Site Página 1839

Crítica | Abordando dilemas morais e hipocrisia, Carvão é uma OBRA-PRIMA do cinema brasileiro! [Festival do Rio 2022]

Um choque entre dois mundos é a combustão que nos leva para uma estrada de diversos conflitos e escolhas, onde o paradoxo entre a impulsividade e a premeditação vira um reflexo dilacerante da natureza humana. Escrito e dirigido pela cineasta paulista Carolina Markowicz (em seu primeiro longa-metragem), Carvão joga na tela contradições camufladas de dilemas morais e a hipocrisia do julgamento para os que chegam e para os que estão no epicentro dessa história ambientada em uma casa humilde no interior de nosso país. Surpreendente até seu último minuto, somos testemunhas de mais uma grande obra do cinema brasileiro.

Na trama, exibida nos importantes Festivais de Toronto e San Sebastian, conhecemos Irene (Maeve Jinkings), uma mulher que vive com o marido (Rômulo Braga), o filho Jean (Jean de Almeida Costa) e o pai (esse já em estado bastante debilitado) em uma cidade isolada dos grandes centros, no interior do Brasil. A família vive uma vida simples onde a falta de dinheiro é algo frequente. Certo dia, uma mulher aparece com uma proposta inusitada, que consiste na família hospedar um misterioso visitante internacional chamado Miguel (César Bordón), em troca de uma boa quantia de dinheiro. Eles topam. Assim, se seguem dias de muitos conflitos, onde vamos entendendo melhor cada um desses personagens.

Há um raio-x intrigante sobre alguns personagens. Todos tem conflitos, e esses são muito bem aprofundados. Tem a esposa, religiosa, mãe, que começa a perceber uma mudança de comportamento no marido infiel, além de agir conforme o que acredita sobre a situação de seu pai. Tem o esposo, um acomodado, que vive de bicos, que vê na bolada ganha uma oportunidade de se desligar do mundo e agradar o seu verdadeiro amor. Temos o estrangeiro e sua fuga para bem longe dos grandes centros, mal sabia ele que a complexidade encontrada ali seria desafiante. Tem também a visão da criança sobre tudo que os adultos ao seu redor apresentam de exemplos. Essas sucessões de conflitos dos adultos nos levam para um olhar sobre a hipocrisia quase que frequentemente.

O sofrer pra dentro é uma característica marcante da protagonista Irene, interpretada por uma das grandes atrizes do nosso cinema, Maeve Jinkings. Nas tomadas de decisões mais chocantes que assistimos, Irene dribla qualquer compaixão, esconde as dores, busca de propósito não enxergar as verdades que sente. Nessa estrada de emoções não explícitas, isoladas, tudo que faz parte vira imprevisível. Irene marca seu nome como uma das personagens mais intrigantes dos últimos anos no cinema brasileiro.

Os acontecimentos marcantes são inúmeros, alguns destacados por dilemas morais. O roteiro parece abrir estradas na sua trajetória onde nos perguntamos a todo instante: o que vai acontecer na próxima cena?! As reflexões chegam por todos os lados, as cenas chocantes misturam um leque de descobertas sobre mais da personalidade dos envolvidos. Carolina Markowicz cria uma fórmula que explora até o último segundo o agir, o pensar e o sentir.

O Homem de Aço (2)

SUPERMAN CHEGA BOTANDO BANCA, E JÁ PRONTO PARA MAIS

O Homem de Aço é a aguardadíssima reimaginação para o cinema do primeiro super-herói de todos, Super-Homem. Levado às telas pela primeira vez, numa obra cultuada em 1978, o personagem seguiu até 1987 em mais três sequências. Sua qualidade, no entanto, foi gradativamente diminuindo. De qualquer forma, a presença do ator Christopher Reeve no personagem parecia intransferível. Falecido em 2004, o ator não chegou a presenciar a primeira reimaginação de seu imortalizado personagem. Ela aconteceu pelas mãos do talentoso Bryan Singer, em 2006, no subestimado “Superman – O Retorno”.

Singer declarava seu amor ao personagem e à produção original de Richard Donner, mas o público pareceu não querer embarcar nessa homenagem. Antes disso, como é muito sabido, artistas como Tim Burton (Sombras da Noite), Kevin Smith (Seita Mortal) e Nicolas Cage (O Resgate), estiveram envolvidos com o projeto de levar o personagem aos cinemas, em algum momento. Uma continuação para o filme de Singer nunca ocorreu, e a principal acusação é que a obra não possui cenas de ação. Isso foi levado em consideração quando o diretor Zack Snyder (Sucker Punch – Mundo Surreal) foi escolhido para a direção, sob a tutela do Midas, Christopher Nolan (O Cavaleiro das Trevas Ressurge), o produtor da obra.

2

Ao longo da produção do filme boatos afirmando que essa seria uma versão mais realística e sombria do personagem apareciam aos montes. O fato não deixa de ser concreto. O Homem de Aço pode ser considerado exatamente isso, levando em conta que história aqui é sobre um alienígena de um planeta similar a Terra, porém muito mais desenvolvido, que chega ao nosso planeta e se descobre com poderes fantásticos e ilimitados, como superforça, velocidade, capacidade de voar, escutar e ver à distância, e ainda disparar raios de calor dos olhos. O fato tira muito do personagem, por não deixá-lo com falhas e vulnerabilidade. De fato, apesar de ser o precursor de todos os super-heróis, o Super-Homem é também o menos interessante.

3

Os criadores compensam a falta de um material interessante, com muita criatividade. Por um lado, O Homem de Aço é em seu artesanato, um cinema blockbuster primoroso. A direção de arte é fantástica, somos apresentados ao planeta Krypton mais detalhado e bem trabalhado da história do personagem. É um local que gostaríamos de ver mais. A fotografia de Amir Mokri é belíssima. A trilha de Hans Zimmer é enérgica o suficiente para grudar na cabeça. E os atores vendem o filme como se estivessem buscando prêmios da Academia, mesmo que muitas vezes não possuam o melhor dos roteiros, ou diálogos memoráveis. Isso se mostra um fato principalmente nos encontros entre Lois Lane, papel da carismática e quatro vezes indicada ao Oscar, Amy Adams (O Mestre), e o protagonista, vivido por Henry Cavill (Fuga Implacável), que se sai muito bem no papel.

4

As performances de Kevin Costner como Jonathan Kent, Diane Lane como Martha Kent, Michael Shannon como o vilão General Zod, e da bela alemã Antje Traue como a vilã Faora-Ul, merecem destaque. Apesar de tudo isso, os produtores parecem ter levado muito à risca a condenação do filme anterior, e entregam na segunda metade uma ação desenfreada. Não chega a ser indecifrável como em Transformers, mas pode incomodar por se tornar um pouco repetitivo. Já os fãs do personagem ficarão satisfeitos por finalmente assistir a tão esperada luta de deuses nas telas. Para todo o resto, menos poderia ser mais.

‘The Boys’ e as Séries Originais MAIS POPULARES da Amazon Prime Video

Cada plataforma de streaming tem a sua galinha dos ovos de ouro, o programa que serve como carro-chefe de seu respectivo acervo. É claro também que isso pode mudar conforme essas séries vão sendo encerradas. Veja, por exemplo, o caso da Netflix, que iniciou sua programação original sendo impulsionada por seriados como House of Cards e Orange is the New Black. Em 2015, a sensação foram as séries da parceria com a Marvel, em especial Demolidor. No ano seguinte, a plataforma veria nascer um fenômeno na forma de Stranger Things, que segue como a série mais popular da Netflix e uma das mais populares de todos os tempos.

Acontece também de determinados programas fazerem tanto sucesso, que seus exibidores não conseguem abrir mão deles, mesmo que já tenham chegado ao fim. É o que ocorre com a HBO Max, que irá lançar em breve o House of the Dragon, primeiro derivado de Game of Thrones, a série mais popular de seu acervo – e igualmente uma grande preferida do público de todos os tempos. Mas, como você leu no título deste texto, o assunto aqui não é nem a Netflix e tampouco a HBO Max. Aqui iremos abordar as séries mais populares de todos os tempos da Amazon Prime Video, a plataforma de streaming número 2 no mundo e que possui chances reais de alcançar a líder de mercado, a Netflix, com esta segunda sofrendo uma queda brusca esse ano. Confira abaixo.

Leia também: ‘Stranger Things’ e as Séries MAIS POPULARES da Netflix ainda em Exibição na Plataforma

10 | Belas Maldições

Começamos a lista com um dos acertos recentes da Amazon. Baseado no livro cult de Neil Gaiman e Terry Pratchett, Good Omens (no título original) estreou na plataforma em maio de 2019, fazendo muito barulho com sua mistura de comédia e fantasia. O programa ficou esperando o momento ideal para seguir com a segunda temporada, mas aí veio a pandemia. Na trama, um anjo (Michael Sheen) e um demônio (David Tenent) tentam impedir o Apocalipse, ou o Armageddon, ou o fim dos tempos pelas mãos do filho de Satã, já que ambos se acostumaram com o conforto do planeta, em especial de Londres. A série também conta com a atriz três vezes vencedora do Oscar Frances McDormand no papel de Deus.

Leia também: As 10 Séries e Minisséries Mais POPULARES de TODOS OS TEMPOS na Netflix

09 | Deuses Americanos

Por falar no romancista Neil Gaiman, o autor aparece de novo na lista, tendo uma obra sua adaptada pela Amazon. Até poderíamos pensar que Gaiman fechou algum acordo de exclusividade de seus livros com a plataforma. Mas esse não é bem o caso. É só olharmos para Sandman, uma de suas histórias mais famosas que ganhará live-action pelas mãos da rival Netflix. Seja como for, durante um bom tempo, American Gods (no original) foi o carro-chefe da Amazon e o motivo para se assinar o streaming lá atrás em 2017, quando o programa estreou. Uma mistura de drama, mistério e fantasia, a série encerrou suas atividades em janeiro de 2021, após apenas 3 temporadas. Mesmo assim, ainda segue como a nona mais popular da casa.

08 | A Roda do Tempo

Em oitava posição no ranking de popularidade na Amazon, chega o mais recente sucesso da casa. Enquanto a série de O Senhor dos Anéis não chega, este programa fez bem o papel de suprir a vontade dos fãs por um produto de aventura e fantasia. Baseado nos livros de Robert Jordan, quem protagoniza é a indicada ao Oscar Rosamund Pike (Garota Exemplar). Ela vive Moiraine, uma mulher que precisa embarcar numa jornada em um mundo mágico, onde a magia é real, mas não está disponível a todos. O programa estreou em novembro de 2021 e já tem engatilhada a segunda temporada para este ano.

07 | O Homem do Castelo Alto

Como podemos perceber pelos títulos, quase todas as séries originais da Amazon possuem tradução em português por aqui. Sem dúvida isso ajuda o público a não travar a língua na hora de dizer o nome de alguns dos programas. Seria o caso com este The Man in the High Castle (no original), baseado no livro de um dos gênios da ficção científica Philip K. Dick (autor de obras como Blade Runner, O Vingador do Futuro e Minority Report, por exemplo). A série também foi um dos grandes chamarizes dos primórdios da Amazon, tendo estreado em 2015 e sendo assim a mais antiga da lista até o momento. A trama reimagina a história abordando como seria a América caso a Alemanha e o Japão tivessem ganhado a Segunda Guerra Mundial. O programa de ficção científica e suspense chegou ao fim em 2019 após 4 temporadas.

06 | Reacher

Falando de novidades, agora em sexta posição aparece a série novíssima da Amazon já figurando entre as mais populares da casa. Reacher além de ser uma das mais badaladas do estúdio, se tornou também a segunda mais popular de 2022, conseguindo inclusive superar o sucesso Pacificador (Peacemaker) da HBO Max/ DC, e ficando atrás somente de Cavaleiro da Lua, da toda poderosa Marvel / Disney Plus. Reacher, como todos sabem, é baseado na série de livros do autor Lee Child, que já haviam sido adaptados na forma de duas superproduções hollywoodianas para o cinema, tendo o “baixinho” Tom Cruise como protagonista. Os filmes até foram bem, mas os fãs reclamaram da diferença física do ator e do personagem, já que o protagonista é descrito como um gigante – algo mais próximo do grandalhão Alan Ritchson, que vive o personagem no seriado. Reacher estreou em fevereiro deste ano e sem dúvida ganhará uma segunda temporada.

