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‘Mulher-Maravilha’ será bissexual nos cinemas?? Fã cria abaixo-assinado!

Nas HQs, a Mulher-Maravilha é uma personagem bissexual que cresceu em uma ilha repleta de mulheres e nunca havia conhecido um homem. Porém, no Universo Estendido da DC Comics isso nunca foi comentado.

Uma petição no Change.org, iniciada pela embaixadora do GLAAD, Gianna Collier-Pitts, pediu para que o próximo filme explique que Diana não era uma mulher hétero enquanto ela crescia em Themiscyra.

“Uma Amazona não olha pra outra Amazona e diz ‘você é gay’. Elas não fazem isso. O conceito não existe. Agora, a pergunta é se Diana se apaixonou e teve relações com outras mulheres. A resposta obviamente é sim. Ela não vai embora por que ama Steve. Ela quer conhecer e salvar o mundo, e decide fazer esse sacrifício”, afirma a petição.

Em recententemente entrevista à Variety, a atriz Gal Gadot falou sobre a bissexualidade da personagem.

“Não conversamos sobre isso durante a produção do filme, mas li os comentários do [roteirista das HQs] Greg Rucka e concordo completamente com ela. Ela não se relaciona com outra mulher nesse filme, mas não tem problema. Ela é uma mulher que ama pessoas, independente do sexo. Acredito que ela seja bissexual”, afirmou.

No último mês, Rucka revelou em entrevista ao Comicosity que a personagem sempre foi imaginada como uma mulher bissexual.

“Quando você pensa em Themyscira, a primeira pergunta é como aquelas mulheres poderiam não se relacionar sexualmente. Faz todo o sentido que elas tenham relacionamentos homo afetivos. Uma amazona não recrimina a outra dizendo: ‘Você é homossexual!'”, afirmou.

Segundo ele, não existe preconceito na terra das amazonas.

“O conceito de homossexualidade sequer existe para elas. Se Diana já teve relacionamentos com outras mulheres? É óbvio que sim”, concluiu.

Mulher-Maravilha 2‘ teve sua estreia agendada para 13 de dezembro de 2019.

Andrew Lincoln deixará a série ‘The Walking Dead’ na próxima temporada

A 9ª Temporada de ‘The Walking Dead‘ será a última do ator Andrew Lincoln, que interpreta Rick Grimes.

Segundo o Collider, Lincoln confirmou sua saída da série da AMC em sua nona temporada, que está atualmente em produção.

Como Lincoln sairá da série é desconhecido, mas espera-se que ele seja eliminado antes do final da próxima temporada.

Novidades surgirão nos próximos dias.

Além dele, a atriz Lauren Cohan terá uma participação bem menor na próxima temporada em virtude da sua contratação para estrelar uma nova série da emissora ABC, intitulada ‘Whiskey Cavalier’. Em se tratando de ‘TWD’, o TV Line afirma que Cohan aparecerá em seis dos oito episódios do próximo ciclo.

The Walking Dead é transmitida no Brasil pelo canal pago Fox.

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‘Megarrromântico’, com Rebel Wilson e Liam Hemsworth, estreia direto na Netflix do Brasil

A comédia ‘Megarrromântico‘ (Isn’t It Romantic), que traz a atriz Rebel Wilson presa em uma comédia romântica, será lançada no Brasil direto pela Netflix.

O serviço de streaming anunciou que a estreia por aqui acontece dia 28 de Fevereiro. Nos EUA, a produção estreia no dia 14 de fevereiro de 2019 nos cinemas – em pleno dia dos namorados.

Assista ao trailer legendado:

Conheça os Filmes e Séries que estreiam na Netflix em FEVEREIRO

Na trama, Wilson interpreta Natalie, uma arquiteta cínica que detesta comédias românticas e as considera histórias fantasiosas. Mas após brigar com um ladrão, ela fica inconsciente e acaba acordando dentro de um filme do gênero, em que ela é a protagonista principal.

Liam Hemsworth e Priyanka Chopra completam o elenco.

 

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Regram from @isntitromantic: @rebelwilson, @liamhemsworth, @andybovine, and @priyankachopra star in #IsntItRomantic, only in theaters February 13!

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10 motivos que tornam ‘The Boys’ uma série incrível

The Boys é um fenômeno. Como noticiado pelo CinePOP, a série da Amazon superou em popularidade as produções de super-heróis da Netflix, concorrente de streaming.

Essa explosão não é por acaso. The Boys é uma ótima série e conta com oito episódios em sua primeira temporada. A história é baseada em uma série de HQ homônima lançada no ano de 2006, que devido ao seu conteúdo extremamente pesado enfrentou diversas resistências, inclusive chegando ao ponto de ser necessário mudar de editora. Em um primeiro momento na Wildstorm, que tinha o selo da DC, e depois pela Dynamite Entertainment.

A adaptação televisiva chegou em julho de 2019 e surpreendeu positivamente a muitos que desconheciam a HQ – a imensa maioria do público – e rapidamente conquistou os fãs.

Mas afinal, por que The Boys é um sucesso? Há vários motivos para a série ser esse fenômeno, tais como:

 

1. Homelander 

A história de The Boys é guiada à princípio pelo ponto de vista de Huguie e Starlight. Porém, a cada episódio Homelander, ou Capitão Pátria, rouba os holofotes para si. O personagem é uma atração à parte e a atuação de Antony Starr merece todos os aplausos possíveis. O trabalho do ator é sensacional e traz toda uma aura de medo e suspeita a cada aparição de Homelander. A qualquer momento o público cogita a possibilidade dele matar as pessoas ao seu redor, independentemente de serem aliados ou inimigos.

Toda a figura praticamente divina de Homelander acrescentou muito à série e nos apresentou momentos marcantes como a cena do avião, por exemplo. Cada segundo do personagem em tela traz tensão devido a sua personalidade e imprevisibilidade.

 

2. Foge do padrão das séries de herói 

Levando como referência as séries de super-heróis dos últimos anos como Arrow, Flash, Supergirl e Agents of Shield, por exemplo, The Boys é totalmente diferente. As produções da Marvel/Netflix como Demolidor e dos demais Defensores têm um tom mais sério, mas ainda assim não é nada que se assemelhe ao roteiro de The Boys nesse sentido. Talvez quem mais se assemelhe seja Watchmen, que em breve será lançada. Em meio a tantas histórias envolvendo heróis na década, é interessante acompanhar algo que fuja do comum.

 

3. Toca na ferida de muitos através de críticas diretas e indiretas 

The Boys pode ser apresentada como uma série que faz uma crítica aos super-heróis, o que é verdade. Porém, ela não foca só nisso e, além de nos mostrar o mundo sujo que poderia ser esse contexto com super seres, também aborda algo mais amplo, como o culto às celebridades em si, sejam artistas, esportistas, políticos, etc, celebridades em geral. A diferença do mundo artificial frente às câmeras e quem realmente eles são.

 

4. Trata de temas atuais 

A série apresenta um conteúdo bem realista na medida do possível e aborda temas que estão em pauta de modo forte nos últimos tempos, como a questão do #metoo, referente a casos de estupro, representado pelo primeiro momento de Starlight sendo oficialmente parte dos Seven.

Há uma inteligência de roteiro em não deixar a cena gratuita, visto que o acontecimento move a trama alguns episódios depois e é primordial para o plot dos personagens envolvidos e o feedback das pessoas comuns de um modo geral.

Outro exemplo é a necessidade de sempre querer fazer tudo com algum tipo de registro em vídeo para que assim a ocasião possa ser explorada o máximo possível, trazendo assim diversos benefícios, geralmente em modo de dinheiro através do marketing obtido por meio de um acaso sério, como um impedimento de um assalto, morte ou estupro.

 

5. Vulnerabilidade do grupo dos protagonistas

Enquanto os Seven, a elite dos super-heróis, são o alvo, os rapazes que miram esse grupo têm poder destrutivo teoricamente quase nulo se comparados a seus adversários repletos de poderes. À exceção da Female, que é abastecida com o Composto V, todo o restante da equipe não tem acesso a super-força, voo, super velocidade nem qualquer tipo de poder. Isso faz com que determinado descuido cause um pensamento de que eles podem morrer a qualquer momento se forem pegos, causando assim um maior ar de tensão a cada execução mal feita de um plano.

 

6. Física não é totalmente desprezada

Algo comum em histórias de super-heróis – e completamente compreensível – é o desprezo da física em certas situações clássicas de quadrinhos. Afinal, se, por exemplo, a Louis Lane cair de um avião e o Superman esperá-la um pouco abaixo para pegá-la em seus braços, ela certamente quebraria todos os ossos no impacto. Em The Boys, há uma maior aproximação com a realidade em relação à física nesse tipo de situação. No ponto de partida da série, A-Train, o Trem Bala, simplesmente dizima o corpo de Robin, sobrando apenas os braços dela. Em outra situação, Billy e Hughie vão a um encontro de pessoas que sofreram de “efeitos colaterais” de um momento envolvido com heróis, como o fato de uma ter sido salva por um, porém tendo a coluna quebrada para isso acontecer.

Esse tipo de questão também foi abordada em um momento chave: a cena do avião envolvendo Homelander e Queen Maeve. A heroína sugeriu a seu parceiro meios de carregar o avião para manter todos os passageiros vivos, mas teve que ouvir o contraponto de uma explicação no mínimo plausível por parte dele, mostrando o motivo de tal ato não ser possível, embora em meio a isso tivesse uma grande má vontade em pensar em formas de conseguir manter todos com vida.

 

7. Aborda diferentes pontos de vista e apresenta contrapontos

Parte dos “vilões” da história, que na verdade são os heróis pertencentes aos Seven, têm seus próprios conflitos internos. The Deep, ao mesmo tempo em que demonstra ser um indivíduo terrível que abusou sexualmente de Starlight sem um pingo de arrependimento, também sofre por ser visto como uma piada dentro do grupo e faz o possível para salvar seus amigos marinhos. O que não justifica seus atos desprezíveis, mas dão uma maior camada ao personagem.

Quem também pode ser visto através de vários olhares é Queen Maeve. A personagem deixa claro que foi engolida pelo sistema e desistiu de seus princípios. Ela é um paralelo com Starlight, porém com anos a mais de vivência no meio. Ela é conivente com diversas situações terríveis, principalmente quando está ao lado de Homelander, mas ainda assim tem o remorso, o sentimento de culpa por ações nas quais ela tem responsabilidade. O conflito interno dela é grande e torna possível avaliá-la tanto quanto uma pessoa boa quanto uma má. A complexidade do ser humano e todas as suas faces está bem representada na referida heroína.

O conhecimento desta humanização de alguns dos super seres ruins servem em alguns momentos como ferramenta para moldar a perspectiva do grupo principal, os rapazes. Hughie fica balançado ao saber que o Translúcido, um sujeito completamente inconveniente e que abusava de seu poder para ser evasivo e ficar no banheiro feminino observando as mulheres, passava parte de seu tempo livre junto a seu filho após passar por um processo de divórcio.

