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‘Five Nights at Freddy’s 2’ ganha data de estreia no Brasil

A sequência do filme ‘Five Nights at Freddy’s – O Pesadelo Sem Fim’ tem sua data de estreia definida no Brasil: 04 de dezembro de 2025, um dia antes da estreia nos EUA.

A Universal adicionou vários títulos da Blumhouse ao seu calendário de lançamentos, incluindo os novos The Woman in the Yard (A Mulher no Quintal – tradução livre), previsto para 28 de março de 2025 e Drop (Derrubar – tradução livre), previsto para 11 de abril de 2025.

Detalhes da trama The Woman in the Yarde Drop’ ainda não foram divulgados.

O estúdio também alterou as datas de lançamento de duas sequências muito aguardadas: M3GAN 2.0, de 16 de maio de 2025 para 27 de junho de 2025; eO Telefone Preto 2, de 27 de junho de 2025 para 17 de outubro de 2025.

Em relação à sequência de ‘Five Nights at Freddy’s’, o estúdio não revelou quais personagens retornarão, mas divulgou o novo slogan: “Qualquer um pode sobreviver a cinco noites. Desta vez, não haverá segundas chances”.

A cineasta Emma Tammi retornará à cadeira de diretora para o longa.

“Enquanto passa sua primeira noite no trabalho, um problemático guarda de segurança da Pizzaria Freddy Fazbear logo percebe que não será uma tarefa fácil sobreviver ao seu primeiro turno.”

O elenco conta com Josh Hutcherson (‘Jogos Vorazes’), Matthew Lillard (‘Pânico’), Elizabeth Lail (‘VOCÊ’), Kat Conner Sterling (‘The Gifted’) e Mary Stuart Masterson (‘Ponto Cego’).

‘Five Nights at Freddy’s – O Pesadelo Sem Fim’ está atualmente disponível no Amazon Prime Video.

Confira o trailer:

 

James Marsden quer interpretar Frank Sinatra em cinebiografia

James Marsden revelou seu desejo de interpretar Frank Sinatra em uma cinebiografia, expressando grande admiração pelo cantor e pela complexidade de sua vida.

Em entrevista ao New York Post nesta semana, Marsden compartilhou:

“Sempre adorei imitar alguns dos cantores antigos, como Bobby Darin, Frank Sinatra e Dean Martin. Sempre achei que a vida de Frank Sinatra tinha tantas histórias interessantes que poderiam ser exploradas. E, por algum motivo, você nunca viu realmente um filme sobre ele.”

Embora já tenha havido algumas tentativas de retratar a vida de Sinatra, como no filme feito para a TV ‘Os Maiorais‘ de 1998, no qual Ray Liotta interpretou o cantor, ou em Stealing Sinatra de 2003, com James Russo no papel, Marsden acredita que ainda falta uma produção cinematográfica biográfica que rivalize com as grandes produções de filmes sobre figuras musicais.

Ele menciona produções recentes como ‘Johnny & June‘, ‘Ray‘, ‘Elvis‘ e ‘Bohemian Rhapsody‘, que alcançaram grande sucesso tanto em crítica quanto em público.

Marsden, que se mostrou entusiasmado com a ideia de interpretar Sinatra, afirmou:

“Fazer um filme biográfico, como Jamie Foxx fez com Ray Charles, seria muito divertido. Eu adoraria. E você realmente usa sua voz para cantar também.”

O ator, que já usou suas habilidades vocais em filmes como ‘Encantdaa‘ e ‘Hairspray‘, revelou que a experiência de cantar nos palcos foi muito gratificante:

“Foi como se estivéssemos fazendo um show da Broadway por alguns meses. Foi ótimo… uma experiência alegre.”

Com relação à vida de Sinatra, Marsden comentou que acredita haver inúmeras histórias que poderiam ser contadas, desde as mais sombrias e torturadas até aquelas mais edificantes.

“O que ele fez, o que ele conquistou”, disse Marsden, ressaltando que ainda não teve a oportunidade de fazer a cinebiografia de alguém até agora.

A lendária cantora country Dolly Parton morre aos 80 anos

A lendária cantora Dolly Parton morreu nesta terça-feira (25), aos 80 anos. A informação foi confirmada pela família em um vídeo publicado nas redes sociais.

Bryan Seaver, sobrinho de Dolly e responsável pela segurança da artista, revelou que ela havia pedido que ele fizesse o anúncio anos atrás.

“Esse anúncio em vídeo é algo que Dolly me pediu há anos, antes que eu tivesse absorvido totalmente como uma realidade no futuro”, afirmou.

Segundo Seaver, a família prefere lembrar a trajetória da artista com carinho e celebração. “A tristeza fica conosco, não com a Dolly. Dolly viveu na luz e está nos braços de Jesus, com certeza, ao lado de Carl [Thomas Dean, seu marido, que morreu em 2025], seus pais e incontáveis outros que a assistiram e que queriam encontrá-la nos céus.”

Ele também destacou a influência gigantesca de Dolly na indústria musical e no entretenimento.

“Dolly também abriu as portas para gerações de cantores, compositores, músicos e sonhadores de todos os campos da vida e de todos os continentes. Com seu exemplo, nós acreditamos que tudo era possível. Ela nunca viu uma porta que não pudesse abrir, e as portas que ela abriu fizeram e mudaram a história.”

Últimos anos foram marcados por problemas de saúde

Dolly Parton enfrentava problemas de saúde desde a morte do marido, Carl Dean, em março de 2025. Em maio deste ano, a artista chegou a cancelar uma residência de shows.

Em entrevista à revista People, publicada no último dia 21, Dolly revelou que acabou deixando os próprios problemas de lado enquanto cuidava do marido.

“Não prestei atenção [aos meus próprios problemas]”, contou a cantora.

Apesar das dificuldades, Dolly demonstrava vontade de continuar trabalhando. “Mas ainda estou trabalhando e há muitas coisas que eu ainda quero conquistar”, acrescentou.

Uma carreira que atravessou gerações

Dona de uma das vozes mais reconhecíveis da música country, Dolly Parton transformou suas origens humildes no Tennessee em uma carreira monumental. Com suas tradicionais perucas loiras, figurinos extravagantes e personalidade carismática, a artista se tornou um ícone muito além da música.

Além de sucessos que marcaram gerações, Dolly também construiu uma sólida carreira como atriz e se tornou uma das figuras mais influentes da cultura popular americana.

Seu legado, agora eternizado, vai muito além dos palcos: Dolly Parton abriu portas para artistas de diferentes gerações e mostrou que, com talento, determinação e uma boa dose de ousadia, praticamente nenhuma porta precisa permanecer fechada.

10 Filmes MARCANTES para a geração Y

Uma geração que tem por característica marcante a busca por conhecimento, nascidos no boom da era digital, onde o ambiente virtual ganha cada vez mais espaço e a tecnologia avança sem parar. Essa é a geração Y, os nascidos em meados da década de 80 até os primeiros anos da de 90. Pensando nesse recorte, segue abaixo uma lista bem legal com 10 Filmes MARCANTES para a geração Y:

 

Quero ser Grande

Na trama, conhecemos Josh (David Moscow/Tom Hanks), um jovem garoto de 12 anos que vive seus dias de aventuras e descobertas ao lado do inseparável amigo Billy (Jared Rushton). Um dia, durante uma ida ao parque de diversões e uma tentativa frustrada de se aproximar de uma garota que adora, acha uma máquina de pedidos num lugar isolado do parque, e logo ele pede pra ser mais velho. No dia seguinte, Josh acorda mais velho e logo se meterá em muitas confusões tentando viver uma vida de adulto, inclusive conseguindo um emprego numa empresa de brinquedos, conhecendo assim Susan (Elizabeth Perkins).

 

Velocidade Máxima

Na trama, conhecemos Jack (Keanu Reeves), um oficial da polícia que juntamente com seu parceiro Harry (Jeff Daniels) é chamado para uma situação complicada envolvendo um elevador que está caindo, em uma suposta ação premeditada. Após esses minutos de alta tensão e o resgate do reféns, Jack se vê novamente em confronto com a mente por trás do incidente com o elevador, um psicopata chamado Howard (Dennis Hopper), ex-membro do esquadrão anti-bombas da polícia que agora ameaça um ônibus que não pode chegar na velocidade de 50 milhas por hora senão uma bomba se arma. Jack contará com a ajuda de Annie (Sandra Bullock), uma simpática passageira.

 

Falcão – O Campeão dos Campeões

Na trama, conhecemos Lincoln (Sylvester Stallone), um solitário caminhoneiro que após a ex-esposa Christina (Susan Blakely) adoecer de uma grave doença vai de encontro ao único filho do casal, Michael (David Mendenhall), um garoto mimado pelo avô Jason (Robert Loggia), com quem deverá passar alguns dias. Buscando recuperar mais de uma década em apenas alguns dias, Lincoln embarca em uma jornada tumultuada onde precisa assumir seus erros em troca de uma segunda chance. Ao mesmo tempo em que busca ter uma melhor relação com o filho, percorrendo quilômetros pelas estradas norte-americanas, o protagonista tem o sonho de vencer o principal torneio de queda de braço do país.

 

Efeito Borboleta

Na trama, conhecemos Evan (Ashton Kutcher), um jovem já perto da fase adulta que ao longo de sua vida manifesta falhas de memórias sempre em momentos de alto estresse. Certo dia, por meio de diários que escrevia, consegue voltar no tempo para momentos em que nunca pensara mais encontrar. Buscando consertar determinadas situações traumáticas no passado, acaba criando novas variáveis tão ou mais complicadoras, muitas dessas que envolvem a vida de seu grande amor Kayleigh (Amy Smart).

