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Sylvester Stallone em imagem inédita dos bastidores de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’

O cineasta James Gunn compartilhou uma nova foto dos bastidores de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’.

Nela, os atores Sylvester Stallone e Michael Rosenbaum aparecem ao lado do diretor.

Na legenda, Gunn ainda comentou sobre o carinho e admiração que possui por ambos os astros.

Confira:


[SPOILERS]

O CinePOP publicou um vídeo revelando quais são as CINCO CENAS PÓS-CRÉDITOS de Guardiões da Galáxia Vol. 2, para aqueles fãs mais afoitos que não se aguentam e querem tudo antes de todo mundo.

Não prossiga se não quiser saber o que acontece nas cenas pós-créditos.

Assista, com a crítica SEM SPOILERS

James Gunn vai escrever e dirigir ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ 

James Gunn, de ‘Guardiões da Galáxia’, elogia ‘Logan’

[SPOILER] Saiba novos detalhes da trama de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’

Com direção de James Gunn, ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ tem no elenco Karen Gillan (Nebula), Zoe Saldana (Gamora), Dave Bautista (Drax), Bradley Cooper (a voz de Rocket), Vin Diesel (a voz de Baby Groot),  Kurt Russell (Ego) e Michael Rooker (Yondu).

Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ já está em exibição  nos cinemas nacionais.

‘Luke Cage’: Antonique Smith viverá nova personagem na segunda temporada

O elenco da segunda temporada de ‘Luke Cage‘ continua crescendo, com a chegada de Antonique Smith à produção. A informação foi veiculada pelo portal Black Film.

Segundo a publicação, ela interpretará uma nova personagem, intitulada Nandi Tyler. Na trama, Nandi é a detetive que assume o posto ocupado por Misty Knight, em virtude da perda de seu braço na temporada de ‘Os Defensores‘. A troca vai gerar uma série de conflitos entre ambas as policiais, intensificando uma rixa dos tempos de escola existente entre ambas.

A segunda temporada de ‘Luke Cage‘ está reunindo um grupo de mulheres poderosas, que assumirá a direção de metade dos episódios. O anúncio foi feito pelo portal Blackfilm.

Segundo a publicação, além de Lucy Liu, outras cinco cineastas dirigirão parte dos episódios do novo ciclo. Os nomes anunciados referem-se a Neema Barnette (‘Queen Sugar‘), Millicent Shelton (‘Jessica Jones‘), Kasi Lemmons (‘Shots Fired‘), Setph Green (‘The Man in the High Castle‘) e Salli Richardson-Whitfield (Agents of S.H.I.E.L.D.).

Os novos episódios chegam à Netflix dia 22 de Junho.

Depois de limpar seu nome, Luke Cage tornou-se uma celebridade nas ruas de Harlem com uma reputação tão à prova de balas quanto a sua pele. Mas ser tão visível aumentou sua necessidade de proteger a comunidade e encontrar os limites de quem ele pode e não pode salvar. Com o surgimento de um novo inimigo formidável, Luke é forçado a enfrentar a linha fina que separa um herói de um vilão.

EITA! ‘Capitã Marvel’: Brie Larson empurra um Jeep de 226 kgs em treinamento; Assista!

O treinamento da atriz Brie Larson para encarar o papel de ‘Capitã Marvel‘ não foi nada fácil e em um recente vídeo compartilhado pela atriz, é possível vê-la desafiando seus próprios limites, empurrando um Jeep de 226 kgs.

Assista:


A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.

Capitã Marvel‘ estreia em 7 de março de 2019 no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.

‘Viúva Negra’: Adiamento do filme não afetará a linha temporal do MCU

O adiamento, por tempo indeterminado, de ‘Viúva Negra‘, já era esperado – em virtude da pandemia do coronavírus.

Ainda assim, a novidade surpreendeu os fãs, gerando até mesmo algumas dúvidas a respeito do tamanho do impacto que a decisão poderia gerar nos futuros lançamentos da Marvel Studios.

Mas segundo o site da revista Variety, o adiamento não deve afetar em nada a linha temporal do MCU. A informação foi revelada por uma fonte interna ligada ao estúdio.

A fonte não especificou se isso significaria que o filme seria lançado em agosto de 2020 ou se ‘Viúva Negra‘ não impacta as narrativas futuras, por se tratar de um longa que se passa antes dos acontecimentos de ‘Vingadores: Ultimato’.

 

Em ‘Viúva Negra‘, thriller de espionagem recheado de ação da Marvel Studios, Natasha Romanoff confronta o lado mais sombrio de sua profissão quando surge uma perigosa conspiração conectada ao seu passado. Perseguida por uma força implacável que quer derrubá-la, Romanoff precisa lidar com seu legado como espiã e encarar as relações enfraquecidas que deixou para trás depois se juntar aos Vingadores.

Além de Scarlett Johansson no papel principal, o elenco conta com David Harbour, Rachel Weisz, Florence Pugh e O.T. Fagbenle.

A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.

‘Missão Impossível: Efeito Fallout’ já está disponível na Netflix

A aclamada sequência ‘Missão Impossível: Efeito Fallout‘, estrelada por Tom Cruise, já está disponível na plataforma de streaming da Netflix. A produção teve sua estreia neste sábado (20) na grade de programação.

Na trama, em uma perigosa tarefa para recuperar plutônio roubado, Ethan Hunt opta por salvar sua equipe em vez de completar a missão. Com isso, armas nucleares caem nas mãos de agentes altamente qualificados e que pertencem a uma rede mortal que deseja destruir a civilização. Agora, com o mundo em risco, Ethan e sua equipe da IMF são forçados a aliar-se a um obstinado agente da CIA.

Com US$ 791 milhões arrecadados mundialmente, ‘Efeito Fallout‘ é o filme de maior bilheteria da franquia.

Confira nossa crítica: Missão Impossível: Efeito Fallout – Tom Cruise em sua MELHOR missão!

 

 

 

‘Karatê Kid: A Hora da Verdade’: Clássico dos anos 80 será REMOVIDO da Netflix; Saiba quando!

O clássico oitentista ‘Karatê Kid: A Hora da Verdade‘ será removido da Netflix em breve. A produção deixará a grade de programação no dia 1º de março.

Na trama, o adolescente Daniel LaRusso se envolve com a ex-namorada de um mau caráter na escola e passa a ser atormentado por sua gangue. Para sua sorte, ele contará com os ensinamentos de um mestre de karatê, o senhor Miyagi, que o prepara para autodefesa e também para um importante campeonato.

Ralph Macchio, William Zabka, Pat Morita, Elisabeth Shue e Martin Kove estrelam a produção.

Além de duas sequências nos cinemas, o longa original se expandiu para as telinhas, com a aclamada e amada série ‘Cobra Kai‘, que dá continuidade na narrativa de Daniel LaRusso e Johnny Lawrence.

Relembre o trailer:

John G. Avildsen dirige o longa, a partir de um roteiro assinado por Robert Mark Kamen.

10 Razões Para Ver ‘As Golpistas’, com Jennifer Lopez

Ser forçado a ficar sentada assistindo a alguém dançando sedutoramente à sua frente sem poder tocá-la é para muitas pessoas uma grande fonte de prazer sexual. Chamado de voyeurismo, o prazer de apenas assistir é uma gratificação da mente humana e uma fonte de renda para milhares de indivíduos. 

Todo cinéfilo é um pouco apaixonado pela submissão de apenas assistir sem intervenção, ainda mais quando é seu ator ou atriz favorita dançando tentadoramente como se fosse apenas para você. De Demi Moore, em Striptease (1996), a Channing Tatum, em Magic Mike (2012), o tema promove fascínio e curiosidade aos espectadores. Em As Golpistas (Hurstlers), estrelado por Jennifer Lopez e Cardi B, entretanto, a cineasta Lorene Scafaria apresenta mais do que uma história de strippers. Confira as razões desta afirmativa abaixo:

10. Jennifer Lopez no pole dance

Aos 50 anos, a cantora, atriz, produtora e empresária apresenta uma forma física impecável. Suas habilidades ao redor do pole dance são um deleite aos espectadores, tanto pela sedução quanto pela dança envolvente. Sua cena ao som de “Criminal”, de Fiona Apple, é de um arrebatamento completo, tal como ocorre com a personagem Destiny (Constance Wu) embasbacada ao contemplá-la no palco. Já entra no hall de performances mais sensuais de todos os tempos, como a de Salma Hayek dançando com a cobra em Um Drink no Inferno (1996).


9. It’s Usher, Baby

Chuvas de dólares e várias mulheres no palco dançando somente para você ao som de sua própria voz em “Love in This Club”. Na narrativa, o cantor Usher é ele mesmo e recebe tratamento VIP de todas as dançarinas. Neste momento, a diretora Lorene Scafaria constrói um ambiente inebriante e mágico, como um sonho dentro de um ambiente impróprio. Na fala de Destiny, a noite é como o ápice do seu trabalho e a recompensa por todas as noites de perseverança em frente aos olhos de homens famintos.

8. Cativante atuação de Constance Wu 

Revelada na comédia romântica Podres de Ricos (2018), Constance Wu consegue encontrar o tom perfeito para Destiny. Da inocência da menina abandonada pelos pais à sedução do poder que o dinheiro pode comprar, a atriz consegue transmitir sensualidade, tristeza e compaixão no olhar e movimentos. Umas das cenas mais bonitas do filme é uma discussão com Ramona (J. Lo) sobre as suas escolhas na vida.

7. Produção de Adam McKay, diretor de A Grande Aposta (2015) e Vice (2018)

Depois da explosão das suas duas últimas obras de dramatização e relatos sobre os acontecimentos da atual história norte-americana, Adam McKay tornou-se um especialista em usar a linguagem documental para criar um roteiro envolvente, crítico e didático. Em outras palavras, ele mastiga ao público os bastidores do “crime”. Embora As Golpista aparente ser um filme sobre dançarinas e armadilhas, esta obra é sobre empoderamento econômico feminino e também inspirada em casos reais. 