Em resumo, nem tudo é preto ou branco. A maioria dos personagens é cinza, independentemente de qual lado esteja. Talvez a única que não tenha, ao menos ainda, um flerte com uma contraparte é Starlight.

 

8. Haley Joel Osment

Muitas pessoas olharam o personagem Mesmer e tiveram a sensação de conhecerem o ator de algum lugar, sem saber exatamente de onde. Pois bem, Haley Joel Osment interpretou Cole Sear, a famosa criança do filme O Sexto Sentido. Além de ver gente morta, agora ele também vê o que os outros têm em mente.

Um detalhe é que em The Boys o personagem de Haley é alguém que teve seu auge enquanto criança, mas depois caiu em um quase anonimato, sem mais nenhum grande sucesso, tal qual o ator. Difícil acreditar que a escolha dele para interpretar o personagem tenha sido uma coincidência.

Valeu para matar o saudade do ator e ver como ele está atualmente. Seu nível de atuação é inquestionável desde pequeno.

 

9. Gore

Não é comum ver cenas gore em filmes e séries envolvendo super-heróis. The Boys dá seu cartão de visitas logo nos primeiros minutos com um momento desse tipo – na cena da morte de Robin – e apresenta assim o tom que dá vida a todo o restante dos episódios. Para quem assistiu sem nenhuma referência do material original dos quadrinhos ou dos trailers lançados pela Amazon Prime Video, o momento foi um choque e causou um impacto, em maior parte das vezes, positivo no público.

 

10. Poucas lutas de fato

The Boys é tão incrível que em suas oito horas de duração total da temporada nos apresenta pouquíssimos momentos de confrontos físicos entre seres superpoderosos e quase ninguém se incomodou com isso. A série é muito mais abrangente no sentido de explorar aquelas figuras enquanto celebridades e/ou seres divinos e o impacto que eles têm na sociedade, mídia e cultura pop do que em simplesmente abordar as lutas e o uso dos super-poderes dos personagens em duelos de força. O que teoricamente poderia ser um ponto fraco acaba sendo um grande trunfo da produção.

Com todos estes motivos, é perfeitamente compreensível o sucesso e o crescimento de popularidade da série. A qualidade de roteiro e produção justifica todo o hype. Que venha a segunda temporada.

 

 

 

 

 

 

‘The Batman’: Ben Affleck torce pelo sucesso de Robert Pattinson no papel

Depois de atuar como o Homem-Morcego em ‘Batman vs Superman‘, ‘Esquadrão Suicida‘, e ‘Liga da Justiça‘, Ben Affleck iria vestir o capuz do herói mais uma vez em ‘The Batman‘.

Além de estrelar, o astro iria escrever, produzir e dirigir a adaptação, mas acabou abandonando o projeto para tratar de seu vício em bebidas alcoólicas.

Agora que o ator vai aparecer novamente como o Cavaleiro das Trevas no “Snyder Cut” de ‘Liga da Justiça‘, Affleck foi questionado pelo jornalista Jake Hamilton sobre a escolha de Robert Pattinson como o novo Batman:

“Estou na torcida pelo sucesso do filme porque acho Robert [Pattinson] um ótimo ator. Ele vai se sair bem. Passei a gostar mais de quadrinhos nos últimos anos… Então estou curioso e entusiasmado com o projeto.”

 

Lembrando que ‘The Batman‘ tem previsão de estreia para 1º de outubro de 2021.

Robert Pattinson viverá o personagem-título. O elenco ainda conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos MaxCharlie Carver.

Dirigido por Matt Reeves, o longa irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

Redes de Cinema preparam RETALIAÇÃO contra a Warner Bros.; Entenda!

Os executivos das redes de cinemas não estão nada felizes com a decisão da Warner Bros. de estrear todos os seus filmes de 2021 nos cinemas e na HBO Max ao mesmo tempo, e estão planejando uma retaliação.

Segundo Aaron Couch, do The Hollywood Reporter, as redes de cinemas estão considerando reduzir os ingressos dos filmes da Warner para que o estúdio não fature quase nada com os lançamentos.

A ideia é colocar o valor entre US$ 3 e 5 dólares, contra os US$ 20 dólares habituais que eles cobram de filmes de outros estúdios.

E redes como a AMC e a Cinemark pretendem não exibir alguns dos filmes da Warner.

Além disso,a produtora Legendary Entertainment está insatisfeita com a decisão da Warner Bros. de lançar ‘Godzilla vs Kong‘ e ‘Duna‘ simultaneamente nos cinemas e no serviço de streaming da HBO Max.

O site afirma que a Legendary deve se manifestar, desafiando a decisão da Warner de lançar ‘Duna‘ e ‘Godzilla vs Kong‘ na HBO Max. Alegadamente, a Netflix teria oferecido US$ 250 milhões para exibir o filme sobre o crossover épico entre os dois monstros, mas a WarnerMedia acabou bloqueando o acordo. Além disso, fontes afirmam que a Legendary não teve uma aviso prévio sobre o plano de lançamento na HBO Max.

A produtora e seus parceiros foram responsáveis por 75% do orçamento de US$ 165 milhões de ‘Duna‘, que foi desenvolvido para ser o começo de uma nova franquia. O maior questionamento é se o lançamento no serviço de streaming irá prejudicar a possível franquia a longo prazo.

Vale lembrar que, apesar da Legendary ter investido mais dinheiro no orçamento, quem controla o lançamento das produções é a Warner Bros.

Confira o primeiro teaser:

Inicialmente com estreia prevista para novembro deste ano, o filme foi adiado para 21 de maio de 2021 em virtude da pandemia do COVID-19.

A Legendary e a Warner Bros. deram início ao MonsterVerse em 2014 com ‘Godzilla‘, que abriu o caminho para ‘Kong: Ilha da Caveira‘. O filme mais recente foi a sequência ‘Godzilla: Rei dos Monstros‘, que não agradou aos críticos e teve uma jornada decepcionante nas bilheterias.

Leia a sinopse:

“Lendas colidem quando Godzilla e Kong, as duas forças mais poderosas da natureza, se enfrentam numa batalha espetacular que ficará para a História! A guerra dos monstros se espalha na superfície e atinge o centro do nosso mundo à medida que incrível segredo desse reino de titãs conhecido como A Terra Vazia é revelado”. 

Godzilla vs Kong‘ terá baixa indicação etária, sendo recomendado para maiores de 14 anos (PG-13). O longa foi classificado por “sequências intensas de violência/destruição entre criaturas e linguagem leve”.

O elenco conta com Millie Bobby Brown, Julian DennisonRebecca HallEiza GonzalezBrian Tyree HenryAlexander Skarsgård, Jessica Henwick Demian Bichir no elenco.

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER] 

‘Freddy vs. Jason’: Robert Englund quer sequência ao invés de remake

Em entrevista ao Too Fab, o astro Robert Englund revelou que achou o lançamento do remake de ‘A Hora do Pesadelo‘ muito prematuro, e afirmou que gostaria de ter feito uma sequência de ‘Freddy vs. Jason‘ antes do reboot da franquia.

“Acho que o remake foi feito de forma muito apressada. Acredito que o remake de ‘A Hora do Pesadelo’ foi muito prematuro. Nós devíamos ter feito uma sequência para ‘Freddy vs. Jason’ e esperado mais uns 5 ou 10 anos. Acho que a mesma coisa aconteceu com ‘Brinquedo Assassino’.”

Ele continua, “Freddy ainda faz parte da cultura popular. [A imagem dos filmes antigos] em Blu-ray em uma tela grande é até melhor atualmente do que quando os longas foram lançados nos cinemas. Qualquer pré-adolescente com 12 anos que assistir vai amar. Você não precisa alcançar uma nova geração ainda.”

Recentemente, rumores apontam que um possível remake de ‘Freddy vs. Jason‘ está em desenvolvimento.

Foi dito que o longa deve servir como um meio para revitalizar ambas as franquias para as novas gerações, já que ‘A Hora do Pesadelo‘ também perdeu força nos últimos anos.

Maiores detalhes não foram revelados, então não há informações sobre direção, elenco e previsão de estreia.

Considerando que os criadores de ‘Sexta-Feira 13‘ continuam brigando pelos direitos da franquia, o remake pode demorar um bom tempo para entrar em produção.

Lançado em 2003, ‘Freddy vs Jason‘ se tornou parte oficial do cânone de ambas as franquias e apresentou pela primeira vez um crossover entre vilões de filmes de terror slasher.

Dirigido por Ronny Yu, o longa arrecadou US$ 116,6 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de apenas US$ 25 milhões.

Há alguns meses, Eliajh Wood declarou seu desejo de desenvolver um reboot de A Hora do Pesadelo através de sua produtora, a SpectreVision.

Durante uma entrevista para o Coming Soon, o astro revelou seu desejo de trazer Robert Englund como Freddy Krueger para os novos filmes.

Além disso, Wood também revelou que não pretende recontar a história de origem do vilão para investir em uma história completamente diferente.

“Se vamos dar continuidade a essa franquia, precisamos trazer Robert Englund de volta para mais filmes. Mas não acho interessante contar a mesma história de novo, e não precisamos contar sua origem mais uma vez… Na verdade, [o foco] nem deve ser tanto sobre Freddy Krueger.”

Para alguns, reduzir a presença de Freddy pode ser uma ideia arriscada, mas vale lembrar que o original foi focado em Nancy (Heather Langenkamp) e suas amigas tentando sobreviver aos ataques do vilão.

Lembrando que um novo filme ainda não oficialmente confirmado, já que a ideia está nos estágios iniciais, mas parece que a SpectreVision já entrou em contato com Englund para duscutir as negociações para o papel.

Lançado em 1984, o filme original foi escrito e dirigido por Wes Craven, falecido em 2015, e trouxe a participação de Johnny Depp, Ronee Blakley, Heather Langenkamp, Amanda Wyss, e Nick Corri.

Desde então, o filme construiu um enorme legado para o subgênero slasher, dando origem a seis sequências e um remake.

Ao total, a franquia arrecadou mais de US$ 583 milhões pelo mundo e tornou-se a terceira saga de terror mais lucrativa da história – perdendo para ‘Sexta-Feira 13(US$671,5 milhões) e ‘Halloween(US$620,4 milhões).

Conheça os FRACASSOS nos cinemas que fizeram sucesso na Netflix…

Definitivamente, a Netflix é a locadora dos novos tempos. Quem viveu a época das lojas de alugueis de vídeos jamais esquecerá a satisfação que era perder horas com os amigos ou sozinho escolhendo filmes para ver nos fins de semana junto da família. Hoje, o processo é bem mais rápido (espera-se) e o poder de escolha está na ponta de nossos dedos, com um acervo igualmente grandioso nas mais variadas plataformas de streaming. Isso sem falar no somatório que é nunca encontrar o filme que você deseja assistir “alugado” por outro. Um movimento extremamente frustrante na época.