 

Tropas Estelares

Na trama, conhecemos Johnny Rico (Casper Van Dien), um jovem estudante que por conta de seu amor por Carmen (Denise Richards) resolve se alistar ao serviço militar quase ao mesmo tempo da explosão de uma intensa batalha entre a humanidade e enormes insetos. Acontece que Rico e Carmen acabam indo para lados opostos nas forças militares, ela para a força aérea ele para a infantaria. Seguindo caminhos opostos em uma guerra sem precedentes, Rico aos poucos vai se tornando o líder de batalhões de combate e se aproximando da ex-amiga de escola Dizzy Flores (Dina Meyer).

 

Con Air – A Rota da Fuga

Na trama, conhecemos Cameron Poe (Nicolas Cage) um soldado do exército norte-americano, do grupo de elite conhecido como Rangers, que após lutar contra arruaceiros inescrupulosos que incomodavam ele e sua esposa grávida Tricia (Monica Potter), em legítima defesa, acaba sendo condenado pela morte de um deles e assim vai parar na prisão federal por uma década. O tempo passa e sem nunca ter contato com sua filha, Cameron tem a chance de sair da prisão em condicional mas no dia de sua transferência embarca em um avião repleto de criminosos insanos, comandados por Cyrus ‘The Virus’ Grissom (John Malkovich), que acabam sequestrando o avião. Buscando soluções e resgatando seus dias de herói, o protagonista tentará salvar o dia, ao lado do agente Vince Larkin (John Cusack), e voltar para os braços de sua família.

 

O Sexto Sentido

Na trama, ambientada no sul da Filadélfia, conhecemos Malcolm (Bruce Willis) um psicólogo infantil que após um trauma com um antigo paciente vê seu casamento entrar em uma crise profunda, sua esposa nem mais o olha sequer. No outono depois, apresentado a um novo paciente, um jovem com diversos conflitos e repleto de medos de algo que não conta a ninguém e por isso tem um cotidiano conflituoso com a mãe. Aos poucos, paciente e psicólogo vão embarcando em uma jornada onde um ajuda o outro quando as surpresas pelo caminho começam a serem reveladas.

 

Uma Babá quase Perfeita

Na trama, acompanhamos Daniel (Robin Williams), morador de São Francisco, na Califórnia, um ator com enorme coração mas sem emprego fixo, imaturo, também um pai que não consegue viver longe dos filhos após um doloroso divórcio. Sem saber o que fazer e já na linha do desespero, tem a inusitada ideia de se vestir de governanta mais velha e assim se candidatar a vaga de babá na casa da mãe dos filhos. Uma série de situações loucas acontecem e o protagonista passa por mirabolantes situações para manter o seu disfarce.

 

Todo Poderoso

Na trama, ambientada na cidade de nova iorquina de Buffalo, conhecemos Bruce (Jim Carrey) um repórter que está há anos buscando o cargo de âncora mas sem muito sucesso. Ele namora a carinhosa professora Grace (Jennifer Aniston). Após um dia horroroso, onde inclusive tem um surto numa reportagem ao vivo, acaba encontrando Deus (Morgan Freeman) que lhe oferece ter seus poderes por alguns dias. Brincando de ser o todo poderoso, vai aprender lições valiosas sobre algumas de suas repetidas atitudes.

 

Os Outros

Na trama, conhecemos Grace (Nicole Kidman), uma mulher que mora com os dois filhos pequenos em uma enorme casa numa região isolada da ilha britânica de Jersey. Apreciadora do silêncio, numa casa sem eletricidade, essa católica fervorosa, cheia de regras muito por conta dos filhos que tem a rara doença da fotosensibilidade, assim, por exemplo, todas as cortinas da casa devem ser fechadas quando eles passam. Seu marido foi para a guerra e nunca mais voltou, ficando ela e as crianças sozinhas. Certo dia, três pessoas batem em sua porta e logo conseguem empregos para ajudá-la na casa. Ao mesmo tempo, mãe e filhos começam a ouvir vozes em aleatórias horas do dia. Será que eles não estão sozinhos? Se sim, quem são os outros?

Crítica | Rei Arthur: A Lenda da Espada – blockbuster enérgico acerta ao modernizar o mito

Aprendam, Snyder e Bay!

Depois da tentativa malfadada com A Lenda de Tarzan no ano passado, a Warner mira a revitalização de um novo ícone da literatura mundial: Rei Arthur. Para a missão, o cineasta inglês Guy Ritchie, conterrâneo de Arthur, foi o escalado. E para entender o que o diretor faz com o longa, é necessária certa contextualização, que implica numa breve recapitulação de sua carreira.

Ritchie, também conhecido como o ex-marido da material girl em pessoa, Madonna, chegou no mundo do cinema fazendo barulho com seus dramas criminais estilosos, vide Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes (1998) e Snatch – Porcos e Diamantes (2000). As obras foram suficientes para que artista fosse imediatamente considerado o Tarantino britânico, já que suas produções pareciam pertencer ao mesmo universo, embora separadas por oceanos.

A explosão para o status de estrela do rock veio só em 2009, no entanto, quando Ritchie foi escolhido pela mesma Warner (estúdio no qual fez sua cama) para modernizar Sherlock Holmes, um dos mais famosos personagens britânicos da literatura mundial. Protagonizado por um Robert Downey Jr. inspirado e no auge, o filme, mesmo descaracterizando totalmente a figura do detetive, se tornou um baita sucesso, rendendo uma sequência dois anos depois e prometendo uma terceira parte.

Agora, o cineasta investe novamente no estilo Ritchie para uma lenda, no comando de uma produção de centenas de milhões de dólares, que aparenta um escopo ainda maior do que a Warner havia lhe oferecido para Holmes. Os itens da cartilha de seu cinema particular estão todos reunidos aqui, entre eles diálogos verborrágicos, narração explicativa de cenas que irão ocorrer ou já aconteceram, e transições rápidas de edição chamativa entre este passado, presente e futuro.

Para quem não está familiarizado com o estilo de Ritchie, é necessário dizer que o diretor costuma aplicar uma atmosfera pop, moderna e cheia de energia a suas produções, sejam seus tópicos os glamorosos anos 1960 de O Agente da UNCLE (2015), a Inglaterra vitoriana de Sherlock ou a idade média de Rei Arthur. Mal comparando, o nível de frenesi é tão alto quanto os dos filmes de Michael Bay ou Zack Snyder, porém, contrabalanceado com momentos mais calmos, nos quais personagens podem ser desenvolvidos.

Existe uma eficiente transição entre drama (com cenas bem emotivas, em especial uma no terceiro ato envolvendo Jude Law), humor e ação. Fora isso, Rei Arthur: A Lenda da Espada resgata certo tradicionalismo no estilo capa e espada de fantasia. Existem magia, criaturas e todo tipo de elemento sobrenatural permeando o longa, afastando qualquer hipótese de um épico medieval sério. Ao mesmo tempo, o que Ritchie faz é misturar tais elementos com o cinema de super-heróis, muito em voga com os jovens que lotam as salas de multiplex. Parece estranho mencionar a união de tais subgêneros, mas o diretor realiza uma simbiose eficiente, explorando bem sua narrativa e dando ênfase para sua história acima da estética.

A trilha sonora imponente de Daniel Pemberton cria desde já cenas memoráveis, ao serem casadas com lutas e batalhas confeccionadas pelo diretor, como o momento em que Arthur se descobre dono da espada, ou quando a usa em combate pela primeira vez. Os atores são parte do chamariz, com um Charlie Hunnam mais carismático do que nunca, dando vida ao Arthur do gueto britânico, truculento, mulherengo, mas justo. Jude Law vive o grande vilão do longa, o obscuro e ambicioso Vortirgen, rei regente e tio do herói. O antagonista conflituoso fica longe da caricatura e bidimensionalidade. E Astrid Bergès-Frisbey (a sereia de Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas) é uma digna substituta para o Mago Merlin, na pele de sua sofrida aprendiz.

Rei Arthur: A Lenda da Espada surpreende por sua eficiência, como uma pérola escondida entre as superproduções do ano. Enquanto todos olham para os medalhões, esta produção da Warner corre por fora garantindo a vaga como um dos melhores e mais divertidos blockbusters de 2017. Vida longa ao rei e que venha a continuação, por favor!

‘The Batman’: Novos rumores apontam Jon Hamm como substituto de Ben Affleck

Podem ter certeza, até o lançamento de The Batman, planejado filme solo de Homem Morcego, em 2019, todo tipo de rumor surgirá. Fazendo nosso trabalho, não custa comentarmos. Sempre, é claro, enfatizando que não passam de especulações. A mais nova aponta Jon Hamm, veterano da série Mad Men, como possível substituto de Ben Affleck como o herói.

A informação saiu do site Radar Online, que afirma ter uma fonte confiável de que Jon Hamm estaria fazendo forte campanha para pegar o papel, caso o colega Ben Affleck desista mesmo do personagem – o que ainda não foi confirmado também. Affleck e Hamm trabalharam juntos em Atração Perigosa (2010), dirigido pelo atual Homem Morcego.

Além disso, foi noticiado recentemente que o cineasta Matt Reeves, que irá comandar o longa, tem em vista o ator Jake Gyllenhaal como plano B, caso Affleck pule fora mesmo. A fonte diz ainda que Hamm estaria “cortejando cuidadosamente” o diretor. E você, prefere Hamm ou Gyllenhaal como o vigilante de Gotham? Comente.

’22 Milhas’: Ação com Mark Walberg ganha cartaz internacional

Ação ‘22 Milhas‘ (Mile 22), estrelado por Mark Wahlberg, ganhou um novo cartaz voltado para o mercado internacional.

Confira:

Na trama, um agente da CIA tem que transportar um informante da Indonésia do centro da cidade para refúgio em um aeroporto a 22 milhas de distância.

Lauren Cohan, Ronda Rousey, Iko Uwais e John Malkovich completam o elenco.

Peter Berg dirige.

