Edward Nygma, o futuro Charada, é um dos destaques nas primeiras fotos do episódio que marca o retorno da terceira temporada de ‘Gotham‘.
A volta da série está agendada para o dia 24.
Confira:
Edward Nygma, o futuro Charada, é um dos destaques nas primeiras fotos do episódio que marca o retorno da terceira temporada de ‘Gotham‘.
A volta da série está agendada para o dia 24.
Confira:
A Sony Pictures Animation divulgou o novo vídeo ‘Emoji – O Filme’, em que o emoji do “Cocozinho”, na voz de Patrick Stewart, é apresentado.
Assista:
Eric Siegel (‘Men at Work’) escreveu o roteiro e Anthony Leondis (‘Kung Fu Panda – Os Segredos dos Mestres’) dirige. Leondis comandou ‘BOO: Serviços de Operações do Outro Mundo‘ para a Dreamworks.
A trama mostrará uma visão surpreendente e cômica sobre a vida secreta dos Emojis. O lançamento no Brasil acontece dia 31 de agosto.
A palavra Emoji é derivada da junção dos seguintes termos em japonês: e (imagem) + moji (letra).
O estúdio venceu a concorrência com a Warner Bros. e Paramount e fechou um acordo de mais de US$ 1 milhão de dólares.

‘Jogos Mortais: Jigsaw‘ ganhou seu cartaz final.
A Paris Filmes lançará o filme no Brasil dia 2 de Novembro de 2017, uma semana após a estreia norte-americana (27 de Outubro).
Confira, com os cartazes anteriores e trailer:







Uma série de assassinatos brutais começam a assustar a cidade. À medida que as investigações começam, todas as evidências apontam para um homem: John Kramer – O JIGSAW. Mas como isso poderia acontecer? O homem conhecido como Jigsaw está morto há mais de uma década! Teria um aprendiz assumido o manto do Jigsaw, ou alguém que está comandando as investigações?
O elenco conta com Laura Vandervoort (a Supergirl de ‘Smallville‘) e Hannah Anderson.
O filme é comandado por Peter e Michael Spierig, diretores de ‘2019 – O Ano da Extinção‘ (2009) e do sensacional ‘O Predestinado‘, ficção-científica estrelada por Ethan Hawke e lançada no Brasil direto em Home Vídeo.
Josh Stolberg e Pete Goldfinger, de ‘Piranha 3D‘ e ‘Pacto Secreto‘, roteirizam.
Vale lembrar que diretor James Wan e o roteirista Leigh Whannell, ambos do filme original, estão à bordo como produtores executivos.
Os sete filmes da franquia arrecadaram US$ 874 milhões em bilheterias do mundo todo e figuraram no Guinness Book como a “Franquia de terror de maior sucesso” de todos os tempos.
Vamos jogar um jogo?

[SPOILER]
Os irmãos Joe e Anthony Russo revelaram quais personagens que não foram mostrados em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ conseguiram sobreviver ao estalar de dedos do Thanos.
Sobreviveram:
– Howard, o Pato
– Tia May
– Ned Leeds
– Jane Foster
– Korg
– Miek
– Shuri
– Valquíria
Viraram “pó”
– Betty Ross
– Lady Sif
‘Vingadores: Guerra Infinita‘ continua quebrando recorde mundo afora, e nos Estados Unidos não é diferente.
De acordo com dados do Deadline, o filme acaba de superar a marca de US$ 500 milhões em bilheteria nos EUA, se tornando assim o segundo filme a conseguir o feito mais rápido. O primeiro lugar continua sendo ‘Star Wars: O Despertar da Força’, que atingiu em apenas cinco dias antes.
Já no Brasil, em apenas duas semanas, o filme se tornou a maior bilheteria do ano. Com público de 10 milhões de espectadores, ‘Guerra Infinita‘ já arrecadou R$ 154 milhões – ultrapassando ‘Pantera Negra‘, que liderava as bilheterias de 2018 com R$ 120 milhões.
Confira o TOP 10, segundo o FilmeB:
| filme | renda (R$ mil) | |
|---|---|---|
| 1 | Vingadores – Guerra infinita | 154.008 |
| 2 | Pantera Negra | 120.614 |
| 3 | Nada a perder | 114.991 |
| 4 | Jumanji: Bem-vindo à selva | 73.971 |
| 5 | Cinquenta tons de liberdade | 64.366 |
| 6 | O Touro Ferdinando | 46.847 |
| 7 | Extraordinário | 38.280 |
| 8 | Os farofeiros | 35.987 |
| 9 | Fala sério, mãe! | 31.794 |
| 10 | Viva – A vida é uma festa | 30.298 |
Essa semana, o longa se tornou o primeiro na história do cinema à cruzar a marca de US$ 1 bilhão em tempo recorde de 11 dias.
A adaptação dos quadrinhos ainda superou outras marcas alcançadas por grandes filmes, deixando para trás ‘Homem-Aranha 3‘ (US$ 891 milhões), ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ (US$ 880 milhões), ‘Batman V. Superman: A Origem da Justiça‘ (US$874 milhões) e ‘Guardiões da Galáxia‘ (US$ 854 milhões).
Crítica | Vingadores: Guerra Infinita – O evento cinematográfico de uma geração
Scarlett Johansson conta tudo sobre ‘Vingadores: Guerra Infinita’ em entrevista EXCLUSIVA
‘Vingadores 4‘ chega aos cinemas em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.
A DC sofreu ultimamente no cinema e isso não está necessariamente ligado ao sucesso dos filmes da Marvel. Sim, há uma disparidade grande, porém, a DC por si só não consegue realizar um bom trabalho em projetos cinematográficos, independentemente do parâmetro a ser usado como base. Sua organização enquanto universo compartilhado foi confusa e houve uma grande bagunça naqueles que em tese organizam todo o projeto.
Agora, o DC Universe não vai seguir a agenda antes divulgada que apresentava a data de lançamento de filmes até 2020. Nela, Liga da Justiça 2 estava marcado para 2019, porém, o projeto foi engavetado. Já o filme solo do Flash estava agendado para 2018 e agora a notícia é de que a produção terá início apenas em 2019, após ter alterado o roteiro e a direção. Recentemente, saiu a notícia de que o tom do filme vai ser leve e que terá como referência o icônico “De Volta Para o Futuro”.
Outro ponto é que personagens secundários agora vão ganhar um maior holofote até mesmo antes dos principais membros da Liga serem estabelecidos de modo satisfatório. A DC irá produzir um filme da Batgirl e existe a possibilidade remota de uma produção solo focada no Coringa de Jared Leto, que não teve uma grande aprovação.
Por falar em aprovação, os únicos filmes da DC com unanimidade em relação a sucesso é Mulher Maravilha e Aquaman. Gal Gadot interpretando Diana teve uma boa participação em Batman vs Superman e um filme solo muito elogiado. Jason Momoa arrasou com o divertido Aquaman. Por outro lado, Liga da Justiça, Batman vs Superman, Esquadrão Suicida e Man of Steel não conseguiram conquistar o público e tiveram uma bilheteria aquém da expectativa da Warner/DC, além de sofrer inúmeras críticas pelos mais diversos motivos.
E então fica a pergunta: O DC Universe tem salvação?
Como universo compartilhado, provavelmente não. Mas o estúdio está acertando alto em filmes solo com histórias pontuais. O potencial de sucesso é grande. Os super-heróis principais da DC sempre foram os mais populares. Enquanto a Liga da Justiça é icônica desde que surgiu, os Vingadores, por exemplo, só caíram no gosto popular de fato após chegarem às telas de cinema. Juntando o pós de ter os heróis mais famosos e o contra de ter um histórico recente ruim, a DC poderia optar por dois caminhos.
A decisão mais acertada é desistir da ideia de Universo Compartilhado. A estratégia deu completamente certo na Marvel não somente por existir um universo único para os filmes e sim porque havia uma pessoa responsável por isso, Kevin Feige (e seu brilhante trabalho). Sem alguém por trás para pensar em tudo na DC, a ideia está fadada ao fracasso. Cada filme poderia ser totalmente independente e desconexo, assim não havendo a necessidade de ligar os pontos. O ônus disso é que um futuro filme da Liga Da Justiça perderia muita força.
A DC teve que correr devido ao sucesso de sua rival e isto pesou muito. Com uma maior tranquilidade, seria possível apresentar o filme solo de cada herói antes de chegar ao ápice da Liga, tal qual ocorreu em Vingadores. Era necessário criar um vínculo afetivo entre o público e os personagens do cinema, mesmo que eles já fossem conhecidos.
Após ‘Aquaman‘ arrecadar sensacionais US$ 1,038.0 bilhão, Toby Emmerich, principal executivo da Warner, confirmou que a DC não tem mais planos para um universo compartilhado.
“Todos nós sentimos que viramos uma página agora. Estamos jogando pelo playbook da DC, que é muito diferente do que o livro da Marvel. Estamos muito menos focados em um universo compartilhado. Nós fazemos um filme de cada vez. Cada filme é sua própria equação e sua própria entidade criativa. Se você tivesse que dizer uma coisa sobre nós, é que sempre tem que ser sobre os diretores.”, afirmou durante entrevista ao Hollywood Reporter.
Agora, a ordem é seguir com filmes sem conexão focados em boas histórias. A primeira delas é o filme solo do ‘Coringa‘, que trará Joaquin Phoenix tentando apagar aquela imagem ruim deixada por Jared Leto. Dirigido pelo indicado ao Oscar, Todd Phillips (‘Cães de Guerra’) e produzido pelo vencedor do Oscar, Martin Scorsese (‘Os Bons Companheiros’), esta prequel do indicado ao Oscar, Christopher Nolan, ‘Cavaleiro das Trevas’, vai explorar como o Palhaço Príncipe do Crime veio a se tornar o que é. A expectativa não poderia estar mais alta.
Outro filme com grande potencial de ter um estilo diferente ao habitual – seja em obras da DC ou da Marvel – é Batgirl. Nas HQ’s, o tom das histórias é muito contemporâneo e faz uso constante de, por exemplo, redes sociais, além de tirar selfies e demais atitudes de uma grande quantidade de adolescentes nos dias de hoje. Na Marvel, o Homem-Aranha já explorou isso de certa forma, mas não tanto quanto é possível utilizar este recurso – como ocorre com a jovem nos quadrinhos. Joss Whedon era o responsável pelo roteiro, porém saiu do projeto e deu lugar a Christina Hodson.
Por falar em pegar o público jovem, principalmente o infantil, Shazam! pode ser a pedida. Por se tratar de uma criança em um corpo de um adulto que é um super-herói, é possível explorar diversos tipos de cenas e fazer com que crianças se imaginem no lugar dele, vivendo situações triviais que na mente delas são muito maiores. O filme estreia no dia 5 de abril de 2019 nos Estados Unidos.
Basicamente, o caminho a ser seguido é justamente o oposto do apresentado até então. Largar o tom pesado e sério dos filmes, mesmo sem necessariamente imitar o tom das produções da Marvel. Se fazendo um universo compartilhado há pouco êxito, é possível que a DC consiga atingir o sucesso em filmes pontuais e que explorem um público e situações diferentes de tudo que já foi mostrado no que diz respeito aos filmes de herói. É triste que seus personagens principais tenham sido tão mal explorados nas telas de cinema até o momento, porém, isso não significa que a DC tenha que desistir de vez de fazer novos filmes e sim apenas seguir um caminho diferente: e parece que eles finalmente aprenderam a lição.
A Fox Film acaba de divulgar o novo trailer de ‘Ford Vs Ferrari‘, um filme sobre a história real do designer automotivo americano Carroll Shelby e do piloto britânico Ken Miles, que abraçaram o desafio de construir um carro capaz de derrotar a Ferrari, na década de 60.
‘Ford Vs Ferrari‘, é estrelado por Christian Bale (‘Vice’) e Matt Damon (‘Perdido em Marte’), com direção de James Mangold (‘Logan’).
Confira, com fotos e a sinopse:





