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10 histórias reais que viraram filmes competentes

Uma grande história que assistimos nas telonas muitas vezes aconteceram de fato na realidade. Com muitos roteiros sendo baseado em fatos reais, as vezes por completo, outras vezes parcialmente, conhecemos personagens e situações em muitos conflitos. Pensando em alguns desses projetos, fizemos uma poderosa lista abaixo com 10 histórias reais que viraram filmes competentes:

 

Ouro

Na trama, conhecemos uma espécie de Indiana Jones dos novos tempos, Kenny Wells (Matthew McConaughey) um homem que passou grande parte da vida na empresa caçadora de ouro do pai. Quando há mudanças drásticas na empresa onde trabalha, provocada pelo falecimento de seu pai, Kenny resolve se arriscar atrás de um sonho, conseguir ter sucesso em um ramo complicado (onde precisa ter muita sorte). Assim, parte para indonésia com uns trocados no bolso e vendendo um presente valioso que tinha dado para sua namorada Kay (Bryce Dallas Howard) para encontrar Michael Acosta (Edgar Ramírez) um geólogo renomado que descobriu um lugar em uma selva inexplorada onde há a probabilidade de encontrarem muito ouro.

 

Reality

Na trama, conhecemos Reality (Sydney Sweeney), uma veterana da força aérea dos Estados Unidos, instrutora de Yoga, que trabalha como tradutora numa agência de segurança norte-americana. Um dia, ao voltar de compras, é cercada por agentes do FBI com um mandato para revistar sua casa, seu carro e possuem informações de que ela vazou informações secretas para um famoso site. Ao longo de 83 minutos, com o nervosismo sendo exposto a cada minuto que passa, vamos vendo a sequência de um interrogatório feito na própria casa da suspeita.

 

Horizonte Profundo: Desastre no Golfo

Na trama, ambientada no ano de 2010, conhecemos o chefe de manutenção da plataforma Deepwater Horizon Mike Williams (Mark Wahlberg), um mecânico que mora com sua esposa Felicia (Kate Hudson) e sua única filha. Em abril de 2010, Mike irá enfrentar o maior desafio de sua experiente carreira quando a plataforma em que está começa a pegar fogo por conta de descaso nas políticas de prevenções. Lutando contra a vida e tentando ajudar a todos se salvarem, Mike e Jimmy Harrell (Kurt Russell), um dos chefes da Deepwater Horizon, precisarão reunir forças para enfrentar o caos em alto mar.

 

Argentina, 1985

Na trama, voltamos no tempo indo para um recorte importante na Argentina, em meados da década de 80 onde logo após um regime bruto de ditadura imposta no país, um promotor chamado Julio César Strassera (Ricardo Darín) tem a missão de juntamente com um grupo de jovens advogados liderar uma equipe de julgamento onde precisam reunir provas suficientes para condenar militares que impuseram o terror na população durante os tempos de ditadura. Strassera contará principalmente com a ajuda de outro promotor público, Luis Moreno Ocampo (Peter Lanzani). Durante todo os meses que cercaram o início, meio e fim do julgamento, sem poderem contar muito com a polícia, que em grande parte era a favor dos militares, os promotores sofrem ameaças e tem a rotina completamente abalada mas sem nunca deixarem de acreditar na importância do que faziam.

 

A Nave

Baseado em fatos reais, o longa-metragem mexicano conta a história de Miguel (Pablo Cruz), um depressivo locutor de uma rádio, que tem um programa voltado para o público infantil, que vive uma verdadeira crise existencial passando os dias sem pensar no seu futuro e tendo que cumprir seus afazeres profissionais apenas por obrigação. Tudo muda em sua vida quando, enquanto está no ar, recebe a ligação de uma criança dizendo que gostaria de realizar o sonho de ver o mar só que essa criança está com câncer terminal e mora em um hospital. A história mexe com o protagonista que resolve remodelar toda sua vida para enfim conseguir realizar o sonho do pequeno ouvinte.

 

Homens de Ouro

Um mirabolante plano que tinha tudo para dar errado em alguma hora. Baseado em fatos reais que aconteceram na cidade de Turim, na Itália, em meados na década de 90, Homens de Ouro, que teve exibições em uma das edições do Festival de Cinema Italiano (que acontece todo ano no Brasil), nos mostra os detalhes de um roubo à um carro de transporte de valores dos correios italiano. Focando em algumas perspectivas sobre início, meio e presente em relação ao roubo, somos apresentados a histórias que se unem pela insatisfação que vivem em suas vidas naquele momento. A direção é do cineasta Vincenzo Alfieri.

 

Colmeia

Vencedor de três importantes prêmios do prestigiado Festival de Sundance em 2021, A Colmeia nos mostra a trajetória de Fahrije (Yllka Gashi) uma mulher guerreira e batalhadora que está com o marido desaparecido por conta da guerra. Ela, precisando ter dinheiro para sobreviver junto aos filhos e o sogro que mora com ela, resolve empreender com a ajuda de outras mulheres. Fato esse que gera uma enxurrada de preconceitos e até mesmo assédio de vários tipos, principalmente dos homens da região.

 

Unidas pela Esperança

Na trama, conhecemos Kate (Kristin Scott Thomas) a esposa de um general de uma base militar na Inglaterra que não possui muito contato com as outras espoas de militares, principalmente após o falecimento do seu único filho. Certo dia, resolve se juntar a Lisa (Sharon Horgan), uma mulher que possui muito problemas de relacionamento com a filha e comanda uma espécie de mercearia na base militar. Elas resolvem criar um coral com as mulheres dos militares. A iniciativa é um sucesso e assim elas conseguirão encontrar forças umas nas outras principalmente quando notícias ruins chegam.

 

O Escândalo

Na trama, conhecemos três histórias que ocorrem no mesmo ambiente de trabalho mas em situações diferentes. Gretchen Carlson (Nicole Kidman) é um experiente apresentadora que está há 14 anos na Fox News e decide por conta de acontecimentos do passado e do presente denunciar o assédio contra um chefão do alto setor do comando da emissora que trabalha,  Roger Ailes (John Lithgow). Paralelo a isso, acompanhamos também a novata Kayla Pospisil (Margot Robbie) que sofre um terrível assédio na sala de Roger e após conseguir tomar coragem se une ao grupo de mulheres que também sofreram assédio de Ailes. E no foco principal disso tudo Megyn Kelly (Charlize Theron) a apresentadora mais famosa da emissora resolve liderar e reunir as denúncias contra Ailes.

 

Behind Blue Skies

Na trama, ambientada na década de 70, conhecemos o jovem Martin (Bill Skarsgård) que vive uma vida difícil ao lado de sua mãe e seu pai, esse último alcoolatra agressivo. Pensando em novos ares, consegue um trabalho de verão no prestigiado e exclusivo Royal Yacht Club localizado em Estocolmo. Mesmo no início não sendo tudo que ele tinha imaginado, nesse novo lugar conhece o primeiro amor da vida e se envolverá nas falcatruas do trambiqueiro Gösta (Peter Dalle) o que se tornará um dos maiores escândalos de todos os tempos na história do crime sueco.

 

 

 

Crítica | Thelma – Joachim Trier cria sua própria ‘Carrie – A Estranha’

O Maior dos Medos

Thelma é a nova produção do cineasta dinamarquês Joachim Trier, responsável por dramas cult, como Oslo, 31 de Agosto (2011) e Mais Forte que Bombas (2015). Desta vez, o diretor se aventura pelo cinema de gênero, criando uma obra enigmática, tensa e recheada de ideias subliminares.

Parte drama, parte romance, suspense e ficção científica, o filme apresenta a personagem título Thelma, papel da jovem carismática Eili Harboe (A Onda), que ao completar certa idade, segue seu caminho ingressando na faculdade, e morando sozinha, pela primeira vez afastada dos pais. Ao mesmo tempo em que estranhos eventos vão ocorrendo ao redor da moça, vislumbramos através de flashbacks sua infância ao lado dos pais e descobrimos um pouco mais de seu passado.

De imediato, dois outros filmes vem à mente enquanto assistimos a Thelma. O primeiro e mais óbvio é Carrie – A Estranha (1976), clássico absoluto do mestre Brian De Palma, baseado no livro de outro mestre, Stephen King. Assim como Carrie White, Thelma possui dons sobre-humanos. A protagonista deste filme inclusive é ainda mais poderosa, pois não possui somente poderes de telecinese (mover objetos com a mente), mas consegue fazer pessoas desaparecerem no ar, apenas com a força do pensamento. Ao contrário de Carrie também, cujos dons começam a se manifestar na adolescência, chegando junto com sua primeira menstruação (e servem de forte alusão à entrada de uma jovem na vida adulta, ao se tornar mulher), o talento sobrenatural de Thelma manifesta-se ainda na infância, e retornam na nova fase.

O segundo filme ao qual Thelma remete, este uma produção mais recente, é Raw (ou Grave), filme francês do ano passado, dirigido pela jovem Julia Ducournau, que atingiu status cult e falava sobre uma caloura na universidade que ao mesmo tempo em que amadurecia para a vida adulta, despertava desejos canibais adormecidos. No filme de Ducournau, o paralelo da entrada na fase adulta vinha servido de certa carnificina e desejos insaciáveis por carne humana. Já no filme de Trier, esta transição, assim como desejos sexuais reprimidos florescendo, são servidos de estranhas manifestações extrassensoriais.

No longa de Trier, quando Thelma conhece Anja (Kaya Wilkins) surge uma forte atração, seguida de um ataque epilético e pássaros se chocando contra a janela da sala de estudos. Quando as duas vão a uma apresentação no teatro e Anja demonstra afeto, o grande lustre balança. As emoções de Thelma estão diretamente ligadas a estas manifestações incompreensíveis. E assim como em Carrie, os pais superprotetores, rígidos e extremamente religiosos podem ser a chave de tudo. No entanto, uma vez que observamos através dos citados flashbacks do que a menina é capaz – com toda uma subtrama simplesmente assustadora envolvendo seu irmão ainda bebê – começamos a dar certa razão aos progenitores, ao contrário digamos do que temos em relação à mãe de Carrie.

É preciso dizer também que Thelma não é particularmente um filme de terror, e quem for esperando por isso sairá decepcionado. Apesar de fazer uso de cenas impactantes, garantidas de ficarem alojadas em nossas mentes por um bom tempo, cujo teor é sim mais assustador do que a maioria dos monstros que pulam do escuro, por seu realismo, o filme funciona mais como um drama, investindo na trágica vida e tormento de sua protagonista, da qual não existe aparentemente escapatória.