A Diamond Films lança o filme nos cinemas nacionais dia 03 de Agosto de 2018.

‘The Walking Dead’: Protagonistas estão cercados por Sussurradores no trailer do próximo episódio; Assista!

A AMC divulgou o trailer do penúltimo episódio da 9ª temporada de ‘The Walking Dead‘.

Confira:

O 15º episódio, intitulado The Calm Before, será exibido no dia 24 de março.

Na trama do episódio, “A feira no Kingdom é um sucesso, com todas as quatro comunidades se juntando para celebrar pela primeira vez em anos. Enquanto alguns pactos são renovados, outros terão um preço muito alto a ser pago.”

O elenco conta com Norman Reedus, Melissa McBride, Danai Gurira, Alanna Masterson, Josh McDermitt, Christian Serratos, Jeffrey Dean Morgan e Ross Marquand.

The Walking Dead‘ já foi renovada oficialmente para a 10ª temporada.

‘Black Summer’: Netflix renova série de zumbis para a 2ª temporada

A Netflix renovou oficialmente a série ‘Black Summer‘ para a 2ª temporada.

O site ProdWeek já havia adiantado a renovação há alguns meses, pois a produção do segundo ano estava agendada para começar no final de 2019. Agora, o serviço de streaming confirmou oficialmente a notícia.

A próxima temporada deve ser lançada apenas em 2020.

Crítica | Black Summer – Série de zumbis da Netflix elogiada por Stephen King

A série foi criada por John Hyams e Karl Schaefer, esse último também é responsável por ‘Z Nation‘. No entanto, a nova série não deve se passar no mesmo universo e traz uma abordagem mais séria e dramática.

A trama acompanha uma mãe, separada de sua filha, que embarca em uma jornada perigosa para encontrá-la. Junto de um pequeno grupo de refugiados americanos, ela deverá enfrentar este novo mundo e fazer decisões brutais durante o verão mais mortal de um apocalipse zumbi.

Jaime King (‘Dia dos Namorados Macabro‘) estrela. Justin Chu Cary, Kelsey Flower, Christine Lee, Mustafa Alabssi, Gwynyth Walsh e Erika Hau completam o elenco.

Ryan Reynolds estrelará nova comédia do diretor de ‘As Aventuras de Paddington’

De acordo com o Deadline, Ryan Reynolds (‘Deadpool‘) irá estrelar a comédia ‘Everyday Parenting Tips‘, que está sendo desenvolvida pela Universal Pictures.

O ator irá interpretar um “pai que precisa lidar com os desafios cotidianos familiares e a criação de seus filhos, que tornaram-se ainda mais complicados por causa da ascensão de monstros no planeta”.

O longa será dirigido por Paul King, de ‘As Aventuras de Paddington‘.

A trama é baseada em um conto escrito por Simon Rich, que também será responsável pelo roteiro da adaptação, e se passará em um mundo em que avistar monstros se tornou uma parte comum do cotidiano.

A produção está sendo descrita como uma “comédia familiar cheia de ação”.

Phil LordChris MillerAditya Sood irão produzir ao lado de Reynolds.

Novas informações devem sair em breve.

‘Creepshow’: Segmento dirigido por Joe Lynch ganha clipe; Assista!

O Shudder divulgou um novo clipe do segmento Pipe Screams do quarto episódio da 2ª temporada do terror antológico ‘Creepshow‘, que foi dirigido pelo Joe Lynch (‘Floresta do Mal’).

Confira:

O próximo episódio irá ao ar no dia 22 de abril.

Como de costume, o episódio será dividido em dois segmentos:

“Pipe Screams”

O entupimento de ralo acaba sendo mais do que apenas um pouco de cabelo embolado e espuma de sabão, e um encanador infeliz tem a tarefa de manter o problema sob controle. O problema é que o problema tem vontade própria.

“Within the Walls of Madness”

Um complexo governamental ultrassecreto é evacuado enquanto os últimos cientistas no prédio lutam para conter a criatura que estiveram estudando – mas a verdadeira ameaça é um deles?

  • Escrito por: John Esposito
  • Dirigido por: John Harrison
  • Elenco: Denise Crosby

‘1883’: 2ª temporada da pré-sequência de ‘Yellowstone’ já está em desenvolvimento!

Parece que a Paramount+ renovou silenciosamente a aclamada série derivada ‘1883‘, pré-sequência do aclamado drama ‘Yellowstone‘, para a 2ª temporada. De acordo com o confiável Production Weekly, o segundo ciclo já está em desenvolvimento ativo.

A notícia não é uma surpresa, considerando que a produção se tornou a produção original mais assistida da história do serviço de streaming. Os dados também levem em consideração o período em que o streaming ainda se chamava CBS All Access.

Apesar de não ter revelado os números de audiência, a Paramount+ revelou que a estreia de ‘1883‘ “mais do que dobrou” o recorde anterior.

Vale lembrar que, além de estrear no serviço de streaming, o primeiro episódio também foi lançado na Paramount Network, onde registrou 4.9 milhões de espectadores.

A produção é estrelada pelos anteriormente confirmados Tim McGrawFaith Hill, que serão o casal protagonista na série. Sam ElliottBilly Bob ThorntonIsabel MayLaMonica Garrett também fazem parte do elenco protagonista.

Além do grupo, a obra contará com Audie RickMarc RissmannEric NelsenJames Landry Hebert como personagens regulares. Dawn Olivieri, Emma Malouff, Alex Fine, Gratiela Brancusi, Anna Flamora, Nichole Galicia, Stephanie Nur, Amanda Jaros, Noah Le Gros e Martin Sensmeier completam o time.

1883 segue a família Dutton à medida que embarcam em uma jornada oeste adentro através das Grandes Planícies, em direção ao último bastião da América selvagem. É uma narrativa que reconta a expansão estadunidense e um estudo intenso de uma família que foge da pobreza em busca de um futuro melhor na terra prometida: Montana.

Taylor Sheridan, criador da série original, retorna para o spin-off e entra como produtor ao lado de John Linson, Art Linson, David Glasser, Ron Burkle Bob Yari.

‘Star Wars: Andor’: Diego Luna revela plano INCOMUM para a 2ª temporada

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o ator Diego Luna revelou o plano incomum que aguarda os espectadores na 2ª temporada de ‘Star Wars: Andor‘.

O astro afirma que o próximo ciclo irá contar histórias independentes, separadas em quatro blocos de três episódios – que narrarão aventuras e narrativas separadas.

“Acho que vai ser perfeito. É como quatro filmes diferentes. Em blocos de três episódios, iremos explorar um ano inteiro, depois outro e outro. Também haverá uma passagem de tempo entre cada bloco, para que possamos evoluir a narrativa. Acredito que a primeira temporada também apresenta um pouco disso.”

Ele completa, “Quando você assistir aos três primeiros episódios, sentirá que já sabe o que esperar, mas o quarto episódio muda tudo. Essa é uma oportunidade que esse formato mais longo nos oferece. Temos a flexibilidade de nos transformar, explorar coisas novas, conhecer outros personagens e visitar novos planetas. É um formato fantástico e muito ambicioso. É liberdade total.”

Vale lembrar que a primeira temporada vai estrear no dia 21 de setembro, no Disney+.

A primeira temporada contará com 12 episódios, que serão dirigidos por Ben Caron, Susanna White e Toby Haynes.

A trama seguirá as aventuras de Cassian Andor durante os primeiros anos de formação da Rebelião, antes dos eventos de ‘Rogue One: Uma História Star Wars‘. O emocionante thriller irá explorar contos cheios de espionagem e missões ousadas para restaurar a esperança para a galáxia nas garras de um império implacável.

Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.

O’Reilly reprisará seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois emRogue One‘ (2016).

Nicholas Britell ficará responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’‘Vice’, ‘Cruella’‘Não Olhe para Cima’.

Lady Gaga lançará FILME da The Chromatica Ball Tour

Através do seu Instagram, a Lady Gaga confirmou o vindouro lançamento de um filme da The Chromatica Ball Tour, a tour global do seu álbum mais recente.

A tour, que promoveu o álbum Chromatica, aconteceu em 2022. O show que aconteceu no Dodger Stadium, em Los Angeles, provavelmente fará parte da produção – uma vez que foi filmado.

“Eu tenho comandado a Haus Labs, feito trabalho filantrópico e, além disso, eu tenho trabalhado na edição de um filme da The Chromatica Ball. Aqui está uma foto minha trabalhando no processo de edição do longa (esse é um frame do filme atrás de mim) – mal posso esperar para que vocês possam ver,” declarou a cantora/atriz.

 

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Vale lembrar que a Gaga será uma da protagonistas da sequência ‘Coringa 2‘, onde interpretará a vilã Harley Quinn.

O longa, que contará com o retorno do Joaquin Phoenix como o personagem titular, está agendada para 4 de outubro de 2024.

Vale destacar que Folie à Deux é um termo que significa “psicose compartilhada”, o que pode ser referência ao fato de que Gaga irá interpretar Arlequina.

Lançado em 2019, ‘Coringa‘ ultrapassou a impressionante marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais, a partir de um orçamento de apenas US$ 70 milhões.

‘O Menino e a Garça’: Aclamado anime quebra RECORDES em estreia na China

De acordo com o Deadline, o aclamado anime ‘O Menino e a Garça‘ (The Boy and the Heron) quebrou recordes em sua estreia na China.

O longa arrecadou sólidos US$ 72 milhões no final de semana estendido no país – impulsionando a arrecadação total do feriado para US$ 118.6 milhões, quebrando o recorde de arrecadação estabelecido em 2021 neste mesmo período.

Com US$ 23.7 milhões arrecadados na quinta-feira, a produção também se tornou a maior arrecadação diária para uma animação não chinesa, superando ‘Frozen 2‘.

