Site Página 14

“É babaca e desrespeitoso com as mulheres”, diz roteirista de ‘Pantera Negra’ sobre ‘Homem de Ferro’

Durante um painel na SXSW 2018, o co-roteirista de ‘Pantera Negra’, Joe Robert Cole, declarou que acredita que ‘Homem de Ferro’ (2008) não teria sido bem aceito se chegasse aos cinemas hoje em dia.

“É só pensar onde estamos agora, com esse presidente pouco inteligente e o nosso mundo se partindo por causa disso. Pense novamente em Tony Stark, sendo babaca e tudo bem. Se esse personagem fosse criado em um filme hoje, me pergunto se a resposta seria como, ‘Ei, que legal ele ser babaca e desrespeitoso com as mulheres… Tudo bem’ Acho que estamos em um mundo diferente hoje, em lugar melhor”

Ao longo dos anos, o personagem tem sofrido uma grande redenção e enfrentado as consequências dos seus atos.

 

Nova imagem de ‘Suspiria’ pede que você dê sua alma à dança

A conta oficial do Twitter para ‘Suspiria’, de Luca Guadagnino, compartilhou uma nova imagem, com a legenda “Dê sua alma ao baile”. Confira:

 

A duração do corte final do remake de ‘Suspiria’, com direção de Luca Guadagnino (‘Me Chame Pelo Seu Nome‘), foi revelada: 152 minutos, ou seja 2 horas e 32 minutos.

No filme, “Uma jovem americana dançarina de ballet viaja até uma prestigiada escola de dança na Europa, apenas para descobrir que existe algo mais sinistro e sobrenatural. Ela se torna cada vez mais assustada conforme uma série de assassinatos terríveis acontece, e segredos sombrios da escola vêm a tona.”

Dakota Johnson interpreta Susie Bannion no remake.

O elenco ainda inclui Chloe Grace-Moretz, Tilda SwintonMia GothSylvie TestudAngela WinklerMałgosia BelaLutz Ebersdorf e Jessica Harper.

A estreia está programada para 02 de Novembro de 2018.

Enquanto isso, os fãs do clássico terror de Dario Argento estão criando diversas artes para o remake que chega aos cinemas esse ano. As artes incríveis prestam homenagem aos clássicos do anos 70. Confira:

Recentemente, foi revelado que o cineasta Quentin Tarantino se emocionou com o final do filme. A informação é do Indiewire.

Em uma nova entrevista ao site, Guadagnino contou:

“Eu mostrei o filme para Quentin. Nos tornamos amigos desde que participamos do júri do Festival de Veneza. Estava nervoso, mas ansioso para ouvir o que ele tinha para me dizer sobre. Vimos o filme em sua casa e sua reação me deixou muito feliz. Ele adorou o filme, e no fim estava chorando e me abraçou. Porque este é um filme de terror mas também é um melodrama, meu objetivo era fazer com que você visse o terror sem ser capaz de desviar o olhar porque você se identifica com os personagens”

Recentemente, o remake recebeu uma alta classificação indicativa, para maiores de 18 anos, por conter “Conteúdo perturbador envolvendo violência ritualística, imagens sangrentas e nudez gráfica, e também por causa da linguagem, que inclui referências sexuais.”

A expectativa para o remake do terror, dirigido por Luca Guadagnino, de ‘Me Chame Pelo Seu Nome’, está cada vez mais alta.

 

Dica do fim de semana | Onde assistir o ‘Monsterverse’ do GODZILLA nos streamings

Iniciado em 2014, o Monsterverse é um dos universos cinematográficos compartilhados de maior sucesso de Hollywood. Trabalhado aos poucos, ele foi conquistando seu espaço e já ostenta cerca de três franquias sólidas dividindo o mesmo universo e chamando cada vez mais fãs para embarcar nessa viagem.

E agora com uma produção marcando sua estreia na TV, o Monsterverse parece que vai seguir ostentando esse espaço nos próximos anos sem perder o fôlego. Pensando nisso, o CinePOP vasculhou os serviços de streaming e vai citar aqui onde vocês podem encontrar todos os capítulos desse universo compartilhado de monstros. Confira!

Godzilla (2014)

Dirigido por Gareth Edwards, Godzilla deu um novo começo para a franquia do Rei dos Monstros. A trama gira em torno de um soldado (Aaron Taylor-Johnson) cuja família foi destruída por um acidente nuclear envolvendo o monstrão. Anos depois, duas criaturas gigantes começam a atacar a cidade, despertando novamente o Godzilla, que sai por aí destruindo tudo.

Onde assistir: HBO Max

Kong: A Ilha da Caveira (2017)

Kong é o mais diferente e interessante filme do Monsterverse. Ambientado nos anos 70, o filme acompanha uma equipe de exploradores da Monarch rumo a uma ilha lendária localizada no centro de uma tempestade eterna. Junto a uma fotógrafa e um time de militares e mercenários, essa equipe vai se deparar com as criaturas mais exóticas do mundo, incluindo uma lula gigante e o próprio King Kong. É também o filme desse universo com o elenco mais estrelado, contando com nomes como: Samuel L. Jackson, Brie Larson, Tom Hiddleston e John Goodman.

Onde assistir: HBO Max

 

Godzilla II: Rei dos Monstros (2019)

A sequência do filme de 2014 é provavelmente o pior longa de todo o Monsterverse, porque mesmo trazendo uma porção de monstros icônicos, o drama humano acaba tomando a maior parte da trama, o que não agrada a ninguém. Ainda assim, essa história já considera um debate sobre o Godzilla ser um vilão, um herói ou apenas uma força da natureza, enquanto a Monarch segue atrás das outras criaturas espalhadas pelo mundo. Dessa forma, eles acabam despertando uma série de monstros, como o Ghidorah, a Rainha Mothra e o Rodan. E agora para impedir essa monstralhada toda de destruir a civilização?

Onde assistir: HBO Max e Amazon Prime Video


Godzilla Vs. Kong
(2021)

Após anos sendo monitorado pela Monarch, o Kong passa a ser visto como uma forma da Monarch chegar até a Terra Oca, uma suposta dimensão paralela escondida no centro da Terra, que só pode ser acessada pelos monstros. O problema é que a atividade dessas criaturas desperta a atenção do Godzilla. Agora, os dois maiores monstros do cinema estão frente a frente e vão fazer exatamente aquilo que se espera deles: uma porradaria sem fim, com direto a golpe baixo, dedo do olho e até um machado improvisado com pedaços do corpo do outro. Divertido demais.

Onde assistir: HBO Max e Amazon Prime Video

Monarch – Legado de Monstros

Em exibição no Apple TV+, essa série explora as origens e as consequências das ações da Monarch entre os anos 50 e os anos 2010, quando pouco depois dos ataques do Godzilla no primeiro filme. A série tem episódios semanais e expande a gama de monstros desse universo, além de trazer a família Russell em peso. Nos anos 50, Wyatt Russell interpreta um personagem que também é interpretado por seu pai da vida real, Kurt Russell, quando a trama avança para 2015. É muito interessante. Atualmente, a produção está em seu terceiro capítulo, então ainda dá tempo de pegar esses três para acompanhar a série a cada novo lançamento.

Onde assistir: Apple TV+

Crítica | ‘After – Para Sempre’ – Capítulo Final da Franquia Desvia a História e tem Desfecho Acelerado

Não é exagero reconhecer que é a franquia ‘After’ é um tremendo sucesso. Com milhões de páginas lidas na plataforma do Wattpad e com livros em formato físico lançados em seguida, não foi difícil adivinhar que o caminho para a adaptação cinematográfica era inevitável. Assim, os fãs do casal Hardin e Tessa puderam sonhar de olhos abertos com os quatro filmes produzidos sobre o universo do vaivém do casal. E, a partir desta semana, os fãs poderão assistir ao último filme, o último episódio dessa história, pois chega aos cinemas brasileiros o longa ‘After – Para Sempre’.

Hardin (Hero Fiennes Tiffin) fez uma escolha: escreveu sua história de amor com Tessa (Josephine Langford) e a enviou para editores sem pedir o consentimento de Tessa antes. Acontece que o livro foi publicado e se tornou um tremendo sucesso, mas Tessa se sentiu exposta e vulnerável ao ter sua vida íntima publicada para todos lerem antes mesmo dela. Por conta disso o relacionamento dos dois termina e Tessa volta para casa, decidida a seguir adiante com sua vida. Dois anos se passam e Hardin está empacado no mesmo lugar: sem conseguir o perdão do grande amor da sua vida e sem conseguir escrever seu próximo romance. No intuito de tentar desbloquear sua criatividade Hardin viaja para Lisboa e para reencontrar Nathalie (Mimi Keene), com quem vacilara no passado e com quem precisa se redimir por conta dos seus erros, para somente assim se tornar um homem melhor para Tessa.

Em aproximadamente uma hora e meia ‘After – Para Sempre’ é definitivamente um desvio no percurso da história original. Se até agora os fãs acompanharam o vaivém do casal, com entrada de concorrentes aos corações dos dois e muitas decisões erradas tomadas que os afastava do almejado final feliz, neste último capítulo a história se passa exclusivamente com o protagonista masculino, de modo que Tessa aparece majoritariamente em cenas de flashback, que se repetem com muita frequência. Além de cansar – uma vez que a protagonista da série é menina – essa técnica acaba quebrando o ritmo do filme, pois o tempo todo Hardin para o que está fazendo para olhar uma foto da ex-namorada, lembrar de seu rosto, rememorar momentos junto a ela, etc.

Baseado nos livros de sucesso de Anna Todd o roteiro dela com Castille Landon busca redimir o bad boy para torná-lo um homem direito, digno de um final feliz. Para tal, cria uma personagem do passado a quem ele aleatoriamente decide pedir desculpas mas que, no final das contas, não se desculpa, porque ambas as personagens mulheres o perdoam antes mesmo de ele abrir a boca. Uma mensagem bastante errada, que apenas passa pano para os erros do personagem masculino.

Apesar do exagerado desvio na trama, Mimi Keene traz cor e frescor à franquia cinzenta de ‘After’: por se passar na ensolarada Lisboa o longa acaba oferecendo alguma novidade para o enredo geral – dessa vez com menos cenas de pegação, porém mais bem-feitas. Para quem leu todos os livros e viu todos os filmes pode sobrar um quê de frustração pois a resolução de Hardin e Tessa ocorre muito rapidamente, quase como um epílogo no filme de Castille Landon.

After – Para Sempre’ encerra a franquia de sucesso e cumpre a promessa aos fãs de entregar filmes de entretenimento bastante semelhante aos livros que conquistaram tantos leitores.

‘Avatar’: James Cameron confirma que [SPOILER] se casaram e tiveram uma filha

Em um podcast especial feito pela revista Empire sobre ‘Avatar’James Cameron declarou que ‘Avatar 2’ se passa vários anos depois do original, quando Jake e Neytiri, os protagonistas do filme original, já se casaram e têm uma filha de oito anos de idade.

