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Demi Lovato estampa bela capa virtual da revista EW; Confira!

A cantora Demi Lovato está compartilhando a sua tumultuada trajetória com traumas de infância e vícios em substâncias ilícitas, por meio de seu novo documentário ‘Demi Lovato: Dancing With The Devil‘.

E para comemorar a estreia da produção, que está disponível em seu canal oficial no YouTube – gratuitamente -, a artista se tornou o grande destaque da mais recente edição da revista EW, estampando a capa da publicação.

Confira:

Produzido pelo YouTube, a produção teve a sua estreia mundial no Festival South by Southwest, e já está disponível na conta oficial da cantora – com legendas em português. A terceira e quarta partes da produção serão lançadas nas duas próximas semanas.

Assista a Parte 1:

Parte 2:

Confira o trailer:

Confira a sinopse oficial:

Demi Lovato não esconde nada nesse impactante documentário dividido em quatro partes, que explora os aspectos que levaram à overdose que quase lhe tirou a vida em 2018, e o despertar que veio a seguir. O diretor Michael D. Ratner obteve um acesso sem precedentes à jornada pessoal e musical da estrela durante o período mais difícil de sua vida, na medida em que ela revela traumas antigos e descobre a importância de sua saúde física, emocional e mental. Muito mais do que uma análise que ultrapassa a superfície de celebridade, este é um retrato íntimo do vício e do processo de cura e empoderamento.

Michael D. Ratner assume a direção de ‘Demi Lovato: Dancing With The Devil‘.

Crítica | Os Encanadores da Casa Branca: Comédia e drama se misturam em minissérie política com Woody Harrelson e Justin Theroux

Como um caleidoscópio, o caso Watergate se revela em diversas facetas a partir da ótica pela qual você o observa. Trazendo uma coletânea de 40 envolvidos no que se tornaria um dos maiores escândalos de corrupção da história norte-americana, o grampeamento ilegal do escritório do partido democrata ainda hoje desperta o interesse e o imaginário da opinião pública. Desde Todos Os Homens do Presidente (1976), passando por Frost/Nixon (2008) e até a mais recente série Gaslit (2022), o tema continua permeando a cultura POP sempre com uma nova perspectiva de um mesmo crime. E agora, a HBO traz o outro lado dos relatos com Os Encanadores da Casa Branca, mostrando os átrios da operação política mais catastrófica dos Estados Unidos – dessa vez pela visão dos próprios criminosos.

E. Howard Hunt e Gordon Liddy foram de veteranos de guerra a espiões de Richard Nixon, o único presidente americano “forçado” a renunciar em meio a um escândalo de corrupção. Em Os Encanadores da Casa Branca, eles voltam à vida pelas excepcionais performances de Woody Harrelson e Justin Theroux, que formam um peculiar e impecável duo em tela. Sempre em contraste um com o outro, mas inevitavelmente complementares em suas personalidades, ambos os personagens vão de uma espécie de bromance a um nível completo de estranheza, impessoalidade e inimizade. E com uma dinâmica em tela excelente e fluída, os atores passeiam pelos cinco episódios da minissérie com leveza, acidez e sarcasmo.

Em meio a diálogos afiados, que exalam uma caricatura impressionante do que é a idolatria política, Harrelson e Theroux dominam a produção, conduzindo habilmente um time de atores coadjuvantes tão poderoso quanto os protagonistas. Aqui, Lena Headey, Domhnall Gleeson, Judy Greer, Kim Coates, Toby Hass e Liam James dão vida aos principais personagens de apoio, orbitando em torno do caos e afetando-o drasticamente. E com um roteiro bem detalhado e muito bem desenvolvido, Os Encanadores da Casa Branca faz um paralelo entre a corrupção, o desvio de caráter e as consequências catastróficas que a servidão cega a líderes de Estado podem trazer como efeito colateral.

Um dos aspectos mais poderosos da minissérie é justamente sua sutil e contemporânea percepção dos fatos, que datam os anos de 1972,1973 e 1974. Nos mostrando que a idolatria política é atemporal e estupidamente repetitiva ao longo das décadas, a produção naturalmente ainda faz um paralelo com a obsessão que seus protagonistas nutriam por Nixon. E sem direcionar indiretas especificamente – embora haja um viés partidário por razões óbvias, Os Encanadores da Casa Branca faz um relato visual de como o fanatismo por presidentes ou qualquer outro agente do alto escalão governamental é a epítome da estupidez humana, capaz de custar famílias inteiras , a segurança pública e a vida de pessoas inocentes.

E embora a trama facilmente pudesse ser comprimida no formato cinematográfico, tal como o clássico Todos os Homens do Presidente, é inegável que Alex Gregory e Peter Huyck fizeram um trabalho excelente com a série. Administrando muito bem todo o “causo”, a produção sabe dosar os momentos mais intensos em cada episódio, nos mantendo interessados e envolvidos. E com um humor sarcástico afiado, Os Encanadores da Casa Branca ainda se torna um deleite para os menos apaixonados pelo gênero de thriller político. Flertando com o pastelão em momentos pontuais, se atendo mais à rispidez e acidez em seus diálogos inteligentes, a nova minissérie é mais um presente de originalidade que só a HBO sabe entregar.

Crítica Netflix | Sex Education – 4° Temporada – Diversidade e autoaceitação dão o tom de ENCERRAMENTO da ÓTIMA série

A gente ama, aprende e segue em frente. Quem nunca ouviu essa máxima sobre os relacionamentos pela longa estrada da vida? Esta é a tônica despertada por Laurie Nunn ao colocar no ar a temporada final de Sex Education (2019-2023), um dos seriados mais queridos e importantes para os jovens na última década, disponível na Netflix

Desde 2019, o público aprendeu a gostar de Otis (Asa Butterfield), Maeve (Emma Mackey), Eric (Ncuti Gatwa), Adam (Connor Swindells), Aimee (Aimee Lou Wood), entre vários outros. Com suas questões peculiares, tornou-se aprazível acompanhá-los interagindo entre corredores da escola no meio de tantas personalidades distintas, mas sob o mesmo leque das dúvidas sobre amor e sexo. 

Ao longo de quatro temporadas, Sex Education explorou diversos tabus — escondidos dos programas de entretenimento — e criou um espaço seguro para falar sobre assuntos delicados da idade. Se hoje séries como Heartstopper (2022-) e Young Royals (2021-) têm protagonista queer, Sex Education deu os primeiros passos ao abraçar todos os tipos de identidades. Sendo assim, um farol para produções mais assertivas em relação à aceitação de todos os corpos. 

A quarta e última temporada começa com desencontros, sumiços e novidades. Os personagens Lily (Tanya Reynolds), Ola (Patricia Allison), Rahim (Sami Outalbali), por exemplo, dão espaço a novos rostos na Cavendish College, após o fechamento do colegial Moordale. Se a terceira temporada colocava em guerra a liberdade dos adolescentes à própria sexualidade frente a um modelo conservador e repressivo de educação, a quarta é completamente focada em um ambiente de aceitação e liberdade de todas as diferenças. 

Maeve segue seu caminho como uma futura escritora nos Estados Unidos, enquanto tenta manter uma relação a distância com Otis. O destino, no entanto, lhe prega uma peça fatal, sendo um dos momentos mais emocionantes da série. Sua volta forçada pela dor à cidadezinha inglesa coloca em evidência o futuro incerto entre o casal protagonista. O seriado, entretanto, não é sobre finais felizes, mas aprendizados e, assim, [ao final] cada um deles consegue descobrir seus caminhos em busca de conquistar seus sonhos.

De um outro lado, Aimee tenta libertar-se do trauma de assédio no ônibus [ocorrido na segunda temporada] através da arte. Durante oito episódios, ela dedilha qual será sua mensagem para o mundo por meio da fotografia e desbloqueia o seu envolvimento com outras pessoas. Para isso, ela conta com a ajuda de Isaac (George Robinson)  — personagem que conquistou a simpatia do público na temporada anterior e mobiliza os espectadores a pensar na acessibilidade dos cadeirantes —, assim como a nova estudante Aisha (Alexandra James), portadora de deficiência auditiva. 

O novo ensino médio é positivista, isto é, Cavendish é evoluído na abolição de papéis, salas recreativas e tablets para todos os alunos. Lá, Otis acredita ter encontrado o ambiente perfeito para implementar sua clínica sexual de forma gratuita, mas depara-se com a concorrente O. (Thaddea Graham), uma jovem com canal no YouTube e milhares de seguidores no Instagram

Os populares da escola são um casal trans. Abbi (Anthony Lexa), uma mulher trans e Roman (Felix Mufti), um homem trans. É como esmero que o seriado trata da questão sexual entre os dois. Enquanto o casal já passou pela transformação física, Cal (Dua Saleh) continua em guerra com seu corpo e afeta a sua mente. A personagem começa a tomar testosterona, mas a presença da sua menstruação é um sofrimento intenso para alguém que não se reconhece nessa estrutura física sangrenta todos os meses. 

Com episódios, em média, de uma hora e o último de uma hora e vinte e cinco minutos, todos os personagens são bem desenvolvidos, mesmo com menos tempo de tela, eles passam por momentos de tensão. Os amigos Jackson (Kedar Williams-Stirling) e Viv (Chinenye Ezeudu), por exemplo, possuem os duros dilemas de relacionamento abusivo e doença hereditária. 

Como todos esses elementos, Sex Education deixa o relacionamento de Maeve e Otis com tanta importância quanto os dois outros personagens. O grande destaque dessa umtima temporada é a precursora de todo esse movimento — e tormentos de Otis — a sexóloga Jean Millburn (Gillian Anderson). Com uma filha recém-nascida e em luto pelo abandono do parceiro ainda amado, ela enfrenta diversos traumas do passado, como o ex-marido e a irmã mais nova, para nos lembrar que problemas e neuroses são uma constante existencial. 

Sem esquecer dos pais de Adam e o caminho da autoaceitação da bissexualidade. Já Eric encontra sua vocação de forma surpreende e até Ruby (Mimi Keene), depois do processo de humanização da personagem na temporada passada, tem o seu momento de raiva, vingança e perdão. 

Pelo título, Sex Education tinha um propósito chave: iluminar o caminho dos jovens e adultos sobre a sua sexualidade sem traumas e distúrbios, mas fazendo atenção a abusos e consentimentos. Algo somente possível por meio da comunicação, ou seja, é preciso poder falar sobre o problema a fim de solucioná-lo e ter uma vida mais plena, sem as barreiras das normas moralistas e dogmáticas. É isso que Sex Education nos ensina e deixa de lição para essa e, possivelmente, outras gerações.

‘Jessica Jones’: 2ª temporada ganha arte sombria; Vem ver!

A 2ª temporada de Jessica Jones ganhou uma nova arte sombria divulgada por Joe Quesada, chefe criativo da Marvel Entertainment. Confira:

A chegada da segunda temporada de ‘Jessica Jones’ está cada vez mais próxima e a Netflix divulgou o título dos 13 episódios.

Confira:

  1. aka Start at the Beginning (Comece pelo Começo)
  2. aka Freak Accident (Acidente Bizarro)
  3. aka Sole Survivor (Único Sobrevivente)
  4. aka God Help the Hobo (Deus Ajude o Sem-Teto)
  5. aka The Octopus (O Polvo)
  6. aka Facetime (Facetime)
  7. aka I Want Your Cray Cray (Eu Quero a Sua Doidera)
  8. aka Ain’t We Got Fun (Não Somos Divertidos?)
  9. aka Shark in the Bathtub, Monster in the Bed (Tubarão na Banheira, Monstro na Cama)
  10. aka Pork Chop (Costela de Porco)
  11. aka Three Lives and Counting (Três Vidas e Contando)
  12. aka Pray For My Patsy (Reze Pela Minha Patsy)
  13. aka Playland (Playland)

Já estão sendo divulgadas as primeiras críticas da 2ª temporada de Jessica Jones, da Netflix. As reações são mistas e destacam o ritmo arrastado e a trama inferior à primeira temporada da série.