Projeções recentes indicam que o longa deve superar US$ 100 milhões em arrecadação do país.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 46.6 milhões. No mercado internacional, foram US$ 126.4 milhões – incluindo US$ 60.7 milhões do Japão, seu país de origem –, totalizando uma arrecadação global de US$ 173.1 milhões.

Com estreia de US$ 12.8 milhões, o longa se tornou o maior lançamento da história do Studio Ghibli e do diretor Hayao Miyazaki no território norte-americano.

Além de ter sido aclamado pelos críticos – com impressionantes 97% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o longa também parece ter agradado os espectadores, recebendo uma nota A- no CinemaScore.

O filme, que recentemente ganhou o Globo de Ouro e o Oscar de Melhor Animação, será lançado no Brasil pelo serviço de streaming da Netflix. Infelizmente, a data de estreia ainda não foi anunciada.

Dica | Filmes ‘Ghibli’ para quem gostou de ‘O Menino e a Garça’

“Depois de perder a mãe durante a guerra, o jovem Mahito muda-se para a propriedade de sua família no campo. Lá, uma série de eventos misteriosos o levam a uma torre antiga e isolada, lar de uma travessa garça cinzenta. Quando a nova madrasta de Mahito desaparece, ele segue a garça cinzenta até a torre e entra num mundo fantástico partilhado pelos vivos e pelos mortos. Ao embarcar em uma jornada épica com a garça como guia, Mahito deve descobrir os segredos deste mundo e a verdade sobre si mesmo.”

Hayao Miyazaki (A Viagem de Chihiro) assina o roteiro e direção.

A animação é inspirada em uma obra infantil de 1937, escrita por Yoshino Genzaburo. O livro original acompanha um jovem de 15 anos que reflete sobre a vida em um Japão pré-guerra, o filme foi descrito como uma “grande e fantástica história”.

The Moon: Sobrevivente

(Deo mun)

 

Elenco:

Sul Kyung-gu
Do Kyung-soo
Kim Hee-ae

 

Direção: Kim Yong-hwa

Gênero: Ficção Científica

Duração: 129 min.

Distribuidora: SATO Company

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 16 de Janeiro de 2025

Sinopse: 

Em THE MOON: SOBREVIVENTE, uma explosão solar atinge a tripulação de uma nave de exploração lunar, deixando apenas um sobrevivente. Enquanto o mundo torce pelo resgate, Kim Jae-gook assume o comando da missão para trazer o astronauta de volta à Terra, tentando evitar repetir um erro do passado.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Kim Yong-hwa também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Astronauta asiático preocupado em traje espacial

Fotos: 

Astronauta coreano em nave espacial, aparência preocupada

Astronauta conserta equipamento no espaço

Astronauta em estação espacial operando painel

Astronauta vestido em traje espacial dentro de cápsula

BIZARRO! China usa IA para CENSURAR casal gay no terror ‘Juntos’

Polêmica! De acordo com o Dread Central, a China usou Inteligência Artificial para censurar uma cena envolvendo o casamento de um casal gay no terror ‘Juntos‘ (Together).

“A edição fez mais do que apesar alterar breves momentos de representação. A cena do casamento desempenha um papel fundamental no desenvolvimento dos personagens do filme, no desenrolar do seu horror e na narrativa geral. Ao tornar a cena um casamento heterossexual, esta nova versão altera fundamentalmente o contexto do filme e prejudica as escolhas criativas dos seus cineastas,” declarou o site.

Crítica | ‘Juntos’ é um VISCERAL terror que se beneficia das incríveis atuações de Alison Brie e Dave Franco

Na versão chinesa, distribuída pelo Hishow, o rosto de um dos homens foi alterado para o rosto de uma mulher por meio de Inteligência Artificial.

Em comunicado oficial, a distribuidora NEON declarou: “A NEON não aprova a edição não autorizada do Hishow e exigiu que eles parassem de distribuir essa versão adulterada do filme.”

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

 

Na trama, com uma mudança para o campo já testando os limites do relacionamento de um casal, um encontro sobrenatural inicia uma transformação extrema de seu amor, de suas vidas e de sua carne.

‘Supergirl’ DIVIDE a opinião dos críticos com 58% de aprovação no RT; Confira as reações!

Com 116 reviews publicadas até o momento, o live-action de ‘Supergirl‘ dividiu a opinião dos críticos com 58% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Apesar da performance da atriz Milly Alcock como a heroína titular ter sido universalmente aclamada, o consenso geral destaca que tanto a artista quanto a personagem mereciam um filme melhor.

Separamos os trechos das principais críticas:

“‘Supergirl’ é uma continuação competente do DCU, ainda que não seja tão bem-feita quanto ‘Superman’. Grande parte da frustração decorre de um potencial que o filme simplesmente não consegue alcançar.” (The Wrap)

Milly Alcock traz uma energia renovadora ao reformulado Universo da DC. O que falta à atriz, porém, é um projeto à altura de seu talento; o filme de Craig Gillespie é uma obra desastrosa, marcada por cenas de ação pouco empolgantes e antagonistas esquecíveis.” (The Film Verdict)

“Eu adoraria ver a heroína de Milly Alcock em uma comédia tosca e tresloucada ao estilo de ‘Clube dos Cafajestes’, superando uma galáxia de lulas alienígenas na bebida.” (Los Angeles Times)

“Se o filme da Supergirl de 1984 fracassou por ser entediante, esta nova iteração chega perto de ser uma bagunça interessante.” (Girl Culture)

“Saí da sessão de ‘Supergirl’ pensando sobre a Kara e querendo mais dessa heroína imperfeita e batalhadora, intrigado com qual seria o seu próximo papel neste universo.” (Seattle Times)

“Para cada momento em que ‘Supergirl’ simplifica a linguagem, a cronologia, a inventividade visual ou as abordagens temáticas de sua obra de origem, há um instante em que o filme parece mais despojado e vibrante do que tantas outras produções baseadas em quadrinhos.” (AV Club)

“É como assistir a uma repetição interminável, em tons de laranja e cinza, de cenas de ‘Mad Max’ e ‘Star Wars’. Quem é mais rápido que uma bala e consegue saltar sobre prédios altos de um só pulo? A resposta inusitada de ‘Supergirl’: quem se importa?” (Daily Telegraph UK)

Milly Alcock, que atuou na série ‘A Casa do Dragão’, interpreta Kara com um charme cheio de autoconfiança e uma energia divertida, mas ela é, sem dúvida, uma personagem que merecia um filme melhor.” (The Times UK)

Toy Story 5‘ será lançado nos cinemas nacionais amanhã, no dia 25 de junho.

Confira o trailer:

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Estrelado por Alcock, o filme mostra o que acontece quando um adversário tão inesperado quanto implacável parece muito próximo de ganhar uma perigosa batalha, e a Kara Zor-El, também conhecida como Supergirl, não sem muita relutância, faz uma parceria improvável em uma épica jornada interestelar de vingança e justiça.

Rio de Janeiro receberá Milly Alcock para a turnê global de ‘Supergirl’

A direção fica por conta de Craig Gillespie, conhecido por seu trabalho em ‘Cruella’ e ‘Eu, Tonya’. O roteiro é assinado por Ana Nogueira.

O elenco também conta com Eve Ridley (‘Ruthye’), Matthias Schoenaerts (‘Krem’), David Krumholtz (‘Zor-El’) e Emily Beecham (‘Alura In-Ze’).

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Saiba mais » Supergirl

‘The Batman’ será um suspense noir, afirma Matt Reeves

Os fãs apaixonados pela graphic novel ‘O Cavaleiro das Trevas’ podem se animar com a declaração mais recente do diretor Matt Reeves.

Em uma entrevista ao site New Trailer Buzz, o cineasta revelou que fará do novo filme solo ‘The Batman’ um noir de detetives.

Segundo ele:

“Creio que existe uma possibilidade de fazer uma versão de ‘Batman’ com uma perspectiva noir. Um filme de detetive que traga uma ótica muito poderosa, a partir do ponto de vista do herói. Espero que isso possa fazer com que o público se conecte ao que realmente passa na mente e no coração de Bruce Wayne”.

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‘Jojo Rabbit’: Sam Rockwel vai estrelar filme de Taika Waititi com Scarlett Johansson

O mais novo projeto de Taika Waititi, ‘Jojo Rabbit‘, ganhou mais um novo membro do elenco. O vencedor do Oscar, Sam Rockwell, estrelará a produção ao lado de Scarlett Johansson. A informação foi revelada pelo The Hollywood Reporter.

Segundo a publicação, Rockwell viverá um capitão nazista que comanda um campo de Hitler para jovens.

Johansson dará vida ao papel da mãe de um jovem garoto do exército de Hitler, que também é membro da Resistência.

A trama acompanha a história de um garotinho de 10 anos que sente falta de seu pai e sonha com uma versão adorável de Hitler, para lhe fazer companhia.

Escrito pelo próprio Waititi, ‘Jojo Rabbit‘ promete não ser um filme que vai tentar romantizar a figura do Führer. Segundo o roteirista, o personagem será bobão e cativante a abordagem será feita pela mente da criança, que costuma ser mais imaginativa e um pouco dúbia.

Confira a sinopse oficial:

“‘Jojo Rabbit’, de Taika Waititi, mistura seu humor de assinatura, compaixão e personagens profundamente convincentes em uma sátira da Segunda Guerra Mundial sobre um menino de dez anos que, ridicularizado por seus amigos e incompreendido por sua mãe, não consegue descobrir como se encaixar. À medida que o jovem alemão ingênuo luta para entender seu lugar em um regime cada vez mais fascista, ele recorre a um amigo imaginário que pode oferecer conselhos e ajudá-lo a lidar com as circunstâncias”.

 

‘Samaritan’: MGM vai produzir filme de super-herói sombrio com Sylvester Stallone

O veterano Sylvester Stallone vai encarar o papel de um super-herói em seu mais novo projeto. Segundo o portal Deadline, a MGM vai produzir ‘Samaritan‘, estrelado pelo veterano e que conta com uma abordagem mais sombria do popular gênero.