Porém, nem tudo são flores, e ambos os personagens irão passar por conflitos de extrema importância para a narrativa central:

Há uma cena de três páginas com uma discussão entre Jake e Neytiri, uma disputal marital muito, muito crítica para a narrativa. Eu decidi gravar tudo da perspectiva de uma criança de oito anos se escondendo embaixo da cama e observando a briga. E tendo tido a experiência com [Sam Worthington] em ‘Avatar’, agora eu sabia como o arco de Jake seria pelos próximos quatro filmes. Tem sido pesado para ele. Ele fez dois filmes num vai-e-vem sem parar.

Segundo o site BBC, as sequências de ‘Avatar’ se chamarão:

  • Avatar 2: O Caminho da Água (Avatar: The Way of Water)
  • Avatar 3: O Portador de Semente (Avatar: The Seed Bearer)
  • Avatar 4: O Cavaleiro de Tulkun (Avatar: The Tulkun Rider)
  • Avatar 5: A Busca por Eywa (Avatar: The Quest for Eywa)

Avatar 2‘ estreia em 18 de dezembro de 2020; e ‘Avatar 3‘ em 17 de dezembro de 2021.

Se forem aprovados, ‘Avatar 4‘ só chega aos cinemas em 20 de dezembro de 2024; e ‘Avatar 5’ em 19 de dezembro de 2025.

Recentemente, foi divulgado um novo logotipo da franquia, descartando a fonte Papyrus que foi apresentada no filme original de 2009.

Confira e compare com o anterior:

‘Avatar 2’: James Cameron revela os desafios de gravar cenas subaquáticas; Confira!

Vale lembrar que ‘Avatar‘ arrecadou US$ 2,7 bilhões entre dezembro de 2009 e o primeiro semestre de 2010.

Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver e Stephen Lang retornarão.

‘Servant’: Nova série de M. Night Shyamalan ganha data de estreia!

Durante a NYCC 2019, o diretor M. Night Shyamalan falou um pouco sobre sua nova série para a AppleTV+‘Servant’, e aproveitou para divulgar o dia de lançamento: 28 de novembro.

A primeira temporada terá dez episódios de trinta minutos cada.

Confira os primeiros teasers:

O show foi criado por Shyamalan (‘Vidro’, ‘Fragmentado’).

A história gira em torno de um casal da Filadélfia que ainda está de luto após uma tragédia quase destruir o seu casamento. As coisas ficam mais tenebrosas do que o imaginado quando os dois abrem as portas e sua casa para uma força misteriosa – e perigosa.

O elenco é formado por Lauren Ambrose e Toby Kebbell nos papéis de Dorothy e Sean Turner. Nell Tiger FreeRupert Grint e S.J. Son também estrelam.

‘Jurassic World: Dominação’: Foto aérea revela estúdio abandonado devido ao Coronavírus

DailyMail UK divulgou algumas fotos aéreas dos estúdios Pinewood que mostram o que foi deixado para trás depois do adiamento de ‘Jurassic World: Dominação’ devido à pandemia do Coronavírus.

Confira:

Por enquanto, o enredo do longa ainda permanece um mistério, mas novas atualizações devem surgir em breve.

A Universal Pictures anunciou que a sequência chegará aos cinemas em 11 de junho de 2021.

Emily Carmichael (‘Círculo de Fogo: A Revolta‘) está escrevendo o roteiro junto com Colin Trevorrow.

O capítulo final da saga ‘Jurassic World’ já deu início em sua produção. Em entrevista ao site especializado na franquia, Jurassic Outpost, Trevorrow comentou sobre o que os fãs podem esperar para o terceiro filme.

“Não tenho ideia do que motivaria os dinossauros a destruir uma cidade. Eles não são organizados. Na vida real temos predadores letais que vivem nos arredores de áreas urbanas que não entram nas cidades para caçar humanos. O mundo que estou ansioso para criar é onde seja possível encontrar rotineiramente um dinossauro cruzando estradas ou um que invada seu quintal à procura de comida. Nós simplesmente não entramos em guerra com os animais. A teríamos perdido há muito tempo.”

Ele também comentou sobre como a recepção das críticas dos fãs e jornalistas ajudou na narrativa de ‘Jurassic World: Reino Ameaçado‘:

“Nós viramos para um lado mais sombrio de ‘Jurassic Park‘ naquele roteiro. O primeiro filme era uma aventura colorida e pop, já no segundo resolvemos explorar o lado feio da humanidade e o tratamento cruel com animais. Mas acho que Bayona, o diretor, nos deteve de ir longe demais, o que é algo bom. Ele abraçou os elementos sombrios, mas adicionou humor na aventura. A ideia de tornar a venda dos dinossauros em um leilão para os super ricos também foi dele. Na versão original, era algo bastante clandestino e sujo. Acho que a versão que foi para o filme funciona melhor para as crianças. Foi uma grande vantagem termos ele no time.

 

Roteirista de ‘Abracadabra’ fala sobre o retorno do elenco original para a sequência

Em entrevista ao ComicBook.com, o roteirista Mick Garris, conhecido por seu trabalho no clássico cult de Halloween ‘Abracadabra’, falou sobre o possível retorno do elenco original para a vindoura sequência, explicando que a química de Sarah Jessica ParkerBette MidlerKathy Najimy foi o grande motivo pelo filme ter conquistado uma legião de fãs.

“Estou animado [para a sequência], mas acredito que a principal razão do filme ter funcionado foram as Irmãs Sanderson, aquelas atrizes naqueles papéis, aquelas performances que eu acredito serem a chave da longa vida do filme. Fez um sucesso modesto quando saiu. E acho que elas são o motivo do filme ainda ser conhecido desde quando saiu em 1993. E eu adoraria vê-las retornando. Acho que esse é o plano, mas não sei. Ouvi dizer que é isso o que está acontecendo.”

Numa recente publicação do Instagram, Parker confirmou que ela, Midler e Najimy assinaram contrato para reprisar seus papéis como Sarah, Winifred e Mary Sanderson, respectivamente. Adam Shankman será o diretor.

A intenção é lançar a sequência no serviço de streaming Disney+. O projeto ainda está nos estágios iniciais de produção.

Jen D’Angelo, que roteirizou o original, foi contratado para escrever ‘Abracadabra 2‘.

O filme original carrega consigo uma legião de fãs. Lançado em 1993 e dirigido por Kenny Ortega (franquia ‘High School Musical’), a história gira em torno de Max Dennison (Omri Katz), um adolescente que explora uma casa abandonada ao lado de sua irmã Dani (Thora Birch) e sua nova amiga Allison (Vinessa Shaw). Depois de não acreditar em uma história que Allison conta, Max acidentalmente liberta um grupo de bruxas más que morava na casa. Agora, com a ajuda de um gato mágico, as crianças devem roubar o livro de magias das bruxas para impedi-las de se tornarem imortais.

Apesar de não ter feito muito sucesso de bilheteria e de crítica, arrecadando pouco mais de 39 milhões de dólares à época do lançamento, o longa foi elevado ao status de cult. Rumores de sua sequência já despontam nas redes sociais há vários anos.
Mick GarrisNeil Cuthbert assinaram o roteiro do primeiro filme.
‘Abracadabra 2’ ainda não tem estreia confirmada. A plataforma do Disney+, por sua vez, será lançada em território nacional no dia 12 de novembro deste ano.

‘Atlantis’: Romance pós-apocalíptico ganha arrepiante trailer oficial; Confira!

‘Atlantis’ é o novo longa-metragem ucraniano que fará parte da seleção oficial do Oscar 2021 e ganhou seu poderoso primeiro trailer recentemente.

O romance distópico pós-apocalíptico gira em torno de um casal improvável que tenta transformar uma vida trágica em um cotidiano normal da forma que conseguirem – e depois de um período em que a Ucrânia conseguiu derrotar a Rússia em uma guerra sangrenta e que trouxe consequências para os dois lados.

Confira:

O longa é dirigido por Valentyn Vasyanovych (‘Black Level’).

Ucrânica Oriental, 2025. Um deserto inóspito para habitação humana. Água é uma mercadoria de alto valor trazida por caminhões. Um Muro está sendo construído nas fronteiras. Sergiy, um ex-soldado, tem dificuldades em se adaptar à nova realidade. Ele conhece Katya durante a missão da Tulipa Negra, dedicada a exumar cadáveres de guerra. Juntos, eles tentam construir uma vida normal, na qual podem se apaixonar de novo.

Andriy RymarukLiudmyla Bileka e Vasyl Antoniak estrelam.

‘Atlantis’ tem estreia marcada nos Estados Unidos para 22 de janeiro de 2021, ainda sem previsão de lançamento no Brasil e nos circuitos internacionais.

Crítica | Billy Porter brilha no 4º episódio da última temporada de ‘Pose’

Tem sido um longo e estonteante caminho para os nossos queridos protagonistas de ‘Pose’, facilmente uma das melhores produções de Ryan Murphy e companhia – e um desses complexos e apaixonantes personagens é, sem dúvida, Pray Tell, interpretado com maestria pelo vencedor do Emmy Billy Porter.

Começando como mestre de cerimônias do ballroom frequentado por Blanca (Mj Rodriguez), Electra (Dominique Jackson), Angel (Indya Moore) e tantos outros, Pray Tell mergulhou em um arco de queda e de redenção belíssimo e cativante, transformando-se em vilão e em mocinho a partir de inúmeros elementos, desde a traumática e abusiva infância aos amores que encontrou em Nova York e ao fato de ter sido diagnosticado com HIV/AIDS. Agora, em “Take Me To Church”, quarto episódio da temporada final da obra, chegou seu momento de enfrentar certos fantasmas do passado, regressar à terra natal e entender, da maneira que conseguir, o que o levou a se afastar com tanta convicção da mãe e dos amigos.

Não é surpresa que, para um capítulo tão importante quanto este, o próprio criador e showrunner Janet Mock tenha retornado para a direção e o roteiro – ainda mais por ter emprestado suas habilidosas mãos para a incrível estreia “On the Run”. Apesar dos obstáculos que encontra pelo caminho, incluindo um trôpego ritmo e algumas escolhas estéticas desnecessárias, Mock transforma a iteração em uma ode à vida e uma reparação metafísica de problemas que ainda não se resolveram, mesmo vinte anos depois. E é dessa maneira que tudo se articula como uma inversão de papéis e uma narrativa que, por mais óbvia que aparenta, ainda consegue nos arrancar lágrimas pelas performances indescritíveis de cada ator e atriz.

A parte mais interessante, por incrível que pareça, resume-se a uma meticulosa e relativamente ousada condução, que, respaldando-se nas fórmulas dramáticas, não deixa que transpareçam com a facilidade imaginada. Enquanto na semana passada Jackson tomou as rédeas para uma “história de origem” de Elektra, Porter faz o máximo para seguir esses passos antológicos – mas focando mais no término de uma subtrama que clamava por uma conclusão. Afinal, ao longo da série, o público teve contato com alguns aspectos de sua infância e adolescência, até o momento em que não se sentiu mais acolhido pela comunidade de nascença e resolveu recomeçar em um dos principais centros urbanos do planeta. Mock, levando em conta tal premissa, transmuta a visceralidade citadina em uma aspiração suburbana e católica que preza pela simplicidade e pelo tradicionalismo.