05 | Maravilhosa Sra. Maisel

Outra série sensação da Amazon, Sra. Maisel fez enorme sucesso devido à sua trama feminista e à frente de seu tempo. No embalo, fez a bela e talentosa Rachel Brosnahan, que interpreta a protagonista do título, se tornar uma jovem estrela de Hollywood. Criada por Amy Sherman-Palladino (um dos grandes nomes da TV norte-americana), o programa conta sobre uma jovem dona de casa dos anos 1950, que não aceita o lugar que a sociedade planejou para ela e decide sair pelas estradas do país tentando emplacar na carreira de humorista nos palcos. Diga se não é puro empoderamento feminino. Tendo estreado em 2017, a série lançou sua quarta temporada em fevereiro deste ano, e já tem programado o quinto ano.

04 | Jack Ryan

O analista da CIA transformado em espião Jack Ryan, já teve vários rostos no cinema, mas esta foi a primeira vez que deu as caras nas telinhas. O personagem debutou nas formas de Alec Baldwin em Caçada ao Outubro Vermelho (1990), e depois seguiu como Harrison Ford nos filmes Jogos Patrióticos (1992) e Perigo Real e Imediato (1994). Tentando um reinício com um intérprete mais jovem, foi a vez de Ben Affleck pegar o papel em A Soma de Todos os Medos (2002) e depois Chris Pine em Operação Sombra (2014). Agora é a vez de John Krasinski na bem-sucedida série original da Amazon. O seriado estreou em 2018 e tem duas temporadas, com a terceira prometida ainda para este ano. Como se não bastasse, o quarto ano do programa também foi confirmado.

03 | Fleabag

Chegando em terceira posição da lista e pegando a medalha de bronze, está esta comédia revolucionária para os novos tempos. Foi Fleabag que fez da britânica Phoebe Waller-Bridge uma potência atual em Hollywood, garantindo para a moça participações em duas das maiores franquias de todos os tempos no cinema: Star Wars (como a robô feminista de Han Solo, 2018) e Indiana Jones (no vindouro quinto filme). Fora isso, a show Woman criou Killing Eve e o roteiro do último 007, Sem Tempo para Morrer (2021). Fleabag também foi criada por Waller-Bridge, que protagoniza igualmente, narrando as desventuras do cotidiano de um jovem londrina. O programa estreou em 2016 e só teve duas temporadas. O que é um crime. Mesmo assim, até hoje tem lugar especial no coração dos fãs.

02 | The Expanse

Em segundo lugar dentre os seriados mais populares da Amazon está uma produção que, assim como alguns dos favoritos da Netflix (vide Cobra Kai e Black Mirror), não começou na plataforma. Acontece que foi a partir da quarta temporada mais ou menos que a Amazon fisgou este peixão, produzindo os últimos anos do programa e garantindo assim sua exclusividade na plataforma. A série futurística, mostra como seria a vida fora da Terra, numa colônia em um asteroide. Como se não bastasse, existe uma conspiração e uma trama que envolve suspense, drama e mistério. Justamente por isso, Expanse caiu tanto no gosto popular do grande público se destacando como o segundo programa preferido da Amazon. Tendo estreado em 2015, a série durou 6 temporadas, chegando ao fim em janeiro deste ano.

01 | The Boys

Na abertura do texto, mencionei as pratas da casa de plataformas como Netflix (Stranger Things) e HBO Max (Game of Thrones), mas não continuei para a Amazon a fim de não dar spoiler. Pois bem, não tem outra forma. The Boys é para a Amazon o que estas duas são para suas respectivas casas. O programa sobre super-heróis mais que politicamente incorretos, sociopatas, psicopatas e babacas de forma geral, foi um tiro certeiro do streaming. Baseado nos quadrinhos de Garth Ennis e Darick Robertson, a série funciona também como uma baita zoação de heróis bem conhecidos do público, como o Superman, a Mulher-Maravilha, Batman e vários outros, mostrando como seriam verdadeiramente se possuíssem desvios de caráter de pessoas, digamos, mais humanas, ou psicóticas. Tendo estreado em 2019, The Boys chega este ano à sua terceira temporada, aderindo ao esquema de um episódio por semana, faltando dois episódios para o grand finale. Com a medalha de ouro, não é surpresa que The Boys já tenha garantido o seu quarto ano na Amazon.

BOMBA! ‘Heathers’, adaptação de ‘Atração Mortal’, é CANCELADA pela Paramount

Por essa ninguém esperava! A Paramount cancelou a série ‘Heathers‘, adaptação do clássico ‘Atração Fatal‘.

A emissora declarou que o conceito satírico de violência dentro de um colégio “não parecia certo”. O reboot estrearia em março, mas foi adiado devido ao tiroteio na Flórida. Mês passado, havia sido anunciado que a premiere aconteceria no dia 10 de julho, mas agora o projeto foi completamente engavetado.

A 1ª temporada tem 10 episódios filmados e finalizados. Será que teremos a chance de assisti-los no futuro?

Heathers‘ traria de volta a mesma história do filme de 1988, tornando a trama mais atual e trazendo, também, uma nova protagonista. Mas a principal diferença, é que a atração seria comandada pelas meninas “desajustadas”, como descreveu o THR. O site ainda disse que a série seria uma “comédia antológica”.

Selma Blair (‘Segundas Intenções’) interpretou Jade, madrasta interesseira de Heather Duke (Brendan Scannell). A série ainda conta com Shannen Doherty, de ‘Barrados no Baile‘.

O filme original foi protagonizado por Winona Ryder (‘Stranger Things‘), Christian Slater (‘Mr. Robot‘) e Shannen Doherty, e contou com a direção foi de Michael Lehmann. Na época, ‘Atração Mortal‘ fracassou nas bilheterias, mas com o passar dos anos foi considerado um clássico cult do cinema – assim como outros vários filmes, por exemplo, ‘Blade Runner, O Caçador de Androides‘.

Do I look like step Mother Theresa ? @heathers #paramountnetwork2018 #heathers #jade

Uma publicação compartilhada por Selma Blair (@selmablair) em

‘Hobbs e Shaw’: Jason Momoa quase entrou para o elenco do spin-off de ‘Velozes e Furiosos’

Através de suas redes sociais, Dwayne Johnson revelou que Jason Momoa (‘Aquaman‘) quase fez parte do elenco de ‘Hobbs e Shaw‘, derivado da franquia ‘Velozes e Furiosos‘.

O ator interpretaria o papel do irmão do Luke Hobbs. No final das contas, o lutador Roman Reigns interpretará o personagem.

“Eu e o Momoa tentamos muito tê-lo nesse filme para interpretar o meu irmão,” revelou Johnson em seu Instagram. “Mas sua agenda estava muito lotada.”

Dirigido por David Leitch (‘Atômica‘ e ‘Deadpool 2‘), o roteiro foi escrito por Chris Morgan, que é responsável por todos os roteiros da franquia desde ‘Desafio em Tóquio‘.

A trama será focada em Luke Hobbs e Deckard Shaw, que formam uma aliança improvável para executar uma missão secreta.

Dwayne Johnson e Jason Statham estrelam. Vanessa KirbyIdris Elba, Eiza GonzálezEddie Marsan completam o elenco.

A Universal Pictures lançará o longa nos cinemas nacionais no dia 1º de agosto, uma semana após a estreia nos EUA.

Após este filme, o próximo filme da franquia é  ‘Velozes e Furiosos 9‘, que estreia em 10 de abril de 2020.

‘BoJack Horseman’ está de volta no trailer completo da ÚLTIMA temporada

A Netflix divulgou o trailer completo da 6ª (e última) temporada da animação ‘BoJack Horseman‘.

Confira:

O ciclo final será dividido em duas partes. A primeira será lançada no dia 25 de outubro. Já a segunda, irá estrear somente em 31 de janeiro de 2020.

A série foi criada por Raphael Bob-Waksberg.

Estrela lendária de um seriado de comédia de sucesso nos anos 90 chamado Horsin’ Around, BoJack Horseman (Arnett) procura uma saída para sua baixa autoestima, para seus problemas regados a uísque e suas relações fadadas ao fracasso. Porém, com a ajuda de seu parceiro humano Todd (Paul) e sua agente e também ex-amante, a Princesa Caroline (Sedaris), BoJack está preparado para deixar novamente sua marca no mundo.

O elenco conta com as vozes de Will Arnett, Amy Sedaris, Alison Brie, Aaron Paul e Paul F. Tompkins.

‘Expresso do Amanhã’: Cenários da série são destaque em novo vídeo dos bastidores

A TNT divulgou um novo vídeo dos bastidores da série ‘Expresso do Amanhã‘ (Snowpiecer).

Confira:

O próximo capítulo vai ao ar no dia 15 de junho.

Criada por Graeme Manson, a série é baseada no filme ‘Expresso do Amanhã‘, lançado em 2013.

Sete anos após o planeta Terra ser lançado em uma era glacial, todos os sobreviventes vivem a bordo de um trem de 1.001 vagões que dá voltas ao redor do mundo sem parar. O trem gigantesco se divide em classes, com a elite nos primeiros vagões e os mais pobres nos últimos. Mas o que acontece quando aqueles que foram oprimidos a vida inteira resolvem se rebelar e lutar?

O elenco conta com Jennifer Connelly, Daveed Diggs, Mickey Sumner, Susan Park, Katie McGuinness, Annalise Basso, Sheila Vand e Sam Otto.

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 2ª temporada.

‘Red Sonja’: Adaptação ainda está em desenvolvimento e contrata nova roteirista

De acordo com o THR, Tasha Huo, que será a showrunner da série animada ‘Tomb Raider‘, foi contratada para escrever o roteiro da nova adaptação de ‘Red Sonja‘.

Joey Soloway (‘Transparent’) continua confirmado na direção do projeto.

“Eu sempre amei a ‘Red Sonja’ e me sinto honrado por ajudar a contar sua história e começar essa jornada cinemática. Não poderia haver um momento melhor em nosso mundo isso. Ela é uma heroína com um chamado épico e traduzir isso para as telonas é um sonho que se torna realidade. Mal posso esperar para trabalhar com a Tasha nessa visão,” declarou o cineasta Soloway.

A heroína, que já foi interpretada pela Brigitte Nielsen na adaptação de 1985, foi criada pelo escritor Roy Thomas e pelo artista Barry Windsor-Smith para a Marvel Comics em 1973.

Atualmente, ‘Red Sonja‘ é publicada pela Dynamite Comics.

‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City’: Hannah John-Kamen dá detalhes sobre Jill Valentine em novo vídeo; Confira!

Sony Pictures Brasil divulgou um novo vídeo promocional de Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City’, trazendo Hannah John-Kamen para falar um pouco sobre a personagem que interpreta no longa, Jill Valentine.

Confira:

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 02 de dezembro.

A produção irá adaptar a história dos dois primeiros jogos e, assim como no original, acontecerá em 1998 e contará os eventos da cidade Raccoon City sendo cercada por zumbis. Tanto a Mansão Spencer quanto o Departamento de Polícia de Raccoon City aparecerão no filme.

O longa recebeu a alta classificação Rated-R (para maiores de 17 anos) por “forte violência sangrenta, e linguagem adulta”.

O elenco também conta com Kaya Scodelario como Claire Redfield, Tom Hopper como Albert Wesker, Avan Jogia como Leon e Lily Gao como Ada Wong, Neal McDonough como William Birkin), Chad Rock como Richard Aiken e Donal Logue como Brad Vickers.

Johannes Roberts (‘Medo Profundo’) dirige e também assina o roteiro ao lado de Greg Russo.

Desde que a Capcom lançou o título que inaugurou o gênero de terror de sobrevivência em 1996, Resident Evil se tornou uma das franquias de games de maior sucesso de todos os tempos, com mais de 100 milhões de jogos vendidos em todo o mundo. Com quase 25 anos de história, a série já foi muito além dos videogames e ganhou adaptações para o cinema, além de ter inspirado atrações em parques temáticos. Com seis filmes produzidos pela Constantin Film, Resident Eviljá arrecadou mais de US$ 1,2 bilhão em todo o mundo, valor que a transformou na saga baseada em videogame mais lucrativa do mercado. 

‘Night Sky’ é CANCELADA pelo Prime Video após uma temporada

O Prime Video cancelou oficialmente a série ‘Night Sky‘, estrelada por Sissy SpacekJ.K. Simmons, depois de apenas uma temporada.

De acordo com o Deadline, apesar de ter estreado com críticas positivas, a produção não gerou interesse o suficiente dos espectadores para justificar os custos ligados à sua narrativa de ficção científica.

Infelizmente, a produção foi cancelada sem um desfecho apropriado.

A trama segue Franklin e Irene York, um casal que, há alguns anos, descobriu uma câmara enterrada em seu quintal que inexplicavelmente leva a um planeta estranho e deserto.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Holden MillerDaniel C. Connolly são responsáveis pela série.

O elenco ainda conta com Chai Hansen, Adam Bartley, Julieta Zylberberg, Rocío Hernández, Kiah McKirnan, Beth Lacke, Stephen Louis Grush e Cass Buggé.

