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Quiet on Set | Revelações de Drake Bell, pedofilia e os principais escândalos do doc que chocou os EUA

Paras as crianças e adolescentes millennials, a Nickelodeon sempre foi uma memória afetiva viva. Cheia de cores, um humor bastante peculiar e personagens únicos que pautavam tardes inteiras no sofá, a popular emissora norte-americana rapidamente se esgueirou para dentro dos lares de famílias entre os anos 90 e 00, se tornando fundamental na construção cultural de toda uma geração. No entanto, para muitos de seus astros, o amado canal é também uma densa sombra que os persegue com algumas das lembranças mais dolorosas.

Muitas delas vieram à tona na nova minissérie documental lançada no streaming MAX, Quiet on Set: The Dark Side of Kids TV. Com quatro episódios, a produção esmiuça o auge da emissora (entre os anos 90 e 2010), dilacerando alguns dos instantes mais sombrios vividos por membros da equipe de produção e principalmente seu elenco infantil.

Nascida em 1977, a emissora voltada para a programação infanto-juvenil viu sua história ser transformada com a chegada de Dan Schneider. Atarracado e habilidoso com as palavras, o jovem produtor se tornou o Menino de Ouro da emissora, redefinindo o significado de conteúdo infantil em 1994, com a estreia de sua primeira produção pelo canal, All That.

O programa de sketches inspirado no aclamado Saturday Night Live, voltado para o público infantil, foi o marco zero de algumas das figuras mais icônicas da audiência. Amanda Bynes, Kenan Thompson e Kel Mitchell tiveram sua estreia nas telinhas nessa série, que futuramente se desabrochou em outras duas sitcoms derivadas de enorme sucesso: Kenan & Kel e The Amanda Show. E foi nessa última que o mundo foi apresentado a Drake Bell e Josh Peck, que futuramente viriam a estrelar sua própria derivada, a amada Drake & Josh. Todas criadas e produzidas por Schneider.

Mas por trás de muito sucesso, abusos dos mais diversos foram relatados por aqueles que viveram boa parte de seu tempo nos bastidores da Nickelodeon. E com revelações tão escandalosas e difíceis, vieram também as reações mais diversas da audiência. E não seria por menos. De comportamentos estranhos, pedófilos condenados trabalhando nos bastidores e um escandoloso caso de abuso sexual envolvendo uma estrela mirim, é natural que todos fiquem em choque.

E o CinePOP separou as revelações mais escandalosas que Quiet on Set nos trouxe em seus quatro episódios. Com assuntos profundamente delicados apresentados, é fundamental ressaltar que o texto lida com temáticas sensíveis e pode não ser adequado para todos os públicos.

Drake Bell revela ter sido abusado sexualmente por um Treinador de Diálogos

De acordo com o documentário, Brian Peck era uma figurinha carimbada na Nickelodeon e frequentemente fazia participações especiais nas principais séries infantis. Mas o que pouco chamava a atenção era o seu estranho relacionamento com Drake Bell. Na época menor de idade e despontando na Nickelodeon com a série The Amanda Show, o jovem foi gradativamente aliciado pelo Treinador de Diálogos, que garantiu que seus pais fossem afastados para que ele tivesse acesso mais fácil ao garoto.

Ao longo do 3º episódio de Quiet on Set, Joe Bell, pai de Drake, revelou ter percebido um comportamento suspeito por parte de Peck e cuidou para que ele jamais ficasse só com seu filho. No entano, Brian teria manipulado Robin Dodson, mãe do ator, forçando Joe a abrir mão de continuar empresariando e acompanhando o garoto em seu trabalho. Ainda assim, antes de ser afastado de Drake, o patriarca exigiu que sua ex-esposa monitorasse o filho e jamais o deixasse perto demais do funcionário da Nickelodeon. Infelizmente ela não seguiu sua recomendação.

Com Peck se aproximando cada vez mais de Drake, rapidamente ambos começaram a passar mais tempo juntos, a ponto do ator ficar noites inteiras na casa desse colega, julgando que seriam grande amigos. No entanto, foi ali que os abusos começaram. E embora o astro não tenha especificado toda a violência que sofreu, os autos do processo são apresentados no documentário, evidenciando que Bell teria sido vítima de sodomização, penetração com objetos distintos e uma série de outras práticas sexuais.

Em sua entrevista, Drake afirma “apenas pense nas piores coisas que alguém poderia sofrer. Foi isso”.

Brian Peck é condenado por pedofilia, mas volta a trabalhar em série infantil da Disney

Em 2003, antes mesmo do início das gravações da 1ª temporada de Drake & Josh, o ator admite para sua mãe ter sido abusado sexualmente, dando início a uma caçada por Peck. Drake é orientado pela polícia a conseguir uma confissão de seu agressor por telefone, acarretando em sua prisão em flagrante e eventual condenação após o julgamento.

Sua sentença foi apenas de 16 meses, resultando também em sua auto declaração como “sex offender”. Tal informação se torna um registro permanente vinculado ao nome do agressor, como forma de alerta para o restante da população. Ainda assim, isso não o impediu de retornar a trabalhar em Hollywood. Pouco tempo depois do cumprimento de sua pena, Brian passa a trabalhar na série infantil Zack & Cody: Gêmeos em Ação, estrelada por Dylan e Cole Sprouse.

Brian Peck, pedófilo confesso, recebe cartas de apoio de celebridades como James Marsden

Em seu julgamento por abuso sexual de menor, Brian Peck recebeu 41 cartas de apoio de personalidades hollywoodianas, que estavam seladas e foram abertas pela primeira vez em 20 anos. Tais documentos são geralmente enviados para que a Corte avalie e pondere sobre a possibilidade de uma redução de pena.

Muitas das cartas solicitavam que o juiz colocasse Peck em liberdade condicional, ao invés de fazê-lo cumprir pena na prisão. Entre os apoiadores estavam atores como Ron Melendez, Alan Thicke, James Marsden, Rider Strong, Will Friedle e Taran Killam, ex-co-estrela de Bell em The Amanda Show.

Na carta de Marsden, o ator afirma “garanto-lhe que o que Brian passou no ano passado foi o sofrimento de uma centena de homens”.

Histórico de pedófilos nos bastidores da Nickelodeon

Embora o caso de Brian Peck seja o mais chocante e detalhado no documentário Quiet on Set, outros dois funcionários da Nickelodeon foram condenados por pedofilia. Na primeira metade da minissérie, somos apresentados a Jason Hardy, assistente de produção de All That e The Amanda Show no início dos anos 2000. Amigável e carinhoso com todos, pais e filhos o consideravam uma presença confiável, agradável e prestativa nos bastidores das gravações e não suspeitaram de nada quando ele pediu o número de telefone e a autorização para trocar e-mails com os menores.

O caso mais severo envolvendo Jason foi o abuso de uma atriz mirim convidada para a série Primo Skeeter. Ela teria sido abusada em sua própria casa, em 2000. Na ocasião, o abusador lhe convenceu a não contar nada para sua mãe, sob a promessa de que conseguiria novos papéis em outras séries para ela.

Handy foi preso em abril de 2003 depois que a polícia recebeu uma denúncia. Durante a operação na sua residência, foram encontradas mais de 10 mil fotos de crianças, mais de 1.700 imagens de meninas em poses eróticas e sete vídeos em um CD, que traziam menores envolvidos em conduta sexual explícita. Em seu diário pessoal, também encontrado pelos policiais, Jason escreveu frases como: “Eu sou um pedófilo, totalmente desenvolvido”, “Eu realmente tenho cedido ao meu desejo por meninas nas últimas semanas” e “Eu até me esforço diariamente para encontrar uma vítima de estupro, se for necessário”.

Ezel Channel foi um outro funcionário da Nickelodeon que trabalhava no lote da empresa em Burbank. Ele foi condenado por abusar sexualmente de um menino menor de idade na parte externa do estúdio. Channel já possuía uma condenação anterior e era um criminoso sexual registrado, mas ainda assim teve permissão para trabalhar na Nickelodeon. O documentário não entra em detalhes sobre esse caso em questão, mas observou que a emissora teria empregado três abusadores de crianças durante a mesma época, colocando em risco a vida de diversas crianças.

Chefe explosivo e temperamental

Segundo as alegações, embora Dan Schneider se esforçasse para passar uma imagem pública de um chefe agradável e brincalhão, seu comportamento constantemente exarcebado e exagerado na verdade era absorvido como problemático. Além dos supostos rompantes de violência verbal, em que chamava seus protagonistas de “idiotas”, suas “brincadeiras” eram consideradas invasivas, deixavam o elenco desconfortável e pressionado a fingir estar se divertindo com seu jeito.

Ao longo do documentário, duas de suas roteiristas, Christy Stratton and Jenny Kilgen, afirmaram terem sido forçadas a dividir seu salário, enquanto os colegas homens recebiam o valor cheio. Ambas também compartilharam circunstâncias constrangedoras, como Schneider insistindo para que uma delas reproduzisse uma cena escrita de maneira sexual diante dos demais profissionais.

Além disso, Dan tinha o hábito de solicitar massagens frequentes para os seus funcionários e era conhecido por tratar alguns de seus atores com favoritismo, enquanto outros eram depreciados e relegados. Seu comportamento moralmente reprovável eventualmente lhe custou sua demissão em 2018. Antes disso, ele chegou a ser proibido de interagir diretamente com o elenco de suas séries.

Piadas com teor sexual, cenas com pés e momentos constrangedores

Quiet on Set conta com uma coletânea de entrevistas feitas com ex-astros mirins das séries mais amadas da Nickelodeon. Os atores de All That e The Amanda Show, Leon Frierson, Katrina Johnson, Raquel Lee Bolleau, Giovonnie Samuels, Kyle Sullivan e Bryan Christopher Hearne revelaram quadros costrangedores e estranhos que tiveram que protagonizar. Em um deles, o jovem elenco era forçado a passar por situações pesadas como entrar em uma banheira repleta de minhocas, comer um inseto ou ser coberto por pasta de amendoim e ser lambido por um cachorro.

Já a atriz Alexa Nikolas, de Zoey 101, fala sobre a hipersexualização de sua personagem, a necessidade de usar roupas bem curtas e protagonizar momentos com conotação sexual.

Além disso, a minissérie aborda a suposta obsessão de Dan Schneider com pés. Não é de hoje que circulam vídeos nas principais redes sociais que reúnem compilados de cenas bizarras de séries da Nickelodeon que envolvam pés e movimentos sexuais. Esses materiais são novamente trazidos à tona sob uma ótica ainda mais analítica, onde o senso de humor depreciativo e um tanto vulgar do criador é questionado.

Consequências caóticas na vida adulta

Todos os ex-atores mirins entrevistados revelaram eventualmente ter sofrido algum problema de origem mental e emocional, após seu tempo de trabalho na Nickelodeon. De problemas com autoestima a abusos de substâncias químicas, cada um dos participantes revelou ter vivido parte de sua vida adulta com alguns traumas nascidos deste período da infância/adolescência.

Frierson revelou que “ser uma estrela mirim me machucou mental e fisicamente. Acredito que o alcoolismo com o qual enfrentei é uma conexão direta com os sentimentos que tive depois de deixar a indústria e de não conseguir manter o sucesso que tive”.

Bolleau admitiu que ter sido “dispensada do The Amanda Show realmente quebrou muito a minha confiança. Essa foi uma lição muito jovem que aprendi na minha carreira, que todos são substituíveis. E isso me levou por um caminho muito sombrio. Eu tive que realmente me recompor e continuar em movimento em uma indústria que me mostrou desde muito cedo que não tinha nenhum amor por mim”.

O que aconteceu com a Amanda Bynes?

A primeira grande estrela da Nickelodeon, Amand Bynes foi descoberta pela emissora aos 10 anos de idade, fazendo um curto stand-up em um pequeno pub. Seu senso de humor afiado e sua habilidade de improviso sendo tão jovem chamaram a atenção de Dan Schneider, que rapidamente a colocou debaixo de sua tutela e a ajudou a se tornar o grande destaque de All That.

Seu sucesso escalonou ainda mais com a estreia de sua própria série de sketches cômicos, The Amanda Show. Mais experiente e à vontade com o formato, ela eventualmente se tornaria uma contribuinte direta para a produção dos quadros, passando horas no gabinete de Schneider onde ambos discutiam ideias e possibilidades de melhorar o programa.

Ao longo da primeira metade de Quiet on Set, somos relembrados a respeito do rápido amadurecimento da atriz, que contou com a ajuda de Dan para se emancipar de seus pais. A jovem atriz também chegou a morar temporariamente na casa do criador, mas pouco se sabe a respeito desse período da vida dela. Ainda assim, a produção faz questão de resgatar o famigerado vídeo em que a pré-adolescente grava um sketch dentro de uma jacuzzi, trajando roupa de banho, ao lado do produtor – que está completamente vestido.

E embora a espiral de declínio da atriz seja uma das histórias de ex-astros mirins mais dolorosas e tempestuosas, pouco se sabe do que ela teria vivido durante seus anos sob a tutela da Nickelodeon. Amanda ainda não se sente pronta para abordar o assunto e não participou do documentário. Sua jornada continua sendo alvo de muitas perguntas, poquíssimas respostas e uma enorme curiosidade.

Vale lembrar que circulam na internet rumores de que Amanda teria ficado grávida ainda na adolescência, de um famoso produtor. No entanto, a especulação não é abordada na minissérie.

Relembre o trailer:

ENTREVISTA | Anora: O Triunfo de Sean Baker em Cannes e a Corrida de Mikey Madison ao Oscar

Eu queria que o filme fosse um retrato autêntico e humano de um universo muitas vezes incompreendido”, declarou o cineasta Sean Baker sobre Anora, durante uma exclusiva exibição do vencedor da Palma de Ouro, realizada dia 11 de dezembro, em Paris. Em campanha pelo Oscar pela Europa, a sessão contou com um bate-papo entre o diretor, a atriz protagonista Mickey Madison e a mediadora Natalie Portman (May December – Segredos de um Escândalo), revelando mais detalhes dos bastidores da produção. 

Após a conquista da Palma de Ouro, Anora recebeu cinco indicações ao Globo de Ouro. Apesar de ser uma comédia, o filme mergulha nos submundos do Brooklyn e explora temas complexos como relações familiares, a comunidade russa na região e o universo das profissionais do sexo. Ao entregar o prêmio em Cannes, Greta Gerwig, presidente do júri, descreveu Anora como uma obra que “dialoga com o cinema clássico, mas também traz algo completamente novo”. Baker reconhece influências de cineastas como Howard Hawks e das comédias screwball — isto é, comédias “malucas” e fora do convencional — dos anos 70 e 80. 

Elenco de ‘Anora’ no Festival de Cannes 2024 (Foto: Reprodução)

Há muito dos anos 80 neste filme”, confessa. “Desde Um Príncipe em Nova York (1988) até Uma Linda Mulher (1990), percebi que estava subconscientemente fazendo referências a esses filmes”, relatou o diretor durante o encontro. Com o sucesso na temporada de premiações, a Universal Pictures Brasil alterou a data de lançamento para 23 de janeiro de 2025, após o anúncio dos indicados ao Oscar em 17 de janeiro de 2025.

Uma Longa Jornada na Marginalização

Desde Tangerine (2015) e Projeto Flórida (2017), Sean Baker tem promovido um cinema independente voltado para retratar personagens marginalizados pela indústria tradicional, principalmente profissionais do sexo. Durante o evento, Baker mencionou que a ideia de Anora surgiu de conversas com o ator Karren Karagulian, colaborador de longa data, que interpreta Torus na comédia dramática. Ambos queriam contar uma história sobre a comunidade russo-americana de Brighton Beach, no Brooklyn.

Mikey Madison, Sean Baker e Natlie Portman em Paris (Foto: Leticia Alassë)

A experiência prévia do diretor com o universo da prostituição foi fundamental para moldar a narrativa. “Eu já havia feito uma imersão nesse universo em filmes anteriores, o que me ajudou a construir Anora”, explica Baker. Se em Tangerine o foco é a prostituição transsexual em Los Angeles, em Projeto Flórida a questão é a sobrevivência à margem do parque de diversões mais famoso do mundo. Em Red Rocket (2021), o cineasta aborda a decadência de um ex-ator pornô e a iniciação de uma jovem nesse meio, no Texas. Agora, Baker explora o sonho americano das jovens que trabalham em casas de striptease em Nova York: encontrar o príncipe encantado.

Mesmo com o maior orçamento de sua carreira, Baker destaca que a prioridade era manter a autenticidade e oferecer ao público uma visão complexa e respeitosa desse universo.

Mikey Madison na corrida pelo Oscar 

Escolhida a dedo para interpretar a protagonista Ani/Anora, Mikey Madison, de 25 anos, desponta como uma das possíveis indicadas ao Oscar 2025, ao lado de veteranas como Nicole Kidman (Babygirl), Angelina Jolie (Maria Callas) e Demi Moore (A Substância). Suas atuações em Era Uma Vez em… Hollywood (2019), de Quentin Tarantino, e na franquia Pânico (2022) foram definitivas para que Baker a convidasse para o projeto.

Foi uma combinação das performances dela nesses dois filmes”, relata Baker. “[Nos personagens] havia uma intensidade e uma atitude que eram perfeitas para Ani (…), mas também humor, uma entrega cômica de um jeito suave”, explica o cineasta.

Mulher em pose artística e vestido vermelho.
Mikey Madison como Anora (Foto: reprodução)

Para o papel, Madison passou por um processo de preparação extenso. Ela se matriculou em aulas de pole dance em um estúdio em Baltimore e continuou o treinamento em Los Angeles. “Eu queria que minha performance como dançarina fosse a mais autêntica possível”, contou a atriz. Além disso, Madison estudou russo por meses para dominar a língua e o sotaque da personagem. “Eu não queria apenas decorar as falas foneticamente. Queria entender o que estava dizendo e o que os outros personagens diziam para mim.”

A atriz também fez uma imersão em Brighton Beach antes das filmagens, observando o dia a dia das mulheres da região. Esse processo ajudou a atriz a reproduzir o sotaque e capturar a essência de sua personagem. Durante a projeção em Paris, Madison confessou sentir-se honrada por ter sido a primeira vez em que um cineasta escreveu uma personagem especialmente para ela. 

Controvérsias: Feminismo e Representatividade

A representação da prostituição e da nudez feminina no audiovisual sempre gera debates críticos. Sean Baker vê seu trabalho como uma lente sobre uma minoria marginalizada, alvo tanto da moralidade conservadora quanto do discurso religioso.

Mikey Madison em sessão exclusiva em Paris (Foto: Leticia Alassë)

Embora Baker não adote uma abordagem explicitamente feminista em seu roteiro, ele enfatiza a importância de representar suas personagens de forma tridimensional e respeitosa. “Quero mostrar minhas personagens da mesma forma que gostaria de ser representado se alguém fizesse um filme sobre mim“, declarou abordando as polêmicas em torno da exploração sexual feminina.

Mikey Madison, por sua vez, declarou-se feminista e trouxe a perspectiva da representatividade para a discussão. “Conhecer essas mulheres e ouvir suas histórias foi essencial para mim”, esclarece. “Queria representar o trabalho sexual de uma forma realista e respeitosa. As amizades que fiz com essas mulheres impactaram profundamente minha performance.

Finais Ambíguos São Mais Impactantes

O desfecho de Anora é um dos pontos altos do filme. Para Baker, o final é a parte mais importante da narrativa e foi planejado desde o início. “Não quero dar muitos detalhes, pois gosto de deixar o final aberto à interpretação do público”, revelou o diretor. Ele, contudo, compartilhou uma espécie de epílogo com Mikey Madison e Yura Borisov para ajudar na construção das performances. O que estaria escrito? 

Sean Baker também revelou deixar pistas dos finais de seus filmes em outras obras. Assim, o desfecho de Anora pode surgir em futuros trabalhos, da mesma forma que o “depois” de Red Rocket é apresentado como um easter egg de uma das cenas em Las Vegas nessa nova produção. 

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Mark Eydelshteyn e Mikey Madison no filme Anora (Foto: Reprodução)

 

Com uma combinação de drama, humor e crítica social, Anora é uma obra envolvente, engraçada e profundamente humana. Sean Baker prova mais uma vez sua habilidade em capturar personagens ignorados pelo mainstream, enquanto Mikey Madison entrega a performance de sua carreira. A Palma de Ouro em Cannes não é apenas um prêmio, mas também um sinal de que histórias autênticas e representativas merecem destaque no cinema mundial.

‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’ ganhará novo trailer amanhã; Assista ao teaser!

O perfil oficial do Twitter deAnimais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald anunciou que o primeiro trailer completo do filme sai amanhã (13). Assista ao teaser:

Uma nova sinopse de Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’ foi liberada pela Warner Bros. Brasil, que lançará o filme nos cinemas nacionais dia 15 de Novembro, um dia antes da estreia nos EUA.

Confira:

Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald é a segunda de cinco novas aventuras no Mundo Bruxo de J.K. Rowling. No final do primeiro filme, o poderoso bruxo das trevas Gerardo Grindelwald (Johnny Depp) foi capturado pela MACUSA (Congresso Mágico dos Estados Unidos da América) com a ajuda de Newt Scamander (Eddie Redmayne). Mas, cumprindo sua ameaça, Grindelwald escapou da custódia e começou a reunir seguidores, a maioria desavisada de sua verdadeira intenção: criar magos de sangue puro para dominar todos os seres não-mágicos. Em um esforço para frustrar os planos de Grindelwald, Alvo Dumbledore (Jude Law) recruta seu ex-aluno Newt Scamander, que concorda em ajudar, desconhecendo os perigos que estão por vir. As linhas são desenhadas à medida que o amor e a lealdade são testados, mesmo entre os mais verdadeiros amigos e familiares, em um mundo bruxo cada vez mais dividido.

O elenco conta com Ezra Miller (Credence) e Zoe Kravitz (Leta Lestrange), que retornam. Além disso, Callum Turner ingressa à adaptação como o irmão de Newt, o herói de guerra, Theseus Scamander, que se juntam a Katherine WaterstonEddie RedmayneAlison Sudol  e Dan FoglerJohnny Depp vive o vilão Gerardo Grindelwald e Jude Law será o jovem Dumbledore.

David Yates volta a dirigir.

Arthur e Mera investigam lugar misterioso em foto vazada de ‘Aquaman’

Uma nova imagem vazada da revista EW, de Aquaman’, mostra o herói e Mera investigando pistas em um local misterioso, provavelmente em busca do Tridente de Atlantis. Confira:

 

Foi publicado no site Reddit uma imagem promocional de Aquaman mostrando o uniforme dourado, famoso nos quadrinhos do herói. Confira:

O filme chegará aos cinemas nacionais em 13 de dezembro, ou seja, uma semana antes da estreia americana, que acontece em 21 de dezembro.

‘Aquaman’: Jason Momoa compartilha foto de nova cena das refilmagens

‘Liga da Justiça’: Aquaman estará diferente no filme solo, afirma Jason Momoa

O elenco do filme conta com Jason Momoa no papal principal, Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna). James Wan dirige o filme e o roteiro fica a cargo de Will Beall.

Artigo | Em meio a muita diversão, ‘As Marvels’ vira o ‘Filme Estrutural’ da Fase Cinco

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA CONTÉM SPOILERS]

Se você ainda não assistiu As Marvels, evite esta matéria, pois ela contém revelações importantes sobre a trama, os temidos Spoilers

As Marvels estreou nos cinemas brasileiros nesta quinta (9), trazendo uma aventura divertida e bem-humorada para as telonas, respeitando fielmente o estilo das histórias em quadrinhos da Kamala Khan, a Ms. Marvel. Por se tratar de um longa ambientado praticamente todo no núcleo espacial do MCU, ele pode decepcionar um pouco àqueles que esperam uma space opera complexa e cheia de termos cabeça da ficção científica. Na verdade, o filme preza em desenvolver a relação entre suas três protagonistas e carimbar de uma vez por todas a Kamala como um dos principais rostos do Universo Cinematográfico Marvel nos próximos anos.

E por ser um filme de curta duração, com aproximadamente 1h45, ele é meio corrido, passando a sensação de ser um grande episódio de uma série. E dado o que acontece em tela, é possível que seja mesmo proposital. Isso porque As Marvels é o que eu costumo chamar de “Filme Estrutural”.

Ao longo dos anos, o Universo Cinematográfico Marvel foi construído por meio de Fases. Em cada uma delas, Kevin Feige traçou um planejamento para que fossem lançados filmes solo de cada herói, que trouxessem elementos para aproximá-los de outras franquias, permitindo que essas histórias se entrelaçassem e culminassem em um grande filme-evento dos Vingadores. A estratégia, como todos sabem, foi um sucesso, fazendo com que a Marvel dominasse as bilheterias do mundo na última década.

Nesse meio, porém, houve filmes que tiveram suas histórias ‘sacrificadas’ pela coesão do universo compartilhado. Eles contaram suas tramas isoladas, mas foram cercados de elementos e situações incluídas para permitir certas resoluções tardias. Muitas das vezes, isso acabou prejudicando o filme em si e ajudando o tal evento do fim da Fase. São os ‘Filmes Estruturais’.

Na Fase Um, o ‘estrutural’ é Homem de Ferro 2 (2010). Ele dá prosseguimento à saga de Tony Stark (Robert Downey Jr.), que parte numa jornada de investigar seu passado, enquanto é envenenado pelo paládio do reator em seu peito, mas tem sua trama interrompida pelos elementos inseridos para estabelecer elementos de Os Vingadores (2012). Dessa forma, ele introduz a Viúva Negra (Scarlett Johansson) como personagem recorrente, traz o subtrama da formação do grupo de heróis e insere coisas como uma referência ao escudo do Capitão América e a chegada do martelo do Thor.

Esses momentos, principalmente a interferência da SHIELD, desconectam o público da história em si, o que efetivamente atrapalha o desenvolvimento da trama, mas estabelece esses pequenos elementos que economizaram tempo de apresentação no filme de 2012, o que ajudou o longa a se tornar um clássico.

A Fase Dois foi diferente. Em um momento mais experimental, os diretores puderam ter um pouco mais de liberdade para desenvolver seus longas, só que o resultado não foi exatamente muito bem recebido pelo público. Com exceção dos dois filmes lançados em 2014 (Capitão América: O Soldado Invernal e Guardiões da Galáxia), todos os outros dividiram opiniões. Dessa forma, o “Filme Estrutural” foi justamente o auge dessa fase: Vingadores: Era de Ultron (2015).

Além de estabelecer situações fundamentais para o sucesso da Fase Três, como a criação do Visão (Paul Bettany), a breve vilanização de Tony Stark, os conflitos internos do Hulk (Mark Ruffalo), e a introdução do núcleo familiar do Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), o filme foi usado como ferramenta de retcon para eventos da própria Fase Dois que não foram bem aceitos pelo público. Então, ele usa um tempo de tela para mostrar a SHIELD sendo remontada, após supostamente ter sido destruída em Capitão América 2, e explica como Stark voltou a ser o Homem de Ferro depois de remover o reator nuclear de seu peito no polêmico Homem de Ferro 3 (2013). Isso sem falar na destruição de Sokovia, que gerou vilões e ameaças até a Fase Quatro.

A crítica não caiu de amores por Era de Ultron, tendo na longa duração uma das principais reclamações da crítica especializada.

Na louvada Fase Três, que trouxe alguns dos filmes favoritos dos fãs, quem sofreu com o efeito “Filme Estrutural” foi Capitão América: Guerra Civil (2016). Inspirado em uma das sagas de maior sucesso dos quadrinhos, o longa foi feito quase como um Vingadores 2.5, o que prejudicou diretamente a trama de busca e conversão do Soldado Invernal (Sebastian Stan) iniciada em 2014 e brevemente mencionada em Vingadores 2. A relação entre Steve e Bucky ainda ganha bastante espaço no longa, mas não chega perto do que havia sido prometido.

Tudo isso para abrir espaço para desenvolver o racha no grupo dos heróis mais poderosos da Terra, introduzir o Pantera Negra (Chadwick Boseman) e o Homem-Aranha (Tom Holland), e expandir os poderes do Homem-Formiga (Paul Rudd), tirando o herói de cena, levando o time de supers a chegar completamente fragilizado para os eventos de Vingadores: Guerra Infinita (2018).

Na controversa Fase Quatro, a chegada das séries do Disney+ bagunçou toda a estrutura do MCU, não desenvolvendo exatamente um “filme estrutural” para chamar de seu. Com as produções televisivas, cada série meio que adotou esse formato estrutural. A falta de direcionamento dessa fase, que passou a sensação de que a Marvel estava “atirando para todos os lados”, também complicou a organização.

Assim que anunciado, tudo indicava que Doutor Estranho no Multiverso da Loucura (2022) seria o filme estrutural da vez. Afinal, ele repercutiria os eventos de WandaVision (2021) e prepararia o terreno de Multiverso para ser desenvolvido em Loki (2021). No entanto, o roteiro incompetente de Michael Waldron não dialogou com o final da série da Wanda (Elizabeth Olsen), resultando em um sacrifício bem grande de tempo para retomar um tema já abordado e resolvido no seriado que foi sucesso dentre o público. Complicando ainda mais a situação, a primeira temporada de Loki, criada e escrita pelo próprio Waldron, foi pouquíssima afetada pelo filme do Mago. No fim das contas, não houve o tal filme estrutural na Fase Quatro, o que reflete diretamente na zona que foi esse período entre 2020 e 2022, que contou com absurdas 16 produções.

Foto: Laura Radford. © 2023 MARVEL.

Agora, a Marvel parece ter encontrado o rumo nesta Fase Cinco, com suas produções direcionando para a ruptura do espaço-tempo, abrindo as portas para a colisão de diferentes universos em tela, o que será abordado nos próximos dois filmes dos Vingadores. E mesmo com cada filme e série trazendo um pouquinho desse assunto, é justamente em As Marvels que os próximos anos do estúdio ganham direcionamento.

Monica Rambeau (Teyonah Parris) fica presa em outra realidade, na qual encontra os X-Men da Fox. Carol Danvers (Brie Larson) volta para a Terra após resolver uma da crise dos Kree, voltando a causar polêmica com os Skrulls, que já deram seus sinais de vilania. Já Kamala Khan (Iman Vellani) vira o elo entre as séries e os cinemas, reunindo os Jovens Vingadores, que foram aparecendo gradualmente nas produções do Disney+. O mais legal é que eles conseguiram montar essas estruturas sem sacrificar tanto da trama do filme, que já era curtinha. Pode ser que As Marvels não agrade a todos, mas certamente se consolida como um dos filmes mais importantes dos últimos anos do MCU.

Divulgação/ Marvel Studios © 2023 MARVEL.

As Marvels está em cartaz nos principais cinemas do Brasil

Crítica | Vai Ter Troco – Evelyn Castro BRILHA ao lado de Nanny People em Comédia Nacional

Brasileiro adora uma comédia, afinal, rir é o melhor remédio para aguentar o dia a dia. E quando a realidade está difícil de suportar, são os filmes de comédia que conseguem aliviar a angústia das pessoas, inclusive por muitas vezes retratarem nas suas tramas aspectos da realidade vivida pelo cidadão trabalhador brasileiro – e que são bem comuns ao cotidiano de pessoas em outras partes do mundo. Disso se trata a universalidade de um determinado tema. Surfando nessa pegada, estreia nessa semana nos cinemas nacionais a comédia de riso fácil ‘Vai Ter Troco’.

Há três meses que os salários de Tonha (Evelyn Castro), Zildete (Nanny People, bastante diferente na caracterização), e Nivaldo (Edmilson Filho), está atrasado. Por outro lado, a vida anda às mil maravilhas às vésperas do noivado de Miranda (Giovanna Grigio), na mansão do casal Sarita (Miá Mello) e Afonso (Marcos Veras). No momento em que chega o pai do noivo, que é deputado, a polícia federal aparece no recinto e prende os dois. Isso acaba mudando a rotina da família completamente, que, do luxo, se vê totalmente sem recursos, com seus bens bloqueados. Num ato de revolta, os funcionários da casa decidem dar um basta na situação e forçar a família a vender parte de seus pertences para conseguir dinheiro para pagar os salários atrasados. Só que para que isso aconteça o grupo irá se meter em diversas confusões.

O cenário luxuoso de uma mansão em São Paulo abriga uma das histórias mais comuns desde a revolução industrial: o embate empregados versus patrões. No contraste dos dois núcleos ganha destaque, obviamente, o núcleo das pessoas simples que precisam se virar nos trinta pra pagar os boletos. A química entre Evelyn Castro e Nanny People garante as risadas em praticamente todas as cenas das duas juntas. Com seu jeito espontâneo e um tanto explosivo, Evelyn brilha, carregando para si o protagonismo do filme, mostrando que é uma atriz versátil pronta para assumir todo tipo de papel. O elenco traz ainda participações especiais do cantor Falcão e de Ludmilla, em mais uma aparição nos cinemas, com direito a fala e tudo.

Partindo de uma história bem da realidade brasileira – a questão da corrupção, do desvio de verba pública, e como isso afeta a vida do cidadão comum – o roteiro de Juliana Araripe, Otávio Martins e Marcio Castro traz diversas cenas cômicas que isoladamente funcionariam como uma esquete de humor. Assim, na hora da montagem, o filme de  Mauricio Eça às vezes escorrega sem conseguir costurar uma sequência lógica entre uma cena e outra, deixando a edição solta por alguns segundos a mais (por exemplo, na cena em que Sarita e Afonso estão conversando e, depois, Sarita fica mais uns dez segundos em cena aleatoriamente cantando uma música, se balançando no jardim, sem que isso tenha qualquer interferência na trama). Por outro lado, as cenas de comédia que funcionam, funcionam e muito.

Vai Ter Troco’ é um alívio para o fim do dia do trabalhador que pega transporte público e quer se ver representado (e vingado) nas telonas. Uma comédia fácil, para rir alto e descansar dos boletos do mês.

‘Capitã Marvel’: Novo pôster traz Goose como centro das atenções… e usando óculos escuros!

Brie Larson fará sua estreia no Universo Cinemático Marvel com Capitã Marvel muito em breve e, assim que ela voltar para a Terra para enfrentar uma invasão extraterrestre, ela estará acompanhada de seu fiel pet Goose.

Agora, o incrivelmente fofo gatinho (que poder ser membro da raça alienígena Flerken) ganhou os holofotes em um novo pôster promocional do filme, que está sendo disponibilizado em diversos cinemas. Na imagem, Goose pode ser visto utilizando óculos de sol, emulando até mesmo o personagem de Tom Cruise em ‘Top Gun’.

Confira:

New Captain Marvel Banner from r/marvelstudios

A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.

Capitã Marvel‘ estreia em 7 de março de 2019 no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.

‘The Walking Dead’ é renovada para a 11ª temporada!

AMC anunciou hoje (05) durante seu painel oficial da New York Comic-Con que The Walking Dead voltará para a 11ª temporada!

Ainda não se sabe quando o novo ano será lançado.

Enquanto isso, o décimo ciclo da produção estreia amanhã, 06 de outubro.

Confira os títulos oficiais dos próximos episódios:

  • 10×01: Lines We Cross – O grupo Oceanside continua a trainar caso os Sussurradores retornem.
  • 10×02: We are the end of the World – A origem do relacionamento entre Alpha e Beta é revelado, e os Sussurradores se reúnem para a batalha.
  • 10×03: Ghosts – A ameaça do retorno dos Sussuradores traz paranoia à Alexandra.
  • 10×04: Silence the Whisperers – Os paranoicos alexandrinos ficam irritados com os Sussurradores e descontam seu medo em Negan.
  • 10×05: What it Always is – Suprimentos somem de Hilltop; Negan é idolatrado por um alexandrino; Ezekiel guarda um segredo obscuro.
  • 10×06: Bonds
  • 10×07: Open your Eyes
  • 10×08: The World Before

O elenco conta com Norman ReedusDanai GuriraMelissa McBrideJosh McDermitt, Seth Gilliam, Ross MarquandJeffrey Dean Morgan, Khary Payton e Samantha Morton.

‘Steven Universe Future’: Cartoon Network divulga “Being Human”, música original do spin-off

Cartoon Network divulgou o vídeo oficial da música “Being Human”, escrita especialmente para o spin-off Steven Universe Future.

Vale lembrar que o último episódio da série derivada foi ao ar no dia 27 de março.

Confira:

A série derivada também é produzida pelo Cartoon Network.

Na próxima iteração de Steven Universe, depois de salvarem a galáxia, Steven ainda tenta amarrar todas as pontas soltas. Entretanto, à medida que não encontra mais problemas para resolver, ele finalmente enfrentará um grande obstáculo. Assombrado pelo passado e perdido no presente, Steven começa a manifestar poderes novos e incontroláveis, nunca antes vistos pelas Crystal Gems. O que isso significa? E o que Steven quer para seu futuro?

‘Bad Hair’: Terror do diretor de ‘Cara Gente Branca’ ganha trailer OFICIAL; Confira!

Hulu divulgou o primeiro trailer oficial do terror Bad Hair, dirigido por Justin Simien (Cara Gente Branca).

Confira:

Nessa sátira de terror ambientada em 1989, Bad Hair gira em torno de uma ambiciosa jovem que muda seu visual para alcançar sucesso no mundo da música televisionada. Entretanto, a carreira começa a ser ameaçada quando percebe que seu novo cabelo pode ter vida própria.

Elle Lorraine estrela a produção. Vanessa WilliamsLena WaitheLaverne CoxJay PharoahBlair UnderwoodJames Van Der BeekUsherKelly Rowland completam o elenco.

O filme tem estreia marcada para o dia 23 de outubro.

‘Bridgerton’: Drag queens reagem à nova série de época da Netflix; Confira!

Bridgerton é a mais nova sensação da Netflix e, para promover a série, a plataforma de streaming divulgou um vídeo em que as icônicas drag queens Monét X Change (‘RuPaul’s Drag Race’) e The Vivienne (‘RuPaul’s Drag Race UK’) reagem à produção.

Confira:

A história acompanha as vidas dos oito irmãos da família Bridgerton, uma das mais importantes da alta-sociedade inglesa do século XIX.

A série foi criada por Chris Van Dusen.

Adjoa AndohLorraine AshbourneJonathan BaileyRuby BarkerSabrina BartlettHarriet Cains e outros estrelam.

Gostou de ‘Halston’? Aqui estão outras cinco produções que falam sobre o mundo da moda!

Netflix divulgou recentemente sua mais nova minissérie original, intitulada Halston.

Produzida pela prolífica mente de Ryan Murphy, em colaboração com Ian Brennan Christine Vachon, bem como a criação de Sherr White, os cinco episódios foram inspirados no livro de não-ficção ‘Simply Halston, de Steven Gaines, e trouxe à tona a controversa e complexa vida do estilista Roy Halston Frowick e de que forma ele mudou o cenário da moda dos Estados Unidos entre 1970 e 1980, desde a popularização do chapéu pillbox até os casacos trenchcoat de ultrasuede.

Apesar do roteiro desequilibrado, a série é, sem sombra de dúvidas, uma aula sobre a indústria fashion – e traz até mesmo uma versão dramatizada e envolvente da icônica Batalha de Versalhes. E, para aqueles que amam estudar sobre a importância da iconografia da moda, Halston é um prato cheio.

Pensando nisso, o CinePOP separou uma breve lista com outras cinco produções que falam sobre o tema, desde o clássico ‘Cinderela em Paris’ até o aclamado reality show Queer Eye (a nova geração).

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

CINDERELA EM PARIS (1957)

Onde assistir: Amazon Prime Video

Estrelado por ninguém menos que os lendários Fred AstaireAudrey Hepburn‘Cinderela em Paris’ une o melhor da moda e do musical romântico em um mesmo lugar – e até mesmo inspirou a recente comédia ‘Emily em Paris’, da Netflix. A história gira em torno de um famoso fotógrafo de moda (Astaire) que trabalha para uma conceituada revista feminina. Tentando encontrar um novo rosto, ele cruza caminho com uma balconista de uma livraria (Hepburn) que é contratada para ser modelo da revista em Paris.

O DIABO VESTE PRADA (2006)

Onde assistir: Telecine Play

Quando pensamos em moda, O Diabo Veste Prada é, provavelmente, o primeiro título que nos vem a cabeça – e não é por qualquer motivo: ambientado em Nova York, na sede da revista Runway, a narrativa é centrada em Andrea (Anne Hathaway), uma jornalista recém-formada sem qualquer senso de estilo que passa a trabalhar para a demoníaca guru da moda Miranda Priestly (Meryl Streep). Além da divertida narrativa, o filme é uma ode à haute couture e tem alguns dos figurinos mais belos da história de Hollywood.

A VINGANÇA ESTÁ NA MODA (2015)

Onde assistir: Telecine Play

No despretensioso A Vingança Está na Moda, a vencedora do Oscar Kate Winslet dá vida a uma talentosa costureira chamada Tilly, que, depois de anos longe de casa, retorna para sua cidadezinha no interior da Austrália. Munida de uma máquina de costura e de um estilo invejável, ela transforma as mulheres de seu lar e se delicia com a doce vingança de provar errado àqueles que não acreditaram em seu potencial.

GIRLBOSS (2017)

Onde assistir: Netflix

Apesar de ter sido cancelada e ter dividido os fãs, Girlboss ainda funciona como um retrato bastante interessante da moda underground e da biografia de Sophia Amoruso, uma jovem batalhadora que se tornou uma empresária multimilionária chamada Nasty Gal com apenas 27 anos.

QUEER EYE (2018 – PRESENTE)

Onde assistir: Netflix

São poucas as pessoas que nunca ouviram falar de Queer Eye – e poucas também que não se emocionam com o incrível reality show da Netflix. Cada capítulo traz os 5 Fabulosos em mais uma sessão de makeover, focando em culinária, cultura, etiqueta e, principalmente, design e moda. Guiado por Antoni PorowskiTan FranceKaramo BrownBobby BerkJonathan Van Ness, o programa não é apenas um manual de como tornar sua vida mais glamurosa, como também um emocionante tour-de-force social.

‘Supergirl’: Lex Luthor está de volta na sinopse oficial do episódio 06×17; Confira!

A CW divulgou a sinopse oficial de “I Believe in a Thing Called Love”, décimo sétimo episódio da 6ª e última temporada de Supergirl.

Na trama, “quando Lex Luthor aparece ao lado de Nyxly, Supergirl e seu time devem lidar com a carga emocional de enfrentar seus dois maiores inimigos ao mesmo tempo. Alex faz planos para o pedido de casamento perfeito a Kelly, mas o trabalho fica no caminho”.

O capítulo será exibido em 26 de outubro.

Criada por Ali Adler, Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, a série originalmente era exibida pela CBS, mas trocou de canal após o segundo ciclo, fazendo parte do catálogo da CW e entrando oficialmente para o Arrowverse.

Durante a destruição de Krypton, a pequena Kara Zor-El é enviada à Terra com o objetivo de proteger o primo Kal-El (Superman), que ainda bebê também é um dos sobreviventes da destruição de seu planeta natal. Durante o percurso, a nave de Kara se desvia da rota original e acaba em um planeta onde o tempo não passa. Aos 12 anos seu primo, que já havia se tornado o Superman, a resgata e entrega-lhe aos cuidados de uma família de amigos cientistas, os Danvers. Kara Danvers cresce como uma criança normal (ou quase isso) e, aos 24 anos, trabalha como assistente de Cat Grant na CatCo Worldwide Midia, sem que ninguém suspeite de seus superpoderes. Um dia, sua irmã adotiva, Alex, está em um avião que sofre uma pane e começa a cair. Kara, que sempre se deu muito bem com a irmã, decide salvá-la com a ajuda de seus superpoderes, Depois disso ela descobre que a irmã na verdade trabalha para o D.E.O. e junta-se à organização, dividindo-se entre a vida de assistente e de Supergirl.

O elenco conta com Melissa Benoist, Chyler Leigh, Mehcad Brooks, Katie McGrath, Jesse Rath, Nicole Maines, David Harewood e Azie Tesfai.

‘O Projeto Adam’: Sci-fi da Netflix com Ryan Reynolds ganha trailer OFICIAL; Confira!

A Netflix divulgou o trailer oficial e completo do ambicioso projeto sci-fi ‘O Projeto Adam’, estrelado por Ryan ReynoldsJennifer Garner.

O filme chega à plataforma de streaming no dia 11 de março.

Confira:

A história acompanha um piloto que viaja no tempo se une a seu eu mais jovem e seu falecido pai para aceitar seu passado enquanto salva o futuro.

Mark RuffaloRosario Dawson, Zoë Saldaña e Catherine Keener também fazem parte do elenco.

O longa é dirigido por Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) e roteirizado por Jonathan Tropper.

Na trama, Reynolds vive um homem amargurado que volta no tempo em busca do seu eu de 13 anos de idade, na tentativa de encontrar seu falecido pai para realizar um misterioso propósito.

Lembrando que o ator já trabalhou com Levy na adorada comédia de ação ‘Free Guy’, que chega no dia 26 de janeiro à plataforma do Star+.

‘Mike – Além de Tyson’: Minissérie não autorizada sobre o lendário boxeador estreia no Star+!

A minissérie não autorizada, ‘Mike: Além de Tyson‘, sobre o ex-pugilista Mike Tyson, já chegou ao Star+.

A produção, que conta com 8 episódios, foi lançada no último dia 25 de agosto, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

A minissérie explora a dinâmica e controversa história de Tyson, trazendo os altos e baixos da trajetória de Tyson tanto no boxe quanto na vida pessoal, e do atleta mundialmente adorado ao homem criticado.

Com total foco em Tyson, a série também examina o racismo e o classicismo nos Estados Unidos, a fama e o poder da mídia, a misoginia, a divisão da riqueza, a promessa do sonho americano e, finalmente, o papel do público na história de Mike.

Além de Trevante Rhodes no papel titular, a produção traz no elenco Russell Hornsby, Harvey Keitel, Laura Harrier e Li Eubanks.

Craig Gillespie (‘Eu, Tonya’) atua como produtor executivo e dirige o piloto do programa, com Steven Rogers (‘Eu, Tonya’) como roteirista e Karin Gist (‘Our Kind of People’) como showrunner.

‘Jogos Mortais 10’: Terminam as gravações do novo filme da franquia que terá RETORNO de Tobin Bell

Através do Twitter, o roteirista Josh Stolberg confirmou que as gravações de Jogos Mortais 10’, próximo capítulo da famosa franquia gore, finalmente terminaram.

As boas novas foram anunciadas junto a uma foto de bastidores e à seguinte legenda: “olha o que eu estou doando do último dia de filmagens do novo filme de Jogos Mortais! Uma serra circular assinada por [Tobin Bell]. De graça! Apenas me sigam e deem RT nesta postagem para participarem [do sorteio]”.

Confira:

De acordo com o Bloody Disgusting, quatro novos atores se juntaram recentemente ao elenco do próximo longa.

Renata Vaca (‘Pisando Fundo’), Paulette Hernandez (‘Perdida’), Joshua Okamoto (‘Narcos: México’) e Octavio Hinojosa (‘Come Play With Me’) foram confirmados na produção.

Vale lembrar que Bell e Shawnee Smith irão retornar como os psicopatas Jigsaw e Amanda Young, respectivamente. O elenco ainda contará com Synnøve Macody Lund (‘Ragnarok’), Steven Brand (‘Sandman’) e Michael Beach (‘Dahmer’).

Com as filmagens de ‘Jogos Mortais 10‘ já iniciadas, e a Paris Filmes revelou ao CinePOP que o novo filme já tem data de estreia por aqui: dia 26 de Outubro de 2023.

Além disso, a primeira imagem dos bastidores do terror foi divulgada – destacando o retorno de Tobin Bell (‘Enterrado Vivo’) como o sádico Jigsaw/John Kramer.

Ausente em ‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais‘ (2021), o ator retorna à franquia cinco anos após ‘Jogos Mortais: Jigsaw‘ (2017).

Confira a imagem:

Kevin Greutert, de ‘Jogos Mortais 6‘ e ‘Jogos Mortais: O Final‘, retorna à direção.

O roteiro foi assinado por Josh Stolberg e Peter Goldfinger, que também foram responsáveis pelo enredo dos dois últimos filmes da franquia.

A Lionsgate e a Twisted Pictures vão produzir o novo filme.

 

Prime Video PROVOCA a Netflix após polêmica de taxas extras pelo compartilhamento de senhas; Confira!

Nos últimos dias, a Netflix bloqueou o compartilhamento de senhas entre os usuários que não estiverem na mesma residência. O streaming afirma que é possível adicionar outro usuário pelo valor adicional de R$12,90.

Agora, como forma de responder à polêmica causada pela plataforma, outro gigante do streaming, o Prime Video, ironizou a decisão.

Através do Twitter, a página oficial do Prime Video UK divulgou uma imagem que diz o seguinte: “quem está assistindo? Todo mundo que tem nossa senha”.

A postagem em questão também responde um tweet feito pela Netflix que diz “amar é compartilhar uma senha”, feito em 2017.

Veja:

Segundo a Tilt, a Netflix virou alvo de reclamações de consumidores no Procon de São Paulo, que notificará a plataforma de streaming para prestar esclarecimentos sobre a mudança anunciada aos assinantes.

O Procon revelou que a notificação acontecerá após o grande número de denúncias recebidas pelo instituto com a decisão da Netflix.

“Somente com a comprovação das mudanças e a formalização das reclamações será possível avaliar se a nova forma de cobrança pelo acesso ou a tecnologia utilizada para controle têm amparo legal no Código de Defesa do Consumidor”, afirmou Rodrigo Tritapepe, diretor de Atendimento e Orientação do Procon-SP.

Os consumidores que se sentirem insatisfeitos com a cobrança a mais podem reclamar no site www.procon.sp.gov.br.

Inclusive, vários assinantes foram às redes sociais ameaçar cancelar a assinatura.

Veja:

Vários assinantes tiveram que colocar novamente a senha no aplicativo e não poderão usar a senha em outro IP.

Os usuários da plataforma terão que fazer login em seus perfis a cada 30 dias através do Wi-Fi de seus endereços principais para evitarem o bloqueio do catálogo em outros aparelhos da casa. Para impedir que pessoas de fora uma residência acessem a plataforma, a companhia vai rastrear endereços de IP dos dispositivos conectados ao Wi-Fi principal.

Dessa forma, um aparelho que não esteja configurado com o mesmo IP gerado pelo Wi-Fi principal de uma residência terá seu acesso bloqueado à plataforma de streaming.

Mas como fica o acesso a dispositivos móveis quando um usuário não estiver em sua residência?

Caso você esteja viajando ou fora de casa por algum motivo, basta solicitar um código temporário para acessar o catálogo por sete dias consecutivos.

Para isso, será necessário atualizar seu local principal se estiver em outro endereço.

Nos testes, foram liberados os compartilhamentos através de notebooks, smartphones e tablets enquanto o usuário estiver viajando, mas só será possível usar a plataforma numa televisão fora de sua casa por duas semanas sem pagar a taxa.

Esse período grátis só será válido para um local por ano. Depois disso, o aplicativo será bloqueado nas TVs que não pertencem à determinada residência, a não ser que o usuário pague a taxa extra.

As mudanças não param por aí…

A Netflix pretende converter em assinantes pagos quem usa contas pertencentes a famílias separadas, com a introdução de restrições de compartilhamento de contas e taxas extras para membros em mais países.

“O compartilhamento desenfreado de senhas limita nossa capacidade de investir e melhorar a Netflix a longo prazo, e de construir nosso negócio. Enquanto os termos de uso limitam a Netflix para uma residência, nós reconhecemos isso como uma mudança para membros que compartilham suas contas para além de seus lares.” 

‘Good Trouble’: Mariana está de volta no teaser INÉDITO dos próximos episódios da 5ª temporada; Confira!

O canal Freeform divulgou um teaser inédito dos próximos episódios da 5ª temporada de ‘Good Trouble‘, série derivada de ‘The Fosters‘.

Confira:

A nova leva de capítulos estreia em 02 de janeiro de 2024.

O spin-off foi criado por Joanna JohnsonBradley BredewegPeter Paige.

A trama acompanha a história das irmãs Callie e Mariana, que embarcam para Los Angeles, na Califórnia, para começarem a vida após a faculdade.

Cierra RamirezZuri Ade, Sherry Cola, Tommy Martinez, Roger Bart, Emma Hunton e Josh Pence fazem parte do elenco.

Funk Generation | As MELHORES músicas do novo álbum da Anitta

Desde sua estreia oficial no mundo da música, Anitta transformou-se em uma powerhouse no cenário fonográfico que, após dominar as paradas brasileiras e conquistar um fiel público, ganhou fãs ao redor do mundo e eternizou seu nome de maneira expressiva com inúmeros hits e através de uma indesculpável personalidade que a ajudou em suas constantes conquistas.

No último dia 26 de abril, a cantora e compositora lançou seu terceiro álbum de estúdio oficial, intitulado Funk Generation – uma celebração da história do funk e um retorno profundo às raízes de seus primeiros anos na indústria do entretenimento. Apostando fichas em uma construção trilíngue, assim como Versions of Me, Anitta aproveitou para abrir um novo capítulo para o gênero ao se afastar das falsas problemáticas apontadas por setores mais tradicionalistas e conservadores da sociedade e levá-lo ao mainstream mundial.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando as cinco melhores canções do álbum.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua faixa favorita:

5. “DOUBLE TEAM”

“Double Team” abraça o funk ousadia em uma comunhão de compositores e produtores que unem forças para falar sobre liberdade sexual e responder às muitas críticas sofridas por Anitta ao longo dos anos – que diminuíam suas conquistas e sua importância em virtude de um puritanismo barato e que, em pleno século XXI, não tem mais espaço entre nós. Como se não bastasse, a artista também é acompanhada pela clara química do rapper Brray e da cantora Bad Gyal.

4. “CRIA DE FAVELA”

Se há algo que Anitta sabe fazer de bem é construir peças musicais de mercadologia impagável e bastante efetiva – e esse é o caso da ótima “Cria de Favela”. Durante pouco menos de três minutos, a performer nos convida a voltar a seu lar em Honório Gurgel em uma exploração convicta do funk carioca, demarcado com batidas profundas e uma espécie de distorção promovida pela presença dançante e envolvente dos sintetizadores (apostando fichas no conhecido subgênero do pancadão da melhor maneira possível).

3. “LOSE YA BREATH”

Em Funk Generation, Anitta nos convida a uma viagem no tempo que espalha-se pelas múltiplas vertentes do gênero: logo de cara, com “Lose Ya Breath”, o público é envolvido em um impactante electro-funk que traz certas páginas emprestadas de Ayria (mais especificamente da track “Analog Trash”) para firmar uma amálgama com o EDM à medida que nos conduz por uma sensual e vibrante narrativa que nos arremessa direto para as pistas de dança.

2. “GRIP”

Nesse compilado de originais, é notável como as referências ao new-funk e ao funk 150-BPM aparecem com força e deixam claro o que podemos esperar ao longo de quinze breves faixas. Mas esse não é o caso de “Grip”: a faixa se apoia na distorção do clássico funk carioca ao incorporar pesados sintetizadores e breves menções ao trap – incluindo batidas muito bem demarcadas que digladiam com versos ostensivos sobre dinheiro e sexo da melhor maneira possível.

1. “FUNK RAVE”

O destaque principal do disco é destinado a “Funk Rave” – uma peça musical que, sem sombra de dúvida, é uma das melhores incursões da carreira de Anitta pela ousadia com a qual trabalha uma sucessão de estilos diferentes que convergem para um inebriante coquetel de synth-funkfunk 150-BPM e funk-trap cujo único crime é durar apenas dois minutos e meio.

Fãs estão DIVIDIDOS com ‘Coringa: Delírio a Dois’: “Eu queria um filme do ‘Coringa’, não um musical”

Coringa: Delírio a Dois’ estreia hoje, 03 de outubro, nos cinemas nacionais – e parece ter dividido tanto a crítica quanto o público.

O filme, estrelado pelos vencedores do Oscar Joaquin PhoenixLady Gaga, amargou 51% de aprovação no Rotten Tomatoes e, além disso, não encantou o público como estava prometendo.

No agregador de reviews, é possível encontrar os comentários dos espectadores, que não são muito animadores. Uma delas, com nota 1,5/5, afirma: “eu queria um filme do Coringa, não um musical”; outra, por sua vez, diz que “é mais um musical do que um filme. Se você gostou do primeiro, não deveria assistir a esse”.

O usuário Jovan J concordou que as sequências musicais são excessivas, escrevendo: “isso não é o que eu esperava do filme. Com Lady Gaga, esse filme se tornou um musical”.

Já Stefan G parece ter tido uma experiência melhor, avaliando o filme com quatro estrelas e rasgando elogios para Phoenix e Gaga, apesar de ter criticado o final anticlimático: “os elementos musicais funcionam muito bem para mim e eu não sou muito fã de musicais”.

Gabriel S, em um comentário de cinco estrelas, afirma que “Gaga e Joquin brilham como o Coringa e Arlequina”.

Confira nossa crítica:

Na trama, Arthur Fleck está institucionalizado em Arkham à espera do julgamento por seus crimes como Coringa. Enquanto luta com sua dupla identidade, Arthur não apenas se depara com o amor verdadeiro, como encontra a música que sempre esteve dentro dele.

Assista ao primeiro episódio COMPLETO de ‘Deli Boys’, série de comédia disponível Disney+!

A série de comédia Deli Boys já está disponível no catálogo do Disney+.

Agora, foi divulgado o primeiro episódio completo da atração, que você pode conferir na íntegra abaixo:

A série foi criada por Abdullah Saeed e conta com dez episódios.

Quando seu pai, um magnata das lojas de conveniência, morre repentinamente, dois mimados irmãos paquistaneses-americanos perdem tudo e são forçados a levar em conta a criminosa vida secreta de seu Baba enquanto tentam assumir seu manto no submundo.

Asif Ali, Saagar Shaikh, Poorna Jagannathan, Alfie Fuller e Brian George estrelam.

deli boys

‘Dark Web: Cicada 3301’: Conheça o THRILLER de ação cômico dirigido por Alan Ritchson

Alan Ritchson ganhou fama mundial após ser escalada como o protagonista e ‘Reacher’, uma das séries mais populares da atualidade e que está disponível no Prime Video. Porém, além de seu conhecido trabalho como ator, Ritchson já assumiu as rédeas de um projeto esquecido que marcou sua estreia diretorial: o thriller de ação cômico ‘Dark Web: Cicada 3301’.

A trama segue o hacker Connor, seu melhor amigo Avi e um astuto bibliotecário que se veem com problemas ao serem forçados a competir em um sofisticado jogo de recrutamento global de uma sociedade secreta da dark web.

Cicada 3301 é um nome dado a uma organização enigmática que, em seis ocasiões, postou um conjunto de quebra-cabeças e jogos de realidade alternativa complexos para possivelmente recrutar decifradores de códigos do público. Os quebra-cabeças eram sobre segurança de dados, criptografia e esteganografia. Foi chamado de “o enigma mais elaborado e misterioso da era da Internet e é listado como um dos “top 5 mistérios não resolvidos da internet” pela The Washington Post.

O elenco ainda conta com Kris Holden-Ried, Conor Leslie, Jess Salgueiro, Jack Kesy, Ron Funches e Avaah Blackwell.

Ritchson também é responsável pelo roteiro do longa ao lado de Joshua Montcalm, e integra o elenco como o Agente Carver.

O filme está disponível de maneira gratuita no site do Mercado Play.

 

Amanda Seyfried solta a voz no novo clipe PODEROSO de ‘O Testamento de Ann Lee’, filme baseado em história REAL

A Searchight Pictures divulgou um novo clipe oficial de ‘O Testamento de Ann Lee‘, drama histórico estrelado pela Amanda Seyfried.

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 12 de março.

Mona Fastvold (‘O Sonâmbulo’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro que ela assinou ao lado de Brady Corbet.

Ann Lee, a líder fundadora do movimento Shaker, é proclamada como o Cristo feminino. A trama mostra como ela estabeleceu uma sociedade utópica onde os Shakers adoram por meio de música e dança.

O elenco ainda conta com Thomasin McKenzie (‘Noite Passada em Soho’), Lewis Pullman (‘Thunderbolts*’), Tim Blake Nelson (‘O Incrível Hulk’), Christopher Abbott (‘Lobisomem’) e Stacy Martin (‘O Brutalista’).

Aclamado pelos críticos, o longa conquistou 89% de aprovação no Rotten Tomatoes. De modo geral, os especialistas elogiaram bastante o filme, destacando especialmente a atuação marcante de Amanda Seyfried no papel principal, Ann Lee.

Confira as reações:

“Embora ela seja claramente meio excêntrica, Ann tem otimismo, compaixão e vida, que Fastvold revela em uma série de números musicais hipnotizantes extraídos das verdadeiras escrituras dos Shakers. Também ajuda muito ter Amanda Seyfried no papel principal”, disse Damon Wise do Deadline

“Dramaticamente, o filme pode se tornar cansativo ao longo de seus longos 136 minutos de duração. Mas é como um verdadeiro espetáculo de música e dança, a forma mais inesperada e ousada que a história de Lee poderia assumir, que o filme se torna mais impressionantemente convincente”, disse Guy Lodge da Variety.

“Em última análise, Fastvold merece admiração por realizar um projeto claramente concebido com poucas preocupações comerciais”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Em certo sentido, The Testament Of Ann Lee é uma celebração, e, em sua segunda metade menos exaltada, um apelo, pelas condições necessárias para fazer um filme como The Testament Of Ann Lee, disse David Ehrlich do IndieWire.

“Fastvold une forma e função para encontrar uma líder religiosa do século XVIII em seus próprios termos, oferecendo uma encantadora e moderna reinterpretação de uma melodia antiquada”, disse Ben Croll do TheWrap.

“Nos seduzindo com vários números musicais, permitindo que abracemos sua essência final como uma fábula de recuperação, Amanda Seyfried brilha com convicções compassivas pelo que parece revolucionário, o controle da mulher sobre seu próprio corpo”, disse Nicholas Bell do ION Cinema.

“As comparações com O Brutalista são inevitáveis… No entanto, a grandiosidade livre e os detalhes minuciosos, sujos e realistas do filme de Fastvold são totalmente únicos: assim como Ann, fiquei tonto e sem fôlego com sua grandeza e coragem”, disse Robbie Collin do Daily Telegraph.

“É um tecido desgastado de história que contém momentos de ousadia artística e beleza, mas que nem sempre se entrelaça em algo satisfatório e sólido”, disse Wendy Ide do Screen International.

Mindy Kaling fala sobre os DESAFIOS de encontrar o tom certo da comédia Gen-Z ‘Inapropriados para o Trabalho’ [EXCLUSIVO]

Inapropriados Para o Trabalho(‘Not Suitable for Work’), nova série de comédia criada por Mindy Kaling (‘A Vida Sexual das Universitárias’), já está disponível no catálogo do Disney+ e vem conquistando os assinantes da plataforma de streaming.

Recentemente, tivemos a oportunidade de conversar com a criadora Mindy Kaling e o showrunner Charlie Grandy sobre os desafios de encontrar o tom certo para trazer temáticas voltadas para a Gen-Z à vida – e quais foram as principais influências por trás do projeto.

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A produção contará com Ella HuntAvantikaWill AngusJack MartinNicholas Duvernay no elenco.

Hunt interpretará AJ Pascarelli, uma charmosa e intensa analista recém-contratada no mais prestigiado banco de investimentos de Nova York.

Avantika será Abhinaya “Abby” Chilukuri, uma assistente de um exigente estilista de celebridades que é obcecada por moda.

Angus interpretará Davis Beau Bradley Barrett III, um jovem cheio de energia do mundo das finanças, mas que, por trás da aparência de fraternidade, quer amar e ser amado.

Martin dará vida a Josh Teitelbaum, um nova-iorquino inteligente, idealista e, às vezes, hipócrita.

Duvernay será Kel Washington, um estudante de medicina charmoso e um pouco ansioso que luta para tirar boas notas nas provas enquanto investe na carreira de ator.

A nova série explora o próximo estágio na vida dos jovens após o ensino médio e a faculdade. A trama focará em cinco jovens de vinte e poucos anos que buscam sucesso profissional e, se tiverem tempo, felicidade pessoal no bairro mais glamoroso de Manhattan, Murray Hill.

Charlie Grandy (‘Velma’) servirá como showrunner e produtor executivo.

‘Mortal Kombat’: Logo do reboot é revelado em imagem dos bastidores; Confira!

Em seu perfil do Instagram, Lewis Tan compartilhou uma nova imagem dos bastidores de ‘Mortal Kombat‘, revelando o logo do reboot.

Na legenda, o astro escreveu:

“Começou!”

Confira:

 

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First blood… It has begun. #MortalKombat

Uma publicação compartilhada por LEWIS TAN (@lewistanofficial) em

Tan vem compartilhando diversas novidades sobre a produção, principalmente seus treinos e atualizações sobre as gravações, que começaram no início de setembro, na Austrália.

Dirigido por Simon McQuoid e produzido por James Wan, ‘Mortal Kombat‘ será lançado nos cinemas no dia 5 de março de 2021.

O elenco conta com  Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena) e Lewis Tan, ainda sem personagem definido.

Diferente do que todos pensavam, Russo afirmou que a nova adaptação do clássico jogo para os cinemas não repetirá as mesmas histórias que os longas predecessores.

“A ideia para este novo filme sempre foi essa, não queremos repetir o que vocês já viram”, Russo declarou. “Isso não é chamativo para ninguém, creio eu. E eles já assistiram àqueles filmes. Então, ao mesmo tempo que queremos contar uma nova história, ela será fiel ao panteão dos jogos que todos amam.”

Dois longas-metragens anteriores foram realizados. Lançado em 1995, Mortal Kombat teve um orçamento de U$ 18 milhões e faturou U$ 122,1 milhões nas bilheterias mundiais. Mortal Kombat – A Aniquilação’ estreou 2 anos depois e custou U$ 30 milhões, mas arrecadou apenas U$ 51,3 milhões. Ambos foram massacrados pela crítica.

Androide com inteligência artificial vai estrelar filme de ficção científica

De acordo com o The Hollywood Reporter, uma androide com inteligência artificial vai estrelar filme de ficção científica orçado em US$ 70 milhões.

O projeto é fruto de uma parceria entre diversas produtoras, como a Happy Moon Productions e a Bondit Capital Media, que financiou títulos como ‘To the Bone’ e ‘Com Amor, Van Gogh’.

Intitulado ‘B‘, o longa trará a androide Erica interpretando uma super-humana geneticamente modificada, que foge com o cientista que ajudou a criá-la depois que uma organização tenta destruí-la.

Em entrevista oa portal, o produtor Sam Khoze disse que:

“Em outros métodos de atuação, os atores exploram suas próprias experiências de vida e adicionam essas emoções ao papel. Nosso desafio foi reproduzir isso na programação de Erica, já que ela nunca teve experiências de interação muito complexas. Ela foi criada como um projeto de robótica avançada, então tivemos que simular seus movimentos, emoções e linguagem corporal por meio de sessões individuais. Foi quase uma terapia.”

Algumas das cenas de Erica já foram filmadas no Japão em 2019, mas os produtores esperam concluir o resto do filme na Europa durante o verão de 2021.

No entanto, ainda não há diretor associado ao filme e o elenco humano ainda não foi escalado.

Além disso, não há previsão de estreia.

Antes de ser escolhida como estrela do filme sci-fi, Erica foi construída pelos cientistas japoneses Hiroshi Ishiguro e Kohei Ogawa como objeto de estudo para analisar como a inteligência artificial interage com a sociedade.

‘Falcão e o Soldado Invernal’: Agente Americano ganha destaque em nova imagem; Confira!

O episódio de estreia de ‘Falcão e o Soldado Invernal’ já começou com a polêmica introdução de John Walker (Wyatt Russell) como substituto do Capitão América, o que está gerando o ódio dos fãs.

Aproveitando o hype, a Disney+ divulgou uma nova imagem oficial do personagem.

Confira:

Anteriormente, o showrunner Michael Spellman conversou com a Entertainment Weekly e afirmou que Walker terá um enorme impacto no MCU.

“John Walker está esbarrando em uma realidade onde o país e as pessoas em geral vão desafiá-lo de uma forma que perturba e machuca seu privilégio como ex-fuzileiro naval. A verdade é que a vida não é justa e apenas ser o melhor e fazer o que é certo não significa que sua jornada vai ser fácil. Então, ele vai enfrentar tempos difíceis pela frente como ser humano e isso trará grandes impactos para o MCU que conhecemos.”

Nos quadrinhos da Marvel, ele também é conhecido como Agente Americano e é uma versão corrompida do Capitão América.

Controlado pelo governo americano, Walker já foi treinado pelo Taskmaster e possui as mesmas habilidades de Steve Rogers, o que faz dele um poderoso inimigo.

No entanto, Spellman disse ao Polygon que ele pode ter um papel bem diferente do que os fãs imaginam.

“O tema central da série é a busca por uma identidade… Os fãs já viram como Bucky (Sebastian Stan) se sente confuso sobre si mesmo, mas há um outro cara que costuma questionar seus próprios atos e seu nome é John Walker.”

Ele continuou:

“Alguns enxergam a si mesmos como justiceiros, no caso de Zemo (Daniel Bruhl), mas heróis também se veem como peões, e é nesse campo que encontramos Walker. Ele é um veterano de guerra que fez tudo por seu país mas não tem ninguém para ajudá-lo a juntar seus cacos, e isso mexe com a sua cabeça. Como é ser usado e se sentir descartável? isso é algo com o qual brincamos um pouco.”

Pelo visto, o personagem não será tratado inicialmente como um vilão, mas como um herói. Apesar disso, a declaração de Spellman sugere que ele irá se tornar uma anti-herói ou até mesmo um vilão.

A não ser que ele seja redimido ao longo dos episódios.

O que você acha?

A Disney+ divulgou recentemente uma nova promo oficial da recém-estreada ‘Falcão e o Soldado Invernal’, que nos prepara para os próximos episódios.

Confira:

A série foi criada por Malcolm Spellman.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam a produção. O elenco ainda conta com Daniel Brühl, Emily VanCamp, Wyatt Russell, Georges St-PierreDon Cheadle, Erin Kellyman, Desmond ChiamNoah Mills.

‘Homem-Aranha 3’: Herói enfrenta Dr. Octopus e Duende Verde em belos cartazes ilustrados; Confira!

Um usuário do Twitter compartilhou belos cartazes ilustrados de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa, que estreia no próxima dia 16 nos cinemas nacionais.

Nas imagens, o Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) se junta ao herói vivido por Tom Holland para enfrentar o Dr. Octopus (Alfred Molina) e o Duende Verde (Willem Dafoe).

Confira:

Assista ao mais novo trailer do longa e siga o CinePOP no YouTube:

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

‘Gasparzinho’: Christina Ricci revela que DETESTA sua atuação no amado filme

Atualmente com 42 anos, Christina Ricci está no elenco da elogiada série ‘Yellowjackets‘, mas também é conhecida por diversos trabalhos marcantes.

Entre eles, ‘A Família Addams‘ (1991) e ‘Gasparzinho‘ (1995)

No entanto, ela revelou que detesta sua atuação na adaptação do Fantasminha Camarada.

Em entrevista para o podcast WTF with Marc Maron, Ricci explicou que, embora ache o filme maravilhoso, ela sente vergonha de si mesma.

“Se você realmente assistir ‘Gasparzinho, o Fantasminha Camarada‘, eu estou terrível no filme. As pessoas ficam tão chateadas quando eu digo isso. Porque eu fico tipo: ‘O filme é maravilhoso, mas estou péssima’. Eu sei que é é um tesouro de infância para as pessoas. Mas eu sinto vergonha. Eu tinha 13 anos. Havia muita coisa acontecendo na minha vida. Tudo era muito difícil. Eu estava sempre irritada, e eu não acho que me entreguei muito ao papel, para dizer a verdade. E, sinceramente, eu acho que não fiz questão de me entregar como deveria. Levei muito tempo para me tornar uma adulta de verdade.”

No longa, Ricci interpreta Kat Harvey, que se muda para uma mansão assombrada junto com seu pai, interpretado por Bill Pullman, que um terapeuta sobrenatural.

A casa é o lar do trio assombro e seu sobrinho, Gasparzinho (dublado por Malachi Pearson e interpretado por Devon Sawa na forma humana).

Vale lembrar que Ricci vai retornar ao universo d’A Família Addams‘ na série derivada dedicada à ‘Wandinha‘, que será vivida por Jenna Ortega (‘Pânico’).

Para quem não se lembra, Ricci foi a intérprete da personagem nos filmes de Barry Sonnenfeld, lançados em 1991 e 1993.

Na série, ela dará vida à uma outra personagem, ainda não revelada.

E, durante uma entrevista para a Variety, a estrela comentou sobre seu retorno à franquia e disse que ficou lisonjeada ao receber um convite do diretor Tim Burton.

“Fiquei muito lisonjeada ao ser convidada por Tim. É bom fazer parte desta próxima iteração da personagem. É divertido de assistir e é divertido ver as perspectivas de outras pessoas sobre esse universo e o que elas podem adicionar a ele.”

Infelizmente, ele não deu nenhum detalhe sobre sua personagem, mas ela já havia elogiado bastante o projeto e o elenco há algumas semanas.

“Essa série é super divertida. Adorei trabalhar com Tim, Gwendolyn Christie e Jenna [Ortega]. Eles são simplesmente incríveis. Eu vi algumas das fotos dos figurinos antes de ir para o set, então eu sabia como Jenna ia ficar caracterizada e eu fiquei tipo, é uma ótima visão atualizada da Wandinha e ficou ótima.”

Conhecida por seus trabalhos em ‘Você’, ‘Pânico’ e ‘X’, Ortega já havia comentado sobre os desafios de encarnar a filha de Gomez (Luis Guzman) e Mortícia (Catherine Zeta-Jones).

Para ela, uma das principais características de Wandinha é sua falta emoções, algo que é muito complicado para uma atriz expressiva como Ortega.

“O mais interessante sobre Wandinha é que nunca a vimos agir como uma adolescente comum”, disse à Entertainment Weekly. “Ela é uma menina de oito anos obcecada por assassinato, morte, luto e depressão. É tão bizarro que chega a ser engraçado e encantador ao mesmo tempo. Então, como eu posso reproduzir tudo isso e fazê-la interessante sem descaracterizá-la? É uma série de oito episódios… Então, meu maior desafio é fazer com que as pessoas se conectem com ela de uma forma emotiva, mesmo que ela esteja fechada às emoções.”

Ela acrescentou que:

“Ok, ela tem que ser capaz de conduzir a história adiante de alguma forma, mas como a mantemos fiel ao seu eu inexpressivo? Estou muito curiosa para saber como isso vai funcionar. Eu nunca tive a oportunidade de interpretar um personagem icônico antes e sei que ela é muito amada e respeitada, então não posso estragar tudo.”

Lembrando que a produção estreia em breve na plataforma de streaming.

Confira o trailer:

Além de Ortega, Zeta-Jones e Guzman, Gwendoline Christie será Larissa Weems, diretora da Academia Nevermore, que tem uma rixa antiga com Mortícia.

Wandinha fará parte da Academia Nevermore, na cidade de Jericho, e estará acompanhada de diversos outros personagens, incluindo vários estudantes.

Confira a descrição de cada um abaixo:

  • Joy Sunday como Bianca Barclay: uma das estudantes mais populares da Academia, Bianca é descendente de uma longa linhagem de sereias com um poder encantador de persuasão.
  • Emma Myers como Enid Sinclair: Enid é a animada e vibrante colega de quarto de Wandinha. Vinda da Califórnia, ela faz parte de uma matilha de lobisomens.
  • Hunter Doohan como Tyler Galpin: um morador local que constrói uma amizade inesperada com Wandinha. Ele tem um relacionamento complicado com o pai, o xerife Donovan.
  • Moosa Mostafa como Eugene Otinger: um dos estudantes mais peculiares da Academia e presidente do clube de apicultura.
  • Georgie Farmer como Ajaz Petropolus: estudante da Academia que também é uma górgona. Estranho e tímido, Ajaz fica muito ansioso quando alguém olha em seus olhos.
  • Naomi J. Ogawa como Yoko Tanaka: uma vampira inspirada pela estética harajuku e uma das jovens mais legais da Academia.
  • Percy Hynes White como Xavier Thorpe: um estudante caristmático e sobrenaturalmente artístico que vem de uma família abastada, graças ao célebre pai.
  • Jamie McShane como o Xerife Donovan Galpin: Nascido e criado e Jericho, esse xerife sempre teve problemas com a Academia – e uma vingança pendente com um ex-aluno de lá, Gomez Addams.
  • Thora Birch como Tamara Novak: supervisora do dormitório de Wandinha e a única sem atributos sobrenaturais na Academia, com paixão por todas as coisas que se relacionam com botânica.
  • Riki Lindhome como a Dra. Valerine Kinbot: uma terpaista local que fica extremamente intrigada com sua nova paciente, Wandinha.

Confira o primeiro cartaz abaixo:

O roteiro é escrito por Alfred Gough e Miles Millar, mais conhecidos por criar e produzir a série de sucesso ‘Smallville‘.

Para quem não sabe, ‘A Família Addams foi criada pelo cartunista Charles Addams, em 1938, como tiras para a revista The New Yorker. Os personagens geraram séries live-action e animadas, livros, vídeo games e até mesmo um musical, que foi exibido no Brasil em 2012, com Daniel Boaventura e Marisa Orth como o casal Gomez e Morticia Addams.

No cinema, a criação gerou A Família Addams, grande sucesso de bilheteria de 1991, e, 2 anos depois, A Família Addams II’, ambos dirigidos por Barry Sonnenfeld. Anjelica Huston e Raul Julia interpretaram o casal Addams. Christopher Lloyd foi o Tio Fester e Christina Ricci viveu Wednesday Addams (Wandinha).

O terceiro filme, ‘O Retorno da Família Addams’, foi lançado diretamente em vídeo em 1998.

‘Velozes e Furiosos 10’ é comparado a ‘Vingadores: Guerra Infinita’; Confira as primeiras impressões!

Velozes e Furiosos 10‘ chega aos cinemas na próxima quinta-feira (18), e as primeiras impressões da crítica já estão sendo divulgadas online.

E parece que Dante, o vilão vivido por Jason Momoa, veio com tudo para dar um gás a mais na franquia, sendo descrito como a maior ameaça que Dom (Vin Diesel) e sua família já enfrentaram.

Tudo isso em um nível de ação mais elevado do que o público poderia imaginar, ao mesmo tempo em que resgata a simplicidade das corridas de rua como nos primeiros filmes.

Inclusive, a sequência é tão grandiosa que chegou a ser comparada a ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.

Confira algumas análises:

“Assisti #VelozeseFuriosos10 na semana passada! É um passeio de ação selvagem e ininterrupto que oferece o final mais chocante da franquia até agora. Não é perfeito (o final pode dividir os fãs), mas não paro de pensar nisso e mal posso esperar para vê-lo novamente. A definição é que a Universal está tentando fazer disso sua própria Guerra Infinita.”

“#VelozeseFuriosos10 é um passeio emocionante e divertido. É um espetáculo visual com algumas acrobacias verdadeiramente incríveis e alguns momentos ultrajantes que você esperaria da franquia, mas o que Jason Momoa traz para o filme como Dante é mágico! Sua performance exala carisma.”

#VelozeseFurisos10 pertence a Jason Momoa e seu vilão decadente, Dante Reyes. Feroz e extravagante, seu pavão perigoso adiciona uma ponta afiada e um humor negro refrescante. O resto é meio ridículo com elementos desajeitados, mas é estupidamente divertido. O que você esperava?”

#VelozeseFuriosos10 é totalmente grandioso (adorei cada segundo). Sequências de ação e frases curtas deixaram meu rosto doendo de tanto sorrir. Momoa é hilário. Assistir no cinema? Por favor. Blockbuster de pico do verão? Claro que sim. Construído para uma experiência de tela de cinema e com muita pipoca.”

Velozes e Furiosos 10‘ coloca a franquia de volta nos trilhos, e o motivo número 1 é Jason Momoa, que interpreta Dante como se fosse uma versão do Coringa. Ele é um psicopata alegre, e é delicioso. Junto com uma história que evita os erros de ‘Velozes e Furiosos 8′ e 9, é uma vitória.”

Como esperado, o filme recebeu uma baixa classificação etária (PG-13) nos EUA – a mesma que a iterações anteriores.

No entanto, a produção promete causar muita tensão. O MPAA classificou o longa por “cenas intensas de ação e violência, linguagem e algum material sugestivo”.

No novo filme…

“Dom Toretto (Vin Diesel) e sua família devem lidar com o adversário mais letal que já enfrentaram. Alimentada pela vingança, uma ameaça terrível emerge das sombras do passado para destruir o mundo de Dom e todos que ele ama.”

O longa marca a estreia de Jason Momoa (‘Aquaman’), Alan Ritchson (‘Reacher’), Brie Larson (‘Capitã Marvel’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’) e Rita Moreno (‘Amor, Sublime Amor’) na franquia.

Retornam ao elenco nomes como Charlize Theron, Michelle Rodriguez, Scott Eastwood, Jordana Brewster e Sung Kang.

‘Godzilla Minus One’ conquista grande marco no Japão; Confira!

Indicado ao Oscar, Godzilla Minus One’ tornou-se um verdadeiro sucesso, arrecadando US$ 106,7 milhões nas bilheterias internacionais.

E o longa encerrou sua exibição nos cinemas do Japão, arrecadando impressionantes 6,01 bilhões de ienes (cerca de US$ 39,9 milhões).

A informação foi revelada na página oficial da franquia durante a celebração do 70º aniversário do ‘Godzilla‘ original.

Além disso, ‘Godzilla Minus One‘, se tornando não apenas um dos filmes de maior sucesso de todos os tempos produzido pelo Japão, mas também o filme live-action de maior sucesso lançado no país em 2023.

Confira a publicação:

Considerando todo o sucesso, o criador do filme, Takashi Yamazaki, abordou o que gostaria de fazer em uma possível sequência.

Segundo o ComicBookMovie, o diretor Takashi Yamazaki declarou: “Não sei se alguém alcançou um tom mais sério de kaiju contra kaiju com drama humano; esse desafio é algo que eu gostaria de explorar.”

Ele prosseguiu acrescentando: “Quando você tem filmes que apresentam batalhas de kaiju, acho muito fácil concentrar a luz dos holofotes e a câmera nesse espetáculo massivo, e isso se desvincula do componente de drama humano.”

Lembrando que Godzilla Minus One’ foi indicado ao Oscar de Melhores Efeitos Visuais.

Os vencedores serão revelados no dia 10 de março.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Vale lembrar queGodzilla Minus One‘ se provou um verdadeiro sucesso entre os críticos, com 98% de aprovação dos críticos.

E também está se provando um sucesso de bilheteria dentro e fora do Japão.

Orçado em apenas US$ 15 milhões, a produção está caminhando rumo aos US$ 100 milhões nas bilheterias globais.

Atualmente com US$ 95,6 milhões, o longa deve faturar pouco mais de um milhão de dólares em seu sexto fim de semana na América do Norte, elevando seu total norte-americano para US$ 50,94 milhões.

A informação foi divulgada pelo Exhibitor Relations Co., através do Twitter.

Confira:

“Até segunda-feira, a importação japonesa ‘Godzilla Minus One‘ terá arrecadado quase US$ 51 milhões nas bilheterias nacionais. Uma conquista gigantesca.”

‘Thanksgiving’: Novo terror de Eli Roth inicia filmagens; Confira o anúncio

O novo terror de Eli Roth (‘O Albergue’) teve suas gravações iniciadas. O anúncio foi feito pelo próprio diretor por meio de uma postagem em seu Instagram.

Confira abaixo:

“Não haverá sobras. #ThanksgivingMovie está em produção.”

 Patrick Dempsey, Addison Rae, Jalen Thomas Brooks e Nell Verlaque estrelam a produção.

Vale lembrar que o projeto nasceu como um trailer falso para Grindhouse, que conta com os filmes ‘Planeta Terror‘, de Robert Rodriguez e ‘À Prova de Morte‘, de Quentin Tarantino, como uma sessão única.

Roger Birnbaum e Eli Roth irão servir como produtores, com roteiro assinado por Jeff Rendell. 

O filme não tem previsão de estreia.

A história do trailer falso, que foi lançado em 2007, acompanha um assassino psicopata atacando uma cidade pequena no feriado de Ação de Graças, numa paródia a outras produções do gênero que acontecem em datas comemorativas.

Relembre o trailer para maiores:

Crítica 2 | ‘O Exorcista – O Devoto’ é um ATENTADO ao clássico de 1973

Em 1973, o mundo era chacoalhado com o lançamento do filme ‘O Exorcista’, dirigido pelo recém-falecido William Friedkin e baseado no livro de William Peter Blatty. Vencedor de 2 Oscars, o longa foi consagrado como um marco no terror e é lembrado até hoje como um dos filmes mais icônicos de todos os tempos. Agora, 50 anos depois, a história é retomada com uma “sequência retroativa” (ou retcon) intitulada ‘O Exorcista – O Devoto’, sob a produção da Blumhouse e direção de David Gordon Green (da recente trilogia ‘Halloween’).

Na trama, Victor (Leslie Odom Jr.) cuida sozinho de sua filha de 13 anos, Angela (Lidya Jewett), após perder sua esposa em um terremoto no Haiti. Quando Angela e sua amiga, Katherine, desaparecem na floresta e retornam após 3 dias, Victor percebe que há algo de errado com o comportamento de sua filha. Após presenciar eventos sinistros em torno das crianças, Victor suspeita de que ambas foram possuídas por algo maligno e decide buscar ajuda de alguém que já lidou com isso antes: Chris MacNeil (Ellen Burstyn), cuja filha, Regan, havia passado pela mesma situação há 50 anos.

É importante ressaltar que ‘O Exorcista – O Devoto’ não é a primeira sequência do clássico de 73 a ser produzida, tendo ganhado uma em 1977, ‘O Exorcista II – O Herege’ e depois em 1990 com ‘O Exorcista 3’, dirigido pelo próprio William Peter Blatty, adaptando seu livro, também sequência, “Legião”. Além disso, houveram duas prequelas, ‘Exorcista – O Início’ e ‘Domínio – Prequela do Exorcista’, de 2004 e 2005, respectivamente.

Após um licenciamento custado em torno de US$ 400 milhões, chegou a vez da produtora Blumhouse explorar essa nova franquia, mas o resultado inicial já não é nada positivo. O diretor David Gordon Green ficou encarregado para comandar o primeiro filme da trilogia de sequências de ‘O Exorcista, e diferente do que o cineasta fez com o primeiro filme de ‘Halloween’, lançado em 2018, aqui, ele não consegue capturar a essência do que torna ‘O Exorcista de 1973 tão assustador e único no gênero. Na verdade, não parece nem que ele tentou.

Ao se escorar na participação especial (e breve) de Ellen Burstyn, que funciona apenas como validador para atrair os fãs do clássico, David Gordon Green não consegue equilibrar os pontos abordados pelo precário roteiro de forma concisa. Ora o longa quer ser um terror assustador, ora quer ser um drama de fé e superação. Em nenhum desses lados o filme consegue algum êxito.

O terror mais parece algo saído do universo de qualidade “fast-food” dos filmes de ‘Invocação do Mal’, onde jumpscares baratos e trilhas sonoras batidas funcionam em prol de apenas assustar o espectador ao invés de movimentar a narrativa. A parte dramática, que envolve toda a crença do personagem de Leslie Odom Jr. e os eventos perturbadores que ocorrem ao seu redor, não passam de frases de superação genéricas proferidas pela personagem coadjuvante de Ann Dowd e pela Ellen Burstyn.

E por falar em Burstyn, seu retorno à personagem da Chris MacNeil após 50 anos não se justifica dentro da narrativa. A atriz, que já está na casa dos 90 anos, é desperdiçada em diálogos meia-boca e possui um desfecho de seu arco que, além de breve, soa como um desrespeito tanto à profissional quanto ao seu legado deixado em ‘O Exorcista’. Quanto a Leslie Odom Jr., um ator muito talentoso que se destacou na Broadway ao ganhar o Tony por ‘Hamilton’ em 2016, além de também ser indicado ao Oscar por ‘Uma Noite em Miami’ em 2021, está totalmente no piloto automático, sem conseguir passar nenhuma reação ou emoção ao certo. Não se engane, isso é resultado de um personagem mal escrito e de uma má direção que não favorece o ator em quaisquer aspectos.

Apesar dos inúmeros pontos negativos, que também abrangem a falta de uma atmosfera palpável e diálogos risíveis, vale destacar que as atrizes mirins Lidya Jewett e Olivia O’Neill até conseguem ser relativamente boas ao interpretarem as crianças possuídas, com suas movimentações e trejeitos que impressionam quando bem utilizadas, mesmo que suas personagens sejam totalmente unidimensionais. A revisitação da icônica e arrepiante trilha sonora clássica “Tubular Bells” também é de bom grado, apesar de ser usada para valer apenas durante os créditos finais.

Em suma, ‘O Exorcista – O Devoto’ não se esforça nem para ser um bom filme de terror, visto que para chegar perto da qualidade e relevância do clássico de 1973 seria necessário uma força de vontade tão grande ou até maior do que William Friedkin teve décadas atrás. Este que, por sinal, deve estar se revirando no caixão neste momento por ter sua obra atrelada à esta versão de 2023. A parte mais assustadora realmente é o fato de que há mais dois filmes planejados para serem lançados eventualmente. Boa sorte aos próximos envolvidos, esses sim vão precisar de muita fé.