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‘Herege’ é o 6º filme de TERROR mais aclamado de 2024; Confira o TOP 10!

‘Herege’, novo filme da aclamada produtora A24 com Hugh Grant, chega hoje aos cinemas nacionais e conquistou nada menos que 94% de aprovação com base em 98 reviews no Rotten Tomatoes – sagrando-se como um dos terrores mais bem avaliados do ano.

O longa-metragem está empatado em 6º lugar, tendo a mesma recepção de ‘New Life’. Logo acima, temos ‘Strange Darling’, estrelado por Willa Fitzgerald (com 95%), enquanto ‘Entrevista com o Demônio’ (97%) permanece no topo do ranking – até o momento.

Confira o Top 10:

1. Entrevista com o Demônio – 97%
2. Oddity – 96%
3. Infestação – 95%
4. In Flames – 95%
5. Strange Darling – 95%
6. Herege – 94%
7. New Life – 94%
8. MADS – 93%
9. A Substância – 91%
10. Stopmotion – 91%

Os críticos, em geral, elogiaram o filme, chamando-o de inovador e destacando a performance marcante de Hugh Grant.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

“Um tipo genuinamente inovador de terror, que aproveita convenções de diversos subgêneros e as transforma em um roteiro audacioso, oferecendo comentários profundamente subversivos sobre o mundo contemporâneo”, disse Damon Wise
Deadline.

“Mesmo quando o roteiro se dirige para um território menos contundente — trocando a potencial acidez por conclusões mais neutras — o jogo de gato e rato entre os personagens continua a nos manter curiosos e engajados”, disse Lovia Gyarkye do The Hollywood Reporter.

“Este é um filme de meia-noite divertidamente despretensioso, que brilha pela qualidade de um elenco excepcional e um trabalho de produção igualmente notável. No entanto, Herege nunca se arrisca a ser suficientemente audacioso para flertar com o sacrilégio, o que é uma pena”, disse David Ehrlich da IndieWire.

“Basta dizer que nunca refletir sobre teologia foi tão diabolicamente divertido”, disse Maureen Lee Lenker da Entertainment Weekly.

“É uma premissa envolvente que leva a um ato final marcante e impressionante”, disse Mae Abdulbaki do Screen Rant.

“Herege é uma abordagem astuta do gênero de terror religioso, enriquecida por três atuações notáveis, com destaque para a interpretação de Grant como o Sr. Reed, um personagem carismático e ao mesmo tempo inquietante”, disse Ross Bonaime da Collider.

“A primeira metade de Herege, que se desenrola lentamente, é muito mais eficaz do que a segunda, mas o filme mantém o espectador engajado durante todo o tempo. Grande parte da intensidade perturbadora vem de Grant, que revela a escuridão oculta por trás da fachada agradável de sua persona de estrela envelhecida”, disse A.A. Dowd do IGN Movies.

“Um thriller de terror que alterna entre o inteligente e o bobo, e que se propõe a explorar um diálogo incisivo sobre fé versus razão e livre arbítrio versus predestinação. Embora talvez não alcance conclusões profundas, o filme se diverte ao apresentar suas ideias”, disse Richard Lawson da Vanity Fair.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de novembro.

Scott Beck e Bryan Woods, roteiristas de ‘Um Lugar Silencioso‘, são responsáveis pela direção e roteiro.

A trama gira em torno de duas missionárias que se encontram presas em um jogo mortal de gato e rato depois de baterem na porta errada durante um temporal.

Hugh Grant (‘Um Lugar Chamado Notting Hill’), Chloe East (‘Os Fabelmans’) e Sophie Thatcher (‘Yellowjackets’) estrelam a produção.

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Confira TODOS os PRÊMIOS que ‘O Agente Secreto’ já ganhou…

O filme brasileiro O Agente Secreto avançou em sua jornada rumo ao Oscar após a Academia divulgar sua shortlist de indicados, que traz o longa nacional entre os finalistas na categoria Melhor Filme Estrangeiro.

A produção já passou por diversos Festivais e abocanhou vários prêmios.

Confira:

🏆  Prêmios que O Agente Secreto já ganhou

🎥 Festival de Cannes (78ª edição) — 2025

🏆 Melhor Ator – Wagner Moura

🏆 Melhor Diretor – Kleber Mendonça Filho

🏆 Prêmio FIPRESCI (Prêmio da Crítica Internacional)

🏆 Prix des Cinémas d’Art et Essai (concedido pela Associação Francesa de Cinemas de Arte) 

🌎 New York Film Critics Circle Awards (NYFCC)

🏆 Melhor Filme Internacional

🏆 Melhor Ator – Wagner Moura 

🎬 Festival de Cine de Lima (Peru)

🏆 Melhor Filme do Júri

🏆 Melhor Filme pela Crítica Internacional 

🎥 Festival Fancine de Málaga (35ª edição)

🏆 Melhor Largometraje (Melhor Longa-metraje)

 

📝 Indicações confirmadas

🏆 Globo de Ouro – 83ª edição (2026)

O filme recebeu três indicações históricas:

🟡 Melhor Filme de Drama

🟡 Melhor Filme em Língua Não-Inglesa

🟡 Melhor Ator em Filme de Drama – Wagner Moura

🏆 Representante do Brasil no Oscar (98ª edição)

🟡 Indicada como filme oficial do Brasil para a disputa de Melhor Filme Internacional

Selecionado pela Academia Brasileira de Cinema para concorrer na temporada do Oscar 2026.

🟡 Indicações no Gotham Awards

Roteiro Original

Melhor Atuação para Wagner Moura 

 

Confira a lista de filmes que estão concorrendo a uma vaga na categoria Melhor Filme Estrangeiro:

É do Brasil! Variety aposta em indicação de ‘O Agente Secreto’ e Wagner Moura ao Oscar!

O Agente Secreto’ está em cartaz nos cinemas nacionais.

Além de Wagner Moura, o elenco conta com grandes nomes como Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Carlos Francisco, Alice Carvalho, Roberto Diogenes e Hermila Guedes.  

Crítica | O Agente Secreto – Kleber Mendonça Filho Alcança Seu Melhor em Potente Filme de Roteiro Refinado | CinePOP

O longa, que estreou com grande destaque em festivais internacionais, já acumula importantes prêmios, incluindo o FIPRESCI (Prêmio da Crítica Internacional) de Melhor Filme, o Prix des Cinémas Art et Essai – AFCAE (Prêmio de Cinema de Arte), além de troféus de Melhor Direção para Kleber Mendonça Filho e Melhor Ator para Wagner Moura.

Na estreia mundial, o filme foi aplaudido de pé por 13 minutos, consolidando-se como um dos grandes destaques da temporada.

Crítica | Superpai

Pô, sempre mais do mesmo! Em mais uma tentativa de moldar comédias nacionais a partir de estruturas hollywoodianas de roteiro, chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (26.02) a comedia Superpai. Repleto de piadinhas sem graças, o que causa mais choros de tristeza pelos blockbusters do cinema nacional do que qualquer outra coisa, Superpai possui ainda personagens mal desenvolvidos e principalmente um protagonista de dar pena. Já podemos considerer esse, como um dos piores filmes que vão chegar ao nosso circuito nesse ano.

Na trama, conhecemos o complicado Diogo (Danton Mello), um homem de meia idade desempregado, e metido a jogador de pôquer, que vive um momento familiar muito ruim pois todo dia briga com sua mulher e ainda por cima não consegue criar um forte vínculo paterno com seu único filho. Certo dia, na noite de uma festa de veteranos de sua ex-escola, resolve deixar seu filho em uma creche e acaba se metendo em grandes confusões.

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Com direito a vômitos a la O Exorcista, diálogos bisonhos e atuações terríveis, nos sentimos no meio do deserto do Saara. Não existe Oásis, tudo é muito ruim. As poucas piadas que encaixam e dão certo chegam da turma do stand up comedy que faz uma participação no filme. O roteiro possui sua certa estrutura, moldados por padrões norte-americanizados mas falta muita força cênica para o filme decolar.

Superpai peca também por não possuir pontos de interação com o público por conta dos inúmeros absurdos gratuitos que vemos nas sequências. É um grande pacote de exageros que descaracterizam qualquer tipo de obra cinematográfica que quer passar algum tipo de mensagem. Em muitos momentos durante o filme, que cisma em não acabar, pensamos que esse projeto só serviu para virar ponto de propaganda do Telecine Play. Nós cinéfilos ficamos tristes, o cinema nacional merece mais.

 

 

Crítica | ‘Cazuza: Boas Novas’ – Um mergulho profundo, preciso e sensível pela mente brilhante de um genial artista

Falar de um artista que ainda pulsa por meio de sua obra nunca é simples. O documentário Cazuza: Boas Novas, exibido com grande sucesso no Festival In-Edit Brasil, mergulha de forma sensível e intimista em um recorte marcante do fim dos anos 1980 — um período turbulento e intenso na vida pessoal e profissional do eterno Cazuza. A produção revela a explosão de emoções e criatividade de um dos nomes mais geniais da nossa música.

A obra percorre histórias curiosas contadas por amigos e familiares, entrelaçadas com reportagens de TV e canções que muitos de nós sabemos de cor e seguimos cantando até hoje. Clássicos como Faz Parte do Meu Show, Codinome Beija-Flor e tantos outros não ficam de fora. O mais interessante é como essas músicas surgem dentro de um contexto que dialoga com os arcos da narrativa, permitindo que o filme flua com leveza, mesmo ao abordar temas polêmicos que marcaram a trajetória de Cazuza.

Divulgação/ Miriam Prado

Repleto de depoimentos de figuras marcantes da nossa música, como Gilberto Gil, Ney Matogrosso e Roberto Frejat, o documentário acerta ao construir uma narrativa organizada que mistura falas emocionantes, reportagens, imagens de arquivo e apresentações musicais — algumas possivelmente inéditas. Entre os destaques, está o espetáculo O Tempo Não Para, que arrastou multidões por todo o país. Em seus 90 minutos de projeção, o filme prende do início ao fim: é emoção atrás de emoção, e o tempo, ironicamente, parece mesmo não passar.

Dirigido por Nilo Romero e co-dirigido por Robert Moret — primeiro amigo e diretor musical do show final de Cazuza — o documentário tem como maior mérito a proximidade genuína que alcança com seu personagem central. A cada história contada, o público é conquistado por uma narrativa que flui de forma artesanal, conduzida por alguém que viveu intensamente os bastidores daquilo que vemos na tela. As longas conversas dos convidados, e também amigos de Cazuza, com o próprio Nilo, carregadas de emoção e memórias vívidas, transformam-se na cereja do bolo de um filme que tem tudo para se tornar atemporal — como toda grande obra que revela, com honestidade, as verdades de um artista único.

