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‘Homem-Aranha 3’: Saiba que HORAS começa a pré-venda dos ingressos HOJE no Brasil!

A Sony Pictures anuncia que hoje, 29 de novembro, começa a pré-venda dos ingressos de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ ao meio-dia. O filme estreia exclusivamente nos cinemas brasileiros em 16 dezembro.

Confira o anúncio, um novo cartaz, comercial de TV e siga o CinePOP no YouTube:


Nos EUA, a pré-venda começou à meia noite e devido à alta demanda diversos de redes de cinemas ficaram fora do ar por alguns instantes.

De acordo com o Comic Book, a quantidade de acessos aos sites da AMC, Regan, Alamo Drafthouse e Fandango acabou causando uma obstrução nas plataformas de vendas das empresas.

Nas redes sociais, diversos clientes publicaram mensagens de reclamação, já que passaram a madrugada tentando fazer a compra e ainda não tiveram sucesso.

Confira as reações:

“Tentando comprar os ingressos de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ nesses aplicativos e sites com falha: Essa é a luta das nossas vidas.”

“Só estou tentando comprar meus ingressos para ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘.” 

“Aaaahh, todos os sites de vendas de ingressos travaram por causa de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘.”

Regal, por que não consigo comprar meus ingresso para ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘.”

“Estou tentando comprar meus ingressos para Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ e o Fandango continua fora do ar.”

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ estreia em 16 de dezembro de 2021 nos cinemas nacionais.

Assista ao mais novo trailer do longa e siga o CinePOP no YouTube:

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

Astros de ‘Adão Negro’ revelam quem ganharia em uma luta: A Sociedade da Justiça ou a Liga da Justiça? [EXCLUSIVO]

O editor-chefe Renato Marafon entrevistou os astros Aldis Hodge e Sarah Shahi, que interpretam o Gavião Negro e Adrianna em ‘Adão Negro‘.

Na entrevista, eles falaram como é trabalhar com Dwayne “The Rock” Johnson e revelam quem ganharia em uma luta: A Sociedade da Justiça ou a Liga da Justiça?

Assista:

Quem você acha que ganharia?

Quase 2.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.

O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça: Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).  

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas’), o longa se passa no mesmo universo de ‘Shazam!‘.

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

Amber Heard aparece em artes de ‘Aquaman 2 – O Reino Perdido’, após uma única cena no trailer

Depois de uma batalha judicial pública com o ex-marido Johnny Depp, parece que Amber Heard se tornou uma persona non grata em Hollywood. Mesmo assim, a atriz voltará como Mera em ‘Aquaman e o Reino Perdido’.

Parece que a Warner Bros. gostaria muito que todos nós esquecêssemos que ela faz parte do filme, explicando por que a atriz apareceu apenas em uma única cena do primeiro trailer da sequência.

Isso é um péssimo serviço para Mera e, apesar das negativas do diretor James Wan, Heard confirmou que sua participação na sequência foi reduzida.

Confira:

Lembrando que ‘Aquaman 2 – O Reino Perdido‘ estreia em 20 de dezembro deste ano.

Além de Momoa e Patrick Wilson, o elenco conta com o retorno de Dolph Lundgreen Temuera MorrisonJani ZhaoIndya MooreVincent Regan foram as novas adições ao time.

 

 

Antes de morrer, Jon Landau revelou ao CinePOP se ‘Avatar 3’ seria lançado em 3D sem óculos

Jon Landau, o produtor de cinema vencedor do Oscar que colaborou com James Cameron em vários projetos, incluindo ‘Titanic‘ a franquia ‘Avatar‘, morreu após uma batalha contra o câncer, de acordo com uma fonte próxima à família. Ele tinha 63 anos.

Em EXCLUSIVA entrevista ao CinePOP em 2022, Landau foi questionado pelo jornalista Renato Marafon se eles ainda estão trabalhando em uma NOVA tecnologia em que a projeção 3D não precisaria de óculos.

“Não estamos trabalhando nisso. As pessoas pensam nos óculos como algo negativo, mas, quando você vai à praia, os óculos fazem parte da experiência. Quando eu coloco esses óculos nos cinemas, isso transforma minha experiência. E eu terei uma experiência melhor por causa disso.”, afirmou Landau.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

A gestão de Landau na Twentieth Century Fox também incluiu a supervisão de “Duro de Matar 2”, “True Lies”, “Power Rangers” e “O Último dos Moicanos”.

Nos últimos anos, Landau atuou como administrador para expandir a franquia ‘Avatar‘, incluindo a colaboração com Cameron e a Walt Disney Company na terra e atração “Avatar” no parque temático Animal Kingdom no Walt Disney World e pastoreando as sequências. Ele também foi o COO da produtora de Cameron, Lightstorm Entertainment, e produziu “Alita: Battle Angel” de 2019.

O ator Gene Hackman, 95, e sua esposa são encontrados mortos em casa

O renomado ator Gene Hackman, de 95 anos, e sua esposa, a pianista Betsy Arakawa, de 63 anos, foram encontrados mortos em sua residência no estado do Novo México, segundo informações veiculadas pela mídia norte-americana na última quinta-feira, 27 de fevereiro. O casal, junto com um cachorro da família, foi localizado em sua casa na tarde de quarta-feira, 26 de fevereiro, conforme detalhes divulgados pelo site Santa Fé New Mexican.

As autoridades locais não indicaram qualquer sinal de crime relacionado às mortes, mas, até o momento, optaram por não divulgar informações específicas sobre as circunstâncias em que os falecimentos ocorreram.

Uma investigação foi aberta para apurar as causas, embora os detalhes ainda sejam escassos.

De acordo com Denise Avila, porta-voz do Gabinete do Xerife do Condado de Santa Fé, a polícia recebeu uma solicitação para realizar uma verificação de bem-estar na residência por volta das 13h45, no horário local, de quarta-feira. Ao chegarem no local, os policiais encontraram os corpos de Hackman, Arakawa e do cachorro, todos sem sinais vitais. As autoridades afirmaram que estão investigando o caso, mas que, até o momento, não há indícios de qualquer crime envolvido.

Gene Hackman, um dos mais renomados atores da história de Hollywood, ficou mundialmente conhecido por sua carreira de destaque em filmes como ‘Os Bons Companheiros‘, ‘The French Connection‘ e ‘A Firma‘. Betsy Arakawa, sua esposa, é uma pianista talentosa, e o casal vivia de forma discreta no Novo México há vários anos, longe dos holofotes da mídia.

‘Quem Matou PC Farias?’: Prime Video anuncia série sobre o crime nunca resolvido e DOBRA aposta nas produções True Crime

O Prime Video prepara uma nova produção brasileira dedicada a um dos crimes mais controversos da história recente do país.

Durante o Prime Video Presents, realizado na Cidade do México com participação do CinePOP, a plataforma apresentou seus próximos projetos e revelou uma série documental ‘Quem Matou PC Farias?‘, sobre a morte de PC Farias, caso que há quase três décadas permanece cercado de dúvidas, versões conflitantes e teorias. A produção integra a nova leva de conteúdos brasileiros que o streaming pretende levar também para o público internacional.

A apresentação destacou a intenção do Prime Video de investir cada vez mais em histórias profundamente ligadas à cultura brasileira, explorando personagens e acontecimentos que marcaram o país. Dentro dessa estratégia, o crime envolvendo PC Farias aparece como uma das apostas voltadas ao universo do true crime. A plataforma vem ampliando esse tipo de conteúdo no Brasil e, durante o evento, deixou claro que pretende continuar explorando histórias reais com forte potencial de repercussão.

PC Farias foi uma das figuras mais controversas da política brasileira no início dos anos 1990. Tesoureiro da campanha presidencial de Fernando Collor de Mello, ele ganhou enorme projeção durante as investigações que atingiram o governo e ajudaram a desencadear uma das maiores crises políticas da Nova República. Anos depois, quando já estava afastado do centro do poder, PC seria encontrado morto em uma casa de praia em Alagoas, dando início a um dos casos criminais mais intrigantes do país.

A morte aconteceu em 23 de junho de 1996, quando PC Farias e sua namorada, Suzana Marcolino, foram encontrados mortos na residência de praia em Guaxuma. A versão inicialmente apresentada pelas autoridades apontava para um crime passional seguido de suicídio, segundo a qual Suzana teria atirado em PC e posteriormente cometido suicídio. No entanto, a explicação passou a ser questionada e, ao longo dos anos, diferentes investigações e perícias levantaram dúvidas sobre a dinâmica dos acontecimentos.

É justamente essa pergunta que dá título ao novo projeto: quem matou PC Farias? A produção documental terá como principal desafio revisitar um caso que nunca deixou de provocar discussões. A posição dos corpos, os disparos, a cena do crime e outras circunstâncias da morte foram analisadas repetidamente desde 1996. A possibilidade de envolvimento de uma terceira pessoa também passou a fazer parte das discussões sobre o caso.

O anúncio ganha ainda mais importância dentro do momento vivido pelo true crime brasileiro. Durante a apresentação na Cidade do México, o Prime Video destacou sua intenção de investir em histórias brasileiras e em produções capazes de apresentar diferentes aspectos da cultura do país para espectadores de outras partes do mundo. O caso PC Farias se encaixa perfeitamente nessa proposta por reunir crime, política, poder, mistério e um dos períodos mais turbulentos da história recente brasileira.

A produção também poderá revisitar a trajetória de PC antes de sua morte. Seu nome se tornou nacionalmente conhecido durante o governo Collor, quando denúncias sobre um esquema de arrecadação e movimentação de recursos colocaram seu personagem no centro do noticiário. O chamado “Esquema PC” se tornou um dos símbolos da crise que atingiu o governo e ajudou a transformar o tesoureiro em uma das figuras públicas mais controversas daquele período.

Mais de 30 anos depois, porém, é a morte que continua alimentando a curiosidade do público. A investigação do assassinato de PC Farias produziu diferentes versões ao longo das décadas, e a própria hipótese de crime passional seguida de suicídio nunca conseguiu eliminar completamente as dúvidas em torno do caso. É esse terreno de incertezas que o Prime Video pretende explorar, recuperando acontecimentos, depoimentos e elementos da investigação para reconstruir aquela madrugada.

A série também chega em um momento em que produções brasileiras de true crime conquistaram enorme espaço entre os assinantes das plataformas de streaming. O sucesso de histórias baseadas em crimes reais demonstrou que existe um público interessado não apenas em descobrir “quem matou”, mas também em entender as circunstâncias, as investigações e as consequências dos casos. Com PC Farias, o Prime Video terá ainda a possibilidade de conectar um mistério criminal a acontecimentos políticos que marcaram uma geração.

Ainda sem revelar todos os detalhes da produção, o anúncio feito no Prime Video Presents da Cidade do México coloca Quem Matou PC Farias? entre os projetos brasileiros que merecem atenção. A série promete revisitar um dos crimes mais enigmáticos do país justamente quando o interesse internacional por histórias brasileiras cresce. Para o Prime Video, a aposta representa mais um passo na estratégia de transformar acontecimentos e personagens nacionais em produções capazes de ultrapassar as fronteiras do Brasil.

E a pergunta permanece: quem matou PC Farias? Décadas depois da madrugada que chocou o país, o caso continua sem uma resposta capaz de eliminar todas as controvérsias. Agora, o Prime Video pretende voltar à cena do crime e reabrir, para uma nova geração, um dos maiores mistérios criminais brasileiros. Se a série conseguir reunir as diferentes versões e colocar novamente os fatos sob escrutínio, o caso PC Farias pode voltar ao centro das conversas — desta vez, para uma audiência global.

2ª temporada de ‘Tremembé’ ganha fotos e Marina Ruy Barbosa afirma: “Vem ainda mais impactante”

7 décadas do INESQUECÍVEL ‘Cantando na Chuva’

Os holofotes aos anos 20, do mudo ao falado, na raiz da essência de uma Hollywood pulsante. Quando pensamos em musicais é impossível não lembrarmos, ou pelo menos não ter ouvido falar, em uma das grandes obras de uma das mais clássicas eras de Hollywood. Cantando na Chuva se veste como uma história de amor para entrar em uma contextualização glamourosa sobre uma transição complicada para artistas na iminência da extinção do cinema mudo e os novos tempos com o cinema falado. Dirigido por Stanley Donen e o próprio Gene Kelly, protagonista do filme, esse é um daqueles clássicos do cinema que você precisa conferir pelo menos uma vez na vida.

Na trama, conhecemos a trajetória do simpático Don (Gene Kelly), já no final da década de 20, antes num início meteórico como dublê, depois ao lado de Lina (Jean Hagen) formam o casal mais badalado no universo das artes, em uma Hollywood repleta de glamour. Certo dia, Don conhece a atriz Kathy (Debbie Reynolds), e logo se apaixona perdidamente, ao mesmo tempo em que o mundo do cinema passa por uma enorme transformação: os filmes mudos parariam de existir e o cinema falado ocuparia todo o espaço. Nessa transição difícil para os artistas da época, acompanhamos Don ao lado de Debbie e do amigo de longa data Cosmo (Donald O’Connor) em busca de se manterem na cena artista norte-americana.

Abrindo as cortinas dos bastidores, na visão dos artistas, de uma Hollywood na transição do cinema mudo para o falado, Cantando na Chuva e seus números musicais contagiantes, pulsantes, estrutura sua narrativa com muita simpatia e carisma através de um romance e a busca pelo estrelato para ir a fundo em uma contextualização que ficou marcada os anos 20 com a chegada do emblemático filme O Cantor de Jazz, onde os espectadores puderam pela primeira vez ouvir as vozes e logo foi percebida a importância e contribuição do som para uma obra cinematográfica. A guerra de egos nos bastidores também é mencionada, com a mídia sensacionalista sempre por perto, além das dúvidas que os mandas-chuvas dos estúdios tinham em relação à já falada transição.

Sem deixar de conseguir se conectar a essência da magia do cinema, que está em todo lugar ao longo dos prazerosos 103 minutos de projeção, e muito mais do que um inesquecível musical, Cantando na Chuva é uma declaração harmoniosa e histórica de uma mudança de paradigmas na mais impactante indústria cinematográfica no mundo.

Pra quem se interessar em assistir pela primeira vez, ou mesmo rever, o filme está disponível no catálogo da HBO Max.

Franquia Alien | Do Pior ao Melhor

Na última quinta-feira, dia 11 de maio, estreou nos cinemas de todo o país a nova incursão espacial rumo ao alienígena mais temido do universo. E não, não estamos falando de Calvin, o molusco de Vida (Life), ou de qualquer ser interplanetário do criativo e alegre Guardiões da Galáxia Vol. 2. Sim, estamos falando do tenebroso Xenomorfo, aquela criatura que causa inveja por onde passa, já que é tido como o organismo perfeito (ao menos é o que todo ‘sintético’ afirma). Alien: Covenant, sexto filme da cronologia oficial do monstro acaba de estrear – nós já conferimos o filme e comentamos para você em texto e vídeo. Pensando nisso, o CinePOP resolveu colocar num ranking, do pior ao melhor, os seis filmes (sim, você leu certo, somos rápidos e Covenant já entra na roda), assim como os infames Alien VS. Predador. Sem mais delongas, vamos à lista.

8 | Aliens Vs. Predador 2 (2007)

A ideia deste crossover já havia se mostrado mal sucedida, e esta continuação chegou para colocar o último prego no caixão. Dirigido pelos irmãos Colin e Greg Strause (conhecidos técnicos de efeitos especiais, de filmes como Titanic, Avatar e Os Vingadores), fazendo seu debute em longas, o segundo AVP é um filme feio e sujo. Extremamente escuro, é difícil assistirmos ao que é mostrado na tela e as criaturas famosas são vislumbradas apenas em suas silhuetas.

Além disso, a ideia de trazer o embate para a Terra serve para percebermos que o Xenomorfo não combina com tal ambiente. Antes, só a elite era páreo para os monstros. Agora, seus antagonistas são adolescentes, o que aproxima este que deveria ser um épico a somente mais um slasher, e uma oficial insossa do exército (papel de Reiko Aylesworth, a Michelle Dessler de 24 Horas). A falta de nomes de peso no elenco dá ainda mais a sensação de produção B do cinema. O mote para a venda do filme, tenho certeza, foi o ‘Predalien’, híbrido entre as duas raças. Quando se reclamou da censura baixa no filme anterior, os envolvidos logo deram um jeito de a subirem de novo neste. O problema foi que todo o resto não acompanhou e o que temos são cenas excessivamente violentas e desagradáveis, sem a inteligência que um material tão dúbio precisaria para contrabalancear.

7 | Alien Vs. Predador (2004)

A ideia aqui para este crossover foi um desejo antigo dos fãs, alimentado por mídias da cultura pop como quadrinhos e vídeo games. Quando o primeiro filme do Predador (1987) foi lançado nos cinemas, duas produções com o xenomorfo já haviam estreado. Justamente por isso, O Predador foi definido por críticos como uma mistura de Alien e Rambo. Quando o segundo filme atingiu os cinemas em 1990, trouxe um suculento easter egg, talvez um dos primeiros do cinema, quando dentro da nave dos caçadores intergalácticos, vislumbrávamos o crânio do alienígena babão e cabeçudo. Estava jogada a isca.

Mais de uma década mais tarde, quando ambas as franquias exibiam grandes sinais de cansaço (após a resposta fria de Alien: A Ressurreição, 1997), finalmente saía do papel AVP. Pelas mãos de Paul W. S. Anderson, o que não inspira qualquer confiança, a trama apresentava a batalha entre as criaturas passada na Terra, no inóspito cenário gelado do Ártico, dentro de uma enorme pirâmide subterrânea. Tá bom, a locação até é legal, assim como as lutas e cenas de ação, envolvendo os “bichinhos fofos”. Mas isso é muito pouco para sustentar um filme, que não agrega mais nada ao roteiro e cujos personagens possuem o carisma de uma porta – mesmo com a presença da talentosa Sanaa Lathan como a protagonista (do que seria seu grande estouro no cinema) e Lance Henriksen reprisando seu clássico papel de Aliens (1986) e Alien³ (1992). Era melhor ter ficado nos quadrinhos e games.

6 | Alien – A Ressurreição (1997)

Após a malfadada incursão de David Fincher na franquia com Alien³ (1992), um novo sopro de vida foi tentado com este quarto episódio. O que resultou na emenda ser pior do que o soneto. Ripley (a protagonista de Sigourney Weaver) já havia morrido e a solução engenhosa foi trazê-la de volta à vida através da clonagem. Esse é apenas um dos elementos em A Ressurreição que aproximam a obra a uma história em quadrinhos. Revisitando o filme, notei tais semelhanças gritantes com os comics e os atuais filmes de super-heróis, aqui suprido pela presença de Joss Whedon (Os Vingadores), um aficionado, no roteiro.

A maioria dos diálogos – ou todos – são expositórios ou oneliners (as famosas frases de efeito), e as cenas de ação geralmente envolvem momentos exagerados e inacreditáveis até mesmo para uma ficção científica com criaturas monstruosas. Tal exagero também corrobora o argumento de que A Ressurreição é uma história em quadrinhos filmada. Justamente por isso, este que vos fala adorou quando assistiu ao filme na adolescência, sendo um ávido consumidor deste produto. Existem elementos de apreço, principalmente o visual sempre exótico e exuberante do cineasta francês Jean-Pierre Jeunet (que depois do fracasso do filme viria a entregar seu longa mais celebrado, O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, 2001). O que sentimos com o quarto Alien, é que qualquer humanidade dos filmes anteriores se esvaiu completamente, tornando este apenas um blockbuster. Ele até pode ser considerado divertido, apesar de deixar de lado um dos principais motes originais desta série, as questões existenciais e enigmáticas sobre o universo.

5 | Alien³ (1992)

Essa é outra inserção decepcionante na franquia. Após o sucesso com Aliens – O Resgate (1986), a Fox – estúdio detentor dos direitos – obviamente queria dar continuidade. A pré-produção do terceiro Alien, porém, se mostrou uma das mais difíceis e problemáticas da história do cinema. Constantes divergências ocorreram sobre que rumo a saga estelar deveria seguir, com inúmeras mudanças de roteiristas, argumentos e até mesmo diretores. Em algum momento falou-se sobre monges espaciais vivendo em um planetoide de madeira. Até que finalmente um acordo foi tomado sobre um planetoide, ou prisão espacial, com os monges dando lugar a presidiários religiosos convertidos.

Renny Harlin (Duro de Matar 2) foi um dos muitos cineastas a abandonarem o barco, dando espaço finalmente para David Fincher, um diretor então iniciante, de 30 anos de idade, vindo de um passado de clipes musicais. Fincher, como todos sabem, renega veementemente o filme, e sua experiência na produção foi tão negativa (em parte por interferência do estúdio e de membros da equipe que não o respeitavam por ser um novato inexperiente), que o talentoso diretor pensou em abandonar a carreira – ainda bem que persistiu, para se tornar um dos maiores da atualidade. O grande problema de Alien³ é o tom extremamente soturno e depressivo com os quais a obra é pintada. Imagine o pior lugar do mundo para colocar sua heroína e o piore com a presença de um ‘dragão movido a sangue’. O terceiro Alien é desprovido de qualquer qualidade de entretenimento contida nos filmes anteriores, e elimina um pouco os itens que fazem da série uma ficção científica (aqui quase não existem elementos tecnológicos ou futurísticos, parte da graça da franquia), para se tornar apenas um filme de terror muito sombrio. Se até mesmo James Cameron (diretor do segundo) e David Fincher se mostraram insatisfeitos com o filme, por que deveríamos gostar?

4 | Alien: Covenant (2017)

Calma, calma. É aqui que muitos irão chiar em revolta. O mais novo exemplar da franquia Alien, novamente dirigido por Ridley Scott, desagradou a maioria. E eu me incluo nesta lista, apesar de ter sido muito benevolente em minha crítica sobre ele. Aí você se pergunta, como ele pode ser o número quatro da lista, acima de todos esses outros filmes? Bem, primeiro, tenho certeza que ninguém no mundo jamais defendeu os dois AVP, enquanto o novo Alien possui sim seus defensores, é só olhar sua nota no Rotten Tomatoes. Segundo, por mais que Covenant tenha decepcionado, não esperávamos tanto dele quanto esperávamos de Alien³ e Ressurreição – bem, talvez vocês não conheçam de perto o hype que tiveram esses dois filmes citados em sua época de lançamento, justamente porque conhecíamos apenas bons filmes de Alien.

Covenant é mundano, e assim como Alien³ parece mais um filme de terror sombrio e rotineiro do que algo saído do elaborado universo desconhecido criado pelos filmes originais. Seu propósito parece ter sido ligar as pontas soltas por Prometheus, quase como um pedido de desculpas do próprio Scott. Como resultado, a maioria realmente gostou mais da continuação de Prometheus do que do próprio (excluída a companhia deste que vos fala, neste consenso). No entanto, curiosamente, não notei tamanho ódio pelo filme de 2012, como temos agora da maioria dos especialistas (e entusiastas). Seja como for, Covenant cria personagens rasos, uma trama em partes enfadonha e em partes genérica. Se fosse compará-lo a outro filme da franquia, este definitivamente é o novo Alien³, e não o Oitavo passageiro como pretendia Scott.

3 | Prometheus (2012)

Podem vir! Estou preparado para ser execrado. Prometheus em terceiro lugar? Sim! Confesso, sou um fã enrustido de Prometheus. Gosto dele e assisti ao filme duas vezes no cinema. Não é um filme perfeito nem de longe e as gritantes inconsistências em sua trama não me fugiram nem na primeira investida. Mas qualé, elas existem em todos os outros abaixo de Prometheus na lista também. Muito se fala sobre a cena com o biólogo idiota que tenta fazer carinho na cobra espacial. Mas o que dizer dos exploradores que saem sem roupa de proteção em Covenant, e do infeliz que enfia a cara bem próxima ao pólen maldito.

A direção de arte de Prometheus é fantástica e uma das melhores da série, rivalizando com O Oitavo Passageiro, de onde tirou diretamente suas influências. O elenco é a nata de Hollywood e talvez também o melhor da série, com a maioria dos personagens, defendidos por eles, correspondendo. Michael Fassbender cria um dos personagens mais enigmáticos e interessantes do cinema mainstream atual, reprisado sem o mesmo brilho em Covenant. Enquanto muitos falam da Daniels de Katherine Waterston, e de quanto ela emula a Ripley de Weaver, é na Shaw de Noomi Rapace que as pessoas deveriam prestar atenção. Ela é a digna herdeira de Ripley, sendo tão durona quanto. O que foi aquela cena da auto-cesariana? Fechando o elenco principal, temos Charlize Theron como a fria Vickers. E nada mais precisa ser dito. Prometheus é o filme que mais se aproxima do tom questionador dos originais, digam os haters o que quiserem.

2| Aliens – O Resgate (1986)

Chegamos ao ponto alto da lista, e adentramos o terreno dos únicos dois filmes unânimes da franquia. Aliens, continuação orquestrada por James Cameron é considerada uma das poucas sequências que são superiores ao seu original, possuindo uma legião de fãs que o preferem em relação ao pioneiro de Scott. Eu diria que é tão bom quanto, e de tempos em tempos os dois mudam a ordem de preferência para mim. Seja como for, é inegável que com Aliens, Cameron expande o universo, acrescentando novos elementos, respondendo algumas questões e criando tantas outras.

Os personagens funcionam, são carismáticos e nos importamos com eles, pois possuem aqui espaço para serem desenvolvidos. Na trama, um grupo de fuzileiros navais parte para um planeta colonizado, após descobrirem que o local está infestado de xenomorfos. Como diz o slogam: “agora é guerra”. Armados até os dentes, a luta será equilibrada já que ao invés de apenas um, os militares irão se deparar com centenas de alienígenas ávidos por sangue humano. Este é um filme de guerra espacial, muitos anos antes de Rogue One. Fora isso, Cameron cria a complexidade dos sintéticos ao apresentar o novo androide Bishop (Henriksen), a menininha sobrevivente Newt (Carrie Henn), novos designs de produção, envolvendo naves, transportes e a famosa empilhadeira, além de finalmente nos contar de onde vêm os infames ovos. Talvez você não saiba, mas Aliens foi indicado para sete Oscar, incluindo melhor atriz para Sigourney Weaver, e ganhou os prêmios de efeitos especiais e edição de som.

1 | Alien, O Oitavo Passageiro (1979)

Chegamos ao topo da lista e não podia ser diferente (ou podia?). Alien – O Oitavo Passageiro marcou uma geração e entrou para a história do cinema como um dos filmes mais influentes de todos os tempos. Dentro do gênero da ficção científica, redefiniu o termo “casa mal assombrada no espaço”, criando um filme de monstro caro, artístico e com muita qualidade. Era um filme B levado a sério. Tanto, que até hoje temos derivados de sua narrativa, como o recente Vida. Recheado de suspense e terror, como nenhum outro filme da franquia, ou qualquer outra obra do gênero para falar a verdade, Alien não consegue ser replicado nem pelos próprios envolvidos – e acredite, eles tentam.

Um verdadeiro expoente da ficção científica, vinda da época revolucionária para o gênero e para o cinema, os anos 1970, Alien parece ter vida própria. É uma daquelas produções quintessenciais, na qual cada incursão são descobertas novas possibilidades, ou nova visão do que é apresentado na tela. Não por acaso, é estudado até hoje. Essa era uma época em que o investimento maior era dado ao clima e a construção, do que a efeitos e ação. Era uma época na qual o que era mostrado na tela de fato chocava, porque prestava-se atenção. Menos era mais. Hoje, por comparação, temos Covenant, filme especialmente criado para o público hiperativo e disperso atual. Um blockbuster sem muito pensamento, apenas visual. Para finalizar, sobre a eterna disputa com Aliens, nesta lista optei pelo caminho do grande público, já que a voz do povo é a voz de Deus.

‘You Were Never Really Here’: Trailer do drama premiado com Joaquin Phoenix

Esteando no Festival de Cannes deste ano, You Were Never Really Here, drama da Amazon Studios protagonizado pelo três vezes indicado ao Oscar Joaquin Phoenix (Gladiador, Johnny & June e O Mestre), divulgou seu primeiro trailer. Assista abaixo.

Pelo filme, Phoenix levou o prêmio de melhor ator em Cannes. Na trama, ele interpreta um veterano traumatizado, que sobrevive procurando meninas desaparecidas. Seu mais novo trabalho, será o mais fatídico e o que era para ser mais um simples caso, se mostrará uma teia de conspiração.

A direção é de Lynne Ramsey, do devastador Precisamos Falar Sobre o Kevin (2011). You Were Never Really Here tem estreia, em circuito restrito, no dia 6 de abril de 2018 nos EUA.

10 Grandes FRACASSOS de Bilheteria que Completam 13 anos em 2023

O que faz de um filme ruim? Embora ruim e fracasso sejam conceitos diferentes, podemos apontar três condições aplicáveis em tais casos. A primeira é nosso gosto particular, que verdadeiramente independe de qualquer outro fator externo. Num aspecto menos pessoal, existe a avaliação crítica, realizada pela imprensa. Este conceito é mutável de época em época, já que a história nos apresentou fracassos de crítica que adquiriram status de cult, ganhando ao longo dos anos seus apreciadores. Tudo que necessita é um argumento forte o suficiente que convença e se sustente.

Mas o que não muda é o que usaremos como base para esta matéria – assim como temos feito com todas os itens desta coluna. E ele é o fracasso de bilheteria. Tudo bem que o mercado de vídeo impulsionou certos filmes que haviam passado batido nas salas de cinema, em especial durante os anos 1980, e hoje em dia temos a Netflix, que vive nos surpreendendo com seus filmes do top 10 – dentre os quais em tempos recentes apareceram obras como Férias Frustradas (2015), por exemplo, que nas telonas não venderam ingressos suficientes.  Tal sobrevida, no entanto, não desfaz seu fiasco inicial – já que em sua estreia, que é o que importa para os realizadores, não atingiu o esperado.

Pensando nisso, e como forma de promover uma segunda chance a tais filmes (alguns esquecidos, outros odiados), o CinePOP resolve dar uma nova olhada em mais um grupo de dez filmes, que não tiveram sorte ao serem lançados nas telonas. Estes, completando agora 13 anos de sua estreia. Veja abaixo e não esqueça de comentar.

O Turista

Considerado um dos pontos baixos do cinema no início da década passada, o filme que reuniu os astros Johnny Depp e Angelina Jolie (então no auge de sua popularidade) consta com 20% de aprovação no Rotten Tomatoes. Apesar do pouco apreço angariado pelo filme desde seu lançamento, curiosamente ele não foi indicado para o prêmio Framboesa de Ouro, e ainda levou indicações em uma boa premiação, o Globo de Ouro, com nomeações para Depp, Jolie e o filme – é claro que o fato virou motivo de piada na época. Sorte igual não teve o diretor alemão Florian Henckel von Donnersmarck que, saído do sucesso A Vida dos Outros (2006), só voltaria a filmar oito anos depois de O Turista. Algumas feridas demoram a sarar.

Depp. Jolie. Veneza. Uma trama de espionagem. O que poderia dar errado? Uma das acusações foi a falta de química entre os protagonistas. Seja como for, O Turista exigiu da Sony/Columbia o absurdo orçamento de US$100 milhões, recuperando em bilheteria somente um pouco mais da metade disso, com US$67 milhões em caixa nos EUA. Novamente, o mercado internacional teve que sair ao resgate, equilibrando um pouco as coisas para o filme. Mas o estrago já estava feito.

 

O Último Mestre do Ar

Começamos enfiando o dedo na ferida. Ah, M. Night Shyamalan, gostamos tanto de você e de seus filmes iniciais. Travar uma guerra com os críticos pode ser uma batalha perdida – e é o que tem feito gente como Adam Sandler, por exemplo. Desde a recepção morna de A Vila (o filme mais subestimado de sua carreira), Shyamalan iniciou uma batalha com os avaliadores, inclusive “matando-os” de forma cruel em A Dama na Água (2006) – um conto de ninar que contava para os filhos. E por falar neles, eles foram a razão do envolvimento do diretor com esta adaptação de um desenho de sucesso em versão live action. Os filhos do cineasta eram fãs do material, e assim o paizão decidiu presenteá-los. A pergunta que fica é: será que eles gostaram?

A principal diferença que os fãs notaram foi a exclusão de qualquer humor. O filme de Shyamalan é sisudo, sombrio e excessivamente dramático – sem qualquer alegria, uma das qualidades da série animada. Porém, ao contrário do que se possa imaginar, O Último Mestre do Ar não foi um fracasso retumbante, muito devido ao mercado internacional sólido que temos hoje – que impede muitos fiascos de se tornarem um rombo financeiro para o estúdio. Assim, a Paramount e a Nickelodeon não ficaram totalmente no prejuízo. Com um orçamento inflado de US$150 milhões, a produção não chegou a se pagar nos EUA, arrecadando US$130 milhões por lá. O que salvou foram os US$188 milhões arrecadados ao redor do mundo. No entanto, ainda ficando bem longe do planejado.

Zona Verde

Como no item acima, muitas vezes os executivos de estúdios partem do pensamento de repetir o “time que está ganhando”. Foi assim com a citada parceria entre Nicolas Cage, a Disney e Jon Turteltaub, e foi assim também aqui, com Matt Damon, o diretor Paul Greengrass e a Universal Pictures, responsáveis pelo sucesso da franquia Bourne. Tais elementos eram reprisados neste Zona Verde, visando guardar na garrafa um segundo raio como sua fórmula de sucesso. Nem mesmo do gênero a obra saiu, já que este é igualmente um thriller de espionagem político, com Damon batendo de frente com seus superiores de agência. E você, já tinha ouvido falar sobre o filme?

O que não conseguiram fazer igual foi o desempenho do longa, que logo caiu no esquecimento – e talvez tenha sido mesmo essa a vontade dos envolvidos. Porém, apesar do público não ter comparecido, Zona Verde não é um filme ruim, e tem uma avaliação mediana dos críticos. Mas, como dito, o que conta aqui é seu desempenho financeiro. Assim, com um orçamento de impactantes US$100 milhões, Zona Verde passou em branco nos cinemas dos EUA, fazendo uma bilheteria de US$35 milhões. Pelo mundo arrecadou quase US$120 milhões, o que foi melhor, mas o filme mal conseguiu se pagar.

 

O Aprendiz de Feiticeiro

A Disney também quer vir brincar e entrar na nossa lista dos fracassos de bilheteria. Como sempre dizemos aqui, nenhum estúdio é à prova de falhas, nem mesmo a toda poderosa casa do Mickey. É mais do que normal as famosas escorregadas. E aqui foi justamente o que ocorreu com esta reunião de elenco e equipe do sucesso A Lenda do Tesouro Perdido (2004). O “Código Da Vinci” da Disney trouxe Nicolas Cage e o diretor Jon Turteltaub colaborando e o sucesso foi tanto que reprisaram a dobradinha na continuação de 2007. Porém, quando foi a vez da trifeta, algo saiu do trilho.

O filme é uma espécie de adaptação de um dos segmentos do clássico Fantasia (1940) no qual Mickey veste as roupas de mago, com direito até mesmo às vassouras no cômodo inundado. O “Mickey” da vez é Jay Baruchel e Nicolas Cage é o mestre feiticeiro. Para a “brincadeira”, o estúdio desembolsou extasiantes US$150 milhões de orçamento e viu de volta nos EUA, apenas US$63 milhões. Com a bilheteria internacional, o longa conseguiu ao menos se pagar – mas se mantendo bem longe do planejado.

Jonah Hex – Caçador de Recompensas

O que, você pergunta? Sim, este filme caiu no anonimato, mas ele era uma grande aposta de uma adaptação de quadrinhos da DC Comics (sim!) e, foi lançado nos cinemas. Ao menos nos EUA. Na lista, já falamos de produções da Paramount, Sony, Disney e Universal. Quem está faltando? Ah sim, a Warner, que recentemente anunciou todo seu acervo de filmes de 2021 diretamente no streaming de sua propriedade, a HBO Max. Bem, se pudessem voltar no tempo, certamente iriam querer lançar este Jonah Hex direto na plataforma, assim talvez o estrago fosse menor.

Como dito, adaptação dos quadrinhos de faroeste e fantasia da DC, Jonah Hex conta a história de um pistoleiro voltando dos mortos com o rosto deformado para se vingar de seus desafetos. E não pense você que esta é uma produção B do cinema, já que protagonizando temos ninguém menos que o Thanos da Marvel em pessoa, Josh Brolin. Ao seu lado, a então musa mais “baixada” da internet, Megan Fox – você lembra dela? Jonah Hex teve um orçamento de US$50 milhões, mas só rendeu em bilheteria um quinto disso, com US$10 milhões, sequer conseguindo se pagar e entrando no hall das “bombas” homéricas de Hollywood.

As Viagens de Gulliver

E pensar que a atriz Emily Blunt deixou de participar como a Viúva Negra em Homem de Ferro 2, cedendo seu lugar para Scarlett Johansson, devido ao compromisso com este filme. Bem, se o mundo não é justo, a indústria do cinema apenas reflete isso. Entre mortos e feridos, Blunt sacudiu a poeira e deu a volta por cima, conseguindo firmar sua carreira e se tornar uma estrela de muito prestígio. Mas sim, ainda a queremos em algum filme de heróis, de preferência da Marvel. Aqui, ela estrela para a Fox – um estúdio que ainda não havia sido mencionado -, neste veículo infantil para o humorista Jack Black.

Uma reimaginação do clássico literário de Jonathan Swift, o filme traz Black como um canastrão perdedor, se tornando náufrago e descobrindo uma civilização monárquica, onde todos os cidadãos são minúsculos como polegares. No meio deles, está a princesa vivida por Emily Blunt. As Viagens de Gulliver é inofensivo, bem, menos em seu orçamento, já que custou ao estúdio a “bagatela” de US$112 milhões – um dos mais inflados do ano. Como resposta, o público nos EUA virou as costas, rendendo em bilheteria apenas US$42 milhões. Novamente aqui, o longa era salvo pelo mercado internacional, que dobrou seu valor de produção.

Zé Colmeia – O Filme

Por falar em filmes infantis, esta foi uma produção que caiu rapidamente no esquecimento, sendo pouco comentada hoje em dia – com muitos sequer sabendo de sua existência. Tentando recriar o sucesso de adaptações da Hanna-Barbera como Os Flintstones (1994) e Scooby-Doo (2002), chegava há dez anos o primeiro (e último) live action do urso comedor de cestas de piquenique e seu fiel escudeiro baixinho: Zé Colmeia e Catatau. Para dublar as animações criadas em CGI, Dan Aykroyd e Justin Timberlake cediam as vozes dos ursos grande e pequeno respectivamente.

Com produção da Warner, Zé Colmeia almejava um sucesso no feriado de fim de ano, mas logo viveu para ser massacrado pela crítica, com irrisórios 13% de aprovação da imprensa especializada. Em termos de bilheteria, seu destino não foi muito diferente, não emplacando como deveria com a criançada. Porém, dentre os itens desta lista, Zé Colmeia é um dos mais “bem sucedidos”, já que ao menos conseguiu se pagar e se saiu relativamente bem no mercado internacional. Mesmo assim, não foi o suficiente para receber sinal verde em uma continuação. Com um orçamento de US$80 milhões, o filme rendeu US$100 milhões nos EUA, ficando quites com o gasto.

Os Perdedores

Agora temos um título que condiz com o tema desta lista e com o conteúdo de seu longa. Aqui, voltamos ao tópico das adaptações de quadrinhos, e novamente nos deparamos com um selo da DC Comics. Com o cacife de ter roteiristas do porte de Peter Berg e James Vanderbilt, Os Perdedores fala sobre uma equipe especial do governo, tipicamente envolvida em “missões suicidas”, que são traídos por seus superiores, se tornando renegados e agindo por conta própria. Ou seja, uma mistura de quadrinhos com o seriado Esquadrão Classe A – que no mesmo ano ganhava adaptação para as telonas também.

E sendo esta uma adaptação da DC, é claro que por trás bancando teríamos a Warner, que desembolsou US$25 milhões (um valor até modesto) e escalou gente como Zoe Saldana, Chris Evans e Idris Elba (que depois se bandearam para a Marvel) para protagonizar. Mesmo contando com um valor de produção de pequeno porte, Os Perdedores não teve força suficiente para sequer se bancar, arrecadando nos EUA US$23 milhões, e apenas mais US$6 milhões mundiais. No Brasil, sendo lançado direto em vídeo. Você conhecia?

Burlesque

Com minguados 37% de aprovação da imprensa, este musical tem a pecha de juntar em tela duas divas de gerações distintas: Christina Aguilera (em seu primeiro trabalho no cinema) e a veterana Cher – ambas donas de vozeirões graves. Apesar do pouco apreço da crítica e fãs (com Cher sendo inclusive indicada para pior atriz no Framboesa de Ouro), o longa conseguiu emplacar no Globo de Ouro, com três indicações, incluindo melhor filme. A Verdade é que Burlesque não tem nada de Burlesco, sendo um musical bem comportado e beirando o juvenil.

Produção da Sony/Columbia, Burlesque contou com um orçamento avantajado de US$55 milhões, para o padrão do gênero. Assim, o público não ligou muito de ver as musas nas telonas – já que Aguilera havia feito sucesso mesmo dez anos antes. O filme terminou sua carreira nos cinemas dos EUA com um total de US$39 milhões em bilheteria. O que salvou, por pouco, foi o mercado internacional – que ajudou com pouquinho mais da metade deste valor.

Como Você Sabe

Hoje, Reese Witherspoon se reinventou como estrela irretocável, empoderando e inspirando mulheres no cinema e no mercado do audiovisual em si. Vendo que não haviam bons papeis sendo oferecidos, ela fundou sua própria produtora e emplacou um sucesso atrás do outro na TV com programas como Big Little Lies, Pequenos Incêndios e Morning Show. Antes, no entanto, Reese passou por uma epopeia e talvez tenha sido filmes como este Como Você Sabe que a fizeram correr atrás e pegar as rédeas da própria carreira. E para completar, o longa ainda foi o responsável por “aposentar” o monstro Jack Nicholson, sendo o último de sua carreira, até o momento.

Quando acerta, o cineasta James L. Brooks, diretor do filme, entrega obras como Melhor é Impossível (1997). Mas quando erra, pode realizar produções melancólicas e enfadonhas, como é o caso deste filme, mais doloroso do que topada na unha. Dono de 31% de aprovação da imprensa, essa “ida ao dentista” contou com um embasbacante orçamento de US$120 milhões (aonde o dinheiro foi?), pagos pela Columbia/Sony. É claro que essa brincadeira não iria dar certo, e como resultado, Como Você Sabe retornou somente US$30 milhões nos EUA e mais US$18 milhões ao redor do mundo. Chegando em nosso país direto em vídeo. No filme, Reese vive uma mulher dividida entre um sujeito egocêntrico e insuportável (Owen Wilson) e um perdedor azarado compulsivo (Paul Rudd). Um verdadeiro achado, certo, meninas? Só não temos mais pena dela, porque acabamos sofrendo mais ao assistir este longa.

‘Você’: Série de suspense com Penn Badgley e Shay Mitchell é renovada para a 2ª temporada

Antes mesmo da estreia de seu primeiro ano, o canal Lifetime já garantiu a renovação da série ‘You‘ para a sua 2ª temporada.

No Brasil, a série será lançada pela Netflix…

Protagonizada por Penn Badgley (‘Gossip Girl‘) e Shay Mitchell (‘Pretty Little Liars‘), confira o trailer:

A série é “uma história de amor do século XXI que questiona: ‘O que você faria por amor?’. Na trama, um gerente de livrarias conhece uma aspirante a escritora, e usa a internet e as mídias sociais como ferramentas para reunir as informações pessoais e se aproximar dela. A estranha paixão rapidamente se torna obsessão, ao mesmo tempo em que ele passa a eliminar silenciosa e estrategicamente todos os obstáculos – e pessoas – que aparecem no seu caminho.”

Elizabeth Lail, Luca Padovan, Zach Cherry e John Stamos completam o elenco.

A 1ª temporada de ‘You‘ estreará no dia 9 de setembro.

‘Superação – O Milagre da Fé’ ganha novos comerciais emocionantes; Assista!

A Fox Film divulgou dois novos comerciais do drama ‘Superação – O Milagre da Fé‘ (Breakthrough).

Confira:

Dirigido por Roxann Dawson, o longa é baseado em uma história real.

Quando o filho adotivo de Joyce Smith (Metz), John, cai em um lago congelado no Missouri, toda a esperança parece perdida. Com John sem vida, Joyce se recusa a desistir. Sua implacável convicção inspira as pessoas ao seu redor a continuarem orando pela recuperação de John, mesmo diante de todo o histórico do caso e previsões científicas jogando contra.

O elenco conta com Chrissy Metz (‘This is Us‘), Josh Lucas, Thopher Grace, Mike Colter, Marcel Ruiz e Sam Trammell.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 11 de abril.

‘O Grito’: Demian Bichir afirma que reboot pode ter novo antagonista

Através de um novo vídeo dos bastidores, com o elenco explicando a evolução da maldição no reboot de ‘O Grito‘ (The Grudge), Demian Bichir revelou que o novo filme terá uma nova “entidade”.

“É uma entidade completamente diferente, que tem sua própria personalidade e terror,” disse o ator.

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/2728743793823653?sfns=mo

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de janeiro de 2020.

Dirigido por Nicolas Pesce, o reboot se passará no mesmo universo que o remake de 2004, estrelado pela Sarah Michelle Guellar. E sua trama se passará simultaneamente com a do primeiro filme.

Depois que uma jovem mãe mata sua família em sua própria casa, uma mãe solteira e um jovem detetive tentam investigar e resolver o caso. Mais tarde, ela descobre que a casa é amaldiçoada por um fantasma vingativo que condena aqueles que entram nela com uma morte violenta. Agora, ela corre para salvar a si mesma e a seu filho dos espíritos demoníacos da casa amaldiçoada em seu bairro.

Andrea Riseborough será a protagonista, uma detetive e jovem mãe solteira. O elenco ainda conta com Demián Bichir, John Cho, Betty Gilpin com Lin Shaye e Jacki Weaver.

‘Lovecraft Country’: Atriz afirma que ‘A Hora do Pesadelo’ influenciou a trama da série

Em entrevista ao AOL, a atriz Misha Green declarou que o clássico ‘A Hora do Pesadelo‘ serviu de inspiração para a trama de sua personagem na série ‘Lovecraft Country‘.

“Vocês verão que nós usamos ‘A Hora do Pesadelo’ e o Freddy Krueger para contar como é ser uma jovem negra na América.”

Ela completa, “Seria muito difícil tirar essa série do papel se ‘Corra!’ não tivesse sido lançado.”

Os primeiros cinco episódios da produção tiveram suas sinopses oficiais divulgadas.

Elas trazem detalhes mais específicos em relação à trama e aos arcos dos protagonistas, aspectos que até então haviam permanecidos em sigilo por parte da emissora.

Confira:

Primeira Temporada, Episódio Um: “Sundown” (Pôr-do-sol)

O veterano e aficionado por ficção Atticus Freeman (Jonathan Majors) viaja de Jim Crow South para sua cidade natal, no lado sul de Chicago, em busca de seu pai desaparecido, Montrose (Michael Kenneth Williams). Depois de recrutar seu tio George (Courtney B. Vance) e a amiga de infância Letitia (Jurnee Smollett) para se juntar a ele, o trio parte para “Ardham”, MA, onde eles acham que Montrose pode ter procurado informações sobre os ancestrais da mãe de Atticus. Enquanto viajam pelo Centro-Oeste, Tic, Leti e George encontram perigos a todo momento, especialmente depois do pôr do sol.

Primeira Temporada, Episódio Dois: “Whitey’s on the Moon” (Whitey está na Lua)

Inexplicavelmente recuperados de sua noite aterrorizante, Leti e George se deleitam com seu novo ambiente, enquanto Atticus suspeita de seus anfitriões no Ardham Lodge – Christina Braithwhite (Abbey Lee) e seu indescritível pai, Samuel (Tony Goldwyn) – que revelam planos enigmáticos para o papel de Atticus em sua próxima cerimônia “Filhos de Adão”. Mais tarde, depois que Tic, Leti e George se deparam com uma pista que poderia levá-los a Montrose, cada um fará uma caminhada indesejável por suas próprias memórias.

Primeira Temporada, Episódio Três: “Holy Ghost” (Espírito Santo)

Na esperança de consertar seu relacionamento com sua irmã Ruby (Wunmi Mosaku), Leti transforma um vitoriano em ruínas no lado norte de Chicago em uma pensão – um empreendimento que alimenta o racismo do bairro e desperta espíritos adormecidos presos na casa. Enquanto isso, Atticus permanece sobrecarregado por uma consciência culpada, enquanto a esposa de George, Hipólita (Aunjanue Ellis), pressiona-o para a saber a história completa do que aconteceu em Ardham.

Primeira Temporada, Episódio Quatro: “A History of Violence” (Uma História de Violência)

Depois que Christina aparece misteriosamente à sua porta, Leti confronta Atticus sobre seu plano de voltar clandestinamente para a Flórida. Mais tarde, em busca de páginas ausentes em um texto crucial, Leti, Tic e Montrose seguem para Boston, com Hippolyta e Diana (Jada Harris). De volta a Chicago, um belo estranho nutre a decepção de Ruby por uma oportunidade de emprego desperdiçada.

Primeira Temporada, Episódio Cinco: “Strange Case” (Caso Estranho)

Depois de fazer uma barganha com William, Ruby entra no lugar encantado de uma mulher branca, mas sua transformação apenas fortalece seu ressentimento com a divisão racial. Uma traição de Montrose desencadeia a raiva reprimida de Atticus, deixando Leti profundamente perturbada e enviando Montrose para os braços reconfortantes de seu amante secreto. ”

A série estreia no dia 16 de agosto.

Baseada no livro homônimo de Matt Ruff, a trama gira em torno de Atticus Black, um rapaz de 25 anos que, quando seu pai desaparece, se dedica a buscá-lo junto com a sua amiga Letitia e seu tio George. Nesse processo eles enfrentam os horrores do racismo nos Estados Unidos na década de 1950, assim como espíritos malignos, e tentam sobreviver a tudo isso.

O elenco inclui Courtney B. Vance, Michael Kenneth WilliamsJurnee Smollett-Bell, Elizabeth Debicki, Aunjanune Ellis, Wunmi Mosaku e Jonathan Majors.

’50 States of Fright’ ganhará continuidade como série original do Roku

Após a falência do Quibi, os espectadores não sabiam o que iria acontecer com seus produções originais. Poucos meses depois, a Roku comprou o catálogo do serviço de streaming, dando esperanças ao futuro de suas produções originais.

Agora, foi anunciado que ‘50 States of Fright‘, série antológica de terror produzida por Sam Raimi, ganhará continuidade como uma produção original da Roku.

Nenhum detalhe sobre a terceira temporada foi divulgado.

Segue abaixo os detalhes dos episódios da 2ª temporada:

  • “Almost There”/Iowa

Com o fantasma de sua mãe a aterrorizando, uma engenheira deve consertar a turbina no meio de Iowa durante uma sinistra tempestade.

O elenco inclui Taissa Farmiga, Ron Livingston e Katie Stuart.

Dirigido por Scott Beck & Bryan Woods (‘Um Lugar Silencioso’).

 

  • “13 Steps to Hell”/Washington

Quando uma jovem desce em uma estranha escadaria no subsolo de um cemitério para recuperar o brinquedo perdido do irmão, ela acaba encontrando mais do que esperava no final dos degraus.

O elenco inclui Rory Culkin e Lulu Wilson.

Dirigido por Lee Cronin (‘A Morte do Demônio 4’).

 

  • “Red Rum”/Colorado

Quando um grupo de “influencers” entra no hotel mais assombrado do Colorado, eles se encontram vítimas de espíritos que só queriam ser deixados sozinhos.

O elenco inclui Christina Ricci, Jacob Batalon, Victoria Justice e Colin Ford.

Dirigido por Daniel Goldhaber (‘Cam’).

 

  • “Dogwood-Azalea”/Missouri

Quando uma jovem se muda para uma nova cidade rural em Missouri com sua família, ela faz amizade com uma alma muito antiga e raivosa.

O elenco inclui Erica Tremblay e Elizabeth Reaser.

Dirigido por Cate Devaney.

O novo ciclo irá explorar histórias baseadas em lendas urbanas do Colorado, Iowa, Missouri e Washington, levando os espectadores em uma jornada de terror pelos estados dos EUA.

Tom Holland ELOGIA o retorno de Andrew Garfield em ‘Homem-Aranha 3’; Você gostou?

Em entrevista ao Marvel.com, Tom Holland comentou sobre o retorno de Andrew Garfield em ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘, aclamando o trabalho do colega de elenco.

Andrew Garfield é lendário. Ele é um cara muito legal. Acredito que esse filme foi o jeito dele se reconciliar com o personagem Homem-Aranha. Foi um privilégio poder trabalhar com ele. Eu sei que esse retorno significou muito para ele.”

Vale lembrar que, como Garfield não teve a oportunidade de concluir a trilogia ‘O Espetacular Homem-Aranha‘, revê-lo vestindo o traje do Cabeça de Teia foi um grande presente para os fãs.

O amor de Garfield ao papel e sua entrega à história do personagem só prova que ele é digno de dar vida a Peter Parker em pelo menos mais um filme, encerrando assim sua trajetória na pele do herói.

Assista nossa entrevista com o Tom Holland:

Nas redes sociais, inúmeros fãs já estão fazendo campanha para que a Sony Pictures aposte na ideia e traga Garfield em mais uma aventura.

Por conta disso, a tag #MakeTASM3 está entre os assuntos mais comentados do Twitter e a internet espera chamar a atenção do estúdio, assim como os fãs de Zack Snyder apostaram no #ReleasetheSnyderCut.

Confira as publicações:

E aí, o que você achou do encontro entre Tobey Maguire, Andrew Garfield e Tom Holland?

Assista ao trailer de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

Sarah Paulson, de ‘American Horror Story’, vai estrelar novo terror do Hulu

De acordo com o Variety, Sarah Paulson (‘American Horror Story’) vai estrelar o terror ‘Dust‘, que está sendo desenvolvido pelo Hulu.

Na trama…

“Oklahoma, 1930. Uma mulher que está presa por tempestades de poeira cada vez mais perigosas é assombrada pelo seu passado através de uma presença ameaçadora – o que a leva a tomar medidas extraordinárias para proteger sua família.”

O elenco ainda contará com Amiah Miller (‘O Exorcismo da Minha Melhor Amiga’), Bill Heck (‘The Old Man’), Ebon Moss-Bachrach (‘O Urso’) e Annaleigh Ashford (‘American Crime Story’).

Will JoinesKarrie Crouse são responsáveis pela direção.

O roteiro da produção foi assinado por Crouse.

Sob o comando da Searchlight Pictures, vale destacar que as filmagens do terror já foram finalizadas.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Toda a família retorna à Grécia no trailer LEGENDADO de ‘Casamento Grego 3’; Assista!

A Universal Pictures divulgou o trailer legendado de ‘Casamento Grego 3‘, sequência dirigida e estrelada por Nia Varlados.

A família Portokalos viaja para uma reunião de família na Grécia para uma viagem emocionante e hilária, cheia de amor e reviravoltas.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 21 de setembro.

John Corbett, Louis Mandylor, Elena Kampouris, Maria Vacratsis, Andrea Martin, Elias Kavacas, Gia Carides, Joey Fatone e Melina Kotselou também retornam para a sequência.

O primeiro filme estreou nos cinemas em 2002, com a produção de Tom Hanks e Rita Wilson, custou baixos US$ 5 milhões e arrecadou mais de US$ 360 milhões mundialmente. Recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original.

A sequência foi lançada em 2016 e contou com o retorno do elenco original, e a então novata Elena Kampouris, interpretando a filha de Nia. O filme faturou apenas US$ 91 milhões mundialmente.

‘Kung Fu Panda 4’ ultrapassa US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! A sequência ‘Kung Fu Panda 4‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais.

Atualmente, o longa se encontra no TOP 2 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas do blockbuster ‘Duna: Parte 2‘ (US$660.7M).

Com uma ótima estabilidade no território norte-americano, a produção sofreu uma queda de apenas -24% no último final de semana – mantendo-se no TOP 5 das maiores bilheterias do pais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 166 milhões. No mercado internacional, foram US$ 244.3 milhões – totalizando US$ 410.4 milhões mundialmente.

Considerando que o orçamento do quarto filme foi de apenas US$ 85 milhões – significativamente inferior ao gasto dos filmes anteriores (orçados em torno de US$ 150 milhões) –, a nova sequência já pode ser considerada um novo sucesso da franquia e do gênero em si.

Confira nossa crítica e siga o CinePOP no Youtube:

Nesta primavera, pela primeira vez em quase uma década, o astro da comédia Jack Black retorna ao papel de Po, o mestre de kung fu mais improvável do mundo, com um novo capítulo hilário da amada franquia de comédia de ação da DreamWorks Animation, ‘Kung Fu Panda 4‘.

Depois de três aventuras arriscando a vida para derrotar os mais poderosos vilões com sua coragem incomparável e incríveis habilidades em artes marciais, Po, o Dragão Guerreiro (Jack Black, indicado ao Globo de Ouro) é chamado pelo destino para… Ah, dá um tempo! Bem, para ser mais exato, Po foi escolhido para se tornar o Líder Espiritual do Vale da Paz.

A escolha é problemática por várias razões… óbvias. Primeiro, Po sabe tanto sobre liderança espiritual quanto sobre a dieta paleo(lítica). Além disso, ele precisa encontrar e treinar o mais rápido possível um novo Dragão Guerreiro antes de assumir sua nova imponente posição.

Pior ainda, recentemente, foi vista no Vale da Paz uma feiticeira perversa e poderosa, a Camaleoa* (Viola Davis, vencedora do Oscar), um pequeno lagarto-fêmea que pode se transformar em qualquer criatura, grande ou pequena. Camaleoa está de olho – com seus olhinhos brilhantes e gananciosos – no Cajado da Sabedoria de Po, que lhe daria o poder de trazer todos os vilões-mestres já derrotados por Po de volta ao reino espiritual.

Então, é claro, Po vai precisar de ajuda. Ele a encontra (mais ou menos?) na rápida e astuta ladra Zhen (Awkwafina, vencedora do Globo de Ouro), uma raposa-das-estepes que tira Po do sério, mas cujas habilidades serão inestimáveis. Em sua cruzada para proteger o Vale da Paz das garras reptilianas da Camaleoa, os dois vão formar uma inusitada dupla e aprender a trabalhar em parceria. Com isso, Po vai acabar descobrindo que os heróis podem surgir dos lugares e nos momentos mais inesperados.

Kung Fu Panda 4‘ tem direção de Mike Mitchell (Trolls, Shrek Para Sempre) e codireção de Stephanie Ma Stine (série She-Ra e as Princesas do Poder). Rebecca Huntley (Os Caras Malvados) assina a produção. Em 2008, ‘Kung Fu Panda‘, o capítulo inaugural indicado ao Oscar, tornou-se o filme de animação original de maior bilheteria da DreamWorks Animation e lançou uma franquia que arrecadou mais de US$ 1,8 bilhão nas bilheterias em todo o mundo.

Criador afirma que filme baseado na série ‘Peaky Blinders’ não “será o fim”

Em entrevista ao Times Radio, Steven Knight, criador de ‘Peaky Blinders‘, comentou sobre o futuro da popular saga.

Além de confirmar o término das filmagens do filme derivado baseado na série, ele também indicou que o universo da produção deve continuar sendo expandido além do vindouro spin-off.

“Bem, é interessante você perguntar sobre [o futuro da saga] porque o filme está para ser lançado e não será o fim [de ‘Peaky Blinders’].”

Sobre uma possível previsão para o lançamento do longa-metragem, ele completa: “Ainda é muito cedo para falar sobre isso, mas, você sabe, o filme deve ser lançado no próximo ano.”

Confira a primeira imagem oficial do filme, que destaca Cillian Murphy e a Barry Keoghan:

O filme, que dá sequência ao sucesso criado por Steven Knight, chega após uma série de seis temporadas aclamadas pelo público.

A trama do filme de Peaky Blinders se concentra em Tommy Shelby durante o período tumultuado da Segunda Guerra Mundial e apresenta novos integrantes no elenco, como Rebecca Ferguson, Keoghan e Tim Roth.

Mais detalhes sobre os personagens inéditos ainda são um mistério.

Tom Harper fica responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Knight.

Relembre o trailer da 6ª e última temporada de Peaky Blinders’:

‘Alien: Earth’ terá 2ª temporada? Criador comenta sobre o FUTURO da série

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o criador Noah Hawley (‘Legion’) comentou sobre a possibilidade de ‘Alien: Earth‘ retornar para uma segunda temporada.

O roteirista se mostrou confiante com o futuro da produção, mas declarou que, no momento, a decisão de um possível novo ciclo está nas mãos da Disney.

“Acredito que nós começamos incrivelmente bem. E espero não ficar no suspense por muito tempo. Minha esperança que é, nos próximos meses, eu terei algum sinal se devo encontrar um novo emprego ou voltar ao trabalho.”

Ele completa, “Certamente, eu não quero que essa série demore muito para retornar. Então, há uma urgência em fazer uma nova temporada o mais rápido possível. Mas, no final das contas, é uma decisão da Disney. Estou ansioso com a decisão deles, pois ainda temos muitas outras canções de rock incríveis para serem tocadas [nos créditos finais dos episódios]”.

A produção será ambientada em 2120, dois anos antes dos eventos do longa original, ‘Alien, o 8º Passageiro‘.

Ridley Scott, diretor do filme original, entra como produtor da série.

Noah Hawley (‘Legion’) é responsável pelo projeto.

O elenco é formado por Sydney Chandler, Alex Lawther, Timothy Olyphant, Essie Davis, Samuel Blenkin, Babou Ceesay, David Rysdahl, Adrian Edmondson, Adarsh Gourav, Jonathan Ajayi, Erana James, Lily Newmark, Diem Camille e Moe Bar-El.

Richa MoorjaniKaren AldridgeEnzo CilentiMax RineheartAmir BoutrousVictoria MasomaTom MoyaAndy YuMichael SmileyJamie BispingTanapol Chuksrida fazem parte da atração como atores convidados.

Ator de ‘Operação Overlord’ se junta ao elenco do spin-off de ‘Monarch: Legado de Monstros’

De acordo com o Deadline, Pilou Asbæk (‘Operação Overlord’) entrou para o elenco da série derivada de ‘Monarch: Legado de Monstros‘, que promete expandir ainda mais o MonsterVerse.

Millie Brady (‘Orgulho e Preconceito e Zumbis’) também foi confirmada na produção.

Infelizmente, detalhes sobre seus papéis não foram divulgados.

A trama acompanhará o Coronel Lee Shaw, um agente americano que, em 1984, partiu em uma missão secreta atrás das linhas inimigas, numa tentativa de impedir que os soviéticos lançassem um novo e aterrorizante Titã, grande o suficiente para destruir os EUA e mudar o rumo da Guerra Fria.

Wyatt Russell (‘Thunderbolts*’) será o protagonista, reprisando seu papel da série original.

“Acho que as pessoas vão esperar uma coisa e depois pensar: ‘Caramba, isso não é o que eu esperava.’ O derivado vai se aprofundar na experiência de Lee depois que ele surgiu, e como ele foi meio que deixado de lado em 1982, e depois o que acontece depois disso, por que ele é necessário e a missão que ele assume,” declarou o ator.

Joby Harold (‘Obi-Wan Kenobi’) servirá como showrunner.

A produção é estrelada por Kurt Russell e Wyatt Russell.

Após a batalha estrondosa entre Godzilla e os Titãs que arrasou São Francisco e a chocante revelação de que os monstros são reais, ‘Monarch: Legado de Monstros’ acompanha dois irmãos seguindo os passos de seu pai para descobrir a conexão de sua família com a organização secreta conhecida como Monarch. Pistas os levam ao mundo dos monstros e ao oficial do exército Lee Shaw (interpretado por Kurt Russell e Wyatt Russell) em dois períodos: nos anos 1950 e meio século depois, quando Monarch é ameaçada pelo que Shaw sabe. A saga dramática – abrangendo três gerações – revela segredos enterrados e como eventos épicos e destruidores podem repercutir em nossas vidas. 

O elenco ainda conta com Anna Sawai, Ren WatabeKiersey Clemons, Joe Tippett e Elisa Lasowski.

A produção foi criada por Chris BlackMatt Fraction, com Black servindo como showrunner.

O MonsterVerse começou em 2014, com ‘Godzilla‘, e ganhou continuidade com ‘Kong: A Ilha da Caveira‘ (2017), ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ (2019) e ‘Godzilla vs. Kong‘ (2021).

Luscafilm divulga imagens INÉDITAS dos bastidores de ‘Star Wars – Os Últimos Jedi’

A presidente da Lucasfilm, Kathleen Kennedy, liberou algumas imagens dos bastidores de ‘Star Wars – Os Últmos Jedi‘.

Confira:

 

O elenco de ‘Star Wars – Os Últimos Jedi‘ é composto por Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Gwendoline Christie e Andy Serkis, além dos novatos Benicio Del Toro , Laura Dern (‘Jurassic Park’) e Kelly Marie Tran.

A estreia de Os Últimos Jedi acontecerá dia 15 de Dezembro.

 

‘Her Smell’: Elisabeth Moss vive roqueira punk em trailer de drama; Confira!

Elisabeth Moss (The Handmaid’s Tale) é uma roqueira punk com comportamento abusivo no novo filme de Alex Ross Perry (Golden Exits), intitulado ‘Her Smell’.

Confira o trailer:

Na trama, Moss será Becky Something, estrela do rock punk que se relaciona com os membros de sua banda. A personagem também passará uma guerra contra as drogas e álcool, enquanto tenta se reerguer no mundo na música.

O filme estreia em 12 de abril de 2019.

Colapso do coronavírus não vai atrasar futuros lançamentos da Netflix

A pandemia do coronavírus acabou acarretando em um colapso sem precedentes na produção cinematográfica, interrompendo as gravações de séries e filmes e adiando a estreia de longas que já estavam agendados para o primeiro semestre de 2020.

No entanto, os próximos lançamentos da Netflix não serão afetados, conforme revelou o Chefe de Conteúdo da gigante do streaming, Ted Sarandos.

Em uma entrevista à emissora CNN, o executivo revelou que a empresa trabalha com um cronograma muito à frente em relação aos demais estúdios, o que eventualmente acabou resguardando a empresa e seus futuros lançamentos.

Embora ele tenha reiterado que os projetos que estavam sendo filmados foram interrompidos, por precaução, a agenda de lançamentos mais próximos não será impactada, uma vez que os títulos já haviam sido gravados há bastante tempo.

Disse:

“Nós trabalhos com uma agenda bem adiantada. Sabe, nós entregamos todas as nossas séries com todos os episódios de uma só vez, então estamos bem à frente. Então não vemos nenhuma disrupção na nossa produtividade pelos próximos meses. Talvez mais para frente no final do ano, se esse problema se perdurar por mais tempo, vocês venham a sentir um pouco desse impacto, uma vez que a produção física não estará operando”.

 

 

 

 

Crítica em Vídeo | ‘Um Príncipe em Nova York 2’ vale a pena MESMO?

Um Príncipe em Nova York 2’ já estreou no catálogo da Amazon Prime Video, mas a nossa jornalista e crítica Rafa Gomes teve a oportunidade de conferir a produção em primeira mão, antes da estreia, e te conta tudo – SEM SPOILERS.

Assista a nossa crítica:

Na nova história, Akeem descobre que tem um filho perdido nos Estados Unidos e retorna para encontrar o novo herdeiro do trono do fictício reino de Zamunda.

O longa é dirigido por Craig Brewer.

O elenco também conta com Arsenio Hall volta como Semmi e Shari Headley retorna como Lisa McDowell, além de Tracey Morgan (Tiras em Apuros), Leslie Jones (Saturday Night LiveCaça-Fantasmas), Kiki Layne (Se a Rua Beale Falasse), Wesley Snipes, John AmosJames Earl Jones

Arsenio Hall and Tracy Morgan star in COMING 2 AMERICA
Photo Courtesy of Amazon Studios
Eddie Murphy and Jermaine Fowler COMING 2 AMERICA
Photo Courtesy of Amazon Studios
KiKi Layne and Eddie Murphy star in COMING 2 AMERICA
Photo Courtesy of Amazon Studios

Crítica | A Lista Terminal: Chris Pratt entra no modo brucutu em excelente série de ação de Antoine Fuqua

Como alguém que escreve sobre aquilo que sabe e na sua profundidade viveu na pele, Jack Carr faz de A Lista Terminal uma obra de ficção pautada no realismo de um membro da Navy Seal. E por ter vivido cada expressão da mais alta patente militar norte-americana, o agora escritor transforma sua experiência particular na suntuosa jornada de redenção de um homem imerso no luto emocional, mental e físico – que busca os responsáveis pelas mortes de sua equipe tática durante uma perigosa operação. E buscando honrar sua visão bem intimista desta força especial, Antoine Fuqua e Chris Pratt se unem para entregar uma versão adaptada extasiante, que praticamente funciona como um coletânea de oito filmes de ação excepcionais.

A Lista Terminal é o tipo de minissérie que raramente vemos. Com um orçamento robusto e a presença de ex-membros da Marinha norte-americana entre o elenco e a equipe técnica/de apoio, a produção é extremamente detalhista em relatar os meandros do exército e até mesmo do governo local. Trazendo a aflorada criatividade de Carr para as telas, Fuqua entrega uma história que comprime a didática que rege os Navy SEALs, à medida em que apresenta uma camada dramática bem densa e muito bem servida.

Orbitando entre o subgênero de thriller psicológico e thriller político, o famoso cineasta por trás de Dia de Treinamento opera em sua zona de conforto com precisão, proporcionando um entretenimento que exaure os seus personagens até a última gota. Tudo isso para entregar uma preciosa e enérgica descarga de adrenalina, que convida a audiência para dentro da trama e até mesmo para a mente de seu dúbio protagonista. E ainda que a trama não seja absolutamente inovadora, A Lista Terminal entrega exatamente o que uma excelente série de ação precisa: confrontos performáticos, explosões a perder de vista e uma boa motivação como alicerce narrativo.

Com cenas de ação bastante performáticas e viscerais em sua sanguinolência explícita, a minissérie não é para aqueles de estômago mais sensível, uma vez que não poupa seus personagens – sendo eles coadjuvantes ou não. De ritmo acelerado e com pequenas reviravoltas sempre à espreita, A Lista Terminal é o sonho concreto dos amantes do gênero brucutu, aborda a defesa da honra a todo custo e celebra a virilidade masculina com naturalidade (e não há nada de errado nisso!). Explorando ainda os dilemas psicoemocionais que todo bom e velho brucutu dos anos 80 enfrentava, a minissérie até parece uma resposta complementar ao sucesso estrondoso de Top Gun: Maverick, que valoriza os mesmo elementos em cenas alucinantes.

E conforme traz pequenas referências ao amado Rambo, a original Amazon Prime Video ainda coloca Chris Pratt na posição de um anti-herói bem às avessas, que busca fazer justiça com as próprias mãos, doa a quem doer. Com Taylor Kitsch e Constance Wu também no elenco, A Lista Terminal não desaponta, supre todas as necessidades dentro do gênero de ação e entrega uma trama substancial – que ajuda a alicerçar todos os dilemas do pouco carismático (mas compreensivo) protagonista. Com um plot twist maravilhoso, a nova iteração de Fuqua só reitera o seu brilhantismo na direção (ele assina o episódio inaugural) e ainda apresenta Pratt como um genuíno brucutu em formação. Seria esse o prelúdio de uma fase distinta de sua carreira? Seria injusto ignorar seu potencial.

Do Pior ao Melhor | Os Indicados ao Oscar de Melhor Filme 2021

Domingo, dia 25 de abril, ocorre a 93a Cerimônia dos Oscars, em Los Angeles. Em um período adverso, desde a sua estreia em 1929, a Academia de Hollywood possui entre os indicados ao maior prêmio da noite, o de Melhor Filme, obras que – em grande parte – não chegaram às salas de cinemas, nem no Brasil, nem no mundo, mas foram lançadas via streaming.

Leia também: Dica do fim de semana | Filmes indicados ao Oscar no Streaming

Após conferir os oito indicados na categoria Melhor Filme, eu estabeleci um ranking de apreciação, do pior ao melhor, segundo critérios de envolvimento com a trama, admiração técnica e empatia com os personagens. Desse modo, incentivo aos caros leitores a fazerem o mesmo nos comentários.

As críticas de todos os filmes estão linkadas nos títulos, clique e confira. Agora, se você quer saber quem tem mais chances de levar as estatuetas, convido a ler os artigos sobre previsões dos meus colegas aqui no site. 

Leia também: As Previsões do Oscar 2021 – Nas Principais Categorias

8 – Mank, de David Fincher

Com atuação exemplar de Gary Oldman, Mank é uma homenagem ao roteirista Herman J. Mankiewicz, apagado do sucesso de Cidadão Kane (1941). Tudo é bastante correto no filme, e é até curioso, mas em nenhum momento envolvo-me com a história. O bêbado Mank pode ser um brilhante escritor, contudo a narrativa modorrenta e o personagem em si causaram-me desânimo.

7 – Bela Vingança, de Emerald Fennell

A premissa do filme é ótima e a ambientação pop, singular. Certas ideias do roteiro são igualmente boas, mas o desenvolvimento é questionável. Desde Educação (2009), não tinha visto Carey Mulligan em um personagem empolgante, a atriz consegue trazer a compreensão necessária para as ações de Cassy. Por outro lado, algumas imprecisões lógicas, um romance pífio e um desfecho estabanado nos distanciam do argumento da obra.  

6 – Judas e o Messias Negro, de Shaka King

Daniel Kaluuya realmente incorpora um líder político, da mesma forma que LaKeith Stanfield é um esplêndido agente infiltrado. As atuações são notáveis; o roteiro e a direção são efetivas. Embora seja uma obra bastante importante, ela não estabelece grande ressonância como Infiltrado na Klan (2018), por exemplo, com cenas memoráveis e diálogos criativos.

5 – Os 7 de Chicago, de Aaron Sorkin

Filmes de tribunais costumam ser cansativos e apoiar-se na relevância dos eloquentes advogados ou na espetacularização de um crime. Aaron Sorkin, entretanto, cria um roteiro ágil e conflituoso para dar destaque a cada figura em julgamento com equilíbrio entre o humor e a discussão política, num período de injustiça social, turbulência judicial e, claro, de violência policial.

4- Nomadland, de Chloé Zhao

A obra poderia chamar-se: Frances McDormand a percorrer a vida nômade nas estradas do interior dos Estados Unidos. Em uma mistura de ficção e realidade, o filme ganha um tom especial a dar ênfase à vida que ninguém vê. A partir dos passos da protagonista, a gente cruza com rostos, paisagens, dilemas e esperanças, tal como um encontro com refugiados de um sistema social no qual eles não se encaixam. É memorável ver esses relatos ganharem tamanha proeminência.

3 – Minari, de Lee Isaac Chung

Encanto-me por narrativas de pessoas que abandonam um modo viver em busca de uma existência mais edificante. A envergadura do roteiro está sobre as dificuldades do chefe de família (Steven Yeun) lidar com as expectativas de construir uma potencial fazenda para sustentar a família. Contudo, a graça e o encanto de Minari apoiam-se na relação do pequeno David (Alan Kim) com a sua avó Sonja (Yuh-Jung Youn). Eles são os protagonistas dos momentos mais engraçados e dramáticos. 

2 – O Som do Silêncio, de Darius Marder

O cinema tem um poder indiscutível de nos deslocar à perspectiva do outro e, portanto, quando uma produção é bem sucedida neste aspecto, nasce uma obra-prima. Assim, é a minha relação com Sound of Metal, uma experiência de entrar na negação e na sublevação de um baterista ex-viciado, que um dia perder a audição e, consequentemente, toda o seu modo de vida. Os traumas e os preconceitos tratados no enredo ficam como um zunido na mente. 

1- Meu Pai, de Florian Zeller

A sensibilidade do diretor/autor e a soberania da interpretação de Anthony Hopkins são destruidoras. Nunca tinha assistido a um filme sobre demência senil que me colocasse na perspectiva do portador da patologia e estabelecesse uma conexão tão forte com a angústia do paciente. De longe, é o filme mais pungente entre os indicados.

‘Mudo’: Original Netflix do diretor de ‘Warcraft’ é massacrado pela crítica

A nova ficção científica da Netflix, intitulada ‘Mudo’, considerada uma das grandes apostas do serviço de streaming para esse ano, está recebendo críticas extremamente negativas internacionalmente.

Com apenas 8% de aprovação no Rotten Tomatoes, por enquanto, a média de notas é de 2.8, uma das piores da história dos originais Netflix. Confira o que alguns críticos estão achando do filme do diretor Duncan Jones:

Variety:

“Me pergunto o que Jones está tentando dizer com ‘Mudo’? Não se poderia imaginar que este filme genérico excessivamente congestionado provenha da mesma mente do elegante e minimalista de ‘Lunar’, que fez um uso muito melhor de tudo que não estava falando”

Los Angeles Times:

Duncan Jones criou a história anos atrás. No entanto, conforme ela cresce e assume temas mais emocionais, ele não encontra o equilíbrio correto entre o sentimental e o insensível”

The Wrap:

“Com sua chegada na Netflix neste fim de semana, seria recomendável que o serviço de streaming adicione mais uma categoria: ‘Caso você literalmente não tenha nada para assistir’”

Little White Lies:

“‘Mudo’ possui tão pouco senso de estilo e articulação de direção que acaba falhando muito antes dos seus 125 minutos de duração”

Ficou curioso? A produção já está disponível no catálogo da Netflix.

Confira um trailer:

A ficção científica conta com Paul Rudd (‘Homem-Formiga’) e Alexander Skarsgard (‘A Lenda de Tarzan’) como os protagonistas.

A história é situada em Berlim em 2055.

A cidade tornou-se turbulenta de imigrantes e o lado Ocidental da cidade travou uma batalha contra o lado Oriental. Leo Beiler (Alexander Skarsgard), um barman mudo, não tem mais razões para viver nesse local, já que a sua única razão para viver na cidade desapareceu misteriosamente.

Quando Leo decide procurar a pessoa, o líder de um grupo de cirurgiões americanos (vivido por Paul Rudd) parece ter uma grande pista, e Leo ficará na dúvida se aceitará a ajuda do grupo ou se eles poderão causar sua morte.

Só o fato de já ter um personagem mudo,  significa que a direção técnica e os movimentos do ator terão que ser redobrados. Projeto intrigante e bem interessante.

 

 

 

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Vídeo do blu-ray explica o poder de cada Joia do Infinito; Assista!

Um vídeo promocional do blu-ray de ‘Vingadores: Guerra Infinita está circulando na internet. Nele, a Marvel explica exatamente qual o poder de cada uma das Joias do Infinito.

Destaque para a Joia da Alma, a pedra que menos apareceu no MCU até agora. No vídeo, seu poder é “controlar a vida e a morte”. Confira:

Joia do Espaço: Viajar através de qualquer dimensão.

Joia do Tempo: Ver o futuro, alterar o passado.

Joia da Realidade: Dobrar a realidade à sua vontade.

Joia do Poder: Destruir qualquer coisa em seu caminho.

Joia da Mente: Criar ou alterar consciências.

Joia da Alma: Controlar a Vida e a Morte.

 

Capitã Marvel chega aos cinemas em 8 de março de 2019, enquanto Vingadores 4 fica para 02 de maio de 2019.

10 curiosidades de A.I. – Inteligência Artificial, o ‘Pinóquio’ dos tempos modernos

Lançado em 2001, A.I. – Inteligência Artificial foi vendido como uma ficção brilhante chancelada pelas mentes de Stanley Kubrick e Steven Spielberg. Porém, o resultado ficou no meio termo entre a ficção e a fantasia, o que acabou dividindo o público. Inspirada na jornada do Pinóquio, o filme conta a história de um robozinho avançado que vive uma história única no futuro. Além das histórias vistas em tela, o longa esconde alguns segredos. Pensando nisso, o CinePOP separou 10 curiosidades para você conferir.

 

Problema com o nome

O título original do filme era A.I., e nada mais. Só que a equipe de marketing, após uma enquete com o logo, percebeu que as pessoas estava confundindo o título com A.1., que é uma famosa marca de molho de churrasco nos EUA. Então, para evitar confusões, o título oficial foi alterado para A.I. – Inteligência Artificial.

 

Gênios

A curiosidade mais conhecida sobre este filme é que o projeto esteve nas mãos de Stanley Kubrick por mais de 20 anos. No entanto, antes de morrer, o próprio Kubrick perguntou se Steven Spielberg não gostaria de assumir o longa, após entender que a visão do colega se adequava mais à história. E não deu outra: Spielberg aceitou.

 

Visão sombria

No entanto, ao contrário do que muitos acreditam, as partes mais sombrias da história foram sugeridas justamente por Steven Spielberg. Não apenas isso, mas também as partes mais “fofinhas” da história, como a adição do ursinho de pelúcia e o desfecho mais sonhador e positivo da trama, constantemente criticados pelos fãs e atribuídos a Steven, foram justamente sugestões de Stanley Kubrick.

 

Depilação

Um dos motivos do filme funcionar tão bem é a atuação “robótica” do jovem Haley Joel Osment, que despontava na época como um dos mais promissores atores mirins de sua geração. Para ajudar nesse aspecto mais ‘plástico’, a equipe de maquiagem depilava todas as partes visíveis da pele do menino, como bracinhos, testa e bochechas, para que a pele ficasse a mais “não humana” possível.

 

O segredos dos olhos

Além da questão da pele, outro ponto usado para diferenciar os robôs dos humanos foi sugerido pelo próprio Haley Osment. Ele disse a Spielberg que faria mais sentido se o seu personagem, David, não piscasse, já que era um robô. O diretor gostou tanto da ideia do garoto que pediu a todos os atores “robóticos” que não piscassem enquanto estivessem em cena. Nem todos conseguiram.

 

Inclusivo

Em vez de remover digitalmente ou procurar esconder os membros, a produção convocou atores deficientes físicos para interpretarem os robôs que haviam perdido membros, como braços e pernas.

 

Complexo

Dentre todos os robôs e animatrônicos feitos para o filme, o lendário Stan Winston disse que o mais complexo para ser desenvolvido foi justamente o ursinho Teddy. Afinal, enquanto os outros robôs ficavam parados ou se mexiam pouco, Teddy precisava andar, falar e até mesmo ter trejeitos próprios. Segundo Winston, o ursinho foi mais complexo e deu mais trabalho que qualquer dinossauro do primeiro Jurassic Park (1993).

Voz conhecida

O ursinho Teddy foi interpretado por Jack Angel, um lendário “voice actor” – o equivalente aos nossos dubladores aqui no Brasil -, que deu voz a diversos personagens de clássicos das animações, como Transformers, DuckTales, Super Amigos, Toy Story e Os Smurfs. Apesar de ter gravado as falas do ursinho previamente, o ator foi convidado pelo próprio Spielberg a fazer parte permanente da equipe dos sets. Afinal, se ele sentisse que deveria mudar uma fala ou Spielberg quisesse uma mudança repentina, o ator poderia fazer a voz na mesma hora.

Realidade alternativa

Diversos filmes foram afetados pelo atentado de Osama Bin Laden às Torres Gêmeas, e A.I. foi um deles. Apesar de ser ambientado muitos anos no futuro, as cenas em Nova York mostram o World Trade Center ao fundo, que foi destruído apenas três meses após o lançamento oficial do longa. Apesar das críticas, Spielberg decidiu manter as torres na versão para DVD do filme.

 

Robin Williams

Muita gente não sabe, mas antes de interpretar um robô em O Homem Bicentenário, o ator e comediante Robin Williams gravou uma pequena passagem robótica como o holograma Dr. Conhecimento neste filme. A gravação foi feita muito tempo antes de Spielberg assumir a direção. Ou seja, toda a passagem de Williams no longa foi dirigida exclusivamente por Kubrick.

Festival do Rio 2022 | Confira os horários e as salas de cinema dos filmes que você TEM QUE ASSISTIR!

É HOJE! Depois de muita espera e duas doses de ansiedade, o Festival do Rio finalmente volta ao seu formato presencial no seu calendário original na cidade do Rio de Janeiro. O evento começa hoje, 06/10, e vai até 16/10, ou seja, serão dez dias de puro mergulho no que há de melhor dentre filmes nacionais e internacionais. E como sabemos que festival é sempre uma correria, montamos aqui uma matéria pra você dar print ou imprimir e não perder tudo que há de melhor na edição desse ano. Confira!

Sessão de Abertura

O filme que abre o Festival do Rio esse ano será ‘Império da Luz’, novo longa de Sam Mendes. Haverá uma sessão exclusiva para convidados no Cine Odeon (que está reabrindo hoje!!), e, em seguida, às 23:30hs, haverá uma sessão desse mesmo filme, neste mesmo lugar, totalmente gratuita e aberta ao público. Os ingressos para esta sessão são adquiridos mediante formulário no link da bio do Instagram do Festival.

Cinema na Praia

Depois de muitos anos, o cinema está de volta à praia no Festival do Rio! Durante o último final de semana haverá sessões gratuitas de filmes para toda a família na Praia de Copacabana. Anote aí os dias: sexta, 14/10, 18h30 ‘Turma da Mônica: Lições’; e 20h00 ‘2 Filhos de Francisco’ (haverá homenagem ao cineasta falecido); sábado, 15/10,18h30 ‘Pluft, o Fantasminha’; e 20h00 ‘Rio’; domingo, 16/10, 18h30 ‘Frozen 2’.

My Policeman

Filme-sensação do Festival, traz Harry Styles novamente para as telonas. É um filme que precisa ser visto, pois é um dos mais concorridos da edição desse ano, e essa é a oportunidade única de ver o filme em tela grande. Anote os dias: sábado, 08/10, às 23:45hs no Estação NET Botafogo 1; quarta, 12/10, às 21:15hs no Estação NET Gávea; sábado, 15/10, às 14:30 no São Luiz 2.

Halloween Ends’

Você é fã de filmes de terror, né? Pois então você não pode perder a oportunidade de assistir antecipadamente o novo filme da franquia ‘Halloween’! Anote os dias: segunda, 10/10, às 21:15 no Reserva Cultural Niterói 2; e terça, 11/10, às 23hs no Cine Odeon.

Rio Market

Você tem o sonho de entrar para o mundo do cinema? Quer vender sua ideia, seu projeto aos maiores players do mercado? Então o Rio Market é pra você! A rodada de negócios do Festival do Rio acontece entre 7 e 13/10 na ESPM no bairro da Glória, com palestras, workshops, talks e muito mais! Confira em riomarket.com.br

‘Argentina, 1985’

Sim, o novo filme de Ricardo Darín vem para o Festival para a gente poder assistir nas telonas. O filme será exibido em sessão única na quarta, 12/10, às 21:45, no Cine Odeon. E detalhe: a sessão contará com a presença de parte do elenco!

‘E.T – O Extraterreste’

Filme queridinho de vários cinéfilos, ‘E.T – O Extraterreste’ completa 40 anos esse ano! Por isso, ganhará exibição mais que especial no Festival, com direito a surpresinha para os cinéfilos, nos dias 09/10, às 16:45hs, na Reserva Cultural Niterói 2; 12/10 às 11hs no Estação NET Botafogo 1; e 14/10, às 19:30hs, no Cine Odeon.

Clássicos Brasileiros Restaurados

Um clássico não se chama clássico sem nenhuma razão né? E duas pérolas do cinema nacional foram restauradas para uma nova exibição ao público no Estação NET Rio: ‘O Pagador de Promessas’, dia 16/10 às 16:30, e ‘Assalto ao Trem Pagador’, dia 12/10 às 16hs.

Série do Tim Maia

Vocês sabiam que o saudoso cantor Tim Maia está ganhando uma série documental? Os primeiros episódios serão exibidos no dia 13/10 às 19hs, no Cine Odeon, e contará com muitos convidados na sessão.

Living

Você é fã de Akira Kurosawa? Então fique de olho no filme britânico ‘Living’, que é uma adaptação do longa ‘Viver’ (1952), do diretor japonês. Passará nos dias 07/10, às18:45, no São Luiz 2; 09/10 às 19hs, no Estação NET Gávea 2; e 13/10 às 14:15, no São Luiz 1.

Cine Concerto

Já pensou assistir à exibição de um filme com música ao vivo? Era assim antigamente, e durante o Festival você poderá ter essa experiência única nos dias 07/10 às 19hs no Cine Odeon e 15/10 às 19hs no Estação NET Botafogo 1.

‘Down Quixote’

Provavelmente um dos filmes mais aguardados pela imprensa brasileira, pois conta a história de um grupo de atores com síndrome de Down ensaiando uma peça sobre ‘Dom Quixote’. Será exibido dias 12/10, às 19hs, no Estação Botafogo 1 (com a presença do elenco); 13/10 às 21hs, no Reserva Cultural Niterói 3; e 16/10 às 16:30hs no São Luiz 1.

Operação Hunt

Estrelado por Lee Jung-jae, de ‘Round 6’, o longa tem estreia nacional no Festival nos dias 08/10 às 21:45 no Cine Odeon, e 11/10 às 18:45 no São Luiz 2.

Grito de Horror

O clássico trevoso de Joe Dante terá sessões para os fãs no Festival (que incentiva o público a ir de cosplay e fantasias de terror) nos dias: 09/10 às 16:45 no Estação Gávea 2 e 15/10 às 23:45 no Estação Botafogo 1.

‘Priscilla, a Rainha do Deserto’

Clássico dos clássicos do cinema LGBTQIA+, o longa terá uma exibição especial e única no dia 15/10 às 22:45 no Cine Odeon, e é pra montar o look!