Entre simetrias gritantes e uma sutileza metafórica que demonstra os dois lados de uma mesma persona, o enredo fica em segundo plano e se esquece de si mesmo. Era de se imaginar que, resolvendo visitar a mãe (Anna Maria Horsford) após descobrir que tinha apenas seis meses de vida, houvesse um confronto acerca da orientação sexual de Pray Tell e o fato de ter contraído HIV/AIDS. Consecutivamente, era também de se esperar que ambos perdoassem um ao outro pelos erros que cometeram e redescobrissem a alegria de uma família há muito desmantelada – ora, ela até mesmo o convence de ir para a igreja onde cantava uma última vez, permitindo-lhe que mostre toda sua fragilidade através do gospel.

O relacionamento entre os dois é um tanto circinal e “forçado”, por assim dizer, preferindo encontrar-se numa felicidade fabulesca do que numa realidade pungente. Mas os laços com a tia (vivida majestosamente por Jackée Harry) e com um ex-amante que não aceita a si mesmo, Vernon (Norm Lewis) são as momentâneas investidas que deixam tudo ainda mais intrincado, flertando com um cru saudosismo que nunca toma forma. As reflexões que Pray Tell faz quanto ao passado limitam-se a uma frustrante breve sequência em que ele e Vernon se beijam pela primeira vez e atraem olhares maldosos de pessoas que, tecnicamente, deveria respeitar e não julgar o próximo.

Imprimindo críticas ao fanatismo religioso e às controversas ideologias do catolicismo, Mock, Steven Canals e Brad Falchuk, todos contribuindo para o roteiro, não tira sarro de extremismos indefensáveis, mas abre portas para uma exploração de mentalidade preponderante dos anos 1980 e 1990, em que tabus sobre HIV/AIDS e sobre a comunidade LGBTQIA+ regiam uma sociedade patriarcal e estagnada no tempo (não que isso seja muito diferente, hoje, apesar de termos evoluído consideravelmente). Porém, mais do que apenas jogar profusamente comentários, vê-se uma análise que, mesmo arranhando a superfície, já um começo digno para o que precisa ser discutido na atualidade e que data de décadas atrás.

A terceira temporada de ‘Pose’ pode ter deslizado em certos momentos nesse mais novo episódio, mas ainda tem potencial de sobra para entregar aos fervorosos fãs um grand finale mais que merecido – despedindo-se aos poucos de personagens memoráveis e que, com a mais absoluta certeza, deixarão saudade.

‘O Hóspede Americano’: Vídeo nos leva aos bastidores da nova minissérie brasileira da HBO Max; Confira!

A nova série brasileira/americana ‘O Hóspede Americano‘ já está disponível na HBO Max e, para promovê-la, foi divulgado um vídeo que nos leva para os bastidores da produção.

Confira:

Na trama, a jornada do ex-presidente americano Teddy Roosevelt, junto com o oficial do exército brasileiro Cândido Rondon em uma aventura para desbravar regiões desconhecidas e encontrar-se com habitantes indígenas da Amazônia.

Chico Diaz, David Herman, Chris Mason e Aidan Quinn estrelam a minissérie.

Bruno Barreto assina a criação da série.

A minissérie conta com quatro episódios, que serão lançados semanalmente.

Artigo | Misticismo, revolução e fábula na clássica animação da Disney ‘A Bela e a Fera’

É inegável que, na década de 1990, os estúdios Disney já estavam com seu império cinematográfico extremamente consolidado. Desde o final da década de 1930, com o lançamento de ‘Branca de Neve e os Sete Anões’, as técnicas para filmagem em animação alcançaram uma evolução exponencial, atravessando a utilização de lâminas de vidro para a ilusão de profundidade até culminar nas animações em 3D que conhecemos hoje. Entretanto, ouso dizer que não há animação mais marcante que ‘A Bela e a Fera’, uma das principais obras que colocaram os estúdios na chamada Era de Ouro – e que permitiu a produção de outros clássicos como ‘A Pequena Sereia’, ‘Aladdin’ e ‘O Rei Leão’.

Devemos ter em mente de que a narrativa desta obra é atemporal, até mais que outras histórias adaptadas pela companhia supracitada. A trama principal gira em torno de uma jovem garota, emprestando seu nome ao título, que vê sua vida mudar completamente ao incidentalmente se tornar prisioneira de uma terrível criatura – que também dá nome às cartas do jogo. Conhecendo o estilo de releituras de contos de fada seculares, já é de se esperar que os maniqueísmos conflituosos entre “bem x mal” acompanhem as viradas no roteiro – mas, diferente do que estávamos acostumados, cada entrada de personagem tem um propósito muito maior.

O longa começa com uma composição sonora essencialmente formada por violoncelos e a suave melodia modal de um piano, arquitetada por um dos grandes mestres da música, Alan Menken – em companhia de seu letrista Howard Ashman. A câmera desliza por paisagens quase paradisíacas até se aproximar de um vitral adornado por campânulas murchas – cujos tons de lilás casam perfeitamente com a sobriedade da narração de David Ogden Stiers (também dublador original de outro personagem, Cogsworth). Somos apresentados ao pano de fundo da obra, e a utilização das janelas como recurso estilístico confere uma aura angelical e macabra, combinada com uma geometria exacerbada que prevê conflitos e obstáculos.

O foco desta introdução é a Fera (Raymond Benson), um personagem arrogante e mimado que se importa mais com as aparências que com as essências – uma metáfora interessante inclusive para a sociedade contemporânea. Seu reino e sua estabilidade monárquica são ameaçados pela inevitável aparição de uma Feiticeira, cuja maldição é fortalecida pelo símbolo da rosa vermelha (uma flor associada à paz, à pureza e aos novos começos). A potência de seu feitiço é tamanha que todos os habitantes do Castelo são transformados em mobília, enquanto o príncipe regente exterioriza toda a podridão de sua personalidade, ganhando chifres, presas, garras e um temperamento agressivo.

O foreshadowing entra como um recurso óbvio aqui, indicando que a outra protagonista será a responsável por quebrar a maldição e livrá-los de um destino muito pior que a morte. Deste modo, prever o desfecho não é um trabalho complicado, mas isso em momento algum interfere na grandiosidade de sua composição e no desenrolar dos eventos. Os acontecimentos são muito bem delineados pelo roteiro assinado por Linda Woolverton, cujas inúmeras referências à história original e a produções anteriores (vide a ópera ‘La Belle et la Bête’) contribuem para endossar ‘A Bela e a Fera’ como uma obra-prima.

Já aqui percebemos a identidade teatral do filme: o foco oscila entre os vários elementos dentro de uma sequência, como se seguisse um holofote invisível capaz de desviar ou canalizar a atenção do público. Os takes em que a Fera entra em autocomiseração logo a colocam em pontos cegos para que o espectador seja atraído pelo mortal brilho da rosa e da redoma encantada, pincelada com um misticismo aterrorizante.

Até mesmo a brutal diferença de atmosferas entre o Castelo e o vilarejo é tratada com naturalidade. O corte é acompanhado pelo fade out antes de sermos finalmente apresentados à comunidade de Villeneuve, um lugar praticamente saído dos livros de ficção e que não é muito diferente de outras cidadelas tão presentes em narrativas épicas. Temos cenários levemente distorcidos e curvilíneos, como se estivessem buscando uma estabilidade dentro de um microcosmos homogêneo, tudo adornado com simplicidade de humildade – em contraste com a imponência exacerbada da morada da Fera. A paleta de cores encontra sua voz na excentricidade e na mistura de cores vivas como amarelo, dourado e vermelho, indicando a inegável ficcionalidade daquele lugar.

E então, finalmente, Bela (Paige O’Hara) se mostra. E sua presença é notada quase de imediato, justamente por não seguir o padrão dos outros moradores – ela é excêntrica por não ser excêntrica. Suas vestes restringem-se à simples combinação transparecida de branco e azul, conferindo-lhe uma graça à medida que anda pelas ruas de pedra. Ela sai de casa carregando uma cesta de cânhamo em uma mão, e um livro em outra, como se estivesse flutuando – e então vemos a primeira característica de sua personalidade: o instinto de aventura. Através de seu solo, chamado “Belle” (no original), ela constantemente diz para si mesma que “deve haver mais além desta vida provinciana”. Bela deseja e está pronta para expandir seus horizontes e sair da bolha à qual todos os outros parecem estar presos; ela é um arquétipo sobrepondo-se em meio a tantos estereótipos.

Seja o padeiro, o vendedor, a dama-de-companhia ou a dona-de-casa, seus vizinhos são cobertos com uma luz dura que os funde às instalações do vilarejo; eles já fazem parte daquela comunidade e não querem alguma mudança – e a protagonista é rechaçada justamente por estar à frente de seu tempo e remexer no comodismo social, seja pelo fato de ler, seja pelo fato de sonhar grande. O próprio arranjo orquestral traz uma animação interior que se aproxima da psique libertária de Bela.

Mas a narrativa não seria envolvente o suficiente caso ela não encontrasse obstáculos – e em ‘A Bela e a Fera’, tais conflitos vêm encarnados pelas personalidades extremamente caricaturadas de Gaston (Richard White) e LeFou (Jesse Corti), a “dupla herói-ajudante” que claramente faz uma referência irreverente às construções heroicas das narrativas gregas. Gaston é um homem sem caráter e completamente cego pela própria megalomania – o típico valentão musculoso e primitivo da épica antiga -, enquanto LeFou é uma vítima da circunstância, cuja adoração por seu “mestre” o transforma em um escape cômico submisso e sem qualquer traço de personalidade aparente.

Suas tentativas para conquistar Bela são no máximo cômicas, se não fossem trágicas. Ele constantemente tenta submetê-la ao padrão milenar do casamento, diminuindo sua incrível força de vontade para transformá-la num fantoche. Mas é claro que ela não se deixa vencer e volta a sonhar com uma vida completamente diferente – note que a protagonista não se restringe aos valores que lhe são impostos, mas deseja criar seu próprio entendimento sobre o mundo, afastando-se da massa amorfa e inalterável da comunidade em que vive.

Um dos grandes motivos dessa afinidade com a mudança é representado por seu pai, Maurice (Rex Everhart), que também emerge como o estereótipo do cientista louco de bom coração. Sua caracterização se baseia principalmente na falta de senso coletivo e na individualização de seus problemas – citando aqui seu enclausuramento no porão que utiliza para suas criações. Entretanto, ele não consegue passar um sentimento de segurança totalmente legível, sendo amparado diversas vezes pela filha, a qual deseja se desprender de sua vida campesina e explorar o desconhecido.

É possível até dizer que, se não fosse por seu pai, Bela jamais teria o motivo essencial para abandonar sua vida campesina. Afinal, logo depois que consegue fazer uma de suas últimas invenções funcionar, Maurice viaja até a cidade mais próxima para vendê-la, mas acaba entrando no caminho errado e chegando ao Castelo da Fera. A transição entre segurança e mortandade é evidenciada principalmente pela paleta de cores, a qual oscila entre tons de vermelho e verde para os mais neutros e pastéis, e pela melodia – uma composição em piano e xilofone tétrica que contribui para a atmosfera de suspense.

