar o treinamento, uma série de circunstâncias inesperadas os obrigará a questionar sua própria sanidade mental, confiar uns nos outros e avaliar se de fato eles foram genuinamente feitos para viagens espaciais ou não.

Moonbase 8‘ ainda é estrelada por Fred Armisen e Tim Heidecker, que ao lado de Riley, são os responsáveis pela criação, roteiro e produção executiva da série.

A série ainda conta com Dave Kneebone, Eric Wareheim, Ravi Nandan e Inman Young, da A24, como produtores executivos.

Moonbase 8‘ ainda não tem data de estreia.

‘Riverdale’: Veronica é destaque da nova prévia do episódio 05×04; Confira!

The CW divulgou recentemente uma nova prévia de “Purgatorio”, quarto episódio da 5ª temporada de Riverdale.

O capítulo vai ao ar no dia 10 de fevereiro.

Confira:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘Piratas do Caribe: O Baú da Morte’ completa 15 ANOS; Veja curiosidades sobre o longa!

O sucesso de Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra’ foi inegável – e explica o motivo da saga marítima estrelada por Johnny Depp ter ganhado inúmeras outras entradas, incluindo a subestimada sequência Piratas do Caribe: O Baú da Morte’.

Trazendo Gore Verbinski de volta à cadeira de direção, a história se inicia no casamento de Will Turner (Orlando Bloom) e Elizabeth Swann (Keira Knightley), que é interrompido pelo impiedoso Lorde Cutler Beckett (Tom Hollander). Beckett deseja adquirir uma importante bússola que está sob os cuidados do Capitão Jack Sparrow (Depp) para encontrar o Baú da Morte, lendário receptáculo que contém o coração de uma das criaturas mais temidas dos sete mares: Davy Jones (Bill Nighy).

Apesar da recepção mista por parte da crítica, o longa quebrou inúmeros recordes de bilheteria ao redor à época do lançamento, tornando-se até mesmo a produção mais rápida a cruzar a marca de US$1 bilhão (63 dias) até ser superado por ‘Toy Story 3’ em 2010. Além disso, ‘O Baú da Morte’ conquistou quatro indicações ao Oscar, vencendo na categoria de Melhores Efeitos Visuais.

Para celebrar o aniversário de quinze anos do filme, o CinePOP separou uma breve lista com curiosidades de bastidores, que você confere abaixo:

JACK, O IMPROVISADOR

Perto das duas horas de filme, na cena em que Jack Sparrow chama Davy Jones de “cara de peixe” canta a canção “I got a jar of dirt”, não estava no roteiro original. A sequência foi improvisada por Depp e boa parte das reações do elenco foi real.

ANIMAÇÃO COMPLICADA

O monstruoso Kraken foi uma das partes mais difíceis de serem animadas e não tinha quaisquer referências com o mundo real. Entretanto, o diretor de animação Hal T. Hickel instruiu a equipe a assistir a ‘King Kong vs. Godzilla’, de 1963, para se inspirarem no polvo real que se arrastava pelas miniaturas e conseguir arquitetar a criatura.

TIA DALMA

Verbinski inicialmente não gostou da ideia de elencar Naomie Harris para o papel de Tia Dalma, dizendo que ela muito jovem para o papel. A diretora de elenco, Denise Chamian, insistiu que ele lhe desse uma chance. Por fim, a mãe de Harris foi com ela nas audições e o restante é história.

FILMAGENS PROBLEMÁTICAS

As filmagens em Dominica, país caribenho, se mostraram bastante problemáticas. O governo estava totalmente despreparado para a escala de uma produção hollywoodiana, além do fato de que a equipe ocupava 90% das estradas na ilha. O tempo também não ajudou, variando entre tempestades torrenciais e temperaturas elevadíssimas.

KRAY-KEN

Nos comentários do DVD, é dito que a cena em que várias pessoas discutem sobre como pronunciar Kraken foi acrescentada em virtude de um erro do ator Kevin McNally, que deu vida a Joshamee Gibbs. A palavra é pronunciada como kray-ken, mas quando McNally o falou pela primeira vez, pronunciou crack-en. A sequência foi deixada no filme para mostrar a pronúncia correta.

HIERARQUIA MUTANTE

A hierarquia a bordo dos marujos do Holandês Voador é marcada pelo nível de mutação que carregam: os novatos têm baixo nível de infecções e ressoam à rosácea; os veteranos, por sua vez, tem atributos completos de criaturas marinhas.

LENDAS E LENDAS

Em entrevista ao CGSociety, os diretor de efeitos visuais Aaron McBride revelou que, quando lhe foi dado o trabalho de construir ilustrações fotorrealistas de Davy Jones, houve rumores de que o lendário Christopher Walken daria vida ao antagonista.

REAÇÃO ESPONTÂNEA

Por volta das duas horas e dez minutos, Elizabeth Swann beija Jack Sparrow para prendê-lo ao mastro do navio e fugir com Will Turner. A sequência foi deixada de fora do roteiro de Bloom para arrancar do ator uma reação melhor e mais espontânea. A cena, inclusive, foi sugerida pela própria Knightley.

Artigo | 16 anos depois, ‘Orgulho e Preconceito’ continua como uma das melhores adaptações de Jane Austen

Jane Austen é uma das autoras inglesas mais lembradas de todos os tempos. Seus romances tragicômicos perpassam com grande destreza por diversos temas sociais que, à prima vista, podem parecer superficiais, mas na verdade carregam consigo uma profundidade imprevisível e que dialoga tanto com a época na qual foram escritos e possuem a atemporalidade de estenderem suas críticas e metáforas para os dias de hoje. Logo, não é nenhuma surpresa que livros como Razão e Sensibilidade’ e Persuasão’ ganhem releituras para o cinema e finquem a importância da novelista no escopo literário mundial.

É claro que a popularização de sua obra-prima, Orgulho e Preconceito, chamou a atenção de diversos cineastas e, desde a década de 1940, o romance centrado em dois personagens de classes sociais diferentes e que negam qualquer sentimento próspero entre eles sofreu investidas cada vez mais endossadas para diversos meios de entretenimento. Entretanto, é a versão mais recente que faz jus ao legado de Austen, na incrédula estreia diretorial do que viria a ser um dos nomes mais conhecidos da indústria cinematográfica: Joe Wright. Através de uma habilidade muito fluida tanto com a narrativa quanto as técnicas fílmicas, o emergente cineasta conseguiu resgatar todo o escopo do material original ao mesmo tempo em que forneceu uma perspectiva única para a história de Elizabeth Bennet e o Sr. Darcy.

