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‘Indiana Jones 5’ ganha data para início das filmagens

A Disney divulgou 26 novas datas de lançamentos até 2023 e, entre elas, está a data oficial de lançamento de Indiana Jones 5’, que chegará aos cinemas em 10 de julho de 2020. A informação é do Slash Film.

Além disso, o diretor revelou durante sua aparição no Empire Awards, domingo (18), que começa as filmagens em abril de 2019, na Inglaterra.

“Vir para Inglaterra sempre vale a viagem. Todo mundo aqui é muito talentoso e prestativo. Atores, membros da equipe, motoristas, técnicos, todo mundo já me ajudou muito e continuará ajudando quando retornar para fazer o novo ‘Indiana Jones’ em abril”

Recentemente foi divulgado que Steven Spielberg quer Chris Pratt atuando ao lado de Harrison Ford.

O roteiro está sendo escrito por David Koepp, e o filme não contará com o retorno do personagem de Shia LaBeouf, Mutt Williams.

A revelação foi feita pelo roteirista da sequência, David Koepp, em uma entrevista ao site Entertainment Weekly. Segundo ele, as especulações que apontavam para uma possível apresentação de um novo herói não passam de boatos.

Conforme pontuou, Harrison Ford segue firme no papel de Dr. Jones:

“Eu posso te garantir com certeza que Harrison interpreta Indiana Jones. E quando a Shia LaBeouf, seu personagem não estará no filme”.

Koepp também falou sobre o bom andamento da narrativa, salientando que o início das filmagens cabe mais à disponibilidade de Steven Spielberg e Ford:

“Nós estamos redobrando os esforços para finalizá-lo. Agora, no que diz respeito ao início das filmagens, isso depende mais de Spielberg e Ford. O que posso dizer da trama é que há um artefato bem precioso que os protagonistas estarão procurando. E estamos bem contentes com o roteiro que estamos escrevendo. Eu sei que o trabalho é interminável e contínuo, além disso, Steven acabou de encerrar as filmagens de ‘The Post‘. No entanto, eu creio que se tudo ocorrer como planejado, ‘Indiana Jones‘ será seu próximo filme”.

Harrison Ford está empolgado com ‘Indiana Jones 5’

Os quatro filmes renderam quase US$ 2 bilhões nas bilheterias mundiais.

‘Lost’ pode ganhar reboot com novos personagens e história inédita

Se você é fã dos reboots, vai adorar essa notícia! O showrunner de Lost, Carlton Cuse, conversou com o The Hollywood Reporter e como não podia ser diferente, foi questionado sobre um possível reboot do seriado.

Porém, ao contrário do que seria esperado, Cuse pareceu bem empolgado com a possibilidade.

Damon Lindelof e eu sempre soubemos que contamos a história que nós queríamos contar. Para mim estaria tudo bem se a ABC contratasse alguém com uma boa ideia para reiniciar a série envolvendo outros personagens que vão para ilha em um outro momento. Só acho que ficaria menos empolgado se eles quisessem utilizar os personagens que usamos em nossa série, mas um reboot pode acontecer”

E aí, será que Lost pode voltar em breve com uma nova história?

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Lost teve 118 episódios e foi originalmente transmitida entre 2004 e 2010 nos Estados Unidos. No Brasil, o seriado passou pelos canais pagos AXN e Sony e na rede aberta pela Rede Globo.

Em quais STREAMINGS assistir aos Filmes Indicados ao Oscar 2024? Confira!

A maior premiação do cinema acontece hoje (10 de março) à partir das 20 horas e terá transmissão na TV por assinatura pelo canal TNT, e no streaming pelo novo serviço Max, que substituiu a HBO Max.

Mas em quais streamings assistir aos filmes indicados?

Separamos para você abaixo:

Netflix

Em 2024, a Netflix conseguiu 17 indicações por nove produções diferentes. Ainda há tempo de se atualizar e assistir todos os indicados que estão na plataforma. Confira!

A Sociedade da Neve

Sucesso da Netflix na reta final de 2023, A Sociedade da Neve é uma adaptação de uma surpreendente e polêmica história real. Neste drama de sobrevivência, o público acompanha a história de um time de rúgbi dos anos 1970, que estava fazendo uma viagem de avião rumo ao Chile. Porém, as coisas se complicam e o avião acaba caindo no meio da Cordilheira dos Andes. Dos 45 passageiros, apenas 29 sobrevivem. Agora, em meio a um dos lugares mais mortais e inacessíveis do planeta, eles vão ter que encontrar maneiras de sobreviver novamente, enquanto aguardam um resgate que sequer sabem se acontecerá. O longa espanhol foi tão surpreendente que conquistou indicações a Melhor Filme Internacional e Melhor Maquiagem e Penteado.

Nimona

Nimona é um daqueles casos apaixonantes do cinema. Depois de ser esnobado pela Disney, o filme teve seus direitos comprados pela Netflix e acabou conquistando uma indicação a Melhor Filme de Animação. Adaptando a história de uma graphic novel, o longa animado segue a jovem Nimona, uma criatura metamorfa que vai ajudar um cavaleiro a provar sua inocência de uma acusação de crime que não cometeu. Só que tem um fator surreal nessa história: o tal cavaleiro foi treinado e dedicou sua existência a destruir Nimona. Agora, a dupla vai começar a interagir e se conhecer melhor durante uma saga repleta de aventuras e criaturas monstruosas.

Rustin

Da série ‘filmes que não fizeram tanto sucesso quanto o esperado’, Rustin é uma biografia sobre a carreira e vida pessoal de Bayard Rustin, ativista dos direitos civis nos EUA dos anos 1960. Ele também era homossexual e entrou para a história como conselheiro de Martin Luther King Jr. No entanto, mesmo tendo organizado a histórica Marcha de 1963, Rustin acabou sendo apagado por conta de sua orientação sexual. O drama, mesmo que não seja espetacular, é repleto de carisma e se apoia na excelente atuação de Colman Domingo, que conquistou uma indicação na categoria de Melhor Ator.

Nyad

Dramas esportivos são mais certos no Oscar do que as piadas sem graça dos apresentadores. Em Nyad, o público embarca na história real da nadadora norte-americana Diana Nyad que decidiu contrariar a lógica e as estatísticas ao nadar 161 km em mar aberto, de Cuba até a Flórida, aos 64 anos de idade. Para isso, ela contou com o treinamento de sua esposa e uma equipe de profissionais dedicados a fazer com que ela atravessasse os perigos do oceano. Por mais que a história real seja cheia de polêmicas, o longa conseguiu indicações a Melhor Atriz (Annette Bening) e Melhor Atriz Coadjuvante (Jodie Foster).

Maestro

Dirigido e estrelado por Bradley Cooper, Maestro é um daqueles filmes que parecem ter seguido o “Manual da Academia” para tentar ganhar um Oscar. O drama é inspirado na história real do maestro Leonard Bernstein, que foi responsável pela criação dos maiores sucessos da Broadway. Bom, não dá para saber se o filme levará algum prêmio, mas o trabalho de Cooper conseguiu impressionantes sete indicações nas categorias Melhor Filme, Melhor Roteiro Original, Melhor Ator, Melhor Atriz, Melhor Fotografia, Melhor Som e Melhor Maquiagem e Penteado.

A Incrível História de Henry Sugar

Adaptando o conto homônimo de Roald Dahl, o diretor Wes Anderson contou com o talento de Benedict Cumberbatch para contar a história de Henry Sugar, um milionário apaixonado por dinheiro que encontra um livro sobre a história de um homem que havia desenvolvido a habilidade de enxergar sem abrir os olhos. O rapaz começa a estudar para aprender a usar essa técnica que seria muito útil para trapacear nos jogos de carta, o que aumentaria ainda mais sua fortuna. Porém, conforme ele vai adaptando seu corpo para essa habilidade, Henry começa a perder seu amor pelo dinheiro. A história é perfeita para os fãs de Wes Anderson e conseguiu uma indicação em Melhor Curta-Metragem em Live Action.

e Depois? (The After)

Curtas não costumam ter tanta atenção do público geral, mas essa produção britânica definitivamente vale seu tempo. Em menos de 20 minutos, o público é convidado a conhecer a história de um motorista de aplicativo que viu sua vida perfeita acabar em um evento traumático. Ele perdeu sua filha em um crime horrível, o que acabou com seu casamento e o afastou do meio empresarial, restando a ele dirigir para aplicativos de corrida. Em uma de suas viagens, afundado no luto, ele leva uma passageira que colocará toda sua vida em perspectiva. É um curta muito sensível e bem trabalhado que merecidamente está concorrendo na categoria de Melhor Curta-Metragem em Live Action.

O Conde

Vencedor do prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Veneza, O Conde chegou ao Oscar indicado apenas em Melhor Fotografia. O longa é uma sátira sobre Pinochet, o sanguinário ditador chileno, retratando o crápula como um vampiro que decidiu forjar a própria morte para viver sozinho numa casa nos cafundós do Chile. Repleto de referências históricas e sacadas geniais sobre as crueldades cometidas pelo Pinochet da vida real, o filme mostra o vampiro-ditador cansado da própria vida, o que deixa seus filhos doidinhos atrás da herança do velho. Lançado nos 50 anos do golpe militar chileno, O Conde merecia mais indicações do que ‘apenas’ uma por sua fotografia espetacular.

Jon Batiste: American Symphony

Mais um da lista de filmes que mereciam mais indicações, Jon Batiste: American Symphony é um documentário autobiográfico sobre Jon Batiste, um cantor e compositor norte-americano que está lidando com sua esposa, que luta contra um complicado caso de leucemia, enquanto precisa compor uma sinfonia. Ao mesmo tempo em que ele recebe a notícia de ter sido indicado a 11 prêmios Grammy, sua esposa descobre que seu câncer voltou. Em meio a alegrias e dores, esse documentário é uma grande história do amor em seu estado mais puro. Por isso, choca um pouco que tenha recebido apenas uma indicação por Melhor Canção Original com a música “It Never Went Away”.

 

Apple TV+

Crescendo cada vez mais nas cerimônias de premiação, o Apple TV+ conseguiu emplacar ‘apenas’ um filme, mas é um dos grandes favoritos da crítica para levar ao menos uma estatueta.

Assassinos da Lua das Flores

Divulgação

Considerado uma obra-prima de Martin Scorsese, Assassinos da Lua das Flores conta a história do extermínio Osage nos EUA da década de 1920. Com a descoberta de poços de petróleo em suas terras, os indígenas ganharam certo prestígio em Oklahoma, conseguindo evitar os assassinatos à luz do dia. Porém, os pecuaristas que controlavam a região começaram a infiltrar capangas nas vidas dos indígenas, matando as famílias de dentro para fora, tomando suas posses aos poucos. O longa é um espetáculo extremamente necessário e sofrido. Não por acaso conseguiu indicações a Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Atriz, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Montagem, Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte, Melhor Figurino, Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção Original.

Max

O Max tem em seu catálogo o principal fenômeno dos cinemas de 2023. E como era esperado, ele trouxe uma chuva de indicações.

Barbie

Depois de capítulos polêmicos, o filme da Barbie viu a luz do dia e conquistou um público fenomenal, fazendo desse longa a maior bilheteria de 2023. A história da Barbie Estereotipada (Margot Robbie) que precisa vir para o mundo real depois de ‘dar defeito’, descobrindo uma realidade extremamente complexa e cheia de preconceitos, cativou pessoas de todas as idades e reacendeu o debate sobre o papel das mulheres em Hollywood. Essa aventura cheia de cor e bom-humor divertiu e fez chorar milhões de pessoas pelo planeta, conquistando também oito indicações ao Oscar, nas categorias de Melhor Filme, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Direção de Arte, Melhor Figurino e duas indicações na categoria de Melhor Canção Original.

Homem-Aranha: Através do Aranhaverso

Apesar das inúmeras polêmicas de bastidores, com direito a denúncias de animadores relatando jornadas de trabalho abusivas e baixa remuneração, o segundo capítulo da jornada de Miles Morales pelo Multiverso foi sucesso absoluto entre público e crítica. A trama mostra o menino indo atrás de um vilão capaz de abrir portais, quando é auxiliado por outras versões do Homem-Aranha para tentar deter essa ameaça o quanto antes. O problema é que alguns deles parecem não ter intenções tão positivas para com o garoto. O filme é o principal favorito para levar o Oscar de Melhor Filme de Animação.