‘The Big Bang Theory’ deve ganhar nova série derivada na HBO Max

De acordo com o TVLine, o universo da comédia ‘The Big Bang Theory‘ deve continuar se expandir. O site afirma que um novo spin-off está sendo desenvolvido para a HBO Max.

A Warner Bros. Discovery anunciou que o produtor executivo Chuck Lorre (‘Dois Homens e Meio’) está desenvolvendo uma nova comédia “derivada” do universo clássico do Sheldon e companhia.

Infelizmente, detalhes sobre a trama do projeto não foram divulgados.

Vale lembrar que o primeiro spin-off da série foi ‘Young Sheldon‘, que alegadamente será finalizado na 7ª temporada.

Recentemente, o produtor executivo Steve Holland comentou sobre o encerramento da série: “Há certas coisas que queremos apresentar na próxima temporada, principalmente se [o sétimo ciclo] for mesmo o último. Dependendo do futuro da série, podemos abordar [a trama] de formas diferentes. Essa decisão não é minha. Acredito que não teremos certeza por algum tempo, mas a decisão não afetará a primeira metade da vindoura temporada. No entanto, os episódios finais terão uma abordagem muito diferente se a série for mesmo encerrada na sétima temporada.”

Sheldon terá 14 anos na sétima temporada. De acordo com uma timeline já estabelecida pela série original, essa foi a idade que o personagem se muda para Medford, no Texas, para começar sua graduação na Universidade CalTech.

A produção foi criada por Chuck LorreSteven Molaro.

Nessa história, conhecemos a infância do jovem cientista Sheldon Cooper. O projeto mostra tudo aquilo que é referenciado na série original, como a avó do personagem e seu relacionamento com seus irmãos e pais.

O elenco conta com Iain Armitage, Zoe Perry, Lance Barber, Montana Jordan, Raegan Revord, Annie Potts, Matt Hobby, Wyatt McClure e Emily Osment.

Jim Parsons, o Sheldon Cooper da série original, serve como narrador dos episódios.

No Brasil, a série é exibida pelo serviço de streaming da Globo Play.

Elisabeth Moss é destaque nas imagens de ‘The Veil’, nova série de suspense do criador de ‘Peaky Blinders’

O site Vanity Fair divulgou as primeiras imagens oficiais de ‘The Veil‘, nova série de suspense estrelada pela Elisabeth Moss (‘O Homem Invisível’).

Confira:

A produção está programada para estrear em abril, no Hulu.

Steven Knight, da aclamada ‘Peaky Blinders‘, é responsável pelo projeto, além de servir como produtor executivo ao lado de Moss.

Descrita como um “thriller sufocante”, a trama vai girar em torno da perigosa relação entre duas mulheres que jogam um jogo mortal de verdade e mentiras no caminho de Istanbul para Paris e Londres. Uma das mulheres tem um segredo, e a missão da outra é revelá-lo antes que milhares de vidas sejam perdidas.

O elenco ainda conta com Josh Charles, Dali Benssalah, Yumna Marwan e Haluk Bilginer.

“Estou animado em poder contar essa história, que é internacional e muito contemporânea,” declarou Knight em comunicado oficial. “Nós reunimos alguns dos maiores talentos da indústria. Trabalhar com a Denise Di Novi é sempre um prazer e eu sempre quis trabalhar com a Elizabeth Moss. E, claro, eu e a FX somos velhos amigos. Acredito que esse será um evento histórico na televisão.”

Lucy Hale suspeita que um dos seus encontros é um ASSASSINO no trailer de ‘F*** Mary Kill’; Confira!

O suspense cômico ‘F*** Mary Kill‘, estrelado por Lucy Hale (‘Pretty Little Liars’), ganhou o primeiro trailer.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Laura Murphy é responsável pela direção.

“Uma viciada em histórias de crimes reais deve determinar qual dos três caras que ela está saindo é apenas para transar, qual é perfeito para casar e qual é o assassino em série que está aterrorizando a cidade e está tentando matá-la.”

O elenco ainda conta com Samer SalemVirginia GardnerJedidiah Goodacre, Brendan Morgan, Brooke Nevin e Bethany Brown.

O roteiro foi assinado por Ivan Diaz e Meghan Brown.

A produção será lançada em VOD pela Lionsgate no dia 6 de dezembro.

gbj 6 dxcaarhjn

10 filmes que tem um ar filosófico

A filosofia está em todo lugar e o mundo das artes reforça essa afirmação trazendo para reflexão debates, até mesmo buscando desvendar as razões e os porquês dentro das misteriosas estradas da existência humana. Esse olhar é muito amplo, dentro do conceito de entender o mundo e o que há nele. Buscando refletir sobre esse tema, separamos abaixo alguns filmes que possuem recortes filosóficos interessantes:

 

Os Eternos

Na trama, conhecemos um grupo intergalácticos chamado os Eternos, que são destinados a planetas para conseguir extrair informações e depois obedecer ordens vindas dos celestiais (algo como os chefes deles). Assim, um grupo pousa na terra muito tempo antes de Cristo e assim vai vendo a evolução da raça humana e com a missão de não se intrometer em qualquer guerra, catástrofes ou algum ato que possa interferir diretamente no resultado de um conflito. Em certo momento recebem uma ordem para reativar um Celestial que está adormecido nas profundezas do planeta Terra.

 

O Professor Substituto

A falta de equilíbrio que faz quebrar sentidos básicos da nossa existência. Exibido no Festival de Cinema de Veneza em 2018, o curioso longa-metragem dirigido pelo francês Sébastien Marnier é um recorte instigante sobre a ótica de professores e alunos de uma tradicional escola francesa. Todo um envolto de modos de pensar e ações de um grupo de estudantes cdfs que utilizam razões com bases poéticas para justificar suas ações e consequências, são colocadas em tela de forma metafórica que vão desde citações de filósofos até uma fotografia e trilha que causam impacto. Não é um filme fácil de digerir, além de que seu enredo esconde seus pontos de clímax deixando o espectador no mínimo surpreendido pelo que ocorre ao longo dos 105 minutos de projeção.

 

Passageiro Acidental

As linhas tênues entre a razão e a esperança. Disponível no catálogo da Netflix, Passageiro Acidental é um filme cheio de portas para serem abertas dentro de escolhas que partem de uma hipótese muito remota (uma surpresinha não vista por ninguém após a decolagem de uma nave que vai pra marte) mas acaba se transformando em um grande e quase filosófico jogo de argumentos onde podemos fazer paralelos com questões existenciais, filósofos e pensadores de todas as épocas. O filme é dirigido pelo brasileiro Joe Penna em seu segundo longa-metragem e conta com ótimo elenco.

 

Bacalaureat

Na trama, conhecemos o médico Romeo (Adrian Titieni), um homem de idade mediana que mora com sua mulher Magda (Lia Bugnar) e sua filha Eliza (Maria-Victoria Dragus) em um bairro de classe média de uma cidade da Romênia. Romeo possui uma amante, Sandra (Malina Manovici), por quem possui um carinho enorme. Quando sua filha Eliza sofre uma violência a caminho da escola e isso a impede de completar a tempo questões de uma prova importante para o futuro dela, Romeu precisará caminhar por uma estrada onde uma linha tênue divide as posições da ética e da moral.

 

Hannah Arendt

Numa época que pensadores originais não precisavam de diploma para lecionar, conhecemos a filósofa política alemã de origem judaica, Hannah Arendt que trabalhou como jornalista e professora universitária além de publicar obras importantes sobre filosofia política. Sempre rodeada por livros e textos que contribuíram para com a sua obra, somos apresentados aos amigos (alguns deles famosos pensadores) e a toda uma problemática pessoal provocada pelo seu pensamento que culminou na transformação de um julgamento em uma questão filosófica.

 

Living

É preciso saber viver… Adaptação britânica de um filme chamado Viver do genial cineasta japonês Akira Kurosawa, Living é um emocionante drama que nos mostra o recorte final de uma estrada dentro de um universo de possibilidades que se abrem, quando enxergar-se outros sentidos para vida, na trajetória de um burocrata que busca servir de exemplo, sem tempo para raivas ou arrependimentos. O cineasta sul-africano Oliver Hermanus consegue chegar à sua obra-prima da carreira, emocionando o público ao longo de inesquecíveis 102 minutos de projeção. As atuações de Bill Nighy e Aimee Lou Wood (a Aimee de Sex Education) são estupendas!

 

Bem-Vinda, Violeta!

Para contar uma história é preciso desprender-se da realidade e embarcar na ficção? Partindo de uma análise bastante ampla sobre o universo sempre peculiar do processo criativo, Bem-Vinda, Violeta! , inspirado no romance ‘Cordilheira’ do escritor brasileiro Daniel Galera, é um filme que navega nas turbulências emocionais de uma protagonista que se descobre em crise através da personagem que está criando para seu novo livro. Fernando Fraiha, um dos diretores do famoso programa Choque de Cultura, volta à direção de um longa-metragem de ficção, após o ótimo La Vingança (2016), nesse filme que é pura reflexão sobre os sentidos da existência humana.

 

Perdido em Marte

A solidão é a sorte de todos os espíritos excepcionais. Perdido em Marte, filme que marca o retorno do aclamado criador de Alien, o Oitavo Passageiro para trás das câmeras. Baseado na obra de Andy Weir, o longa-metragem estimado em mais de 100 Milhões de Dólares, é uma aventura com toques de suspense e drama que promete agradar demais os cinéfilos de plantão. Mexendo com várias variáveis emocionais, praticamente um raio-x do protagonista é instaurado, o filme cresce exatamente nos raciocínios das argumentação para as tomadas de decisões de sobrevivência. Uma pequena obra-prima cinematográfica dessa lenda do cinema chamado Ridley Scott.

 

Um Pombo Pousou num Galho Refletindo Sobre a Existência

Ganhador do Leão de Ouro no Festival de Veneza, Um Pombo Pousou num Galho Refletindo Sobre a Existência é um dos filmes mais invulgares dos últimos tempos, passando uma certa zoação em relação a situações do cotidiano da humanidade, o que acaba tendendo o roteiro ao tragicômico. Pode ser que a primeira vista o filme seja completamente incompreensível beirando à loucura mas quando se sossega o baque do inusitado vamos começando a perceber uma lógica interessante contidas em situações estranhas que se metem os personagens.

 

Minutos Atrás

Na curiosa história acompanhamos dois amigos seguindo sem direção em uma estrada abandonada. Tendo apenas uma carroça cheia de bugigangas, pensamentos argumentativos sobre a sociedade, os sonhos, a vida e o destino, a dupla corre contra o tempo pois não sabem onde esse caminho os levarão. Assim, o público é envolvido em raciocínios oriundo da vivência dos dois, fato que os fazem refletir sobre sua própria existência no planeta.

Gente Grande 2

TUDO EM DOBRO, MENOS O HUMOR

Fim de semana recheado de continuações de filmes de 2010 no Brasil. Depois de Percy Jackson e o Mar de Monstros, continuação de Percy Jackson e o Ladrão de Raios, ganhamos também esse Gente Grande 2, continuação do sucesso de público execrado pela imprensa especializada. O filme original foi acusado de tudo o que foi coisa, mas talvez a principal delas era o fato de que não tínhamos sequer uma história. Adam Sandler e seus comparsas simplesmente aparentavam terem saído de férias, rido muito, e rodado algumas imagens montadas como um filme. Bom, e lucrado muito também. Gente Grande rendeu para a Sony, mesmo sem uma história aparente, quase $300 milhões ao redor do mundo. O que é um absurdo.

Sandler possui seu público cativo, mas eu digo que você (lendo essa crítica) merece mais do que isso. Afinal somos nós quem pagamos pelas “férias” de um grupo preguiçoso, que se esforça pouco para criar cenas engraçadas e precisam apelar para a escatologia. Pense dessa forma, você gosta de se divertir e rir de pessoas caindo, e quando Kevin James (Professor Peso Pesado) cai ao bater contra uma árvore amarrada a uma corda (cena do primeiro filme). Lembre-se de que isso não é genuíno, e você estará rindo daquele amigo sem graça que apenas finge cair para chamar a atenção. Três anos depois e as coisas não melhoraram muito.

2

Gente Grande 2 abre com uma cena digna de Oscar, com Adam Sandler sendo visitado por um alce que invade sua casa e urina em sua cara (Ei, isso é entretenimento!) enquanto ainda está deitado na cama, e depois na cara de seu filho no banho. Os amigos se mudaram para a cidadezinha, onde apenas passavam férias no filme original. Mas enquanto o primeiro falava sobre os protagonistas, sobre a amizade e a transição para a vida adulta (eu sei, estou retirando à força uma trama do filme, pelo menos é o que a sinopse dizia), essa segunda investida na “saga” nem sequer foca neles.

