A 2ª temporada de ‘Origem‘ (FROM), série de terror produzida pelos Irmãos Russo que foi lançada no Brasil pela Globoplay, ganhou trailer legendado.
Confira:
A trama é ambientada em uma misteriosa cidade no interior dos Estados Unidos que aprisiona de forma sobrenatural aquele que chegam lá.
Para piorar a situação, seres monstruosos caçam os moradores durante a noite, então o xerife Boyd Stevens (Harold Perrineau) tenta deixar os sobreviventes da cidade seguros enquanto procura por uma forma de escapar.
Em menos de uma semana disponível no catálogo, a produção já se tornou em uma febre entre os assinantes, que estão rendendo elogios à trama.
Três episódios assistidos de From ( Globoplay); tem uma pegada misteriosa, como Lost, e Jack Bender trabalha isso muito bem, junto com o roteiro. É algo bombástico até agora? Não, mas a premissa é atraente demais! Tô curtindo!#GloboPlay#Origem
Origem, é uma série de terror e suspense produzida por Jack Bender, diretor de Lost. A produção estreiou nesta terça-feira (21) exclusivamente no Globoplay. Acabei de ver o trailer na Globo e achei interessante. Entrou pra minha lista de séries pra assistir. pic.twitter.com/g00jvB7677
PORRA QUE SÉRIE BOA DA PORRA MEU DEUS DO CEU SE VOCE TEM GLOBOPLAY OU STREMIO OU SEI LA VE ESSA SERIE LOGO MEU DEUS DO CEU MUITO BOA!!!!!!!!! NETFLIX SONHA EM PRODUZIR ALGO ASSIM TAO BOM pic.twitter.com/G56JIRZVbh
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Comecei a ver uma série muito boa “Origem” na globoplay
O elenco também conta com Jude Law como o infame Capitão Gancho, Alyssa Alook como a princesa Tiger Lily, Rebecca Hall como a Sra. Darling, Jim Gaffigan como o marujo Sr. Smee e Yara Shahidi como a fada Sininho.
Escrito e dirigido por David Lowery e Toby Halbrooks (‘Meu Amigo o Dragão‘), o longa será lançado direto na Disney+ e é baseado no romance de J.M. Barrie.
Em 2003, a Universal Pictures lançou uma versão live action que recebeu críticas positivas, mas foi bombardeado nas bilheterias. O filme acabou dando prejuízo de mais de US$ 70 milhões contra um orçamento bem grande (US$ 130,6 milhões).
Já em 2015, a Warner lançou uma versão com Hugh Jackman, Rooney Mara e Amanda Seyfried que também foi um fracasso de público, e gerou mais de US$ 150 milhões em prejuízo para o estúdio.
De acordo com o Deadline, Aaron Paul (‘Breaking Bad’) e Eiza González (‘Em Ritmo de Fuga’) irão estrelar o filme de ficção científica ‘Ash‘.
A dupla irá substituir os atores Joseph Gordon-Levitt e Tessa Thompson, que haviam sido previamente anunciados no projeto.
Na trama…
“Uma mulher (González) acorda em um planeta distante e descobre que toda a tripulação de sua nave foi brutalmente assassinada. Logo, ela deve decidir se pode confiar no homem (Paul) enviado para resgatá-la. Enquanto a investigação do incidente começa uma cadeia aterrorizante de acontecimentos, o homem começa a questionar quão inocente a mulher realmente é.”
Flying Lotus (‘V/H/S/99’) será responsável pela direção. Ele também irá compor a trilha sonora original do longa.
“Nós estamos desenvolvendo algo novo e único com ‘Ash’. Ter a Eiza e o Aaron conosco torna este projeto ainda melhor. Eles são absolutamente incríveis, corajosos e igualmente inspiradores,” declarou o cineasta.
Neill Blomkamp (‘Distrito 9’) servirá como produtor do projeto.
Durante sua aparição no Football Night in Chicago, o ator Dan Soder deixou escapar que a vindoura 7ª temporada de ‘Billions‘ será a última da produção.
“A sétima temporada, o ciclo final de ‘Billions’, está chegando… Eu não deveria ter dito isso? Acho que não era para eu ter revelado.”
Reagindo à chocante revelação, o repórter Mike Berman apenas completou: “Não importa. Você acabou de dizer. Será a última temporada.”
Anteriormente, o site Wall Street Journal havia reportado que Paramount+ está desenvolvendo múltiplos spin-offs da série.
Intitulada ‘Millions‘, a primeira série derivada vai seguir “diversos aspirantes a magnatas financeiros de trinta e poucos anos fazendo o que for preciso para ter sucesso em Manhattan”. Já ‘Trillions‘, o segundo spin-off, será baseado em “histórias fictícias das pessoas mais ricas do mundo – titãs da indústria que vivem em todo o país, mas entram em contato e conflito uns com os outros”.
Por fim, ‘Billions: Miami‘ e ‘Billions: London‘ também estão em desenvolvimento.
Os cocriadores e showrunners Brian Koppelman e David Levien serão responsáveis pela produção executiva de todos os spin-offs. Em comunicado oficial, a dupla declarou: “Continuamos fascinados por pessoas cuja ambição é ilimitada e que pensam que as leis da civilização e da natureza não se aplicam a elas. Miami é um lugar vital e vibrante que os super ricos começaram a dominar. Estamos ansiosos para mostrar a todos o que realmente está acontecendo por lá.”
Situada nos bastidores de Wall Street, a história acompanha a relação entre Chuck Rhoades, um Procurador de Justiça com temperamento agressivo, com Bobby Axelrod, um dos homens mais ricos do país.
A vida dá muitas voltas e pode nos levar por caminhos completamente diferentes dos planejados originalmente. Veja o caso com a estrela Jennifer Aniston, veterana que fez sua carreira em cima de comédias e romances no cinema. Claro, antes de se tornar uma estrela do cinema, Aniston ganhou fama e popularidade na TV, graças ao fenômeno ‘Friends’, ainda hoje uma das sitcom mais adoradas de todos os tempos pelos fãs. Em seu currículo, podemos até encontrar alguns pontos fora da curva em dramas e até mesmo um suspense, mas o que muitos podem não saber ou lembrar é que existe um terror na filmografia de Jennifer Aniston, escondido lá atrás, e que marcou seu primeiro trabalho no cinema. Esse filme está completando 30 anos de lançamento em 2023.
Os fãs de cinema mais velhos e os mais antenados sabem que falamos de ‘O Duende’ (Leprechaun), pequeno filme B do gênero terror que se tornou cult e marcou época no início dos anos 90, gerando absurdas sete continuações para a “franquia”. Escrito e dirigido por Mark Jones, a trama apresenta Tory (Jennifer Aniston), que se muda com seu pai J.D. (John Sanderford) para uma propriedade rural. A jovem patricinha mimada logo de cara odeia a nova casa, que parece caindo aos pedaços e necessita de uma reforma. Para o trabalho de deixar o local em melhores condições é contratado Nathan (Ken Olandt), que chega para trabalhar com Ozzie (Mark Holton), um sujeito com intelecto infantil, e o menino Alex (Robert Gorman), seu irmão mais novo.
A casa no mato em ruínas se mostrará o menor dos problemas da patricinha da cidade, quando sem querer eles libertam uma maldição antiga, ao descobrirem que no porão da casa estava aprisionado um duende, uma criatura medonha e maligna, trancafiada pelo antigo proprietário do local. Agora, todos precisarão lutar por suas vidas e tentar impedir o pequeno monstrinho mitológico de uma vez por todas.
A ideia para o filme ‘O Duende’ surgiu do cineasta Mark Jones, que vindo de um passado em programas de TV almejava começar a carreira como diretor de cinema. Jones imaginou que o primeiro passo deveria ser dado com uma produção pequena, independente e de baixo orçamento. Ele imaginou que um filme de terror seria ideal para isso. Assim, sua primeira inspiração foi o cereal Lucky Charms, sucrilho muito tradicional nos EUA, tão famosos quanto o Kellogs no Brasil. Assim como o citado estampa o personagem do tigre Tony, Lucky Charms tem como “mascote” um duende. O diretor ficou surpreso ao se dar conta que a figura do folclore irlandês nunca havia sido usada como antagonista em um filme de terror. Fora isso, também tinha em mente sucessos da época como ‘Criaturas’ (1986) e ‘Brinquedo Assassino’ (1988), que traziam vilões de baixa estatura. Jones desenvolveu o roteiro e o levou até o estúdio Trimark, que havia acabado de inaugurar.
Há 30 anos um duende se tornava o novo malfeitor minúsculo do gênero terror, seguindo os passos do boneco Chucky.
É dito também que Mark Jones havia começado a escrever o roteiro em 1985, e passaria todos estes anos até a estreia do filme em 1993 desenvolvendo a história e a personalidade do vilão. Nesta trajetória, podendo ver o lançamento dos filmes de terror de sucesso citados e se inspirando um pouco mais neles. O conceito original do criador era que o vilão fosse um assassino cruel e visceral, e que o estilo do longa lembrasse a sanguinolência e censura alta de franquias como ‘Sexta-Feira 13’ e ‘A Hora do Pesadelo’. Por outro lado, os produtores da Trimark percebendo o tipo de filme que tinham em mãos, optavam por não levarem muito a sério, com o desejo de inserir mais humor na narrativa, e aproximando o longa de algo como ‘Gremlins’ e ‘Criaturas’.