Amazon Prime Video

Depois de muito sucesso nas edições passadas, a plataforma da Amazon chegou ao Oscar 2024 de forma mais tímida.

Golda: A Mulher de Uma Nação

O filme não fez muito sucesso no Brasil, mas conseguiu uma indicação a Melhor Maquiagem e Penteado. A trama conta a história da chamada ‘Dama de Ferro de Israel’, Golda Meir, a primeira-ministra de Israel, que tomava decisões durante a Guerra de Yom Kippur, na década de 1970, que teve início após Egito, Jordânia e Síria se unirem para atacar Israel durante o feriado do Ramadã.

Ficção Americana

Uma das maiores surpresas do Oscar desse ano foram as cinco indicações a ‘Ficção Americana‘ (American Fiction), incluindo melhor ator para Jeffrey Wright (‘Angels in America’) e Melhor Filme. Na trama, a carreira de escritor de Thelonious “Monk” Ellison estagnou porque seu trabalho não é considerado “negro o suficiente”. Monk, escritor e professor de inglês, trabalha em um romance satírico sob seu pseudônimo, com o objetivo de expor as hipocrisias do mundo editorial. O sucesso imediato do livro o força a ficar mais profundamente enredado na sua identidade assumida e desafia as suas visões de mundo arraigadas.

 

Disney+

Presente na cerimônia com quatro indicações, os filmes do Disney+ acabaram servindo como um ‘prêmio de consolação’ para a Disney, que acumulou uma série de fracassos em 2023.

Guardiões da Galáxia Vol.3

Na última aventura dos Guardiões da Galáxia originais, os anti-heróis espaciais são atacados por uma ameaça praticamente imparável, que deixa o Rocket Raccoon (Bradley Cooper) à beira do morte. Para salvar o amigo, os Guardiões precisarão fazer uma viagem pelas origens do Guaxinim desbocado para encontrar seu criador. O problema é que essa criatura é um cientista com complexo de Deus que não dá a mínima para as vidas que considera ‘inferiores’. O filme fez muito sucesso entre público e crítica, e conquistou uma indicação na categoria de Melhores Efeitos Visuais.

Elementos

Lançado sob forte desconfiança do público, Elementos não só fez a maior bilheteria da Pixar após a pandemia, como também conquistou uma indicação na categoria Melhor Filme de Animação. O 27º filme da Pixar se passa em um mundo em que versões antropomórficas dos quatro elementos fundamentais da natureza convivem em sociedade. Nesse contexto, Ember é uma chama que não sabe se quer assumir os negócios da família ou se arriscar como artista. Ela acaba sendo multada por Wade, um jovem e otimista auditor fiscal que é feito de água e acaba vazando para dentro da loja dos pais de Ember. Enquanto a garota de fogo tentar convencer o rapaz, ela vai descobrir que existe muito mais vida além do quintal de seu bairro, por mais perigosa que possa ser.

A Última Loja de Consertos

Lançado em setembro do ano passado, A Última Loja de Consertos chegou há alguns dias no catálogo do Disney+ e pegou a muitos de surpresa, porque não estava anunciado na lista de estreias de janeiro. Esse curta vem arrebatando prêmios há alguns meses e conta a história de uma loja, no centro de Los Angeles, onde um grupo de artesãos mantém funcionando mais de 80 mil instrumentos musicais que são utilizados por estudantes. Esse documentário é construído ao redor de quatro personagens fascinantes, cujas vidas são diretamente impactadas pela música. É realmente fantástico, por isso foi indicado como Melhor Documentário de Curta-metragem.

Indiana Jones e a Relíquia do Destino

O último capítulo da história do lendário arqueólogo chegou aos cinemas e… Bem, decepcionou bastante. A trama gira em torno da afilhada do Indy, que o tira da aposentadoria após revelar estar atrás de um artefato que interessa a um alemão que quer usá-lo para reescrever os rumos da Segunda Guerra Mundial. Juntos, padrinho e afilhada vão viajar o mundo para encontrar as partes desse artefato e salvar o mundo como o conhecemos. Mesmo tendo gerado um prejuízo absurdo para a Disney, Indiana Jones e a Relíquia do Destino foi indicado ao Oscar na categoria de Melhor Trilha Sonora.

 

Star+

Também pertencentes ao grupo Disney, as produções do Star+ também decepcionaram. Havia uma alta expectativa para que um desses projetos recebesse muitas indicações e viesse brigando forte na premiação. Porém, tiveram de se contentar com ‘apenas’ três indicações.

Resistência

Dirigido por Gareth Edwards, essa ficção científica futurista era a principal aposta do grupo Disney para o Oscar. Resistência acompanha a jornada de um ex-agente do exército humano que foi designado para se infiltrar na comunidade das inteligências artificiais para tentar encontrar e matar ‘o Criador’, uma entidade responsável por criar e evoluir essas pessoas artificiais. Porém, ele acaba se envolvendo com eles e descobre que a grande arma das máquinas é, na verdade, uma criança. Agora, o rapaz vai enfrentar todo o sistema para proteger a critaturinha, enquanto busca informações sobre sua falecida esposa. Foi uma surpresa para muitos que Resistência não tenha figurado nas categorias principais, mas conseguiu indicações em Melhores Efeitos Visuais e Melhor Som.

Flamin’ Hot: O Sabor que Mudou a História

Inspirado em uma história real, Flamin’ Hot: O Sabor que Mudou a História é mais um daqueles casos de filmes muito bons que passaram despercebidos no Brasil. O longa conta a história de um descendente de mexicanos que trabalha em uma fábrica de biscoitos na Califórnia. Passando por um momento de baixa, a empresa ‘ressuscita’ com a invenção do rapaz, que mistura elementos de sua cultura para criar o Cheetos Super Picante, um fenômeno de vendas ao redor do mundo. O longa foi indicado em Melhor Canção Original pela música ‘The fire inside’. Ah vale observar que esse filme também está disponível no catálogo do Disney+.

 

Os Filmes Brasileiros Mais ESPERADOS nos Cinemas em 2024!

O ano de 2024 começou com tudo! Ainda refletindo os bons ventos desse fim de ano com os públicos arrebatadores de ‘Mamonas Assassinas: O Filme’ e ‘Minha Irmã & Eu’, este ano de 2024 vai ter muito filme bom brasileiro estreando nos cinemas! E como nós, do Cinepop, sabemos que nossos leitores estão sempre atentos nos lançamentos, fizemos aqui uma listinha dos principais lançamentos do ano para vocês se organizarem, confiram!

Chama a Bebel – Nos Cinemas

Primeiro grande lançamento nacional, traz novamente a jovem Giulia Benite no protagonismo de um longa, dessa vez dando vida à adolescente Bebel, uma jovem portadora de deficiência física que muda de escola e lá busca implementar um sistema autossustentável na escola. Já está em cartaz nos cinemas desde o último dia 11.

Turma da Mônica Jovem: Reflexos do Medo – Nos Cinemas

E já que estamos falando de Mônica, nada melhor do que um novo filme da turminha do bairro do Limoeiro para ver nas telonas nas férias escolares. Agora jovens adolescentes, Mônica, Magali, Cebola e Cascão vão tentar salvar o museu do bairro de ir à leilão, em meio a uma aventura muito misteriosa. Já está em cartaz nos cinemas.

Bizarros Peixes das Fossas Abissais – Nos Cinemas

Longa de animação brasileira que conta com a dublagem de Rodrigo Santoro, Guilherme Briggs e Natália Lage. Considerado um dos filmes mais doidos do Festival do Rio 2023, conta a história de uma jovem mulher com superpoderes em busca de algo especial que só é encontrado no fundo do mar. Para tal, ela conta com a ajuda de uma tartaruga e uma nuvem.

Nosso Lar 2: Os Mensageiros – Nos Cinemas

Após o sucesso do primeiro filme, a aguardada sequência ‘Nosso Lar 2: Os Mensageiros’ estreia próximo dia 25. Baseado no livro ‘Os Mensageiros’, de Chico Xavier, o longa acompanha o médico André Luiz, que se junta a um grupo de espíritos mensageiros na cidade de Nosso Lar.

Príncipe Lu e a Lenda do Dragão – Nos Cinemas

Estrelado por Luccas Neto, o mais novo filme para a garotada traz o youtuber no papel de um príncipe brincalhão e que não gosta de responsabilidades, até que, ao completar 18 anos, precisa enfrentar o Dragão da Maldade. O longa conta com participação especial de Renato Aragão e Zezé Motta.

Aumenta Que é Rock’n Roll – 01/02

Estrelado por Johnny Massaro, essa comédia dramática conta a história de um radialista que, de repente, se vê à frente de uma estação de rádio falida.

Gato Galático e o Feitiço do Tempo – 01/02

Roni ganha um relógio mágico e vai parar num vilarejo enfeitiçado, onde as crianças estão desaparecendo. Junto com seus amigos ele tem que enfrentar o poderoso Perpétuo e salvar Cronópolis.

Apaixonada – 07/03

Estrelado por Giovanna Antonelli, conta a história de uma mulher que entra numa crise de identidade e se vê diante de uma oportunidade incrível de repaginar a própria vida e experimentar novos caminhos.

Os Farofeiros 2 – 07/03

Após o estrondoso sucesso do primeiro longa, agora a turma da repartição de junta novamente para uma viagem, só que dessa vez eles vão de ônibus para a Bahia! Com Cacau Protásio, Mauricio Manfrini e Dani Winits.

Férias Trocadas – 14/03

Comédia com Carol Castro, Aline Campos e Edimilson Filho, conta a história de Zé, um professor de escolinha e Zé, um bem-sucedido empreendedor que, sem querer, acabam se hospedando um no nome do outro em Cartagena.

Dois é Demais em Orlando – 28/03

João é fã de super-heróis e está prestes a realizar seu sonho de conhecer a Disney. Às vésperas da viagem, sua chefe lhe pede para que leve seu filho na viagem.

Evidências do Amor – 11/04

Comédia romântica com Fábio Porchat e Sandy, baseada na canção homônima de sucesso, de Chitãozinho e Xororó. Na trama, Porchat e Sandy vivem um casal que se apaixona ao cantar a canção num karaokê.

Chico Bento e a Goiabeira Maraviosa – 16/05

Aguardadíssima adaptação dos quadrinhos de Mauricio de Sousa, que expande o universo criado pelo quadrinista em direção aos personagens Chico Bento, Rosinha, Nhô Lau, que quer cortar a única goiabeira da região.

Mallandro – O Errado que Deu Certo – 16/05

Estrelado por Sérgio Mallandro, conta a história do humorista que, em crise na sua carreira, aceita o inesperado convite para retornar à televisão e precisa se reinventar para ter uma última chance na sua vida artística.

Grande Sertão – 30/05

Baseado no livro homônimo de Guimarães Rosa. A nova adaptação traz Caio Blat e Luisa Arraes em uma releitura contemporânea do clássico literário.

De repente, Miss – Maio/2024

Mais novo filme dirigido por Hsu Chien, a comédia romântica traz Giulia Benite e Fabiana Karla como mãe e filha numa história emocionante sobre amadurecimento, orgulho de si mesmo e valorizar os verdadeiros motivos para ser feliz na vida.

Mauricio de Sousa: O Filme – 10/10

Depois de algumas adaptações de sua obra, o quadrinista Mauricio de Sousa pela primeira vez ganha uma cinebiografia de ficção, abordando desde a infância até a carreira deste que é um dos mais queridos escritores brasileiros de todos os tempos.

Deus Ainda é Brasileiro – 2024

Spin-off do sucesso anterior, conta uma nova história em que Deus tem que lidar com o que foi feito do Brasil nas últimas duas décadas.

C.I.C: Central de Inteligência Cearense – outubro/2024

Estrelado por Edimilson Filho, é uma comédia em que o ator vive Wanderley, um agente secreto brasileiro que, do seu jeito, combate perigosos criminosos.

O Auto da Compadecida 2 – dezembro/2024

Talvez um dos filmes mais aguardados desse ano, desde seu anúncio. Inspirado na obra de Ariano Suassuna, traz novamente Matheus Nachtergaele e Selton Mello no protagonismo, e Taís Araújo como Nossa Senhora.