Os 10 Filmes MAIS CAROS da História do Cinema!

O cinema é arte. Mas também é um negócio. E um levado muito a sério. Desde seus primórdios na era do cinema mudo, ainda na década de 1920, realizadores costumam promover suas obras através da quantia gasta em sua produção. Dizeres como “o filme mais caro da história” eram chamarizes em cartazes e peças publicitárias para atrair a audiência. Afinal, cinema também sempre foi espetáculo, uma mágica para encantar o espectador, e quanto mais grandiosa for, maior deleite causará.

Esposas Ingênuas (1922), Ben-Hur (1925) e Anjos do Inferno (1930), do excêntrico milionário Howard Huhes, foram algumas produções que clamavam ter rompido a barreira orçamentária de US$1 milhão – numa época em que tal quantia era uma fortuna inestimável -, embora exista dúvida sobre a veracidade do valor gasto filme de Hughes.

Com o passar dos anos tais orçamentos só cresceram, e a partir da década de 1950, quando o cinema precisou enfrentar uma de suas maiores lutas contra um adversário de peso, a Televisão (que chegava em massa aos lares), uma nova guinada nos valores de produção visava entregar um espetáculo que não cabia nas telinhas. Assim, alguns filmes chegavam a ultrapassar a quantia dos US$10 milhões para serem produzidos. Quo Vadis (US$7.6 milhões), Os Dez Mandamentos (US$13.2 milhões) e um novo Ben-Hur (1959, US$15.1 milhões) foram alguns dos longas mais caros da década. E no caso dos três podemos sentir em tela cada centavo no valor de produção.

É claro que tamanho investimento nem sempre se mostrava equivalente ao retorno, medido nas bilheterias. Assim, se …E o Vento Levou (1939) com um orçamento de algo por volta de US$4 milhões rendia uma bilheteria astronômica (que com ajuste de inflação teria arrecadado quase US$4 bilhões hoje – ainda o filme mais rentável da história), Cleópatra (1963), por outro lado, deixava um rombo de prejuízo com seu orçamento inacreditável de US$31 milhões, mesmo se tornando o mais lucrativo de seu respectivo ano.

Hoje, numa era tomada por blockbusters mirados ao público jovem, que muitas vezes podem ser considerados mais “simuladores” ou idas a parques temáticos do que histórias tradicionais e adultas sobre questões humanas, obviamente, o investimento precisa ser colossal. E esta introdução nos traz a este novo texto, cujo assunto é justamente os filmes mais caros da história do cinema. Confira abaixo.

10 | Enrolados (2010)

Se alguém perguntasse, jamais diríamos que a animação mais cara do cânone Disney é esta adaptação do conto de Rapunzel. Reportadamente, Walt Disney em pessoa queria levar às telas a história de Rapunzel ainda na década de 1940.  No entanto, esta história só sairia dos planos do estúdio e ganharia vida nas telonas 70 anos depois. Visando atrair um público mais amplo (incluindo os meninos) após a bilheteria abaixo do esperado de A Princesa e o Sapo (2009), o título mudou para Enrolados (ao invés de Rapunzel), e a ênfase a um personagem masculino também foi dada.

Este é o 50º filme em animação da Disney e primeiro sobre uma princesa na forma de animação computadorizada. Mesmo consciente de todos os detalhes dados a sua confecção, o orçamento de US$260 milhões soa absurdo – ainda mais levando em conta que não temos nomes de muito peso no elenco de dubladores. O que sabemos é que Reese Witherspoon estava contratada para dublar Rapunzel, papel que terminou com Mandy Moore. Será que a Disney precisou pagar o salário da Legalmente Loira?

09 | Star Wars: Os Últimos Jedi (2017)

No início da saga Star Wars nos cinemas, lá em 1977 e 1980, por incrível que pareça, os filmes não tinham orçamentos astronômicos ao ponto de serem considerados alguns dos mais caros sequer de seus respectivos anos de lançamento. O Império Contra-Ataca, para termos uma ideia, custou menos que outras grandes estreias de 40 anos atrás, vide Flash Gordon, Popeye e Os Irmãos Cara de Pau.

Com o passar dos anos, a franquia foi engordando e crescendo, ao ponto de se tornar uma das mais lucrativas não apenas da sétima arte, como também do entretenimento de uma forma geral – ou seja, agregando inúmeras outras indústrias, seja na literatura, games, action figures e até mesmo parques temáticos. Assim encontramos as histórias de Star Wars atualmente, donas do que de melhor Hollywood tem a oferecer. Rogue One (2016) custou US$220 milhões e O Despertar da Força (2015) ficou em 11ª colocação dentre os mais caros de todos os tempos, com US$259 milhões de orçamento. Em nono lugar temos este que foi o mais ousado filme da franquia, e também o primeiro grande divisor de águas entre os fãs, com o orçamento de US$262 milhões.

08 | Batman vs Superman: A Origem da Justiça (2016)

Esse produto da Warner/DC tinha tudo para ser um dos maiores sucessos da história recente do entretenimento. O estúdio tinha em mãos dois personagens icônicos, que são verdadeiras peças de marketing para fazer dinheiro, e cuja trajetória em filmes solo no cinema se mostrou justamente isso. Esse era o primeiro grande encontro destes titãs lucrativos nas telonas, o resultado deveria transcender uma longa-metragem e se tornar um verdadeiro fenômeno da cultura pop.

Bem, como sabemos, o que ocorreu não foi bem isso. Muitos apontam a responsabilidade do “fracasso” para o diretor Zack Snyder. Outros para a ansiedade do estúdio em querer costurar um universo cinematográfico como o da rival Marvel, sem ter passado pelas etapas anteriores. Quando a ganância atropela as ideias, mesmo com tanto dinheiro investido – o orçamento foi de US$263 milhões -, o resultado nunca é o esperado.

07 | John Carter: Entre Dois Mundos (2012)

Você lembra deste filme? É um evento curioso quando um dos filmes mais caros da história é também um filme altamente esquecível, que quase ninguém mais comenta, sendo apagado por completo para gerações mais novas. A verdade é que esta investida ambiciosa da Disney para uma superprodução em live-action é baseada no conto clássico do escritor Edgar Rice Burroughs, que esteve por trás da criação do personagem Tarzan, por exemplo, fonte de inúmeras produções cinematográficas de sucesso – datando igualmente dos primórdios da sétima arte.

O conto de BurroughsA Princesa de Marte”, o qual a Disney transformou em John Carter na realidade inspirou de tudo no terreno cultural, inclusive George Lucas na criação da saga Star Wars. Acontece que chegando muito atrasado no jogo, John Carter ficou parecendo a cópia, e não o copiado. Quando o roteiro falha em criatividade e emoção, a coisa fica ainda mais complicada. John Carter custou “singelos” US$264 milhões para ser produzido.

06 | Han Solo (2018) /
A Ascensão Skywalker (2019)

Voltando para a franquia Star Wars, agora pulamos direto aumentando a “brincadeira” em US$10 milhões. Tá bom para você?  Agora nos encontramos no topo, com os filmes mais caros da franquia. E sim, você leu certo, eu disse filmes no plural. Já que se for para arrebentar a porta, que seja feito em dose dupla. Os dois últimos filmes de Star Wars no cinema foram também os mais custosos. E bem, recaem na categoria dos filmes que não atingiram o esperado.

Com o fato, esperamos que os grandes estúdios repensem suas estratégias, e invistam menos dinheiro em um produto que pode lhes devolver apenas dor de cabeça e prejuízo. Em especial os executivos encarregados em cuidar de um universo tão querido e rico quanto o de Star Wars. Com esta última trilogia, por exemplo, ficou claro que os responsáveis não tinham um plano delineado, deixando diretores ousarem em seus filmes somente para depois negarem seus conceitos apagando-os na continuação. Este é o resumo de A Ascensão Skywalker, um filme que tentou agradar todo mundo e terminou não agradando ninguém.

Han Solo se mostrou uma produção problemática desde o início, a começar por ser um projeto que ninguém havia pedido, e terminando com a patacoada da demissão dos diretores originais, as mentes mais que criativas de Phil Lord e Christopher Miller, optando assim pela segurança de Ron Howard. Resultado: uma aventura sem muita vida. Ambos A Ascensão Skywalker e Han Solo foram produzidos pela “bagatela” de US$275 milhões.

05 | Liga da Justiça (2017) /
Piratas do Caribe: No Fim do Mundo (2007)

Voltamos ao item 8 aqui, e a problemática acerca de Zack Snyder, a Warner e o universo DC no cinema. E se Batman vs Superman já havia sido considerado um atropelo de ideias, com muitos personagens e tramas conflitando ao mesmo tempo, ao invés da concentração de uma única narrativa para introduzir melhor o público neste admirável novo mundo, com Liga da Justiça – o próximo passo nesta linha evolutiva -, a coisa fica ainda mais complicada.

O filme marca o primeiro grande encontro nas telonas, agora não mais apenas de Batman e Super-Homem, mas também do Flash, Aquaman e Cyborg (a Mulher-Maravilha já havia aparecido anteriormente e estrelado seu filme próprio alguns meses antes). Junte a isso a saída de Snyder do projeto devido a problemas pessoais, a entrada de Joss Whedon, e temos um filme cujo tom parece em conflito consigo o tempo todo. O resultado desestimulou o estúdio de seu plano inicial, que era lançar o encontro dos heróis em duas partes – algo como o último Vingadores fez.

Ah sim, em se tratando de Piratas do Caribe, o que surgiu como um “tiro no escuro” da Disney, se mostrou uma franquia extremamente lucrativa e uma das mais adoradas do cinema entretenimento – grande parte devido ao apelo infantil que possui. O plano do estúdio foi se espelhar no que a Warner havia feito com Matrix, e antes com Senhor dos Anéis, e gravar dois filmes de uma só vez, lançando-os no intervalo de um ano. E se a primeira parte, O Baú da Morte teve um orçamento de US$225 milhões para continuar as aventuras de Jack Sparrow, o “encerramento” da então trilogia fechava com chave de ouro pelo “trocado” de US$300 milhões – o mesmo valor gasto pela Warner em Liga da Justiça.

04 | Vingadores: Guerra Infinita (2018)

A razão do sucesso dos filmes da Marvel (bem, de quase todos) é trabalhar tão bem seus personagens e enredos ao ponto de se tornarem não apenas parte de uma obra cinematográfica, mas verdadeiros movimentos sociais. Mesmo em tramas fantasiosas, personagens usando uniformes coloridos, existe uma grande humanidade, que resulta em identificação imediata, em suas narrativas.

Assim, compreendemos as motivações de um tirano como Thanos (Josh Brolin), que acredita verdadeiramente no altruísmo de suas ações: apagar da existência metade do universo para que a outra metade não careça de recursos por motivo de superpopulação. Extremismo? Certamente. No entanto, aqui na Terra passamos pelo mesmo problema. Guerra Infinita é uma aula de como entregar uma produção tão grande quanto possa existir, retirando dela o melhor que ela poderia oferecer. Para isso, é claro, era necessário um valor orçamentário “digno”, e ele custou US$316 milhões. Neste caso, um investimento válido.

03 | Vingadores: Ultimato (2019)

Como dito, o plano para o terceiro Vingadores era dividi-lo em duas partes – trajeto pelo qual a Warner queria ter seguido também. A proposta de um universo costurado e episódico (como eram criados os antigos seriados das matinês a cada sessão fazendo o público ansiar pela próxima semana onde tal aventura seria concluída) inteiramente confeccionado em produções de centenas de milhões de dólares é algo sem precedentes. A Marvel Studios transformou seu cinema na estrutura de quadrinhos. E se antes esta arte não era respeitada ou tratada de forma correta por estúdios e executivos, agora o MCU dá o troco fazendo a indústria do cinema cair de joelhos perante sua fórmula de sucesso, ditando tendências e regras do novo jogo.

Afinal, para que ser dono de uma franquia que se torna febre mundial, quando se pode ter várias e ainda interliga-las. Com Guerra Infinita, a Marvel Studios deixou o mundo sofrendo, à espera de uma conclusão para os acontecimentos aterrorizadores, e um ano depois entregava finalmente tais respostas. É claro que para a conclusão todas as apostas seriam aumentadas, inclusive o orçamento, que pulou para US$356 milhões.

02 | Vingadores: Era de Ultron (2015)

O filme mais caro da Marvel e o segundo mais caro do cinema em geral é um Vingadores, porém, se engana quem achava que seriam os rolos compressores Guerra Infinita ou Ultimato. A produção mais custosa do MCU é Era de Ultron, igualmente um dos mais irregulares. O primeiro Vingadores (2012), com um orçamento de US$220 milhões se mostrou um sucesso estrondoso, mostrando o que poderia ser feito, ultrapassando a marca do bilhão e ainda por cima se tornando a terceira maior bilheteria do mundo na época, ficando atrás somente da dobradinha de James Cameron: Titanic (1997) e Avatar (2009).

Grande parte dos louros foram para o comandante da obra, o diretor Joss Whedon. Assim, imaginem a expectativa pela sequência deste verdadeiro marco para os filmes do gênero. Três anos depois, Era de Ultron saía do papel e… bem, digamos que não foi tão bom quanto o original. De fato, a obra terminou custando parte da “sanidade” de Whedon, que logo após se desligou da franquia, dando um tempo no comando de mega blockbusters. No entanto, uma coisa foi melhor em relação ao original, o orçamento separado para a produção, que chegava a absurdos US$365 milhões.

01 | Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas (2011)

O filme mais caro da história do cinema é uma produção da Disney, mas esta não tem nada a ver com a Marvel Studios. Talvez não seja tão difícil de acreditar, já que tais produções são extremamente megalômanas, mas o quarto Piratas do Caribe é o filme com o maior orçamento de todos os tempos. Como dito, No Fim do Mundo é um dos recordistas de orçamento mais inflado, e tinha a proposta de encerrar a franquia. Mas numa era de reciclagens, reimaginações, refilmagens e reinícios, a Disney não pretendia encerrar verdadeiramente uma de suas maiores “galinhas dos ovos de ouro”. Assim, quatro anos após o “término”, foi confeccionado um novo capítulo, desta vez sem o time original.

Assim, saía o diretor Gore Verbinski (da trilogia original) e entrava Rob Marshall (Chicago). Saía também os coprotagonistas Orlando Bloom e Keira Knightley para a entrada da estrela espanhola Penélope Cruz. Mas como quem manda na franquia é mesmo o produtor Jerry Bruckheimer, uma vez tendo Johnny Depp fazendo de novo suas maluquices no papel de Jack Sparrow, não sentimos realmente que algo havia mudado. Nada se diferencia dos anteriores, seja o visual ou qualquer conceito. Até mesmo a direção soa idêntica. O que mudou foi mesmo o orçamento astronômico, elevado para US$379 milhões. Em matéria de arrecadação, no entanto, Navegando em Águas Misteriosas chega abaixo de seu predecessor, com US$20 milhões a menos em bilheteria.

Crítica | Scream – 2×03: Vacancy

[SPOILERS na crítica]

Depois de um episódio relativamente morno, Scream está de volta com mais uma semana de matar (figurantes). Além de mais um cadáver, temos o retorno de Branson, o ex-namorado secreto/professor da Brooke. Assim como o Jake, nunca entendi o motivo para o personagem ter sobrevivido à primeira temporada, mas é ótimo ver que a segunda está pronta para corrigir os seus erros. Não, ele não rodou nesta semana, mas possivelmente irá entrar na faca em um futuro próximo. Seu retorno basicamente não trouxe nada de interessante à trama além da revelação a respeito das flores que a Brooke havia ganhado. Como já sabíamos, não foi o Jake porque ele estava muito ocupado estando morto, mas acredito que a maioria de nós, inclusive eu, pensou se tratar de um joguinho doentio do assassino. Não foi dessa vez, mas espero que em breve seja.

O que mais me impressiona nisso tudo é que nenhum dos personagens mostra qualquer preocupação em torno do sumiço do Jake. Ele já está desaparecido há um tempo considerável e nenhum dos sobreviventes considerou a possibilidade de ser algo sério? Quero dizer, há alguns meses eles estavam correndo pelas suas vidas, o assassino mandava mensagens em nome de suas vítimas e o Noah continua gritando para todos os cantos sobre um possível cúmplice, e ainda assim ninguém se preocupa com o fato do Jake não ter mostrado nenhum tipo de presença em dias? E outra, os pais da Emma vão até o novo xerife, alerta que alguém mandou diversas mensagens pelo e-mail da falecida Riley e ele não mostra qualquer preocupação a respeito disso? O trabalho policial dessa série é péssimo, mas eles poderiam pelo menos fingir esforço.

Crítica | Scream – 2×02: Psycho 

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Depois de várias semanas, os personagens novos finalmente têm uma chance de desenvolvimento. Zoe, que inicialmente foi apresentada como uma antiga amiga da Emma, surpreendentemente ganha destaque ao ser pareada com a Brooke. Ela é possivelmente o novo interesse amoroso do Noah, e nós vamos torcer que as coisas deem certo desta vez, ou o nosso querido nerd já poderá ser considerado a viúva negra dessa série (no momento está praticamente todo o elenco empatado com 1 ponto). Gustavo também teve algum destaque, tendo a oportunidade de agir (quase) como uma pessoa normal pela primeira vez na temporada. Não gosto do personagem, talvez seja o ator ou a situação na qual o enredo o colocou, mas acho muito forçado – especialmente quando ele olha para câmera com a óbvia cara de eu-posso-ser-o-assassino.

‘Scream’: Teaser e sinopse do 4º episódio da segunda temporada 

Na crítica anterior, eu mencionei que os roteiristas haviam perdido uma incrível oportunidade de fazer um jogo de gato e rato com a Audrey e o assassino. Nesta semana, eles acertaram em cheio. Eu não sei quão grande foi a participação da Audrey nos crimes da primeira temporada, mas é difícil acreditar que ela tenha se envolvido muito. A personagem parece menos inteligente a cada episódio. É como se ela fizesse tudo o que pudesse para se incriminar, o que as vezes soa risível. Neste terceiro episódio, ao tentar acabar com as provas que haviam contra ela, a personagem conseguiu novas provas ainda mais concretas que a ligam com assassinatos recentes. Ela está obviamente está na mão do assassino, tendo que fazer o que ele quer, mas ainda assim liga para a polícia no final do episódio.

Não faz o menor sentido! Eu sei, vocês podem estar argumentando que ela preferia arriscar ser descoberta do que deixar sua amiga à mercê do novo assassino, mas algumas cenas antes ela quase rachou a cabeça do Noah – seu melhor amigo – por causa da mera possibilidade de um vídeo incriminador. Confesso que fiquei bastante surpreso com sua atitude radical. Pensei que ela teria mais consideração, mas deu para ver que ela está disposta a fazer o que for para não ser descoberta. Isso pode valer ouro nas mãos manipuladoras do novo vilão. Só espero que a Audrey mostre um pouco mais de inteligência nas próximas semanas. Neste episódio ela estava tão descontrolada, agindo feito uma lunática, que ficou até estranho o Noah não ter desconfiado de nada.

Os Filmes MAIS ASSUSTADORES dos Últimos Tempos 

Crítica | Scream – 2×01 

Pelo menos o novo assassino tem se mostrado muito mais eficiente do que a Piper. Além de ser bem mais brutal, parece que ele realmente gosta do que está fazendo. O recepcionista não era importante na trama, e sequer sabíamos se ele tinha alguma informação concreta – quero dizer, ele pensava saber, mas nunca chegou a dizer nada –, então é possível que o assassino só o tenha matado por causa do seu jogo doentio com a Audrey, mostrando a ela que não tem medo de derramar um pouco de sangue para provar um ponto. Apesar dessa interação ser interessante, espero que não se estenda por toda a temporada, quero que o assassino também se sinta inspirado a brincar com outros personagens. Scream se recuperou levemente esta semana; e não só porque houve outra morte, mas sim porque soube equilibrar o suspense com o desenvolvimento dos seus personagens.

PS. Quantos mais segredos a mãe da Emma (aka lying whore) guarda nas mangas? Toda semana alguma informação que ela esconde vaza. Ou abre o jogo logo, ou contrata a Marlene King para roteirizar o seu passado, querida.

 

‘Monster Hunter’: Diretor revela que a adaptação trará as melhores criaturas do jogo

Em entrevista ao Slash Film, o diretor Paul W.S. Anderson revelou que a adaptação de ‘Monster Hunter‘, estrelada por Milla Jovovich, trará os monstros favoritos dos fãs, e prometeu uma adaptação fiel aos jogos.