ULTIMATE AUSTEN

Adaptar uma obra literária nunca é um trabalho fácil, principalmente quando ela pertence a um legado tão marcante quanto a de Austen. Porém, mesmo com todo o peso que recaiu sobre Wright, o longa-metragem é sem sombra de dúvida a melhor rendição do universo inglês burguês da autora, justamente por se preocupar em absorver a sensibilidade crítica, mesclando de forma equilibrada a comédia, a tragédia e os costumes de uma sociedade pautada na regência patriarcal e no conservadorismo.

Logo de cara percebemos que Orgulho e Preconceito será um filme sensorial. Se nas páginas do livro a saturação descritiva é a sua principal característica, toda a subjetividade fornecida pela protagonista é traduzida em seu modo de olhar o mundo em que está inserida e como sua “disfuncional” família, por assim dizer, funciona como um cosmos à parte da sociedade urbana. Não é à toa que o cineasta demonstra essa contradição primeiro pelo manejo da câmera e segundo pelas escolhas visuais que compõe a caracterização dos personagens. O primeiro plano-sequência da obra preza pela fluidez onírica que acompanha os sonhos de uma jovem mulher chamada Elizabeth (Keira Knightley), a qual praticamente dança em seu caminho para casa à medida em que uma luz dourada a guia numa trajetória quase infinita. A ambientação já imponente torna-se ainda mais inalcançável e majestosa pela construção cênica que consegue ao mesmo nome entrar em contradição com a decadente posição social da família em questão, os Bennet, ao mesmo tempo em que fornece uma base para os futuros conflitos a serem desenrolados.

A apresentação dos outros personagens é feita de forma quase teatral e, como sempre, a partir da visão de Lizzie: ela observa seus pais tendo uma conversa um tanto quanto supérflua acerca dos benefícios e da necessidade do casamento para suas filhas, as quais devem ser desposadas antes que tornem-se velhas demais, por uma janela quadrada. Essa escolha a coloca não como protagonista da própria história, mas sim como uma mera espectadora que não tem controle sobre o destino e mesmo assim aceita todas as condições sob as que vive. Também não é por qualquer razão que a iluminação difusa permite-lhe se juntar à casa em que cresceu e que sempre serviu como uma bolha para o mundo lá fora até ser conquistada por um cavalheiro e ser entregue das mãos protetoras da mãe para seu marido.

Olhando por cima, a trama principal parece resgatar os ideais impossíveis dos romances românticos do século XIX, os quais basicamente eram pautados na superficialidade. Entretanto, não é até o final do primeiro ato que percebemos o jogo narrativo nos levando a um caminho completamente diferente do que esperávamos: primeiro, precisamos entender que a família principal é dotada de diversas figuras caricatas ou arquetípicas, dialogando com os inúmeros tipos sociais das peças de costumes que se tornaram populares com a virada para o século XX, funcionando inclusive como uma premeditação para o futuro da comunidade britânica. Se Lizzie representa toda a ideologia libertária, rebelde e irrefreável, suas irmãs Liddy (Jena Malone) e Kitty (Carey Mulligan) entram como a válvula de escape cômica, lutando para conseguirem um rico e benéfico marido que suprirá todas as suas necessidades.

A química entre as personagens coadjuvantes é adorável e odiável ao mesmo tempo, não de forma acidental, mas sim proposital. Elas carregam maneirismos quase insuportáveis em cena, os quais são reflexo da constante influência causada pela mãe, a Sra. Bennet (Brenda Blethyn), uma mulher que pode ser tudo, menos ingênua. Seus discursos acerca da importância da instituição matrimonial são esparsos por uma razão bem clara: criticar a supervalorização de uma vertente decadente e que só era reafirmada com uma força irrefreável para resgatar o brilho perdido da Igreja, ofuscada pelas crescentes investidas econômicas mercantis, e de valores cíclicos e que, eventualmente, se perderiam com a fragmentação do próprio ser humano. As análises que Austen promove em seu livro são, ao mesmo tempo, sutis e perceptíveis, ainda que passíveis de serem ignoradas.

Por incrível que pareça, uma das figuras mais desconstruídas dentro do longa é a do Sr. Bennet. Donald Sutherland encarna o patriarca de modo incrivelmente bem delineado: suas feições austeras na verdade são apenas uma máscara para um terno coração que definitivamente não liga para títulos sociais, mas preza pela real felicidade de suas filhas, muitas vezes abusando de sua condição como provedor daquele núcleo familiar para entrar em conflito com a mentalidade unilateral de sua esposa. E, ao mesmo tempo, esse casal torna-se mais complexo por entrarem em discordância e ainda sim de amarem incondicionalmente, ainda que esse amor tenha sido construído ao longo do tempo.

O pano de fundo é de imprescindível importância para a moção dos personagens principais, isso não se pode negar. Mas a cena é roubada tanto pela doçura de dois gumes de Knightley quanto pela chegada do amargurado e charmoso Sr. Darcy (Matthew Macfayden). Para aqueles que não conhecem a história de Orgulho e Preconceito, Lizzy e Darcy são um dos casais mais famosos justamente por não serem convencionais. O primeiro encontro entre duas personalidades tão distintas e contraditoriamente tão semelhantes ocorre durante um baile para a chegada da “realeza britânica” ao pequeno condado de Hertfordshire, incluindo o personagem em questão e seu melhor amigo, o animado e levemente confuso Sr. Bingley (Simon Woods).

Pense em todos os momentos do cinema, da televisão e da literatura em que um garoto e uma garota se apaixonavam logo que se encontravam e enterre tudo isso o mais fundo possível: o filme não é um conto de fadas, e sim um retrato real de uma burguesia decadente e que se fincava em relações amorosas lucrativas para reafirmar seu poder. Entretanto, estamos lidando com Darcy, um homem tão blasé quanto suas expressões acerca das mulheres que o cortejam, e Lizzy, que não se importa realmente com mais ninguém além dela mesma e de sua família e que utiliza de suas falas afiadas como forma de proteção e quebra de paradigmas.

Entretanto, essa nobre renegação entre os dois é o ponto de partida para o crescimento gradativo e inesperado de um romance. Eles escondem e utilizam de xingamentos dolorosos um para com o outro para afastarem-se e impedirem que uma “tragédia” aconteça. O orgulho que sentem é maior do que a relação que poderiam firmar pouco tempo depois de se conhecerem, enquanto o preconceito externo é lembrete constante para a diferença de classes sociais entre os dois: todo esse escopo, eventualmente, é o que explica o jogo de palavras que forma o título da obra, muito mais profundo do que parece.

