O Hulu divulgou o teaser oficial da 3ª temporada de ‘The Kardashians’, reality show que acompanha o cotidiano do icônico clã titular.
Além disso, foi revelado que os novos episódios têm estreia marcada para o dia 25 de maio.
No Brasil, a produção é exibida pelo Star+.
Confira:
Com pleno acesso às suas vidas, a célebre e amada família Kardashian retorna com sua nova série. Kris, Kourtney, Kim, Khloé, Kendall e Kylie ligam novamente as câmeras para revelar a verdade por trás das manchetes. Desde a intensa pressão de administrar negócios multimilionários até momentos simples do dia a dia, de brincadeiras entre as irmãs a levar as crianças na escola, a nova série vai prender os telespectadores com a honesta e fascinante história de vida.
A produção chega à plataforma de streaming no dia 14 de abril.
Confira, junto ao trailer:
A série, baseada no livro de Laura Dave, acompanha Hannah (Garner), uma mulher que, ao sair em procura pelo marido desaparecido (Coster-Waldau), começa a desenvolver uma relação forte com sua enteada (Angourie Rice).
A produção foi criada por Dave e Josh Singer, roteirista de ‘Spotlight: Segredos Revelados‘, ‘The Post: A Guerra Secreta‘ e ‘O Primeiro Homem‘.
A nobreza contemporânea, em meio a pratos finos e prataria polida, novamente dá suas caras entre conversas sussurradas e o luxo ostensivo que acompanha o sobrenome Roy. E em uma festa de aniversário que celebra os 80 anos do patriarca Logan, a 4ª temporada coloca todas as suas cartas na mesa, iniciando o que promete ser uma emocionante e cética última valsa. Com uma profunda rachadura onde pai e filhos se dividem com seu apetite voraz por poder e dinheiro, Succession logo nos prova que – ainda que haja um final no instante em que os créditos de encerramento surgirem -, a verdade é que essa história jamais terá um fim definitivo.
Sempre sucinta e dinâmica em seus dilemas de poder, influência e crises familiares, Succession faz de seu humor ácido e comportamento passivo agressivo sua marca registrada no primeiro capítulo. Fazendo jogos mentais com os personagens a todo momento, o universo da série vai se desenvolvendo habilmente entre Logan, Shiv, Kendall, Roman, Connor, Tom e Greg, como um labirinto que se ascende do chão como torres monumentais e intimidadoras. E gradativamente, o tabuleiro e suas peças vão se movimentando com astúcia, todos em direção às negociações do conglomerado de comunicação concorrente, chamado Pierce.
E unindo 1ª, 2ª e 3ª temporada lindamente em questão de minutos, o ciclo final prova o quão estratégico Jesse Armstrong, Will Ferrell e Adam McKay sempre foram, entregando uma série que fosse mais do que um puro entretenimento, mas sim um experimento/experiência imersiva na mente humana, diante do poder absoluto sobre as pessoas e sobre a comunicação. E à medida que esse e tantos outros aspectos sociais são explorados, crises existenciais e psicoemocionais entram em cena, nos imergindo em uma delirante e rica análise de personagem que ainda não nos furta do prazer de rir das circunstâncias mais escabrosas e soberbas que já vimos na televisão.
Com sua estética impecável e uma narrativa que se esbalda no “old money”, para fazer referências diretas às grandes famílias poderosas como os Murdoch e os Redstones, Successions nos toma pela mão mais uma vez. Aqui, ela nos coloca dentro das salas e escritórios requintados onde o futuro dos Estados Unidos é, inevitavelmente, discutido. E com um roteiro impecável capaz de nos manter ávidos e atentos a cada movimento dessa família que se destoa tanto da realidade mundial, a 4ª temporada estreia em grande estilo, com tramoias, puxadas de tapete e muitos daddy issues de filhos que beiram os 40-50 anos de idade.
Com um humor inteligente e perspicaz, a série original da HBO logo nos deixa à deriva esperando por mais dessa mesma fonte. Prometendo nos sucumbir em uma espiral de brigas familiares, disputas entre egos e festas suntuosas em locais estonteantes, Succession retorna com força e fôlego renovado, abrindo caminho para o concerto final desses que são alguns dos personagens mais bem construídos da história da televisão. Equilibrando habilmente o drama, a comédia e a constante torta de climão que orbita entre todos os protagonistas, a série está pronta para o que já se anuncia ser uma das despedidas mais difíceis que teremos, desde o fim de Game of Thrones.
Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP para divulgar a série ‘Atração Fatal‘, o ator Joshua Jackson (‘Segundas Intenções’) falou sobre os rumores de que ele pode retornar para a franquia ‘Pânico‘.
Joshua era um dos estudantes da faculdade que Sidney participava em ‘Pânico 2‘, e durante as filmagens do sexto filme, rumores indicavam que ele retornaria.
“Eles não me ligaram para retornar em ‘Pânico 6’, mas eu toparia voltar para ‘Pânico 7’. Eu acho muito impressionante a forma como esses filmes usam a auto referência e continuam a inovar. Sim, eu adoraria voltar e participar de ‘Pânico 7′”, ele afirmou.
Assista:
Em apenas três semanas, a sequência ‘Pânico VI‘ conseguiu ultrapassar a bilheteria total do quinto filme da franquia, que havia encerrado sua passagem pelas telonas globais com US$ 137.7 milhões, em 2022.
O sexo filme já arrecadou US$ 139.2 milhões mundialmente.
Nos EUA, o longa soma US$ 89.9 milhões – valor que também supera a arrecadação doméstica da iteração anterior. No mercado internacional, foram US$ 49.4 milhões.
Vale lembrar que ‘Pânico 6‘ registrou a maior estreia da franquia nos EUA, com US$ 44.5 milhões arrecadados durante o primeiro final de semana – facilmente ultrapassando a estreia de ‘Pânico 3‘ (US$34.7M).
O terror também teve a melhor estreia da saga no Brasil, onde arrecadou com R$ 9.46 milhões – o que representa um aumento de 55% em comparação ao lançamento do filme anterior. Além disso, o novo capítulo também registrou a maior estreia da franquia no Reino Unido, Austrália, México, Itália e Holanda.
O terror acompanha os quatro sobreviventes do recente massacre de Ghostface: Sam, Tara, Chad e Mindy. O grupo decide se mudar de Woodsboro para recomeçar em uma nova cidade. No entanto, em pouco tempo, os quatro se tornam alvo de um novo serial killer mascarado.
Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack Champion, Liana Liberato, Devyn Nekoda, Josh Segarra e Henry Czerny completam o elenco.
Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.
‘Damaged‘, thriller de ação protagonizado por Samuel L. Jackson (‘Django Livre’) e Vincent Cassel (‘Cisne Negro’), começou a ser filmado nos EUA. As informações são do Deadline.
Na trama, um detetive de Chicago (Cassel) vai para a Escócia depois que os crimes de um serial killer (L. Jackson) coincidem com os que ele investigou cinco anos antes, incluindo o assassinato de sua namorada.
‘Rabbit Hole – Jogo de Mentiras‘, série de espionagem estrelada por Kiefer Sutherland (’24 Horas’), já está disponível na Paramount+ e, como presente aos fãs, a plataforma de streaming divulgou o primeiro episódio gratuitamente no YouTube.
Assista:
Um espião corporativo particular luta para preservar a democracia em um mundo que explode em informações falsas, manipulações comportamentais, o estado de vigia e os interesses que controlam esses poderes extraordinários.
Relembre o trailer:
Quanto mais fundo você for nesse jogo de mentiras, pior será.
O Hulu divulgou o trailer oficial de ‘The Good Mothers’, drama criminal baseado no romance homônimo de Alex Perry – que, por sua vez, é inspirado em fatos.
A série, composta por seis episódios, chega à plataforma de streaming no dia 05 de abril. No Brasil, a produção deve ser exibida pelo Star+.
Ambientada em 2010, a trama começa com o desaparecimento de Lea Garofalo, que, juntamente à filha, Denise, decidiu acabar com a máfia ‘Ndrangheta. Na Calábria, Anna Colace, promotora pública contra os clãs criminosos, desenvolve uma nova estratégia para esmagar o poder das gangues, influenciando as mulheres a colaborar e, assim, minar a estrutura de poder da organização. Uma estratégia que coloca as mulheres na frente e trai suas famílias, na esperança de um futuro melhor para elas e seus filhos.[
Gaia Girace, Valentina Bellè, Barbara Chichiarelli, Francesco Colella, Simona Distefano, Andrea Dodero, Micaela Ramazzotti e Andrea Riso estrelam.