Mas nem tudo mudou com a modernidade. Um dos fenômenos mais interessantes e muito bem-vindos que surgiram com o advento das videolocadoras foi a segunda chance que muitas produções receberam junto ao público após sua saída das telonas. Muitos filmes e até mesmo superproduções que se mostravam fracasso de público, e inclusive de crítica, na época de sua estreia nos cinemas eram redescobertas por novos espectadores e reavaliadas gerando assim uma legião de fãs, sendo tratadas como cult. Foi assim, por exemplo, com Blade Runner, de Ridley Scott.

O mesmo fenômeno começa a ocorrer cada vez em maior escala agora na Netflix. E somos totalmente a favor, já que toda e qualquer produção cinematográfica merece segunda, terceira e até quarta chance de redescobrir seu público e se tornar sucesso. Pensando nisso, resolvi criar esta nova matéria abordando justamente o fato dos filmes que foram fracasso de público nos cinemas e massacrados pela crítica em seu lançamento nas telonas, mas que ao caírem na plataforma de streaming número 1 do mundo foram abraçadas pela chamada “geração Netflix” se tornando sucesso no serviço. Conheça abaixo e não esqueça de comentar.

47 Ronins

Superprodução problemática de US$175 milhões da Universal Pictures, o blockbuster de 2013 sofreu com diversos atrasos e refilmagens, resultando num fracasso que sequer pagou seu orçamento – também com um valor inflado destes, como poderia? Estrelado pelo muso Keanu Reeves, 47 Ronins talvez seja um dos fiascos mais monumentais de sua carreira. Porém, ao cair no acervo da Netflix, o filme fez tanto sucesso com os usuários da nova geração, que rapidamente entrou no top 10 dos mais vistos na plataforma. Tamanho sucesso começou a gerar boatos de que talvez uma continuação do filme esteja sendo planejada pela agora também produtora de filmes – algo que a Netflix já havia realizado com a sequência O Tigre e o Dragão 2 – A Espada do Destino (2016).

Versões de um Crime

Seguimos com o astro Keanu Reeves. Seja sincero, você já tinha ouvido falar deste filme? Pois é, mas o longa chegou a ser exibido brevemente nos cinemas brasileiros em março de 2017. E sim, passou totalmente em branco. Na trama, Reeves interpreta um advogado tentando provar a inocência de um adolescente num caso de assassinato. Além do astro, o elenco conta ainda com a vencedora do Oscar Renée Zellweger e Gugu Mbatha-Raw. Esse é um filme que nem mesmo os envolvidos devem lembrar de ter feito e sua bilheteria mundial não chegou sequer a US$2 milhões. Apesar disso, se tornou sucesso na plataforma da Netflix, de forma inesperada. Infelizmente, o filme não está disponível em nosso país, constando somente no serviço dos EUA.

Hacker

Além de Keanu Reeves, outro astro muito querido do público atualmente é o boa-praça Chris Hemsworth, intérprete do super-herói da Marvel, Thor. Até mesmo suas bolas fora, vide o recente Homens de Preto Internacional (2019) parecem não manchar muito sua reputação, tamanho é o nível de aceitação do “queridómetro” do ator loiro. Em sua escalada na fama, Hemsworth fez parceria com o quase sempre ótimo diretor Michael Mann (Fogo Contra Fogo e Colateral), achando que seria um passo importante em sua carreira. Mas Hacker (2015), que traz ainda Viola Davis no elenco, custou US$70 milhões e rendeu apenas US$19 milhões mundiais, no Brasil vindo parar direto no mercado de vídeo. Nada disso impediu, porém, o filme de se tornar a nova sensação assim que foi lançado na plataforma da Netflix – muito devido à fama e carisma do ator.

Férias Frustradas

Aos poucos parecemos estar voltando à era dos astros. Bem, ou quase. É inegável que com o advento das redes sociais, onde podemos acompanhar de perto como nunca antes o dia a dia das queridas celebridades, seu status junto ao público é lapidado constantemente. Junte a isso o crescimento das plataformas de streaming que formam novas gerações de aficionados por filmes diariamente e temos novos queridinhos de Hollywood nascendo a todo instante. Isso explica a nova chance que fracassos estão recebendo. Muitos fãs da nova geração sequer lembram ou de fato tiveram conhecimento que tais filmes agora exibidos na Netflix, por exemplo, foram lançados nos cinemas e passaram em branco há 5, 6 anos atrás. Afinal este é o  tempo para formar uma nova geração. É o caso com este reboot da franquia de comédia clássica iniciada em 1983, que em 2015 se tornava fracasso retumbante de crítica, mas nem tanto de bilheteria. Ao passar pela Netflix, viu surgiu uma onda de popularidade que não havia tido no passado. O filme não está mais no acervo da plataforma. Ah, e sim, conta com Chris Hemsworth no elenco.

A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell

Esse aqui deu o que falar na época! Primeiro por ser a adaptação de uma das animações japoneses mais queridas e prestigiadas de todos os tempos pelas mãos de Hollywood. Segundo por ser acusado de White washing, termo usado para quando atores caucasianos assumem papeis que deveriam pertencer a outra etnia. Aqui, a muito americana Scarlett Johansson assumia as formas de uma protagonista asiática. Uma nova polêmica para o diretor “maldito” Rupert Sanders, cujo caso extraconjugal com a atriz Kristen Stewart já havia dado o que falar no lançamento de Branca de Neve e o Caçador (2012). O filme até tenta dar uma explicação para a mudança de raça da protagonista, mas de forma geral o Ghost in the Shell de “carne e osso” terminou esnobado. Isto é, até cair na Netflix, onde foi abraçado pela nova geração se tornando um dos sucessos da casa.

mãe!

Por falar em filme polêmico, nada nem ninguém preparou o público para a mais recente insanidade do controverso Darren Aronofsky. Amado por uns, e odiado por tantos outros, o longa era anunciado como um terror conceitual com a estrela Jennifer Lawrence nos moldes de O Bebê de Rosemary, e a campanha de marketing fazia questão de enfatizar as semelhanças. Um elenco de peso contando com nomes como Javier Bardem, Michelle Pfeiffer e Ed Harris apenas injetavam mais expectativa na obra. E o que ganhamos, bem… foi um filme verdadeiramente alucinado e insano que nada mais era do que uma nova interpretação bíblica do surgimento do homem na Terra e a relação com Deus e a Mãe Natureza. Tudo disfarçado de filme de terror e suspense. Uma ideia ambiciosa e pretensiosa, que terminou não agradando e nem desagradando demais. Uma vez que entendemos a proposta, a reação geral foi de “ok, legal”. Ao cair na Netflix, o filme fez novo barulho se tornando sucesso de audiência, porém, voltou a desagradar grande parte do público que não sabia do que se tratava.

Esquadrão Trovão

Aqui temos um caso curioso. Não são apenas os fracassos do cinema e produções esquecidas que a Netflix faz “virar ouro”. A plataforma de streaming tem o poder inclusive de transformar seus próprios fiascos monumentais em sucesso. Ou quem sabe em relativo sucesso. Tudo que a Netflix lança termina gerando falatório de uma forma ou de outra. Foi o caso com este Esquadrão Trovão, cuja proposta era subverter o gênero muito popular dos filmes de super-heróis. A sacada aqui é transformar em heroínas poderosas as quarentonas acima do peso Melissa McCarthy e Octavia Spencer, duas atrizes que não pensaríamos como personagens uniformizadas combatendo o crime. Acontece que mesmo massacrado pela crítica e público, a curiosidade do espectador falou mais alto, garantindo a entrada de Esquadrão Trovão no top 10 da plataforma.

Sites PIRATAS de filmes e séries serão removidos da internet, indica a Anatel

A Anatel – Agência Nacional de Telecomunicações – e a Ancine fecharam acordo nessa semana para acabarem com os sites e apps de conteúdos audiovisuais piratas. Essa é a segunda etapa do combate à pirataria no mercado de TV por assinatura estabelecido pela Anatel.

De acordo com o site Teletime, a ideia é que, a partir de denúncias da Ancine (agência reguladora do mercado audiovisual) de infração de direitos de propriedade dos conteúdos audiovisuais distribuídos pelas redes de telecomunicações, a Anatel possa determinar aos operadores de banda larga o bloqueio dos IPs de onde os conteúdos estão sendo distribuídos, seja para sites na web, seja em aplicativos para smartphones.

Anteriormente, a Anatel havia determinado o desligamento de aproximadamente 5 milhões de aparelhos clandestinos de prestadores ilegais de serviços de telecomunicações. O serviço clandestino dava aos usuários acesso a aplicativos restritos, incluindo streamings de filmes e séries.

A Anatel não pode determinar o bloqueio de aplicativos e sites com conteúdos piratas por não ter poder de atuação em relação ao conteúdo. Por isso, ao firmar um acordo com a Ancine, que tem, por lei, atribuição de “zelar pelo respeito ao direito autoral sobre obras audiovisuais nacionais e estrangeiras”, conforme a MP 2.228/2001, ficará mais fácil de derrubar os sites e apps com infração de direitos de transmissão de determinados conteúdos.

O site ainda afirma que a medida não deve começar de imediato, mas muito em breve, visto que a Ancine alterou, em dezembro, a sua abordagem na questão do combate à pirataria, focando-se exclusivamente na questão da proteção da propriedade intelectual.

Com apenas 15% de aprovação dos críticos, filme com Britney Spears será lançado na Netflix

Crossroads – Amigas Para Sempre‘, icônico filme estrelado por Britney Spears, Zoë Saldaña, Kim Catrall, Dan Aykrord e Taryn Manning, será lançado no streaming pela primeira vez no Brasil.

O filme chega no catálogo da Netflix dia 15 de Fevereiro.

A trama de ‘Crossroads: Amigas para Sempre‘ segue três jovens, amigas de infância, que estão prestes a entrar na vida adulta e partem em uma viagem pelos Estados Unidos, de carona com um desconhecido. Durante o trajeto, redescobrirão a si mesmas e a amizade que as une.

Apesar de ter ganhado seus admiradores com o passar dos anos, o longa foi massacrado pelos críticos na época do seu lançamento – com apenas 15% de aprovação no Rotten Tomatoes. Além disso, a produção também decepcionou nas bilheterias, arrecadando apenas US$ 61.1 milhões mundialmente.

Mesmo assim, a diretora Tamra Davis revelou que o filme pode ganhar uma sequência depois que a roteirista Shonda Rhimes teve uma ideia para um novo capítulo na história.

“Atualmente, estou trabalhando com Van Toffler, que foi o produtor do projeto, e ele mencionou isso [a possibilidade de uma sequência]. Acredito que ele tenha conversado com Britney a respeito através de sua equipe de gerenciamento. Parece que Britney não está muito interessada em atuar novamente.”

Davis revelou que Rhimes, que escreveu o roteiro do filme original, tem uma ideia para uma sequência.

“Sei que Ann [Carli, produtora] conversou com Shonda sobre algo, e Shonda teve uma ideia, então quem sabe se isso terá continuidade. Sei que Shonda é incrível, então espero que ela esteja envolvida”, disse Davis.