Austen cria em seu livro um discurso indireto para a liberdade de expressão, colocando de forma satírica todos os seus pensamentos na figura de Lizzy. Para a época, esse afronte impertinente era visto com maus olhos principalmente pelas gerações anteriores, e Wright resgata isso com a construção de uma das melhores cenas do longa. Em determinado momento, a protagonista viaja com sua melhor amiga, Charlotte (Claudie Blakley) e seu esposo, Mr. Collins (Tom Hollander) para o palácio de Lady Catherine de Bourg, interpretada pela sempre incrível Judi Dench. Lady Catherine talvez seja a encarnação de todos os valores reacionários e conservadores que permeiam a cultura britânica desde os tempos medievais, utilizando de sua posição e da ideia de que as mulheres devem ser prendadas para servirem à “inegável superioridade” dos homens. Não é nenhuma surpresa que, durante um jantar-interrogatório, a protagonista utilize de seu pensamento conciso para rebater todas as insossas perguntas da nobre. Essa sequência não se mantém apenas em primeiro plano, mas estende-se para o futuro embate entre progresso e tradicionalismo.

A LUZ DOS OLHOS TEUS

Wright não apenas consegue transpassar toda o magnífico épico de Austen em diálogos muito bem pensados e estruturados, mas também cria uma concepção estética emocionante e envolvente, conseguindo envolver toda a magia das terras britânicas com uma visceralidade catártica.

Todo o niilismo da fotografia arquitetada por Roman Osin bate de frente com personagens movidos por valores milenares. A mudança das escolhas de iluminação é clara à medida em que a independência de Darcy e Lizzy dá lugar a uma angústia interior, representada pela transição gradativa das cores vivas, douradas e quentes para uma paleta mais pastel e suave, marcada pela escolha mórbida e quase monocromática do preto, do marrom e do verde, pincelados com alguns momentos de ternura com o vermelho e o laranja, principalmente em cenários mais fechados. E não é surpresa que o uso de tons mais esverdeados, normalmente conversando com a ideia de segurança, esteja presente nos momentos de maior tensão.

É engraçado colocarmos duas sequências muito bem construídas e analisarmos como elas representam causa e consequência para a vida dos personagens. Ao final do primeiro encontro entre o futuro casal, Lizzy mostra que não está interessada no rancoroso homem e se vira para ir embora, atravessando um gigantesco corredor. Sua expressão de contentamento, reafirmada pela luz dura, logo dá margem para feições de dúvida e leve arrependimento, marcados pelo escurecimento da fotografia que se mantém até a próxima vez que os dois se encontram. Com o final do segundo ato, os dois se reencontram em um gazebo logo depois que ela descobre um segredo terrível de Darcy. Após se confrontarem, temos praticamente o mesmo jogo de luzes, mas agora com o charmoso nobre, que não pode mais esconder seus sentimentos e não consegue mais manter-se indiferente quanto à jovem.

Cada uma das composições funciona como uma pintura. Resgatando elementos do barroco e do renascimento, criando assim uma amálgama atemporal para o filme, as sequências que premeditam um possível choque dialógico, por exemplo, que ocorre entre Lizzy e a prima do Sr. Bingley, a sedutora e venenosa Caroline (Kelly Reilly), a qual se importa mais com as aparências que os reais sentimentos. Em determinado momento, temos a clara distinção de classes entre a humildade mascaradas dos Bennet, cuja esperança de transcenderem para uma classe social mais abastada é transparecida pela escolha kitsch de suas vestimentas chamativas, e o hedonismo supérfluo dos Bingley, ressaltada pela sutileza e simetria de seus trajes (vide acima).

Como já é de se esperar, o final da narrativa nos fornece uma perspectiva otimista em relação ao “amor verdadeiro”. Ainda que se afaste dos convencionalismos de tramas similares, o reencontro dos protagonistas segue um padrão conhecido, acompanhado principalmente por uma fotografia que não chega a ser redundante, mas desenrola de modo dançante em tela: Lizzy está em seu momento reflexivo acerca do recente pedido de casamento feito por Bingley à sua irmã mais velha, Jane (Rosamund Pike) e ao descobrir o arco de redenção no qual Darcy se lançou. Logo depois, o homem aparece andando de forma objetiva através das campinas para finalmente falar com sua amada e firmar algo que sempre desejaram – e, assim que o duo deixa claro quais as intenções um para com o outro, a luz difusa do sol desponta no horizonte e os envolve mais uma vez na atmosfera onírica do primeiro ato.

O bucolismo próprio do cenário inglês também é de grande ajuda para a experiência sensorial. Todas essas sensações são também buscadas através pela trilha sonora pautada basicamente no piano clássico e delineada pela habilidade de Dario Marianelli, o qual se entrega para o drama histórico e permite ousar de forma a atingir todo o potencial que explora.

MRS. DARCY

A história pode ser repetitiva, mas Orgulho e Preconceito deixa que seus pouco mais de 120 minutos passem em um piscar de olhos. Não apenas pela envolvente atmosfera, mas também pela incrível química que Knightley e Macfayden trazem em seus personagens, utilizando-se de monólogos extensos e crus para permitir que a conexão entre as figuras que encarnam seja tão forte quanto aquela com o público, que não pode deixar de se emocionar com cada uma das viradas dentro do roteiro.

Além disso, o romance não ortodoxo preza por inúmeras críticas sociais que perpassam por instituições inquebráveis, como o matrimônio e as classes sociais, bem como a sutileza da diferença de estilos de época e a impossibilidade de duas pessoas com abismos econômicos tão grandes poderem ficarem juntas. Não apenas a obra literária como também o filme de Wright permitem que essas ironias mostrem uma permanência do orgulho e do preconceito que sempre serão inerentes à personalidade do ser humano.

Crítica | ‘Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore’ tem falhas, mas coloca a franquia de volta nos eixos

Quando ‘Harry Potter‘ foi lançado pelas mãos de J.K. Rowling tornou-se um fenômeno mundial – e a consecutiva produção dos filmes apenas consagrou essa saga fantástica como uma das maiores de todos os tempos, construindo um universo que seria emulado por diversos artistas e criadores. Qual foi nossa angústia com o anúncio do último longa-metragem, ‘As Relíquias da Morte – Parte 2‘. Mas o panteão mágico não ficou adormecido por muito tempo e, alguns anos depois, os fãs seriam convidados a revisitá-lo com ‘Animais Fantásticos’.

É certo dizer que essa nova franquia passou por poucas e boas, desde os comentários transfóbicos de Rowling à demissão de Johnny Depp e às polêmicas envolvendo Ezra Miller, prenunciando, talvez, seu fim precoce. Entretanto, ao longo do caminho e com um tempo maior de gestação, nasceu ‘Os Segredos de Dumbledore‘, terceira entrada que expandiria ainda mais a exuberante mitologia outrora nos apresentada. É claro que o gostinho agridoce do capítulo anterior, ‘Os Crimes de Grindelwald‘, deixou o público com um pé atrás – porém, podem ficar tranquilos: além de responder a algumas perguntas que já pululavam nas nossas cabeças, o filme é um grande avanço em relação ao predecessor e, mesmo tropeçando em convencionalismos estéticos e narrativos, configura-se como uma diversão do começo ao fim.

O enredo já começa com uma ótima sequência em que Alvo Dumbledore (Jude Law) se encontra com Gellert Grindelwald (vivido pelo sempre incrível Mads Mikkelsen) em um restaurante trouxa, finalmente falando sobre os sentimentos que sentem um pelo o outro e analisando de forma quase poética como um romance proibido se transformou em uma batalha entre o bem e o mal. Em contraposição à inesperada reunião entre os personagens, somos transportados ao momento  em que Newt Scamander (Eddie Redmayne) viaja a uma densa floresta para presenciar o nascimento de uma belíssima e adorável criatura conhecida como qilin, cuja bondade e pureza prenuncia a ascensão de um grande líder. Não é surpresa, pois, que as forças das trevas enviadas por Grindelwald queiram usurpá-lo para benefício próprio.

Se ‘Crimes de Grindelwald‘ pecou pelo excesso de cenas descartáveis, as duas supracitadas ditam o tom da produção e são retomadas constantemente por mais de duas horas de tela. E essa maior coesão estrutural é cortesia de Steve Kloves, que retorna ao cargo de roteirista ao lado de Rowling e cerceia as pontas soltas para que cada ação tenha sua respectiva reação – mesmo não conseguindo o pretendido em algumas partes. A ideia aqui é, de certa forma, reiniciar o universo com protagonistas e coadjuvantes mais bem desenvolvidos e que contribuíam à história cada qual à sua maneira.

Jacob (Dan Fogler) volta como o escape cômico, mas infundido em um arco dramático que envolve tanto suas experiências com os bruxos e com a guerra contra os humanos, quanto seu relacionamento brutalmente interrompido com Queenie (Alison Sudol); Bunty (Victoria Yeates) ganha os holofotes com sua personalidade racional e despretensiosa; e Jessica Williams, Richard Coyle e Callum Turner fazem sua grande estreia e conquistam a audiência logo no primeiro momento em que aparecem.

E é óbvio que não posso deixar de falar da presença da nossa querida Maria Fernanda Cândido como a poderosa Vicência Santos, uma das bruxas mais poderosas do planeta que concorre pelo posto de presidente do mundo mágico – vendo seus planos indo por água abaixo quando o povo começa a apoiar a ideologia segregacionista e bélica de Grindelwald. Apesar de não ter muitas falas, Cândido porta-se com uma elegância e uma pose que dispensam diálogos e que se firmam em seus olhares e expressões.

O principal problema do longa-metragem é se render ao frenesi imagético, isso é, arquitetar uma sucessão de investidas que não dialogam entre si e que se firmam como pequenos fragmentos dispensáveis – e pior: sem explicações sólidas o suficiente para convencer os fãs. David Yates, que novamente encabeça o projeto, imprime os maneirismos cansativos dos títulos anteriores, e, auxiliando na montagem, corta a atmosfera com centelhas de ressignificacões que não fazem muito sentido. O escopo artístico é esplêndido e recheado de confrontos que poderiam ser mais épicos, caso houvesse cautela técnica ou até mesmo uma percepção intuitiva do que funciona ou não.

O grande foco de nossa atenção é Mads Mikkelsen, que, como já mencionado, substituiu Depp no papel antagonista. Enquanto este ganhava fama pelas caricaturas trazidas a seus papéis, aquele faz jus à máxima “os menores frascos contêm os melhores perfumes”: Mikkelsen se exila em uma unidimensionalidade expressiva que demonstra exatamente o que deseja, cultivando o medo e a aceitação da comunidade bruxa por sua persona e pelas ideias que defende – dialogando com eventos da realidade em alguns aspectos. Entretanto, à medida que nos aproximamos da conclusão, o roteiro desanda em apressar as conclusões e se esquecer da premissa adotada no começo.

Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore‘ não está livre de falhas e resgata erros do passado; todavia, é notável como a franquia, pouco a pouco, volta aos trilhos – e, mesmo que não traga muitas coisas novas aos fãs do universo mágico, entrega-se a um escapismo cinematográfico e a uma boa aventura.

‘Ghosts’: Atriz de ‘Gilmore Girls’ entra para o elenco da 2ª temporada

Segundo o TVLineRose Abdoo, conhecida por seu papel na adorada série ‘Gilmore Girls’, foi escalada para a 2ª temporada de Ghosts.

No Instagram, Abdoo, que dará vida a uma personagem não revelada, celebrou as boas novas e escreveu: “duas Rosas! Eu fui até Montreal, Quebec, para trabalhar em Ghosts apenas para descobrir que a linda e talentosa Rose [McIver] e eu somos vizinhas em Los Angeles e tivemos as mesmas aulas de zumba! Tive os melhores momentos com esse incrível elenco e mal posso esperar para ver a nova temporada”.

Confira:

O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 29 de setembro.

Confira o teaser trailer:

Criada por Joe Port e Joe Wiseman, a série é baseada na comédia homônima lançada originalmente no Reino Unido.

A trama segue um casal, Samantha (McIver) e Ryan, cujos sonhos se tornam reais quando eles herdam uma linda casa no campo, apenas para descobrirem que o lugar está caindo aos pedaços e é habitado pelos vários residentes que morreram anteriormente.

O elenco ainda conta com Brandon Scott Jones (‘The Good Place’), Richie Moriarty (‘What We Do in the Shadows’), Asher Grodman (‘Chicago Med’), Rebecca Wisocky (‘Devious Maids’), Sheila Carrasco (‘Jane the Virgin’), Danielle Pinnock (‘Young Sheldon’) e Román Zaragoza (‘Austin & Ally’).

‘Super Mario Bros – O Filme’ ganha novo cartaz INCRÍVEL; Confira!

A Illumination Entertainment e a Nintendo divulgaram um novo cartaz oficial da aguardada adaptação Super Mario Bros – O Filme’, que chega aos cinemas no dia 30 de março de 2023.

Confira:

Relembre o trailer:

John Leguizamo, ator do primeiro filme live-action de ‘Super Mario Bros.‘ não gostou do elenco do novo filme animado, já que, segundo ele, há uma grande falta de inclusão no longa.

Em uma entrevista recente ao IndieWire, Leguizamo disse existiu muita luta para que ele pudesse protagonizar o primeiro filme, mesmo sendo latino ou negro. Ele chegou a dizer até que a produção representa um retrocesso, justamente por causa da falta de inclusão de maneira geral.