Silvio Santos: O Sequestro – 2024

Inspirado em episódio real, conta a vida do apresentador Silvio Santos (Rodrigo Faro) durante os sequestros que o apresentador sofre em sua vida quando tentou expandir sua influência televisiva para outras áreas de atuação.

Estômago 2: O Poderoso Chef– 2024

Filosofia e gastronomia voltam a dar o tom na continuação do sucesso ‘Estômago’.

Chefe da Warner diz que próximos filmes da DC não serão mais tão conectados

No geral, o universo estendido da DC foi um fracasso. Apesar de inúmeros debates entre os fãs existirem, é um fato dizer que os longas individuais e suas relações com outras entradas do panteão não alcançaram os resultados desejados, ao menos de um ponto de vista mercadológico e cinematográfico.

Homem de Aço não se tornou o reboot que a Warner Bros. queria para o Superman, ‘Batman vs. Superman: A Origem da Justiça’ não arrecadou o suficiente para oficialmente dar início ao univero compartilhado, e Liga da Justiça tornou-se o maior fracasso da DC em termos financeiros.

Entretanto, não podemos tirar mérito de algumas conquistas dos estúdios em questão: Ben Affleck ganhou aclame por sua performance como Batman, Esquadrão Suicida foi um sucesso comercial apesar das críticas negativas, e Mulher-MaravilhaAquaman conquistaram genuinamente o público e a crítica. Porém, quando falamos do universo estendido em si, a Warner decidiu voltar atrás com sua ideia original e declarou que não irá mais realizar longas-metragens interconectados.

Em entrevista ao LA Times, o chefe-executivo da Warner Bros., Kevin Tsujihara, disse que a próxima leva de filmes baseados nos quadrinhos da DC não terá muita conexão com o panteão compartilhado.

Os novos filmes, Shazam!’CoringaMulher-Maravilha 1984’Aves de Rapina, parecem nos levar para o lugar certo. Temos um pessoal competente trabalhando nisso.

O universo não será tão conectado como as iterações de cinco anos atrás. Teremos muito mais foco em experiências individuais dos persoangens. Mas isso não quer dizer que, em determinado momento, não teremos a noção do universo que conhecemos.

De fato, Shazam!’ trará personagens nunca antes vistos, enquanto Coringa reelenca o personagem-título com Joaquin Phoenix ao invés de trazer Jared Leto para o papel.

Shazam!’ estreia no dia 05 de abril de 2019, seguido por Coringa em 04 de outubro. Em 2020, Aves de Rapina (e a Fantabulosa Emancipação de uma Arlequina)’ tem lançamento marcado para 07 de fevereiro. Logo depois, Mulher-Maravilha 1984’ chega aos cinemas, no dia 05 de junho.

Diretor de ‘Venom’ diz que cross-over com ‘Homem-Aranha’ é a ideia principal

Em entrevista ao site Fandom, o diretor Ruben Fleischer, que atualmente está promovendo a aguardada sequência Zumbilândia 2, comentou sobre o destino de outra franquia na qual também trabalhou: Venom.

Já sabemos que Venom 2’ não terá o retorno de Fleischer na direção, que cede a cadeira para Andy Serkis, mas isso não o impediu de fornecer um panorama interessante do futuro da saga – e como ela irá se conectar com Homem-Aranha. De fato, o cineasta disse que a ideia é unir os dois personagens em um filme cross-over.

“É nisso que tudo vai culminar”, Fleischer comentou. “E isso é o que é interessante, porque nós mudamos a origem de Venom… Nos quadrinhos, ele evolui do Homem-Aranha, mas por conta do acordo entre MarvelSony, não podemos mais fazer isso. Então a ideia é construir [uma narrativa] em direção a isso, e será incrível de ver o momento em que eles irão se confrontar”.

Por enquanto a ideia dos dois personagens de unirem ainda permanece no campo das ideias. Enquanto isso, as filmagens de Venom 2’ começam no dia 25 de novembro deste ano.

Tom HardyMichelle Williams reprisarão seus papéis como Eddie Brock/Venom e Anne Weying, respectivamente.

Kelly Marcel também retorna para escrever o roteiro, mas desta vez será auxiliada por Hardy.

Apesar das críticas negativas, o primeiro filme teve um ótimo retorno nas bilheterias, arrecadando mais de US$ 845,5 milhões pelo mundo, o que garantiu a ideia para uma sequência.

A sequência deve chegar aos cinemas em 2020.

‘Westworld’: Próximos episódios da 3ª temporada ganham título e sinopse oficiais; Confira!

A HBO divulgou os títulos e as sinopses oficiais dos próximos episódios da 3ª temporada de Westworld.

Confira:

Temporada 3, Episódio 5: “Genre”
Data: 12 de abril
Sinopse: “Apenas diga não”.
Escrito por Karrie Crouse & Jonathan Nolan; dirigido por Anna Foerster.

Temporada 3, Episódio 6: “Decoherence”
Data: 19 de abril
Sinopse: “Muitas pessoas dizem que você precisa de terapia?”.
Escrito por Suzanne Wrubel & Lisa Joy; dirigido por Jennifer Getzinger.

Temporada 3, Episódio 7: “Passed Pawn”
Data: 26 de abril
Sinopse: “Um amigo verdadeiro é aquele que chega quando o resto do mundo vai embora”.
Escrito por Gina Atwater; dirigido por Helen Shaver.

Temporada 3, Episódio 8: “Crisis Theory”
Data: 03 de maio
Sinopse: “É hora de enfrentar a música”.
Escrito por Denise Thé & Jonathan Nolan; dirigido por Jennifer Getzinger.

Criada por Jonathan Nolan e Lisa Joy, a série é baseada no filme homônimo lançado em 1973.

Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões –, para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”.

O elenco conta com Evan Rachel Wood, Jeffrey Wright, Thandie Newton, James Marsden, Rodrigo Santoro, Tessa Thompson, Aaron Paul e Ed Harris.

‘The 100’: Natureza e ser humano se enfrentam na promo do episódio 07×13; Confira!

The CW divulgou a promo oficial de “Blood Giant”, décimo terceiro episódio da 7ª e última temporada de The 100.

Confira:

O capítulo em questão vai ao ar no dia 26 de agosto.

Criada por Jason Rothenberg, a série é baseada no livro homônimo da autora Kass Morgan.

A trama se inicia noventa e sete anos após uma guerra nuclear ter destruído a civilização, quando uma nave espacial que aloja os sobreviventes solitários da humanidade envia cem delinquentes juvenis de volta à Terra, na esperança de possivelmente repovoar o planeta.

O elenco inclui Eliza Taylor, Paige Turco, Bob Morley, Marie Avgeropoulos, Lindsey Morgan, Richard Harmon, Tasya Teles, Shannon Kook e Henry Ian Cusick.

‘Lupin’: Série de mistério com Omar Sy já está disponível na Netflix!

Lupin é a mais nova série original francesa da Netflix e traz ninguém menos que o aclamado ator Omar Sy para o centro dos holofotes. A produção, inclusive, já está disponível no catálogo da plataforma de streaming.

A primeira temporada estreou hoje, 08 de janeiro, no serviço.

Confira o trailer:

A série é inspirada nos romances escritos por Maurice LeBlanc e traz Omar Sy como o primeiro ator negro a encarnar uma versão do icônico Lupin, aqui contemporaneizado na roupagem de Assane Diop.

Na adolescência, Assane Diop enfrentou a morte do pai, que foi acusado de um crime que não cometeu. Depois de 25 anos, como forma de vingança, ele passa a agir sob a alcunha de “Arsène Lupin, o Ladrão de Casaca”.

Ludivine SagnierClotilde HesmeNicole GarciaHervé PierreSoufiane GuerrabAntoine GouyFargass Assandé e outros completam o elenco.

‘Legends of Tomorrow’: Astra tenta se adaptar à vida mortal na promo oficial do episódio 06×05; Confira!

A CW divulgou a promo oficial do 5º episódio da 6ª temporada de Legends of Tomorrow‘, que vai ao ar em 06 de junho.

Intitulado ‘The Satanist’s Apprentice‘, o episódio vai acompanhar Astra (Olivia Swann) se adaptando e enfrentando as dificuldade da vida mortal como mortal sem a orientação de Constantine (Matt Ryan). Frustrada e solitária, ela faz uma nova amiga que promete ajudá-la, mas sua ânsia pela saída mais fácil pode ter repercussões perversas para os mais próximos a ela. Enquanto isso, Sara (Caity Lotz) descobre o responsável por seu sequestro e tenta convencer outras pessoas a ajudá-la a escapar.

O episódio foi dirigido por Lotz, a partir do roteiro de Keto Shimizu e Ray Utarnachitt.

Confira:

Keto Shimizu é o atual showrunner da série.

Quando heróis sozinhos não são o suficiente… o mundo precisa de lendas. Já tendo visto o futuro, um deles irá desesperadamente tentar impedi-lo de acontecer. Rip Hunter (Arthur Darvill), o viajante do tempo, recebe a tarefa de reunir um disforme grupo de heróis e vilões para confrontar uma ameaça difícil de parar; uma que não ameaça somente a integridade do planeta, mas do próprio tempo como uma entidade. Será que este improvável time é capaz de combater uma ameaça imortal, diferente de tudo que eles conhecem?

O elenco conta com Caity Lotz, Tala Ashe, Jes Macallan, Olivia Swann, Nick Zano, Dominic Purcell, Matt Ryan, Shayan Sobhian, Adam Tsekhman e Lisseth Chavez.

‘Patrulha do Destino’ é renovada para a 4ª temporada!

Ótimas notícias para os fãs de Patrulha do Destino!

Durante a última edição da DC FanDome, foi revelado que a aclamada série ganhou sinal verde para a 4ª temporada. Acredita-se que os novos episódios sejam lançados no ano que vem.

Lembrando que a 3ª temporada já está disponível na HBO Max, com episódios lançados semanalmente.

Criada por Jeremy Carver (‘Being Human’), a série é baseada nos quadrinhos da DC Comics.

Os membros da Patrulha do Destino sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através do Chefe, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra do que eles encontram.

Parte grupo de apoio, parte equipe de super-heróis, a Patrulha do Destino é um bando de malucos super-poderosos que lutam por um mundo que não quer nada com eles. Continuando após os eventos de ‘Titãs’, a série encontrará esses heróis relutantes em um lugar que eles nunca esperavam estar, chamados para a ação por ninguém menos que Cyborg, que chega a eles com uma missão difícil de recusar, mas com um aviso que também é difícil de ignorar: suas vidas nunca mais serão as mesmas.

O elenco conta com Matt Bomer (Homem-Negativo), Joivan Wade (Cyborg), April Bowlby (Mulher-Elástica), Timothy Dalton (Chefe), Diane Guerrero (Crazy Jane), Brendan Fraser (Robotman), Alan Tudyk (Sr. Ninguém) e Matthew Zuk (Negative Man).

Rock in Rio 2022 | Megan Thee Stallion, Rita Ora, Liniker e mais são confirmadas no line-up!

Rock in Rio anunciou hoje (08) vários novos nomes para o line-up de sua próxima edição.

Acompanhados da hashtag #DiaDelasnoRockinRio, a produção do evento confirmou um time de peso de artistas femininas que irão iluminar os palcos da Cidade do Rock.

No dia 11 de setembro, a rapper vencedora do Grammy Megan Thee Stallion e a cantora britânica Rita Ora irão se apresentar no Palco Mundo, enquanto LinikerLuedji Luna estão no Palco Sunset.

Como se não bastasse, a lendária Elza Soares, que faleceu no começo deste ano, ganhará uma homenagem nas vozes de AlcioneMajurAnges NunesCaio PradoMart’NáliaGaby AmarantosLarissa Luz no Palco Sunset.

Lembrando que o Rock in Rio acontecerá nos dias 02, 03, 04, 08, 09, 10 e 11 de setembro de 2022, na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro.

