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Os Melhores Filmes da Primeira Metade de 2018

Quais foram os melhores filmes do ano até agora? 2018 já passa da sua metade e seis meses trouxeram muitos filmes. Muita coisa ruim chegou aos nossos cinemas e sistemas de home vídeo, é verdade, mas também muitas produções excepcionais, que nos fizeram refletir sobre nossa paixão pela sétima arte com obras que ficarão para sempre em nossas mentes.

Pensando nisso, aqui na redação do CinePOP resolvemos formular duas novas listas, com os melhores e piores filmes da primeira metade de 2018 – a segunda você já pode conferir no link abaixo. Agora, fiquemos com a dos melhores, também conhecida como “a carta de amor dos críticos”. Lembrando que na lista foram computados apenas os filmes que tiveram lançamento de forma comercial nos cinemas ou sistemas de home vídeo nos primeiros seis meses do ano. Vem conhecer.

Os Piores Filmes da Primeira Metade de 2018

10 | Jogador Nº 1

Como foi bom reencontrar aquele Steven Spielberg com o qual muitos de nós cresceram nos anos 1980 e 1990. Há tempos sumido, só quem viveu a época entende o que significa a importância do diretor para o cinema entretenimento e para o que temos hoje em termos de blockbusters – incluindo aquele filme de herói que você tanto gosta. Felizmente, Jogador Nº 1 é um filme à altura da trajetória do cineasta.

9 | Viva – A Vida é uma Festa

O que seria de uma lista dos melhores sem uma animação da Disney / Pixar. Aqui, temos uma das mais emocionantes dos últimos anos. Uma celebração da cultura mexicana (o que é um grande feito nesses tempos intolerantes), do dia dos mortos e, principalmente, da importância da família e de nossos ancestrais. No meio de tudo, uma lição sobre não desistir de nossos sonhos. Ah sim, também temos um dos visuais mais incríveis já vistos na telona.

8 | Sombras da Vida (A Ghost Story)

Durante todo o ano recebemos produções de qualidade em nossas salas de cinema. A força do mercado de home vídeo, no entanto, não pode ser mais negada. É triste saber que um dos melhores filmes de 2018 não foi exibido nas telonas. Por outro lado, é bom saber que teve lançamento garantido em nossas muitas plataformas de streaming, fazendo assim a alegria dos cinéfilos. Vida, morte, amor e o propósito de nossa existência, essas são questões universais que o ser humano sempre se viu em busca. Essa obra de David Lowery pode não respondê-las, mas as materializa como nunca antes.

7 | Projeto Flórida

Quando percebemos que um filme pequeno e intimista pode conter mais humanidade de que muitas produções grandiosas, pensamos que mais filmes como Projeto Flórida deveriam ser feitos. Sucesso na última temporada de premiações, o longa é simples e afetuoso, narrando as desventuras de duas crianças que vivem aprontando, longe de qualquer responsabilidade na vida, em um hotel de beira de estrada. Nesta dinâmica, uma das “crianças” calha de ser a mãe da outra. O filme de Sean Baker é um retrato do outro lado da Disneylândia, o qual os turistas nunca veem.

6 | Três Anúncios para um Crime

Já o filme de número 135 dentre os melhores de todos os tempos na opinião do grande público e vencedor de 2 Oscar (melhor atriz Frances McDormand e ator coadjuvante Sam Rockwell), quem somos nós para dizer o contrário. Uma das grandes produções cinematográficas dos últimos anos, é claro que Três Anúncios para um Crime estaria em nossa lista. A provocativa obra de Martin McDonagh questiona ao contar a história de uma mãe em busca de justiça pelo estupro e assassinato da filha, mesmo que tenha que bater de frente com a polícia de sua pequena cidade.

5 | Vingadores: Guerra Infinita

É muito bom quando o maior filme do ano é também um dos melhores. A Marvel definitivamente aprendeu a entregar produções de qualidade dentro de um subgênero antes marginalizado. Ao ponto de criar uma verdadeira potência, onde os maiores atores e diretores renomados não pensam duas vezes antes de aceitar o convite para fazer parte deste universo. É claro que nada disso seria possível sem o empenho de gente como Kevin Feige, o maquinador por trás da cortina e roteiros inteligentes, divertidos e respeitosos do material fonte. Erguer uma máquina de fazer dinheiro pode parecer fácil para alguns, mas está bem longe disso.

4 | Um Lugar Silencioso

Que fase maravilhosa para produções de suspense e terror mainstream – aquelas miradas ao grande público. Em sequência tivemos Fragmentado, Corra! e agora este Um Lugar Silencioso. E assim esperamos que continue. Ano após ano, uma nova produção de gelar a espinha emplaca tão forte no gosto popular que termina se concretizando como fenômeno. Por sua questão social, Corra!, por exemplo, foi ainda mais longe e chegou até o Oscar. Quem diria. Será que este caminho será percorrido também pelo longa assinado pelo ator John Krasinski? A coragem e inventividade de criar uma grande produção praticamente muda já fazem da obra vencedora!

3 | Hereditário

Sinto que essa será uma disputa e papo para longas discussões. Qual é o melhor terror do ano? Muitos apostam em Hereditário. Tantos outros , em Um Lugar Silencioso. Bom, os dois são ótimos, criativos, donos de grandes atuações e bem confeccionados. O lance é o seguinte: enquanto Um Lugar Silencioso em sua forma se comporta mais como um terror convencional, uma superprodução recheada de efeitos especiais e uma linguagem mais palatável ao grande público – mesmo com o diferencial de ser quase mudo – Hereditário é mais minimalista, quebra moldes e funciona fora de fórmulas. Além disso, pessoalmente, espíritos, possessões e demônios serão sempre mais assustadores, em qualquer dia da semana, do que alienígenas gerados por computador.

2 | Pantera Negra

Guerra Infinita pode ser a maior bilheteria do ano e para muitos o melhor blockbuster de 2018. Mas para a equipe do CinePOP, o primeiro filme solo de um herói negro da Marvel chega na frente. Pantera Negra é para 2018, o que Mulher Maravilha foi para 2017: a representatividade num filme de super-heróis, finalmente. Mas a obra do autoral Ryan Coogler está longe de ser apenas isso, e cria excelentes personagens – grande parte femininos – e questionamentos sobre direitos e igualdade. Muitos destes tópicos representados pelo “vilão” do longa, o antagonista que exige seu lugar no mundo, vivido pelo ótimo Michael B. Jordan. Não é cedo para falar que já queremos o dois.

1 | A Forma da Água

Gostamos quando um filme quebra barreiras do tradicionalismo. E foi exatamente o que a nova obra-prima do mexicano Guillermo del Toro fez ao receber o prêmio máximo do cinema com o Oscar de melhor filme este ano. O cineasta também levou a sua prometida e demorada estatueta, consagrando-o de vez no panteão dos grandes contadores de histórias do cinema. Uma homenagem a clássicos do horror, ao cinema mudo e a era de ouro (com direito aos musicais) e, acima de tudo, uma carta de amor à sétima arte enlaçado num presente peculiar. A história romântica repleta de criaturas como del Toro gosta, é também erótica e visceral, deixando tudo com um tempero único.

Menções Honrosas que Quase entraram na lista:

11) Eu, Tonya – A melhor atuação de Margot Robbie é também um dos melhores desempenhos do ano passado. Uma biografia criativa, diferente de todas, que brinca com gêneros.

12) Lady Bird / A Noite do Jogo – Empate de dois filmes bem diferentes. Enquanto A Noite do Jogo é uma comédia soturna e visceral, sem esquecer sua pontualidade mecânica para um humor histérico, Lady Bird é o voo libertador da cineasta Greta Gerwig direto ao primeiro time de Hollywood.

13) Mudbound: Lágrimas Sobre o Mississipi – Um drama de época necessário e provocativo, que mostra a espessura do cinema de Dee Rees, igualmente catapultada como nome inquestionável na Hollywood atual.

14) Deadpool 2 – A representação suprema do que deve ser uma sequência: maior e melhor em todos os sentidos. Mais engraçada, melhores efeitos, ação desenfreada, personagens mais bem defendidos, Josh Brolin num ano de brilho, Ryan Reynols mais afiado e… Zazie Beetz. Não precisa dizer mais nada.

15) Me Chame Pelo Seu Nome / Desobediência – Ao contrário do item 12, aqui temos o empate entre dois filmes similares, que conversam e se complementam. O tópico aqui é representatividade do amor livre. Me Chame Pelo Seu Nome é a consolidação do italiano Luca Guadagnino como grande voz de nosso tempo, e a estreia da década: Timothée Chalamet. Já Desobediência é promessa para o próximo ano e traz Rachel Weisz, Rachel McAdams e Sebastián Lelio (Uma Mulher Fantástica) em ótima fase.

Listas Individuais:

Renato Marafon – Editor Chefe

01. Pantera Negra
02. Vingadores: Guerra Infinita
03. Hereditário
04. Um Lugar Silencioso
05. A Forma da Água
06. Deadpool 2
07. Jurassic World – Reino Ameaçado
08. Jogador Nº 1
09. Três Anúncios para um Crime
10. 120 Batimentos por Minuto

Pablo Bazarello – Editor, crítico

01. Sombras da Vida (A Ghost Story)
02. Docinho da América (American Honey)
03. Hereditário
04. Em Pedaços
05. O Insulto
06. Trama Fantasma
07. Vingadores: Guerra Infinita
08. Eu, Tonya
09. Jogador Nº 1
10. Canastra Suja

Rafa Gomes – Redatora, séries, crítica

01. A Forma da Água
02. Três Anúncios para um Crime
03. Um Lugar Silencioso
04. Projeto Flórida
05. Artista do Desastre
06. Lady Bird: A Hora de Voar
07. Mudbound: Lágrimas Sobre o Mississipi
08. Eu, Tonya
09. Pantera Negra
10. O Destino de uma Nação

Thiago Muniz – Redator, crítico

01. Sombras da Vida (A Ghost Story)
02. Hereditário
03. A Forma da Água
04. Um Lugar Silencioso
05. Me Chame Pelo Seu Nome
06. As Boas Maneiras
07. Pantera Negra
08. Jogador Nº 1
09. Ciganos da Ciambra
10. Três Anúncios para um Crime

Karolen Passos – Séries, crítica

01. Desobediência
02. Três Anúncios para um Crime
03. O que te faz Mais Forte
04. Viva: A Vida é uma Festa
05. Pantera Negra
06. Oito Mulheres e um Segredo
07. Um Lugar Silencioso
08. A Noite do Jogo
09. Projeto Flórida
10. Mudbound: Lágrimas Sobre o Mississipi

Letícia Alassë – Crítica, colaboradora

01. Pantera Negra
02. Vingadores: Guerra Infinita
03. Vingança
04. Um Lugar Silencioso
05. Deadpool 2
06. Hereditário
07. A Noite do Jogo
08. Com Amor, Simon
09. Jogador Nº 1
10. Tully

Nefferson Taveira – Redator, crítico

01. Viva: A Vida é uma Festa
02. A Forma da Água
03. Hereditário
04. Pantera Negra
05. Aniquilação
06. Jogador Nº 1
07. Com Amor, Simon
08. Vingadores: Guerra Infinita
09. A Noite do Jogo
10. Um Lugar Silencioso

Pedro Sobreiro – Redator, crítico

01. A Forma da Água
02. Projeto Flórida
03. Mudbound: Lágrimas Sobre o Mississipi
04. Vingadores: Guerra Infinita
05. Eu, Tonya
06. A Noite do Jogo
07. Viva: A Vida é uma Festa
08. Jogador Nº 1
09. Os Incríveis 2
10. Hereditário

Nívia Passos – Redatora, séries

01. A Forma da Água
02. Lady Bird: A Hora de Voar
03. Pantera Negra
04. Projeto Flórida
05. Três Anúncios para um Crime
06. Eu, Tonya
07. Me Chame Pelo Seu Nome
08. Sombras da Vida (A Ghost Story)
09. Um Lugar Silencioso
10. Em Pedaços

 

10 Séries Recentes Baseadas em Clássicos dos anos 80 que Você Não Sabia!

A nostalgia dos anos 80 voltou com tudo. Seja em filmes ou séries, a querida década está presente na cultura pop atual e mais viva do que nunca. Até mesmo os mais novos, que não viveram o período, muitas vezes podem sentir como se nela tivessem estado graças a alguma produção audiovisual.

Mas nem tudo o que foi feito na década teve a abrangência e ecoou por todas essas décadas, como por exemplo, digamos, ‘Star Wars’, ‘De Volta para o Futuro’, ‘Karatê Kid’ e ‘Os Caça-Fantasmas’. Existe muita coisa que ficou obscura. Assim, visando jogar uma luz em tais obras clássicas da década de 80, revelaremos abaixo algumas séries recentes, que você provavelmente já ouviu falar, mas não sabia que eram baseadas em filmes desta querida e saudosa época. confira abaixo.

The Mosquito Coast (2021-2023)

Série original da AppleTV+, ‘The Mosquito Coast’ durou duas temporadas, e chegou ao fim este ano. O seriado também teve como base um livro, que conta sobre um americano idealista, decidindo se mudar com a família para a América Latina. A obra literária foi escrita por Paul Theroux, assim nada mais justo do que seu sobrinho, o ator Justin Theroux, fosse escalado para viver o protagonista na série. Mas essa obra igualmente já havia sido adaptada para as telonas, em 1986, onde ninguém menos que o Indiana Jones em pessoa, Harrison Ford, era o protagonista.

 

Gêmeas: Mórbida Semelhança (2023)

Com seis episódios, a série da Amazon Prime Video é uma das mais recentes a aparecer aqui na lista. Protagonizada pela sempre ótima Rachel Weisz, a atriz vive gêmeas, médicas ginecologistas, donas de uma clínica para mulheres. Embora sua aparência seja idêntica, elas não poderiam ser mais diferentes. Weisz dá show no papel duplo. Mas antes de virar uma série na Amazon, o livro ‘Twins’, de Jack Geasland, havia se tornado um filme para o cinema em 1988, dirigido por David Cronenberg, e com Jeremy Irons no papel principal dos gêmeos.

Atração Fatal (2023)

Essa é um pouco mais fácil. Isso porque ‘Atração Fatal’ é um filme bastante icônico dos anos 80, ainda muito mencionado quando o assunto é suspense. Baseado em um roteiro original, o filme foi lançado em 1987, e conta sobre um pai de família (Michael Douglas), que cai em tentação e “pula a cerca” quando sua esposa e filha estão viajando. O problema é que Alex (Glenn Close) é uma mulher que diz que não será usada e largada. A história arrebatadora ganhou nova versão nas telinhas, da Paramount+, com Joshua Jackson e Lizzy Caplan.

American Gigolo (2022)

Estrelada pelo sempre ótimo Jon Bernthal e com produção do canal Showtime, em parceria com o canal da Paramount, a série conta sobre um michê libertado da prisão, que volta com tudo para se inserir na indústria sexual de Los Angeles. Bernthal vive o protagonista Julian Kaye. Mas, como alguns podem saber muito bem, Kaye já havia dado as caras anteriormente nos cinemas, nas formas de Richard Gere, no thriller ‘Gigolô Americano’, de 1980, escrito e dirigido por Paul Schrader, sobre um gigolô acusado de um assassinato que não cometeu.

A História do Mundo – Parte 2 (2023)

Tão estranho quanto lançar uma série chamada ‘A História do Mundo – Parte 2’, sem que ninguém saiba onde está a parte um, foi nos anos 80 lançar um filme chamado ‘A História do Mundo – Parte 1’ e deixar o público a ver navios sobre a parte dois, que nunca viria. Ou melhor, demoraria 42 anos para tal. Tudo trolagem do gênio da comédia Mel Brooks, que dominou os cinemas nos anos 70 e 80. Seu filme era um amontoado de esquetes que refletiam famosos momentos da história humana, da idade média, passando pela Roma antiga, tudo com muito bom humor e sarro. A ‘Parte 2’, produção da Hulu (Star+) segue pelo mesmo caminho.

Ela Quer Tudo (2017-2019)

O grande Spike Lee, um dos diretores mais representativos da cultura negra de todos os tempos, será para sempre lembrado por seu trabalho seminal ‘Faça a Coisa Certa’, de 1989. Os mais novos, por outro lado, passaram a se ligar no diretor graças ao igualmente elogiado ‘Infiltrado na Klan’ (2018), seu grande acerto moderno. Mas o que talvez nem todos saibam é que o primeiro filme do diretor foi ‘Ela Quer Tudo’, de 1986, que conta sobre Nola Darling, e seus três relacionamentos amorosos.

O próprio Lee resolveu trazer sua história para os tempos modernos, em uma série da Netflix, que foi ao ar entre 2017 e 2019, por duas temporadas, e serviu para apresentar a beleza e o talento de DeWanda Wise como a nova Nola Darling. Na versão original a personagem era vivida por Tracy Camilla Johns – que voltou em uma participação na nova série.

Teen Wolf (2011-2017)

A série adorada pelos adolescentes, do canal CW, pegou carona no sucesso de ‘Crepúsculo’, voltado ao mesmo público. Ou seja, uma história de romance água com açúcar, que apenas finge ter o terror como pano de fundo. Em ‘Crepúsculo’ eram vampiros, em ‘Teen Wolf’ eram os lobisomens. Mas o programa fez um enorme sucesso com seu público-alvo. Por outro lado, quantos deles sabem que a ideia era baseada no clássico cômico de mesmo nome, de 1985, com o astro Michael J. Fox. A diferença é que ‘O Garoto do Futuro’ (como ficou conhecido por aqui), era uma comédia adolescente escrachada. Enquanto a série fingia ter ares de suspense e terror.

O Cristal Encantado (2019)

Um dos filmes de aventura e fantasia mais marcantes dos anos 80, que usavam e abusavam das criaturas animatrônicas e fantoches criados por Jim Henson, o responsável pela criação dos Muppets. Um mundo mágico inteiramente criado na imaginação dos realizadores, sem o uso de atores reais. Tudo o que vemos em tela são as criações de Henson em todo seu estado de glória. Cult por excelência, os fãs sempre pediram uma nova investida neste universo. E eles finalmente foram atendidos em 2019, com uma série em parceria entre os estúdios Henson e a Netflix – com efeitos modernos, mas sem esquecer os queridos fantoches.

Willow (2022)

Por falar em aventura épica e fantasia, aqui temos um dos maiores cult representantes do gênero, saído dos anos 80. Com produção de George Lucas e direção de Ron Howard, ‘Willow – Na Terra da Magia’ não foi exatamente um sucesso na época em que passou nos cinemas, em 1988, mas logo depois foi redescoberto nas locadoras. A trama é quase bíblica, e conta sobre uma feiticeira atrás de um bebê. Willow (Warwick Davis) é um fazendeiro e aprendiz de mágico, que termina salvado a criança e fica incumbido de protege-la. Assim, ele recruta a ajuda de um cavaleiro (papel de Val Kilmer) e de uma guerreira (Joanne Whalley).

Por décadas, os fãs sonhavam com uma continuação, e ela finalmente chegaria na forma de uma série, na Disney+. O programa traz de volta Davis no papel principal, e Whalley como Sorsha, agora rainha. Mas Kilmer, por motivos de sua doença, ficou ausente. Infelizmente, o programa viria a ser cancelado após uma única temporada.

Heathers (2018)

Você já ouviu falar em ‘Heathers’? Ou ‘Atração mortal’? Na época ninguém ouviu. Isso porque o filme de 1989, passou totalmente em branco, mas foi redescoberto nas locadoras, e a cada nova geração, vindo a se tornar um cult querido. Para pegarem a ideia, a trama é mais ou menos um ‘Meninas Malvadas’ da época. Só que, sendo uma produção dos anos 80, o filme pega muito mais pesado em sua visão de pequenas megeras e a punição que elas recebem.

Uma reimaginação na forma de uma série foi planejada, mas como o tema de mortes de adolescentes é sempre muito sensível, e na época da estreia havia ocorrido mais uma tragédia em colégios americanos, o programa havia sido engavetado, vindo a ser liberado pouco tempo depois, meio que na surdina e sem ninguém falar muito sobre.