 

‘Deadpool e Wolverine 2’? Marvel agenda TRÊS filmes para 2028

A Marvel Studios retirou ‘Blade‘ de seu calendário de estreias e confirmou o lançamento de três filmes para 2028.

Nenhum dos filmes teve seu título revelado.

Confira:

  • 2 de fevereiro de 2028
  • 5 de maio de 2028
  • 10 de novembro de 2028

Deadpool e Wolverine, longa mais recente da Marvel que arrecadou mais de 1 bilhão nas bilheteiras, pode ser um desses filmes, segundo rumores.

De acordo com informações do ComicBookMovie, o projeto ainda não está em fase de desenvolvimento, mas há indícios de que a Marvel Studios está considerando sua produção.

Ainda não se sabe se Shawn Levy retornará à direção, e, como a produção ainda está em planejamento, detalhes da trama permanecem desconhecidos.

Anteriormente, Ryan Reynolds e Hugh Jackman expressaram interesse em voltar aos seus papéis em entrevistas, mas foram cautelosos para não insinuar que algo estava realmente em andamento.

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

Esse grande mistério precisa ser EXPLICADO na temporada final de ‘Stranger Things’

A quinta temporada de Stranger Things será a última e promete finalmente responder uma das maiores questões deixadas pela série: a origem dos poderes de Vecna.

Embora Henry Creel tenha sido revelado como o grande vilão na quarta temporada, com sua transformação sendo mostrada para o público, a série ainda não explicou exatamente como ele adquiriu suas habilidades sobrenaturais.

Sabemos que Henry Creel era uma criança poderosa que matou sua própria família; no entanto, ainda não temos nenhum detalhe sobre a fonte de seus poderes.

Enquanto os poderes de Onze surgiram como resultado de experimentos no projeto MK Ultra, as habilidades de Vecna ainda são um enigma. A série da Netflix não confirmou se Henry conseguiu seus poderes de alguma forma ou se simplesmente nasceu assim.

Com a quinta temporada estreando em 26 de novembro, há grande expectativa de que Stranger Things finalmente explique a origem dos poderes de seu vilão mais temido e poderoso. 

Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente.

Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.

Lembrando que o ciclo de encerramento será dividido em três partes:

Volume 1: 26 de novembro, às 22h
Volume 2: 25 de dezembro, às 22h
Episódio final: 31 de dezembro, às 22h

O elenco estelar inclui, além de Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten Matarazzo e Sadie Sink, bem como Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

 

Crítica | O Melhor de Mim

Aqueles que se amam e por circunstâncias do destino são separados, podem viver sua dor, mas isso não é desespero: eles sabem que o amor existe. Com essa famosa frase do filósofo argelino Albert Camus, começamos a explorar mais um filme lançado nesses últimos anos baseado em uma obra do mais romântico dos autores atuais, Nicholas Sparks. Dirigido por Michael Hoffman (do ótimo O Clube do Imperador) e estrelado por atores secundários de Hollywood, O Melhor de Mim é marcado pelo tom melancólico, alguns lapsos de boas cenas e uma massiva e desnecessária propaganda de uma marca de cerveja bem famosa nos Estados Unidos.

Na trama, somos jogados ao universo de Amanda e Dawson (calma, não é o Dawson chato de Dawson’s Creek). Dois pombinhos que tiveram um grande amor na adolescência e por circunstâncias do destino, e da criatividade dramática de Sparks, tiveram que se separar. Amanda é uma mulher inteligente que após romper com Dawson, teve a vida que seus pais sempre sonharam, casou com um homem rico, teve filhos, mas tem uma vida pra lá de solitária. Já Dawson é um homem gentil e educado, com muitos problemas familiares teve que optar por escolhas que o magoaram ao longo dos anos. Assim, o filme se molda entre o presente e o passado dessas duas almas que recebem mais uma chance do universo para se encontrar.

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Não tem como começar qualquer análise sobre esse trabalho sem falar do tom melodramático que preenche todas as linhas do roteiro. O Melhor de Mim é aquele tipo de trama que lembra muito os clássicos filmes tristes da sessão da tarde. Imaginem aquele bolo de chocolate delicioso, mas com açúcar demais. Tudo é motivo para entrar uma música triste e tender o espectador a cair nos prantos. Os atores, da fase adulta dos personagens, James Marsden e Michelle Monaghan, conseguem até mostrar um tom mais realista, diferente dos atores da fase adolescente dos personagens, Liana Liberato e Luke Bracey. Esse último, será Johnny Utah, personagem emblemático da carreira de Keanu Reeves, no desnecessário remake do espetacular Caçadores de Emoções da Kathryn Bigelow.

Nós, seres humanos, temos uma tendência romântica de nos familiarizar com histórias de amor que vemos no cinema. Esse novo projeto ‘Sparkiano’ segue a mesma fórmula de outros livros do autor. Quem nunca quis dançar juntinho com sua amada ao som daquela vitrola tocando um vinil, de pular no rio e dar belos sorrisos ao lado da mulher amada, de dizer eu te amo e ser correspondido, de abandonar tudo pelo grande amor de sua vida. O Melhor de Mim não adiciona em nada, parece igual a muitos outros filmes. A cada ano que passa fica constatado cada vez mais que vai ser difícil aparecer outro Diário de uma Paixão, Sparks já escreveu sua grande obra.

 

 

 

Crítica | ‘Desastre Total: Prefeito do Caos’ – NETFLIX apresenta as polêmicas de um ex-prefeito de Toronto e sua batalha pública contra a mídia

Como ser amado e odiado ao mesmo tempo? Contornando os detalhes de conhecimento público sobre a ascensão e a queda de um dos políticos mais polêmicos que já passaram pelo comando em qualquer cidade do Canadá, Desastre Total: Prefeito do Caos apresenta todos os lados e versões da vida de Rob Ford, ex-prefeito de Toronto. Ao longo de menos de 50 minutos, esse média-metragem, que faz parte do projeto ‘Desastre Total’ da Netflix, nos leva de forma contundente ao seu ápice: uma verdadeira batalha entre o político e a mídia.

 

Robert Bruce “Rob” Ford veio de um berço estável e logo que pintou uma oportunidade se tornou um político populista de direita, amado e odiado. Em pouco tempo foi vereador e logo chegou até a prefeitura. Mostrando seu caminho até o poder, esse documentário político muito bem produzido abre suas portas para os momentos de sua queda, quando ficou à deriva dos próprios atos impopulares, com vídeos polêmicos usando drogas, que gerou uma verdadeira guerra contra a imprensa.

Dirigido por Shianne Brown, o projeto apresenta por meio de depoimentos e matérias da época o conturbado cenário político que viveu a cidade de Toronto entre 2010 a 2014, quando Rob aproveitou um vazio no cenário político canadense, se elegeu e venceu de forma surpreendente. Ao longo de seu governo, muitas matérias saíram sobre sua vida pessoal, levando Rob a uma queda impressionante de popularidade.

Do lado da imprensa, jornalistas relatam com olhar crítico os ataques cometidos por Rob diante das câmeras, trazendo depoimentos contundentes sobre o impacto de suas ações. Além disso, ex-integrantes de seu gabinete oferecem diferentes perspectivas, ajudando a compor o cenário político da época. Por outro lado, as poucas vozes em defesa de Rob vêm principalmente de seu segurança pessoal, que apresenta um raro contraponto favorável ao ex-prefeito.

Trazendo todos os lados de uma mesma história, como todo bom documentário deve fazer, o público fica com as informações e interpreta. As reflexões causadas por bons projetos documentais servem sempre como uma ferramenta eficaz para entendermos nossa sociedade e a busca por mudanças.

Pânico | Rankeamos os Melhores Filmes da Franquia

Talvez muitos não saibam, mas o CinePOP nasceu do amor pelos filmes de terror, em especial em relação a um dos melhores slashers já produzidos, Pânico (Scream) – responsável pela revitalização do terror adolescente, adicionando muitos elementos que vemos reproduzidos até hoje. Justamente por isso, o anúncio de um quinto episódio da franquia, com elementos da produção começando a ganhar forma, tomou nossa redação de frenesi. Mesmo sentindo a falta insubstituível do diretor Wes Craven (que comandou os outros quatro filmes), estamos mais do que empolgados para as voltas de Neve Campbell (Sidney), Courteney Cox (Gale) e David Arquette (Dewey) em Pânico 5.

De casa nova, agora lançado pela Paramount, com novos diretores (Matt Bettinelli-Olpin e Tyller Gillett, dupla do recente Casamento Sangrento) e novos roteiristas (Guy Busick, da série Castle Rock, e James Vanderbilt, de Zodíaco), pouco ainda se sabe sobre a trama do novo Pânico  – que promete trazer novos sustos, metalinguagem e diversão -, cuja estreia é prometida para 2022.

Enquanto o novo Pânico não chega, o CinePOP resolveu revisitar a franquia, para colocar todos os filmes em nossa ordem de preferência. Vem conhecer e não esqueça de comentar abaixo, fazendo a sua lista na ordem também.

Assista:

Pânico 3

Queremos deixar claro que gostamos de todos os filmes da franquia, e somos verdadeiros especialistas nestes filmes. Como fãs ardorosos, é seguro nos incluirmos com a maioria no pensamento de que o terceiro capítulo é, digamos, o menos apreciado da franquia. É claro que Pânico 3 tem muitos atrativos, em especial a forma como brinca com os bastidores de uma produção Hollywoodiana e seu universo de atores, diretores e executivos de estúdios. De fato, a graça deste terceiro episódio é justamente se comportar mais como uma paródia do que como um terror adolescente em si – termo que este terceiro exemplar deixa de lado. Existe até certa denúncia ácida nas entrelinhas sobre ambientes de trabalho tóxico, e o abuso sexual dentro de tais empresas cinematográficas. É triste perceber, no entanto, que essa é uma produção da Miramax, companhia fundada pelos irmãos Weinstein, e saber que tudo que se passa nas telas, de fato acontecia na vida real.

Pânico 3, no entanto, se viu repleto de obstáculos que o colocam em último no gosto popular. O primeiro e mais claro foi a demora para sair do papel, levando em conta que os dois anteriores haviam sido lançados em 1996 e 1997, e que o terceiro deveria ter aproveitado sua popularidade para se encaixar numa lacuna em algum lugar por volta de 1998. Porém, o filme seria lançado somente em 2000, e sem o envolvimento de um dos criadores, o roteirista Kevin Williamson, tão “pai” de Pânico quanto Wes Craven. Assim, o filme sofreu com desencontros de um roteiro meio capenga, que deixava buracos quanto a um segundo assassino, e a reviravolta mais estapafúrdia da franquia – além dos personagens menos marcantes também. Justamente por isso, levaria nada menos que 11 anos até um novo exemplar chegar aos cinemas.

Dos três primeiros filmes, Pânico 3 foi o mais caro para ser produzido (com um orçamento de US$40 milhões) e o menos lucrativo (com um retorno mundial mesmo assim impressionante de US$161 milhões). Como dito, é também o filme menos apreciado pelos fãs e o grande público em geral. Com os críticos o conceito do filme não é muito diferente, sendo definido com uma aceitação de meros 39%, Pânico 3 é o único da franquia a receber um tomate podre no Rotten Tomatoes.

Pânico 4

Esse pode ser considerado o filho temporão da franquia, até o presente momento. O hype aparentemente já havia passado há muito tempo, e o mundo era um lugar diferente para o terror, em especial para os slashers. No entanto, Pânico 4 se beneficiou de uma nova tendência que estava surgindo em Hollywood, as sequências tardias de produções queridas. Era a onda dos revivals. Clássicos dos anos 1980 e 1990 em especial, queridos para toda uma geração, ganhavam novas roupagens no fim dos anos 2000 e início de 2010. Assim, Pânico também voltava. E não apenas isso, mas essa era uma reunião completa da “banda” original, com Craven na direção, Williamson no roteiro, e Campbell, Arquette e Cox à frente do elenco. Não poderia ficar melhor!

É seguro dizer que Pânico 4 é um filme subestimado, menos apreciado do que deveria verdadeiramente. Williamson se mostrava antenado aos novos tempos, brincando com a nova realidade, já alfinetando as mídias sociais, blogs e a prévia da geração Youtube, com lives e todo tipo de transmissão ao vivo. De fato, o mote dos vilões aqui era se tornarem “celebridades instantâneas” – as chamadas subcelebridades da internet. E isso numa era antes da explosão do Instagram. Ao contrário do filme anterior, Pânico 4 voltava às origens, acrescentando novos jovens carismáticos à trama – e promovendo o encontro da velha geração (na faixa dos quase 40 anos), com a nova geração – que espelhavam os personagens originais inseridos numa realidade moderna.

Fora isso, Williamson e Craven apresentavam-se novamente como dupla harmoniosa, brincando e enchendo o longa de referências – uma das melhores envolve a enxurrada de remakes de terror que àquela altura já havia inundado Hollywood. A cena de abertura é puro ouro, com um loop hilário, fazendo um verdadeiro inception do filme dentro do filme dentro do filme. Ah sim, não podemos esquecer do elenco de nomes pra lá de famosos/promissores que ajudaram a elevar o status do quarto filme. No entanto, com um orçamento igual ao do filme anterior (US$40 milhões), Pânico 4 viu retorno de “apenas” US$97 milhões mundiais – garantindo assim o posto de menos rentável (o que deixa certo receio para o quinto). Com o grande público, no entanto, fica pau a pau com o segundo, e na opinião dos críticos, garantiu o tomate fresco com 60% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Pânico 2

Pânico (1996) foi um sucesso estrondoso, mas não era um filme que pedia necessariamente uma continuação. Aliás, não tinha nada em sua trama que apontasse para isso, muito pelo contrário. Mas ela deixou de vir? É claro que não, pois onde houver cheiro de dinheiro, haverá continuação. É assim que funciona Hollywood. Assim, em 1997, chegava aos cinemas exatamente um ano depois a continuação Pânico 2. Nós brasileiros é que tivemos que penar, porque por motivo de troca de distribuidora por aqui (da Playarte para a Paris Filmes), Pânico 2 sofreu um embargo de quase dois anos, vindo a estrear somente em 1999 em nossas terras tupiniquins. Haja coração. Ainda mais se considerarmos que nestes primórdios da internet, não havia sequer gostinho dos famosos downloads.

O cinema é um lugar mágico, onde a criatividade deve imperar. Por diversas vezes, continuações consideradas desnecessárias de filmes de sucesso se mostraram tão boas que inclusive superaram seus originais. E para grande parte dos fãs é justamente onde se encaixa esse Pânico 2 – que elevou o conceito em diversas maneiras. Novamente Craven e Williamson garantiam os bastidores, enquanto o quarteto de atores principais, sim na época era um quarteto com a inclusão de Jamie Kennedy como o especialista em terror Randy, comandava o show na frente das câmeras. Os realizadores já chegaram a revelar que se arrependem de ter eliminado o personagem citado da franquia – mesmo com sua participação no terceiro filme.

Foi aqui que Pânico passava de um filme de terror bem sucedido e elogiado para uma verdadeira febre da cultura pop – e a máscara do assassino Ghostface se tornava um verdadeiro ícone não apenas do gênero, mas do cinema. Desta forma, sim, as continuações podem expandir seus universos de forma sem precedente, ampliando ainda mais a popularidade de um filme. Com dez milhões a mais no orçamento em relação ao primeiro filme, Pânico 2 fez US$172 milhões, chegando muito perto da bilheteria do original. A verdadeira surpresa está na avaliação dos críticos, que o consideram o melhor exemplar da franquia, dono de espantosos 82%, garantindo assim um tomate mais que fresco no Rotten Tomatoes.

Pânico

Apesar de Pânico 2 ser muito querido, é difícil bater o original. Tudo nascia aqui. Nós concordamos e também adoramos aquelas grandes produções de marcas de sucesso pré-estabelecidas, vindas de outras mídias. Mas o gostoso do cinema é mesmo criar verdadeiras lendas a partir do zero. É aquela incógnita de saber se determinada obra cairá na boca do povo e no gosto coletivo, ou será esquecida logo na semana seguinte. Não existem regras, esse é um jogo imprevisível. E justamente por isso muito saboroso. Com Pânico ocorreu justamente isso. Foi um filme que veio do nada para tomar as multidões. Surgia com uma ideia de Kevin Williamson para brincar e homenagear os clássicos slasher saídos das décadas de 1970 e 1980, e terminou revitalizando o subgênero, e demonstrando enorme influência que ecoa até hoje.

De quebra lançou uma franquia milionária e se tornou um dos maiores ícones do terror. Tudo isso para uma pequena e jocosa produção de US$14 milhões, com atores saídos de séries de TV, cujo maior nome no elenco era uma participação de poucos minutos no início do filme de Drew Barrymore. Isso que é marcar um golaço. Fora isso, o filme foi redescoberto por todo um novo e massivo público – até mesmo aqui no Brasil – devido às videolocadoras. Este que vos fala entrou no filme por acidente, e saiu maravilhado do cinema. Pânico arrecadou impressionantes US$173 milhões ao redor do mundo, e na opinião do grande público, claro, é o filme favorito da franquia. Já para os críticos, o tomate fresco é garantido com 79% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Bônus: Pânico – A Série de TV

Se as franquias Sexta-Feira 13 e A Hora do Pesadelo tiveram suas séries de TV, porque Pânico não poderia ter? Assim, quatro anos após o resultado, digamos, infelizmente morno de Pânico 4, a MTV em parceria com a Dimension Television e a Netflix lançavam o primeiro derivado deste universo para a telinha. Pegando a mesma estrutura do “whodunit”, e inclusive tendo como vítima inicial um rosto conhecido, Pânico – A Série apresentava uma nova gama de personagens colegiais se deparando com um serial killer mascarado, que os eliminava um a um. As referências estavam lá, assim como o clima espertinho. No entanto, o programa funcionava mais como um reboot, sem qualquer ligação ou conhecimento da franquia original. A máscara do assassino também sofreu reformulação. Apesar das diferenças, um nome original ainda estava lá: o do cultuado Wes Craven, que serviu como produtor executivo do programa.

Com 10 episódios em sua primeira temporada, a série obteve sucesso suficiente para seguir logo no ano seguinte. Seja por esgotamento da trama, ou por baixos números de audiência, em 2016, Pânico apresentava sua segunda e última temporada então. Porém, uma reformulação era apresentada, com um novo elenco, máscara idêntica a dos filmes, e uma quantidade reduzida de somente seis episódios – assim ia ao ar três anos depois, em 2019, a terceira temporada de Pânico, e até o momento, a última. Um dos atrativos aqui eram as presenças de Mary J. Blidge, Keke Palmer (demonstrando mais diversidade racial no elenco) e Paris Jackson, a filha de Michael Jackson. No entanto, devido ao fim do acordo entre a MTV e a Netflix, a terceira temporada do programa não está disponível na plataforma. É torcer para que um dia possamos assistir aqui no Brasil.

Eles são o Momento! 11 Astros de Hollywood com Mais Blockbusters em 2026!

Diversos analistas da indústria do cinema apontam que 2026 será o melhor ano em termos de arrecadação da retomada do pós-pandemia. A verdade é que podemos dividir diversos segmentos das mais variadas indústrias entre antes e depois da pandemia. E o cinema foi um dos mercados mais afetados.

É sabido que a frequência das salas exibidoras caiu bastante, ainda mais se levarmos em conta o advento dos streamings – a maior parte da população simplesmente não vai mais ao cinema como antes. Mas isso irá mudar este ano, é o que prometem estudos de mercado, já que 2026 possui grande potencial com grandes títulos atrativos. São pelo menos 10 filmes que flertam com a bilheteria astronômica de US$1 bilhão mundial. O recorde nesse sentido foi o ano de 2019, em que nove filmes atingiram a marca.

À frente destes variados projetos, temos os nomes de grandes astros e estrelas de Hollywood. Mas não apenas isso, porque alguns destes nomes famosos têm engatilhados não apenas um, mas alguns títulos que prometem dar o que falar nos próximos doze meses. Abaixo iremos conhecer quais são os atores de Hollywood com mais blockbusters badalados para o ano de 2026. Confira.

11 | Jason Momoa

O grandalhão Jason Momoa não é estranho a bilheterias gordas, pois tem em seu currículo o primeiro ‘Aquaman’ (2018), que atingiu US$1 bilhão mundial. Esse ano, ele já lançou o filme da Amazon ‘Dupla Perigosa’, que fez muito sucesso na plataforma. Seu próximo lançamento será como anti-herói Lobo no filme da ‘Supergirl’, o próximo passo de sucesso da DC. Mas não apenas isso, Momoa também será o animalesco Blanka na nova versão de ‘Street Fighter’. Finalizando, ele retornará como Duncan Idaho em ‘Duna: Parte 3’ em dezembro – o filme com o maior potencial de arrecadação dos três. Ah sim, ainda existe mais um adendo, a comédia de censura alta ‘Animal Friends’, no qual dará voz a um urso.

10 | Emily Blunt

Depois de ter chamado atenção com seu desempenho no drama ‘The Smashing Machine: Coração de Lutador’, a inglesa Emily Blunt volta em 2026 com duas grandes produções, que certamente darão o que falar. A primeira, é claro, é a sequência ‘O Diabo Veste Prada 2’, que continua a história do querido filme de comédia e drama de 2006. Muitos podem não prestar atenção no longa, mas ele promete fazer enorme sucesso nas telonas. Depois, Blunt será a protagonista de ‘Dia D, nova superprodução de Steven Spielberg sobre uma invasão alienígena. E quando você ouve Spielberg e alienígenas, sabe que a coisa vai ser grande.

09 | Colman Domingo

Ainda desconhecido para o grande público, Colman Domingo é um ator duas vezes indicado ao Oscar. Quem sabe este será o ano em que todos irão aprender de vez quem ele é. Domingo é aquele tipo de ator que vemos em filmes, mas não sabemos o nome. Em 2026 ele também faz parte do elenco de ‘Dia D’, de Steven Spielberg, em papel de destaque. No entanto, antes disso, ele viverá um dos maiores vilões do ano, ninguém menos que Joe Jackson, o pai do ícone pop Michael Jackson, na biografia musical ‘Michael, que promete sacudir as coisas na primeira parte do ano, e o qual muitos especialistas acreditam que será a primeira do gênero a bater US$1 bilhão.

08 | Anne Hathaway

Por falar em Emily Blunt e ‘O Diabo Veste Prada 2’, não poderíamos deixar Anne Hathaway de fora desta, afinal ela é a verdadeira protagonista destes filmes. É claro que a atriz e sua Andy Sachs serão mais uma vez a alma do novo longa. Mas a estrela ainda tem “um filminho” guardado na manga, um tal de ‘A Odisseia’, a nova superprodução de Christopher Nolan – o diretor mais badalado da atualidade. No filme, que promete ser um dos maiores do meio do ano, Hathaway vive Penelope, a esposa à espera do guerreiro Odisseu. Mas não são apenas estes dois que Hathway irá apresentar, ela também está presente em ‘Flowervale Street’, produzido por J. J. Abrams, sobre dinossauros em uma vizinhança nos anos 80.

07 | Robert Pattinson

Enquanto Robert Pattinson não lança ‘Batman 2’, de Matt Reeves (o qual os fãs aguardam ansiosamente), o jovem ator aparece em dois dos blockbusters mais hypados de 2026. Assim como Anne Hathaway, ele também estará em ‘A Odisseia’, de Nolan, no papel de Antinous, principal pretendente da mãe de Penelope quando seu marido some. No fim do ano, ele será o vilão Scytale, que enfrentará Timothée Chalamet em ‘Duna: Parte 3’, de Denis Villeneuve. Ambos os filmes têm o potencial de serem os maiores do ano. Mas Pattinson ainda aparecerá em ‘O Drama’, filme de relacionamento com Zendaya, e em ‘Here Comes the Flood’, ao lado de Denzel Washington e Daisy Edgar-Jones, dirigido pelo nosso conterrâneo Fernando Meirelles, de ‘Cidade de Deus’.

06 | Dwayne Johnson

Dwayne Johnson não conquistou sua tão almejada estatueta do Oscar por ‘Smashing Machine’, aliás não conseguiu nem a indicação sequer. Mas a vida é assim mesmo, e ela precisa seguir. Assim, o grandalhão levantou, sacudiu a poeira e irá voltar aos blockbusters em 2026. Primeiro, viverá Maui pela terceira vez, agora em versão live-action, no remake com atores reais de ‘Moana’, que promete ser um dos maiores sucessos da Disney neste ano. Já mais para o fim de 2026, Johnson voltará ao papel do Dr. Smolder Bravestone, na muito aguardada terceira parte da franquia ‘Jumanji’, e quem sabe a última aventura nas telonas, pelo menos com este grupo. A marca é forte, e duas vezes quase atingiu US$1 bilhão. Com o descanso, quem sabe não é desta vez.

05 | Jack Black

Por falar em ‘Jumanji’, quem também faz parte do elenco é Jack Black, o humorista que vem se tornando o pé de coelho para franquias de sucesso. Tá certo que não funciona sempre, como foi o caso com o recente remake de ‘Anaconda’, estrelado também pelo nosso Selton Mello. No entanto, com ‘Um Filme Minecraft’ deu muito certo, e o longa chegou muito perto de US$1 bilhão – com uma continuação já programada para 2027. Antes disso e antes de ‘Jumanji 3’ também, Black dará voz novamente para o vilão Bowser na animação ‘Super Mario Galaxy’. Levando em conta que o primeiro filme bateu US$1 bilhão, espera-se que o segundo faça o mesmo, ou vá ainda mais longe.

04 | Anya Taylor-Joy

Agora chegamos a uma das meninas de ouro de Hollywood na atualidade. Anya Taylor-Joy foi revelada ao mundo com o terror ‘A Bruxa’, e este ano se prepara para estrelar uma nova série, o drama criminal ‘Lucky’, para a Apple TV+. Antes disso, ela voltará a ser alvo do vilão Bowser de Jack Black em ‘Super Mario Galaxy’, dublando novamente a protagonista feminina, a Princesa Peach. A animação deverá ser o blockbuster do início do ano. Mas no fim de 2026, a atriz retorna com ‘Duna: Parte 3’, no qual viverá a irmã mais nova do protagonista, Alia Atreides, vislumbrada no fim do segundo filme.

03 | Tom Holland

Todos os atores da lista possuem pelo menos dois grandes filmes em 2026 – que prometem fazer parte das maiores bilheterias do ano. O que acontece é que a maioria deles se encontram bastante separados um do outro, com meses de distância entre seus lançamentos. Mas não os de Tom Holland. Esse será o ano em que o jovem ator irá duelar contra si próprio em dois dos blockbusters mais hypados de julho. Ou seja, o sétimo mês do ano, promete ser o mês de Holland. Começamos com ‘A Odisseia’, de Nolan, no qual o ator vive Telemachus, o filho de Odisseu e Penelope, que tenta proteger a mãe de seus pretendentes. No fim do mesmo mês, ele viverá Peter Parker em seu quarto filme solo no MCU em ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’, primeiro blockbuster da Marvel em 2026.

02 | Florence Pugh

Bom, e se Tom Holland será o sr. Julho em 2026, enfrentando a si mesmo nas bilheterias do meio do ano, a loirinha Florence Pugh não sai por menos e poderá ser chamada de Srta. Dezembro, já que pode se tornar a cara do fenômeno que já vem sendo chamado de “Dunesday” – idealizado como o novo “Barbenheimer”. Dessa vez as superproduções que entrarão na dança, sendo lançadas no mesmo dia em dezembro são ‘Duna: Parte 3’ e ‘Vingadores: Doutor Destino’. E adivinhe, Pugh estrelará os dois. No primeiro, ela voltará como a Princesa Irulan, interesse romântico forçado do protagonista Timothée Chalamet. E no segundo, ela vive a herdeira da heroína Viúva Negra, Yelena Belova, a líder dos anti-heróis Thunderbolts, ou os Novos Vingadores.

01 | Zendaya

Em primeiríssimo lugar se encontra a jovem atriz que mais soube administrar sua carreira e dizer sim para os projetos que prometem se tornar alguns dos maiores filmes de 2026. Ela tem simplesmente três deles, diferentes de todos os demais artistas da lista. O ano começa para Zendaya com ‘O Drama’, um filme menor, mas no qual ela terá mais oportunidade de demonstrar seu talento – na veia de ‘Rivais’, por exemplo. Ah sim, ela também estrela a terceira e tão aguardada temporada de ‘Euphoria’, que contará com as voltas de Jacob Elordi e Sydney Sweeney – as duas novas sensações de Hollywood.

Assim como o companheiro da vida real Tom Holland, Zendaya também estará nos dois maiores blockbusters de julho – ‘A Odisseia’ e ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’. No primeiro, ela será a Deusa Athena e no segundo, retorna como MJ. Em dezembro, ela enfrentará os ‘Vingadores’ com ‘Duna: Parte 3, no qual viverá novamente a menosprezada Chani. Ah sim, e ano que vem ela será a filha de Shrek e Fiona, Felicia, no aguardado ‘Shrek 5’.

‘The Long Night’: Josh Whitehouse entra para o elenco da série derivada de ‘Game of Thrones’

De acordo com o Deadline, Josh Whitehouse entrou para o elenco de ‘The Long Night‘ (A Longa Noite), série derivada de ‘Game of Thrones‘, que será estrelada pela Naomi Watts.

O ator irá interpretar um dos protagonistas, mas detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.

A série se passará milhares de anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘, e mostrará a decadência do mundo na Era dos Heróis até seu momento mais escuro.

A personagem de Watts não teve seu nome revelado, mas foi descrita como uma “rica e carismática mulher com um grande segredo”.

Jane Goldman (‘X-Men: Primeira Classe‘) escreveu o primeiro episódio, e será produtora executiva ao lado de George R.R. Martin, o criador dos livros As Crônicas de Fogo e Gelo, que originaram a série.

Outro ponto importante é que Dan Weiss e David Benioff, criadores de Game of Thrones, serão listados como produtores executivos e supervisores das possíveis séries desse universo, mas nenhum deles vai escrever qualquer episódio.

 

 

‘Os Brinquedos Mágicos’: Animação ganha trailer dublado; Assista!

A PlayArte divulgou o trailer dublado da animação ‘Os Brinquedos Mágicos‘.

Confira:

O filme foi escrito e dirigido por Gary Wang.

Nathan é um bonequinho de argila feito para a coleção de chá de um tradicional mestre chinês. As obras do Mestre mudam de cor quando o chá quente é despejado sobre elas, seguindo o costume oriental de dispensar o primeiro gole em homenagem a criaturas, mas não é o caso de Nathan. Por ser a única peça da coleção que não muda de cor, ele é muito zombado pela turma. Quando aparece uma chance de ir para o futuro com robô redondinho e descobrir o mistério de sua mudança de cor, Nathan e Futurebot saem em busca de respostas. Nas aventuras do caminho, os dois encontram coisas que não buscavam, como o significado de amor e amizade.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 22 de agosto.

‘Sonic’ quebra GRANDE recorde nas bilheterias dos EUA

De acordo com o CinemaBlend, o live-action de ‘Sonic – O Filme‘ se tornou a maior adaptação de videogame da história nas bilheterias dos EUA, superando a arrecadação doméstica de ‘Detetive Pikachu‘ (US$ 144.1m).

Até o dia 12 de março, ‘Sonic‘ já tinha arrecadado US$ 143.2 milhões no país, conseguindo quebrar o recorde facilmente nesse final de semana (cujos números ainda estão sendo computados).

O ranking geral das adaptações de videogame ainda conta com ‘Tomb Raider: A Origem‘ (US$ 131.2m), ‘Angry Birds‘ (US$ 107.5m) e ‘Rampage: Destruição Total‘ (US$ 101m).

Confira nossa entrevista:

A história gira em torno de Sonic enquanto ele tenta se adaptar à nova vida na Terra com seu novo melhor amigo humano, o policial Tom Wachowski (James Marsden). Sonic e Tom unem forças para tentar impedir que o vilão Dr. Robotnik (Jim Carrey) capture Sonic e use seus poderes para dominar a humanidade.

Ben Schwartz (‘Parks and Recreation’) dubla o Sonic. O elenco conta com Jim CarreyAdam Pally Neal McDonough. A direção é de Jeff Fowler.

Patrick Casey e Josh Miller assinam o roteiro. 

Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.

Assista ao trailer:

 

Universal e Cinemark fazem acordo para diminuir a janela de lançamentos em VOD

De acordo com o Indiewire, a Universal fez um acordo com a rede de cinemas do Cinemark para diminuir a janela entre o lançamento de um filme nos cinemas e em VOD.

O acordo especifica que os cinemas terão ao menos 17 dias de exclusividade (três finais de semana) para todos os lançamentos da Universal Pictures e Focus Features. A partir desse período, o estúdio terá a opção de disponibilizar o longa em VOD.

Segundo os outros termos, qualquer filme que tiver uma estreia maior que US$ 50 milhões nos EUA terá que ser exibido por um, no mínimo, um total de 5 finais de semana (31 dias) antes de ser disponibilizado nas plataformas digitais.

Em 2019, apenas três filmes do estúdio teriam que ser exibidos exclusivamente durante 31 dias: ‘Nós‘, ‘Velozes e Furiosos: Hobbs e Shaw‘ e ‘Como Treinar o Seu Dragão 3‘.

O acordo é parecido com o que a Universal fechou com as redes de cinema da AMC em julho.

Rumores apontam que a marca dos US$ 50 milhões foi imposta pelo estúdio, pois qualquer filme que arrecadasse essa quantia nos três primeiros dias consequentemente iria necessitar de uma passagem estendida pelas telonas.

Vale destacar também que a Universal poderá continuar exibindo os filmes nos cinemas mesmo após eles estarem disponíveis em VOD.

O acordo é um reflexo do cenário pandêmico atual, que afetou profundamente a indústria cinematográfica em 2020. Ainda tentando descobrir estratégias para não saírem no prejuízo, estúdios e cinemas estão tentando negociar para chegar a um resultado que beneficie ambos.

‘Outer Banks’: John e Sarah dançam em novo clipe da 2ª temporada; Assista!

A Netflix divulgou um novo clipe da 2ª temporada de ‘Outer Banks‘.

Confira:

O próximo ciclo será lançado na plataforma no dia 30 de julho.

A história gira em torno de um grupo de adolescentes que mora na praia de Outer Banks, Carolina do Norte. Quando um furacão destrói a vontade de viver o verão, dá origem a uma série de eventos ilícitos que força os amigos a mudar completamente suas vidas. A busca pelo pai perdido do líder do grupo, romances proibidos, uma caça ao tesouro conturbada e o conflito crescente entre eles e seus rivais transforma o verão em uma aventura que nunca vão esquecer.

Chase StokesRudy PankowJonathan DavissMadison BaileyMadelyn ClineCharles EstenAustin NorthDrew Starkey estrelam.

‘Entrevista com o Vampiro’: Adaptação da AMC ganha as primeiras imagens; Confira!

A AMC divulgou as primeiras imagens oficiais da série ‘Entrevista com o Vampiro‘ (Interview with the Vampire), nova adaptação da clássica saga literária de Anne Rice.

Confira:

O elenco contará com Jacob Anderson (‘Game of Thrones’), que será o vampiro Louis de Pointe du Lac; Sam Reid (‘The Newsreader’), que dará vida ao vampiro Lestat; Eric Bogosian (‘Billions’), que viverá o Daniel Molloy; Assad Zaman, que dará vida a Rashid; e Bailey Bass (‘Avatar 2’), que irá interpretar Claudia, jovem que é transformada em vampira por Louis e Lestat.

Assista às primeiras cenas da produção abaixo:

A trama do primeiro livro gira em torno do vampiro Louis de Pointe du Lac enquanto ele relata a história de sua vida a um repórter, especialmente sobre como ele foi transformado em um vampiro e, em seguida, orientado por Lestat de Lioncourt.

Alan Taylor (‘Game of Thrones’) será responsável pela direção dos dois primeiros episódios.

Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada, que está prevista para estrear apenas em 2022.

Rolin Jones (‘Friday Night Lights’) servirá como showrunner, além de ser responsável pelo roteiro da produção.

‘1923’: Showrunner revela o orçamento GIGANTE do spin-off de ‘Yellowstone’

Em entrevista ao Deadline, o criador Taylor Sheridan revelou que ‘1923‘, série derivada de ‘Yellowstone‘, deve ser a produção mais cara da televisão.

Sheridan comparou sua série com ‘Game of Thones‘, revelando a média do orçamento gigantesco para a produção de cada episódio de ‘1923‘.

“Eu diria que ‘1883’ teve a primeira temporada vai cara da história da televisão. ‘1923’ foi ainda mais cara. Muito mais. Eu não sei qual é o orçamento de ‘Game of Thrones’, mas não acho que eles gastaram tanto. Mostramos seis mil ovelhas, três mil cabeças de gado e, conforme a série avança, vamos para a África. É tudo real. Sabe quão difícil é mover uma equipe para a África em 2022 após a pandemia de COVID, com todas as regras e políticas?”

Ele completa, “A Paramount é muito maleável quanto isso, pelo menos comigo. Eles adicionam mais episódios quando eu preciso deles para contar a história. Essa é uma série que custa cerca de US$ 30-35 milhões por episódio, e eu pedi oito episódios extras. Eu percebi que acabei pedindo por mais US$ 240 milhões.”

E parece que o investimento está dando certo! A pré-sequência ‘1923‘ se tornou a maior estreia da história da Paramount+ (no território norte-americano) – superando o recorde anterior em quase 80%.

A série derivada registrou 7.4 milhões de visualizações no serviço de streaming e através de diversas exibições na Paramount Network. Além disso, a produção também registrou a maior estreia do ano para um canal pago.

Helen Mirren e Harrison Ford serão os protagonistas da produção.

A trama explora as atribulações e os obstáculos enfrentados pela família Dutton, dessa vez focando em eventos explosivos da história dos Estados Unidos, incluindo a expansão para o Oeste, a Lei Seca (também conhecida como a Proibição) e a Grande Depressão (ou seja, a Queda da Bolsa de Valores de Nova York em 1929).

O elenco ainda contará com Brandon Sklenar, Darren Mann, Michelle Randolph, James Badge Dale, Marley Shelton, Brian Geraghty, Sebastian Roché, Robert Patrick, Aminah Nieves, Julia Schlaepfer e Jerome Flynn.

Originalmente, a produção era intitulada ‘1932‘. Segundo a Paramount+, a mudança se deu por que a série irá “incorporar o final de Primeira Guerra Mundial e o começo da Lei Seca”.

Taylor Sheridan, criador das iterações predecessoras, retorna como showrunner.

‘Chucky’ passa por transformação CHOCANTE no trailer da 2ª metade da 3ª temporada; Confira!

O canal SyFy divulgou o trailer da segunda metade da 3ª temporada de ‘Chucky‘, série que dá continuidade à franquia clássica ‘Brinquedo Assassino‘.

Confira:

A produção retornará com episódios inéditos apenas em 2024.

CHUCKY — “Murder at 1600” Episode 301 — Pictured: (l-r) Jackson Kelly as Grant Collins, Lara Jean Chorostecki as Charlotte Collins, Devon Sawa as James Collins — (Photo by: Shane Mahood/SYFY)

CHUCKY — “Murder at 1600” Episode 301 — Pictured: (l-r) Callum Vinson as Henry Collins, Chucky — (Photo by: Shane Mahood/SYFY)

Lembrando que as duas primeiras temporadas estão disponíveis no Star+.

O elenco conta com Brad Dourif como a voz do Chucky, Jennifer Tilly como a icônica e psicótica Tiffany, Zackary Arthur como Jake Wheeler, Björgvin Arnarson como Devon Evans, Alyvia Alyn Lind como Lexy Cross, Alex Vincent como Andy Barclay, Christine Elise como Kyle, Fiona Dourif como Nica, Barbara Alyn Woods como a Prefeita Michelle Cross e Devon Sawa como um novo personagem.

Lachlan Watson (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) interpreta Glen/Glenda.

O Conde de Monte Cristo

(Le comte de Monte-Cristo)

 

Elenco:

Pierre Niney
Bastien Bouillon
Anaïs Demoustier

 

Direção: Alexandre de La Patellière, Matthieu Delaporte

Gênero: Aventura

Duração: 173 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 3 milhões

Estreia: 5 de Dezembro de 2024

Sinopse: 

A trama de O CONDE DE MONTE CRISTO é centrada em Edmond Dantès, um jovem marinheiro falsamente acusado de traição e encarcerado no Château d’If, uma sombria fortaleza na ilha próxima de Marselha. Após anos de cativeiro, ele escapa e, sob a identidade do Conde de Monte Cristo, planeja vingar-se dos que o acusaram injustamente.

Crítica | O Conde de Monte Cristo – Uma Superprodução Moderna de Clássico da Literatura Francesa

Curiosidades: 

» Nova adaptação do clássico romance assinado por Alexandre Dumas;

» Produzido por Dimitri Rassam e Pathé, o filme traz Pierre Niney como o icônico personagem-título;

» O longa-metragem fez sua estreia mundial no Festival de Cannes 2024;

Trailer:

Cartazes: 

o conde de monte cristo poster

Fotos: 

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‘Juntos’: Terror com Dave Franco ganha data de estreia no Brasil; Confira o teaser LEGENDADO!

A Diamond Films finalmente anunciou quando o terror ‘Juntos‘ (Together), estrelado pelo casal Dave Franco e Alison Brie, será lançado no Brasil.

O longa estreará nos cinemas nacionais no dia 18 de setembro.

Na trama, com uma mudança para o campo já testando os limites do relacionamento de um casal, um encontro sobrenatural inicia uma transformação extrema de seu amor, de suas vidas e de sua carne.

Confira o teaser legendado e siga o CinePOP no Youtube:

A Neon adquiriu os direitos de distribuição mundial de Together, se tornando a primeira grande venda do Festival de Sundance 2025.

O longa recebeu elogios da crítica e foi disputado por diversos estúdios, como A24 e Mubi, que também tentaram garantir a aquisição do filme do subgênero body horror.

Embora o valor da venda não tenha sido revelado, a Variety indica que o filme pode ter sido negociado com a Neon por algo entre US$ 10 a US$ 15 milhões. Se o valor alcançar o limite superior, Together se tornará uma das maiores vendas da história do festival.

O terror é o primeiro trabalho do roteirista e diretor Michael Shanks e acompanha um casal, interpretado por Franco e Brie, que se muda para o campo. Durante o cotidiano na casa, o vínculo tóxico entre eles se transforma em um pesadelo após a aparição de grotescas manifestações físicas, causadas por uma força sobrenatural presente no local.

Rachel McAdams é uma especialista em sobrevivência no clipe de ‘Socorro!’, novo filme de Sam Raimi

A 20th Century Studios divulgou um clipe inédito do terror de sobrevivência ‘Socorro!‘ (Send Help), próximo filme do aclamado cineasta Sam Raimi (‘Arraste-me para o Inferno’).

No vídeo, Rachel McAdams (‘Voo Noturno’) se mostra uma verdadeira especialista em sobrevivência, mantendo um espírito positivo apesar das circunstâncias desesperadoras – para a frustração de Dylan O’Brien (‘Amor e Monstros’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Socorro!‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 29 de Janeiro.

Na trama, dois “colegas” de trabalho ficam presos em uma ilha deserta, sendo os únicos sobreviventes de um acidente de avião. Na ilha, eles devem superar seus problemas do força e inteligência para saírem vivos.

Damian Shannon & Mark Swift, de ‘Freddy Vs. Jason‘ e o remake de ‘Sexta-Feira 13‘, assinam o roteiro.

Além de dirigir, Raimi também servirá como produtor através da Raimi Productions.

Mulher-Maravilha, Aquaman e Cyborg em nova imagem de ‘Liga da Justiça’

Liga da Justiça‘ acaba de ganhar uma imagem sensacional, onde Mulher-Maravilha, Cyborg e Aquaman aprecem prontos para lutar.

Fã cria arte incluindo Lanterna Verde e Caçador de Marte na formação da ‘Liga da Justiça’

Confira:

 

“Alimentado por sua fé, restaurada na humanidade e inspirada pelo ato altruísta de Superman,
Bruce Wayne pede a ajuda de sua nova aliada, Diana Prince, para enfrentar um inimigo ainda maior. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha trabalham rapidamente para encontrar e recrutar uma equipe de meta-humanos para lutar contra uma ameaça recentemente despertada. Mas apesar da formação desta liga sem precedentes de heróis – Batman, Mulher-Maravilha, Aquaman, Cyborg e The Flash, talvez já seja tarde demais para salvar o planeta de uma invasão de proporções catastróficas.”

Parte da ‘Liga da Justiça’ na nova foto oficial; Confira!

O filme está agora em processo de pós-produção, para uma estreia em 17 de Novembro de 2017.

O elenco conta com Ben Affleck (‘Batman‘), Henry Cavill (‘Superman‘), Amy Adams (Lois Lane), Gal Gadot (‘Mulher-Maravilha‘), Jason Momoa (‘Aquaman‘), Ezra Miller (‘The Flash‘), Raymond Fisher (‘Cyborg‘), Willem Dafoe, Jesse Eisenberg (Lex Luthor), Jeremy Irons (Alfred), Diane Lane, Connie Nielson (Rainha Hipólita) e J.K. Simmons (Comissário Gordon).

BOMBA! Ben Affleck abandona a direção de ‘Batman’

Participação de Lex Luthor em ‘Liga da Justiça’ deve ter cenas no Asilo Arkham

Kevin Smith diz que Darkside deve ser o verdadeiro vilão de ‘Liga da Justiça’

Ciaran Hinds interpreta o Lobo da Estepe, vilão de Liga da Justiça‘. O visual do personagem será diferente do apresentado na cena excluída de Lex Luthor em ‘Batman V Superman‘, sendo feito por meio da captura de movimentos, assim como o Thanos, de ‘Vingadores – Guerra do Infinito‘.

Chris Terrio (de ‘Argo’ e ‘Batman vs Superman’) escreve o roteiro. Zack Snyder, de ‘Homem de Aço‘ e ‘Batman vs Superman‘, dirige.

Roteirista de ‘Liga da Justiça’ reescreveu o roteiro de ‘The Batman’

 

Olivia Pope e Fitz se reencontram na prévia do episódio 7×04 de ‘Scandal’

A ABC liberou a prévia do que vem por aí no próximo episódio deScandal’, que será exibido nesta quinta-feira (26) nos Estados Unidos.

Confira:

Com a estreia americana agenda para 05 de outubro, a produção criada por Shondaland é exibida pelo canal ABC nos Estados Unidos e pela Sony no Brasil.

Confira as imagens oficiais dos bastidores, divulgadas pela Entertainment Weekly:

 

‘Preacher’: Prévia da 3ª temporada traz estranho treinamento sobre assédio sexual; Assista!

O próximo capítulo da 3ª temporada de ‘Preacher, que será exibido no domingo (12), ganhou uma nova prévia. No material, Tulip (Ruth Negga) e Jody (Jeremy Childs) encenam um possível caso de assédio sexual em um treinamento demonstrativo.

O resultado foi um inusitado e estranho momento.

Confira:

Enquanto isso, a 3ª temporada de ‘Preacher‘ continua a acrescentar novos nomes e velhos conhecidos dos fãs dos quadrinhos. Desta vez, Eccarius foi confirmado no terceiro ano da série.

Eccarius é um vampiro de 350 anos, que tem um ar de sabedoria e aristocracia. O personagem é descrito como charmoso, e tem um estilo gótico como os vampiros da cultura popular. Apesar de parecer clichê à primeira vista, Eccarius, na verdade, é muito mais sombrio do que sua superfície aparenta.

Adam Croasdell (‘Reign‘) interpretará o personagem.

Prema Cruz (‘Mozart in the Jungle’) também foi escalada em caráter regular no novo ano. Ela irá interpretar a Madame Boyd, uma mulher educada e atraente que está levando os negócios da família para a era moderna.

Preacher’ é centrada em Jesse Custer (Dominic Cooper), pastor de uma cidadezinha no interior do Texas que, acidentalmente, é possuído por uma entidade chamada Gênesis – o filho de um anjo com um demônio do sexo feminino.

Com isso, Custer adquire o dom da palavra divina: quando ele fala, todos obedecem, mesmo contra a vontade. Jesse decide então procurar Deus e, no caminho, reencontra a ex-namorada Tulipa e o vampiro irlandês Cassidy.

Os quadrinhos foram originalmente publicados pela Vertigo, selo adulto da DC Comics.

O elenco conta com Dominic CooperRuth Negga , Joe Gilgun , Lucy GriffithsW. Earl Brown , Anatol YusefTom BrookDerek Wilson e Ian Coletti.

‘Watchmen’: Tiro, porrada e bomba no novo trailer da série; Assista!

Watchmen, nova série da HBO, seu primeiro e explosivo trailer. A estreia acontece em Outubro.

Assista:

Jeremy Irons interpretará Ozymandias/Adrian Veidt já próximo da terceira idade. O personagem é um dos maiores vilões de ‘Watchmen‘, também conhecido como o humano mais inteligente do planeta. Além de Irons, a atriz Jean Smart, de ‘Fargo’, foi confirmada no elenco como uma detetive do FBI.

A série terá sua trilha sonora composta e produzida pela aclamada dupla do Nine Inch Nails, Trent Reznor e Atticus Ross. Essa será a primeira vez que os músicos assinam a composição musical de um seriado de TV.

O elenco ainda conta com Yahya Abdul-Mateen II, Tom Milson, Frances Fisher, Jacob Ming-Trent, Louis Gossett Jr., Regina King, Don Johnson, Adelaide Clemens e Andrew Howard

O criador da série, Damon Lindelof, revelou que a nova produção não será baseada nos quadrinhos da Vertigo. Ele afirma que o material original é sagrado e não pode ser “recauchutado”.

“Não temos o desejo de ‘adaptar’ as edições criadas pelo Sr. Moore e o Sr. Gibbons há trinta anos. Esses volumes são sagrados e não serão recauchutadas nem recriados, tão pouco reproduzidos ou reinicializados. Esse material será ‘remixado’, considerando que a qualidade dessas famosas ‘canções’ são boas demais e nós não somos tolos ao ponto de reproduzir. Esses 12 volumes originais são o nosso Antigo Testamento, para esclarecer. ‘Watchmen‘ é um cânone”.

Lindelof também é o produtor executivo da série.

‘Homem de Ferro’ ganha Funko POP especial em madeira; Confira!

O herói da MarvelHomem de Ferro‘ ganhou um novo e exclusivo Funko POP, feito completamente em madeira.

O colecionável é uma edição limitada produzida com exclusividade para a loja Entertainment Earth e já pode ser adquirido na pré-venda por US$14,99.

Confira:

Lançado em 2013, o capítulo final da saga solo do herói, intitulado ‘Homem de Ferro 3‘, é considerado o pior filme da trilogia e um dos piores de todo o MCU. Ainda assim, a sequência acumulou 79% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Além disso, o longa dirigido por Shane Black arrecadou US$ 1,215 bilhão pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 200 milhões. 

Crítica | A Barraca do Beijo 3 é tão cringe, que quase fica bom

Transformando os clichês mais cafonas em um delicioso prazer culposo, A Barraca do Beijo se consagrou em 2018 como aquela divertida galhofa teen que, mesmo cercada de falhas, consegue cumprir o seu papel. Mas se perdendo em um roteiro cheio de recortes aleatórios e reflexões de banheiro bem piegas, a terceira e última sequência se perde, fica exaustiva e melodramática, com pseudos questionamentos infantiloides que transformam as duas horas de filme em uma constrangedora e interminável sentada no sofá.

O que fazia da franquia de Vince Marcello aquele prazer culposo tão divertido era justamente a sua habilidade de rir de si mesma, se apropriando de uma fórmula batida de comédia teen, com um elenco bem dinâmico e entrosado. Mas hoje exausta, ela se desfalece em A Barraca do Beijo 3, uma colcha de retalhos que se molda a partir de uma série de momentos alegóricos e aleatórios, que só servem como recortes engraçadinhos, mas pouco contribuem para a trama. Aqui, Joey King retorna mais caricata do que de costume e mesmo com sua atuação over, consegue sustentar seu carisma.

Mas enquanto Jacob Elordi demonstra um evidente cansaço em uma atuação que gradativamente aparenta estar mais preguiçosa conforme a primeira hora do filme se estende, Joel Courtney faz as vezes de Maria do Barro e consome uma parcela generosa da comédia com choros incessantes, exagerados e bem…cringe. Mas tentando manter a mesma atmosfera de humor pastelão que vimos no primeiro filme, a sequência final se enfraquece por se perder em si mesma. Por tentar demais rejuvenescer o brilho cafona (e ótimo!) de 2018, ela se perde em 30 minutos completamente repetitivos, que só tornam o filme profundamente longo. Para uma comédia teen – cuja média corresponde à 1h40 de duração -, as duas horas de A Barraca do Beijo 3 parecem não ter fim.

Mas em meio a tantos problemas, o filme até tenta passar a sua mensagem, mas demora demais para chegar até ela. Buscando fazer uma reflexão sobre como as escolhas de Elle (King) sempre foram pautadas a partir das expectativas alheias, a sequência tenta abordar a independência emocional da personagem, o que – teoricamente – é bem legal. Mas sua jornada até esse breve instante é tão exagerada e farofada, que aquele aspecto que poderia fechar a trilogia de forma tão simbólica acaba se perdendo como um hiato aleatório e sem a mínima fundamentação para nos fazer se quer se identificar com os dilemas da protagonista.

De todo modo, a comédia teen ainda pode agradar os inveterados apaixonados pela franquia. Com um final um tanto dúbio, que entrega as conclusões nas mãos da audiência, A Barraca do Beijo 3 é a definição de cinema cringe, tem seus breves instantes divertidos, mas se encerra como um filme longo demais para uma história tão rasa e tão brega como essa.