A emissora TNT está apostando alto nas adaptações dos livros do autor Caleb Carr. Após o sucesso de ‘The Alienist’, agora a continuação da história, intitulada ‘The Angel of Darkness’ (O Anjo das Trevas), também será adaptada para a TV.
A trama mostra o Doutor Laszlo Kreizler em busca de um novo criminoso. Dessa vez, Laszlo e seus ajudantes precisam descobrir o paradeiro da filha de um famoso diplomata espanhol. Para piorar a situação, os Estados Unidos e a Espanha estão à beira de uma guerra.
Massacrado pela crítica em seu lançamento, Space Jam: O Jogo do Século virou um fenômeno quase cult nas décadas seguintes. Por isso, a molecada que se apaixonou pelo filme durante a infância cresceu sonhando com uma sequência para ver novamente seus animais antropomórficos favoritos voltando às quadras com um astro da NBA.
Depois de anos de rumores, Space Jam: Um Novo Legado chegou aos cinemas e ajudou a consolidar o streaming da Turner, o então HBO Max, durante os tempos de pandemia. Apesar de ainda não ter o sucesso parecido com o do original, a sequência conquistou alguns fãs. Pensando neles, o CinePOP reuniu 10 curiosidades que você talvez não conheça sobre o filme. Confira!
Longo Processo
Por mais que Space Jam: O Jogo do Século (1996) tenha sido questionado, houve planos para uma sequência. No rascunho original, a continuação teria Pernalonga e seus amigos convocando novamente Michael Jordan para ajudá-los a enfrentar um novo alienígena sem noção, o ‘Bersek-O!’. No entanto, o ídolo do Chicago Bulls não quis se envolver novamente com cinema, então os planos foram cancelados. Com isso, a Warner começou a trabalhar em um projeto chamado ‘Spy Jam’, que traria o Jackie Chan para uma trama de espionagem ao lado do Patolino. Só que o longa não foi pra frente e acabou se transformando no rascunho inicial para Looney Tunes: De Volta à Ação (2003).
Rumores
Ao longo dos anos 2000, houve uma série de rumores sobre uma sequência de Space Jam estrelada pelo ‘sucessor natural’ de Michael Jordan na hierarquia do basquete norte-americano: o astro dos Lakers,Kobe Bryant. E apesar dos fãs fazerem forte campanha, isso nunca ocorreu. Em 2018, quando LeBron James já estava envolvido no projeto de Um Novo Legado, ele fez um convite para Bryant fazer uma participação, mas o ‘Black Mamba’ disse que só participaria do filme se pudesse ser o diretor da aventura. Vale lembrar que Kobe ganhou o Oscar de Melhor Curta de Animação em 2018 pelo curta ‘Dear Basketball‘. Infelizmente, Kobe Bryant faleceu em janeiro de 2020, em um acidente de helicóptero.
Conturbado
Inicialmente, Justin Lin seria o diretor da sequência. Porém, ele decidiu deixar o cargo após receber o convite para dirigir Velozes & Furiosos 9 e Velozes & Furiosos 10. Como Justin já tinha uma história com a saga, achou que seria como “voltar ao lar”. O problema é que ele acabou se indispondo com Vin Diesel, astro da franquia, e abriu mão de cerca de 20 milhões de dólares para não dirigir o décimo filme. Segundo relatos da época, o ator chegava atrasado aos sets, estava fora de forma e esquecia suas falas.
Anúncio
Após décadas de rumores, a sequência de Space Jam foi oficializada em setembro de 2018, quando LeBron James e sua produtora lançaram a imagem acima das redes sociais. Além de LeBron e o Pernalonga, a imagem confirmava Terence Nance (Uma Super-Simplificação de Sua Beleza), que veio para o lugar de Justin Lin, e Ryan Coogler, que estava no auge com Pantera Negra, como produtor.
Mudanças
Infelizmente, cerca de um anos após o anúncio oficial,Terence Nance deixou o projeto por divergências criativas. Na época, os fãs lembraram das declarações de Joe Pytka, diretor do filme original, dizendo que uma eventual sequência estaria amaldiçoada e fadada ao fracasso, porque não haveria outro jogador capaz de repetir o fenômeno de popularidade de Michael Jordan. Para o lugar dele, a Warner chamou Malcolm D. Lee, de Todo Mundo em Pânico 5 (2013), que tocou o projeto até o final.
Homenagem
Lançado em 2021, Space Jam: Um Novo Legado acabou servindo como uma grande homenagem ao Space Jam original. Como O Jogo do Século chegou aos cinemas em 1996, a sequência estreou no aniversário de 25 anos da aventura dos Looney Tunes com o craque Michael Jordan. Isso deixa as referências e piadas ainda mais especiais.
Lesão
Nos anos 90, Jordan gravou sua participação em Space Jam enquanto passava pelo recondicionamento físico para voltar às quadras (ele tinha acabado de sair do baseball). Durante as filmagens de Um Novo Legado, LeBron estava se recuperando de uma lesão grave na virilha, que o afastou das quadras por 17 jogos. Para manter a forma, James malhava “feito um cavalo”, segundo Don Cheadle, durante as gravações.
ILM
Metade do filme se passa com os Looney Tunes animados em 2D. Os efeitos luminosos do filme foram feitos pela Industrial Light & Magic, empresa tradicionalíssima de Hollywood. Entretanto, apesar de estar por trás de praticamente todos os sucessos do cinema norte-americano, essa foi apenas a segunda vez que a ILM trabalhou com personagens animados em um live action. A primeira havia sido em Uma Cilada Para Roger Rabbit, em 1988.
Cancelado
Originalmente, o filme teria uma cena com Pepe Le Gambá vivendo no universo de Casablanca. Nela, o gambá tentaria dar um beijo na atriz Greice Santo, que recusaria as investidas do personagem, assim como fazia com a gatinha na animação original. A ideia estava no filme de Terence Nance, mas Malcolm D. Lee achou melhor exclui-la do corte final por achar que estaria promovendo o assédio.
Vilões
No filme original, os vilões roubavam os talentos dos maiores destaques da NBA dos anos 90 e absorviam as habilidades tocando em uma bola de basquete. Na sequência, Al. G. Ritmo (Don Cheadle) usou as habilidades de grandes destaques da NBA e WNBA que foram escaneados pelo filho do LeBron para seu videogame. O timaço do mal foi composto por Klay Thompson, Anthony Davis, Damian Lillard, Diana Taurasi, Nneka Ogwumike.
O verão começou no Brasil. Entre outras características típicas da estação mais quente do ano, uma das principais para o mundo do cinema é a chegada de uma boa comédia brasileira. Durante um tempo, esse bastão foi carregado com louvor pelo ator Paulo Gustavo, que sempre lançava seus filmes nessa época do ano e arrebatava milhões de espectadores nas salas. Com sua partida precoce e com a reabertura total do cinema, a grande responsabilidade de entreter o público brasileiro foi assumida agora por duas de suas grandes amigas,Tatá Werneck e Ingrid Guimarães, que chegam juntas na última semana do ano ao circuito nacional com o longa ‘Minha Irmã e Eu’.
Mirian (Ingrid Guimarães) é a irmã mais velha de Mirelly (Tatá Werneck). As duas passaram a infância no interior do Goiás, onde nasceram, mas, depois de atingirem determinada idade, seus caminhos se separaram por completo: Mirelly foi morar no Rio de Janeiro, onde trabalha em contato direto com celebridades, e Mirian ficou na cidade de Rio Verde, onde se casou cedo com Jayme (Márcio Vito), teve dois filhos – JaymeJúnior (Jaffar Bambirra) e Marcelly (Nina Baiocchi) – e cuida da mãe, Dona Márcia (Arlete Salles), que foi morar com ela por um tempo e nunca mais saiu. Às vésperas da festa de aniversário de 75 da mãe, Mirian insiste para que a irmã Mirelly venha até sua cidade natal, onde tem uma conversa séria com ela sobre sua corresponsabilidade de cuidar da mãe também, alegando ser sua vez de receber a mãe em casa. Porém, Mirelly vive de aparências e, por isso, se recusa a receber a mãe, mas Dona Márcia acaba ouvindo a conversa e decide sumir no mundo. Agora as duas irmãs terão que deixar suas diferenças de lado e rodar todos os cantos para encontrar a mãe de volta.
O principal elemento que define se um filme de comédia irá funcionar ou não é o entrosamento entre os atores principais. Se há química, é risada garantida – e esse é o caso de Ingrid e Tatá. Juntas as duas personagens se metem em um monte de confusões, que funcionam tanto isoladamente quanto dentro do contexto do filme. Ao mesmo tempo, esse entrosamento é tal qual ocorre com as personagens: no início do filme parece meio truncado, mas, aos poucos a coisa vai fluindo mais naturalmente. Assim, fica fácil rir de Tatá se fazendo passar por Sandy ou falando em velocidade x2 num áudio, ou de Ingrid descobrindo a não monogamia dos famosos.
Responsável pelas trilogias ‘Minha Vida em Marte’ e ‘Minha Mãe é uma Peça’, a cineasta Susana Garcia acerta uma vez mais em ‘Minha Irmã e Eu’, centrando a história (original de Tatá e Ingrid) em duas irmãs com ambições de vida diferentes, mas que, no fundo, se amam e se respeitam, mas que diante do distanciamento oriundo do mundo adulto se deixam controlar pela frustração cotidiana, o que impacta na forma de se relacionar e de enxergar a própria mãe. Uma vez mais Susana se debruça sobre o universo familiar e, particularmente, sobre o universo feminino, construindo, com leveza, os temas do seu filme, que, ao final, emociona sem a gente nem perceber o que está acontecendo. Não se surpreenda se uma ou duas lágrimas escaparem.
Com uma trilha sonora deliciosa, cenários encantadores e participações hilárias de Iza, Lázaro Ramos, Taís Araújo e outros talentos, ‘Minha Irmã e Eu’ é a comédia certa para o verão e para começar o novo ano em alto astral. Divertida, engraçada e convidando um quentinho ao coração do espectador, é um ótimo filme para seguir o legado de fim de ano deixado por Paulo Gustavo.
O reinado de Nicollette Sheridan como Alexis Carrington chegou ao fim. A atriz, conhecida também por seu papel na dramédia ‘Desperate Housewives’, está deixando a série da ‘Dynasty’, da The CW. O papel ganhará outra intérprete, mas ainda nenhuma confirmação foi feita.
“Nicollette Sheridan deixará ‘Dynasty’ para focar em algumas responsabilidades familiares”, a CW e a CBS Television Studios declararam. “Ela sempre foi uma valiosa adição ao show e desejamos que tenha muito sucesso no futuro”.
Sheridan apareceu como Alexis em meados da primeira temporada, e sua última será em março. Sua saída é precedida por Nathalie Kelley, que deu vida a Cristal Flores Carrington e saiu no final da primeira temporada antes de ser substituída por Ana Brenda Contreras. James Mackay, que interpretou Steven Carrington, também deixou o drama.
Joan Collins interpretou Alexis Carrington no show original.
Se há algo que sempre está presente na maioria das séries televisivas contemporâneas é o álcool.
Desde produções como ‘Friends’ e ‘How I Met Your Mother’ até dramas de época como ‘Penny Dreadful’ e fantasias medievais como ‘Game of Thrones’, percebemos que grande parte dos personagens, sejam eles protagonistas e coadjuvantes, tem um apreço por bebidas alcoólicas que, de fato, contribui para compreendermos suas ações, suas jornadas e suas complexas personalidades.
Recentemente, o site de apostas online Cassino Betway divulgou uma interessante pesquisa que analisa com didáticos infográficos o consumo de álcool por populares personagens da TV. Vale lembrar que foi levada em consideração apenas as primeiras temporadas das séries analisadas, tendo em vista que tipos de bebidas são mais consumidas, em que quantidade e quais marcas reconhecíveis os telespectadores conseguem identificar.
A pesquisa também utilizou o sistema de unidades de álcool, utilizado pelo NHS (Serviço Nacional de Saúde britânico), em que uma unidade equivale a 10ml do líquido puro.
Nos múltiplos gráficos acima, por exemplo, percebemos que nomes como a icônica Monica Geller (Courteney Cox), de ‘Friends’, e Hannah Horvath (Lena Dunham), de ‘Girls’, ficaram em uma posição consideravelmente baixa, enquanto Don Draper (Jon Hamm), de ‘Mad Men’, e Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker), de ‘Sex and the City’, provaram ser alguns dos maiores beberrões das séries.
Mas isso não é tudo: como fica bem claro, o vinho, seja ele branco ou tinto, parece ser a bebida mais adorada dos nossos personagens, representando 35% de alcoólicos consumidos pelos personagens. O drink em questão é visto em peso em séries como ‘Friends’, que tem consumo médio de 2 unidades por episódio e, no total, 150 copos tomados. Já em ‘GoT’, marcado também por grandes festas regadas a álcool, personagens como o excêntrico e problemático Tyrion Lannister (Peter Dinklage) viraram cerca de 128 drinks nas primeiras temporadas.
Ainda assim, a comédia ‘Parks and Recreation’ se tornou a recordista dos temas analisados. Na hilária e premiada narrativa estrelada por Amy Poehler, o elenco se deliciava com garrafas e mais garrafas de cerveja, chegando a consumir 6,5 unidades por episódio e um total de 546 drinks (ainda não sabemos como nenhum dos personagens entrou em coma alcoólico depois dessa).
O whisky e o bourbon também não ficaram de fora do estudo: o refinamento estético de ‘Mad Men’ não se isola apenas nas investidas técnicas, mas também numa tradução orgânica da década de 1960 nos controversos personagens, principalmente no diretor de criação Don Draper (já mencionado em alguns parágrafos acima). Afinal, a produção é ambientada em Nova York da década de 1960 e, levando em conta que se preza a refletir o cenário da Madison Avenue e das agências de publicidade da época, nada mais coerente que o protagonista se conectasse com as bebidas em questão: ao longo dos episódios, Don tinha consumo recorde de 11 unidades por capítulo, virando 336shots.
O breve estudo também deixa claro que idade não necessariamente significa sabedoria. Como é possível ver no último gráfico, quanto mais velhos os personagens são, mais tendenciosos a encontrar escapismo na bebida eles se tornam – e é bem provável que isso tenha a ver com estresse.
A nova série da HBO, ‘The Third Day‘, ganhou um novo trailer oficial que anuncia o adiamento da produção para o outono norte-americano. Não se sabia o dia exato que o primeiro episódio será exibido.
Na trama, Sam (Jude Law) é levado até uma misteriosa ilha na costa britânica onde encontra um grupo de pessoas participam pra um culto macabro.
Na segunda parte, “Winter”, Helen (Harris), uma forasteira de boas intenções, vai para a mesma ilha para procurar respostas, mas sua chegada precipita uma complicada batalha.
Através do Twitter, a diretora Patty Jenkins respondeu a algumas perguntas de fãs sobre o vindouro ‘Mulher-Maravilha 1984’ – incluindo sobre a jornada extenuante de escolha do design da vilã Mulher-Leopardo (Kristen Wiig).
Quando questionada sobre o quão difícil a tarefa foi, Jenkins foi bastante categórica, dizendo que: “[foi] extremamente difícil. Queríamos que ficasse fantástico e isso acabou sendo bem complexo. Primeiro, encontrar o mais incrível design; depois descobrir como executá-lo foi uma longa jornada. Acabou sendo uma mistura de efeitos visuais e práticos, mas valeu bastante a pena”.
Extremely hard. We wanted it to look fantastic and that ended up being very complex. First, the most incredible design then figuring out how to execute it was a long journey. It ended up being a mix of practical and visual effects but it was worth it to make it look amazing! https://t.co/gdXcM4zTjC
A Warner Bros. anunciou um novo adiamento de ‘Mulher-Maravilha 1984‘ nos cinemas nacionais.
Devido a pandemia de Coronavírus que fechou as salas de cinema do país, o estúdio preferiu empurrar a estreia da ação em duas semanas.
Ao invés de 1º de Outubro, o filme da Amazona agora chega no dia 15 de Outubro. As informações são do Portal Exibidor.
O estúdio também adiou ‘Tenet‘, que agora tem estreia prevista para 24 de setembro.
Confira a sinopse oficial:
“Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?”
Segundo o site Giant Freaking Robot, Christopher Nolan está considerando comandar um novo filme do ‘Batman’ após a performance bem abaixo do esperado de ‘TENET’ nos cinemas.
Ainda sem muitos detalhes confirmados, a notícia indica que a decisão vem em virtude do fracasso de bilheteria do recente drama sci-fi do diretor, que foi lançado em meio à crescente pandemia do COVID-19 e arrecadou apenas US$362,9 milhões ao redor do mundo – não chegando ao valor necessário de US$400 milhões para arcar com todos os custos.
Vale lembrar que Nolan e os executivos da Warner Bros. tiveram calorosas discussões após o fraco índice financeiro do longa-metragem e pelo fato da companhia resolver lançar todos os seus filmes programados para 2021 simultaneamente nos cinemas e na plataforma da HBO Max. Dessa forma, não se sabe como a situação entre as duas partes ficará caso o projeto siga em frente.
O cineasta não é estranho ao universo do super-herói em questão, visto que ficou responsável pela aclamada e premiada trilogia composta pelos filmes ‘Batman Begins’, ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’ e ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge’.
E você? Gostaria de ver Nolan retornar ao panteão da DC?
Armado com apenas uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do mundo inteiro, o Protagonista viaja através de um mundo crepuscular de espionagem internacional em uma missão que irá desenrolar em algo para além do tempo real. Não viagens no tempo. Inversões.
O thriller de ação ‘Gunpowder Milkshake‘, estrelado por Karen Gillan (‘Guardiões da Galáxia’) e Lena Headey (‘Game of Thrones’) ganhou um incrível pôster oficial e data de estreia: 14 de julho.
Confira:
Originalmente descrito como uma mistura violenta entre ‘Kill Bill‘ e ‘No Ritmo de Fuga‘, o longa foi classificado pelo MPA para maiores de 18 anos (rated-R) por “extrema violência sangrenta e linguagem”.
“Sam (Gillan) tinha apenas 12 anos quando sua mãe Scarlet (Headey), uma assassina de elite, foi forçada a abandoná-la. Sam foi criado pela Firma, um sindicato do crime cruel para o qual sua mãe trabalhava. Agora, 15 anos depois, Sam seguiu os passos de sua mãe e se tornou uma assassina feroz. Ela usa seus “talentos” para limpar as bagunças mais perigosas da empresa. Ela é tão eficiente quanto leal.
Mas quando um trabalho de alto risco dá errado, Sam deve escolher entre servir a firma e proteger a vida de uma menina inocente de 8 anos, Emily (Chloe Coleman). Com um alvo nas costas, Sam tem apenas uma chance de sobreviver: reunir-se com sua mãe e suas associadas letais: as bibliotecárias (Angela Bassett, Michelle Yeoh e Carla Gugino).
Agora, essas três gerações de mulheres devem aprender a confiar umas nas outras, enfrentar a Firma e seu exército de capangas e levantar o inferno contra aqueles que podem tirar tudo delas.”
Depois do sucesso sem precedentes da trilogia ‘Rua do Medo’, na Netflix, R.L. Stine foi homenageado mais uma vez ao fechar acordo com o Disney+ e ter os direitos da série de quadrinhos ‘Just Beyond’ adquiridos para uma adaptação aos moldes da Casa Mouse – isso é, uma investida mais destinada ao público jovem. É claro que essa releitura seriada, desenrolada em oito episódios de meia hora cada, segue os passos de tantas outras obras de Stine, como ‘Goosebumps’, mas deixa de lado o teor arrepiante em prol de mensagens que explorem a independência, o empoderamento e os laços familiares e de amizade que são extremamente importantes para o desenvolvimento pessoal.
De certo modo, as escolhas estéticas e técnicas são bastante práticas dentro do restrito escopo em que a série se insere. O time de roteiristas e diretores é bem diverso, mas é notável como o propósito de todos eles é mastigar temas complexos de serem analisados – e levados a espectadores mais novos – e entregá-los com um profundo didatismo que, por vezes, se mostra cansativo e sem muita ousadia. De qualquer forma, o resultado é exatamente o que esperávamos de uma produção desse calibre e, em suma, destina-se a um entretenimento sem grandes reviravoltas e que pode ser aproveitado em um final de semana qualquer ao lado da criançada.
O compilado de capítulos parte das mais diversas temáticas para dar vida às narrativas: McKenna Grace estrela o piloto ao interpretar Veronica, uma adolescente que deseja, a todo custo, mudar o mundo – mas que deixa seu lado mais rebelde levar a melhor e força os pais a mandá-la para um internato que mais se assemelha a um campo de treinamento militar. Lá, ela percebe que as outras meninas agem de forma estranha, como se tivessem sofrido lavagem cerebral; pouco depois, descobre que a diretora da escola, Srta. Genevieve (Nasim Pedrad), utiliza meios controversos para controlar as garotas e transformá-las em personagens saídas diretamente do clássico ‘Mulheres Perfeitas’. Como é possível ver, não há quaisquer resquícios de originalidade ou de ambição – mas Seth Grahame-Smith, criador da série, não tem desejo de fugir do óbvio, e sim abraçar as fórmulas e arquitetar um microcosmos nostálgico e prático.
A mesma ideia se alastra para as outras iterações: Gabriel Bateman e Arjun Athalye vivem melhores amigos que desconfiam que os pais sejam alienígenas – apenas para descobrir que a tênue linha que separa o bizarro do normal é muito mais densa do que aparenta; Rachel Marsh e Jy Prishkulnik interpretam adoráveis bruxinhas que navegam pelo falso moralismo e pelo preconceito velado de sua escola (uma metáfora bem-vinda, ainda que abrandada, às minorias sociais); Megan Stott lida com uma “maldição” de família no quarto episódio, encarnando a protagonista Olivia e insurgindo como um estandarte do que significa enfrentar os medos e superá-los; e Cyrus Arnold dá vida ao inesperado protagonista Trevor (que é, também, o antagonista de sua própria jornada de amadurecimento).
Nada é muito fora da curva – e, por esse motivo, não corre o risco de sofrer muito com pedantismos e tentativas falhas de carregar um peso maior do que consegue. Porém, mesmo com as boas intenções e o fato de servir como plataforma para uma nova geração de atores e de atrizes (aliás, o próprio conflito intergeracional entra como mote para vários capítulos), há certos elementos que falham em entregar o que deveriam e que poderiam ser mais bem explorados. A brevidade da antologia é como uma faca de dois gumes: à medida que não cansa os espectadores com histórias longas e prolixas demais, deixa uma sensação agridoce de frustração e incompletude; no season finale, por exemplo, qualquer exercício de aproximação entre Sam (Cedric Joe) e Andy (Malcolm Barrett) é varrido para debaixo do tapete, descartado como um pedaço de plástico; em “We’ve Got Spirits, Yes We Do”, a belíssima delineação dos fantasmas e da insegurança de Ella (Lexi Underwood) sofre do mesmo mal – e, eventualmente, caminha para lugar nenhum.
A imagética da produção é algo evocativo ao extremo e, por essa razão, não consegue arquitetar uma identidade única – pelo contrário, se mostra apaixonada por investidas anteriores próprias de canais como Boomerang e Warner Bros. (vide a clássica série ‘A Hora do Arrepio’, exibida entre 2001 e 2002 e parte do panteão de Stine). Da mesma maneira, as mensagens finais são bem otimistas, porém, como já mencionado inúmeras vezes, tendo como público-alvo um grupo muito específico de pequenos que talvez não tenham discernimento para compreender a multiplicidade da vida e daqueles que os cercam.
‘Just Beyond’ passa longe de causar uma enorme impressão – e isso se vale pelo fato de não trazer nada a se temer (nenhuma criatura ou situação que nos deixe arrepiados); mesmo assim, acompanhar as aventuras de um elenco tão vasto é uma boa opção para as horas vagas e uma pedida interessante para comemorar o Dia das Bruxas, servindo essencialmente para isso.
‘The Boys Presents: Diabolical’, a antologia animada de oito episódios que se passa no universo de ‘The Boys’, já está disponível no Prime Video.
A animação chegou à plataforma de streaming no dia 04 de março.
Relembre o trailer abaixo:
Awkwafina, Michael Cera, Don Cheadle, Chace Crawford, Kieran Culkin, Giancarlo Esposito, Eliot Glazer, Jason Isaacs, Kumail Nanjiani, Justin Roiland, Seth Rogen, Andy Samberg, Ben Schwartz, Elisabeth Shue, Christian Slater, Kevin Smith, Antony Starr, Nasim Pedrad, Simon Pegg, Kenan Thompson, Aisha Tyler e a vencedora do Oscar Youn Yuh Jung dublam.
Os oito episódios, que terão entre 12 e 14 minutos e com estilos próprios de animação, revelarão histórias inéditas do universo de The Boys, trazidas à vida por algumas das mentes mais criativas e brilhantes do entretenimento da atualidade.
Jacobson também entra como roteirista e produtora executiva.
Em entrevista ao Collider, Carden revelou que a produção será como uma reimaginação do filme original de 1992.
“Acredito realmente que ‘reimaginação’ seja um bom jeito de explicar [a série]. Não estão refazendo-a. Não são os mesmos personagens, mas é o mesmo mundo. São mulheres jogando beisebol nos anos 1940, enquanto os homens estão na guerra… Estamos mergulhando um pouco mais fundo nas narrativas e expandindo-as. Estouamando”, ela disse.
A série é baseada no longa-metragem dos anos 1990 que trouxe em seu elenco Geena Davis, Lori Petty, Rosie O’Donnell, Madonna e Tom Hanks. Dirigido por Penny Marshall, a obra girou em torno de duas irmãs que jogaram na liga feminina Rockford Peaches, dos Estados Unidos, durante a II Guerra Mundial.
O filme teve uma boa recepção pela crítica, conquistando 78% de aprovação no Rotten Tomatoes, além de ter arrecadado mais de 132 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.
A produção da Amazon irá começar com a formação da liga em questão em 1943 e mostrará as dificuldades do time em se manter ansiosos e vivos para os jogos.
O USA Today divulgou uma nova imagem oficial da sequência ‘John Wick 4: Baba Yaga‘, destacando o protagonista da série, Keanu Reeves.
Confira:
Enquanto participava da CCXP, o astro Keanu Reeves comentou sobre os bastidores da produção e confessou ao Omelete (via Comic Book) que este foi o trabalho mais desafiador de sua carreira.
“‘John Wick 4‘ é o filme mais difícil que já fiz. Em termos de ação, é o filme mais difícil que já fiz.”
Apesar de não entrar em detalhes, não é difícil imaginar o porquê, já que Wick agora é alvo de todos os assassinos que já passaram pela Alta Cúpula.
Assista:
Como ficou claro no trailer, a sequência promete carregar ainda mais ação que os títulos anteriores.
Com estreia marcada para 23 de Março de 2023, o novo filme traz John Wick descobrindo um caminho para derrotar a Alta Cúpula. Mas antes que ele possa ganhar sua liberdade, Sr. Wick deve enfrentar um novo inimigo com poderosas alianças em todo o mundo e forças que transformam velhos amigos em inimigos.
A sequência também trará o retorno deLaurence Fishburne como Rei dos Mendigos, Lance Reddick como Charon, o concièrge do Hotel Continental, e Ian McShane como seu empresário, Winston.
Chad Stahelski volta a dirigir e prometeu um filme à altura da franquia:
“Estamos satisfeitos com as sequências de ação e nós não queremos perder isso. Eu quero ser um diretor melhor, mas isso não quer dizer que a sequência terá menos ação,” afirmou.
O 3ª filme da franquia, ‘John Wick: Parabellum‘, se tornou um sucesso nas bilheterias, arrecadando US$ 326,7 milhões mundialmente – com um orçamento de US$ 75 milhões.
Kingsley Ben-Adir(‘One Night in Miami’) entra como o vilão Gravik, o líder da resistência que radicalizou um grupo de extremistas Skrull para obter os recursos de que precisam para para sobreviver – primeiro silenciosamente, disfarçando-se, depois pela força, se necessário.
A Netflix divulgou o novo trailer oficial de ‘Rebel Moon – Parte 1: A Menina do Fogo‘, sci-fi do diretor Zack Snyder (‘Liga da Justiça’), que estreia em 22 de dezembro.
Confira:
A segunda parte, intitulada ‘Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes’, estreia em 19 de abril de 2024.
Trailer legendado de REBEL MOON – PARTE 1, novo filme do Zack Snyder para a Netflix…
Tropas comandadas por forças tiranas ameaçam acabar com a paz de uma colônia localizada nos confins de uma galáxia, e Kora (Sofia Boutella), uma jovem com um passado misterioso, passa a ser a esperança de sobrevivência de todos. Com a missão de encontrar guerreiros de outros planetas que possam ajudar a defender a colônia, Kora monta um pequeno grupo formado por forasteiros, rebeldes, camponeses e órfãos de guerra com algo em comum: a necessidade de redenção e vingança. Com a sombra de um reino se aproximando da mais improvável das luas, uma batalha que decidirá o futuro de uma galáxia se iniciará, dando origem a um exército de heróis.
Snyder reuniu diversos nomes que já colaboraram com ele em seus filmes, como Ray Fisher, o Ciborgue de ‘Liga da Justiça’, eJena Malone, a Rocket de ‘Sucker Punch‘.
Além disso, o cineasta convidou astros de destaque, incluindo o vencedor do Oscar Anthony Hopkins (‘O Silêncio dos Inocentes’) e o indicado ao Oscar Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’).
Confira o elenco completo:
Sofia Boutella (‘A Múmia’) será Kora, uma ex-membro do “Imperium”, que agora vive na lua Vedt e monta uma equipe para enfrentá-los.
Charlie Hunnam (‘Sons of Anarchy’) será Kai; descrito como o “piloto de nave Mercenária”.
Michiel Huisman (‘Game of Thrones’) será Gunnar; um fazendeiro recrutado para a causa.
Hounsou será o General Titus.
Staz Nair (‘Supergirl’) será Tarak; um ferreiro trabalhando para pagar uma dívida como servo contratado, anteriormente comparado a Tarzan.
Doona Bae (‘A Viagem’) será Nemesis, descrito como “mestre da espada”, e que se revela como metade homem, metade máquina.
Fisher eCleopatra Coleman (‘Dopesick’ serão Darrian e Devra, irmãos lutadores que se juntam à resistência.
E. Duffy (‘Girlfriends’) será Milius; o último membro do grupo reunido.
Malone é descrita apenas como “um ser-aracnídeo etéreo”, enquanto Hopkins será “um robô ornamentado com séculos de idade chamado Jimmy”.
Fra Fee (‘Gavião Arqueiro’) será o Regente Balisarius
Outros membros do elenco também foram confirmados para o filme, ou talvez sua sequência, mas ainda não tiveram os detalhes de seus personagens confirmados, incluindo: a novata Charlotte Maggi, Sky Yang (‘Halo’), Corey Stoll (‘Homem-Formiga 3’), Cary Elwes (‘A Princesa Prometida’), Alfonso Herrera (‘O Exorcista’), Rhian Rees (‘For All Mankind’) e Ray Porter, que dublou o Darkseid em ‘Liga da Justiça‘.
O novo ciclo abriu com 88% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
O consenso geral destaca a narrativa envolvente, os personagens complexos e o sólido desempenho de seus talentosos atores.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Os novos membros do elenco se encaixaram perfeitamente no melodrama complexo da série, onde as motivações mais mesquinhas têm consequências terríveis. Impulsionada por performances ferozes, essa é a personificação perfeita da capacidade única das histórias de vampiros em combinar desejo e horror.” (IGN Movies)
“A segunda temporada de ‘Entrevista com o Vampiro’ é ambiciosa, complexa e parece nada mais do que uma extensão natural do primeiro ciclo.” (Paste Magazine)
“É frustrante ver uma história tão promissora prejudicada por problemas de ritmo, especialmente devido ao alto nível da primeira temporada. A série sempre foi lenta, mas a segunda temporada parece que perdeu força – ou pior: tem uma mordida fraca.” (Inverse)
“A 2ª temporada de ‘Entrevista com o Vampiro’ dá continuidade ao brilho bem executado que o ciclo antecessor deixou.” (Creepy Kingdom)
“A segunda temporada de ‘Entrevista com o Vampiro’ é tão sedutora e sinistra quanto a primeira, continuando sua adaptação inteligente dos amados romances de Anne Rice.” (Collider)
“‘Entrevista com o Vampiro’ sempre teve sucesso na exploração de dinâmicas complicadas, e a 2ª temporada continua a ser bem-sucedida nesta área.” (Mama’s Geeky)
“O novo ciclo de ‘Entrevista com o Vampiro’ traz uma visão íntima e comovente do amor. A temporada mais uma vez captura a beleza e a crueldade das conexões eternas pelas quais Anne Rice é conhecida, e faz isso sem esforço.” (But Why Tho? A Geeky Community)
O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 12 de maio.
Na nova temporada, após os eventos sangrentos em Nova Orleans, em 1940, quando Louis de Pointe du Lac (Jacob Anderson) e a adolescente Claudia (Delainey Hayles) conspiraram para matar o vampiro Lestat de Lioncourt (Sam Reid), Louis passa a contar suas aventuras na Europa, em sua busca pelos Vampiros do Mundo Antigo e o Teatro dos Vampiros. Em Paris, ele conhece o vampiro Armand (Assad Zaman). O relacionamento dos dois terá consequências devastadoras no passado e no futuro, e o jornalista Daniel Molloy (Eric Bogosian) irá arriscar tudo para descobrir as verdades enterradas nestas memórias.
Vale lembrar que a atriz Delainey Hayles dará vida à personagem Claudia no novo ciclo, substituindo Bailey Bass, que interpretou a vampira na primeira temporada.
O elenco conta com Sam Reid (‘The Newsreader’), que interpreta o vampiro Lestat; Jacob Anderson (‘Game of Thrones’), que dá vida a Louis de Pointe du Lac; Eric Bogosian (‘Billions’), que vive Daniel Molloy; e Assad Zaman, que interpreta Rashid.
A trama do primeiro livro gira em torno do vampiro Louis de Pointe du Lac enquanto ele relata a história de sua vida a um repórter, especialmente sobre como ele foi transformado em um vampiro e, em seguida, orientado por Lestat de Lioncourt.
Rolin Jones entra como showrunner, além de ser responsável pelo roteiro da produção.
Depois de ganhar múltiplas estatuetas do Oscar com o aclamado ‘Oppenheimer’ em 2023, Christopher Nolan já está trabalhando em seu próximo projeto – e os primeiros detalhes já começaram a despontar (via ComicBook.com).
Nesta última terça-feira (08), foi revelado que Nolan irá colaborar mais uma vez com a Universal Pictures para o longa-metragem, com lançamento agendado para o dia 17 de julho de 2026.
Além disso, Matt Damon, que interpretou o General Leslie Groves em ‘Oppenheimer’, está em negociações para estrelar o filme – que ainda não tem título confirmado.
As gravações devem começar no início de 2025.
Em entrevista para a Variety (via Culture Crave), a esposa de Nolan, a produtora Emma Thomas, provocou os fãs sobre o projeto, mas não deu nenhum detalhe, dizendo apenas que:
“É muito emocionante. Este é o momento em que as possibilidades são ilimitadas, ainda não começamos a pensar em aspectos práticos, nem nada. ‘Oppenheimer‘ foi um sucesso absurdo e sentimos que temos uma oportunidade.”
E aí sobre o que você acha que deve ser o novo filme do aclamado cineasta?
Enquanto isso, relembre o trailer de ‘Oppenheimer’, que está disponível no Prime Video.
Jane Austen é uma das autoras inglesas mais lembradas de todos os tempos. Seus romances tragicômicos perpassam com grande destreza por diversos temas sociais que, à prima vista, podem parecer superficiais, mas na verdade carregam consigo uma profundidade imprevisível e que dialoga tanto com a época na qual foram escritos e possuem a atemporalidade de estenderem suas críticas e metáforas para os dias de hoje. Logo, não é nenhuma surpresa que livros como ‘Razão e Sensibilidade’ e ‘Persuasão’ ganhem releituras para o cinema e finquem a importância da novelista no escopo literário mundial.
É claro que a popularização de sua obra-prima, ‘Orgulho e Preconceito’, chamou a atenção de diversos cineastas e, desde a década de 1940, o romance centrado em dois personagens de classes sociais diferentes e que negam qualquer sentimento próspero entre eles sofreu investidas cada vez mais endossadas para diversos meios de entretenimento. Entretanto, é a versão mais recente que faz jus ao legado de Austen, na incrédula estreia diretorial do que viria a ser um dos nomes mais conhecidos da indústria cinematográfica: Joe Wright. Através de uma habilidade muito fluida tanto com a narrativa quanto as técnicas fílmicas, o emergente cineasta conseguiu resgatar todo o escopo do material original ao mesmo tempo em que forneceu uma perspectiva única para a história de Elizabeth Bennet e o Sr. Darcy.
ULTIMATE AUSTEN
Adaptar uma obra literária nunca é um trabalho fácil, principalmente quando ela pertence a um legado tão marcante quanto a de Austen. Porém, mesmo com todo o peso que recaiu sobre Wright, o longa-metragem é sem sombra de dúvida a melhor rendição do universo inglês burguês da autora, justamente por se preocupar em absorver a sensibilidade crítica, mesclando de forma equilibrada a comédia, a tragédia e os costumes de uma sociedade pautada na regência patriarcal e no conservadorismo.
Logo de cara percebemos que ‘Orgulho e Preconceito’ será um filme sensorial. Se nas páginas do livro a saturação descritiva é a sua principal característica, toda a subjetividade fornecida pela protagonista é traduzida em seu modo de olhar o mundo em que está inserida e como sua “disfuncional” família, por assim dizer, funciona como um cosmos à parte da sociedade urbana. Não é à toa que o cineasta demonstra essa contradição primeiro pelo manejo da câmera e segundo pelas escolhas visuais que compõe a caracterização dos personagens. O primeiro plano-sequência da obra preza pela fluidez onírica que acompanha os sonhos de uma jovem mulher chamada Elizabeth (Keira Knightley), a qual praticamente dança em seu caminho para casa à medida em que uma luz dourada a guia numa trajetória quase infinita. A ambientação já imponente torna-se ainda mais inalcançável e majestosa pela construção cênica que consegue ao mesmo nome entrar em contradição com a decadente posição social da família em questão, os Bennet, ao mesmo tempo em que fornece uma base para os futuros conflitos a serem desenrolados.
A apresentação dos outros personagens é feita de forma quase teatral e, como sempre, a partir da visão de Lizzie: ela observa seus pais tendo uma conversa um tanto quanto supérflua acerca dos benefícios e da necessidade do casamento para suas filhas, as quais devem ser desposadas antes que tornem-se velhas demais, por uma janela quadrada. Essa escolha a coloca não como protagonista da própria história, mas sim como uma mera espectadora que não tem controle sobre o destino e mesmo assim aceita todas as condições sob as que vive. Também não é por qualquer razão que a iluminação difusa permite-lhe se juntar à casa em que cresceu e que sempre serviu como uma bolha para o mundo lá fora até ser conquistada por um cavalheiro e ser entregue das mãos protetoras da mãe para seu marido.
Olhando por cima, a trama principal parece resgatar os ideais impossíveis dos romances românticos do século XIX, os quais basicamente eram pautados na superficialidade. Entretanto, não é até o final do primeiro ato que percebemos o jogo narrativo nos levando a um caminho completamente diferente do que esperávamos: primeiro, precisamos entender que a família principal é dotada de diversas figuras caricatas ou arquetípicas, dialogando com os inúmeros tipos sociais das peças de costumes que se tornaram populares com a virada para o século XX, funcionando inclusive como uma premeditação para o futuro da comunidade britânica. Se Lizzie representa toda a ideologia libertária, rebelde e irrefreável, suas irmãs Liddy (Jena Malone) e Kitty (Carey Mulligan) entram como a válvula de escape cômica, lutando para conseguirem um rico e benéfico marido que suprirá todas as suas necessidades.
A química entre as personagens coadjuvantes é adorável e odiável ao mesmo tempo, não de forma acidental, mas sim proposital. Elas carregam maneirismos quase insuportáveis em cena, os quais são reflexo da constante influência causada pela mãe, a Sra. Bennet (Brenda Blethyn), uma mulher que pode ser tudo, menos ingênua. Seus discursos acerca da importância da instituição matrimonial são esparsos por uma razão bem clara: criticar a supervalorização de uma vertente decadente e que só era reafirmada com uma força irrefreável para resgatar o brilho perdido da Igreja, ofuscada pelas crescentes investidas econômicas mercantis, e de valores cíclicos e que, eventualmente, se perderiam com a fragmentação do próprio ser humano. As análises que Austen promove em seu livro são, ao mesmo tempo, sutis e perceptíveis, ainda que passíveis de serem ignoradas.
Por incrível que pareça, uma das figuras mais desconstruídas dentro do longa é a do Sr. Bennet. Donald Sutherland encarna o patriarca de modo incrivelmente bem delineado: suas feições austeras na verdade são apenas uma máscara para um terno coração que definitivamente não liga para títulos sociais, mas preza pela real felicidade de suas filhas, muitas vezes abusando de sua condição como provedor daquele núcleo familiar para entrar em conflito com a mentalidade unilateral de sua esposa. E, ao mesmo tempo, esse casal torna-se mais complexo por entrarem em discordância e ainda sim de amarem incondicionalmente, ainda que esse amor tenha sido construído ao longo do tempo.
O pano de fundo é de imprescindível importância para a moção dos personagens principais, isso não se pode negar. Mas a cena é roubada tanto pela doçura de dois gumes de Knightley quanto pela chegada do amargurado e charmoso Sr. Darcy (Matthew Macfayden). Para aqueles que não conhecem a história de ‘Orgulho e Preconceito’, Lizzy e Darcy são um dos casais mais famosos justamente por não serem convencionais. O primeiro encontro entre duas personalidades tão distintas e contraditoriamente tão semelhantes ocorre durante um baile para a chegada da “realeza britânica” ao pequeno condado de Hertfordshire, incluindo o personagem em questão e seu melhor amigo, o animado e levemente confuso Sr. Bingley (Simon Woods).
Pense em todos os momentos do cinema, da televisão e da literatura em que um garoto e uma garota se apaixonavam logo que se encontravam e enterre tudo isso o mais fundo possível: o filme não é um conto de fadas, e sim um retrato real de uma burguesia decadente e que se fincava em relações amorosas lucrativas para reafirmar seu poder. Entretanto, estamos lidando com Darcy, um homem tão blasé quanto suas expressões acerca das mulheres que o cortejam, e Lizzy, que não se importa realmente com mais ninguém além dela mesma e de sua família e que utiliza de suas falas afiadas como forma de proteção e quebra de paradigmas.
Entretanto, essa nobre renegação entre os dois é o ponto de partida para o crescimento gradativo e inesperado de um romance. Eles escondem e utilizam de xingamentos dolorosos um para com o outro para afastarem-se e impedirem que uma “tragédia” aconteça. O orgulho que sentem é maior do que a relação que poderiam firmar pouco tempo depois de se conhecerem, enquanto o preconceito externo é lembrete constante para a diferença de classes sociais entre os dois: todo esse escopo, eventualmente, é o que explica o jogo de palavras que forma o título da obra, muito mais profundo do que parece.
Austen cria em seu livro um discurso indireto para a liberdade de expressão, colocando de forma satírica todos os seus pensamentos na figura de Lizzy. Para a época, esse afronte impertinente era visto com maus olhos principalmente pelas gerações anteriores, e Wright resgata isso com a construção de uma das melhores cenas do longa. Em determinado momento, a protagonista viaja com sua melhor amiga, Charlotte (Claudie Blakley) e seu esposo, Mr. Collins (Tom Hollander) para o palácio de Lady Catherine de Bourg, interpretada pela sempre incrível Judi Dench. Lady Catherine talvez seja a encarnação de todos os valores reacionários e conservadores que permeiam a cultura britânica desde os tempos medievais, utilizando de sua posição e da ideia de que as mulheres devem ser prendadas para servirem à “inegável superioridade” dos homens. Não é nenhuma surpresa que, durante um jantar-interrogatório, a protagonista utilize de seu pensamento conciso para rebater todas as insossas perguntas da nobre. Essa sequência não se mantém apenas em primeiro plano, mas estende-se para o futuro embate entre progresso e tradicionalismo.
A LUZ DOS OLHOS TEUS
Wright não apenas consegue transpassar toda o magnífico épico de Austen em diálogos muito bem pensados e estruturados, mas também cria uma concepção estética emocionante e envolvente, conseguindo envolver toda a magia das terras britânicas com uma visceralidade catártica.
Todo o niilismo da fotografia arquitetada por Roman Osin bate de frente com personagens movidos por valores milenares. A mudança das escolhas de iluminação é clara à medida em que a independência de Darcy e Lizzy dá lugar a uma angústia interior, representada pela transição gradativa das cores vivas, douradas e quentes para uma paleta mais pastel e suave, marcada pela escolha mórbida e quase monocromática do preto, do marrom e do verde, pincelados com alguns momentos de ternura com o vermelho e o laranja, principalmente em cenários mais fechados. E não é surpresa que o uso de tons mais esverdeados, normalmente conversando com a ideia de segurança, esteja presente nos momentos de maior tensão.
É engraçado colocarmos duas sequências muito bem construídas e analisarmos como elas representam causa e consequência para a vida dos personagens. Ao final do primeiro encontro entre o futuro casal, Lizzy mostra que não está interessada no rancoroso homem e se vira para ir embora, atravessando um gigantesco corredor. Sua expressão de contentamento, reafirmada pela luz dura, logo dá margem para feições de dúvida e leve arrependimento, marcados pelo escurecimento da fotografia que se mantém até a próxima vez que os dois se encontram. Com o final do segundo ato, os dois se reencontram em um gazebo logo depois que ela descobre um segredo terrível de Darcy. Após se confrontarem, temos praticamente o mesmo jogo de luzes, mas agora com o charmoso nobre, que não pode mais esconder seus sentimentos e não consegue mais manter-se indiferente quanto à jovem.
Cada uma das composições funciona como uma pintura. Resgatando elementos do barroco e do renascimento, criando assim uma amálgama atemporal para o filme, as sequências que premeditam um possível choque dialógico, por exemplo, que ocorre entre Lizzy e a prima do Sr. Bingley, a sedutora e venenosa Caroline (Kelly Reilly), a qual se importa mais com as aparências que os reais sentimentos. Em determinado momento, temos a clara distinção de classes entre a humildade mascaradas dos Bennet, cuja esperança de transcenderem para uma classe social mais abastada é transparecida pela escolha kitsch de suas vestimentas chamativas, e o hedonismo supérfluo dos Bingley, ressaltada pela sutileza e simetria de seus trajes (vide acima).
Como já é de se esperar, o final da narrativa nos fornece uma perspectiva otimista em relação ao “amor verdadeiro”. Ainda que se afaste dos convencionalismos de tramas similares, o reencontro dos protagonistas segue um padrão conhecido, acompanhado principalmente por uma fotografia que não chega a ser redundante, mas desenrola de modo dançante em tela: Lizzy está em seu momento reflexivo acerca do recente pedido de casamento feito por Bingley à sua irmã mais velha, Jane (Rosamund Pike) e ao descobrir o arco de redenção no qual Darcy se lançou. Logo depois, o homem aparece andando de forma objetiva através das campinas para finalmente falar com sua amada e firmar algo que sempre desejaram – e, assim que o duo deixa claro quais as intenções um para com o outro, a luz difusa do sol desponta no horizonte e os envolve mais uma vez na atmosfera onírica do primeiro ato.
O bucolismo próprio do cenário inglês também é de grande ajuda para a experiência sensorial. Todas essas sensações são também buscadas através pela trilha sonora pautada basicamente no piano clássico e delineada pela habilidade de Dario Marianelli, o qual se entrega para o drama histórico e permite ousar de forma a atingir todo o potencial que explora.
MRS. DARCY
A história pode ser repetitiva, mas ‘Orgulho e Preconceito’ deixa que seus pouco mais de 120 minutos passem em um piscar de olhos. Não apenas pela envolvente atmosfera, mas também pela incrível química que Knightley e Macfayden trazem em seus personagens, utilizando-se de monólogos extensos e crus para permitir que a conexão entre as figuras que encarnam seja tão forte quanto aquela com o público, que não pode deixar de se emocionar com cada uma das viradas dentro do roteiro.
Além disso, o romance não ortodoxo preza por inúmeras críticas sociais que perpassam por instituições inquebráveis, como o matrimônio e as classes sociais, bem como a sutileza da diferença de estilos de época e a impossibilidade de duas pessoas com abismos econômicos tão grandes poderem ficarem juntas. Não apenas a obra literária como também o filme de Wright permitem que essas ironias mostrem uma permanência do orgulho e do preconceito que sempre serão inerentes à personalidade do ser humano.
Ainda sem muitos detalhes revelados e sem título oficial, sabe-se que o projeto será rodado no Alasca.
Fanning, Johnson e Smith também assumem a cadeira de produtores ao lado de Swanberg e Ashleigh Snead.
Dan Johnson, Kathy Gitibin e Ariana Parsa entram como produtores executivos.
Após estrelar ‘O Casal Perfeito’ e conquistar sua primeira indicação ao Emmy pela minissérie ‘Ripley’, ambas da Netflix, Fanning se juntará à irmã Elle Fanning para produzir e estrelar uma adaptação esperada do best-seller ‘O Rouxinol’, com lançamento previsto para 2027. Em breve, ela irá estrelar a série de suspense ‘All Her Fault’ ao lado de Sarah Snook.
Johnson estreou recentemente na direção com o thriller cômico ‘Self Reliance’, que também escreveu, produziu e estrelou. O longa foi lançado no Hulu após sua estreia mundial no Festival SXSW. estreou no Hulu após sua estreia no SXSW. Mais conhecido por suas participações na sitcom‘New Girl’, da Fox, e no sucesso cult ‘Minx’, da Starz, do qual também foi produtor executivo, ele será visto em breve na série ‘Maximum Pleasure Guaranteed’, da Apple TV+.
Recentemente contratado para dirigir o thriller de fuga ambientado no Halloween ‘October’, da A24, Smith vem de sua participação no filme ‘Mountainhead’, ao lado de Steve Carell, Jason Schwartzman e Ramy Youssef. Ele também recebeu ótimas críticas por sua recente atuação como Chevy Chase em ‘Saturday Night’, de Jason Reitman, e em seguida será visto estrelando ao lado da irmã de Dakota, Elle, em ‘Sentimental Value’, a aclamada comédia dramática de Joachim Trier que venceu o Grande Prêmio de Cannes.
A WeBros Entertainment acaba de anunciar o elenco completo de ‘Young Blood’, novo filme de vampiros dirigido por Ari Schlossberg (‘O Amigo Oculto’) (via Deadline).
A trama acompanha três melhores amigos de faculdade que viajam para Key Largo para o que promete ser o melhor recesso de primavera de todos – isto é, até eles naufragarem em uma ilha deserta e serem caçados por vampiros sedentos por sangue.
Schlossberg também assina o roteiro do longa.
Matt Luber, Kelly Pendygraft e Brian Gottlieb entram como produtores executivos. Michael Weiss, Andy Weiss e Greg Barbagallo assumem a função de produtores.
As gravações de ‘Young Blood’ começam em suas semanas em Key Largo, na Flórida, EUA.
Agora, Rodrigo divulgou um material inédito nos levando aos bastidores do clipe de “stupid love”, terceiro single do compilado de originais – que foi precedido por “drop dead” e “the cure”.
Nascida em 2003, Rodrigo teve seu primeiro papel de destaque em ‘Bizaardvark’, série original do Disney Channel, antes de interpretar Nini Salazar-Roberts na série ‘HSM’, do Disney+.
Em 2021, a cantora e compositora fez sua estreia oficial no mundo da música com “drivers license”, que caiu no gosto da crítica e alcançou o primeiro lugar de diversas paradas musicais, incluindo a Billboard Hot 100. Com ‘SOUR’, seu álbum début, Rodrigo conquistou os prêmios de Melhor Álbum Pop Vocal por ‘SOUR’, Artista Revelação e Melhor Performance Pop Solo.
Em 2023, Rodrigo voltou a ganhar atenção da crítica e do público com o ovacionado ‘GUTS’, que contou com os singles“vampire”, “bad idea right” e “get him back”, lhe rendendo diversas indicações ao Grammy, incluindo Álbum do Ano.
Apesar dos recorrentes spoilers de Tom Holland sobre os filmes do MCU parecerem um desastre, o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, nunca se aborreceu com isso.
Em entrevista com a Empire, Feige disse que:
“A verdade é que Tom é incrível e guarda muitos segredos, sempre que aparece uma notícia sobre os seus spoilers, ele vem até mim, dizendo: ‘Você sabe, eu guardo um monte de segredos…’ É divertido, porque ele guarda um segredo, mas acaba estragando outros.”
Mark Ruffalo também tem fama de não conseguir guardar segredos, mas Feige disse que Holland e Ruffalo são tão engraçados e gentis que não é possível sentir raiva deles.
para quem não se lembra Ruffalo já chegou a exibir o início de ‘Thor: Ragnarok‘ em uma transmissão ao vivo em seu Instagram.
E em 2017, Holland entregou que a Sony a Marvel planejavam uma nova trilogia do Homem-Aranha a partir de ‘De Volta ao Lar.‘
Peter Parker e seus amigos vão fazer uma viagem de férias de verão para a Europa. No entanto, eles dificilmente serão capazes de descansar – Peter terá que concordar em ajudar Nick Fury a descobrir o mistério das criaturas que causam desastres naturais e destruição em todo o continente. Para isso, ele se juntará ao Mysterio – que pode não ser quem parece.
A maioria dos astros que já interpretaram o Batman devem ter ótimas histórias para contar para os filhos, exceto Val Kilmer, que deu vida ao personagem em ‘Batman Eternamente‘ (1995).
Durante uma entrevista para o The New York Times, Kilmer lembrou de sua época nos bastidores da adaptação e disse que teve uma péssima experiência com alguns visitantes.
“Eu lembro que [o filantropo] Warren Buffet foi visitar o set com sua família e eu me preparei para recebê-los da melhor forma, mas fui ignorado o tempo todo. Eles só queriam ver os trajes do Batman, os acessórios e tudo mais… Eu fiquei invisível! Foi constrangedor e decepcionante.”
Questionado por que as pessoas ficam tão fascinadas com o Batman, o astro deu uma resposta um tanto amarga.
“O Batman não existe. Acho que ele só é popular porque as pessoas se imaginam vestindo aquele uniforme. O Batman é só um manequim do qual as pessoas querem se fantasiar. Por isso é fácil ter cinco ou seis pessoas interpretando-o. Os fãs não ligam para quem está debaixo do capuz.”
E aí, você concorda com essa opinião?
Lançado em 1995, ‘Batman Eternamente’ é considerado uma das piores adaptações do herói, acumulando apenas 39% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Orçado em US$ 100 milhões, o longa arrecadou apenas US$ 336,6 milhões pelo mundo.
Lembrando que o próximo filme do herói é ‘The Batman‘, que tem previsão de estreia para 1º de outubro de 2021.
Robert Pattinson viverá o personagem-título. O elenco ainda conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard,Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.
Dirigido por Matt Reeves, o longa irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.
“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”
Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.
Lembrando que a série tem estreia marcada para 19 de março, naDisney+.
Confira o trailer e a sinopse:
Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e SoldadoInvernal’.
Além de Mackie, Stan, Russell e Brühl, o elenco também conta com Emily VanCampe Noah Mills.
Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.
Ela é conhecida por seu trabalho em ‘The Walking Dead’, ‘Fear the Walking Dead’ e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.
Em seu perfil do Instagram, Dolph Lundgren compartilhou uma imagem dos bastidores de ‘Aquaman 2: O Reino Perdido‘, revelando parte de seu visual na sequência.
Com os cabelos tingidos de ruivo, o intérprete do Rei Nereus, pai de Mera (Amber Heard), não está muito diferente do filme anterior.
No entanto, alguns seguidores reclamaram da ausência da barba, mas é um detalhe que deve ser adicionado mais tarde pela equipe de maquiagem.
Na legenda, ele escreveu:
“Descansando no meu camarim de ‘Aquaman 2’. “Ótimo roteiro, ótimo diretor, ótimo elenco e uma equipe fantástica. Estou realmente gostando!”
Por enquanto, ainda não há detalhes sobre a trama, mas é certo que o filme continue a expandir o relacionamento entre Arthur e Mera (Amber Heard) enquanto eles se aventuram em novos perigos pelos setes mares e pela terra firme.
Através do Twitter, a página oficial da série ‘The Boys‘ divulgou um trecho do último episódio da 3ª temporada, que vai ao ar na sexta-feira, dia 08 de julho.
Na prévia, o Black Noir (Nathan Mitchell) decide enfrentar seu medo contra o Soldier Boy (Jensen Ackles), o culpado por dilacerar seu roto na Nicarágua na década de 1980.
O Noir aparece amolando suas lâminas, indicando que ele está pronto para enfrentar o desafio.
Além disso, há cenas inéditas de Billy Bruto (Karl Urban) e companhia na tentativa de deter o Capitão Pátria (Antony Starr) de uma vez por todas.
A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.
Além de interpretar Greef Karga em ‘The Mandalorian’, Carl Weathers também dirigiu o Capítulo 12 da atração, intitulado ‘O Cerco‘.
E o astro retorna à função no próximo episódio da série, intitulado ‘O Enjeitado’, que vai ao ar amanhã (22).
O termo é aplicado a mandalorianos solitários que foram ‘adotados’ por membros de um determinado clã, como aconteceu com Din Djarin (Pedro Pascal) após a morte de sua família.
Como Djarin não é mais um enjeitado, os fãs suspeitam que o título agora pertence a Grogu.
Caso o episódio dê destaque ao pequeno alien verde, isso significa que pode haver mais revelações sobre seu passado.
Nos trailers dos novos episódios, já foi provocado que a trama ainda vai explorar o fatídico dia em que o templo jedi foi atacado pelos Clonetroopers.
Agora só nos resta aguardar pelas respostas.
Anteriormente, os criadores da atração, Jon Favreaue Dave Filoni, disseram ao site oficial da saga que a 3ª temporada terá tantas surpresas quanto as anteriores.
Favreau explicou que este é o segredo para manter a atenção do público e conquistar sua confiança.
“Esse é o segredo do sucesso… Gostamos de ter surpresas. Gostamos de ter algo revelado a cada episódio. Gosto quando todo mundo tenta ver ao mesmo tempo e depois as pessoas reagem juntas, comentam e comemoram. Também é legal essa coisa de tenta adivinhar o que acontece a seguir. Isso faz parte da diversão da narrativa dividida em episódios semanais.”
Ele continuou:
“Queremos ter certeza de que a cada semana uma nova informação seja divulgada e que talvez as coisas se resolvam de uma maneira inesperada, mas de maneiras que pareçam justificadas e emocionalmente baseadas nas trajetórias do personagem. Esperamos que as pessoas gostem desse novo conjunto de histórias. Certamente estou gostando de fazer o que estou fazendo aqui. E espero que possamos fazer isso por um longo tempo.”
E aí, quais surpresas você acha que podem estar vindo por aí?
Lembrando que o próximo episódio chega àDisney+ em 22 de março.
As aventuras do Mandaloriano através da galáxia de Star Wars continuam. Anteriormente um caçador de recompensas solitário, Din Djarin voltou a se reunir com Grogu. Enquanto isso, a Nova República luta para levar a galáxia para longe de sua história sombria. O Mandaloriano cruzará o caminho com antigos aliados e fará novos inimigos enquanto ele e Grogu continuam sua jornada juntos.
Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série é ambientada após a queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem.
De acordo com o insider Jeff Sneider,Jenna Ortega (‘Wandinha’) está em negociações para o elenco do próximo filme de Taika Waititi, intitulado ‘Klara and the Sun‘.
A atriz recentemente deixou o elenco de ‘Pânico 7’.
O longa é uma adaptação cinematográfica do romance homônimo publicado por Kazuo Ishiguro (‘Não Me Abandone Jamais’) em 2021.
Até o momento, não foram revelados detalhes sobre as negociações e nem qual personagem a estrela irá interpretar, caso seja escalada.
Apesar de não haver como confirmar a veracidade da notícia, Sneider tem um histórico de credibilidade ao compartilhar furos de bastidores de diversas produções.
Assim como o romance, a adaptação escrita por Dahvi Waller (‘Halt and Catch Fire’) é ambientada em um futuro distópico em que algumas crianças são geneticamente modificadas para melhorar a capacidade acadêmica.
Como a educação é fornecida inteiramente em casa por tutores na tela, as oportunidades de socialização são limitadas e os pais que podem pagar muitas vezes compram androides para seus filhos como companheiros.
A trama é narrada pela personagem-título, Klara, uma garota-robô adquirida por uma família para evitar que seus filhos se tornem solitários.
Além de dirigir, Waititi será um dos produtores, junto com Garrett BascheDavid Heyman, representantes da Heyday Films.
Já Ishiguro será o produtor executivo.
Por enquanto, ainda não há previsão para o início das filmagens e nem elenco definido.
Como o projeto está nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses.
Autora alcançou fama mundial com saga sobre vampiros e dilemas morais originados da vida eterna
Em determinado momento do filme Garotos Perdidos, dirigido por Joel Schumacher em 1987, é apresentado que a gangue de jovens motociclistas liderada pelo personagem de Kiefer Sutherland é toda de vampiros e eles passam boa parte de seus dias realizando atividades extremamente perigosas; para um humano elas seriam mortais mas para eles se tornou corriqueiro, quase tedioso, pois a adrenalina da possibilidade de morrer não faz mais parte da existência deles.
O fator imortalidade, a essa altura, é algo que caminha de mãos dadas com a ideia do vampirismo tradicional na literatura (tanto popular quanto folclórica). Originalmente essas figuras fantásticas eram, em termos de comparação modernos, semelhantes a mortos vivos uma vez que eles nada mais eram do que mortos que se levantavam de suas tumbas para atacar os vivos.
Um dos relatos mais antigos desse tipo de criatura é do monstro conhecido como Draugr, este pertencente ao folclore escandinavo. Uma das primeiras pessoas a ligar o conceito do mencionado monstro escandinavo ao vampiro foi Andrew Lang no livro The Book of Dreams and Ghosts em 1897; porém, a correlação entre ambos é discutida porÁrmann Jakobssonmais de um século depois no artigo The Fearless Vampire Killers: A Note About the Iceland Draugr and Demonic Contamination in Grettis Saga.
“Garotos Perdidos” integrou esse movimento de reimaginação dos vampiros
Para Jakobsson não há razão concreta, do ponto de vista gramatical, para Lang definir para Draugr a tradução como sendo “vampiro” uma vez que normalmente esse ser era traduzido como “fantasma”. É levantado então pelo autor que uma possível razão para essa decisão repouse no sucesso que o livro Drácula, escrito por Bram Stoker, estava obtendo no período e, por sua vez, redefinindo o mito do vampiro.
Basicamente tudo que se entende desse folclore atualmente, de alguma maneira, está presente no livro: fraqueza ao sol, estaca de madeira, sede por sangue, controle de clima (característica presente no mito do Draugr também), transfiguração em diferentes tipos de animais e a imortalidade. Aqui entra uma observação porque de todas as clássicas características do vampiro, a imortalidade realmente nunca é levada muito em consideração, com exceção das vezes em que é ressaltado que o vampiro é muito antigo (como em Drácula 2000) ou perigoso.
Ao longo de boa parte do século XX a maioria das produções relacionadas a vampiros se pautaram exclusivamente nos aspectos base, como a sede de sangue e a natureza inerentemente má, apresentados na obra de Stoker. Isso para não dizer que todas as grandes adaptações tinham em Drácula seu antagonista padrão; Todd Browning, os filmes da Hammer na década de 50 e 60 com Christopher Lee e até F. W. Murnau (Nosferatu foi o vampiro certo para a história errada) se apoiaram religiosamente na escrita do romancista irlandês para contarem suas próprias histórias.
Drácula foi por muito tempo a única interpretação possível do gênero.
Isso até 1976 quando um exemplar literário traria uma nova interpretação para um tema até então já bastante explorado. Até aquele ano a maior parte das interpretações da criatura mitológica permaneciam no mesmo status quo do livro de 1897, com nenhum símbolo sendo maior do que as produções de baixo orçamento da Hammer. De supetão é publicado Entrevista com o Vampiroe basicamente todos os leitores ficam aturdidos.
Sob um aspecto geral, o enredo gira ao redor de uma entrevista nos dias atuais (atuais de 1976 mas enfim) concedida pelo vampiro Louis a uma espécie de ouvinte especializado em gravar histórias de pessoas diversas. O livro então passa a ser ambientado no século XIX e acompanha os últimos dias de Louis como mortal até basicamente toda a parte inicial da sua existência imortal onde ele tenta se adaptar às novas necessidades e à perspectiva da eternidade.
Para muitos leitores esse foi, bem como ainda é, o que torna a visão da autora uma revisão muito necessária para esse folclore. Inicialmente após a transformação, Louis fica curioso quanto a sua nova condição; ávido para aprender com o vampiro responsável pela sua conversão (Lestat) tudo que é possível saber; de conceitos básicos sobre quais são os limites de um imortal até a dúvida mais profunda sobre se eles ainda possuem uma alma.
A curiosidade de Louis (à direita) o torna submisso à Lestat.
Sua primeira grande desilusão vem ao constatar que seu criador, seu “pai” para todos os efeitos, não tem as respostas que ele busca, bem como não parece ligar em busca-las. Imortalidade, para ele nessa fase inicial, é sinônimo para perguntas e expectativas, já para Lestat, bem mais antigo, é a certeza de que não há expectativas.
No artigo Conditions of Immortality: According to Aristotle, assinado pelo filósofo Thomas Davidson, é apontado pelo autor que na visão de Aristóteles a imortalidade não é a vida eterna, mas sim algo mais. “Imortalidade não é uma forma de vida ou um tipo de vida: é algo que acontece à vida – algo maior que a vida, ainda que sendo algo do qual a vida é uma condição… quando a vida passa para o Eterno, quando o mortal é posto na imortalidade, ele deixa de ser vida, no senso ordinário, e mortal”.
Tal teoria se encaixa bem na figura representada por Lestat como esse ser sem qualquer ligação com moralidade humana e que pauta sua existência unicamente no prazer da caça e execução. Ele, portanto, é o oposto do protagonista que luta para manter quaisquer evidências de humanidade e é desses embates ideológicos entre ambos que, talvez em uma situação anticlimática (não dita de maneira pejorativa), não ocorre uma mudança de visão para ambos mas sim uma reafirmação enfática tanto para Louis quanto Lestat de que suas opiniões estão corretas.
A imortalidade não torna Lestat mas ponderável.
Anne Rice, que faleceu aos 80 anos em decorrência de um AVC nesse sábado (11), pautou muito do seu livro de estreia das Crônicas Vampirescas como uma constatação de que uma existência eterna não necessariamente traz respostas a perguntas que mortais possuem desde sempre (sobre Deus ou o sentido da vida) mas, em um efeito contrário ao esperado, inflexibiliza as visões de mundo dos imortais. Todo o tempo do mundo, literalmente, não incentiva à mudanças de percepções filosóficas ou de estilo de vida tanto para Louis quanto para Lestat ou qualquer um dos vampiros que aparecem no decorrer da trama.
Da mesma forma que o ideal do vampiro tem sido extremamente sólido desde a publicação de Drácula, em Entrevista com o Vampiro é apresentado um leque desses personagens sendo exatamente o que eles tem sido desde 1897: tragicamente imutáveis.
A Disney está pronta para expandir o sucesso de seu recente lançamento, ‘Elementos‘, não apenas com uma sequência, mas também com uma série derivada que está sendo desenvolvida para o Disney+.
O filme, que contou com um orçamento estimado em impressionantes US$ 200 milhões, surpreendeu o mundo ao arrecadar impressionantes US$ 450 milhões em bilheteria global.
Este desempenho excepcional chamou a atenção dos executivos da Disney, que agora estão buscando expandir o universo do filme para o streaming.
Jeff Block, do Exhibitors Relations Co., compartilhou essa empolgante notícia em uma entrevista ao The Town with Matthew Belloni, afirmando: “A Disney também vai transformar isso em uma série do Disney+, pelo que ouvi. E pode até haver uma sequência nos próximos anos.”
Apesar da estreia morna – a pior abertura da Pixar desde Toy Story (1995) –, a animação ‘Elementos‘ continua surpreendendo em sua passagem pelas telonas.
O longa conseguiu superar a arrecadação total de ‘Transformers: O Despertar das Feras‘ (US$436.6M), ‘John Wick 4: Baba Yaga‘ (US$426.5M) e ‘Indiana Jones e o Chamado do Destino‘ (US$370.7M), entrando para o TOP 10 das maiores bilheterias do ano.
Esse é o primeiro filme da Pixar a alcançar esta marca desde o início da pandemia.
Para termos de comparação, os últimos lançamentos do estúdio, ‘Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica‘ e ‘Lightyear‘, registraram uma arrecadação global de apenas US$ 141.9 milhões e US$ 226.4 milhões, respectivamente.
‘Soul‘, ‘Luca‘ e ‘Red: Crescer é uma Fera‘ foram lançados direto no serviço de streaming do Disney+.
Nos EUA, o longa arrecadou US$ 150.2 milhões. No mercado internacional, foram US$ 293.4 milhões. Ao total, a produção já soma US$ 443.6 milhões mundialmente.
Com 74% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa conquistou impressionantes 93% de aprovação do público.
A decisão de trazer Callaham para o projeto vem na esteira do enorme sucesso de bilheteria de ‘Godzilla vs. Kong: O Novo Império’, que arrecadou mais de US$ 500 milhões em todo o mundo.
Com um orçamento de apenas US$ 135 milhões, ‘Godzilla vs. Kong: O Novo Império’ está em vias de se tornar o filme de maior bilheteria da franquia Monsterverse até o momento.
Callaham não é um estranho ao Monsterverse. Ele já havia escrito os primeiros rascunhos e recebeu crédito pela história de ‘Godzilla’ de 2014. O roteirista também é conhecido por seu trabalho em franquias de ação como ‘Os Mercenários’ e ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’.
‘Godzilla x Kong: O Novo Império‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!
O longa vai levar o público às inexploradas profundezas de um admirável mundo novo de inéditos monstros gigantescos, aventureiros heroicos e cenários inspiradores em uma escala nunca vista antes no Monsterverse, um verdadeiro espetáculo cinematográfico que merece ser visto nas maiores telas dos cinemas.
O elenco conta com Rebecca Hall, Brian Tyree Henry, Dan Stevens, Kaylee Hottle, Alex Ferns e Fala Chen.
O roteiro foi escrito por Terry Rossio (‘Godzilla vs. Kong’), Simon Barrett (‘Você é o Próximo’) e Jeremy Slater (‘Cavaleiro da Lua’), a partir do argumento de Rossio & Wingard & Barrett.
A Netflix divulgou um vídeo dos bastidores da 5ª e última temporada da série brasileira ‘Sintonia’. O ciclo de encerramento tem estreia marcada para o dia 5 de fevereiro de 2025 na plataforma de streaming.
A produção brasileira segue um trio de amigos que cresceram juntos na mesma favela, em São Paulo, influenciados pelo fascínio do funk, do tráfico de drogas e da igreja. Cada um deles transforma suas experiências de infância em caminhos muito divergentes, ao mesmo tempo em que tentam equilibrar a amizade e se manterem firmes.
Kevin Feige, a mente por trás do sucesso do Universo Cinematográfico Marvel (MCU), poderia ter tomado um caminho surpreendente em sua carreira após ‘Vingadores: Ultimato’. Rumores indicam que ele foi abordado pela Warner Bros. para liderar o universo da DC.
De acordo com o ComicBook, a Warner Bros. se reuniu com Feige logo após o lançamento de ‘Liga da Justiça’, que não atingiu as expectativas, para discutir a possibilidade de ele assumir a direção criativa do Universo DC.
Embora os detalhes da conversa nunca tenham sido revelados, tudo aponta para que Feige, no mínimo, considerou a proposta ao aceitar o encontro.
Fontes informaram que as negociações “não foram adiante”, e é possível que Feige tenha sido apenas cortês ao ouvir a oferta, sem real intenção de deixar a Marvel. Afinal, com um cargo de tanta importância, é compreensível querer ouvir o que a concorrência tem a dizer.
Provavelmente nunca saberemos exatamente o que foi discutido, mas é curioso pensar que a Warner tentou “roubar”Feige em vez de buscar uma alternativa interna.
No fim das contas, James Gunn foi o escolhido para remodelar o DCU, encerrando o antigo universo e traçando planos para o novo, que começou com o recente lançamento de ‘Superman’.
James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.
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