Então a opção foi feita para que ‘O Duende’ fosse 50% terror e 50% comédia. No entanto, o produto final pende muito mais para o humor, com apenas 20% de seu produto final pertencendo ao terror. O passo seguinte dos realizadores era encontrar um intérprete para o vilão que dá título ao filme. Nessa época, Warwick Davis era o ator anão mais famoso de Hollywood, tendo participado de ‘O Retorno de Jedi’ (1983) e obtido bastante destaque em ‘Willow – Na Terra da Magia’ (1988), outra produção de George Lucas. Sendo um renomado ator britânico, os produtores jamais imaginariam que Davis se interessaria em participar de sua produção de terror B. No entanto, o ator passava por uma fase difícil em sua carreira, em que não trabalhava há 8 meses, e para piorar seu filho bebê havia acabado de falecer.
O ator britânico Warwick Davis, de ‘Willow’, ficaria famoso também no terror dando vida ao Duende maligno.
Warwick Davis leu o roteiro e se interessou pelo projeto. Primeiramente, seria a oportunidade de interpretar seu primeiro vilão da carreira. Segundo, seria uma forma de terapia para ele e a esposa, para tirar sua mente da trágica morte do filho. E terceiro, poderia ser a chance de o ator ter em mãos um icônico vilão do terror, assim como Robert Englund e seu Freddy Krueger ou Tony Todd e seu Candyman. Warwick Davis ganhou carta branca do estúdio para dar sua própria visão de como o personagem deveria ser, e sem dúvidas deu seu tempero para o cômico homicida cult. Mesmo depois de aceitar o papel e durante as filmagens, Davis não tinha total certeza sobre o projeto, e de tempos em tempos se sentia arrependido de ter dito sim. Porém, o sucesso do longa o fez abraçar a obra, e retornar para cinco das sequências, das quais apenas a primeira continuação foi lançada nos cinemas, com as demais debutando direto em vídeo. A presença de Davis só se deu possível no longa graças a uma permissão de George Lucas. Acontece que o ator ainda possuía contrato com o criador de ‘Willow’, e como agradecimento, o nome de Lucas aparece nos créditos de ‘O Duende’.
Foi justamente o fato de poder trabalhar com Warwick Davis que fez Jennifer Aniston dizer sim para a produção. A verdade é que nesta época, Aniston era uma ilustre desconhecida, de 24 aninhos, que havia apenas participado de séries, incluindo a fracassada tentativa de levar ‘Curtindo a Vida Adoidado’ (1986) para a TV, num programa que durou apenas 13 episódios de sua primeira temporada em 1990, e no qual Aniston viveu Jeannie, a irmã do malandro Ferris, no filme interpretada por Jennifer Grey. É claro que seu sucesso absoluto, que escreveria seu nome nas estrelas, viria no ano seguinte de ‘O Duende’, quando estreava a série cômica ‘Friends’, sitcom ainda muito amada, que durou 10 anos.
Antes de ter ‘Friends’, Jennifer Aniston teve um inimigo osso duro de roer na forma de um Duende vingativo.
O curioso é que Jennifer Aniston por pouco não consegue o papel no terror. E talvez ela hoje desejasse que tivesse sido assim. Acontece que os produtores queriam uma atriz loira para viver a protagonista Tory, e foi o diretor Mark Jones quem lutou para manter Aniston no elenco – sábia decisão da parte dele. Tirando Jennifer Aniston e Warwick Davis, os outros rostos conhecidos do elenco são os de Ken Olandt, que vive o interesse amoroso da moça, e o menino Robert Gorman, que é o irmão caçula do sujeito. Os dois eram figurinhas carimbadas dos anos 80 e 90, com Olandt presente nos cult ‘A Noite das Brincadeiras Mortais’ (1986) e ‘Curso de Verão’ (1987), e Gorman em ‘Viva! A Babá Morreu’ (1991) e ‘Eternamente Jovem’ (1992).
O ‘Duende’ foi filmado entre outubro e dezembro de 1991, mas apenas lançado em janeiro de 1993. No Brasil, chegava no dia 13 de agosto de 1993. Com um orçamento modesto para os padrões de Hollywood, de US$1 milhão, ‘O Duende’ estreou em oitava posição do ranking das maiores bilheterias no segundo fim de semana do ano de 1993. Sem outra estreia significativa na data, o terror não conseguiu superar sucessos do nível de ‘Questão de Honra’, ‘Aladdin’, ‘Perfume de Mulher’, ‘O Guarda-Costas’, ‘Eternamente Jovem’, ‘Esqueceram de Mim 2’ e ‘Chaplin’, as primeiras sete posições – todos filmes lançados ainda em 1992. Mesmo assim, ‘O Duende’ somaria US$2.4 milhões em caixa, já fazendo valer seu orçamento. No fim de sua estadia nas telonas, o filme sairia com US$8.5 milhões, se mostrando um sucesso.
‘O Duende’ se tornou um terror cult graças às locadoras de vídeo e no ano seguinte já emendava sua continuação.
Fenômeno parecido ocorreria com o lançamento de ‘O Duende’ no mercado de vídeo, em abril de 1993. O estúdio vendeu 100 mil cópias em VHS do filme para as locadoras. No ano seguinte, o fenômeno aumentaria, já que como dito, Jennifer Aniston se tornaria uma estrela graças a ‘Friends’ e o interesse pelo terror B só aumentaria. Em sua trajetória de vendas em VHS e DVD, o filme arrecadou mais US$15 milhões – novamente, muito creditado à participação de Aniston. E a atriz quase ficou ainda mais marcada pela franquia, já que iniciou na época negociações com a Trimark para retornar na continuação direta ‘O Retorno do Duende‘, lançado em 1994. Aniston receberia US$25 mil pela sequência, mas no fim das contas optou por recusar e dar ênfase na sitcom da Warner que havia acabado de começar.
É dito que Jennifer Aniston tem vergonha de ter feito ‘O Duende’ (e quem a culpa?), mas quase retornou para a continuação.
Hoje, tantos anos depois, com Jennifer Aniston já uma estrela estabelecida na indústria, tanto na TV quanto no cinema, a atriz renega a obra de terror B. Essa “vergonha” de Aniston em ter participado de ‘O Duende’ criou um mal-estar com o ator Warwick Davis, que levou para o lado pessoal. Curiosamente foi Davis o motivo de Aniston aceitar o papel, e os dois se deram verdadeiramente muito bem durante a produção do longa. Mas com o passar do tempo, e o estrelato de Aniston, Davis considera que o sucesso a subiu a cabeça e que nunca devemos renegar de onde viemos. O ator constantemente a acusa de negar a existência do filme. E inclusive pegou pesado dizendo que a atriz fica mesmo é irritada de se ver antes das cirurgias estéticas, incluindo a plástica no nariz.
Aniston por sua vez, respondeu a algumas acusações de Warwick Davis, dizendo que ‘O Duende’ foi o primeiro sucesso da carreira dela, mas que hoje se envergonha de sua primeira atuação no cinema. Em 2019, a atriz disse que havia reassistido a ‘O Duende’ dez anos antes com o então namorado Justin Theroux, como uma espécie de brincadeira, uma zoação para dar risadas. Mas mesmo assim, admitiu que entrava e saía da sala, sem conseguir sentar para assistir tudo. ‘O Duende’ está disponível na Lionsgate+.
A Globoplay lançou uma série de suspense produzida por Jack Bender, diretor de ‘Lost‘, que virou um fenômeno na internet.
Trata-se de ‘Origem‘, que mistura suspense e terror em um história cheia de reviravoltas.
A trama é ambientada em uma misteriosa cidade no interior dos Estados Unidos que aprisiona de forma sobrenatural aquele que chegam lá.
Para piorar a situação, seres monstruosos caçam os moradores durante a noite, então o xerife Boyd Stevens (Harold Perrineau) tenta deixar os sobreviventes da cidade seguros enquanto procura por uma forma de escapar.
Em menos de uma semana disponível no catálogo, a produção já se tornou em uma febre entre os assinantes, que estão rendendo elogios à trama.
Origem, é uma série de terror e suspense produzida por Jack Bender, diretor de Lost. A produção estreiou nesta terça-feira (21) exclusivamente no Globoplay. Acabei de ver o trailer na Globo e achei interessante. Entrou pra minha lista de séries pra assistir. pic.twitter.com/g00jvB7677
PORRA QUE SÉRIE BOA DA PORRA MEU DEUS DO CEU SE VOCE TEM GLOBOPLAY OU STREMIO OU SEI LA VE ESSA SERIE LOGO MEU DEUS DO CEU MUITO BOA!!!!!!!!! NETFLIX SONHA EM PRODUZIR ALGO ASSIM TAO BOM pic.twitter.com/G56JIRZVbh
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Comecei a ver uma série muito boa “Origem” na globoplay
ATENÇÃO: O texto contém spoilers de ‘John Wick 4: Baba Yaga’.
Em entrevista ao Cinema Blend, o diretor de ‘John Wick 4: Baba Yaga‘, ChadStahelski, contou que inicialmente o filme teria o subtítulo de Hagakure.
Entretanto, a produção optou por apenas ‘John Wick: Chapter 4‘, no original, por medo do nome acabar estragando a surpresa envolvendo o final do filme.