Confira o cronograma de atrações já confirmadas abaixo:

PALCO MUNDO

02/09

  • Iron Maiden
  • Dream Theater
  • Megadeth
  • Sepultura + Orquestra Sinfônica Brasileira

03/09

04/09

08/09

09/09

10/09

11/09

PALCO SUNSET

02/09

  • Bullet for My Valentine
  • Living Colour feat. Steve Vai
  • Metal Allegiance
  • Black Pantera convida Devotos

03/09

  • Racionais
  • Criolo convida Mayra Andrade
  • Xamã convida Brô Mc’s
  • Papatinho + L7ennon convidam Mc Hariel e Mc Carol

08/09

  • Joss Stone
  • Corinne Bailey Rae
  • Gloria Groove
  • Duda Beat

09/09

10/09

  • Ceelo Green

11/09

Para mais informações, clique aqui!

Beyoncé lança ‘Renaissance – Act I’, seu aguardado 7º álbum de estúdio solo

O ícone da música Beyoncé lançou hoje (29) seu aguardado sétimo álbum de estúdio solo, intitulado Renaissance – Act I’.

O compilado de originais conta com 16 músicas, incluindo o aclamado single “Break My Soul”, e já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Confira a tracklist oficial:

1. I’m That Girl
2. Cozy
3. Alien Superstar
4. Cuff It
5. Energy (feat. Beam)
6. Break My Soul
7. Church Girl
8. Plastic off the Sofa
9. Virgo’s Groove
10. Move (feat. Grace Jones e Tems)
11. Heated
12. Thique
13. All Up in Your Mind
14. America Has a Problem
15. Pure/Honey
16. Summer Renaissance

Em 2018, Queen-B colaborou com o marido, Jay-Z, com o álbum conjunto ‘Everything Is Love’; um ao mais tarde, lançou o álbum ao vivo ‘Homecoming’, em celebração a suas apresentações no Festival Coachella; em 2019, divulgou ‘The Lion King: The Gift’, para comemorar o remake em live-action de O Rei Leão; em 2020, lançou o filme musical ‘Black Is King’, que conquistou uma estatueta do Emmy Awards; e, por fim, conquistou mais dois prêmios do Grammy com Black Parade, que levou a estatueta de Melhor Performance R&B, e Be Alive, música original de ‘King Richard – Criando Campeãs’, que faturou uma indicação ao Oscar.

Além disso, Beyoncé fez história na cerimônia do Grammy 2021 ao tornar-se a mulher mais condecorada da história da premiação, com nada menos que 28 estatuetas.

‘Wendell & Wild’: Vídeo nos leva aos bastidores da animação do diretor de ‘Coraline’; Confira!

Wendell & Wild‘, animação em stop-motion dirigida por Henry Selick (‘Coraline e o Mundo Secreto’), já está disponível na Netflix e, agora, a gigante do streaming divulgou um novo vídeo nos levando aos bastidores da produção.

Confira:

A trama segue dois irmãos, os ardilosos demônios Wendell e Wild, que pedem a ajuda de Kat Elliot – uma adolescente cheia de culpa – para invocá-los à Terra dos Vivos. Porém, o que Kat exige em troca os leva a uma aventura bizarra e cômica como nenhuma outra em uma fantasia animada que desafia a lei da vida e da morte.

Relembre o trailer:

Keegan-Michael Key e Jordan Peele irão estrelar a produção, que ainda contará com as vozes de Lyric RossAngela Bassett, James HongTamara SmartNatalie MartinezTantoo CardinalGabrielle DennisIgal NaorDavid HarewoodMaxine PeakeRamona Young, Sam ZelayaSeema VirdiGary Gatewood e Ving Rhames.

Além de dirigir, Henry Selick também escreveu o roteiro ao lado de Jordan Peele.

‘Flamin’ Hot’: Comédia sobre a criação dos Cheetos Picante ganha novo teaser OFICIAL; Confira!

Hulu divulgou um novo teaser oficial de ‘Flamin’ Hot’, filme que conta a inusitada história sobre a criação dos Cheetos Picante.

O longa será lançado no dia 9 de junho no Star+, mesmo dia de estreia nos Estados Unidos.

Confira, junto ao trailer completo:

Após a repercussão sobre o filme, a história de Montanez gerou uma controvérsia no ano passado, quando uma denúncia sugeriu que as alegações do trabalhador não passavam de uma estratégia de marketing para promover a Cheetos entre a comunidade latina.

No entanto, a PepsiCo emitiu um comunicado apoiando Montanez, afirmando que ele fazia parte da equipe por trás da criação do salgadinho.

Em parte do texto, eles reforçaram que mantém uma ótima relação com Montanez e que ele foi um membro valioso da empresa.

“Muito tem sido discutido sobre a origem do Cheetos Picante. As informações que compartilhamos com a mídia foram mal interpretadas por alguns, o que resultou em confusão sobre a origem do salgadinho e gerou uma onda de críticas aos nossos funcionários e uma forte pressão sobre nossa valiosa amizade com Richard Montanez e a comunidade latina. A verdade sincera é que, na PepsiCo, acreditamos na força e no poder das equipes, e atribuímos o lançamento e o sucesso do Cheetos Picante e outros produtos a várias pessoas que trabalharam na PepsiCo, incluindo Richard Montanez.”

Inspirado por sua ascendência mexicana, Montanez apresentou o novo sabor ao ex-CEO da companhia, Roger Enrico, pelo telefone.

Depois de duas semanas se preparando, ele conseguiu surpreender a equipe executiva da empresa, que abraçou sua iniciativa e juntos deram origem à criação do Flamin ‘Hot Cheetos.

O salgadinho não apenas revolucionou a produtora de biscoitos salgados, como também transformou a indústria alimentícia, se transformando em um fenômeno cultural.

‘Assassinato no Fim do Mundo’: Série de SUSPENSE com Emma Corrin estreia no Star+!

Assassinato no Fim do Mundo‘ (A Murder at the End of the World), série de suspense estrelada por Emma Corrin (‘The Crown’), já está disponível no Star+.

Os dois primeiros episódios foram lançadod hoje, dia 14 de novembro, na plataforma de streaming.

Na trama, Corrin dá vida a Darby Hart, uma detetive amadora da Geração Z, que tenta resolver um assassinato em um retiro isolado.

Relembre o trailer:

Brit Marling (‘The OA’) também participará o elenco, além de ser responsável pelo roteiro e direção da produção ao lado de Zal Batmanglij.

Na trama…

“Darby e 11 outros hóspedes são convidados por um bilionário recluso para participar de um jogo. Quando um dos convidados é encontrado morto, Darby deve lutar para provar que se trata de um assassinato antes que o assassino ataque novamente.”

O elenco ainda conta com Harris Dickinson, Alice Braga, Joan Chen, Raúl Esparza, Jermaine Fowler, Ryan J. Haddad, Pegah Ferydoni, Javed Khan, Louis Cancelmi, Edoardo Ballerini, Britian Seibert, Christopher Gurr, Kellan Tetlow, Daniel Olson e Neal Huff.

Bette Midler vive uma NOIVA na primeira imagem oficial da comédia ‘The Fabulous Four’; Confira!

People divulgou, com exclusividade, a primeira imagem oficial de ‘The Fabulous Four’, comédia estrelada por Bette Midler (‘Abracadabra’), Susan Sarandon (‘Besouro Azul’), Megan Mullally (‘Percy Jackson e os Olimpianos’) e Sheryl Lee Ralph (‘Abbott Elementary’).

A foto dá destaque ao elenco protagonista e mostra Midler em um vestido de noiva.

Confira:

O filme é dirigido por Jocelyn Moorhouse, com roteiro assinado por Ann Marie AllisonJenna Milly.

O filme acompanha três amigas de longa data enquanto elas viajam para Key West, Flórida, para serem damas de honra no casamento surpresa de sua amiga de faculdade, Marilyn (Midler). Com a celebração se aproximando, o vínculo fraternal se torna ainda mais forte à medida que fazem brindes, refletem sobre o passado que compartilham e vivenciam o romance durante a viagem.

Bruce GreenwoodTimothy V. Murphy também fazem parte do elenco.

‘The Fabulous Four’ estreia nos cinemas norte-americanos em 26 de julho, ainda sem confirmação de chegada no Brasil.

Aldis Hodge é destaque nas imagens INÉDITAS de ‘Detetive Alex Cross’, nova série de SUSPENSE do Prime Video

Prime Video divulgou imagens inéditas de ‘Detetive Alex Cross‘, série baseada na icônica saga de romances ‘Alex Cross‘, de James Patterson.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

Homem acendendo velas em ambiente religioso.
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Homens trabalhando em escritório iluminado por lâmpadas.
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Pai e filho conversando em escritório.
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A produção estreará oficialmente no dia 14 de novembro.

Lembrando que a série já foi renovada para a 2ª temporada.

Ben Watkins entra como criador e showrunner. Watkins, Patterson, Jim DunnSam Ernst, Craig SiebelsBill RobinsonPatrick SantaDavid EllisonDana GoldbergMatt Thunell são os produtores.

A série é estrelada por Aldis Hodge como um detetive e psicólogo forense que é conhecido por sua habilidade de entrar na psique de criminosos e suas vítimas.

Isaiah Mustafa, Juanita Jennings, Alona Tal, Samantha Walkes, Caleb Elijah, Melody Hurd, Jennifer Wigmore, Eloise Mumford, Ryan Eggold e Johnny Ray Gill completam o elenco.

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Artigo | A representatividade feminina em Hollywood: o Código Hays e a censura

Entre os anos de 1930 e 1968, vigorou em Hollywood uma espécie de tabuleta de regras a serem seguidas que censuravam diversas incursões narrativas e imagéticas com o objetivo de restaurar a imagem pública do maior antro artístico do planeta. Tais regras ficaram conhecidas como o Código Hays.

O nome dado às restrições em questão veio como uma espécie de homenagem a Will H. Hays, advogado e político presbiteriano e presidente da Associação de Produtores e Distribuidores de Filmes da América, entre 1922 e 1945, e que listava uma série de proibições a longas-metragens – como nudez, desrespeito à religião e à fé, referências à homossexualidade, referências positivas a atos criminosos e vários outros.

O Código em questão, após o final dos anos 1960, foi obliterado em meio a protestos e a inúmeras questões levantadas, sendo substituído pelo sistema de classificação como o conhecemos hoje. Todavia, foram essas regras que começaram a levantar questionamentos sobre a representatividade da mulher em Hollywood e de que forma personagens femininas estavam submetidas a um controle total de como seriam retratadas.

Porém, antes de partirmos para a análise desse Código, é sempre bom entender o que acontecia antes.

A ERA PRÉ-CÓDIGO

No curto período de tempo entre 1927 e 1934, os filmes hollywoodianos retrataram a vida americana como nunca visto pensado. As mulheres podiam ser indivíduos completos, não apenas virgens divinizadas ou vamps destruidoras; a ação podia ser ambígua, ou seja, não havia padronizações do “bom” e do “ruim”, mas sim um arco de complexidade que permeava ambos extremos. Problemas políticos e sociais eram discutidos; o sexo, a sedução e a luxúria não eram mais considerados tabus 

No meio da pior crise econômica mundial, com mais de 30% da população estadunidense desempregada, as grandes salas de cinema ainda atraíam milhões de espectadores, os quais ficavam fascinados com as imagens das grandes estrelas de Hollywood – como Greta Garbo, Mae West, Norma Shearer, Barbara Stanwyck e Gloria Swanson. Essas atrizes eram reconhecidas pelo seu talento e idolatradas pela sua beleza; sua imagem era sinônimo de glamour, e Hollywood se encarregava do resto para construir, sobre cada uma dessa mulheres, um mito.  

Entretanto, em julho de 1934, o Motion Picture Production Code (Código de Produção Cinematográfica) foi outorgado, levando um dos períodos mais interessantes da história do cinema ao fim. A moral cristã prevaleceu sobre o liberalismo em Hollywood e logo os espectadores esqueceram da era de ouro e das histórias outrora retratadas, e os críticos relevaram a instauração do código supracitado. 

A década de 1920 configurou-se como a era do cinema mudo e do surgimento dos grandes estúdios e primeiros grandes astros: Charlie Chaplin, Mary Pickford, Lilianh Gish, Rudolph Valentino e Douglas Fairbanks. Já nessa época as atrizes eram classificadas em duas categorias: a ingênua ou a vamp. Poucas atrizes conseguiam quebrar o molde pré-estabelecido, já que os produtores não aceitavam outra representação da figura feminina. 