6. Mágica direção e roteiro de Lorene Scafaria

Apesar de não ser (ainda) um nome do alto escalão do cinema hollywoodiano, Lorene Scafaria já imprime a sua marca em suas obras com uma belíssima construção narrativa e sonora. Grande parte do encantamento de As Golpistas é advindo da construção do roteiro, como uma longa entrevista, na qual Scafaria recobre a narrativa e expõe à nossa imaginação eficientes imagens para nos fazer mergulhar ao discurso do narrador. Outro ponto alto são as suas escolhas certeiras de músicas em momentos chave. 

5. Trilha Sonora como Ambientação

Algo já encontrado nas obras anteriores da cineasta Scafaria, Procura-se um Amigo para o Fim do  Mundo (2012) e Nick & Norah: Uma Noite de Amor e Música (2008), a música preenche as cenas com uma luva de pelica. Em palavras mais claras, é impressionante como as canções crescem em momentos chave e nos transportam para o envolvimento do acontecimentos. Seja Ramona e Destiny cantando “Gimme More”, de Britney Spears, seja Ramona reluzindo ao som de “Royals”, de Lorde, apenas para citar dois momentos. A música é um elemento de construção de sensações verdadeiras. Atenção para os interlúdios de Frédéric Chopin durante todo o filme, é belíssimo.

4. Cardi B, tal como ela é

Apesar do nome Diamond no filme, Cardi B. é ela mesma em cena, sempre debochada, cheia de caras e bocas. Stripper na vida real aos 19 anos, a rapper já alegou em entrevistas que foi este trabalho que a ajudou a escapar da pobreza, da violência doméstica, terminar os estudos e até chegar à universidade. Além disso, é o que a ajudou a ter notoriedade na internet e, posteriormente, começar sua carreira musical. Ou seja, Cardi B. é uma verdadeira profissional dos nightclubs e merece os seus pequenos momentos de destaque nesta obra. Vale lembrar também da participação da cantora Lizzo

3. Classificação dos Clientes como Investimentos em Ações

Toda a linguagem do filme mostra como as strippers fazem dinheiro jogando com a lábia e o poder de sedução, tal como o seu agente financeiro faz para convencê-lo a deixar o seu dinheiro nas mãos dele. Como o mundo financeiro, assim como das strippers, é desconhecido do grande público, o enredo coloca um universo ao lado do outro e nos mostra como a manipulação narrativa é chave para qualquer “negócio”. Com um pouco mais de entusiasmo (ou apenas testosterona) Ramona e Destiny poderiam ser Jordan Belfort (Leonardo DiCaprio) e Donnie Azoff (Jonah Hill), respectivamente, como em O Lobo de Wall Street (2013).

2. Lições sobre o homem e o capital

Da mesma maneira que a crise econômica de 2008 colocou em cheque o patrimônio de milhares de norte-americanos, as stripers perderam a sua principal fonte de riqueza com os clientes diretamente envolvidos na falência da bolha imobiliária. Em um momento Destiny pergunta à jornalista (Julia Stiles): “O que você faria por mil dólares?”, e completa: “Espera. Esta resposta depende sempre do quanto você já tem e qual a sua situação no momento”. Já Ramona declara: “O mundo todo é um clube de strip. Você tem as pessoas que jogam o dinheiro e as pessoas que fazem a dança”. Fica a lição.

1. Sororidade e Amizade entre Ramona (J.Lo) e Destiny (Wu)

Esta é uma história sobre dinheiro, poder, sedução, mas, sobretudo, sobre amizade e sororidade. Ou melhor, sobre mestre e pupilo, tendo em conta uma admiração mútua e apoio contínuo, entretanto, com muito conflito e tensão como qualquer relação em que personalidades distintas somam-se, porém, também se confrontam. Por trás de todos os acontecimentos, Jennifer Lopez consegue dominar todas as cenas e mostrar sua companheira fortalecida ao seu lado e frágil longe de suas asas. Como disse J. Lo em algumas entrevistas, este filme não seria o mesmo se fosse dirigido por um homem.

Muita ação em novo trailer internacional de ‘Rampage: Destruição Total’

Rampage: Destruição Total’, que traz Dwayne Johnson enfrentando animais gigantes, ganhou um novo trailer internacional.

Assista, junto com um novo comercial:

O filme adapta o jogo homônimo, que mostra um gorila, um crocodilo e um lobo atacando várias cidades nos EUA, e cabe ao protagonista (Johnson) deter os ataques. A intenção da adaptação é de se manter fiel a premissa e aos elementos visuais do jogo.

O elenco ainda terá Marley Shelton (‘Pânico 4‘) em um dos papéis principais.

A direção é de Brad Peyton (‘Terremoto: A Falha de San Andreas‘), que também produz junto com Beau Flynn e John Rickard.

Rampage: Destruição Total está previsto para 19 de abril de 2018 no Brasil.

Comic-Con 2018: Confira fotos do primeiro dia de evento em San Diego

Começou hoje (19), a famosa San Diego Comic-Con 2018, evento que reúne fãs de cinema, quadrinhos e cultura pop em geral, em um só lugar: San Diego, na Califórnia.

Esse ano, os filmes da DC Comics serão as grandes atrações. Aquaman e Shazam!’ ganharão trailers, fotos e muitas novidades, assim como a série de TV live-action dos Novos Titãs’. 

Apesar de começar oficialmente hoje, noite passada foi a “preview night”, com isso, muitas fotos do evento já estão disponíveis na internet. Confira (via IGN):

Fique ligado no CinePOP para a cobertura COMPLETA do evento!

SAIU! Série live-action dos ‘Novos Titãs’ ganha trailer; Vem ver!

Dica do fim de semana | Lançamentos no Disney+ e no Star+

O inverno enfim chegou a grande parte do Brasil, trazendo frio, ventania e chuva. Nesse clima gostoso, nada melhor do que ficar em casa debaixo das cobertas o dia inteiro, certo? Pensando nisso, o CinePOP separou cinco lançamentos do Disney+ e do Star+ para você conferir neste fim de semana no conforto do lar.

 

O Predador: A Caçada

Prequel da franquia Predador, esse longa leva o ETzão do mal para os Estados Unidos do século XVIII, quando os indígenas e os colonizadores brigavam por territórios. Em meio a isso, o Predador está em sua primeira viagem à Terra para aprender o estilo de caça do planeta. Só que ele não esperava se deparar com uma aldeia Comanche com dois irmãos especialistas em caça e combate. Assim, começa um suspense repleto de ação muito bem desenvolvido. E há também a opção de assistir ao filme dublado no idioma Comanche.

Onde assistir: Star+

Eu Sou Groot

Elevando a fofura a um novo nível, essa série de curtas mostra as aventuras do Bebê Groot (Vin Diesel) entre a cena pós-créditos de Guardiões da Galáxia (2014) e os eventos de Guardiões da Galáxia Vol. 2 (2017). São cinco curtas de aproximadamente cinco minutinhos, cada, que mostram a árvore favorita de todos dando seus primeiros passos, tomando seu primeiro banho e fazendo outras coisas típicas de bebês, mas com todas as confusões possíveis acontecendo por conta das trapalhadas do ‘Grootinho’.

Onde assistir: Disney+

 

O Culto de Chucky

Após retornar com muito sucesso na série Chucky, o boneco assassino apareceu com algumas habilidades que talvez os fãs mais antigos não conhecessem. Lançado em 2017, O Culto de Chucky está longe de ser unanimidade entre os fãs, enquanto muitos sequer chegaram a assistir, já que foi lançado direto para Home Video. No Brasil, essa é uma das primeiras vezes (se não for a primeira) que o longa aparece em uma plataforma de streaming, então vale a pena conferir o filme mais sangrento e explícito do bonecão encapetado até para entender melhor os acontecimentos da série, cuja segunda temporada já está em produção.

Onde assistir: Star+

 

Lightyear

Pulando de um filme de boneco vivo para outro, a próxima dica é Lightyear. Baseado na quadrilogia Toy Story, esse filme é o longa que, no universo das animações, inspirou a criação do boneco do Buzz Lightyear que eventualmente pararia nas mãos de Andy e seus amigos. A trama gira em torno de Buzz Lightyear, um Patrulheiro Espacial que participa do teste de lançamento de uma nave, que o deixa em um planeta hostil e distante. Enquanto tenta voltar para casa, ele descobre que o tempo avançou muito e agora todos os seus amigos estão velhos ou morreram. Junto a próxima geração de Patrulheiros, Buzz vai tentar impedir a ameaça do Imperador do Mal, Zurg.

Onde assistir: Disney+

 

Quatro Vidas de Um Cachorro

“Filme de Cachorro” virou praticamente um subgênero em Hollywood depois de Marley & Eu fazer meio mundo chorar na década passada. A fórmula é bem simples e geralmente termina com o doguinho morrendo, o que pega certinho no sentimento de todos. No entanto, neste filme – como indica seu título -, acompanhamos a trajetória de um cachorrinho que morre e reencarna, vivendo uma nova vida com novas famílias a cada vez que retorna para a Terra. Sim, o cachorro morre três vezes. É interessante ver como um mesmo personagem se adapta a pessoas diferentes, sempre complementando muito bem suas vidas completamente diferentes das passagens anteriores. É um drama divertido para o fim de semana, que vai mexer especialmente com quem já teve ou tem um cachorrinho em casa.

Onde assistir: Star+

Crítica | Muito Perto para o Natal – Netflix Emplaca Comédia Romântica Natalina em Pleno Junho!

Estamos em junho, metade do ano de 2022. Enquanto pipocam as festas juninas por todo o país, na Netflix o foco de interesse é outro. Dentre as dezenas de ofertas que a gigante do streaming disponibilizou este mês, uma produção tem se sobressaído mais do que as outras: trata-se da comédia românticaMuito Perto para o Natal’, filme canadense de 2020 que, vejam só, chegou este ano à plataforma e, em pleno junho, emplacou as primeiras posições no Top 10 da plataforma.