“Muita gente adora o original. Eu participei da Comic-Con em Nova York e em Baltimore, e todo mundo diz: ‘Não, não, nós amamos o antigo, o original’. Eles não estão sentindo a chegada novo. Não estou amargurado. É lamentável”, falou revoltado.

E completou: “Os diretores Annabel Jankel e Rocky Morton lutaram muito para que eu fosse o protagonista, porque eu era um homem latino, e eles (o estúdio) não queriam que eu fosse o protagonista. Eles lutaram muito, e foi um grande avanço, para eles retrocederem agora, e não trazerem inclusão”.

O filme é dirigido por Aaron Horvath e Michael Jelenic.

A animação conta com Chris Pratt como Mario, Anya Taylor-Joy como a Princesa Peach, Charlie Day como Luigi, Seth Rogen como Donkey Kong, Jack Black como Bowser e Keegan-Michael Key como Toad. Fred Armisen, Kevin Michael Richardson, Sebastian Maniscalco e Charles Martinet, voz original de Mario, Luigi, Wario e Waluigi, completam o elenco.

‘Class Act’: Minissérie biográfica sobre Bernard Tapie ganha trailer e data de estreia; Confira!

Netflix divulgou recentemente o trailer oficial de ‘Class Act’, cinebiografia sobre o controverso magnata e político francês Bernard Tapie.

A minissérie chega à plataforma de streaming no dia 13 de setembro.

Confira:

A série é dirigida por Tristan Séguéia, que também assina o roteiro ao lado de Olivier Demangel.

Um homem implacavelmente ambicioso da classe trabalhadora se torna uma das figuras públicas mais controversas da França.

Laurent Lafitte, Joséphine Japy e Fabrice Luchini estrelam. Patrick d’AssumçaoSarah SucoAntoine ReinartzOphélia KolbHakim Jemili e outros completam o elenco.

Noa é destaque na imagem INÉDITA de ‘Planeta dos Macacos: O Reino’; Confira!

Empire Magazine divulgou com exclusividade uma imagem inédita de Planeta dos Macacos: O Reino’, dando destaque ao protagonista Noa (Owen Teague).

Confira:

Lembrando que o longa dirigido por Wes Ball não é uma continuação direta de Planeta dos Macacos: Guerra’, mas sim o primeiro capítulo de uma nova trilogia, situada cerca de 300 anos após o último filme.

Em vez de seguir imediatamente após a morte de César, no final de ‘Planeta dos Macacos – A Guerra‘, Kingdom está dando um grande salto em frente. O filme é ambientado cerca de 300 anos depois que César entregou seu povo à terra prometida – e com o passar de todos esses anos, suas lendárias qualidades de liderança se perderam em grande parte no tempo. Ainda assim, é o legado de César – e o significado de “macacos juntos e fortes” – que irá impulsionar Noa, o novo jovem herói macaco do Reino.

Em conversa com a Empire, Teague, Durand e Ball compartilharam suas perspectivas sobre o novo filme e a relevância de César (protagonista da trilogia original) nesse contexto.

Noa não faz ideia de quem é esse [Cesar]”, afirma o ator Owen Teague. “Parte de sua jornada é a descoberta desse legado e suas várias interpretações. Noa tem que dar sentido a tudo isso.”

Na trilogia original, César (interpretado por Andy Serkis) liderou os macacos em meio aos conflitos com os humanos. Com o passar dos anos, sua figura passou a ser vista como uma espécie de messias.

“César é quase uma figura religiosa, e Proximus assumiu o nome César porque era a posição mais alta na sociedade dos macacos”, explica o astro Kevin Durand. “Foi uma autoproclamação alcançada por todos os meios necessários para garantir que os macacos continuassem a evoluir. Então você está vendo a influência e a evolução do que César deixou. E, como em cada pedaço da história humana, sempre há algum tipo de tirano que aparece e assusta todos, fazendo-os acreditar neles.”

O novo filme tem uma ambição ousada, sendo planejado como o primeiro de uma trilogia.

“Desde o início, pensamos nisso como uma trilogia”, revela Ball. “Tínhamos essas ideias grandiosas de onde poderia eventualmente chegar e como poderia se encaixar no legado desses filmes. Então, certamente estou discutindo com [o estúdio] agora sobre a próxima história.”

“Aqueles últimos três filmes trataram do fim de algo. Eles trataram do fim dessa história de Moisés. Eles trataram do fim da humanidade”, explica. “E pensamos, ‘Das cinzas desses filmes anteriores, vamos cultivar uma nova árvore para escalar’. Este filme é muito sobre o começo de algo”, conclui ele.

O filme chega aos cinemas nacionais dia 23 de Maio de 2024.

Confira o trailer!

O elenco conta com William H. MacyOwen Teague, Dichen Lachman, Freya Allen, Eka DarvillePeter MaconTravis JefferyNeil SandilandsSara WisemanRas-Samuel Welda-abzgiLydia Peckham.

Além de dirigir, Ball assina o roteiro em conjunto com Josh Friedman (‘Expresso do Amanhã’).

Netflix divulga mais um clipe INÉDITO da animação ‘Ultraman: A Ascensão’; Confira!

Com estreia marcada para 14 de junho na Netflix, a animação Ultraman: A Ascensão’ ganhou um clipe inédito.

Confira, junto ao trailer completo, e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por Shannon Tindle e John Aoshima, conhecidos por seu trabalho em ‘Kubo e as Cordas Mágicas’, o filme é fruto da colaboração entre a Netflix e a Tsuburaya Productions.

Baseado nos personagens de Eiji Tsuburaya, o longa representa um projeto independente, distinto da série animada Ultraman, que conquistou três temporadas no serviço de streaming.

“De volta ao Japão, a estrela do baseball Ken Sato assume o papel de Ultraman para defender o planeta. No entanto, com as reviravoltas do destino, acaba tomando conta de um Kaiju bebê, filho de seu maior inimigo.”

Reputation | Ranqueamos as MELHORES músicas do 6º álbum de Taylor Swift

Em 10 de novembro de 2017Taylor Swift fazia seu aguardado comeback para o mundo da música, três anos depois de ter feito história com o lançamento de ‘1989’.

Criando uma resposta ao escrutínio da mídia em relação à sua vida particular e à sua imagem pública, Swift deu vida a Reputation – um compilado de originais que fez um enorme sucesso de vendas e que se tornou um dos favoritos dos fãs. Afastando-se das costumeiras baladas românticas e das faixas de bubblegum pop exploradas no disco anterior, a cantora e compositora resolveu construir uma narrativa em que o eu-lírico se lançava a uma empreitada para se “vingar” daqueles que lhe fizeram mal – e encontrar paz e conforto em um romance.