O novo filme prefere apresentar situações desconexas, subtramas que não vão a lugar algum, e situações tão bizarras que seria muito mais interessante e curioso assistir às reuniões dessa turma enquanto desenvolviam esse “projeto”.  O próprio Sandler levantou a questão durante sua entrevista no programa de David Letterman, consciente do pensamento geral sobre o fato do filme não fazer uso de um roteiro. O que acontece em Gente Grande 2 é: a personagem de Salma Hayek (Professor Peso Pesado) deseja um novo filho, coisa que seu marido, Sandler, não quer.

3

De resto são situações montadas como esquetes de programas como Zorra Total, e jogadas ao longo de 101 minutos para poderem soar como algo parecido com um filme. O ex-jogador de basquete Saquille O´Neal dá as caras como um policial, e dessa vez David Spade recebe a visita de um filho que não sabia ter, idêntico a ele, porém alto, forte e criminoso.  O filme foca mais nas desventuras dos filhos dos protagonistas; e ao final tudo termina numa grande festa com temática dos anos 1980, onde muitos dos convidados (assim como o público atual de Sandler) não fazem a mínima ideia de quem são os homenageados com as fantasias.

Ah sim, ainda temos a participação do menino lobo da Saga Crepúsculo em pessoa, Taylor Lautner, realizando acrobacias reais na pele de um universitário encrenqueiro. E é claro, a cena final é uma grande briga generalizada. Temos também o irritante Nick Swardson (Dotado para Brilhar) em mais um de seus desempenhos “fascinantes” como um motorista de ônibus surreal e detestável. É claro que a maioria dos atores retornou, inclusive talentos como Maria Bello (que faz a esposa de Kevin James), afinal o salário é gordo para pouco trabalho. Mas quando nem Rob Schneider (usual colaborador de Sandler) aceita voltar, pode ser um sinal de que as coisas não vão bem…

Os MAIORES Sucessos do ano! Conheça as Maiores Bilheterias da Primeira Metade de 2022…

Embora não pareça para muitos, mas tudo mudou após a pandemia da Covid-19. É verdade que as coisas caminham intensamente para voltarem ao normal (ou o antigo normal) de novo. Diversos setores profissionais sentiram o baque nestes dois anos em que o mundo parou. Um dos mais afetados sem sombra de dúvidas foi o cinema. Bem, a pandemia também viu o mercado dos streamings ferver e fazer a indústria do audiovisual continuar ativa – se portando muito como a salvação da lavoura. Por outro lado, o mercado exibidor de grandes e pequenas redes de salas de cinema sofreram um grande dano. Mesmo as salas voltando a encher cada vez mais, o que temos hoje ainda não se compara ao que tínhamos antes em relação ao público. Muitos fecharam as portas, outros sobrevivem com a ajuda de aparelhos. A prova disso é a arrecadação nas bilheterias.

Antes da pandemia, grandes lançamentos ultrapassavam facilmente a marca de US$500 milhões mundiais, e muitos filmes medianos não faziam esforço para render acima de US$100 milhões mundiais. Hoje, são os grandes que se esforçam para chegar aos três dígitos de milhões no mundo. Muitos estúdios ainda apostam no lançamento simultâneo de filmes em cinema e streaming. Desde o início da pandemia, após o desastroso ano de 2020, algumas superproduções começaram a arrebanhar novamente os espectadores de volta aos templos – as salas de cinema. Ano passado foi Homem-Aranha: Sem Volta para Casa. E este ano o sucesso estrondoso ficou por conta de Top Gun: Maverick.

2022 chegou à sua metade, mas já apresentou algumas produções que sacudiram as bilheterias provando que a tendência é, finalmente, as coisas voltarem aos eixos de novo. Desta forma, resolvemos reunir para você num top 10, os filmes mais rentáveis desta primeira metade do ano pelo mundo. Confira abaixo.

10 | Minions 2: A Origem de Gru

As bilheterias mundiais são imprevisíveis e podem mudar a todo instante. No período de poucas horas enquanto eu escrevia esta matéria, a posição de número 10 no ranking estava pronta para ser da produção chinesa de comédia, Too Cool to Kill (que será incluída ao final da lista como bônus). Após a atualização completa do último fim de semana e do dia de hoje (segunda-feira, 4 de julho), o filme chinês foi jogado para fora dos 10 mais rentáveis e o segundo Minions entrou em seu lugar. O fato é muito impressionante, já que o segundo filme das criaturinhas amarelas que adoram bananas fez sua estreia nos EUA, Brasil e em grande parte do mundo neste último fim de semana. E isso bastou para que estreasse com o pé direito, com uma bilheteria de quase US$220 milhões mundiais. De fato, é reportado que neste único fim de semana, Minions 2 superou toda a bilheteria do rival Lightyear (da Disney), em cartaz há três semanas. A animação mostra como os Minions conheceram seu mestre Gru.

09 | Os Caras Malvados

Outra animação chegando ao ranking. As animações sempre foram uma fonte muito rentável nos cinemas, é verdade. Porém, com a pandemia, se tornou uma excelente pedida para os pais que não aguentam mais ficar em casa com os pimpolhos os entretendo. Nada melhor do que uma folguinha de duas horas. Assim, essa animação bem diferenciada em questão de sua estética, com produção da Dreamworks e da Universal, se tornou um dos longas mais rentáveis deste início de 2022, com uma bilheteria de mais de US$244 milhões. Na trama, cinco animais antropomórficos (um lobo, um tubarão, uma cobra, uma tarântula e uma piranha) são criminosos de carteirinha precisando se reformar. O original conta com as vozes de Sam Rockwell, Awkwafina e Zazie Beetz.

08 | Uncharted – Fora do Mapa

No marketing e na publicidade existe o termo “venda casada”, que se refere à venda de um produto, digamos, menor junto com o produto que de fatos todos irão querer. Não dá para não pensar que foi exatamente esta a abordagem da Sony na hora de colocar nos cinemas este Uncharted, protagonizado pelo astro do momento Tom Holland, aproveitando o rastro absurdo de Homem-Aranha: Sem Volta para Casa – o produto do mesmo estúdio mais vendido no ano passado. Com uma diferença pequena de tempo entre os filmes, esta aventura a la Indiana Jones, que na verdade é baseada num game extremamente popular, surfou a onda do sucesso. O filme era anunciado há certo tempo e não decepcionou. Uncharted chega em oitavo lugar com um pouco mais de US$401 milhões mundiais.

07 | Sonic 2

Mais um produto mirado para a garotada. Ninguém poderia dizer que o primeiro Sonic viveria para se tornar um dos maiores sucessos de 2020, numa era pré-pandemia. Na verdade, muito pelo contrário, já que o primeiro trailer divulgado sofreu um terrível backlash com o visual do ouriço azul. Satirizado recentemente pela Disney no novo filme do Tico e Teco (2022). Os realizadores deram ouvidos aos fãs, correram atrás do prejuízo em tempo recorde e modificaram a aparência do bichinho como todos queriam. Plástica virtual feita, o público não teve do que reclamar, e abraçou por completo o filme infantil inofensivo. Provando que conseguiu capturar novamente o raio na garrafa, a Paramount viu o segundo filme de seu mascote veloz emplacar novamente no gosto do grande público – dessa vez com os reforços da raposinha de duas caudas Tails e a equidna vermelha encrenqueira Knuckles. Será este um novo despertar dos filmes baseados em games? Se depender das bilheterias deste primeiro semestre, sim. Sonic 2 soma quase US$402 milhões mundiais.

06 | Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore

Sangue de Harry Potter tem poder! Mesmo com todas as tretas envolvendo o ator Johnny Depp e a escritora JK Rowling, a franquia do bruxinho mais famoso da sétima arte segue prosperando graças ao eco da franquia original. Fenômeno absoluto, Harry Potter se mostra incapaz de ser manchado ou desabado nem mesmo pelos boicotes de sua criadora, ou polêmicas envolvendo o elenco dos filmes. É indiscutível também que a franquia derivada Animais Fantásticos não possui a mesma ressonância. No entanto, ainda segue despertando o interesse dos fãs. Aqui, um desejo antigo dos detratores finalmente foi atendido: a substituição do astro Johnny Depp (o grande vilão desta franquia, presente nos dois primeiros filmes) por outro ator (no caso, o grande Mads Mikkelsen). Seja como for, apesar de algumas águas turbulentas em seu caminho, a Warner conseguiu arrecadar mais de US$405 milhões com seu terceiro Animais Fantásticos.

05 | Water Gate Bridge

Agora chegamos ao top 5, e logo de cara podemos notar um salto considerável de bilheteria entre o quinto e sexto posicionados. O quinto lugar soma basicamente mais US$220 milhões em relação ao sexto colocado. E aqui temos também a primeira produção asiática da lista – leia mais sobre isso no item bônus ao final da lista. Esta produção chinesa se trata da continuação de The Battle at Lake Changjin, de 2021, por si só um blockbuster asiático elencado entre as maiores bilheterias do ano passado no mundo. Os realizadores não perderam tempo e preparam rapidamente uma sequência deste drama histórico e patriótico que enaltece e homenageia os soldados chineses CPV (Chinese People’s Volunteers), os soldados voluntários, durante a Guerra da Coreia. A missão destes homens agora é focada em uma ponte, que é rota crucial da retirada norte-americana. A superprodução chinesa arrecadou mais de US$626 milhões – tudo em seu próprio solo, já que estas produções não são tão exportadas para o mundo quanto as americanas. Ter um dos países mais populosos do mundo certamente ajuda nestas horas.

04 | The Batman

Durante um bom tempo, no início de 2022, Batman foi o filme mais rentável do ano. Mas é difícil dizer que o jogo das bilheterias está ganho em março de qualquer ano. Assim, por melhor e mais elogiado que o novo filme do Homem-Morcego tenha sido, ele ainda enfrentará concorrência pesada nos próximos seis meses, e sua verdadeira luta será para se manter entre os 10 mais rentáveis de 2022. Nos três meses que seguiram de sua estreia, o blockbuster perdeu três posições, recaindo em quarto no ranking, com sua impressionante bilheteira de mais de US$770 milhões mundiais – dando outro salto em relação ao quinto lugar. Muitos estavam curiosos para saber como o jovem Robert Pattinson iria se comportar no papel e qual o teor do filme que Matt Reeves iria entregar. É seguro dizer que agradou gregos e troianos, com sua atmosfera de thriller arrepiante, quase chegando próximo a um filme de terror. Com a continuação já confirmada, só resta esperar que a nova saga do herói da DC repita o feito da trilogia anterior (de Christopher Nolan), na qual o segundo capítulo superou e muito (com praticamente o dobro) a bilheteria do primeiro filme.

03 | Jurassic World – Domínio

Como dito, desde que estreou no início de março deste ano, o novo blockbuster do Homem-Morcego parecia destinado a ser o filme do ano, dominando as bilheterias e com o potencial de bater a marca do bilhão. Bem, o longa chegou perto, mas por ser uma obra mais visceral e voltava para um clima de suspense e censura mais alta do que de costume, terminou afastando os adolescentes e as crianças. O reinado do herói da DC/Warner até durou um pouco e o filme ainda surge como o grande preferido de boa parte do público este ano. Mas aí foram surgindo outras grandes produções que aos poucos foram galgando nas bilheterias e ultrapassando a rentabilidade do morcego. Bem, como podemos ver pela lista, três filmes tiveram essa moral. O terceiro deles estreou há menos tempo, no início de junho, e ainda em cartaz pode ser que suba mais degraus em sua trajetória nas bilheterias. E o que pode ser maior do que um morcego, você pergunta? Que tal dinossauros? O terceiro Jurassic World (e sexto Jurassic Park) mistura a franquia original com o derivado e traz de volta os protagonistas do filme lá de 1993. Domínio ultrapassou com gosto a bilheteria de Batman, com mais de US$831 milhões mundiais para a Universal – e aumentando.

02 | Doutor Estranho no Multiverso da Loucura

O primeiro blockbuster a ultrapassar a bilheteria de Batman, foi o segundo filme do personagem da rival Marvel. O Doutor Estranho não é um herói tão popular assim, ainda mais se compararmos a um dos mais icônicos de todos como o Homem Morcego – podemos inclusive dizer que o mago supremo vivido por Benedict Cumberbatch pertence (ou pertencia) ao time B da casa de ideias. O que é popular, no entanto, é a máquina de fazer dinheiro chamada Marvel – que consegue transformar qualquer personagem secundário (com a ajuda de um investimento de centenas de milhões de dólares) na nova estrela do momento. Foi assim com os Guardiões da Galáxia, com o Homem-Formiga, o Pantera Negra, a Capitã Marvel e mais recentemente com Shang-Chi e os Eternos. E assim foi com Doutor Estranho também. Esse segundo filme sacudiu ainda mais as coisas. O motivo foi a promessa de um multiverso interligado, tendo iniciado nos cinemas com o fenômeno de Homem-Aranha: Sem Volta para Casa. Os fãs ficaram simplesmente extasiados com as possibilidades de um filme criados nestes moldes, e correram em massa para os cinemas, fazendo Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, que estreou no início de maio, chegar perto de US$1 bilhão em bilheteria (com mais de US$951 milhões em caixa).