Confira:

Collider:

“A série aproveita sabiamente seu tempo para dar mais espaço para Jessica, mantendo tudo conectado”

IGN:

“Embora a 2ª temporada comece com um ritmo mais lento do que o primeiro ano, ainda há muito potencial e mistério na nova investigação de Jones”

Screen Rant:

“O mistério lento da 2ª temporada revela todos os sinais de que a série está no meio de uma queda livre no segundo ano”

Decider:

“Uma coisa é abordar o arco de um personagem em enfrentar seus demônios, outra é parecer preso ao contrário. Jessica Jones era revolucionária em sua 1ª temporadas e agora parece estar apenas condenada ao passado”

Forbes:

“Com base nos primeiros cinco episódios, a 2ª temporada certamente está construindo uma jornada sólida que deixará o público querendo mais da personagem até o final”

The Mary Sue:

“De uma forma geral, esta temporada é menos atraente graças à sua história e problemas com vilões, mas ainda gosto de me reunir com esses personagens. Ainda é uma série com algo para dizer, sem dúvida”

A segunda temporada de ‘Jessica Jones‘ estreia dia 8 de março.

Crítica | Jessica Jones – 1ª Temporada 

Na série, Jessica Jones (Krysten Ritter) tenta reconstruir sua vida pessoal e carreira como uma temperamental e sarcástica detetive particular em Hell’s Kitchen, bairro de Nova York. Atormentada por autodepreciação e um forte caso de estresse pós-traumático, Jessica luta contra demônios interiores e exteriores, usando suas extraordinárias habilidades para aqueles que precisam… especialmente se eles estão dispostos a pagar a conta.

 

‘Shazam!’: Artista cria colorido pôster do filme

O artista MessyPandas, que já trouxe alguns outros incríveis cartazes inspirados em filmes e séries, desenvolveu um cartaz sensacional de Shazam!’. Confira:

O diretor David F. Sanberg revelou ao ComicBook qual é o real objetivo de Billy Batson em Shazam!’, próximo filme da DC Comics que chega em 2019.

“Ele está tentando encontrar sua família. A mãe dele ainda está viva por aí. Mas assim que ganha esses poderes, ele tenta descobrir o que fazer com eles e como eles funcionam. Para isso, ele precisa do seu amigo Freddie, um especialista em super-heróis, que o ajuda a entender como é ter responsabilidades”

Assista ao trailer:

Dirigido por David F. Sandberg. Com Asher Angel, Zachary LeviJack Dylan GrazerGrace FultonLotta LostenRon Cephas JonesCooper Andrews Mark Strong. O roteiro fica por conta de Henry Gayden (‘Terra Para Echo’).

Todos temos um super-herói dentro de nós, só precisamos de um pouco de magia para que ele surja. No caso de Billy Batson, basta gritar SHAZAM! que este órfão de 14 anos consegue se transforma no super-herói adulto Shazam, um presente de um mago ancião. Ainda criança por dentro, Shazam faz com sua versão tudo o que um adolescente faria com poderes. Ele consegue voar? Tem visão de Raio-X? Consegue lançar raios com suas mãos? Consegue escapar da sua prova de Estudos Sociais? Shazam ainda usa suas habilidades com a imprudência de uma criança, mas precisará dominar seus poderes rapidamente para conseguir lutar contra as forças do mal controladas por Dr. Thaddeus Sivana.

Shazam!’ chega aos cinemas em 05 de Abril de 2019.

Artigo | Por que adaptar saga POLÊMICA pode ser uma boa ideia para ‘Deadpool 3’?

Esse mês ficou marcado pela divulgação da primeira imagem oficial da dupla Deadpool (Ryan Reynolds) e Wolverine (Hugh Jackman) no primeiro filme do Mercenário Tagarela no Universo Cinematográfico Marvel. O grande destaque, claro, foi o novo traje do icônico Logan, enfim fazendo justiça a sua contraparte dos quadrinhos. Após mais de 20 anos, os fãs finalmente tiveram seu desejo atendido de ver o Wolverine de Jackman usando o clássico uniforme amarelo das HQs.

Porém, como alegria de fã dura pouco, é provável que essa seja também a última vez que o público verá Hugh dessa forma. Isso porque essa não foi a primeira vez que um mutante vindo dos filmes da falecida FOX chegou ao MCU e ganhou uma roupagem mais fiel às HQs e animações. Em 2021, o Professor Xavier (Patrick Stewart) de um universo paralelo foi mostrado em Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, usando sua famosa cadeira de rodas tecnológica flutuante. E qual seu destino? A morte.

Em sua introdução, foi usada a música tema da celebrada animação dos anos 90, que ganhará um revival no Disney+ e que, segundo rumores, provavelmente será a base desse universo do qual esse Wolverine do novo filme sairá. Mas por que isso parece um mau agouro para o Carcaju?

 

Há rumores também de que a HQ usada como base para o roteiro de Deadpool 3 será justamente a controversa Deadpool Massacra o Universo Marvel. Ok, chamar essa saga de controversa chega a ser um elogio. O primeiro capítulo da ‘Trilogia das Mortes’ – que é seguida por Deadpool Massacra os Clássicos e Deadpool Massacra Deadpool – é considerado legitimamente ruim, uma obra de mau gosto. Nessa história, em um universo paralelo, o Deadpool segue fazendo suas papagaidas, mas as coisas saem do controle. Então, o Professor Xavier desiste de tentar ajudá-lo a entrar na linha e decide enviá-lo para um sanatório. Não para um tratamento especializado em super-humanos. Pois é, por mais bizarro que pareça, o líder dos X-Men o encaminha para um tratamento psiquiátrico em uma pocilga praticamente clandestina. Lá, Wade é submetido a um procedimento realizado pelo Dr. Benjamin Brighton, o Homem Psíquico, “destravando” uma nova voz na cabeça do Mercenário Tagarela, que toma conta de suas ações e o transforma em uma máquina de matar, disposta a acabar com a farsa da existência de sua realidade.

A partir disso, ele começa uma verdadeira chacina contra os principais heróis do Universo Marvel, mostrando que a história foi escrita mais para preencher uma lacuna de fãs sedentos pela violência gratuita e roteiro preguiçoso. Dessa forma, os autores e ilustradores encontraram maneiras inusitadas, que transitaram entre a criatividade e a forçada na barra, para que o Wade matasse desde os super-heróis mais buchas até os teoricamente imortais, como o Thor (o Deadpool usa as partículas Pym para deixar o Mjölnir gigante quando voltava para o dono, esmagando o Deus do Trovão), Howard, o Pato (esse ele só joga no forno mesmo) e o próprio Wolverine, que fica acorrentado a uma fornalha que o queima em tempos programados, impedindo que o mutante completasse sua regeneração. É uma besteira tão surtada que essa primeira parte termina com o Deadpool quebrando a quarta parede e assassinando os próprios quadrinistas que fizeram a HQ.

Por mais que a história não seja boa, sua premissa é interessante. E como a saga vendeu bem lá em 2012, numa época em que a popularidade do anti-herói crescia exponencialmente nas HQs, com o passar dos anos e seu sucesso absoluto nos cinemas, os novos capítulos desse universo alternativo se desenvolveram nos quadrinhos. Agora, com toda essa bagunça de Multiverso tomando conta do Universo Cinematográfico Marvel, os rumores indicam que a equipe criativa usará como base essa saga para fazer um tipo de Deadpool Massacra o Universo FOX. E o que era apenas boato ganhou força com as imagens vazadas de bastidores mostrando uma luta entre Wade e Logan em frente ao antigo logo da FOX.

Mas antes que isso possa soar como uma má ideia ou até mesmo algo de mau gosto, como os quadrinhos, vale lembrar que a Marvel teve um grande sucesso recente, cujo roteiro foi baseado em uma das piores histórias em quadrinhos de todos os tempos. Sim, Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa (2021) foi inspirado na polêmica Um Dia a Mais, em que Peter Parker começa a sofrer as consequências de ter revelado sua identidade secreta ao mundo, quando sua Tia May é vítima de um atentado dos vilões e fica entre a vida e a morte. Para tentar consertar tudo, Peter faz um pacto com Mefisto, trocando seu casamento com Mary Jane pela vida como era antes, com todos bem e sem ninguém lembrando que Peter Parker é o Homem-Aranha.

A saga é odiada por 99,9% dos fãs do Aranha e se tornou uma das mais infames já feitas em sua história. Mesmo assim, ao adaptar apenas a estrutura e a “essência” dela, os roteiristas conseguiram criar uma história emocionante e que funcionou muito bem para a linguagem cinematográfica, fazendo assim um dos poucos filmes que foram unanimidade na Fase Quatro do MCU. Eles não precisaram ser completamente fiéis a uma história que ninguém gostava, então tiraram apenas aquilo que poderia ajudar a criar a narrativa ideal para proporcionar um recomeço geral para o personagem nas telonas.

‘Sem Volta Para Casa’ levou Peter Parker para uma vida mais próxima de sua versão clássica dos quadrinhos

Da mesma forma, a proposta do novo filme do Deadpool é levar o anti-herói para a linha do tempo principal do MCU. Ou seja, se eles vão usar da sua habilidade de “quebrar a quarta parede” ou apelar para as autoridades temporais da TVA, de Loki (2021), para colocá-lo como um agente responsável por corrigir as bagunças nas linhas do tempo do universo FOX, o importante é conseguir usar essa ideia básica da saga controversa para criar uma história divertida que, acima de tudo, funcione na linguagem cinematográfica.

E como o Deadpool de Ryan Reynolds já fez sucesso com sua pegada mais surtada e de autoparódia, ele permite que a história seja mais viajada, até mesmo zombando das inconsistências dos filmes da FOX – e do atual MCU. É uma chance bem interessante de dar um ponto final no passado e trazê-lo para o futuro dessas novas e conturbadas fases do Universo Cinematográfico Marvel, mesmo que isso signifique ter que se despedir novamente do Wolverine e de outros mutantes consagrados.

Deadpool 3 tem estreia prevista para 2 de maio de 2024. Ansiosos?

Crítica | As Múmias e o Anel Perdido é uma aventura de animação dispensável

Desde que o mundo começou a questionar e a pedir novas representações e representatividade nas produções audiovisuais as produtoras começaram (aos poucos, é verdade) a ouvir esses pedidos e, muitas vezes, a repensar seus roteiros e produções em andamento. Assim, nos últimos anos, temos tido lançamentos, tanto nos cinemas quanto nos streamings, de filmes e séries sobre culturas diversas, com equipe ou elenco pertencente a essas culturas ou cujas construções narrativas tivessem uma preocupação maior em não estereotipar, rir ou diminuir essas culturas. Nesse esforço coletivo, tem havido erros e acertos, mas, acima de tudo, tem se demostrado um grande esforço de todos, o que sinaliza boa vontade, mesmo que não seja perfeito – ainda. 

Nefer (na voz original de Eleanor Tomlinson) é uma princesa do reino das múmias, submerso ao mundo dos homens para protegê-las a todas, para que, desse modo, elas possam viver livremente. Seu pai, o Faraó (voz de Sean Bean), decide que é chegado o momento de casá-la, e, por isso, realiza um ritual de escolha do pretendido – que, acidentalmente, elege Thut (Joe Thomas), um ex-corredor de bigas cujo trauma do passado o impede de competir. Mesmo se sentindo obrigado a casar, os dois tentam uma solução diplomática, e Thut recebe a missão de guardar o anel de noivado para entregá-lo na época certa a Nefer. Porém, quando o ambicioso Lord Carnaby (Hugh Bonneville) descobre o túmulo vazio de uma múmia e, consequentemente, encontra o reino perdido das múmias vivas, a liberdade de todas as múmias do local ficará em risco, e Nefer e Thut deverão não só recuperar o anel perdido, mas também proteger a população.

Com uma hora e meia de duração, ‘As Múmias e o Anel Perdido’ estreia nos cinemas brasileiros a partir do final de semana pós-Carnaval como uma grande aposta da Warner em angariar o público que ainda está naquele período de transição, entre o fim das férias e a volta às aulas e também que não é tão criança, mas ainda não é tão adolescente assim. 

Esteticamente bem feito, não passa despercebido, porém, o tom ocidental imprimido na narrativa do roteiro de Javier López Barreira e Jordi Gasull ressoando ao longo do enredo, mesmo que nos menores detalhes, que o talvez ao espectador menos crítico passe despercebido, mas que, porém, ao público que anda atento e exigente por narrativas representativas fica bem evidente. Exemplos ocorrem quando as múmias chegam a Londres e reconhecem o local como de grande prosperidade, comparando-o ao reino de Roma; quando Nefer, ao chegar numa apresentação teatral egípcia, pergunta qual colônia seria aquela; ou, acima de tudo, no tom de pele claro demais para múmias que se dizem egípcia – em épocas em que se retoma o tom de pele negro de Cleópatra, desenhar múmias egípcias com tom de pele claro e narizes finos é complicado… Por outro lado, é visível o esforço na construção desses personagens – dessa vez caracterizados com seus desenhos nos rostos. Dava para Juan Jesús Garcia Galocha, como diretor, ter repensado esses pontos.

Salvo este quesito, ‘As Múmias e o Anel Perdido’ é uma aventura de animação divertidinha e engraçada em alguns aspectos, bem-feita e antenada na garotada, com toques de Tik Tok e Just Dance. Uma opção para a garotada encerrar as férias no cinema.

‘Vingadores: Ultimato’: Joia do Infinito e Xandar podem ser a chave para derrotar Thanos

Dentre as seis Joias do Infinito, apenas uma Thanos adquiriu fora das telas. Antes dos eventos de ‘Vingadores: Guerra Infinita’, o personagem devastou o planeta alienígena de Xandar para capturar a Joia do Poder.

Partindo dessa ideia, um dos fãs da franquia acredita não apenas que essa cena irá aparecer em ‘Ultimato’, como também será de suma importância para os heróis derrotarem o Titã de uma vez por todas.

Originalmente compartilhado pelo usuário w2amit, a teoria acredita que os estúdios Marvel resolveram mudar a cor de seu logo original ao buscar referências da própria Joia do Poder. E com a teoria significando que essa pedra será a ruína de Thanos, é possível que os Vingadores remanescentes tenham que voltar no passado para reaver o objeto.

A Joia em questão apareceu pela primeira vez em ‘Guardiões da Galáxia’, e então foi transferido para as mãos da Nova Corps em Xandar, no final do longa. E pensando na cronologia do cânone Marvel, o primeiro filme da franquia se passou mais ou menos em 2014. Sabemos que Thanos aguardou até a morte de Odin (Anthony Hopkins) para começar a coletar as Joias do Infinito – e então chegamos em 2017.

Isso dá aos Vingadores uma janela considerável para voltar no tempo, ao momento em que sabem que a pedra foi roubada. Claro, depois de chegarem a Xandar, a história não passa de novas especulações. E já que não sabemos absolutamente nada de certeiro sobre o plot, qualquer coisa é possível.

Dirigido por JoeAnthony Russo, o longa trará Robert Downey Jr.Chris HemsworthMark RuffaloChris EvansScarlett JohanssonDon CheadleTom HollandChadwick Boseman e inúmeros outros nomes familiares de volta às telonas, além de introduzir Brie LarsonPaul Rudd como Capitã Marvel e Homem-Formiga, respectivamente, na equipe.

Vingadores: Ultimato estreia no dia 25 de abril de 2019.

Crítica | American Horror Story – 09×02: Mr. Jingles

Na semana passada, American Horror Story voltou para sua nona e promissora temporada, prometendo resgatar os bizarros e propositalmente chocantes elementos que transformaram a antologia em um clássico instantâneo. E, ainda que o primeiro episódio tenha se discorrido entre altos e baixos, conseguiu refletir o comprometimento de Ryan Murphy e Brad Falchuk em recuperar um brilho narrativo outrora perdido – eventualmente satisfazendo aquilo pelo que todos clamavam há alguns anos. Agora, com a exibição do segundo capítulo, percebemos que a subtitulada ‘1984’ tem um imenso potencial se transformar em uma das melhores (senão a melhor) das iterações dessa série, mesmo que os conhecidos nomes desse panteão sobrenatural não tenham marcado presença.

Se ‘Camp Redwood’ serviu como um interessante, porém comedido prólogo para essa sinistra aventura, ‘Mr. Jingles’ mergulha num frenético ritmo que não se acua em nenhum momento – transformando os pouco mais de 40 minutos em um show de horrores drenado diretamente de qualquer filme slasher que você consiga pensar. Como se não bastasse, o diretor John J. Gray imprime uma identidade ao mesmo tempo familiar e inédita para as obrigatórias afetações cênicas tão característica da sombria mente de Murphy, contribuindo para que nenhuma das cenas represente um excesso estético ou perturbador, mas contribua para que compreendamos o tenso pano de fundo que fica mais crível e mais mortal.

Seguindo os passos da iteração predecessora, o novo episódio também se inicia com um prólogo, desta vez delineando a primeira vítima do serial killer que empresta seu nome ao título (interpretado pelo irreconhecível John Carroll Lynch em mais um de seus icônicos papéis). Já por aqui, temos noção de sua perturbada mentalidade e da perturbada personalidade que o fez cometer crimes hediondos, como realizar um massacre no acampamento Redwood antes de ser internado num manicômio; agora, ele está solto e retorna para o suposto porto-seguro em busca de vingança, provavelmente para terminar o trabalho não finalizado com a calculista e religiosa Margaret Booth (Leslie Grossman).

Entretanto, não é o conhecido caminho sanguinolento trilhado pelo antagonista que nos chama a atenção, e sim que ele tem completa ciência do que faz e do porquê faz. Diferente de Michael Myers ou Jason Vorhees, Mr. Jingles, cujo inocente e quase cômico apelido serve apenas para reafirmar sua cruel existência no mundo, transcende nossas expectativas com diálogos irônicos que não só tangenciam, mas invade o escopo de um sarcasmo psicótico que não vai parar por nada. E, conforme a trama se torna mais intrincada, percebemos que ele pode ter uma backstory mais complicada do que imaginaríamos.

Porém, o grupo de jovens que ofereceu seus serviços como monitores daquele verão não tem apenas ele com quem se preocupar: um outro “incompreendido” assassino está à solta, dessa vez atendendo pelo nome de Richard Ramirez (Zach Villa), que consegue de alguma forma inexplicável rastrear sua vítima Brooke (Emma Roberts) e fazê-la reviver seu pesadelo mais uma vez. Todavia – e aqui jaz a primeira virada do roteiro -, Richard cruza caminho com Margaret e demonstra um lado vulnerável, enquanto a supervisora do acampamento delineia uma gritante e problemática índole que deve ser principal tema das semanas seguintes.

Murphy e Falchuk cedem o lugar de roteiristas para o conhecido colaborador Tim Minear, que também não pensa duas vezes antes de nos engolfar em um constante bombardeio de reviravoltas. Em uma análise individual – ou seja, nos contentando com a análise do episódio em si -, Minear brinca de forma sagaz com o que lhe é entregue e também com toda sua bagagem das famosas produções de época que até hoje servem de referência para artistas contemporâneos. De modo convincente, ele adiciona uma camada literalmente fantasmagórica ao permitir que as vítimas de Jingles voltassem à vida em busca de fechar suas pendências; afinal, se pensarmos de uma perspectiva espiritualista, seu tempo no mundo terreno chegou ao fim de forma abrupta e os deixou vagando sem rumo por aí, presos em um eterno presente (como os personagens de Hotel).

Para além disso, o roteiro também aproveita certas nuances para premeditar outros twists – ainda não confirmados, é claro, mas tomados por um foreshadowing chocante. Ao que tudo indica, Margaret, além de ter sido a única sobrevivente das ações condenáveis do serial killer, pode estar escondendo segredos que revelem suas reais intenções em reabrir Redwood – e que podem estar mascaradas por sua performance como a perfeita católica.

Se Grossman rouba a atenção, ela não está sozinha: Billie Lourd aparenta ter se livrado completamente de suas amarras anteriores, que a restringiam a atuações blasé e sem qualquer desenvolvimento catártico, para se render à tragicômica Montana Duke. Roberts, apesar de ofuscada em seu crescente vitimismo que de certa forma nos relembra Sarah Paulson em Cult, aproveita o espaço para oferecer relances explicativos sobre seu arco traumático e obscuro, por assim dizer.

American Horror Story: 1984’ voltou a nos conquistar mais uma vez em uma deliciosa e inteligente narrativa que, assim como sua temporada de estreia, se vale de saudosismos clássicos sem se respaldar por completo na nostalgia pura. É certo dizer que talvez Minear tenha abusado demais de um ritmo incontrolável, roubando dinamismo dos próximos capítulos; mas teremos que esperar para ver – e o futuro do show parece mais radiante do que nunca.

‘La Casa de Papel’: 4ª temporada ganha cartaz oficial; Confira!

Netflix divulgou um novo cartaz oficial da 4ª temporada de La Casa de Papel.

Confira:

A próxima temporada será lançada na plataforma no dia 03 de abril de 2020.

Assista:

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/3020709707960392/?vh=e&d=n

 

Criada por Álex Pina, a série inicialmente era uma minissérie de 15 episódios, mas foi reeditada pela Netflix em duas partes, que posteriormente optou por dar continuidade à produção depois de sua enorme popularidade.

O professor e sua gangue precisarão fazer um assalto impossível: invadir o Banco da Espanha, localizado na praça de Cibeles, em Madrid. O banco tem um sistema de segurança impecável: é localizado a 50 metros abaixo da superfície, abaixo da água e contando apenas com três portas blindadas em sua entrada.

O elenco inclui Úrsula Corberó (Tóquio), Álvaro Morte (O Professor), Jaime Lorente (Denver), Miguel Herrán (Rio), Darko Peric (Helsinque), Alba Flores (Nairóbi), Esther Acebo (Estocolmo), Itziar Ituño (Raquel Murillo), Enrique Arce (Arturo), Kiti Mánver (Mariví), Pedro Alonso (Berlim), Juan Fernández (Coronel Prieto) e Mario de la Rosa (Suarez).

‘Club Future Nostalgia’: Álbum remix de Dua Lipa será lançado no final de agosto

Depois de anunciar que “Levitating” ganharia um remix ao lado das lendárias cantoras e compositoras MadonnaMissy ElliottDua Lipa revelou que seu aclamado álbum de Future Nostalgia seria relançado com diversas colaborações.

Intitulado ‘Club Future Nostalgia, a reedição já tem colaborações confirmadas de Gwen StefaniMark Ronson. Com estreia marcada para o dia 21 de agosto, boatos indicam que nomes como Kylie MinogueZara Larsson, Ed Sheeran e Charli XCX também participarão do projeto.

Além disso, rumores afirmam que o novo álbum terá quatro novas faixas: “Never Ending”“Love Me Better”“Disco Goes On”“If It Ain’t Me”.

O álbum original, foi lançado em 27 de março, tornou-se um dos mais bem recebidos do ano, conquistando a pontuação 88/100 no agregador de reviews Metacritic.

Future Nostalgiaé composto por 11 faixas e também inclui as músicas promocionais “Physical”“Don’t Start Now”.

Crítica | ‘Future Nostalgia’ é um álbum impecável e viciante do começo ao fim

Dua Lipa ganhou fama em 2017 com o lançamento de seu CD homônimo – que rendeu-lhe o Grammy de Artista Revelação dois anos mais tarde.

‘Snowfall’: 4ª temporada ganha data de estreia!

FX divulgou hoje (17) que a 4ª temporada de Snowfall já tem data de estreia: 24 de fevereiro de 2021.

Confira o primeiro teaser:

 

A série foi criada por Dave AndronEric AmadioJohn Singleton.

A história gira em torno da epidemia de cocaína que ganhou os holofotes em Los Angeles nos anos 1980.

O elenco conta com Isaiah JohnAmin JosephMarcus HendersonDamson IdrisCarter HudsonSergio Peris-MenchetaMichael HyattEmily RiosAngela Lewis.

‘O Legado de Júpiter’: Nova série da Netflix é MASSACRADA pela crítica internacional; Confira!

A vindoura série ‘O Legado de Júpiter‘ estreou ontem (07) no catálogo da Netflix e, ao que tudo indica, falhou em todos os aspectos e não cumpriu com as expectativas prometidas.

No Rotten Tomatoes, a primeira temporada amargou apenas 20% de aprovação, com nota 4.6/10 baseada em 5 reviews (até o momento).

Confira as principais críticas abaixo:

O Legado de Júpiter é diferente o bastante das produções mainstream de super-heróis da Disney e da Warner Bros. – mas o motivo é uma escolha tonal que é arrastada para três direções distintas” – ComicBook.com.

“Procurando por dinâmicas familiares disfuncionais? ‘The Umbrella Academy’ é mais divertido. Gosta de flashbacks que exploram traumas geracionais? ‘Watchmen’ é muito mais inteligente” – Digital Spy.

“No mínimo, O Legado de Júpiter tem atuações admiráveis e figurinos excepcionais. A primeira temporada tem duas histórias e apenas finaliza uma delas. Ao menos uma delas vale muito a pena assistir” – WhatToWatch.

“Com uma narrativa clichê que já vimos inúmeras vezes, [a série] parece ter sido lançada alguns anos tarde demais” – We Have a Hulk.

“O primeiro volume de O Legado de Júpiter parece um prólogo de uma série muito melhor” – ComicBookMovie.com.

A série é dirigida por Steven S. DeKnight (‘Demolidor’) e Brian e Mark Gunn.

“Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar o legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, famintos por provar seu valor, lutam para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais.”

A trama será estrelada por Josh Duhamel (Sheldon Sampson), Ben Daniels (Walter Sampson); Leslie Bibb (Grace Sampson), Elena Kampouris (Chloe Sampson), Andrew Horton (Brandon Sampson), Mike Wade (Fitz Small) e Matt Lanter (George Hutchence).

‘Maria Antonieta’: Série da roteirista de ‘A Favorita’ é adquirida pela BBC

Segundo a Variety, a BBC adquiriu os direitos de produção e de exibição de ‘Maria Antonieta’, nova série de Deborah Davis (‘A Favorita’).

A série, composta por oito episódios, é focada na icônica monarca que, aos 14 anos, deixou a Áustria para se casar com o Delfim da França, onde cresceu navegando pelas leis da corte local e pela pressão de continuar a dinastia Bourbon com um herdeiro homem. Até hoje, ela é considerada um símbolo da moda e relembrada por seu carisma, sua independência e por rumores que minavam sua reputação nos corredores de Versalhes.

Emilia SchüleLouis Cunningham darão vida a Maria Antonieta e Louis XVI, respectivamente. Jack ArcherJames Purefoy completam o elenco.

Louise IronsideAvril E. RussellChloë Moss foram contratadas para assinar o roteiro, enquanto Pete TravisGeoffrey Enthoven entram como diretores.

As informações também indicam que a produção será rodada nos principais locais frequentados pela rainha, incluindo o Palácio de Versalhes, o Vaux-le-Vicomte, o Lésigny, o Champs, o Voisins e também os estúdios Bry-sur-Marne.

‘Maria Antonieta’ ainda não tem previsão de lançamento.

Rihanna – 34 Anos | As 10 Melhores Músicas de um dos Maiores Ícones da Cultura Pop

Rihanna é um nome automaticamente reconhecível por, bem, qualquer pessoa que já tenha aberto uma playlist do Spotify ou do YouTube.

Nascina Robyn Rihanna Fenty, a performer fez sua estreia no mundo da música em 2005 com ‘Music of the Sun’ e, desde então, trilhou uma carreira de extremo sucesso que lhe rendeu algumas das canções mais icônicas de todos os tempos – afinal, como se esquecer de “Umbrella” ou de “Don’t Stop the Music”? Mas sua maior conquista foi ter se mantido viva na memória da cultura pop por tantos anos (e mesmo depois de tantos anos sem ao menor ter entrado em um estúdio ao que tudo indica).

Com mais de 250 milhões vendidos ao redor do mundo, 14 faixas em #1 da Billboardnove prêmios do Grammy, Rihanna se consagra, ano após ano, como um dos maiores ícones do cenário fonográfico e da indústria empresarial, visto que é a cantora mais rica da atualidade com uma rede financeira de mais de US$1,7 bilhão. Como se não bastasse, ela também se envolveu com causas humanitárias, a moda e o cinema, e foi declarada como Heroína Nacional de Barbados, seu país de origem.

No dia de hoje, 20 de fevereiro, a artista completa 34 anos e nada melhor que celebrar seu aniversário com uma singela matéria especial com suas dez melhores canções.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

10. UMBRELLA, feat. Jay-Z

Álbum: Good Girl Gone Bad

Poucas músicas têm o impacto que “Umbrella” teve na cultura pop contemporânea. Misturando elementos do pop e do R&B, a faixa foi um dos singles mais bem-sucedidos de ‘Good Girl Gone Bad’, alcançando primeiro lugar da Billboard Hot 100 e colocando Rihanna no centro dos holofotes ao ajudá-la a ganhar reconhecimento internacional – além de ter levado para casa um Grammy Award de Melhor Colaboração Rap/Sung.

9. REHAB, feat. Justin Timberlake

Álbum: Good Girl Gone Bad

“Rehab” se consagra como uma das semi-baladas mais potentes e honestas da carreira de Rihanna e a une em uma química inexplicavelmente envolvente com Justin Timberlake. Aqui, temos a proeminência do R&B através de uma narrativa que gira em torno de memórias dolorosas de um ex-amante retratado como doença – e, dessa forma, levando a cantora a precisar de reabilitação.

8. NEEDED ME

Álbum: ANTI

Em seu 8º álbum de estúdio, ‘ANTI’, Rihanna resolveu retornar para o passado com maestria invejável – e “Needed Me” é um dos vários ápices da produção. Com versos escritos com exímia paixão pela arte musical, a faixa é uma ode ao electro-R&B e mergulha em um experimentalismo que a acompanharia ao longo da obra. Além disso, temos elementos de um modernizado dubstep que enfeitam a produção de DJ Mustard.

7. MAN DOWN

Álbum: Loud

Rihanna se tornou uma criminosa com a canção “Man Down”, que alcançou status atemporal em pouquíssimo tempo e foi redescoberta anos depois como uma de suas assinaturas. Na trama, ela discorre de forma fria e calculista como assassinou um homem (fator que explica o título da faixa), através de versos bastante explícitos como “não queria machucá-lo, poderia ser o filho de alguém” e uma predisposição apaixonante pelo reggae e pela eletrônica.

6. HATE THAT I LOVE YOU, feat. Ne-Yo

Álbum: Good Girl Gone Bad

“Hate That I Love You” pode não vir à mente quando pensamos nas melhores de Rihanna, mas certamente merece um lugar em nossa lista – ainda mais por representar o suprassumo das baladas R&B dos anos 2000. Colaborando com Ne-Yo, um dos nomes de maior reconhecimento da época, em uma desconstruída declaração de amor entre duas pessoas (marcada por vocais impecáveis e uma confiança performática de tirar o fôlego).

5. SHUT UP AND DRIVE

Álbum: Good Girl Gone Bad

“Shut Up and Drive” é uma das músicas mais subestimadas da artista e merece o quinto lugar de nosso ranking por representar uma grande transição de Rihanna do R&B para um apelo mais mercadológico e funcional: aqui, ela não pretende revolucionar a indústria ou sequer se apoiar em incursões mais conceituais – pelo contrário, é notável como a cantora se diverte como nunca antes em um estilo grunge electro-pop-rock regado a new wave, expressando seus desejos de forma despojada e dançante.

4. TAKE A BOW

Álbum: Good Girl Gone Bad

“Take a Bow” pode não ter uma produção original, por assim dizer, visto que leva em conta algo que nomes como Alicia KeysMariah Carey já haviam feito alguns anos antes. O que nos chama a atenção, de fato, são os versos assinados por Mikkel S. EriksenTor Erik HermansenShaffer Smith e a rendição um tanto quanto sarcástica da performer. O sucesso de público foi imediato e garantiu a Rihanna mais um #1 na Hot 100.

3. HIGHER

Álbum: ANTI

Se você nunca ouviu “Higher”, não tem ideia do que está perdendo. O único defeito de uma das músicas mais ovacionadas da carreira de Rihanna, presente no álbum ‘ANTI’, é sua curta duração: a amálgama artística na canção beira o divino, seja pelos explosivos e dramáticos vocais da cantora, seja pela propositalmente anacrônica produção que une bluesjazzR&B e um pouco de electro-trap, canalizadas para uma potente e espetacular balada.

2. WORK, feat. Drake

Álbum: ANTI

Talvez como nunca, o lead single de ‘ANTI’ seja a declaração política e cultural de Rihanna de que devemos exaltar os gêneros que vieram da América Latina e da comunidade negra – visto que, muitas vezes, são incorporados por artistas brancos sem o devido crédito. Em “Work”, RihannaDrake são vida a uma celebração dancehallreggae-popR&B que foge do exagero e aposta no minimalismo sinestésico.

1. LOVE ON THE BRAIN

Álbum: ANTI

Nenhuma outra faixa poderia ocupar o primeiro lugar da nossa lista além de “Love on the Brain”. Apesar de não ter vindo acompanhado de um videoclipe oficial, a canção representa o auge das pulsões criativas de Rihanna – já com dominação total de sua imagética sonora e do que gostaria de trazer a seus fãs (algo interessante, considerando que seu ápice veio com o último álbum que lançou).

Essa é uma das músicas que, independente de ter feito sucesso comercial ou não, merece nossa atenção – o que não é o caso, visto que atingiu o 5º lugar da Hot 100. Nostálgica, retumbante e narcótica em todos os seus aspectos, a iteração permite que Rihanna entregue uma performance memorável que faz alusão aos anos 1950 e 1960, rendendo-se às baladas souldoo-wop.

Dia do Rock | 30 ícones do rock que você PRECISA conhecer

Nosso especial do Dia do Rock continua a todo vapor.

Agora, em homenagem aos incríveis artistas que influenciaram suas gerações e que servem de inspiração para os nomes contemporâneos, separamos uma breve lista com 20 ícones do gênero que você precisa conhecer – passando dos mais conhecidos, como AerosmithThe Beatles até Annie Lennox e The Runaways.

Confira:

SISTER ROSETTA THARPE

Rosetta Tharpe é conhecida, até hoje, como a Madrinha do rock and roll – e tornou-se uma superestrela com sua guitarra, viajando pelo mundo e agraciando o público com seu talento único. Nos anos 1960, ela introduziu aos britânicos o electric-blues, influenciando mais de uma década de artistas com suas produções mirabolantes, além de ter servido de inspiração para Elvis Presley (com quem inclusive trabalhou).

PRINCE

É claro que não poderíamos deixar Prince de fora da nossa lista – afinal, o icônico artista consegue “fazer tudo bem”, de acordo com o Hall da Fama do Rock and Roll. Conhecido por suas fusões entre funkR&Brockpop e vários outros estilos, o cantor e compositor eternizou canções como “Purple Rain” na história da música e introduziu ao mundo o “som de Minneapolis”. Não é à toa que ele seja um dos maiores performers de todos os tempos e continua influenciando inúmeros nomes da contemporaneidade – como, por exemplo, Janelle MonáeAdam Lambert.

CHUCK BERRY

Chuck Berry, assim como Rosetta Tharpe, tem uma importância inestimável não apenas para o rock, mas para o cenário fonográfico em si. Cunhado como o Pai do rock and roll, Berry é exaltado como um teorista magistral do gênero em questão e um gênio conceitual, como bem apontou o jornal The New York Times. Dentre as várias personalidades que influenciou, podemos citar Elvis PresleyLittle RichardBuddy Holly – ora, até mesmo os Beatles pegaram elementos de sua carreira emprestados para ascenderem à fama.

TINA TURNER

São poucos os artistas que conseguem alcançar o legado deixado por Tina Turner na indústria do entretenimento. A artista dominou os anos 1960 e 1970 com um estilo único, vibrante e recheado de vocais e movimentos esplêndidos – aproveitando a ascensão da música pop para imprimir uma identidade que misturasse gêneros. Vencedora de oito estatuetas do Grammy, Turner serviu de inspiração para a lendária Joan Jett, além de ser musa de artistas mais recentes, como Miley CyrusKelly ClarksonPink.

MEMPHIS MINNIE

Se você nunca ouviu falar de Memphis Minnie, provavelmente deveria aproveitar esse dia tão icônico para conhecê-la. Quebrando as regras de gênero que lhe eram impostas, Minnie transformou-se em um ícone do rock e, inclusive, venceu o guitarrista Big Bill Broonzy em uma competição julgada por Muddy Waters. Não bastasse suas habilidades de tirar o fôlego, Minnie também assinou a clássica canção “When the Levee Breaks”, que ganharia fama através da banda Led Zeppelin.

LITTLE RICHARD

Little Richard não apenas é um dos nomes mais conhecidos do cenário rock, como também insurge como um dos emblemas da comunidade LGBTQIA+. Em uma de suas aparições públicas, Richard chamou a si mesmo de “rainha do rock“, em contrapartida a Elvis Presley, a quem havia influenciado. Desafiando as normas de gênero através de uma presença de palco extravagante, Richard influenciou cantores como Elton JohnDavid Bowie, além de amalgamar temas como sexualidade, religião e vício em drogas em suas canções.

JIMI HENDRIX

Quem nunca ouviu falar de Jimi Hendrix provavelmente está mentindo. Afinal, Hendrix, desde muito cedo em sua carreira musical, fez de tudo, menos se conformar com o cenário mainstream, que o afastava tanto dos convencionalismos do R&B quanto do escopo underground da cena rock. Mas sua maior conquista foi ter redefinido a presença da guitarra elétrica com técnicas de acorde únicas e esplendorosas – que ficaria conhecido como o “Acorde Hendrix”.

PEGGY JONES

Conhecida como a Mãe do rock and rollPeggy Jones ganhou fama depois de participar como membro da banda de Bo Diddley. Eles começaram a trabalhar juntos em meados dos anos 1950 e tornou-se uma das primeiras (senão a primeira) guitarrista mulher a ter visibilidade considerável dentro do cenário fonográfico, segundo a History’s Greatest. Jones foi catapultada ao sucesso por suas investidas experimentais e suas inovações técnicas que ficariam marcadas na história – influenciando até mesmo bandas mais atuais de heavy metal.

ELTON JOHN

Elton John jamais poderia ficar de fora da nossa lista, ainda mais considerando sua contínua expressividade no cenário musical. Encontrando sucesso comercial e crítico a partir dos anos 1970, John já lançou nada menos que 31 álbuns de estúdio, tendo colaborado com o liricista Bernie Taupin em uma fusão explosiva e bastante colorida de rockpop-rockglam-rock. Tendo conquistado inúmeros prêmios ao longo de sua vida, incluindo duas estatuetas do Oscar, John influenciou uma legião de artistas, incluindo Lady GagaRina SawayamaAdam Lambert.

DAVID BOWIE

Com uma carreira marcada pela reinvenção e por apresentações visuais estupendas – cuja estética viria a influenciar nomes como Lady Gaga e Lorde -, David Bowie permanece como um dos musicistas de maior sucesso crítico e comercial de todos os tempos e carrega consigo um legado infindável, sendo até mesmo creditado como o Melhor Astro de Rock de Todos os Tempos pela revista Rolling Stone no ano de sua morte. Mais do que isso, Bowie nunca escondeu sua sexualidade e se tornou um símbolo da representatividade LGBTQ+ desde o momento em que abraçou o glam rock e abandonou o tradicionalismo fonográfico, abrindo espaço para um vanguardismo continua refletindo no cenário contemporâneo

ANNIE LENNOX

Depois de fazer um moderado sucesso no final dos anos 1970, Annie Lennox tornou-se mundialmente famosa ao integrar o grupo de synth-rock Eurythmics – ainda mais com sua performance memorável no videoclipe de “Sweet Dreams (Are Made of This)”. A contralto foi nomeada como uma das melhores cantoras vivas e uma das melhores de todos os tempos pela revista Rolling Stone. Como se não bastasse, Lennox é uma ativista sociopolítica nas questões sobre HIV/AIDS, principalmente no continente africano.

JONI MITCHELL

Variando entre diversos estilos que incluem rockfolk e jazzJoni Mitchell ganhou nada menos que nove estatuetas do Grammy, além de ter sido incluída no Hall da Fama do Rock and Roll em 1997. Uma das mais importantes e influentes artistas do final do século passado, Mitchell é conhecida por músicas como “Chelsea Morning”“The Circle Game”.

ELVIS PRESLEY

É claro que o Rei do Rock não ficaria de fora da nossa lista. Sendo um dos ícones mais significativos da cultura pop mundial, Elvis Presley começou sua carreira no começo dos anos 1950 e logo ascendeu ao sucesso com performance provocativas e sensuais que seriam imitados por outros ícones da música. Pioneiro do rockabilly e vencedor de três Grammys, Elvis é conhecido por músicas como “Heartbreak Hotel”“Love Me Tender”“Can’t Help Falling In Love”.

THE ROLLING STONES

A banda de rock britânica The Rolling Stones se formou em 1962 e colocou Mick JaggerBrian JonesKeith Richards e tantos outros no topo do mundo. Identificando-se com a contracultura jovem da década de 1960, seu estilo musical tem fortes raízes no blues e no rock clássico. Através de centenas de prêmios e de canções icônicas, foi incluído no Hall da Fama em 1989 e é considerado como um dos maiores grupos musicais da história.

METALLICA

Metallica é uma banda de heavy metal extremamente influente e compõe o seleto grupo dos “quatro grandes” do thrash metal ao lado de SlayerAnthraxMegadeth. Vendendo mais de 125 milhões de álbuns ao redor do mundo, o grupo já levou para casa nove estatuetas do Grammy (com seus últimos seis álbuns tendo debutado diretamente no topo da Billboard 200). Seus integrantes são conhecidos por mudar o cenário do rock através de expansões do gênero e de intrincadas composições.

AEROSMITH

Tendo incorporado elementos do heavy metal e do R&B ao tradicionalismo clássico do blues e do hard-rockAerosmith não apenas tem uma das canções de amor mais famosas de todos os tempos (“I Don’t Wanna Miss a Thing”), como também inspirou diversos artistas com o passar do tempo. Donos de sucessos críticos e comerciais como “Livin’ on the Edge”“Janie’s Got a Gun”, o grupo estadunidense vendeu mais de 150 milhões de álbuns ao redor do mundo e levou para casa quatro estatuetas do Grammy.

VAN HALEN

A banda Van Halen é conhecida principalmente por seus enérgicos e impecáveis shows, mas também é a principal responsável por levar o hard rock de volta para a esfera mainstream. Com mais de 80 milhões de álbuns vendidos, seu sucesso sem precedentes estourou no em que o grupo se formou, em 1972, estendendo-se até os dias de hoje (por mais que estejam em hiato desde 2015).

BOB DYLAN

Bob Dylan é um dos patronos da cultura pop há mais de cinquenta anos. O musicista, que também trabalha como artista visual e literário, já lançou 39 álbuns de estúdio e, em 2016, levou o prêmio Nobel de Literatura para casa por imprimir uma nova perspectiva poética às construções fonográficas. Suas canções se tornaram hinos de prosperidade e foram utilizados durante protestos pelo direitos civis e contra a guerra. Com dez Grammys em sua carreira, Dylan desafiou as convenções musicais e apelou sua identidade para a crescente contracultura dos anos 1960.

THE BEATLES

O grupo formado por John LennonPaul McCartneyGeorge HarrisonRingo Starr é simplesmente a boyband mais antiga da história da música e, até hoje, permanecem como os artistas mais influentes de todos os tempos. Ganhando reconhecimento ao utilizar a contracultura do rock para levá-la ao panorama mainstream, a banda sempre conseguiu explorar diversos gêneros musicais de forma impecável – permanecendo, até hoje, como o ato fonográfico mais vendido (com aproximadamente 600 milhões de unidades adquiridas ao redor do mundo).

THE RUNAWAYS

Em apenas quatro anos (o tempo que a carreira do grupo se manteve na ativa), The Runaways tornou-se uma das girlbands mais influenciáveis e importantes da música. Conhecidas por sucessos como “Cherry Bomb”“Queens of Noise”“Born to be Bad”, o grupo abriu caminho para muitas artistas femininas dos últimos 30 anos – como L7The Donnas e Vixen -, sendo citadas como inspiração de diversos nomes da indústria.

BRUCE SPRINGSTEEN

Munido de seu violão ou de sua guitarra, Bruce Springsteen ganhou aclame da crítica e do público ao surgir no cenário musical no começo dos anos 1970. Falando sobre temas como luta de classes e utilizando poesia para compor suas envolventes e emocionantes canções, sua carreira já se estende por cinco décadas e incluem faixas como “Badlands”“Streets of Philadelphia”“Born to Run”. Springsteen tem em seu legado 20 prêmios do Grammy, dois Globos de Ouro, um Oscar e um Tony Award.

JOAN JETT

Uma das fundadoras do grupo The Runaways certamente merecia um espaço único para seu memorável e imortal legado. Joan Jett é a voz por trás de “Cherry Bomb”“Light of Day”“Dirty Deeds” – e é descrita como a Rainha do Rock’n’Roll e a Madrinha do Punk. Em 2015, ela foi acrescentada do Hall da Fama por sua importância artística e por sua forte presença no cenário feminista.

RITA LEE

Quando pensamos no cenário musical brasileiro clássico, nossa mente logo coloca Rita Lee entre os principais nomes. E não é por menos: a Rainha do Rock nacional é uma voz ativa tanto política quanto artisticamente desde quando integrava o grupo Os Mutantes. Misturando o rock à psicodelia do tropicalismo e do new wave, Lee já vendeu 55 milhões de discos ao redor do mundo e foi a pioneira do hibridismo de gêneros. Sua obra-prima, ‘Fruto Proibido’, é um marco na história brasileira e entrou para a lista dos melhores discos nacionais da revista Rolling Stone.

PATTI SMITH

Patti Smith é uma incrível e completa artista que começou sua carreira no cenário nova-iorquino dos anos 1970. Pioneira do movimento punk-rock nos Estados Unidos, Smith ganhou aclame por sua amálgama artista entre rock e poesia – e roubou os holofotes com a canção “Because the Night”, co-escrita com Bruce Springsteen. Responsável pela identidade musical de nomes como Courtney LoveMadonna, a artista também é uma ativista política contra as ofensas bélicas estadunidenses no Oriente Médio, principalmente.

BLONDIE

Fundada pela cantora Debbie Harris e pelo guitarrista Chris SteinBlondie é um grupo de rock estadunidense responsável pelo pioneirismo do punk e do new wave na cidade de Nova York nos anos 1970. Misturando estilos musicais que incorporavam elementos do disco, do pop, do reggae e até mesmo de um primitivo rap, a banda é conhecida por sucessos como “The Tide Is High”“Call Me”“Heart of Glass”. Em 2016, entraram para o Hall da Fama do Grammy.

TITÃS

O grupo de rock alternativo paulistano Titãs ganhou reconhecimento nacional e até mesmo internacional após pincelarem diversas canções com fusões inesperadas de estilos musicais que variavam entre o new wave e a MPB. Em 2009, levaram para casa o Grammy Latino, além de terem vendido quase 6,5 milhões de discos em quarenta anos de carreira – colocando-os na lista da bandas mais bem-sucedidas do Brasil.

BARÃO VERMELHO

Ao lado de Legião UrbanaParalamas do Sucesso Titãs, a banda Barão Vermelho é considerada até hoje como um dos quatro atos musicais brasileiros mais influentes da década de 1980. Com quase quarenta anos de carreira, o grupo é conhecido por sucessos de crítica e comerciais como “Todo Amor que Houver Nessa Vida”“Pro Dia Nascer Feliz”“Política Voz” – além de ter catapultado a carreira de nomes como CazuzaRoberto Frejat.

CÁSSIA ELLER

Cássia Eller nos deixou muito cedo – principalmente depois de uma meteórica e importantíssima carreira. Ativista dos direitos LGBTQ+ por toda a sua vida, ela foi uma das maiores representantes do rock nacional dos anos 1990 e eleita a 40ª maior artista da música brasileira pela Rolling Stone. Em 2002, levou para casa um Grammy Latino póstumo por seu álbum ‘Acústico MTV’, consolidando seu imortal legado.

PITTY

Pitty é uma das, senão a maior representante do rock brasileiro contemporâneo, dominando a cena nacional há mais de uma década. Tendo concorrido quatro vezes ao Grammy Latino, seu ácido liricismo e seu potentes vocais são as principais armas das quais se vale. Conhecida na Europa, nos Estados Unidos e no Japão, seus principais singles incluem “Amirável Chip Novo”“Equalize”“Memórias“Na sua Estante”.

JANIS JOPLIN

Janis Joplin também nos deixou muito cedo, com apenas 27 anos. Dona de uma voz única e de uma paixão pela arte musical e suas provocativas rendições a colocaram no Hall da Fama em 1995, além de ter vendido mais de 15 milhões de discos em apenas oito anos. Adorada mundialmente, Joplin é constantemente citada como influência de ícones contemporâneos – como Florence WelchStevie NicksPink.

HBO Max cancela QUATRO séries de uma vez e assinantes estão REVOLTADOS

HBO Max passou a faca em seu catálogo nos últimos dias e cancelou nada menos que quatro séries de uma só vez.

As produções que não terão mais episódios são: a comédia Minx (que inclusiva estava renovada para a 2ª temporada, mas tal decisão foi revertida), a fantasia de época The Nevers, a antologia Love Life e o reality de competição Legendary.

É claro que a notícia não agradou aos fãs das produções e, nas redes sociais, os internautas expressaram seu descontentamento.

Confira:

‘The Flash’: Barry enfrenta seu maior desafio na prévia oficial do ÚLTIMO episódio da série; Confira!

The CW divulgou a prévia oficial do 13º episódio da 9ª e última temporada de The Flash, intitulado “A New World, Part Four”.

O capítulo vai ao ar no dia 24 de maio e marca o encerramento da série.

Na trama, “o Flash, o homem mais rápido do mundo, recebe sua mais difícil missão até agora, para salvar a linha do tempo e a existência. Novos e velhos amigos se reúnem para uma batalha final para salvar Central City pela última vez”.

Confira:

Depois de derrotar o Flash Reverso de uma vez por todas, a nona temporada de The Flash começa uma semana depois da batalha épica, e Barry Allen (Grant Gustin) e Iris West-Allen (Candice Patton) estão se reconectando e ficando mais próximos do que nunca. Mas quando um grupo mortal de Rogues chega a Central City, liderado por uma nova e poderosa ameaça, Flash e sua equipe – Caitlin Snow (Danielle Panabaker), a meta-empata Cecile Horton (Danielle Nicolet), a meta de luz Allegra Garcia (Kayla Compton), o brilhante nerd da tecnologia Chester P. Runk (Brandon McKnight) e o ladrão de criogenia reformado Mark Blaine (Jon Cor) – devem mais uma vez desafiar probabilidades impossíveis de salvar o dia. Mas quando os Rogues são derrotados, um novo adversário mortal surge para desafiar o legado heróico de Barry Allen. E em sua maior batalha até agora, Barry e o Time Flash serão levados ao limite para salvar Central City pela última vez.

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

O elenco conta com Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

‘Doctor Who’: Disney+ divulga trailer DUBLADO do especial de 60 anos da série; Confira!

A Disney+ Brasil divulgou um trailer dublado para promover a estreia do especial de ‘Doctor Who‘, que comemora os 60 anos da aclamada série sci-fi britânica.

A prévia confirma que o primeiro dos três episódios, intitulado ‘The Star Beast‘, estará disponível no catálogo em 25 de novembro.

Já as sequências, ‘Wild Blue Yonder’ e ‘The Giggle’, estreiam em 02 e 09 de dezembro.

Confira:

Anteriormente, foi divulgado um vídeo que traz David Tennant de volta como o 14º Doutor.

O material revela como o astro fez seu retorno como o icônico personagem para o evento televisivo.

Confira:

A atração também conta com a participação de Neil Patrick Harris como um misterioso vilão, além do retorno de Catherine Tate como uma das companheiras do Décimo Quarto Doutor, Donna Noble.

Além do trio, teremos Ncuti Gatwa como o 15º Doutor.

Millie Gibson também se junta ao grupo, interpretando a fiel companheira do personagem de Gatwa.

‘Round 6’: 2ª temporada ganha previsão de estreia na Netflix!

Para a alegria dos fãs, a aguardada 2ª temporada de ‘Round 6‘ (Squid Game) ganhou previsão de lançamento.

Netflix revelou que a próxima iteração da elogiada série chegará a seu catálogo no fim de 2024, provavelmente entre os meses de setembro e dezembro (via ComicBook.com).

Todavia, um dia mais específico não foi confirmado.

Confira as primeiras imagens dos novos capítulos:

“Apesar da greve ter causado o adiamento de alguns títulos, nós temos uma grande programação para 2024. O público poderá ver o retorno de séries de sucesso como ‘A Diplomata‘ (2ª Temporada), ‘Bridgerton‘ (3ª Temporada), ‘Round 6‘ (2ª Temporada) e ‘A Imperatriz‘ (2ª Temporada); além dos programas ‘Tour de France‘ (2ª Temporada), ‘Casamento às Cegas‘ (6ª Temporada), ‘F1: Dirigir Para Viver‘ (6ª Temporada) e ‘Dias de Golpe‘ (2ª Temporada).”

“Nosso streaming também contará com lançamentos originais como ‘O Problema dos 3 Corpos‘ (minissérie baseada no romance homônimo e dos showrunners de ‘Game of Thrones‘), ‘Griselda‘ (série estrelada pela Sofia Vegara), ‘Magnatas do Crime‘ (novo filme do Guy Ritchie), ‘Avatar: O Último Mestre do Ar’, ‘Cem Anos de Solidão‘ (série baseada no romance de Gabriel García Márquez) e a biografia brasileira ‘Senna‘.”

 

Lembrando que a segunda temporada já escalou oito novos atores ao elenco: Park Gyu-young (‘Sweet Home’), Jo Yu-ri, Kang Ae-sim, Lee David (‘The Fortress’), Lee Jin-uk (‘Sweet Home’), Choi Seung-hyun, Roh Jae-won e Won Ji-an (‘D.P.’).

Os próximos episódios ainda contaram com o retorno de Lee Jung-jae, Lee Byung-Hun, Wi Ha-jun e Gong Yoo, além dos novatos Yim Si-Wan, Kang Ha-Neul, Park Sung-Hoon e Yang Dong-Geun, que haviam sido previamente anunciados.

A série conquistou catorze nomeações no Emmy Awards, levando para casa os prêmios de Melhor Ator em Série de Drama para Lee Jung-jaeMelhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama para Jung Ho-yeonMelhor Direção para Dong-hyuk.

Mas isso não foi tudo: Round 6 também foi relembrada na categoria de Melhor Série de Drama e se tornou a primeira produção televisiva de língua não-inglesa a conquistar tal feito.

“Eu me sinto muito feliz e honrado”, o criador Hwang Dong-huyk comentou em uma declaração oficial. “Espero que as indicações de Round 6 ao Emmy abram ainda mais oportunidades para o mundo inteiro se divertir e apreciar os conteúdos de outros países, para além das barreiras da cultura e da linguagem”.

Conquistando o pódio como a a série mais assistida da Netflix, ‘Round 6 foi exibida em mais de 142 milhões de lares em pouco mais de um mês.

Para quem ainda não assistiu, a trama mostra um grupo de pessoas com dívidas milionárias em busca de um prêmio que mudará suas vidas se toparem participar de um misterioso jogo divido em seis fases.

Ao longo das tarefas, 456 participantes de todas as esferas da vida são trancados em um local secreto onde jogam para ganhar 45,6 bilhões de won.

Cada jogo é uma tradicional brincadeira infantil coreana, mas a consequência de perder é a morte. Quem será o vencedor e qual é o propósito deste jogo?

‘Ninguém Quer’: COMÉDIA com Kristen Bell e Adam Brody chega ao streaming; Saiba onde assistir!

Ninguém Quer (‘Nobody Wants This’), série de comédia estrelada por Kristen Bell (‘The Good Place’) e Adam Brody (‘Ficção Americana’), já chegou ao catálogo da Netflix.

A produção foi lançada na plataforma de streaming hoje, 26 de setembro.

Relembre o trailer:

A série foi criada por Erin Foster.

Joanne (Bell), uma apresentadora de podcast agnóstica, e Noah (Brody), um rabino nada convencional que acabou de terminar um relacionamento, se conhecem em uma festa. Eles vão embora juntos e, apesar das diferenças, percebem que podem se dar muito bem. Mas também muito mal, porque cada um tem um jeito de encarar a vida. Além disso, o amor hoje em dia é muito difícil, e as famílias dos dois, incluindo a irmã dela, Morgan (Justine Lupe), e o irmão dele, Sasha (Timothy Simons), não colaboram.

Jackie TohnMichael HitchcockPaul Ben-VictorSherry ColaShiloh BearmanStephanie FaracyEmily ArlookTovah Faldshuh completam o elenco.

A primeira temporada conta com dez episódios.

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O perigo chega à Terra no teaser INÉDITO da série ‘Alien: Earth’

Foi divulgado um novo teaser oficial de Alien: Earth’, série que integra o icônico universo do terror sci-fi Alien.

A produção será lançada no catálogo do Disney+ ainda em 2025, sem dia confirmado.

Confira:

A produção será ambientada em 2120, dois anos antes dos eventos do longa original, ‘Alien, o 8º Passageiro‘.

Na trama, quando uma misteriosa nave espacial cai na Terra, uma jovem e um grupo desorganizado de soldados táticos fazem uma descoberta fatídica que os coloca cara a cara com a maior ameaça do planeta.

Sydney Chandler estrelará como Wendy, um híbrido meta humano que tem um cérebro e consciência de uma criança em um corpo adulto.

Ridley Scott, diretor do filme original, servirá como produtor da série.

Noah Hawley (‘Legion’) é responsável pelo projeto.

O elenco ainda contará com Babou CeesayJonathan AjayiErana James, Lily NewmarkDiêm CamilleAdrian EdmondsonTimothy OlyphantDavid RysdahlEssie Davis, Alex LawtherSamuel BlenkinAdarsh Gourav, Sandra Yi Sencindiver e Moe Bar-El.

‘Five Nights at Freddy’s 2’: Astro de ‘Mestres do Ar’ é CONFIRMADO na sequência

Foi revelado no último dia 24 de julho o primeiro trailer oficial da aguardada sequência ‘Five Nights at Freddy’s 2’ – e, além de oferecer um vislumbre da história, o vídeo confirmou mais um ator em seu elenco.

O material confirmou Freddy Carter (‘Mestres do Ar’) no elenco, como um segurança taciturno que mostra os assustadores personagens animatrônicos da pizzaria Freddy Fazbear (cenário principal da narrativa) ao público.

Confira o trailer:

Em 2023, o fenômeno de bilheteria do terror da Blumhouse, Five Nights at Freddy’s — baseado na famosa série de jogos de Scott Cawthon — se tornou o filme de terror de maior bilheteria do ano. Agora, um novo e chocante capítulo do terror animatrônico começa.

Um ano se passou desde o pesadelo sobrenatural na Freddy Fazbear’s Pizza. As histórias sobre o que aconteceu lá foram distorcidas e viraram uma lenda local exagerada, inspirando o primeiro Fazfest da cidade.

O ex-segurança Mike (Josh Hutcherson) e a policial Vanessa (Elizabeth Lail) esconderam a verdade da irmã de 11 anos de Mike, Abby (Piper Rubio), sobre o destino de seus amigos animatrônicos.

Mas quando Abby foge para se reconectar com Freddy, Bonnie, Chica e Foxy, isso desencadeia uma série assustadora de eventos, revelando segredos sombrios sobre a verdadeira origem da Freddy’s — e libertando um horror há muito esquecido, escondido por décadas.

Skeet Ulrich foi confirmado no elenco e voltará a contracenar com Matthew Lillard, seu parceiro de cena em ‘Pânico‘ (1996), filme que os consagrou como ícones do terror slasher nos anos 1990.

Ainda não há detalhes oficiais sobre o personagem que Ulrich interpretará, mas espera-se que ele desempenhe um papel central na nova fase da história, que promete expandir o universo sombrio e animatrônico de Freddy Fazbear’s Pizza. Lillard, que apareceu no primeiro filme como William Afton — o grande vilão da franquia — deve ter participação ainda mais destacada na sequência.

O primeiro ‘Five Nights at Freddy’s‘ estreou em 2023 e se tornou um sucesso de bilheterias, arrecadando mais de US$ 280 milhões mundialmente, mesmo com lançamento simultâneo na plataforma Peacock. O filme superou as expectativas da Universal e da Blumhouse e garantiu rapidamente a aprovação para uma continuação.

A reunião de Ulrich e Lillard já está sendo celebrada pelos fãs nas redes sociais, relembrando a química entre os dois como Billy Loomis e Stu Macher em ‘Pânico‘, dupla de assassinos que marcou uma geração. Desde então, os atores trilharam caminhos distintos, mas sempre mantiveram laços com o terror e o suspense em suas carreiras.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de dezembro.

O elenco conta com o retorno de Josh Hutcherson, Elizabeth Lail, Piper Rubio e Matthew Lillard, além de introduzir Mckenna Grace e Wayne Knight.

Emma Tammi retorna à direção.

Alan Cumming está de volta no INSTIGANTE trailer da 4ª temporada de ‘The Traitors’; Confira!

reality de competição de mistério The Traitors tornou-se um dos programas mais populares da atualidade – e, agora, está caminhando para sua 4ª temporada.

Agora, a Peacock divulgou o trailer oficial do novo ciclo, cujos participantes incluem:

  • Candiace Dillard Bassett (The Real Housewives of Potomac)
  • Caroline Stanbury (The Real Housewives of Dubai)
  • Colton Underwood (The Bachelor)
  • Donna Kelce (Mãe de Travis Kelce, jogador da NFL e noivo de Taylor Swift)
  • Dorinda Medley (The Real Housewives of New York)
  • Eric Nam (Cantor-compositor)
  • Ian Terry (Big Brother)
  • Johnny Weir (atleta olímpico)
  • Kristen Kish (Top Chef)
  • Rob Cesternino (Survivor)
  • Lisa Rinna (The Real Housewives of Beverly Hills)
  • Mark Ballas (Dancing with the Stars)
  • Maura Higgins (Love Island USA Aftersun)
  • Michael Rapaport (Ator)
  • Monét X Change (RuPaul’s Drag Race)
  • Natalie Anderson (Survivor)
  • Porsha Williams (The Real Housewives of Atlanta)
  • Rob Rausch (Love Island USA)
  • Ron Funches (Comediante)
  • Stephen Colletti (Laguna Beach, One Tree Hill)
  • Tara Lipinski (atleta olímpica)
  • Tiffany Mitchell (Big Brother)
  • Yamil “Yam Yam” Arocho (Survivor)

A nova temporada tem estreia marcada para o dia 8 de janeiro de 2026.

Confira:

Vale lembrar que o programa conquistou duas estatuetas do Emmy Awards 2025, levando para casa o prêmio de Melhor Reality de Competição e garantindo a Alan Cumming a condecoração de Melhor Apresentador de Reality.

O próximo ciclo tem estreia marcada para o dia 8 de janeiro de 2026.

A obra é baseada na popular série holandesa de mesmo nome e traz Stephen LambertMike CottonToni IrelandSam Rees-JonesTim Harcourt e Jack Burgess como produtores executivos.

O reality de competição é uma aventura psicológica em que traição e trapaça são os nomes do jogo. Vinte participantes se reúnem para completar uma série de desafios com o objetivo de conseguir um grande prêmio em dinheiro. A reviravolta? Três deles, conhecidos como “os traidores”, irão montar um plano para roubar o prêmio dos outros participantes, conhecidos como “os fiéis”.

Netflix anuncia SEQUÊNCIA do popular filme de ação ‘Máquina de Guerra’

Após o massivo sucesso do filme de ação Máquina de Guerra, a Netflix anunciou que está desenvolvendo uma sequência do longa-metragem estrelado por Alan Ritchson (via Deadline).

Segundo informações, Patrick Hughes retornará à cadeira de direção e de produção. Ele também fica responsável pelo roteiro ao lado de James Beaufort (que assinou a história do filme original).

Desde sua estreia na gigante de streamingMáquina de Guerra alcançou impressionantes 139 milhões de visualizações entre os usuários, colocando-o no Top 10 de produções originais mais assistidas na plataforma. O longa também conquistou 66% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Mais detalhes não foram divulgados.

A trama acompanha a etapa final da seleção para os Rangers do Exército americano. O que deveria ser apenas um treinamento de elite rigoroso toma um rumo sombrio, transformando-se em uma luta brutal pela sobrevivência contra uma ameaça inimaginável.

Além de Ritchson, o elenco de peso conta com nomes como Dennis Quaid, Stephan James, Jai Courtney, Esai Morales, Blake Richardson, Keiynan Lonsdale e Daniel Webber.

‘O Rei Leão’ deve arrecadar US$ 150 milhões no primeiro fim de semana de estreia

Considerando o amor dos fãs pela animação de ‘O Rei Leão‘, espera-se que o remake live-action possa arrecadar números impressionantes nas bilheterias, apesar das críticas.

De acordo com a Variety, o remake pode faturar US$ 150 milhões durante o seu primeiro fim de semana de estreia, a partir de sexta-feira (19), nos EUA. Alguns analistas arriscam até mesmo US$ 180 milhões.

Esses valores podem fazer com que o filme de Jon Favreu se aproxime das maiores bilheterias de abertura em 2019, atrás de ‘Vingadores: Ultimato’ (US$ 357 milhões) e ‘Capitã Marvel‘ (US$ 153 milhões).

Até o momento, ‘Toy Story 4‘ teve terceira maior abertura no fim de semana, com US$ 121 milhões, que podem ser facilmente ultrapassados.

Resta saber se as críticas irão afetar ‘O Rei Leão‘, que teve somente 57% de provação no Rotten Tomatoes.

Lembrando que o filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

Assista nossa crítica:

‘Batman do Futuro’: Adaptação live action teria Clint Eastwood como Bruce Wayne

Durante uma entrevista para o Podcast de Kevin Smith, o diretor Boaz Yakin (‘Duelo de Titãs’) revelou que estava desenvolvendo um filme do ‘Batman do Futuro‘ em 2000, e Clint Eastwood era o favorito para interpretar Bruce Wayne.

Yakin disse que a Warner Bros o convidou para repaginar a imagem do Homem-Morcego no cinema após o fracasso de ‘Batman & Robin‘, então ele sugeriu uma adaptação do aclamado desenho animado.

“Eu me encontrei com Alan Burnett e Paul Dini, os criadores de ‘Batman do Futuro‘ e começamos a desenvolver uma adaptação. Faríamos como na animação, com Terry McGinnis aprendendo a lidar com a responsabilidade de ser o Batman, num cenário parecido com ‘Blade Runner‘… E teríamos Clint Eastwood como velho Bruce Wayne.”

Enquanto a equipe trabalhava em algumas versões do enredo, Dini preparou um roteiro baseado na animação ‘O Retorno do Coringa‘, mas foi aí que as coisas deram errado.

Parece que a Warner Bros se interessou pelo roteiro de Dini, só que os executivos do estúdio não concordaram com a pegada sombria e violenta, então o forçaram a escrever uma história mais descontraída.

Por conta disso, Yakin decidiu abandonar a produção, seguido por Dini e Burnett.

“O projeto foi engavetado e nunca mais ouvi falar sobre uma adaptação do ‘Batman do Futuro. Eu acho que seria algo a frente de seu tempo, porque a trilogia ‘O Cavaleiro das Trevas’ foi bastante sombria e faz sucesso até hoje. Foi uma pena, porque eu estava muito empolgado com a ideia.”, admitiu Yakin.

Para quem não se lembra, ‘Batman do Futuro‘ foi uma animação exibida entre 1999 e 2001, e seu sucesso foi tão grande que deu origem a uma aclamada série de quadrinhos, contando a história de Terry McGinnis, que ocupa o lugar de Bruce Wayne como o novo Cavaleiro das Trevas mais de cinquenta anos no futuro.

Confira um fan pôster de Eastwood como Batman:

‘Batman: Soul of the Dragon’: Bruce Wayne vira aluno de artes marciais em trecho da nova animação; Assista!

A Warner Bros Entertainment divulgou uma cena de ‘Batman: Soul of the Dragon‘, animação que retrata a juventude de Bruce Wayne como aprendiz de artes marciais sob a tutela do O-Sensei.

No vídeo, Bruce e seus colegas de dojô são apresentados à Soul Breaker, uma poderosa e milenar espada que é ‘a chave para a vida e a morte’.

“Ésta é a chave para desvendar a vida e a morte, por isso deve ser guardada por quem escolhe preservar a vida”, diz o velho mestre.

Dirigida por Sam Liu, a aventura tem estreia está marcada para 12 de janeiro de 2021, direto em Blu-ray.

Confira a cena:

‘Batman: Soul of the Dragon’ é produzida por Bruce Timm, co-criador de ‘Batman: A Série Animada‘, e é inspirada em filmes de artes marciais dos anos 70.

Na trama, o Cavaleiro das Trevas vai combater a organização terrorista conhecida como Kobra e vai contar com a ajuda de vários lutadores da DC Comics, incluindo o Tigre de Bronze original e a Lady Shiva.

‘House of Secrets’: Diretor de ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal’ vai comandar nova série da Disney+

De acordo com o Comic Book, Chris Columbus, diretor de ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal’, está desenvolvendo uma nova série de TV para a Disney+.

Intitulada ‘House of Secrets‘, a série é uma adaptação dos romances homônimos escritos por Columbus e pelo falecido Ned Vizzini (‘Se Enlouquecer, Não se Apaixone’).

A atração é fruto de uma parceria da plataforma de streaming com a produtora 26th Street Pictures, responsável pela trilogia ‘Uma Noite no Museu.

Para quem não conhece, a trama acompanha um trio de irmãos – Brendan, Eleanor e Cordelia Walker – depois que sua família se muda para uma velha casa vitoriana que já foi propriedade do romancista ocultista Denver Kristoff.

Enquanto lidam com um vizinho mal humorado, as crianças percebem que estão presas dentro da casa mágica, que as transporta entre os mundos interligados criados nos romances de Kristoff.

Além de dirigir, Columbus também será um dos produtores, junto com Michael Barnathan e Mark Radcliffe.

Como o projeto ainda está nos estágios inciais, não há informações sobre elenco, roteiristas e nem previsão de estreia.

Lembrando que Columbus também dirigiu outros grandes clássicos do cinema, como ‘Esqueceram de Mim‘ e ‘Uma Babá Quase Perfeita’, além de produzir ‘Um Herói de Brinquedo’ eHarry Potter e o Prisioneiro de Azkaban’.

Seu filme mais recentes foi ‘Crônicas de Natal: Parte Dois‘.

E aí, qual produção dele é a sua preferida?

Última temporada de ‘Stranger Things’ terá salto temporal

Entre a 3ª e 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, apenas seis meses se passaram, mas a brecha de tempo será muito mais longa quando a última temporada for lançada.

Durante uma entrevista para o TV Line, os criadores da série, Matt e Ross Duffer, disseram que haverá um salto temporal na trama da 5ª temporada.

“Tenho certeza de que faremos um salto no tempo quando chegar a última temporada”, disse Ross. “Originalmente, queríamos gravar as temporadas 4 e 5 são mesmo tempo, mas foi inviável por conta da pandemia. Então, essas são todas as discussões que teremos com nossos escritores quando começarmos a trabalhar na 5ª… Acredite ou não, ainda estamos trabalhando na 4ª. Ainda precisamos finalizar os dois episódios finais porque são muito grandes.”

Questionados sobre quando serão iniciadas as gravações da última temporada, Matt disse o seguinte:

“Não tenho certeza se estamos prontos para dizer uma data de início para as filmagens. Mas já temos tudo mapeado e já estamos nos preparando psicologica e logisticamente.”

Vale lembrar que a primeira parte da quarta da temporada já está disponível na Netflix. Os dois episódios finais serão lançados apenas no dia 1º de julho.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.

Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.

“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.

Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.

A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.

Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!

Novo suspense psicológico da Netflix começa bem, mas é massacrado pelo público; Confira as reações!

Chegou ao catálogo da Netflix esta semana o suspense psicológico ‘Excluídos‘ (The Strays), que está dando o que falar entre os assinantes da plataforma.

Na trama, Neve (Ashley Madekwe) é a vice-diretora de uma renomada escola particular e vive em uma bela e luxuosa casa junto com o marido e seus filhos adolescentes, Sebastian (Samuel Small) e Mary (Maria Almeida).

Mas sua vida cuidadosamente elaborada e aparentemente perfeita começa a desmoronar com a chegada de duas figuras sombrias de seu passado, Abigail (Bukky Bakray) e Marvin (Jorden Myrie).

Misturando críticas ao racismo em meio a uma trama de conflitos de interesse, ‘Excluídos’ explora como a ganância pode gerar consequências catastróficas quando o passado insiste em vir à tona.

Escrito e dirigido pelo estreante Nathaniel Martello-White, o longa se tornou um destaque entre os críticos e recebeu 75% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Inclusive, o crítico do The MacGuffin afirma que:

Nathaniel Martello-White se anunciou com uma estreia fortíssima. Se este é seu ponto de partida, só posso imaginar a que alturas ele nos levará a seguir.”

Em apenas dois dias em exibição, ‘Excluídos‘ já ocupa o 2º lugar entre os filmes mais vistos da semana.

Por outro lado, parece que as reviravoltas não estão agradando o público…

Nas redes sociais, os usuários estão comentando que o longa se sai bem até um certo ponto, mas a trama começa a ficar entediante até que se perde vez em um final completamente sem sentido.

Confira as reações:

Confira o trailer:

Criador de ‘Ahsoka’ rebate uma das maiores críticas à série; Confira!

Uma das maiores críticas à trama de ‘Ahsoka‘ foi o fato de Sabine Wren (Natasha Liu Bordizzo) ser uma usuária da Força, já que ela nunca havia dado sinais de ser uma senstiva em ‘Star Wars: Rebels‘, animação que a introduziu à saga.

Além disso, a rapidez com que Sabine aprendeu a dominar a Força foi algo que incomodou a maior parte do público.

Em entrevista para o Dagobah Dispatch (via CBR), o criador da atração, Dave Filoni, foi questionado sobre como encarou essas críticas.

Em resposta, ele justificou que:

“A ideia de que ela não tm total domínio em manipular a Força é que é a graça de tudo, na minha opinião. É incrível como os fãs evoluíram junto com a saga ‘Star Wars‘, porque há todo esse questionamento, pensamentos, opiniões e grupos voltados a essas discussões. Você pode encontrar grupos que pensam diferente sobre como funciona a Força. Mas, basicamente, se você apenas prestar atenção aos filmes que George [Lucas] fez, entenderá que a Força é um campo de energia criado por todos os seres vivos.”

Ele continuou:

“É o mesmo que praticar artes marciais ou até mesmo pilates. Se eu fizesse isso, seria melhor para mim, seria mais saudável, seria fortalecedor. Então, por que não fazemos todos? Mas [a prática] leva tempo. É preciso comprometimento, e nem todas as pessoas são boas nisso. Vamos ver o que acontece.”

Lembrando que todos os episódios de ‘Ahsoka‘ estão disponíveis na Disney+.

Ambientada após a queda do Império, ‘Ahsoka‘ acompanha a Jedi renegada (vivida por Rosario Dawson) enquanto ela investiga uma ameaça emergente em um momento de vulnerabilidade da galáxia. Em meio à sua busca, ela terá de lidar com negócios inacabados pelos traumas de suas experiência de mestre e aprendiz ao lado da Mandaloriana Sabine Wren (Natasha Liu Bordizzo) e da lendária piloto rebelde Hera Syndulla (Mary Elizabeth Wintead).

Lars MikkelsenRay StevensonIvanna SakhnoDiana Lee InosantoDavid Tennant e outros também fazem parte do elenco.

Sandman | Da Revolução dos Quadrinhos à Mais Nova Aposta da NETFLIX

Clássico da indústria de quadrinhos irá ganhar adaptação em breve mas sua fama é bem mais antiga

O recente anúncio de parte do elenco para a vindoura série de Sandman, para a Netflix, agitou novamente o interesse pela obra. Apesar de algumas informações técnicas já terem sido anunciadas (tais como número de episódios e trama) a data de estreia permanece uma incógnita; a única pista sobre ela é que provavelmente será em algum momento de 2021. O criador da obra original, Neil Gaiman, está diretamente envolvido no projeto.

A questão é que o material fonte no qual a série da Netflix pretende se inspirar remonta de décadas atrás, mais especificamente 29 de novembro de 1988. Esse material fonte, por sua vez, se inspirou parcialmente em outro mais antigo. O primeiro indivíduo a usar a alcunha de Sandman foi Wesley Dodds, personagem criado por Gardner Fox (co-criador do primeiro Flash) e Bert Christman em 1939. Dodds operava como um vigilante, bem ao estilo do Batman, no qual sua principal arma disparava um gás do sono e seu vestuário consistia em um terno, uma capa e uma máscara de gás da Primeira Guerra Mundial.

Apesar do personagem ter figurado em uma revista importante da DC Comics, a Adventure Comics, sua fama foi se apagando após a década de 40 até seu total desaparecimento. Isso até os anos 80, quando o ainda desconhecido Neil Gaiman sugeriu ao então presidente da DC, Janette Kahn, uma revitalização do antigo vigilante. Gaiman vinha de seu primeiro projeto para a editora, Black Orchid, que não só fora muito elogiado como também introduziu os elementos místicos que o tornaram famoso.

Wesley Dodds foi o primeiro a usar a alcunha de Sandman nos quadrinhos

Durante uma entrevista concedida à Phil Hoad sobre como foi o processo de criação de Sandman para o Guardian em 2013, Gaiman disse como a ideia de retrabalhar o personagem surgiu. “Em 1988, quando eu escrevi uma sequência de sonho para Black Orchid, minha primeira obra para a DC, me ocorreu que poderia ser legal se o Sandman… pudesse estar lá… Mais tarde eu recebi uma ligação me pedindo para fazer uma serialização mensal. Eles falaram: faça seu próprio. Logo eu comecei a pensar em algo mais místico; vamos ter alguém que está por aí desde o início dos tempos. Eu herdei da mitologia a ideia de que ele era Morfeus, rei dos sonhos”.

A lenda de Morfeus remete ao panteão divino da antiga Grécia, no qual ele como um deus ocupava o posto de responsável pelos sonhos e o sono. Ao mesmo tempo a figura do Sandman, importante também para o processo criativo do quadrinho, veio de uma lenda folclórica da Europa cuja responsabilidade era conceder sonhos agradáveis às crianças utilizando sua areia mágica.

A perspectiva de Gaiman para o projeto, no entanto, não era animadora. Na mesma entrevista ele conta que planejou inicialmente que a história tivesse oito edições, isso porque todos os seus trabalhos até então foram fracassos comerciais e dessa forma ele ponderou que essa seria uma quantidade razoável antes que ele fosse demitido do projeto. É importante lembrar que a DC Comics, no final dos anos 80, estava com uma política de priorizar investimento em histórias mais pesadas e adultas.

O sucesso de “Watchmen” entre 1986 e 1987 motivou a DC Comics a investir em histórias mais pesadas

A editora liderava o mercado de maneira absoluta com os revolucionários Watchmen e Retorno do Cavaleiro das Trevas mas antes disso já havia também emplacado sucessos de crítica como Monstro do Pântano (principalmente durante a fase em que Alan Moore esteve à frente da revista) e a própria Black Orchid de Gaiman

A estratégia que parecia estar funcionando era incentivar o fluxo de mais autores britânicos (momento esse que ficou conhecido na indústria como a “invasão britânica”), de modo que mais histórias de teor maduro pudessem ser produzidas. Essa decisão também levou à criação do selo Vertigo, cuja linha editorial era voltada para histórias que não poderiam ser publicadas pelo carimbo normal da empresa graças ao público mais jovem que consumia essas revistas e pela censura da Comics Code Authority.

Dessa forma, não foi inesperado que Gaiman recebesse incentivo por parte de seus superiores de retrabalhar por completo um personagem esquecido. Em 1989, ao final da quinta edição de Sandman, o autor reservou duas páginas para abordar como a ideia nasceu. Apesar dela não diferir muito do que foi dito na entrevista para o Guardian, ele dá uma noção do que era para ser o tema central da revista.

A quinta edição é famosa por ter apresentado a versão mais ameaçadora de John Dee, o Doutor Destino

“Tentei visualizar uma revista que não explorasse estritamente o terror, fantasia ou super-heróis. Ela teria que ser um estranho amálgama dos três temas. Uma revista cujas fronteiras estivessem tão distantes quanto as de um sonho…”.

Mas, afinal, sobre o que é Sandman? Pode-se dizer que a trama central da série acompanha as jornadas de Sonho (o personagem título que também é chamado de Morfeus, Senhor do Sonhar, Oneiros e etc) através de diversos arcos em que ele se relaciona com a ambição e esperança tanto de mortais quanto de imortais. Por ser uma entidade atrelada ao mundo dos sonhos surge sempre uma dinâmica interessante entre ele e o tema do arco narrativo em questão (Sonho não chega a ser deslocado como o Dr. Manhattan, tendo seus momentos de carisma).

Outro fator muito interessante é como a escrita de Gaiman dialoga com acontecimentos do mundo real. Esse casamento entre fatos e fantasia cria ao redor do universo apresentado uma sensação de proximidade e seriedade no qual o leitor não se sente automaticamente compelido a rejeitar ou ridicularizar o que está sendo proposto.

Mesmo não sendo um mortal, Sonho consegue demonstrar sentimentos com bastante frequência

Um exemplo é o primeiro arco dos quadrinhos, que será adaptado pela Netflix, chamado de Prelúdios e Noturnos. Por ser a apresentação da obra ele segue uma linha bastante clara de apresentação do protagonista, do objetivo dele e do trajeto percorrido. Basicamente Sonho é capturado por um ocultista, no início do século XX, por acidente. Este por sua vez desejava capturar a irmã de Sonho, a Morte, mas errou de alvo.

Detido em uma redoma mágica e despojado de seus itens (dentre eles uma algibeira com areia encantada, igual ao folclore mencionado) ele aguarda o passar das décadas enquanto seus captores vão envelhecendo. Após conseguir a libertação ele parte em uma jornada em busca de seus itens que foram se perdendo no passar do tempo. Ao mesmo tempo, a ausência do senhor dos sonhos teve um efeito negativo no mundo onde muitos não conseguiram dormir ou dormiram para sempre.

Acontece que essa consequência da ausência de Sonho no mundo é livremente baseada em um acontecimento real. Entre 1915 e 1926 ocorreu uma epidemia de Encephalitis Lethargica em vários pontos do mundo. Também conhecida como “doença do sono” esse quadro implica na letargia completa do corpo e sonolência incontrolável dentre outros sintomas. Até hoje a causa dessa epidemia é desconhecida, mas a forma como a história de Sonho conta sua origem combina com dados reais.

A desordem no mundo dos sonhos causada pela ausência de Morfeu tem embasamento em algo real

É para tanto que Sandman é muito mais sobre como Sonho (e porque não seus irmãos também) lida com o universo e eventualmente as pessoas do que sobre uma aventura tradicional de quadrinhos. O abstracionismo dos cenários envolvendo diferentes seres e dimensões presentes em cada volume torna Sandman um exemplar puro de fantasia que tem muito a falar sem sacrificar a imaginação.

A escrita do autor, bastante inspirada para transmitir verbalmente a inexatidão de dimensões como o reino do sonhar, foi tema do artigo Les Figures du rêve dans The Sandman de Neil Gaiman no qual a autora Isabelle L. Guillaume aponta como a escrita tem papel essencial nessa narrativa. 

“O ponto é que Gaiman não desenha uma linha limite clara entre os vários produtos da imaginação humana. No coração do sonhar existe uma biblioteca de livros aos quais Gaiman chama de livros dos sonhos, mas que na verdade são produtos da imaginação, ou de sonhar acordado… Com esse gesto unificador, Gaiman estabelece uma narrativa que visa confundir entre realidade e ficção, tanto para o leitor quanto para os personagens que fazem parte da narrativa”.

Sandman teve uma duração de setenta e cinco edições entre 1989 e 1996. Entretanto até os dias atuais são produzidos spin-offs (histórias relacionadas) ambientados naquele universo tais como uma minissérie focada em Morte, no sonhar e uma série solo focada em Lúcifer (esta que serviu levemente de inspiração para a famosa série da Netflix). 

O seriado estrelado por Tom Ellis se inspirou na visão de Neil Gaiman sobre Lúcifer

Ao todo, a série conquistou mais de 26 prêmios Eisner (o mais importante da indústria dos quadrinhos). Em 1991 a décima nona edição ganhou o cultuado World Fantasy Award, que premia os melhores exemplares do gênero de fantasia em cada ano, como melhor curta de ficção. Dentro da DC Comics a série original mantém uma marca invejável de jamais ter recebido novos capítulos, algo que nem mesmo Watchmen alcançou.

Em termos de adaptação Sandman também não deve em nada. Recentemente os três primeiros volumes receberam uma adaptação em audiobook comandada pelo próprio Neil Gaiman e envolvendo nomes como James McAvoy (Morfeus), Michael Sheen (Lúcifer) e Kat Dennings (Morte). Há também um curta produzido por fãs que adapta a sequência de acontecimentos vistos no restaurante durante a sexta edição intitulada 24 Horas de forma visualmente bastante fiel ao visto na HQ. Um longa metragem estrelado por Joseph Gordon-Levitt também quase saiu do papel mas acabou morrendo em 2016. Agora é só aguardar a nova produção da Netflix