Thelma faz uso de uma bela condução, e Trier cria momentos gélidos e marcantes, que nos deixa à beira da poltrona esperando a próxima cena. O filme é também uma grande analogia para a busca pela liberdade, por se ver livre de figuras opressoras, mesmo que sejam pessoas próximas a quem amamos, como nossos pais – muitas vezes sequer percebendo o mal que fazem na vida de seus filhos. Relevante e único, Thelma é uma história de coming of age melancólica e perturbadora. Em tempo, Thelma é o representante da Noruega por uma vaga na categoria de produção estrangeira no Oscar 2018.

Crítica | O Banquete – Grande elenco em cinema de atores de Daniela Thomas

O Jantar da Carnificina

Saída da polêmica de Vazante (2017), seu trabalho anterior, a diretora Daniela Thomas não se afasta por completo da controvérsia com seu novo filme. O Banquete aborda temas diferentes de seu filme anterior, no entanto, igualmente pungentes e fervorosos.

O tema aqui é a liberdade de expressão da imprensa, servido numa bandeja com fortes tintas políticas, recriando acontecimentos ocorridos na década de 1990 (época na qual o longa se situa) e traçando forte paralelo com a incessante e sempre atual batalha entre veículos de comunicação em massa e seus governos.

Por opção dos realizadores, O Banquete foi retirado da programação do Festival de Gramado deste ano, no qual participaria da mostra competitiva, devido à morte do jornalista Otavio Frias Filho, diretor de redação do jornal Folha de São Paulo. O longa usa como pano de fundo de sua trama justamente uma carta aberta do jornalista ao então presidente Collor e do fato tira grande parte de suas metáforas e referências ao cenário político atual – e não apenas no Brasil.

Escrito pela própria diretora, O Banquete é pura verborragia cênica. Um teatro filmado no qual a cineasta dá espaço para seu elenco de primeira tomar os holofotes, gerando um dos melhores esforços performáticos da década no cinema nacional, num verdadeiro ensemble.  Num único cenário – um jantar celebrativo de aniversário de casamento de colegas – Thomas vai aumentando a pressão desta panela prestes a explodir, enquanto simplesmente assistimos prontos a nos contorcer na poltrona de pura tensão.

Affairs, segredos, traições, sedução, ressentimento e rancor adormecidos começam a vir à tona com mais violência a cada hora passada neste aquário de personagens, o qual Daniela Thomas nos convida a analisar. Elevando a um novo patamar o ditado “não existe nada ruim que não possa piorar”, essas pessoas inteligentes e cultas, todas parte de um renomado veículo (editores, colunistas, críticos), irão se devorar umas as outras até o final da noite.

De fato, a cineasta revelou que o método de composição foram intensos ensaios, nos quais os intérpretes tinham total liberdade para criar seus personagens e seus diálogos. Uma vez de acordo que aquela seria a abordagem que todos iriam usar, as filmagens rolaram na forma de um longo plano-sequência (tal qual verdadeiramente uma peça), montado e editado para o filme no produto final – já que prontamente notamos cortes logo de início. O sentimento de clausura pode ser sentido durante toda a projeção.

No elenco de nomes de peso, destacam-se Drica Moraes, Mariana Lima e Fabiana Gugli, enaltecendo a força feminina dentro da obra. A diferença em cada comportamento dos convidados é outro ponto interessante a se destacar. Thomas confecciona com esmero cada detalhe minucioso que compõe a personalidade tão distinta de cada um destes convidados, prontas a colidirem. Numa interessante dinâmica – na maior parte do tempo abusiva – essas pessoas estão prontas a reduzirem seus desafetos à suas próprias insatisfações pessoais. A personagem de Gugli, por exemplo, é a maior representante do saco de pancadas da noite, se resumindo a um convite pronto a ser dilacerado. Sua atuação é exclusivamente internalizada.

Mariana Lima é pura explosão na pele da atriz Bia, para quem o banquete é oferecido. Destemida, a personagem é puro carisma, dona de diálogos lascivos e desavergonhados. Tamanha confiança é embalada por uma intérprete do porte de Lima – que atinge, talvez, notas tão altas como nunca anteriormente em sua carreira. O mesmo pode ser dito da protagonista Drica Moraes, que defende a anfitriã Nora com tamanha propriedade que facilmente se torna candidata a prêmios por sua atuação. Além disso, é Moraes quem guarda mais segredos em sua personagem, dona de uma agenda ainda não decifrada pelos outros convidados, mas que se mostrará letal à sanidade psicológica coletiva ao desfecho desta reunião.

O Banquete é o cinema nacional em sua melhor forma. Dono de um texto riquíssimo e interpretações afiadas. Daniela Thomas exibe pleno domínio de cena e cria uma perfeita simbiose com seus atores. Sem querer chamar atenção exclusivamente para seu subtexto, O Banquete não esquece de entreter como cinema, mesclando diversão ao conteúdo.

‘Matador de Aluguel’ – Relembre o Clássico Cult dos Anos 80 Estrelado pelo Saudoso Patrick Swayze

Um dos maiores lançamentos nos primeiros três meses de 2024 nas plataformas de streaming definitivamente foi a reimaginação de ‘Matador de Aluguel’, clássico dos anos 80, desta vez protagonizado por Jake Gyllenhaal, que foi uma estreia da Amazon Prime Video. Há algumas semanas era impossível entrar em páginas e canais de cinema sem ser bombardeado por conteúdo do filme de luta.

A Amazon Prime Video aliás fez o serviço completo, pois além de disponibilizar o novo filme, também tratou de colocar em seu acervo o clássico adorado de 1989 – até mesmo para os fãs compararem as duas obras. É impossível não se divertir com o original, um filme mais completo, porém, o remake é um herdeiro à altura e não decepcionou os fãs. Aqui, nesta nova matéria iremos dar uma olhada no clássico, com a intenção de apresenta-lo para as gerações mais novas. Confira abaixo.

Onde Tudo Começou

O roteirista do filme R. Lance Hill estava passando por uma pequena cidade interiorana dos EUA e resolveu parar no bar local. O estabelecimento e os clientes deixaram uma impressão, digamos, diferente no roteirista e ele resolveu escrever sobre um bar assim. O detalhe é que a cidade se chamava Dalton, na Georgia. Assim, além da história, Hill resolveu nomear seu protagonista com o mesmo nome.

O Rei da Ação nos Anos 80

O produtor Joel Silver ficou conhecido como grande nome da ação nos anos 80. Em especial suas parcerias com a Fox e a Warner renderam alguns dos filmes mais icônicos do gênero na época. Só para ter uma ideia, filmes como ’48 Horas’, ‘Comando para Matar’, ‘Máquina Mortífera’, ‘O Predador’ e ‘Duro de Matar’ tiveram assinatura do produtor. E aqui, Silver apostava suas fichas em mais um filme que viria a se tornar um clássico, porém, um pouco menos popular que os citados. Essa seria também a primeira e única parceria de Silver com a MGM.

Faroeste Moderno

Matador de Aluguel’ pode ser considerado um faroeste moderno, com um herói silencioso, mas letal, chegando para defender os moradores e comerciantes de uma cidadezinha do vilão, um poderoso que manda no local. De fato, é o que o ator Patrick Swayze pensava sobre o filme. Aliás, a associação entre ‘Matador de Aluguel’ e os faroestes é tão real, que muitos dos personagens do filme receberam nomes de figuras lendárias do velho oeste. Wade Garrett, o mentor de Dalton, por exemplo, é referência a Pat Garrett, o xerife que matou Billy the kid. O vilão Brad Wesley recebeu o nome por causa de John Wesley Hardin, pistoleiro que atirou através da parede do quarto do hotel matando um homem cujo ronco o estava incomodando. A personagem de Kelly Lynch é chamada apenas de “Doc”, ou doutora, que é o apelido de John Henry “Doc” Holliday, famoso pistoleiro do velho oeste.

Por que “Matador”?

Vira e mexe os fãs de cinema aqui no Brasil ficam sem entender por que determinado filme recebe um título que nada tem a ver com sua trama. E nos anos 80 tivemos uma verdadeira safra de títulos curiosos. Esse é o caso com ‘Matador de Aluguel, um dos títulos mais descabidos daquela década. No original, o título é ‘Roadhouse’, que é o título do remake também, e seria algo como casa de beira de estrada, ou bar de estrada, se referindo ao local onde a ação se desenrola. O “aluguel” no título em português até poderia fazer algum sentido, já que a profissão de Dalton (Swayze) é “arrumar a casa” e colocar lugares decadentes em ordem, seguindo para o próximo trabalho uma vez terminado o anterior. Um título mais adequado seria ‘Segurança de Aluguel’, já que a profissão do protagonista é exatamente esta. Agora, “matador” não se sabe de onde os responsáveis tiraram.

Pegando carona no sucesso de ‘Dirty Dancing’

É inegável quando falamos nos maiores sucessos da carreira do saudoso astro Patrick Swayze que ‘Dirty Dancing – Ritmo Quente’ foi seu primeiro grande sucesso estrondoso. O filme de dança que tem uma das trilhas sonoras mais icônicas do cinema serviu como divisor de águas na carreira do ator. Desta forma, os produtores de ‘Matador de Aluguel’ não perderam tempo em tentar capitalizar em cima do sucesso anterior. O slogan original do filme era “A dança acabou. Agora a coisa fica suja (Dirty)”. O filme também viria a receber críticas, em especial o estúdio MGM e seus produtores, por tentar vender o filme como sendo algo mais leve e cômico do que verdadeiramente era. Essa era a estratégia para tentar “pescar” o público feminino que havia se apaixonado por Swayze em ‘Dirty Dancing’.

A Doutora seria uma atriz indicada ao Oscar

Um dos papeis mais famosos da carreira da loiraça Kelly Lynch foi sem dúvida a doutora de ‘Matador de Aluguel’. No filme, ela exibe uma química absurda com Patrick Swayze e faz a tela incendiar em cenas para lá de tórridas. Tanto que a própria Lynch revelou que Bill Murray (com quem trabalhou em ‘As Panteras’) constantemente ligava para falar com o marido de Lynch, o produtor Mitch Glazer, e tirar um sarro com ele, toda vez que a cena para lá de picante entre a atriz e Swayze estava passando na TV. Mas nem sempre seria assim. Acontece que a atriz contratada inicialmente para o papel da doutora era ninguém menos que Annette Bening, que também havia sido escalada para ser a Mulher-Gato de ‘Batman – O Retorno’. Segundo rumores, Bening teve zero química com Swayze e foi demitida, sendo substituída por Kelly Lynch, que era contratada da MGM na época. No ano seguinte Bening seria indicada ao Oscar por ‘Os Imorais’.

Ator e Cantor

Poucos talvez saibam, mas o astro Patrick Swayze também arriscava na música, compondo e performance canções para os seus filmes. Por exemplo, na trilha sonora de ‘Dirty Dancing’, o próprio Swayze solta a voz em ‘She’s Like the Wind’. Para ‘Matador de Aluguel, Swayze compôs ‘Cliff’s Edge’ e também performou, além de cantar ‘Raising Heaven (in Hell) Tonight’, de Willie Nile. Queríamos ver Jake Gyllenhaal fazer isso.

Cansado da Ação

Road House (1989) | Frank's Movie Log

Matador de Aluguel’ foi o grande filme de Patrick Swayze a seguir o sucesso de ‘Dirty Dancing’. Acontece que as filmagens foram tão exaustivas para o ator, e exigiam muitas lutas e coreografias, que Swayze chegou a dizer que não sabia se sairia vivo da experiência. Para termos uma ideia foram utilizados pelo menos nove estilos de luta diferentes no filme: karatê, jiu-jitsu, taekwondo, judô, tai chi, boxe, kickbox, hapkido e luta de rua básica. Assim, o inevitável aconteceu e Swayze terminou machucando o joelho durante as filmagens.

O fato fez com que ele recusasse outros filmes de ação que poderiam ser interessantes para sua carreira, como ‘Predador 2’ (1990), substituindo Arnold Schwarzenegger como a principal escolha, e também ‘Tango e Cash – Os Vingadores’ (1989), para atuar ao lado de Sylvester Stallone, eventualmente sendo substituído por Kurt Russell. Nesse período, Swayze terminou escolhendo fazer ‘Ghost – Do Outro Lado da Vida’, justamente por não exigiria muito esforço e cenas de ação. Não podemos dizer que foi uma escolha ruim, muito pelo contrário.

Fracasso no Lançamento

Como acontece de tempos em tempos, um filme querido atualmente não foi sucesso em sua época de lançamento. Esse foi o caso com ‘Matador de Aluguel’, que recebeu críticas duras em sua estreia nas telonas, e terminou se tornando uma decepção nas bilheterias. O ator Patrick Swayze foi um dos que mais sentiu o baque do fracasso. Ele esperava ter em mãos um sucesso do nível de ‘Dirty Dancing’. O filme ainda viveria para receber 5 indicações ao Framboesa de Ouro: pior filme, pior diretor, pior roteiro, pior ator (Swayze) e pior coadjuvante (Ben Gazzara) – mas não “ganhou nenhum”.

Matador de Aluguel’ riu por último

Como dito, assim como ‘O Iluminado’, ‘Blade Runner’ e ‘O Enigma de Outro Mundo’, ‘Matador de Aluguel’ foi mais uma pérola dos anos 80 que ganharia grande status de cult – que só cresce com o passar dos anos. A trajetória de sucesso do filme seria após a estreia nas telonas, com seu lançamento nas videolocadoras, onde fez enorme sucesso. Depois disso, seguiu encontrando seu público nas exibições da TV à cabo e da TV aberta. Até mesmo o veterano Ben Gazzara, que fez filme com a lendária Audrey Hepburn, já revelou que de todos os filmes que fez, ‘Matador de Aluguel’ foi o que viu mais vezes passando na TV.

Fora isso, em uma das curiosidades mais interessantes sobre o filme, o magnata da TV norte-americana Ted Turner foi perguntado certa vez porque exibia ‘Matador de Aluguel’ durante as madrugadas dos fins de semana. Ao que o empresário respondeu que o motivo era devido à audiência. Segundo Turner, as pessoas chegavam em casa de madrugada dos bares e percebiam que o filme estava passando, e não descolavam os olhos da TV.

Contrato de Henry Cavill com a Netflix vai prejudicar ‘O Homem de Aço 2’?

Com Henry Cavill recentemente anunciado no elenco da nova série da Netflix, ‘The Witcher‘, fãs começaram a questionar se isso afetaria a produção de ‘Homem de Aço 2‘.

Segundo o Revenge of the Fans, sua participação na série não afetará seu futuro no Universo da DC, afirmando que a produção da série acontecerá entre novembro e maio. Até lá, a DC estará ocupada com diversos outros projetos, então a sequência do Superman não começaria produção até pelo menos o segundo semestre.

A DC está ativamente desenvolvendo o filme solo do Coringa, Aves de Rapina e Batman. Sem contar a produção do Flash, que deve começar nos próximos meses também.

Considerando as informações, The Witcher não afetará o contrato de Cavill e nem o desenvolvendo da sequência para ‘O Homem de Aço 2‘. Então, os fãs poderão respirar tranquilos.

Cinema ‘cult’ de São Paulo é criticado por exibir ‘Vingadores: Ultimato’; Saiba mais!

Vingadores: Ultimato‘ está dominando os cinemas de todo o país, mas também está causando polêmica. O cinema Reserva Cultural anunciou que irá exibir o novo longa da Marvel, mas foi criticado pelo público, já que o cinema é conhecido por exibir filmes cult.

Confira a publicação:

 

Dirigida por Anthony Russo e Joe Russo, a produção terá 3 horas e 58 segundos de duração, sendo o filme mais longo da Marvel.

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

James Gunn afirma que ‘O Esquadrão Suicida’ é o filme mais divertido que já dirigiu

Através de seu Instagram, o diretor James Gunn respondeu algumas perguntas dos fãs, e revelando o motivo de ‘O Esquadrão Suicida‘ ser o filme mais divertido que ele já dirigiu.

“[É mais divertido] porque eu cresci como pessoa. Agora eu me permito me divertir no processo de desenvolvendo de um filme pela primeira vez. E também tenho a melhor equipe que já tive. Eu adoro o elenco e os produtores são alguns dos melhores melhores amigos nesse mundo. Eu amo o roteiro e eu o mudei para o meu estilo de filmagem, então será mais divertido e visceral.”

Anteriormente, Erin Benach, a estilista responsável pelo visual das personagens de ‘Aves de Rapina‘ disse ao Collider que o novo estilo da personagem é um reflexo de sua personalidade criativa e fora dos padrões.

“Por trás da história dela, sempre tem algo um pouco inusitado e louco. Sabe aquelas fitas usadas pela polícia dizendo ‘cuidado’ ou ‘área restrita’? Nós meio que pegamos essa ideia das fitas e tentamos transformar em um traje, o que é a cara da Harley Quinn, porque ela é louca e criativa. Queríamos usar algo que desse a ideia de que foi ela mesma quem fez… Você olha para os shorts e jaquetas dela e logo percebe que foi ela quem fez. É por isso que gostamos desse novo visual. É divertido e reflete a personalidade dela.”

Lembrando que ‘O Esquadrão Suicida também terá o retorno de Viola Davis (Amanda Waller), Joel Kinnaman, e Jai Courtney (Capitão Boomerang).

Nathan Fillion (Arm-Fall-Off-Boy), Pete Davidson (Blackguard), Michael Rooker (Savant), Flula Borg (Javelin), Sean Gunn (Weasal) e Mayling Ng (Mongal) são as novas adições ao elenco.

O longa chega aos cinemas em 06 de agosto de 2021.

Jovem é aterrorizada por assassino em novo clipe do terror ‘Let it Snow’; Assista!

O terror ‘Let it Snow‘ ganhou um novo clipe.

Confira, com o trailer:

O longa é dirigido por Stanislav Kapralov.

Mia e Max visitam um resort isolado para esquiar na neve e ignoram os avisos do recepcionista sobre mortes inexplicáveis que aconteceram nos arredores. Quando o casal vai escondido por um caminho proibido e Max desaparece, Mia se vê caçada por um assassino mascarado. Agora, ela deve lutar pela sobrevivência e revidar se quiser escapar com vida.

O elenco conta com Ivanna Sakhno, Alex HafnerTinatin Dalakishvili.

O terror será lançado em VOD e DVD no dia 22 de setembro, pela Lionsgate.

‘Um Lugar Silencioso 2’ faz barulho nas bilheterias dos EUA com estreia de quase US$ 60 milhões

A aguardada sequência ‘Um Lugar Silencioso – Parte II‘ fez barulho nas bilheterias dos EUA. O longa arrecadou impressionantes US$ 58.5 milhões no final de semana estendido.

O resultado não ficou muito longe dos US$ 60 milhões que o filme estava previsto para arrecadar ANTES da pandemia.

Para termos de comparação, a sequência arrecadou US$ 48.3 milhões nos três dias do final de semana contra US$ 50 milhões do filme original nesse mesmo período de tempo – o que é impressionante se considerarmos os tempos pandêmicos que vivemos atualmente.

Vale lembrar que ‘Um Lugar Silencioso – Parte II‘ terá uma janela de apenas 45 dias sendo exibido exclusivamente nos cinemas antes de ser lançado no serviço de streaming da Paramount+.

O filme chega aos cinemas nacionais no dia 24 de Junho.

Assista nossa crítica do filme:

John Krasinski dirige. A família Abbott volta a encarar o terror mundo afora na lutar para sobreviver em silêncio. Obrigados a se aventurar pelo desconhecido, eles rapidamente percebem que as criaturas que caçam pelo som não são as únicas ameaças que os observam pelo caminho de areia.

O novo filme contará com o retorno de Emily Blunt, Millicent Simmonds e Noah Jupe, além da introdução dos novatos Djimon Hounsou e Cillian Murphy.

‘Tales of the Walking Dead’: Ator de ‘Brooklyn Nine-Nine’ entra para o elenco do spin-off antológico

De acordo com o THR, Terry Crews (‘Brooklyn Nine-Nine’) entrou para o elenco da série derivada antológica ‘Tales of The Walking Dead‘.

O elenco ainda contará com Parker Posey, Jillian Bell, Anthony EdwardsPoppy Liu.

A primeira temporada será composta por seis episódios autônomos, que serão “focados em personagens novos e conhecidos do mundo da série original”.

A produção será uma antologia episódica com capítulos individuais ou arcos de episódios focados em personagens novos ou existentes, reunindo histórias de background ou outras experiências novas e únicas.

Segundo o diretor de conteúdo do universo Walking Dead, Scott M. Gimple, o novo projeto trará novas perspectivas e visões da amada franquia, sendo algo diferente de tudo que os fãs de zumbis já viram.

“Esta série, mais do que qualquer outra no universo de Walking Dead, gira em torno de novas vozes, perspectivas e ideias – trazendo histórias de vida diferentes de todas as que já contamos antes. Estou emocionado por ser o consigliere de Channing Powell, ajudando de todas as maneiras que puder para tornar essas novas visões reais para os melhores fãs da TV”. 

Tales of the Walking Dead‘ será lançado oficialmente em 2022.

Confira a primeira arte da produção:

Channing Powell será o showrunner da série derivada.

“Essa série, mais do que qualquer outra no universo de ‘The Walking Dead’, trará novas vozes, perspectivas e ideias, com histórias completamente novas,” afirmou Scott Gimple, supervisor da franquia. “Estou animado em ajudar a trazer essas novas visões à vida.”

Essa será a quarta série oficial do universo de ‘The Walking Dead‘, seguindo ‘Fear the Walking Dead‘ e ‘The Walking Dead: World Beyond‘. Vale lembrar que um spin-off focado no Daryl e na Carol também está em desenvolvimento.

Diretora quer o RETORNO da Mulher-Hulk na nova série do ‘Demolidor’

Em entrevista ao ComicBook, a diretora Kat Coiro revelou que adoraria ver uma participação da Jennifer Walters (Tatiana Maslany), a Mulher-Hulk, na vindoura série do Demolidor, intitulada ‘Daredevil: Born Again‘.

Os personagens se conheceram em ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘, onde mostraram ter uma ótima química que merece ser melhor explorada.

“Eu amei a química entre a Mulher-Hulk e o Demolidor. Ele retornará em sua própria série e sinto que esses universos legais definitivamente irão colidir. Eu amo a ideia da Nikki, Pug e Jen terem sua própria firma. Amo a ideia deles terem o seu próprio espaço.”

Ela completa, “Agora que ela tem mais um parente perdido por aí, as possibilidades são infinitas. Só o Kevin [Feige] sabe o que pode acontecer.”

Prevista para 2024, a produção contará com o retorno do Charlie Cox no papel titular e terá nada menos que 18 episódios, tornando-se a série mais longa da Marvel.

E, durante uma entrevista para o Entertainment Tonight, Cox deu alguns detalhes sobre a atração, sugerindo que a trama pode ser contada a partir do zero.

“Isso acontece muito nos quadrinhos. De certa forma, o que é ótimo nessa ideia de recontar histórias é que potencialmente podemos contar algumas delas repetidamente da mesma maneira que eles fazem nos quadrinhos, sabe?”

Ele continuou:

“De vez em quando, eles começam no início da jornada de Murdock como um garotinho e contam toda a história de origem novamente. Então talvez possamos fazer isso na nova série. Quem sabe? Eu não sei.”

E, de acordo com o jornalista Jacob Fisher, do DiscussingFilm, o início das gravações está previsto para fevereiro de 2023 e deve durar pelo menos 11 meses, sendo concluída em dezembro.

Fisher também diz que a série será rodada em Nova York, assim como a extinta série da Netflix, e não em Atlanta, onde é gravada a grande maioria dos projetos da Marvel/Disney+.

Confira:

“Isso já foi dito, mas posso confirmar que estão planejando gravar a série em fevereiro e isso pode levar praticamente o ano inteiro. Não sei se já sabem, mas ‘Demolidor: Renascido’ será filmada em Nova York (em vez de Atlanta, onde as séries da Disney+ filmadas).”

Lembrando que o título ‘Demolidor: Renascido‘ faz referência aos quadrinhos, em um arco narrativo em que o herói e o Rei do Crime se enfrentam em um dos confrontos mais sombrios da Marvel.

Após a confirmação da nova série do Homem sem Medo, os fãs estão indo à loucura nas redes sociais e agradecendo pelo reconhecimento que o herói finalmente está recebendo.

Confira as reações:

Anteriormente, sobre o retorno da série após o cancelamento da Netflix, Cox havia declarado: “Sou um grande fã de tudo o que a Marvel já fez, e eu não os subestimaria. Se eles querem fazer uma versão menos violenta de ‘Demolidor’, então eu os apoiarei. Talvez possa ter menos sangue, mas eu estarei do lado da decisão deles.”

A série teve três temporadas, com um total de 39 episódios até ser cancelada, juntamente com as outras séries da Marvel na Netflix. Recentemente, todas elas entraram para o catálogo do Disney+ nos Estados Unidos.

Testemunhe o nascimento do ANTICRISTO no trailer do terror religioso ‘Deliver Us’; Confira!

O terror ‘Deliver Us‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa foi dirigido por Cru Ennis e Lee Roy Kunz, que também assinou o roteiro ao lado de Kane Kunz.

“Quando uma freira em um convento remoto alegada concepção imaculada, o Vaticano envia uma equipe de padres para investigar o caso. A instituição está preocupada com um antiga profecia envolvendo uma mulher que dará a luz a gêmeos: um Messias, e o outro o Anticristo.”

O elenco conta com Maria Vera RattiLee Roy KunzAleksander Mikoš McCarthyHans Robert VartsAlexander Siddig, Jaune Kimmel e Thomas Kretschmann.

O terror será lançado em VOD no dia 29 de setembro.

‘Os Estranhos: Capítulo 1’ arrecada US$ 12 milhões e SUPERA expectativas em estreia nos EUA

Apesar de ter sido detonado pelos críticos, o reboot de ‘Os Estranhos‘, que marcará o início de um nova trilogia, surpreendeu em sua estreia nos EUA, arrecadando US$ 12 milhões em seu primeiro final de semana.

Projeções recentes indicavam que o longa arrecadaria em torno de US$ 7-9 milhões no país.

Para termos de comparação, o novo filme conseguiu superar a estreia de ‘Os Estranhos – Caçada Noturna‘, que havia arrecadado apenas US$ 10.4 milhões em seu primeiro final de semana, em 2018.

O longa original, no entanto, segue como a maior abertura da franquia no território norte-americano – com US$ 20.9 milhões.

Orçado em apenas US$ 8.5 milhões, ‘Os Estranhos: Capítulo 1‘ deve garantir um bom retorno nas telonas. Com uma nota C do público no CinemaScore, a produção soma apenas 14% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 30 de maio.

A nova versão é estrelada por Madelaine Petsch (‘Riverdale’) e Froy Gutierrez (‘Teen Wolf’).

Na trama, Petsch viaja para o campo com seu namorado (Froy Gutierrez) para começar uma nova vida. Quando seu carro quebra, o casal é forçado a passar a noite em uma isolada casa Airbnb, onde a dupla é aterrorizada até o amanhecer por três estranhos mascarados.

O elenco ainda conta com Rachel ShentonEma HorvathGabe Basso.

Renny Harlin (‘Do Fundo do Mar’) fica responsável pela direção.

O roteiro é assinado pela dupla Alan R. CohenAlan Freedland.

Traições e vingança no trailer da 4ª temporada de ‘Power Book III: Raising Kanan’; Confira!

Starz divulgou o trailer completo da 4ª temporada da série derivada ‘Power Book III: Raising Kanan‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 7 de março.

Criada por Sascha Penn, a série é o terceiro spin-off do universo de ‘Power‘.

A produção é uma pré-sequência que segue os primeiros anos de Kanan Stark, o personagem interpretado pelo Curtis “50 Cent” Jackson na série original.

O elenco conta com Mekai Curtis, Antonio Ortiz, London Brown, Patina Miller, Malcolm Mays, Hailey Kilgore, Jo-Vaughn Scott e Toby Sandeman.

Sarah Paulson deve interpretar a serial killer Aileen Wuornos na 4ª temporada de ‘Monstros’

De acordo com o Variety, Sarah Paulson (‘Tudo é Justo’) está em negociações finais para se juntar ao elenco da 4ª temporada de ‘Monstros‘, série antológica baseada em crimes reais.

A atriz irá interpretar a assassina em série Aileen Wuornos.

Vale lembrar, no entanto, que o próximo ciclo será focado nos crimes de Lizzie Borden, conhecida como a “assassina do machado”. O site afirma que a produção deve “explorar o impacto de Borden na percepção de outras assassinas, assim como a terceira temporada se aprofundou no impacto dos crimes de Ed Gein na cultura popular”.

O próximo ciclo será estrelado por Ella Beatty como Lizzie; Charlie Hunnam como seu pai; Rebecca Hall como sua madrasta; Billie Lourd como sua irmã; Jessica Barden como sua melhor amiga; e Vicky Krieps como a empregada da família.

Lizzie Borden foi julgada e absolvida dos assassinatos de seu pai e madrasta em 1892, em Fall River, Massachusetts.

O caso original recebeu grande atenção nos EUA, permanecendo como parte da cultura popular americana nas décadas seguintes. Lizzie Borden já foi retratada em inúmeras adaptações para o cinema, a televisão e o teatro, e chegou a ser interpretada pela Christina Ricci em um filme da Lifetime.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Psicopata Vitoriana’: Terror gótico com Maika Monroe é ADIADO em dois meses

Originalmente programado para setembro, o terror gótico ‘Psicopata Vitoriana‘ (Victorian Psycho) foi adiado em dois meses.

Agora, o longa está programado para chegar aos cinemas no dia 13 de novembro.

Estrelada pela Maika Monroe (‘Corrente do Mal’), a trama gira em torno de Winifred Notty, uma jovem governanta excêntrica que é contratada para trabalhar em uma mansão gótica isolada, a Ensor House. Suas funções incluem ensinar boas maneiras às crianças e instruí-las sobre a história da família. No entanto, Notty esconde tendências psicopatas — e, à medida que ela se adapta à nova rotina, membros da equipe da casa começam a desaparecer misteriosamente, levantando suspeitas sobre sua verdadeira natureza.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Sucesso entre os críticos, o terror conquistou 77% de aprovação no Rotten Tomatoes. O consenso geral destaca o tom macabramente divertido da adaptação, não poupando elogios à psicótica performance da atriz Maika Monroe (‘Corrente do Mal’) como a personagem titular.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Com um elenco talentoso, ‘Psicopata Vitoriana’ é uma vitória vibrante, violenta e perigosamente engraçada para Maika Monroe, Virginia Feito e Zachary Wigon.” (Collider)

“‘Psicopata Vitoriana’ é hilário, extremamente divertido e assumidamente insano.” (Mashable)

“Com uma duração concisa de 90 minutos, algumas alterações feitas no livro, também curto, são inteligentes, enquanto outras diluem seus impulsos mais sombrios.” (IndieWire)

“Apesar de todos os seus excessos de gênero insanos, ‘Psicopata Vitoriana’ funciona como um grito primal catártico e bem-vindo.” (Screen International)

“É um filme que transmite boas vibrações e que certamente agradará a todas as idades.” (Mashable)

“É um filme que começa com o comportamento psicótico de Monroe em um nível tão febril que se espera um final explosivo, mas que deixa o espectador insatisfeito com uma obra que, com muita frequência, parece querer apenas explorar a loucura pela metade.” (RogerEbert.com)

“A carnificina se torna algo bastante divertido nas mãos habilidosas de Maika Monroe.” (Bloody Disgusting)

“Todo o elenco é melhor que o roteiro; o filme parece convencido de que é muito mais engraçado, inteligente e perturbadoramente subversivo do que realmente é.” (The Hollywood Reporter)

Dirigido por Zachary Wigon (‘The Heart Machine’), o filme é baseado no romance de Virginia Feito, que assina o roteiro.

O elenco ainda conta com Jason Isaacs (‘The White Lotus’), Ruth Wilson (‘The Affair’), Thomasin McKenzie (‘Noite Passada em Soho’), Evie Templeton (‘Wandinha’), Amy De Bruhn (‘Borderline’) e Jacobi Jupe (‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’).

Cena deletada de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ comprova a existência de Miles Morales no MCU

Uma cena deletada de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ comprovou a existência do personagem Miles Morales no Marvel Cinematic Universe.

O material, que havia sido divulgado recentemente na internet, já foi removido, mas traz o ladrão Aaron Davis (Donald Glover) aprisionado pelas teias do herói ao veículo que estava prestes a roubar. Na tomada em questão, ele liga para seu sobrinho, avisando que não poderia encontrá-lo. Ao longo da ligação, Davis o chama de Miles.

Vale relembrar que na cena em que Peter Parker se depara com o bandido e o interroga através de um sistema conectado ao seu uniforme, Davis menciona que queria proteger seu sobrinho. Para aqueles que desconhecem os quadrinhos, este personagem em questão interpreta o tio de Miles. A referência também foi confirmada no passado recente por Kevin Feige.

Miles Morales foi apresentado aos fãs de ‘Homem-Aranha‘ em 2011, como o sucessor afro-latino de Peter Parker.

A cena deletada estará na versão para DVD e Blu-Ray de ‘De Volta ao Lar’.


Crítica | Homem-Aranha: De Volta ao Lar é o filme ESPETACULAR que os fãs queriam (Nota: 9.0)

Crítica 2 | Homem-Aranha: De Volta ao Lar – É o filme do herói que você queria (Nota: 8.0)

 

‘Homem-Aranha: Longe de Casa’: Intérprete do Escorpião sugere anúncio na Comic-Con

O ator Michael Mando, o intérprete do Escorpião em ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘, sugeriu um possível anúncio relacionado à sequência ‘Longe de Casa‘ na San Diego Comic-Con.

Em sua conta do Instagram, o astro compartilhou um trecho de uma das cenas pós-créditos do primeiro filme, que mostra o seu personagem em um diálogo sinistro com o Abutre, dentro da prisão.

Na publicação, ele afirma: ‘Vixe, eu realmente espero que o Homem-Aranha apareça na Comic-Con’.

Confira:

O principal vilão do filme será o Mystério (Jake Gyllenhaal), um dublê chamado Quentin Beck e especialista em efeitos especiais que se utiliza de seus conhecimentos práticos para realizar uma série de assaltos por Nova York. Em alguns deles, simulando os super-poderes do Homem-Aranha.

Além disso, Michael Keaton retorna como o Abutre em uma participação especial.

A direção será mais uma vez de Jon Watts. John Francis Daley e Jonathan Goldstein retornam para escrever o roteiro.

‘Homem-Aranha 2’: Herói ganhará novo traje, afirma figurinista

Homem-Aranha: Longe de Casa chega aos cinemas em 4 de julho de 2019.

 

‘Big Little Lies’: Madeline e Mary Louise trocam farpas em cena do 2º episódio; Assista!

A 2ª temporada de ‘Big Little Lies‘ já está em exibição e em seu segundo capítulo, exibido no último domingo (16), as coisas começaram a ficar ainda mais tensas entre Mary Louise (Meryl Streep) e as cinco mulheres de Monterey.

Cada vez mais desconfiada sobre a causa da morte de seu filho, Perry (Alexander Skarsgard), ela segue alfinetando Madeline (Resse Witherspoon), de quem ela desconfia completamente.

E a troca de farpas que rolou entre a dupla – logo no começo do episódio – foi divulgada pela HBO.

Confira:

Nessa nova fase composta de sete episódios, as Monterey Five – Madeline (Reese Witherspoon), Celeste (Nicole Kidman), Jane (Shailene Woodley), Renata (Laura Dern) e Bonnie (Zoë Kravitz) – recebem a visita da sogra de Celeste, Mary Louise (Meryl Streep), que chega à cidade atrás de respostas sobre os acontecimentos que marcaram o final da última temporada.

Criada por David E. Kelley, a série é baseada no livro Pequenas Grandes Mentiras, escrito por Liane Moriarty.

O grandioso elenco conta com Reese Witherspoon, Nicole Kidman, Shailene Woodley, Zoë Kravitz, Laura Dern e Darby Camp. Além delas, a premiada Meryl Streep fará parte do elenco da 2ª temporada.

Crítica Netflix | The Old Guard – Charlize Theron estrela filme de super-heróis no estilo ‘Atômica’

Ciclos intermináveis e vidas que se repetem em meio à perdas irreparáveis. A imortalidade tem um preço muito alto e no universo dos quadrinhos de The Old Guard, fazer parte da rara Velha Guarda da humanidade traz em si também a dolorosa marca de ter que re-assistir a um loop infindável de problemas – aparentemente – sem solução. E as marcas de séculos de tragédias e dores humanas jamais cicatrizadas são o que ajudam a moldar a essência da nova adaptação cinematográfica desenvolvida pela Netflix e estrelada pela vencedora do Oscar, Charlize Theron. Trazendo uma nova franquia de anti-heróis que vai na contramão do arquétipo heróico imaculado da Marvel, o novo longa de ação mistura a acidez e a agilidade de Atômica, trazendo um toque doce da sensibilidade quase pueril, em meio à mortes gráficas, sanguinolência e uma trama que vai conquistar (e muito!) os fãs do gênero.

Resgatando a mesma premissa do material fonte com precisão, o longa é uma referência direta à aclamada narrativa original, trazendo aspectos do contexto contemporâneo na construção de sua trama – que acompanha quatro mercenários imortais que são pegos em uma emboscada feita por uma enorme corporação que visa extrair a essência da sua imortalidade a qualquer custo. Com o roteiro assinado pelo próprio Greg Rucka, um dos co-criadores da HQ, a produção possui um timing realista ao projetar os holofotes na sagaz indústria farmacêutica, fazendo duras críticas a ela, à medida que ainda explora outros aspectos sócios políticos globais de forma mais efêmera e intuitiva, a fim de construir o background dos protagonistas.

Com elementos que transformam o longa em um excelente filme de ação, The Old Guard sabe usar o seu tempo de tela para consolidar as subtramas de seus personagens com leveza e dinamismo, moldando um filme de origem que cumpre o seu papel em diversas frentes: Sabe introduzir os protagonistas, busca se identificar com a audiência por meio de uma conectividade emocional e desenvolve suas cenas de ação com precisão e boas coreografias. Trazendo Theron como a regente da trama, a produção usa e abusa da poderosa presença de tela que a atriz possui, fazendo-a navegar entre a fragilidade emotiva que já vimos em vários de seus dramas, à medida que extrai a rigidez e dureza que a também estrela de ação é capaz de entregar em seus filmes, assim como o fez em Mad Max: Estrada da Fúria e Atômica.

Contrabalanceado a violência gráfica das mortes incessantes que permeiam as duas horas de filme com a sensibilidade humana, a diretora Gina Prince-Bythewood sabe explorar o fator emocional, que reside justamente na imortalidade de todas as coisas: Das lutas, das dores, do sofrimento, das mortes e das perdas inesgotáveis que os protagonistas Andy (Charlize Theron), Booker (Matthias Schoenaerts), Nicky (Luca Marinelli) e Joe (Marwan Kenzari) enfrentaram ao longo da eternidade. E fazendo da jovem personagem Nile – vivida por KiKi Layne – o fio condutor das explicações e elucidações dos mistérios que norteiam todo o universo de The Old Guard, a cineasta torna a produção uma experiência essencialmente representativa, girl power e empoderada por mulheres diferentes e de raças distintas, que assumem a liderança em um contexto comumente masculino.

Apresentando sua própria versão de super-heróis distante da censura PG-13, The Old Guard perde um pouco por deixar de fora a estética noir que fez dos quadrinhos um espetáculo visual aclamado e premiado. Desconstruindo sua beleza em um filme que busca mais se ater ao gênero de ação, a adaptação segue mais para um caminho generalizado em sua qualidade de design de produção. Embora tenha uma direção consistente que se destaque nas belas cenas de luta corpo-a-corpo, Prince-Bythewood ainda mira na audiência mais global, despe o longa de um dos seus aspectos mais belos, certificando o desejo da Netflix de transformar Charlize Theron e seu novo filme em uma franquia capaz de disputar lado a lado ao MCU e ao universo compartilhado da DC, ainda que fuja às regras de censura empregadas por ambas as concorrentes.

Trazendo flashbacks do passado que ainda abrem precedentes para prequels e outros desdobramentos narrativos bem ricos, o longa de ação é uma experiência cinematográfica gratificante para a audiência. Com uma trama expansiva que inverte os papéis de seus personagens, traz pequenos plot twists e de quebra ainda apresenta o indicado ao Oscar Chiwetel Ejiofor como mais um outro elo de conexão a longo prazo, The Old Guard é o novo filme da gigante do streaming que chega para preencher um vazio deixado pelo fechamento dos cinemas ao redor do mundo e anuncia a chegada da Netflix ao hall das grande adaptações dos quadrinhos cinematográficas.

‘Gonzaga: De Pai para Filho’: Cinebiografia de Luiz Gonzaga já está disponível na Netflix

A cinebiografia ‘Gonzaga: De Pai para Filho‘, que relata a história do rei do bailão Luiz Gonzaga, já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta terça-feira (06) na grade de programação.

Na trama, Luiz Gonzaga decide mudar seu destino e sai de casa jovem para a cidade grande para apagar uma tristeza amorosa. Ao chegar, conhece uma mulher por quem se apaixona. Após o nascimento do filho e complicações de saúde da esposa, ele decide voltar para a estrada para garantir os estudos e um futuro melhor para o herdeiro. Ele tem um amigo no Rio de Janeiro e com ele deixa o pequeno e sai pelo Brasil afora. Só não imaginava que essa distância entre eles faria crescer uma complicada relação, potencializada pelas personalidades fortes de ambos.

Baseada em conversas realizadas entre pai e filho, essa é a historia do sanfoneiro Luiz Gonzaga – conhecido como Rei do Baião – e de seu filho, Gonzaguinha, que se tornou um símbolo da música MPB.

Confira o trailer:

Adélio Lima, Nada Costa, Júlio Andrade e Chambinho do Acordeon estrelam a cinebiografia.

Gonzaga: De Pai para Filho‘ é dirigido por Breno Silveira, a partir de um roteiro assinado por Patrícia Andrade.

‘Pânico 7’: Christopher Landon abandonou a direção após sofrer ameaças de morte por saída de Melissa Barrera

O diretor Christopher Landon falou publicamente sobre o motivo de ter pedido demissão de ‘Pânico 7’. Em uma entrevista à Vanity Fair, ele recordou sobre as ameaças que sofreu em virtude da saída de Melissa Barrera.

Pânico foi uma experiência muito sombria e tumultuada”, refletiu Landon à publicação. Ele ainda salientou que ficou em choque quando o projeto começou a afundar, com a saída de Barrera e, logo em seguida, de Jenna Ortega.

A produção, que traria ambas as atrizes de volta como irmãs, começou a ruir quando a Spyglass Entertainment optou por demitir Barrera do filme, em virtude de uma série de publicações feitas por ela em favor da Palestina. Na época, o estúdio considerou suas postagens “discurso de ódio”. Um dia depois de sua demissão, Ortega apoiou a colega de elenco saindo do projeto.

Landon disse que o filme “desmoronou em um instante” sem elas. Mas, para ele, a gota d’água foi realmente quando alguns internautas passaram a persegui-lo nas redes sociais, a ponto de receber mensagens perturbadoras e até mesmo ameaças de morte.

“As pessoas estavam ameaçando matar a mim e à minha família, a ponto de o FBI se envolver. Recebi mensagens dizendo: ‘Vou encontrar seus filhos e vou matá-los, porque você apoia o assassinato de crianças.'”

Landon, que tem dois filhos pequenos com o marido Cody Morris, foi ainda mais além:

“O chefe de segurança de vários estúdios e o FBI tiveram que examinar as ameaças. Foi extremamente agressivo e realmente assustador.”

O diretor também esclareceu que não teve nada a ver com a demissão de Barrera, reforçando que a decisão veio dos executivos do estúdio. “Eu não a demiti”, disse ele sobre a atriz. “Muitas pessoas acham que eu tive algo a ver com isso e não foi culpa minha. Eu não tinha controle algum da situação.”

O anúncio da desistência do diretor veio um mês e meio depois da saída das atrizes protagonistas. Mas segundo ele, o pedido de demissão fora feito algumas semanas antes.

Ainda na entrevistas, Landon comentou que deseja sucesso para a franquia:

“Não tenho mais nada a acrescentar à conversa, a não ser que espero que o legado de Wes [Craven] prospere e se eleve acima do barulho de um mundo dividido”.

A Paramount Pictures divulgou novidades da aguardada sequência ‘Pânico 7‘ na CinemaCon 2025.

Apesar de não ter exibido nenhuma cena do próximo filme da franquia, o estúdio revelou o logo oficial do terror.

Além disso, também foi divulgada uma foto com todo o elenco reunido. O novo filme contará com o retorno dos veteranos Neve Campbell, Courteney Cox, Mason Gooding e Jasmin Savoy Brown. Após viverem Ghostfaces, Matthew Lillard e Scott Foley também retornam.

Isabel May, Celeste O’Connor, Asa Germann, Mckenna Grace, Sam Rechner, Mark Consuelos, Anna Camp e Joel McHale completam o elenco.

Confira a logotipo e siga o CinePOP no Youtube:

Chelsea Simmons (Sidney Prescott) deixou seu passado para trás e está se concentrando em ser uma mãe feliz e casada e administrar uma pequena cafeteria na cidade. No entanto, ela nunca parou de olhar para trás e, com certeza, mais uma vez, seu passado volta para assombrá-la.

Lembrando que ‘Pânico 7‘ está programado para estrear no dia 27 de Fevereiro de 2026.

Confira as nossas reações ao anúncio do filme:

‘Deadpool’: Ryan Reynolds reage sobre os boatos da venda da Fox para Disney; Confira!

Com a notícia da possível venda da 21th Century Fox para DisneyRyan Reynolds reagiu ao rumor perguntando como isso afetaria o futuro de Deadpool nos cinemas. O ator perguntou em seu Twitter: “Se isso for verdade, imagino como afetará Deadpool?”

Antes de ser comprada pela Disney, a Marvel negociava de maneira independente a venda dos direitos de adaptação dos seus quadrinhos. Por isso, a Fox conseguiu, na época, fazer o acordo para lançar X-Men eQuarteto Fantástico.

Agora, a expectativa é que, caso o acordo entre as empresas se concretize, os heróis sobre domínio da Fox possam fazer parte do Universo Cinematográfico da Marvel futuramente. Imagina como isso seria?!

No momento, as negociações estão pausadas.

Ryan Reynolds brincou em uma postagem em seu twitter sobre como vai ao banheiro usando o uniforme de ‘Deadpool‘, em resposta à uma fã que postou o filho com a roupa. Confira:

“Todo mundo sabe que o uniforme do Deadpool também é um banheiro”:

A sequência de ‘Deadpool‘ vai ter muita porrada e pancadaria, para agradar os fãs dos quadrinhos. A revelação foi feita por Josh Brolin durante uma entrevista ao site Collider.

Segundo o veterano, embora alguns tenham criticado a primeira produção pela falta de cenas de ação eletrizantes, ‘Deadpool 2‘ será bem diferente disso.

Disse ele:

“Eu ouvi em algum lugar reclamações da ausência de cenas de ação em ‘Deadpool‘. Nessa continuação a história não é nada desse jeito. Leitch se dedica naquilo que ele é realmente bom e teremos muita ação aqui. E só para instigar, vale lembrar que eu sou um cara que beirando os 50 anos de idade atingiu a sua melhor forma física na vida, principalmente na musculatura, e fui extremamente disciplinado em todo esse processo. Nesse filme, eu dei porrada pra caramba e dublês me jogaram para todos os cantos em muitas cenas. Isso é tudo o que eu sei”.

Deadpool 2’ chega aos cinemas nacionais dia 31 de Maio de 2018, um dia antes da estreia nos EUA.

Encontramos VÁRIAS REFERÊNCIAS no teaser-trailer de ‘Deadpool 2’

Deadpool 2‘ foi reescrito por Drew Goddard (‘O Segredo da Cabana’, ‘Perdido em Marte’) e  Ryan Reynolds.

Josh Brolin interpreta o Cable.

O diretor por trás de ‘Deadpool 2’ é David Leitch, escolhido em uma lista que contou com nomes de Rupert Sanders, Drew Goddard e Magnus Martens. O mais recente trabalho de Leitch foi o sucesso de bilheteria ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar’.

Cena pós-créditos de ‘Logan’ pode ser um teaser de ‘Deadpool 2’ 

Crítica | Deadpool 

‘Deadpool 2’: Primeiro comercial de TV apresenta os membros da X-Force

Deadpool 2’ acabou de ganhar seu primeiro comercial de TV mostrando cenas inéditas e alguns poderes dos membros da X-Force. Assista:

Parece que as refilmagens de ‘Deadpool 2’ deixaram para trás o papel do vilão Black Tom Cassidy, que seria interpretado por Jack Kesy (’12 Heróis’).

De acordo com o Tracking Board, todas as cenas de Kesy foram retiradas a fim de dar mais espaço para Cable (Josh Brolin) e Dominó (Zazie Beetz), que fizeram sucesso com o público das exibições teste.

Enquanto isso, o ComicBook divulgou um novo display de cinema deDeadpool 2’, que mostra o mercenário ao lado de Cable e Dominó. Confira:

Deadpool 2’ estreia em 17 de Maio de 2018.

‘Homem-Aranha: Longe de Casa’ pode ser prelúdio de ‘Guerra Infinita’; Entenda!

O site ComicBook avaliou uma interessante teoria de que o segundo filme do aracnídeo dentro da Marvel StudiosHomem-Aranha: Longe de Casa, pode se passar, na verdade, antes dos eventos de Vingadores: Guerra Infinita, mesmo sendo lançado após ‘Vingadores 4’.

De acordo com site, recentemente, Kevin Feige, revelou que o filme começará minutos após o fim de ‘Vingadores 4’, pode ser que possíveis viagens no tempo façam com que o filme acabe antes mesmo de ‘Guerra Infinita’ começar.

Ou seja, seguindo essa lógica, ‘Longe de Casa’ poderia ser um prelúdio, mas que serviria para dar início à Fase 4 da Marvel. Com as fotos vazadas do set, que mostram Nick Fury (Samuel L. Jackson) e Maria Hill (Cobie Smulders) juntos, essa teoria pode ser bem plausível e podem ser de momentos antes de Thanos estalar os dedos e ‘Guerra Infinita’.

Ainda segundo a teoria, a cena em que Peter Parker está no ônibus escolar no começo de ‘Guerra Infinita’ pode representar que ele estaria indo para o aeroporto, indo para “longe de casa” com um passeio da escola, porém, com a chegada dos filhos de Thanos na Terra, Peter desvia seu caminho. Sendo assim, após as viagens no tempo alterarem o passado, seu percurso continuariam normalmente.

O que vocês acham dessa possibilidade?

[SPOILERS]

Ontem, foi divulgado um vídeo do set de  ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘, que mostrava o retorno de Nick Fury (Samuel L. Jackson) e Maria Hill (Cobie Smulders).

Agora, o MCU News revelou que no mesmo vídeo, de costas, está Jon Favreau – que retorna como Happy Hogan.

Além disso, o SuperBro Movies afirma que a personagem de Pepper Potts, interpretada por Gwyneth Paltrow, também fará uma participação especial no filme e foi vista nos bastidores filmando suas cenas.

Assista ao vídeo que traz Fury, Hill e Hogan:

A direção será mais uma vez de Jon Watts. John Francis Daley e Jonathan Goldstein retornam para escrever o roteiro.

‘Homem-Aranha 2’: Herói ganhará novo traje, afirma figurinista

Homem-Aranha: Longe de Casa chega aos cinemas em 4 de julho de 2019.

 

Dica | ‘Black Mirror’ volta às raízes em sua sétima temporada

Não sabe o que assistir neste fim de semana? A Netflix colocou em seu catálogo a sétima temporada de Black Mirror. E pode acreditar que ela está muito mais perto das três primeiras temporadas do que das porcarias lançadas nos últimos anos.

É muito estranho parar pra pensar que já faz 14 anos do lançamento da primeira temporada, e acaba sendo meio frustrante refletir sobre como a produção deixou de ser revolucionária após a aquisição pela Netflix, caindo em um lugar comum bastante incômodo a partir da quarta temporada. Com exceção de um ou outro episódio genial, a maioria das histórias lançadas a partir de 2017 perdeu aquele poder de impacto, focando em tecnologias não tão próximas da atualidade ou mais distantes do cotidiano ocidental. Por mais que já exista nos campos de guerra, ninguém convive com um cão robô homicida. Já uma sociedade baseada nas notas dadas pelos outros… É algo que integra o cotidiano e choca pela semelhança.

A notícia boa é que essa sétima temporada parece ter passado por uma curadoria mais rígida, apostando em episódios cujas temáticas são fantasiosas, mas estão cada vez mais presentes na vida das pessoas. Há metáforas sobre os Streamings, Deepfake, Inteligência Artificial nos cinemas e por aí vai. De certa forma, a sétima temporada se aproxima muito mais de episódios como Nosedive, The Entire History of You e White Bear do que dos episódios das temporadas mais recentes, apesar de alguns deles serem sequências diretas de episódios como Bandersnatch e USS Callister.

E por ser uma antologia, o público não precisa ver a temporada na ordem de lançamento dos episódios. Por conta disso, fica a recomendação para talvez não começar a assistir pelo primeiro episódio, Pessoas Comuns. Ao lado de Eulogy, ele é o melhor e mais próximo da realidade capítulo dessa temporada. Por isso, talvez seja mais interessante deixá-lo para o final – ou pode assisti-lo logo de cara, mas fique ciente de que é muito impactante mesmo.

Ele choca justamente por construir a trama ao redor de duas tecnologias extremamente irritantes que já integram o dia a dia da população local: as plataformas virtuais, como o TikTok e o Onlyfans, que monetizam gente imbecil, que passa a lucrar fazendo barbaridades contra a própria vida, e a farra dos streamings, que ficam inventando novos planos caríssimos e removem benefícios considerados padrões para conseguirem lucrar mais.

[SPOILER]

Bom, a descrição do episódio não pode ser considerada exatamente um spoiler, mas diante das tecnologias usadas neles, dá para fazer a associação do que acontece na trama, que gira em torno de um casal comum. Eles querem ter um bebê, mas não conseguem. Então, em um dia como qualquer outro, a esposa desmaia enquanto dava aula na escola e acaba sendo levada para o hospital. Por lá, o marido descobre que ela tem uma doença neurológica praticamente incurável e não há muito o que fazer.

Porém, uma vendedora surge com uma solução ‘mágica’ que permite fazer uma cirurgia para contornar a doença por meio de um chip no cérebro, que faria um tipo de upload de quem ela era e manejaria a doença para mantê-la viva. O único custo para isso seria uma mensalidade de 300 pratas. Desesperado para ter a esposa de volta, ele assina o pacote, mas não lê as letrinhas miúdas. E aí começa um novo inferno na vida do casal, porque a cada seis meses é lançado um novo pacote de atualização que ela deve baixar para ter o mínimo de qualidade de vida.

[SPOILER]

É um episódio extremamente chocante, cuja crítica deveria ser absorvida pela própria Netflix, que aumenta os valores da mensalidade de forma completamente desproporcional quando dá na telha. Essa crítica explícita aos streamings é extremamente necessária, é uma pena que a “N Vermelho” vá se fazer de sonsa com isso, usando como desculpa de ‘minha parte eu já, lancei a crítica’, em vez de rever suas políticas de assinatura.

Eulogy é o grande episódio da temporada por trazer uma crítica interessante, mas principalmente por se apoiar no talento brutal de Paul Giamatti. A trama, de alguma forma, se assemelha com San Junipero e Entire History Of You, clássicos da série, mas tem um desenrolar diferente.

Ele acompanha um senhorzinho amargurado e sozinho, cuja vida parece não fazer mais sentido. Então, ele testa uma tecnologia que permite reviver momentos com base em fotografias. Por meio desse procedimento, ele vai atrás do único momento de sua vida em que ele sentiu que existir tinha algum valor. Embebido pela nostalgia, ele busca um amor antigo, mas descobre coisas que não gostaria de saber. E isso é algo mais do que presente nos dias de hoje. A existência miserável que o presente proporciona faz com que o apego ao passado esteja cada vez mais em alta. A forma sensível como isso é retratado aqui faz dele um dos melhores episódios de toda a série.

Com seis episódios, a sétima temporada de Black Mirror já está completinha no catálogo da Netflix.

Crítica | Depois da Caçada – Filme de Luca Guadagnino, Expõe Corajosa Opinião, Mas Divide o Público

O direito de um indivíduo vai até onde não interfere no direito do outro. Ao menos, em teoria, deveria ser assim; na prática, sabemos que as estruturas sociais diversas no mundo fazem com que determinadas pessoas tenham menos direitos que outras. Na última década, esse debate tem sido cada vez mais intenso, com diversos grupos reivindicando respeito. Porém, esse debate é de mais fácil compreensão quando os elementos são padronizados e evidentes, de modo que qualquer um consegue identificar quem é o opressor e quem é o oprimido, quem é o predador e quem é a vítima. Mas, e se os elementos dessa equação se comportassem tal qual, mas pertencessem a categorias diferentes, será que a equação permaneceria igual? Será que a sociedade reagiria e julgaria igual? Esse é o grande questionamento proposto em ‘Depois da Caçada’, filme de abertura do Festival do Rio 2025 e que chegou esta semana ao circuito nacional.

Alma (Julia Roberts) é professora do departamento de Filosofia em uma prestigiosa universidade. Certa ocasião, ela recebe em sua casa alguns de seus  alunos e orientandos para um jantar, junto com seu marido, Frederik (Michael Stuhlbarg), seu colega de departamento, Hank (Andrew Garfield), e outros convidados. Entre drinks, eles debatem filosofia, questões da vida e a tese de Maggie (Ayo Edebiri), aluna favorita de Alma. Quando a noite acaba, Hank acompanha Maggie à casa dela. No dia seguinte, porém, Maggie não aparece na aula. Preocupada, Alma se surpreende com a visita de uma abalada Maggie em sua casa, dizendo ter sido assediada por Hank após a festa. Sem saber o que fazer ou em quem acreditar, Alma se questionará até que ponto a ética e o profissionalismo devem ser considerados quando a vida e a reputação de uma aluna e um professor estão em jogo.

O debate de ‘Depois da Caçada’ é ótimo, mas sua execução, nem tanto.

O roteiro de Nora Garrett levanta uma importante questão: se as peças do xadrez fossem outras, a relevância do fato seria o mesmo? Em ‘Depois da Caçada’ uma estudante mulher, rica, cheia de privilégios, lésbica e negra acusa um professor branco, cis, hetero e classe média de tê-la assediado. Neste caso, o fato de ela ser mulher, negra e lésbica automaticamente lhe dá a razão, ou ela poderia estar mentindo, apesar disso? O fato de o acusado ser um homem, branco, cis, hetero e galanteador automaticamente o torna culpado, ou ele teria o benefício da dúvida, apesar de suas características? E, no meio disso tudo, a protagonista Alma, que almeja um cargo fixo no seu departamento, tendo tudo a perder ao se envolver nesse escândalo, colocaria sua carreira em risco em prol de defender o lado que acha certo, ou não há lado certo quando o episódio não envolve a você mesmo?

Esse debate, extremamente atual e relevante, é de suma importância e poderia ser levantado em todos os locais onde o filme seja exibido. A forma como Luca Guadagnino,  transpõe o roteiro em imagens, entretanto, é que cansa em muitos momentos, seja pelas quase duas horas e meia de duração (sem nenhuma necessidade, há pelo menos vinte minutos sobrando aí), seja pela irregularidade com que mantém a narrativa, ora passeando por devaneios estéticos e fotográficos, ora lembrando que precisa contar uma história e que há um tempo limite para tal.

Depois da Caçada’ deixa ao espectador a pulga da inquietação e o convite para pensar antes de se manifestar.  Com canções brasileiras na trilha sonora de Trent Reznor, ‘Depois da Caçada’ é um filme verborrágico, filosófico e inquietante, que lembra ao espectador que o ser humano é capaz de muitas coisas, inclusive de mau caratismo.

‘Beetlejuice’: Sequência do clássico filme de Tim Burton não está em desenvolvimento

Os Fantasmas se Divertem, também conhecido como Beetlejuice, deu ao público uma experiência original, trazendo um conto tragicômico e obscuro de uma jovem adolescente obcecada pela morte que se muda para um casarão habitado por fantasmas. 

No filme de 1988, Michael Keaton deu vida ao personagem-título, um espírito enfadonho que se utiliza de táticas assustadoras para se livrar de seus moradores. Além disso, o longa ajudou a lançar a carreira de Tim Burton e estabeleceu Keaton como um artista bastante talentosos, permitindo inclusive que os dois se reunissem um ano mais tarde com Batman.

Nos últimos anos, diversos rumores indicaram que a dupla estava se reunindo mais uma vez para desenvolver uma sequência direta. Porém, em entrevista ao site USA Today durante a première de Dumbo, o cineasta foi questionado sobre o projeto em potencial e se de fato ele aconteceria. “Não sei. Duvido muito”, ele respondeu.

O site também conversou com a Warner Bros., cuja porta-voz Candice McDonough declarou que “o projeto não está em desenvolvimento ativo”.

Os Fantasmas se Divertem trouxe em seu elenco Keaton, Geena DavisAlec BaldwinWinona RyderCatherine O’Hara e muitos outros. O filme arrecadou quase 74 milhões de dólares partindo de orçamento e 15 milhões, e levou para casa o Oscar de Melhor Maquiagem em 1989.

‘Till Death’: Evangeline Lilly e Jason Sudeikis serão protagonistas de novo thriller de ação

Segundo o ColliderJason SudeikisEvangeline Lilly vão estrelar o novo thriller de ação de Aharon Keshales, intitulado Till Death.

O filme gira em torno de Jimmy, um criminoso que ganha liberdade condicional após prestar serviço durante 12 anos na prisão por assalto a mão armada. Ele se reconecta com o amor de sua vida, Annie, que foi diagnosticada com câncer terminal, e planeja usar sua recém-conquistada liberdade para garantir que seus últimos dias sejam os melhores da vida. Entretanto, as coisas não saem como planejado.

Keshales é conhecido por co-dirigir o longa israelita ‘Os Lobos Maus’, que entrou para a seleção oficial do Festival de Toronto em 2013 e foi aclamado pelo diretor Quentin Tarantino. Atualmente, está em pós-produção do suspense ‘Gunpowder Milkshake’, estrelado por Karen GillanLena HeadeyMichelle Yeoh.

O cineasta descreve seu projeto como “uma história de amor que ficou presa em um thriller de Sam Peckinpah“.

As filmagens devem começam em janeiro de 2020

Lilly recentemente reprisou seu papel como a Vespa em ‘Vingadores: Ultimato’ e deve retornar para a próxima iteração da franquia Homem-Formiga. Sudeikis, por sua vez, é conhecido por seu trabalho no seriado Saturday Night Live’ e por obras como Colossal‘Driven’.

‘Matrix 4’: Diretores de ‘John Wick’ vão coreografar as cenas de ação da sequência

Em entrevista ao Collider, os diretores Chad StahelskiDavid Leitch, que trabalharam juntos no aclamado capítulo de estreia da franquia John Wick, revelaram que irão voltar para o mundo de Matrix para coreografar as cenas de ação da quarta iteração e ajudar os personagens com treinos físicos.

“Eles nos perguntaram se podíamos ajudar na coreografia e nos treinos”, Staheski revelou. “Eu estou ajudando um pouco em algumas sequências, Dave está em outras. Lana voltou com bastante amor e uma reunião pseudo-familiar. Tem sido ótimo ver os membros da equipe de novo”.

Lembrando que a produção de ‘Matrix 4‘ foram interrompidas para evitar a propagação do Coronavírus.

As filmagens estavam acontecendo em Berlim, na Alemanha, após passarem por San Francisco, nos EUA.

Por enquanto, não há previsão de retomada, mas a estreia segue agendada para 21 de maio de 2021.

Lana Wachowski retorna como diretora.

Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss retornam. O elenco ainda conta com Jada Pinkett Smith, Jonathan Groff, Yahya Abdul-Mateen II, Lambert Wilson, Ellen Hollman, Jessica Henwick e Neil Patrick Harris

Fontes ligadas à produção disseram que a presença de Neo e Trinity emMatrix 4‘ será apenas uma forma de Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss passarem a tocha para a próxima geração de atores.

Além disso, os astros originais não devem retornar depois da sequência.

Em entrevista ao Yahoo!, Reeves adiantou detalhes sobre o novo filme:

“A Lana Wachowski se encontrou com James Cameron para discutir os avanços da tecnologia 3D, e está disposta a usar a tecnologia para fazer algo nunca antes visto, como no primeiro filme. Tenho uma obrigação com meus fãs de fazer um filme digno da franquia, que seria uma verdadeira revolução no gênero ação”, afirmou.

Lançado me 1999, ‘Matrix’ foi aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou US$ 463 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 63 milhões.

Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.

Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1,6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

‘Lovecraft Country’: Victoria Mahoney fala sobre suas inspirações para o 4º episódio da série da HBO

Depois de ter sido assistente de direção em ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’, a diretora Victoria Mahoney voltou para o mundo televisivo com a aclamada série Lovecraft Country.

Mahoney ficou responsável pelo quarto episódio da 1ª temporada, “A History of Violence”, e revelou ao Deadline que trouxe diversas inspirações dos clássicos da Lucasfilm – incluindo ‘Star Wars’Indiana Jones.

“O que é divertido sobre a abordagem geral que [a showrunner] Misha Green teve quando queria que eles vivessem por conta própria, e então o público vê que estamos em um território desconhecido, e é autossuficiente. Houve uma sentença operativa que veio à minha mente no começo, e tinha a ver com Jurnee Smollett me chamando numa manhã de sábado. Ela disse algo para mim e isso veio á minha cabeça, essencialmente, quando ela disse: ‘isso é Indiana JonesOs Goonies para os negros’. E eu pensei: ‘Meu Deus, eu esperei minha vida inteira por isso’. Então isso significa bastante para mim como um indivíduo, uma contadora de histórias e um membro do público”.

Enquanto isso, o 5º episódio da série, “Strange Case”, vai ao ar no próximo dia 13 de setembro.

Assista ao teaser oficial:

Recebendo grandiosos elogios, a produção foi aclamada pelas performances dos astros Jonathan Majors e Jurnee Smollett-Bell, com a trama sendo considerada “uma abordagem emocionante sobre a tradição lovecraftiana, que prova que os deuses antigos não são a única coisa que fazem barulho no cosmos”.

Baseada no livro homônimo de Matt Ruff, a trama gira em torno de Atticus Black, um rapaz de 25 anos que, quando seu pai desaparece, se dedica a buscá-lo junto com a sua amiga Letitia e seu tio George. Nesse processo eles enfrentam os horrores do racismo nos Estados Unidos na década de 1950, assim como espíritos malignos, e tentam sobreviver a tudo isso.

O elenco inclui Courtney B. Vance, Michael Kenneth WilliamsJurnee Smollett-Bell, Elizabeth Debicki, Aunjanune Ellis, Wunmi Mosaku e Jonathan Majors.

‘Sombra e Ossos’: Série de fantasia da Netflix ganha imagens e pôsteres individuais; Confira!

A Netflix divulgou os primeiros cartazes individuais e as imagens oficiais de sua nova e ambiciosa série de fantasia, Sombra e Ossos.

O ciclo de estreia será composto por oito episódios de uma hora cada e será lançado no dia 23 de abril de 2021.

Confira, junto ao teaser:

Sombra e Ossos é uma série baseada na saga de fantasia homônima assinada por Leigh Bardugo. A história gira em torno de Alina Starkov, uma órfã que se transforma em uma soldado para tentar sobreviver no perigoso e obscuro mundo de Shadow Fold.

Eric Heisserer (A Chegada) entra como showrunner e adaptou os dois primeiros volumes da franquia. Shawn Levy (Stranger Things) é o produtor-executivo.

Jessie Mei LiArchie RenauxFreddy CarterAmita SumanKit YoungBen Barnes estrelam a produção.

‘Esquadrão Suicida’: Editor CONFIRMA que executivos da Warner mudaram o filme original de David Ayer

Pouco depois do lançamento de Esquadrão Suicida, que tornou-se um fracasso de crítica e desapontou nas bilheterias mundiais, os fãs ao redor do mundo começaram a se questionar como o filme seria sem muita interferência por parte da Warner Bros..

O longa, dirigido por David Ayer, foi duramente criticado pela falta de ritmo e de identidade, apesar do estilo explosivo da condução. Agora, em entrevista ao CinemaBlend, o editor Kevin Hickman se abriu sobre o projeto e revelou de que forma os executivos do estúdio mudaram totalmente a visão que Ayer tinha para a obra.

“O filme que rodamos para Esquadrão Suicida estava um milhão de vezes melhor – e era um grande filme de elenco que tinha inúmeros outros personagens que seriam introduzidos e através dos quais explicaríamos a camaradagem criada entre todos eles. Então, Esquadrão Suicida era um desafio, porque tínhamos tantos personagens que, em dado momento, mostramos para o estúdio e eles queriam levar as coisas numa direção diferente. [A Warner Bros.] queria que a origem dos personagens acontecesse no início e inserir um nível de comédia no longa”.

Anteriormente, Ayer conversou com a EW e voltou a falar sobre o seu desejo pelo lançamento do seu corte original, alegando que sua visão original era muito diferente do que o resultado final que vimos nos cinemas.

“Acredito que os estúdios agora percebem que podem existir versões oficiais e alternativas, e os fãs querem assisti-las. Eles amam os personagens e querem passar mais tempo com eles. As pessoas estão bem mais interessadas em como os filmes são feitos e querem fazer parte dessa jornada. Há espaço para coisas diferentes, versões diferentes, para serem compartilhadas com o público. Acredito que isso ajuda a reforçar nossa conexão com a comunidade. Mas devo dar o crédito para a Warner Bros. por apoiar o Zack [Snyder] e ter a coragem para explorar isso.”

Ele completa, “Eu entendo que faz parte dos negócios, mas é frustrante porque eu realmente fiz um drama profundo e a minha versão foi destruída, pois eles tentaram transformar o filme em um ‘Deadpool’ – o que não era para ser. Então, eu acabo sendo culpado, pois o meu nome está lá. Apesar de não representar o que eu realmente fiz, eu tenho que enfrentar a munição dos críticos e ser um bom soldado. Eu fiz um filme incrível, que acabou assustando os executivos.”

Infelizmente, a presidente e CEO da WarnerMedia, Ann Sarnoff, revelou que eles não pretendem lançar o Ayer Cut.

“Não iremos lançar a versão de David Ayer de Esquadrão Suicida, afirmou.

Ayer reclamou da decisão e adiantou aos fãs que o tom do filme é tão dark quanto o do aclamado e premiado ‘Coringa‘.

“Isso foi regravado, porque o tom é ‘muito obscuro’ – meu primeiro ato foi um filme normalmente construído. Peguei inspiração de [Christopher] Nolan. Havia cenas reais com atuação incrível entre Jared [Leto]Margot [Robbie]. O Coringa era assustador e a Arlequina era complexa”, ele escreveu.