E a maior bilheteria desta primeira metade de 2022 é…

01 | Top Gun: Maverick

No início de maio, Doutor Estranho no Multiverso da Loucura estreou e destronou Batman como a maior bilheteria de 2022. O fato mostra que por maior que seja o personagem da DC/Warner fica muito difícil de competir com a fórmula que a Marvel criou para suas superproduções. E assim, o segundo Doutor Estranho parecia querer ficar estacionado na primeira posição, correndo rapidamente até quase atingir a marca do bilhão, mas parando antes de cruzar a linha de chegada. Seja como for, o fato não deixa de ser impressionante. Mas o que talvez ninguém contasse era que um blockbuster à moda antiga fosse chegar sorrateiramente, contando com a presença de um astro no topo de seu estrelato há 35 anos, para surrupiar a liderança da toda poderosa Marvel.

Top Gun: Maverick, continuação de um dos primeiros blockbusters da história, Top Gun: Ases Indomáveis (1986), foi um dos filmes mais adiados dos últimos anos. E muitos já o davam como filme problemático e possível fracasso – o histórico quase nunca é positivo para produções constantemente adiadas. Mas não é que quando finalmente pôde ser mostrado ao mundo, o filme recebeu elogios da maioria esmagadora dos críticos, foi aplaudido de pé por 5 minutos no Festival de Cannes e de pouco em pouco se tornou o primeiro filme a ultrapassar a barreira de US$1 bilhão em 2022. Na verdade, Maverick já soma mais de US$1.115 bilhão ao redor do mundo – se concretizando com a maior bilheteria da primeira metade de 2022.

Bônus: Too Cool to Kill

A hegemonia de Hollywood emplacando entre as maiores bilheterias mundiais já foi “atualizada” há quase 10 anos. Primeiro, os grandes estúdios americanos perceberam a potência que os países asiáticos tinham no consumo de suas produções, assim incluíam cenas a mais só para eles – como Homem de Ferro 3 (2013) fez, por exemplo. A partir de 2015 a coisa mudou de figura realmente, com produções asiáticas – em especial superproduções chinesas – emplacando entre as maiores bilheterias no mundo, e desbancando os blockbusters hollywoodianos. A situação atingiu seu epicentro em 2020 – quando cinco filmes chineses estiveram ranqueados entre os mais rentáveis daquele ano. Levando em conta que eles não exportam seus produtos com a mesma facilidade dos americanos. Essa tendência segue ocorrendo e esta produção chinesa esteve ranqueada em décima posição até o último fim de semana, com a estreia de Minions 2. Too Cool to Kill é uma comédia de farsa, onde uma atriz envolvida num esquema com criminosos, escala um atrapalhado aspirante a ator para a “fachada” de seu filme. O sujeito, no entanto, colocará tudo a perder. A produção chinesa arrecadou mais de US$217 milhões mundiais.

‘Deadpool 2’: Diretor defende decisão polêmica envolvendo Morena Baccarin

AVISO: Este post contém SPOILERS pesados sobre ‘Deadpool 2

O diretor de ‘Deadpool 2‘, David Leith, defendeu a decisão criativa de matar a personagem Vanessa, interpretada pela brasileira Morena Baccarin, nos primeiros minutos da sequência.

A decisão criou uma enorme controvérsia entre os fãs, não só porque a personagem representou um dos melhores pontos do primeiro filme, quebrando o molde de “donzela em apuros”, como também pelo fato dos roteiristas terem usado sua morte como ponto de desenvolvimento para o personagem principal.

Em entrevista ao ComicBook, Leitch explicou sobre sua decisão de matar a personagem:

“É um filme do Deadpool, e você precisa retirar dele tudo que o humaniza. Ele pode ser irritante, pode ser meio ofensivo, pode ser tudo isso, mas você precisa de um gancho emocional para enraizar o filme para que nós possamos fazer esta jornada com esse personagem e experienciar o Deadpool. “

Com a cena dos créditos finais, que é considerada oficial, o Deadpool consegue voltar no tempo e salvar a Vanessa da morte, o que abre o caminho para que ela volte a ter destaque em novas sequências. Os próprios roteiristas já declararam que gostariam de vê-la se aproximar de seu arco nos quadrinhos. Será que teremos a chance de ver a Vanessa com super poderes?

Apesar das controvérsias, Deadpool 2’ ultrapassou a marca de US$ 500 milhões na bilheteria mundial, em apenas 11 dias. O filme do Mercenário Tagarela somou US$ 218 milhões somente nos EUA e igualou o desempenho do primeiro longa, que chegou na marca também no mesmo período de tempo.

Deadpool 2 já é a terceira maior estreia do ano nos EUA ao arrecadar US$ 134 milhões em seu primeiro fim de semana e está atrás apenas dos longas do Marvel Studios‘Vingadores: Guerra Infinita’ e ‘Pantera Negra’.

‘Deadpool 2’: Fãs encontram possível ligação do filme com ‘Vingadores 4’

‘Deadpool 2’: Roteiristas queriam cena pós-créditos com o ‘Quarteto Fantástico’ de 2015

Crítica | Deadpool 2 – Maior, Melhor e Muito Mais F*dão que o original 

 

Jordan Peele afirma que ‘Nós’ será um terror de verdade; Saiba mais!

Em entrevista ao Rolling StoneJordan Peele revelou que ‘Nós‘ será um terror de verdade, ao contrário de ‘Corra‘, que devia ter sido considerado um suspense social.

“Eu sou um fã de filmes de terror tão grande que confesso que a confusão em torno do gênero de ‘Corra’ partiu o meu coração. Eu quis fazer um filme de terror, mas aquele filme não é realmente terror. Como fã de terror, eu realmente queria contribuir com algo para esse universo.”

O roteirista Brian Hiatt completa, “Esse novo filme, ‘Nós’, é essa contribuição. ‘Corra’ é existencialmente assustador; ‘Nós’ é simplesmente assustador. É um conto de uma família enfrentando cópias de si mesmos.”

Na trama, “Uma mãe e um pai levam seus filhos para a casa na praia esperando relaxar e se divertir com seus amigos. Mas quando a noite cai, a serenidade se transforma em tensão e caos após visitas chocantes aparecerem sem convite.”

O elenco conta com Lupita Nyong’oDuke Nicholson, Evan Alex, Madison Curry, Cali Sheldon, Noelle Sheldon,  Tim Heidecker,Yahya Abdul-Mateen II, Anna Diop Shahadi Wright Joseph.

O terror chega aos cinemas nacionais em 21 de março.

Linda Porter, da comédia ‘Superstore’, morre aos 86 anos

Linda Porter, que interpretou Myrtle na comédia ‘Superstore‘, morreu aos 86 anos.

“Linda não era apenas hilária; ela era incrivelmente doce, energética e entusiasmada – trabalhar com ela iluminava o dia de todo mundo,” disseram os produtores executivos da série, Gabe Miller e Jonathan Green, em uma declaração. “Estamos orgulhosos por ser uma pequena parte de seu longa carreira. A série não será a mesma sem ela.”

Porter apareceu em um total de 35 episódios da série.

A série foi criada por Justin Spitzer.

A comédia acompanha uma família única de empregados de uma gigantesca loja. Desde os novatos deslumbrados ao veteranos que já viram de tudo, passando pelas contratações de verão, a narrativa acompanha o dia a dia da chegada dos caçadores de barganhas, promoções de causar comoção e sessões de treinamento com direito a cochilos.

O elenco conta com America Ferrera, Ben Feldman, Lauren Ash, Colton Dunn, Nico Santos, Mark McKinney, Nichole Bloom e Jon Miyahara.

‘Stargirl’: Atriz revela como se preparou para as cenas de ação; Confira!

A CW divulgou um novo vídeo dos bastidores de ‘Stargirl‘, com a atriz Brec Bassinger revelando como se preparou para o papel da heroína.

Confira:

O próximo episódio, intitulado The Justice Society, irá ao ar no dia 22 de junho.

Stargirl — “The Justice Society” — Image Number: STG106a_0172r.jpg — Pictured: Neil Jackson as Jordan Mahkent — Photo: Annette Brown/The CW — © 2020 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Stargirl — “The Justice Society” — Image Number: STG106c_0074r2.jpg — Pictured (L-R): Neil Hopkins as Sportsmaster and Joy Osmanski as Tigress — Photo: Jace Downs/The CW — © 2020 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Stargirl — “The Justice Society” — Image Number: STG106c_0149r.jpg — Pictured (L-R): Yvette Monreal as Wildcat and Cameron Gellman as Hourman — Photo: Jace Downs/The CW — © 2020 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Stargirl — “The Justice Society” — Image Number: STG106c_0265b.jpg — Pictured: Neil Hopkins as Sportsmaster — Photo: Jace Downs/The CW — © 2020 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Stargirl — “The Justice Society” — Image Number: STG106c_0255r.jpg — Pictured: Joy Osmanski as Tigress — Photo: Jace Downs/The CW — © 2020 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Stargirl — “The Justice Society” — Image Number: STG106a_0191r.jpg — Pictured: Amy Smart as Barbara Whitmore — Photo: Annette Brown/The CW — © 2020 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Stargirl — “The Justice Society” — Image Number: STG106a_0213r.jpg — Pictured: Brec Bassinger as Courtney Whitmore — Photo: Annette Brown/The CW — © 2020 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Stargirl — “The Justice Society” — Image Number: STG106a_0235b.jpg — Pictured: rae Romano as Mike Dugan — Photo: Annette Brown/The CW — © 2020 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Stargirl — “The Justice Society” — Image Number: STG106a_0271b.jpg — Pictured: Luke Wilson as Pat Dugan — Photo: Annette Brown/The CW — © 2020 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Stargirl — “The Justice Society” — Image Number: STG106b_0019r1.jpg — Pictured (L-R): Yvette Monreal as Yolanda Montez and Anjelika Washington as Beth Chapel — Photo: Annette Brown/The CW — © 2020 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Stargirl — “The Justice Society” — Image Number: STG106b_0104r.jpg — Pictured: Anjelika Washington as Beth Chapel — Photo: Annette Brown/The CW — © 2020 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.

A série foi criada por Geoff JohnsGreg Berlanti.

Courtney Whitmore, uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

O elenco conta com Brec Bassinger, Yvette Monreal, Anjelika Washington, Meg DeLacy, Neil Jackson, Amy Smart, Luke Wilson e Hunter Sansone.

‘The Walking Dead’: Michael James Shaw entra para o elenco da última temporada

De acordo com o Deadline, Michael James Shaw (‘Constantine’) entrou para o elenco da 11ª (e última) temporada de ‘The Walking Dead‘.

O ator interpretará Mercer, um personagem dos quadrinhos é o líder dos militares da comunidade Commonwealth.

Vale lembrar que a última temporada terá 24 episódios, e a AMC também está desenvolvendo um spin-off focado no Daryl e na Carol que está programado para estrear em 2023.

Criada por Frank Darabont, a série é baseada nos quadrinhos homônimos de Robert Kirkman.

A trama acompanha um grupo de sobreviventes em um mundo pós-apocalíptico que precisa não só enfrentar os mortos, como também os vivos.

O elenco conta com Norman Reedus, Melissa McBride, Christian Serratos, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Khary Payton, Jeffrey Dean Morgan e Lauren Cohan.

Jovens são transformados em vampiros no trailer do terror ‘Dead & Beautiful’; Assista!

O terror ‘Dead & Beautiful‘ ganhou um novo trailer.

Confira:

O longa foi escrito e dirigido por David Verbeek.

Cinco ricos jovens asiáticos estão sofrendo de tédio da classe alta, sem saber como passar os dias quando tão pouco se espera deles. Em busca de emoção, os cinco amigos formam o “Círculo”, um grupo onde se revezam projetando uma experiência única e extravagante para os outros. Mas as coisas dão errado quando os urbanos privilegiados acordam depois de uma noite fora, para descobrir que desenvolveram presas de vampiro e uma sede insaciável por carne, sangue e aventura a qualquer preço.

O elenco conta com Gijs Blom, Aviis Zhong, Yen Tsao, Philip Juan e Anechka Marchenko.