Apesar de ter vendido mais de duas milhões de cópias ao redor do mundo em apenas uma semana, a crítica teve recepção mista por parte da produção e da lírica empregada por Swift – principalmente pela sonoridade se afastar drasticamente do que ela havia nos entregue até então. De qualquer forma, o disco conquistou uma indicação ao Grammy de Melhor Álbum Pop Vocal.

Para celebrar seu sétimo aniversário, preparamos uma breve lista elencando as cinco melhores músicas do compilado.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

5. “DRESS”

A semi-balada “Dress” também foi ofuscadas por singles mais impactantes da sexta produção de estúdio. Entretanto, os vocais sensuais e a lírica contemplativa de Taylor Swift abriu espaço para que a canção ganhasse uma legião de fãs e continuasse a ser ouvida mesmo depois de ter passado batido dos charts mundiais.

4. “LOOK WHAT YOU MADE ME DO”

“Look What You Made Me Do” abriu com êxito a era mais insana de Swift, Reputation. A mudança de ares e a atmosfera dark exalada pelos pesados versos misturo dance-pop e electroclash – e teve recepção polarizada por não ser nem um pouco parecida com qualquer coisa que a artista havia nos entregado até então. De qualquer forma, a canção se tornou o quinto #1 de Taylor nos charts da Billboard.

3. “GETAWAY CAR”

“Getaway Car” foi desperdiçado como um ótimo single em potencial para o álbum. Enquanto outras faixas pecaram em uma produção exageradamente maximalista, esta aqui conseguiu construir uma ótima semi-balada em synth-pop que fez ótimo uso de sintetizadores, distorções vocais e uma bateria elétrica potente – arquitetando uma pequena gema dentro do disco. Além disso, Swift assina uma radiante letra que presta homenagens a clássicos como ‘Bonnie e Clyde’ em um enredo envolvendo um relacionamento que nunca deveria ter dado certo.

2. “DON’T BLAME ME”

Taylor Swift nos deu vida com as inflexões do dub de “Don’t Blame Me”, uma das faixas mais coesas de Reputation. Misturando elementos do gospel e do synth-pop, a canção merecia ter ganhado mais atenção da mídia, mas ao menos caiu no gosto popular. Os versos tratam do amor como se fosse uma droga viciante e perigosa, ainda que necessária.

1. “DELICATE”

“Delicate” é a melhor música do sexto álbum de Swift, principalmente por resgatar um estilo musical do final do século passado e por retomar parceria com Martin e Shellback. O electropop, infundido com distorções vocais arrepiantes e envolventes, serviu como base para uma narrativa que voltava a demonstrar a vulnerabilidade de sua performer principal, ainda que contrastante com a produção restante do CD.

Jason Momoa revela que já concluiu suas gravações em ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’

Através das redes sociais, o astro Jason Momoa (‘Aquaman’) revelou que já terminou suas gravações no ambicioso longa-metragem ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’, que integra o DCU de James GunnPeter Safran’.

As boas novas foram reveladas na conta do Instagram oficial do astro, neste último sábado (12).

Veja:

O filme fica a encargo de Craig Gillespie, conhecido por seu trabalho em Cruella eEu, Tonya.

Gillespie é reconhecido por sua habilidade em trazer à vida histórias cativantes, tendo dirigido também outros filmes comoDinheiro Fácil’, A Garota Ideal e Arremesso de Ouro.

Escrito por Ana Nogueira, o longa chega aos cinemas em 2026.

Baseado na série de oito edições do escritor Tom King, ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’ será uma aventura de ficção científica que mostrará a prima do Superman de uma maneira que os espectadores não estão acostumados a vê-la. Na trama, Kara Zor-El, acreditando estar sem propósito, é procurada por uma garota alienígena para uma missão de vingança contra os vilões que exterminaram seu planeta. Agora, uma kryptoniana, um cachorro e uma criança com o coração partido partem para o espaço em uma jornada que mudará suas vidas para sempre.

Milly Alcock protagoniza o longa-metragem como a heroína titular. Eve Ridley (Ruthye), Matthias Schoenaerts (Krem), David Krumholtz (Zor-El) e Emily Beecham (Alura In-Ze) também integram o elenco.

Assassino impiedoso deve tomar difícil decisão no trailer de ‘Néro’, novo drama francês da Netflix

Netflix divulgou hoje (9) o trailer oficial de ‘Néro’, sua mais nova série de época francesa.

A produção chega à plataforma de streaming no dia 8 de outubro.

Confira:

A série foi criada por Allan Mauduit, que passou quatro anos desenvolvendo o projeto. Ele também codirige os episódios ao lado de Ludovic Colbeau-Justin.

Jean-Patrick BenesMartin DouaireRaphaëlle RichetNicolas Digard assinam o roteiro.

França, 1504. O impiedoso assassino Néro (Pio Marmaï) reencontra inesperadamente a filha Perla, que foi abandonada ao nascer. Perseguidos por forças sombrias, pai e filha embarcam em uma jornada épica com um grupo de amigos caótico e totalmente disfuncional. Ao longo do caminho, dividido entre a vingança e a redenção, Néro precisa fazer uma escolha difícil: salvar a si mesmo ou, então, salvar a filha e o mundo inteiro.

Olivier GourmetAlice IsaazLouis-Do De LencquesaingCamille Razat coestrelam.

A primeira temporada contará com oito capítulos.

Sam Reid é um ASTRO da música no teaser inédito de ‘O Vampiro Lestat’; Confira!

A AMC divulgou um novo teaser oficial de O Vampiro Lestat – como fica conhecida a terceira temporada da elogiada série Entrevista com o Vampiro.

Baseada nos populares romances de Anne Rice, o terceiro ciclo tem retorno previsto para o verão norte-americano de 2026 (isto é, entre os meses de junho e agosto).

Confira:

A adaptação contemporânea do romance gótico acompanha a história de amor e imortalidade de Louis de Pointe du Lac (Jacob Anderson), Lestat de Lioncourt (Sam Reid) e Claudia (Delainey Hayles), contada ao jornalista Daniel Molloy (Eric Bogosian).

Na terceira temporada, o Vampiro Lestat (Reid) conta sua história de uma forma que só ele sabe fazer — formando uma banda e saindo em turnê. Gabrielle, Nicholas, Magnus, Marius, Aqueles Que Devem Ser Preservados. Eles se juntam a Louis, Armand, Molloy, Sam, Raglan e Fareed em uma peregrinação sensual através do espaço, do tempo e do trauma.

Jennifer Ehle, Christopher Heyerdahl, Damien Atkins, Ella Ballentine, Jeanine Serralles e Assad Zaman também estrelam.