A trama se passa 20 anos após uma destrutiva batalha que acarretou na morte de um super vilão. Com o fim da ameaça, o herói acaba abrindo mão de seu ofício, levando uma vida distante do combate ao crime. Até que um garotinho passa a desenvolver uma amizade com um velho homem, que ele suspeita ser o herói desaparecido. Gradativamente, ele vai descobrir que a verdade é mais sombria do que pensava.

O projeto, que pertence a Stallone, ainda não possui diretor.

O veterano continua bem ativo nos cinemas. Após o lançamento de ‘Creed II‘, o astro voltou com a sequência ‘Rota de Fuga 2‘, considerado até mesmo por ele como um filme muito ruim. Ainda assim, o ator confirmou a produção de um terceiro capítulo, prometendo honrar seus fãs. Sly também está envolvido com ‘Rambo 5‘.

Continue acompanhando o CinePOP para mais novidades sobre o longa!

 

 

 

 

‘Batman V Superman’: Ben Affleck faz flexões nos bastidores em vídeo divulgado por Snyder

O cineasta Zack Snyder continua alimentando os seus fãs com conteúdos inéditos de alguns de seus filmes do Universo DC.

E além de publicar várias imagens de cenas jamais vistas de ‘A Liga da Justiça‘, ele também compartilhou um vídeo exclusivo, que traz o astro Ben Affleck nos bastidores das filmagens de ‘Batman V Superman‘.

No material em questão, Affleck aparece trajando o figurino do herói, enquanto faz flexões.

O vídeo foi compartilhado pelo diretor por meio de sua conta oficial do Vero.

Assista:

‘O Talismã’: Steven Spielberg e os criadores de ‘Stranger Things’ vão adaptar livro de Stephen King para TV

O aclamado cineasta Steven Spielberg e a dupla criativa por trás de ‘Stranger Things‘, os Irmãos Duffer, vão unir forças para adaptar o livro ‘O Talismã’ para a TV. A novidade foi anunciada pela própria produtora Amblin, na última sexta-feira (05).

Lançado em 1984, ‘O Talismã‘ foi co-escrito por Stephen King e Peter Straub e acompanha a história de um garoto de 12 anos de idade, Jack Sawyer, que sai em uma fantástica viagem para encontrar uma relíquia que pode salvar a sua mãe da morte, além de resgatar o mundo. Essa jornada cruza as fronteiras da América e vai levá-lo a uma aventura em uma subversiva versão espelhada do país, chamada Territórios.

A produtora Amblin, pertencente a Spielberg, já era detentora dos direitos de adaptação da obra original e o cineasta já havia expressado o seu desejo de trazer a obra à vida no formato cinematográfico. Em uma entrevista à revista EW em 2018, o diretor compartilhou o seu antigo interesse pela história, revelando que sua ideia para o projeto.

Curtis Gwinn, roteirista de ‘Stranger Things‘, assinará o roteiro da série, além de assumir a função de showrunner.

Spielberg e Matt e Ross Duffer serão os produtores executivos do projeto.

 

Crítica | The Girl from Plainville: Elle Fanning convence namorado a se matar em nova série biográfica

Michelle Carter estampou as manchetes ao redor do mundo após protagonizar um dos casos mais polêmicos da história judicial norte-americana. A introvertida adolescente foi acusada de convencer o seu namorado a tirar sua própria vida, por meio de mensagens de texto. Ainda que ela estivesse a quilômetros de distância da terrível fatalidade, seu nome ficou talhado nos últimos instantes de vida de Conrad, um garoto sensível que sofria de depressão e ansiedade social. E The Girl from Plainville tenta preencher o rastro de inúmeras lacunas deixadas pelo processo que dominou os tribunais, apresentando mais uma belíssima e tocante performance de Elle Fanning.

A produção original da Hulu, trazida ao Brasil pelo streaming da Starzplay, nos leva para os bastidores das milhares de mensagens trocadas entre o casal, que passou a maior parte do seu relacionamento à distância. Tentando equilibrar a questão de que Michelle também sofria de depressão e distúrbios alimentares e o fato dela (independente disso) ter induzido seu namorado ao suicídio, Liz Hannah (The Post: A Guerra Secreta) e Patrick Macmanus (Dr. Death) busca mostrar as demais camadas mais profundas que jamais chegaram aos principais noticiários dos Estados Unidos.

Indo além do combo “garota estimula namorado a se matar”, The Girl from Plainville tenta entender como a mente de Michelle funcionava, explorando seus aspectos narcisistas, à medida em que explora ainda mais as doenças psicoemocionais que ela sofria. Sem tentar inocentá-la da atrocidade que comentou, a minissérie dramática faz uma reflexão sobre a cultura de relacionamentos doentios nascida e sustentada pela era das redes sociais, além de ponderar sobre a importância da comunicação honesta entre pais e filhos dentro do seio familiar. Aqui, ao testemunharmos duas pessoas doentes tentando se ajudar à sua maneira, compreendemos ainda mais o quão delicado e complexo é o tempo em que vivemos – onde relacionamentos muitas vezes se restringem ao virtual e a ética e moral se tornam cada vez mais turvas.

E com uma atuação poderosa de Elle Fanning, que expressa uma voz mansa e um olhar triste em quase todas as suas cenas, somos uma vez mais presenteados pela incrível versatilidade da atriz em cena. Com uma caracterização mais soturna e um pequeno trabalho de maquiagem para emanar os traços faciais de Carter, ela cumpre seu trabalho de forma única, expressa seu talento até mesmo por meio do canto e brilha em tela, facilmente ofuscando os demais personagens coadjuvantes. Chloë Sevigny e Colton Ryan também não ficam atrás e compõem um ótimo trio de protagonistas, em uma trama cujo maior vilão é a falta de entendimento sobre saúde mental.

Com um roteiro repleto de metáforas que tenta tornar a dinâmica Michelle-Conrad mais convidativa, a minissérie é feita para os apaixonados por produções biográficas – ainda que peque em alguns momentos pela falta de apuração dos fatos e por deixar muitos detalhes cruciais do processo de fora. Mas de fato, o maior problema de The Girl from Plainville é seu ritmo. Excessivamente lenta, a minissérie possui pouco sabor para os que amam thrillers dramáticos e depende muito da curiosidade alheia para garantir a concentração do público geral até o final. Ainda assim, a nova minissérie da Starzplay é um excelente e delicado relato sobre doenças mentais, que se priva do direito de oferecer muitas respostas conclusivas. Até porque, depois de tudo que descobrimos neste caso, será mesmo que elas genuinamente existem?

Crítica | Minhas Férias com Patrick – Divertida aventura de autodescoberta no sul da França

Selecionado para o Festival de Cannes 2020, Minhas Férias com Patrick (Antoinette dans les Cévennes) é uma saborosa comédia inspirada no livro Travels with a Beraba in the Cévennes (“Viagem com um asno pelas Cevenas”), de Robert Louis Stevenson, publicado em 1789. O autor escocês é mundialmente conhecido pelos títulos A Ilha do Tesouro (1882) e O Médico e o Monstro (1886). A trilha realizada na obra do século XVII tornou-se atração turística na França e um cativante roteiro nas mãos da cineasta Caroline Vignal.

Ao invés de um homem e uma asna a cruzar as montanhas do centro-sul da França em busca de uma paixão, a divertida adaptação de Vignal traz a professora Antoinette (Laure Calamy), junto ao asno Patrick, a percorrer colinas para surpreender o seu amante Vladimir (Benjamin Lavernhe). O amado, entretanto, passa as férias na região com a esposa Eléonore (Olivia Côte) e a filha Alice (Louise Vidal), a propósito aluna de Antoinette.  

Em contrapartida, a protagonista foge do estereótipo da “outra”, ela é apresentada como uma mulher apaixonada, romântica, efusiva e até um pouco inocente ao contar sua história para outros viajantes sem embaraços e sem ressentimento dos julgamentos alheios. Ao planejar sua viagem para Cevenas, ela sonha com noites românticas ao lado de sua paixão, contudo os seus dias são preenchidos de longas caminhadas ao lado do genioso asno Patrick, tal como no livro.

Sem experiências em trilhas, Antoinette demora a entender-se com o seu companheiro de viagem, mas conforme passam as horas, os dias, eles começam a se completar durante a trajetória. A história de amor de Antoniette torna-se uma fábula entre os grupos de viajantes e as paradas durante a peregrinação são momentos de divertidos deleites. Com coadjuvantes tão inspirados quanto a protagonista, a narrativa ganha novos contornos em cada ponto de descanso dos romeiros. 

Ganhadora do César de Melhor Atriz 2021 por este filme, Laure Calamy consagra-se como uma atriz hilária e irreverente, aliás esta é a sua primeira vez como protagonista. Conhecida do público pela personagem Noémie, da série Dez por Cento (as quatro temporadas estão disponíveis na Netflix), a atriz prova o seu carisma para comédia e a sua performance alvoroçada, perfeita como a heroína desta aventura. Embora o tom cômico predomine na narrativa, Minhas Férias com Patrick é um caminho de autoconhecimento e a descoberta do amor próprio. 

Dia após dia é esperado o encontro dos amantes, isto é, da “outra” com a família de Vladimir. Diferente dos embates e baixarias dos enlatados norte-americanos e das novelas brasileiras, Caroline Vignal é certeira na resolução dos fatos e, claro, o momento explora a beleza campestre ao redor dos seus atores. Ou seja, Minhas Férias com Patrick é uma obra introspectiva com ponto de partida e de chegada. Ao percorrer sua jornada, Antoniette não é mais a mesma pessoa que começou o percurso e os seus objetivos também são transformados. 