O terror será lançado pelo Shudder no dia 4 de novembro.

‘The Boys’: Claudia Doumit quase interpretou outra personagem na série

Em entrevista ao TVLine, Claudia Doumit, que interpreta a perigosa Victoria Neuman em ‘The Boys‘, revelou que quase interpretou outra personagem na série. Originalmente, a atriz fez teste para interpretar a Ashley Barrett (Colby Minifie), diretora de relações de talentos da Vought.

“Eu originalmente fiz um teste de elenco para a primeira temporada, mas não consegui o papel [da Ashley]. Quando eu fiz o teste para a segunda, pensei que também não ia conseguir. Lembro de manter minhas expectativas baixas. Fiquei muito feliz quando consegui o papel, porque a Victoria Neuman é uma ótima personagem. Eu amo interpretá-la. Acabou sendo melhor não ter sido contratada na primeira temporada, porque eu me identifico muito mais com a Neuman.”

A atriz aproveitou para elogiar o trabalho da Colby Minifie, que acabou ficando com o papel: “Ela está arrasando como essa personagem! Ela é perfeita interpretando a Ashley.”

Vale lembrar que o nosso querido editor-chefe Renato Marafon teve a honra de estar no tapete vermelho de ‘The Boys‘, para receber os astros da icônica e aclamada série do Prime Video.

Aproveitando a oportunidade, ele conversou brevemente com Antony Starr (Capitão Pátria), Karen Fukuhara (Kimiko Miyashiro), Jack Quaid (Hughie Campbell), Jensen Ackles (Soldier Boy), Karl Urban (Billy Bruto) e Nathan Mitchell (Black Noir).

As entrevistas individuais com o elenco serão divulgadas a partir do dia 7 de Julho, no canal oficial do CinePOP.

Confira:

Lembrando que o último episódio da 3ª temporada vai ao ar nesta sexta-feira, dia 08 de julho.

O novo ciclo também irá introduzir Laurie Holden (Condessa Carmesim), Sean Patrick Flanery (Supersonic), Nick Wechsler (Blue Hawk) e Miles Gaston Villanueva (Gunpowder).

Crítica | The Boys – 2ª temporada: Ainda mais sádica, violenta e ofensiva

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

Nintendo e Eu

(Death of Nintendo)

 

Elenco:

Noel Comia Jr.
Agot Isidro
Moi Marcampo

 

Direção: Raya Martin

Gênero: Comédia

Duração: 99 min.

Distribuidora: Pandora Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 27 de Abril de 2023

Sinopse: 

Durante o verão, na época em que os videogames ainda eram uma novidade, quatro amigos adolescentes partem juntos em uma jornada de autodescoberta, enquanto tentam superar as pontuações de seus jogos e enfrentar os obstáculos da vida, como o amor infantil, pressão dos colegas e equilibrar a tradição familiar com a identidade própria.

Curiosidades: 

» Valerie Castillo Martinez assina o roteiro;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘One Love’: Cinebiografia de Bob Marley recebe 37% de aprovação no RT; Confira as reações!

Com 30 críticas publicadas até o momento, ‘Bob Marley: One Love‘, filme que contará a história do ícone do reggae, amargou apenas 37% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral critica o tom genérico da cinebiografia, que falha em se aprofundar em uma das figuras mais emblemáticas da música. Apesar disso, a sólida performance do ator Kingsley Ben-Adir foi citada como um dos pontos mais fortes da produção.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Se as performances musicais são o ponto alto do filme, isso só mostra o poder emocional dessas canções e não o barulho dramático do longa que as acompanha.” (Times UK)

“O filme é extremamente genérico e cansativo, até mesmo para uma cinebiografia musical.” (Little White Lies)

“A decisão de focar em um único período na vida do Bob Marley foi acertada, resultando no ótimo ritmo do filme. O estilo da narrativa cria drama suficiente para ser cativante sem perder seu senso de autenticidade.” (Damian Michael Movies

“Essa é uma cinebiografia rasa que explora pouco da vida de um ícone, mas apresenta um desempenho sólido do ator Kingsley Ben-Adir.” (Empire Magazine)

“Essa cinebiografia apresenta todos os elementos certos, mas eles falham em se comunicar.” (THN)

“É uma cinebiografia decepcionante, uma vez que o ícone do reggae permanece um mistério após os créditos finais. No entanto, os atores Kingsley Ben-Adir e Natasha Lynch brilham em performances sólidas.” (Flick Feast)

“Esta cinebiografia tenta abordar a figura complexa do ícone do reggae, mas é uma produção confusa. Bob Marley merecia algo melhor, assim como os espectadores.” (InSession Film)

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de Fevereiro.

Confira o trailer, dublado e legendado:

O filme celebra a vida e a música de um ícone que inspirou gerações através da sua mensagem de amor e união. Pela primeira vez nos cinemas, o público vai descobrir a poderosa história de superação de adversidades e a jornada por trás da sua música revolucionária.

A direção do longa é assinada por Reinaldo Marcus Green, que também dirigiu ‘King Richard: Criando Campeãs‘, filme indicado a seis Oscars e vencedor de um. Bob Marley será interpretado pelo ator Kingsley Ben-Adir, que atualmente trabalha na série “Invasão Secreta”.

Contracenam com ele nesse novo longa, Lashana Lynch, James Norton, Tosin Cole, Anthony Welsh, Michael Gandolfini, Umi Myers e Nadine Marshall.

Confira o trailer DUBLADO e LEGENDADO de ‘Sting – Aranha Assassina’

A Diamond Films divulgou o trailer nacional do terror ‘Sting – Aranha Assassina‘, novo filme de aranha assassina que promete usar efeitos práticos.

Confira, dublado e legendado:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 5 de dezembro.

Em uma noite fria e chuvosa, um objetivo misterioso cai do céu e atravessa a janela de antigo apartamento. É um ovo, e dele sai uma estranha aranha. A criatura é descoberta por Charlotte, uma menina rebelde de 12 anos que é obcecada por quadrinhos. Logo, ela decide criar a aranha como um animal de estimação, e a chama de Sting.

Enquanto sua ligação com a aranha cresce, o tamanho a criatura também aumenta. Quando os vizinhos da família começam a desaparecer, Charlotte é a única que pode parar essa ameaça grandiosa com sede de sangue humano.

Kiah Roache-Turner é responsável pela direção e roteiro.

O elenco conta com Ryan CorrAlyla BrownePenelope Mitchell, Robyn Nevin, Noni HazlehurstJermaine Fowler.

 

5 Filmes que mostram a genialidade de Paddy Considine, o rei Viserys de A Casa do Dragão!

Nascido em 05 de setembro de 1973 em Burton upon Trent, Staffordshire, na Inglaterra, o talentoso ator e diretor Paddy Considine chamou a atenção de todos recentemente pela sua magistral atuação como Rei Viserys em A Casa do Dragão. Mas pra quem ainda não conhecia, saiba que esse excepcional artista tem um currículo invejável, com impactantes trabalhos na sétima arte já faz muito tempo.

Em sua formação, no início da década de 90 estudou Artes Cênicas na Burton College, quatro anos mais tarde entrou em outra faculdade, dessa vez para estudar fotografia na Universidade de Brighton. Depois trabalhou em alguns curtas-metragens até conseguir seu primeiro papel como protagonista no ano de 2000, o filme era Last Resort dirigido pelo cineasta polonês Paweł Pawlikowski (Guerra Fria, Ida). Como ator, trabalhou em poderosos filmes dramáticos como o maravilhoso Terra dos Sonhos. Também participou de seriados conhecidos como Peaky Blinders e The Outsider.

Imagem do filme: Vingança Redentora

Mas como diretor ele brilhou mais ainda, com um curta chamado Dog Altogether, vencedor do Leão de Prata de Melhor Curta-Metragem no Festival de Cinema de Veneza de 2007 e os longas Journeyman: Vontade de Vencer (excelente!) e a sua obra-prima da carreira Tiranossauro.

Para quem não conhece os ótimos filmes dele, segue abaixo algumas sugestões de trabalhos que mostram a genialidade de Paddy Considine:

 

Vingança Redentora

Olho por olho, dor por dor. Em pouco mais de 80 minutos de projeção, Vingança Redentora nos leva para uma ampla e profunda análise sobre o castigo, a punição, acompanhamos a estrada de via única de um homem indo atrás de vingança após sua alma se deteriorar logo em seguida à uma tragédia. Dirigido pelo cineasta britânico Shane Meadows, o filme tem uma trilha sonora marcante além de uma atuação explosiva do excelente Paddy Considine.

 

Tiranossauro

Na trama, conhecemos Joseph um homem rodeado por desilusões e que está à beira da loucura dominado completamente pelo ódio que sente. Um certo dia, após beber todas em uma tarde, acaba indo parar na loja de Hannah, uma simpática vendedora que também possui seus problemas no cotidiano. Aos poucos, entre um drama e outro, vai surgindo entre eles uma amizade muito forte que acaba virando um conforto para essas duas almas perturbadas por fantasmas que os assombram à muito tempo. Esse é o grande trabalho como diretor do intérprete do Rei Viserys.

 

Terra dos Sonhos

Lançado 20 anos atrás, esse filmaço dirigido por Jim Sheridan conta a história de uma família que se muda da Irlanda para os Estados Unidos em busca de uma chance de recomeçar a vida após um trauma. O emocionante filme foi indicado em três categorias ao Oscar em 2004.

 

Meu Amor de Verão

Em seu segundo trabalho com o diretor polonês Paweł Pawlikowski, Paddy Considine está no elenco do interessante longa-metragem Meu Amor de Verão. Na trama, ambientada no norte da Inglaterra, em Yorkshire, conhecemos Mona e Tamsin, duas jovens que aos poucos vão se aproximando e percebendo que tem muito a ensinar uma à outra. Esse é o primeiro longa-metragem da carreira de Emily Blunt.

 

Journeyman: Fora de Combate

A incrível capacidade humana do recomeço. Imagine um mundo onde você tem uma linda família, é estável financeiramente, e ainda por cima é campeão mundial de um esporte que você ama. Agora imagine que após sofrer uma lesão na cabeça, você não lembra de mais nada e precisa reaprender sobre tudo que gira em torno da sua vida. Journeyman: Fora de Combate nos leva para em torno desse recorte, de um homem que precisa se reconectar com o mundo que lhe foi tirado. De maneira angustiante em muitos momentos, mostrando as sombrias e difíceis fases de um recomeço o longa-metragem possui uma narrativa detalhista que vai emocionar até mesmo os corações mais frios. Escrito, dirigido e protagonizado pelo excelente Paddy Considine, o filme não é sobre segundas chances mas sim sobre o recomeçar.

Agora e Para Sempre

A “INQUIETA” DAKOTA FANNING

Exibido em festivais de cinema em Londres e na França, Agora e Para Sempre é uma produção inglesa estrelada pela menina de ouro Dakota Fanning. A atriz explodiu no cinema americano ainda na infância, onde chamou a atenção em diversas produções de renome como Chamas da Vingança e Guerra dos Mundos, sempre desempenhando performances assustadoras (de tão boas) para alguém de sua idade.

Apesar de nunca ter sido indicada ao Oscar, em meados da década passada Fanning era considerada uma das melhores atrizes americanas em atividade, mesmo sendo apenas uma criança. Passado o tempo e baixada a poeira, Fanning agora é uma jovem adulta. Muitas atrizes mirins não foram bem sucedidas na fase madura, outras conseguiram se destacar, como é o caso com Jodie Foster, um dos exemplos mais claros no mercado de Hollywood.

5

Aqui, Fanning com 19 anos de idade, aparece com um sotaque britânico pela primeira vez ao viver a britânica Tessa Scott, uma menina diagnosticada com leucemia. É sempre estranho ver atores que sabemos ser de certa nacionalidade forjando um sotaque de outro país. E à primeira vista é isso o que acontece aqui, com a menina empurrando um sotaque carregado e fajuto, porém, o fato apenas demonstra que o nível do talento da jovem atriz não diminuiu e em poucos minutos ela nos faz esquecer que é uma americana nata e nos embrenha fundo na história da vida de sua personagem.

De cabelos curtos, Fanning já nos captura logo em sua primeira cena ao aparecer numa festa com o desejo de perder a virgindade, e depois voltando atrás. A cena de Fanning correndo pelas ruas logo se transforma numa elaborada animação, e a música contagiante nos afirma que essa será uma excursão única, por uma trama emotiva, mas igualmente muito positiva.