10 Dicas de ÓTIMOS Filmes Baseados em Fatos Reais

Muitas obras resolvem recriar a realidade na telona, trazendo ao público histórias das mais diversas sob o ponto de vista de personagens muitas vezes em conflito mas que tem muito a ensinar. Pensando em alguns projetos que seguem por esse recorte, segue abaixo uma lista bem legal com 10 Dicas de ÓTIMAS Filmes Baseados em Fatos Reais:

 

Cicatrizes

Na trama, conhecemos a costureira, amargurada, Ana (Snezana Bogdanovic) que vive dias pacatos e distantes em pensamentos ao lado do marido Jovan (Marko Bacovic), um segurança do turno da madrugada em empresa, e da filha universitária Ivana (Jovana Stojiljkovic). Ana persegue faz quase duas décadas alguma informação sobre o filho que lhe fora tirado 18 anos atrás na maternidade. Sozinha nessa busca, precisa enfrentar o olhar desconfiado de todos ao seu redor até que uma luz surge em meio a esse caos emocional.

 

A Perfectly Normal Family

Baseado em fatos reais, o filme conta a história de Thomas (Mikkel Boe Følsgaard), um pai de família que tem duas filhas, Caroline (Rigmor Ranthe) e Emma (Kaya Toft Loholt), com a esposa Helle (Neel Rønholt). O pai é muito carinhoso com as filhas com quem possui uma enorme ligação. Certo dia, após tentarem adotar um cachorrinho, uma grande surpresa acontece quando Thomas e Helle anunciam para as filhas o divórcio e ainda que Thomas fará uma cirurgia para virar mulher. O tempo passa um pouco e agora Thomas, já com corpo de mulher, se chama Agnete e precisará compreender e ser compreendido no dia a dia com as filhas.

 

The Wind Phone

Em março de 2011, mais de 16.000 vidas foram perdidas no pior terremoto ou Tsunami da história do Japão. Uma cabine telefônica em Otsuchi (cidade japonesa localizada na província de Iwate) é visitada por milhares de sobreviventes. Detalhe: não há linha. Desabafos, busca por perdão, segredos nunca revelados, o poder desse simbolismo do dividir com alguém que não está mais por aqui é muito bem detalhado em cada uma das emocionantes conversas que somos testemunhas.

 

Caminhos Violentos

Na trama, conhecemos Brad Jr. (Sean Penn), um jovem que trabalha com um bico pouco rentável e vive com a mãe, a avó e o irmão em uma simples casa na Pensilvânia. Brad Jr. se apaixona por Terry (Mary Stuart Masterson) com quem deseja fugir da cidade e ter uma nova vida. Mas, ao mesmo tempo, Brad tem em sua vida novamente o seu pai, o bandido Brad Sr. (Christopher Walken) com que começa a ter uma reaproximação que culminará em um desfecho tenso, frio e sangrento.

 

Unidas pela Esperança

Na trama, conhecemos Kate (Kristin Scott Thomas) a esposa de um general de uma base militar na Inglaterra que não possui muito contato com as outras espoas de militares, principalmente após o falecimento do seu único filho. Certo dia, resolve se juntar a Lisa (Sharon Horgan), uma mulher que possui muito problemas de relacionamento com a filha e comanda uma espécie de mercearia na base militar. Elas resolvem criar um coral com as mulheres dos militares. A iniciativa é um sucesso e assim elas conseguirão encontrar forças umas nas outras principalmente quando notícias ruins chegam.

 

A Música da Minha Vida

Na trama, dirigida pela cineasta queniana Gurinder Chadha o longa-metragem nos mostra o retrato da adolescência conturbada e criativa de Javed (Viveik Kalra) que vive com os pais descendentes de paquistaneses na Inglaterra no final da década de 80. Muito dedicado ao estudo mas sem muitos amigos e não aproveitando a vida como deveria por conta de costumes de sua família, certo dia ganha uma fita k7 de um músico que faz muito sucesso no mundo chamado Bruce Springsteen. As canções do ‘chefe’ começam a fazer sentido na vida de Javed e impulsionado pela força dessas letras começa a realizar uma grande revolução em sua vida.

 

O que te Faz mais Forte

Na trama, conhecemos Jeff Bauman (Jake Gyllenhaal), um jovem trabalhador norte americano, muito querido por amigos, na trabalho pela família, fanático por esportes. Jeff acabou de sair de um relacionamento com Erin (Tatiana Maslany) mas ainda nutre uma grande paixão e carinho por ela. Quando Erin decide correr a Maratona de Boston, Jeff resolve ir até a linha de chegada com um cartaz para receber sua amada. Só que perto da chegada de Erin, uma bomba explode, deixando diversos feridos, inclusive Jeff que acaba tendo amputada suas duas pernas. Após o ocorrido, vemos a recuperação do protagonista, nada fácil, mas sempre com a ajuda da ex-namorada.

 

A Viagem de Fanny

Na trama, ambientado na década de 40 na França, e baseada em fatos reais, conhecemos a jovem Fanny (Léonie Souchaud) uma menina corajosa e teimosa que vive com as irmãs em um lar repleto de outras crianças judias. Na França, durante a segunda guerra, judeus confiavam seus filhos a diversas instituições encarregadas de protegê-los de qualquer ameaça. Certo dia, com a iminente invasão nazista a instituição que Fanny estava, ela precisa fugir com um grupo de outros pequenos e tentar de todas as formas chegar até o território suíço.

 

Trumbo – Lista Negra

Na trama, conhecemos várias passagens da vida do roteirista Dalton Trumbo (Bryan Cranston), um escritor de sucesso que teve sua carreira em risco após ser perseguido pelo governo norte-americano acusado de comunismo. Ele esteve preso mas nunca parou de escrever e inacreditavelmente ganhou um Oscar de melhor roteiro, assinando com outro nome, ou, em outro caso, dando seu texto para que um colega assinasse. Além de ser uma figura que transpira simpatia, Trumbo contribuiu demais para o desenvolvimento da sétima arte não só nos Estados Unidos mas no mundo todo.

 

Labirinto de Mentiras

Na trama, ambientada no final da década de 50, conhecemos o determinado advogado Johann Radmann (Alexander Fehling, em uma excelente atuação) um jovem procurador que fica responsável em investigar crimes terríveis cometidos por nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Conforme vai encaixando as peças nesse aterrorizante quebra-cabeça, Radmann vai encontrando dificuldades para concluir seu trabalho, muito pela pressão incansável que sofre de parte do alto escalão alemão.

‘Blade Runner 2049’ – David Bowie era a escolha do diretor para viver o vilão

Blade Runner 2049 é um dos filmes mais aguardados do ano, chegando agora na segunda metade de 2017. O filme fará sua estreia mundial no próximo fim de semana (no Brasil a estreia é no dia 5 de outubro). Um dos atrativos é o vilão Niander Wallace, personificado pelo vencedor do Oscar Jared Leto (Clube de Compras Dallas) e descrito como “um manipulador fabricante de replicantes”.

Leto, no entanto, não foi a primeira escolha do diretor Denis Villeneuve (A Chegada) para o papel. O cineasta tinha em mente o camaleônico cantor David Bowie, 24 anos mais velho que Leto, que infelizmente faleceu aos 69 anos em janeiro de 2016. Em entrevista ao Metro, Villeneuve falou sobre a opção. Leia abaixo:

“Nosso primeiro pensamento sobre o personagem foi David Bowie, que influenciou o Blade Runner original de muitas formas. Quando soubemos da triste notícia, começamos a procurar por alguém parecido.”

Com a contratação de Leto, ficou claro que Villeneuve queria uma abordagem rock n roll para o papel.

‘Tidelands’: Série da Netflix sobre sereias ganha vídeo dos bastidores; Confira!

A Netflix divulgou um vídeo dos bastidores de sua primeira série australiana, intitulada ‘Tidelands‘, que conta com o brasileiro Marco Pigossi no elenco.

Confira, com o trailer:

A primeira temporada será lançada no dia 14 de dezembro.

Na trama, “Um corpo aparece na costa de uma pequena cidade pesqueira, que é habitada por criaturas metade sereias e metade humanas, conhecidas como Tidelanders.”

O elenco inclui Charlotte Best, Dustin Clare, Mattias Inwood, Aaron Jakubenko, Finn Little, Madeleine Madden, Bill Sentelle, Elsa Pataky e o brasileiro Marco Pigossi.

‘Batwoman’: ‘Nem tudo é o que parece’ em novo teaser; Assista!

A CW divulgou um novo teaser da série ‘Batwoman‘, estrelada pela Ruby Rose.

Confira, com o trailer completo:

A série faz parte do Arrowverse, e sua personagem principal foi apresentada durante o crossover Elseworlds.

Kate Kane (Rose) nunca planejou ser a nova vigilante de Gotham. Três anos depois de Batman ter desaparecido misteriosamente, Gotham é uma cidade em desespero. Sem o Cavaleiro das Trevas, o Departamento de Polícia de Gotham City foi invadido e desarmado por gangues criminosas. Para ajudar sua família e sua cidade, ela terá que se tornar a única coisa que seu pai detesta – uma vigilante como Batman. Com a ajuda de sua meia-irmã, Mary (Kang), e do astuto Luke Fox (Johnson), filho do guru da Wayius Enterprises, Kate Kane continua o legado de seu primo desaparecido, Bruce Wayne, como Batwoman. Ainda apaixonada por sua ex-namorada, Sophie, Kate usa tudo em seu poder para combater as maquinações sombrias da psicótica Alice (Skarsten). Mas não a chame de heroína ainda. Em uma cidade desesperada por um salvador, ela deve primeiro superar seus próprios demônios antes de abraçar o chamado para ser o símbolo de esperança de Gotham.

O elenco ainda conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Nicole Kang, Camrus Johnson, Rachel Skarsten e Nicole Kang.

A série irá estrear no dia 6 de outubro, na CW.

 

Conheça ‘Brincando com Fogo’, novo reality da Netflix onde fazer sexo é PROIBIDO!

A Netflix lançou na plataforma o seu novo reality show, intitulado ‘Brincando com Fogo‘ (Too Hot to Handle). Todos os 8 episódios já estão disponíveis no serviço de streaming.

Na produção, os participantes se juntam em uma ilha para se divertir, mas há uma pegadinha: eles não podem fazer sexo e nem se beijar ou arriscarão perder o prêmio de US$ 100 mil.

Confira o trailer:

Jovens solteiros e cheios de energia numa praia paradisíaca. Parece perfeito, só que para ganhar o prêmio de 100.000 dólares, eles precisam renunciar ao sexo.

‘The Resident’: Elenco revela como a pandemia de COVID será abordada na 4ª temporada

A FOX divulgou um novo vídeo dos bastidores da 4ª temporada de ‘The Resident‘, trazendo cenas inéditas do novo ciclo e revelando como a pandemia de COVID será abordada na trama.

Confira:

O próximo ciclo irá estrear no dia 12 de janeiro.

A série foi criada por Amy Holden JonesHayley SchoreRoshan Sethi.

A trama gira em torno do Dr. Devon Pravesh (Dayal), um jovem médico idealista que começa seu primeiro dia sob a supervisão de um brilhante e austero residente sênior, revelando o lado bom e mau da medicina moderna. As vidas podem ou não ser salvas, mas as expectativas serão sempre destruídas.

Estrelada por Matt Czuchry, Emily VanCamp, Manish Dayal, Jenna Dewan, Shaunette Renée Wilson e Bruce Greenwood.

‘The Good Doctor’: Casamento do Shaun e Lea é destaque no trailer da 5ª temporada; Confira!

A ABC divulgou o primeiro trailer da 5ª temporada de ‘The Good Doctor‘.

Confira, com as imagens promocionais:

O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 27 de setembro.

THE GOOD DOCTOR – “Episode 501” (ABC/Jeff Weddell)
THE GOOD DOCTOR – “Episode 501” (ABC/Jeff Weddell)
THE GOOD DOCTOR – “Episode 501” (ABC/Jeff Weddell)
THE GOOD DOCTOR – “Episode 501” (ABC/Jeff Weddell)
THE GOOD DOCTOR – “Episode 501” (ABC/Jeff Weddell)

Vale lembrar que Antonia Thomas, que interpretava a Dra. Claire Browne, não retornará para a próxima temporada. Em contrapartida, Osvaldo Benavides, intérprete do Dr. Mateo Rendón Osma, foi promovido ao elenco regular do quinto ano.

A trama foca no Dr. Shaun Murphy, um jovem cirurgião com autismo e síndrome de Savant que se muda de uma vida tranquila no interior para se juntar à unidade cirúrgica de um hospital de prestígio. Sozinho no mundo e incapaz de se conectar pessoalmente com aqueles que o rodeiam, Shaun usa seus dons médicos extraordinários para conquistar seus colegas e salvar as vidas dos pacientes.

O elenco conta com Freddie Highmore, Nicholas Gonzalez, Antonia Thomas, Tamlyn Tomita, Hill Harper, Richard Schiff, Christina Chang, Paige Spara, Fiona Gubelmann, Jasika Nicole e Will Yun Lee.

The Good Doctor‘ já está renovada para a 5ª temporada.

No Brasil, a série está disponível no serviço de streaming da Globo Play.

Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes

(The Ballad of Songbirds and Snakes)

 

Elenco:

Viola Davis
Peter Dinklage
Tom Blyth
Rachel Zegler
Jerome Lance
Ashley Liao
Knox Gibson
Mackenzie Lansing
Aamer Husain

 

Direção: Francis Lawrence

Gênero: Aventura

Duração: 157 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 150 milhões

Estreia: 15 de Novembro de 2023

Sinopse: 

A trama de JOGOS VORAZES: A CANTIGA DOS PÁSSAROS E DAS SERPENTES mostrará o jovem Coriolanus Snow (Tom Blyth) e sua chance de se tornar bastante conhecido ao ser escolhido como mentor de Lucy Gray Baird (Rachel Zegler), a garota-tributo do empobrecido Distrito 12.

Crítica: 

Crítica | Francis Lawrence acerta MAIS UMA VEZ com ‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’

Crítica em Vídeo: 

Curiosidades: 

» Além de Tom Blyth no papel de Coriolanus Snow e Rachel Zegler no papel de Lucy Gray Baird, Jerome LanceAshley LiaoKnox GibsonMackenzie LansingAamer Husain farão parte do longa-metragem. Lance será Marcus, um tributo do Distrito 2; Liao será Clemensia Dovecote, uma das amigas mais próximas de Snow e mentora do tributo do Distrito 11; Gibson dará vida a Bobbin, um tributo do Distrito 8; Lansing será Coral, tributo do Distrito 4; e, por fim, Husain irá interpretar Felix Ravinstill, mentor do tributo do distrito 11.

» O longa é baseado no livro homônimo de Suzanne Collins;

» A produção será uma pré-sequência de ‘Jogos Vorazes‘ (2012), sendo ambientada 64 anos antes dos eventos do primeiro filme;

» O diretor Francis Lawrence também comandou as sequências ‘Jogos Vorazes: Em Chamas‘ (2013), ‘Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1‘ (2014) e ‘Jogos Vorazes: A Esperança – O Final‘ (2015);

» Sequência de ‘Jogos Vorazes’ ganha data de estreia no Brasil

» Lionsgate apresenta teaser empolgante do spin-off de ‘Jogos Vorazes’ na CinemaCon

» Pré-sequência de ‘Jogos Vorazes’ já tem data para ser filmada

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Patrick Stewart pode retornar como o Professor Xavier em ‘Deadpool 3’

Em entrevista ao ComicBook, o ator Patrick Stewart indicou que há possibilidade de retornar como o Professor Xavier na aguardada sequência ‘Deadpool 3‘.

“Me falaram para esperar [por ‘Deadpool 3’]. Não sei nada mais do que isso, honestamente.”

Vale lembrar que Stewart já teve a chance de revisitar o personagem no ano passado, em ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘, onde teve um embate mortal com a Feiticeira Escarlate.

Uma vez que o ator já foi introduzido ao MCU, faz sentido que ele retorne para futuros projetos. Vocês estão ansiosos com a possibilidade?

Anteriormente, Hugh Jackman compartilhou um stories em seu perfil do Instagram provocando a possibilidade de usar o traje clássico do Wolverine em ‘Deadpool 3‘. Na publicação, o astro creditou o Boss Logic por uma imagem que mostra as máscara dos mutantes lado a lado.

Confira:

As suspeitas começaram a surgir depois que Jackman disse à People que o longa lhe dará a oportunidade de fazer algo que nunca fez antes na pele do mutante.

“Quando fico pensando em mim e em Ryan, como Wolverine e Deadpool, que são rivais clássicos dos quadrinhos, há também uma dinâmica que nunca tive antes enquanto interpretei o Wolverine. Eu apenas pensei: ‘Isso vai ser divertido. Vou fazer algo que nunca fiz antes. Mal posso esperar’.”

Por falar nisso, Jackman disse anteriormente ao Deadline que os fãs vão ver um Wolverine ainda mais agressivo e mal-humorado.

“Estou ansioso para retornar ao papel para descobrir como os fãs vão reagir. Podem esperar um Wolverine mais raivoso, agressivo e mal-humorado do que nunca. Acho que vou ter o melhor momento da minha vida”, concluiu ele.

Lembrando que ‘Deadpool 3‘ será lançado em novembro de 2024 e, embora isso pareça muito distante, a produção do filme vai começar em breve.

A direção fica a cargo de Shawn Levy (‘Stranger Things’), a partir do roteiro de Rhett Reese e Paul Wernick, que escreveram as duas primeiras aventuras do anti-herói.

O longa vai marcar mais uma colaboração entre Reynolds e Levy após ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘ e ‘O Projeto Adam‘.

Apesar de “cenas sangrentas”, novo TERROR da roteirista de ‘Garota Infernal’ terá BAIXA classificação etária

O terror cômico ‘Lisa Frankenstein‘, novo filme da roteirista Diablo Cody (‘Garota Infernal’), recebeu uma baixa classificação etária (PG-13) nos EUA, o que confirma que a produção não deve investir em cenas muito gráficas.

Apesar disso, a classificação do MPAA promete que o longa terá “conteúdo violento, imagens sangrentas, material sexual, linguagem, agressão sexual, adolescentes bebendo e conteúdo com drogas”.

Ambientada em 1989, a trama segue uma estudante fracassada que acidentalmente reanima um belo cadáver vitoriano durante uma tempestade de trovões, e começa a reconstruí-lo como o homem dos seus sonhos usando a câmara de bronzeamento quebrada em sua garagem.

Confira o trailer:

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 9 de fevereiro de 2024.

Kathryn Newton (‘Freaky: No Corpo de um Assassino’) e Cole Sprouse (‘Riverdale’) estrelam a produção.

O elenco ainda conta com Carla Gugino (‘A Maldição da Residência Hill’), Liza Soberano (‘Trabalhando com o Ex’), Joe Chrest (‘Stranger Things’) e Henry Eikenberry (‘Euphoria’).

Zelda Williams é responsável pela direção, além de também assinar o roteiro ao lado de Cody.

‘É Assim que Acaba’ já arrecadou quase US$ 300 milhões mundialmente

Sucesso! O romance ‘É Assim que Acaba‘, estrelado pela Blake Lively (‘Águas Rasas’), já conseguiu arrecadar quase US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa segue no TOP 3 das maiores arrecadações do final de semana. Ao total, a produção já soma sólidos US$ 135.8 milhões no país.

Internacionalmente, a adaptação do livro de Colleen Hoover acrescenta US$ 150 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 285.8 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com Reino Unido (US$24.2M), Austrália (US$13.1M), México (US$12.6M), Alemanha (US$11.9M) e Brasil (US$9.1M).

Vale lembrar que o romance superou as expectativas em sua estreia nos EUA, arrecadando US$ 50 milhões em seu primeiro final de semana. O valor ficou muito acima das projeções iniciais, que indicavam um lançamento em torno de US$ 23-30 milhões.

Desconsiderando sua participação especial no novo filme do Deadpool, ‘É Assim que Acaba‘ se tornou o segundo maior lançamento da carreira de Lively, atrás apenas do live-action de ‘Lanterna Verde‘ (US$53.1M).

Vale lembrar que o romance já está em exibição nos cinemas nacionais!

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A produção é baseada no romance homônimo da Colleen Hoover.

Brandon Sklenar, Jenny Slate e Hasan Minhaj completam o elenco da produção.

Justin Baldoni também está atado à direção, a partir de um roteiro escrito por Christy Hall (‘I Am Not Okay With This’).

Lily nem sempre teve tudo fácil na vida, mas isso nunca a impediu de trabalhar duro pelo que deseja. Ela percorreu um longo caminho desde a pequena cidade no Maine, onde cresceu – formou-se na faculdade, mudou-se para Boston e abriu seu próprio negócio. Então, quando ela sente uma faísca com um lindo neurocirurgião chamado Ryle Kincaid, tudo na vida de Lily de repente parece quase bom demais para ser verdade.

Ryle é assertivo, teimoso, talvez até um pouco arrogante. Ele também é sensível, brilhante e tem uma quedinha total por Lily. E a aparência dele de uniforme certamente não dói. Lily não consegue tirá-lo da cabeça. Mas a completa aversão de Ryle a relacionamentos é perturbadora. Mesmo quando Lily se vê se tornando a exceção à sua regra de “não namorar”, ela não pode deixar de se perguntar o que o tornou assim em primeiro lugar.

À medida que as perguntas sobre seu novo relacionamento a oprimem, os pensamentos sobre Atlas Corrigan – seu primeiro amor e um elo com o passado que ela deixou para trás – também retornam. Ele era sua alma gêmea, seu protetor. Quando Atlas reaparece repentinamente, tudo o que Lily construiu com Ryle está ameaçado.

‘Pânico 7’ se passará DOIS ANOS após os eventos do 6º filme

Em entrevista ao ComicBook, o roteirista Guy Busick (‘Premonição 6: Laços de Sangue’) revelou novos detalhes sobre a aguardada sequência ‘Pânico 7‘.

Ele afirmou que a história do próximo filme será ambientada aproximadamente dois anos após os eventos de ‘Pânico VI‘, e confirmou que a narrativa voltará a ser focada na Sidney.

“Eu não quero revelar nada sobre o motivo de ‘Pânico 7’ girar em torno da Sidney, porque é um motivo muito legal. Há um motivo específico para a Sidney estar neste filme, e estamos satisfeitos em termos criado algo satisfatório. Os filmes da franquia ‘Pânico’ sempre mantiveram um diálogo com o público sobre o estado atual do gênero e de suas sagas.”

Ele completa, “Nós abordamos a Neve Campbell e dissemos: ‘Este é o motivo. É por isso que precisamos da Sidney agora’, e a Neve entendeu completamente. Eu também contei minha ideia para o [diretor] Kevin Williamson, antes de conversar com o estúdio.”

Pânico 7‘ está programado para estrear no dia 27 de fevereiro de 2026.

O novo filme contará com o retorno dos veteranos Neve Campbell, Courteney Cox, Mason Gooding e Jasmin Savoy Brown, além de David Arquette, Matthew Lillard e Scott Foley.

Os novatos Isabel May, Celeste O’Connor, Asa Germann, Mckenna Grace, Sam Rechner, Mark Consuelos, Anna Camp e Joel McHale completam o elenco.

Confira a logotipo e siga o CinePOP no Youtube:

Chelsea Simmons (Sidney Prescott) deixou seu passado para trás e está se concentrando em ser uma mãe feliz e casada e administrar uma pequena cafeteria na cidade. No entanto, ela nunca parou de olhar para trás e, com certeza, mais uma vez, seu passado volta para assombrá-la.

Charli XCX enfrenta a pressão de ser uma popstar no trailer LEGENDADO de ‘The Moment’; Confira!

A Imagem Filmes divulgou o trailer legendado de ‘The Moment‘, longa-metragem no estilo falso documentário da vencedora do Grammy Charli XCX.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

A produção será lançada nos cinemas nacionais no dia 26 de fevereiro.

A trama acompanha a jornada de uma jovem estrela pop, que enfrenta as complexidades da fama e as pressões da indústria da música enquanto se prepara para sua primeira turnê.

Além de estrelar, a popstar também servirá como produtora – sendo este o primeiro projeto de sua nova companhia, a Studio365.

Charli XCX anuncia álbum inspirado em ‘O Morro dos Ventos Uivantes’ e lança faixa INÉDITA

Aidan Zamiri faz sua estreia diretorial. Ela também assina o roteiro ao lado de A. G. Cook, que já havia colaborado com a cantora no álbum Brat.

Rosanna Arquette, Hailey Benton Gates, Kate Berlant, Jaime Demetriou, Kylie Jenner e Isaac Powell estrelam.

As 10 Melhores Músicas de Charli XCX

Um dos principais nomes por trás do grupo que fundou a PC Music, Charli XCX encontrou sucesso crescente lançamento após lançamento, alcançando ainda mais estrelato e aclamação com seu último álbum de estúdio, o aclamado BRAT – que lhe rendeu nada menos que três estatuetas do Grammy.

‘Homem-Aranha: De Volta ao lar’: Relacionamento de Peter Parker e Tony Stark será marcado por tensão

Como os fãs dos quadrinhos viram em ‘Capitão América: Guerra Civil‘, Tony Stark assume um papel de conselheiro na vida do jovem Peter Parker. Mas a relação entre os dois personagens pode e vai ficar ainda mais tensa no primeiro filme solo do amigo da vizinhança estrelado por Tom Holland, ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘.

Em entrevista ao site Yahoo Movies, o co-produtor Eric Hauserman Carroll comentou que o relacionamento entre Stark e Parker poderá ser marcado por alguns atritos no meio do caminho:

“Neste ponto da história, Peter está em uma dessas encruzilhadas onde ele deveria provavelmente pedir ajuda. Mas ele estão tão doido para construir o nome do Homem-Aranha em um mundo habitado por super heróis, que ele acaba agindo precipitadamente aqui. Tudo acaba dando certo, mas apenas porque ele recebe a ajuda de seu amigo Homem de Ferro. Mas não é nada bonito”.

Confira o trailer de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘:

 

A Sony Pictures do Brasil agendou a estreia de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ nos cinemas nacionais: 6 de Julho de 2017. Nos EUA, o filme chega um dia depois!

“O Jovem Peter Parker/Homem-Aranha (Tom Holland), que estreou em ‘Capitão América – Guerra Civil‘, começa a navegar em sua identidade recém descoberta como super-herói em Homem-Aranha: De Volta ao Lar. Emocionando com sua experiência com os Vingadores, Peter volta para casa, onde vive com sua Tia May (Marisa Tomei), sob o olhar atento de seu novo mentor Tony Stark (Robert Downey Jr.). Peter tenta voltar a sua rotina diária normal – se distraindo por seus pensamentos para provar a si mesmo que é mais do que apenas o bom amigo da vizinhança, o Homem-Aranha. Mas quando o Abutre (Michael Keaton) emerge como um novo vilão, tudo que Peter tem como importante será ameaçado.”

Chris Evans quer participar de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ 

O elenco conta com Donald GloverMarisa Tomei no papel da Tia May, Zendaya (‘Shake It Up’), Laura Harrier (‘Os Últimos 5 Anos’) e Tony Revolori (‘O Grande Hotel Budapeste’). Robert Downey Jr. está confirmado como Tony Stark/Homem de Ferro  e John Favreau também participa do filme, reprisando o papel que fez em ‘Homem de Ferro’ como Happy Hogan.

Homecoming‘ faz referência às HQs do Homem-Aranha lançadas na década de 1980, que conta com participações especiais do Homem de Ferro e do Capitão América. O título também faz uma alusão à parceria entre a Sony Pictures e a Marvel, com o personagem “De Volta Para Casa” nas telonas.

Jon Watts (de ‘Clown‘ e do inédito ‘Cop Car‘, exibido durante o Festival de Sundance no início deste ano) foi o escolhido para a direção.

 

‘Wet Hot American Summer’: Amy Poehler e Adam Scott em promo da 2ª temporada

A Netflix liberou uma nova promo da segunda temporada da série ‘Wet Hot American Summer: Ten Years Later‘, produção que dá sequência no filme ‘Mais Um Verão Americano’ (2001).

Confira:

O longa acompanhou a história de diversos funcionários e frequentadores de um acampamento de férias que tentam tirar proveito dos últimos dias de verão. A trama do seriado mostrará os eventos do primeiro dia do acampamento, em 1981.

O elenco conta com Elizabeth Banks, Michael Ian Black, Bradley Cooper, Judah Friedlander, Janeane Garofalo, Joe Lo Truglio, Ken Marino, Christopher Meloni, Marguerite Moreau, Zak Orth, Amy Poehler, David Hyde Pierce, Paul Rudd, Molly Shannon, Michael Showalter e muito humor.

‘The Handmaid’s Tale’ | 2×07: ‘After’ – Entre cacos, eis que surge a fênix

Existe sempre um simbolismo em absolutamente tudo que nos cerca. Cada pedacinho desse mundo diz algo em silêncio. As cores falam por si só, os ambientes se revelam em sua composição. Há sempre um retrato inexprimível do que muitas vezes as palavras não são capazes de suprir. Em se tratando de The Handmaid’s Tale, sons, cores (ou a ausência delas), arquiteturas e emblemas dizem um universo de conceitos, paradigmas, pragmatismos, além de carregarem uma imersão profunda de significados. E ainda que Gilead seja a matriz de todos estes símbolos, é nas aias que o poder da expressividade impera. E elas se erguem, uma vez mais, para o deleite de seus apoiadores.

Leia também nossas análises dos episódios 1 (June), 2 (Unwomen) da 2ª Temporada , 3 (Baggage), 4 (Other Women)  e 5 (Seeds)

Para quem acompanha THT, alguns dias são de lutas, outros de trevas, mas todos permeados por algum fragmento que – assim como acontece com nossas guerreiras – nos ajudam a permanecer de pé apanhando, aos moldes do fascinante discurso de Rocky em Rocky Balboa (2006). Sabemos que não se trata do quão forte se bate, mas sim do quanto se aguenta de pé. E essa resiliência, que é exatamente uma extensão desses dias maus vividos por heroínas com nomes adversos, é uma prova de que há sempre um novo amanhecer, ainda que ele seja um tanto nublado. Em ‘After’, catamos os cacos do bombástico episódio anterior, tentando dimensionar para onde a segunda temporada nos levará.

É importante frisar que, ainda que a nova América seja um pequeno universo cíclico de abusos e derrapadas profundas em questões gerais dolorosas, é vital caminhar adiante. E à medida que descobrimos novas facetas deste regime – que guarda em si raízes arraigadas na opressão e fibras que se expandem a cada nova descoberta, The Handmaid’s Tale sabe que não pode apenas residir no caos que impera. Com mulheres tão particulares que, à sua maneira, tentam sobreviver e mirabolar mecanismos de fuga, a produção de Bruce Miller vai desbravando essas “rotas alternativas” levantando o grupo Mayday com naturalidade e um grandioso simbolismo.

The Handmaid’s Tale’: Falamos com Bruce Miller, o criador da série sensação

Em um episódio que soa como uma incógnita, nutrimos a sensação de que um grande passo para frente também reverberou como um retrocesso, alavancando o grau de violência de um sistema político-administrativo que a gente julgava ser incapaz de piorar. Mas dentro dessa dinâmica caótica, onde o desespero afeta tanto aqueles que estão no poder, bem como os que são reflexos dele, uma atitude tão simples anuncia uma mudança tremenda na narrativa. Ainda é cedo para dizer, mas eis que nossas aias começam a se erguer, com suas cabeças levantadas e seus nomes, que emanam histórias, vínculos, vitórias…uma vida inteira.

Usando aquela metáfora de que quem tem o poder da caneta, tem também o poder de decisão, The Handmaid’s Tale dá um passo inusitado e inesperado, tecendo uma trama complexa que pode e deve gerar uma série de sentimentos dúbios. Com profundas reviravoltas que, isoladamente, passariam despercebidas, ‘After’ é o fim de muita coisa, mas é também o início de algo que ainda não é possível definir. Transformação? Desilusão? É melhor deixar a June terminar essa história.

 

‘Chaos Walking’: Começam as refilmagens do longa com Tom Holland e Daisy Ridley

Após um ano desde o anúncio de que ‘Chaos Walking‘ precisaria passar por refilmagens, as gravações finalmente começaram.

A informação foi compartilhada pelo próprio astro Tom Holland. Por meio de sua conta oficial do Instagram, ele publicou uma foto do cineasta Doug Liman no set de filmagens.

Confira:

 

As filmagens extras devem durar cerca de duas a três semanas. A demora para o retorno da produção se deu em virtude das tumultuadas agendas de Tom Holland e Daisy Ridley.

A direção é de Doug Liman (‘No Limite do Amanhã’).

Chaos Walking ainda não possui data de estreia.

‘O Mandaloriano’: 2ª temporada ganha belo cartaz feito por fã; Confira!

A 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘ ainda não possui data de estreia, mas um habilidoso fã desenvolveu um belo cartaz para o vindouro ciclo, que traz o caçador de recompensas caminhando na neve, ao lado do Baby Yoda.

O material foi desenvolvido por um usuário do Reddit.

Confira:

My take on what a Mandalorian season 2 poster could look like?? How do you feel they’ll merge both Ashoka arcs and Mando Arcs??? from r/StarWarsEU

Lembrando que a série já foi renovada para sua 3ª temporada.

Assista ao trailer da 1ª temporada:

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passará no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

‘Stargirl’: Elenco revela quais são seus super-heróis favoritos em novo vídeo; Assista!

O elenco da popular série ‘Stargirl‘ compartilhou quais são seus super-heróis favoritos da DC, em um novo vídeo dos bastidores.

O material promocional faz parte das celebrações do Dia do Super-Herói, comemorado em 28 de abril.

No vídeo, Brec Bassinger, intérprete da heroína homônima, revela que Pantera é o seu personagem favorito.

Assista:

Lembrando que os novos episódios chegarão à The CW no próximo verão estadunidense, que acontece entre junho e setembro.

Infelizmente, não foi divulgada uma data específica, mas a previsão de estreia já é uma ótima notícia para os fãs.

Criada por Geoff JohnsGreg Berlanti, a série acompanha a história de Courtney Whitmore (Brec Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpreta a mãe da heroína, Barbara. Na trama, ela faz o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

O elenco também conta com Yvette Monreal, Anjelika Washington, Meg DeLacy, Neil Jackson, Christopher James Baker, e Hunter Sansone.

“Sua Culpa” terá cenas ainda mais picantes, revela elenco; Assista a entrevista!

Sua Culpa, a aguardada sequência deMinha Culpa, já está disponível na plataforma da Prime Video e o novo longa acompanha o tumultuado relacionamento amoroso entre Nick e Noah, que vão tentar manter a chama de seu amor acesa, à medida em que suas vidas tomam rumos completamente distintos.

E durante uma entrevista ao CinePOP, o elenco de protagonistas revelou detalhes da nova produção e já alertou o fandom a respeito do que esperar do mais recente capítulo. Para os fãs das cenas mais picantes, “Sua Culpa” promete ser um banquete de momentos de pura intimidade.

Assista a entrevista:

Relembre o trailer da sequência e se inscreva no canal do CinePOP no Youtube:

O amor entre Noah e Nick parece inquebrável, apesar das manobras de seus pais para separá-los. Mas o emprego dele e a entrada dela na faculdade abrem suas vidas para novos relacionamentos. O aparecimento de uma ex-namorada em busca de vingança e da mãe de Nick com intenções pouco claras abalará os alicerces não apenas do relacionamento deles, mas da própria família Leister. Quando tantas pessoas querem destruir uma história de amor, será que ela realmente pode terminar bem?

Além de Gabriel Guevara e Nicole Wallace, o elenco conta com Marta Hazas, Iván Sánchez, Victor Varona e Eva Ruiz reprisando seus papéis. Novos nomes, como Goya Toledo, Gabriela Andrada, Álex Béjar, Javier Morgade, Felipe Londoño e Fran Morcillo, também integram o elenco.

Baseado na trilogia da autora argentina Mercedes Ron, o novo filme é dirigido por Domingo González, responsável também pelo primeiro filme da franquia.

Pôster do filme 'Sua Culpa' na Amazon Prime.

Crítica | Daaaaaalí ! – Um mergulho cômico no caos genial de Quentin Dupieux

Depois do sucesso de Yannick (2023), lançado no Brasil pela MUBI, o prolífico cineasta francês Quentin Dupieux volta às telonas brasileiras com Daaaaaalí !, uma obra irreverente, cômica e ousada. Distribuído pela Bonfilm/O2 Play, o lançamento por aqui ocorre há quase dois anos da estreia no Festival de Veneza de 2023. A espera vale a pena: este é um dos melhores filmes recentes do cineasta francês, mestre em brincar com a lógica, a linguagem cinematográfica e o surrealismo.

Aqui, Dupieux faz o que sabe de melhor: desconstruir expectativas e, ao mesmo tempo, divertir-se. Daaaaaalí ! não é uma cinebiografia tradicional — nem pretende ser. Pelo contrário, o próprio ponto de partida do longa já escancara a farsa: uma jovem jornalista, Judith Rochant (Anaïs Demoustier), tenta sem cessar entrevistar Salvador Dalí, mas o encontro é constantemente adiado pelos caprichos e delírios do artista. A partir daí, o filme mergulha em um ciclo narrativo insano, um labirinto onde passado, presente e imaginação se confundem, ou melhor, colapsam.

Salvador Dalí, ícone do surrealismo, é interpretado por cinco atores ao longo do filme — todos excelentes, cada um à sua maneira: Edouard Baer (A Boa Esposa), Gilles Lellouche (BAC Nord: Sob Pressão), Pio Marmaï (O Acontecimento), Didier Flamand (Rios Vermelhos) e, especialmente, o humorista Jonathan Cohen (da série Flagrantes de Família). Com seu talento cômico natural, Cohen injeta um “decibel” a mais em cada cena,  entregando uma performance marcada por divertidos exageros e um carisma histriônico que o torna um dos destaques do longa. 

Assim como em Não Estou Lá (2007), de Todd Haynes, cuja encarnação de Bob Dylan é feita por vários atores para explorar suas múltiplas facetas, Daaaaaalí ! repete o efeito com o pintor espanhol, porém sem jamais tentar compreendê-lo, apenas insinuando suas máscaras, sua persona construída e seus delírios artísticos. A genialidade do filme reside nesses detalhes, pois Quentin Dupieux não está interessado em contar quem foi Dalí, mas sim em projetar um quadro próprio sobre quem poderia ter sido essa persona — e, sobretudo, sobre quem ele queria que acreditássemos que fosse.

A estrutura do filme é um espetáculo à parte. Em vez de seguir uma linha narrativa convencional, Daaaaaalí ! abraça o caos. Sua montagem brinca com o tempo e com o espaço de forma descarada: histórias dentro de histórias dentro de histórias, que se embaralham, se sobrepõem, se repetem e se contradizem. É como se estivéssemos dentro de um quadro em movimento, onde qualquer tentativa de lógica linear é sabotada pela própria lógica do absurdo. O resultado é uma esquizofrenia cinematográfica, isto é, um jogo surrealista onde a cada corte, a cada cena, tudo pode mudar.

Quentin Dupieux, como de costume, é econômico; sua narrativa de 77 minutos não possui rebarbas ou floreios desnecessários. Tudo é engenhosamente polido, como uma vinheta onírica. Mesmo o fim de maneira abrupta — algo já comum em sua filmografia —  é parte do jogo. A frustração de um desfecho inconclusivo vira piada. Afinal, um filme como esse não tem como acabar em velório; ele apenas para.

O mais impressionante é a maneira como o diretor e o elenco capturam a essência de Salvador Dalí sem jamais se prender a fatos. Não há referências diretas ao franquismo ou a aspectos controversos da figura histórica. Em vez disso, o foco está na caricatura, na mitologia construída por ele próprio. Os elementos recorrentes estão todos ali: o bigode icônico, o sotaque carregado, o narcisismo performático, e claro, as referências às suas obras mais célebres como A Persistência da Memória (1931) e O Grande Masturbador (1929).

A câmera de Dupieux brinca como uma criança solta no ateliê de Salvador Dalí, cruzando espaços e tempos com uma liberdade rara no cinema atual. Esta obra não é para quem busca uma biografia fiel ou um estudo histórico. Lançado próximo deste, o longa Dalíland (2022), de Mary Harron, com Ben Kingsley no papel do artista consagrado, tinha essa proposta e naufragou no marasmo. 

Este é um filme para quem quer se perder e mergulhar em uma viagem sem bússola pelo inconsciente de um artista. Conhecido pelos fantásticos Rubber, o Pneu Assassino (2010) e Deerskin: Estilo Matador (2017), Quentin Dupieux enaltece o grande pintor dentro do seu humor pautado no absurdo e a sua estética minimalista de sempre produzir com baixíssimos orçamentos. Daaaaaalí ! não é apenas um filme, mas uma experiência. E, como o próprio Dalí provavelmente diria: a realidade é superestimada.

‘Novos Deuses’: Ava DuVernay vai dirigir longa do supergrupo para a DC

A diretora do inédito Uma Dobra no TempoAva DuVernay foi anunciada como a diretora do projeto Novos Deuses, mais um longa em produção do universo estendido da DC. A informação é da Variety.

Nos quadrinhos, os Novos Deuses são os heróis habitantes do planeta Nova Gênese. Liderados pelo Pai Celestial, eles lutam contra os vilões do planeta-gêmeo Apokolips, cujo comandante é o temido Darkseid.

Apesar disso, ainda não há maiores informações e nem possível data de lançamento. Novidades devem sair em breve.

O próximo filme da DC será Aquaman, que estreia em 21 de dezembro de 2018.

‘A Assombração da Casa da Colina’: Série de terror da Netflix ganha data de estreia

Os fãs de terror já podem comemorar. O clássico livro ‘A Assombração da Casa da Colina’, escrito por Shirley Jackson, está sendo adaptado para uma série produzida pela Netflix

Agora, a empresa de streaming confirmou que o projeto chega dia 31 de Outubro desse ano. Com Lulu Wilson (de ‘Ouija: A Origem do Mal‘ e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘), Violet McGraw e Mckenna Grace no elenco.

Confira o cartaz:

Carla Gugino, de ‘Watchmen‘e ‘Sin City‘, vai protagonizar a série.

O projeto é descrito como uma ‘reimaginação’ da obra de Shirley Jackson, publicada em 1959 e sua primeira temporada terá 10 episódios.

A trama acompanha quatro pessoas vivendo em uma antiga mansão mal-assombrada, existente há 80 anos.

O roteirista familiarizado com produções terror, Mike Flanagan, vai escrever e dirigir a série, além de também assumir o papel como produtor executivo. A produtora Amblin TV estará a frente da produção ao lado da Paramount Television.

O livro já deu origem a filmes como A Casa Maldita, de 1963; e A Casa Amaldiçoada, de 1999.

DCEU | Os piores filmes do extinto Universo Estendido DC

O Universo Estendido DC chegou ao fim com Aquaman 2: O Reino Perdido, lançado no finalzinho de 2023. Após um início promissor no auge da ‘Era dos Super-Heróis’ nos cinemas, esse universo compartilhado começou a se perder diante da falta de liderança do estúdio e da ausência de convicção no projeto.

Nesta matéria, elencamos os piores dentre os piores filmes lançados nesses dez anos de DCEU. Para criar um suspense, vamos começar do menos pior e vamos encerrar com o mais horroroso longa desse universo. Confira!

5.   Shazam! Fúria dos Deuses

A sequência do filme de David F. Sandberg sofreu com a já tão falada ‘fadiga dos filmes de super-heróis’, mas também não dá para jogar a culpa pelo fracasso exclusivamente nela. Depois do lançamento do primeiro filme sofrer com a data de estreia, entre duas das maiores bilheterias da história da concorrência, esse segundo capítulo teve um mês para reinar praticamente sozinho, já que seu maior adversário era John Wick 4, um filme para maiores de idade. Porém, o público não comprou as piadocas bobinhas do herói principal e nem se conectou com as tramas paralelas dos coadjuvantes.

Para piorar a situação, Zachary Levi e Asher Angel não mantiveram a coesão em suas interpretações de Billy Batson. Enquanto o garoto trabalhou uma atuação mais dramática, mostrando as fragilidades de Billy, Zach virou um palhaço de rodeio, zoando e ignorando todo o arco dramático do jovem Batson. E como teoricamente interpretavam o mesmo personagem, ficou difícil de comprar a ideia. Ainda assim, Shazam! Fúria dos Deuses tem seus momentos, dialoga com o falecido DCEU e diverte em alguns momentos.

4. Liga da Justiça (2017)

Liga da Justiça tinha uma missão relativamente simples: reunir os heróis mais populares do mundo em uma época na qual o grande público estava extremamente receptivo a eles. Ainda assim, o estúdio conseguiu colocar tudo a perder. Depois da decepção que foram as recepções dos filmes iniciais desse universo, eles decidiram demitir Zack Snyder no meio das filmagens e contratar Joss Whedon, que já havia arrecadado quase US$ 3 bilhões com os filmes dos Vingadores, para tentar finalizar esse projeto com uma vibe mais divertida e cartunesca. O problema é que Joss não pôde partir do zero no longa.

Ou seja, ele precisou pegar as ideias mais densas de Snyder e finalizar a história com seu jeitão. O resultado foi uma quimera em que as partes não dialogam entre si e a trama fica cansativa. Para piorar as coisas, Whedon se envolveu em uma série de polêmicas nos bastidores, que terminaram em diversas acusações e denúncias contra o diretor, que nunca mais tocou em uma adaptação de histórias em quadrinhos nos cinemas novamente. De qualquer forma, para não dizer que o filme é uma completa tragédia, a visão de Joss para o Superman (Henry Cavill) foi a melhor de todo o DCEU. Uma pena que tenha sido sua última aparição com mais de cinco segundos nesse universo compartilhado.

3.   The Flash (2023)

Terrível. Não existe outra palavra para definir essa bomba do que ‘Terrível’. Um dos filmes mais problemáticos da história das adaptações de histórias em quadrinhos para os cinemas, The Flash teve mais atrasos que obra pública e acabou chegando aos cinemas já no auge da estafa das adaptações de HQs. Para piorar as coisas, em meio aos atrasos, o protagonista Ezra Miller deixou de ser o ‘ator promissor descolado e queridão’ para fazer uma World Tour de agressões contra fãs e bizarrices, que incluem acusações de sequestro. Mas dizer que essa ‘aventura’ foi um fracasso por conta desses dois pontos beira a desonestidade. Afinal, há filmes com protagonistas fichados na vida real que fazem sucesso, assim como houve longas de heróis que arrebentaram nas bilheterias. A verdade é que esse filme é muito, muito ruim.

Levemente inspirado na saga Ponto de Ignição, o longa virou uma quimera entre contar a história do protagonista e supostamente resetar o DCEU. No entanto, o arco de Barry não teve um desenvolvimento legal, a abordagem da volta do lendário Batman de Michael Keaton foi tenebrosa – tanto que o público sentiu mais a quase morte de um guaxinim de CGI no filme da concorrência do que a do Homem-Morcego mais icônico dos cinemas, e o pior de tudo, aquele ponto que acabou com qualquer chance de sucesso de The Flash: o CGI mais porco já visto na última década em um filme desse subgênero. Beira o surreal saber que alguém viu o orçamento desse longa e achou minimamente aceitável aprovar a computação mostrada no corte final. É ridículo.

2.  Mulher-Maravilha 1984 (2020)

Por mais assustador que pareça, por pior que seja The Flash, o DCEU conseguiu produzir coisa de qualidade ainda mais baixa. O que, infelizmente, é o caso de Mulher Maravilha 1984. Esse aqui consegue ser ainda mais triste porque veio numa época boa para os filmes com super-heróis e havia uma grande expectativa, já que o primeiro capítulo dessa saga foi um fenômeno de críticas e bilheteria. E tudo parecia ‘nos trilhos’ para um novo sucesso, já que teria a volta de uma super-heroína amada, traria mais vilões icônicos e seria ambientado na década de 1980, a grande queridinha da Cultura Pop norte-americana.

Porém, a estética oitentista ficou só nos trailers, com toda a ambientação ficando extremamente genérica. O mistério da volta de Steve Trevor (Chris Pine) foi uma das coisas mais decepcionantes desse universo e ainda rendeu uma cena completamente desconfortável em que a Mulher-Maravilha abusa sexualmente de um homem. E isso é mostrado de forma romantizada. É bizarro. Sem contar que a Gal Gadot não conseguiu repetir sua atuação carismática do primeiro e rendeu momentos de muita vergonha alheia. Mas o grande problema é a duração. O filme é enorme, cansativo e não consegue manter o ritmo. Se cortassem uns 40 minutos, talvez ficasse ‘assistível’. E nada contra os filmes de longa-duração, contanto que eles tenham assunto para trabalhar e render nesse tempo, o que não é o caso aqui. Ah, vale uma menção para o péssimo vilão da história, um grande desperdício de Pedro Pascal.

1. Esquadrão Suicida (2016)

Acho que o primeiro lugar da lista dos ‘piores dentre os piores’ não podia ser outro. Mesmo tendo ganho um inexplicável Oscar de Melhor Maquiagem, Esquadrão Suicida só não sofreu mais interferência do estúdio do que Liga da Justiça. Sua pós-produção aconteceu na época em que BVS estava ‘decepcionando’ nas bilheterias e nas críticas, enquanto os filmes da concorrência arrecadavam bilhões e eram elogiadíssimos. Então, os investidores deram a ordem para tentar deixar Esquadrão Suicida mais ao estilo da rival.

O sinal de que as coisas não estavam indo bem começaram a ficar nítidos nos trailers. Após um preview espetacular, os trailer seguintes vieram em tons completamente diferentes. O que parecia uma história densa de assalto acabou resultando em uma bagunça com roteiro remendado e personagens importantes para a trama sendo descartados sem qualquer impacto. Sem contar que as histórias de bastidores de que Jared Leto estava louco por ter interpretado o Coringa, desrespeitosamente tentando ‘surfar’ na morte de Heath Ledger, que muitos dizem ter sido envolvido pelo personagem, cansaram o público antes mesmo do filme estrear. E no final das contas, antes fosse o Coringa o maior problema desse longa – mas é um deles, sem dúvidas. Enfim, com estética de programa da MTV, Esquadrão Suicida é uma bomba traumática para os fãs e um desperdício de personagens imperdoável.

Os filmes citados na matéria estão disponíveis no HBO Max.

Primeiras Impressões | Meu Papai (Ainda) É Noel – Segunda Temporada Melhora, Mas Mantém Tom Mal-Humorado dos Personagens

É bem verdade que o humor é uma questão cultural. Determinados povos e países conseguem produzir um tipo de humor que é muito específico de uma determinada região, sem necessariamente ganhar apelo mundial. O cinema francês, por exemplo é conhecido por produzir um tipo de humor que o brasileiro “não entende”. Já as produções britânicas são conhecidas por usarem um humor muito peculiar, enquanto os italianos, por exemplo, são conhecidos por serem mais exagerados. Mesmo tirando as particularidades culturais de cada país, a finalidade primeva do humor é fazer rir, principalmente em produções infantojuvenis – mas este quesito é justamente o que falta (ou melhor, que continua faltando) na segunda temporada de ‘Meu Papai (Ainda) É Noel’, que já está disponível na Disney+.

Depois de mudar de ideia sobre suas escolhas, Papai Noel (Tim Allen) está decidido a passar o bastão do seu cargo para seu filho, Cal (Austin Kane) e transformar o Natal em um negócio familiar. A questão é que Cal além de ter medo de altura, não demonstra muito interesse em se afastar do mundo dos humanos, principalmente de sua namorada, Riley (Ruby Jay) – que, aliás, passa a visitá-lo com frequência no Polo Norte. Ao mesmo tempo, Sandra (Elizabeth Allen-Dick) começa a desenvolver poderes mágicos e passa a controlar sua habilidade de conversar com os animais. No meio disso tudo um antigo Papai Noel (Eric Stonestreet), que exercera função durante muito tempo e fora aprisionado por ser conhecido como Magnus Anta, volta ao cenário para reivindicar seu direito como o verdadeiro Papai Noel. Assim, no meio de tantas reviravoltas, o Natal está mais uma vez em risco.

Dividido em seis episódios de pouco menos de trinta minutos cada a nova temporada de ‘Meu Papai (Ainda) É Noel’ mantém o principal problema da parte anterior: tanto a história quanto os personagens não são carismáticos. Aqui não falamos apenas da questão do humor, mas sim de personagens que se comportam de maneira adulta demais num contexto infantojuvenil (os duendes, por exemplo conversam sobre questões matrimoniais mesmo sendo interpretados por atores aparentemente jovens com o intuito de parecerem adolescentes; em contrapartida, os gnomos, que seriam a oposição aos duendes por serem criaturas mal humoradas, são construídos de tal forma que, mais que isso, se tornam personagens chatos que beiram a grosseria).

Uma das grandes novidades nesta nova temporada foi trazer outros ícones do imaginário popular do universo fantástico, como o Coelhinho da Páscoa e o Papai Noel que se veste de verde, suavemente questionando a mudança de cor do uniforme do bom velhinho e fazendo menção ao personagem do filme original. Pelo andar da narrativa dá para imaginar qual vai ser a proposta geral do enredo para encaminhar a uma terceira possível temporada, o que não deixa de ser uma aposta arriscada da produção, mesmo para a DisneyPlus.

Com a temporada de Natal começando, ambas as partes da sérieMeu Papai (Ainda) É Noel’ podem ser uma opção para crianças maiorzinhas como uma forma de entretenimento com oscilação de humor juvenil. Ambientada num local imaginário belamente produzido pela direção de arte, ‘Meu Papai (Ainda) É Noel’ é uma série com um senso de humor esquisito e um roteiro por vezes incoerentes, mas, para quem gosta de produções natalinas, fica como uma opção para já ir entrando no clima.

‘Vingadores: Ultimato’: Nova arte reúne os Vingadores originais

Vingadores: Ultimato’ irá concluir a primeira década de histórias do Universo Cinemático Marvel e sem dúvida alguma marcará a última aparição de diversos super-heróis dentro do panteão.

Agora, uma nova arte, criada pelo habilidoso Christ Ave e postado em sua página do Instagram, traz os Vingadores originais reunidos em uma tentativa de derrotar Thanos (Josh Brolin).

Confira:

Vingadores: Ultimato’ chega aos cinemas brasileiros em 25 de Abril de 2019.

Considerado o melhor filme do ano, ‘Parasita’ ganha data de estreia no Brasil!

‘Parasita’ foi considerado o melhor filme do ano durante o Festival de Cannes deste ano (faturando o prêmio Palma de Ouro no evento) e, agora, o Filme B anunciou a data de estreia do longa no Brasil.

Segundo o site, o novo projeto de Bong Joon-Ho será lançado no dia 07 de novembro de 2019.

Confira o trailer oficial:

A produção acompanha um  jovem e sua família desempregada. Eles acabam ficando obcecados com a vida de uma outra família. Algo acontece e este clã desamparado se vê envolvido num grande problema.

O elenco conta com Song Kang-ho, que trabalhou com o diretor  em O Hospedeiro (2006) e ‘Expresso do Amanhã’ (2013), e Choi Woo-shik, de ‘Invasão Zumbi’ (2016) e Okja.

‘O Esquadrão Suicida’: Personagem com maior tempo de tela é um grande SPOILER, diz James Gunn

Em uma recente sessão de Q&A no Twitter, um fã perguntou a James Gunn quem terá maior tempo de tela no corte final do reboot-sequência ‘O Esquadrão Suicida. Entretanto, a resposta do cineasta foi bastante críptica e aumentou nossa curiosidade sobre o filme.

Confira:

“Eu consideraria responder a essa pergunta como um grande spoiler”, ele escreveu.

Quem você acha que terá maior tempo de cena?

 

‘O Esquadrão Suicida será lançado nos cinemas no dia 06 de agosto de 2021.

Lembrando que Margot Robbie (Harley Quinn), Viola Davis (Amanda Waller), Joel Kinnaman (Rick Flag) e Jai Courtney (Capitão Boomerang) irão reprisar seu papéis.

Jai Courtney (Capitão Bumerangue), Nathan Fillion (Arm-Fall-Off-Boy), Pete Davidson (Blackguard), Michael Rooker (Savant), Flula Borg (Javelin), Sean Gunn (Weasal) e Mayling Ng (Mongal) estrelam.

‘Mulan’: Nasce uma guerreira no novo teaser ESPETACULAR do remake; Confira!

Em seu Twitter oficial, a Walt Disney divulgou um novo teaser espetacular do aguardado live-action de Mulan, revelando alguns detalhes sobre os incríveis cenários e a narrativa.

Confira:

Diferente do que se esperava, Mulan não será lançado no Brasil através do Disney+ em novembro. A expectativa é que o estúdio lance o filme nos cinemas por aqui, e só o adicione no catálogo em 2021.

Nos Estados Unidos, o longa será lançado em 04 de setembro.

A versão live-action é dirigida por Niki Caro e é estrelada pela chinesa Liu Yifei,também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país.

Donnie YenJet LiGong LiJason Scott LeeYoson AnSusana Tang e outros completam o elenco.

Em entrevista ao Digital Spy, Caro revelou alguns detalhes sobre o aguardado longa-metragem e explicou a decisão de tirar as sequências musicais de sua versão, dizendo que “ninguém canta na guerra”!

“Eu pensei nessa adaptação do ponto de vista mais realista, e quem é que canta no meio da guerra? Os personagens estão em guerra, entre espadas e flechas…”, disse ela. “Não sou contra a animação, não é isso, mas são aspectos diferentes. As músicas são brilhantes e vamos honrá-las de uma maneira muito significativa. Mas eu me concentrei no drama de uma menina que está enfrentando uma guerra como um soldado.”

‘One Night in Miami’: Ouça “Speak Now”, uma das músicas originais do drama dirigido por Regina King

Em seu Twitter oficial, o astro Leslie Odom Jr. compartilhou uma prévia da canção “Speak Now”, faixa original da trilha sonora de One Night in Miami.

Odom Jr. escreveu a música ao lado de Sam Ashworth para o aclamado drama One Night in Miami, dirigido por Regina King, e já está disponível para pré-venda.

Confira:

O filme chega à plataforma de streaming da Amazon Prime no dia 15 de janeiro de 2021 e é baseado na peça homônima assinada por Kemp Powers, que assina o roteiro da adaptação.

Ambientada na noite do dia 25 de fevereiro de 1964, a narrativa gira em torno de um jovem Cassius Clay – antes de ser conhecido por Muhammad Ali -, pouco depois de ter saído vitorioso na luta contra Sonny Liston para o título de peso-pesado, chocando o mundo do boxe. Entretanto, as leis de segregação da era Jim Crow dos Estados Unidos forçaram Clay a comemoração no Hampton House Motel em Overtown, Miami, se unindo a três amigos para discutir sobre suas vidas e sobre a responsabilidade de manter a vitória de um homem negro durante o movimento pelos direitos sociais.

Eli GoreeKingsley Ben-AdirAldis HodgeLeslie Odom Jr. estrelam o longa-metragem.

Terence Blanchard (Destacamento Blood) compôs a trilha sonora da releitura. Jody KelinKeith CalderJess Wu Calder entram como produtores.

Lana Del Rey divulga três músicas oficiais de ‘Blue Banisters’, seu 8º álbum de estúdio

A indicada ao Grammy Lana Del Rey divulgou três novas músicas oficiais de Blue Banisters, 8º álbum de estúdio que tem lançamento marcado para o dia 04 de julho.

As canções incluem a música-titular, “Wildflower Wildfire”“Text Book”.

Ouça:

Enquanto isso, o aclamado Chemtrails Over the Country Club está disponível na íntegra no Spotify, contando com 11 faixas e produção de Jack Antonoff:

1. White Dress
2. Chemtrails Over the Country Club
3. Tulsa Jesus Freak
4. Let Me Love You Like a Woman
5. Wild at Heart
6. Dark But Just a Game
7. Not All Who Wander Are Lost
8. Yosemite
9. Breaking Up Slowly
10. Dance Till We Die
11. For Free

A era é precedida pelo ovacionado Norman Fucking Rockwell!’, álbum lançado em 2019 e que foi indicado a duas categorias do Grammy Awards – incluindo Álbum do Ano.

Del Rey é conhecida por suas melódicas e melancólicas letras e por seu onirismo instrumental. Tendo trabalhado ao lado de nomes como AntonoffMax Martin, ganhou aclame e popularidade com Born To Die, álbum lançado em 2012.