Participante do Festival Varilux de Cinema Francês 2020, o longa consegue encantar, divertir e ainda estabelecer uma forte conexão entre a protagonista e seu companheiro asno. À primeira vista, a trama em torno de uma surpresa romântica extraconjugal pode parecer pueril, mas já na primeira cena, quando Antoniette apresenta um número musical com os seus alunos, compreendemos que trata-se de uma personagem atípica. 

Antoinette é uma mulher corajosa que embarca em uma jornada solitária em busca de seu objeto de desejo, mas encontra a si mesma com sofreguidão. Minhas Férias com Patrick vai de um humor burlesco a emoções viscerais sem perder o ritmo ou cometer tropeços. No fim das contas, a obra de Caroline Vignal indica que quando uma jornada termina, logo em seguida, outra estrada começa a ser percorrida. 

Minhas Férias com Patrick estreia dia 06 de maio de 2021 nos cinemas do Brasil. 

Mogli – O Livro da Selva

(Mowgli)

 

Elenco:

Andy Serkis

Christian Bale

Cate Blanchett

Benedict Cumberbatch

Naomie Harris

Eddie Marsan

Direção: Andy Serkis

Gênero: Aventura

Duração: — min.

Distribuidora: Warner Bros. Pictures

Orçamento: US$ 200 milhões

Estreia:  Direto na Netflix – 2019

Sinopse:

A história de Mogli – O Livro da Selva acompanha a criação do menino Mogli, que cresceu em meio a uma alcateia de lobos nas selvas da Índia. Conforme ele aprende as regras implacáveis da selva, sob os cuidados de um urso chamado Baloo e uma pantera chamada Bagheera, Mogli é aceito pelos animais da floresta como se fosse um deles. Exceto por um: o temível tigre Shere Khan. Contudo, outros perigos espreitam na selva, à medida que Mogli se defronta com suas origens humanas.

Curiosidades:

» BOMBA! ‘Mogli: O Livro da Selva’ não vai para os cinemas e será lançado pela Netflix 

» Andy Serkis revelou que este filme será muito mais obscuro do que o filme live-action da Disney, ‘Mogli: O Menino Lobo’;

Trailer:

Cartazes:

Fotos:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

‘Castle Rock’: J.J. Abrams ficou com medo de Stephen King não gostar da série

A nova série da plataforma Hulu – baseada na obra de Stephen King -, intitulada ‘Castle Rock‘, será lançado essa semana e em entrevista a Entertainment Weekly, J.J. Abrams confessou que tinha medo da reação de King sobre a ideia de fazer a série.

“Eu não tinha certeza se ele iria querer isso. Não sabia qual seria a reação dele”

Por sorte, King adorou a ideia e deu sinal verde para a série, que é baseada em suas obras mais famosas.

Confira o novo trailer que destaca o ator Bill Skarsgård e se conecta a IT: A Coisa e Cujo’.

Segundo a publicação, o primeiro episódio da produção será exibido ao longo do painel da Hulu, no salão 20. O produtor da série, J.J. Abrams, não estará presente na ocasião, em virtude das filmagens de ‘Star Wars: Episódio IX‘, que atualmente acontecem no Reino Unido. Além dele, King também ficará de fora.

No entanto, os protagonistas Sissy Spacek, Bill Skarsgård, entre outros, participarão do painel. A expectativa é que Abrams apareça para os fãs em vídeo.

A plataforma de streaming Hulu confirmou a encomenda de 10 episódios para a primeira temporada da série antológica, que trará vários personagens inspirados nas clássicas obras de King.

Todos eles estarão “confinados” numa cidade que tem o mesmo nome da série.

Só pra você ter ideia do quão curioso é o projeto, personagens de ‘Cujo‘, ‘Sonâmbulos‘ e ‘It – A Coisa‘ deverão fazer parte do elenco principal.

Cada temporada acompanhará um grupo distinto de protagonistas e narrativas, à medida que também se conecta com os ciclos anteriores e seus respectivos personagens. ‘Castle Rock‘ foi encomendada pela plataforma de streaming Hulu e ainda não possui data de estreia ou quantidade de episódios para sua primeira temporada.

Para aqueles que desconhecem o universo literário de King, Castle Rock é uma cidade fictícia no estado americano de Maine onde muitos de seus thrillers e contos se passam. A primeira vez que ela apareceu foi no livro de 1979, ‘A Zona Morta‘. Além disso, ela surge novamente em ‘Cão Raivoso‘ (1981), ‘O Corpo‘(1982), ‘O Caminhão do Tio Otto‘ (1983), ‘O Atalho da Sra. Todd‘ (1984), ‘A Metade Negra‘ (1989), ‘O Cão da Polaroid‘ (1990), ‘Trocas Macabras‘ (1993), entre outros.

Castle Rock será lançada em 25 de julho 2018.

Veja fotos:

 

Sexta-feira 13 | Os gatos pretos mais ICÔNICOS da Cultura Pop

Apesar de serem extremamente fofinhos, faz séculos que os gatos pretos são considerados sinais de azar e mau agouro, ainda mais numa sexta-feira 13, como hoje. Apesar de haver várias possíveis origens do por quê atribuírem tantas coisas ruins aos bichanos, a mais famosa aponta para a Idade Média. Naquela época, tentando romper com as tradições consideradas pagãs, que promoviam a adoração dos gatos, a Inquisição associou os felinos a bruxaria e ocultismo. E como os gatos eram criaturas de hábito noturno, não demorou para que fossem ligados ao medo e ao mistério das vilanizadas bruxas. Infelizmente, esse preconceito segue até os dias atuais, causando anualmente lesões sérias e até mesmo a morte desses pobres animais, por conta da ignorância de algumas pessoas que levam essa história ultrapassada a sério. Por outro lado, parte da Cultura Pop conseguiu reverter essa imagem negativa dos gatos pretos, usando o animal como inspiração para criar personagens carismáticos que logo caíram nas graças do povo. Pensando nisso, o CinePOP escolheu os 10 gatos pretos mais icônicos da Cultura POP. Confira!

Salem Saberhagen

Ok, não existe lista de gatos pretos icônicos sem o irônico Salem Saberhagen, do universo da bruxinha Sabrina. Além de ser o responsável por praticamente todos os gatos pretos dos anos 90 se chamarem Salem, o felino se tornou um verdadeiro ícone de duas décadas atrás por seu jeitão sarcástico. E apesar de ter feito sua estreia oficial nos quadrinhos da Sabrina em 1962, com uma aparência e funcionalidade narrativa bem diferentes, o gatinho se eternizou mesmo foi na série de TV, Sabrina: Aprendiz de Feiticeira (1996 – 2003). Nesta produção, ele foi interpretado por quatro gatos diferentes para cenas gerais, e por uma marionete espetacular para as cenas de diálogo e para os mais variados looks que o gatinho ostentou. Foi na série também que ele ganhou uma história de origem. Ele era um feiticeiro que foi condenado a viver como gato, após usar a magia para tentar fazer com que uma mortal se apaixonasse por ele.

Gato Félix

Considerado por muitos como o primeiro astro animado do cinema mudo, o Gato Félix foi criado em 1919 e ficou tão popular que se tornou um dos responsáveis pela exibição de desenhos animados em salas de cinema. Sem o artifício do som, ele teve de usar do humor físico e das expressões caricatas para cativar o público. E parte da graça do personagem vinha justamente do contraste de seu nome com sua aparência. Enquanto ele era um gatinho preto, associado a coisas ruins, seu nome, Felix, vinha do latim e significava “Feliz”. Ao longo de sua carreira, Felix chegou a dividir tela com Charlie Chaplin e, acompanhado de sua lendária maletinha sem fundo, conquistou o coração de milhões de crianças e adultos pelo mundo.

Frajola

O Frajola é um gato tão icônico que acabou virando sinônimo de todo felino de pelo preto com manchas brancas. Por isso, até pensei se deveria entrar na lista ou não, mas convenhamos que o tanto que esse coitado sofreu nas telas o credenciou a estar aqui, vai… Lançado em 1945, ele surgiu como um vilão dos curtas do canarinho Piu-Piu. O mais interessante é que seu primeiro nome foi Thomas, o que podia causar confusão com o gato Tom, de Tom & Jerry. Com o passar dos anos, o Frajola ganhou mais popularidade que o próprio Piu-Piu, fazendo aquele papel ingrato do coadjuvante que se dá mal, como o Patolino, o Coiote e o Kiko, de Chaves. E ele também passou a fazer participações em outros desenhos, como o do rato Ligeirinho e o Pepe Le Gambá. E mesmo sem nunca conseguir efetivamente comer suas presas, apesar de chegar bem perto todas as vezes, o Frajola segue aí na luta. Exemplo de perseverança.

Penélope

Pulando de um membro dos Looney Tunes para outra, a gatinha Penélope merece justiça. Ela estreou em 1949, quatro anos depois de seu stalker, Pepe Le Gambá, e já ganhou um Oscar em sua primeira aparição. Desde então, para o terror da coitada, a Penélope apareceu em praticamente todos os curtas do gambá. Seu papel na trama geralmente era uma gatinha comum em Paris que só queria ficar de boa. No entanto, ela acabava tendo sua paz perturbada pelo inconveniente assédio do fedorento Pepe Le Gambá, que estava doentiamente apaixonada por ela, já que acreditava que ela também era uma gambazinha. Com o passar dos anos, a Penélope virou tema de debates sobre assédio e atualmente não está mais em uso nas animações, já que o próprio Pepe se tornou persona non grata, o que quase rendeu uma piada em Space Jam: Um Novo Legado (2021), mas acabou sendo cortada.