6

Diversos temas já foram explorados sobre doentes terminais e seus últimos dias, e o que vem diretamente à cabeça é o recente e elogiadíssimo filme do cultuado Gus Van Sant, Inquietos. O filme de Van Sant trazia inclusive uma Mia Wasikowaska loirinha e de cabelos curtos, semelhante fisicamente à personagem de Fanning. A trama é uma mistura de Inquietos com Antes de Partir, filme com Jack Nicholson e Morgan Freeman. Na história, a menina Tessa desiste de seu tratamento contra a fatídica doença, justamente por lhe tirar todas as forças e últimas energias que lhe restam.

Ao contrário, ela decide valorizar sua vida, criando uma lista das coisas que nunca fez e deseja realizar antes de sua despedida de nosso mundo. Essa é uma obra básica, com um roteiro que embora baseado num livro, já vimos diversas outras vezes, como nos filmes citados e muitos outros. O diretor Ol Parker foi o responsável pelo roteiro do açucarado e agradável O Exótico Hotel Marigold, e entrega aqui um filme com os mesmos adjetivos.

7

O que chama a atenção no filme sem dúvida são as atuações. Como citado, Dakota Fanning (sumida em sua fase adolescente, tendo participado apenas em pontas nos filmes da saga Crepúsculo e The Runnaways, nos últimos anos) entra na fase adulta pela porta da frente com um trabalho digno. O talentoso ator e diretor Paddy Considine (Terra de Sonhos e Tiranossauro) entrega um desempenho igualmente forte como o pai da menina, e o jovem Jeremy Irvine (Cavalo de Guerra e Great Expectations) vive o vizinho ao lado, e interesse romântico da protagonista.

Mas um dos chamarizes é a ótima Olivia Williams (O Escritor Fantasma) na pele da ausente e disfuncional mãe da protagonista. Diz o ditado que um filme para ser considerado bom precisa ter ao menos três cenas boas e nenhuma ruim. Agora e Para Sempre tem ao menos mais de uma cena boa, e nenhuma ruim. O final é perfeito.

Gostou de ‘Resident Evil – A Série’? Rankeamos do Pior ao Melhor Filme da Franquia de Paul W S Anderson

Poucas franquias de jogos são tão conhecidas e memoráveis quanto Resident Evil, razão pela qual o anúncio de que os games ganhariam uma adaptação cinematográfica pelas mãos de Paul W.S. Anderson animaram bastante os fãs.

O primeiro filme da saga estrelada por Milla JovovichResident Evil: O Hóspede Maldito’, chegou aos cinemas em 2002 e acompanhou a história de Alice, uma mulher com amnésia que acorda em uma gigantesca mansão e logo é arrastada por um grupo de soldados da Umbrella Corporation para uma instalação subterrânea que esconde segredos assombrosos. Lá, ela descobre que um perigoso vírus escapou dos laboratórios e está transformando as pessoas em zumbis – lutando contra o tempo para sobreviver e para impedir que essa epidemia maligna continue se espalhando.

Apesar das críticas negativas, o longa arrecadou mais de US$100 milhões nas bilheterias mundiais, rendendo cinco sequências de similar sucesso financeiro e fracasso crítico. Michelle RodriguezEric MabiusJames PurefoyMartin CrewesColin Salmon também fizeram parte do elenco.

A Sony Pictures tentou rebootar a franquia com o infame ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City‘, estrelado por Kaya Scodelario (‘Maze Runner’) como Claire Redfield e Robbie Amell (‘Upload’) como seu irmão, Chris.

Agora, a Netflix lança sua série baseada na saga… que também não tem agradado aos fãs.

Pensando nesse recomeço da franquia, decidimos relembrar e homenagear os filmes estrelados pela bela Milla Jovovich e dirigidos pelo Paul W S Anderson.

Veja abaixo, diga se concorda e liste do pior ao melhor os seus filmes da franquia.

Crítica | Resident Evil 6 – O Capítulo Final 

6. Resident Evil 5: Retribuição

Quase ninguém esperava pelo quinto episódio da franquia de zumbis, que obteve uma recepção bem fria. O jogo inverteu cinco anos depois e o sexto Resident Evil é esperado quase de forma cult. Este é o episódio que tenta subverter o que havia sido mostrado até então, utilizando de certa criatividade, mas no geral se tornando apenas confuso. Alice é mostrada como mãe e dona de casa, completamente diferente da imagem heroica que tínhamos da personagem. Seu marido é Carlos (Oded Fehr), que só aparece nestas sequências, soando quase como um sonho. Tudo, é claro, não passa de uma realidade falsa criada pela Umbrella (se me disserem que a empresa estava envolvida na morte de Cristo, a esta altura acredito). O filme se passa quase todo dentro dos “cenários” da corporação, recriando o Japão e a Rússia, por exemplo.

Gameplay: como dito, este quinto exemplar, novamente comandado por Anderson (o marido de Jovovich) é o que mais apela para tentar ser diferente. A primeira cena dá rewind em câmera lenta, exibindo uma boa estética. As cenas com Alice dona de casa remetem a verdadeiros filmes de terror. Mas depois disso, Resident Evil 5 força a barra querendo ligar tudo aos filmes iniciais, inclusive trazendo de volta personagens esquecidos, apenas pelo “valor nostálgico”. Como o planeta já está praticamente todo devastado, o longa se passa dentro das instalações da Umbrella, que recria com perfeição cidades do mundo.

Personagens para Escolher: Alice (Milla Jovovich) segue firme e forte, com direito a uma nova versão mamãe dona de casa. Luther West (Boris Kodjoe) do filme anterior, também retorna e faz parte da equipe de apoio liderada por Leon S. Kennedy (Johann Urb), um favorito dos games, e que tem Barry Burton (Kevin Durand) em sua formação. A parceirade luta de Alice dessa vez, apelando ao forte público asiático (uma tendência em Hollywood atualmente), é Ada Wong (Li Bingbing, a maior estrela da China na atualidade). Becky (Aryana Engineer) é a filha “fictícia” de Alice e seu motivador no desfecho, acrescentando um momento diretamente tirado de Aliens – O Resgate (1986), já que nada se cria, tudo se copia.

Inimigos: temos muitos inimigos aqui para escolher. Os zumbis são deixados de lado, para que antigas aliadas surjam como antagonistas, em especial, Jill Valentine (Sienna Guillory) e Rain (Michelle Rodriguez). James ‘One’ Shade (Colin Salmon) também reaparece. Temos aqui também um Licker mutante, maior e mais ameaçador, dois big hammer guys, e a mudança brusca de lado do vilão mor Wesker (Shawn Roberts), agora um aliado desesperado. O desfecho na Casa Branca, prometendo criaturas aladas, que veremos no sexto exemplar, é muito bom.

Chefão de Fase: apesar de tudo isso, o confronto final fica entre as quatro mulheres, dando ao público o “cat fight” extremo. De um lado, as heroínas Alice e Ada, e de outro, as transformadas Jill e Rain. É fetiche até dizer chega – mas a coreografia é muito ruinzinha, causando risadas e vergonha alheia.

5. Resident Evil 4: Recomeço

O quarto Resident Evil se divide em dois filmes. O primeiro é muito legal e se concentrasse neste trecho, poderíamos ter uma obra verdadeiramente à altura das primeiras posições. Na primeira parte, Recomeço se passa inteiramente numa prisão abandonada, sendo um filme contido, no qual a horda de zumbis tenta entrar e os protagonistas precisam mantê-los de fora. Ou seja, o princípio de todo bom terror de zumbis, vide Madrugada dos Mortos (2004). A outra parte, que inclui o ataque inicial dos clones de Alice à sede da Umbrella e o desfecho no barco “santuário falso”, é onde o filme dá asas para seu lado videogame, se tornando apenas recomendado para os aficionados e não para o público em geral.

Gameplay: Alice (Milla Jovovich) percebe que possui um exército de clones ao seu dispor e o usa para invadir a base da Umbrella, destruindo-a. Como havia ficado muito over com seus poderes, a trama trata de eximi-la dos mesmos logo no início. Procurando os sobreviventes do filme anterior, ela encontra Claire transformada através de um artefato tecnológico e parte com ela, aterrissando no teto de uma prisão. Lá, irão se deparar com um novo grupo de sobreviventes. O desfecho ocorre num grande navio, a nova sede da Umbrella. É o primeiro filme em 3D da franquia e marca a volta de Paul W. S. Anderson na direção.

Personagens para Escolher: Alice (Milla Jovovich) retorna em versão ninja, com direito a espadas e tudo. Sem poderes, mas ainda incrivelmente boa no combate, ela continua uma badass. Claire (Ali Larter) é a desmemoriada da vez e tem a chance de reencontrar seu irmão, Chris Redfield (Wentworth Miller), um dos personagens mais marcantes dos games. Luther (Boris Kodjoe) é um jogador de basquete celebridade, e quem lidera os sobreviventes da prisão, que incluí Crystal (Kacey Clarke), Angel (Sergio Peris-Mencheta) e o secretário Kim (Norman Yeung). No final, reencontramos também a gracinha K-Mart (Spencer Locke).

Inimigos: sempre que vemos o ator Kim Coates num filme, podemos ter certeza que ele será o vilão ou um traidor, e aqui não dá outra com seu personagem pomposo Bennett, um ex-agente de Hollywood. Os zumbis sofreram mutação, talvez influenciados pelo que Guillermo Del Toro criou para Blade 2 (2002), e de suas bocas agora saem uma “flor mortal”. Os dobermans aparecem no confronto final no navio. E a adição desta vez fica por conta do monstro big hammer Guy, uma criatura gigantesca, cheia de estacas de ferro cravadas em seu corpo e que surge arrastando um grande martelo/machado. *Spoiler* Fiquem até o fim dos créditos para verem a mudança de lado de uma querida personagem.

Chefão de Fase: o chefão que vinha sendo prometido desde o início é o grande antagonista da série nos games, Albert Wesker, aqui vivido por sua versão definitiva nos filmes, o ator Shawn Roberts. Extremamente caricato em sua caracterização, o personagem apela diretamente aos fãs, mas não transcende bem para um filme, já que sua personalidade robótica, óculos escuros insistentes e estilo de vilão de matinê (só falta mesmo um grande bigode enrolado) deixa tudo bem farofeiro, se tornando difícil acreditar que esta figura patética está à frente de uma mega corporação. Seja como for, o onipresente Wesker é quem realiza o embate final com Alice aqui.

4. Resident Evil 6: O Capítulo Final

Cinco anos depois do malfadado e tremenda encheção de linguiça quinto episódio, Milla Jovovich e Paul W. S. Anderson prometiam sacudir o mundo dos fãs de Resident Evil, entregando um apoteótico Capítulo Final. E o que se espera de um Capítulo Final? Bem, que feche uma saga com chave de ouro, equilibrando ação, diversão e humor, valor de entretenimento e um encerramento digno. É seguro dizer que o resultado não foi bem esse, embora esteja longe do abismal Retribuição. Dá para perceber também uma tentativa de se aproximar de Extinção ao máximo, já que o terceiro é o mais elogiado da franquia. O problema é que o filme se passa quase todo à noite, o que resulta numa fotografia muito escura, deixando o público sem entender o que está sendo mostrado. Junte a isso uma edição picotada de videoclipe. No lado positivo, O Capítulo Final faz uma boa ligação com toda a série e responde perguntas que sempre quisemos saber. Alguém duvida que teremos em breve novos episódios de Resident Evil?

Gameplay: nossa heroína Alice (Jovovich) começa novamente seu trajeto sozinha, numa terra devastada, que muito lembra os filmes Mad Max. Ao longo de sua jornada de 10 anos (15 na cronologia real), o mundo contaminado deu origem a criaturas mutantes, algumas semelhantes a dragões e outras a grandes cachorros. Sabe-se que os poucos sobreviventes, todos membros do alto escalão da Umbrella, estão protegidos na Colmeia, a base científica subterrânea do primeiro filme. Temos também a volta da inteligência artificial Rainha Vermelha.

Personagens para Escolher: Alice (Jovovich) segue firme e forte, detonando dragões agora. De início solitária, passando o pão que o diabo amassou nas mãos dos funcionários da Umbrella, ela logo é acolhida por um grupo de aliados. Dentre os membros do grupo, um rosto conhecido, Claire (Ali Larter). Seu namorado é Doc (Eoin Macken). Temos ainda a presença de Razor (Fraser James) e Abigail (a musa blockbuster atual, Ruby Rose).

Inimigos: temos uma penca de antagonistas neste autointitulado Capítulo Final. Das criaturas, se sobressaem dragões e os cães mutantes (não mais os icônicos dobermans). A Rainha Vermelha vota a dar a caras, papel de Ever Anderson aqui, e compreendemos seu passado e a origem da Umbrella. O verdadeiro antagonista, no entanto, é o Dr. Isaacs (Iain Glen), que havia morrido no terceiro filme (mais um elo com Extinção). O destaque dado ao personagem aqui, aproveitando a fama do ator vinda de Game of Thrones, é tamanha que podemos considera-lo o verdadeiro protagonista do longa. De forma inexplicável, ele assume o comando da Umbrella, deixando Wesker (Shawn Roberts), que era o grande vilão da saga, em segundo plano, como um simples capataz.  Temos também algumas aparições surpresas, que não valem ser mencionadas.