Hayley (Jessica Lowndes) é uma excelente organizadora de eventos. Muito trabalhadora, é dessas que nunca tira férias porque acha que o trabalho não pode ficar sem ela e precisa estar no controle de todos os eventos, especialmente o de final de ano. Porém, não neste Natal, pois sua irmã Amy (Vanessa Sears) convidou-a para passar as festas de fim de ano com ela, seu marido (Steve Byers) e seus sogros (Seana McKenna e Rob Stewart), pois é um período muito especial para sua família. Receosa, Hayley aceita o convite, mesmo que isso signifique não estar presente no evento mais importante da empresa e coloque em dúvida sua possível promoção no trabalho. O que ela não esperava era ter que passar as festas de fim de ano com seu novo cunhado, Paul (Chad Michael Murray, de ‘Riverdale‘), a quem tem aversão desde que este fizera um comentário inapropriado sobre sua vida durante o casamento da sua irmã.

Com uma hora e meia de duração, ‘Muito Perto para o Natal’ é um enlatado que mistura uma penca de clichês românticos em um mesmo filme. Literalmente nos cinco minutos iniciais onde o mote é apresentado, já dá para saber absolutamente o que vai acontecer e como terminará o filme – e é exatamente o que acontece, sem frustrar a expectativa de ninguém. Se por um lado isso é bom (afinal, quem curte esse tipo de produção vai receber precisamente aquilo que veio buscar), por outro torna a construção tanto dos personagens quanto do enredo um bocado frágeis, costurando laços com tanto espaço entre si, que a trama fica frouxa ao ponto de ser possível enxergar do outro lado.

O roteiro de Nicole Baxter centrado apresenta uma base para a protagonista que, ao final, não vai para lugar algum (a tal promoção, quando vem o resultado, em nada influi na resolução do filme, deixando claro que foi um elemento inserido apenas para dar background à personagem). Muitas das falas não saem de forma orgânica (exemplo é quando a sogra vira para Hayley e fala que Paul ficou mais dias por causa dela, mas o filme de Ernie Barbarash não deixa isso claro para o espectador em nenhum momento). Por fim, o romance principal funciona numa equação em que Paul constantemente diz como Hayley deve viver sua vida, numa via de mão única, e ainda assim ela se apaixona por ele.

Esteticamente bonito e recheado com cores e sabores de Natal, ‘Muito Perto para o Natal’ é uma filme de Natal em que o visual é mais agradável do que a história. Ainda assim, vem para mostrar que o público brasileiro quer, sim, histórias de Natal o ano inteiro, e sinaliza para as produtoras que elas devem investir em mais produções do gênero de modo a alimentar este nicho de público.

Friends 25 anos | As 10 melhores participações especiais de celebridades na série

Friends estreou no dia 22 de setembro de 1994. Passados 25 anos, a série segue sendo um importante fenômeno cultural. Ainda hoje, a produção é destaque no streaming (está inteira na Netflix, embora passará para a HBO Max) e ocupa grande espaço na programação da Warner Channel.

Ao longo de dez temporadas, Friends contou com inúmeras participações especiais marcantes. Aproveitando o clima de celebração, o CinePOP decidiu relembrar quais foram as dez melhores participações de celebridades na série.

São tantas as participações que nomes como Jennifer Coolidge, Alec Baldwin, Brooke Shields, Susan Sarandon, Billy Crystal, Robin Williams, Helen Hunt, Charlie Sheen, Jean-Claude Van Damme, Anna Faris, Ben Stiller, Gary Oldman e John Stamos ficaram de fora da seleção final.

É importante destacar ainda que atores que integraram o elenco recorrente da série, como Tom Selleck e Paul Rudd foram desconsiderados para esta matéria.

 

10) George Clooney e Noah Wyle

Primeira temporada, episódio 17

Lançadas quase que ao mesmo tempo, Friends e ER foram verdadeiros fenômenos da TV nos anos 90. E renderam um quase-crossover na primeira temporada de Friends, que contou com a participação de George Clooney e Noah Wyle como médicos que atendem Rachel e Monica em uma emergência e acabam topando sair em um encontro com elas. Embora não sejam os mesmos personagens de Plantão Médico, a presença de Clooney e Wyle remetia diretamente à produção. Uma participação bem divertida. E ainda significativa se pensarmos em todo o contexto.

 

9) Dakota Fanning

Décima temporada, episódio 14

Dakota Fanning tinha apenas nove anos quando gravou sua participação em Friends, mas já era uma estrela de Hollywood, com trabalhos marcantes em Uma Lição de Amor e Grande Menina, Pequena Mulher. Em Friends, ela vive Mackenzie, uma menininha que mora na casa que Monica e Chandler estão pensando em comprar. Ela não quer que os pais vendam a casa e acaba se identificando com Joey, que não quer que os amigos se mudem. A relação entre Dakota e Matt LeBlanc torna esta pequena participação em uma das mais marcantes para os fãs da série.

 

8) Sean Penn

Oitava temporada, episódios 6 e 7

Pai de Dakota Fanning em Uma Lição de Amor, Sean Penn também fez uma participação especial bem marcante na série. Vencedor de duas estatuetas do Oscar, o ator interpretou Eric, um professor e ativista que é noivo de Ursula, e participa de um clássico episódio de Dia das Bruxas. Incomodada com as mentiras da irmã, Phoebe acaba contando a Eric toda a verdade. Com o fim do noivado, Eric e Phoebe acabam saindo juntos, mas a sombra da irmã faz com que a relação não vá pra frente.

 

7) Danny DeVito

Décima temporada, episódio 11

Monica e Rachel acabam chamando um stripper de última hora para a despedida de solteira de Phoebe. Para surpresa de todas, Danny DeVito é quem aparece. A participação é divertida e conta com uma reviravolta. Se no início a sensação de todas é de decepção, ao final todas se divertem ao lado do stripper, que reconhece que precisa se aposentar. Danny DeVito chorando como um stripper de 50 anos é, de fato, inesquecível. O ator, inclusive, recebeu uma indicação ao Emmy de Melhor Ator Convidado em Série de Comédia pelo trabalho.

 

6) Winona Ryder

Sétima temporada, episódio 20

Muito antes de assumir o papel de Joyce Byers em Stranger Things, Winona Ryder foi um ícone do cinema dos anos 80 e 90, com trabalhos como Os Fantasmas se Divertem, Edward Mãos de Tesoura, Drácula de Bram Stoker e Garota, Interrompida. A primeira década do século XXI, no entanto, não foi das melhores para a atriz. Uma exceção em meio a vários projetos de pouco destaque – e polêmicas na vida pessoal – foi sua marcante participação em Friends. Ela viveu Melissa Warburton, uma amiga que Rachel havia beijado nos tempos de faculdade. A notícia é recebida com empolgação por Joey e por desconfiança por Phoebe. Para tentar provar para a amiga que o beijo havia mesmo acontecido, Rachel acaba recriando a situação.

 

5) Julia Roberts

Segunda temporada, episódio 13

Julia Roberts já era uma das maiores estrelas do cinema quando aceitou participar de Friends. A atriz de Uma Linda Mulher interpretou Susie Moss, uma ex-colega dos tempos de colégio de Chandler. Ela guarda um trauma da infância e acaba saindo com Chandler para se vingar. Além da divertida participação na série, Julia Roberts deixou Friends com um namorado. Ela e Matthew Perry chegaram a namorar por um tempo após trabalharem lado a lado na produção.

 

4) Reese Witherspoon

Sexta temporada, episódios 13 e 14

Muitos rumores envolvem a participação de Reese Witherspoon em Friends. Segundo boatos, a atriz teria se revelado muito difícil de trabalhar e teria causado problemas nos bastidores, o que teria feito a série buscar uma nova irmã para Rachel nas temporadas seguintes. Mesmo assim, não dá para negar que Reese fez um belo trabalho na pele da mimada Jill Green. A dinâmica entre ela e Jennifer Aniston funciona perfeitamente, e tudo fica ainda mais divertido quando Jill começa a se interessar por Ross.

 

3) Christina Applegate

Nona temporada, episódio 8 / Décima temporada, episódio 5

Após a passagem de Jill, a série apresentou outra irmã de Rachel: Amy Green. Vivida por Christina Applegate, a personagem aparece em dois episódios da série, em temporadas diferentes, e sempre rouba a cena. No primeiro, ela surge em pleno Dia de Ação de Graças e gera toda uma discussão sobre quem ficaria com Emma em caso de morte de Rachel e Ross. No segundo, ela se muda temporariamente para o apartamento de Rachel e Joey, e se oferece para ser babá de Emma. Christina recebeu um Emmy de Melhor Atriz Convidada pela primeira participação. E ainda foi indicada pela segunda. Muito merecido.

 

2) Bruce Willis

Sexta temporada, episódios 21, 22 e 23

Bruce Willis em Friends é daqueles casos de escalação perfeita. E que só aconteceu por acaso. Willis perdeu uma aposta para Matthew Perry na época em que trabalharam em Meu Vizinho Mafioso, e acabou “obrigado” a fazer a série. Mas não deve ter se arrependido, pois saiu do trabalho com um Emmy de Melhor Ator Convidado. Bruce interpretou Paul Stevens durante três episódios. O personagem era pai de Elizabeth, aluna e namorada de Ross. Durão, mas sentimental, ele não ficou nada feliz com o relacionamento da filha. Por outro lado, engatou um breve namoro com Rachel.

 

1) Brad Pitt

Oitava temporada, episódio 9

Aquela participação especial inesquecível. Brad Pitt já era um dos maiores nomes de Hollywood quando atuou em Friends, e seu casamento com Jennifer Aniston ocupava constantemente capas de revistas pelo mundo. Assim, foi realmente brilhante quando a série colocou Brad na pele de Will Colbert, um amigo do colegial de Ross que nutria um ódio bem especial por Rachel. À época, foi muito divertido ver o casal de lados opostos na série. E os dois pareciam estar se divertindo bastante, assim como o público. Brad Pitt recebeu uma indicação ao Emmy pela participação.

‘The Flash’: Episódio da 6ª temporada dirigido por Danielle Panabaker ganha novas imagens; Confira!

A sexta temporada de The Flash chega em menos de um mês e, para aumentar as nossas expectativas, duas novas imagens do novo ano apareceram nas redes sociais.

As fotos de bastidores elucidam o público acerca do sexto episódio, que será dirigido pela atriz Danielle Panabaker, a qual não é estranha atrás da câmeras, visto que comandou um dos capítulos mais adorados pelos fãs, “Godspeed” (quinta temporada).

Confira:

Veja as fotos promocionais do próximo ciclo:

Os novos episódios da série estão marcados para 08 de outubro, no CW. No Brasil a série é transmitida pela Warner Channel.

Assista ao trailer:

‘Capitã Marvel’: Nova arte revela visual alternativo (e assustador) dos Skrulls

O artista Ian Joyner revelou recentemente em seu Instagram oficial uma arte alternativa para a raça alienígena Skrull, que deu as caras em Capitã Marvel no ano passado – e o design original desses personagens é bem mais assustadora que a versão final.

Confira:

Após a estreia de ‘Capitã Marvel‘, grande parte do público criticou a adaptação por conta de sua trama feminista e também pela falta de carisma de Brie Larson como protagonista.

Durante uma entrevista para a Variety, a atriz foi questionada sobre o assunto e disse que não fazia ideia de que o filme sofreu com comentários negativos porque ela nunca se importou com as críticas.

“Os fãs criticaram? Para falar a verdade, eu nem sabia. Eu não tenho tempo para isso. Quando estou com tempo livre, eu prefiro aproveitar de forma positiva, tipo: ‘estou me alimentando direito? Estou bebendo água? Estou meditando? Liguei para minha mãe hoje?’ É com isso que eu me importo.”

Larson argumentou que comentários na internet não afetam sua vida cotidiana, nem interferem em como ela se vê.

“Muitos jornalistas me perguntam como eu lido com críticas online, mas eu nunca precisei entrar na internet para saber como as pessoas me veem, ou como eu vejo a mim mesma. Não há nada mais agradável para mim do que me enxergar do meu próprio ponto de vista. É algo que eu faço desde a infância, e continuarei fazendo pelo tempo que puder.”

Anteriormente, Larson havia sido questionada sobre seu futuro como Capitã Marvel, mas ela disse que não sabe quando irá reprisar o papel.

“Eu não sei. Eu nem sei qual será meu próximo trabalho, e isso é tão emocionante. Eu nem sei como vai ser a minha vida! E no início deste ano, eu tive que fazer a turnê de imprensa. Mas, na última metade do ano, eu só me concentrei na vida pessoal, fora do trabalho.”

Lançado em março de 2019, ‘Capitã Marvel‘ foi um sucesso de público, arrecadando US$ 1,128 bilhão pelo mundo.

Assista à nossa crítica:

‘O Príncipe Dragão’: Série da Netflix é renovada para mais QUATRO temporadas

Durante o evento virtual da Comic-Con 2020, a Netflix revelou que a aclamada e adorada animação O Príncipe Dragão não apenas voltaria para mais uma temporada, e sim para mais quatro.

A série foi renovada pela plataforma até a sétima iteração e que a narrativa será contínua até o último ano.

O quarto ano, que será o próximo da obra, ainda não tem data de estreia confirmada.

O Príncipe Dragão foi criado por Aaron Ehasz e Justin Richmond, roteiristas de Avatar: A Lenda de Aang.

Xadia e o reino dos humanos estão em pé de guerra. Será que Callum, Ezran e Rayla conseguirão vencer a magia negra e restaurar a paz no mundo? 

As três primeiras temporada já estão disponíveis no serviço de streaming!

‘Mulher-Maravilha 1984’: Diana será bem mais complexa que no primeiro filme, revela Gal Gadot

Durante uma recente coletiva de imprensa, Gal Gadot revelou alguns detalhes sobre o vindouro Mulher-Maravilha 1984’ e de que forma os eventos do primeiro filme implicaram numa transformação radical em Diana Prince.

“No primeiro filme, tivemos o nascimento da Mulher-Maravilha e, pela primeira vez, ela descobre seus poderes. De Diana, ela se tornou Mulher-Maravilha. No primeiro filme, ela olha a humanide de fora, falando abertamente quando as coisas não estão certas e enfatizando como elas deveriam ser. Agora, ela entende completamente as complexidades da raça humana por ser parte deles. Ela já desenvolveu todos os seus poderes e, ainda assim, está sozinha e sofre dos mesmos problemas que todos sofrem. Então tive bastante com que ‘brincar’, foi uma experiência bem diferente do primeiro filme.”

O filme já foi assistido por parte da crítica especializada e conquistou impressões extremamente positivas.

Entre os comentários, os jornalistas estão dizendo que o longa dirigido por Patty Jenkins tem ação do início ao fim e um toque sentimental embalado pela trilha sonora de Hans Zimmer.

Como já era de se esperar, também não faltaram elogios à química entre Gadot e Chris Pine, intérpretes de Diana Prince e Steve Trevor. E parece que Pedro Pascal e Kristen Wiig também roubam a cena como os vilões.

Além disso, a trama traz uma ótima conexão com o filme anterior e consegue arrancar lágrimas e sorrisos do público.

Uma das críticas ainda se emocionou ao dizer que:

“A trama é edificante, esperançosa e entrega tudo o que nós precisávamos.”

Confira as principais reações:

“Estou muito feliz em informar que ‘Mulher-maravilha 1984’ é uma explosão absoluta do início ao fim. Um elogio excepcional ao primeiro filme, e é recheado de emoção, esperança, amor, ação, romance e humor. Patty Jenkins e Gal Gadot entregaram uma das melhores sequências da DC. Eu chorei quando acabou.”

“Não posso falar muito sobre o enredo por causa dos spoilers, mas é muito inteligente. A sequência de abertura por si só é impressionante e cada cena de ação é diferente e única. Eu também acho que esta é uma das melhores trilhas sonoras de Hans Zimmer… E, para aqueles que estão se perguntando, a química entre Gal Gadot e Chris Pine está incrível.”

“Eu assisti Mulher Maravilha 1984 ontem e … honestamente, é exatamente o que eu precisava. O que todos nós precisamos. É edificante, esperançoso e totalmente Mulher Maravilha. Apenas um lindo filme com temas que tocam seu coração.”

“Tive a chance de assistir ‘Mulher-Maravilha 1984‘ mais cedo! Adorei o primeiro filme e posso dizer com segurança que a sequência leva tudo para outro nível! Pedro Pascal e Kristen Wiig absolutamente arrebentaram como Maxwell Lord e Cheetah. Deixem Patty Jenkins assumir o comando de todo o DCEU!

“Ontem eu assisti ‘Mulher Maravilha 1984‘ em casa! Era tudo que eu precisava e muito mais. O filme é extremamente ambicioso, incrivelmente empolgante e recheado de esperança. O filme é bem longo, às vezes até demais, mas me lembrou como um grande sucesso de bilheteria pode fazer você se sentir maravilhoso.”

“Eu já assisti ‘Mulher-Maravilha 1984’! Patty Jenks literalmente fez um filme aos moldes dos anos 80 em todos os sentidos, o que faz dele algo único para os dias de hoje. Parece maior ambiciosa do que o original e ao mesmo tempo mais contido. Gal Gadot simplesmente entrega momentos épicos como Mulher-Maravilha.”

“Para mim, Pedro Pascal e Kristen Wiig são os destaques do filme. Pascal mergulhou de cabeça no personagem em uma representação selvagem de Max Lord, um vilão conflituoso, mas muito malvado. A evolução da Mulher-Leopardo ao longo do filme é de partir o coração, mas é épica. Nós precisamos de mais!”

Lembrando que o longa será lançado na HBO Max em 25 de dezembro, junto com a estreia nos cinemas norte-americanos. No Brasil, chega no dia 17 de dezembro.

Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?

O elenco também conta com Chris PineKristen WiigPedro Pascal.

Crítica | Sem identidade ou foco, ‘Estados Unidos vs. Billie Holiday’ vale a pena pela impecável atuação de Andra Day

Billie Holiday, conhecido alter-ego artístico de Eleanora Fagan, é um dos nomes mais importantes da cultura estadunidense. Ao lado de nomes como Ella Fitzgerald e Dinah Washington, Holiday mudou o escopo musical de sua época e apresentou, bem como suas conterrâneas, uma revolução estilística do jazz – não apenas por seu fraseamento e por suas improvisações, que viriam a influenciar praticamente todos os atos futuros, mas também pelas discussões sociopolíticas que trazia à tona e que permeavam uma plataforma mainstream que boa parte dos negros não tinham à época. Ora, se a canção “Strange Fruit” permanece viva na mente dos apreciadores de música, é em virtude da rendição de Holiday e de uma trama pungente sobre o linchamento da comunidade afrodescendente pelo supremacismo branco.

Nos últimos meses, foi anunciada uma aguardada cinebiografia sobre um período bastante específico de sua vida – restrito ao estrelato, à queda e à relação tóxica com as drogas e com diversos homens que passaram por sua vida. Comandado por Lee Daniels, nome por trás dos aclamados ‘A Última Ceia’ e ‘Empire’, ‘Estados Unidos vs. Billie Holiday’ despertou um senso de curiosidade crescente entre o público, mas, no final das contas, falhou em cumprir quaisquer das expectativas prometidas; o longa-metragem, pecando em aspectos essenciais, deixou que a performance do elenco roubasse os holofotes, mas a que custo? Afinal, nem mesmo os melhores conseguem se afastar de uma insossa e formulaica história, a qual não faz jus a nenhum dos temas apresentados.

Daniels é conhecido por ser um realizador bastante único que, mesmo não sendo independente, é reconhecido por um estilo que oscila entre o poético e o realismo com fluidez incrível. De qualquer forma, sua última rendição cinematográfica, O Mordomo da Casa Branca, já dava ares de uma inconsistência dramática que viria a se tornar uma bola de neve na presente obra. Honestamente, nem mesmo a técnica artística empregada no filme faz muito sentido, com exceção de breves sequências que não são acompanhadas de uma obviedade de enredo ou de caprichos circinais de uma edição horrível, para dizer o mínimo: desde os momentos iniciais, a montagem de Jar Rabinowitz não tem direção alguma e mistura referências que visam a uma repaginação de ‘Chicago’ e acertam numa novela mais insípida que ‘Burlesque’ (algo chocante, considerando o trabalho de Rabinowitz em ‘8 Mile’ e ‘Réquiem para um Sonho’).

Como se não bastasse, a estrutura panorâmica não é a única a falhar em entregar qualquer resquício de coesão; o roteiro, assinado por Suzan-Lori Parks, insurge como um amontoado de acontecimentos sem distinção de causa e consequência, aglutinando-se em uma massa amorfa que não atinge a completude de um propósito bem-intencionado e digno. Aliás, é um tanto quanto estranho a decisão de Daniels e de sua equipe em adaptar um romance de não-ficção cujo foco é analisar a guerra às drogas nos Estados Unidos e a transformação dos negros em alvo. Claro, Holiday tornou-se um símbolo da comunidade, mas é mencionada brevemente (e com propósitos descritivos) como uma das personalidades que se renderam aos opioides. O motivo pelo qual uma abordagem mais palpável à cantora e compositora não foi abraçada talvez nunca veja a luz do dia, mas merece certa explicação.

Problemas à parte, é notável como a obra tenta ser mais do que consegue e, por essa razão, acaba por afastar espectadores que talvez nunca tenham sequer ouvido uma das canções de Billie. É nesse âmbito que Andra Day se entrega de corpo e alma à persona titular, caminhando trôpega por todas as fases de sua turbulenta vida, fazendo homenagens e buscando inspirações em suas conterrâneas. Day, em seu primeiro papel protagonista, vem do background fonográfico e molda a própria voz em surpreendentes dialogismo e candura com Holiday, como se estivesse cantando para a própria jovem que morreu vítima de sua confiança nas pessoas erradas. Não é com espanto que ela tenha faturado uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz, juntando-se a nomes como Lady Gaga e Cher, que também migraram da música à atuação com perfeição.

Acompanhada por nomes como Trevante Rhodes, Natasha Lyonne, Garrett Hedlund, Da’Vine Joy Randolph e Tyler James Williams, Day e o restante do elenco são a força-motriz que se empenha em salvar, a todo custo, a tragédia de um longa-metragem que não prestou atenção aos próprios deslizes. Ao procurar fornecer uma explicação e uma humanização de fatos cruciais para o entendimento da situação segregacionista dos anos 1940, Daniels mergulha na soberba superficialidade do panfletarismo e nem ao menos fecha o ciclo narrativo, como se a luta promovida por Billie e por tantas outras cantoras negras da época não tivessem surtido efeito; mais do que isso, a utilização constante da sépia e de um enlace fotográfico antigo criam um anacronismo doído e que, mais uma vez, não tem necessidade alguma para a compreensão dos eventos.

É infeliz imaginar que ‘Estados Unidos vs. Billie Holiday’ poderia ter sido bem diferente do resultado final. Manchado por uma condução descarrilada e se apoiando inteiramente na performance de uma recém-descoberta atriz que terá um futuro brilhante pela frente, o filme morre na praia sem uma identidade para chamar de sua – e dentro de uma tristonha e repetitiva previsibilidade.

‘Everybody’s Talking About Jamie’: Adaptação do musical já está disponível na Amazon Prime Video!

A aguardada adaptação do aclamado musical ‘Everybody’s Talking About Jamie’ finalmente estreou na Amazon Prime Video.

A produção foi lançada hoje, 17 de setembro, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Jonathan Butterell faz sua estreia diretorial com o filme. Tom MacRaeDan Gillespie Sells assinam o roteiro.

Baseado na vida de Jamie Campbell, a história gira em torno de um adolescente de 16 anos de idade que enfrenta inúmeros preconceitos até resolver sair do fundo do poço e tornar-se uma drag queen de grande sucesso.

Max HarwoodRichard E. GrantSharon HorganLauren Patel, Shobna GulatiSarah LancashieRalph Ineson estrelam.

‘Red – Crescer é uma Fera’: Animação da Pixar ganha teaser novo ADORÁVEL; Assista!

O Disney+ divulgou um novo teaser adorável do aguardado ‘Red – Crescer é uma Fera‘, nova animação da Pixar, que será lançada na plataforma de streaming no dia 11 de março.

No filme, “quando uma adolescente fica muito nervosa, ela se transforma em um grande panda vermelho. O longa aborda dessa forma, a jornada de amadurecimento da personagem, suas inseguranças dessa fase onde, a personagem principal está dividida entre a filha que sempre foi e sua nova personalidade, intensificada por todos os sentimentos conflitantes que a adolescência provoca. Além do caos gerado por todas as mudanças em seus interesses, relacionamentos e corpo, sempre que a garota fica muito agitada ou estressada, ela vira um panda vermelho gigante, – o que com certeza, só gera mais problemas para a jovem – sendo uma metáfora para todas as vezes que, constrangidos pelos novos desafios que se apresentam em nossas vidas, as inseguranças só se agigantam”.

Assista, junto ao trailer, e siga o CinePOP no YouTube:

O longa foi escrito e dirigido por Domee Shi.

A produção conta com as vozes de Sandra Oh e Rosalie Chiang.

‘Morbius’: Chefe de efeitos visuais revela por que o final do filme foi ALTERADO

Desde o lançamento de Morbius, adaptação da Sony Pictures que se tornou um fracasso de crítica e de bilheteria, foi revelado que a conclusão da narrativa, na verdade, seria diferente da exibida nos cinemas.

A sequência que finalizaria o longa-metragem envolvia os personagens de Tyrese GibsonAl Madrigal no meio do Central Park, com a polícia local os cercando e premeditando um confronto armado. Entretanto, a cena foi descartada e, no lugar dela, foi colocada uma batalha nos subterrâneos da cidade, rodada durante as refilmagens.

Agora, em uma entrevista ao ComicBook.com, o supervisor de efeitos visuais da produção Joel Behrens falou sobre a mudança de planos (ao menos de uma perspectiva técnica) e revelou o motivo pela cena ser alterada.

“Nós fizemos algumas coisas [na cena original], mas não muitas, porque havia suposições de que estavam pensando em mudar o final. Então, nós fizemos algum trabalho a mais e eu não diria que as coisas funcionaram. Mas fizemos isso, porque, inicialmente, deveria ser o Central Park”, ele explicou. “E eles decidiram que queriam seguir em uma direção diferente com a luta. Acho que [o diretor Daniel Espinosa] pensou que seria mais dramático no subsolo. Então, encontramos imagens de algumas dessa construções subterrâneas, túneis subterrâneos que realmente existem em Nova York”

Behrens continua: “acho que eles sentiram que seria melhor ter um confronto um a um em meio a um ambiente interessante do que em um parque. Foi um balde de água fria em nós, porque tínhamos que construir esse ambiente totalmente em CG, do nada, e fizemos isso, além das refilmagens. […] Então tivemos que construir praticamente tudo do zero”.

Lembrando que o filme chega à HBO Max no dia 01 de julho.

Na trama, Jared Leto se transforma no enigmático anti-herói Michael Morbius. Gravemente adoecido com um raro distúrbio sanguíneo e determinado a salvar outros que sofrem do mesmo destino, o Dr. Morbius arrisca tudo numa aposta desesperada. E embora a princípio tudo pareça um sucesso absoluto, surge uma escuridão que se desencadeia dentro dele. O bem superará o mal – ou Morbius sucumbirá aos seus novos e misteriosos desejos?

‘Dirty Dancing 2’: Jennifer Grey revela que rostos familiares irão aparecer na sequência

Dirty Dancing: Ritmo Quente‘, clássico dos anos de 1980, que foi estrelado pelo saudoso astro Patrick Swayze, teve sua sequência recentemente anunciada com a confirmação do retorno da atriz original Jennifer Grey como Baby.

Agora, em entrevista ao jornal Extra (via PEOPLE), Grey revelou que as gravações do projeto começarão na próxima primavera norte-americana (isto é, entre março e maio de 2023) e que trará rostos familiares de volta.

“Posso dizer que iremos retornar ao Kellerman’s”, ela comentou, fazendo referência ao cenário do filme original. Ela também comentou que Baby estará “alguns anos mais velha” e que “outros personagens do [longa] original” irão aparecer na história.

Anteriormente, em entrevista à EW, Grey revelou o quão complicado foi fazer uma continuação sem a presença de Swayze, que morreu em virtude de um câncer pancreático, aos 57 anos.

“Nunca haverá outro Johnny”, ela disse, fazendo referência ao personagem interpretado pelo astro. “Nunca haverá outro Patrick. Esta sequência tem que funcionar por conta própria. É bem complicado”.

Em outra entrevista, dessa vez ao Los Angeles Times, Grey, que também entra como produtora executiva, revelou que está muito interessada em ver como a continuação irá abordar uma narrativa que se passa trinta anos depois da original – e que está muito animada para o resultado.

“Estou muito animada pelo desafio de olhar [para o filme] de um ponto de vista do que acontece quando se passam trinta anos e estamos nos anos 1990”, ela comentou. “O que acontece com a pessoa que teve aquela experiência – o que aconteceu a ela e o que é relevante agora sobre a história original, vista sob um olhar diferente. Acho que, com sorte, [o filme] vai realmente satisfazer sem competir com o primeiro ou fazê-lo melhor que o primeiro. É mais sobre: que história nova pode ser contada?”.

De acordo com o Collider, o novo longa já tem também sua data de estreia programada e será no dia 9 de fevereiro de 2024.

Jonathan Levine (‘Meu Namorado é um Zumbi’) é quem vai comandar a sequência pela Lionsgate. A dupla Mikki Daughtry e Tobias Iaconis, que fez ‘A Maldição da Chorona‘, assina esse novo roteiro.

Vale destacar que o elenco em geral ainda não foi anunciado, até porque as filmagens estão previstas para começar neste ano.

Dirty Dancing se tornou um dos maiores sucessos dos anos 1980, arrecadando US$ 170 milhões em todo o mundo, enquanto a trilha sonora vendeu mais de 32 milhões de cópias em todo o mundo, com a canção “(I’ve Had) The Time of My Life“, ganhando o Oscar de Melhor Canção Original.

O filme também ganhou uma prequel intitulado Dirty Dancing: Havana Nights’, com breve participação de Swayze e que falhou em manter o nível do longa original, e uma versão para o teatro.

Relembre o trailer:

Diretora de ‘Star Wars: Vision’ quer comandar um filme inspirado em um dos curtas-metragens

A segunda temporada da antologia animada Star Wars: Visions’ chegou hoje, 04 de maio, no Disney+ – e conta inclusive com um curta-metragem produzido pela Aardman, estúdio responsável por aclamadas animações como ‘Wallace e Gromit’‘A Fuga das Galinhas’.

O capítulo em questão, intitulado “Eu Sou Sua Mãe”, é focado em Kalina e Anni, mãe e filha Twi’lek que embarcam numa emocionante jornada. Anni é uma pilota em formação que se sente um pouco envergonhada pela presença superprotetora da mãe.

Agora, em entrevista ao Dexerto, a diretora Magdalena Osinska foi questionada se a Aardman criaria um longa-metragem inspirado no episódio caso a oportunidade surgisse, a que ela respondeu: “meu Deus, sim, por favor!”.

Ela continua: “quando nós abordamos esse projeto, criamos a história para um longa-metragem. Há muito a ser contado sobre Anni e Kalina. Nós criamos várias ideias para as cenas do dia da corrida, antes de começar, e então sobre a própria corrida. Foi complicado reduzir para dez minutos. […] Então, definitivamente há muito mais material e mais ideias”.

A série conta com histórias ambientadas antes dos eventos do ‘Episódio I’ e depois do ‘Episódio IX’ (o último a ter chegado aos cinemas), incluindo uma narrativa intitulada “Tatooine Rhapsody” e descrita como uma rock opera que trará personagens como Jabba, o Hutt e Bobba Fett.

‘The Crown’: 6ª e ÚLTIMA temporada ganha teaser e data de estreia na Netflix!

Netflix divulgou o primeiro teaser promocional da 6ª e última temporada do aclamado drama de época The Crown.

Além disso, foi revelado que o ciclo de encerramento será dividido em duas partes: a primeira chega à plataforma de streaming em 16 de novembro; a segunda, em 14 de dezembro.

Confira:

Um dos temas a serem explorados no ciclo de encerramento será o casamento entre o Príncipe Charles e a Duquesa Camilla Parker Bowles, amante do monarca enquanto ele estava em matrimônio com a saudosa Princesa Diana.

Confira fotos promocionais:

Segundo o jornal The Sun, diversas cenas especiais foram rodadas para a temporada final.

As cenas em questão contam com o retorno de Claire Foy, que interpretou a jovem monarca nas duas primeiras temporadas, e de Olivia Colman, que encarnou a rainha na terceira e na quarta iterações. Elas irão aparecer em cena com Imelda Staunton, intérprete atual da personagem, em um tributo à Elizabeth (que faleceu em setembro do ano passado).

E isso não é tudo: as informações também indicam que uma versão adolescente da monarca irá aparecer no auge da II Guerra Mundial. Viola Prettejohn foi escalada para interpretá-la.

Lembrando que o ciclo de encerramento chegará à Netflix no outono norte-americano, isto é, entre os meses de setembro e novembro de 2023.

Anteriormente, foram divulgadas as primeiras imagens oficiais de Ed McVey como Príncipe William e Meg Bellamy como Kate Middleton.

Na nova temporada, McVey assumirá o papel nos episódios posteriores, marcando sua estreia nas telas após trabalhar no palco.

Por sua vez, Bellamy é uma novata na atuação, tendo feito o teste para o papel depois de ver uma chamada de elenco nas redes sociais.

Confira as imagens:

Lembrando que todas as outras temporadas estão disponíveis na plataforma.

A mais recente temporada trouxe Imelda Staunton (‘Harry Potter e a Ordem da Fênix’) substituindo Olivia Colman como a Rainha Elizabeth II. Elizabeth Debicki (‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’) entra no lugar de Emma Corrin como Princesa Diana.

Dominic West (‘The Wire’) substitui Josh O’Connor como Príncipe Charles, Jonathan Pryce (‘Game of Thrones’) substitui Tobias Menzies como Príncipe Philip, Lesley Manville (‘Phantom Thread’) seguirá Helena Bonham Carter como a Princesa Margaret e Olivia Williams (‘O Pai’) substituirá Emerald Fennell como Camilla Parker.

Baseado na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

Coringa: Delírio a Dois | O que o título do filme REVELA sobre a sequência estrelada por Joaquin Phoenix e Lady Gaga

Sem qualquer sombra de dúvida, Coringa: Delírio a Dois’ é um dos filmes mais aguardados do ano e já vem ganhando hype gigantesco desde seu anúncio há quase dois anos. Contando com o retorno de Joaquin Phoenix no papel titular que lhe rendeu o Oscar de Melhor Ator e com ninguém menos que a icônica Lady Gaga, o longa-metragem promete ser uma continuação que se iguale ao impacto causado pelo projeto anterior – e, mesmo com poucas informações reveladas, é possível imaginar o que a narrativa nos aguarda.

Antes de mais nada, é sempre bom discorrer acerca das informações que temos do filme: além de Phoenix como Arthur Fleck/Coringa e Gaga como a Dra. Harleen Quinzel/Arlequina, sabe-se que o enredo não faz parte da continuidade do falecido DCEU ou da reformulação conhecida como DCU, e sim integra um universo próprio cujo enfoque é muito mais dramático e psicológico, por assim dizer. É claro que a inspiração principal provém dos quadrinhos da DC Comics – mas é notável como a abordagem é bastante diferente e aposta fichas em ambiciosas reflexões sobre a condição humana frente à sociedade em si e frente aos limites a que é imposta.

Outros nomes confirmados no elenco incluem Zazie Beetz reprisando seu papel como Sophie Dumond, bem como Brendan GleesonCatherine KeenerJacob LoflandSteve CooganKen LeungHarry Lawtey (todos estes sem detalhes revelados quanto aos personagens que irão interpretar). Uma informação importante é que, diferente do espectro de drama do filme predecessor, ‘Delírio a Dois’ será um musical, contando com quinze canções famosas do cenário fonográfico e, conhecendo o cacife artístico de Gaga, provavelmente alguma entrada original para seu espetacular catálogo.

Mas o elemento que mais pode nos dar dica do que podemos esperar da continuação é o título. Obviamente, Todd Phillips, que retorna à cadeira de direção, não daria ponto sem nó – e fez uma escolha certeira com o chamamento do filme. Afinal, como bem podemos lembrar, Coringa e Arlequina nutrem de um relacionamento extremamente psicótico e insano que já foi retratado diversas vezes nos quadrinhos, no cinema e na televisão. E é por isso que o título, no original, é ‘Folie à Deux’ – um termo psiquiátrico que significa psicose compartilhada.

Cunhado pelos psiquiatras franceses Charles LasègueJules Falret, o termo é também conhecido como síndrome da desilusão compartilhada e faz menção a um distúrbio psicológico extremamente cujos sintomas de crença delirante e, às vezes, de alucinações, são transmitidas de um indivíduo a outro. E isso não se aplica apenas a duas pessoas, podendo se alastrar para trios (folie à trois), quatro (folie à quatre), entre membros de uma família (folie en famille) e em grupos de grandes pessoas (folie a plusieurs).

Tal síndrome é comumente diagnosticada quando dois ou mais indivíduos vivem em proximidade. Conhecendo a história de Arthur Fleck e da Dra. Harleen Quinzel, é apenas natural que esse distúrbio tenha aparecido; afinal, Quinzel tratou de Arthur no Manicômio Arkham, em Gotham City, e foi manipulada pelo psicopata até se apaixonar por ele – eventualmente ajudando-o a escapar do cárcere e transformando-se em sua comparsa e amante (ou seja, sendo influenciada por sua insanidade até se transformar na anti-heroína como a conhecemos).

Levando em conta o tipo de laços que Coringa e Arlequina possuem, é possível caracterizar essa psicose compartilhada como uma psicose imposta (folie imposée), em que uma pessoa dominante constrói uma crença ilusória a partir de um episódio psicótico – como vimos no filme lançado em 2019 à medida que Arthur arquiteta uma realidade paralela que nunca aconteceu e explode em uma anárquica submissão aos próprios pensamentos. A partir daí, essa desilusão é imposta à outra pessoa através de recursos de sedução psicológica.

Um tipo diferente de folie à deux é a folie simultanée (psicose simultânea), em que duas pessoas influenciam a desilusão uma da outra até se tornarem iguais ou muito similares – e a mais predisposta às ilusões psicóticas engatilham os sintomas no outro (algo que não deve ter sido levado em consideração para a sequência fílmica). E, considerando que dois contribuintes para que a psicose exista são o estresse e o isolamento social – incluindo a dependência que ambos os indivíduos nutrem um pelo outro em meio à solidão -, é quase automático imaginar que a folie imposée tenha sido a característica aproveitada por Phillips no longa-metragem.

E isso não é tudo: considerando que o longa será um musical jukebox (ou seja, com canções famosas que serão interpretadas pelos atores), Phillips aproveitou para explorar os tipos de desilusões criadas pela síndrome para esquadrinhar o relacionamento de Coringa e Arlequina. Afinal, é quase óbvio imaginar que tais sequências existam dentro da mente de ambos – estendendo-se, por exemplo, para o que entendemos como desilusões bizarras (ou seja, que não são compreendidas ou plausíveis por membros da mesma cultura), desilusões não-bizarras (que podem ser compreendidas por membros que tenham distúrbios psicológicos, por exemplo), desilusões de humor congruente (que envolvem emoções dentro de um tempo e um espaço e durante um episódio maníaco ou depressivo) e desilusões de humor neutro (que não são afetadas pelo humor, e sim partem de uma pseudo-crença adotada como real).

Lembrando que Coringa: Delírio a Dois’ estreia nos cinemas nacionais em 03 de outubro de 2024.

Os 10 Melhores Álbuns NACIONAIS da Década (Até Agora)

Por mais que o brasileiro tenha um apreço significativo pela cultura estrangeira, principalmente a norte-americana, é inegável dizer que os artistas nacionais têm habilidades que se igualam e até mesmo superam a dos internacionais.

Apenas no cenário musical contemporâneo, podemos citar nomes como LinikerJãoANAVITÓRIA como representantes do MPB e do pop nacional, enquanto AnittaPabllo VittarLudmilla, por exemplo, voltam-se para o funk, o pagode e a eletrônica. Não obstante a forte presença da nova geração, artistas como Marisa MonteLulu Santos e Ivete Sangalo permanecem ativos em um encontro entre passado e presente – confluindo suas incríveis estéticas em atemporais espetáculos.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando os dez melhores álbuns nacionais da década (até agora).

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

8. DOCE 22, Luísa Sonza (2021)

“Um dos aspectos mais atraentes das faixas é a invejável capacidade de Sonza em unir instrumentos conflitantes entre si sem deixar que as progressões se acumulem em uma massa amorfa e indecifrável. Desde o começo da carreira, a cantora mostrou seu apreço por gêneros diferentes, incluindo as confessionais digressões das baladas, a jocosidade do rock-pop e a preferência estilística da clássica MPB. Em “penhasco.”, ela revela as mágoas que ainda carrega e utiliza a própria música em um exercício metapoético, entendendo o motivo de ter se machucado em versos consecutivos como “eu tive que desaprender a gostar tanto de você” e “sabe que se chamar eu vou”. A progressão, teatral para alguns e evocativa para outros, é movida pela transição potente do piano à percussão, arrancando os melhores vocais de Sonza em uma explosão sentimental.” – Thiago Nolla

7. FUNK GENERATION, Anitta (2024)

“O destaque principal do disco é destinado a “Funk Rave” – uma peça musical que, sem sombra de dúvida, é uma das melhores incursões da carreira de Anitta pela ousadia com a qual trabalha uma sucessão de estilos diferentes que convergem para um inebriante coquetel de synth-funkfunk 150-BPM e funk-trap cujo único crime é durar apenas dois minutos e meio. Eventualmente, fica claro que ‘Funk Generation’ mostra que a cantora e compositora atingiu um status em que, agora, pode fazer o que bem entender e, mais do que isso, cria as próprias tendências e deixa bem claro que não está preocupada com o que os outros pensam – e sim apenas com o que deseja fazer como artista” – Thiago Nolla

6. SUPERNOVA, Jão (2024)

Meses depois de ter lançado o ótimo ‘Super’Jão anunciou uma aguardada versão deluxe com nada menos que oito faixas inéditas – uma delas funcionando como extensão de uma das tracks presentes no álbum original. O resultado foi uma impecável e vibrante jornada que passeia por diversos gêneros, incluindo o MPB, o synth-pop e as baladas orquestrais, construindo narrativas que oscilam do teatral ao melodramático, do confessional ao sensual – e tudo convergindo a um arauto metarreferencial pincelado com uma lírica pungente e uma exaltação testamentária do artista a si próprio.

5. COR, ANAVITÓRIA (2021)

“Os melhores momentos de ‘Cor’ insurgem quando a dupla não se limita a construir algo simplista – como acontece com “Te amar é massa demais”. A obviedade do título é logo varrida para debaixo do tapete quando é-nos apresentada uma conflitante e apaixonante explosão de samba e bossa-nova que nos arremessa de volta para os anos 1920 do subúrbio carioca, enquanto abre espaço para inflexões à la Tom Jobim e Maria Gadú, com reflexos distantes à fase mais pé-no-chão de Elis Regina (e tais caracterizações explicam o motivo de ser um dos pontos altos da iteração). Já “Tenta acreditar” é um antro em que vulnerabilidade e teatralidade encontram um espectro em comum num circense e pessoal desabafo.” – Thiago Nolla

4. TE AMO LÁ FORA, Duda Beat (2021)

Duda Beat lançou seu primeiro álbum em 2018, ‘Sinto Muito’, aproveitando a efervescência do pop brasileiro para se transformar em um dos ícones da “sofrência” musical. Três anos mais tarde – e abraçando um amadurecimento muito bem vindo -, a cantora e compositora se lançou de cabeça em uma produção mais íntima e vibrante, ao mesmo tempo. Marcado pela explosiva naturalidade de “Meu Pisêro”, que se configura como uma das melhores faixas do ano, ‘Te Amo Lá Fora’ merece ser apreciado do começo ao fim dentro de uma pluralidade que abre espaço para o reggae, para o soft-rock e até mesmo para o dance.

3. QVVJFA?, Baco Exu do Blues (2022)

“Se há uma coisa que podemos compreender do álbum é a maestria com que todos os aspectos instrumentais colidem em profusão aplaudível às potentes letras que o performer assina. É claro que algumas delas pendem para algumas fórmulas tão utilizadas no mainstream, como a frustração amorosa de “20 Ligações” ou a bem-vinda crueza de “Mulheres Grandes”, que perdem um pouco de força frente a tantas tracks ótimas – e o mesmo acontece com a repetição minimalista de “Autoestima”, isolada na segunda metade do álbum. Entretanto, os deslizes são ofuscados em boa parte do tempo pelo que se esconde nas entrelinhas e pelo convite que Baco Exu nos faz para encontrá-las num cenário bélico de notas e melodias” – T.N.

2. SÓ, Adriana Calcanhotto (2020)

“Calcanhotto já não precisa provar nada para ninguém. Suas irretocáveis rendições vocais são conhecidas seja no escopo adulto, seja no infantil (como não recordar da série de álbuns infantis que assinou sob a alcunha de Adriana Partimpim?). Aqui, a meio-soprano lírico volta sua personalidade para elegíacos versos que puxam elementos do MPB e da bossa-nova, é claro, mas mergulhando-os no cenário contemporâneo do samba e do funk moderno, criando uma amálgama única que funciona do começo ao fim. Retomando a colaboração com o icônico Arthur Nogueira e com a presença de Dennis DJ para a oitava faixa, fica claro que a performer nunca deixa de lado simbologias ambíguas, fazendo questão de imprimir uma construção que tangencia um parnasianismo desconstruído e buscando uma releitura de tudo que já nos foi apresentado.” – Thiago Nolla

1. INDIGO BORBOLETA ANIL, Liniker (2021)

“Em meio a tantos lançamentos nacionais e internacionais que pululam no cenário mainstream, o primeiro álbum solo de Liniker poderia passar longe dos nossos radares – e, mesmo que o faça, não deveria. Ao longo de quase 50 minutos de duração e apenas 11 faixas, a performer consegue arquitetar uma envolvente e explosiva narrativa sonora, não pensando duas vezes em prestar homenagens aos artistas que lhe inspiraram, desde a icônica Vanusa até a saudosa Amy Winehouse. Aqui, lidamos com uma amálgama frutífera e saborosa de inúmeros elementos que oscilam do black music e do reggae ao R&B e o MPB, destilando poesia em cada verso que constrói e entregando tudo de si em cada refrão.” – Thiago Nolla

‘Sakamoto Days’: Anime da Netflix ganha clipe promocional INÉDITO; Confira!

Para celebrar seu recente lançamento oficial, a Netflix divulgou um clipe inédito de Sakamoto Days, anime baseado na famosa saga mangá criada por Yuto Suzuki.

Confira, junto ao trailer:

Masaki Watanabe entra como diretor.

A história gira em torno de Taro Sakamoto, um lendário assassino aposentado que se estabeleceu em uma vida tranquila e mundana como homem de família. No entanto, sua vida pacífica é interrompida quando ex-inimigos e colegas de sua época de assassino chegam em busca de vingança.

Tomokazu SugitaNobunaga ShimazakiAyane SakuraNao ToyamaHina KinoRyota SuzukiNatsuki Hanae e outros fazem parte do elenco original.

Já elenco de vozes na versão em inglês conta com Matthew MercerDallas LiuRosie OkumuraRosalie ChangLexi CabreraXolo MaridueñaSungWon Cho e outros.

‘Remain’: Thriller ROMÂNTICO de M. Night Shyamalan escala oito novos membros ao elenco

Segundo o Deadlineoito novos atores foram escalados para o elenco de Remain, suspense romântico dirigido e roteirizado por M. Night Shyamalan (‘Armadilha’, ‘Fragmentado’).

As informações indicam que Ashley Walters (‘Adolescência’), Julie Hagerty (‘Uma História de Casamento’), Jay O. Sanders (‘As Três Filhas’), Tracy Ifeachor (‘The Pitt’), Hannah James (‘Mercy Street’), Caleb Ruminer (‘The Irrational’), Kieran Mulcare (‘Jessica Jones’) e Maria Dizzia (‘Orange Is the New Black’) foram contratados para o projeto.

Detalhes sobre seus personagens não foram revelados.

O grupo se junta aos previamente confirmados Jake Gyllenhaal (‘Matador de Aluguel’) e Phoebe Dynevor (‘Bridgerton’).

O filme chegará aos cinemas em 23 de outubro de 2026.

O longa traz uma proposta inusitada: ele é fruto de uma parceria criativa entre Shyamalan e o best-seller Nicholas Sparks (‘Querido John’, ‘Um Amor para Recordar’).

Enquanto o diretor desenvolve o roteiro do filme, Sparks escreve simultaneamente um romance com a mesma história, que será lançado em 7 de outubro de 2025, sob o mesmo título.

A estreia de ‘Remain deve gerar um confronto de peso nas bilheteiras. Na mesma data, a Universal Pictures planeja lançar o próximo filme de Jordan Peele, outro diretor renomado no universo do suspense e terror.

A possível colisão entre os dois projetos tem gerado expectativa no mercado — especialmente considerando que Shyamalan já teve uma bem-sucedida parceria anterior com a Universal, onde lançou títulos como ‘Fragmentado, ‘Vidro e ‘Tempo’.

Após migrar para a Warner Bros., Shyamalan dirigiuArmardilha, lançado em 2024 e que arrecadou cerca de US$ 84 milhões em bilheteria mundial. O estúdio também foi responsável pela distribuição de ‘Os Observadores‘, estreia de sua filha Ishana Shyamalan como diretora, que teve desempenho modesto com US$ 33 milhões arrecadados globalmente.

‘Platonic’: Série de comédia com Seth Rogen e Rose Byrne é RENOVADA para a 3ª temporada!

Platonic, elogiada série de comédia estrelada por Rose ByrneSeth Rogen, se tornou uma das produções mais populares da Apple TV – e, agora, os fãs podem celebrar!

A plataforma de streaming confirmou recentemente que a atração foi renovada para a 3ª temporada.

Mais detalhes não foram divulgados.

Confira o anúncio:

A trama gira em torno de dois ex-melhores amigos, que se conheceram na juventude e se reconectam depois de muito tempo, agora como adultos.

Na tentativa de reconstruir a antiga amizade e superar os motivos que os levaram a se afastar, eles percebem porque não deu certo à medida em que suas vidas começam a se desgastar, então eles são obrigados a reavaliarem o plano.

O projeto também marca o reencontro entre a dupla e o diretor Nick Stoller, depois que o trio trabalhou junto em ‘Vizinhos‘ (2014).

Além de escrever, Stoller dirige os episódios.

Diretor anuncia TÉRMINO das filmagens de ‘Sonic 4’ e revela visual do Metal Sonic; Confira!

Ótimas notícias para os fãs da franquia Sonic!

Através do X (antigo Twitter), o diretor Jeff Fowler, que comandou todos os capítulos da adaptação cinematográfica, revelou que as gravações do quarto filme foram oficialmente encerradas.

As boas novas vieram acompanhadas de uma foto de bastidores dando destaque ao próprio realizador ao lado do doppelganger robótico do personagem titular, o vilanesco Metal Sonic.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O novo capítulo está programado para estrear no dia 19 de março de 2027.

Rumores recentes, divulgados pelo portal The Direct, indicam que a sequência terá um orçamento maior do que os filmes anteriores da saga.

Essa elevação orçamentária segue a tradição de crescimento da série:

  • Sonic: O Filme’ (2020): Teve um custo estimado entre US$ 85 milhões e US$ 90 milhões.
  • Sonic 2: O Filme’ (2022): Contou com um orçamento de US$ 90 milhões a US$ 110 milhões.
  • Sonic 3: O Filme’ (2024): Alcançou a marca de US$ 122 milhões.

Dessa forma, espera-se queSonic 4’ ultrapasse o orçamento de US$ 122 milhões, refletindo a ambição da produção em expandir a escala e a qualidade visual da franquia.

O novo longa, fruto da colaboração entre SEGA, Sonic Team e Paramount Pictures, deve acompanhar Sonic e seus amigos supervelozes em um confronto com um novo e misterioso vilão: Metal Sonic, que foi introduzido na cena pós-créditos do filme anterior.

Felizmente, a equipe contará com a ajuda de uma nova e importante aliada, a ouriça de pelos cor-de-rosa Amy Rose – que será dublada pela Kristen Bell (‘The Good Place’).

O elenco de vozes contará novamente com Ben Schwartz como Sonic, Idris Elba como Knuckles, o equidna, e Colleen O’Shaughnessey como Tails “Miles” Prower.

Há também a possibilidade de Keanu Reeves retornar para dar voz a Shadow, após sua estreia no terceiro filme.

‘Sonic 4’ e ‘A Lenda de Zelda’ vão disputar os cinemas em mesmo época de lançamento

‘Homem-Aranha: Longe de Casa’: Diretor explica porque cena de ação do trailer não está no filme

Uma cena de ação vista nos trailers de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘ foi excluída da versão final e será disponibilizada junto com o blu-ray do filme. Felizmente, o corte não alterou narrativa da sequência.

Conversando com io9, o diretor Jon Watss explicou que a cena seria desnecessária para o longa.

“Isso ficou no filme por um tempo”, disse. “É parte de uma sequência em que Peter está realizando um monte de tarefas que ele precisa fazer antes de viajar para a Europa. Ele tinha que deter essa família extremamente perigosa do crime. Essa é a lista de tarefas do Homem-Aranha.”

A cena de ação do restaurante “acabou sendo necessária para o fluxo do filme”, ​​acrescentou Watts. “Mas é uma pequena seqüência divertida e será um dos extras quando o filme for lançado em Blu-ray.”

Ao ser questionado sobre a cena, Tom Holland disse à Uproxx que:

“E como você viu no filme, já existe uma grande quantidade de sequências de ação que são tão empolgantes e eu acho que não precisávamos mais de uma. E, você sabe, o que é ótimo nessa sequência é, quem sabe, podemos usá-la novamente no Aranha 3 ou 4 ou 5. ”

Assista a cena no minuto 0:26:

Homem-Aranha: Longe de Casa‘ chega aos cinemas nacionais em 4 de julho.

O filme terá duração de 129 minutos ou 2 horas e 9 minutos

Peter Parker (Holland) e seus amigos vão fazer uma viagem de férias de verão para a Europa. No entanto, eles dificilmente serão capazes de descansar – Peter terá que concordar em ajudar Nick Fury (Jackson) a descobrir o mistério das criaturas que causam desastres naturais e destruição em todo o continente. Para isso, ele se juntará ao Mysterio (Gyllenhaal) – que pode não ser quem parece.

O elenco conta com Tom Holland, ZendayaMarisa TomeiJacob BatalonSamuel L. Jackson e Jake Gyllenhaal.

‘The Way Back’: Drama com Ben Affleck será lançado em formato digital por causa do Coronavírus

De acordo com o Deadline, a Warner Bros anunciou que irá lançar o drama ‘The Way Back‘ diretamente em formato digital a partir do dia 24 de março.

O longa estrelado por Ben Affleck e dirigido por Gavin O’Connor foi lançado nos EUA no último dia 06, mas as exibições foram canceladas devido ao fechamento de diversas salas de cinema no país.

Através de um comunicado, o presidente do Grupo de Imagens Warner Bros, Toby Emmerich, explicou a decisão:

“Com o público praticamente incapaz de ver filmes no cinema por conta das atuais circunstâncias, decidimos fornecer a alternativa do formato digital antecipado de nossos títulos lançados recentemente. Torcemos para que tudo se resolva e o público possa desfrutar das salas de cinema em breve, mas são tempos difíceis, então faz todo sentido oferecer uma opção mais segura.”

Durante uma entrevista para o Associated Press, O’Connor revelou que Affleck teve um colapso nervoso durante as gravações de ‘The Way Back‘, seu novo filme.

O cineasta disse que o astro teve uma crise logo depois de filmar a cena na qual seu personagem tenta se reconciliar com a esposa recém-divorciada.

“Provavelmente foi no segundo take, e Ben acabou entrando em um colapso. Me arrepio só de lembrar, foi como se uma represa estivesse transbordando e encharcando tudo em sua frente. Só me lembro das expressões do pessoal da equipe, todo mundo ficou congelado, encarando-o enquanto ele entregava corpo e alma na gravação. Era real para ele, sem dúvidas. Acho que ele viveu naquele momento muitas coisas que ele provavelmente tinha a dizer em sua própria vida, ou talvez que ele tivesse dito, eu não sei.”, disse O’Connor.

O diretor se refere ao conturbado divórcio entre Affleck e a atriz Jennifer Garner, que fez o astro se entregar ao vício em bebidas alcoólicas.

“Bebi de uma maneira que considerava normal por muito tempo, mas comecei a beber sem controle quando meu casamento estava se deteriorando. Isso foi em 2015, 2016… Depois disso, só doi piorando.”, admitiu Affleck durante entrevista para o The New York Times.

Em ‘The Way Back‘, Affleck interpreta Jack Cunningham, que já teve uma vida cheia de promessas. No colégio, ele era um fenômeno do basquete e tinha uma bolsa de estudos garantida para a faculdade. Entretanto, por razões desconhecidas, ele se afastou do esporte e comprometeu seu futuro. Agora, anos depois, Jack está em uma espiral depressiva, engatilhado por uma perda inenarrável e mergulhando ao alcoolismo – custando-lhe o casamento e qualquer esperança para uma vida melhor.

Assista ao trailer:

Quando questionado se deseja retornar para suas raízes e se tornar técnico do time de basquete de sua antiga escola (que já viu dias melhores), ele relutantemente aceita. Jack, então, pode ter finalmente encontrado uma razão para confrontar os demônios que o destruíram.

Janina GavankarMichaela Watkins completam o elenco.

China está tentando criar super-soldados, diz oficial de inteligência dos EUA

Super-soldados são temas de filmes baseados em quadrinhos e ficção científica, a exemplo de ‘Capitão América: O Primeiro Vingador’ eSoldado Universal‘.

Mas parece que a ideia pode se tornar realidade em breve.

De acordo o Diretor de Inteligência Nacional dos EUA, John Ratcliffe, a China está conduzindo esses testes biológicos em seus próprios soldados na tentativa de aprimorar suas habilidades.

A informação foi publicada no Wall Street Journal e Ratcliffe disse que tem informações concretas para provar que a China está investindo na criação de super-soldados.

Ainda que a declaração pareça uma teoria da conspiração, o diretor afirma que o país oriental é uma ameaça à segurança nacional dos EUA.

Confira a entrevista:

Lembrando que esta não é a primeira vez que o assunto ganha força.

No ano passado, a NBC News relatou que dois geneticistas americanos escreveram um artigo acadêmico explorando os interesses da China em experiências do tipo.

O estudo aponta evidências de que laboratórios chineses estavam usando tecnologia avançada para a edição de genes a fim de ampliar as capacidades físicas em cobaias não identificadas.

Ao conversar com a emissora, Elsa Kania, especialista em tecnologias de defesa do Centro de Segurança Nacional dos EUA, disse que:

“Embora o potencial de aumentar as capacidades humanas no futuro campo de batalha permaneça apenas como uma possibilidade hipotética no presente, há indícios de que os pesquisadores militares chineses estão começando a explorar seu potencial de forma promissora.”

Até o momento, o governo chinês não se pronunciou sobre nenhuma das declarações.

E aí, qual é a sua opinião sobre o assunto?