Os vencedores do Oscar®, Matt Damon e Christian Bale estrelam ‘Ford Vs Ferrari‘, a incrível história real do visionário designer automotivo americano Carroll Shelby (Damon) e do destemido piloto britânico Ken Miles (Bale). Juntos, eles lutaram contra o domínio corporativo, as leis da física e seus próprios demônios pessoais para construir um carro de corrida revolucionário para a Ford Motor Company, assumir o controle das pistas e derrotar os carros dominantes de Enzo Ferrari, nas 24 Horas de Le Mans, na França em 1966.
O longa estreia em 15 de novembro nos EUA, e no segundo semestre no Brasil.
Em entrevista ao CinemaBlend, o produtor Ben Smith confirmou que um novo filme da franquia ‘Jason Bourne‘ está em desenvolvimento.
“Nós definitivamente estamos desenvolvendo um novo filme. O que estamos fazendo além disso? Haverá conexões em termos dos filmes? Com certeza. Mas os detalhes sobre isso ainda precisam ser mantidos em segredo.”
Vale lembrar que, há alguns anos, Matt Damon – que estrelou quase todos os filmes da franquia – revelou que ainda não estava preparado para fazer outro filme.
Somando todos os cinco filmes, a franquia já arrecadou mais de US$ 1.6 bilhões mundialmente.
A série ‘Treadstone‘, focada no personagem, foi cancelada em sua primeira temporada.
Confira o trailer:
Em entrevista ao Comic Book, Joe e Anthony Russo, diretores de ‘Vingadores: Ultimato’, revelaram que Richard Rider, o Nova, aparece durante a batalha final da adaptação.
Após a declaração, alguns fãs estão insistindo que o personagem aparece em frente a um dos portais em que os heróis retornam do estalo.
Confira a imagem:

E aí, será que o Nova pode estar chegando nas próximas fases do MCU?
Assista nossa crítica sobre ‘Vingadores: Ultimato‘:
Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.
O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

A aguardada sequência ‘Space Jam: Um Novo Legado‘ estreia nesta quinta-feira, 15, nos cinemas nacionais e os fãs da franquia Looney Tunes serão surpreendidos com algumas alterações nas características dos famosos personagens animados.
E um dos pontos que desde já tem chamado muito a atenção é justamente as mudanças físicas da popular coelhinha Lola Bunny, que perdeu alguns traços de sua sensualidade, que sempre foi uma marca registrada da personagem.
Em entrevista ao CinePOP, o diretor Malcolm D. Lee falou sobre a polêmica e a pressão em realizar um novo filme da franquia:
Confira a diferença entre as duas versões da personagem em ‘Space Jam: O Jogo do Século‘ e ‘Space Jam: Um Novo Legado‘:

No Rotten Tomatoes, o longa-metragem abriu com meros 50% de aprovação, com nota 6.30/10 baseada em 8 reviews até o momento. Os especialistas internacionais elogiaram a atmosfera nostálgica da produção, mas ficaram divididos quanto à narrativa e às mensagens criadas.
Confira os principais comentários abaixo:
“Há um senso concreto de que ‘Space Jam: Um Novo Legado’ é uma carta de amor aos filmes e às pessoas que os fazem” – Stuff.co.nz
“É difícil não sentir que estivemos mergulhando em uma estratégia de marketing dos executivos da Warner Bros. por duas horas” – News.com.au
“Traços de nostalgia e de homenagem podem ser algo maravilhoso, mas essa sequência raramente tira o tempo para se erguer com os dois pés” – The Jam Report
“Uma investida para crianças que se mostra como uma distração colorida e inexplicável, mas que, ironicamente, é bem difícil de criar um legado” – The AU Review
“O que é mais divertido sobre ‘Um Novo Legado’ é a vivacidade dos mundos criados” – FILMINK
Lembrando que o filme tem estreia prevista para o dia 15 de julho nos cinemas brasileiros.
Durante uma viagem aos estúdios Warner Bros., o superastro LeBron James e seu filho acidentalmente ficam presos dentro de um mundo com todas as histórias e personagens da companhia, sob o controle de uma força poderosa e conturbada chamada Al G (Don Cheadle). Com a ajuda de Pernalonga, LeBron deve navegar através de um universo recheado de cenas de filmes icônicos e personagens conforme reúnem os Looney Tunes para resgatar o filho perdido. Para voltar para casa, LeBron e a turma devem desvendar o misterioso plano de Al G e vencer um épico jogo de basquete contra versões de game de lendas da NBA.
O elenco conta com LeBron James, Sonequa Martin-Green (‘Once Upon a Time’, ‘Star Trek: Discovery’) e Don Cheadle.
Andrew Dodge (‘Palavrões‘) roteiriza.
O original foi estrelado pelo ex-jogador profissional de basquetebol Michael Jordan, que atuava com os personagens mais famosos da Looney Tunes.
LeBron James estreou nos cinemas na comédia ‘Descompensada‘, interpretando uma versão de si mesmo. Ele também já possui um Oscar de Melhor Curta em Animação.

Uma das séries de TV derivadas de ‘Batman‘ foi suspensa. Além de fazer uma série derivada focada no Pinguim, de Colin Farrell, e outra focada no sombrio Asilo Arkham, o diretor Matt Reeves também tinha anunciado uma série que se passaria antes do filme e mostraria a polícia de Gotham.
Reeves revelou a informação durante uma entrevista para o podcast Happy, Sad, Confused.
“Uma coisa que não estamos fazendo e que eu ia fazer… Então, há o show policial de Gotham, que na verdade foi engavetado. Não estamos realmente fazendo isso”, afirmou.
O projeto passou por alguns contratempos de desenvolvimento após Terence Winter, de ‘Boardwalk Empire‘, deixando a produção em novembro de 2020. Winter estava escrevendo o spin-off, mas se separou por diferenças criativas.
As informações indicam que o spin-off seria uma prequela do longa-metragem e que seria ambientada no primeiro ano do icônico vigilante titular, mas a partir da perspectiva de um corrupto oficial da polícia de Gotham City.
Anteriormente, Reeves revelou detalhes das séries derivadas: “Primeiro, estamos fazendo a série do Pinguim. Depois vamos fazer uma segunda série que é conectada a Arkham. Nós queremos que as pessoas se conectem com esse primeiro filme”, revelou ao The Toronto Sun.
‘Batman‘ já está em exibição nos cinemas.
Assista a nossa crítica e siga o CinePOP no YouTube:
A Eleven, mesma produtora da aclamada dramédia adolescente ‘Sex Education’, acaba de lançar na Netflix ‘Red Rose’, sua nova série de terror que está dando o que falar.
A trama gira em torno de um grupo de adolescentes que se reúne no verão logo após as aulas terminarem.
Rochelle Jackson, uma das jovens, faz o download de um aplicativo chamado Rose Red em seu celular e dá início a uma cadeia de desafios mortais. Jackson e seus amigos devem unir forças para enfrentar os obstáculos e uma entidade sobrenatural que convidaram a fazer parte de suas vidas.
Nas redes sociais, os assinantes do streaming estão amando a produção – e alguns dizem que é a melhor série da Netflix em anos.
Confira:
Red rose da Netflix é muito bom sério, lembra a baleia azul
— thay (@xsweethai) February 15, 2023
Mano assisti essa série na Netflix, e até que gostei. Aproveitem o feriado e assistam Red Rose, vale a pena a trilha sonora e bem nostálgica. Se vc já viu me diz ae o que achou pic.twitter.com/neY3x6s5q2
— Lucas santos (@lucassduet) February 16, 2023
tô completamente obcecada por red rose pqp
a melhor série que a netflix fez em muito tempo— giovanna (@QUARTZOR0SA) February 16, 2023
Red Rose saiu hoje n Netflix e já tá no meu top 10 séries favoritas
— Gabriela (@_gLuchini) February 16, 2023
Terminei red rose MUITO BOAAA pqp arrasou Netflix
— Barbara (@barbara_xxv) February 16, 2023
Tô assistindo Red Rose da Netflix e a trilha sonora é a música da Kelly Key- Barbie Girl num versão clássica KKKKKKKKKKKK amei demais
— Xoxo (@gihnevesol) February 15, 2023
Assista ao trailer:
A série é estrelada por Amelia Clarkson (‘The Last Kindgom’), Isis Hainsworth (‘Emma’), Ali Khan (‘A Escola do Bem e do Mal’), Ashna Rabheru (‘Sex Education’), Ellis Howard (‘Catarina a Grande’), Adam Nagaitis (‘Chernobyl’), Natalie Gavin (‘Gentleman Jack’) e Samuel Anderson (‘Doctor Who’). Harry Redding e Natalie Blair farão suas respectivas estreias na televisão.
Michael e Paul Clarkson, roteiristas do aclamado terror gótico ‘A Maldição de Mansão Bly’, entram como criadores.
Henry Blake, Lisa Siwe e Ramon Salazar são os diretores. Camilla Bray, Joel Wilson, Nawfal Faizullah, Mona Qureshi, Carissa Hope Lynch, Jamie Campbell e Polly Williams são os produtores executivos.

O diretor Louis Leterrier expressou seu desejo de retornar ao universo de ‘Carga Explosiva‘ em uma entrevista recente ao Comic Book.
O cineasta, que dirigiu o 2º filme da franquia, discutiu sua vontade de trabalhar novamente com o astro Jason Statham em mais filmes da saga de ação.
“Seria um sonho. Nós não trabalhamos por tanto tempo quanto gostaríamos. Foi tão bom trabalhar com ele naquela época. Nós estávamos no começo de nossas carreiras. Éramos pessoas totalmente diferentes. Mas ainda gostamos muito um do outro”, afirmou Leterrier.
“Então, quem sabe? É um ótimo personagem. Jason Statham é um ator incrível. Precisamos de um pouco mais de ‘Carga Explosiva'”, concluiu o diretor.
Louis Leterrier recentemente dirigiu ‘Velozes e Furiosos 10‘, já está confirmado como o responsável pela direção de ‘Velozes e Furiosos 11‘.
Recentemente, o diretor revelou que o desenvolvimento do 11º filme da saga está atualmente paralisado devido às greves acontecendo em Hollywood.
“Está em pausa, infelizmente. Temos ideias que foram discutidas no set, você sabe, enquanto estávamos filmando o primeiro. Há coisas que a gente semeou para colher no próximo. Mas sim, temos que esperar”, afirmou o diretor.
A paralisação dos atores ocorre após as negociações com a AMPTP, associação de produtores, não terem resultado em um acordo satisfatório sobre os novos contratos.
Essa greve marca um momento histórico, uma vez que é a primeira vez em mais de 60 anos que tanto os atores quanto os roteiristas (Writer’s Guild of America) entram em greve simultaneamente.
Durante esse período de paralisação, os atores estão proibidos de filmar longas-metragens ou produções para a televisão, participar de coletivas de imprensa ou estreias em tapetes vermelhos.

Vendido pela própria distribuidora como “o filme mais polêmico de 2023” devido a seu conteúdo e os problemas de bastidores, Som da Liberdade (Sound of Freedom) acaba de estrear no catálogo do Amazon Prime Video.
O filme fez um sucesso absurdo tanto nas bilheterias mundiais, aonde arrecadou US$ 250,5 milhões, como no Brasil – levando quase 3 milhões de espectadores aos cinemas.
SOM DA LIBERDADE é baseado em uma história real e acompanha o ex-agente especial do Governo Americano Tim Ballard (Jim Caviezel), que embarca em uma missão arriscada para resgatar crianças vítimas de tráfico infantil. Na Colômbia, Ballard decide deixar seu cargo no Governo para seguir em busca da quadrilha em sua jornada que, agora, se torna pessoal.
Assista ao trailer:
Silenciosamente e com o apoio de um financiamento coletivo, Som da Liberdade (Sound of Freedom) chegou a 2.852 salas de cinema dos Estados Unidos em meio ao quente verão do hemisfério norte. Disputando a atenção do público ao lado de blockbusters como Flash e Indiana Jones, o longa trazia à luz do projetor um dos assuntos mais controversos e evitados por Hollywood: O tráfico sexual de crianças.
Faturando mais de US$19 milhões em seu fim de semana de abertura, desbancando Indiana Jones e o Chamado do Destino da liderança no feriado de quatro de julho, o longa se tornou um sucesso instantâneo, mesmo sem qualquer investimento de marketing. Com um orçamento de US$14 milhões e pronto desde 2018, Sound of Freedom (dirigido por Alejandro Monteverde) pelejou para chegar às telonas e colheu os frutos de seu trabalho, surpreendendo e encantando a muitos, enquanto indigna tantos outros.

Originalmente, a 20th Century Fox seria a responsável pela distribuição do longa, que tinha lançamento pré-agendado para 2019, mesmo ano em que a Disney Company posteriormente oficializaria a aquisição da empresa.
Com a compra do estúdio, os executivos da Casa do Mickey decidiram avaliar todos os projetos já engatilhados, finalizados e com lançamentos programados, a fim de filtrar quais produções seriam viáveis para chegar ao público. Nesse processo, Sound of Freedom e outros longas foram descartados. Especula-se que a delicada temática de tráfico de crianças tenha afugentado a Disney, que não queria ter seu nome associado ao assunto.
Sem o apoio da Disney, os produtores foram atrás de outros estúdios. Após anos de rejeição, a pequena produtora Angel Studios decide comprar os direitos de distribuição em 2023, realizando um crowdfunding para arcar com os custos de lançamento. Com a ajuda de sete mil apoiadores, a empresa conseguiu levantar US$ 5 milhões.

Formado em Política Internacional e fluente em espanhol, Ballard iniciou sua carreira como agente federal na tragédia do 11 de Setembro, no Centro de Operações da CIA, período em que também estudou terrorismo e armas de destruição em massa. Ele atuou como agente especial e infiltrado no Department of Homeland Security (Departamento de Segurança Nacional) operando na fronteira, rastreando traficantes de crianças e pessoas que exploravam menores de idade através da produção de material pornográfico.
Em 2006, com algumas mudanças na lei dos Estados Unidos, os agentes foram autorizados a cruzar as fronteiras para resgatar crianças que estavam sendo vítimas de abusadores americanos, ainda que os crimes não acontecessem em território nacional. Isso permitiu que Tim realizasse operações de resgate in loco, ajudando a combater o tráfico sexual de menores em uma escala mais ampla e eficaz. Anos depois, ele deixaria o serviço secreto para expandir seu trabalho em uma escala global.
E em uma entrevista recente ao psicólogo Jordan Peterson, Ballard revelou como se deu sua saída de Homeland e o que o motivou a expandir seu trabalho contra o tráfico sexual de crianças:
“Eu estava ficando atormentado, porque se eu não conseguisse achar alguma conexão com os Estados Unidos, se o caso não envolvesse uma criança americana ou um pedófilo americano, eu teria que voltar para casa. Mas a questão é que eu já havia sido exposto àquelas crianças, já havia sido exposto ao problema e isso sempre me deixava em conflito. E então, em 2012, eu me cansei de um caso específico e acabei indo mais longe do que deveria. […] Foi aí que tive uma conversa drástica com a minha esposa e disse: ‘se eu ficar aqui e completar essa operação, com ou sem meu distintivo – isso já não importava naquele momento -, eu vou conseguir fazer o trabalho e salvar crianças. Mas eu perderei meu emprego e temos seis filhos’. Isso foi um dilema moral que jamais vivi na vida”.
Com o apoio de sua esposa, Tim deixou o Departamento de Segurança Nacional e criou a Operation Underground Railroad, que trabalha em parceria com autoridades locais e realiza operações de resgate ao redor do mundo. Desde sua fundação, mais de 4.000 missões foram realizadas, resultando em mais de 6.500 prisões e 6.000 pessoas resgatadas.

Ao falar abertamente sobre a existência de uma extensa rede de tráfico sexual infantil, Tim Ballard foi rapidamente taxado como conspiracionista, sob alegações de que embora o crime exista, ele não teria uma dimensão tão grande. Sem qualquer tipo de comprovação e escorada em suposições políticas preguiçosas e porcamente checadas, as acusações não provadas tentam desmerecer o trabalho do ex-agente, à medida em que busca descredibilizar o longa. Para rebater as alegações, ele afirma que sua equipe registra todas as operações de resgate em vídeo. As missões também são abertas para jornalistas que queiram acompanhar de perto e fazer coberturas completas dos casos, segundo o próprio Ballard.
Uma reportagem da Vice detalhou alegações anônimas contra Ballard relacionadas à sua saída silenciosa no final de junho da O.U.R. (Operation Underground Railroad), organização que fundou para resgatar crianças vítimas de tráfico sexual.
A Vice também relatou que um funcionário da organização que viajou com Ballard em uma missão no exterior entrou com uma ação de assédio sexual contra ele.
Após a publicação do artigo, Ballard negou as acusações:
“Tal como acontece com todos os ataques ao meu caráter e integridade ao longo de muitos anos, as últimas alegações sexuais promovidas pelos tabloides são falsas”, ele afirmou. “São invenções infundadas destinadas a me destruir e destruir o movimento que construímos para acabar com o tráfico e a exploração de crianças vulneráveis. Durante meu tempo na O.U.R., desenvolvi diretrizes rígidas para mim e para nossos operadores em campo. O contato sexual era proibido e eu liderei pelo exemplo. Dada a nossa atenção meticulosa a esta questão, qualquer sugestão de contato sexual inapropriado é categoricamente falsa”.

Segundo o Wikipedia, “a teoria alega haver uma cabala secreta, formada por adoradores de Satanás, pedófilos e canibais, que dirige uma rede global de tráfico sexual infantil e que esteve conspirando contra o ex-presidente Donald Trump e os seus apoiadores, durante o seu mandato. A conspiração teria sido engendrada com base num plano secreto do denominado Estado Profundo”. Supostamente, os membros da QAnon seriam adeptos ao consumo do sangue de crianças, como uma fonte da juventude.
Ao ser questionado a respeito do assunto pelo psicólogo Jordan Peterson, Ballard foi categórico ao negar qualquer envolvimento:
“Há anos nós temos condenado a maioria do que vemos ser teorias da conspiração. Eles gostam de me vincular ao movimento QAnon. Talvez haja alguma verdade lá, mas há muitas mentiras em cima disso. Então o nosso ‘perguntas frequentes’ refutam isso imediatamente, pois é uma tentativa de descreditar o movimento. Eu vou ainda mais longe e acho que algumas pessoas não querem que isso [tráfico sexual infantil] seja de conhecimento público e são responsáveis por algumas das teorias da conspiração para descreditar o movimento. E eles vão longe demais”.
Ao ser abordado sobre a famigerada teoria de que celebridades bebem sangue de crianças como fonte da juventude, Tim desmistificou o assunto e condenou a conexão ao grupo QAnon:
“Existe algo chamado adrenochrome, em que eles tomam sangue de crianças. Eu já expliquei minha experiência com isso no oeste da África e vimos isso em diversas partes do continente africano e é bem real. Nessa doutrina bruxa, eles sequestram essas crianças, tiram seus órgãos, seu sangue e o bebem. Eles tiram as genitálias das crianças e penduram no topo de seus comércios, achando que os deuses das sombras os abençoarão. Essas coisas são reais. Mas quando digo isso, eles conectam a algo que alguém do QAnon falou a respeito de alguma celebridade estar fazendo isso também, mas não há evidência para atestar isso. Eles fazem uma falsa conexão conosco”.

Muitas pessoas foram aos cinemas e alegaram que as sessões estavam todas vendidas, mas as salas estavam vazias.
Assista a matéria:

Em participação ao Podcast do Papo de Cinema, Renato Marafon e Robledo Milani falaram sobre ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ e como a franquia foi ladeira abaixo após a saída de James Wan da direção.
Assista:
Em menos de duas semanas, o terror conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 330 milhões nas bilheterias mundiais.
O longa superou a arrecadação total de ‘Premonição 6: Laços de Sangue‘ (US$310.4M) e, atualmente, se encontra no TOP 2 dos maiores filmes de terror do ano, atrás apenas de ‘Pecadores‘ (US$366.6M).
Invocação do Mal | Ranqueamos TODOS os filmes da icônica saga de terror, incluindo ‘O Último Ritual’
Nos EUA, o longa soma US$ 131.1 milhões. Internacionalmente, foram US$ 201.8 milhões através de 71 mercados – totalizando uma arrecadação global de US$ 332.9 milhões.
Para termos de comparação, o terror já se encontra no TOP 2 das maiores arrecadações deste universo, atrás apenas de ‘A Freira‘ (US$366M).
Crítica 2 | ‘Invocação do Mal – O Último Ritual’ é o filme MENOS assustador da franquia…
Vale lembrar que o longa abriu com US$ 83 milhões nos EUA, tornando-se a terceira maior estreia doméstica da história do gênero, atrás apenas de ‘It: A Coisa‘ (US$123M) e ‘It: Capítulo 2‘ (US$91M).
Crítica | Ed e Lorraine Warren se despedem com o ótimo ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual’
‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.
Todo ano são lançados centenas de títulos no concorrido mercado exibidor mundial. No Brasil, poucos são os cinemas que realmente possuem um carinho necessário com sua programação. Para vocês terem ideia, alguns dos programadores de cinema por aqui nem assistem aos filmes. Absurdo? Talvez. Cada empresa segue sua linha de raciocínio (lembrando que é na pipoca o grande lucro de um cinema) e o mercado acaba de alguma forma absorvendo todo tipo de pensar.
Algumas ótimas distribuidoras tentam trazer o melhor do cinema nacional e mundial para cá, mesmo sabendo a dificuldade que será entrar com esses títulos em cartaz pelo Brasil. Pena que não dá pra trazerem a maioria dos filmes. Temos pouquíssimas distribuidoras e muito menos cinemas de qualidade na programação do que tínhamos anos atrás. Sendo assim, muitos títulos acabam passando desapercebidos ano após ano, sendo, talvez, descobertos futuramente em plataformas de streamings, ou de outra forma…
Muitas dessas produções tem uma pegada bastante original, contando histórias que pouco vemos em filmes por aí. Pensando nisso, segue abaixo uma humilde lista de ótimas produções originais que tiveram poucas ou nenhuma chance de serem vistas por brasileiros, no Brasil.
Quando em momentos de conflito não existe nem ao menos uma alma estranha para aconselhar. Escrito e dirigido por Caio Sóh, Canastra Suja é um drama, um retrato nu e cru de uma família repleta de problemas, onde muitos se blindam na dependência alcoólica do pai, Batista, interpretado pelo ótimo Marco Ricca. Impressiona a capacidade do roteiro em prender o espectador. Talvez pelos ‘plot twist’ existentes, talvez pela curiosidade do olhar do público em saber qual o final de cada personagem. É um filme sobre família, seus problemas, seu cotidiano. Cada personagem é uma peça nesse tabuleiro. A eminência da tragédia é algo que percorre todos os intensos 120 minutos de projeção.
Batista (Marco Ricca) e Maria (Adriana Esteves) são casados e são pais de três filhos: Emília (Bianca Bin), Ritinha (Cacá Ottoni) e Pedro (Pedro Nercessian). Eles levam uma vida de aparências, regados de problemas do cotidiano, muito por conta do fato de Batista ser um alcoólatra. Sem confiança de ninguém de sua família, o pai desconta toda sua raiva e frustrações da vida bebendo e no relacionamento repleto de dificuldades com o filho. Alguns acontecimentos surpreendentes vão contornar essa história.
As reviravoltas do roteiro são importantes para o ritmo da trama, vamos aos poucos vendo faces ocultas dos personagens que causam surpresa e mudam nossa ótica sobre eles. Cartas de baralho definem arcos. Extremamente complexos individualmente, completamente desalinhados como família, Canastra Suja apresenta um leque de portas se abrindo ao mesmo tempo que muitas outras se fecham. O olhar para o futuro com alegria vai virando um pequeno feixe de luz na porta mais distante que conseguimos enxergar.
As subtramas são muito bem elaboradas, exploram as características de cada personagem. Os dramas tomam camadas densas e profundas. Muitos personagens parecem estar no limite. Pedro usa os problemas do pai como justificativa para sua falta de rumo na vida, colocando-o sempre em evidência. Emília é um epicentro importante da família. Parece que todas as variáveis passam por ela, possui um papel de equilíbrio, pelo cuidado que tem com a irmã Ritinha. Namora Tatu (David Junior), mas também gosta do seu chefe dentista. A partir do segundo ato, conhecemos um pouco mais a fundo a dama do baralho, que parece esconder segredos, sonhos e objetivos, Maria, a mãe. Quando a família volta do trabalho, seu papel permanece como outra vertente de equilíbrio, principalmente na relação conturbada entre o filho e o marido. A batalha entre pai e filho percorre todos os arcos. Um coloca no outro a culpa pelos seus problemas. Batista é um pai rígido mas não consegue se livrar de seus fantasmas com a bebida, o que coloca em xeque todo o respeito que os outros poderiam ter por ele.
A bela apresentação inicial, ao melhor estilo teatral, onde a câmera passa pelos personagens já indica um certo tipo de ciclo que veremos, talvez com uma redenção, talvez com esclarecimentos sobre o futuro dos personagens. Canastra Suja é um trabalho sólido, surpreendente e, desde já podemos afirmar ser um dos grandes trabalhos do cinema nacional dos últimos anos. Pena que teve uma carreira relâmpago em algumas poucas cidades e em alguns poucos cinemas pelo Brasil.
Quando a técnica de filmagem se sobrepõe e faz tudo ganhar sentido na características dos personagens. Bait, tá aí um filme extremamente interessante! O cineasta Mark Jenkin, que assina a direção e roteiro dessa pérola com passagem pelo Festival de Berlim e vencedor de um BAFTA, resolveu usar 130 rolos de filme Kodak que viraram um 16mm todo em preto e branco para mostrar aos cinéfilos as possibilidades da criatividade, não só narrativa mas de técnicas quando pensamos sobre um filme. Simples e complexo, dramático e pulsante, um baita achado na galeria dos bons filmes exibidos em festivais nos últimos anos.
Na trama, conhecemos o emburrado pescador Martin Ward (Edward Rowe), um homem de poucas palavras, que possui o sonho de ter um barco só dele para ganhar mais dinheiro e buscar uma felicidade ainda distante. O protagonista possui um péssimo relacionamento com o irmão Steven (Giles King), pois esse usa o barco que foi do pai deles como transporte turístico e não para pescar conforme as tradições da família. Além disso, Martin confronta tudo e a todos buscando preservar a parte da cidade que mais conhece da maneira como ele sempre conheceu. Mas, no meio tempo de tudo isso, uma tragédia acontece e isso pode mexer nos planos do destino de Martin.
O modo como foi filmado, belíssimo, precisando até ter todos os diálogos dublados em estúdio, às vezes pode atrapalhar nossa análise sobre essa pequena relíquia cinematográfica. Há um complemento entre a técnica utilizada e as características dos personagens. Tudo se encaixa muito bem, principalmente quando conhecemos os porquês e as consequências de tudo que assistimos. Ainda há tempo do roteiro abordar como subtrama jovens e descobertas do amor, os impactos e embates da mudança de rota do turismo de uma região tradicional, relacionamento familiar, ciúmes de irmão.
O interessante é que se formos analisar a fundo, percebemos que dá para se entender o filme de trás pra frente, ou ao contrário. Jenkin mostra aos cinéfilos que a simplicidade usada com criatividade, é uma arma impactante de quem busca uma originalidade tão necessária na mesmice de nossos tempos.
Em seu primeiro trabalho como diretora, a cineasta francesa Mati Diop consegue reunir elementos físicos e sobrenaturais para nos contar uma história de amor pouco convencional que acontece em Dakar, no Senegal. Em meio a uma paisagem e arcos que remetem ao grande oceano que banha a parte da cidade onde se passa a trama, Diop e suas lentes conseguem uma incrível conexão com quem assiste do lado de cá da telona. Disponível no catálogo da Netflix, o filme levou o grande prêmio do Júri em 2019 no prestigiado Festival de Cannes.
Na trama, conhecemos a jovem Ada (Mame Bineta Sane), uma mulher que vive seus dias na expectativa do casamento arranjado com um homem que não ama. Ada, esconde outra paixão, se encontra escondida com seu grande amor Souleiman (Ibrahima Traoré) sempre que possível. Quando Souleiman resolve, sem avisá-la, partir pelo oceano atrás de uma vida melhor, a vida de Ada ganha novas e curiosas passagens.
Abordar o sobrenatural de maneira interessante é um trabalho para poucos, e esse fato é a grande reviravolta do filme que caminha lentamente pelos detalhes do ambiente deixando surpresas como migalhas em uma trilha até o seu clímax. Dentro do contexto desse bom projeto, o amor é visto de uma ótica bonita através do sentimento, das afinidades, além claro de ótimas pitadas de críticas sobre a condição social da região, costumes e crenças.
Atlantique é um trabalho para ser apreciado. Um pequeno tesouro perdido nos milhares de lançamentos dos streamings. É um filme que cinéfilo tende a gostar, os contornos narrativos transbordam emoções puras que viram paralelos à nossa realidade.
Nas linhas da ingenuidade, propósito e razão nunca desaparecem. Indicado ao Oscar de Melhor Curta, Nefta Football Club usa da criatividade de um assunto comum com a fragilidade do olhar ingênuo. Sacada bastante interessante do cineasta Yves Piat, que entre outros pontos incorpora à sua história a essência do futebol pelo olhar das crianças.
Ao longo dos quase 17 minutos de projeção, conhecemos rapidamente dois irmãos que estão sozinhos andando de moto por uma estrada deserta da Tunísia (próximo à fronteira com a Argélia) até que um deles precisa urinar e acaba avistando um burro com um headphone e uma carga curiosa: um pó branco que, no modo deles enxergarem, parece sabão em pó. Tentando descobrir ao certo o que é aquele produto, o mais velho bola um plano para tentar negociar aquilo, enquanto o mais novo acaba tendo outros planos.
Todo curta bom precisa ser impactante em algum momento, pois são poucos minutos para fazer o público se interessar pelo que acontece em tela. Nefta Football Club consegue reunir elementos que juntos constroem um desfecho com mensagem positiva, pra lá de emblemática, onde a pureza e a ingenuidade vencem qualquer tipo de caminho.
A falta de perspectiva em um mundo que se distancia das emoções positivas. Indicado da Austrália ao Oscar de Melhor filme estrangeiro no ano passado (não chegou entre os cinco finalistas), Buoyancy, ou Empuxo como alguns denominaram por aqui, é uma forte e dramática saga de um jovem sem rumo que, buscando oportunidades na liberdade das escolhas, acaba envolvido no submundo absurdo do tráfico de pessoas. Com uma fotografia impecável e um roteiro com bastante profundidade, o projeto dirigido e roteirizado pelo cineasta australiano Rodd Rathjen (debutando em longas) nos guia para uma metáfora de sobrevivência cruel e impactante.
Há muitas verdades sobre o mundo lá fora que nem imaginamos ou nunca paramos para pensar. O dia a dia de milhares de jovens sem oportunidades de renda, alimentação e estudo básicos é o pontapé inicial dessa cruel história de um jovem de menos de 15 anos chamado Chakra (Sarm Heng), que resolve abandonar a família no Camboja para tentar a sorte de ser alguém no mundo e assim acaba sendo enviado para um barco de pesca em alto mar onde o capitão é uma alma bastante cruel. Buscando sobreviver após humilhações e testemunhando atos cruéis do capitão, Chakra precisará ser forte e lutar com todas as suas forças para sobreviver ao pesadelo.
Existem filmes onde a limite da maldade é colocada dentro de uma profundeza difícil de acessar. Humano até a ponta de qualquer borda de alma, os princípios de raízes da sobrevivência viram a única solução para a situação caótica enfrentada pelo protagonista. Há um jogo de emoções conturbado por situações extremas, como o fato de ter que trabalhar quase o dia todo para comer um potinho de arroz. O protagonista vai se modelando, inflando dentro de suas emoções para se tornar amadurecido a ponto de tomar decisões vitais para ter alguma chance de sobreviver em meio a essa maldade toda.
O arco final é intenso e condiz com tudo que o filme se mostra. Exibido no Festival de Berlim do ano passado, Buoyancy vai até seu último minuto nos mostrando as escolhas e como e porquê o protagonista resolve suas questões. O que será do futuro dele? Há esperança por dias melhores? Ele se tornara outra pessoa? Depois dessa tempestade, uma coisa é certa, ninguém fica igual ao que era antes. Filmaço, que absurdamente não ganhou chances no circuito brasileiro de exibição.
Da aparente simplicidade em contar a realidade, até a riqueza de chamar atenção para uma reflexão da sociedade. Daquelas gratas surpresas que nós cinéfilos sempre assistimos ao longo dos anos, aquele filme que você nunca tinha ouvido falar e se por acaso assistiu, se impressionou. Bem, isso acontece com Rosie, dirigido pelo cineasta irlandês Paddy Breathnach (que também assinou a direção do ótimo filme Viva) com roteiro de Roddy Doyle. Uma mãe, um marido e as dificuldades de arranjarem um lugar para morar. Parece simples? Mas não é não, drama dos bons, forte e impactante.
Na trama, conhecemos Rosie (Sarah Greene) e John (Moe Dunford), um casal que enfrenta dificuldades financeiras e não conseguem um lugar para morar tendo que passar dia após dia dentro do carro com seus filhos. Assim, ao longo de uma tentativa e outra, acompanhamos melhor a trajetória dessa jovem mãe, seu passado de brigas com a mãe e a busca por dias melhores para sua família.
Rosie é o tipo de filme com cara de festival de cinema. Reflexivo a todo instante, a protagonista é colocada em xeque a cada minuto, seja pela diretora da escola de seus filhos, seja pelas duras palavras de sua mãe, pelo olhar de outras famílias, pela ótica de amigos próximos que estão com o cachorro da família até eles arranjarem algum lugar. Mas ao longo dos curtos 86 minutos também dá tempo de entendermos a ótica de John, o marido, que se esforça entre um bico e outro para arranjar dinheiro e assim sustentar sua família.
O filme é duro em muitos momentos, dá uma aflição, encosta na realidade de maneira importante e serve para refletirmos e pensarmos duas vezes antes de julgarmos as pessoas. Mas, uma mensagem linda de união familiar chega a cada gesto, seja com a preocupação com o bichinho adorado de pelúcia de um dos filhos, no afeto entre marido e mulher, ou pela questão da proteção quando o carro está lotado e o pai precisa dormir fora dele, mas de perto e observando se todos ficarão bem. Rosie é um filme sobre um retrato de nossa sociedade, importante assistirem.
O que fazer quando nos damos conta de que o que buscamos está ao nosso lado? Escrito e dirigido pelo cineasta paraguaio Luis Zorraquin, Guaraní é impactante da maneira mais pura e singela que você possa imaginar já ter visto em um filme nos últimos anos. Falando sobre cultura, tradições e família, o longa-metragem ainda não lançado no Brasil vai conquistando o coração do público aos poucos, de maneira simples e honesta. Somos testemunhas do amadurecimento dos personagens que de maneira linda encontram uma certa redenção a sua forma de pensar e ver o mundo mesmo tendo poucos recursos. Com um desfecho de deixar você sentado no cinema até o fim dos créditos pensando sobre a vida, Guaraní muito se aproxima, por conta de certos detalhes, do nosso campeão Central do Brasil.
Na trama, conhecemos Atilio (Emilio Barreto), um barqueiro que vive de maneira bastante humilde junto de sua família, repleta de mulheres. Sua vida é o rio, em sua profissão já viu de tudo dentro de toda água que já navegou. Seu contato mais próximo, mas mesmo assim não tão amistoso, é com sua neta Iara (Jazmin Bogarin) com quem passa longas horas ao longo dos dias após a jovem voltar da escola, já que é ela que o ajuda nas travessias pelo rio levando produtos de um lado para o outro. Atilio sempre quis ter um neto homem para passar tudo que aprendeu sobre sua cultura Guaraní, mas só mulheres nascem em sua família. A vida pacata de avô e neta muda quando a mãe de Iara, que mora na Argentina, envia uma carta dizendo que está grávida de um menino. Assim, a dupla parte rumo rio adentro em uma viagem rumo à Argentina para convencer a mãe de Iara a criar a nova criança no Paraguai com as tradições guaranís.
A simplicidade faz toda a diferença nesse emocionante filme. Usando de poucos recursos, mas com uma grande ideia nas linhas de roteiro, Zorraquin foca naquilo que precisava, que era conseguir passar toda a emoção em simples gestos de um protagonista limitado, que conta com uma neta rica de viver – terminando por ser o contraponto perfeito para que a emoção transborde em cena. Os últimos atos são fabulosos, chegando a um desfecho poderoso e inesquecível.
Temos que aprender a viver todos como irmãos ou morreremos todos como loucos. Dirigido pelo cineasta nascido no Cazaquistão Janusz Kondratiuk, Jak Pies Z Kotem (sem tradução para o português) é um projeto que fala sobre as fábulas da vida em paralelo à uma realidade cheias de razões para não mais se acreditar. Uma relação conflituosa entre irmãos se transforma em uma jornada de descobertas, onde o brilho dos personagens está contido em cada cena.
Na trama, conhecemos os irmãos cineastas Andrzej (Olgierd Lukaszewicz) e Janusz (Robert Wieckiewicz) que ao longo do tempo nutriram uma relação repleta de altos e baixos. Agora já na etapa final de vida, Andrzej sofre um acidente que o impossibilita de viver sozinho e como não há mais ninguém para ajudar, seu irmão Janusz e sua esposa decidem cuidar dele.
A relação entre os irmãos navega pela tristeza e nos conflitos emotivos. Janusz guiou sua vida através dos sonhos do irmão e sentiu demais uma longa distância entre os dois que acontece já na chegada do terço final da vida de ambos. Andrzej, mente muito criativa, talvez pelo fato de trabalhar com arte, após seu derrame só lhe sobra o ato de sonhar e imaginar situações para tudo que está vivendo e o pouco caminho que ainda precisa percorrer antes de falecer.
Misturando um drama profundo com pitadas de comédia, esse longa polonês se destaca pela alma de seus personagens e pelo ótimo roteiro que nos faz navegar junto a tudo de emocional que aparece na trama. Sem previsão de estreia no Brasil, o filme é quase uma relíquia em torno de tantos lançamentos aos longos dos anos.
Como você enxerga as brutalidades da vida? Indicado da Itália ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, Dogman é um retrato social, brutal, passado em uma periferia italiana onde vários questionamentos são levantados a cada nova virada no roteiro. O longa é dirigido pelo cineasta italiano Matteo Garrone, do inesquecível e impactante Gomorra, e protagonizado pelo ator Marcello Fonte, vencedor da Palma de Ouro em Cannes de melhor ator.
Na trama, passada em uma cidadezinha na Itália não identificada, conhecemos o carinhoso, peladeiro e boa praça Marcello (Marcello Fonte), um humilde e gentil dono de uma petshop localizada na região central dessa cidadezinha. Marcello vive tranquilo seus dias e adora passar o tempo com sua única filha. Mas Marcello acaba envolvido em várias situações com Simoncino (Edoardo Pesce), um perturbador baderneiro que incomoda todos na cidade, sempre arrumando confusão. Após uma dessas situações terminar em consequências terríveis para Marcello, o protagonista busca sua vingança da maneira mais radical que poderia.
O bom roteiro é aquele que sabe flexionar sua trama para chegar ao clímax de maneira certa, sem pressa, levando ao público um estrondoso ar de surpresa. É exatamente isso que Dogman faz! De drama, vira thriller em frações de segundos, levando o espectador a ser o juiz das ações de Marcello na segunda parte do filme. A ação e consequência que sofre o dono da petshop, por ter a reputação abalada e o desespero de não saber o que fazer para acabar com aquela dor são parte desse quebra-cabeça psicológico instaurado e muito bem dirigido por Garrone.
Coisas ruins vão acontecer com pessoas boas. É praticamente um versículo vital. Os coadjuvantes dão ótimo tom a todo o liquidificador de pensamentos que chegam até o protagonista quando está em crise existencial, sozinho, tendo que combater o vilão de todos e que fora muito mais para ele. Somos testemunhas de uma desconstrução total do personagem e nos levam a pensar à margem da sociedade, como se vivessem em áreas sem regras, nem leis, onde os homens caminham pelos seus próprios e nublados pensamentos. Um soco no estômago esse belo trabalho que passou rapidamente pelo circuito exibidor brasileiro.
“Em um mundo tão belo, eu queria ser especial. Mas eu sou insignificante. Eu sou um esquisitão. Que diabos estou fazendo aqui?” Creep, da extraordinária banda Radiohead, encaixa muito bem quando pensamos em American Animals. Um dos mais comentados filmes do Festival de Sundance de anos atrás, tem em seu roteiro criativo seu enorme pilar para apresentar ao público uma história real, com diversos pontos de vista e uma autoavaliação dos verdadeiros autores desse curioso roubo que ocorreu nos Estados Unidos alguns anos atrás. Escrito e dirigido pelo excelente Bart Layton (do ótimo O Impostor), o projeto é uma espécie de ação/ficção com documentário. Envolvente do primeiro ao último minuto, é, com toda certeza, um dos grandes filmes que nunca foram exibidos no circuito de salas de cinema no Brasil.
Na trama, conhecemos Spencer (Barry Keoghan), um estudante de arte bastante introspectivo que dorme e acorda pensando em encontrar algum sentido para sua vida. Certo dia, durante uma visita à biblioteca da universidade que estuda, descobre alguns livros raros que ficam em uma sala especial protegidos por uma bibliotecária. Assim, junto com seu amigo Warren (Evan Peters), e mais outros dois, começa a bolar um plano mirabolante para roubar as raridades. Para dar mais ingredientes à trama, realidade e ficção se unificam durante as quase duas horas de projeção, transformando um simples filme de roubo em algo muito interessante e esclarecedor.
Qual o sentido da vida? Viver o sonho americano nunca é fácil. Aos olhos dos dois maiores protagonistas da trama, conseguimos enxergar motivos e razões para entendermos seus atos. A troca entre realidade e ficção dita o ritmo do roteiro, com pontos de vistas entrelaçados e diferentes sobre determinados detalhes. Um trabalho primoroso de Layton. Indo mais a fundo nas palavras e contextos desse roteiro, se pensarmos em um protagonista, Spencer se encaixa, onde nossos olhos mais se concentram pois é o personagem que se constrói e desconstrói com uma rapidez gigante, divide as atenções com o excêntrico Warren, o motor do filme, o explosivo, dúbio, grande incentivador do roubo e inconsequente em seus atos.
Qual a razão dos jovens realizarem algo tão audacioso? Uma das grandes perguntas do filme é respondida a toda a instante, pelos personagens reais que aparecem relatando seus pontos de vista. Não só os que participaram do roubo mas também familiares e envolvidos no caso que marcou época na história recente norte-americana. American Animals é muito mais que um simples retrato sobre o panorama jovem norte-americano, é um crítica social profunda, repleta de camadas, onde cada um de nós, do lado de cá da tela, recebemos diversos argumentos para chegarmos ao nosso próprio final sobre todas as interrogações que o filme entrega.
Trazendo filmes novíssimos de realizadores e artistas famosos do universo do cinema mundial, o Festival de Cinema Francês do Brasil consolida-se a cada ano que passa, agora com um novo nome, como um dos eventos cinematográficos mais importantes a chegar ao país. Um desses artistas presentes na programação deste ano é o veterano cineasta francês Michel Gondry.
Dos videoclipes até o mundo mágico do cinema, a carreira de Gondry na sétima arte decolou anos atrás, mas antes disso ele já era um renomado diretor de clipes de grandes nomes da música, como Paul McCartney e Bjork. A virada na carreira veio há cerca de duas décadas, quando esse criativo realizador, neto do engenheiro e inventor Constant Martin – conhecido por criar um aparelho eletrônico eficiente antes mesmo da existência dos sintetizadores – presenteou os cinéfilos do mundo inteiro com a obra-prima protagonizada por Kate Winslet e Jim Carrey, Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças, que lhe rendeu o Oscar de Melhor roteiro no ano de seu lançamento.
Depois vieram ‘Rebobine, Por favor’, Sonhando Acordado, A Espuma dos Dias e uma série de curtas-metragens que foram consolidando uma filmografia de respeito, criando histórias deliciosas e sem esquecer das reflexões que todo bom roteiro deve provocar nos espectadores.
Seu novo trabalho, o média-metragem Maya, Me Dê um Título, selecionado para o Festival de Cinema Francês do Brasil, explora uma técnica específica de animação com enorme criatividade, construindo uma narrativa delicadamente construída que insere histórias dentro de histórias a partir da relação de um pai cineasta e a saudade da filha.
A trama é muito bem bolada. Por conta da distância, um diretor de cinema resolve criar uma dinâmica com a filha, Maya: pedindo a ela que envie ideias para curtas-metragens de animação nos quais ela será a personagem principal. Ao longo do tempo, de um inusitado terremoto a criação de um avião-pássaro, passando por situações em que ela diminui tamanho, ou se torna uma sereia, ou mesmo em um oceano destruído por ketchup chegando nas incertezas da pandemia, um alegre e contagiante vínculo é criado.

Nessa forma contagiante de aproximar a família ao rico universo da sétima arte da qual faz parte, Gondry mais uma vez brinda os cinéfilos transformando em poesia seu amor por tudo que o cerca. (leia a crítica completa do filme aqui)
O Cinepop está fazendo a cobertura do Festival de Cinema Francês do Brasil, não deixem de conferir todas nossas matérias no site e pelas redes sociais.
Brendan Fraser é um ator que marcou os anos 1990 com inúmeros sucessos de bilheteria, como A Múmia (1999) e suas continuações, por exemplo. Atualmente sumido dos holofotes, o ex-astro chamou atenção recentemente na internet devido a uma entrevista para lá de emocionante. O ator foi escalado para o novo filme do icônico Martin Scorsese, Killers of the Flower Moon, que tem como chamarizes no elenco os consagrados Leonardo DiCaprio e Robert De Niro.
Na citada entrevista, que viralizou na internet, a repórter parabeniza Fraser pela escalação e lhe diz que seus fãs estão sempre na torcida por ele. Fraser, que tem fama de ser um dos atores mais gente boa de Hollywood (assim como o muso Keanu Reeves), ficou legitimamente tocado pelo carinho da entrevistadora e de seus fãs em geral, que demonstram grande apoio a ele. Claramente emocionado, Fraser agradeceu o amor e o voto de confiança enviados a ele, num dos momentos mais puros e de aquecer o coração dos últimos tempos.
Com esta cena bastante tenra da vida real, resolvemos homenagear o querido ator com cara de cachorro sem dono (que completa 53 anos de vida em dezembro) com dicas de alguns de seus filmes mais adorados e outros não tão conhecidos (mas que você precisa descobrir) presentes nos principais streamings para você conferir. Veja abaixo e não esqueça de comentar.
Começamos pelo streaming que tem mais filmes do ator, a HBO Max. O primeiro item da lista é este drama de 1994, que foi um dos primeiros trabalhos de destaque de Brendan Fraser no cinema. Produzido pela Warner, o longa conta inclusive com uma canção da icônica Madonna criada especialmente para o filme: a romântica “I’ll Remember”. A trama sobre colisão de classes sociais traz a relação entre Monty (Fraser), um estudante universitário, e Simon (Joe Pesci), um sem-teto em busca de comida e abrigo, e narra como suas vidas serão afetadas pela presença do outro.
Space Jam: O Jogo do Século (1996) se tornou uma produção muito querida para os mais novos, que cresceram nos anos 2000. O filme voltou aos holofotes devido a uma tão aguardada sequência, Space Jam: Um Novo Legado, lançado este ano. Antes disso, porém, Space Jam havia recebido uma espécie de continuação não oficial com este longa de 2003, que era estrelado novamente pelos queridos personagens animados (Pernalonga, Patolino e cia.). Ao invés de praticarem esporte, a ação se desenvolve nos bastidores da indústria de Hollywood e traz Fraser como um segurança / dublê protagonizando no elenco humano.
Por falar em aventura para toda a família, este foi um gênero no qual o gente-boa Brendan Fraser se especializou e que tem tudo a ver com ele. Em 2008, a New Line, subsidiária da Warner, reimaginava o clássico literário de Jules Verne na forma de uma aventura infanto-juvenil repleta de afeitos especiais, criaturas e ação. Fraser era o Professor Trevor Anderson, o “clone” de Indiana Jones de plantão.
Agora pulamos para uma produção muito recente, lançada este ano. Trata-se de um filme original da HBO Max. Drama criminal, o longa é repleto de nomes de peso em seu elenco, encabeçados por Benicio Del Toro e Don Cheadle. Quase um Os Suspeitos (1995) dos novos tempos, um grupo de bandidos que não se conhece é recrutado para um assalto a banco. Eles descobrem que a trama é bem mais complexa do que isso. Brendan Fraser interpreta o homem misterioso que os recruta.
Sim, Brendan Fraser está numa produção da DC. Bem, ao menos nas telinhas. O ator é parte do elenco fixo da série Doom Patrol (no original), sobre um grupo de super-heróis relutantes, que são párias trágicos da sociedade. Cada integrante sofreu uma mutação terrível devido a um experimento. No programa, Fraser interpreta Robotman, um homem que tem o cérebro transferido para um robô humanoide após sofrer um acidente de carro. O seriado estreou em 2019 e já conta com 3 temporadas.
Agora chegamos no que é o filme mais querido do ator pelo grande público em geral. Brendan Fraser já era um rosto reconhecível em Hollywood, mas foi em 1999, com A Múmia, que se tornava um astro do time A. Aqui temos a reimaginação do clássico de terror da Universal da década de 1930, reformulado numa aventura grandiosa de matinê no clima de Indiana Jones. Por falar em aventureiros, o personagem do ator aqui, Rick O’Connell, se tornou um dos mais celebrados do gênero graças a interpretação carismática de Fraser.
A continuação do querido A Múmia (1999) está completando 20 anos em 2021, ocasião mais que especial para revisitá-lo, assim como toda a franquia (disponível nos principais streamings). Tamanho sucesso fez, que a Universal Pictures não perdeu tempo na hora de lançar uma sequência, que saía apenas dois anos depois. Embora não tenha feito o mesmo “barulho” que o original, o segundo filme fez enorme sucesso, trouxe de volta todo o elenco e o diretor (Stephen Sommers) e ainda serviu para introduzir Dwayne Johnson no cinema em sua estreia nas telonas – como o Escorpião Rei, o verdadeiro vilão do filme.
Por incrível que pareça, a Netflix não possui muitos filmes de Brendan Fraser em seu acervo. Mesmo assim, a plataforma disponibiliza também o primeiro A Múmia (1999), o mais famoso deles. Fora isso, graças à Netflix podemos completar a trilogia da Múmia, com este terceiro exemplar lançado de forma tardia em 2008. Aqui, era uma outra época e a franquia havia perdido grande parte de seu gás. Tanto que a estrela Rachel Weisz nem aceitou voltar, sendo substituída no papel de Evelyn por Maria Bello. A ameaça aqui também era outra, com o mestre das artes marciais Jet Li entrando em cena como o vilão Imperador chinês. Apesar de não ser tão bom quanto os anteriores, vale pela diversão.
Nesta produção romântica de 2013, Brendan Fraser é apenas o coadjuvante, e quem protagoniza mesmo é o casal jovem formado por Evan Rachel Wood (Westeworld) e Justin Long (Olhos Famintos) – nesta história de amor sobre um escritor e uma artista de rua. A direção é de Kat Coiro, que está no comando da vindoura série da Mulher-Hulk, da Marvel/ Disney Plus. No elenco, coadjuvante além de Fraser estão Vince Vaughn, Sam Rockwell, Sienna Miller e Peter Dinklage.
Por falar em aventuras para toda a família, dois anos antes de estourar com A Múmia, Brendan Fraser se encontrava em sua melhor forma física (totalmente “rasgado”) para viver esta versão cômica e infantil de Tarzan numa produção da Disney. O filme na verdade é baseado numa série animada clássica de 1967, dos mesmos criadores de Rocky e Bullwinkle, que igualmente funcionava como sátira de Tarzan. O ator é o protagonista, o “homem-primata” George, e sua “Jane” no filme era Leslie Mann.
Finalizando a matéria, agora chegamos no segundo streaming com mais produções de Brendan Fraser, a Amazon. Começamos com esta comédia fantástica de 2000, que fez certo sucesso em seu lançamento, mas depois simplesmente sumiu do mapa. Fraser vive um sujeito tímido e retraído apaixonado por uma colega de trabalho. Para conquista-la, ele resolve fazer um pacto com o diabo, que no filme possui as formas sedutoras da britânica Elizabeth Hurley. Fraser e Hurley dão show se divertindo muito em cada situação.
Dez anos depois de Endiabrado, Brendan Fraser voltava a apostar em produções infantis no clima de George – O Rei da Floresta e Jornada ao Centro da Terra. Em 2010, o ator lançava este filme que é quase como uma versão alternativa de Dr. Dolittle. Aqui, ao invés de falar com animais, o personagem de Fraser é um ambicioso agente imobiliário que se vê alvo de animais silvestres ao tentar construir um condomínio em seu habitat. Ou seja, lembra a trama de Pica-Pau, o filme (2017), o que nunca é algo bom. Fazendo par com o ator, a musa dos anos 1980, Brooke Shields.
Nos próximos itens da lista, o ator investiu em dublagens em animações também. Nesta primeira, de 2012, ele vem acompanhado de gente como Sarah Jessica Parker, Jessica Alba e Sofía Vergara como personagens animados. Na trama, Fraser viver Scorch Supernova, intrépido aventureiro de uma raça de alienígenas azuis. Ele precisa realizar uma grandiosa fuga da infame área 51 e do planeta Terra.
Dois anos depois, em 2014, Brendan Fraser voltava às dublagens, desta vez não como o protagonista. A história fala sobre um esquilo à frente de um grupo de animais planejando o roubo em uma loja de nozes. O filme fez sucesso moderado e rendeu uma continuação em 2017, desta vez sem o ator emprestando sua voz, porém, com novos nomes famosos no elenco: vide Jackie Chan, Isabela Merced e Katherine Heigl.
A atitude correta para um ator recuperar seu status, muitas vezes é aceitar papeis coadjuvantes em produções que contenham nomes de peso na indústria. E foi justamente o que Brendan Fraser fez em 2019, ao aceitar um papel menor neste remake do clássico de suspense. Quem protagoniza de fato é John Travolta como um detetive, e Morgan Freeman como o misterioso Doc.
A 2ª temporada de ‘The Handmaid’s Tale‘ ganhou um novo cartaz, estampado pela protagonista, interpretada pela premiada Elisabeth Moss.
Confira, com o trailer legendado:

A primeira temporada de ‘The Handmaid’s Tale‘ está sendo exibida por aqui pelo Paramount Channel.
‘The Handmaid’s Tale‘ levou dois Globos de Ouro e foi a grande vencedora do Emmy 2017 nas categorias melhor série, melhor atriz (Elisabeth Moss), melhor atriz coadjuvante (Ann Dowd), melhor direção e melhor roteiro – tudo nas categorias de drama.
A série é baseada na obra de Margot Atwood (‘O Conta da Aia‘).
A história já foi retratada em 1990 no filme ‘A Decadência de Uma Espécie‘, de Volker Schlöndorff(‘O Guardião da Floresta‘).
Samira Wiley (‘Orange is the New Black‘) e Elizabeth Moss (‘Mad Men‘) protagonizam a distopia futurista, que mostrará mulheres como propriedade do governo. Isso acontece por causa dos baixos níveis de fertilidade dos seres humanos. E na história as mulheres férteis serão “treinadas” para a vida de escravas sexuais, dedicada apenas a reprodução humana.
Alexis Bledel, a Rory de ‘Gilmore Girls‘, vive Ofglen, amiga da protagonista Offred.
O elenco ainda tem Ann Dowd, Yvonne Strahovsky e Joseph Fiennes.
A 2ª temporada começa a ser exibida à partir de 25 de abril.

O suspense psicológico ‘Piercing‘ ganhou um novo trailer para maiores.
Confira:
Dirigido por Nicolas Pesce (também responsável pelo reboot de ‘O Grito‘), o filme será lançado direto em VOD no dia 1º de fevereiro de 2019.
Nesta história de amor distorcida, um homem procura uma estranha desavisada para ajudá-lo a purificar os tormentos sombrios de seu passado. Seu plano dá errado quando ele encontra uma mulher com planos próprios.
O elenco inclui Mia Wasikowska, Christoper Abbott, Laia Costa, Maria Dizza, Wendell Pierce e Martin Ireland.

A Netflix divulgou o novo trailer da série ‘O Cristal Encantado: A Era da Resistência‘ (The Dark Crystal: Age of Resistance), que será uma prequel do filme clássico ‘O Cristal Encantado‘.
Confira:
A primeira temporada irá estrear na plataforma no dia 30 de agosto.
“Age of Resistance retornará ao universo de Thra com uma nova aventura. Quando três Gelfling descobrem o segredo terrível por trás dos poderes de Skeksis, eles começam uma jornada épica para começar uma rebelião e salvar o mundo.”
Taron Egerton (Rian), Anya Taylor-Joy (Brea), Nathalie Emmanuel (Deet) e Donna Kimball (Aughra) dublarão os personagens principais.







Em entrevista ao Deadline, Chrissy Metz indicou que uma parte sombria do passado de sua personagem, a Kate, será explorada na 5ª temporada de ‘This is Us‘.
“Nós vamos descobrir o motivo que ela decidiu usar, não necessariamente comida, mas sim a necessidade de algo – no caso dela, comida. Porque há coisas do passado dela que nós ainda não descobrimos.”
Ela continua, “Eu e o Dan [Fogelman, o criador da série] conversamos muito sobre essa narrativa.”
Criada por Dan Fogelman, a série tem uma das maiores audiências da televisão aberta. A terceira temporada registrou uma média de 2.0 na demo, e um total de 8.3 milhões de espectadores.
A trama é uma crônica da relação de um grupo de pessoas que nasceram no mesmo dia e estão completando 36 anos, incluindo Rebecca (Moore) e Jack (Ventimiglia), um casal esperando trigêmeos; Kevin (Hartley), um ator que está cansado do que faz; Kate (Metz), uma mulher tentando perder peso e Randall (Brown) um homem rico à procura de seu pai biológico. Acompanhamos esse grupo de pessoas especiais cujos caminhos se cruzam através do tempo e suas histórias de vida nos envolvem de uma maneira única.
O elenco conta com Milo Ventimiglia, Mandy Moore, Sterling K. Brown, Chrissy Metz, Justin Hartley, Susan Kelechi Watson, Chris Sullivan, Jon Huertas, Melanie Liburd, Eris Baker, Faithe Herman e Lyric Ross.
‘This is Us‘ já está renovada para mais duas temporadas, garantindo a continuidade da produção até, pelo menos, a sexta temporada.





A TNT divulgou o trailer completo da 2ª temporada de ‘Expresso do Amanhã‘ (Snowpiercer).
Confira:
A próxima temporada irá estrear no catálogo brasileiro da Netflix no dia 26 de janeiro, um dia após a estreia nos EUA.


Criada por Graeme Manson, a série é baseada no filme ‘Expresso do Amanhã‘, lançado em 2013.
Sete anos após o planeta Terra ser lançado em uma era glacial, todos os sobreviventes vivem a bordo de um trem de 1.001 vagões que dá voltas ao redor do mundo sem parar. O trem gigantesco se divide em classes, com a elite nos primeiros vagões e os mais pobres nos últimos. Mas o que acontece quando aqueles que foram oprimidos a vida inteira resolvem se rebelar e lutar?
O elenco conta com Jennifer Connelly, Daveed Diggs, Mickey Sumner, Susan Park, Katie McGuinness, Annalise Basso, Sheila Vand e Sam Otto.

O remake de ‘O Beco do Pesadelo‘ (Nightmare Alley), novo filme de Guillermo del Toro, ganhou as primeiras imagens oficiais.
Confira:




Após ser adiado em duas semanas, o longa será lançado nos cinemas no dia 17 de dezembro.
Além de produzir, Del Toro também coescreve o roteiro ao lado de Kim Morgan.
Um jovem circense com um talento para manipular as pessoas com poucas palavras bem escolhidas acaba se envolvendo com uma psiquiatra que é muito mais perigosa do que ele imaginava.
O elenco conta com Bradley Cooper, Toni Collette, Cate Blanchett, Willem Dafoe, David Strathairn, Rooney Mara e Holt McCallany.
Assim como o original, o novo longa também será baseado no livro escrito por William Lindsay Gresham.
A primeira adaptação foi lançada em 1947, e dirigida por Edmund Goulding. O clássico noir conta a história de um jovem ambicioso que começa a se relacionar com uma psiquiatra ainda mais corrupta do que ele. Os dois se dão bem destruindo a vida das pessoas, mas logo começam uma manipulação entre eles.
Muitos fãs ainda estão tristes por ‘Legends of Tomorrow‘, que foi cancelada pela CW após 7 temporadas sem um desfecho apropriado. Em entrevista ao The Cosmic Circus, Caity Lotz, que interpreta a Sara Lance (aka Canário Branco), revelou o que teria acontecido na 8ª temporada, caso a produção não tivesse sido cancelada.
“Nós estaríamos na prisão. Basicamente, iríamos aprender como ser Mestres do Tempo de forma responsável. Nós seríamos enviados para a prisão com um monte de cadetes novatos. E nós, experientes, estaríamos tipo: ‘Sabemos como fazer tudo isso!’, mas estávamos fazendo errado.”
Ela completa, “Nós ainda teríamos uma narrativa inteira envolvendo o Gladiador Dourado, que eu achei muito divertida. Isso é tudo o que sei [sobre a 8ª temporada]. E, claro, conheceríamos o filho da Sara e da Ava.”
Vale lembrar que o cancelamento de ‘Legends of Tomorrow‘ causou revolta entre os espectadores. E a hashtag #SaveLegendsOfTomorrow chegou a figurar nos Trending Topics do Brasil.
Confira as reações:
essa aqui #SaveLegendsOfTomorrow https://t.co/arv15h8OlS
— júlia. (@feelingstupids) May 9, 2022
a maior do arrowverse merecia muito mais#SaveLegendsOfTomorrow https://t.co/KzjgTgRpWv
— nina (@notaspacegirl) May 9, 2022
voltem eu imploro#LegendsOfTomorrow #SaveLegendsOfTomorrow pic.twitter.com/vPZfhuN5F3
— tóxica e confusa✊🌈🦋 (@Lutoxic_007) May 1, 2022
😭😭 #SaveLegendsOfTomorrow @hbomaxh
— Callie…🎃❤️ (@C08886584) May 1, 2022
#SaveLegendsOfTomorrow @HBOMaxHelp
— Callie…🎃❤️ (@C08886584) May 1, 2022
#SaveLegendsOfTomorrow https://t.co/3XkI9lOrVe
— INVU_eliss (@eliss_riego) May 1, 2022
#SaveLegendsOfTomorrow ya https://t.co/HwINBTjT0Y
— Romina Gonzalez🇦🇷 (@RomyGonzalez77) May 1, 2022
#SaveLegendsOfTomorrow 😭😭😭 https://t.co/t3QyCZ3EEa
— INVU_eliss (@eliss_riego) May 1, 2022
#SaveLegendsOfTomorrow @HBOMaxHelp 🙏🏼🙏🏼🥺 https://t.co/QAiBcPtF7M
— Callie…🎃❤️ (@C08886584) May 1, 2022
— Callie…🎃❤️ (@C08886584) May 1, 2022
esse vídeo me doeu tanto!!! #SaveLegendsOfTomorrow https://t.co/cHWVrBllWQ
— júlia. (@feelingstupids) May 1, 2022
mds eu vou sentir tanta falta dessa energia caótica deles #SaveLegendsOfTomorrow pic.twitter.com/nNSjl8AhkS
— lee (@wildmoorez) May 1, 2022
Através do Twitter, o showrunner Keto Shimizu lamentou a notícia: “É isso, pessoal. Tivemos uma jornada incrível. No entanto, a CW nos avisou que não teremos uma oitava temporada de ‘Legends of Tomorrow’. Estamos de coração partido, mas também muito gratos pelo trabalho incrível do nosso elenco, equipe e roteiristas que contribuíram com a nossa série.”
A sétima temporada registrou uma média de 0.2 na demo e um total de 860 mil espectadores. Dentre todas as 19 séries da emissora, a produção era a nona mais popular em termos de audiência.
Well, folks. It’s been an incredible run. However, the CW has let us know that there will be no season 8 of #LegendsOfTomorrow. We are heartbroken, but also immensely grateful for the amazing work our cast, crew, and writers have contributed to the little show that could.
— Keto Shimizu (@ketomizu) April 30, 2022
Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o diretor Peyton Reed revelou por que o personagem Luis (Michael Peña), um dos favoritos dos fãs nos primeiros filmes, não retornou para a sequência ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘.
“Não há nenhuma versão desse filme com a participação do Luis. Há muitos personagens nessa sequência. Nós obviamente temos o Lang, van Dyne e a família Pym, além de termos introduzido Kang, MODOK e todos os personagens dos Lutadores pela Liberdade.”
Ele completa, “Tivemos que tomar algumas decisões importantes sobre quais histórias queríamos contar. Eu amo esses personagens. Eles são muito divertidos e fazem parte da família do Lang, mas enquanto desenvolvíamos a história – e sabíamos que levaríamos a família para o Reino Quântico –, não fazia sentido incluir o Luis e os seus companheiros.”
Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Jonathan Majors falou sobre sua preparação para interpretar o novo vilão do MCU, Kang, o Conquistador.
Quando questionado sobre suas inspirações para interpretar Kang, Majors confirmou que “observou” e estudou os três maiores vilões dos Vingadores: Loki, Ultron e Thanos.
“Eu estudei Ultron, Loki e Thanos. Acho que esses seriam os maiores vilões ou anti-heróis por excelência. Todos eles tinham qualidades muito interessantes e alguns deles compartilhavam essas qualidades, o que é apenas uma necessidade para assumir o manto.”, afirmou.
Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:
O longa é novamente dirigido por Peyton Reed, que comandou os dois primeiros filmes do herói e agora retorna para concluir a trilogia, com a produção prometendo ser a maior de toda a saga.
Depois de inúmeras missões dos Vingadores, batalhas devastadoras e trajes fabulosos, Janet Van Dyne está pronta para começar um novo capítulo em sua lendária carreira de super-heroína! Seu passado surge das sombras para arruinar tudo pelo que ela trabalhou. Janet e Nadia se unem contra uma nova organização perigosa com conexões chocantes com suas histórias. À medida que a ameaça se torna mais urgente, Janet e Nadia enfrentarão um teste tão grande que elas podem se tornar a coisa que eles mais temem.
Paul Rudd, Evangeline Lilly, Bill Murray, Michelle Pfeiffer e Michael Douglas completam o elenco.

Apesar de ter se tornado um dos maiores fracassos da história da Marvel, ‘As Marvels‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais.
Atualmente, o longa se encontra no TOP 23 das maiores arrecadações do ano. Apesar de ter superado a bilheteria total de outros filmes recentes do gênero, como ‘Shazam! Fúria dos Deuses‘ (US$133.8M) e ‘Besouro Azul‘ (US$129.2M), o longa falhou em alcançar até mesmo a arrecadação global de ‘The Flash‘ (US$270.6M) – que também foi considerado um dos maiores fracassos do ano.
Nos EUA, o filme arrecadou US$ 84 milhões. No mercado internacional, foram US$ 119.2 milhões.
Segundo a Collider, ‘As Marvels‘ custou mais de US$ 250 milhões apenas para ser produzido, somando esse valor com marketing e outros gastos, o filme precisa faturar US$ 700 milhões em todo o mundo apenas para cobrir seus custos.
Anteriormente, o estúdio havia declarado que não iria mais divulgar os números de bilheteria do longa-metragem em virtude de sua fraca recepção:
“Com a bilheteria de ‘As Marvels’ se encerrando, iremos parar de anunciar a arrecadação global/internacional desse título”.
Marvel’s THE MARVELS is nearing $200M worldwide–$116.3M int’l, $80.7M domestic, $197M total.
From Disney: “With The Marvels box office now winding down, we will stop weekend reporting of international/global grosses on this title.”
4th week. Ouch.
— Exhibitor Relations Co. (@ERCboxoffice) December 3, 2023
Confira nossa critica:
Relembre o trailer:

A Netflix divulgou o primeiro trailer de ‘Amores Solitários‘ (Lonely Planet), romance estrelado por Laura Dern (‘Adoráveis Mulheres’) e Liam Hemsworth (‘Zona de Risco’).
Confira e siga o CinePOP no Youtube:
A produção será lançada na plataforma no dia 11 de outubro.
Susannah Grant (‘Inacreditável’) é responsável pela direção.
Uma romancista reclusa (Dern) vai a um famoso retiro para escritores no Marrocos, esperando que o novo ambiente acabe com seu bloqueio criativo. Lá, ela conhece um jovem (Hemsworth) e o que começa como amizade se transforma em um caso amoroso inebriante capaz de mudar a vida deles.
O elenco ainda conta com Diana Silvers (‘Aves do Paraíso’), Bellina Logan (‘Tudo em Família’), Sami Fekkak (‘Chahadat Milad’) e Dillon Lane (‘Tudo Sobre Sexo’).
De acordo com o Deadline, quatorze novos atores foram confirmados no elenco recorrente da nova adaptação de ‘Carrie, a Estranha‘, que está sendo desenvolvida pelo Prime Video.
Seis desses nomes já são conhecidos nas obras comandadas pelo Mike Flanagan: sua esposa Kate Siegel (‘A Maldição da Residência Hill’), Michael Trucco (‘Hush: A Morte Ouve’), Katee Sackhoff (‘O Espelho’), Rahul Kohli (‘Missa da Meia-Noite’), Crystal Balint (‘A Queda da Casa de Usher’) e Danielle Klaudt (‘A Queda da Casa de Usher’).
Além deles, os novatos Heather Graham (‘Do Inferno’), Tim Bagley (‘O Casal Perfeito’), Tahmoh Penikett (‘Dollhouse’), Mapuana Makia (‘Doogie Kamealoha M.D.’), Naika Toussaint (‘Simplesmente Apaixonados’), Delainey Hayles (‘Entrevista com o Vampiro’), Cassandra Naud (‘Influencer’) e Rowan Danielle também foram anunciados.
Infelizmente, detalhes sobre seus papéis não foram anunciados.
Summer H. Howell (‘A Maldição de Chucky’) será a protagonista titular.
O elenco ainda contará com Siena Agudong como Sue Snell; Samantha Sloyan como Margaret White, a psicótica e religiosa mãe de Carrie; Alison Thornton como Chris Hargensen; Thalia Dudek como Emaline; Amber Midthunder como a Srta. Desjadin; Josie Totah como Tina; Arthur Conti como Billy; Joel Oulette como Tommy; e Matthew Lillard como o Diretor Gayle.
Flanagan entra como roteirista, produtor executivo e showrunner da atração, além de ficar responsável pela direção de alguns episódios.
Trevor Macy entra como produtora executiva ao lado de Flanagan.
Publicado em 1974, a clássica obra acompanha Carrie, uma adolescente tímida e solitária. Aos 16 anos, é completamente dominada pela mãe, uma fanática religiosa que reprime todas as vontades e descobertas normais aos jovens de sua idade.
Cada vez mais isolada, ela sofre com o sarcasmo e o deboche dos colegas. No entanto, há um segredo por trás de sua aparência frágil: Carrie tem poderes sobrenaturais e é capaz de mover objetos com a mente.
No dia de sua formatura, Carrie é surpreendida pelo convite de Tommy para a festa – algo que lhe dá a chance de se enxergar de outra forma pela primeira vez. O ato de crueldade que acontece naquele salão, porém, dá início a uma reviravolta cheia de terror e destruição. Chegou a hora do acerto de contas.
A minissérie contará com oito episódios.

De acordo com o Dread Central, Roger Jackson foi confirmado no elenco da sequência ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel 3‘.
Conhecido por ser a voz icônica do Ghostface na franquia ‘Pânico‘, o ator dará vida à versão assassina do Coelho Abel.
O novo filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de setembro, pela Imagem Filmes.
O terceiro filme contará com um orçamento maior do que as iterações anteriores, e deve introduzir novos personagens do universo do Ursinho Pooh, como o coelho Abel, os Efalantes e os Woozles.
Richard Stanley (‘A Cor que Caiu do Espaço’) assina o roteiro.
“Estou muito animado em me juntar à equipe criativa como roteirista no terceiro filme desta amada e sangrenta franquia, que ajudou a revitalizar a produção independente de filmes no Reino Unido. O Bosque dos Cem Acres nunca mais será o mesmo,” declarou o roteirista.
Scott Chambers, produtor dos dois primeiros filmes e diretor de ‘Peter Pan: Pesadelo na Terra do Nunca‘, assume o comando do próximo capítulo – substituindo Rhys Frake-Waterfield, que retorna apenas como produtor.
Novas informações devem ser divulgadas em breve.

No mês passado, um adolescente chamado Jacob Staudenmaier, fez um vídeo recriando a famosa sequência de abertura de ‘La La Land: Cantando Estações’, realizando uma paródia da canção ‘Another Day of Sun’.
A nova letra trazia um pedido especial à atriz Emma Stone, pedindo para que ela fosse ao baile de formatura com ele. Rapidamente o vídeo viralizou e hoje contabiliza mais de um milhão de visualizações no Youtube.
Confira:
No entanto, a atriz teve que recusar a proposta, mas não sem antes mandar um presente adorável ao adolescente. Acompanhado de um bilhete, Emma mandou um corsage para sua “acompanhante de sorte”, um tradicional adereço de flores usado pelas meninas nas festas de formatura estudantis.
Emily is officially the cutest human ever 😍❤️❤️❤️#EmmaStone #JacobStaudenmaier pic.twitter.com/rWbzXKd8Ds
— Emily Stone Fan (@emilystonefan) 1 de maio de 2017
“Jacob, umn presentinho para você e para sua acompanhante amanhã. Divirtam-se muito! Com muito amor, Emma Stone”
Sobre a ideia de ter recriado a cena, Jacob comentou à ABC que sua inspiração veio de outros pedidos, como o de um estudante de sua escola que havia convidado a Miley Cyrus para acompanhá-lo no baile. Além disso, seu amor por ‘La La Land’ foi um das grandes motivações:
“É um dos meus filmes favoritos e eu sempre gostei da Emma Stone como atriz e isso acabou resultando na ideia de talvez convidá-la para ir ao baile de formatura comigo”.
La La Land | Entrevista com Ryan Gosling e Emma Stone
Crítica em Vídeo | La La Land – Cantando Estações
Crítica | La La Land: Cantando Estações
Crítica 3 | La La Land – Cantando Estações
Crítica | La La Land: Cantando Estações
A ficção apresenta a história de Mia [Emma Stone], uma aspirante a atriz, e Sebastian [Ryan Gosling], um músico de jazz dedicado, que estão lutando para sobreviver em uma cidade conhecida por esmagar as esperanças e quebrar os corações. Ambientado na moderna Los Angeles, este musical original fala sobre a vida cotidiana e explora a alegria e a dor de um casal que persegue os seus sonhos.
A atriz Jennifer Grey, mais conhecida por ter interpretado a personagem Baby em ‘Dirty Dancing: Ritmo Quente‘, é a mais nova adição ao elenco da popular série ‘Grey’s Anatomy‘. A informação foi revelada pelo TVLine.
Ainda não se sabe qual será o seu papel e todos os detalhes permanecem em segredo. Embora a atriz tenha ficado de fora do circuito principal de Hollywood, em 2010 ela e seu parceiro Derek Hough ganharão a décima primeira temporada do reality show ‘Dancing With The Stars‘. Recentemente ela também apareceu em alguns episódios da série ‘Red Oaks‘, da Amazon Prime.
‘Grey’s Anatomy‘ retorna de seu hiato de fim de ano em 17 de janeiro.
Em janeiro, Ellen Pompeo fez comentários bombásticos sobre sua personagem ter um novo relacionamento.
“A tinta ainda não estava nem seca na documentação [de saída do Patrick] quando eles se apressaram em introduzir um novo interesse amoroso. Eu estava de férias, relaxando, e eles me ligavam tipo ‘o que você acha desse cara? e deste?’, e me mandavam fotos. Eu fiquei tipo ‘Vocês estão de brincadeira comigo? Por que vocês acham que têm que substituir esta pessoa?’ Eu não pude acreditar quão rápido o estúdio e a emissora sentiram que eles deviam arrumar um novo pênis.”
Enquanto isso, a 15ª temporada de ‘Grey’s Anatomy’ estreia dia 29 de outubro no canal Sony.