“Eu não precisei criar monstros novos. Há uma grande variedade de criaturas [no jogo]. Nós nos baseamos muito nas criaturas favoritas dos fãs no jogo ‘Monster Hunter World’, que foi o último a ser lançado, mas também iremos outros ótimos monstros dos jogos anteriores.”

Ele completa, “No jogo você cria o seu próprio personagem. Você não joga com Lara Craft ou Jill Valentine. Seu personagem é sua própria criação, e definitivamente há elementos disso no filme. Alguns dos personagens serão novos, mas irão espelhar a essência do jogo. Definitivamente será um filme que estará firmemente alinhado ao material de origem.”

Ron Perlman e T.I. Harris completam o elenco. Perlman viverá Admiral, o líder do grupo de caçadores. Já Harris será um atirador de elite, chamado Link.

Paul W. S. Anderson (‘Resident Evil‘) dirige.

As filmagens começaram em outubro, na África do Sul.

A produção é da Constantin Films e terá orçamento estimado em cerca de US$ 60 milhões.

‘3 From Hell’: Dee Wallace aparece irreconhecível na nova imagem do terror; Confira!

O terror ‘3 From Hell‘ ganhou uma nova imagem, destacando a atriz Dee Wallace, que está irreconhecível em seu papel.

Confira:

Escrito e dirigido por Rob Zombie, o longa é uma sequência de ‘Rejeitados pelo Diabo‘ e ‘A Casa dos 1000 Corpos‘.

Sid Haig, Bill Moseley e Sheri Moon Zombie retornam.

O elenco ainda conta com Daniel RoebuckDavid UryBill Oberst Jr., Sean WhalenKevin Jackson, Pancho MolerClint HowardKevin JacksonAustin StokerDee WallaceJeff Daniel PhillipsRichard RiehleDot-Marie Jones e Tom Papa.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 16 de setembro. No Brasil, segue sem previsão.

Sophie Turner sobrevive acidente de avião no trailer TENSO da série ‘Survive’; Assista!

O Quibi divulgou o trailer completo da série de suspense ‘Survive‘, estrelada pela Sophie Turner (‘Game of Thrones‘).

Confira:

A série foi criada por Mark Pellington, diretor de ‘A Última Profecia‘.

Quando o avião de Jane (Turner) cai em uma montanha coberta de gelo, ela deve sair dos destroços e lutar por sua vida ao lado de Paul (Corey Hawkins), o único outro sobrevivente da colisão. Juntos, eles embarcam em uma jornada angustiante, lutando contra condições brutais e traumas pessoais.

A produção será lançada no dia 6 de abril.

A Mensageira

(The Courier)

 

Elenco:

Olga Kurylenko

Gary Oldman

Amit Shah

 

Direção: Zackary Adler

Gênero: Ação

Duração: 99 min.

Distribuidora: PlayArte

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 28 de Outubro de 2021

Sinopse: 

Uma valente office girl tem sua entrega interrompida quando ela descobre que um dos pacotes que está transportando é uma bomba e está preparada para matar Nick Murch, a única testemunha capaz de depor em Washington DC contra o cruel senhor do crime Ezekiel Mannings. Enquanto a Polícia Britânica e o FBI se unem para deter a máfia e prender os criminosos envolvidos, um mensageiro misteriosamente bem treinado se junta a Nick para garantir que a justiça seja feita.

Curiosidades: 

» A produção principal foi finalizada em apenas 18 dias de filmagens;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Uncoupled’: Neil Patrick Harris estrelará nova comédia LGBTQ+ da Netflix

De acordo com o Deadline, Neil Patrick Harris (‘How I Met Your Mother’) vai estrelar a comédia ‘Uncoupled‘, série LGBTQ+ que está sendo desenvolvida para a Netflix.

A série foi criada por Darren Star, que já colaborou com o serviço de streaming em ‘Emily in Paris‘.

A trama irá girar em torno de Michael (Harris), cuja vida aparentemente perfeita vira de cabeça para baixo quando seu marido inesperadamente o deixa após 17 anos. De repente, Michael precisa enfrentar dois pesadelos: perder quem ele pensou ser sua alma gêmea e encarar uma nova vida como um gay solteiro de 40 e poucos anos em Nova York.

Além de estrelar, Harris também servirá como produtor executivo do projeto, assim como o Star e o cocriador Jeffrey Richman (‘Modern Family’).

As filmagens estão programadas para começar ainda em 2021, em Nova York.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Barbie’: Issa Rae e Michael Cera se juntam ao elenco do live-action

De acordo com o People, Issa Rae (‘Insecure’) e Michael Cera (‘Scott Pilgrim Contra o Mundo’) entraram para o elenco do live-action da ‘Barbie‘, que será estrelado pela Margot Robbie (‘O Esquadrão Suicida’).

Infelizmente, detalhes sobre os seus papéis não foram divulgados.

Ryan Gosling também estrelará a produção como Ken, interesse amoroso da icônica boneca. O elenco ainda contará com America Ferrera, Simu Liu, Kate McKinnon e Will Ferrell.

“Brincar com a Barbie promove confiança, curiosidade e comunicação através da jornada de autodescoberta de uma criança,” afirmou Robbie em declaração oficial. “No decorrer de 60 anos, a Barbie empoderou crianças a se imaginarem em cargos de sucesso, de princesas à presidentes.”

A aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’) será responsável pela direção, além de também assinar o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

As filmagens estão acontecendo atualmente, no Reino Unido.

A expectativa é que a produção seja lançada apenas em 2023.

Barbie‘ é baseada na icônica boneca da Mattel, que ajudou a definir a infância das crianças por décadas. Anteriormente, a Mattel estava desenvolvendo uma versão satírica da propriedade, que seria estrelada pela Amy Schumer. A versão atual, no entanto, parece acolher o tom alegre e animado da marca.

‘A Morte do Demônio: A Ascensão’ se passará em um PRÉDIO; Diretor revela mais sobre a trama….

Em entrevista ao Empire, o diretor Lee Cronin comentou sobre a decisão de trocar radicalmente a ambientação do terror ‘A Morte do Demônio – A Ascensão‘ (Evil Dead Rise).

Ao invés de se passar em uma cabana isolada na floresta, o novo filme será ambientado em um prédio – um cenário urbano inédito na franquia.

“[A mudança de cenário] faz parte da exploração de um universo maior. É sobre como essa força maligna nunca pode ser destruída; ela continuará a viajar e ser passada adiante. Para mim, a ideia da trama se passar em um cenário urbano pareceu natural. Ninguém me forçou dizendo: ‘Precisamos fazer um filme da franquia ‘A Morte do Demônio’ na cidade!’. Eu queria focar em uma família em um cenário urbano.”

Ele completa, “Acredito que ambos cenários são semelhantes. Eu imagino o apartamento como a cabana e os corredores e outros aspectos do prédio como a floresta.”

A ação agora desloca-se da floresta para a cidade. A Morte do Demônio: A Ascensão conta a perturbadora história de duas irmãs distantes, interpretadas por Alyssa Sutherland e Lily Sullivan, cujo reencontro é interrompido por demônios devoradores de carne que aparecem de repente, levando-as a uma batalha primal pela sobrevivência, enfrentando a versão mais assustadora que se possa imaginar de uma família. 

A New Line Cinema e a Renaissance Pictures apresentam um retorno à icônica franquia de terror ‘Uma Noite Alucinante‘, em um novo conto do diretor e roteirista Lee Cronin (“O Bosque Maldito”, “Minutos Depois da Meia-Noite – Trem Fantasma”). O longa é produzido por Sam Raimi e Bruce Campbell.

Gabrielle Echols (‘Caminhos da Memória’), Morgan Davies (‘O Caçador’) e Nell Fisher completam o elenco.

A Morte do Demônio – A Ascensão‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de abril.

‘Constantine’: Série comandada pelo J.J. Abrams é ENGAVETADA pelo Max

De acordo com o Variety, a série do ‘Constantine‘, que estava sendo desenvolvida pelo J.J. Abrams para o serviço de streaming do Max, foi oficialmente cancelada.

O site afirma que a produção já estava em negociações com um ator para interpretar o personagem titular, e quatro roteiros já haviam sido finalizados.

Anunciada originalmente em 2021, a série seria ambientada em Londres. O projeto alegadamente faria parte de um tentativo universo da Liga da Justiça Sombria.

Apesar do seu acordo milionário com a WarnerMedia, J.J. Abrams não tem dado muita sorte com o estúdio. Diversos dos seus projetos foram cancelados antes mesmo de saírem do papel, incluindo ‘Overlook‘ (spin-off do clássico ‘O Iluminado’) e ‘Madame X‘.

Vale lembrar que uma sequência do filme ‘Constantine‘ está oficialmente em desenvolvimento, e contará com o retorno do astro Keanu Reeves.

A continuação também terá o retorno de Francis Lawrence à direção, que já declarou que espera que o novo filme tenha uma alta classificação etária – corrigindo um dos seus maiores arrependimentos em relação ao filme original: “Obviamente, o desenvolvimento de ‘Constantine 2’ foi interrompido por causa da greve dos roteiristas. Tivemos que passar por diversos obstáculos para recuperar o controle daquele personagem, porque outras pessoas tinham os direitos do material da Vertigo. Eu, Keanu Reeves e Akiva Goldsman discutimos sobre a sequência e já sabemos como será a história. O roteiro ainda precisa ser escrito, mas queremos que a continuação seja verdadeiramente para maiores.”

Anteriormente, o diretor havia comentado que o MPAA só havia classificado o longa original para maiores por causa de seu conteúdo religioso: “No primeiro filme, nós seguimos as regras de uma produção para menores em termos de violência, sangue, linguagem e sexualidade. No entanto, acabamos recebendo uma classificação alta baseada em alguma zona cinzenta de intensidade. Meu maior arrependimento foi ter lançado um filme para maiores que não tinha nada que representasse isso. Se eu soubesse que essa seria nossa classificação, eu teria feito um filme apropriadamente para maiores. Teria criado um filme muito mais assustador e violento.”

Além de Reeves no papel principal, o filme original conta também com Rachel Weisz, Tilda Swinton, Djimon Hounsou, Shia Labeouf e Peter Stormare.

Orçado em US$ 100 milhões, o longa arrecadou US$ 230,9 milhões nas bilheterias mundiais e teve recepção mista por parte da crítica especializada, amargando apenas 46% de aprovação no Rotten Tomatoes.

‘Deadpool e Wolverine’ ultrapassa US$ 820 milhões e se torna a 2ª MAIOR bilheteria do ano

Sucesso! ‘Deadpool e Wolverine‘ continua dominando os cinemas mundiais, onde já arrecadou impressionantes US$ 824.1 milhões. Em menos de duas semanas, o valor supera bilheteria total dos dois primeiros filmes – que arrecadaram US$783 milhões e US$786 milhões, respectivamente.

O novo longa da Marvel também conseguiu superar a arrecadação total de ‘Duna: Parte 2‘ (US$711.8M) e ‘Meu Malvado Favorito 4‘ (US$689.1M), subindo para o TOP 2 das maiores bilheterias de 2024.

Atualmente, a produção só se encontra atrás de ‘Divertida Mente 2‘ (US$1.5B).

Além disso, o novo filme do mercenário tagarela entrou para o TOP 3 das maiores arrecadações globais de um filme para maiores da história do cinema, atrás apenas de ‘Coringa‘ (US$1B) e ‘Oppenheimer‘ (US$977M).

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 395.6 milhões – superando ‘A Paixão de Cristo‘ (US$370.7M), e se tornando a maior arrecadação de um filme para maiores na história do país.

Internacionalmente, o filme acrescenta US$ 428.5 milhões. O TOP 5 dos maiores mercados conta com a China (US$45.2M), Reino Unido (US$42.4M), México (US$32.8M), Austrália (US$24.6M) e Alemanha (US$19.1M).

Com o sucesso da produção – e o excelente desempenho de ‘Divertida Mente 2‘ –, a Disney se tornou o primeiro estúdio a ultrapassar a marca de US$ 3 bilhões em arrecadação em 2024.

Deadpool e Wolverine‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

4ª temporada de ‘O Urso’ ganha data de estreia

Em entrevista ao Omelete, a showrunner Joanna Calo confirmou quando a 4ª temporada da aclamada série ‘O Urso‘ será lançada.

Estrelada por Jeremy Allen White (‘Shameless’), a produção retornará com episódios inéditos no dia 15 de junho.

“Vai estrear no dia 15 de junho no mundo inteiro. E, diferente das outras [temporadas], essa será mais alegre – não será tão pra baixo quando as outras, sabe?,” declarou ao site.

Lembrando que as três primeiras temporadas estão disponíveis no Disney+.

A série foi criada por Christopher Storer.

A trama segue um jovem chef que volta para Chicago para comandar a loja de sanduiches de sua família.

O elenco conta com Jeremy Allen WhiteEbon Moss-BachrachAyo EdebiriLionel BoyceLiza Colón-Zayas e Abby Elliott.

‘Pânico 7’ ganha balde de pipoca personalizado com Ghostface em 3D; Confira!

Os baldes de pipoca da aguardada sequência ‘Pânico 7‘ foram revelados.

Nos EUA, o balde premium contará com o busto em 3D do icônico assassino Ghostface, com sangue escorrendo pela sua máscara.

O item limitado deve ficar disponível junto da venda dos ingressos e, posteriormente, na loja on-line do Cinemark e de outras redes de cinema, como a AMC e Regal.

Também foi reportado que o filme ganhará uma variante internacional, contando uma estatueta do Ghostface em pé dentro do balde de pipoca.

Confira as imagens e siga o CinePOP no YouTube:

Diretor original de ‘Pânico 7’ revela o VERDADEIRO motivo que o fez abandonar o filme

Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Pânico 7‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de fevereiro.

“INCRÍVEL!”: Internautas rasgam elogios ao primeiro trailer de ‘Pânico 7’

Astros ELOGIAM a direção de Kevin Williamson em ‘Pânico 7’: “Ele trouxe vários elementos do original”

Vem assistir ao trailer de ‘Pânico 7’ comentado por Renato Marafon

Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

‘A Vigilante do Amanhã’: Ouça a música-tema do anime remixada na íntegra

A versão remixada da música tema do anime ‘Ghost in The Shell‘ foi lançada na íntegra, nesta semana. A  nova versão da canção de 1995 foi produzida pelo DJ Steve Aoki e traz uma atmosfera mais cyber punk, para casar com o teor da produção estrelada por Scarlett Johanson.

Confira:

O filme estreia em 30 de março de 2017.

Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell‘ é baseado na famosa série mangá homônima e inspirado na obra escrita e ilustrada por Masamure Shirow para a Kodansha Comics. Sua trama acompanha Motoko Kusanagi – conhecida como Major (Scarlet Johansson), uma híbrida de humano e ciborgue, que lidera um esquadrão de elite: a Seção 9. Dedicada a perseguir os mais perigosos criminosos e extremistas, ela precisa aniquilar um hacker, cujo objetivo é deter os avanços da tecnologia cibernética.

Michael Pitt (‘Violência Gratuita’, ‘Hannibal’) interpreta o vilão The Laughing Man, um hacker terrorista que é fascinado pelo livro ‘O Apanhador no Campo de Centeio‘, de J. D. Salinger.

Rila Fukushima, a Katana de ‘Esquadrão Suicida‘, completa o elenco.

A direção é de Rupert Sanders (‘Branca e Neve e o Caçador’).

‘Pantera Negra’: Nova promo será lançada na próxima segunda-feira

Os fãs de ‘Pantera Negra‘ podem ficar na expectativa para a chegada de um novo vídeo promocional.

Segundo um comercial para TV, uma nova promo da adaptação dos quadrinhos será exibida nos Estados Unidos na próxima segunda-feira (08), às 20h.

A transmissão será feita durante o College Football Playoff National Championship, no canal ESPN.

 

Na trama, T´Challa (Chadwick Boseman) é o novo Rei de Wakanda, após a morte de seu pai. Ele retorna para seu lar, a nação Africana isolada e extremamente tecnológica, para assumir o trono e suceder seu lugar por direito como o Rei. Pantera Negra é tem roteiro e direção de Ryan Coogler (Creed: Nascido para Lutar), e estreia no dia 15 de fevereiro de 2018.

‘Pantera Negra’: “Shuri é o Tony Stark de Wakanda”, brinca Chadwick Boseman

‘Pantera Negra’ vem aí! Personagens ganham belos cartazes individuais; Confira!

‘A Pequena Sereia’: Lady Gaga estaria sendo cotada para viver a vilã Ursula

A cantora e atriz Lady Gaga estaria sendo cotada para assumir o papel da vilã Ursula na versão live-action de ‘A Pequena Sereia‘. A informação foi compartilhada pelo portal The Disinsider.

Segundo a publicação, rumores afirmam que a artista estaria na “lista de desejos” da Disney. Ao ser questionado a respeito da possibilidade, o estúdio se recusou a comentar.

Como sequer há alguma confirmação, continue tratando tudo como rumores.

Rob Marshall, diretor indicado ao Oscar por Chicago, é o preferido da Disney para assumir a direção do live-action.

A escolha faz sentido, já que Marshall é conhecido do estúdio. Em 2011, o diretor esteve à frente dePiratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas, o quarto episódio da franquia, e ano que vem lança A Volta de Mary Poppins, que promete ser um dos maiores filmes de 2018.

A nova versão usará como base o longa animado de 1989, imortalizado pelo estúdio. Por outro lado, A Universal também produz sua própria visão da história, esta mais ousada e interessante. Sofia Coppola e Chloe Grace Moretz estiverem vinculadas ao projeto a certa altura. Pelo visto, a versão da Disney começa a tomar forma mais rápido.

A equipe conta com Alan Menken Lin-Manuel Miranda nas canções do filme, Dion Beebe, diretor de fotografia que levou o Oscar por Memórias de uma Gueixa e foi indicado porChicago, John Myhre, vencedor de 2 Oscars, e Colleen Atwood, figurinista vencedora de 4 Oscars (por Animais Fantásticos e Onde Habitam, Alice no País das Maravilhas,Memórias de Uma Gueixa e Chicago).

A ‘Pequena Sereia’ ainda não tem data para chegar aos cinemas. Fique ligado para novar informações sobre o filme.

‘É cinema sim’, diz Taika Waititi sobre críticas de Martin Scorsese aos filmes da Marvel

A polêmica envolvendo o aclamado cineasta Martin Scorsese e os filmes da Marvel ainda não chegou ao fim e agora foi a vez do diretor Taika Waititi se posicionar a respeito do assunto.

O diretor de ‘Thor: Ragnarok‘, que recentemente foi elogiado por sua sátira anti-ódio ‘Jojo Rabbit‘, foi questionado a respeito do assunto em uma entrevista e não hesitou em refutar os comentários do vencedor do Oscar.

De maneira categórica, ele ainda fez um trocadilho com o termo Marvel Cinematic Universe (Universo Cinematográfico da Marvel) – que determina todos os filmes do cânone da Marvel Studios, dizendo que era tarde demais para alterações, retirando o  “cinematográfico” do nome.

Disse:

“Bem, é tarde demais para mudar isso para Universo da Marvel. É claro que é cinema! Está nos cinemas. Está num cinema perto de você. Universo ‘Cinema-tográfico‘ da Marvel”.

Entenda a polêmica

Martin Scorsese fez duras críticas à Marvel durante uma entrevista em que promovia o seu novo filme, ‘O Irlandês‘.

Ao ser questionado pela revista Empire sobre sua opinião a respeito dos filmes da Marvel Studios, ele foi categórico em dizer:

“Eu não vejo esses filmes. Eu até tentei, sabia? Mas isso não é cinema de verdade. Sinceramente, são mais como parques de diversão do que cinema. Por mais bem feitos que sejam, mesmo que os atores façam o seu melhor, não é algo que transmite experiências emocionais e psicológicas a outro ser humano.”

Sua fala reverberou em Hollywood, com os diretores Joss Whedon (‘Vingadores‘) e James Gunn (‘Guardiões da Galáxia‘) se pronunciando publicamente a respeito de sua fala, por meio do Twitter.

Lembrando que o novo filme de Scorsese, ‘O Irlandês‘, será lançada nos cinemas em 1 de novembro, e chega à Netflix no dia 27.

Assista ao trailer:

Conhecido como “O Irlandês”, Frank Sheeran (De Niro) é um veterano de guerra cheio de condecorações que concilia a vida de caminhoneiro com a de assassino de aluguel número um da máfia. Promovido a líder sindical, ele torna-se o principal suspeito quando o mais famoso ex-presidente da associação desaparece misteriosamente.

O elenco conta com Robert De Niro, Al Pacino, Joe Pesci, Ray Romano, Anna Paquin e Harvey Keitel.

‘Respect’: Jennifer Hudson estampa belo ensaio fotográfico para revista; Confira!

A vencedora do Oscar, Jennifer Hudson, está voltando com tudo com a cinebiografia da rainha do soul, Aretha Franklin, no longa intitulado ‘Respect‘.

E a estrela da produção é o mais novo destaque da revista EW, estampando uma bela capa da mais recente edição, bem como um estonteante ensaio fotográfico.

Confira:

Jennifer Hudson
was photographed exclusively for EW on September 3rd 2020, in Los Angeles
Jennifer Hudson
was photographed exclusively for EW on September 3rd 2020, in Los Angeles
Jennifer Hudson
was photographed exclusively for EW on September 3rd 2020, in Los Angeles
Jennifer Hudson
was photographed exclusively for EW on September 3rd 2020, in Los Angeles
Jennifer Hudson
was photographed exclusively for EW on September 3rd 2020, in Los Angeles
Jennifer Hudson
was photographed exclusively for EW on September 3rd 2020, in Los Angeles

Confira o cartaz oficial:


O estúdio resolveu mudar a data de lançamento para permitir que o longa tivesse uma chance melhor no circuito de premiações. Anteriormente programado para outubro, a biopic agora chega às telonas em 25 de dezembro de 2020.

Kimberly Scott dará vida à Mama Franklin na produção. O elenco ainda conta com Forest WhitakerMary J. BligeMarlon Wayans.

A trama vai acompanhar a trajetória de Aretha desde sua infância, quando ainda cantava no coro da igreja de seu pai, até ascender ao estrelato com canções como “I Say a Little Prayer” e ‘A Natural Woman”. O título da cinebiografia é uma referência direta a uma de suas principais canções, “Respect”, lançada em 1965.

O longa é dirigido por Liesl Tommy (‘The Walking Dead‘), a partir de um roteiro escrito por Callie Khouri (‘Thelma & Louise‘).

Crítica Netflix | Você: 3ª temporada volta energizada, ainda que peque em alguns momentos

A psicopatia de Joe chegou a novos níveis na 3ª e intensa temporada da amada série ‘Você‘. Energizada e muito mais caótica, a mais recente leva de episódios provou que ainda há um delirante frescor original remanescente, vindo da mesma fonte que trouxe à luz aquele ciclo inaugural que tanto chocou e conquistou audiências ao redor do mundo. Mas sob uma perspectiva diferente e um contexto mais “domesticado”, a série adquirida pela Netflix agora mostra o submundo do subúrbio de uma pequena e tóxica cidade californiana – pelas lentes do inquieto serial killer.

A 3ª temporada nos traz aqui aos átrios do complexo e fervilhante relacionamento entre Joe (Penn Badgley) e sua não mais cara metade, Love (Victoria Pedretti). Agora ao lado de alguém cuja loucura está à sua altura, ele deve administrar a obsessão de sua esposa, enquanto ambos tentam encontrar o seu “felizes para sempre” como uma família tradicional. Mas em meio a instintos bestiais e carnais que só efervescem a cada dia, os transtornos compulsivos e impulsos doentios de ambos começarão a cobrar o seu preço, à medida que uma pequena comunidade rica e plasticamente idealizada acaba sendo tragada para os vícios mortais que eles tanto lutam para esconder. E dessa vez, Love nos provará que existe alguém tão ou até mesmo mais doentio que o nosso próprio protagonista.

E em meio às crises matrimoniais e filhos sendo criados no subúrbio, envoltos por delicadas cercas brancas, Você consegue recuperar o seu vigor e foge do seu próprio padrão narrativo, que quase ficou batido e repetitivo no ciclo anterior. Explorando o que acontece quando dois psicopatas narcisistas se casam, a série nos leva a uma reflexão muito mais vasta e ampla, conforme também se retroalimenta das fórmulas de hipersexualização tão reproduzidas e injetadas goela abaixo na audiência por Hollywood. Aqui, a perversidade sexual se transforma em um arquétipo positivo, o que é sim desconfortável aos nossos olhos. Mas, ainda assim, seu intenso e inesperado desfecho honra aqueles que chegaram à série em busca de um suspense psicológico intrigante e sanguinolento.

Com novos personagens coadjuvantes que trazem um novo sopro para a trama e se engajam facilmente com o público, Você recupera o seu fôlego e prova ainda ter uma boa história para nos contar em sua 4ª temporada. Com episódios que em geral são dinâmicos, a série peca mesmo por apresentar a transgressão sexual como uma espécie de virtude às avessas e por procrastinar sua trama em dois episódios – na expectativa de segurar o entusiasmo e a tensão (o que não funciona tão bem como deveria). De qualquer forma, Greg Berlanti, Sera Gamble e Penn Badgley seguem driblando o destino mortal de Joe com astúcia, nos instigando para um novo ciclo que promete voltar às raízes da obsessão de Joe, que tanto nos conquistou no primeiro ano da série.

‘Free Bert’: Mandell Maugha entra para o elenco da nova série de comédia da Netflix

A atriz Mandell Maughan, conhecida por seus papéis em ‘Resident Alien‘ e ‘Bajillion Dollar Propertie$‘, foi escalada para um papel recorrente na comédia ‘Free Bert‘, recém-anunciada pela Netflix, segundo apuração exclusiva do Deadline. Detalhes de sua personagem não foram revelados.

Na trama, o comediante stand-up Bert Kreischer interpreta uma versão ficcional de si mesmo que se vê forçado a “se ajustar” quando suas filhas passam a frequentar uma escola de elite em Beverly Hills. Suas antipáticas e escandalosas trapalhadas o transformam em um pária social — e para reconquistar espaço, ele decide algo inédito: vestir uma camisa. Literalmente e metaforicamente.

O elenco ainda conta com Arden Myrin (The Righteous Gemstones), Ava Ryan (Keeping Up With the Joneses) e Lilou Lang.

️A série de seis episódios foi criada e escrita por Jarrad Paul e Andrew Mogul (Monk), que também atuam como diretores e showrunners. A produção é da Counterpart Studios, com Tony Hernandez, Lilly Burns e Elise Henderson, além da esposa de Bert, LeeAnn Kreischer, e Judi Marmel como produtores.

Com cinco especiais de stand-up já disponíveis na plataforma, incluindo o recente Lucky, Bert é figura cativa na Netflix — que vem investindo pesado em comédia, com nomes como Shane Gillis, Tom Segura, Ali Wong, Kevin Hart e John Mulaney.

Fora dos palcos, Kreischer comanda a produtora Berty Boy Productions, responsável por podcasts como Bertcast, 2 Bears, 1 Cave (com Tom Segura) e pelo festival de humor Fully Loaded Comedy Festival.

Ainda sem data oficial de estreia, ‘Free Bert‘ promete uma sátira divertida sobre identidade, família e o que acontece quando um homem que vive de ser autêntico demais tenta, pela primeira vez, se encaixar.

‘O Rei Leão’: Jon Favreau e Donald Glover aparecem em foto do set; Vem ver!

Jon Favreau, o diretor do live-action deO Rei Leão, publicou no Twitter uma imagem no set de filmagens ao lado de Donald Glover, que interpretará Simba na nova produção da Disney:

Elton John e Beyoncé estão trabalhando juntos para regravar as músicas de ‘O Rei Leão‘ para o remake live-action.

John compôs e cantou as músicas do clássico de 1994, e trabalhará ao lado de Beyoncé para criar novas versões de ‘Circle of Life‘ e ‘Can You Feel the Love Tonight‘ cantadas pela diva.

Além disso, foi revelado que a dupla criará canções original para o live-action, seguindo a mesma linha de ‘A Bela e a Fera’ – que também contou com novos números musicais.

O compositor Hans Zimmer ficará responsável pela trilha sonora orquestrada. Só lembrando que Zimmer também foi responsável pela trilha da animação de 1994, a qual ganhou o Oscar de Melhor Trilha Sonora.

O elenco do live-action traz Beyoncé como Nala, Chiwetel Ejiofor será Scar, Seth Rogen viverá o Pumbaa, Billy Eichner será o Timon e Donald Glover o Simba.

Recentemente, surgiram boatos de que a Disney teria concordado em pagar US$ 25 milhões de dólares (cerca de R$ 77 milhões) para garantir o envolvimento de Beyoncé no projeto.

Além de dublar Nala, Beyoncé deve ficar responsável pela trilha sonora.

O estúdio também anunciou Eric André como Azizi, Florence Kasumba como Shenzi, Keegan-Michael Key como Kamari, Id McCrary como o jovem Simba e Shahadi Wright Joseph como a jovem Nala.

O filme dirigido por Jon Favreau está em pré-produção em Los Angeles.

O lançamento está marcado para o dia 19 de Julho de 2019!

 

‘Homem-Aranha 2’: Artista cria arte sensacional do vilão Mysterio

Após a confirmação de que o astro Jake Gyllenhaal está em negociações para viver o vilão Mysterio na sequência de ‘Homem-Aranha: De Volta Ao Lar, um artista postou no Reddit uma ilustração de como poderia ser o vilão no novo filme do Marvel Studios. Confira a arte:

O BossLogic também criou uma arte sensacional mostrando como ficaria a aparência do vilão. Confira:

 

Segundo os sites, Gyllenhaal é o principal cotado ao papel, que deve ser o principal antagonista da continuação. Ryan Gosling Matt Damon recusaram a proposta. Além disso, Michael Keaton retorna como o Abutre.

O vilão é Quentin Beck, um dublê especialista em efeitos especiais que se utiliza de seus conhecimentos práticos para realizar uma série de assaltos por Nova York. Em alguns deles, simulando os super-poderes do Homem-Aranha.

O nosso amigo da vizinhança vai realmente explorar novos países em ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar 2‘. A informação foi revelada pelo produtor e presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, durante entrevista ao Den Of Geek.

‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar 2’ chega aos cinemas em 5 de julho de 2019, com direção de Jon Watts.

Enquanto isso, boa parte da sequência deve se passar em algumas cidades europeias.

Segundo o portal Production Weekly, a continuação listou o início da produção, marcado para 19 de maio deste ano, sinalizando algumas locações para as filmagens.

Além de Nova York, Londres, Veneza e Praga devem ser as outras cidades onde a trama se passará. Considerando também que agentes europeus aparecerão na sequência, a informação realmente condiz com o que a trama deve oferecer.

As filmagens da sequência estão programadas para começarem em 1 de junho de 2018 e durará até setembro, sob o subtítulo provisório: ‘Spider-Man: Fall of George’ (em tradução livre fica como ‘Homem-Aranha: Outono de George’). O título é uma homenagem a um episódio de Seinfeld, de 1997.

Crítica | Homem-Aranha: De Volta ao Lar é o filme ESPETACULAR que os fãs queriam (Nota: 9.0)

Crítica 2 | Homem-Aranha: De Volta ao Lar – É o filme do herói que você queria (Nota: 8.0)

Por que o Hulk foi uma decepção em ‘Vingadores: Ultimato’?

O ano está próximo do fim e, para muitos, parece que ele comportou dois anos dentro de um só. Isso porque os fãs da Marvel esperaram uma eternidade até o dia 25 de abril enfim chegar e trazer ao mundo ‘Vingadores: Ultimato’. Depois do filme, o ano passou voando. Ele marcou o final da chamada Saga do Infinito, que foi desenvolvida ao longo dos últimos 11 anos, e encerrou essa grande trama com chave de ouro. O longa, que acabou se tornando a maior bilheteria da história, é considerado “intocável” pelos mais fanáticos, mas, acho que está na hora de falarmos de uma grande falha dele: o – não tão – Incrível Hulk.

O embate que todos queriam ver

O personagem foi introduzido lá na Fase Um, logo após o sucesso de Homem de Ferro (2008), em um filme que não foi muito bem recebido pela crítica e pelo público. Mas depois de 2008, com sua participação insana em Os Vingadores (2012), o verdão virou um dos favoritos dos fãs e, por conta da questão contratual com a Universal Studios, viraria presença obrigatória em todas as aventuras de grupo possíveis, já que ele mesmo não poderia ter um filme solo distribuído pela Disney. Nesse tempo, ele apresentou uma curva ascendente de evolução realmente agradável não apenas para os fãs de quadrinhos, mas para o público em geral. Para entender bem a frustração quanto ao seu “fim” em Ultimato, é preciso relembrar sua trajetória até chegar ali.

Marvel Studios’ AVENGERS: INFINITY WAR..Bruce Banner/Hulk (Mark Ruffalo)..Photo: Film Frame..©Marvel Studios 2018

Em sua primeira aparição no MCU, interpretado por Edward Norton, o Hulk era uma doença. Um tipo de câncer que atrasava e destruía a vida humana de Bruce Banner. Por isso, ele passa o filme inteiro buscando uma forma de se livrar do monstro de radiação gama ou pelo menos achar uma forma de controlar a raiva para poder controlá-lo. Só que, como era um personagem muito instável e suscetível a influências externas, ele eventualmente perdia o controle e liberava o monstrão. Essa visão do Hulk era brutal. Apesar de não tão forte quanto as que viriam posteriormente, era a mais raivosa e cartunesca de todas. Ele usava vários golpes típicos dos quadrinhos, como o soco que levanta o chão e as palmas que criam uma onda de impacto. Era interessante, mas não o suficiente para sustentá-lo no grupo de heróis, já que sua forma de pura raiva o transformava mais em uma ameaça do que em uma solução para a cidade.

 

Em 2012, agora interpretado por Mark Ruffalo, o personagem apresenta um pequeno aprofundamento. O Hulk não chega a ser uma doença, mas ainda é uma preocupação para Bruce. Ele passa o filme inteiro evitando situações estressantes e se garantindo nos Vingadores por seu intelecto. Até que Loki aparece e mexe com a cabeça do Dr. Bruce Banner, liberando o Hulk e gerando uma verdadeira catástrofe no Aeroporta-aviões. No final do filme, ele demonstra conseguir controlar o monstro e permite que ele se solte e praticamente resolva a invasão Chitauri na base do soco. A visão de Joss Whedon não foi muito próxima dos quadrinhos, mas compensou a falta de criatividade nos golpes com muita insanidade. O Hulk aparece invencível, sinônimo de pura força e companheirismo – menos com o Thor.

Sua próxima participação de peso – excluindo a pós-créditos de Homem de Ferro 3 – só viria em A Era de Ultron (2015), quando o monstro começa a demonstrar sentimentos. Ele parece estar apaixonado pela Viúva Negra (Scarlett Johansson) e até mesmo depois surtar, e destruir um bairro na África do Sul, ele desenvolve expressões de culpa, de pesar. Como se a Fera, aos poucos, mostrasse que a raiva vinha de viver reprimido no corpo de Banner. Ao fim do filme, ele claramente está exausto de seus atos serem considerados errados, como uma eterna ameaça, e foge rumo ao desconhecido no Quinjet dos Vingadores.

Quando Thor (Chris Hemsworth) é levado para Sakaar, em Ragnarok (2017), ele é colocado para lutar com o grande campeão do planeta, que é justamente o Incrível Hulk. No tempo em que passou sumido, o Gigante Esmeralda tomou o controle do corpo de Banner e encontrou um espaço em que seus atos eram vangloriados e ele, enfim, era visto como herói. Para a surpresa de muitos, ele consegue conversar e interagir com outros personagens de forma amigável como Hulk. Enquanto vivia como Hulk, esmagando adversários na arena sakaariana, foi Banner quem surtou. Ao retomar o controle, Banner fica histérico e ansioso, assim como sua contraparte verde quando viva o mesmo processo. É um avanço muito grande nas respectivas personalidades, apesar do aspecto cômico do filme. Ele mistura força e inteligência como nunca visto e fica bom.

 

Por isso, quando chega Guerra Infinita (2018) e ele leva uma surra de Thanos (Josh Brolin) logo nos primeiros minutos, é completamente coerente que ele passe grande parte da trama escondido. O personagem vivia uma fase de transição. Ele parecia estar mais aberto a sentimentos e tinha acabado de vir de dois anos como Hulk. Ou seja, não tinha muita raiva reprimida. Essa ausência de repressão pode ter “amolecido” o Verdão, enquanto Banner, numa grande virada de trama, passa a pedir para que o monstro tome o controle e resolva a situação, assim como no primeiro Vingadores. O problema é que todo mundo ficou esperando pelo menos que o Hulk aparecesse para descer a porrada no exército de Thanos, já que isso ele faz muito bem. E, por sinal, a cena dele correndo em Wakanda estava até no trailer. Só que os diretores acharam melhor controlar o monstro e dar a deixa para um novo arco do personagem em Ultimato, com a frase do Dr. Banner: “Hulk, nós temos muito que conversar”.

 

 

 

 

 

 

 

 

Pois bem, Ultimato veio e trouxe o Doutor Hulk, que reúne a mente de Bruce Banner no corpo do Hulk. Unindo o melhor dos dois mundos, o herói parece estar pronto para mostrar do que é capaz. Só que ele é jogado para escanteio ao longo da história e acaba sendo utilizado exclusivamente como uma versão de 3 metros de Banner. Frustrante.

E essa história de Doutor Hulk tinha TANTO potencial a ser explorado. Por exemplo: como Banner chegou a esse consenso com o Hulk de poder dominar o corpo. A tal “conversa” prometida em Guerra Infinita é constantemente retratada nos quadrinhos como um debate intelectual entre as duas personalidades dentro da mente do herói. Seria incrível ver isso nas telonas, mas os Irmãos Russo optaram por não mostrar ou trabalhar melhor essa ideia. Eles pedem apenas que o público aceite que isso rolou e pronto. Além disso, todo fã queria ver o Hulk tendo sua revanche ‘mano a mano’ contra Thanos. E se o Doutor unia a inteligência com a força, nada impedia que ele participasse mais ativamente da ação.

 

 

Não se sabe se os Russo tinham alguma coisa contra o Hulk, mas é consenso que eles não trabalharam o personagem de forma que fizesse jus a ele. O lado bom é que o Hulk permanece vivo no Universo Cinematográfico Marvel, apesar de machucado, e poderá ser trabalhado de novo nos próximos anos.

E você, o que achou do Hulk em Ultimato? Diga nos comentários!

Crítica | A Grande Luta – Filme da Netflix Mistura ‘Shazam’ com ‘Homem-Aranha’

Um jovem adolescente com problemas de socialização na escola, que gosta de uma menina mas não tem coragem de falar com ela, tem dois melhores amigos nerds e sofre bullying na escola. Um dia, fugindo dos valentões, ele acaba encontrando um artefato mágico que lhe dá superpoderes para se transformar num verdadeiro herói (de si mesmo) e ganha a autoestima necessária para correr atrás de seus sonhos. Parece a trama de um bocado de filme que você já viu por aí né? Este é o mote de ‘A Grande Luta’, comédia infanto-juvenil lançada pela Netflix este mês.

A grande diferença do longa de Jay Karas é que em vez de construir um filme de super-herói no qual o protagonista ganha seus poderes para se tornar uma criatura mística fora da realidade, o longa busca uma justificativa muito mais palpável: na trama, Leo (Seth Carr, mais conhecido por ter feito o jovem Killmonger em ‘Pantera Negra’) é um fã de WWE e, um dia, encontra uma máscara de luta mágica que lhe dá poderes especiais para se tornar um verdadeiro lutador.

Ok, o argumento é meio bobinho, mas, ao mesmo tempo, não é legal um filme dar os superpoderes para a criança com algo muito mais simples e dentro da realidade delas? Algo entre ‘Shazam’ e ‘Homem-Aranha’ – que, aliás, é mencionado pelo próprio protagonista, que se compara ao cabeça de teia.

O grande diferencial de ‘A Grande Luta’ é que ele traz o universo do WWE (World Wrestling Enterteinment, o campeonato mundial de luta-livre) para dentro do filme. Assim, em vez de meros coadjuvantes nas cenas, temos a participação mais que especial de lutadores de verdade, como Keith Lee (como o lutador-cantor Smooth Operator), Elias Samson (como o vilão Samson), Matt Polinsky (como o comentarista Corey Graves), a ex-lutadora e comentarista Renee Young fazendo o papel de si mesma, além de Kofi Kingston como ele mesmo e muitos outros lutadores. Imagina a festa que deve ter sido as gravações para essa galera? Sem contar que o filme foi produzido para a própria WWE Productions, o que sinaliza sua intenção de prestar merecida homenagem a este esporte tão divertido.

A história de Larry Postel teve um roteiro escrito a quatro mãos, e talvez isso tenha prejudicado um pouco sua narrativa. Enquanto o núcleo de Leo e seus amigos funciona muito bem, com muita ação e uma edição ágil semelhante a de jogos de videogame, essa parte contrasta gritantemente com o núcleo do drama familiar de Leo, com um pai (Adam Pally) que só entra em cena para trazer seriedade à trama, desacelerando o ritmo do longa. Neste segundo núcleo o que se salva é o humor de Tichina Arnold, como a avó do Leo.