A estética expressionista é também muito presente na animação. Além dos cenários distorcidos do vilarejo, a arquitetura do Castelo é uma mistura híbrida e muito certeira das obras góticas do século XIII com toques da vanguarda artística supracitada. As sombras metamórficas são constantes e, a princípio, indicam a presença de um perigo eminente – ainda que se revelem inofensivas, como podemos ver em algumas sequências de Maurice dentro da morada da Fera. Árvores secas e com galhos retorcidos, a constância da névoa e a sensação de aprisionamento se relacionam ao locus horrendus da escola simbolista – e mostram a capacidade de intertextualidade que este filme traz consigo.

A imponência é também evidenciada pela composição dos planos: contra plongées muito bem colocados, exacerbação da dramaticidade, o contraste entre a pequenez dos personagens humanos e o gigantismo do “refúgio simbólico” e a continuidade azulada que reafirma a sensação de solidão, mesmo num cenário tão vasto quanto aquele. A superposição de tons cálidos e frios entra como um elemento assertivo para a sensação de profundidade e de infinitude, além de ajudar a narrativa a declarar que há mais coisas além do que observamos na superfície.

Ao descobrir que seu pai tornou-se prisioneiro da Fera (o suposto antagonista), Bela finalmente decidi sair do enclausuramento e firmar-se como a heroína da história, atravessando o mesmo perigoso bosque para dar de cara com uma cenário inesperado: torres alterosas rasgando um céu nublado, e um jardim seco tomado pela neve. E é aí que o incidente incitante da narrativa tem seu objetivo cumprido.

Talvez eu possa dizer que, assim que a protagonista se oferece para ocupar o lugar do pai, ‘A Bela e a Fera’ comece a se configurar como um filme realmente da Disney, primeiramente pela presença dos personagens coadjuvantes e segundamente por alguns traços identitários difíceis de abandonar – mas que garantiram a solidez deste império cinematográfico.

É necessário dizer que, na obra original (assinada por Gabrielle-Suzanne Barbot), as criações secundárias que nos permitiram se apaixonar ainda mais pelo filme não existem. Sua grandiosidade é acompanhada de uma narrativa simples e brilhante, que foca nas relações intimistas entre os protagonistas. Provavelmente uma adaptação literal do romance não teria sido bem-vista e bem aceita pelo público – levando em conta a densidade da estória. Deste modo, optar por introduzir uma mobília encantada foi um tiro certeiro.

A adorabilidade de personagens como Lumière (Jerry Orbach), Cogsworth (Stiers), Mrs. Potts (Angela Lansbury), Chip (Bradley Pierce) e outros entra em constante conflito com a impetuosidade de seu mestre. A paixão pela servitude e a cordialidade extremas são valores inerentes a suas personalidades, mas, diferentemente dos camponeses da vila, estes traços não os transformam em um coletivo homogêneo – muito pelo contrário: enquanto Lumière é mais irreverente e mais sedutor, Mrs. Potts preza pela justiça e pelo equilíbrio, enquanto Cogsworth deixa-se levar ao pé da letra pelas regras.

A primeira noite de Bela no Castelo retoma elementos de outras criações audiovisuais dos estúdios, principalmente ‘Branca de Neve’ e ‘Bela Adormecida’. A utilização de planos holandeses, atrelada ao jogo de luz e sombra, aumentam o clima de tensão. Mas conforme o tempo vai passando, percebemos que a protagonista talvez tenha encontrado seu lugar em meio a um caos aparente – concretizada pela música “Something There”, sequência na qual duas personalidades completamente diferentes começam a se entender. A Fera não consegue compreender o conceito de altruísmo e de benevolência emanado por Bela, enquanto ela não consegue entender sua falta de controle temperamental e sua arrogância constante.

A mudança atmosférica entre os dois cenários principais é gradativa, mas notável. Enquanto o vilarejo a priori se mostra embebido por cores vivas e por uma instabilidade amorfa, a morada da Fera parece ter sido retirada diretamente de obras como ‘Drácula’ ou ‘Nosferatu’, afastando os viajantes que ousassem passar por ali. Mas conforme a narrativa se desenrola, toda a identidade visual é transgredida: a trilha sólida e dramática do Castelo dá espaço para o misticismo de um piano de causa, indicando uma compreensão mútua entre os protagonistas.

A chegada de um inverno brusco também marca uma reviravolta na história. É preciso compreender que o território comandado pela Fera se configura como um microcosmos independente, no qual o abandono de esperança é constante – e aqui a melodramaticidade registrada das adaptações Disney encontra o espaço com o puro sofrimento de Bela. Mas a primavera logo vem com mais força, transformando inclusive as sensações que outrora tínhamos quanto àquele lugar.

Um dos grandes ápices da animação é a sequência musical de “Be Our Guest”. Tanto a melodia e a letra quanto a coreografia fornecem o cenário seiscentista da narrativa, combinado com a identidade essencialmente francesa. Lumière é o astro principal, e começa a dissertar sobre a arte do jantar e das habilidades de cada um dos habitantes do Castelo enquanto é acompanhada por notas de sanfona soberbas. A escolha das cores é muito bem pensada – um hibridismo psicodélico entre cores complementares e harmônicas que arranca um sorriso até dos mais céticos (a composição entre verde e rosa é de uma perfeição inenarrável).

Outro ponto extremamente positivo é a consumação romântica entre Bela e a Fera com o baile de gala, sustentado por uma rendição emocionante de Lansbury com “Beauty and the Beast” – música ganhadora do Oscar em 1992. A justaposição entre dourado e azul é encantadora, e enquanto nas sequências anteriores as cores se fundiam, aqui a profusão é quase inexistente, marcando uma evolução no relacionamento e no amadurecimento entre eles.

Os momentos de tensão também encontram um crescimento exponencial na metade do terceiro ato, em que Gaston, mergulhando de cabeça em sua própria personalidade evasiva e controladora, consegue manipular todo o vilarejo para invadirem o Castelo e matarem a Fera, como forma de livrar Bela e Maurice de um “estado letárgico das trevas” – mas, na verdade, é o modo em que o real antagonista encontra para reafirmar sua virilidade e sua superioridade perante aos outros personagens.

A batalha final, travada e coreografada com maestria entre dois símbolos paradoxais, funciona como uma sequência resumida de todos os elementos da animação. Os planos holandeses encontram ainda mais voz, bem como as angulações distorcidas e os contra plongées. Mas diferentemente dos dois primeiros atos, o comportamento antissocial e repulsivo da Fera está subjugado à cegueira exacerbada de Gaston. À medida em que os dois se aproximam de uma construção semelhante a um penhasco, o antagonista levanta sua arma, pronto para desferir o golpe no príncipe amaldiçoado. Toda a composição do quadro mostra por segundos angustiantes o triunfo do mal sobre o bem, até que Bela, surgindo como objeto de foco, consegue – ainda que indiretamente – inverter a situação.

É quase automático prever o desfecho da obra: assim como filmes antecessores, o bem triunfa sobre o mal e os personagens encontram sua redenção perante à maldição da Feiticeira. Além disso, a evolução dos protagonistas se concretiza de modo a declarar independência à personalidade aventureira de Bela – que, além disso, encontrou seu amor verdadeiro – e mostrando a generosidade e o altruísmo da Fera – que voltou ao seu estado original (assim como todos os servos do Castelo. Este finalzinho do último ato é completamente perscrutado pela melodia em crescendo de Menken, e a re-transformação é toda acompanhada por uma construção orquestral épica.

Caracterizar ‘A Bela e a Fera’ como uma obra-prima é um trabalho complicado, principalmente pelas diversas e complexas camadas que compõe a animação. Sua superioridade frente a outros filmes do estúdio vai além da narrativa emocionante e envolvente, alastrando-se para vertentes simbólicas muito bem estruturadas. Temos, como exemplo mais visível, a rosa, cujo significado usual está diretamente relacionado à segurança e ao novo começo. Entretanto, o próprio design deste objeto cênico é diferenciado, e seu brilho mortal entrega as reais intenções da Feiticeira: uma versão inanimada do príncipe arrogante (bonito por fora e intragável por dentro).

O espelho é outro elemento de grande importância narrativa, e está presente na animação de diversas formas – água, janela, o objeto em si e até no reflexo dos olhos dos animais. Com grande associação ao mito de Narciso, jovem grego que se apaixonou pelo próprio reflexo do lago e acabou por se afogar, o espelho funciona como elemento de autocontemplação pessoal e universal, correlacionando-se ao fato da Fera não se importar com outras criaturas além de si mesma. Mas ele também está conectado à pureza e à sinceridade, fatores muito presentes com a chegada de Bela ao Castelo, prevendo uma mudança drástica na vida de todos que ali vivem.

Uma das comparações mais marcantes de todo o longa é, sem dúvida, os dois frames que iniciam e fecham a história. Como já dito, os vitrais do começo estão tomados por uma geometria extenuante que conversa com as flores mortas ao redor – afinal, os conflitos apenas começaram. Nos segundos finais, a mesma composição aparece, mas com uma paleta de cores mais uniforme e, desta vez, com ramos de botões de rosa formando uma pérgula arqueada.

A Era de Ouro da Disney talvez não tenha um melhor representante. ‘A Bela e a Fera’ permanece até hoje conservada em sua atemporalidade, servindo como grande exemplo narrativo e técnico e entrando como o primeiro longa de animação a ser indicado para o Oscar de Melhor Filme. E, bom, convenhamos que um conto tão eterno quanto o próprio tempo não merece menos que este patamar na história.

‘He-Man e os Mestres do Universo’: A batalha final vai começar no trailer INCRÍVEL da 3ª temporada; Confira!

Durante a San Diego Comic-Con, a Netflix revelou incrível trailer oficial da 3ª temporada da animação ‘He-Man e os Mestres do Universo‘.

Os episódios têm retorno marcado para o dia 18 de agosto na plataforma de streaming.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

No planeta de Eternia, um jovem príncipe perdido descobre os poderes de Grayskull e se transforma em He-Man, mestre do universo! A clássica batalha entre He-Man e o maligno Esqueleto se eleva a novas alturas enquanto o herói e o vilão formam equipes novas e poderosas. Uma nova geração de heróis lutando pelo destino de todos nós. No final, quem se tornará o Mestre do Universo?

O elenco de dublagem conta com Yuri LowenthalDavid KayeKimberly BrooksAntony Del RioJudy Alice LeeTom KennyBenjamin DiskinGrey GriffinRoger Craig Smith e outros.

Gostou de ‘Glass Onion’? Aqui estão outros DEZ filmes de mistério para você conferir!

‘Glass Onion’, sequência do aclamado longa-metragem ‘Entre Facas e Segredos’, chegou recentemente ao catálogo da Netflix e já se tornou um sucesso de crítica e de público.