“O título provisório do filme era Hagakure. É um tratado japonês”, disse Stahelski. “É um livro do século 16 que era sobre o código de ética do Samurai e como se preparar para morrer; a forma de morrer, e coisas desse tipo.”
Em entrevista ao EW, o diretor também comentou sobre o mais recente capítulo da saga ‘John Wick’ e sobre as icônicas e incontáveis cenas de ação.
Stahelski revelou que ele Keanu Reeves, que retorna como o personagem titular, trabalharam por “uma centena de noites”, graças às várias cenas noturnas que existem na produção.
“Até mesmo as cenas internas foram rodadas à noite, porque estávamos seguindo o cronograma”, ele conta.
O cineasta continua, dizendo que uma das cenas mais difíceis e estressantes de rodar foi a batalha no Arco do Triunfo, em Paris – que incluiu John Wick, vários vilões, uma gangue de mercenários e vários cachorros de luta treinados em meio a um tráfego contínuo.
“Não há cenas fáceis. Não há dias fáceis”, Stahelski disse. “É o quão criativo você fica para resolver os problemas. Mas, logisticamente, a mais complexa foi a do Arco do Triunfo. Você não pode esperar que o cachorro não seja atropelado por um ônibus e esperar que seus protagonistas não sejam atropelados”.
Em ‘John Wick 4: Baba Yaga’, John Wick (Reeves) descobre um caminho para derrotar a Alta Cúpula. Mas antes que ele possa ganhar sua liberdade, Sr. Wick deve enfrentar um novo inimigo com poderosas alianças em todo o mundo e forças que transformam velhos amigos em inimigos.
A franquia ‘John Wick‘ transformou o diretor Chad Stahelski em um dos mais aclamados de Hollywood. Sua produtora, a 87Eleven, fez filmes de sucesso como ‘Anônimo‘ e ‘Noite Infeliz‘.
Agora, ele anunciou qual será seu próximo filme: o thriller de ação ‘Bella‘. Samara Weaving, estrela de ‘Casamento Sangrento‘ e ‘Pânico 6‘, vai estrelar a produção que será dirigida por Larysa Kondracki a partir de um roteiro de Jesse Wigutow e Jason Markarian. Stahelski e Craig Flores atuarão como produtores do novo filme.
Tendo como pano de fundo uma onda de crimes sem precedentes que tomou conta da cidade de Nova York nos anos 80, ‘Bella‘ é um thriller de ação hiperestilizado sobre a filha de um policial que se enfurece para encontrar o assassino de seu pai e eliminar a corrupção profundamente enraizada no Departamento de Polícia de Nova York.
“Bella reinventará habilmente o gênero de ação liderado por mulheres combinando um rock n ‘roll sexy e sem remorso com o realismo intenso da cidade de Nova York dos anos 80.”, afirma o Deadline.
Este novo filme marca apenas o mais recente dos empreendimentos de Weaving no mundo do gênero, tendo estrelado projetos como ‘Mayhem‘, ‘Ash vs. Evil Dead‘ e ‘A Babá‘. A atriz já tem outro filme do gênero a caminho: o terror de ação ‘Azrael‘.
O The Hollywood Reporter divulgou que a Netflix adquiriu os diretos dos livros ‘Chamas da Vingança’, de A. J. Quinnell, e que vai adaptar as histórias em série. A primeira temporada adaptará os dois primeiros livros e terá oito episódios.
O primeiro livro, ‘Chamas da Vingança‘, já havia sido adaptado como filme em 1987 e depois em 2004.
A versão mais recente traz Denzel Washington, que vive o ex-agente da CIA John Creasy, que trabalha como segurança e parte para a vingança quando Pita, uma garota de nove anos que ele protegia, é sequestrada no México.
Kyle Killen será o showrunner, após sair da produção da série de TV ‘Halo‘, por diferenças criativas.
A Índia é um dos maiores produtores de cinema no mundo. Não é de hoje que a Netflix vem investindo em distribuir filmes produzidos por Bollywood (a capital do cinema local) aos seus assinantes, e como resultado podemos, inclusive, ver a vitória de ‘RRR’ este ano, levando o Oscar de melhor canção. Aos poucos os espectadores brasileiros vão se familiarizando, curtindo o estilo de produção realizada por aquele país, e uma das comprovações pode ser vista agora com o filme ‘Roubo Pelos Ares’, suspense que já estreou no primeiro lugar do Top 10 desde seu primeiro dia.
Neha Grover (Yami Gautam) é uma comissária de bordo que gosta do que faz e de atender bem aos passageiros, sempre com cortesia. Certo dia, em uma viagem a trabalho, ela conhece o bonitão Ankit (Sunny Kaushal), e dá a ele sua própria refeição, para que ele não fique com fome, uma vez que o rapaz era vegetariano e aparentemente o avião trocara seu pedido. Mais tarde, em seu horário de lazer, Neha casualmente encontra Ankit em uma boate, e em seguida, novamente o encontra em uma outra situação. A frequência com que isso vai acontecendo aproxima os dois, de modo que a coincidência acaba se desenvolvendo em uma intensa paixão. Porém, quando tudo começa a ir bem nos planos do casal, um segredo do passado de Ankit vem à tona, e, para que os dois possam seguir em frente eles precisarão encabeçar um roubo milionário de diamantes durante um voo. Só que eles não esperavam que tantas imprevisibilidades pudessem acontecer durante o trajeto.
Não se deixe enganar: se ‘Roubo Pelos Ares’ aparentemente parece apenas mais um filme de Bollywood, a real é que as uma hora e quarenta de duração é reviravolta atrás de reviravolta, com pouco espaço para respirar. Ao mesmo tempo em que obedece um formato típico das produções indianas (a apresentação dos protagonistas com suas histórias pessoais sendo narradas através de músicas e entrando no enredo como um parênteses na história, apenas para situar o espectador sobre quem é essa pessoa e como ela encaixa na trama) o roteiro de Shiraz Ahmed, Raj Kumar Gupta e Amar Kaushik tece um intrigante suspense com diversos elementos que vão entrando no enredo quase sempre surpreendendo a gente, chacoalhando toda a história com bastante frequência.
Com um bom roteiro em mãos, o diretor Ajay Singh conseguiu extrair os sentimentos e as emoções corretas de seu casal protagonista, de modo a ficar convincente as evoluções de cada um dentro da história. Soma-se a isso uma boa edição e uma boa montagem do filme, que imprime dinamicidade, tensão e ainda mais suspense numa história que poderia ter se passado em qualquer outra situação, mas que é polarizada ao ser situada dentro do confinamento de um avião voando.
Misturando uma pegada de ação com os elementos do suspense dentro de uma realidade infelizmente bastante comum nos dias de hoje (o sequestro de aviões comerciais), ‘Roubo Pelos Ares’ é um filme a la ‘La Casa de Papel’, que prende nossa atenção do início ao fim – primeiramente por conta do envolvimento emocional dos protagonistas, para, após, nos conquistar pelo mirabolante roteiro disposto a nos surpreender. Uma boa pedida na Netflix tanto dublado quanto na língua original, o hindi.
Durante uma entrevista para o podcast Wizards of Waverly Pod, o produtor da série de sucesso do Disney Channel ‘Os Feiticeiros de Waverly Place‘, Peter Murrieta, revelou que a produção tinha a intenção de fazer a personagem Alex Russo ser bissexual. A ideia, no entanto, foi barrada pela Disney.
Interpretada por Selena Gomez, os roteiristas e produtores tentaram fazer com que a personagem tivesse um relacionamento com a feiticeira Stevie (Hayley Kiyoko), que é apresentada no programa durante a terceira temporada.
“Gostaria de ter brincado mais com o que era bastante óbvio, para muitos de nós, que era o relacionamento entre Stevie e Alex”, disse o produtor.
Ele revelou que a Disney acabou barrando a ideia na época, mas que hoje, ao menos, já possui outros personagens que são abertamente parte da comunidade LGBTQIA+.
“Estava bem claro para todos nós qual era esse relacionamento. Isso teria sido divertido”, explica ele, afirmando que não teve a oportunidade de desenvolver o romance na época, por não ter abertura. “O Disney Channel teve personagens [LGBTQIA+], e eles conseguiram, mas chegamos o mais perto que pudemos. Bem perto. Estava bem ali.”
Selena Gomez está fazendo sucesso na série ‘Only Murders in the Building‘, onde interpreta uma personagem abertamente bissexual. A série possui duas temporadas e já está com as gravações da terceira em andamento.
Confira o trailer:
Estrelada também por Steve Martin e Martin Shot, a série está disponível no Star+.
Ross é filha do General Thaddeus “Thunderbolt” Ross, que foi interpretado pelo falecido ator William Hurt em vários filmes do MCU e agora será interpretado por Harrison Ford na nova instalação da franquia.
Em novas fotos dos bastidores do filme, a atriz surge em cena toda trajada em preto em um cemitério, onde aparentemente está acontecendo um funeral. O novo Capitão América, Sam Wilson, interpretado por Anthony Mackie, também aparece na cena.
Não foi revelado o quão importante será o papel da personagem de Liv Tyler na trama do filme, visto que Bruce Banner/Hulk não estará no longa (ou pelo menos não foi confirmado até o momento).
A atriz já havia retornado ao papel de Betty Ross na primeira temporada da animação ‘What If…?‘, que está disponível no Disney+.
Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.