Chefão de Fase: bem, na verdade não temos uma luta final, típica dos filmes da franquia, neste “último” exemplar. O que deixa certo gosto amargo. O confronto final de Wesker é com.. bem, um objeto inanimado; e o Dr. Isaacs se digladia… bem, não é com Alice.

3. Resident Evil: O Hóspede Maldito

O primeiro filme da franquia deixou muita gente sem saber direito o que pensar. Fãs do game saíram decepcionados por, primeiro, perceberem uma protagonista que não existia em seu cânone (a heroína Alice, de Milla Jovovich, criada especialmente para o filme), e segundo, por notarem que o elemento terror trazido em especial pelos mortos-vivos que assombravam os jogos, ficou reduzidos ao segundo plano, dando lugar para uma aventura de ação, onde a tecnologia de uma inteligência artificial era a verdadeira vilã.

Gameplay: após o computador central que controla a enorme instalação subterrânea da misteriosa corporação Umbrella entrar em pane e lacrar todos os seus funcionários, assim matando-os sistematicamente, um grupo de elite da mesma empresa é chamado para investigar e resolver o problema. Ao mesmo tempo, uma trama de espionagem industrial se desenvolve e tem nossa heroína Alice bem no centro.

Personagens para Escolher: a heroína é Alice (Jovovich), uma mulher sem memória, que adora chutar cachorros. Dentre os membros da equipe de resgate, destacam-se o líder One (Colin Salmon), J.D. (Pasquale Aleardi), Kaplan (Martin Crewes) e, obviamente, a durona Rain (papel de Michelle Rodriguez, a segunda nos créditos). Matt (Eric Mabius) é o herói e espécie de “par” para Alice no primeiro filme.

Inimigos: a grande causadora do problema a ser solucionado é a inteligência artificial que controla a base científica conhecida como Rainha Vermelha, e ela vem na forma de uma menininha, papel Michaela Dicker. Podemos argumentar se ela está mais para aliada, no entanto. Temos também os óbvios zumbis, nos quais alguns dos personagens irão se transformar, os famosos dobermans e o fdp Spence (James Purefoy), o “marido” de Alice.

Chefão de Fase: enquanto a Rainha Vermelha soa como antagonista, e saibamos que o verdadeiro vilão é a Umbrella, o último desafio enfrentado por Alice no primeiro filme é o Licker, aquela grande criatura animalesca, com o cérebro exposto e língua alongada, desenvolvida nas pesquisas genéticas da enigmática empresa.

2. Resident Evil 2: Apocalipse

Tudo bem, tudo bem. Sei que receberei reclamações por colocar o segundo episódio, odiado pela maioria, como o número dois na lista. Irei tentar argumentar minha defesa aqui. Já sabíamos que a franquia não era para ser levada a sério, e neste segundo filme eles brincam muito mais com o conceito, elevando tudo a outro patamar e abraçando de vez o exagero. A ação é megalômana e o ridículo é a palavra de ordem. Fora isso, ganhamos finalmente a heroína dos games, Jill Valentine (Sienna Guillory), um grupo mais interessante de personagens e o diretor chileno Alexander Witt capricha nas cenas de terror envolvendo ataques zumbis (que é o que queremos ver aqui) – como na cena da igreja na qual um padre “alimenta” a irmã morta-viva e outra com crianças devorando uma pobre coitada num colégio. Fora isso, a paleta de cor azulada, num longa que se passa todo à noite, traz a memorável cena no cemitério, na qual pela única vez na franquia, os mortos se levantam do túmulo, numa cena em câmera lenta que remete imediatamente ao icônico clipe Thriller, de Michael Jackson.

Gameplay: maior em todos os quesitos, o T-vírus agora espalhou-se por toda a cidade de Racoon City, que prontamente foi evacuada, deixando para trás um grupo de indesejáveis, aonde encontram-se os protagonistas. Alice (Jovovich) agora é uma badass de verdade e não mais uma vítima, a cena com a moto e o vitral da igreja prova isso (e também que não faz sentido algum, como ela saberia aonde aterrissar e o que tinha do outro lado?). A trama ainda envolve o resgate de uma menininha (Sophie Vavasseur), filha de um cientista, papel de Jared Harris.

Personagens para Escolher: Alice (Jovovich) passou para o nível dois e agora é dona de superforça e agilidade. Temos aqui personagens tirados dos games, como a citada Jill Valentine (Guillory) e Carlos Oliveira (Oded Fehr). Completando o grupo de sobreviventes: a jornalista Terri Morales (Sandrine Holt), o malandro L.J. (Mike Epps) e o parceiro de Valentine, Sgto. Peyton Wells (Razaaq Adoti).

Inimigos: mais zumbis e mortos-vivos se acumulam a cada cena. Não podíamos ficar sem os famosos dobermans deteriorados também e o Licker (chefão do primeiro filme) também volta em dose dupla na cena da igreja. O maior antagonista do segundo filme, no entanto, é o insofreável Nêmesis (Matthew G. Taylor), um Frankenstein mutante armado até os dentes, saído direto do passado de Alice.

Chefão de Fase: apesar do Nêmesis ser o inimigo mais poderoso, a última batalha de Apocalipse é contra o rosto da Umbrella neste segundo longa, o Major Cain (papel do alemão Thomas Kretschmann, que viveu o Barão Strucker nos filmes da Marvel).

1. Resident Evil 3: A Extinção

Essa é barbada. Todos os fãs e não fãs da franquia Resident Evil no cinema concordam que o terceiro exemplar, dirigido por Russell Mulcahy (Highlander), é o melhor. Esta espécie de Mad Max com zumbis é o oposto do segundo filme e cria uma dualidade interessante. Enquanto seu antecessor tem o azul como cor dominante em sua fotografia e se passa exclusivamente à noite, Extinção traz a maioria de suas cenas para a quentura do deserto, de dia, e tendo o amarelo e marrom como cores predominantes. Fora isso temos a maravilhosa cena de abertura com Alice se deparando com um grupo de humanos odiosos, remetendo a Walking Dead e mostrando que o homem pode ser pior que os zumbis.

Gameplay: a ação é levada para o deserto de Nevada, onde ficava Las Vegas. O clima pós-apocalíptico de Mad Max impera e podemos notar até mesmo as ruínas do que era a cidade. Um comboio de sobreviventes, liderados por Claire Redfield (Ali Larter), procura pela “terra prometida”, enquanto lutam por sobrevivência. Logo, Alice se junta a eles e reencontra velhos rostos como Carlos e L.J., além de novos jogadores. Enquanto isso, a Umbrella também se depara com dificuldades para controlar a pandemia, ao mesmo tempo em que faz testes com os mortos-vivos (em uma cena que traz O Dia dos Mortos, de George Romero, à mente). Aqui notamos que Alice não é única e um momento emblemático revela a quantidade de clones que foram criados da moça e depois mortos.

Personagens para Escolher: Alice (Milla Jovovich) retorna mais poderosa do que nunca, além de força e grande agilidade (e toma pirueta no ar), a protagonista agora possui incrível telecinese, deixando-a pra lá de “macetada”. Claire Redfield (Ali Larter) é uma líder nata, e L.J. (Mike Epps) agora arrumou uma pretendente, nas formas de Betty (papel da cantora Ashanti). Carlos (Oded Fehr) está de volta e ao lado dele, o cowboy atirador de elite Chase (Linden Ashby), o gênio hi-tech Mikey (Christopher Egan) e a menina K-Mart (Spencer Locke), encontrada no mercado que a batizou.

Inimigos: claro que os zumbis não poderiam faltar e eles são aos montes, cercando a entrada da base subterrânea da Umbrella. Os cães doberman também voltam na cena de abertura, em que um grupo de infelizes tenta alimentá-los com Alice. Lickers e Nêmesis são deixados de fora para um foco maior nos mortos-vivos, no entanto, temos espaço para corvos zumbis, numa homenagem a Os Pássaros (1963), de Hitchcock.

Chefão de Fase: já temos vislumbres do grande antagonista dos games, Albert Wesker (aqui interpretado primeiramente por Jason O´Mara). No entanto, acompanhamos os passos do inescrupuloso Dr. Isaacs (Iain Glenn, de Game Of Thrones) e seus planos particulares, culminando em sua transformação em uma criatura e no confronto com a heroína.

‘Deadpool 2’: Confira imagens do filme antes e depois dos efeitos visuais

Confira algumas imagens em alta definição de ‘Deadpool 2‘ antes e depois dos efeitos visuais terem sido acrescentados:

Recentemente, ‘Deadpool 2‘ chegou a marca de US$ 227,7 milhões nos EUA, superando o faturamento de ‘Logan‘, que finalizou seu período nos cinemas norte-americanos abocanhando US$ 226 milhões.

‘Deadpool 2’: Fãs encontram possível ligação do filme com ‘Vingadores 4’

‘Deadpool 2’: Roteiristas queriam cena pós-créditos com o ‘Quarteto Fantástico’ de 2015

Crítica | Deadpool 2 – Maior, Melhor e Muito Mais F*dão que o original 

‘Deadpool 2’ teve PESADA cena pós-créditos cortada por exigência da Fox; Veja a descrição!

Na trama da sequência, depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.

 

Diretora fala sobre ‘Babadook’ ter se tornado um ícone LGBTQ

Lançado em 2014, ‘Babadook‘ se tornou um dos filmes mais elogiados do gênero. No entanto, o antagonista do longa só se tornou viral em 2017, tornando-se um improvável ícone da comunidade LGBTQ através de hilários memes.

Em entrevista ao Bloody Disgusting, a diretor Jennifer Kent finalmente falou sobre o assunto.

“Isso é insano. Mas, claro, eu amei toda essa história. É muito doido e isso o manteve vivo. Ele não quer morrer, então encontrou outras formas de se manter relevante.”

Ela continua, “Vocês viram o tweet que o Jordan Peele fez? Um tweet só com emoticons contando toda a história do filme. Foi muito engraçado.”

Esse é o primeiro longa dirigido por Jennifer Kent, que também escreveu o roteiro.

Uma mãe solteira, atormentada pela morte violenta do marido, batalha com o medo de seu filho de um monstro estar se espreitando pela casa, mas logo descobre a presença sinistra ao seu redor.

O elenco conta com Essie Davis, Noah Wiseman, Hayley McElhinney, Daniel Henshall e Barbara West.

Brad Pitt afirma que ‘Era uma Vez em Hollywood’ é uma carta de amor a Hollywood

A Sony Pictures divulgou um novo vídeo dos bastidores de ‘Era uma Vez em Hollywood‘, que é descrito como ‘uma carta de amor a Hollywood’.

Confira:

O longa foi escrito e dirigido por Quentin Tarantino, sendo esta a 9ª produção sob o seu comando.

Um ator de televisão e seu dublê embarcam em uma odisseia para se fazer um nome para si na indústria cinematográfica durante os assassinatos de Charles Manson em 1969, na cidade de Los Angeles.

O elenco grandioso conta com Brad Pitt, Leonardo DiCaprio, Al Pacino, Margot RobbieKurt Russell, Dakota Fanning, James Mardsen, Bruce Dern, Michael Madsen, Tim Roth, Timothy Olyphant, Damian Lewis, Lena Dunham, Emile Hirsch, Luke Perry, Scoot McNairy e James Remar.

M8 – Quando a Morte Socorre a Vida

(M8)

 

Elenco:

Juan Paiva

Raphael Logam

Henri Pagnoncelli

 

Direção: Jeferson De

Gênero: Suspense

Duração: 84 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: R$ 6 milhões

Estreia: 03 de Dezembro de 2020

Sinopse: 

Maurício é um calouro da prestigiada Universidade Federal de Medicina, filho de Cida, uma auxiliar de enfermagem, que dá duro para ver seu filho entrar pra faculdade. Em sua primeira aula de anatomia, Maurício é apresentado a M-8, corpo que servirá para estudo dele e dos amigos durante o primeiro semestre. Em uma jornada permeada de mistério e realidade, Mauricio enfrenta suas próprias angústias para desvendar a identidade desse rosto desconhecido.

Crítica | M-8 – Quando a Morte Socorre a Vida – Vidas (e Mortes) Negras Importam em Novo Filme de Jeferson De (Nota: 8.0)

Curiosidades: 

» O longa é baseado no livro homônimo de Salomão Polakiewicz;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: