Site Página 1560

‘Billions’: Rivalidade e traição no trailer COMPLETO da 5ª temporada; Assista!

O canal Showtime divulgou o trailer completo da 5ª temporada de Billions.

Confira:

A nova temporada irá estrear no dia 3 de maio.

A 4ª temporada registrou uma média de 0.16 na demo, e um total de 770 mil espectadores. Em comparação ao ano anterior, há uma queda de aproximadamente 30% na audiência.

Na quarta temporada, “Chuck e Axe, inimigos jurados, parecem ter colocado suas diferenças de lado e se tornado melhores amigos, focando suas vinganças em outro lugar. Para Axe, o alvo é sua mentora Taylor, que o esfaqueou pelas costas e iniciou uma outra firma.”

O elenco inclui Toby Leonard Moore, Daniel K. Isaac, Paul Giamatti, Damian Lewis, Maggie Siff, Malin Akerman, David Costabile e Condola Rashad.

‘Pennyworth’: Alfred enfrenta guerra civil no novo trailer da 2ª temporada; Assista!

Epix divulgou o novo trailer da 2ª temporada de Pennyworth, série que conta a história do icônico mordomo Alfred Pennyworth.

Confira:

A nova temporada irá estrear no dia 13 de dezembro.

A trama acompanha a história de Alfred Pennyworth, com seus 20 anos de idade, treinado como oficial das forças especiais britânica, trabalhando para o pai do Bruce Wayne.

O elenco conta com Jack Bannon, Ben AldridgeRyan Fletcher, Hainsley Lloyd BennettPaloma FaithJason Flemyng.

Jessica de Gout (‘Arrow’), Simon ManyondaJames Purefoy (‘The Following’), Edward HoggJesse Romeo também fazem parte do próximo ciclo.

‘Tartarugas Ninjas’: Novo filme da franquia contrata seus roteiristas

De acordo com o ComicBook, os irmãos Colin e Casey Jost foram contratados para escrever o roteiro do novo filme da franquia ‘As Tartarugas Ninjas‘, que está sendo desenvolvido pela Paramount Pictures.

Ainda não está claro se o projeto é o mesmo anunciado por Seth Rogen. Porém, segundo o Deadline, o novo filme será um live-action produzido por Michael Bay, Andrew Form, Brad Fuller, Scott Mednick e Galen Walker.

“Como grande fã da franquia ‘As Tartarugas Ninjas’, a parte ‘adolescente’ dos personagens sempre foi o que mais me agradou,” afirmou Rogen há alguns anos sobre o seu envolvimento ao Collider. “Eu sou uma pessoa que ama filmes adolescentes e já interpretei diversos adolescentes em filmes. A ideia de me apoiar nesses elementos são muito empolgantes. Sem descartar todo o resto, esse conceito é o ponto de partida para o filme”.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Vale lembrar que os dois últimos live-actions da franquia, ‘As Tartarugas Ninja‘ (2014) e ‘As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras‘ (2016), somaram mais de US$ 730 milhões mundialmente.

‘Jurassic World 3’: Sam Neill e Laura Dern são destaque em nova imagem da sequência; Confira!

A revista Empire divulgou uma nova imagem da sequência ‘Jurassic World: Domínio‘, destacando o retorno de Sam Neill e Laura Dern, que interpretam personagens clássicos da franquia original.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 2 de junho.

Confira o trailer, dublado e legendado:

Colin Trevorrow retorna à direção.

Quando a jovem Maisie é sequestrada por contrabandistas de dinossauros, Owen e Claire saem em busca de encontrá-la e resgatá-la, e sua jornada os leva para um habitat de dinossauros operado por uma corporação global com um plano sinistro… que, agora, está sendo investigada até por Alan Grant e Ellie Sattler.

O elenco contará com o retorno de Chris Pratt, Bryce Dallas Howard, Laura Dern, Sam Neill e Jeff Goldblum.

‘Um Filho’: Drama com Hugh Jackman e Anthony Hopkins ganha trailer LEGENDADO

A Diamond Films divulgou o trailer legendado do drama ‘Um Filho‘ (The Son), estrelado pelos astros Hugh Jackman e Anthony Hopkins.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de fevereiro.

Escrito e dirigido por Florian Zeller (‘Meu Pai’), o longa é baseado na peça homônima de Zeller e Christopher Hampton.

A trama acompanha Peter, interpretado por Jackman. Sua vida agitada vira de cabeça para baixo quando sua ex-esposa aparece com o filho do antigo casal, um adolescente distante e revoltado, que está ausente da escola há meses.

Laura Dern, Zen McGrath e Vanessa Kirby completam o elenco.

‘If She Burns’: Victoria Pedretti, da série ‘VOCÊ’, estrelará novo thriller psicológico

De acordo com o Bloody Disgusting, Victoria Pedretti estrelará o thriller psicológico ‘If She Burns‘, que será dirigido por Alex Wolff – o protagonista do aclamado ‘Hereditário‘ e ‘Tempo‘.

A atriz é conhecida pelos fãs do gênero, tendo estrelado ‘VOCÊ‘, ‘A Maldição da Residência Hill‘ e ‘A Maldição da Mansão Bly‘.

Na trama…

“Uma jovem (Pedretti) viaja para a Europa com sua família disfuncional após um incidente traumático. Ela encontra refúgio e perigo em um turbulento caso com seu enigmático vizinho (Wolff), que, ao lado das crescentes tensões familiares e misteriosos incêndios, ameaça levá-la ao seu limite.”

Asa Butterfield (‘Sex Education’) e Justice Smith (‘Jurassic World: Reino Ameaçado’) completam o elenco.

Além de dirigir e produzir, Wolff também assina o roteiro da produção – que é descrita como um thriller psicológico sexy e sombrio.

“Estou muito animado em embarcar neste jornada com atores incríveis como a Victoria, Asa e Justice. Queremos trazer algo original, feroz e honesto para as telas. Estou honrado em ter a chance de comandar este projeto,” declarou Wolff em um comunicado oficial.

Atualmente em pré-produção, as filmagens estão programadas para serem iniciadas em 2024, na Itália. O site ainda confirma que os atores já haviam assinado o acordo antes da greve do SAG-AFTRA.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Isabela Merced luta pela sobrevivência em novo e TENSO teaser de ‘Alien: Romulus’; Assista!

A 20th Century Studios divulgou um novo teaser de ‘Alien: Romulus‘, que traz Isabela Merced lutando pela sobrevivência.

Neste thriller de ficção científica e terror, retornamos às raízes da franquia de sucesso ALIEN, O OITAVO PASSAGEIRO (1979), disponível no Star+, e agora, enquanto exploram as profundezas de uma estação espacial abandonada, um grupo de jovens colonizadores espaciais se depara com a forma de vida mais aterrorizante do universo.

O longa, que se passa entre os filmes ‘Alien, o Oitavo Passageiro’ (1979) e ‘Aliens, O Resgate’ (1986), já recebeu a aprovação de ninguém menos que Ridley Scott e James Cameron, os lendários diretores por trás dos clássicos originais.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de agosto.

O elenco conta com Cailee Spaeny, Isabela Merced, David Jonsson, Archie Renaux, Spike Fearn e Aileen Wu.

Ridley Scott, diretor do longa original e das pré-sequências, serve como produtor.

alienromulus

Ator de ‘New Amsterdam’ se junta ao elenco de ‘Seven Sisters’, série estrelada por Elizabeth Olsen

De acordo com o Deadline, Ryan Eggold (‘New Amsterdam’) foi confirmado no elenco de ‘Seven Sisters‘, série que está sendo desenvolvida pelo canal FX.

O ator interpretará o marido de Adrienne (Elizabeth Olsen), um ex-viciado que conta com frequência sobre suas experiências em seu popular podcast.

O elenco ainda contará com Cristin Milioti, Meredith Hagner, Odessa Young, Zoë Winters, Bridget Brown, Carolyn Kettig, Philip Ettinger, Anthony Edwards e J. Smith-Cameron.

A trama acompanha uma grande e unida família que começa a se desfazer quando uma das irmãs (Olsen) começa a se comunicar com uma voz que ninguém mais consegue ouvir, forçando-os a confrontar segredos há muito enterrados.

O projeto conta com a produção executiva de Will Arbery, que assina o roteiro do episódio piloto.

Sean DurkinGarrett Basch também ficam responsáveis pela produção. Durkin entra como diretor.

Novos detalhes devem ser divulgados em breve.

Terror de tubarão assassino do diretor de ‘Zumbis na Neve’ será lançado pela Netflix

Originalmente programado para estrear em agosto, o novo terror de tubarão assassino do diretor Tommy Wirkola (‘Zumbis na Neve’) teve seu lançamento nos cinemas cancelado.

De acordo com o Deadline, o longa será lançado direto na Netflix – consequência do novo acordo entre a Sony Pictures e o serviço de streaming.

Inicialmente intitulada ‘Beneath the Storm‘ (Sob a Tempestade, em tradução livre), a produção teve seu título alterado para ‘Shiver‘ (Arrepio). Agora, o estúdio removeu o título, e um novo deve ser anunciado em breve. A decisão provavelmente ocorreu para evitar confusão com o vindouro thriller sci-fi estrelado pelo Keanu Reeves, que estreará em 2027.

“Não poderíamos estar mais animados em retomarmos nossa parceria com nossos amigos da Netflix,” declarou o produtor Adam McKay. “Tivemos uma ótima experiência juntos com ‘Não Olhe para Cima’ e estamos ansiosos para trabalharmos juntos para tornar este filme um evento em 2026.”

Phoebe Dynevor (‘Jogo Justo’) será a protagonista. Whitney Peak (‘Gossip Girl’) e Djimon Hounsou (‘Um Lugar Silencioso: Parte 2’) também foram confirmados no elenco.

Infelizmente, detalhes sobre a trama do filme não foram divulgados.