Durante o podcast, Carter revelou que conversou com o roteirista, que busca desenvolver a nova versão com um elenco mais diverso do que a série original, que foi ao ar em 1993 e estrelada por Gillian Anderson e David Duchovny.
“Acabei de falar com um jovem… Ryan Coogler… que vai remontar Arquivo X com um elenco diverso. Então ele tem muito trabalho pela frente, porque cobrimos muito território”, disse Chris Carter.
Não foi esclarecido se a nova versão irá se passar no mesmo universo das temporadas anteriores de ‘Arquivo X‘.
A série foi exibida de 1993 até 2002, com 9 temporadas. Em 2016, a série retornou com sua 10ª temporada em uma espécie de “revival”, que se estendeu até 2018 com a 11ª temporada sendo a última da série. Os episódios eram exibidos pelo canal Fox.
Em 1969, a lendária Judy Garland chegava em Londres para performar no icônico clube Talk of the Town, com contrato fechado para cinco semanas seguidas. O imortalizado ícone do cinema passava por uma profunda depressão mascarada, banhando-se em barbitúricos para conseguir dormir e mantendo-se acordada para suas apresentações impecáveis com doses e mais doses de anfetaminas. Não é surpresa que a saúde da artista já estivesse por um fio e já começasse a se manifestar em seu trôpego jeito de andar ou nos pigarros constantes que internalizava no momento de seus shows. Seis meses depois de última aparição nos palcos, ela faleceu devido a uma overdose não intencional e comoveu o mundo – sendo relembrada até hoje como um dos maiores nomes da indústria do entretenimento.
Judy sem sombra de dúvida é uma controversa figura que foi idealizada para seus fãs e a mando de um cruel estúdio e um cronograma fílmico exaustivo – principalmente para uma jovem de dezessete anos obrigada a amadurecer às vésperas de estrelar num grandioso longa-metragem, ‘O Mágico de Oz’. Com uma voz eterna e um legado que a enxerga como um dos emblemas da comunidade LGBTQ+ ao lado da filha, Liza Minnelli, sua vida permaneceu encoberta por tabloides mentirosos e distorções de imprensa que viriam à tona muito tempo depois de seu precoce falecimento. E é justamente a isso que o diretor Rupert Goold pretende fazer com a cinebiografia ‘Judy: Muito Além do Arco-Íris’ – mesmo que falhe em mergulhar mais fundo que a superfície.
A narrativa, assinada por Tom Edge e baseada na peça de Peter Quilter, se inicia nos bastidores do filme dirigido por Victor Fleming em 1939, onde uma jovem Garland (Darci Shaw) é levada a abdicar de sua ingenuidade e de sua infância através de uma infeliz sutileza crítica escolhida por Goold – e que reflete o momento em que a menina foi abusada pelo produtor Louis B. Mayer. Logo depois, viajamos no tempo para a época em que a artista, agora encarnada pela irretocável Renée Zellweger, aceitava fazer pequenos trabalhos para conseguir o mínimo possível para sobreviver ao lado dos dois filhos mais novos (seus bens mais preciosos) e lidar com uma luta judicial que poderia culminar na perda da guarda dos pequenos.
Durante toda a produção, fica óbvio que o foco é direcionado exclusivamente à Zellweger. Seja na pesada maquiagem que a envelhece algumas décadas e traduz os duros traumas pelos quais a performer passou, seja na canalização da essência de Garland – mostrada claramente pelos tiques com as mãos, pelo repuxo dos lábios e pela leve corcunda do pescoço enquanto anda. Mais do que isso, a atriz, que já havia nos mostrado suas habilidades musicais com Roxie Hart em ‘Chicago’ (2002), demonstra pleno conhecimento dos timbres, da tecedura e da estética de Garland ao levá-la para as telonas em uma perspectiva única e que se afasta de uma mera cópia biográfica.
Através do desenrolar da trama, percebe-se que as intenções do diretor e de sua equipe técnica são as mais puras possíveis: Judy é retratada com compaixão (um pouco excessiva demais), humanizando-a de diversas formas enquanto a retira de um espaço complacente encarado com equívoco normalizado por aqueles que se aventuram na vida dessa lenda. Goold almeja a uma construção multi-cronológica que invade um passado conturbado e o “analisa” dentro de um consecutivo presente marcado pelo esquecimento e pelas glórias de um tempo que talvez não volte mais. É claro que certas pessoas – principalmente a comunidade britânica representada pelos rostos dos fãs incondicionais de Andy Nyman e Daniel Cerqueira e até mesmo da calculista assistente interpretada por Jessie Buckley – a respeitam e desejam continuar seu legado para a posteridade, mas os obstáculos postos nesse trajeto são brutais e comoventes.
De qualquer forma, essa singela minúcia é cansativa e, como já mencionado, supérflua demais para alguém como Garland. A viagem temporal explanada nas telonas é artificial e insurge como uma fragmentada decisão de facilitar nossa compreensão da história – deixando nítido que a personagem titular, por mais que tentasse fugir do estrelato, era sempre sequestrada de volta e forçada a entrar num ciclo compulsório que destruiu todos os seus ideais e que a afastou da uma coisa de extrema importância: sua sanidade mental. É essa a explicação fornecida pelo filme para nos mostrar que ela merece um eterno e pacífico descanso.
O ritmo dos três atos também oscila entre uma exaltação frenética e um melodrama constante impregnado no roteiro de modo intrínseco. Felizmente, a carga trágica, romantizada por uma necessidade inexplicável de se conectar com uma parcela da audiência que talvez nem saiba da importância desse ícone para a cultura dos dias de hoje, é mesclada com a complexa tarefa de Zellweger em dar tudo de si e carregar o longa em suas costas, cuidando para que cada lágrimas e cada hesitação esteja posta em seu devido lugar.
O quarto capítulo da saga ‘John Wick’ chegou aos cinemas de todo o mundo recentemente – e deu continuidade à maré de aclamação sucesso financeiro da icônica franquia de ação.
Com o mais novo longa já tendo ultrapassado os US$137 milhões ao redor do planeta, a Lionsgate, que supervisiona os longas em questão, está sedenta por mais.
Em entrevista ao Deadline, Joe Drake, CEO da companhia, disse: “não estamos prontos para dizer adeus a Keanu [Reeves] com essa franquia”.
Ele continua:
“Há muitas coisas diferentes que podemos fazer. Eu vi esse filme cinco vezes na última semana”.
E você? Gostaria de mais filmes da franquia?
Confira nossa crítica de ‘John Wick 4: Baba Yaga’.
Em ‘John Wick 4: Baba Yaga’, John Wick (Reeves) descobre um caminho para derrotar a Alta Cúpula. Mas antes que ele possa ganhar sua liberdade, Sr. Wick deve enfrentar um novo inimigo com poderosas alianças em todo o mundo e forças que transformam velhos amigos em inimigos.
Enquanto promovia seu próximo filme, ‘Are You There God? It’s Me Margaret‘, a atriz Rachel McAdams revelou que estaria disposta a participar do musical inspirado em ‘Meninas Malvadas‘.
Para quem não se lembra, a estrela interpretou a icônica Regina George e contracenou com Lindsay Lohan no longa dirigido por Mark Waters em 2004.
Ainda sem previsão de estreia, o musical é escrito e produzido por Tina Fey, que também reprisa seu papel como a professora de matemática Sra. Norbury.
Em entrevista ao Entertainment Tonight (via Yahoo),McAdams disse que nunca diria não à Fey, caso fosse convidada para a adaptação.
“Ela é a melhor”, elogiou McAdams. Embora não esteja ligada ao novo filme, ela está torcendo para fazer pelo menos uma parição.
“Vamos ver como tudo se desenrola”, acrescentou.
McAdams também fez diversos elogios a Renée Rapp, que assumiu o papel de Regina no musical da Broadway e irá reprisar a personagem na próxima adaptação.
“Acho que ela não vai errar. Ela é incrível. Ela já me conquistou com aquela voz. Então, estou animada para ver a encarnação dela nas telas. Regina é uma personagem tão boa e divertida de interpretar, então espero que ela se divirta muito fazendo isso. E mal posso esperar para assistir.”
Lembrando que o elenco também vai contar com Jon Hamm como o Coach Carr.
Para quem não se lembra, o treinador do colégio foi acusado de ter um caso com duas alunas.
As filmagens já começaram e vieram acompanhadas da primeira imagem de bastidores.
Sucesso de bilheterias ao redor do mundo, a amada franquia de animação Trolls continua expandindo os seus horizontes e retornará logo no 2º semestre de 2023 com a aguardada sequência Trolls 3: Juntos Novamente (Trolls 3: Band Together), que estreia mais precisamente em 12 de outubro no Brasil.
Faturando quase US$400 milhões com seus dois primeiros filmes – lançados em 2016 e 2020, respectivamente -, a saga se tornou uma sensação entre diversas faixas etárias. Sendo sempre marcada por uma trilha sonora chiclete, Trolls se consagrou nas telonas por recriar clássicos hits de diversas décadas, à medida que também traz canções novas e originais, pelas vozes de artistas como JustinTimberlake e SZA.
E em Juntos Novamente, o público logo será surpreendido por um novo hit, dessa vez trazido às telas por Camila Cabello. Segundo a produtora GinaShay:
“ela também é uma das personagens principais nesse filme. Nós ainda não podemos revelar quem ela interpretará, mas podemos dizer que sua canção é extremamente importante. E a trilha sonora é ainda mais fundamental nessa sequência!”
Assista ao trailer:
E Trolls 3: Juntos Novamente vai expandir ainda mais os aspectos musicais da franquia, homenageando artistas de todos os espectros que se enquadram no gênero POP. De Christopher Cross, com seu hit “Sailing“, passando por Lizzo e Bee Gees, a sequência trará um vasto leque de referências musicais contagiantes, conforme ponderou Shay.
“Bem, temos Shaggy, Lizzo e tantos outros! Estamos fazendo muitos covers, como sempre fizemos, mas também temos cinco novas canções originais lideradas pela nossa equipe musical – que é comandada por Justin Timberlake, nosso produtor musical executivo. E ele realmente se envolve muito cedo com o projeto e com todas as possibilidades que podemos seguir para transmitir a nossa história, a partir da composição de músicas. Nós o pautamos e ele sempre volta com ideias criativas incríveis”.
O som das emoções
E em se tratando de Trolls, a música cruza diferentes fronteiras, como explica o diretor Walt Dohrn. Pautando até mesmo a estrutura narrativa, ela funciona como uma bússola que conduz os personagens ao longo da trama:
“Sim, a música é o suporte que nos indica onde a trama precisa ser emocional, comemorativa e mais engraçada. Também usamos essa ferramenta para pautar o humor dos personagens. É apenas uma parte grande e massiva desses filmes e é uma das minhas partes favoritas para trabalhar”.
Em Trolls, a música é abordada por uma perspectiva que difere das tradicionais e apaixonantes animações da Disney, como salientou o diretor:
“Eu amo as tradicionais animações musicais da Disney, amo musicais da Broadway, mas há algo neles que tem uma especificidade real e um tipo particular de público. Então, queríamos usar essa ideia de música como uma ferramenta de contar histórias, mas de uma maneira única, nova, engraçada e divertida”.
Música POP através das décadas
Cada filme da franquia Trolls possui uma identidade musical distinta, que se revala a partir dos covers e de suas canções originais. Dessa vez, o POP será o grande homenageado nos cinemas, unindo clássicos antigos e contemporâneos que passeiam pelas décadas. E é nesse processo criativo que o ator e cantor Justin Timberlake entra como peça fundamental.
Com a música formando um entrelace intrínseco com a narrativa, Trolls não é como as tradicionais animações musicais. Fazendo parte do roteiro e dos temas abordados, ela é uma parte integral do storytelling. E, segundo a produtora GinaShay e o diretor WaltDohrn, é aí que Timberlake entra com sua expertise como um contador de histórias cheio de ritmo.
“A maneira como trabalhamos com Justin funciona da seguinte forma: Walt e eu geramos uma semente, a ideia que temos para o filme. Começamos a trabalhar com os roteiristas e então apresentamos esse material para ele e para Anna Kendrick. A partir disso, passamos a traçar a identidade musical que queremos para os longas, pois cada um deles é diferente. E o terceiro filme é sobre o POP de diversas épocas”.
E respeitando até mesmo o histórico de Timberlake com sua amada boy band, Trolls 3 promete ser um viagem no tempo para a geração millenial, que cresceu ao som de bandas como o N’Sync, Backstreet Boys, Boyz II Men, Five, entre tantas outras. Para o diretor Walt Dohrn:
“Sim, teremos muitas referências ao POP dos anos 90 e 2000. Não posso especificar exatamente, mas é definitivamente um dos motores do filme. Queríamos comemorar e nos divertir com aquela era da música de boy band, com certeza. Portanto, espere definitivamente alguns acenos e piscadelas para essa época!”
Shay ainda completou o raciocínio de Dohrn, salientando a experiência que JT tem com o cenário das boy bands, principalmente por ter sido um dos frontmen do grupo N’Sync:
“Justin traz um pouco de sua experiência para esse trabalho. E ele assistiu muito ao filme conosco e sempre voltava com um monte de piadas e momentos cômicos que definitivamente se enquadram no contexto dos anos 90”.
Reunião de família
E puxando o gancho das boy bands, Trolls 3: Juntos Novamentetrará à tona a história até então escondida de Tronco, personagem originalmente dublado por JustinTimberlake. No vindouro capítulo, conheceremos seus quatros irmãos, com um destaque em especial para o mais velho, John Dory.
Em meio a esses dilemas familiares que surgirão, logo descobriremos que o subtítulo Juntos Novamente(Band Together) é uma alusão direta ao tão esperado reencontro do grupo musical liderado por Dory. E como uma referência à bandas formadas por parentes, Trolls 3 mais uma vez faz da música sua bússola para contar uma história sobre redenção, amor, perdão e família, conforme refletiu Dohrn:
“Há quatro novos irmãos, mas John Dory é o mais velho, interpretado por Eric Andre, que está hilário no papel! E aqui vamos descobrir que Tronco e seus irmãos estavam juntos em uma banda, quando ele ainda era um bebê. Mas eles acabaram se separando há 20 anos e se distanciaram. E John era o líder do grupo, ele estava no comando de todos os irmãos. O que o tornou um pouco mais espevitado e cheio de si. É como se ele fosse um personagem descomunal, onde o Tronco internalizou suas frustrações”.
Então seria Trolls 3 uma homenagem aos Jackson 5?
Com todos os elementos da sequência direcionando Trolls para um universo que celebra o POP e grupos musicais familiares, é natural que haja uma conexão imediata à bandas como The Jackson 5, principalmente por se tratarem de cinco irmãos.
E de acordo com o diretor, assim como os Jacksons são homenageados, Trolls 3: Juntos Novamentevai ainda mais além, celebrando diversos clãs familiares de artistas.
“Definitivamente, Tronco e seus irmãos são uma referência a The Jackson 5. Conversamos muito sobre a natureza familiar das bandas e como elas têm essa simetria no sangue. Eles conseguem harmonizar como nenhum outro grupo. É como vemos nos Bee Gees, The Beach Boys e até mesmo em Billie Eilish e seu irmão Phineas. É uma longa tradição e essa harmonia familiar perfeita será uma espécie de ama para libertar aquele irmão que ainda se sente aprisionado”.
Lançado em 1998, ‘Para Sempre Cinderela‘ trouxe Drew Barrymore no papel principal da adaptação do clássico conto de fadas.
A história nos leva para os tempos da Renascença, mais precisamente na França do século XVI, quando o viúvo pai de Danielle de Barbarac (Barrymore) se casou novamente com uma baronesa (Anjelica Huston), ganhando uma madrasta e duas irmãs, interpretadas por Melanie Lynskeye Megan Dodds.
25 anos após o lançamento, Barrymore se reencontrou com Lynskey e Dodds no mais recente episódio do programa The Drew Barrymore Show.
“Fico emocionada toda vez que ouço essa música”, disse a estrela, enquanto uma parte da trilha sonora do filme era reproduzida.
Ao receber a visita das colegas de elenco que interpretaram suas irmãs, ela disse:
“Sabe de uma coisa? Este não é só mais um programa. Estamos aqui em uma máquina do tempo porque é o 25º aniversário de ‘Para Sempre Cinderela‘. Eu literalmente nem consigo acreditar que estou aqui com minhas irmãs – minhas meio-irmãs – Melanie Lynskeye Megan Dodds.”
Barrymore aparece vestida com as grandes asas de anjo que compoem sua fantasia, enquanto Lynskey e Dodds também estão caracterizadas.
Em seguida, Barry começa o bate-papo perguntando a elas se é verdade que foram colegas de quarto durante a produção do filme, ao que ela respondem: “Sim!”
Assim como no conto de fadas, o amado pai de Danielle morre subitamente e a madrasta, que ela desejava que fosse a mãe que nunca tivera, passa a tratá-la como uma criada. Uma das filhas da baronesa é bondosa e não concorda com várias atitudes da mãe, mas, por outro lado, a outra filha é bastante egoísta e só pensa em se casar com o príncipe herdeiro (Dougray Scott).
Para isto, ela tem total apoio da mãe, que está disposta a conspirar, mentir e fazer o necessário para ver sua filha como a futura rainha. Porém, ela precisa agir rápido, pois o príncipe conheceu Danielle e os dois estão apaixonados, com os sonhos de grandeza da baronesa a ponto de desaparecerem.
Com sólido sucesso nas bilheterias, arrecadando US$98 milhões, o filme caiu no gosto popular e inclusive rendeu uma adaptação para os palcos da Broadway em 2013. E, para celebrar seu aniversário de 25 anos, separamos uma lista com algumas curiosidades de bastidores.
Confira:
Drew Barrymore já comentou em diversas entrevistas que ‘Para Sempre Cinderela’ é o filme favorito de toda a sua carreira.
Como retratado no longa, o verdadeiro Leonardo da Vinci (interpretado por Patrick Godfrey) manteve o lendário quadro Mona Lisa consigo o tempo todo, até o dia em que morreu. Entretanto, o feitio da pintura foi propositalmente mudado na produção, realizada em uma tela, em vez de um pedaço de madeira.
Em determinado momento, a Rainha Marie (Judy Parfitt) diz a Henry que escolha uma esposa sabiamente, pois “o divórcio é algo feito apenas na Inglaterra”. A fala faz referência ao Rei Henrique VIII da Inglaterra, que causou um escândalo gigantesco ao se separar de Catarina de Aragão para se casar com Ana Bolena no começo do século XVI.