Com uma trilha sonora bem moderninha, o longa de Jay Karas faz uma mistura de comédia e ação juvenil bem na medida, o que o torna divertido, engraçado e com grande potencial de agradar a garotada na faixa dos doze anos. Para os adultos, a dica é assistir focando na performance dos lutadores, que é de longe o grande destaque. Afinal, a luta-livre é um esporte bastante performático – e isso encaixa muito bem num longa-metragem.

 

‘Capitã Marvel’: Diretores querem ver a personagem lutando contra Thanos

Em diversas ocasiões, já foi contado que a Capitã Marvel será uma das personagens mais fortes do MCU se tornando uma peça principal para os Vingadores derrotarem Thanos no próximo filme.

Comentando justamente sobre esse inevitável embate, os diretores Ryan Fleck e Anna Boden falaram ao AMC Theather que estão ansiosos para ver isso acontecer nas telas:

“No começo do nosso filme, ela não sabe o quão poderosa ela é. Mas no final, vocês verão que, bem… Vamos apenas dizer isso: estou muito empolgado para ver o que ela faz com Thanos em ‘Ultimato‘.”

Confira o trailer mais recente:

Dirigido por Anna Boden e Ryan Fleck, longa terá 130 minutos (2h10) de duração.

A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.

Capitã Marvel‘ estreia em 7 de março de 2019 no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.

‘The Terror’: 2ª temporada ganha trailer perturbador; Confira!

The Terror: Infamy’ ganhou o trailer oficial de sua segunda temporada. O novo ciclo tem estreia marcada para o dia 12 de agosto.

Confira:

A série antológica foi criada por Alexander Woo (‘True Blood‘) e Max Borenstein (‘Kong: A Ilha da Caveira‘), que também servem como produtores executivos. Woo será o novo showrunner.

A próxima temporada acontecerá durante a Segunda Guerra Mundial, e terá foco em um espectro que assombra a comunidade nipo-americana durante a Segunda Guerra Mundial, no sul da Califórnia, em que vários campos de concentração foram mantidos.

O elenco inclui Kiki Sukezane, Miki Ishikawa, Shingo Usami, Yuki Morita, Naoko MoriGeorge Takei Cristina Rodlo.

Lendário videoclipe de “Take On Me”, da banda a-ha, ganha versão remasterizada; Confira!

O icônico e revolucionário videoclipe da música “Take On Me” ganhou na última noite de Ano Novo uma versão remasterizada em 4K – e o resultado ficou incrível!

Confira:

A canção original foi produzida por Tony Mansfield e remixada por John Ratcliff, em outubro de 1984. Um ano depois, Alan Tarney realizou uma nova investida da música para o segundo álbum de estúdio do grupo, ‘Hunting High and Low’.

Após o terceiro lançamento, “Take On Me” alcançou a terceira posição dos charts do Reino Unido, além de ter entrado para a Billboard Hot 100.

Dirigido por Steve Barron, o videoclipe foi aclamado por sua estética inovadora, tendo levado para casa seis prêmios do MTV Video Music Awards.

Crítica | Chloe e Halle Bailey superam todas as expectativas com ‘Ungodly Hour’

A dupla Chloe x Halle, formada por Chloe e Halle Bailey, surgiu ainda em 2013 com uma arte que fazia covers a diversas divas do pop. Não demorou muito para que a lendária Beyoncé se apaixonasse pela rendição que as irmãs haviam realizado com “Pretty Hurts”, uma de suas músicas mais icônicas. A partir daí, as duas aceitaram o convite de integrarem a multi-milionária Parkwood Entertainment, supervisionada pela Queen-B, e entrando em uma carreira meteórica em tempo recorde. Não é surpresa que, sendo consideradas como o brilhante futuro do R&B, elas já tenham sido indicadas a duas categorias do Grammy Awards e, a cada dia, são agraciadas com uma fama merecida.

Agora, dois anos após o lançamento de seu primeiro álbum de estúdio, Chloe x Halle retornam para os holofotes com a estreia de ‘Ungodly Hours’. O novo CD é uma competente produção que explora, talvez mais que a investida anterior (‘The Kids Are Alright’), as habilidades e as incursões vocais de ambas as artistas, bem como letras recheadas com uma envolvência sensual e imediatamente relacionável com qualquer ouvinte que venha procurando boas músicas. Além disso, as irmãs se unem com a icônica produtora e compositora Nija Charles – que é conhecida por trabalhar com alguns dos maiores nomes da indústria fonográfica, incluindo SZA, Cardi B e Lady Gaga. O resultado é uma homenagem clássica e ao mesmo tempo contemporânea a um gênero que já vinha se saturando no cenário mainstream, com uma revisitação poderosa ao fin de siècle.

A maior conquista desse novo álbum é, com certeza absoluta (e como já foi mencionado por cima), a versatilidade sonora à qual somos apresentados. Afinal, seguindo os passos – e as claras influências – de Destiny’s Child, Aaliyah e Alicia Keys, Chloe e Halle não pensam duas vezes antes de provarem para o que vieram. A introdução mescla-se com fluidez a “Forgive Me”, uma faixa bombardeada com o espectro do trap e do trap-pop através das batidas de uma seca percussão e de um orgânico piano ao fundo – e, apesar de sua coesão do começo ao fim e de performances on point de ambas as integrantes da dupla, é um tanto quanto destoante quanto colocada ao lado das críticas e pungentes tracks que a procedem, incluindo a onírica “Baby Girl” e a nu-funk “Do It” (que não poderia ser mais representativo à estética noventista que influencia as cantoras).

À medida que as breve treze faixas vão se desenrolando, percebe-se que as artistas tratam sua imagem sem quaisquer escrúpulos, transformando-se em audaciosas vozes para a nova geração e em futuros ícones da música, livrando-se de rótulos segregacionistas para dar vida a um gênero próprio – do mesmo modo que Solange com ‘When I Get Home’, ou até mesmo AURORA com basicamente todas as suas produções. Essa concepção abstrata começa a se concretizar com a trindade formada por “Tipsy”, a faixa homônima Ungodly Houre “Busy Boy” – esta certamente uma das melhores canções do ano.

“Tipsy” funde em um mesmo escopo sinestésico o oitentismo dos sintetizadores, os drills e a familiar retroatividade de uma bateria usada de forma nada ortodoxa, resgatando o aspecto atribulado do new jack swing com poder descomunal e uma letra que discorre sobre relacionamentos tóxicos e um estigma histérico comumente associado às mulheres pretas; Ungodly Hour reduz o tempo em uma apaixonante declamação romântica que tangencia uma deliciosa e pecaminosa blasfêmia muito bem estruturada e que não perde a chance de ser uma das entregas mais mercadológicas da obra; concluindo o streak irretocável, “Busy Boy” opta por uma atmosfera dark que nos arremessa de volta para os últimos anos da década de 2010, pegando certas progressões que dialogam com o extinto e subestimado grupo Mis-Teeq.

“Catch Up”, por sua vez, é um irreverente divisor de água que dá início à segunda metade do álbum, optando por afastar-se do confortável saudosismo e fixar-se na atualidade e num futurista prospecto para o gênero analisado nesta crítica. É a partir daí que o interlúdio-esque “Overwhelmed”, pecando pela curtíssima duração, se arquiteta e prepara o terreno para a balada com ares new-wave “Lonely”, valendo-se de inflexões emocionantes que alcançam agudos que não achávamos necessários até ouvirmos. Já em “Don’t Make It Harder On Me”, temos um convite gospel guiado pelo baixo e pela guitarra e por um dos maiores anthems R&B dos últimos anos, revestindo-se com solilóquios sobre superação e amadurecimento.

Em comparação às obras que nos entregaram nos anos anteriores, as irmãs Bailey parecem finalmente ter se rendido à esfera menos faturada e mais voltada à cultura mainstream – e talvez esse seja o único erro desse glorioso CD. Afinal, à medida que o retorno às faixas lentas e respaldadas nos conceitos fonográficos da elegia épica, percebe-se que, novamente, nada é o que parece ser e, se imaginávamos alguma coisa, a construção das tracks muda de direção no meio do caminho – “Wonder What She Thinks of Me” é a principal representante desse choque proposital. “ROYL”, nutrindo-se de uma mimética cortesia para ‘Lemonade’, é a perfeita canção para fechar esse ciclo de pura sensorialismo que não nos cansa em momento algum.

‘Ungodly Hours’ supera todas as expectativas que tínhamos acerca da identidade da dupla Chloe x Halle, mostrando que, dia após dia, sua presença ganha mais fúria em um momento crítico para a representatividade e para o padronizado entretenimento contemporâneo.

Nota por faixa:

  • Intro – 5/5
  • Forgive Me – 4/5
  • Baby Girl – 5/5
  • Do It – 4,5/5
  • Tipsy – 5/5
  • Ungodly Hour – 5/5
  • Busy Boy – 5/5
  • Catch Up (feat. Mike WiLL Made-It) – 4,5/5
  • Overwhelmed – 4/5
  • Lonely – 4,5/5
  • Don’t Make It Harder On Me – 5/5
  • Wonder What She Thinks of Me – 4,5/5
  • ROYL – 5/5

‘Crônicas de Natal: Parte Dois’: Papai Noel e Mamãe Noel estampam cartaz oficial da sequência; Confira!

Netflix divulgou o cartaz oficial de Crônicas de Natal: Parte Dois’, sequência do filme de 2018 que marca o retorno de Kurt Russell como Papai Noel.

Confira, junto ao trailer:

Já faz dois anos desde que os irmãos Kate (Darby Camp) e Teddy Pierce (Judah Lewis) salvaram o Natal – e muito mudou. Kate, agora uma adolescente cínica, está relutantemente passando os feriados natalinos em Cancún com o novo namorado de sua mãe e seu filho, Jack (Jahzir Bruno). Indisposta a aceitar essa nova versão da família, Kate decide fugir. Mas quando um encrenqueiro misterioso e mágico chamado Belsnickel ameaça destruir o Polo Norte e acabar com o Natal de uma vez por todas, Kate e Jack são arrastados para uma nova aventura com Papai Noel (Russell).

O filme será lançado no dia 25 de novembro.

A sequência será dirigida por Chris Columbus – que também volta a produzir.

A sequência também contará com o retorno Goldie Hawn, Darby Camp, Kimberly Williams Paisley e Judah Lewis. Os novatos Julian Dennison e Jahzir Bruno completam o elenco.

Crítica | Crônicas de Natal – Kurt Russell é o Papai Noel que precisávamos