A trama, que traz Daniel Craig de volta como o detetive Benoit Blanc, conta a história do magnata Miles Bron (Edward Norton), que convida seus amigos excêntricos para sua ilha para jogar um jogo de detetive. Mas um assassinato real é cometido e as coisas saem do controle. Todos são suspeitos e a morte pode vir de onde se menos imagina.

Enquanto a já estabelecida mini-franquia de Rian Johnson reavivou nosso gosto por produções de mistério, é quase impossível não sentir um gostinho de quero mais. Pensando nisso, preparamos uma breve lista com dez longas-metragens de mistério para você conferir.

Veja abaixo as nossas escolhas:

UM CORPO QUE CAI (1958)

Em São Francisco, o detetive aposentado John ‘Scottie’ Ferguson (James Stewart) sofre de um terrível medo de alturas. Certo dia, encontra com um antigo conhecido, dos tempos de faculdade, que pede que ele siga sua esposa, Madeleine Elster (Kim Novak). John aceita a tarefa e fica encarregado da mulher, seguindo-a por toda a cidade. Ela demonstra uma estranha atração por lugares altos, levando o detetive a enfrentar seus piores medos. Ele começa a acreditar que a mulher é louca, com possíveis tendências suicidas, quando algo estranho acontece nesta missão.

OS 7 SUSPEITOS (1985)

Baseado no clássico jogo de tabuleiro ‘Clue’‘Os Sete Suspeitos’ pode não ter sido bem recebido à época de seu lançamento, mas se tornou um clássico cult que merece ser revisitado. Na trama, seis indivíduos com históricos comprometedores em Washington se reúnem para um jantar na mansão do ostentoso Sr. Pessoa (Lee Ving). Eles são recebidos pelo mordomo, que atribui a cada convidado um pseudônimo a fim de proteger suas identidades. Após o jantar, eles descobrem que foram chamados para conhecer o seu chantageador: o Sr. Pessoa, e cada um deles recebe uma arma. Quando o anfitrião aparece morto, o grupo se apavora e procura por pistas para revelar o assassino. Só que já é tarde demais e mais pessoas aparecem mortas. Agora só resta descobrir: quem matou quem, em qual cômodo e com qual arma.

A LENDA DO CAVALEIRO SEM CABEÇA (1999)

Nesta incrível adaptação de Tim Burton, uma série de crimes envolvendo inocentes acontece no pequeno vilarejo de Sleepy Hollow. Para investigar o caso é chamado o detetive nova-iorquino Ichabod Crane (Johnny Depp), um excêntrico e determinado oficial de polícia com um jeito avant-garde de solucionar crimes. Os métodos investigativos de Ichabod serão postos à prova neste caso, que envolve um ser sobrenatural que pode ser o causador de todos os crimes.

O CÓDIGO DA VINCI (2006)

Um assassinato no museu do Louvre em Paris e pistas enigmáticas em alguns dos quadros mais famosos de Leonardo DaVinci levam à descoberta de um mistério religioso. Por mais de dois mil anos, uma sociedade secreta guarda informações que, se descobertas, poderiam comprometer o cristianismo. Robert Langdon, um professor especialista em simbologia e história, se envolve na investigação.

O ESPIÃO QUE SABIA DEMAIS (2011)

Ovacionado pela crítica e considerado como um dos melhores filmes de espionagem do século, ‘O Espião que Sabia Demais’ é baseado no romance homônimo de John le Carré e traz Gary Oldman como o protagonista. Ambientado na Guerra Fria, a história acompanha George Smiley, um veterano da divisão de elite do serviço secreto inglês conhecida como Circo. Após a morte de seu ex-chefe e de alguns fracassos em missões internacionais, ele é chamado para desvendar um mistério sobre a identidade do agente duplo que, durante anos, trabalhou também para os soviéticos. Todos à sua volta são suspeitos, mas, como bons espiões que são, foram treinados para dissimular e trabalhar em condições de extrema tensão.

A CASA TORTA (2017)

Agatha Christie é uma das maiores escritoras de todos os tempos e é, até hoje, considerada a primeira dama do crime. Em 2017, uma das várias adaptações que chegaram ao cinema foi ‘A Casa Torta’. Na trama, o octogenário Aristide Leonides, dono de grande fortuna, é envenenado em sua mansão, onde vivia com toda a família — sua esposa, cinquenta anos mais jovem, dois filhos, duas noras, três netos e uma cunhada. Qualquer um poderia tê-lo matado. Porém, somente um se revelará o verdadeiro assassino.

ASSASSINATO NO EXPRESSO DO ORIENTE (2017)

O divertido remake de ‘Assassinato no Expresso do Oriente’, baseado no aclamado romance homônimo de Agatha Christie, envelheceu muito melhor do que poderíamos imaginar. Comandado por Kenneth Branagh, a trama acompanha o detetive Hercule Poirot (também vivido por Branagh) embarca de última hora no trem Expresso do Oriente. Já a bordo, ele conhece os demais passageiros e resiste à insistente aproximação de Edward Ratchett (Johnny Depp), que deseja contratá-lo para ser seu segurança particular. Na noite seguinte, Ratchett é morto em seu vagão. Com a viagem momentaneamente interrompida devido a uma nevasca que fez com que o trem descarrilhasse, Bouc convence Poirot para que use suas habilidades dedutivas de forma a desvendar o crime cometido.

MAUS MOMENTOS NO HOTEL ROYALE (2018)

Em ‘Maus Momentos no Hotel Royale’thriller neo-noir comandado por Drew Goddard, sete desconhecidos se encontram no El Royale, um hotel degradado perto de Lake Tahoe, Califórnia, na década de 1960. Cada um deles tem um segredo obscuro e precisa encontrar redenção durante a noite, antes que tudo dê errado. A produção vale a pena por seu caráter nostálgico, pela condução da obra e pelo estelar elenco formado por nomes como Jeff BridgesCynthia ErivoDakota JohnsonJon Hamm e muitos outros.

ENOLA HOLMES (2020)

Baseado na amada série de livros indicada ao prêmio Edgar Allan Poe, ‘Enola Holmes’ conta a história da irmã adolescente rebelde de Sherlock e Mycroft Holmes, uma super-detetive talentosa e que muitas vezes supera seus brilhantes irmãos. Quando sua mãe desaparece misteriosamente no seu aniversário de 16 anos, Enola procura a ajuda de seus irmãos mais velhos. Mas ao perceber que eles estão mais interessados em fazê-la terminar os seus estudos, do que de fato resolver o caso, Enola faz a única coisa que uma jovem inteligente, engenhosa e destemida da década de 1880 pode fazer: ela foge de casa para Londres, a fim de encontrá-la – e, no caminho, se envolve em um perigoso e instigante mistério.

VEJA COMO ELES CORREM (2022)

Dirigido por Tom George‘Veja Como Eles Correm’ teve um breve circuito nos cinemas antes de chegar ao Brasil pelo Star+. Nessa divertida e nostálgica aventura misteriosa, um desesperado produtor de cinema de Hollywood decide transformar uma peça popular em um filme. Quando membros da produção são assassinados, o exausto inspetor Stoppard (Sam Rockwell) e a novata Constable Stalker (Saoirse Ronan) se veem no meio de um mistério intrigante.

‘Doces Magnólias’: 3ª temporada ganha data de estreia e imagens OFICIAIS; Confira!

‘Doces Magnólias’ se tornou um dos grandes sucessos críticos e comerciais da Netflix e, agora, a plataforma de streaming anunciou quando a 3ª temporada chegará a seu catálogo.

Os novos episódios serão lançados no dia 20 de julho.

Além disso, foram reveladas as primeiras imagens oficiais do próximo ciclo.

Confira:

Lembrando que as duas primeiras temporadas já estão disponíveis na plataforma de streaming.

A trama acompanha as amigas Maddie, Helen e Dana Sue, que juntas, lidam com problemas amorosos, familiares e profissionais na pequena cidade de Serenity.

Doces Magnólias‘ conta com JoAnna Garcia Swisher, Brooke Elliott, Heather Headley, Chris Klein e Jamie Lynn Spears.

Dica da Semana | 5 filmes indicados ou vencedores do Oscar para você conferir no Star+

Com a popularização crescente das plataformas de streaming, assistir a clássicos do cinema se tornou bem mais simples do que poderíamos imaginar – e títulos um tanto quanto difíceis de serem abocanhados pelo público agora estão disponíveis em um piscar de dedos.

E, para os cinéfilos de plantão, tais serviços carregam títulos e mais títulos que dominam a temporada de premiações, principalmente o Oscar – o maior prêmio da sétima arte.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando cinco longas-metragens indicados e/ou vencedores dos prêmios da Academia para você conferir no Star+, uma das plataformas que mais conquista os assinantes.

Veja abaixo as nossas escolhas:

CISNE NEGRO (2010)

Baseado no ballet de Pyotr Ilyrich Tchaikovsky, o longa-metragem estrelado por ninguém menos que Natalie Portman (que levou o Oscar de Melhor Atriz para casa) acompanha uma jovem bailarina chamada Nina que faz parte de uma companhia de dança respeitada e bastante rígida. Ela logo se prepara para a audição para O Lago dos Cisnes, fazendo de tudo para conseguir o papel principal da Princesa Odette (que é transformada em um cisne branco por um terrível feiticeiro). Todavia ela é forçada a enfrentar a própria mãe (Barbara Hershey) e seus demônios interiores para ascender ao papel principal da peça, estando disposta ao impensável para conseguir o que quer – e para provar que ela é a única que está à altura da protagonista.

12 ANOS DE ESCRAVIDÃO (2013)

O vencedor do Oscar de Melhor Filme e de Melhor Atriz Coadjuvante para Lupita Nyong’o é, até hoje, considerado uma das melhores produções do século. A trama é baseada na incrível história da luta de um homem pela sobrevivência e liberdade. Nos Estados Unidos antes da Guerra Civil, Solomon Northup (Chiwetel Ejiofor), um homem negro e livre do estado de Nova York é sequestrado e vendido como escravo. Enfrentando a crueldade (personificada pelo perverso dono de escravos interpretado por Michael Fassbender), bem como inesperadas gentilezas, Solomon luta não só para sobreviver, mas também para manter sua dignidade. No décimo segundo ano de sua inesquecível odisseia, um encontro ao acaso com um abolicionista canadense (Brad Pitt) mudará sua vida para sempre.

BIRDMAN (2014)

Lançado em 2014, ‘Birdman’ acompanha Riggan Thomson (Michael Keaton), um ator que, no passado, fez muito sucesso interpretando Birdman, um super-herói que se tornou um ícone cultural. Entretanto, desde que se recusou a estrelar o quarto filme com o personagem sua carreira começou a decair. Em busca da fama perdida e também do reconhecimento como ator, ele decide dirigir, roteirizar e estrelar a adaptação de um texto consagrado para a Broadway. Entretanto, em meio aos ensaios com o elenco formado por Mike Shiner (Edward Norton), Lesley (Naomi Watts) e Laura (Andrea Riseborough), Riggan precisa lidar com seu agente Brandon (Zach Galifianakis) e ainda uma estranha voz que insiste em permanecer em sua mente. O longa levou para casa quatro estatuetas do Oscar, incluindo Melhor Filme Melhor Direção.

A FORMA DA ÁGUA (2017)

Guillermo Del Toro é um nome do qual você com certeza já ouviu falar. O diretor mexicano conquistou o mundo com suas histórias fantasiosas, abarcando aclame por parte do público e da crítica – e é claro que o vencedor do Oscar ‘A Forma da Água’ não poderia ficar de fora da nossa lista. Trazendo aspectos da ficção científica para uma homenagem a obras como ‘O Monstro da Lagoa Negra’ e até mesmo ‘A Bela e a Fera’, a história é ambientada em meio aos conflitos político-sociais da Guerra Fria e acompanha Elisa, uma zeladora muda que trabalha em um laboratório experimental secreto do governo e que se encanta com uma criatura mantida presa e maltratada no local. Para executar um arriscado e apaixonado resgate, ela recorre ao melhor amigo Giles e à colega de turno Zelda, em uma aventura que pode custar muito mais do que o seu emprego.

A FAVORITA (2018)

O aclamado drama cômico de época de Yorgor Lánthimos‘A Favorita’, veio sem muitas expectativas para as salas do cinema e ganhou aplausos por absolutamente todos os seus aspectos – além de ter garantido o Oscar de Melhor Atriz a Olivia Colman. Dividindo os holofotes com Rachel Weisz e Emma Stone, a trama acompanha a frágil rainha Anne, da Inglaterra, que é acompanhada por sua grande amiga Lady Sarah. Quando uma nova serva Abigail chega, seu charme a leva a Sarah. Sarah toma a novata como uma pupila e vê uma chance de retornar às suas raízes aristocráticas. Como a política de guerra passa a ocupar muito tempo de Sarah, Abigail entra na brecha para preencher o espaço como companheira da rainha. Sua crescente amizade dá a ela uma chance de cumprir suas ambições e ela não deixa que ninguém fique em seu caminho.

‘A Family Affair’: Comédia romântica com Nicole Kidman, Joey King e Zac Efron ganha imagens INÉDITAS; Confira!

Netflix divulgou duas imagens inéditas de ‘A Family Affair’, nova comédia romântica estrelada por Nicole KidmanJoey KingZac Efron.

O longa-metragem chega à plataforma de streaming no dia 28 de junho.

Confira:

O filme é dirigido por Richard LaGravenese, enquanto Carrie Solomon assina o roteiro.

Uma jovem chamada Zara trabalha como assistente do astro de cinema Chris Cole – isto é, até Chris se apaixonar pela mãe dela.

Liza KoshyKathy BatesShirley MacLaine completam o elenco.

‘The Beast In Me’: Brittany Snow, Natalie Morales e mais são escaladas para a nova minissérie de SUSPENSE da Netflix

Netflix revelou recentemente que quatro novos membros foram escalados para a nova minissérie de suspense ‘The Beast In Me’ (via Deadline).

As informações indicam que Brittany Snow (‘A Escolha Perfeita’), Natalie Morales (‘Que Horas Eu Te Pego?’), David Lyons (‘Truth Be Told’) e Tim Guinee (‘Horizon: An American Saga’) farão parte do elenco.

O grupo se junta aos previamente confirmados Claire Danes, que é a protagonista e uma das produtoras executivas, e Matthew Rhys.

A produção foi escrita por Gabe Rotter, enquanto Howard Gordon entra como showrunner.

Desde a trágica morte do seu filho, a aclamada autora Aggie Wiggs (Danes) afastou-se da vida pública, incapaz de escrever, como um fantasma do seu antigo eu. Mas ela encontra um tema improvável para um novo livro quando a casa ao lado é comprada por Nile Sheldon, um famoso e formidável magnata do mercado imobiliário que já foi o principal suspeito do desaparecimento de sua esposa. Ao mesmo tempo horrorizada e fascinada por este homem, Aggie se vê caçando compulsivamente a verdade – perseguindo seus demônios enquanto foge dos seus próprios – em um jogo de gato e rato que pode se tornar mortal.

Vale lembrar que Gordon e Danes já trabalharam juntos no drama ‘Homeland’.

Fique ligado para mais informações!

‘Código Alarum’: Ação com Isis Valverde e Sylvester Stallone ganha nova data de estreia nos cinemas!

‘Código Alarum’ (Alarum), o novo filme estrelado por Sylvester Stallone e Scott Eastwood, ganhou uma nova data de estreia nos cinemas nacionais.

Anteriormente programado para 27 de março, o longa agora chega às telonas em 10 de abril.

Lembrando que atriz brasileira Isis Valverde também faz parte do elenco.

Joe (Scott Eastwood) e Lara (Willa Fitzgerald) são agentes secretos que vivem fora do radar, mas quando saem de férias com amigos (Isis Valverde), eles se tornam alvos de uma caçada brutal. Suspeitos de estarem ligados à ALARUM, uma rede secreta de espiões, o casal é forçado a fugir, sem saber em quem confiar. Perseguidos por inimigos implacáveis e em um mundo de mentiras e traições, eles são obrigados a duvidar até mesmo de seus próprios aliados.

‘Man’s Best Friend’, novo álbum de Sabrina Carpenter, contará com DOZE faixas; Confira a tracklist!

Nos últimos dias, a vencedora do Grammy Sabrina Carpenter, uma das vozes mais populares da nova geração da música, revelou a tracklist oficial de seu próximo álbum de estúdio com a ajuda dos fãs.

O compilado de originais é intitulado ‘Man’s Best Friend’ e conta com doze faixas inéditas, incluindo o lead single “Manchild”.

Confira:

1. Manchild
2. Tears
3. My Man on Willpower
4. Sugar Talking
5. We Almost Broke Up Again Last Night
6. Nobody’s Son
7. Never Getting Laid
8. When Did You Get Hot?
9. Go Go Juice
10. Don’t Worry I’ll Make You Worry
11. House Tour
12. Goodbye

O lançamento do álbum está agendado para o dia 29 de agosto.

O álbum mais recente da artista foi o elogiado ‘Short N’ Sweet’, que lhe duas estatuetas do Grammy Awards – Melhor Álbum Pop Vocal pelo disco e Melhor Performance Pop Solo pelo single “Espresso”.

Carpenter fez sua estreia oficial no mundo da música com ‘Eyes Wide Open’, em 2015, ascendendo a uma carreira meteórica nos últimos anos – principalmente depois de ter lançado o aclamado ‘emails i can’t send’ e sua subsequente versão deluxe.

Em 2023 e 2024, a cantora, compositora e atriz também foi chamada por Taylor Swift como um dos atos de abertura da ‘The Eras Tour’, apresentando-se, inclusive, no Brasil.

Dentre suas músicas mais famosas, podemos citar “Thumbs”“Paris”“read your mind”“feather”.

Bruno Mars lança a inédita “I Just Might”, carro-chefe de seu próximo álbum de estúdio

O vencedor do Grammy Bruno Mars está de volta ao mundo da música e lançou hoje (9) o lead single de seu próximo álbum de estúdio.

Intitulada “I Just Might”, a canção é o carro-chefe do álbum ‘The Romantic’, que tem lançamento marcado para o dia 27 de fevereiro nas plataformas de streaming.

A faixa incorpora elementos do disco, do pop e do funk, e foi assinada por Mars, Philip LawrenceChristopher Brody BrownDernst “D’Mile” Emile II. Mars e D’Mile também assinam a produção.

Ouça e confira o videoclipe:

Bruno Mars fez sua estreia no cenário musical com o popular álbum ‘Doo-Wops & Hooligans’, ascendendo a um estrelato inenarrável que lhe garantiu diversos prêmios – como 16 estatuetas do Grammy, incluindo Álbum do Ano por ’24K Magic’.

Em 2021, ele se uniu com Anderson .Paak para o projeto Silk Sonic, lançando o compilado ‘An Evening with Silk Sonic’ e conquistando os prêmios de Música e Gravação do Ano por “Leave the Door Open”. Em 2024, ele se uniu à titânica Lady Gaga para o dueto “Die With a Smile”, que quebrou recordes de streams e lhe garantiu mais um gramofone dourado.

‘Villaflor’: Camille Cottin entra para o novo THRILLER político da Netflix

Segundo o DeadlineCamille Cottin (‘Casa Gucci’) foi escalada para o elenco de ‘Villaflor’, novo thriller político da Netflix.

O longa-metragem é dirigido pelo indicado ao Oscar Santiago Mitre (‘Argentina, 1985’).

Cottin se junta aos previamente confirmados Verónica Llinás Peter Lanzani, que serão os protagonistas.

Llinás interpreta Azucena Villaflor, personagem baseada na ativista da vida real que ajudou a fundar as Mães da Praça de Maio. Após seu filho ser levado pelas autoridades, ela transforma a busca por ele e por outros desaparecidos em um ato de resistência contra a ditadura militar. A Argentina esteve sob regime militar de 1976 a 1983, período em que dezenas de milhares de pessoas desapareceram.

Lanzani interpreta Rubio, um oficial do exército encarregado de se infiltrar na Igreja de Santa Cruz, onde os familiares dos desaparecidos começaram a se organizar.

Cottin dá vida a Alice Domon, uma das freiras francesas envolvidas com o Grupo Santa Cruz. O elenco ainda conta com Susana Pampin, Alicia Guerra, Vivian El Jaber, Azul Lombardía, Mariela Acosta, Paula Ransenberg, Juliana Muras, Muriel Santa AnaAntonia BengoecheaJosé MehrezEnrique Piñeyro.

‘Villaflor’ chega em 2027 ao catálogo da Netflix.

Confira as primeiras imagens:

Jon Bernthal deve retornar como O Justiceiro em filmes da Marvel

De acordo com o We Got This Covered, Jon Bernthal irá retornar como Frank Castle/Justiceiro em futuras produções do MCU devido à popularidade do personagem entre os fãs.

A informação veio da mesma fonte que revelou o desejo de Kevin Feige em resgatar Charlie Cox e Krysten Ritter como Demolidor e Jessica Jones, respectivamente.

Por enquanto, a ideia não foi concretizada, já que a Marvel não pode usar os personagens mencionados por pelo menos mais dois anos, por conta de questões contratuais com a Netflix.

Maiores detalhes sobre a introdução do trio ao MCU não foram revelados, e nada foi confirmado oficialmente, então considere como rumor.

Enquanto isso, Feige permanece supervisionando o desenvolvimento da Fase 4 do MCU.

Lembrando que os próximos lançamentos da Marvel são ‘Viúva Negra‘, ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’, ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’, ‘Os Eternos’, e ‘Thor: Amor e Trovão’, ‘Gavião Arqueiro’, ‘Loki’, ‘Falcão e o Soldado Invernal’, ‘What If…’, e ‘WandaVison’.

 

 

Fãs comemoram os 65 anos de Willem Dafoe; Confira as mensagens!

Willem Dafoe já foi indicado quatro vezes ao Oscar por suas atuações em ‘Platoon‘ (1986), ‘A Sombra de um Vampiro‘(2000), ‘Projeto Flórida‘ (2017) e ‘No Portal da Eternidade‘ (2018).

Além disso, ele também é muito conhecido por conta de suas participações em ‘Santos Justiceiros‘ (1999), ‘Procurando Nemo‘ (2003) e na trilogia do ‘Homem-Aranha‘ dirigida por Sam Raimi (2002-2007).

Como o veterano completou 65 anos ontem (22), diversos internautas aproveitaram para homenageá-lo com mensagens de carinho e elogios.

Confira:

Para os fãs da franquia ‘Homem-Aranha‘, um usuário do twitter compartilhou um raro vídeo dos bastidores da sequência, mostrando Dafoe atuando como o Dr. Octopus, personagem vivido oficialmente por Alfred Molina.

Na verdade, tudo não passou de uma brincadeira enquanto Dafoe estava visitando o set de gravações da sequência e decidiu entrar no personagem.

Após sua louca performance, o astro é aplaudido pelos membros do elenco e pela equipe presente no estúdio.

Para quem não se lembra, Dafoe foi o intérprete de Norman Osborn, o Duende Verde, vilão do primeiro filme na trilogia dirigida por Sam Raimi.

Lembrando que Molina conquistou os fãs com sua atuação, trazendo humanidade e emoção ao vilão, que acaba se redimindo no final.

Assista ao vídeo:

“Esse vídeo de Willem Dafoe no set de ‘Homem-Aranha 2‘ me convenceu de que ele também deveria ter interpretado o Dr. Octopus.”

Falando nisso, as gravações do próximo filme do ‘Homem-Aranha‘ estavam agendadas para o mês de julho, mas foram interrompidas devido à propagação do Coronavírus.

Maiores detalhes não foram revelados, mas as atualizações devem ser divulgadas assim que a produção for retomada.

Dirigido por Jon Watts, o longa está previsto para outubro de 2021.

Além de Tom Holland voltando como o personagem-titular, Zendaya irá reprisar seu papel como MJ. E é bem provável que grande parte do elenco também retorne, incluindo Marisa Tomei e Jacob Batalon.

Lembrando que Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Kevin Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica sobre ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘:

‘The Batman’ ganha INCRÍVEL trailer animado feito por fã; Assista!

Em seu canal do YouTube, um fã decidiu fazer uma incrível versão animada do trailer de ‘The Batman‘, adaptação estrelada por Robert Pattinson e dirigida por Matt Reeves.

A animação reproduz cada uma das cenas do trailer original, e os traços utilizados criam atmosfera bastante sombria.

Confira:

Recentemente, Reeves publicou uma nova imagem dos bastidores de ‘The Batman‘ para comemorar o fim das gravações.

Após diversas pausas por conta de problemas envolvendo a pandemia do Coronavírus, a fotografia principal finalmente foi concluída no Reino Unido.

Na legenda da publicação, o cineasta usou algumas tags para confirmar o #últimodiadefilmagens do aguardado filme da DC Comics.

Confira:

Lembrando que a data de estreia permanece agendada para março de 2022.

Assista ao trailer:

Além de Robert Pattinson, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“ESTE NOVO BATMAN PRECISAVA ESTAR EM CONFORMIDADE COM UMA FAIXA ETÁRIA DEFINIDA. ELE É DESCRITO COMO UM JOVEM COM CERCA DE 30 ANOS DE IDADE, E A HISTÓRIA NÃO VAI FOCAR EM SUA ORIGEM, NEM EM SEU COMBATE AO CRIME EM GOTHAM CITY. ELE É BRUCE WAYNE, AINDA TENTANDO ENCONTRAR O CAMINHO PARA SE TORNAR AQUELE DETETIVE GENIAL.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Matt Reeves está preparando.

Confira o logo e o primeiro cartaz OFICIAL de ‘The Batman’.

‘Homem-Aranha 3’: Homem é baleado após disputa por assento em sessão do filme

Durante uma sessão de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, um homem acabou sendo baleado após uma discussão por conta dos assentos da sala de cinema.

De acordo com a Fox 5 News, o crime aconteceu em um cinema de Atlanta, nos Estados Unidos, às 10h45 do último dia 20.

Identificada como Re Quan Kentrell Otey, a vítima e sua companheira foram surpreendidas por um casal pedindo para que eles se levantassem, pois os assentos onde eles estavam eram reservados.

Quando Otey se negou a levantar e começou a discutir, o atirador (ainda não identificado) sacou uma arma e atirou nele, que foi levado para o hospital local em condições estáveis.

Através de uma declaração oficial, os responsáveis pela investigação disseram que:

“Na cena, os policiais encontraram um homem adulto com um ferimento à bala. A investigação preliminar descobriu que a vítima estava envolvida em uma disputa com o suspeito por causa de assentos no cinema.”

Em um vídeo divulgado pela polícia, é possível ver o suspeito chegando ao cinema acompanhado de mulher. O atirador veste uma jaqueta preta por cima de um moletom com capuz branco.

Confira um trecho da reportagem:

“Uma discussão entre dois homens em uma sessão de ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’ terminou em tiroteio.”

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ continua em exibição nos cinemas.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

‘A Pequena Sereia’: Daryl Hannah, estrela de ‘Splash’, defende Halle Bailey dos ‘idiotas racistas’

Em 1981, Daryl Hannah interpretou a sereia Madison na comédia romântica ‘Splash‘, e agora a estrela saiu em defesa de Halle Bailey, escolhida como Ariel na versão live-action de ‘A Pequena Sereia’.

Após seu lançamento, o teaser do remake recebeu mais de 1 milhão de dislikes, enquanto Bailey foi alvo de diversos ataque racistas por conta de sua etnia.

Nas redes sociais, alguns internautas até tentaram justificar comentários preconceituosos dizendo que a escalação de Bailey descaracteriza a personagem original, que é caucasiana.

Em seu perfil do Twitter, Hannah rebateu as críticas e escreveu:

“A pequena sereia é negra. Eu a conheci… #Nãosejaumidiotaracista.

Confira:

Hannah não é a primeira celebridade a apoiar a escalação de Bailey, já que a própria Jodi Benson, dubladora de Ariel na animação, deu seu selo de aprovação à estrela.

Segundo o CBR, Benson publicou um story no Instagram com a seguinte mensagem:

“Halle, você foi absolutamente incrível. Estou tão orgulhosa de você e de sua bela atuação como Ariel!”

Em resposta, Bailey compartilhou a publicação e comemorou, escreveu:

“E você fez Ariel se tornar uma personagem mágica para nós.”

Apesar de tudo, Bailey não está nem um pouco preocupada com os haters e tudo o que quer fazer é entregar o melhor desempenho possível.

Em entrevista para o Comic Book, ela disse o quanto a escolha foi significativa para ela.

“Bem, este filme significa muito para mim, desde que eu era uma garotinha. Quando fui escolhida, eu disse a mim mesma: ‘Só posso me esforçar ao máximo e me orgulhar. Se eu fizer a garotinha dentro de mim feliz, então eu sei que fiz um bom trabalho e sei que estou fazendo o meu melhor’. Eu dei tudo de mim e espero que as pessoas possam tirar algo disso.”

Lembrando que o filme tem estreia marcada para o dia 26 de maio de 2023.

A adaptação em live-action da clássica história terá algumas mudanças em relação à backstory das personagens principais – incluindo sobre a icônica vilã Úrsula (Melissa McCarthy).

As informações indicam que a bruxa do mar será tia de Ariel (Bailey), algo que já havia sido considerado para a versão animada da Disney. Aliás, no conto assinado por Hans Christian Andersen, a feiticeira não tem nome e não tem muita proeminência na história, tendo insurgido como a principal força antagônica apenas em 1989.

O elenco é formado também por Daveed Diggs, que dará vida a Sebastião, Melissa McCarthy como a vilã Úrsula, Awkwafina (‘Jumanji: Próxima Fase’) como a hilária gaivota Sabidão, Jacob Tremblay (‘O Predador’) como o icônico peixinho Linguado e Jonah Hauer-King (‘A Caminho de Casa’) como o Príncipe Eric.

O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão. ZendayaKeke PalmerChloe Bailey estão sendo cotadas para viver as irmãs de Ariel, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena. Jessica Alexander e Noma Dumezweni completam o elenco, ainda sem papéis revelados.

Dirigido por Rob Marshall, a obra conta com músicas do filme original animado e novas músicas de Alan Menken e Lin-Manuel Miranda.

‘Homem-Aranha: Além do Aranhaverso’: Diretor dá detalhes sobre o INESPERADO vilão da sequência

O texto abaixo contém SPOILERS!

‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘ traz um final muito mais sombrio do que muitos poderiam esperar, preparando Miles Morales para um batalha ainda maior em ‘Além do Aranhaverso‘, previsto para 2024.

Ao fim da trama, descobrimos que o vilão Gatuno da Terra 42 é uma variante do próprio Miles Morales, e aquela versão perdeu seu pai, tornando-se revoltado e amargurado.

Durante uma entrevista para o The Hollywood Reporter, o co-diretor deu alguns detalhes bem interessantes sobre o doppelganger do herói.

“A variante de Miles era um personagem tão empolgante que foi realmente difícil para nós manter isso em segredo. Cara, o design é tão diferente, é uma mudança visual. E para explorar como Miles poderia ter se desenvolvido se ele estivesse em um mundo diferente onde não tivesse seu pai, ele foi orientado por seu tio, então que tipo de criança ele poderia se tornar?”

Ele continuou, provocando que o vilão será uma caixinha de surpresas no próximo filme:

“Para as pessoas que veem Miles G. Morales no final, não julgue um livro pela capa. Há muito a aprender sobre esse personagem. É um personagem muito, muito interessante.”

Anteriormente, Powers, Joaquim Dos Santos e Justin K. Thompson [co-drietores] provocaram os desafios que Miles irá enfrentar na sequência.

“Era muito importante ter essa coisa de Miles tentando salvar seu pai, mas então ele se depara com essa versão de Pottersville de um mundo que foi criado por causa dessa coisa que aconteceu com ele”, explicou Powers. “Não vai ser tão simples quanto ele querer apenas escapar deste mundo. Ele vai tentar fazer o certo pelas pessoas que sofrem por causa dele, e isso será mais emocional e imprevisível quando entrarmos no 3º filme. Isso complica sua missão de uma forma que esperamos que as pessoas achem inesperada e também emocionante.”

Dos Santos acrescentou que:

“O multiverso nos fornece esse tipo de reviravoltas. Isso nos permite fazer essas perguntas como nos jogos mentais que você joga consigo mesmo: ‘Se eu tivesse feito isso, em vez daquilo, o que aconteceria? Como seria minha vida?’ Você consegue ver essas coisas acontecerem na tela, então será um emaranhado de possibilidades catastróficas.”

Até lá, confira a nossa crítica de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’!

 

Assista ao trailer:

Kemp PowersJustin K. Thompson também entram como diretores.

Vale lembrar que Chris Lord e Phil Miller roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.

Daniel Pemberton também retorna para compor a trilha sonora das próximas aventuras de Miles Morales.

‘Quarteto Fantástico’: Tocha Humana entra em chamas no novo cartaz do reboot; Confira!

Para comemorar o dia 4/4 deste ano, a Marvel Studios aproveitou para divulgar um novo cartaz do reboot de ‘Quarteto Fantástico‘, que estreia em 25 de julho de 2025, marcando o primeiro filme da Fase 6 do MCU.

A imagem mostra Johnny Storm (Joseph Quinn) ostentando seus poderes como o Tocha Humana.

Confira:

Lembrando que a aclamada atriz vencedora do Emmy Julia Garner (‘Ozark’) foi escalada para a vindoura adaptação.

Nas redes sociais, os internautas disseram estar animados para ver Garner interpretando Shalla-Bal, uma dos arautos de Galactus que assume o manto de Surfista Prateado, uma das figuras mais poderosas e icônicas da Marvel, conhecido por sua forte conexão com os membros do Quarteto Fantástico.

Algumas reações, inclusive, alfinetam comentários preconceituosos e conservadores, dizendo que Shalla-Bal é uma das variações do Surfista Prateado e que ela, inclusive, faz parte do cânone dos quadrinhos.

Confira:

“Ela é perfeita para a Surfista Prateada”.

“Eu vi performances ótimas o suficiente de Julia Garner para saber que ela fará algo especial com esse papel”.

A última aparição do Surfista Prateado nas telonas foi em 2007, no filme ‘Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado’, no qual sua versão clássica foi interpretada por Doug Jones.

Garner é uma atriz em ascensão, reconhecida por seu trabalho em ‘Inventando Anna’, ‘Ozark’, ‘The Royal Hotel’, ‘A Assistente’ e ‘Aprendendo Com a Vovó’.

Lembrando que o elenco de ‘Quarteto Fantástico’ também conta com Pedro Pascal como Reed Richards/Sr. Fantástico, Vanessa Kirby como Susan Storm/Mulher Invisível e Ebon Moss-Bachrach como Ben Grimm/O Coisa.

Anteriormente, segundo o DCULeaks, a dupla Scott Neustadter e Michael Weber, conhecida por seu trabalho conjunto em ‘(500) Dias com Ela’, estaria encarregada de finalizar o roteiro do filme de heróis.

A dupla encontra-se atualmente em destaque devido ao seu trabalho em ‘Daisy Jones & The Six’, que recebeu três indicações ao Emmy em 2023.

Entre os trabalhos mais notáveis da dupla estão: ‘(500) Dias com Ela’ (2009), ‘A Culpa é das Estrelas’ (2014) e ‘Cidades de Papel’ (2015). Vale destacar que também foram responsáveis por aprimorar o roteiro de ‘Os Novos Mutantes’ (2020), embora não sejam creditados.

‘Quarteto Fantástico’ é dirigido por Matt Shakman.

‘As Marvels’: Principal vilã do longa tem conexão com ‘Guardiões da Galáxia’; Entenda!

Os fãs de Marvel receberam hoje um trailer inédito de ‘As Marvels‘ e puderam conferir pela primeira vez a vilã interpretada pela atriz Zawe Ashton, que ainda não teve seu nome revelado.

O filme reunirá Kamala Khan (Iman Vellani) e Monica Rambeau (Teyonah Parris) para se unirem a Carol Danvers (Brie Larson) no combate contra a nova antagonista.

A personagem de Ashton faz parte da raça alienígena Kree e, segundo a descrição oficial do longa, é uma “revolucionária Kree”. A personagem aparece com um cajado semelhante ao de Ronan, o Acusador de ‘Guardiões da Galáxia‘, o que reforça que a personagem será uma sucessora do vilão.

Outro detalhe interessante envolvendo a vilã de Ashton é que ela usa um bracelete muito parecido com o de Kamala Khan, a Ms. Marvel.

Em uma cena do trailer, a vilã lança um raio azul na direção de Rambeau durante uma batalha, o que sugere um vínculo entre os poderes da heroína adolescente e da antagonista.

Assista:

Carol Danvers, também conhecida como Capitã Marvel, recuperou sua identidade dos tirânicos Krees e se vingou da Inteligência Suprema. Mas as consequências levam Carol a carregar o fardo de um universo desestabilizado.

Quando seus deveres a enviam para um buraco de minhoca anômalo ligado a um revolucionário Kree, seus poderes se confundem com os da sua superfã de Jersey City, Kamala Khan, também conhecida como Ms. Marvel, e a sobrinha distante de Carol, a capitã Monica Rambeau. Juntos, esse trio improvável deve se unir e aprender a trabalhar em conjunto para salvar o universo como ‘As Marvels‘.

Lembrando que ‘As Marvels‘ terá direção de Nia DaCosta (‘A Lenda de Candyman’) com Brie Larson de volta ao papel principal, além de Teyonah Parris como Fóton e Iman Vellani como Ms. Marvel.

Vale destacar que o roteiro é responsabilidade de Megan McDonnell, que trabalhou em ‘WandaVision‘. Trata-se de uma troca completa na equipe criativa do primeiro filme.

‘Blade’: Roteirista de ‘Logan’ é contratado para reescrever o filme

A Marvel Studios revelou uma mudança significativa em seu aguardado projeto ‘Blade‘, contratando o roteirista indicado ao Oscar, Michael Green, para reescrever o filme desde o início.

Green, conhecido por seu trabalho em ‘Logan‘, chega ao projeto após uma série de complicações na produção.

De acordo com informações apuradas pela Variety, ‘Blade‘ já passou pelas mãos de pelo menos cinco roteiristas e dois diretores diferentes, que quase acarretou na saída do astro Mahershala Ali da produção.

Diante das dificuldades enfrentadas no desenvolvimento, a Marvel Studios optou por reiniciar o projeto do zero, buscando uma nova direção criativa para o filme.

Uma das principais metas do estúdio é realizar o filme com um orçamento inferior aos US$ 100 milhões, desviando do padrão de investimento das produções regulares da Marvel.

A nova versão está programada para estrear em 14 de fevereiro de 2025.

O elenco ainda contará com Mia Goth, Delroy Lindo, Aaron Pierre e Milan Ray.

Yann Demange (‘Lovecraft Country’) será responsável pela direção.

“Como meio-humano/meio vampiro, Eric Brooks (Ali) aprimorou suas habilidades para caçar os mortos-vivos que há muito aterrorizaram a humanidade. Um híbrido humano-vampiro desde seu trágico nascimento, Blade passou sua longa tentando livrar o mundo de vampiros como aquele que matou sua mãe. Ao longo dos anos, ele dominou seu próprio estilo para lutar contra monstros de todos os tipos.”

reboot é intitulado ‘Blade: O Caçador de Vampiros’ e faz referência direta aos primeiros quadrinhos do anti-herói, criado em 1973 pelo roteirista Marv Wolfman e pelo ilustrador Gene Colan.

‘Twisters’ tem cena pós-créditos?

‘Twisters’, estrelado por Daisy Edgar-Jones (‘Fresh’) e Glen Powell (‘Todos Menos Você’), já está nos cinemas nacionais. O filme que ressuscita a icônica franquia dos anos 90 tem chamado atenção e levantado a clássica pergunta: ele tem cena pós-créditos?

No entanto, contrariando a tradição das grandes franquias que deixam pistas do que está por vir, ‘Twisters‘ optou por uma abordagem tradicional e não inclui cenas pós-créditos.

o longa conquistou 77% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes, com base em 26 análises.

twisters

A maioria dos críticos elogiou o filme por ser divertido, emocionante e fiel ao original.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

“Twisters, embora divirta em partes, é um filme onde a realidade acaba por diminuir bastante o impacto de seus tornados”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“O filme começa com uma introdução impressionante, apresentando altas apostas, personagens carismáticos e momentos memoráveis criados para telas imensas, resultando em uma sequência que satisfaz após o original”, disse Jeff Ewing do Collider.

“Twisters supera o blockbuster ventoso original de Jan de Bont em termos de escala, mantendo uma imersão intensa. Você sairá machucado e sacudido, torcendo para que não demore mais 28 anos até que haja outro tornado”, disse Jamie Graham da Total Film.

“‘Twisters’ se destaca milagrosamente no cenário moderno dos blockbusters. Assim como ‘Twister’ fez em 1996. É uma rara sequência de legado feita da maneira correta”, disse William Bibbiani do TheWrap.

“Twisters, felizmente, é uma sequência que realmente lembra os heróis cientistas capazes e racionais de seu predecessor dos anos noventa. Isso sugere que Hollywood finalmente pode estar voltando ao bom senso ao privilegiar o intelecto genuíno e a expertise sobre a força bruta”, disse Clarisse Loughrey do Independent.

“Um dos melhores exemplos de como um filme de verão pode ser excelente”, disse Jordan Hoffman da Entertainment Weekly.

Dirigido por Lee Isaac Chung, o longa é um reboot de ‘Twister‘, filme clássico de 1996.

Na trama, Kate Cooper (Edgar-Jones) é uma ex-caçadora de tempestades assombrada por um encontro devastador com um tornado durante seus anos de faculdade, que agora estuda padrões de tempestades nas telas em segurança na cidade de Nova York. Ela é atraída de volta às planícies por seu amigo, Javi, para testar um novo sistema revolucionário de rastreamento. Lá, ela cruza seu caminho com Tyler Owens (Powell), o carismático e imprudente ícone das redes sociais que se diverte postando suas aventuras de caça a tempestades com sua equipe barulhenta, quanto mais perigoso melhor. À medida que a temporada de tempestades se intensifica, fenômenos aterrorizantes nunca antes vistos são desencadeados e Kate, Tyler e suas equipes concorrentes se encontram diretamente no caminho de múltiplos sistemas de tempestades convergindo sobre o centro de Oklahoma na luta de suas vidas.

O elenco ainda conta com Anthony Ramos, David Corenswet, Brandon Perea, Sasha Lane, Daryl McCormack, Kiernan Shipka, Nik Dodani e Maura Tierney.

John Goodman sofre lesão durante filmagens de novo filme com Tom Cruise

O ator John Goodman sofreu uma lesão no quadril durante as gravações do novo filme de Alejandro González Iñárritu, estrelado por Tom Cruise, que está sendo filmado no Reino Unido.

Segundo o Deadline, o porta-voz da Warner Bros. Pictures informou: “O ator John Goodman sofreu uma lesão no quadril. Ele recebeu atendimento médico imediato, o que resultou em um pequeno atraso nas filmagens para permitir que ele tivesse tempo para se recuperar. A produção retoma as filmagens na próxima semana, após a recuperação total de John”.

Goodman escorregou durante a marcação de uma cena nos Pinewood Studios e foi levado ao hospital para tratamento. A lesão foi descrita como “leve” e o ator de 72 anos deve retornar ao set em breve.

Ainda sem título, o projeto marca o retorno de González Iñárritu aos filmes em inglês após ‘O Regresso’. O filme é produzido e dirigido por González Iñárritu, com roteiro coescrito por ele, Nicolas Giacobone, Alexander Dinelaris, além de Sabina Berman.

O elenco conta com Tom Cruise, Sandra Hüller, Riz Ahmed, Michael Stuhlbarg, Jesse Plemons e Sophie Wilde. Detalhes sobre a trama ainda são mantidos em segredo.