O retrato de Danielle, pintado por Da Vinci no filme, é, na verdade, modelado a partir de outro trabalho do artista, La Scapigliata.
Quando Danielle está nadando no lago, ela está usando o estilo peito invertido. O estilo era bastante popular na Europa medieval e renascentista – e é ensinado até hoje como uma tática de sobrevivência.
Quando Rodmilla recebe o convite para o baile de máscaras, o evento acontecerá no banquete de St. Jude. Isso significa que o baile ocorrerá no dia 28 de outubro.
Antes de Scott ser escalado para viver Henry, Jude Law e Jonny Lee Miller foram considerados para estrelar o longa. Porém, ambos recusaram o papel.
O filme se despe da atmosfera sobrenatural e mágica da animação dos estúdios Walt Disney, de 1950. Nota-se, também, que não há nenhuma personagem intitulada Cinderela no filme. Leonardo da Vinci age como substituto da fada-madrinha, ajudando Danielle a se vestir para o baile de máscaras.
No conto original dos Irmãos Grimm, a madrasta e as meias-irmãs tinham seus olhos arrancados por pássaros na conclusão. No longa, elas são forçadas a trabalhar em um lugar que soa familiar a uma lavanderia. Normalmente, esses lugares utilizavam soda cáustica como sabonete e, após uso prolongado, causavam cegueira nos trabalhadores.
A McFarlane Toys divulgou novas imagens de sua linha de colecionáveis inspirada n vindouro filme do ‘Flash‘, que estreia em 15 de junho nos cinemas nacionais.
Desta vez, o destaque vai para o Batman deBen Affleck, que ostenta um novo traje para o filme.
Confira:
De acordo com o Comic Book, ‘The Flash‘ recebeu classificação indicativa PG-13 (para maiores de 13 anos).
O motivo da classificação é devido a “sequências de ação violentas, linguagem inapropriada e cenas contendo nudez parcial.”
A informação foi divulgada originalmente pela Motion Picture Association (MPA), o órgão que administra a faixa etária de filmes e séries nos EUA.
Lembrando que a adaptação é estrelada por Ezra Miller e dirigida por Andy Muschietti (‘It- A Coisa’).
“Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?”
Em uma recente entrevista à Vogue britânica, a icônica supermodelo Gisele Bündchen falou um pouco sobre sua experiência no clássico e adorado ‘O Diabo Veste Prada’ e revelou que quase não participou do filme.
Segundo ela, a autora do romance original, Lauren Weisberger, a abordou ainda em 2006, em voo que fazia a Los Angeles, e perguntou se ela gostaria de interpretar uma das modelos da Runway, revista de moda comandada pela impiedosa Miranda Priestly (vivida por Meryl Streep).
Entretanto, Bündchen recusou a oferta e disse que só participaria do longa-metragem sob uma condição: que não interpretasse uma modelo.
“Eu disse: ‘não estou interessada'”, ela revelou. “Não vou interpretar uma modelo, faço isso todos os dias. Esse é um papel que eu já interpreto”.
Eventualmente, a atriz e modelo fez parte do projeto como Serena, uma das assistentes da Runway e amiga próxima de Emily (Emily Blunt).
O filme, lançado em 2006, foi dirigido por David Frankel e tornou-se um sucesso de bilheteria e de crítica, faturando quase US$328 milhões ao redor do mundo, bem como duas indicações ao Oscar, cinco ao BAFTA e três ao Globo de Ouro.
Andy, uma moça recém-formada e com grandes sonhos, vai trabalhar na conceituada revista de moda Runway; sua função é ser assistente da diabólica Miranda Priestly. Andy, que não se sente bem no ambiente tenso de trabalho, questiona sua habilidade em continuar como assistente de Miranda.
De acordo com o The Hollywood Reporter, a Netflix está planejando uma nova estratégia de lançamentos de filmes para os próximos anos desde que perdeu mais 200 mil assinantes no 1º trimestre de 2022.
A queda marcou primeiro número negativo na plataforma desde outubro de 2011 e gerou um prejuízo de 44% no valor das ações da companhia, levando a cortes de gastos com inúmeras demissões e encerramentos de divisões, como a de ‘filmes para a família’.
À medida em que se recupera, a Netflix quer se concentrar em fazer filmes maiores e melhores, o que significa baixar o ritmo de lançamentos.
Agora o lema discutido nos corredores é priorizar a qualidade em vez da quantidade.
“Há apenas alguns anos, estávamos lutando para monetizar o mercado em pequenos filmes de arte“, disse o co-diretor da Netflix, Ted Sarandos. “Hoje, estamos lançando alguns dos filmes mais populares e assistidos do mundo. Nos últimos meses, títulos como ‘Não Olhe para Cima’, ‘Alerta Vermelho’ e ‘O Projto Adam‘ são exemplos disso.”
Sarandos também apontou que a plataforma pretende atrair mais assinantes com filmes considerados mega eventos, como ‘Agente Oculto’ e ‘Entre Facas e Segredos 2’.
Ainda assim, uma fonte de dentro da empresa argumentou que:
“Os filmes de menor orçamento não vão desaparecer, mas terão produção reduzida.”
No entanto, isso não quer dizer que a Netflix só vai fazer filmes orçados em US$ 150 milhões, mas em vez de fazer três de US$ 10 milhões, fará um de US$ 30 milhões.
“O objetivo será fazer a melhor versão de algo em vez de baratear os custos para apostar na quantidade de lançamentos”, continuou a fonte.
E aí, você está animado para a nova fase da plataforma de streaming?
A Universal Pictures divulgou o primeiro trailer dublado de ‘Trolls 3‘, o terceiro filme da franquia da DreamWorks Animation.
Nesta temporada de férias, prepare-se para uma reunião familiar cheia de ação, cheia de estrelas e com as cores do arco-íris, como nenhuma outra, com Anna Kendrick e Justin Timberlake retornando nas vozes originais e Jullie e Hugo Bonemer nas vozes brasileiras.
Assista e confira a sinopse:
Depois de dois filmes de amizade verdadeira e paquera implacável, Poppy (Anna Kendrick) e Tronco (Justin Timberlake) agora são oficialmente, finalmente, um casal (#Troppy)! À medida que se aproximam, Poppy descobre que Tronco tem um passado secreto. Ele já fez parte do fenômeno de boyband favorito dela, BroZone, com seus quatro irmãos. BroZone se separou quando Tronco ainda era um bebê, assim como a família, e Tronco não viu seus irmãos desde então.
Mas quando o irmão de Tronco, Floyd, é sequestrado por causa de seus talentos musicais por um par de vilões popstars nefastos – Velvet (a vencedora do Emmy Amy Schumer; Trainwreck) e Veneer (o vencedor do Grammy e indicado ao Tony Andrew Rannells; O Livro de Mórmon) – Tronco e Poppy embarcam em uma jornada angustiante e emocionante para reunir os outros irmãos e resgatar Floyd de um destino ainda pior do que a obscuridade da cultura pop.
A estreia do terceiro filme nos cinemas acontece dia 12 de Outubro de 2023.
A produção estreará oficialmente no dia 18 de junho. Além disso, foram divulgadas imagens.
Confira abaixo, juntamente com o teaser:
“Anos se passaram desde a última vez que vimos Maggie e Negan, eles agora devem formar uma aliança tênue para completar uma missão perigosa. Eles vão à ilha de Manhattan, que desenvolveu as ameaças únicas ao se manter isolada desde o início do apocalipse dos caminhantes. Na cidade, Maggie e Negan encontram moradores de Nova York, fogem de um delegado com passado conturbado e caçam um famoso assassino. Mas à medida que a dupla se aprofunda na cidade infestada de zumbis, torna-se evidente que os traumas de seu passado tumultuado podem ser uma ameaça tão grande quanto os perigos do presente.”
O roteiro fica por conta de Eli Jorné, que também assume as funções de coprodutor executivo e showrunner.
O personagem foi interpretado originalmente por Josh Dallas no primeiro filme do deus do trovão, mas o ator acabou desistindo do papel para se dedicar à série ‘Once Upon a Time‘.
Então o papel foi oferecido a Levi, pois ele já havia feito testes para ser Fandral antes de Dallas ser escalado.
No entanto, Levi abriu o jogo e disse que foi enganado por Kevin Feige, o chefão da Marvel Studios, que lhe havia prometido que Fandral teria mais importância nos filmes do Thor.
Durante uma entrevista para o podcast Happy Sad Confused, Levi disse o seguinte:
“Quando estavam se preparando para gravar ‘O Mundo Sombrio‘, ele [Feige] veio com um: ‘ei, você quer interpretar o papel desta vez?’ Para ser honesto, insisti em conversar com ele. Eu vi o primeiro filme e não acho que tenham tirado um bom proveito dos Três Guerreiros. E, se fosse o caso, eu não ia querer interpretar Fandral. Aí Kevin disse: ‘não, não, não, ele será uma parte importante neste filme’, mas não foi bem assim, como podemos notar.”
Por questões contratuais, Levi ainda retornou em ‘Thor: Ragnarok‘, apenas para que Fandral fosse assassinado por Hela, a deusa da morte e irmã mais do personagem de Chris Hemsworth.
Lembrando que o filme mais recente de Levi é ‘Shazam! 2: Fúria dos Deuses‘.
Lançado há quase duas semanas, a sequência vem se provando um verdadeiro fracasso de bilheteria, contando com apenas US$ 101,7 milhões pelo mundo, até o momento.
Por conta disso, Levi está desesperado e chegou ao ponto de implorar aos fãs para assistiram ao filme em vez de ‘John Wick 4: Baba Yaga‘, que já conta com US$ 137,5 milhões pelo mundo em menos de uma semana em exibição.
Em um vídeo publicado por uma página do Twitter, Levi diz:
“Eu amo Keanu Reeves! Se você for assistir ‘John Wick‘, não vou te dizer para não assistir. Mas ‘John Wick‘ não é um filme para a família. Então, se você procura um filme para assistir com a família, ou em um encontro, seja o que for… Se você apenas não quer ver miolos sendo espalhados, vá assistir ‘Shazam 2! Fúria dos Deuses‘. É um filme bem mais divertido. Quem já assistiu sabe disso!”
Confira:
Em clima de desespero!
Zachary Levi, interprete de Shazam, praticamente IMPLORA pra as pessoas assistirem “Shazam – Fúria dos Deuses” em vez de “John Wick 4”.
Anteriormente, Levi já havia comentado sobre o fracasso da sequência.
O ator culpou o marketing da produção pelo baixo desempenho nas bilheterias, além de concordar que os fãs do Zack Snyder estão felizes com o fracasso do filme.
Ao responder o comentário de um fã, Levi confirmou as alegações: “Isso é verdade. Triste, mas verdade. E não sabemos o quanto [a reação dos fãs do Snyder] afetam as bilheterias. Mas acredito que o maior problema que nós temos é com o marketing. Esse é um filme perfeito para a família, mas muitas delas não são cientes disso. É uma pena.”
This is also true. Sad, but true. How much that actually affects the box office is anyone’s guess. But I think the biggest issue we’re having is marketing. This is a perfect family movie, and yet a lot of families aren’t aware of that. Which is just a shame. ♂️ https://t.co/Fpw6Ja384F
Helen Mirren, Lucy Liu e Rachel Zegler ainda trazem um toque de #Abracadabra para a produção, o que deixa tudo ainda mais épico e espetacular. As cenas de ação são muito bem feitas e o CGI está impecável. Fazia tempo que eu não saia do cinema tão feliz em um filme de super-herói.… https://t.co/MO4fY96Llc
Além do retorno de Zachary Levi no papel principal e da introdução de Helen Mirren, Lucy Liu e Rachel Zegler, o elenco conta com Adam Brody, Asher Angel e Jack Dylan Grazer.
O filme original foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 365 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.
E quem disse que os apaixonados por filmes de terror precisam esperar até outubro no dia das bruxas para comemorar assistindo a muitos filmes de terror? Tudo o que é preciso na verdade é alguma lista legal aparecer no caminho, para que o fim de semana seja repleto de sustos, muito medo, e claro diversão máxima. Aqui, trazemos para você 10 grandes lançamentos voltados ao terror, disponíveis na Amazon Prime Video. Confira e se prepare para maratonar.
Por falar em filmes de terror badalados e muito comentados na internet, 2022 trouxe também o violentíssimo e explícito Terrifier 2, que narra as torturas e o sadismo do já icônico palhaço Art. O filme fez tanto sucesso que a Imagem Filmes comprou os direitos e trouxe para exibir nos cinemas brasileiros. Mas o que nem mesmo o fã mais atento e aficionado pelo gênero sabia era de onde diabos saiu Art e o que era Terrifier, já que o primeiro filme passou totalmente em branco. Mas a Amazon resolve esta questão disponibilizando em seu acervo o filme original de 2016, que por aqui recebeu o título de Aterrorizante.
X – A Marca da Morte (2022)
Um dos maiores sucessos do terror no ano passado, X recebeu elogios da crítica e dos fãs. Tanto que no mesmo ano já estreava sua pré-sequência intitulada Pearl (igualmente confirmada no Brasil) e em 2023 será a vez de MaXXXine, a terceira parte desta trilogia escrita e dirigida por Ti West. A Amazon marca um golaço ao trazer essa produção de muito prestígio para a sua plataforma com exclusividade, este que foi um dos filmes mais comentados dos últimos tempos. Com produção da A24, a história mostra um grupo de jovens parte de uma equipe de filmagem de uma obra pornô. Eles usam como cenário a fazenda de um casal de idosos, que não tem muita noção que tipo de filme eles estão fazendo. Mas quando descobrem… – No elenco Mia Goth é quem dá um show, e o filme conta ainda com a musa adolescente do momento, Jenna Ortega.
O ano de 2022 foi indiscutivelmente o melhor em temporadas recentes para o terror. Um dos melhores e que quase ninguém viu é esta obra independente saída do festival de Sundance. Mas a Amazon está disposta a mudar isso, trazendo o longa para sua filmoteca recente, na esperança que mais fãs possam assistir a este longa elogiado. Com 89% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o filme é estrelado por Anna Diop (que vive a heroína Estelar no seriado Titãs) no papel de uma imigrante senegalesa buscando uma vida melhor nos EUA. Ela arruma trabalho como babá de uma rica família branca, mas espera um dia conseguir trazer seu próprio filho para o país. Produzido pela Blumhouse, este é mais um exemplar do subgênero chamado terror social, em que acontecimentos reais traumáticos são misturados à experiências sobrenaturais.
Órfã 2 – A Origem (2022)
Sabe aquela história de filme desnecessário? O primeiro A Órfã (2009) se tornou um sucesso cult logo em seu lançamento, revelou ao mundo o talento da menina Isabelle Fuhrman e o do diretor Jaume Collet-Serra, e de quebra entregava um dos melhores e mais comentados plot twists da história do cinema, tudo baseado numa trama assustadoramente real – muitos afirmavam inclusive que o filme se segurava em cima de sua reviravolta. Pois bem, mais de dez anos depois (e sabemos o que isso faz com uma jovem mulher), e os produtores resolvem tirar do papel a continuação – que precisava se passar antes por motivos óbvios. Mas como fazer a atriz principal parecer mais jovem se agora é uma mulher de 25 anos? Sabe a Chiquinha do Chaves? Tipo isso. Brincadeiras à parte, uma vez passada essa estranheza de ver uma adulta vivendo uma criança (se é que dá para superar isso), o filme até que entrega o que os fãs estão querendo.
Naomi Watts é quem estrela esta produção original da Amazon que é o remake de um filme austríaco cult de 2014. Na trama, dois pequenos irmãos gêmeos começam a desconfiar que sua mãe não é realmente quem diz ser, após ela retornar de uma operação estética no rosto, a qual a faz usar uma máscara para uma recuperação melhor e mais rápida. Não bastasse os pequenos não conseguirem ver o rosto da mãe por completo, o comportamento da matriarca se torna cada vez mais estranho para os filhos, que desconfiam que pode haver algo muito errado por trás do retorno da “mamãe”.
Outra produção que carrega em sua mensagem social, a utilizando como metáfora em sua narrativa. Essa aqui sendo a luta das mulheres contra o abuso, masculinidade tóxica e o machismo. Quem protagoniza é a gigantesca Ella Balinska, de 1.80m de altura, conhecida pelos papeis em As Panteras (2019) e na série Resident Evil da Netflix. Ela vive uma mulher aceitando sair em um encontro às cegas que não só apenas termina terrivelmente mal, como agora ela precisa desesperadamente lutar com todas as forças para conseguir sair viva desta situação. Esta é outra produção da Blumhouse, igualmente saída de Sundance.
Os fãs de terror estão ansiosos pela estreia do elogiado M3GAN, que já foi lançado lá fora e chega aos cinemas brasileiros no dia 19 de novembro. Enquanto esperam o filme da boneca-robô assassina, os fãs podem ir aquecendo os motores na Amazon com este Pesadelo nas Alturas, protagonizado pela mesma Allison Williams, estrela de M3GAN e Corra! (2017). Aqui ela vive um terror bem mais real, identificável e muito mais assustador. Imagine o pesadelo de um jovem casal viajando para um casamento em uma ilha tropical em um avião monomotor, quando seu piloto sofre um ataque cardíaco, deixando a protagonista e o companheiro na mão para se virar nesta que é a pior situação imaginável para qualquer um.
Um dos melhores e mais subestimados filmes de terror dos últimos anos, o novo Candyman funciona muito, tanto como homenagem fazendo várias referências ao clássico de 1992, como também se mantém como filme próprio, sendo assustador, sangrento e tendo muito espaço para suas críticas sociais, em especial o racismo encrostado na sociedade. Não por menos temos o dedo de Jordan Peele, como roteirista e produtor. O Candyman sempre foi a pura analogia para o racismo, e neste novo filme esse elemento fica ainda mais evidente, saltando aos olhos. É simplesmente um belo filme, seja esteticamente em seu visual, quanto em sua mensagem.
Este terror marcou a estreia na direção de um filme do ator Dave Franco, irmão mais novo de James Franco. Dave também utiliza no elenco sua namorada da vida real, Alison Brie. Na trama, dois casais de amigos alugam uma bela casa paradisíaca de frente para o mar. No entanto, o que deveria ser um fim de semana divertido e de comemorações, logo se transforma em paranoia e desconfiança, quando eles começam a achar que o sujeito que os alugou a casa pode estar os espionando no local. Completando o elenco, Dan Stevens, Jeremy Allen White (do seriado de sucesso O Urso) e Sheila Vand (do terror cult Garota Sombria Caminha Pela Noite).
Essa é uma dica para os que querem curtir a sexta-feira 13, mas preferem um filme um pouco mais leve. Jovens Bruxas (1996) fez sucesso com os mais novos em sua época de lançamento e se tornaria um cult querido ao longo do tempo e até mesmo para as gerações mais novas. Foi esse hype que fez os produtores decidirem tirar um novo exemplar da franquia, que funciona como uma espécie de refilmagem / continuação. Em sua essência, o novo Jovens Bruxas conta a mesma história do original, de quatro meninas deslocadas e abusadas em seu colégio, que tramam uma vingança sobrenatural com o uso de bruxaria. No entanto, alguns elementos o transformam também em uma continuação, como o uso de alguns personagens do original.
O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo do terror independente ‘Skinamarink – Canção de Ninar‘, que se tornou um fenômeno na internet e está dando o que falar.
Mas o filme é realmente bom?
Assista:
Com orçamento de apenas US$ 15 mil, o longa já arrecadou US$ 2,1 milhões nos EUA.
A produção experimental, que tem viralizado na internet por causa de sua trama simples e assustadora, também agradou os críticos, conquistando 76% de aprovação no Rotten Tomatoes.
A trama segue duas crianças que acordam no meio da noite e descobrem que seu pai está desaparecido. Todas as janelas e portas da casa desapareceram. Para lidar com essa estranha situação, os dois trazem cobertas e travesseiros para a sala. Eles assistem vídeos antigos de cartoons para preencher o silêncio da casa e se distraírem das situações apavorantes e inexplicáveis que estão acontecendo ao seu redor. Logo, fica claro que algo sinistra está à espreita e observando…
“São três horas de filme. É fantástico”, afirmou o ator. “Cillian é fenomenal. Ele é tudo que você gostaria que ele fosse. As três horas passam tão rápido, é ótimo.”, afirmou.
Com 180 minutos de duração, ‘Oppenheimer’ será o filme mais longo da carreira de Nolan, perdendo apenas para ‘Interestellar‘ (2014), que teve 169 minutos, ou 2h49 min.
Com estreia marcada para 20 de julho, a produção conta a história de J. Robert Oppenheimer (Cillian Murphy), chefe do Projeto Manhattan, um plano do governo dos Estados Unidos encarregado de criar o primeiro armamento nuclear para do país.
Durante uma entrevista para a Total Film, Nolan disse que fez tudo o que pôde para tentar replicar a primeira explosão nuclear já criada.
E sem o uso de efeitos digitais.
Embora Nolan não tenha se esforçado para construir uma arma nuclear real, obviamente, o cineasta afirmou que ele e sua equipe conseguiram recriar em pequena escala o teste Trinity, o primeiro teste de armas nucleares.
“Acho que recriar o teste Trinity [a primeira detonação de uma arma nuclear, no Novo México] sem o uso de computação gráfica foi um grande desafio. Andrew Jackson, meu supervisor de efeitos visuais, estava tentando descobrir como poderíamos fazer muitos dos elementos visuais do filme de forma prática, desde a representação da dinâmica quântica e da física quântica até o próprio teste Trinity, para recriar, com exatidão, aquele teste feito no Novo México.”
Nolan acrescentou que o fato de o filme ser uma cinebiografia histórica, as gravações representaram grandes desafios logísticos.
“É uma história de com uma imensa escala e um dos projetos mais desafiadores nos quais já trabalhei em termos de encontrar a amplitude da história de Oppenheimer. Havia grandes desafios logísticos, grandes desafios práticos. Mas eu tinha uma equipe extraordinária , e eles realmente intensificaram todas as ideias que eu tive. Levará um tempo até terminarmos. Mas, certamente, enquanto vejo os resultados chegando e enquanto estou montando o filme, fico emocionado com o que conseguimos alcançar.”
Pugh interpretará Jean Tatlock, membro do Partido Comunista dos Estados Unidos que tem um caso com Oppenheimer e a causa de grandes preocupações de segurança para funcionários do governo.
Safdie interpretará Edward Teller, o físico húngaro conhecido como o pai da bomba de hidrogênio e membro do Projeto Manhattan, a iniciativa de pesquisa dos EUA que desenvolveu a primeira bomba atômica.
Damon será o tenente-general Leslie Groves, diretor do Projeto Manhattan, enquanto Blunt será Katherine Oppenheimer Vissering, esposa do protagonista.
Nolan também entra como produtor executivo do filme ao lado de sua esposa e parceira de produção de longa data, Emma Thomas.
Ao exibir o filme clássico do ‘Homem-Aranha‘, lançado originalmente em 2002, o canal britânico ITV removeu um diálogo considerado homofóbico falado por Peter Parker.
Na cena original, Peter está tentando provocar um lutador ao dizer: “Que traje fofo! Foi o seu marido que comprou para você?”
A piada, que passou batida na época do lançamento do filme, usa a orientação sexual do outro personagem como uma provocação – algo pejorativo –, o que definitivamente não seria bem visto em uma produção atual.
“Em algum lugar, uma garota acorda em um enorme laboratório secreto. A menina acidentalmente encontra com Kyung-hee, que está tentando proteger sua casa da gangue que a tem atormentado. Quando a gangue se depara com ela, os cruéis homens ficam surpresos com o poder inexplicável dela. Quem é a garota desaparecida e por qual motivo ela está sendo caçada?”
Cynthia (a.k.a. Shin Sia) estrela a produção. O elenco ainda conta com Park Eun-bin, Seo Eun-soo, Jin Goo, Sung Yu-been, Jo Min-soo e Lee Jong-suk.
A atriz Kim Da-mi reprisa o seu papel do primeiro filme.
‘Asteroid City’ é descrito como uma meditação poética do significado da vida. A história gira em torno de uma deserta cidade estadunidense em meados de 1950 e foca em uma convenção chamada Junior Stargazer, que reúne estudantes e pais ao redor do pais para uma competição escolar.
O filme recebeu a classificação Rated-R nos EUA, o que significa que somente poderá ser visto por maiores de 17 anos. O detalhamento da restrição indica apenas “Breve nudez gráfica”. O diretor, os produtores e a distribuidora do filme devem recorrer para tentarem abaixar a alta classificação visando uma melhor bilheteria.
O longa será lançado por tempo limitado no dia 16 de junho de 2023, em salas de cinema selecionadas, com exibição mundial prevista para 23 de junho.
O longa é baseado em uma história criada por Anderson e Roman Coppola.
A famosa casa de Amityville vai ganhar um novo filme, mais pirado do que nunca. O terror trash ‘Amityville in Space‘ desta vez levará a icônica casa maldita para o espaço sideral (!!).
A batalha final contra a maldição de Amityville começa após a infame casa maldita ser exorcizada da Terra e reaparecer no espaço.
O filme segue dois seres feitos de fogo e água que, apesar de suas diferenças elementares fundamentais, percebem que têm muitas semelhanças.
De acordo com a sinopse, “o filme embarca na aventura de uma dupla improvável, Ember e Wade, em uma cidade onde os moradores do fogo, água, terra e ar vivem juntos. A faiscante jovem e o garoto tranquilo estão prestes a descobrir algo elementar: o quanto eles realmente têm em comum”.
O diretorPeter Sohn disse que: “Nossa história é baseada nos elementos clássicos: fogo, água, terra e ar. Alguns destes elementos se misturam entre si, outros não. E se estes elementos estivessem vivos?”.
‘Elementos‘ tem estreia prevista para 16 de junho de 2023.
O site afirma que o diretor do primeiro filme, Parker Finn, fechou um acordo de exclusividade com o estúdio – e ‘Sorria 2‘ é “uma de suas maiores prioridades”. O artigo também aponta que o cineasta também irá escrever, produzir e dirigir outros filmes do gênero para a Paramount como parte do acordo.
“O sucesso de ‘Sorria’ é o resultado do talento e da visão única de Parker Finn, e nós estamos muito animados por ele fazer da Paramount o seu lar,”declarou o CEO do estúdio, Brian Robbins.
Anteriormente, Finn havia revelado que a sequência irá surpreender o público:
“Eu desenvolvi o terror ‘Sorria’ para ser uma história independente e contida. Não imaginava que haveria tantas pessoas esperando por uma sequência. Dito isso, acredito que há elementos no primeiro filme que são propositalmente inexplorados, e seria muito divertido ter a chance de me profundar neles. Também há coisas que não pude fazer no filme original que não pude fazer por causa das restrições do orçamento ou que não se encaixavam na história.”
Ele continua, “Eu não quero simplesmente repetir a mesma coisa, mas acredito que há direções interessantes no universo de ‘Sorria’. Quero desenvolver algo inesperado para o público, com muitas reviravoltas.”
Com US$ 209.9 milhões arrecadados mundialmente, o terror ‘Sorria‘ conseguiu ultrapassar a bilheteria total de ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ (US$206.4M), tornando-se a maior arrecadação do gênero desde o início da pandemia.
Após testemunhar um incidente traumático envolvendo uma paciente, a Dra. Rose Cotter começa a ser assombrada por ocorrências sobrenaturais que ela não consegue explicar. Logo, ela deve confrontar seu passado problemático para sobreviver e escapar de sua nova realidade sinistra.
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