Mary Pickford, assim como outras atrizes da época, integrou-se como parte da categoria “ingênua”. Ela era jovem, bonita e branca e, assim, continuou a interpretar pobres e indefesas adolescentes até os trinta anos de idade em filmes como ‘Pollyana’ (1920) e ‘Little Lord Fauntleroy’ (1921). Porém, essas personagens femininas idealizadas, por assim dizer, não refletiam as mudanças sociais e culturais da sociedade estadunidense da época. 

Os “loucos anos 20” trouxeram uma nova sensação de liberdade para o jovem americano de classe média que estava inserido dentro dos grandes centros urbanos. A expansão do consumo permitiu o desenvolvimento de novas tecnologias, que tinham o objetivo de facilitar todos os aspectos da vida social. A primeira metade do século XX também foi marcada pela “Primeira Onda Feminista” com a conquista do direito do voto em 1919. 

A geração “flapper” – termo usado na época para descrever as mulheres modernas – que surgiu com o final da Primeira Guerra Mundial (1914-1918) – também marcou o fim da Era Vitoriana e dos ideais religiosos que permeavam a vida social e política. Porém, as únicas mulheres que mostravam autonomia sexual – e social – na tela do cinema eram as personagens denominadas vamps – caracterizadas como predadoras sexuais que seduziam homens e que deixavam um caminho de destruição moral. E devido à sua “habilidade”, o arco narrativo terminava com sua própria morte ou punição severa.  

Esse cenário começou a mudar a partir de 1926, quando uma das atrizes mais populares em Hollywood, Greta Garbo, foi colocada em suspensão por se recusar a interpretar uma vamp – cujo papel já havia feito em filmes como ‘Flesh and the Devil’ (1926) e ‘The Torrent’ (1926). Oito meses depois, o estúdio MGM cedeu às demandas da atriz e, a partir desse momento, nasceu um novo tipo de personagem: a mulher sexualmente livre, complexa, emotiva e real 

Em seis de outubro de 1927, o primeiro filme sonoro é lançado: ‘O Cantor de Jazz’ (1927) – e a primeira frase falada do cinema, na voz de Al Jolson -, “You ain’t heard nothing yet” (Vocês ainda não escutaram nada) -, se tornou um ícone e um presságio para a nova fase e o consequente futuro do cinema americano. E foi no cinema falado que a mulher encontrou sua voz. 

Porém, em outubro de 1929, o entusiasmo econômico e social deu lugar a uma das piores crises econômicas da história, com a quebra da bolsa de valores de Nova York. Nessa mesma época, mais de um terço dos cinemas americanos fecharam as portas; o público semanal passou de um milhão para 60 mil espectadores – e nem a maior indústria americana saiu ilesa do que ficou conhecido como A Grande Depressão. 

Com o começo do cinema falado, cujos filmes eram conhecidos na época como “talkies”, os estúdios tiveram total liberdade de criação, assumindo riscos que custariam anos mais tarde sua censura, com a criação do Código Hays.  Em filmes como ‘Anna Christie’ (1930), o primeiro longa falado de Garbo, encontramos a atriz, conhecida pelos papéis glamorosos de vamps, interpretando uma imigrante recém-chegada em Nova York, depois de trabalhar em um bordel por dois anos. A primeira fala de Garbo releva o tom do filme – levando em consideração que a Lei Seca ainda estava em vigor no Estado americano: “Give me a whiskey. Ginger ale on the side. And don’t be stingy, baby” (me dê um whiskey, acompanhado de um ginger ale. E não seja mesquinho, querido).

‘Anna Christie’ foi um sucesso de crítica e público, tornando Garbo uma estrela do cinema falado e garantindo-a, além disso, uma nomeação para o Oscar de melhor atriz em 1931. 

No mesmo ano, a MGM também lançou o filme que rendeu o Oscar de melhor atriz para Norma Shearer‘A Divorciada’ (1930). Conhecida pelos papeis idealizados no cinema mudo, Shearer deu voz a personagens que desafiavam o status quo, e o mais importante, que não eram punidas ou julgadas por isso. 

Em ‘A Divorciada’, Shearer interpreta uma mulher cujo marido mantém relações fora do casamento. Caso dentro dos padrões cinematográficos de alguns anos antes, a personagem sofreria calada e, no final, o marido, em um ato nobre, voltaria para os braços de sua verdadeira amada. Porém, no longa em questão, Jerry (Shearer) responde à traição do marido com a mesma moeda. Nesse momento, a indústria cinematográfica percebe que o sexo, mesmo em uma situação de crise financeira, ainda era lucrativo. E pela primeira vez, as heroínas da silverscreen refletiam o espírito da jovem americana que rejeitava os tabus da Era Vitoriana e estava disposta a explorar o seu poder sexual. Apesar da preocupação do estúdio, o filme foi um sucesso, estabelecendo o domínio feminino entre os atores mais bem pagos de Hollywood. 

Shearer e Garbo não estavam sozinhas. Barbara Stanwyck, em ‘Serpente de Luxo’ (1933), também trouxe um novo retrato da juventude americana, que buscava independência, ao mesmo tempo que enfrentava as dificuldades da crise econômica. 

O filme, analisado pelo grupo, conta a história de Lily, uma jovem que vive explorada pelo pai, dono de um speakeasy – bares onde as bebidas eram vendidas ilegalmente durante a Lei Seca – e que cuja morte a faz tentar a sorte em Nova York. Baseado na filosofia de Nietzsche, a personagem reprime os seus sentimentos para focar apenas no seu objetivo principal – tornar-se rica. Dessa forma, ela usa os homens, assim como os eles a tinham “usado” durante toda sua vida. É importante ressaltar que o simples fato de usar um filosofo como um traço marcante de Lily demonstra uma construção profunda da personagem, recurso que é negligenciado por consequência do Código.  

O filme está carregado de críticas sociais, revelando de forma bruta a situação do operário americano, que se via desamparado pelo governo durante os primeiros anos da crise. Nessa linha, o filme coloca em discussão a corrupção e o caos social gerado pela pobreza – tópicos que anos mais tarde seriam considerados subversivos. 

Nas primeiras cenas do longa, vemos o pai de Lily negociando com um político que protege o seu estabelecimento ilegal em troca de favores. O público é levado a concluir, pelo quadro seguinte, a verdadeira intenção do homem. Lily é deixada sozinha com o político corrupto e recusa os seus avanços, até que ele se torna violento e, como ponto de virada, ela o ataca com uma garrafa de vidro. A cena se encerra com o homem saindo do bar, ensanguentado. Agora, a mulher não só tinha liberdade e desejos sexuais, mas também o direito de escolher, como bem entender, seu parceiro ou sua parceira.

Lily usa da suposta “fraqueza” masculina para ascender profissionalmente, sem nenhuma vergonha de explorar a sua sexualidade para alcançar os seus objetivos pessoais. Essa também era uma característica muito explorada durante esse período do cinema americano, além de outros aspectos de natureza dúbia, principalmente em relação ao caráter das personagens – resultando, assim, em criações tridimensionais. 

Ainda em 1929, Shearer causou um choque na estreia do filme ‘The Trial of Mary Dugan’. Aqui, a atriz interpreta uma dançarina da Broadway, cortejada por vários homens, acusada de homicídio. Mesmo assim, o filme espera que o público se identifique com a personagem, usando de recursos básicos da narrativa para que todos possam torcer pela vida de Mary (Shearer). Assim como outros filmes dessa era, ‘The Trial of Mary Dugan’ ousou desafiar a cultura americana, principalmente em relação ao papel social dos gêneros. Ao invés de refletir a moral pregada pela sociedade, esses filmes incitavam o público a repensar os valores sociais e políticos – e a moral pré-direcionada do que era considerado “bom” ou “ruim”. 

Segundo o livro Complicated Women: Sex and Power in Pre-Code Hollywood (2001), antes do Código, as mulheres tinham amantes, filhos antes do casamento, abandonavam os maridos infiéis, exploravam sua sexualidade e mantinham posições profissionais sem se desculparem pela sua independência, ou seja, agiam de um jeito que, segundo o imaginário coletivo de atualmente, só seria possível depois dos anos de 1960. 

A ERA DO CÓDIGO

O cinema foi concebido, inicialmente, como um lugar escuro, onde a espionagem para com o outro era permitida e a pulsão do olhar encontrava um terreno propicio para manifestação. O “pecado” do voyeurismo está na base do próprio dispositivo técnico do cinema – máquinas, o “ver” através dos buracos da fechadura, ou seja, lugares onde se pode ver sem ser visto. Dessa forma, até hoje, o prazer do filme não pode ser dissociado do olhar como objeto de desejo.  

Os filmes que antecederem o Código tendiam a explorar justamente o prazer do olhar e usavam o corpo feminino como a forma mais óbvia e apelativa em uma sociedade ocidental em crise, regrada, de certa forma, pela ideologia cristã e pelas regras do patriarcado. A objetificação da mulher é, também, uma consequência de uma indústria formada em sua grande maioria por homens, em todos os níveis de produção e direção. Ou seja, os valores e atitudes reafirmados nos produtos da indústria cultual são dessa classe dominante, dona dos meios de comunicação. 

Em filmes como ‘Cavadoras de Ouro’ (1933), um musical pré-código dirigido por Mervyn LeRoy e pelo renomado coreógrafo Busby Berkeley, a mulher, apesar de assumir o papel de protagonista no longa, ainda é colocada, muitas vezes, literalmente, como um objeto de cena. Como na primeira sequência do musical, onde todas as mulheres enquadradas nos primeiros minutos aparecem vestidas como moedas, por vezes a fantasia esconde o rosto das dançarinas, que cantam a música “We’re in the Money”. A perda da individualidade e humanidade das showgirls recai, também, sobre a falta de diversidade entre as dançarinas, pois todas as mulheres em cena são fisicamente similares, ao mesmo tempo em que sua identidade está sendo consumida pela grandiosidade do cenário e do espetáculo.

Segundo o linguista e filósofo Ferdinand de Saussere, o processo de criação de sentido não é neutro. Dessa forma, se levarmos o contexto econômico em consideração, o corpo feminino é relacionado diretamente ao “objeto” de desejo mais relevante durante os anos da recessão americana, o dinheiro. O próprio diretor, conhecido por projetar as mais belas coreografias do cinema, descrevia “suas garotas” (as dançarinas) como “perolas idênticas em um fio de nylon”.  A mulher, passiva e objetificada, funciona como um objeto de fetiche, enquanto o homem assume o seu papel de voyeur.   

Moralistas cristãos, especialmente católicos, sempre tiveram uma posição muito clara em relação a “indecência” em Hollywood. Em 1922, os estúdios se uniram para criar o MPPDA (Motion Picture Producers and Distributors of America) e indicar Hays para ser o presidente dessa organização, com o objetivo de limpar a indústria cinematográfica de todos os males. 

Com a popularização do cinema americano, Hollywood, se tornou a terra do pecado e do sucesso, atraindo artistas, investidores e, principalmente, escândalos. Preocupados com possíveis intervenções do Estado, os estúdios se uniram, novamente, em 1930, para criar o Motion Picture Production Code. O objetivo inicial, desse código, era evitar a censura, criando um guia para auxiliar os estúdios durante a produção audiovisual. 

Porém, em 1934, Joseph Breen, um católico fervoroso, assumiu a presidência do MPPDA, e, no dia 1° de julho de 1934, instituiu o Código Hays. A partir de então, as peças audiovisuais só poderiam ser exibidas nas telas de cinemas americanas, ou até mesmo entrar em produção, depois de receberem o selo de aprovação do Código.  

O Motion Picture Production Code durou mais de 34 anos, até 1968, construindo, dessa forma, no imaginário coletivo, uma américa idealizada, a terra da liberdade, com príncipes de terno e gravata e princesas virginais. Esses filmes calcaram, durante anos, barreiras de gênero e raça, que ainda são visíveis na produção cinematográfica atual, e fizeram parte do consumo cultural, que formou os inúmeros profissionais, que hoje, atuam em importantes cargos da indústria do cinema em todo o mundo.

Sob as limitações do Código, a sétima arte entrava em um novo período. Os filmes não só estavam proibidos de exibir nudez ou qualquer linguagem obscena, a partir de agora, os estúdios deveriam seguir uma extensa lista de do’s and don’ts/be careful (faça e não faça/tenha cuidado). Dessa forma, mais uma vez, a mulher seria submetida a posições secundarias; o sexo antes do casamento, o adultério e o divórcio estão proibidos – e caso a personagem cometa qualquer um desses “pecados”, mesmo em nome do enredo, ela deve sofrer as consequências do seu ato.

NÃO FAÇA 

TENHA CUIDADO 

Escravidão branca Violências, roubos e furtos 
Miscigenação (relações afetivas ou sexuais entre negros e brancos) Simpatia com criminosos 
Nudez Pessoas e instituições públicas 
Ofender, ridicularizar ou profanar crenças religiosas (mais especificamente as católicas, cristãs e protestantes) Homem e mulher deitados na mesma cama e cenas de beijos excessivos 
Gestos e posturas vulgares Estupro 
Tornar vícios atraentes (jogos de azar, bebidas alcoólicas e drogas ilícitas) Crueldade com crianças e animais 
Referências a perversões sexuais e doenças sexualmente transmissíveis Sedução deliberada 

 

Essa lista, apesar de diminuir o papel da mulher como objeto sexual, diminuía sua representação em geral, tornando-as, em todos os filmes, personagens rasas resumidas a “boas” ou “más”. 

Antes da instalação das regras, as mulheres podiam enganar os homens, os fazer de bobos, roubar, matar, trair e isso não significava que estas iriam se dar mal no fim, o que contrasta com os filmes feitos durante o código, onde as personagens “impuras” deveriam morrer, serem presas, ou algo do gênero. 

Os atores e principalmente as atrizes que alcançaram o sucesso durante os anos pré-Código, interpretando personagens complexos e misteriosos, de repente estavam enfrentando dificuldades com péssimos roteiros e com personagens fracos. Algumas estrelas de Hollywood conseguiram sobreviver a transição: Shearer e Stanwyck, por exemplo, mantiveram sua popularidade. Porém, algumas lendas do cinema americano, como Garbo, Marlene Dietrich e Mae West, começaram a perder público poucos anos após a aprovação do Código. Indefesa e frágil, a mulher do cinema, já não representava a mulher atuante na sociedade, que enfrentou os anos difíceis da Depressão e estavam prestes a encarrar a Segunda Guerra Mundial. 

Mick LaSalle escreveu em ‘Complicated Women’ que o Código “[…] foi designado para colocar o gênio de volta na garrafa – e a mulher de volta na cozinha”. O papel da mulher, mais uma vez, estará restrito aos moldes do cinema mudo – a ingênua ou a vamp (que agora será chamada de femme fatale, reforçando o seu papel de vilã) voltam as telas de cinema do mundo todo. 

Em 1939, Dietrich, famosa pelos seus grandes papeis durante o cinema pré-Código, volta as telas depois de dois anos sem atuar, com o aclamado western, ‘Destry Rides Again’ (1939). O filme conta a história do jovem xerife Destry Jr. (James Stewart), que chega na pequena cidade de Bottleneck para acabar com o crime organizado. Dietrich interpreta Frenchy, uma cantora e dançarina do bar local, namorada e cúmplice do chefe da organização criminosa.  

Frenchy, a nova femme fatale do cinema americano, é uma personagem provocativa – suas roupas são curtas e a maquiagem é carregada – uma perfeita atriz de cabaré, a personagem canta músicas provocativas e recebe atenção de todos os homens da cidade. Porém, qualquer semelhança com as mulheres independes do cinema que antecedeu o Código, acaba por aqui. Frenchy se apaixona por Destry, que não se entrega ao “pecado da carne” e, no final da trama, a dançarina morre em seus braços depois da batalha final entre o bem e o mal – com a vitória do jovem xerife, que se torna o herói da cidade. 

A cena final do filme ilustra o significado do Código para o papel feminino. Frenchy, para os padrões do Código Hays, é uma mulher “má”, pois a personagem não é casada, mantém um relacionamento com um bandido e vive em um ambiente hostil. De acordo com a censura, sua única saída é sofrer “a punição”, que nesse caso vem com a sua morte, no último ato do longa.

O Caminho para El Dorado | 25 anos da SUBESTIMADA animação da DreamWorks

O cenário da animação nos anos 1990 era apenas um: a total hegemonia criativa da Walt Disney Studios era inegável, ainda mais após a Renascença experenciada pela Casa Mouse com o lançamento de ‘A Pequena Sereia’. Apenas à época, títulos como ‘Aladdin’, ‘O Rei Leão’ e ‘Mulan’ encantaram os críticos e o público ao redor do planeta, consolidando o conglomerado como um importante polo criativo, artístico e financeiro. E é claro que a companhia expandiria seu impacto pelos anos 2000, ofuscando produções igualmente bem projetadas de outros estúdios, como a DreamWorks – que eventualmente ganharia prestígio ao conquistar o primeiro Oscar de Animação da história com ‘Shrek’.

Todavia, antes das peripécias do ogro mais amado do cinema, uma singela e subestimada aventura foi lançada nos cinemas: O Caminho para El Dorado. Explorando um dos mitos mais populares da América Latina e do imaginário popular, a trama nos transporta para a competitiva cultura ultramarina do século XVI e acompanha Miguel (Kenneth Branagh) e Túlio (Kevin Kline), melhores amigos golpistas que colocam as mãos em um mapa cuja rota está traçada para a lendária cidade de El Dorado. A lenda diz que o local foi construído em ouro maciço, chamando a atenção da cobiçosa dupla – mas Miguel e Túlio precisam dar um jeito de driblar a fúria das vítimas que enganaram com seus truques e botar as mãos em uma embarcação.

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Inadvertidamente, os dois vão parar no navio do impiedoso Hernán Cortés (Jim Cummings), um conquistador espanhol que não gosta de forasteiros e prende os amigos, que serão vendidos como escravos para as plantações de açúcar em Cuba. Porém, Miguel e Túlio conseguem escapar com a ajuda de um maltratado cavalo que apelidam de Altivo – e, seguindo o mapa, encontram a entrada para El Dorado, onde são recepcionados pelo fanático alto-sacerdote Tzekel-Kan (Armand Assante) e o Chefe Tannabok (Edward James Olmos) e confundidos com deuses de profecias milenares que retornaram para reclamar o trono da imponente cidade. Os dois, então, percebem que podem se aproveitar da ingenuidade dos nativos para levarem o ouro de volta para a Espanha e viverem em mordomia – isto é, até a jovem Chel (Rosie Perez) descobrir sobre o golpe e firmar parceria com eles.

Dirigido por Eric “Bibo” Bergeron e Don Paul, a animação foi um fracasso crítico e comercial à época de seu lançamento, dividindo a crítica com meros 50% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadando apenas US$76,4 milhões nas bilheterias (contra um alto orçamento de US$95 milhões). E um dos fatos que justifica esses baixos números provêm da já mencionada hegemonia da Disney com animações que não apenas revolucionaram o gênero, como foram abraçadas por inúmeros realizadores nas décadas subsequentes; em outras palavras, O Caminho para El Dorado soou um tanto quanto emulativo quando comparado com produções similares.

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A verdade é que, vinte e cinco anos depois de sua estreia nas telonas, a produção da DreamWorks permanece tão honesta e inofensiva quanto antes – e esse é o aspecto de maior sucesso do longa-metragem. Através de breves noventa minutos que recriam uma espécie de Jornada do Herói bem-humorada e bem-apessoada, o enredo assinado por Ted Elliott e Tery Rossio constrói dois simples e controversos personagens que se tornam heróis improváveis de um povo subjugado ao fanatismo religioso e ao medo constante, esbarrando aqui e ali na síndrome do “salvador branco”, mas que deve ser lida com os olhos da época. Afinal, a ideia aqui é apenas entreter – e é interessante ver como a obra começou a viralizar nas redes sociais, caminhando para se tornar um clássico cult.

É claro que alguns temas abordados pelo filme pecam pelos estereótipos forçados e por tropos que, com certeza, seriam deixados de lado no dia de hoje. Entretanto, a ideia aqui é contar as aventuras de dois amigos que se lançam mar adentro para encontrar um tesouro escondido – resgatando os elementos clássicos de filmes de aventura que se popularizaram nos anos 1980 e alcançaram seu ápice na década seguinte. E, através de uma colorida e teatral construção cênica, o resultado é bem mais positivo do que o esperado e, ainda que não seja uma obra-prima, tem seus méritos por não se levar a sério e por ter ciência dos próprios limites.

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Vale lembrar que o filme está disponível no catálogo da Netflix.

‘The Off Weeks’: Astro de ‘Succession’ entra para a nova minissérie do direto de ‘Uma Ideia de Você’

Segundo o DeadlineArian Moayed (‘A Fonte da Juventude’, ‘Succession’) foi escalado na nova série limitada The Off Weeks, da Apple TV.

O astro se junta aos previamente confirmados Jessica Chastain (‘George & Tammy’) e Ben Stiller (‘Ruptura’), que também assumem o cargo de produtores executivos.

A produção contará com oito episódios.

Michael Showalter (‘Uma Ideia de Você’) irá dirigir os capítulos e assume a cadeira de produtor executivo ao lado de Alissa Nutting (‘Made For Love).

Nutting também entra como showrunner.

O projeto acompanha o professor de escrita criativa Gus Adler, cujo divórcio transformou sua vida em um caos. Ele luta para manter a calma durante as “semanas boas”, quando tem a custódia dos filhos. Mas nas “semanas ruins”, ele se apaixona perigosamente por Stella West, uma mulher misteriosa cuja chegada coloca as obrigações da semana boa e as ambições da semana ruim de Gus em rota de colisão fatal.

Jordana MollickPaul LeeGabriel FisherPeter PrincipatoAllen FischerBrian SteinbergDean Bakopoulos completam o time de produtores executivos.

Mais detalhes não foram divulgados.

Ranqueamos TODOS os álbuns de vencedora do Grammy Olivia Rodrigo

Nos últimos dias, Olivia Rodrigo voltou ao mundo da música com seu já aclamado terceiro álbum de estúdio, you seem pretty sad for a girl so in love.

Apresentando um forte amadurecimento quando em comparação com seus dois primeiros álbuns de estúdio, a vencedora do Grammy encontrou sólida recepção crítica, conquistando impressionantes 89 pontos no agregador de reviews Metacritic, além de caminhar para uma impressionante estreia nas paradas de todo o mundo – com o #1 na Billboard 200 praticamente cravado a esse ponto.

Continuando uma gloriosa e expressiva carreira como um dos principais nomes da atual geração da música, Rodrigo resolveu explorar temas românticos sob uma ótica diferenciada e dividida em dois momentos – ‘girl so in love’ e ‘you seem pretty sad’, navegando pelos altos e baixos do amor com uma profundidade apaixonante, dilacerante e memorável, que conta com os singles “drop dead”, “the cure” e “stupid song” e que já entra para a lista dos melhores discos do ano.

Enquanto you seem pretty sad for a girl so in love se sagra um dos frontrunners para conquistar a cobiçada estatueta de Álbum do Ano na próxima cerimônia do Grammy, é sempre interessante revisitar a carreira de um dos maiores nomes da atualidade.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista ranqueando os três álbuns de estúdio de Olivia Rodrigo – que você confere abaixo.

3. SOUR (2021)

Depois de ter estrelado as séries ‘Bizaardvark’ e ‘High School Musical: A Série: O Musical’, Rodrigo resolveu explorar mais sua paixão pela música e conquistou o mundo com o lançamento de “drivers license”, seu primeiro single oficial que serviria de carro-chefe para o elogiado SOUR. Alcançando sucesso crítico e comercial, o compilado de originais se transformou em um emblemático estandarte para a Gen-Z, remando contra o cenário mainstream ao abrir portas para o bedroom pop e para canções mais intimistas e que refletiam a angústia dos jovens em uma sociedade em constante mudança.