Jiji

No clássico de Hayao Miyazaki, O Serviço de Entregas da Kiki (1989), acompanhamos a aventura da bruxinha Kiki, que completa 13 anos de idade e precisa seguir a tradição das bruxas de se mudar para uma nova cidade, onde deve encontrar sua independência. Junto com seu gatinho Jiji, ela precisa achar uma forma de tocar a vida. Então, com sua habilidade de voar na vassoura – e com a ausência de concurso para os Correios – ela inicia um serviço autônomo de entregas. O Jiji é um personagem tão importante nessa história que cativou os fãs e se tornou um dos mais populares no glorioso panteão dos Estúdios Ghibli. Com seus traços simples e a habilidade de fala, o felino traz todas as características físicas e comportamentais de um gato doméstico – com o adicional de fazer comentários engraçadinhos, se passar por um boneco de pelúcia e procurar o amor de uma gatinha que aparece em certo momento. É muito fofo.

Lúcifer

Inspirado em um gato da vida real que fazia de tudo para chamar atenção e conseguir o que queria, o gorducho gato da Madame Tremaine foi pensado como o alívio cômico do núcleo de vilões de Cinderela (1950). Também conhecido como “Gato Mal”, Lúcifer é um gato preto que cresceu no meio odioso de inveja e trapaças da família Tremaine. Ou seja, ele cresceu como vilão para a trama da “underdog” Cinderela. No entanto, vendo por uma ótica mais racional, o Lúcifer não faz nada além do que um gato doméstico comum faria, que é caçar ratos, dormir, implicar com cachorros e derrubar coisas das prateleiras. O problema é que a Disney estava mesmo inspirada na hora de criar um dos ratos mais fofos e engraçadinhos do cinema, o Tatá, para enfrentar o Lúcifer. Aí realmente não tinha como torcer contra os roedores.

Bola de Neve 

A família animada mais famosa da TV norte-americana segue imparável nas telinhas com seu humor sarcástico e previsões bizarras de acontecimentos históricos. Além dos personagens humanos de Os Simpsons, a família conta com dois membros icônicos. O cachorro de Bart Simpson, Ajudante de Papai Noel, e a gatinha preta da Lisa Simpson: Bola de Neve. É engraçado que uma gata preta se chame assim, afinal a neve é branca, mas tem uma explicação. Como a série é pautada no sarcasmo e na paródia da realidade, eles usam do destino trágico que os gatos costumam ter para isso. A primeira Bola de Neve era uma gatinha branca, mas ela morreu. Então, eles foram substituindo os felinos para que Lisa não perdesse o afeta da mascote. A única mudança era a numeração no nome dos animais. O mais bizarro disso tudo é que mesmo com todo o afeto de Lisa, os Bola de Neve II, III e IV acabaram morrendo. Os dois primeiros fugiram para a rua e foram atropelados, o terceiro morreu afogado tentando pegar um peixinho dourado no aquário, e o quarto se assustou com a Lisa tocando saxofone, pulou da janela e morreu. Atualmente, ela está com o Bola de Neve V, que foi arremessado na cabeça dela pela Louca dos Gatos.

Thackery Binx

Os anos 90 definitivamente tinham alguma coisa com gatos falantes. No clássico de Halloween, Abracadabra, Thackery Binx se destacou dentre as divertidas e malignas bruxas. Ele é apresentado como um menino que foi amaldiçoado a viver pela eternidade como um gato preto, abandonado ao relento da floresta. Porém, após as bruxas serem derrotadas, ele se dedica a trabalhar como guardião do mausoléu, para evitar que alguém acenda a vela e traga as bruxas de volta à vida. Como vocês devem imaginar, o pobre coitado não consegue evitar e a trindade maldosa retorna. O gatinho acabou conquistando o público com seu carisma.

Fígaro

Fazendo sua estreia nas telas em 1940, o gatinho Fígaro surgiu como o mascote do sonhador Gepeto. Antes dele criar o Pinóquio, o homem considerava o pequeno felino seu melhor amigo. Na casa de madeira, Fígaro gostava de brincar, dormir com seu cobertorzinho e implicar com a peixinha Cléo, que era apaixonada por ele. Apesar de não ter tanto destaque na trama, Fígaro conseguiu um feito impressionante: ser o personagem favorito do lendário Walt Disney. Por conta disso, o gatinho estrelou alguns curtas depois do filme e atualmente é o mascote oficial da primeira-dama da Disney: Minnie Mouse.

Luna

Encerrando a matéria, precisamos falar de Sailor Moon, o Mangá e o Anime fenômenos nos anos 90, que contam a história de Usagi Tsukino, uma adolescente comum de 14 anos cuja vida virada de ponta-cabeça ao descobrir que ela é, na verdade, uma guerreira espacial renascida para proteger o futuro da Terra e do sistema solar. Assim, Usagi e as outras guerreiras precisam aprender a usar e controlar seus poderes para impedir que uma grande tragédia aconteça. E quem revela a Usagi a verdade sobre sua pessoa é justamente a gatinha Luna, que fala e passa a servir como um tipo de mentora e conselheira da protagonista, além de ajudá-la a descobrir mais sobre sua família e sua linhagem universal. Inicialmente mostrada como uma gatinha, posteriormente é revelado que a Luna é uma alienígena do Planeta Mau (“Mau” é “Gato” em egípcio).

‘Andor’: 10 Curiosidades sobre a nova Série do Universo Star Wars…

Finalmente a série ‘Andor’ estreou na DisneyPlus, para a felicidade dos fãs de ‘Star Wars’. Após um hiato de exatos três meses após ‘Obi-Wan Kenobi’, chegou a hora dos fãs mergulharem na história deste que se tornou um dos rebeldes mais queridos da galáxia: Cassian Andor. Por isso, separamos aqui 10 curiosidades da série para vocês.

10 – ‘Rogue One

Para quem não sabe, ‘Andor’ é uma série derivada do filme ‘Rogue One: Uma História Star Wars’, de 2016, que, por sua vez, foi um filme solo que não se conectava diretamente com as trilogias principais e fez muitíssimo sucesso entre os fãs. ‘Andor’, então, conta a história do personagem Cassian Andor antes de ele se tornar o líder rebelde que recruta Jyn Erso em ‘Rogue One’. A série, entretanto, não foi nem anunciada nem planejada na época do filme: foi o sucesso entre os fãs que fez a Lucasfilm pensar num background para o personagem.

9 – Episódios

Uma das coisas que já dá para dizer é que a primeira temporada de ‘Andor’ terá 12 episódios no total. E, para sua estreia, a Disney disponibilizou de uma só vez os primeiros três episódios da temporada, que, juntos, encerram o primeiro arco narrativo e colocam o protagonista à beira de sair na aventura.

8 – Set reais

Ao contrário das três produções anteriores – ‘O Mandaloriano’, ‘O Livro de Boba Fett’ e ‘Obi-Wan Kenobi’ – em ‘Andor’ os sets não usaram StageCraft para criar ambientes virtuais cujas paisagens eram inseridas depois, mas sim foram construídos sets em tamanho real em Pinewood, onde a maioria das cenas foi gravada.

7 – Caminhadas para o set

Um set de filmagem pode se tornar algo desafiador em ‘Star Wars’, e em ‘Andor’ não foi diferente. O protagonista Diego Luna comentou que no set escolhido em Pitlochry, na Escócia, ele e a equipe tinham que andar por horas subindo uma montanha para gravar apenas uma cena.

6 – Música ao vivo

O diretor Benjamin Caron optou por ter música ao vivo nas cenas mais marcantes de ‘Andor’. Isso ocorre, por exemplo, quando os personagens ficam batendo sinos e outros elementos para anunciar a chegada da guarda imperial no terceiro episódio e também na batalha final entre Cassian Andor e a guarda, em que o clima de tensão cresce com a música ao fundo.

5 – De Marvel à Star Wars

O ator Stellan Skarsgård, antes de entrar para ‘Andor’ e o universo ‘Star Wars’, participou de outra franquia do grupo Disney: a Marvel. Ele já foi Erik Selvig nos filmes do ‘Thor’ e em ‘Vingadores: Era de Ultron’. Atualmente, vejam só, está gravando a segunda parte de ‘Duna’, da produtora concorrente.

4 – Equipe unida

O amor em ‘Rogue One’ foi grande e manteve a equipe unida, ao ponto de não só originar uma série toda nova, mas também trouxe de volta Diego Luna no papel principal, Alan Tudyk novamente como K-250, e Tony Gilroy como roteirista e produtor da história.

3 – Uma casa linda

A casa de Maarva foi construída com partes e pedaços de antigas espaçonaves. Maravilhada, a atriz Fiona Shaw ficou impressionada com o set e frequentemente saía da casa para ficar admirando a parte externa do local.

2 – Intensas gravações

As gravações da série começaram em novembro de 2020, após a primeira onda da covid, e só terminaram em setembro de 2021, por conta das constantes interrupções devido à pandemia, e da complexidade das cenas, que demoravam a ser produzidas.

1 – Segunda temporada

Já sabemos que a segunda temporada de ‘Andor’ foi confirmada pela Disney e que conectará o personagem principal diretamente aos eventos de ‘Rogue One’. Isso significa, também, que teremos no máximo duas temporadas para essa série.

10 filmes tão assustadores que vão mexer com a sua cabeça

A experiência de assistir a um filme de terror é algo bem especial para os fãs do gênero. Nada como aquele clima de tensão, medo e suspense, ou mesmo aquele susto que te pega de surpresa e te faz pular da cadeira. Mas tem hora que o cinema exagera. Volta e meia aparece um filme que arrepia os ossos e deixa o espectador completamente sem reação e, até, atormentado.

Sabemos que existem poucos programas mais legais do que ver aquele filminho no final de noite, de preferência com uma boa companhia, mas… Conferir um longa de terror e logo na sequência ir pra cama pode não ser uma boa ideia. Especialmente quando o filme é daqueles clássicos do terror psicológico.

Assim sendo, o CinePOP preparou uma lista de filmes de terror que devem ser vistos à luz do dia. Pensa só. Você vê algo aterrorizante. Aí você saí na rua e ainda é dia! Você pode fazer outros programas. Você não fica perdido numa escuridão refletindo sobre tudo o que é de ruim ou tenebroso.

A BRUXA (2015)

Um dos filmes de terror mais assustadores dos últimos tempos. E que se enquadra precisamente no foco da matéria. Não é uma obra de muitos sustos, mas que oferece ao espectador um estado permanente de tensão e medo. É difícil dormir depois. É difícil pensar em dormir. A Bruxa, de Robert Eggers, cria medo a partir do isolamento e parece não ter pressa para criar situações assustadoras. No filme, uma família de moral rígida tem como ameaça principal o isolamento de viver ao lado de uma floresta fechada. A forma como aborda religiosidade e misticismo só torna tudo mais tenso e impactante. O terror nasce da relação dos personagens entre si, e com o cenário ao seu redor.

O ILUMINADO (1980)

Clássico do terror dirigido por Stanley Kubrick, O Iluminado é mais um longa a ter seu foco no horror psicológico. E até por isso é mais assustador. É claro que o isolado hotel é quase um protagonista do filme, mas o verdadeiro medo nasce da forma como este ambiente influencia na figura do pai vivido por Jack Nicholson. Embora o autor Stephen King já tenha declarado publicamente seus problemas com a obra, é inegável o talento de Kubrick na construção de um clima de medo. Não é fácil fazer coisas banais como uma criança andando de velotrol ficar eternamente marcado na cabeça das pessoas. Isso sem falar naquelas gêmeas, naquele quarto, naquela banheira. O Iluminado é um filme para ser visto. De preferência com luz do lado de fora.

JU-ON: O GRITO (2002)

Estrelado por Sarah Michelle Gellar, O Grito (2004) buscava repetir o sucesso e a estratégia por trás de O Chamado. Mesmo com alguns bons sustos, o filme ficou bem longe da qualidade de seu original, o terror japonês Ju-On: O Grito. Se você se assustou com a versão americana, não deixe de conferir a japonesa, dirigida por Takashi Shimizu. Ju-On é aterrorizante e tenso durante seus 92 minutos. É uma demonstração clara do motivo do terror japonês ter sido alvo de tantos remakes no início do século XXI. Não deixe de assistir. E se não estiver noite lá fora, ainda melhor.

O CHAMADO (2002)

Se O Grito americano é pior que o japonês, o mesmo não pode ser dito com relação a O Chamado, refilmagem de Ringu. Ainda que devemos reconhecer a importância e a qualidade do original, não podemos negar que o remake foi muitíssimo bem sucedido em transportar a história para o cinema ocidental. Dirigido por Gore Verbinski (Piratas do Caribe), o terror conta com Naomi Watts na pele de uma mulher que investiga a história de uma fita de vídeo que, ao ser assistida, geraria a morte da pessoa em sete dias. O longa possui muitos sustos, mas também uma sensação de terror permanente. Não só você vai preferir assistir durante o dia, como também vai desejar acionar o modo avião em seu telefone. Você não vai querer receber uma ligação tão cedo.

ESPÍRITOS – A MORTE ESTÁ AO SEU LADO (2004)

Espíritos – A Morte está ao Seu Lado é mais um exemplo do ótimo cinema de terror feito fora dos Estados Unidos. A produção tailandesa é de deixar o público arrepiado, tendo como foco principal essas criaturas sempre assustadoras: espíritos. Após um trágico acidente, um fotógrafo e sua namorada começam a lidar com situações sobrenaturais. Ele começa a perceber sombras em suas fotos e, aos poucos, descobre que não pode escapar de seu passado. Uma obra realmente assustadora e envolvente. Os recursos são limitados, mas a criatividade é enorme. A direção é da dupla Banjong Pisanthanakun e Parkpoom Wongpoom.

O EXORCISTA (1973)

Clássicos são clássicos por um motivo. E não há filme de terror mais assutador que O Exorcista. Embora conte com alguns momentos mais próximos do gore, a grande força do filme está no clima constante de horror e tensão. William Friedkin criou o confronto perfeito entre um padre (Max von Sydow) e uma garotinha (Linda Blair) possuída pelo demônio. O filme não poupa o espectador de cenas realmente assustadoras e impactantes. Se for pra ver, é melhor que não tenha que dormir logo na sequência. Afinal, você não vai conseguir mesmo. Uma obra-prima do terror.

O BABADOOK (2014)

O Babadook é mais uma prova de que um bom terror pode vir de qualquer lugar. Esta pequena produção australiana se tornou um fenômeno da cultura pop e sensação do gênero no século XXI. O longa dirigido por Jennifer Kent acompanha uma mãe (Essie Davis) e seu filho (Noah Wiseman) pouco tempo após a morte do pai da família. O garoto tem dificuldade para dormir, acreditando que há um monstro que deseja matá-lo. A mãe fica preocupada e desesperada com a situação do filho. E a coisa só piora quando ela percebe que há sim certa verdade no motivo do desespero do menino.

O SILÊNCIO DO LAGO (1988)

Representante da Holanda na disputa do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1989, O Silêncio do Lago é um caso bem especial de filme de terror que foca mais no drama do que no horror. Não temos monstros sobrenaturais ou grandes sustos. Aqui, o medo nasce da própria sociedade. Estamos diante de um filme com pé no chão, um verdadeiro horror da vida real, que oferece uma situação pra lá de possível. Após o desaparecimento de uma jovem mulher, acompanhamos seu namorado tentando descobrir o que de fato aconteceu. De forma corajosa e quase inédita, o longa revela o responsável pelo crime logo de cara. E o faz de forma natural, sem tentar criar um monstro. O que torna tudo mais tenso.

O MASSACRE DA SERRA ELÉTRICA (1974)

Como já devem ter percebido, a nossa lista privilegia aqueles filmes com terror psicológico, que geralmente produzem mais medo do que aqueles com muito sangue e cenas de susto, por mais divertido que possam ser. Mas há um slasher movie que merece o nosso reconhecimento. Trata-se do original O Massacre da Serra Elétrica. Com um orçamento de apenas US$ 140 mil, o diretor Tobe Hooper criou um dos maiores clássicos do gênero, que oferece algumas cenas grotescas, mas também momentos de tensão e medo. O filme mescla momentos de silêncio quase minimalistas com uma violência gore que beira o insuportável. Não julgue o filme por suas sequências ou refilmagens. Não deixe de conferir o original. Só não precisa ser à noite.

ATIVIDADE PARANORMAL (2007)

De 2007 para cá, foram lançados nada menos que seis filmes da franquia Atividade Paranormal, além de outros suspenses que buscavam replicar seu clima e até estrutura. Então, é inegável que hoje exista um desgaste com a saga. Isso não apaga, no entanto, o impacto que sentimos com o primeiro longa, que custou US$ 11 milhões e faturou nada menos que US$ 193 milhões mundialmente. Dirigido por Oren Peli, Atividade Paranormal conversa muito com os dias de hoje, principalmente no uso da tecnologia. O mais assustador aqui é a forma como parece algo verídico, quase documental. E isso se dá pelo uso elegante e inteligente de imagens que parecem mesmo gravadas por um sistema de segurança.

‘O Irlandês’: Filme de Martin Scorsese ganha primeiro pôster oficial; Confira!

A Netflix divulgou o primeiro pôster oficial do novo longa-metragem de Martin Scorsese‘O Irlandês’ (The Irishman).

Confira:

O filme de máfia terá 3 horas e 30 minutos de duração (210 min), se tornando o filme mais comprido do diretor.

Mirando nas grandes premiações de 2020, a produção será lançada no dia 01 de novembro nos cinemas. Na plataforma, a obra tem estreia marcada para o dia 27 de novembro (quase um mês depois).

Assista ao trailer:

Robert DeNiro, Al Pacino, Joe Pesci, Harvey Keitel, Ray Romano, Anna Paquin e Bobby Cannavale estrelam o drama.  

A trama apresenta um mafioso conhecido como o Irlandês (De Niro), lembrando do seu possível envolvimento com a morte do sindicalista Jimmy Hoffa (Al Pacino).

Confira imagens dos bastidores:

 

‘High School Musical’: Derek Hough entra para a 2ª temporada da série

As filmagens da 2ª temporada de High School Musical: O Musical: A Série’ já começaram e, segundo o DeadlineDerek Hough (Dancing with the Stars) foi elencado no próximo ciclo.

Hough dará vida a Zack, ex-namorado da Srta. Jenn (Kate Reinders). Zack é descrito como um ator charmoso, mas sorrateiro, que dá aula de teatro na North High – inimiga da East High.

A nova iteração terá como principal adaptação o clássico longa-metragem A Bela e a Fera.

Confira o anúncio:

O elenco é composto por Joshua Bassett (da série A Irmã do Meio), Olivia Rodrigo (‘Bizaardvark’), Kate Reinders (‘Modern Family’), Sofia Wylie (‘Andi Mack’), Matt Cornett (‘Bella e os Bulldogs’), Dara Renee’ (‘Sexta-Feira Muito Louca’), Julia Lester (‘Mom’), Frankie Rodriguez (‘Modern Family’) e Larry Saperstein.

A história segue um grupo de estudantes de teatro de East High que se reúnem para produzir uma peça de inverno. A série será em uma espécie de documentário, com os personagens contando e mostrando como anda o desenvolvimento da apresentação e todos os detalhes.

Os protagonistas serão Ricky e Nini. O garoto é descrito como um “namorado sarcástico” e a “estrela” da série. Quando Nini decide terminar com ele, o jovem, que acredita não ser bom em nada, se candidata para estrelar a peça da escola. Tudo faz parte do seu plano para reconquistar a amada.

O roteirista Tim Federle, conhecido por seu trabalho na animação O Touro Ferdinando, cuida do roteiro.