Wirkola é conhecido pelos fãs do gênero, tendo comandado ‘Zumbis na Neve‘ e sua sequência, ‘João e Maria: Caçadores de Bruxas‘, ‘The Trip‘ e ‘Noite Infeliz‘.

Lauren Graham, de ‘Gilmore Girls’, vai estrelar série cômica da Fox

A nossa querida Lorelai de ‘Gilmore Girls’ fará seu retorno para a televisão, com uma nova série cômica criada pela Fox, intitulada ‘Linda From HR’.

Segundo o site TVLine, Lauren Graham viverá Linda, uma funcionária do setor de recursos humanos que após tomar uma péssima decisão, faz com que sua vida monótona tenha uma empolgante e perigosa reviravolta. Agora, ela tem o desafio de equilibrar seu trabalho, sua vida particular e este segredo que pode complicar tudo.

Ainda sem a confirmação de que o episódio piloto foi genuinamente encomendado, a produção será conduzida com apenas uma câmera.

Dirigido por Marc Buckland (‘Scrubs’ e ‘My Name is Earl’), o primeiro episódio da série foi escrito por Itai Grunfeld e Geoff Barbanell, que também assumem como produtores executivos ao lado de Tracy Katsky, Aaron Kaplan e Dana Honor.

 

 

‘Planeta dos Macacos: A Guerra’: Confira nossa entrevista EXCLUSIVA com Andy Serkis

Planeta dos Macacos: A Guerra’ pode ter encerrado nos cinemas a trilogia que conta a jornada de César e sua tribo, mas o confronto final pode ser vivido novamente em casa, com a produção já disponível em DVD e Blu-ray no Brasil.

Com vários materiais extras, é possível percorrer pelo fascinante universo continuado por Matt Reeves, através dos comentários do diretor tanto nas cenas excluídas, como em todo o filme.

Em ‘A Guerra’, Andy Serkis retorna no papel de César, à medida que sua jornada se cruza com a de um novo macaco, interpretado por Steve Zahn. Ao lado de Bad Ape e dos demais sobreviventes de sua raça, ele lidera um conflito mortal contra um exército de humanos.

E sobre essa nova etapa da jornada, Serkis falou com exclusividade ao CinePOP e pontuou que estamos diante de um conflito psicológico para o próprio protagonista:

“Este filme se trata muito a respeito de lutar para manter o controle sobre sua bússola moral, porque aqueles eventos que são tão pessoais e dolorosos para ele o levam para o caminho da destruição. Mas com a ajuda dos personagens que ele encontra ao longo do caminho, César consegue se afastar desse mergulho profundo, de verdade. A jornada do personagem neste filme é incrível”.

Um dos aspectos mais admirados na trilogia é certamente a captura de movimento, uma característica que já faz parte das atuações de Serkis. Mas para o colega de elenco, Zahn, a ferramenta tecnológica foi uma novidade em sua carreira, que ele comentou com o CinePOP:

“Sim, esta é a primeira vez. É mesmo fascinante. Eu entrei cego, e até você fazê-lo, você realmente não entende completamente o que está acontecendo. Eu vou trabalhar da mesma maneira que eu tenho feito e penso da mesma forma que sempre pensei com outros atores e interpretando o personagem, mas o aspecto técnico fica um pouco na periferia. Há mais pessoas no set por causa da captura do movimento, mas elas são tão brilhantes que, uma vez que você está conectado, você realmente se esquece disso, se lembrando que apenas tem uma mochila nas costas. Você recebe o capacete e então estamos nessa espécie de humanóide estranho. E uma vez que você trabalha os aspectos físicos de um macaco, você esquece isso e passa a interpretar um personagem que simplesmente é um macaco. É muito teatral”.

Completando seu raciocínio, Serkis comentou sobre o novo nível de dramaticidade que a captura de movimento exige, parabenizando o colega pelo excelente trabalho:

“Ele é perfeitamente ideal para esse papel. Quero dizer, Steve trouxe tanto para o personagem e foi ótimo trabalhar com ele. Ele é um ator de teatro e ainda tem aquele lance de realmente sentir a situação, aliado à excelente direção de Matt. […] E o que requer de você como um ator é uma grande suspensão de descrença, mas há também uma grande nuance. Acho que à medida que as pessoas ficam mais habilidosas em relação a qual performance capturar, elas percebem que não se trata apenas da pantomima. Não se trata de apenas fazer uma grande performance física”.

Esse aspecto teatral arraigado na atuação de Steve Zahn foi pontual para a construção de Bad Ape. O ator falou sobre suas raízes na dramaturgia, que vieram naturalmente para ‘A Guerra’:

“Meu batismo no ramo foi no teatro Repertório Americano, em Cambridge, Massachusetts, que é uma companhia de repertório incrível e que naquela época só tinha professores do leste europeu, como Andre Serban, que foi o meu mentor. Seu tipo de teatro era bem extravagante, com altos valores de produção, música ao vivo e era muito físico. Este personagem me lembra muito disso”.

Quanto a passar pela experiência da captura de movimento, Zahn falou sobre o nervosismo inicial que sentiu e a oportunidade de aprender a nova habilidade com Andy Serkis e Terry Notary.

Disse ele:

“Eu não tinha nenhuma expectativa! Eu estava realmente nervoso, para ser sincero. Eu estava preocupado, pois entrar nisso era algo assustador. Já é difícil entrar em uma franquia que já está estabelecida, com a qual as pessoas já estão confortáveis, principalmente para interpretar um macaco. Então poder observar Andy e Terry Notary foi uma das melhores coisas. Eu estive com Terry recentemente e ele foi um professor extraordinário, capaz de sentir você e ver onde você está fisicamente e como você trabalha em uma fração de segundo para, em seguida, extrair isso de você. Mas esses caras são como a realeza desse segmento e são grandes atores. Eu não penso neles como nada menos que grandes atores. Andy é um colega ator que é ótimo, sabe? Além de ser realmente inspirador, criativo e ter toneladas de idéias. E eu apenas me sento ao seu lado e me sinto um cara de sorte. Eu faço o trabalho bem porque eles o fazem”.

Este mesmo trabalho de captura de movimento também passou por algumas evoluções. Serkis, que já está bem habituado a lidar com a tecnologia desde ‘O Senhor dos Anéis’, salientou que em ‘Planeta dos Macacos: A Guerra’ o processo foi otimizado, ficando ainda mais eficaz.

Segundo ele:

“O processo está bem mais moderno. Nós chegávamos pela manhã e pegávamos nosso equipamento – que por sinal é bem mais tecnológico. As câmeras faciais evoluíram, mas em essência, o maior salto em relação a ‘Planeta dos Macacos: O Confronto’ foi a possibilidade de filmar nas locações. Isso foi muito significante. E desde então isso tem sido mais robusto, mas também mais fácil de movimentar as câmeras ao redor. E quando paro para pensar, ‘O Confronto’ foi um filme bem íntimo. Era uma situação que se inicia em âmbito doméstico e então passa para uma família um pouco maior, nos átrios com todos os demais macacos. E ‘A Guerra’ cresce e se constrói em cima de uma comunidade bem maior e agora estamos diante desta situação onde lidamos com o épico, além de grandes paisagens”.

Em ‘Planeta dos Macacos – A Guerra‘, o terceiro capítulo da franquia de sucesso aclamada pela crítica, César e seus macacos são forçados a um conflito mortal com um exército de seres humanos liderados pelo cruel Coronel. Após os macacos sofrerem perdas inimagináveis, César luta com seus instintos mais sombrios e começa sua própria busca mítica para vingar sua espécie. Como a viagem final finalmente os trazem cara a cara, César e o Coronel são colocados uns contra os outros em uma batalha épica que irá determinar o destino de ambas as espécies e o futuro do planeta.

 

 

 

 

 

 

EXCLUSIVO! ‘Uma Noite de 12 Anos: Álvaro Brechner fala sobre a psique humana em meio ao isolamento

Encerrando a série de reportagens do filme ‘Uma Noite de 12 Anos‘, a jornalista Rafa Gomes conversou ao telefone com o cineasta Álvaro Brechner, que compartilhou seu processo criativo para construir uma realidade imersiva de absoluto isolamento.

O diretor ainda falou sobre a essência do longa e as expectativas quanto à possibilidade de entrar novamente para a pré-lista do Oscar.

Confira:

A história de Mujica, Mauricio Rosencof e Eleuterio Fernández Huidobro é bem conhecida entre o povo uruguaio. Qual foi o aspecto central que você quis abordar para trazer uma nova perspectiva da narrativa?

Para mim, a primeira coisa que tenho que dizer é que além da história que eu queria abordar, eu tentei fazer um filme que não trouxesse a perspectiva de um turista, que apenas passa rapidamente pela história, mas sim de um viajante, que se envolve com a jornada. Meu objetivo era fazer dessa experiência uma exploração de como esses três homens continuam lutando por aquilo que os torna humanos – mesmo perdendo tudo aquilo que envolve as necessidades básicas da vida e aquilo que os diferencia dos animais. E mesmo sem a linguagem, quando ela é retirada de cena, ela insistem nesse propósito. Para mim, o aspecto fundamental era essa batalha existencial, uma espécie de ‘a hora mais sombria’, onde tudo o que você tem, tudo com o qual você contou o tempo todo, simplesmente não existe mais, você não pode mais depender dessas coisas. Nessa condição, você retorna para à raiz da subsistência. E neste contexto, quis explorar como, em solitude, você começa a explorar mecanismos para sobreviver e se reinventar.

A sequência de abertura é fascinante e foi feita em uma tomada só, sem cortes, certo?

Sim, foi um plano sequência. Para mim, aquela tomada foi algo grande, pois quando tive a oportunidade de conversar com eles, eu tentei me colocar em seus lugares, buscando compreender como fora essa experiência de solidão. Nesse processo, uma das coisas que aprendi foi que quando o ser humano não tem aquelas coisas básicas de uma narrativa, como luz natural e a distinção entre o dia e a noite, ele começa a perder seu senso de orientação, sendo incapaz de diferenciar os dias da semana e os meses, ao ponto de ficar confuso. Seu tempo passa a ser circular e ele perde a habilidade de construir uma narrativa do que está acontecendo em sua vida. Sem poder falar, sem poder se comunicar, seu cérebro não consegue ordenar mais nada.

E de certa forma, eu quis começar o filme com esse plano sequência para tentar deixar um posicionamento, uma declaração clara de que estamos começando uma história que é circular. Depois disso, a vida se tornaria apenas sobre a sobrevivência e digo isso no sentido dessa luta incessante para permanecer vivo. O único problema é que nessas circunstâncias o homem já não é mais o mesmo. Seu cérebro não está mais como antes. E nessa situação, onde há a determinação pela liberdade, tudo que indica o que está acontecendo com eles – a única coisa que não lhes podia ser tirada – é o que de fato se passa em suas mentes, em sua imaginação, além da batalha interna para continuar sentindo algo real.

E esse não seria um filme sobre prisão…

Eu acho que não. Eu entendo que algumas pessoas pensem isso, mas para mim, um filme sobre prisão é uma jornada que na maioria das vezes fala sobre uma tentativa de fuga, uma condenação que leva o personagem a esperar 10, 20 ou 30 anos para poder retornar à liberdade. E esses homens não sabiam, naquele momento, o quanto eles ficariam aprisionados. Hoje sabemos quem eles se tornaram. Um virou o presidente do Uruguai, outro virou ministro… e também sabemos que o tempo que passaram encarcerados foi de 12 anos, mas à época, ninguém sabia nada disso. E outro aspecto que esse tipo de filme tem é a socialização. Em produções dessa natureza, eles se reorganizam no ambiente prisional e formam uma micro sociedade. Já neste longa, o grande problema é que eles sofriam com o isolamento e não podiam viver isso. Porque mesmo dentro de uma prisão normal, você recria as mesmas circunstâncias que o tornam humanos. Você se adapta ao local, à situação, aos demais prisioneiros. Mas aqui, eles só tinham a si mesmos.

Quais foram os aspectos visuais que você quis abordar para criar a experiência de isolamento?

Para mim, eu sempre pensei na essência da escuridão. Eu sempre quis abordar essa jornada para a escuridão, era isso que eu tinha em mente – as profundezas da alma e como ela se revela para além dessa situação. Então, para mim – em termos de visão -, eu tentei trazer vários níveis, mas o principal era tornar tudo realista, criar momentos reais ao ponto de que nem mesmo os atores saberiam o que iríamos fazer. Havia uma cena em que mudamos a situação e muitas vezes a câmera estava de um jeito específico para filmar os acontecimentos, mas os atores nunca estavam preparados para isso, para o que estávamos querendo registrar em tela. O objetivo foi justamente capturar tudo que estava acontecendo, mas sem antecipar nada. E foi o que fizemos. E claro, tudo tinha que ser, de certa forma, bem expressionista, mas também lidando com as fantasias dos personagens. Porque para entrar em suas mentes – se você quer ir nas profundezas de suas almas em um filme -, eu não queria que fosse do jeito que eles estariam supostamente visualizando. Eu queria deixar as imagens fora de foco ou na escuridão. Posteriormente vemos que eles não conseguem se ver, mas por poderem se ouvir, eles voltam a ser capazes de formular uma imagem uns dos outros. Naquele momento era ok criar uma visualização mais nítida, porque a mente poderia recriar o que está acontecendo no dormitório do lado. Mas estou falando do instante em que a mente começa a brincar com sua própria consciência, a misturar imagens para provocar fantasias, algumas vezes mesclando com eventos passados, apresentando-os de forma desorganizada. Isso é o que ocorre em um contexto de profundo isolamento.

E eu conheci muitos psiquiatras que possuem várias teorias de como o cérebro trabalha no isolamento, e eles pontuam que todas as imagens começam a vir à tona de forma descoordenada e o cérebro passa a ordená-las em um lugar que poderia ser agradável, em narrativas dramáticas, em formatos de narrativa. Mas o cérebro está lá, só que não sistematiza as ações que vêm de vários sentidos, então tudo começa a ficar misturado e ele não está preparado para conferir sentido a esse turbilhão de informações. E no caso do Mujica, que tentou nos explicar o que acontecia com ele, ninguém soube dizer da onde tudo aquilo estava vindo, mas ele estava vivendo essa experiência e é isso que, de algum jeito, nós tentamos recriar. É uma experiência particular impossível de transmitir, mas nós tentamos abordá-la de maneira cinematográfica.

Para aqueles que não são familiarizados com as histórias reais dessas três figuras, você acha que os aspectos psicológicos e emocionais fazem de ‘Uma Noite de 12 Anos’ um filme com o qual todos podem se identificar?

Eu sempre tento abordar histórias que tratem sobre a condição humana, os dilemas humanos. É claro que eu não faço isso pensando particularmente na audiência, seja ela internacional ou não. Vamos dizer que eu só estou pensando em mim. É o que eu pedi aos atores. Falei para eles pensarem em como personagens reais agiriam, o que eles fariam nessas circunstâncias. É como a cena da filha. Imagine que você enfrentou a experiência de conhecer sua filha pela primeira vez aos seis anos de idade, estando aprisionado. Você não precisa de mais informações para entender o que tudo isso significa. E eu creio que esse tipo de experiência não tem a ver com nacionalidade. É claro que cada pessoa vem de algum lugar diferente, ela possui uma origem. Mas esse filme se trata de coisas humanas. Não importa se o Rei Lear ou Hamlet vieram da Escócia ou da Dinamarca, entende? Ou se Shakespeare nasceu na Inglaterra. Eu como uruguaio me identifico a esses dilemas que cruzam fronteiras e eu espero que eles tenham genuinamente feito isso.

Para mim, essa foi uma das experiências cinematográficas mais imersivas e eu realmente creio que você tem uma chance na categoria de Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Você irá inscrever ‘Uma Noite de 12 Anos’ à pré-lista? Você acha que o filme poderia ser um ótimo representante da América Latina?

É claro que seria uma grande exposição e claro que seria incrível, mas é algo difícil para eu responder. No entanto, nós saberemos em breve se ele terá a chance de ser um dos possíveis indicados, mas eu realmente não sei. Com certeza eu adoraria isso, seria espetacular, mas agora estou focado em tentar aproveitar esse milagre da vida, essa aventura sensacional que esses caras tiveram. E poder ter realizado esse filme é um milagre mesmo e eu não quero pensar muito nisso por agora.

‘Almost Family’: Tretas familiares na nova promo da série dramática; Assista!

A nova série dramática do canal FOX, intitulada ‘Almost Family‘ (inicialmente intitulada ‘Not Just Me‘), ganhou uma nova promo, que traz os dissabores de um trio de irmãs que acabam de descobrir que são parentes.

Confira:

Criada por Annie Weisman, a série é baseada em uma produção australiana, ‘Sisters‘.

A trama segue Julia Bechley, uma jovem que acreditava ser filha única, até descobrir que, ao longo de sua bem-sucedida carreira como médico de fertilidade, seu pai usou o próprio esperma para conceber centenas de crianças, incluindo duas novas irmãs.

O elenco conta com Brittany Snow, Emily Osment, Megalyn Echikunwoke, Timothy Hutton, Mustafa Elzein, Mo McRae e Victoria Cartagena.

A série irá estrear no dia 2 de outubro, na FOX.

‘Belushi’: Documentário sobre aclamado comediante John Belushi ganha emocionante trailer

Um dos maiores comediantes dos Estados Unidos, John Belushi viveu uma vida curta, porém cercada de grandiosos trabalhos na TV e nos cinemas.

Membro da formação original do programa de sketches Saturday Night Live, ele protagonizou longas de prestígio como ‘Clube dos Cafajestes‘ e ‘Os Irmãos Cara de Pau‘.

E a sua trajetória, marcada pelo intenso consumo de drogas, vai ganhar um documentário produzido pela emissora Showtime, intitulado ‘Belushi‘.

Confira o trailer:

Belushi‘ é dirigido por R.J. Cutler e estreia no dia 22 de novembro na emissora Showtime.

Atriz Emily Ratajkowski acusa Robin Thicke de assédio sexual durante as gravações do clipe “Blurred Lines”

A modelo e atriz Emily Ratajkowski acusou o cantor Robin Thicke de tê-la assediado sexualmente durante as gravações do clipe da polêmica canção “Blurred Lines“.

O incidente foi detalhado em seu vindouro livro, intitulado “My Body“, conforme revelado pelo portal The Sundaey Times, que noticiou a informação no último fim de semana.

Segundo um trecho da obra, a atriz fora inesperadamente abordada por Thicke, que chegou por trás e apalpou seus seios sem qualquer consentimento prévio.

“De repente, do nada, senti a frieza e a estranheza das mãos de um estranho envolvendo meus seios nus por trás. Eu instintivamente me afastei, olhando para trás, para Robin Thicke. Ele deu um sorriso bobo e cambaleou para trás, com os olhos escondidos atrás dos óculos de sol. Minha cabeça se voltou para a escuridão além do set. A voz [da diretora, Diane Martel] falhou quando ela gritou para mim: ‘Você está bem?'”.

Em entrevista à publicação, a diretora do vídeo comentou sobre o incidente:

“Lembro-me do momento em que ele agarrou os seios dela. Um em cada mão. Ele estava atrás dela, pois os dois estavam de perfil.”

Antes do suposto incidente, Ratajkowski relata que Thicke estava “um pouco bêbado” e “não parecia estar se divertindo da mesma maneira”.

Martel complementou o seu raciocínio, supondo que ele agiria de forma diferente, não fosse o efeito do álcool.

“Não acho que ele teria feito isso se estivesse sóbrio”.

Em seu livro, Ratajkowski supostamente escreve que ela “sentiu o calor da humilhação percorrer” seu corpo após o suposto incidente, acrescentando: “Eu não reagi – não realmente, não como deveria”.

Martel disse ao Times que confrontou o músico a respeito de seu comportamento, chegando a encerrar as gravações antes do tempo. No entanto, a atriz se ofereceu para finalizar os trabalhos.

“Eu disse: ‘O que diabos você está fazendo? Chega! As gravações estão encerradas’. Mas a Emily se ofereceu para que continuássemos e ela foi fenomenal. Ela é realmente a estrela do vídeo. Ela está zombando totalmente do olhar masculino com o seu belo corpo e energia feroz. Ela é brincalhona, não sedutora. E bastante hilária”.

No vídeo “Blurred Lines”, que foi filmado com um time totalmente feminino, Ratajkowski é uma das três modelos que dançam seminuas ao lado de Thicke, do cantor Pharrell Williams e do rapper TI.

Thicke viu o seu meteórico sucesso se transformar em pesadelo com o passar dos anos, graças à canção “Blurred Lines“. Além de ter sido processado pela família do cantor Marvin Gaye por plágio, ele e Pharrell Williams foram condenados a pagar US$ 5 milhões por infração de direitos autorias e uso indevido da canção “Got to Give It Up”.

Além disso, a canção caiu em desgraça, ao ser considerada ofensiva e por fazer alusão a uma relação abusiva, em que o homem insiste em querer ter relações com uma mulher, ainda que ela esteja recusando as suas investidas.

Lulu Wilson se junta a Gaten Matarazzo em nova comédia alucinante do Hulu

A atriz Lulu Wilson (‘Becky‘) foi confirmada no elenco da nova comédia sem título do Hulu, ao lado de Gaten Matarazzo (‘Stranger Things‘) e Sean Giambrone (‘The Goldbergs‘). O projeto é escrito e dirigido por Brian McElhaney e Nick Kocher, a dupla conhecida pelo trabalho cômico como BriTANicK.

Na trama, Wilson interpretará Lizzy, uma jovem inteligente, sarcástica e insegura. Embora inicialmente pareça fazer parte do grupo popular e superficial do campus, logo fica claro que ela esconde sua verdadeira personalidade — uma fã de fantasia e jogos de tabuleiro — para se encaixar e manter sua posição social.

Ainda sem título oficial, o projeto é conhecido nos bastidores como “The Untitled BriTANicK Pizza Movie”.

O criadores do coletivo humorístico BriTANicK são Brian McElhaney e Nick Kocher.

A produção é fruto de uma parceria entre os estúdios American High e All Things Comedy, dois nomes em ascensão no cenário de comédias independentes. A trama gira em torno de dois universitários solitários, Jack e Montgomery, que pedem uma pizza para viagem — mas, ao consumirem acidentalmente uma droga caseira, a simples tarefa de descer dois andares se transforma em uma odisseia surreal e transformadora.

Conhecidos por seu humor absurdista e timing afiado, McElhaney e Kocher prometem trazer à tela uma narrativa embalada por viagens psicodélicas, crises existenciais e sátiras da vida universitária. A dupla, que já colaborou com as produções Saturday Night Live e ‘It’s Always Sunny in Philadelphia’, assume também o roteiro e direção da comédia.

Gaten Matarazzo, além de protagonizar, atua como produtor executivo do longa. Ele vem de uma fase pós-‘Stranger Things‘ marcada por escolhas ousadas e papéis que expandem seu repertório cômico e dramático.

Sean Giambrone, aclamado por seu trabalho como Adam Goldberg, embarca numa comédia mais experimental, longe do formato familiar que o tornou conhecido.

O filme é produzido por Jeremy Garelick e Will Phelps, da American High, estúdio responsável por títulos como ‘Plano B‘ e ‘Sex Appeal‘, e por Billy Rosenberg, da All Things Comedy, selo fundado por Bill Burr. Também participam da produção Jazon Zaro, Max A. Butler e Molle DeBartolo.

Finn Wolfhard, de ‘Stranger Things’, é confirmado no terror ‘A Volta do Parafuso’

Finn Wolfhard, o astro de Stranger ThingseIt: A Coisa foi confirmado no elenco do terrorA Volta do Parafuso (The Turning). O longa, que traz também Mackenzie Davis (Blade Runner 2049), deve começar a ser filmado no primeiro semestre de 2018.

A adaptação do livro de Henry James para os cinemas, retrata os acontecimentos na vida de uma jovem babá que é contratada para cuidar de órfãos convencidos de que sua casa é mal-assombrada. Wolfhard fará o papel de um dos meninos órfãos.

Floria Sigismondi (American Gods) dirige, e Scott Bernstein e Roy Lee estarão na produção.

A Volta do Parafuso deve estrear nos cinemas em 2019.

Matt Damon apareceu em ‘Deadpool 2’ e você nem viu; Saiba qual cena!

[CUIDADO COM SPOILERS]

Mais um astro de Hollywood teve uma pequena participação emDeadpool 2 e muita gente nem percebeu. Diferente de Brad Pitt, que aparece rapidamente como o mutante invisível Vanisher, Matt Damon também apareceu no filme.

Segundo o roteirista Rhett Reese, em uma entrevista dada ao RadioTimes, Damon está debaixo de quilos de maquiagem, próteses, perucas e uma barriga falsa, para viver um dos caipiras que está conversando sobre papel higiênico quando Cable surge do futuro.

“Tenho todo um manifesto sobre papel higiênico. Eu fiz esse trecho, e mostrei para Ryan. Nós dois nos olhamos e dissemos: ‘Isso precisa estar no filme, de alguma maneira’. Então discutimos sobre qual ator de grande calibre precisaria fazer uma cena tão grandiosa quanto esta”

Além de Damon, o ator Alan Tudyk (‘Frozen’) completa a dupla de caipiras. Vocês notaram a participação?

Segundo o Deadline, Deadpool 2’ bateu o recorde de filme para maiores em sua estreia nos EUA.

O novo filme do Mercenário Tagarela arrecadou US$ 18,6 milhões nas sessões da noite de quinta, ultrapassando It: A Coisa (US$ 13,5 milhões), que possuía o atual recorde.

Projeções apontam que o filme deve arrecadar US$ 350 milhões em seu primeiro fim de semana no mundo.

Crítica | Deadpool 2 – Maior, Melhor e Muito Mais F*dão que o original

‘Deadpool 2’: Classificação indicativa baixa para 16 anos no Brasil!!!

Recentemente, a Fox divulgou o novo trailer de Deadpool 2’, que apresenta os heróis da X-Force em ação, em diversas cenas eletrizantes. O vídeo ainda traz uma série de hilárias referências de produtos da cultura POP, como Universo DCMCU e até mesmo ‘Os Goonies‘.

Confira:

Deadpool 2‘ foi escrito por Drew Goddard (‘O Segredo da Cabana’, ‘Perdido em Marte’) e  Ryan Reynolds.

Na trama da sequência, depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.

‘X-Men: Fênix Negra’ – Os Melhores Momentos do Novo Trailer

O trailer 2 de X-Men: Fênix Negra chegou à internet e deixou muitos fãs ansiosos. Seguindo nosso costume, analisamos os principais momentos do material e separamos os mais relevantes. Como já vimos parte do filme, há um pequeno spoiler no texto, mas não se preocupem, botamos um aviso antes. Voltando ao filme, Simon Kinberg vai tentar adaptar a saga da Fênix Negra para os cinemas. Será que agora vai? Confiram nossa análise!

Vozes na Cabeça

O trailer começa com Jean Grey (Sophie Turner) lamentando ter feito algo ruim. Ela conversa com uma voz em sua cabeça e se mostra muito contrariada e arrependida em ter feito esse algo. Tudo indica que ela matou alguém que era sua amiga, uma X-Men.

Tchau, J-Law

Logo em seguida, vemos a Mística (Jennifer Lawrence) tentando acalmar Jean no meio de uma rua. Não dá certo e ela é lançada longe. Para mim, a Mística será a grande morte do filme. Não só porque a atriz já se disse cansada do papel, mas também porque ela é um personagem non-grato entre os fãs.

 

❗❗❗ ALERTA DE SPOILER ❗❗❗

 

Missão Espacial

Nós já vimos essa sequência inteira e podemos afirmar que é incrível! É um resgate feito pelos X-Men no espaço. Ocorre um acidente e eles saem de órbita para salvar os astronautas. É visualmente muito interessante e explora bem os poderes da equipe em uma situação adversa.

 

❌❌❌ FIM DE SPOILER ❌❌❌

 

Primeiro Encontro

Vemos aqui a Força Fênix entrar em contato com Jean pela primeira vez. Nota-se uma clara referência aos quadrinhos ao perceber que o fogo começa a tomar a forma de uma Fênix. É um momento tenso e muito importante para a trama.

Último Encontro

Em seguida, o trailer nos apresenta um enterro. Nele, vemos Charles Xavier (James McCavoy), Magneto (Michael Fassbender) e o Fera (Nicholas Hoult). Se formos buscar lá em X-Men: Primeira Classe (2011) percebemos que esses são três personagens centrais no desenvolvimento da Mística da nova trilogia. Mais um indício de que a azulzinha vai bater as X-Botas.

Sem Vida Fácil

Ao longo do trailer, vemos diversos X-Men passando por cenas de dor e sofrimento. Essa em especial é bem pesada, pois parece que o todo poderoso Magneto está penando nas mãos da Fênix Negra.

A Voz na Cabeça

Jessica Chastain aparece como sua personagem ainda sem nome. Ela vai guiar e manipular Jean em sua jornada rumo à vilania. Apesar de ser desconhecida, a personagem da senhorita Chastain se mostra cada vez mais parecida com a própria Força Fênix. Uma representação em forma humana da Entidade.

A Culpa É do Careca

Xavier e Fera conversam sobre como trazer Jean de volta, até que o cadeirante é acusado de ser o culpado pela situação. Xavier tenta se defender dizendo que está tentando protege-la. Essa é uma questão chave nos quadrinhos. O que o Professor Xavier chama de proteção está muito mais próximo de controle do que auxílio. A negligência dele é parte fundamental para que a Fênix chegue até ela.

Vamos matá-la!

Magneto revela seu plano para detê-la. Vai dar certo? Provavelmente não.

Coleiras Anti-Mutantes

Como visto em Deadpool 2, as Coleiras inibem os poderes mutantes. Para tanto os X-Men quanto a Irmandade estarem presos num caminhão é porque a Fênix aprontou em público. Alguma demonstração de seus poderes causou um desastre, afetando os humanos “normais”. Isso vai manchar ainda mais a reputação dos Mutantes.

A Fênix está entre nós!

O trailer termina com a Fênix estraçalhando o trem no qual seus amigos estão. Não sabemos quem está no controle do corpo mutante, se é a Fênix ou Jean. O importante é que ela destrói um trem em movimento como se fosse um tubo de papelão.

 

Ansiosos?

X-Men: Fênix Negra estreia em 6 de Junho de 2019

Crítica | Intruso – Suspense Brasileiro que estreia nos cinemas 13 Anos Depois!

Sim, é isso mesmo que você leu. Esta semana temos um suspense brasileiro estreando em circuito nacional com treze anos de atraso. Apesar da coincidência com o número do azar, a verdade é que o longa ‘Intruso’ é um desses projeto que têm certo ar de filme B que passa em festivais de cinema para um público bem seleto. O longa foi rodado há 13 anos, em 2006, com uma verba de apenas R$ 10 mil.

O argumento não é exatamente original: em uma casa, uma família (pai, mãe, seus três filhos já grandes, a esposa de um deles, a neta e o cachorro) está presa neste ambiente, tensa, aguardando a chegada de um indivíduo que está prestes a aparecer, porém, não dá para precisar quando. Com sua chegada, o clima entre os familiares piora, pois todos, a partir desse momento, têm que viver sob rígida vigilância deste sujeito e obedecer suas ordens, sob o risco de severa punição. Tudo que o espectador sabe é que ninguém pode sair da casa ou se comunicar com o mundo externo: todo mundo tem que agir naturalmente, como se suas rotinas não tivessem sido afetadas.

É complicado avaliar um filme desses tanto tempo depois, sabendo que todo mundo envolvido na produção já evoluiu suas carreiras. Isto porque o elenco conta com nomes conhecidos do mercado, como Eriberto Leão (bem congelado no papel do intruso suspeitoso), Juliana Knust (a mais natural do elenco, no papel da filha mais velha, possivelmente recém-saída de ‘Malhação’), Genezio de Barros (razoável como o pai de família preocupado, pois manteve a mesma expressão desesperada durante todo o tempo), Lu Grimaldi (como mãe, parece que ela buscou suas fontes no Expressionismo, mas recaiu no clichê) e participação especial de Danton Melo (que está a cara do Pablo Escobar).

O longa tem uma atmosfera de filme caseiro e antigo, quase como se tivesse sido filmado em VHS (na verdade, hoje é que fazemos filmes com melhor tecnologia, em alta definição de cores). É interessante pensar que sua produção foi feita com apenas dez mil reais de orçamento, e que os atores toparam ficar hospedados na própria casa onde foi gravado o longa, para diminuir os custos da produção. Considerando que todos eles já tinham carreiras reconhecidas na época da gravação, topar essa empreitada sinaliza comprometimento com o projeto e com a arte, e é muito legal valorizar isso.

Dentro das possibilidades da época, a direção de Paulo Fontenelle conseguiu alcançar um resultado razoável com o longa-metragem, mas não uma imersão total do espectador no conflito da trama. O público pode levar um ou dois sustos, mas em boa parte do longa nós apenas acompanhamos uma sequência óbvia e repetitiva de cenas parecidas.

Para quem curte um cinema mais experimental e intimista, ‘Intruso’ é uma boa opção, com um desfecho interessante que surpreende quando se revela.

 

‘Esquadrão Suicida’: Fotógrafo do filme revela imagens assustadoras e inéditas do Coringa

O Coringa polêmico de Jared Leto ganhou novas imagens nunca antes vistas. O fotógrafo de ‘Esquadrão Suicida‘, Clay Enos, divulgou cinco fotos bastante interessantes.

Confira:

As filmagens do novo filme solo do personagem já se encerraram. E para comemorar o marco, o diretor do longa, Todd Phillips, publicou uma nova imagem em sua conta do Instagram, pontuando também o início do processo de pós-produção.

Confira:

 

Visualizar esta foto no Instagram.

 

That’s a wrap on production. Thanks to the greatest crew NYC has to offer. It was a fun shoot— but we’re not there yet. #editingroom

Uma publicação compartilhada por Todd Phillips (@toddphillips1) em


A estreia de Coringa será dia 3 de outubro de 2019.

A trama deve explorar a cultura noturna da cidade de Nova York, dando destaque inclusive a clubes de strip-tease. Ou seja, é muito provável que o filme seja para maiores de idade.

‘Coringa’: Joaquin Phoenix diz que não se importa com opinião dos fãs sobre sua interpretação

Filme de origem do Coringa será ‘assustador’, afirma Joaquin Phoenix

O plano é lançar um novo selo chamado de DC Dark ou DC Black, parte de uma mudança de estratégia da Warner após o péssimo resultado de Liga da Justiça nas bilheterias.

O longa contará com o orçamento de US$ 55 milhões, valor relativamente baixo.

“20 anos antes do Batman salvar a cidade na trilogia de ‘Cavaleiro das Trevas’, Gotham era um lugar perigoso. Nos cantos onde o crime se escondia, um homem tenta escapar do seu terreno desafortunado, através de uma paixão pela teatralidade e pela comédia stand-up. No entanto, um dia ruim é tudo o que basta nesta cidade, e logo, este homem de boas intenções se tornou o criminoso mais perigoso de todos: o Coringa. Dirigido pelo indicado ao Oscar, Todd Phillips (‘Cães de Guerra’) e produzido pelo vencedor do Oscar, Martin Scorsese (‘Os Bons Companheiros’), esta prequel do indicado ao Oscar, Christopher Nolan, ‘Cavaleiro das Trevas’, vai explorar como o Palhaço Príncipe do Crime veio a se tornar o que é”.

Vale ressaltar que a história deve se passar em uma Gotham City dos anos 80, além de estar separado do atual Universo Estendido DC, fazendo parte de um novo selo para filmes independentes com os personagens DC Comics.

‘Monstro do Pântano’: James Wan responde ao inusitado cancelamento da série

James Wan tornou-se bastante envolvido com os projetos do universo DC nos últimos anos: além de ter dirigido o recente ‘Aquaman’, serviu como produtor executivo de Monstro do Pântano, série que foi inusitadamente cancelada pela Warner.

Agora, Wan recorreu ao seu Instagram para expressar seu descontentamento com o término do show, dizendo que “o elenco e a equipe se entregaram com o coração [na produção]. Muito orgulhoso do duro trabalho de todos. Vá assistir ao segundo episódio e imortalize todos os dez. O Monstro merece”.

A decisão do cancelamento partiu dos executivos da WarnerMedia/AT&T, que não gostaram da direção que a série estava caminhando. Ironicamente, a produção teve uma ótima reação do público e dos críticos, alcançando 92% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O restante dos episódios será exibido semanalmente, como previsto.

Baseada nos quadrinhos da DC Comics, a série tem classificação indicativa para maiores de 18 anos.

Quando a pesquisadora do Centro de Controle de Doenças, Abby Arcane, retorna à casa em que passou sua infância em Louisiana, para investigar um vírus mortal transmitido por um mistérios pântano, ela desenvolve um vínculo amoroso com o cientista Alec Holland. Mas enquanto forças poderosas descobrem o lugar, Abby descobrirá que o pântano guarda segredos místicos, horripilantes e maravilhosos.

O elenco conta com Crystal Reed, Adrienne Barbeau, Jennifer Beals, Virginia Madsen, Ian Ziering, Will Patton, Andy Bean, Derek Mears, Kevin Durand, Henderson Wade, Jeryl Prescott e Maria Sten.

‘Missão Impossível 7’: Ator de ‘Star Trek’ entra para o elenco da sequência

O diretor Christopher McQuarrie anunciou recentemente em seu Twitter que o ator Shea Whigham foi elencado em ‘Missão Impossível 7’ e no já anunciado Missão Impossível 8. Entretanto, não se sabe exatamente que personagem ele irá interpretar.

Whigham é conhecido por diversos papéis coadjuvantes em Hollywood, tendo aparecido em obras como ‘Star Trek: Beyond’Kong: Ilha da CaveiraO Lobo de Wall StreetCoringa.

Segundo o We Got This Covered, o astro Tom Cruise, que vive o protagonista Ethan Hunt, revelou que o oitavo filme será seu último dentro da aventura e que ele pretende seguir com outros projetos depois de seu adeus.

Sabe-se que as duas próximas iterações serão filmadas ao mesmo tempo, mas não se sabe quando o último capítulo chegará aos cinemas.

Pom Klementieff foi a mais recente adição ao elenco de ‘Missão Impossível 7’. Ao que tudo indica, ela dará vida a uma femme fatale ainda sem nome e reprisará o papel no próximo longa-metragem. Hayley Atwell completa o elenco.

‘Missão Impossível 7’ chega aos cinemas no dia 23 de julho de 2021.

‘Ursos sem Curso’: Filme do Cartoon Network tem estreia adiada

Cartoon Network revelou recentemente que seu filme Ursos sem Curso, baseado na série homônima do canal, teve sua estreia adiada.

Anteriormente programado para amanhã, 08 de junho, o longa será lançado em VOD em 30 de junho. Ainda não se sabe quando a obra chega ao Brasil.

Assista ao trailer:

Quando o amor dos ursos protagonistas por food trucks e vídeos virais sai de controle, chama a atenção do ameaçador Agente Trout, do Controle da Vida Selvagem, que resolve restaurar a “ordem natural” das coisas ao separá-los para sempre. Caçados em sua própria casa, Grizz decide que a única coisa que podem fazer é encontrar refúgio… No Canadá!

Eric Edelstein, Demetri Martin e Bobby Moynihan estrelam a produção como Grizz, Ice e Panda.

Cameron Esposito, Ellie Kemper, Jason Lee, Patton Oswalt, Mel Rodriguez, Charlyne Yi, Marc Evan Jackson e Amber Liu completam o elenco.

‘Dollhouse’: Selena Gomez vai estrelar thriller psicológico no mesmo estilo de ‘Cisne Negro’

Segundo o ColliderSelena Gomez irá estrelar o novo thriller psicológico da STXfilms intitulado Dollhouse. Gomez entrará como produtora através de sua companhia, a July Moon Productions, e em colaboração com Shawn Levy, da 21 Laps.

Enquanto sabe-se que Michael Paisley assinou o roteiro, poucos detalhes da trama foram revelados. Entretanto, a narrativa será centrada no cenário fashion de Nova York e terá uma veia parecida com o aclamado Cisne Negro, de Darren Aronofsky.

Gomez continua apostando em sua carreira como produtora, tendo ficado responsável pelo drama adolescente 13 Reasons Why, da Netflix, e da comédia romântica The Broken Hearts Gallery, que estreou recentemente nos cinemas internacionais.

Como atriz, alcançou estrelado ao interpretar Alex Russo na série Os Feiticeiros de Waverly Place. Seus outros créditos incluem a franquia animada Hotel Transilvânia, na qual reprisará seu papel como Maeve na quarta e vindoura entrada, a dramédia Um Dia de Chuva em Nova YorkOs Mortos Não Morrem.

Gomez também tem uma prolífica carreira como cantora, tendo realizado três colaborações com a banda The Scene e, em 2013, fez sua estreia solo com Stars Dance. Seu segundo álbum solo, Revival, tornou-se um sucesso de crítica e, neste ano, debutou em primeiro lugar na Billboard 200 com o bem recebido Rare.

Nenhuma outra informação foi revelada.

Ranking | Remakes Live-Action da Disney do Pior ao Melhor

O império Disney chegou em uma nova e conturbada era: a dos remakes em live-action.

Por incrível que pareça, essas investidas cinematográficas não começaram há pouco tempo, tendo aparecido desde os últimos anos do século passado e ganhando uma dimensão assustadora na década de 2010. Entretanto, poucas dessas produções conseguiram cativar o público ou mostrarem-se competentes o bastante para acrescentar alguma coisa nova a uma esfera que já dá ares de saturação.

Com raríssimas exceções – e com projetos que se estendem para a década inteira, praticamente -, é um fato dizer que a companhia em questão precisa voltar a suas histórias originais ou ao menos entender o que de errado se repete em tantos longas-metragens péssimos ou medíocres.

Nessa mais nova matéria, fizemos um ranking com todos os live-actions da Disney – excluindo ‘Peter Pan (2003), visto que ele pertence à Universal Pictures, e Pan(2015), que é, na verdade, uma história de origem. Mantivemos o restante, incluindo Malévola (2014), que se intrinca com A Bela Adormecida, e sequências como Alice Através do Espelho e ‘102 Dálmatas’.

Confira abaixo nossa lista e não se esqueça de comentar quais são seus remakes favoritos

13. ALICE ATRAVÉS DO ESPELHO (2016)

Se Tim Burton não conseguiu nos encantar com sua releitura da clássica obra de Lewis Carroll em 2010, era pouco provável que James Bobin alcançasse tal feito – e o resultado da sequência Alice Através do Espelho é tão insossa quanto o longa-metragem anterior.

Apesar dos competentes efeitos visuais, que já são conhecidos dentre as obras supervisionadas por Burton, a narrativa que traz a personagem-título de volta ao mundo das Maravilhas peca irreparavelmente ao tentar explicar um panteão que não tem explicação. Como se não bastasse, a bizarra narrativa é acompanhada por péssimas atuações de Mia Wasikowska, Johnny Depp e Sacha Baron Cohen.

12. 102 DÁLMATAS (2000)

101 Dálmatas se tornou um clássico do panteão Disney principalmente por sua estética impressionista bastante inovadora e que ainda não havia sido utilizada nas animações predecessoras. Qual foi nossa surpresa quando a companhia anunciara um live-action com os fofos cachorrinhos liderados por Glenn Close – e mais ainda quando o fracassado filme gerou uma sequência.

Close retorna para o papel de Cruella de Vil, agora reabilitada devido a um tratamento de hipnose, e carrega consigo um gatilho que a coloca de volta numa jornada para fazer casacos com peles de dálmata. O conto é tão impalpável que consegue transformar alguns dos maiores performers da geração – incluindo Close e Gérard Depardieu – em caricaturas ridículas de algo que não tinha a menor chance de ficar bom.

11. ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS (2010)

A viagem non-sense de Alice começou em 1951 e, desde então, foi relida das mais diversas formas para mídias completamente diferentes. E, considerando que Burton já havia nos entregado algumas pérolas do cinema – como ‘Sweeney Todd’ e ‘Edward Mãos-de-Tesoura’ -, poderíamos nos convencer erroneamente de que o remake da animação seria bom.

O resultado catastrófico é mascarado pelo incrível uso dos efeitos especiais, que também não chegam a ser suficientes para nos desviar da podre trama arquitetada. Em um filme tão vibrante quanto este, é irônico pensar que ele insurge numa miscelânea incompreensível sem vida e sem qualquer envolvência.

10. Mulan (2020)

A verdade é que, considerando as vazias adaptações que permearam o novo ciclo da Disney – incluindo Dumbo’ O Rei Leão, com raríssimas exceções -, não poderíamos deixar de ficar com um pé atrás. Com a divulgação dos primeiros matérias promocionais, ficaria bem claro que a aclamada diretora Niki Caro (‘Encantadora de Baleias’) teria um trabalho gigantesco para honrar tanto o trailer quanto as imagens, apresentando-nos um gostinho de um épico bélico ambientado na China imperial – e perscrutada por momentos de ação de tirar o fôlego. Caro, conhecida por sua abordagem sensível de dramas cotidianos, mostrou uma versatilidade apaixonante ao render-se ao panorama mainstream, sem deixar de promover uma cautela estética a cada frame. É claro que, ao longo de percurso, certos deslizes ganham força – e por vezes falam mais altos que os idílicos cenários.

No final das contas, Mulan se prova como um exuberante e impecável atração estética, manchada por um circinal roteiro que parece não acreditar em si mesmo.

9. 101 DÁLMATAS (1996)

‘102 Dálmatas’ foi uma produção desnecessária, mas seu predecessor 101 Dálmatas ainda tentou recuperar as glórias do longa-metragem da década de 1960. Entretanto, como boas intenções não querem dizer muita coisa, não é surpresa que o filme se tornou mais uma investida desnecessária (e isso perto da virada do século).

Com exceção da competente e memorável atuação de Close como uma das maiores e melhores vilãs do panteão Disney, o live-action não cumpre sua promessa de nos emocionar, criando um tour-de-force sem sentido e sem qualquer prospecto para conquistar o público. Ao menos os cachorrinhos estão fofos.

8. DUMBO (2019)

Convém-se dizer que Dumbo não necessariamente é um dos filmes mais adorados de todos os tempos, visto que a obra de 1941 passa por muito pouco a duração de uma hora e arquiteta uma narrativa que vale mais a pena por seu nonsense e por suas sutis críticas. Entretanto, Burton voltava mais uma vez aos holofotes ao se lançar na missão de não apenas trazer o icônico elefante voador para as telonas mais uma vez, mas também expandir seu universo.

O resultado é mais uma vez falho e, na verdade, parece ter deixado a marca de que as releituras da Disney seguiam há algum tempo: sua completa falta de necessidade. De fato, o longa-metragem poderia ter acabado com seu primeiro ato e não faria a mínima diferença – nem mesmo a sedutora presença de Eva Green é competente o bastante para apagar o espetáculo de horror.

7. MALÉVOLA: DONA DO MAL (2019)

“Desde os primeiros minutos do longa, fica perceptível que a equipe criativa não soube decidir entre manter o clima mais dark do antecessor ou abraçar o estilo clássico e batido dos contos de fadas não tão famosos do grande público. E isso reflete não apenas no visual, mas no estilo narrativo. Eles seguem tentando contar a história da Bela Adormecida pela ótica da vilã que não é vilã, mas agora esbarram em outro desafio: a princesa Aurora (interpretada pela fofa Elle Fanning) não apenas é um personagem que tenta conquistar seu espaço em tela, mas também tem seu próprio núcleo de personagens. Isso acaba fazendo de Malévola uma coadjuvante de sua própria história.” – Pedro Sobreiro

6. MALÉVOLA (2014)

Malévola é relembrado por dois breves aspectos: sua direção de arte, aliadas aos efeitos especiais de ponta, e a atuação de Angelina Jolie em um esforço para salvar o longa-metragem de uma ruína iminente – seja para o bem ou para o mal.

Recontar a história de A Bela Adormecida não é uma tarefa fácil, mas o diretor Casper Van Dien nem ao menos se esforçou para recuperar os clássicos elementos de 1959. O resultado final é uma decepção atrás da outra, com resoluções apressadas, cenas de ação incabíveis e uma péssima performance de Elle Fanning e Van Dien como Aurora e Stefan, respectivamente.

5. O REI LEÃO (2019)

Com um visual impecável e que traz o melhor do fotorrealismo, o retorno de Simba e Nala para a nova versão de O Rei Leão só vale mesmo a pena por sua estética. De resto, o longa-metragem é uma falha cópia de uma memorável narrativa à qual falta magia e até mesmo expressividade – seja pela feição dos animais ou pela força da dublagem (original ou brasileira).

Na verdade, o longa-metragem poderia muito bem ser apenas uma extensão cinematográfica de qualquer programa do National Geographic. Nem mesmo a tensão das novas sequências e a repaginação dark do roteiro conseguem nos comover, e isso sem falar da completa falta de química entre basicamente todos os personagens – salvo Timão (Billy Eichner) e Pumba (Seth Rogen).

4. CINDERELA (2015)

Cinderelaparece ter tido o efeito contrário do esperado no público, o qual alegava que a produção era ruim por não ser fiel à animação – mas, na verdade, a investida de Kenneth Branagh no panteão Disney é competente o suficiente para alcançar o patamar de uma boa remasterização.

Apesar de Lily James entregar uma boa atuação, Cate Blanchett rouba nossa atenção em uma versão ainda mais cruel de Lady Tremaine. E, se as músicas clássicas fizeram falta, Helena Bonham Carter como a Fada Madrinha e os incríveis efeitos especiais desviam nosso foco e, no final das contas, nos divertem mais uma vez

3. A BELA E A FERA (2017)

Nenhum remake em live-action é necessário, por assim dizer. Nem mesmo as melhores produções se desvencilham desse rótulo – afinal, por que não apenas ficar com as obras originais? Dito isso, Bill Condon fez um trabalho considerável ao levar ‘A Bela e a Fera’ de volta aos cinemas, ganhando aclame pela fidelidade à obra original, pelos elementos teatrais que compuseram a narrativa e pelas atuações de Emma Watson, Dan Stevens e Luke Evans.

É claro que a estética da mobília que compõe o elenco coadjuvante pode assustar por seu chocante realismo, mas ao menos as vozes por trás dos personagens imprimem uma atuação surpreendentemente boa – e até mesmo as canções originais recebem um escopo diferente e prático.

2. ALADDIN (2019)

Aladdin pode não ter feito o sucesso que prometeu entre a crítica, mas considerando as extensas investidas da Disney em recriar suas próprias peças fílmicas, o longa-metragem cumpre o que promete e cria uma mística aventura liderada por Mena Massoud como o personagem-título e Will Smith como uma hilária rendição do icônico Gênio da Lâmpada.

Com exceção de alguns deslizes, incluindo a música original e a atuação canastrona de Marwan Kenzari, o resultado é interessante, envolvente e dançante em aspectos inesperados – além de uma hábil performance de Naomi Scott como a Princesa Jasmine.

1. MOGLI: O MENINO LOBO (2016)

Jon Favreau é conhecido por ser um dos nomes mais versáteis da indústria do entretenimento contemporânea – mas seu sucesso veio com um dos filmes mais memoráveis da década: ‘Mogli: O Menino Lobo’.

A nova versão do clássico de Rudyard Kipling alcançou o feito de melhorar a animação original, mesmo tendo feito alguns cortes de protagonismo (como Kaa, que aparece menos do que deveria) e abandonado o choque pós-vaudeville de 1967. Porém, no geral, as aventuras do protagonista-título ganharam uma dimensão fotorrealista de impressionante catarse cênica e todas as expressões antropomorfizadas que não existem em O Rei Leão aparecem aqui com deliciosas atuações de Bill Murray, Ben Kingsley, Scarlett Johansson e outros.

Não é surpresa que o filme tenha recebido uma série de prêmios, incluindo a estatueta de Melhores Efeitos Especiais no Oscar 2017 e Melhor Produção no Annie Awards (um dos circuitos de maior prestígio na animação). Além de recuperar a glória dos estúdios Disney, ‘Mogli’ tornou-se base para longas-metragens futuros – e suas conquistas deveriam ser seguidas à risca.

‘A Jornada de Vivo’: Animação da Netflix com Lin-Manuel Miranda ganha clipe oficial e data de estreia

Netflix divulgou hoje (22) um novo clipe dublado de A Jornada de Vivo (‘VIVO’), animação original estrelada por ninguém menos que o múltiplo vencedor do Tony Lin-Manuel Miranda (‘Hamilton’, ‘O Retorno de Mary Poppins’).

O vídeo anuncia a estreia do longa-metragem na plataforma: 06 de agosto.

Confira:

O filme é co-dirigido por Kirk DeMicco (‘Os Croods’) e Brandon Jeffords (‘Tá Chovendo Hambúrguer’). DeMicco também assina o roteiro ao lado de Quiara Alegría Hudes.

Miranda fica responsável pelas músicas originais do longa, com Alex Lacamoire cuidando da trilha sonora.

O musical animado gira em torno de Vivo, um kinkajou único (ou seja, um “urso do mel” tropical) que deve encontrar seu caminho de Havana para Miami para entregar uma música em nome de seu adorado dono e mentor, Andres. VIVO é uma história apaixonante sobre coragem, família e a crença de que a música abre portas para novos mundos.

Gloria Estefan, Ynairaly Simo, Zoë SaldañaMichael RookerBryan Tyree HenryNicole ByerLeslie David BakerKatie LowesOlivia TrujilloLidya Jewett completam o elenco.

Crítica | ‘And Just Like That…’ é guiado por performances incríveis, mas falha em recuperar a essência de ‘Sex and the City’

Em 1998, a dramédia romântica Sex and the City estreava na HBO e, em pouco tempo, tornou-se um dos maiores sucessos da época e ajudou a aumentar a popularidade do canal em um nível estratosférico. Estrelada por Sarah Jessica Parker, Kristin Davis, Cynthia Nixon e Kim Cattrall, a produção levou para casa nada menos que sete estatuetas do Emmy e oito Globos de Ouro, além de ter colocado a carreira de suas protagonistas nos holofotes. Agora, quase duas décadas e meia mais tarde, o público que se apaixonou pelas aventuras de Carrie Bradshaw recebeu um convite inesperado para retornar a Nova York com o revival And Just Like That…’.

Toda a estrutura que precedeu a estreia dos dois primeiros episódios na HBO Max trilhou um caminho bastante interessante e que prometia seguir uma via de mão dupla – resgatando os fãs originais da obra e introduzindo personagens que ficaram marcadas na cultura pop para uma nova geração. Entretanto, apesar de atuações fabulosas de um elenco que envelheceu como vinho, não é possível dizer o mesmo do excessivo e profuso roteiro, pincelado com diálogos desnecessários e um apelo melodramático em demasia. É claro que não podemos tirar mérito do criador e showrunner Darren Star em revisitar o glamuroso e divertido microcosmos que arquitetou, mas nem suas melhores intenções são o suficiente para ofuscar os múltiplos deslizes que se estendem numa frustrante estreia.

Parker retorna como Carrie, uma amadurecida mulher que não deve nada a ninguém e que, agora, procura se adaptar ao frenesi tecnológico dos millenials e da Gen-Z, aproveitando seu background como jornalista e comunista para adentrar o mundo dos podcasts e perceber que a vida que conhecia mudou por completo. Ao seu lado, temos Miranda Hobbes (Nixon), que retorna para conseguir seu PhD em direito e fazer da sociedade uma estância melhor; e a sempre emocionada Charlotte York (Davis), que concilia o tempo com suas amigas e com a sua família, tentando ajudar a todos com seu jeito único de ser. E, talvez, deixar Cattrall de fora como a icônica Samantha Jones não tenha sido a melhor jogada – afinal, todo a essência cômica parece ter sido drenada e transmutada em uma versão mais leve e elegante demais para ser absorvida por um público que pode não compreender a dubiedade das piadas.

De qualquer forma, é preciso comentar que a química do elenco permanece mais viva do que nunca e, por essa razão, somos transportados para um universo alheio à própria verdade, mas sem abandoná-la. Em meio a apartamentos luxuosos, jantares caros e figurinos estonteantes, o trio em questão lida com problemas pessoais que tomam um rumo surpreendente e tocante. Logo no primeiro capítulo, intitulado “Hello It’s Me”, uma menção pungente à canção homônima de Todd Rundgren, Carrie se vê no centro de um turbilhão de emoções que dá adeus a John (Chris Noth), seu marido, e mergulha no perigoso cenário da autorreflexão intimista.

É notável como Michael Patrick King, responsável tanto pela narrativa quando pela direção, não tem medo de arriscar – mas o fato de construir algo diferente acaba cedendo a uma fúnebre atmosfera que mancha o ritmo das iterações, ainda que por poucos momentos. King encontra espaço de sobra para resgatar os elementos clássicos da série original e incrementá-los com um requinte apaixonado que faz ótimo uso dos elementos imagéticos, como a paleta de cores, a fotografia comedida e uma condução sólida que busca referências no pináculo do gênero. Mas sua preocupação não se concentra como poderia na história em si, abandonando um enredo que exala com potencial ilimitado para falas sem substância e redundantes – por exemplo, a péssima sequência de abertura do piloto.

Mesmo com tantos tropeços, somos agraciados com pulsões de vulnerabilidade e de quebras de expectativa inteligentes, especialmente quando Parker e Nixon se lançam em uma tour-de-force narcótica. Parker lida com a supracitada perda do esposo, vendo sua vida virar de cabeça de para baixo, fornecendo mais camadas de complexidade à personagem; Nixon é centro de um conflito geracional e de uma comunidade recheada de minorias que abre seus olhos para a multiplicidade étnica que agora domina o mundo. No topo de tudo isso, temos introduções bem-vindas ao elenco, que incluem Sara Ramirez como Che Diaz, chefe de Sarah e uma pessoa muito aberta a discutir sobre temas como identidade de gênero e orientação sexual; Nicole Ari Parker como a espirituosa e ansiosa Lisa Todd Wexley; e a sistemática Karen Pittman como Nya Wallace.

Entre trancos e barrancos, ensejos de brilhantismo não são o bastante para esconder os equívocos que se espalham pelos episódios iniciais de And Just Like That…’ – e, no final das contas, os fãs assíduos da produção original serão os maiores beneficiados. Felizmente, somos cativados por rendições de tirar o fôlego e uma audácia memorável, destilando um gostinho de que as coisas podem melhorar muito nas semanas seguintes.

‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ estreia nos cinemas nacionais; Veja curiosidades sobre o filme!

E a espera acabou!

O aguardado Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ estreou hoje, 05 de maio, nos cinemas nacionais e promete fazer um enorme sucesso entre os fãs.

Dirigido por Sam Raimi e estrelado por Benedict CumberbatchElizabeth OlsenXochitl Gomez, a trama acompanha Stephen Strange e America Chavez atravessando realidade alternativas e explorando o multiverso enquanto batalham uma ameaça gigantesca que ameaça destruir tudo o que conhecem – e, no caso, não posso contar muito sobre a história do longa-metragem sem dar spoilers significativos da trama.

Para celebrar o lançamento oficial da produção no Brasil, preparamos uma breve lista com algumas curiosidades de bastidores, que você pode conferir abaixo:

  • Olsen viajou para Londres para trabalhar no projeto apenas dois dias depois de ter terminado as gravações da aclamada minissérie ‘WandaVision’, de 2021.
  • Este foi o primeiro longa comandado por Raimi em nove anos. Seu último trabalho havia sido ‘Oz: Mágico e Poderoso’, releitura de ‘O Mágico de Oz’ lançada em 2013.
  • O filme possui conexões com diversas produções anteriores da Marvel Studios, incluindo ‘Loki’‘What If…?’‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’, além de se passar depois dos eventos de ‘WandaVision’.

  • Quando Scott Derrickson, diretor do primeiro filme, estava atado como diretor, ele tinha planos de apresentar Namor na história. Namor e Dr. Estranho eram aliados e membros do time de super-heróis conhecido como Defensores. Como Derrickson deixou o projeto, Namor fará sua provável estreia no MCU em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre’.
  • Enquanto boa parte dos títulos do MCU são lançados sob o rótulo de “ação”, “comédia”, “drama”, “ficção científica” e “fantasia”, ‘Multiverso da Loucura’ foi caracterizado dentro do gênero de “terror”.

  • Este é o primeiro projeto da Marvel a ser especificamente creditado como “uma produção de Kevin Feige“, presidente do estúdio, bem como a primeira vez em que Raimi adotou um crédito possessivo (“um filme de Sam Raimi”) em 41 anos de carreira.
  • Esta é a segunda vez que Danny Elfman foi escalado para compor a trilha sonora de um título do MCU. Ele já havia trabalhado anteriormente em ‘Vingadores: Era de Ultron’.

  • O título do filme é homenagem ao clássico romance ‘Nas Montanha da Loucura’, do escritor H.P. Lovecraft, bem como uma oportunidade de utilizar a aliteração, marca registrada do lendário Stan Lee (como visto em Stephen Strange, Bruce Bannr, Matt Murdock, Peter Parker, Reed Richards, Susan Storm, entre outros).
  • Lily RestoIsabela Merced foram cogitadas para interpretar America Chavez, mas o papel foi eventualmente dado a Gomez.
  • Quanto atado ao projeto, Derrickson estava em negociações para que Natasha Lyonne fosse escalada para um papel misterioso.

‘Blonde’: Polêmica cinebiografia sobre Marilyn Monroe estreia na Netflix!

A polêmica cinebiografia de Marilyn Monroe, ‘Blonde‘, dirigida por Andrew Dominik e estrelada por Ana de Armas, finalmente chegou à Netflix.

A produção foi lançada hoje, 28 de setembro, na plataforma de streaming.

Após uma infância traumática, Norma Jeane Mortenson (Ana de Armas) tornou-se atriz, na Hollywood dos anos 1950 e início dos anos 1960. Ela se transformou em uma figura mundialmente famosa, sob o nome artístico de Marilyn Monroe. Todavia, por trás dos holofotes da fama, a atriz vivia guerras pessoais, e suas aparições na tela contrastam fortemente com os problemas de amor, exploração, abuso de poder e dependência de drogas que ela enfrentava em sua vida privada. Blonde reimagina corajosamente a vida de um dos símbolos mais duradouros de Hollywood, de sua infância volátil como Norma Jeane, até sua ascensão ao estrelato e envolvimentos românticos, o longa se apresenta como uma especulação da vida da sex symbol, atriz e modelo. Uma história reimaginada da vida privada de Monroe, o filme é um retrato fictício da vida do ícone da década de 1950 e 60, contado através das lentes modernas da cultura das celebridades. Baseado no livro homônimo de Joyce Carol Oates.

Relembre o trailer:

Com 144 reviews contabilizadas, o longa amarga 52% de aprovação no site. Segundo o consenso geral, Blonde pode ser difícil para assistir à medida que oscila entre comentar sobre a exploração e contribuir para isso, mas a performance luminosa de Ana de Armas faz com que desviar o olhar seja difícil”.

Confira alguns dos comentários:

“Sempre desconfortável e ao mesmo tempo um cinema envolvente, dinâmico, que instiga o tempo todo e deve dividir opiniões pelo que se propõe ser.” Total Film

“A adaptação de Andrew Dominik cria um retrato icon do símbolo sexual, recriando o brilho e o glamour, o filme é belíssimo, enquanto revela a exploração e a fragilidade por baixo.” Times

“Alternando entre preto e branco e o Technicolor moderno, o estilo de Dominik é visualmente divertido e emocionalmente sombrio; o cineasta denuncia os perigos do estrelato e expressa a magia do cinema com o outro.” The Wrap

“Este é um tratado sobre Marilyn Moroe, o símbolo sexual que confunde não apenas a realidade com a fantasia, mas também a empatia com a exploração. Seja apesar ou por causa de tudo isso, é imperdível.” The Hollywood Reporter

Keanu Reeves adoraria participar da aclamada série ‘Yellowstone’

Em uma recente entrevista ao ET Canada, o icônico astro Keanu Reeves revelou que estaria aberto em participar da aclamada série ‘Yellowstone’.

Na ocasião, Reeves foi questionado sobre seu interesse em interpretar um “papel surpresa” em algo como a produção supracitada e, como resposta, disse que adoraria.

“Eu adoraria fazer um faroeste”, ele disse.

Lembrando que o próximo projeto de Reeves é o vindouro John Wick 4: Baba Yaga’, que chega aos cinemas nacionais no dia 23 de março.

O novo filme traz John Wick descobrindo um caminho para derrotar a Alta Cúpula. Mas antes que ele possa ganhar sua liberdade, Sr. Wick deve enfrentar um novo inimigo com poderosas alianças em todo o mundo e forças que transformam velhos amigos em inimigos”.

Chad Stahelski volta a dirigir e prometeu um filme à altura da franquia:

“Estamos satisfeitos com as sequências de ação e nós não queremos perder isso. Eu quero ser um diretor melhor, mas isso não quer dizer que a sequência terá menos ação,” afirmou.

Além de Reeves, Donnie YenBill SkarsgårdLaurence FishburneHiroyuki SanadaShamier AndersonLance ReddickIan McShane, Rina Sawayama e outros completam o elenco.

‘As Flores Perdidas de Alice Hart’: Suspense com Sigourney Weaver já está disponível no Prime Video!

‘As Flores Perdidas de Alice Hart’, nova série estrelada por Sigourney WeaverAlycia Debnam-Carey, já está disponível no Prime Video.

A produção foi lançada no último dia 04 de agosto na plataforma de streaming.

Quando Alice Hart perde seus pais em um trágico e misterioso incêndio, ela é levada para morar com sua avó June na fazenda de flores Thornfield, onde descobre que existem segredos dentro de outros segredos sobre o passado dela e de sua família. Tendo como pano de fundo a paisagem natural da Austrália, esse fascinante drama familiar se estende por décadas. A jornada de Alice, à medida que ela se desvincula de seu passado complicado, chega a um clímax emocional quando ela se vê lutando por sua vida contra um homem que ama.

Relembre o trailer:

Glendyn Ivin comanda o projeto.

Sarah LambertKirsty FisherKim Wilson assinam o roteiro, que é baseado no romance homônimo de Holly Ringland. Lambert também entra como showrunner.

O elenco ainda conta com Alyla Browne, Leah Purcell, Asher Keddie, Frankie Adams, Alexander England, Tilda Cobham-Hervey, Sebastián Zurita e Charlie Vickers.

Jane Krakowski, Blair Underwood e mais são escaladas para ‘Elsbeth’, série pré-sequência de ‘The Good Wife’

Segundo o Collider, a pré-sequência de The Good WifeElsbeth, escalou quatro novos membros ao elenco.

As informações indicam que Jane Krakowski (‘Unbreakable Kimmy Schmidt’), Linda Lavin (‘B Positive’), Retta (‘Parks & Recreation’) e Blair Underwood (‘Sex and the City’) farão parte do spin-off. Detalhes sobre seus papéis não foram revelados.

Lembrando que a produção tem estreia agendada para o dia 29 de fevereiro.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série servirá como uma extensão do seriado original, e focará na personagem de Carrie Preston, a talentosa advogada Elsbeth Tascioni.

Na trama…

Após uma carreira de sucesso em Chicago, a história seguirá a astuta (mas não convencional) advogada enquanto ela utiliza seu ponto de vista singular para fazer observações únicas e pegar criminosos brilhantes ao lado do NYPD.

Wendell Pierce (‘Jack Ryan’) e Carra Patterson (‘Turner & Hooch’) completam o elenco.

Jonathan Tolins servirá como showrunner e produtor executivo. O roteiro será assinado pela dupla Robert King e Michelle King, criadores da série original.

Vale lembrar que Carrie Preston participou de 14 episódios de ‘The Good Wife‘ – que lhe rendeu um Emmy como Melhor Atriz Convidada –, e 5 episódios de ‘The Good Fight‘.