Travando uma guerra interna consigo mesma e com as frustrações que uma vida fora do normal lhe trouxe, Olivia demonstrou uma habilidade única de transformar temas universais em particulares e vice-versa, oferecendo belíssimas e pungentes baladas como a faixa supracitada e “deja vu”, bem como irônicos versos que ganharam forma em tracks como “good 4 u” e “jealousy, jealousy”. Não é surpresa que o impacto do álbum tenha lhe rendido três estatuetas do Grammy Awards, incluindo uma merecida vitória na categoria de Artista Revelação.

2. GUTS (2023)

Dois anos depois de uma célebre e invejável estreia no cenário fonográfico, Olivia explorou outros estilos que sempre tomou como inspiração, como o rock, o pop-punk e o punk-rock. Em 2023, ela se aliou novamente ao produtor Dan Nigro para um segundo álbum que daria continuidade a uma carreira que ainda tem muito a nos contar – e que ganhou o nome de GUTS. Aqui, apesar de se manter firme às análises sobre angústias internas e sobre se sentir deslocada no mundo, a artista remodelou seu modo de enxergar seu cotidiano ao brincar com os próprios temores e ao se deixar levar pela dor de amadurecer.

O irretocável disco teve como lead single a semi-balada “vampire”, que conquistou três indicações ao Grammy, sendo seguido da ótima “bad idea right?” e da divertida e despojada “get him back”, permitindo que Olivia navegasse por uma multiplicidade efervescente de gêneros que prestou homenagens a nomes como Avril Lavigne, blink-182 e Paramore. E, como se não bastasse, o compilado integrou algumas das baladas mais poderosas e dolorosas da performer, incluindo “the grudge” e “making the bed”.

1. YOU SEEM PRETTY SAD FOR A GIRL SO IN LOVE (2026)

O álbum mais recente de Olivia é uma conquista não só para a própria carreira da cantora e compositora, mas para a própria música, afastando-se por completo das pulsões mainstream à medida que encontra uma identidade única e automaticamente relacionável que nos leva numa viagem frenética e bastante contundente pelos altos e baixos do amor. you seem pretty sad for a girl so in love, lançado no último dia 12 de junho nas plataformas de streaming, não poderia ocupar nenhum lugar além do primeiro na nossa lista – e a lista de motivos é interminável.

Ao dividir seu mais novo compilado de originais em duas partes, Rodrigo nos convida por uma montanha-russa de sentimentos que inclui o lado bom e ruim de se apaixonar, e o lado bom e ruim de quando um relacionamento chega ao fim – singrando por faixas como “drop dead” e “stupid song” para demonstrar seu amor infinito por alguém, e embarcando em um processo de cura que se estende para canções como “the cure”, “less” e “cigarrette smoke”. E, como podemos imaginar, ela não deixaria de fora sardônicas construções que vão ao encontro de sua vibrante personalidade – como as ótimas “my way” e “expectations”.

‘Arrow’: Vídeo da 8ª temporada revela a máscara do Batman

A CW divulgou um surpreendente vídeo da 8ª e última temporada de Arrow‘, revelando a máscara do Batman em Lian Yu.

Até o momento, não foi revelado se Bruce Wayne estará em ‘Crise nas Infinitas Terras‘, e a máscara pode ser apenas um easter-egg.

Confira:

Lembrando que a última temporada de ‘Arrow‘ estreia em hoje (15)  e terá apenas 10 episódios.

Assista ao trailer:

 Confira os títulos dos sete primeiros episódios do próximo ciclo:

  • 08×01: “Starling City”
  • 08×02: “Welcome to Hong Kong”
  • 08×03: “Leap of Faith”
  • 08×04: “Present Tense”
  • 08×05: “Prochnost”
  • 08×06: “Reset”
  • 08×07: “Purgatory”

Lembrando que a oitava temporada deve servir como um prelúdio para ‘Crise nas Infinitas Terras‘, então o público deve esperar que rostos conhecidos possam aparecer mais uma vez, garantindo que a série seja exibida em grande estilo.

Baseada nos quadrinhos da DC Comics, a série deu origem ao Arrowverse da CW.

A trama segue Oliver Queen, um playboy bilionário de Starling City, que passa cinco anos naufragado em uma ilha misteriosa. Após seu retorno à Starling City, ele se reencontra com sua mãe, Moira Queen, sua irmã, Thea Queen, e seu melhor amigo, Tommy Merlyn. A série centra-se em Oliver reacendendo seus relacionamentos, passando as noites caçando, e, às vezes, matando criminosos como um vigilante encapuzado. Ele descobre uma conspiração para destruir os Glades, um bairro mais pobre da cidade que se tornou sobreposta com a criminalidade. John Diggle e Felicity Smoak ajudam Oliver em sua jornada. Oliver também se reconecta com a ex-namorada, Laurel Lance, que ainda está irritada com seu envolvimento na morte presumida de sua irmã. A série também apresenta flashbacks de Oliver no período em que esteve na ilha, e mostra como ela o mudou.

O elenco conta com David Ramsey, Emily Bett Richards, Katie Cassidy, Paul Blackthorne, Willa Holland e Echo Kellym.

‘Batman do Futuro’: Fan trailer INCRÍVEL traz Dylan O’Brien como Terry McGuinness

Nas últimas semanas, os fãs do Batman foram bombardedos com notícias envolvendo um possível retorno de Michael Keaton como o velho Bruce Wayne em ‘The Flash‘.

Caso o acordo seja fechado, isso abre inúmeras possibilidades, incluindo uma adaptação de ‘Batman do Futuro‘ para as telonas.

Pensando nisso, um canal do YouTube divulgou um fan trailer apresentando Dylan O’Brien (‘Maze Runner‘) como Terry McGuinness, que assume o manto do Homem-Morcego sob a tutela de Bruce.

O vídeo mistura cenas de diversos filmes, como ‘Tron – Legado’, ‘Blade Runner 2049’, ‘Batman – Cavaleiro das Trevas Ressurge‘, e até um filme do ‘Batman do Futuro‘ criado há alguns anos pelos fãs.

Lembrando que Keaton e O’Brien já trabalharam juntos no filme ‘American Assassin‘.

Assista ao fan trailer:

Falando nisso, o THR revelou que a Warner Bros tem planos de trazer Keaton como Bruce Wayne em outros filmes do DCEU, servindo como um tipo mentor para novos heróis além do ‘Flash‘.

O site afirma que Bruce Wayne de Keaton será um personagem semelhante ao Nick Fury de Samuel L. Jackson no Universo Cinematográfico da Marvel.

“Se essas conversas acontecerem, fontes dizem que Keaton pode acabar interpretando Batman como mentor, um pouco como Nick Fury, de Sam Jackson, e aparecer em vários filmes”, escreveu o Borys Kit do THR. “Batgirl é um dos projetos possíveis.”

Foi dito que, após o sucesso de ‘Coringa‘, o estúdio está empenhado em desenvolver produções independentes.

Até o momento, nada foi confirmado oficialmente, então considere como rumor.

Para quem não se lembra, ‘Batman do Futuro‘ foi uma animação exibida entre 1999 e 2001, e seu sucesso foi tão grande que deu origem a uma aclamada série de quadrinhos, contando a história de Terry McGinnis, que ocupa o lugar de Bruce Wayne como o novo Cavaleiro das Trevas mais de cinquenta anos no futuro.

Confira um fan pôster:

 

Astro de Hollywood é preso por aplicar golpes milionários e se passar por agente da Netflix

De acordo com o LA Times, o ator Zach Avery, cujo verdadeiro nome é Zachary J. Horwitz, foi preso por aplicar golpes fraudulentos em investidores com falsos acordos de licenciamento de filmes.

Sem muito reconhecimento em Hollywood, o astro trabalhou em pequenos papéis em produções de destaque como o terror ‘You’re Not Alone‘ e o suspense ‘Last Moment of Clarity’.

Ele também atuou com grandes astros, como Brad Pitt emCorações de Ferro’, e Louis Hofmann (‘Dark’) emO Corvo Branco’.

Seu filme mais recente foi o terror ‘The Devil Below‘.

Avery foi detido pela polícia federal dos EUA em Los Angeles na terça-feira (06) e será julgado em 13 de maio.

Caso seja condenado, ele pode pegar até 20 anos de prisão em regime fechado.

Após pagar um fiança no valor de US$ 1 milhão, ele vai aguardar a data do julgamento em liberdade condicional.

Entenda o caso!

Avery atraía suas vítimas se passando por um representante da Netflix e da HBO, causando um prejuízo de US$ 227 milhões aos acionistas, o equivalente a mais de R$ 1,2 bilhão.

O agente do FBI John Verrastro alega que Avery enganou os investidores convencendo-os a investir em sua empresa de distribuição fictícia, chamada 1inMM Capital LLC.

Para criar uma relação de confiança com as vítimas, ele lhes enviava garrafas de Whisky Johnnie Walker junto com o relatório anual de ganhos da 1inMM em 2015.

O documento apresentava um catálogo de 52 filmes supostamente distribuídos pela empresa de fachada, que alegava entregar os títulos em territórios como África, Austrália, Nova Zelândia e América do Sul.

Os investidores eram atraídos com a promessa de receberem até 40% dos lucros de cada filme distribuído…

Como o dinheiro nunca aparecia, Avery era constantemente questionado e mostrava falsos boletos de pagamento a mais de 160 investidores com valores que chegavam a US$ 60 milhões, o que lhe permitiu continuar com as fraudes.

Com o dinheiro arrecado, ele usou uma pequena parte para comprar uma mansão localizada em Beverly Hills.

Após sua prisão, o imóvel foi posto à venda a um valor de US$ 6,5 milhões.

Tom Holland quer ganhar um OSCAR por ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’

Não há dúvida que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ traz uma significante evolução para Peter Parker através da dor e do amadurecimento.

E Tom Holland vem sendo bastante elogiado por conta de sua atuação dramática na sequência. Inclusive, o próprio ator revelou que acredita que irá ganhar um Oscar pela performance.

Durante uma entrevista para o The Hollywood Reporter, o astro foi questionado se já está preparado para dizer adeus ao personagem, ao que ele respondeu:

“Eu sei que amo esse personagem e ficaria triste em dizer adeus. Mas eu consegui basicamente tudo que queria como Peter Parker, eu realmente acho que vou até ganhar o Oscar por este filme. Então está ótimo.”

Lembrando que o longa continua em exibição nos cinemas e está escalando bilheterias.

De acordo com o Deadline, ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ teve um resultado ainda MAIOR que as estimativas apontavam em sua estreia nas bilheterias mundiais.

A produção conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 600 milhões em sua estreia global – já se tornando a terceira maior bilheteria do ano, para uma produção hollywoodiana, em apenas um final de semana.

Nos EUA, o longa estreou com impressionantes US$ 260 milhões. No mercado internacional, foram US$ 340.8 milhões – incluindo R$ 106.6 milhões arrecadados no Brasil, o que representa a MAIOR estreia da história do nosso país.

Ao total, a sequência estreou com sólidos US$ 600.8 milhões mundialmente.

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Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

‘Star Wars: The Acolyte’: Jodie Turner-Smith está em negociações para compor o elenco da série

De acordo com o Deadline (via Screen Rant), Jodie Turner-Smith (‘Queen & Slim’) está em negociações para compor o elenco de Star Wars: The Acolyte‘, vindoura série de TV ambientada um século antes de ‘Star Wars: A Ameaça Fantasma‘.

Por enquanto, ainda não há detalhes sobre a personagem que ela deve interpretar, caso seja contratada.

Até o momento, a única atriz confirmada é Amandla Stenberg (‘Jogos Vorazes’ e ‘O Ódio que Você Semeia’), que será a protagonista da atração desenvolvida pela Disney+.

A produção está sendo descrita como um thriller ambientado nos últimos dias da Era da Alta República, e a trama irá desenterrar “uma galáxia de segredos sombrios e poderes emergentes do Lado Sombrio da Força”.

Há algumas semanas, o The Disinsider Show divulgou que a série deve contar com alguns personagens do aclamado game ‘Knights of the Old Republic‘.

Foi dito que a atração fará a estreia em live-action dos vilões Darth Revan, Darth Bane, Darth Nihilus e Darth Malak.

Apesar de não haver nada confirmado sobre os personagens mencionados até o momento, a Alta República é uma era que tem sido cada vez mais explorada pela Lucasfilm através de romances, quadrinhos e jogos… Então faz sentido que eles possam dar as caras nos episódios.