Sheila Atim (‘A Mulher Rei’), Noah Reid (‘Schitt’s Creek’), Ryan Kattner (‘Destroy All Neighbors’), Seamus Patterson (‘O Gabinete de Curiosidades de Guillermo Del Toro’) e Sarah Swire (‘The Boys’) farão parte dos novos episódios.

No Brasil, a série está disponível no Prime Video.

Maria Sten é ‘Neagley’ no cartaz INÉDITO do derivado de ‘Reacher’; Confira!

Prime Video divulgou um cartaz inédito de ‘Neagley’, série derivada de Reacher que é focada na detetive particular Frances Neagley.

Estrelado por Maria Sten, o spin-off chega à plataforma de streaming no dia 16 de setembro – mais de um mês depois do lançamento da 4ª temporada da produção original.

Confira:

Greyston Holt dará vida ao detetive Hudson Riley; Jasper Jones será Keno; Adeline Rudolph interpretará Renee; Matthew Del Negro será Pierce Woodrow; e Damon Herriman será Lawrence Cole.

A sinopse oficial descreve:

Frances Neagley é uma detetive particular em Chicago. Quando ela descobre que um amigo querido do seu passado foi morto em um acidente suspeito, ela se dedica totalmente à busca por justiça. Usando tudo o que aprendeu com Jack Reacher e seu tempo como membro dos 110 Investigadores Especiais, Neagley se vê em um caminho perigoso para descobrir um mal ameaçador.

‘O Mandaloriano’: Fã cria belas capas de quadrinhos para os episódios; Confira!

Em seu perfil do Twitter, o escritor John Scalzi (‘A Guerra do Velho‘) compartilhou incríveis de capas de quadrinhos de ‘O Mandaloriano‘, todas feitas por um fã.

Na legenda, Scalzi deixou o link do Instagram do artista e escreveu:

“Olhem essas capas de quadrinhos de ‘O Mandaloriano‘. Um trabalho impressionante.”

Confira:

Além das artes de ‘O Mandaloriano‘, o artista publicou em seu perfil diversas imagens de outras grandes produções, como ‘Coringa’, ‘Blade Runner‘, e outros elementos da saga ‘Star Wars’.

Lembrando que ‘O Mandaloriano’ já está em exibição na Disney+.

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passará no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama vai se passar depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

‘Batman: Morte em Família’: Robin busca vingança contra o Coringa em nova cena da animação interativa

O IGN divulgou um clipe inédito de ‘Batman: Morte em Família‘, a 1ª animação interativa da DC Comics.

O vídeo mostra a recuperação de Jason Todd depois de ser atingido por um explosão causada pelo Coringa. Enquanto se recupera dos ferimentos no conforto da Mansão Wayne, Jason fica ressentido com os perigos aos quais Bruce Wayne o expôs ao adotá-lo em sua família.

Com lançamento em Blu-Ray previsto para 13 de outubro, a nova animação é uma releitura de ‘Batman Contra o Capuz Vermelho‘ (2010), e diferente da animação original, o menino prodígio não é assassinado pelo Coringa.

Confira o clipe:

Determinado a lutar contra o crime em seus termos, Jason segue um caminho alternativo e decide se tornar uma versão distorcida de Hush (em vez do Capuz Vermelho) enquanto zela por Gotham City.

O mais interessante é que a animação permite ao público escolher os rumos da trama enquanto decidem se o Robin vive ou morre, algo parecido coma dinâmica de ‘Black Mirror: Bandersnatch‘.

Assista ao trailer:

Escrito e dirigido por Brandon Vietti, ‘Batman: Morte em Família‘ oferece uma visão inventiva de como os destinos de Batman, Robin e Coringa serão explorados de maneira chocante, à medida que os espectadores controlam a história.

Enquanto ‘Batman Contra o Capuz Vermelho‘ fornece uma base para a trama, a nova animação se divide em direções inéditas e apresenta vários personagens nunca antes vistos no filme original.

‘O Esquadrão Suicida: James Gunn revela porque removeu polêmica tatuagem da Harley Quinn

Desde a divulgação dos primeiros materiais promocionais de ‘O Esquadrão Suicida‘, os fãs mais atentos repararam que a Harley Quinn (Margot Robbie) não tem mais a tatuagem ‘Rotten‘ (Podre) no rosto.

De acordo com o CBM, o diretor James Gunn revelou numa sessão de perguntas e respostas no Instagram que Robbie não gostava dessa tatuagem.

E como o próprio Gunn também não gostava, ele decidiu remover este traço da personagem.

Em resposta a um fã que o questionou sobre o assunto, ele disse:

Margot [Robbie] não gostou [da tatuagem] e descobriu que eu também não gostava, então decidimos apenas removê-la.”

O cineasta também esclareceu que a mudança não será explicada no filme.

Gunn também revelou a outro fã que adoraria dirigir um filme solo da anti-heroína.

Na publicação, o fã perguntou:

“Você já considerou fazer um filme solo da Harley Quinn? Porque ela é durona e daria conta do recado.”

Em reposta, Gunn não escondeu seu entusiasmo com a ideia, respondendo:

“Definitivamente, sim.”

Confira:

Esse entusiasmo com certeza surgiu depois que Gunn viu o potencial da personagem em ‘O Esquadrão Suicida’.

Recentemente, ele concedeu uma entrevista para a Associated Press e provocou os fãs ao falar sobre o que eles podem esperar da personagem no longa e revelou que uma cena protagonizada por ela representa os quatro minutos favoritos da carreira dele.

Margot pode fazer qualquer coisa. Bom, pelo menos pensei que ela poderia fazer qualquer coisa. E então um dia ela teve que cantar e eu disse: ‘Ok, você pode o que quiser, menos uma coisa’. Mas ela é uma ótima atriz. Ela incorpora a personagem de corpo e alma. Ela é capaz de fazer comédia, drama… Seja o que for, e ela é uma atleta nata, ela faz acrobacias de uma forma tão graciosa, magnífica e linda.”

Ele continuou, falando sobre a cena:

“Eu escrevi a maior cena de ação que já fiz e foi tão divertido, desde o trabalho com os dublês até a finalização com a própria Margot. Provavelmente são os quatro minutos de filme favoritos na minha carreira.”

Em seu perfil do Twitter, ele compartilhou a notícia replicada pelo Screen Rant e confirmou sua declaração, dizendo:

“É verdade. Não tive apenas a maior diversão num set, também foi a vez que mais fiquei impressionado com um artista, e é provavelmente a sequência de ação mais legal que já gravei.”

Confira:

Lembrando que o longa recebeu classificação indicativa para maiores de idade (R), em virtude de “violência extrema, cenas sangrentas, linguagem, referências sexuais, uso de drogas e breve nudez gráfica”.