Ainda sem data específica, a estreia está marcada para o fim do verão norte-americano, que acontece entre junho e agosto.
E, à medida que o lançamento se aproxima, mais novidades vão surgindo.
Desta vez, um usuário do Reddit compartilhou seu encontro com um membro do elenco, o ator Mark Rolston, em um evento para fãs.
Ao autografar um pôster do fã, Rolston assinou seu nome, junto com o de seu personagem, que será chamado Capitão Hale.
O nome indica que Rolston esteja interpretando um personagem totalmente novo original da série. No entanto, não se sabe se ele será um capitão da frota imperial ou da Aliança Rebelde.
Confira a publicação:
“Conheci Mark Rolston durante a Wonder Con de hoje e pedi um autógrafo no meu pôster de ‘Ahsoka’. E descobri o nome de seu personagem antes da estreia.”
A série está sendo liderado por Dave Filoni, co-criador da personagem na animação ‘Star Wars: The Clone Wars‘.
Recentemente, Filoni conversou com o The Hollywood Reporter e foi questionado sobre suas expectativas pela estreia.
Em resposta, ele pareceu bastante animado com a sensação de ver sua criação ganhando sua própria série de TV.
No entanto, ele confessou que mantém uma dose de cautela em seu otimismo e prefere deixar os falarem por ele.
“Estou gostando muito dessa sensação. É algo que nunca pensei que faria, por mais que tenha feito todas essas coisas diferentes ao longo dos anos com a saga ‘Star Wars’. Escrever, dirigir e colaborar nesse tipo de coisa com tantas pessoas é apenas o topo da montanha para mim neste momento. Há muito trabalho a ser feito, mas tenho uma equipe incrivelmente talentosa ao meu redor para me apoiar. Portanto, estou cautelosamente otimista. Prefiro deixar os fãs falarem por mim, como sempre fazem.”
‘Rebel Moon‘, o próximo filme do diretor Zack Snyder (‘Liga da Justiça’), chega ao catálogo da Netflix em 22 de dezembro, marcando a maior estreia original da plataforma em 2023.
Durante uma entrevista para o Comic Book, o co-roteirista Shay Hatten (‘John Wick 4’), que colaborou com Snyder em ‘Army of the Dead‘, deu alguns detalhes sobre o aguardado sci-fi.
Em sua declaração, o roteirista rendeu elogios a Snyder e garantiu que o público vai adorar o que o cineasta está preparando.
“‘Rebel Moon‘ já está em pós-produção. Zack [Snyder] está editando, e eu vi partes dele. Eu vi cenas aqui e ali e um corte do trailer. Eu não vi o filme completo. Mas estou muito, muito animado com isso. Eu realmente me sinto muito sortudo por trabalhar com Zack.”
Ele continuou:
“Eu digo isso a ele o tempo todo, ‘300‘ foi um dos primeiros filmes de alta censura que me levou a convencer meu pais a me levarem para o cinemas, o que eu acho que ele odeia que eu diga porque me faz parecer super jovem. Mas mesmo assim, ele tem sido uma inspiração para mim há muito tempo. E eu acho que com ‘Rebel Moon‘, as pessoas vão ver que ele realmente está liberando sua imaginação visual ao máximo. E acho que as pessoas realmente vão gostar.”
Anunciado há quase dois anos, o projeto vai explorar uma trama sci-fi dividida em duas partes.
A narrativa é ambientada numa colônia pacífica na orla da galáxia que é ameaçada pelos exércitos de um regente tirânico chamado Balisarius. Desesperado, o povo despacha um jovem com um passado misterioso para procurar guerreiros de planetas vizinhos para ajudá-los a se posicionar.
Mas, por que ‘Rebel Moon‘ será dividido em duas partes em vez de seguir os passos de ‘Liga da Justiça‘ com uma longa duração?
Em entrevista para a Variety, Ori Marmur, vice-presidente do setor de filmes originais da Netflix, revelou o motivo por trás da decisão.
Ao longo de sua declaração, Marmur explicou que a paixão de Snyder pelo projeto o motivou a investir numa nova franquia me vez de um único título.
“Zack veio com muita paixão sobre esse universo que ele está criando. Este é um filme que ele tem em mente há décadas. Como você sabe, ele passou muito tempo trabalhando em franquias de outras pessoas em outros estúdios. Trabalhamos com ele em ‘Army of the Dead’ e fizemos coisas que outros não podiam fazer.”
Ele continuou:
“Fizemos um filme, depois uma pré-sequência e lançamos uma experiência ao vivo baseada nos filmes. Ele queria que ‘Rebel Moon’ tivesse o mesmo efeito, que desse um empurrão [para a construção de uma nova franquia]. Quando vimos o quão grande era o universo que ele criou, pensamos que seria melhor dividir em duas partes para explorar sua visão de forma adequada. É o tipo de história que pode continuar a crescer. Zack pensa nisso como sua chance de fazer algo como ‘Star Wars‘.”
Ironicamente, ‘Rebel Moon‘ foi desenvolvido como um possível filme independente para a saga criada por George Lucas.
No entanto, depois que a Disney comprou a Lucasfilm em 2012, Snyder reformulou a proposta para criar sua própria franquia espacial.
Agora só nos reta aguardar para descobrir como ‘Rebel Moon‘ pode rivalizar com ‘Star Wars‘.
Além de dirigir, Snyder assina o roteiro ao lado de Hatten e Kurt Johnstad (‘300’).
“Este sou eu crescendo como um fã de Akira Kurosawa, um fã de Star Wars. É meu amor por ficção científica e será uma aventura gigante. Minha esperança é que isso também se torne uma franquia enorme e um universo que possa ser construído. Passei os últimos dois ou três anos construindo este universo. Cada canto tem que ser pintado. Tenho feito projetos, constantemente desenhando e realmente cultivando seu solo fértil para tornar este mundo totalmente realizado.”, disse Snyder ao The Hollywood Reporter.
A Wonderstorm divulgou com exclusividade o cartaz oficial da 5ª temporada de ‘O Príncipe Dragão’, aclamada animação da Netflix.
A imagem em questão também revela que o próximo ciclo chegará à plataforma de streaming no verão estadunidense, isto é, entre os meses de junho e agosto.
Confira:
Lembrando que a série já foi renovada até a 7ª temporada.
Anteriormente, os criadores da atração, Jon Favreaue Dave Filoni, disseram ao site oficial da saga que a 3ª temporada terá tantas surpresas quanto as anteriores.
Favreau explicou que este é o segredo para manter a atenção do público e conquistar sua confiança.
“Esse é o segredo do sucesso… Gostamos de ter surpresas. Gostamos de ter algo revelado a cada episódio. Gosto quando todo mundo tenta ver ao mesmo tempo e depois as pessoas reagem juntas, comentam e comemoram. Também é legal essa coisa de tenta adivinhar o que acontece a seguir. Isso faz parte da diversão da narrativa dividida em episódios semanais.”
Ele continuou:
“Queremos ter certeza de que a cada semana uma nova informação seja divulgada e que talvez as coisas se resolvam de uma maneira inesperada, mas de maneiras que pareçam justificadas e emocionalmente baseadas nas trajetórias do personagem. Esperamos que as pessoas gostem desse novo conjunto de histórias. Certamente estou gostando de fazer o que estou fazendo aqui. E espero que possamos fazer isso por um longo tempo.”
Lembrando que o próximo episódio chega àDisney+ em 29 de março.
As aventuras do Mandaloriano através da galáxia de Star Wars continuam. Anteriormente um caçador de recompensas solitário, Din Djarin voltou a se reunir com Grogu. Enquanto isso, a Nova República luta para levar a galáxia para longe de sua história sombria. O Mandaloriano cruzará o caminho com antigos aliados e fará novos inimigos enquanto ele e Grogu continuam sua jornada juntos.
Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série é ambientada após a queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem.
A Netflix divulgou o primeiro trailer oficial de ‘Um Homem da Flórida’ (‘Florida Man’), minissérie dramática estrelada por Edgar Ramírez (‘The Last Days of American Crime’).
A produção tem estreia agendada para o dia 13 de abril na plataforma de streaming.
Confira, junto ao cartaz oficial:
A minissérie foi criada por Donald Todd (‘This Is Us’).
A trama acompanha um ex-policial (Ramírez) que volta para a Flórida para procurar a namorada de um mafioso. Mas o que era para ser um trabalho rápido acaba virando uma odisseia alucinante em meio a segredos de família e a tentativa inútil de fazer a coisa certa em um lugar onde tudo está errado.
Abbey Lee, Anthony LaPaglia, Otmara Marrero, Lex Scott Davis, Emory Cohen, Clark Gregg, Isaiah Johnson, Paul Schneider e Lauren Buglioli completam o elenco.
A vindoura série ‘The Acolyte‘, do universo de ‘Star Wars‘, está com sua produção à todo vapor.
Com sua trama mantida totalmente sob sigilo, a única informação oficial que foi divulgada é que a série vai se passar séculos antes de ‘Star Wars: A Ameaça Fantasma’ e vai acompanhar uma aprendiz do Lado Sombrio da Força no período em que os Sith eram tidos como extintos.
Agora, em entrevista para o Collider, a atriz Jodie Turner-Smith contou alguns detalhes sobre sua personagem, que também não foi revelada oficialmente. Ela adiantou que não está interpretando uma Jedi.
“Eu não consegui usar um sabre de luz”, diz ela. “Porque eu não sou uma Jedi!”
Ela também revelou que não contracenou diretamente com a atriz protagonista da série, Amandla Stenberg. Turner-Smith também contou como se sentiu quando esteve no set de filmagens pela primeira vez.
“Em primeiro lugar, quando que você entra em um desses sets, você pensa: ‘ok, eles têm dinheiro. É uma produção milionária’ […] É uma experiência muito legal e surreal. Esse foi definitivamente um dos melhores momentos que pude realizar da minha lista de desejos.”
Lembrando que as gravações já iniciadas e as primeiras imagens dos bastidores já foram divulgadas.
Ainda sem previsão de estreia, a sinopse oficial da série diz que:
“‘Star Wars: The Acolyte’ é um thriller de mistério que levará os espectadores a uma galáxia de segredos sombrios e poderes emergentes do lado sombrio nos dias finais da era da Alta República. Na trama, uma ex-Padawan se reúne com seu Mestre Jedi para investigar uma série de crimes, mas as forças que eles enfrentam são mais sinistras do que imaginavam.”
Em seu perfil do Twitter, Jeremy Renner (‘Vingadores: Ultimato’) compartilhou um vídeo caminhando pela primeira vez desde que foi atropelado por um trator limpa-neve no início do ano.
Na publicação, ele aparece caminha em uma esteira numa sessão de fisioterapia e escreveu:
“Agora tenho que encontrar outras coisas para ocupar meu tempo para que meu corpo possa se recuperar da minha vontade.”
Ele também incluiu as palavras “Consciente”, “Focado” e “Recuperação” como hashtags.
O acidente ocorreu enquanto o astro usava o veículo para rebocar o carro do sobrinho, que estava atolado na neve, mas acabou perdendo controle da máquina, que capotou e passou por cima de sua perna, fraturando cerca de 30 ossos.
Após o susto, o astro vem tranquilizando os fãs ao publicar atualizações sobre sua rotina, e parece que ele está cada vez mais perto de se recuperar totalmente.
Lembrando que o astro pode ser visto atualmente na 2ª temporada de ‘O Dono de Kingstown‘, que já está em exibição na Paramount+.
Confira o trailer:
O aclamado cineasta Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento‘) assume a função de produtor executivo do projeto, que ainda conta com Taylor Sheridan como co-criador ao lado de Hugh Dillon.
A trama de ‘Mayor of Kingstown‘ segue a família McLusky – corretores poderosos em Kingstown, Michigan, onde o negócio do encarceramento é a única indústria próspera. Abordando temas como o racismo sistêmico, corrupção e desigualdade, a série oferece um olhar severo em sua tentativa de trazer ordem e justiça a uma cidade que não possui nenhum dos dois.
‘Velozes e Furiosos 10‘ marca o início do fim da franquia iniciada em 2001 com as insanas corridas de rua disputadas por Dom (Vin Diesel), Brian (Paul Walker) e companhia.
Nada mais justo que terminar a jornada trazendo de volta este que foi elemento mais marcante dos filmes.
Durante uma entrevista para a Total Film, o diretor Louis Leterrier e o novato Jason Momoa(‘Aquaman’) comentaram sobre o assunto, além de provocar que a ação será elevada a níveis ainda mais altos.
“Como fã, há algumas coisas que eu realmente queria de volta na franquia – as corridas de rua era uma delas”, disse Leterrier. “Essa é a graça de tudo: quando você é o diretor de um filme que você admira e é fã há tantos anos, você consegue dar vida às suas fantasias!”
Por falar nisso, Dom irá enfrentar o personagem de Momoa, Dante, pelas rua do Rio de Janeiro.
Com o olhar de um novato, Momoa ficou surpreso com a quantidade de ação que ele e seus colegas de elenco tiveram permissão para realizar.
“Esse filme é uma adrenalina total… Imagine dirigir pelas ruas de paralelepípedos em Roma que têm séculos de uso, então quando você pára, você derrapa… Um de nossos produtores disse, ‘Vamos deixá-lo dirigir por Roma assim?’ Eu estava tipo, ‘Qual é, cara! Vamos, sim’.”
Além disso, o coordenador de veículos, Dennis McCarthy, que trabalhou em todos os filmes desde ‘Desafio em Tóquio‘, estima que cada carro apresentado na tela tinha cerca de sete duplicatas, e mais de 200 carros foram construídos por sua oficina para o próximo filme.
Inclusive, a trama apresentará uma frota de veículos elétricos pela primeira vez, incluindo um Dodge Charger Daytona e o DeLorean Alpha5.
Junto com o inconfundível Dodge Charger de Dom, esses veículos serão inseridos em vários cenários, incluindo uma sequência em Roma, onde uma ‘bomba’ de uma tonelada é driblada pelas ruas como se uma bola de futebol, mas por carros em vez de jogadores.
Haverá também várias cenas de ação de destaque, com Dante demonstrando que é mais do que capaz de derrubar Dom com um par de facas, um retorno explosivo a uma ponte familiar no Rio e um confronto de mulher-a-mulher entre Cipher (Charlize Theron) e Letty (Michelle Rodriguez).
Lembrando que o filme estreia em 18 de maio nos cinemas nacionais.
Confira também as capas de revista dedicadas à sequência:
Exclusive: Fast X races onto the cover of the new issue of Total Film magazine!
The subscriber exclusive covers are in the mail to subs now; the newsstand cover (left) hits shelves on Thursday, 30 March! #FASTXpic.twitter.com/qLuvdAEDrE
O longa marca a estreia de Jason Momoa (‘Aquaman’), Alan Ritchson (‘Reacher’), Brie Larson (‘Capitã Marvel’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’) e Rita Moreno (‘Amor, Sublime Amor’) na franquia.
Cada geração tem sua característica específica. A galerinha dos anos 2000 foi bastante marcada com a série de filmes ‘High School Musical’, que fez com que toda uma juventude crescesse sonhando como um mundo mais inclusivo, em que todos eram amigos e ver que tudo ficava bem no final das contas. Mas a real é que, na prática, os temas dos filmes giravam em torno apenas de relacionamentos amorosos e intrigas, o que tornava os personagens, a grosso modo, bastante vazios. Então este ano a mesma Disney decidiu resgatar esta fórmula e repaginá-la para os interesses da juventude atual. O resultado é o filme ‘Um Pacto de Amizade’, que chega no próximo dia 29 aos assinantes da Disney+.
Mandy (Peyton Elizabeth Lee) é uma garota com um objetivo: quer conquistar uma vaga em Harvard, para estudar na faculdade onde seus ídolos se formaram. Para isso, ela tem se dedicado firmemente na escola para conseguir notas altas, porém, quando é colocada para uma lista de espera em Harvard a menina simplesmente surta. Disposta a apelar para conseguir uma vaga de qualquer jeito, Mandy segue o conselho da diretora (Margaret Cho) – conseguir uma carta de recomendação de alguém relevante na comunidade – e passa a se aproximar de Graham (Blake Draper), o gatinho-sensação da escola, líder do time de basquete Bulldogs, pois o pai dele é um relevante senador local. Em busca de conseguir seu objetivo, Mandy acaba colocando sua amizade com Ben (Milo Manheim) em risco, pois frequentemente o rapaz acaba ficando em segundo lugar.
O fato de a Disney voltar ao universo do high school pode parecer mais do mesmo, afinal, mesmo nós, brasileiros, já vimos um bocado de produções que se passam nesses últimos anos do ensino médio estadunidense. A diferença em ‘Um Pacto de Amizade’ é a ausência de determinados elementos clássicos de produções desse tipo (o malvadão que pratica o bullying, a humilhação constante, o bonitão vazio versus a nerd inteligente feia); no lugar, entram elementos e pautas mais relevantes nos debates dos jovens de hoje, como ativismo social, o feminismo, o respeito às diferenças e não julgar pelas aparências.
É bem verdade que os minutos iniciais do filme de Anya Adams passam a impressão de que estamos diante de uma protagonista bem chatinha, porque ela literalmente não tem interesse em nada e critica absolutamente tudo e todos, impedindo o próprio melhor amigo de se desenvolver socialmente. Entretanto, sem que percebamos, o roteiro vai transformando Mandy em uma garota que, em busca de seu objetivo, começa a descobrir o mundo ao seu redor, reconhecendo as próprias falhas de caráter, especialmente no quesito de julgar e enquadrar as pessoas por suas aparências. Por isso, sua relação com o gatinho Graham vai se tornando convincente, uma delicinha de irmos acompanhando.
Outra coisa bem gostosa em ‘Um Pacto de Amizade’ é que o roteiro de Anthony Lombardo, ainda que focado na protagonista, flutua entre o par de amigos Mandy e Ben, tendo sempre em mente essa amizade, sem forçar nada nem desviar o foco. Assim, ambos os personagens desenvolvem suas descobertas juvenis sem se adequarem ao formato “conto de fadas” trazido em produções como ‘High School Musical’, se aproximando, ao contrário, da realidade juvenil, não anulando os valores da protagonista por conta do que acontece no caminho.
‘Um Pacto de Amizade’ encontra o bom equilíbrio entre ser fofo e maduro, mostrando que as mocinhas de hoje não estão (apenas) focadas em encontrar um príncipe encantado, e que nem todos os príncipes são (apenas) um rostinho bonito. Uma comédia romântica inspiradora a seu modo e divertido na medida para ver numa pausa entre os estudos.
Através de seu Instagram, Zachary Levi compartilhou um novo vídeo comentando sobre as polêmicas envolvendo os bastidores da sequência ‘Shazam! Fúria dos Deuses‘.
O ator confirmou que a cena pós-créditos do longa teve que ser alterada após os planos originais terem sido “frustrados”.
“Os espectadores estão falando mal do James Gunn por causa da cena pós-créditos [de ‘Shazam 2’], com a Jennifer Holland e o Steve Agee. Essa não era a nossa visão original. Nosso plano original seria trazer o Hawkeye e a Ciclone com um convite para eu me juntar à Sociedade da Justiça. Nós tivemos a chance de fazer uma cena incrível, mas nossos planos foram frustrados. Eu estou apenas defendendo a verdade.”
A declaração parece ser uma indireta ao Dwayne Johnson, que alegadamente teria barrado a participação do Shazam em seu filme, ‘Adão Negro‘. O personagem do Zachary Levi originalmente teria aparecido em uma cena pós-créditos do filme do anti-herói, mas o plano original teve que ser alterado após Johnson se recusar.
Fontes próximas à produção afirmam que o ator teria “repulsa” ao personagem, negando-se a dividir a mesma tela que ele.
Anteriormente, o próprio Levi havia confirmado as alegações, compartilhando a notícia em seus stories do Instagram com a mensagem: “A verdade vos libertará”. Após a repercussão negativa envolvendo o seu conflito com Johnson, o ator tentou se defender: “Eu não culpo ninguém [pelo fracasso de ‘Shazam 2’]. Eu nunca culpei ninguém por nada sobre a [fraca] performance do novo filme nas bilheterias.”
Helen Mirren, Lucy Liu e Rachel Zegler ainda trazem um toque de #Abracadabra para a produção, o que deixa tudo ainda mais épico e espetacular. As cenas de ação são muito bem feitas e o CGI está impecável. Fazia tempo que eu não saia do cinema tão feliz em um filme de super-herói.… https://t.co/MO4fY96Llc
Além do retorno de Zachary Levi no papel principal e da introdução de Helen Mirren, Lucy Liu e Rachel Zegler, o elenco conta com Adam Brody, Asher Angel e Jack Dylan Grazer.
O filme original foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 365 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.
O filme tem estreia prevista nos cinemas para 28 de Setembro de 2023
Após perder um grande amor, Henrique contrata uma empresa de assassinos de aluguel para tirar a sua própria vida – um serviço que, depois de contratado, não tem mais volta.
Ele só não esperava que a Gabriela retornasse à sua vida querendo retomar uma antiga relação. Agora, ele precisa descobrir quem é o seu assassino para impedir a morte planejada.
Fernando Ceylão, de ‘É Fada!‘ (2016) e ‘Sorria, Você Está Sendo Filmado‘ (2014), assina o roteiro;
A Apple TV+ divulgou a data de estreia ‘Tetris‘, que conta a história por trás da luta pelos direitos do clássico jogo de videogame lançado na década de 80.
O filme estreia nesta sexta-feira, 31 de março, no Apple TV+.
A trama nos leva de volta à era da Guerra Fria para narrar como se desenrolou a verdadeira história da batalha legal de alto risco para garantir os direitos de propriedade intelectual do Tetris.
O Tetris é um videogame de quebra-cabeças criado pelo engenheiro de software soviético Alexey Pajitnov, em 1984. Com mais de 202 milhões de cópias vendidas ao redor do mundo, o jogo se tornou um dos mais vendidos de todos os tempos, estando disponível em mais de 65 plataformas, além de ter influenciado diversos âmbitos da arte – incluindo arquitetura, música e cosplay – e servido como base de diversos estudos que analisam sua complexidade teorética e seus efeitos no cérebro humano (como, por exemplo, o Efeito Tetris).
Uma coisa que os escritores e roteiristas podem ter com toda a certeza é que nada, absolutamente nada, vai conseguir superar a realidade. Não tem situação que a ficção consiga imaginar, que a realidade não a supere – e em muito –, ao ponto de leitores e espectadores se depararem com uma determinada situação criada na ficção e a considerarem impossível de imaginar, mas fato é que na realidade ela é muito pior. E, quanto mais o cinema vai expandindo suas narrativas e buscando histórias fora da caixinha, mais nos deparamos com a inacreditável realidade do nosso mundo. Uma dessas histórias absurdas chega essa semana aos cinemas nacionais, através da dramédia ‘O Urso do Pó Branco’.
No ano de 1985, um episódio curioso e proporcionalmente bizarro ocorreu nos Estados Unidos: um avião que transportava dezenas de quilos de cocaína começou a despejar os pacotes lá do alto, sem nenhum cuidado, e o responsável, que iria recolher os pacotes em seguida, faleceu misteriosamente no caminho, pois seu pára-quedas não abriu. Tudo teria sido apenas um misterioso caso de acidente mal explicado, não fosse o fato de os pacotes de cocaína terem se espalhado ao longo de um parque em Blood Mountain, na Geórgia. Com a droga perdida ao longo de quilômetros de floresta, tanto pessoas inocentes quanto animais silvestres acabam entrando em contato com a substância – em especial um urso pardo, cujas reações passam ser imprevisíveis e incontroláveis e passa a ameaçar a segurança dos visitantes do parque florestal.
Desde quando ‘O Urso do Pó Branco’ foi anunciado, o público e a indústria cinematográfica ficaram ansiosos com o resultado, que muito possivelmente seria tosco e risível. E de fato o é, afinal, o absurdo da ideia de um urso viciado em cocaína é igualmente bizarra e atraente para um público sedento por novidades. Dividido em três atos bem marcados, o filme de uma hora e trinta de duração ao mesmo tempo que diverte, também é extremamente triste. No primeiro arco, quando logo na primeira cena conhecemos o urso já sob efeito da substância tóxica, sentimos o coração apertar ao vermos o animal fritando por causa do entorpecente, sem ter qualquer controle ou noção do que está acontecendo, e, ao mesmo tempo, já demonstrando dependência pela substância química. O mesmo ocorre no ato final, o que deixa um sabor bem amargo no espectador que for ao cinema pensando em apenas rir da situação, mesmo se tratando de CGI.
Tendo indiretamente mostrado os perigos e as consequências da submissão de animais à substâncias elaboradas pelo homem e não pela natureza, ‘O Urso do Pó Branco’ também tem sua parte divertida, através do núcleo humano, com o roteiro de Jimmy Warden deixando em evidência, desde a primeira cena, que os seres humanos não vão ter a menor chance contra este animal totalmente doidão. As cenas com o elenco (que inclui nomes como Ray Liotta, Keri Russell, Matthew Rhys eKristofer Hivju) são hilárias, uma vez que os ataques, as mortes e, principalmente, as tentativas de sobrevivências são tão bizarras quanto cômicas, tornando os seres humanos fragilizados o verdadeiro entretenimento da produção. É com eles que o espectador irá revirar os olhos e sentir repulsa, com cenas de características gore, trash e o nonsense, beirando a galhofa.
Elizabeth Banks assume com firmeza o seu projeto, fazendo com que a câmera o tempo todo favoreça o animal em demérito ao humano, acompanhando-o em posicionamentos que aumentem sua grandeza. Com ares de filme B de festival indie, faz tempo que não vemos um filme assim no grande circuito, e, a ver pelo burburinho causado, é capaz de novas produções como essa retomarem a programação das salas de exibição.
O terror ‘Demônio dos Mares‘ (The Black Demon), novo filme de tubarão assassino, ganhou o primeiro trailer.
Confira:
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 8 de junho, pela Diamond Films.
Adrian Grunberg (‘Rambo: Até o Fim’) é responsável pela direção.
“O petroleiro Paul Sturges leva sua família de férias para a Bahia Azul. Lá, ele percebe que a cidade costeira desmoronou misteriosamente. Paul começa o dia com uma visita de rotina, com sua família, para inspecionar uma plataforma de petróleo nas proximidades. A situação se torna um pesadelo quando, das profundezas do oceano, um tubarão gigante surge: o demônio negro. Sob a ameaça constante do tubarão primitivo, Paul terá que encontrar um jeito de levar sua família de volta para a costa de forma segura.”
Em homenagem ao novo longa de um dos vilões mais queridos da cultura pop, o extraterrestre com cabelos de rastafari, resolvemos voltar no tempo também, mas apenas 36 anos no passado, para revisitarmos a primeira aparição da criatura nas telonas – que resultou no sucesso O Predador (1987), veículo de ação para o musculoso Arnold Schwarzenegger.
O Predador (1987) é um dos filmes mais icônicos dos anos 80 e definitivamente um dos mais marcantes da carreira do grandalhão Schwarzenegger. Na trama, o astro austríaco é o líder de um time militar de elite, do tipo que realiza as missões que ninguém mais conseguiria ou seria louco para tentar. É claro que nesta equipe teremos todo tipo de brucutu truculento, daqueles que dá medo só de olhar, de figuras como Carl Weathers, Jesse Ventura, Sony Landham, Bill Duke, Shane Black e Richard Chavez. A tarefa deles é simples: resgatar a tripulação de um helicóptero que caiu atrás das linhas inimigas num país da américa central, e continha um oficial de alta patente. Até aí a trama lembra Fuga de Nova York(1981).
Quando chegam ao local, percebem que os passageiros de tal helicóptero caído foram mortos da forma mais brutal e sádica possível, esfolados vivos e pendurados de ponta cabeça na mata. Eles creditam o ato selvagem aos rebeldes inimigos, dos quais dão cabo prontamente – e aí O Predadorganha contornos de Rambo 2 – A Missão (1985). Mas nem tudo são flores para esta equipe de ossos duros de roer, e ao levarem consigo uma sobrevivente feita como refém pelos guerrilheiros, eles se deparam também com uma entidade sobrenatural na floresta – a quem a prisioneira em sua crendice se refere como “o diabo”. O interessante de O Predador é o mistério que faz sobre a criatura. Quem assiste ao filme pela primeira vez sem saber nada sobre ele, pode imaginar diversas possibilidades, mas nunca de fato o que a história irá apresentar.
Perdidos na selva. Os Comandos de Arnold enfrentam uma ameaça sobrenatural na floresta.
A incógnita sobre a verdadeira identidade do ser que os espreita é um dos elementos mais eletrizantes do filme. Será mesmo o diabo? Será alguma entidade folclórica das selvas da américa central? Será um superespião inimigo infiltrado? Esse mistério é completamente eliminado nas continuações, por já sabermos exatamente o que esperar da ameaça. Aqui no original no entanto, a criatura só é de fato revelada no terceiro ato da narrativa. O que acontece é que à primeira vista a floresta “ganha vida” e vai eliminando os comandos em ação um a um, das formas mais violentas possíveis. No final, resta apenas o protagonista de Schwarzenegger e a jovem prisioneira (papel de Elpidia Carrillo). O herói então realiza um mano a mano com a criatura, sem que nenhum dos dois apele para armas.
O roteiro de O Predador(1987) foi escrito pelos irmãos Jim e John Thomas. E a ideia para a história nasceu de uma brincadeira em relação ao rival de Schwarzenegger nas telas nos anos 80, Sylvester Stallone e seu personagem mais famoso da carreira, Rocky. Alguém teria dito de brincadeira: “Quem falta para Rocky enfrentar? Acho que só E.T. – O Extraterrestre”. Assim nascia o conceito de um homem numa luta até a morte com uma criatura de outro planeta. Mas outros elementos seriam inspiradores para esta trama. O primeiro deles foi o sucesso Aliens – O Resgate, lançado no ano anterior e citado pelos próprios roteiristas como uma de suas maiores influências para criar O Predador. A semelhança é fácil de pegar: um grupo de fuzileiros fortes, corajosos e armados até os dentes, enfrentando uma criatura extraterrestre (no caso de Aliens, várias) e sendo eliminados um a um. Em Predador 2 – A Caçada Continua (1990), também escrito pela dupla, eles homenageiam sua criação, colocando o crânio de um xenomorfo no interior da nave do Predador. E claro, Alien vs. Predador seria sua própria franquia de muito sucesso, gerando brinquedos, games, quadrinhos e até eventualmente filmes.
“You’re one ugly motherfucker!” virou “Nossa, você é muito feio” na versão dublada e também clássica.
A segunda influência admitida pelos escritores é outro filme de Stallone, o já citado Rambo 2 – A Missão (1985), onde um guerrilheiro sobrevive na floresta enfrentando todo tipo de inimigo. Aliás, uma das primeiras ideias para o roteiro traria o personagem de Schwarzenegger igualmente sozinho em sua missão de resgate, se deparando com a criatura e depois precisando enfrenta-la. A ideia foi descartada pois era preciso demonstrar o quão letal esse adversário poderia ser, e a melhor maneira era eliminando um a um diversos “Rambos”, até o mais forte deles restar. Essa ideia aliás, já havia se transformado no primeiro tratamento do roteiro, recusado por Arnold e reescrito pelos irmãos Thomas.
Outras das ideias descartadas em tratamentos anteriores do roteiro foram a existência de diversos Predadores para enfrentar os comandos. Como se apenas um já não fosse ruim o suficiente. De novo, esse plano foi descartado em prol de apresentar uma ameaça gigantesca vindo de apenas um Predador. O conceito, no entanto, ficaria na mente dos Thomas e veria a luz do dia em Predador 2(1990). Depois disso, os demais filmes sempre trouxeram mais de um caçador intergaláctico em suas tramas. A terceira ideia descartada foi ter como protagonista um personagem nativo-americano (ou indígena). Essa ideia eventualmente seria adaptada ao personagem Billy (Sony Landham), um dos coadjuvantes de peso no longa. E agora, como sabemos, o novo O Predador: A Caçadatraz um elenco inteiro desta linhagem.
Essa ideia maluca de um roteiro que começou meramente como especulativo seguiu de porta em porta para os maiores estúdios de Hollywood, sempre vendido como “Alien – O Oitavo Passageiro(1979) passado na selva”. Eventualmente, o texto iria cair nas mãos da 20th Century Fox e se tornar uma de suas propriedades mais quentes. O próximo passo era encontrar um comandante para a produção. Embora Geoff Murphy (Freejack – Os Imortais) fosse a primeira escolha, e tenha ficado vinculado um tempo ao projeto, O Predador terminou nas mãos do então novato John McTiernan, que tinha no currículo apenas o terror cult Delírios Mortais (1986) àquela altura. O Predador foi seu segundo filme, e McTiernan realizou um trabalho tão bom que logo se tornaria o menino de ouro da Fox, sendo escalado logo no ano seguinte para a direção de Duro de Matar(1988), outro clássico da ação. O cineasta seguiria para outros grandes títulos como A Caçada ao Outubro Vermelho (1990), O Último Grande Herói(1993) e Duro de Matar – A Vingança(1995).
Embora a ideia vendida para McTiernan tenha sido o encontro de “Rocky (ou Rambo) com Alien”, o diretor gostava mais de pensar em seu filme como o clássico King Kong (1933). Segundo o cineasta, ele descreveria O Predador da seguinte forma: “Um bando de homens chega a um ilha e vão se embrenhando cada vez mais fundo, e aí, se deparam com o que estavam perseguindo, que se revela bem maior do que eles pensavam, fazendo com que precisem dar meia volta e fugir”.
Para o papel protagonista de Dutch, o líder do esquadrão da morte, o austríaco Arnold Schwarzenegger entrava logo em cena. O grandalhão ex-mister universo vinha de trabalhos significativos em sua carreira, como os dois Conan, O Exterminador do Futuro e Comando para Matar. O ator de ação, que vinha galgando o posto de astro, aceitou o projeto por imaginá-lo como uma versão de um clássico que adorava e sempre pensou em fazer algo parecido: o faroeste Sete Homens e um Destino(1960). Segundo Arnold, “é um filme com um grupo de sujeitos que precisam trabalhar juntos”. Uma curiosidade é que enquanto filmava O Predador, Schwarzenegger tinha outro projeto nos mesmos moldes em desenvolvimento, a adaptação para o cinema dos quadrinhos da DC Sargento Rock. O personagem é um herói de guerra, líder de um pelotão. A revistinha do personagem inclusive aparece em O Predador (1987), sendo lida por Hawkins (Shane Black). O filme do personagem de quadrinhos não vingaria.
Com orçamento de aproximadamente US$15 milhões, O Predadorse tornaria a segunda maior abertura de fim de semana em sua estreia em 1987, recuperando praticamente todo o seu valor – US$12 milhões em caixa. O Predador ficou atrás somente de Um Tira da Pesada 2, que havia estreado quase um mês antes e marcado US$26.3 milhões em um único fim de semana. O Predador terminou sua carreira nas telonas mundiais com US$98. 2 milhões, garantindo seu sucesso absoluto. O filme ainda seria indicado ao Oscar de efeitos especiais – mas perderia o prêmio para Viagem Insólita, produção de Steven Spielberg. Fora isso, foi incluído na lista do American Film Institute, de 2001, dos 100 filmes americanos mais eletrizantes. Hoje, 35 anos depois de seu lançamento seu legado segue dando frutos com o mais recente e elogiado capítulo da saga, ao mesmo tempo em que O Predador (1987), o filme original, se mantém como um clássico moderno ainda muito querido e comentado. O teste do tempo é o verdadeiro prêmio para a arte.
Ps: Ambos O Predador: A Caçada e O Predador (1987) estão disponíveis no acervo da Star+.
O Predador: A Caçada (Prey) foi um dos maiores sucessos do último ano e promete colocar a franquia do alienígena caçador de volta aos eixos. Voltando 35 anos no passado, nos deparamos com o sucesso do primeiro filme, estrelado pelo austríaco Arnold Schwarzenegger. A produção fez um enorme sucesso surpresa na época e elevou o nome do ator musculoso a um novo patamar em sua carreira. Ainda hoje o longa é enaltecido como um dos melhores filmes de ação, ficção e terror dos anos 80. Tamanho prestígio, é claro, colocou cifrões nos olhos dos executivos da 20th Century Fox na época, que em pouco tempo deram sinal verde para uma sequência começar a sair do papel. Para a empreitada, o primeiro passo foi recrutar novamente os roteiristas irmãos Jim e John Thomas do original, para bolar uma nova história envolvendo o caçador de safari intergaláctico que havia caído no gosto popular.
No entanto, segundo os próprios irmãos Thomas, originalmente não havia planos para uma continuação e antes de começarem a escrever o tratamento para uma, o estúdio queria esperar para ver como a série de Histórias em Quadrinhos com o personagem iria se sair com seu público-alvo: crianças e adolescentes. Intitulada Predator: Concrete Jungle, a série em quadrinhos foi lançada em 1989 e logo se tornaria um enorme sucesso. É curioso, mas nos anos 80, o sinal verdade para uma produção cinematográfica podia depender da recepção de uma HQ. Desta forma, o mesmo produtor Joel Silver do original pôde finalmente convencer os executivos da Fox a liberarem a tão esperada continuação de O Predador.
O sinal verde para a continuação ‘Predador 2’ foi dado não pelo sucesso do filme original, mas sim de uma HQ.
Mas não foi apenas esta ligação que Predador 2 teria com os quadrinhos, inúmeros conceitos foram tirados desta HQ, como levar o alienígena da floresta para a cidade grande – no filme a Nova York das tirinhas precisou ser mudada para Los Angeles por motivos orçamentários. Porém, estavam lá a forte onda de calor que assolava a metrópole, o policial que seria o novo protagonista da história e os misteriosos oficiais do governo que tentavam encobrir a existência dos Predadores para adquirir sua tecnologia. A diferença é que o cabeça destes oficiais do governo era o mesmo General Phillips (R.G. Armstrong), responsável por comandar a operação no primeiro filme, e o policial protagonista era o irmão de Dutch, o personagem de Schwarzenegger. Até mesmo a cena do ataque do alienígena dentro do metrô é originária dos quadrinhos. Os roteiristas acharam este um dos momentos mais interessantes da trama nos quadrinhos e incluíram em sua narrativa.
No tratamento original do roteiro escrito pelos irmãos Thomas, Dutch (Schwarzenegger) retornaria. Ele agora seria o líder de um time que caçaria o Predador em Los Angeles. É dito também que desta vez o personagem não seria o protagonista do filme, dividindo essa vaga com o tal policial durão que terminou ganhando as formas de Danny Glover (saído do sucesso dos dois primeiros Máquina Mortífera). Ou seja, isso significaria que Arnold teria que dividir os créditos principais com Glover para esta sequência – o que pode ter sido o motivo de sua desistência do projeto. Ainda segundo o diretor Stephen Hopkins, escolhido para comandar o segundo filme, Arnold teria recusado um papel coadjuvante no filme não por não ter gostado do roteiro, e sim por causa de conflitos de agenda com Um Tira no Jardim da Infância (também lançado em 1990). Em entrevista em 1991, Hopkins se disse aliviado, já que a entrada de Arnold no projeto significaria uma enorme mudança no roteiro.
Há ainda os que afirmam que a recusa de Schwarzenegger na sequência foi meramente salarial. É a história que o produtor John Davis conta, dizendo que o astro teria pedido mais US$250 mil acima de seu cachê – o que o estúdio se recusou a pagá-lo. Outros ainda dizem que Arnold recusou porque estava ocupado gravando O Vingador do Futuro (outro blockbuster que o ator lançou em 1990). E por fim, alguns relatos apontam que o ator não gostou do caminho que o roteiro seguiu com Dutch, o transformando quase no vilão do filme. Nessa linha narrativa, Dutch teria o papel que depois foi remodelado para abrigar Peter Keys, o personagem vivido por Gary Busey na sequência. O papel seria bem mais substancial com Arnold em cena. Com a saída do austríaco do projeto, o papel foi reduzido.
Existe ainda outro argumento envolvendo o personagem de Dutch. Trata-se de uma explicação de bastidores sobre seu paradeiro e seu sumiço no segundo filme. Nessa narrativa, Dutch foi hospitalizado após o fatídico encontro com o Predador no primeiro filme. Ele estaria sendo tratado por envenenamento por radiação, como resultado da exposição ao mecanismo de autodestruição do alienígena. Keys o encontra e o interroga no hospital. Depois, o oficial do governo parte com sua equipe para a mesma floresta a fim de investigar evidências da criatura. Nesse meio tempo, Dutch desaparece do hospital. Já o ator Gary Busey conta ainda outra história. Segundo o ator, Keys estava à frente de novas missões para caçar o Predador, e algumas envolvendo Dutch já recuperado. Os dois estariam trabalhando juntos, até que Keyes perde contato com Dutch.
‘Predador 2’ quase teve como protagonista o ator marcial Steven Seagal enfrentando a criatura intergaláctica. Já pensou?
Antes do ótimoDanny Glover ser contratado para viver o policial durão Mike Harrigan em Predador 2, outros atores foram cogitados. Entre eles o saudoso astroPatrick Swayze, então saído do sucesso de Dirty Dancing, e que no mesmo ano estrelaria o fenômeno indicado ao Oscar Ghost – Do Outro Lado da Vida. É possível que com o envolvimento de Swayze o personagem fosse criado como o irmão de Dutch. Porém, o ator terminou machucado durante as filmagens de Matador de Aluguel(1989) e precisou se retirar do projeto. O estúdio, no entanto, tinha outros planos para quem achava que devia protagonizar Predador 2. A Fox estava interessada em fechar acordo com Steven Seagal, astro das artes marciais transformado em ator, que havia estrelado seu primeiro filme com Nico – Acima da Lei(1988). Nessa época Seagal era visto como potencial novo astro da ação e a Fox o queria eu seu filme.
O diretor Stephen Hopkins chegou inclusive a se encontrar com Steven Seagal para discutir o papel. Os dois não conseguiram chegar a um consenso sobre como viam o policial protagonista. Seagal achava que o personagem deveria ser um psiquiatra da CIA que lutava artes marciais – ou seja, um sujeito inteligente e exímio guerreiro. Já Hopkins queria seguir a linha do “homem comum”, fazendo do protagonista um policial dedicado, porém, um homem do povo, que poderia ser qualquer um, sem habilidades especiais. Muito disso é o que vemos de fato em tela com a personificação de Danny Glover. Assim, Seagal e Predador 2se separariam e seguiriam caminhos diferentes, com o ator partindo para estrelar Marcado para a Morte (lançado também em 1990) para a mesma Fox. Uma curiosidade é que ambos Marcado para a Morte ePredador 2 usam como tema de seus filmes gangues de jamaicanos violentas, controlando o crime na cidade de Los Angeles. O fato foi inspirado na realidade, já que durante os anos 80 e 90, gangues jamaicanas realmente “tocavam o terror” em grandes cidades nos EUA.
Sabe aquela máxima “de boas ideias, o inferno está cheio?” Pois bem, isso também vale para a indústria cinematográfica. Não adianta em nada o roteirista ter uma boa ideia, elaborar um argumento instigante, se na hora da execução o diretor e/ou o elenco não der conta de fazer um bom trabalho. É o que acontece em ‘À Espreita do Mal’, thriller lançamento da semana original Netflix.
Connor (Judah Lewis) é um adolescente cheio de raiva da mãe, Jackie (Helen Hunt), pois recentemente ela traiu o marido, Greg (Jon Tenney), e, sob seu ponto de vista, ela destruiu a família. Mas esse não é o único problema da família, pois Greg, que é investigador policial, é chamado para desvendar o misterioso caso do desaparecimento de dois garotos de dez anos na cidade. Enquanto disso, Jackie tenta fazer com que seu amante, Todd (Sam Trammell), entenda que não há mais nada entre eles, porém, uma certa presença na casa que faz com que Jackie desconfie que há algo de errado no lugar onde mora.
Como dá pra observar por essa sinopse, o filme de Adam Randall parece querer abraçar o mundo, com tantas subtramas que caminham para todas as direções. E esse é o problema principal de ‘À Espreita do Mal’, pois, ao ser ambicioso demais, o longa acaba inviabilizando aquilo que tinha de melhor, que é o seu plot twist. A bem da verdade, até a construção desse plot twist é problemática, pois gera uma ruptura na essência da produção que a gente até leva um susto, achando que sem querer esbarrou no controle remoto e saiu do filme que estávamos vendo, posto que estamos em casa.
A título de sugestão, se o roteiro de Devon Graye substituísse todo o drama do tal amante por, por exemplo, um entregador que estivesse deixando uma encomenda, ainda assim a trama andaria e o enredo não seria prejudicado, de modo que os minutos preciosos que o filme gasta em nos distrair pra esse lado poderiam ter sido melhor empregados em dar mais robustez ao desenvolvimento do grande diferencial que traz para o filme.
A maior parte do elenco está bem nesta produção, com destaque para Helen Hunt, que há tempos não estrelava um protagonismo, eOwen Teague, sempre muito bem desde que surgiu ao grande público na minissérie ‘The Stand’. Por outro lado, a confusa produção parece querer forçar uma barra para que o espectador seja distraído a todo custo, seja com um excesso de tomadas aéreas via drone (vide a cena de abertura do menino de bicicleta), como se fosse para justificar o orçamento; seja com uma insistente ambientação sonora que carrega a mão para se parecer com ‘Invocação do Mal’, mesmo em cenas de transição, nas quais não precisaria de clima de tensão.
‘À Espreita do Mal’ é um thriller ambicioso, que tinha potencial para ser bem maneiro, mas pecou pelo excesso de vontade. Entretém e confunde, de modo que provavelmente irá dividir a opinião dos espectadores, até mesmo pelo seu final surpreendente. Ao menos traz algo diferente ao gênero, o que é sempre uma vantagem.
A HBO Max divulgou o trailer legendado dos próximos episódios da 2ª temporada da aclamada série ‘Perry Mason‘.
Lembrando que o quarto capítulo capítulo vai ao ar hoje, 27 de março, às 22h.
Confira:
Ambientada em 1932, em Los Angeles, a trama segue um advogado de defesa que consegue o caso de sua vida.
O elenco conta com Matthew Rhys, Jedediah Jenk, Nick La Croix, Tatiana Maslany e Drew Walton.
‘Perry Mason‘ foi originalmente exibida entre os anos de 1957 e 1966, e foi consagrada como uma das primeiras séries a explorar o universo jurídico na TV. Produzida pela emissora CBS, ela chegou ao Brasil, por meio da Rede Record, nos anos 60. Com nove temporadas, a produção contou com 271 episódios de uma hora de duração cada.
As gravações de ‘Demolidor: Renascido‘ já estão em andamento em Nova York, mas a atração não vai contar com o retorno Foggy Nelson (Elden Henson) e Karen Page (Deborah Ann Woll), os aliados de Matt Murdock (Charlie Cox).
Ainda assim, Cox espera ver o retorno de Page em algum momento.
Durante sua participação no palco da GalaxyCon no último sábado (25), o astro tocou no assunto e disse que:
“Gostaria que Matt continuasse explorando [histórias com Karen] porque ainda há muitas histórias divertidas para contar. Se você é um verdadeiro Demolidor, talvez eu esteja errado, sinto que provavelmente não há como escapar de que existe apenas uma Karen Page.”
Confira:
“I would like for Matt to continue exploring because there’s a lot of fun stories to tell still… if you’re a true Daredevil fan I feel like there’s no escaping that there’s only one Karen Page”
Em entrevista para a Entertainment TonightCox havia dito que a trama da nova atração pode ser contada a partir do zero.
“Isso acontece muito nos quadrinhos. De certa forma, o que é ótimo nessa ideia de recontar histórias é que potencialmente podemos contar algumas delas repetidamente da mesma maneira que eles fazem nos quadrinhos, sabe? De vez em quando, eles começam no início da jornada de Murdock como um garotinho e contam toda a história de origem novamente. Então talvez possamos fazer isso na nova série. Quem sabe? Eu não sei.”
E aí, você está animado para revê-lo combatendo o crime?
Matt Corman e Chris Ord, criadores da série ‘Assuntos Confidenciais‘, estão por trás do roteiro e produção do show.
Lembrando que o título ‘Demolidor: Renascido‘ faz referência aos quadrinhos, em um arco narrativo em que o herói e o Rei do Crime se enfrentam em um dos confrontos mais sombrios da Marvel.
Na trama da última temporada, Jughead Jones se encontra preso nos anos 50. Ele não tem ideia de como foi parar lá, nem como voltar ao presente. Seus amigos não podem ajudar, uma vez que eles estão vivendo vidas aparentemente autênticas – sem lembranças de terem vivido em outra época.
De acordo com o Variety, a 3ª temporada de ‘The White Lotus‘ será ambientada na Tailândia.
As duas primeiras temporadas foram filmadas em resorts Four Seasons no Havaí e na Itália, respectivamente. Na Tailândia, os hotéis da rede Four Seasons estão localizados em Bangkok, Chiang Mai, Koh Samui e Golden Triangle.
Espalhados pelo país, os resorts são cercados pela cidade, floresta e pela praia, o que pode trazer uma diversidade rica de cenários para o próximo ciclo.
Anteriormente, o criador Mike White havia revelado que o terceiro ciclo irá explorar “um lado divertido e satírico da morte, religião e espiritualidade”.
Vale lembrar que o primeiro ciclo conquistou 20 indicações ao Emmy Awards e levou para casa as estatuetas de Melhor Minissérie, Antologia ou Filme para TV, Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie, Antologia ou Filme para TV para Coolidge e Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie, Antologia ou Filme para TV para Murray, além de outros sete prêmios.
Após a polêmica prisão de Jonathan Majors na noite de sábado (25) – acusado de agredir e assediar uma mulher –, algumas personalidades da indústria quebraram o silêncio, acusando o ator de ter um extenso histórico de comportamento abusivo.
Em fevereiro, o diretor A.B. Allen havia compartilhado em seu Twitter que “um ator relativamente novo, que havia despertado a paixão do Twitter, era uma pessoa cruel, violenta e abusiva – tanto profissionalmente, quanto em sua vida pessoal”. Após a prisão de Majors, o cineasta confirmou que se referia ao ator de ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ em seu antigo tweet.
Ao ser perguntado sobre mais detalhes, o diretor apenas completou: “Infelizmente, as coisas que eu sei iriam expor outras pessoas que foram machucadas e que não merecem se tornar parte de investigação maior da mídia, se eles não quiserem.”
Além dele, o ator Tim Nicolai também apoiou as alegações, afirmando que o comportamento problemático de Majors já é conhecido desde sua época na Universidade de Yale: “Eu só vou dizer uma coisa sobre o Jonathan Majors: as pessoas da Yale sabem sobre [o comportamento tóxico] dele há anos. Ele é um sociopata abusivo, e todos que o conhecem sabem que ele é exatamente assim. É uma pena que tenha levado tanto tempo para isso vir à público.”
Vale lembrar que Majors foi preso pela polícia de Nova York após um incidente envolvendo sua namorada enquanto voltavam para casa de um bar em Brooklyn. Após uma discussão, o ator alegadamente teria agarrada a parceira e dado um tapa nela. Além disso, ele também foi acusado de estrangulá-la.
A vítima foi levada para o hospital para tratar feridas na cabeça e no pescoço. Fontes ao site em questão indicam que a mulher tinha lesões visíveis, incluindo uma laceração atrás da orelha, além de vermelhidões e marcas no rosto.
Majors, por sua vez, foi algemado e levado à delegacia, visto que a polícia acreditou ter evidências o suficiente para causa provável.
As informações também indicam que um juiz liberou o ator sem fiança no último sábado à noite, mas deve voltar ao tribunal do Manhattan Criminal Court em maio.
Em conversa com o TMZ, um dos representantes de Majors disse: “ele não fez nada de errado. Estamos ansiosos para limpar seu nome e esclarecer tudo”.
Não apenas as imagens inéditas, mas a revista também divulgou detalhes dos personagens novos em sua edição. O destaque fica para a personagem Tess, interpretada por Brie Larson, que foi revelada como filha do personagem Sr. Ninguém, interpretado por Kurt Russell.
Sr. Ninguém fez sua primeira aparição em ‘Velozes e Furiosos 7‘, mas foi dado como morto ao decorrer da trama de ‘Velozes e Furiosos 9‘.
A participação de Kurt Russell no novo filme da franquia não foi confirmada, mas os fãs podem esperar que ele apareça de surpresa em algum momento do longa.
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Em entrevista para a Harpers Bazar,Diesel revelou que a sua filha de oito anos, Pauline Sinclair, foi a principal inspiração para a personagem Tess, de Brie Larson.
Quando a atriz conheceu a jovem, ela estava usando uma jaqueta que nas costas dizia: “Good Vibes Only”. Brie Larson fez questão que a sua personagem tivesse uma igual.
“Brie foi ao departamento de figurino e pediu que eles recriassem a jaqueta. Ela a usa durante todo o filme”, disse o ator.
‘Velozes e Furiosos 10’ estreia em 18 de maio nos cinemas nacionais, e a atriz Michelle Rodriguez, garantiu que o final da sequência vai deixar os fãs de queixo caído.
Durante uma participação no podcast Collider Ladies Night, a intérprete de Letty Ortiz provocou ao dizer que o desfecho vai permanecer na mente dos fãs por um bom tempo.
“Eu acho que as pessoas vão ficar muito, mas muito surpresas. Vamos deixa o público de queixo caído no final de ‘Velozes e Furiosos 10′. Imagino que as pessoas passar muito tempo pensando nisso e vão ficar tipo: ‘O que? Eu realmente vi isso? É tipo assim! Quando eu assisti, eu pensei: ‘Meu Deus! O que é que nós fizemos?'”
A estrela também rasgou elogios para Jason Momoa, dizendo que seu personagem é nada menos que o melhor vilão de toda a franquia.
“Vingança com um sorriso. Parece leve, mas quando você ver [o filme], saberá exatamente do que estou falando”, ela conta. “Eu diria que ele é o melhor vilão que já tivemos em toda a franquia. É claro, porque Charlize [Theron] arrasa como [Cipher]. Sabe o que eu quero dizer? Ela é um tipo totalmente diferente de monstro, sem trocadilhos”.
Lembrando que o décimo filme traz Dominic Toretto (Vin Diesel) comandando novamente a equipe de corredores mais conhecida do mundo, em mais uma difícil missão sobre quatro rodas.
Confira o trailer:
O longa marca a estreia de Jason Momoa (‘Aquaman’), Alan Ritchson (‘Reacher’), Brie Larson (‘Capitã Marvel’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’) e Rita Moreno (‘Amor, Sublime Amor’) na franquia.
A revista aponta que o ator terá um papel importante no decorrer da série. Apesar disso, não foi revelado muitos detalhes sobre seu personagem, apenas que seu nome é Harry e ele será um associado do personagem de Vincent D’Onofrio, o Rei do Crime.
Em entrevista para a Entertainment TonightCox havia dito que a trama da nova atração pode ser contada a partir do zero, desconsiderando o que aconteceu nas primeiras temporadas da série da Netflix.
“Isso acontece muito nos quadrinhos. De certa forma, o que é ótimo nessa ideia de recontar histórias é que potencialmente podemos contar algumas delas repetidamente da mesma maneira que eles fazem nos quadrinhos, sabe? De vez em quando, eles começam no início da jornada de Murdock como um garotinho e contam toda a história de origem novamente. Então talvez possamos fazer isso na nova série. Quem sabe? Eu não sei.”
E aí, você está animado para revê-lo combatendo o crime?
Matt Corman e Chris Ord, criadores da série ‘Assuntos Confidenciais‘, estão por trás do roteiro e produção do show.
Lembrando que o título ‘Demolidor: Renascido‘ faz referência aos quadrinhos, em um arco narrativo em que o herói e o Rei do Crime se enfrentam em um dos confrontos mais sombrios da Marvel.
Em entrevista ao Bloody Digusting, D.J. MacHale, criador do revival da série antológica ‘Clube do Terror‘ (Are You Afraid of the Dark?), revelou a única restrição que foi pedida pelo canal Nickelodeon no desenvolvimento da série.
E, surpreendentemente, não envolve as cenas de terror da produção.
“Nós tivemos carta branca no desenvolvendo das histórias. Eu me considero uma pessoa responsável, então sabia exatamente qual seria o nosso limite. Às vezes, nós até fomos além, e a Nickelodeon confiou completamente no nosso trabalho. A única restrição que eles pediram não teve nada a ver com as cenas de terror. Como em qualquer outra série, o canal está sendo preocupado como certas coisas podem afetar o comportamento dos espectadores mais jovens.”
Ele completa, “É por isso que você nunca vê os personagens acendendo a fogueira. Você nunca vê os personagens acendendo um fósforo porque o canal não queria incentivar crianças a brincarem com fogo.”
A série é baseada na antologia de terror homônima lançada em 1992.
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