Ainda sem previsão de estreia, ‘Star Wars: The Acolyte traz Leslye Headland (‘Boneca Russa’) como produtora executiva, roteirista e showrunner.

Em maio, a cineasta deu alguns detalhes sobre a trama.

“Muitos dos personagens da era Skywalker ainda nem nasceram. Estamos trabalhando em ambientes políticos, espirituais e pessoais que surgiram em um período de tempo sobre o qual não sabemos muito. Como chegamos a um ponto em que um Lorde Sith pode se infiltrar no Senado e nenhum dos Jedi perceber isso? Tipo, o que deu errado? Quais são os cenários que nos levaram a este momento?'”

Ela acrescentou:

“Na verdade, usamos o termo Renascença, ou Era do Iluminismo. Os uniformes Jedi são dourados e brancos, e é quase como se eles nunca ficassem sujos. Eles nunca estariam por aí vagando pelo universo. A ideia é que eles poderiam ter esses tipos de uniformes porque são vistos mais como símbolos da paz do que como os guerreiros que vimos nos filmes.”

Lembrando que as filmagens estão programadas para começarem durante o outono norte-americano (entre setembro e novembro).

The Office: Remake australiano da Amazon Prime terá a 1ª gerente feminina da franquia

De acordo com a Variety, a Amazon Prime está produzindo um remake australiano da aclamada sitcom The Office, que contará com a primeira gerente feminina da franquia.

A escolhida para a função foi a comediante Felicity Ward (Wakefield), que vai interpretar Hannah Howard, gerente de uma empresa de empacotamento chamada Flinley Craddick.

Ela terá um papel bem semelhante ao de Michael Scott (Steve Carrel), da versão norte-americana, e David Brent (Ricky Gervais), da versão britânica.

A trama vai acompanhar Hannah descobrindo que seu braço da Flinley Craddick será fechado depois da COVID, e os funcionários terão que trabalhar de casa. Então ela terá que fazer de tudo e mais um pouco para manter a “família do escritório” unida.

O restante do elenco será composto por Edith Poor (‘Ataque dos Cães’), Steen Raskopoulos (‘The Duchess’), Shari Sebbens (‘Thor: Amor e Trovão’), Josh Thomson (‘Young Rock’), Jonny Brugh (‘O Que Fazemos nas Sombras’), Pallavi Sharda (‘The Twelve’), Susan Ling Young, Raj Labade, Lucy Schmit e Firass Dirani.

Com previsão de estreia para 2024, a primeira temporada terá oito episódios.

Essa será a 13ª versão de The Office, originalmente criada no Reino Unido por Gervais e Stephen Merchant.

Outras adaptações foram feitas na França, Canadá, Chile, Israel e Oriente Médio, mas nenhuma alcançou a fama e sucesso da versão americana, lançada em 2009 e protagonizada por Carell.

Ao longo de nove temporadas, a atração também conta com John Krasinski, Jenna Fischer, Rainn Wilson, Ellie Kemper, Angela Kinsey, entre outros…

‘Avatar: O Último Mestre do Ar’: Vídeo dos bastidores destaca confronto entre Zuko e Aang; Confira!

Através do Twitter, uma página deciada ao ator Dallas Liu compartilhou um vídeo dos bastidores de Avatar: O Último Mestre do Ar.

O vídeo destaca os treinos do intérprete de Zuko em confronto com Aang (Gordon Cormier) na cidade de Omashu.

Confira:

Lembrando que a atração foi renovada para mais duas temporadas.

Apesar de ter registrado apenas 59% de aprovação entre os críticos, a atração está conquistando os assinantes da plataforma de streaming.

A trama gira em torno de Aang, o último dobrador de ar após os outros nômades serem exterminados pela Nação do Fogo, que promove uma guerra há décadas em busca de dominar o restante do mundo. Além de concluir sua jornada como Avatar, dominando todos os elementos, Aang tem a tarefa de lidar com esse enorme desafio, uma vez que seu dever como Avatar é trazer harmonia ao mundo.

Nas redes sociais, o público está rendendo elogios à produção, desde o carismático roteiro, a química entre o trio protagonista, os figurinos, os efeitos visuais e as incríveis coreografias de dobra de elementos.

Confira as reações:

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

 

Criada por Albert Kim, a produção é baseada na popular série animada ‘Avatar: A Lenda de Aang‘.

O elenco conta com Gordon Cormier (Aang), Dallas Liu (Zuko), Kiawentiio (Katara), Ian Ousley (Sokka), Paul Sun-Hyung Lee (General Iroh), Elizabeth Yu (Azula) e Daniel Dae Kim (Senhor do Fogo Ozai).

‘Shang-Chi 2’: Simu Liu afirma que não há pressão para fazer a sequência

A Marvel Studios está atualmente desenvolvendo a tão aguardada sequência de ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘, um dos maiores sucessos da empresa em 2021.

Com o primeiro filme recebendo críticas extremamente positivas e faturando mais de US$ 430 milhões em bilheteria em todo o mundo, a expectativa para a continuação é alta.

No entanto, segundo Simu Liu, que interpreta o protagonista Shang-Chi, a equipe criativa não está sentindo uma pressão avassaladora para superar o sucesso do primeiro filme, mas sim uma sensação de nostalgia e emoção ao retornar ao universo que eles construíram.

Em entrevista ao Collider, o ator afirmou que “entrar em uma sequência é emocionante.”

“Não parece necessariamente que há uma pressão realizá-la ou exceder (a qualidade do original). Parece que estabelecemos um mundo e há algo realmente nostálgico e emocionante em retornar, depois de tanto tempo apenas pensando e discutindo ideias”.

Além disso, Liu prometeu que a equipe da sequência está buscando equilibrar a ação e as novidades para os fãs, entregando tudo o que foi elogiado no primeiro filme, mas também explorando novos aspectos do universo dos personagens.

“Nós estamos começando a revisitar algumas coisas, mas também queremos mostrar coisas novas ao espectador. Vamos entregar toda a ação incrível pela qual fomos celebrados no primeiro filme, mas também esperamos explorar muito mais”, afirmou o ator.

Por fim, Simu Liu brincou sobre a possibilidade de contar com a presença da atriz Michelle Yeoh no elenco da sequência, ressaltando o grande talento e popularidade da atriz após o grande sucesso do filme Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo.

“Isso, é claro, se ainda pudermos pagar Michelle Yeoh. Ela está no topo do mundo e é apenas a rainha de tudo”, disse Liu com bom humor.

Relembre o trailer de ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘:

Shang-Chi é o filho do líder de uma organização criminosa poderosa. O rapaz foi criado desde criança para ser um guerreiro, mas decidiu abandonar esse caminho e fugiu para viver uma vida pacífica. Porém, tudo isso muda quando ele é atacado por um grupo de assassinos e se vê forçado a enfrentar seu passado.

Simu Liu, Awkwafina, Meng’er Zhang, Fala Chen, Florian Munteanu, Benedict Wong e Michelle Yeoh estrelam.

O filme está disponível para streaming no Disney+.

David Fincher admite que não assiste ‘Clube da Luta’ há mais de 20 anos

Em uma surpreendente revelação, o renomado diretor David Fincher admitiu que não assiste ao clássico cult ‘Clube da Luta‘ há mais de duas décadas.

O filme, lançado em 1999 e estrelado por Brad Pitt e Edward Norton, é considerado um dos maiores sucessos de Fincher, mas aparentemente, o diretor desenvolveu uma “aversão” por seus projetos anteriores.

Em uma entrevista à revista GQ, Fincher compartilhou seus sentimentos sobre o filme: “Não o vejo há mais de 20 anos. E nem quero”.

Quando questionado se ele tem sentimentos conflituosos sobre seus filmes passados, ele respondeu de forma ambivalente:

“Sim e não. É como olhar as fotos da sua escola primária ou algo assim. Tipo, ‘Sim, eu estava lá'”.

Lembrando que o próximo filme do diretor, ‘O Assassino‘, estrelado por Michael Fassbender, estreia em 10 de novembro na Netflix.

Confira o teaser:

O elenco também terá Charles Parnell e Arliss Howard.

O longa é baseado na série de graphic novels ‘The Killer‘, de Alexis Nolent, e o roteiro é adaptação de Andrew Kevin Walker, também responsável por ‘Se7enOs Sete Crimes Capitais‘.

‘Deadpool e Wolverine’: Ryan Reynolds provoca Hugh Jackman em novo vídeo; Confira!

Deadpool e Wolverine, o novo filme da Marvel que reúne Ryan Reynolds e Hugh Jackman, ganhou um divertido vídeo de divulgação onde os astros interagem.

No vídeo, Ryan Reynolds provoca Hugh Jackman, que reage de forma hilária.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Além da dupla, o filme apresentará personagens já confirmados como Dentes de Sabre (Tyler Mane) e Piro (Aaron Stanford). As especulações vão além, com rumores sobre outros mutantes da Fox que agora fazem parte do Universo Cinematográfico Marvel (MCU), Hulk e até Taylor Swift.

De acordo com o Comic Book, ‘Deadpool e Wolverine‘ foi oficialmente classificado para maiores de 18 anos por “conteúdo com alto teor de violência, linguagem inapropriada, referências sexuais e abuso de sangue nas cenas”.

A informação não é bem uma surpresa, já que o trailer mostrou diversas cenas com palavrões e cenas de violência não censuradas enquanto os personagens cortavam e atiravam um contra o outro.

Além disso, a classificação segue o padrão dos dois filmes anteriores do Mercenário Tagarela.

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

Lembrando que a estreia está marcada para 25 de julho.

 

Patrick Schwarzenegger rebate acusações de ser ‘nepo baby’: “10 anos de aulas de atuação”

O ator Patrick Schwarzenegger, filho do icônico Arnold Schwarzenegger, abordou recentemente as críticas sobre ser considerado um “nepo baby” — aqueles filhos de famosos que, segundo a opinião popular, conseguem oportunidades apenas por causa do nepotismo.

Segundo o IndieWire, Patrick compartilhou que, embora às vezes se sinta incomodado por ser associado diretamente à realeza de Hollywood (e à política americana), ele “nunca trocaria” sua criação por outra.

“Eu sei que tem pessoas que vão dizer que só consegui esse papel por causa de quem meu pai é. Mas elas não percebem que fiz 10 anos de aulas de atuação, participei de peças escolares toda semana, trabalhei meus personagens por horas a fio e enfrentei centenas de audições nas quais fui rejeitado”, afirmou ele.

Patrick continuou: “Claro, é frustrante e você pode se sentir preso, pensar: ‘Eu queria não ter meu sobrenome’. Mas isso é só um momento. Eu jamais trocaria minha vida com alguém. Tenho muita sorte de ter a família que tenho, os pais que tenho e as lições e valores que me passaram”.

O ator também revelou que assistir seu pai, Arnold, em filmes como ‘Batman & Robin’ foi uma grande inspiração para sua carreira.

“Ir aos sets de filmagem com meu pai foi de onde veio meu primeiro amor pela atuação”, contou Patrick. “Ele sempre me tirava da escola mais cedo. Eu ia para os estúdios Universal e assistia ele entrar como o papai e sair como o Sr. Freeze. Eu ficava lá o dia todo, fascinado com tudo sobre o cinema”.

Patrick Schwarzenegger já trabalho em ‘Gen V’, ‘Sol da Meia-noite’ e The White Lotus’.

Chris Pratt, cunhado de Patrick, também se mostrou muito orgulhoso do ator e disse à E! News: “Ele é um ator realmente sólido, porque o personagem que ele está interpretando é completamente diferente de quem ele é. Ele criou um personagem que soa natural e bom. Eu venho dizendo isso há anos, e também falei para ele: acho que estamos entrando numa década de Patrick… Ele tem se dedicado muito. Não é só atuação, mas também nos negócios e em tudo. Ele é super determinado, e sei que isso vem tanto de sua mãe quanto de seu pai”.

 

Ambientada na Tailândia, a terceira temporada foca em um grupo multigeracional, incluindo um patriarca, uma executiva, uma atriz, duas mães, um desajustado e um praticante de ioga.

O elenco conta com Walton Goggins, Carrie Coon, Leslie Bibb, Michelle Monaghan, Parker Posey e Lisa, além do retorno de Natasha Rothwell.