O Esquadrão Suicida‘ chega aos cinemas nacionais em 05 de agosto. 

O Esquadrão Suicida | Os melhores momentos do trailer do filme

“Bem-vindos ao Inferno – também conhecido como Bell Reve, a prisão com o maior índice de mortalidade dos Estados Unidos. Onde os piores super-vilões são mantidos e onde farão qualquer coisa para escapar – até mesmo se juntar ao super-secreto e super-duvidoso grupo Força-Tarefa X. A missão suicida de hoje? Juntar um grupo de golpistas, incluindo Sanguinário, Pacificador, Capitão Bumerangue, Caça-Ratos 2, Savant, Tubarão Rei, Blackguard, Dardo e a psicopata preferida de todos, Arlequina. Então os arme com força e os jogue (literalmente) na remota ilha recheada de inimigos de Corto Maltese”. 

Alguns nomes reprisam seus papéis do filme anterior, como Viola Davis (Amanda Waller), Margot Robbie (Harley Quinn), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Joel Kinnaman (Rick Flag).

Entre os novatos estão Idris Elba, Taika Waititi, Alice Braga e Michael RookerNathan Fillion, Pete Davidson, Flula Borg, Sean Gunn e Mayling Ng.

‘The Boys’: Elenco se prepara para a 3ª temporada nos bastidores da série; Confira as imagens!

Através do twitter, a página oficial da série The Boys‘ divulgou imagens de parte do elenco enquanto aguardam a estreia da 3ª temporada da atração.

A publicação traz Laz Alonso (Leitinho de Mamãe), Erin Moriarty (Luz-Estrela), Karen Fukuhara (Kimiko Miyashiro) e Jack Quaid (Hughie Campbell).

Ambos usam uma espécie de maquiagem abaixo dos olhos em referência à legenda do post, que diz:

“Mantendo os olhos no teaser da 3ª temporada.”

Confira:

Lembrando que os novos episódios da série chegam ao catálogo da Amazon Prime em 03 de junho.

Anteriormente, Antony Starr, o Capitão Pátria, disse ao TVLine que a nova temporada será a melhor da série, além de afirmar que os espectadores irão “surtar” quando assistirem.

“A terceira temporada será uma das melhores temporadas que eu já tive a sorte de participar. Eu me diverti muito na segunda temporada, e achei muito legal eles terem elevado o nível em comparação ao primeiro. E a terceira temporada é uma extensão disso.”

Ele completa, “Essa é a minha temporada favorita por razões que não posso dizer. Estou sempre curioso para ver o que os roteiristas estão preparando para nós, então é uma ótima sensação ver que eu continuo sendo surpreendido pelo roteiro. Tudo o que eu posso dizer é que os fãs irão surtar com a terceira temporada.”

Vale lembrar que o novo ciclo também irá introduzir Laurie Holden (Condessa Carmesim), Sean Patrick Flanery (Supersonic), Nick Wechsler (Blue Hawk) e Miles Gaston Villanueva (Gunpowder).

Confira nossa crítica da 2ª temporada:

Crítica | The Boys – 2ª temporada: Ainda mais sádica, violenta e ofensiva

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

‘Homem-Formiga 3’: Diretor explica porque Kang representa uma ameaça muito maior que Thanos

Thanos (Josh Brolin) foi o grande vilão do MCU, até agora, mas Kang, o Conquistador (Jonathan Majors) promete tomar seu posto como a maior ameaça que os heróis já enfrentaram.

Foi isso que garantiu o diretor Peyton Reed durante sua passagem pela CCXP.

De acordo com o Comic Book, ele disse que:

“Estamos começando a Fase 5 de forma grandiosa. Posso afirmar que esta é a maior aventura que o Homem-Formiga e a Vespa já viveram. Vamos a lugares estranhos e encontramos um antagonista diferente de tudo que eles já enfrentaram, incluindo Thanos.”

Anteriormente, Reed já havia explicado que “o poder de Kang não se resume ao universo que conhecemos, pois abrange todo o Multiverso, e também o passado e o futuro.”

Agora resta saber como Scott Lang (Paul Rudd) e companhia irão lidar com um antagonista tão poderoso, mas não é nenhum segredo que vai permanecer no pé dos heróis por um bom tempo.

Para quem não sabe, as fases 4, 5 e 6 fazem parte do que a Marvel chama de ‘Saga do Multiverso‘, definida para terminar com as duas partes: ‘Vingadores: A Dinastia Kang‘, em 2025, e ‘Vingadores: Guerras Secretas‘, em 2026.

Até, vale lembrar que ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumânia‘ estreia em 17 de fevereiro de 2023 e teve um novo trailer exibido na CCXP.

Assista:

Depois de inúmeras missões dos Vingadores, batalhas devastadoras e trajes fabulosos, Janet Van Dyne está pronta para começar um novo capítulo em sua lendária carreira de super-heroína! Seu passado surge das sombras para arruinar tudo pelo que ela trabalhou. Janet e Nadia se unem contra uma nova organização perigosa com conexões chocantes com suas histórias. À medida que a ameaça se torna mais urgente, Janet e Nadia enfrentarão um teste tão grande que elas podem se tornar a coisa que eles mais temem.

Paul RuddEvangeline LillyJonathan MajorsMichelle PfeifferMichael DouglasKathryn Newton estrelam.

Dona Lurdes, personagem de Regina Casé em ‘Amor de Mãe’, vai ganhar filme

De acordo com o Na Telinha, a personagem Dona Lurdes, vivida por Regina Casé em ‘Amor de Mãe’, vai ganhar um filme inspirado no livro ‘Diário de Dona Lurdes’, lançado em maio deste ano pela autora da novela, Manuela Dias.

O roteiro será escrito por Claudio Torres Gonzaga, que traz em seu currículo filmes como ‘Vestido pra Casar’ e ‘Os Parças‘.

Ainda sem previsão de estreia, o longa vai acompanhar o que aconteceu com Dona Lurdes após o último capítulo de ‘Amor de Mãe‘.

Com os cinco filhos seguindo a própria vida, Lurdes agora vai encarar a vida morando sozinha enquanto se redescobre como mulher após se dedicar à maternidade por tantos anos.

Para quem não se lembra, a novela narrou o drama da personagem enquanto lutava para reencontrar Domênico, filho que foi vendido pelo pai mau-caráter ainda menino. No fim, ela descobre que é Danilo (Chay Suede), criado pela vilã Thelma (Adriana Esteves).

A novela fez bastante sucesso em 2020, até que as gravações interrompidas devido à pandemia da Covid-19, mas a história voltou ao ar um ano depois, com uma conclusão em 23 capítulos.

Como o filme ainda está nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses.

Relembre a abertura da novela: