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Crítica | Raw (Grave) – O Filme que fez as pessoas DESMAIAREM no Festival de Toronto

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Famoso por ser o filme que fez o público passar mal e desmaiar no Festival de Toronto deste ano, Raw usa como mote o canibalismo. A história, escrita e dirigida pela jovem francesa Julia Ducournau, narra a incursão da adolescente Justine na faculdade de veterinária. No local, a menina é recebida pela irmã mais velha Alexia, e numa sequência de trotes viscerais dos veteranos nos calouros, que inclui banhos de sangue (no melhor estilo Carrie – A Estranha coletivo) e comer fígado de animal, Justine começa a despertar para estranhezas em sua biologia.

A cineasta Ducournau, apesar de marinheira de primeira viagem, estreando em longas para o cinema, aborda um aspecto interessante em seu roteiro, mesclando ritos de passagem, a transição de uma menina se tornando mulher, com a fome carnal – em suas variadas interpretações. Raw não choca apenas por chocar. Não é gratuitamente explícito como qualquer vulgar torture porn. Não exibe apenas um sadismo deliberado. Muito pelo contrário, o cuidado da roteirista está em focar em suas personagens e desenvolver suas ânsias, deixando o grafismo de pano de fundo – o que de qualquer forma acaba sobressaindo. Seria o mesmo que dizer que O Poderoso Chefão é só sobre assassinatos, ou que O Exorcista é apenas sobre vômito – claro, dadas as devidas proporções.

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A roteirista Ducournau dialoga muito bem com a diretora Ducournau, entregando um bom ritmo ao longa e permeando tensão do início ao fim. A cineasta desenvolve bem suas cenas, mostrando domínio narrativo. A trama é insana, como um filme sobre canibalismo na universidade não poderia deixar de ser, mas contundente, fazendo sentido dentro do apresentado neste universo. Justine, vivida de forma dedicada por Garance Marillier, é inocente, virginal, além de vegetariana. O contraste de ter uma protagonista com tais características é perfeito, ao inseri-la num verdadeiro açougue, onde animais são cutucados, dilacerados e o vermelho sangue é a cor do dia.

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Marillier encara o desafio, realizando momentos intensos, sendo exigido dela certos desdobramentos categóricos (em cenas de violência explícita e cenas sexuais), os quais a jovem exibe desenvoltura ao desempenhar. Fisicamente, a atriz lembra Saoirse Ronan em início de carreira, portando o mesmo semblante de pura inocência e doçura. Outro contraste ideal para a transição da protagonista em uma amante de carne (humana) ávida.

A rivalidade fraternal é um tópico igualmente adereçado pelo texto de Ducournau, retratando um relacionamento crível, e mostrando desde o início a vontade da primogênita Alexia, papel de Ella Rumpf (também novata no cinema, com atuação de destaque), em querer que a caçula não pule tal etapa transitória, e abrace a mudança, lidando, mesmo que sem saber, com esse macabro paralelo pelo qual os jovens passam ao começarem a sentir novos desejos.

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Quanto ao que todos querem saber, as cenas hardcore, que trouxeram o público canadense ao desfalecimento: elas existem, mas com exceção de uma (que vem imediatamente à cabeça) não são o suficiente para tamanha comoção. A cena em questão funciona mais devido ao seu contexto, ao ser também a “descoberta”. É inquietante, perturba e relativamente longa, mas também servida de certo humor – que permeia a obra.

Pessoas na minha sessão se sentiram incomodadas e dava para notar que os ânimos estavam exaltados – o curioso foi ver um público adulto (e mais velho) preenchendo a sala para a exibição e interagindo de forma positiva e até engraçada com o mostrado na tela. Vale lembrar mais uma vez que Raw não é Jogos Mortais ou O Albergue, e se você deseja algo do tipo, vá procurar em outras bandas. Apesar das cenas chave ligadas ao grotesco, a obra se enquadra mais no gênero drama, no qual entrega inúmeros momentos a serem dissecados pelos cinéfilos sedentos, não de terror ou sangue, mas de conteúdo instigador.

‘Pânico’ | Saiba Quais Atrizes e Atores Gostaríamos de ver no SÉTIMO Filme da Franquia

Pânico VI’ já está nos cinemas. Este é o novo capítulo da bem-sucedida franquia de terror slasher iniciada lá atrás em 1996. Após os quatro primeiros filmes, o desejo dos produtores era por um reinício, ou seja, uma continuação que pudesse ao mesmo tempo agradar os fãs originais da série no cinema, como também introduzir a trama para as novas gerações, capturando assim uma nova base de fãs. ‘Pânico’ (2022) – ou ‘Pânico V’, deu muito certo e iniciou uma nova leva de filmes, agora dando foco a um novo elenco jovem. E essa é a primeira continuação desta “requel”.

Encabeçado pelas jovens talentosas Jenna Ortega (‘Wandinha’) e Melissa Barrera (‘Em um Bairro de Nova York’), o quinto ‘Pânico’ não esqueceu o elenco antigo, e mesclou o novo e o clássico dando gás para a franquia do assassino Ghostface. Neste sexto capítulo a ideia foi levar a trama pela primeira vez para a cidade de Nova York, onde o assassino e as vítimas ainda não haviam estado. Ortega e Barrera novamente protagonizam, e do elenco clássico temos a volta de Courteney Cox como Gale Weathers. As novidades no elenco de ‘Pânico VI’ são a volta de Hayden Panettiere como Kirby (de ‘Pânico 4’) – uma favorita dos fãs – e as adições de Samara Weaving (‘Casamento Sangrento’ e ‘A Babá’), Tony Revolori (o Flash dos novos ‘Homem-Aranha’), Liana Liberato (‘Confiar’) e os veteranos Dermot Mulroney (‘O Casamento do Meu Melhor Amigo’) e Henry Czerny (‘Missão: Impossível’).

Aqui, nesta nova matéria, iremos propor uma brincadeira com vocês. A ideia é apresentar quais atores gostaríamos de ver compondo o elenco de ‘Pânico VII’, que certamente sairá do papel se o sexto filme se mostrar um sucesso como foi o anterior. Assim, confira abaixo os 13 atores que achamos que cairiam como uma luva no elenco de um eventual próximo filme.

Neve Campbell

Parece óbvio, mas todos os fãs de ‘Pânico’ gostariam de ver a volta de Neve Campbell, a estrela máxima da franquia. Acontece que após o quinto filme, a atriz e os produtores não chegaram a um acordo salarial, com o estúdio propondo um valor bem abaixo do que Campbell havia ganhado em todos os outros filmes da série. Este é mais um caso típico de Hollywood não valorizar o trabalho de atrizes, fazendo do sexto filme o primeiro sem a presença de nossa eterna Sidney.

Jamie Lee Curtis

Essa parece uma possibilidade um pouco mais distante, ainda mais se levarmos em conta que Jamie Lee Curtis acabou de participar de uma nova trilogia de ‘Halloween’ que não foi, por assim dizer, um sucesso unânime; além de agora ser também uma atriz indicada ao Oscar (‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’). Seja como for, seria um sonho realizado para os fãs ver a maior “Scream Queen’ de todas entrando na franquia – mesmo que para uma participação especial.

Robert Englund

Essa aqui também é “chover no molhado”. Robert Englund é o eterno Freddy Krueger, vilão que é a face da franquia ‘A Hora do Pesadelo’, uma das mais famosas do gênero slasher. Atualmente existe certo falatório sobre sua volta ao papel, aos 75 anos. Acontece que o saudoso Wes Craven foi o criador tanto de ‘A Hora do Pesadelo’ quanto de ‘Pânico’, então ter Englund participando de ‘Pânico’ seria uma bela homenagem a Craven. E acredite, Englund fez participação em ‘Stranger Things’, mas nunca deu as caras na franquia de Ghostface.

Jennifer Love Hewitt

Quando o primeiro ‘Pânico’ estreou lá atrás em 1996 e logo de cara virou um sucesso cult, muitos produtores quiseram seguir essa onda criando seus próprios filmes nos mesmos moldes. O primeiro “imitador” a chegar foi ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’, que ganhará uma terceira parte com o elenco original. Sim, Jennifer Love Hewitt voltará em breve como Julie para a franquia. E se ela topou voltar para a “imitação” de ‘Pânico’, não seria legal se aceitasse um papel na franquia que reviveu os slasher?

Alicia Silverstone

O primeiro ‘Pânico’ foi lançado ainda nos anos 90, um ano depois que Alicia Silverstone se tornava uma estrela de renome internacional, graças ao sucesso da comédia adolescente ‘As Patricinhas de Beverly Hills’ (1995). Nessa época, os produtores da franquia de terror “matariam” para ter um nome como Silverstone em seu elenco, mas é claro que seria impossível, já que a jovem estrela estava mais interessada em superproduções como ‘Batman & Robin’ e ‘Excesso de Bagagem’. Hoje, a carreira da atriz não é mais o que era, e os filmes de terror em que se envolve não têm muito prestígio. Seria bom se ‘Pânico VII’ resolvesse apostar na nostalgia dos anos 90, e escalasse a musa máxima da década.

Freddie Prinze Jr.

Por falar em ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’, não é só Jennifer Love Hewitt quem irá retornar para a franquia em um terceiro episódio. O galã dos anos 90, Freddie Prinze Jr. também está vinculado para retornar como o herói Ray. Prinze foi um dos nomes mais quentes de Hollywood no fim dos anos 90 e início de 2000, protagonizando filmes como ‘Ela é Demais’, ‘Wing Commander’, ‘Louco por Você’, ‘Amor ou Amizade’, ‘Cinco Evas e um Adão’, ‘Jogada de Verão’ e ‘Scooby-Doo’. Seria interessantíssimo um crossover entre as duas franquias de terror juvenil, ou ao menos uma menção com as participações de Prinze e Love Hewitt.

Patrick Dempsey

Essa também é moleza para qualquer fã da franquia. Patrick Dempsey viveu o detetive Mark Kincaid, que vira o interesse amoroso de Sidney em ‘Pânico 3’ (2000). Para a surpresa de todos o personagem não era o assassino e tampouco foi morto por Ghostface, chegando ao desfecho são e salvo. O lance é que o detetive nunca mais deu as caras, e seria a hora de ensaiar um retorno.

Heather Langenkamp

Falando de veteranos das franquias de terror, Heather Langenkamp ficará para sempre eternizada no universo dos fãs do gênero como a mocinha Nancy, de ‘A Hora do Pesadelo’ – talvez a final girl preferida dos slasher atrás somente de Jamie Lee Curtis. Langenkamp voltou no terceiro e no sétimo filme da franquia do maníaco dos sonhos, mas assim como Robert Englund nunca deu as caras na outra série de sucesso de Wes Craven.

Andi Matichak

Agora deixamos os veteranos um pouco de lado e iremos nos concentrar no sangue novo nestes últimos itens da lista. Quem aparece primeiro é Andi Matichak, intérprete de Allyson, a neta de Jamie Lee Curtis na nova trilogia de ‘Halloween’. A jovem se mostrou uma digna herdeira da avó na hora de combater o maníaco sobrenatural Michael Myers, e poderia fazer o mesmo ao enfrentar Ghostface num vindouro ‘Pânico’.

Georgina Campbell

Um dos maiores sucessos surpresa do gênero terror em 2022 foi ‘Noites Brutais’ (‘Barbarian’ no original). O filme pegou todo mundo de surpresa e fez do roteirista e diretor da obra, Zach Cregger, um nome para ficarmos de olho no futuro. Mas o destaque na produção não foi apenas dele, e Georgina Campbell roubou todos os holofotes na pele da obstinada Tess, já uma das mocinhas mais queridas da nova geração. Desta forma, tê-la num eventual ‘Pânico’ faria todo sentido.

Bill Skarsgard

Outro nome quentíssimo do terror na atualidade, Bill Skarsgard foi companheiro de elenco de Georgina Campbell em ‘Noites Brutais’. Sua presença no filme, no entanto, se deve graças ao sucesso de outra produção muito badalada. É claro que falamos de ‘It – A Coisa’ e sua continuação ‘It – Capítulo 2’, baseados no livro de Stephen King, onde o ator deu vida ao palhaço Pennywise e recebeu todos os elogios possíveis por sua performance. Já em ‘Barbarian’, a grande sacada em relação a seu personagem foi a quebra de expectativa. Se fosse escalado para o elenco de um novo ‘Pânico’, Skarsgard com certeza seria motivo de muita euforia para os fãs não apenas da franquia, como também do gênero em si.

Sosie Bacon

Outro grande sucesso de terror de 2022 foi o golaço da Paramount, ‘Sorria’, filme que se propôs a transformar o sorriso em algo maligno e assustador. E parece que o realizador Parker Finn obteve êxito nesta premissa que à primeira vista pode parecer idiota. Quem saiu no lucro com a produção, além da Paramount e de Finn foi a protagonista do filme, Sosie Bacon, filha dos atores Kevin Bacon e Kyra Sedgwick na vida real. Essa pode ser a porta para o estrelato da jovem atriz, e participar de um vindouro ‘Pânico’ poderia ser o próximo passo para ela.

Mia Goth

Por último mas não menos importante, muito pelo contrário, temos a nova rainha dos filmes de terror Mia Goth. A atriz exótica já havia participado anteriormente de filmes do gênero, vide ‘A Cura’ (2017) e o novo ‘Suspiria’ (2018), mas foi com ‘X – A Marca do Medo’ (2022), ao viver duas personagens bem diferentes em tela, que Goth comprou sua passagem para o panteão do terror, ficando eternizada. Como se não bastasse, no mesmo ano ela voltaria em ‘Pearl’, pré-sequência de ‘X’, no qual todos afirmam que seu desempenho está ainda melhor. E mais, que ela deveria ter sido indicada ao Oscar. Ou seja, os produtores de ‘Pânico’ iriam tirar a sorte grande se conseguissem Mia Goth em seu elenco.

‘The Originals’: Caroline e Alaric retornam nas imagens do penúltimo episódio

A CW divulgou as imagens promocionais do penúltimo episódio de ‘The Originals‘, que trazem o aguardado retorno de Caroline e Alaric.

Confira:

No episódio, “Com a Hope enfrentando aflição mortal e se deteriorando rapidamente, Klaus viaja para Mystic Falls para buscar a ajuda de Caroline. Encarregado de manter Hope em Mystic Falls, Elijah chega a uma conclusão dolorosa sobre sua sobrinha. Enquanto isso, na Escola Salvatore para Jovens e Superdotados, um confronto com Alaric Saltzman põe em risco o plano de Klaus.”

O penúltimo episódio irá ao ar nos EUA no dia 25 de julho.

‘Morbius, o Vampiro Vivo’: Tyrese Gibson está em negociações para se juntar ao elenco

De acordo com o Deadline, Tyrese Gibson (da franquia ‘Velozes e Furiosos‘) está em negociações para entrar para o elenco de ‘Morbius, o Vampiro Vivo‘. No entanto, detalhes sobre o seu possível papel não foram divulgados.

Dirigido por Daniel Espinosa (‘Crimes Ocultos‘), o longa é um spin-off sombrio do universo do ‘Homem-Aranha‘.

Michael Morbius é um cientista que, ao tentar descobrir a cura para uma rara doença sanguínea, acidentalmente se transforma em um vampiro. Apesar de ter repulsa de sua própria sede de sangue, ele escolhe caçar criminosos que considera serem indignos de viver.

Jared Leto viverá o personagem-título. O elenco ainda inclui Matt Smith, Jared Harris e Adria Arjona.

Morbius, o Vampiro Vivo‘ será lançado nos cinemas no dia 31 de julho de 2020.

Um Lindo Dia na Vizinhança

(A Beautiful Day in the Neighborhood)

 

Elenco:

Tom Hanks

Matthew Rhys

Susan Kelechi Watson

 

Direção: Marielle Heller

Gênero: Drama

Duração: 108 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 45 milhões

Estreia: 23 de Janeiro de 2020

Sinopse: 

Fred Rogers foi o criador de MisteRogers’ Neighborhood, um programa de Tv infantil muito popular na década de 60. Em 1998, Tom Junod, até então um cínico jornalista, aceitou escrever o perfil de Rogers para a revista Esquire. Durante as entrevistas para a matéria, Junod mudou não só sua visão em relação ao seu entrevistado, como também sua visão de mundo, iniciando uma inspiradora amizade com Rogers.

Crítica | Um Lindo Dia na Vizinhança: Tom Hanks encanta em sublime biografia inspiradora (Nota: 7.0)

Curiosidades: 

» O longa é baseado na história real da amizade entre Fred Rogers e o jornalista Tom Junod;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Burden of Truth’ é renovada para a 4ª temporada

O canal canadense CBC renovou oficialmente a série ‘Burden of Truth‘ para a 4ª temporada.

“Acredito que há mais histórias para contar. Billy e Joanna enfrentaram situações muito difíceis e agora eles estão aprendendo a viver como uma família, de forma independente,” afirmou o ator Peter Mooney ao TVLine. “Nós veremos como eles irão lidar tendo um filho e será fascinante e incrível. Estou ansioso.”

As filmagens do novo ciclo começarão ainda esse ano, em Manitoba.

A advogada Joanna Hanley retorna a sua cidade natal para trabalhar em casos complicados.

O elenco conta com Kristin Kreuk, Peter Mooney, Nicola Correia-Damude, Star Slade e Meegwun Fairbrother.

Estudante é acusado de assassinato no trailer de ‘Monstro’, da Netflix; Assista!

A Netflix divulgou o primeiro trailer do drama ‘Monstro‘.

Confira:

Dirigido por Anthony Mandler, o longa é baseado no livro homônimo de Walter Dean Myers.

A trama gira em torno de Steve Harmon (Kelvin Harrison Jr.), um aluno de 17 anos que é acusado de homicídio doloso. O filme mostra a dramática trajetória desse inteligente e simpático estudante do Harlem, que frequenta uma escola de elite, em uma batalha judicial complexa que pode deixá-lo para o resto da vida na prisão.

O elenco ainda conta com Jennifer Ehle, Tim Blake Nelson, Nasir ‘Nas’ Jones, Rakim Mayers, John David Washington, Jeffrey Wright e Jennifer Hudson.

Monstro‘ será lançado na plataforma no dia 7 de maio.

‘The Sex Lives of College Girls’: Comédia é renovada para a 2ª temporada pela HBO Max

A HBO Max renovou oficialmente a comédia ‘The Sex Lives of College Girls‘ para a 2ª temporada.

Mindy Kaling e Justin Noble criaram uma série com um grande coração sobre amizade feminina e festas com pessoas peladas,” declarou Sarah Aubrey, presidente de conteúdo original da HBO Max. “Estamos animados pelo público ter se identificado com essa série, tenha feito sexo na faculdade ou não. Mal podemos esperar para ver o que essas personagens complexas farão a seguir.”

A série foi criada por Mindy Kaling (‘Eu Nunca…’).

A dramédia é centrada em quatro jovens de 18 anos que dividem um dormitório na Faculdade de Essex, em Vermont, e acompanha seus estilos de vida sexualmente ativos à medida que lidam com diferentes obstáculos e problemas que a universidade lhes traz.

O elenco é formado por Paulina ChalametAmrit KaurRenée RappAlyah Chanelle ScottMidori Francis, Gavin Leatherwood e outros.

Justin Noble também assina a criação da série, ao lado de Kaling.

Ela Disse

(She Said)

 

Elenco:

Carey Mulligan
Zoe Kazan
Patrícia Clarkson
Samantha Morton

 

Direção: Maria Schrader

Gênero: Drama

Duração: 129 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 20 milhões

Estreia: 8 de Dezembro de 2022

Sinopse: 

Carey Mulligan e Zoe Kazan interpretam as repórteres Megan Twohey e Jodi Kantor, que juntas publicaram a matéria mais importante de suas vidas e impactaram uma geração. As jornalistas escreveram a história que quebrou décadas de silêncio sobre o tema do abuso sexual em Hollywood, transformando a cultura norte-americana para sempre.

Crítica: 

Crítica | Ela Disse – Grande concorrente ao Oscar mostra os bastidores do início do MeToo

Curiosidades: 

» Ela Disse é baseado no livro best-seller do New York Times, “Ela Disse: Os Bastidores da Reportagem que Impulsionou o #MeToo”, escrito por Megan Twohey e Jodi Kantor. O filme é dirigido pela vencedora do Emmy, Maria Schrader, a partir do roteiro escrito pela vencedora do Oscar Rebecca Lenkiewicz e ainda conta com produção dos vencedores do Oscar Brad Pitt, Dede Gardner e Jeremy Kleiner.

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

FRACASSOU! ‘The Idol’ se torna a série com a MENOR aprovação da história da HBO

Deu ruim! A série ‘The Idol‘, criada por Sam Levison (‘Euphoria’) e estrelada por The Weeknd e Lily Rose-Depp, foi massacrada pelos críticos.

Após a exibição de seus primeiros episódios em Cannes, a produção alcançou apenas 27% de aprovação da crítica especializada no Rotten Tomatoeso que representa a PIOR média da história para uma série original da HBO.

Para termos de comparação, as únicas outras séries “podres” da emissora foram ‘The Nevers‘ (49%) e ‘A Mulher do Viajante do Tempo‘ (38%) – e nenhuma das duas ganhou uma segunda temporada.

Os críticos destacaram que ‘The Idol‘ é extremamente exagerada quanto ao seu conteúdo sexual e nudez, sendo incapaz de sustentar uma narrativa rodeada de clichês com o intuito de apenas chocar o telespectador.

Confira algumas avaliações:

“‘The Idol’ carece da autoconsciência necessária para ser muito de qualquer coisa, na verdade. É a extensão da autoconfiança equivocada de uma estrela da música sobre suas credenciais de estrela de cinema em potencial. Resumindo, é grosseiro, nojento e sexista.” The Playlist.

“O que Levinson percebe como provocativo e subversivo é bastante decepcionante. Como pode um programa com tanta nudez, sexo e erotismo ser tão sem graça?”Collider

“O roteiro parece calculado para enganar o público fazendo-o pensar que está observando como Hollywood funciona, quando muito disso se resume a clichês espalhafatosos.”Variety

“Levinson aplica sua direção eficiente e elegante a cada cena. Algumas delas têm impulso, outras são contraditórias e a maioria delas é confusa. Isso faz você se perguntar se, ao tentar tanto ser transgressivo, o programa acaba se tornando regressivo.”The Hollywood Reporter

“O conteúdo de Levinson não é para todos – e muitas vezes não para mim – mas ‘The Idol’ oferece entretenimento regular o suficiente para equilibrar seu floreio agressivo e a arrogância de suas ambições temáticas.”Vanity Fair

A série estreia na HBO e HBO Max em 4 de junho.

The WeekndSam LevisonReza Fahim são os co-criadores e produtores do show.

A trama acompanha um guru de autoajuda e líder de um culto contemporâneo que entra em um relacionamento complicado e perigoso com uma estrela da música em ascensão.

Suzanna SonMelanie LiburdTunde AdebimpeSreve ZissisTroye SivanElizabeth Berkley LaurenNico HiragaAnne Heche completam o elenco.

Joseph Epstein entra como showrunner e roteirista principal da obra.

A 1ª temporada será composta por seis episódios.

Diretor revela CONEXÃO entre ‘Alien: Romulus’ e a franquia original

Em entrevista ao IGN, Fede Alvarez (‘A Morte do Demônio’) comentou sobre a conexão entre o vindouro ‘Alien: Romulus‘ e a clássica franquia original.

Apesar da nova iteração ser uma história independente, o cineasta garantiu que não irá desconsiderar os filmes anteriores e prometeu que os fãs da saga ficarão satisfeitos com as referências na produção.

“Esse filme pode ser visto sem você ter assistido aos outros longas da franquia. Mas, se você é um fã da saga, não conseguirá ficar calado nos cinemas. Você será aquela pessoa dizendo: ‘Essa cena é uma homenagem daquele filme, e tal personagem disse isso por tal motivo’. Você poderá apontar diversas coisas que conectam o novo filme com os capítulos anteriores, seja a narrativa, tecnologia ou os próprios personagens.”

Ele completa, “Nós realmente nos esforçamos para manter tudo legítimo e não contradizer nada [em relação aos filmes anteriores]. Essa franquia é muito especial para mim, e eu sei o quanto é incrível ver essas referências de algo que eu amo. Esse filme foi criado para os fãs dessa saga. Meu objetivo foi entregar o que os fãs realmente queriam assistir [nas telonas].”

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de agosto.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Além de dirigir, Fede Alvarez também assina o roteiro ao lado de Rodo Sayagues.

Enquanto vasculham as profundezas de uma estação espacial abandonada, um grupo de jovens colonizadores espaciais se depara com a forma de vida mais aterrorizante do universo.

O elenco conta com Cailee Spaeny, Isabela Merced, David Jonsson, Archie Renaux, Spike Fearn e Aileen Wu.

Ridley Scott, diretor do longa original e das pré-sequências, serve como produtor.

Jim Carrey revela por que aceitou retornar em ‘Sonic 3’: “Precisava de dinheiro”

Em entrevista ao Associated Press, Jim Carrey (‘Todo Poderoso’) revelou por que aceitou retornar para a sequência ‘Sonic 3‘ após anunciar publicamente sua aposentaria da atuação.

O ator reprisará seu papel como o vilão Doutor Robotnik.

“Eu retornei para este universo porque, primeiramente, tenho a chance interpretar um personagem genial, o que pode ser um pouco de exagero. E, sabe, eu comprei muitas coisas e precisava do dinheiro, francamente.”

Anteriormente, enquanto promovia o segundo filme da saga, o ator havia revelado que iria se aposentar: “Estou falando sério [sobre a aposentadoria]. Depende. Se os anjos me trouxerem um roteiro escrito com tinta dourada, que me faça reconhecer a importância de que as pessoas realmente precisam assistir ao filme, talvez eu continue atuando. Mas eu darei uma pausa.”

Vale lembrar que as primeiras reações do terceiro filme já estão sendo divulgadas pelos críticos e são bastante positivas.

Confira as reações:

“Não é sempre que cada filme melhora em uma trilogia, mas #SonicMovie3 é o melhor da trilogia. Há muita ação e idiotice graças a Jim Carrey fazendo dupla função, mas o que eu não esperava era uma performance surpreendentemente comovente de Keanu Reeves e um terceiro ato que pode deixar os fãs de Sonic com os olhos marejados. Além disso, há duas grandes cenas pós-créditos, então EVITE SPOILERS.”

“#SonicMovie3 chega perto da perfeição e é facilmente o melhor filme da trilogia.

Enquanto o primeiro filme parecia um filme infantil, este terceiro filme parece ser voltado para jovens adultos com sua história e tom, embora as piadas nunca deixem de encontrar seu lugar para o público mais jovem.

Keanu Reeves é o elenco perfeito para Shadow, que é tratado com muito cuidado e tem uma história que é emocional e poderosa. O retorno de Jim Carrey aumenta o dial em suas características carismáticas e energéticas.

Ben Schwartz, Colleen O’ Shaughnessey e Idris Elba são um trio imparável que dá vida ao filme com suas performances vocais.”

“Não surpreendendo ninguém… #SonicMovie3 é o melhor Sonic até agora! É também a melhor adaptação de videogame até agora. Com ação eletrizante, momentos realmente tocantes e Jim Carrey fazendo o que ele faz de melhor, Sonic 3 marca um final de ano maravilhosamente caótico.

Que explosão total!”

Sonic 3’ estreia em 25 de dezembro.

Sonic retorna às telonas nessa temporada de férias em sua aventura mais emocionante até agora. Sonic, Knuckles e Tails se reúnem contra um novo e poderoso adversário, Shadow, um vilão misterioso com poderes diferentes de tudo que eles já enfrentaram antes. Com suas habilidades superadas em todos os sentidos, a Equipe Sonic deve buscar uma aliança improvável na esperança de parar Shadow e proteger o planeta. 

Vale destacar que Keanu Reeves dublará o vilão Shadow no novo filme.

Shadow é uma espécie de clone maligno do Sonic. Ora, como Shadow seria clone do Sonic, se o Sonic é bem mais novo que o Shadow? Fácil, por viagem no tempo é claro, afinal de contas viagem no tempo em sonic existe desde Sonic CD, então fica óbvio que sonic pode ter viajado ao passado e o Dr Gerald ter estudado ele por ter aparecido nas escrituras e murais equidnas por ser a verdadeira forma de vida suprema, e assim Gerald fez uma cópia (Shadow) para que pudesse estudá-la

Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.

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Amor Apocalipse

(Peak Everything)

 

Elenco:

Piper Perabo
Patrick Hivon
Gilles Renaud

 

Direção: Anne Émond

Gênero: Comédia

Duração: 100 min.

Distribuidora: Synapse

Orçamento: US$ 3 milhões

Estreia: 11 de Junho de 2026

Sinopse: 

Em AMOR APOCALIPSE, Adam sofre de ecoansiedade. Ao ligar para o suporte de uma luminária terapêutica, conhece Tina. Entre tempestades e colapsos, os dois se conectam — provando que, mesmo quando tudo desmorona, ainda há espaço para o amor.

‘Amor Apocalipse’, selecionado para a Mostra de São Paulo, ganha trailer nacional e cartaz

 

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Anne Émond também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Live-action de ‘Mestres do Universo’ arrecada US$ 54.3 milhões em estreia GLOBAL

De acordo com o Deadline, o live-action de ‘Mestres do Universo‘ arrecadou US$ 54.3 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa abriu com US$ 29.3 milhões, sendo desbancado pela comédia ‘Todo Mundo em Pânico 6‘ (US$55M).

Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 25 milhões através de 86 territórios.

Crítica | ‘Mestres do Universo’ é um dos MELHORES live-actions já feitos…

Com orçamento em torno de US$ 200 milhões (sem incluir os gastos com materiais promocionais), o longa terá que manter uma ótima estabilidade nas telonas para justificar seu considerável custo de produção.

Com 66% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o filme recebeu uma nota B do público no CinemaScore. Para termos de comparação, a recepção do novo filme tem sido melhor do que o live-action de 1987, estrelado pelo astro Dolph Lundgren.

‘Mestres do Universo’ abre ATRÁS de ‘Todo Mundo em Pânico 6’ nas bilheterias nacionais

Mestres do Universo‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, após 15 anos separados, o herói é guiado pela Espada do Poder até o seu lar em Eternia, que está sob o domínio do cruel Esqueleto (Leto). Para salvar a todos, ele vai ter que aceitar o seu destino como He-Man, o homem mais poderoso do mundo, e contar com a ajuda de seus aliados, Teela (Mendes) e Duncan / Mentor (Idris Elba).

‘Mestres do Universo’: Camila Mendes fala em PORTUGUÊS e conta que não tinha nascido nos anos 80 [EXCLUSIVO]

O roteiro é assinado por Chris Butler, baseado em rascunhos iniciais de David Callaham e Aaron Nee.

Nicholas Galitzine (Príncipe Adam/He-Man), Camila Mendes (Teela), Morena Baccarin (Feiticeira), Jared Leto (Esqueleto), Alison Brie (Maligna/Evil-Lyn), Idris Elba (Mentor/Man-At-Arms) e Kristen Wiig (Voz de Roboto) estrelam.

‘Mestres do Universo’: Diretor diz que Esqueleto é a “personificação da masculinidade tóxica”

O elenco conta ainda com Sam C. Wilson (Mandíbula), Hafthor Bjornsson (Homem-Cabra), Kojo Attah (Tri-Klops) e Jóhannes Haukur Jóhannesson (Fisto).

Michael Mando revela qual vilão ele interpreta em ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’

[SPOILER]

O ator Michael Mando confirmou em sua conta do Instagram qual é o seu papel no novo reboot, ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’.

Diferente das primeiras suspeitas, que apontavam para o vilão Carnificina, o ator de ‘Better Call Saul’ vai de fato encarar o vilão Escorpião na adaptação.

Confira:


“Ferrão! Estou nas nuvens por poder interpretar meu super vilão favorito, o Escorpião! Partindo para a estreia hoje à noite para causar bagunça”.

 

Marvel deve ganhar “reboot” nos cinemas após ‘Os Vingadores 4’ 

A estreia de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ está agendada no Brasil para o dia 6 de Julho de 2017.

 

Com críticas mistas, ‘Vingadores: Guerra Infinita’ conquista 87% de aprovação no RT

Vingadores: Guerra Infinita’ estreia nesta quinta-feira (26) e as primeiras críticas já estão entre nós.

E com 87% de aprovação no Rotten Tomatoes até o momento, a aguardada sequência recebeu vários elogios por suas cenas de ação eletrizantes e por ser o filme que culmina os últimos 10 anos do MCU.

Já as críticas negativas pontuam que a continuação deixa a desejar em alguns momentos, não suprindo todas as expectativas dos fãs.

E para te preparar para o que vem por aí, separamos as principais avaliações que já estão no ar. Vale ressaltar que a nota ainda pode sofrer alterações, considerando que vários veículos de grande porte ainda não liberaram seus materiais.

Continue acompanhando o CinePOP, pois atualizaremos as avaliações pelos próximos dias!

Por fora, confira:

“Certifique-se e fique por perto, com o pacote vazio de pipoca em mãos, para a cena pós-créditos – que me deixou mais ansioso por outra sequência. Que já venha amanhã, de preferência”.Moira MacDonald, Seattle Times

“Há 10 anos, neste mês, o universo da Marvel se lançava com ‘Homem de Ferro’, um filme revigorante, vivo, relativamente fácil de se deixar levar. Me parece mais que isso foi há 100 anos”.Michael Phillips, Chicago Tribune

‘Todos os filmes da Marvel da última década foram direcionados para este confronto. E pelo visto a recompensa valeu a espera”.Sara Stewart, New York Post

“Dez anos de filmes da Marvel culminaram em ‘Vingadores: Guerra Infinita’. Valeu a pena a espera? Sim e não”.Scott Chitwood, ComingSoon.net

“As exorbitantes cenas de ação atingem todos os botões necessários que agradam a audiência em intervalos regulares, mas para um filme com potencial infinito…é possível se sentir à margem, em um algoritmo bem limitado”.Tim Robey, Daily Telegraph (UK)

“Talvez ‘Deadpool 2’ seja melhor…”Roger Moore, Movie Nation

“Jamais deveria ter sido tão bom assim”.Kevin Maher, Times (UK)

“Nunca chato, visualmente impressionante, mas basicamente também deprimente e insatisfatório, ‘Guerra Infinita’ vai te deixar querendo mais. Mas não necessariamente no melhor sentido”. – Rosie Fletcher and Hugh Armitage, Digital Spy

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Especial ‘Vingadores: Guerra Infinita’ | Homem de Ferro

Vingadores: Guerra Infinita será lançado nos cinemas dia 26 de Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

 

‘Capitã Marvel’ ganha novo comercial de TV; Confira!

Capitã Marvel‘ ganhou um novo comercial de TV, que traz a veterana Annette Bening em destaque, em uma conversa com Carol Danvers.

Confira:

Dirigido por Anna Boden e Ryan Fleck, longa terá 130 minutos (2h10) de duração.

A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.

Capitã Marvel‘ estreia em 7 de março no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.

‘Os Goonies’: Sean Astin compartilha INÉDITO teste de elenco; Assista!

Quase 35 anos após o lançamento do icônico filme ‘Os Goonies‘, o ator Sean Astin compartilhou um vídeo inédito, que traz o seu teste de elenco feito para a produção.

O material foi compartilhado por meio de sua conta oficial do Instagram. Na legenda, ele comemora por poder finalmente revelar o material:

“Filmagens jamais vistas! Meu teste de elenco para Os Goonies. Hey pessoal, eu tenho esperado 35 anos para compartilhar isso com vocês. Enquanto ainda estamos nesse momento tão difícil, que nós possamos compartilhar um espírito de aventura”.

Assista ao vídeo:


Vale lembrar o clássico dirigido por Richard Donner vai ganhar uma série de TV.

O canal Fox encomendou o piloto de uma série que contará com um grupo de jovens aspirantes a cineastas, enquanto tentam recriar ‘Os Goonies‘ – cena por cena.

No drama, Stella Cooper retorna à sua cidade natal após fugir de um passado obscuro. Ela encontra inspiração, esperança e salvação quando concorda em ajudar três estudantes que estão realizando seus sonhos de fazer um remake incrivelmente ambicioso de… Os Goonies. Ao longo da temporada, sua paixão inspirará uma cidade inteira que está desesperada por esperança.

A série será escrita por Sarah Watson (‘Parenthood’), com Greg Motolla (‘Superbad – É Hoje’) assinando como diretor.

‘Toy Story 4’: Novo vídeo revela os bastidores da criação do filme; Assista!

A sequência ‘Toy Story 4‘ ganhou um novo vídeo, em que dois membros da equipe criativa por trás do longa explicam como uma das principais cenas da animação foi produzida.

No vídeo em questão, os fãs da Pixar descobrem como funciona o processo criativo e técnico no desenvolvimento de uma cena que envolve muitos movimentos e dinamismo.

Confira:

O quarto filme da saga alcançou a impressionante marca de US$ 1,073.3 bilhão de dólares mundialmente, tornando-se o filme mais rentável da franquia.

Crítica Netflix | Grandes Fracassos: Woodstock 99 esmiúça o festival de música mais polêmico das últimas décadas

Jovens à flor da pele, entorpecidos por uma atmosfera hedonista e nada controlada foram a combinação explosiva que eclodiu em um dos momentos mais estarrecedores da cultura POP. Originalmente conhecido por ser um símbolo sociopolítico tão emblemático, o festival de música Woodstock viu parte de sua história definhar nos idos dos anos 90, em duas edições problemáticas e mal organizadas.

Em 1999, o que prometia ser um manifesto contra a cultura armamentista e um tributo às vítimas do tiroteio da escola Columbine se transformou em uma completa zona de guerra, tomada por uma extensão de motins, saqueamentos e as mais diversas atrocidades que o ser humano em seu estado animalesco é capaz de fazer. A barbárie do famigerado festival é o foco da minissérie documental Grandes Fracassos: Woodstock 99, que convida a audiência para um denso e impressionante estudo de caso.

Seguindo uma abordagem semelhante a do amado documentário Fyre Festival: Fiasco no Caribe, também original Netflix, a série dirigida por Jamie Crawford é uma espécie de epifania dos horrores. Ao longo de três episódios, a produção pondera a respeito de todos os elementos socioculturais e estratégicos que tornaram o Woodstock em uma inesperada e assustadora experiência no auge de 1999.

Com um leque vasto de material fonte que inclui coberturas jornalísticas, vídeos caseiros feitos por frequentadores e registros nostálgicos dos principais shows, Grandes Fracassos: Woodstock 99 é uma viagem ao passado que ainda explora todo o zeitgeist da juventude noventista, fã do grunge, new metal e hardcore – e que cresceu sob a influência e a ascensão da MTV. E entre takes que revisitam as performances de bandas como Korn, The Offspring, Red Hot Chilli Peppers e Bush, somos apresentados a uma visão mais densa e completa do que de fato incendiou o espírito do público, levando-no aos seus limites físicos e psicológicos.

Com uma rica coletânea de entrevistas, que incluem os vocalistas do Korn e do Bush, Fatboy Slim, Jewel e até mesmo o criador do evento – Michael Lang, a minissérie é um deleite para os curiosos e um programa necessário para os fãs de cultura POP. Trazendo uma perspectiva analítica sobre um dos momentos mais chocantes do entretenimento, Grandes Fracassos: Woodstock 99 responde quase todas as perguntas que ainda pairam no ar e é uma prazerosa espiral no tempo que nos lembra quão caóticos foram os anos 90.

Crítica | Benedetta – Entre Nudez, Sangue e Oração, a Freira Lésbica de Paul Verhoeven

Baseado no livro acadêmico Atos Impuros: A Vida De Uma Freira Lésbica Na Itália Da Renascença, de Judith C. Brown, o octogenário Paul Verhoeven cria uma sátira provocativa ao catolicismo no período da peste negra na Itália do século XVII. Com um enredo de libertinagem, corrupção e hipocrisia, Benedetta estreou no Festival de Cannes 2021. Os elementos citados são os condimentos para a exploração cômica e erótica do cineasta holandês, responsável pelos controversos Instinto Selvagem (1992), Showgirls (1995) e Elle (2018). 

Na pele da provocativa, inescrupulosa e cínica Benedetta Carlini está Virginie Efira (Um Amor Impossível). A atriz é a mistura perfeita de sarcasmo e luxúria, pontos exatos de exploração da sua imagem em tela. É preciso deixar o fato histórico de lado para envolver-se nas sequências de deboche, como uma imensa cobra em CGI (Computer-Generated Imagery) a entrar nas cavidades da irmã e imediatamente ser destroçada por Jesus (Jonathan Couzinié), personificado como um cavalheiro de branco e pronto para salvar sua esposa Benedetta

Levada para o convento por seus pais ainda menina, Benedetta é uma figura difícil de lidar. Ela sempre tem uma resposta afiada para tudo e maneja muito bem a reação alheia. Se a premissa de lesbianismo dentro de um convento pode soar ousada para o período, a forma como o caso é tratado com zombaria à igreja, é o que chama mais atenção na obra. Ou seja, o filme é uma denúncia à  hipocrisia dos dogmas religiosos que prega uma coisa, mas faz outra. 

Longe de mostrar o sexo explícito entre as atrizes, como em Azul é a Cor Mais Quente (2013), de Abdellatif Kechiche, Paul Verhoeven explora em suas lentes os corpos de Virginie Efira e de Daphné Patakia (que vive a amante Bartolomea). O relacionamento entre as duas não aparenta ser sedutor, amoroso ou cordial. A princípio, é uma estripulia infantil, um jogo de provocação, uma penúria para, enfim, torna-se um encontro carnal em busca do prazer e poder. 

Benedetta sempre mostrou-se arredia e até mesmo lunática, ao ter sonhos acordada aos braços de Jesus, a quem ela se direciona como seu marido. A chegada de Bartolomea, uma campesina desamparada é o que desperta o desejo latente da irmã e coincide com os seus planos de ascensão ao poder como Madre Superiora. Algo completamente velado e dissimulado, o trunfo do filme é fazer o espectador, ora desconfiar, ora acreditar na freira.

Com o aparecimento dos estigmas nas mãos e pés de Benedetta, ela começa a trilhar seu caminho para a cadeira mais alta de uma mulher na igreja, ou mesmo ser consagrada Santa. Assim, começa as dúvidas, a inveja e as angústias das outras freiras. Elas não confiam que Bernadette assuma a liderança e seja a escolhida pelo Senhor. O posto cobiçado pela freira é ocupado pela soberana Felicita (Charlotte Rampling), uma das suas principais oponentes.

É triste ver o desempenho sisudo e o olhar perdido da atriz inglesa entre as cenas de galhofas, como quando ela vai ao encontro do Núncio Papal (Lambert Wilson) para revelar a informação de conjunção carnal entre duas freiras. Ela é recebida durante a refeição do religioso, enquanto sua serva visivelmente grávida dele aperta os seios e jorra leite para anunciar o parto iminente. Uma cena para despertar o riso e o absurdo, mas desproporcional a trama precedida. 

Além das cenas de encontro com Jesus e servas lactantes, a sequência mais polêmica é a utilização da imagem da Virgem Maria como um sex toy, ou seja, um brinquedo sexual entre os encontros de Benedetta e Bartolomea. Talvez Paul Verhoeven tivesse Monty Python em mente ao compor a sátira, mas ele não encontrou uma boa dosagem entre o escárnio e a denúncia. Por vezes, o tom sério ganha a impressão de filme de época, mas as motivações e ações em torno das cenas desabam para a chacota.

Benedetta poderia ser melhor se seguisse uma prerrogativa de Monty Python em Busca do Cálice Sagrado (1975) ou A Vida de Brian (1979), de Terry Gilliam e Terry Jones, respectivamente. Por outro lado, Verhoeven mistura uma seriedade na narrativa histórica, na qual os momentos cômicos soam pueris ao invés de tirada artística; e a nudez constante, que poderia ser celebrada como uma libertação da repressão religiosa, aparenta ser um desejo voyerista.

Festival de Berlim: Brasil leva prêmio LGBT com ‘Tinta Bruta’ e ‘Bixa Travesty’

O drama gaúcho ‘Tinta Bruta’ e o documentário ‘Bixa Travesty’, venceram o prêmio chamado de “Urso de Ouro LGBT, por coroar narrativas ligadas à homoafetividade e a identidade trans, o Prêmio Teddy, no Festival de Berlim 2018.

‘Tinta Bruta’, dirigido por Filipe Matzembacher e Márcio Reolon, que narra a história de Pedro, um jovem homossexual que ganha dinheiro com atuações em fóruns na internet, venceu na categoria ficção.

Já o documentário ‘Bixa Travesty’, dirigido por Kiko Goifman e Claudia Priscilla, que aborda performances da cantora Linn da Quebrada, venceu na categoria documental.

Ambos os filmes ainda não possuem data de estreia por aqui. Confira os cartazes:

‘Homem-Aranha: Longe de Casa’: Cobie Smulders pode retornar como Maria Hill na sequência

Após publicar uma selfie em seu Instagram, o ator Numan Acar pode ter revelado o retorno de Cobie Smulders como Maria Hill em Homem-Aranha: Longe de Casa.

Na legenda da foto, colocou uma série de hashtags, incluindo #cobiesmulders e #mariahill. Como ela foi a única atriz que Acar mencionou, é de se imaginar que ela realmente está de volta para interpretar a agente da S.H.I.E.L.D. no filme.

O ator Oli Hill divulgou uma foto com o elenco de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘ reunido.

Na imagem, podemos ver Tom Holland, Zendaya, Jacob Batalan e Tony Revolori.

Confira:

Spider-Man 2 cast meeting

Uma publicação compartilhada por Oli Hill (@0lihill) em

O principal vilão do filme será o Mystério (Jake Gyllenhaal), um dublê chamado Quentin Beck e especialista em efeitos especiais que se utiliza de seus conhecimentos práticos para realizar uma série de assaltos por Nova York. Em alguns deles, simulando os super-poderes do Homem-Aranha.

Além disso, Michael Keaton retorna como o Abutre em uma participação especial.

A direção será mais uma vez de Jon Watts. John Francis Daley e Jonathan Goldstein retornam para escrever o roteiro.

‘Homem-Aranha 2’: Herói ganhará novo traje, afirma figurinista

Homem-Aranha: Longe de Casa chega aos cinemas em 4 de julho de 2019.

 

‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ | Quem é Kang, o vilão do terceiro filme do Homem-Formiga?

Introduzido de forma breve ao final da primeira temporada de Loki (2021), Kang, o Conquistador (Jonathan Majors) será o principal vilão da Fase Cinco do Universo Cinematográfico Marvel e dá suas cartas como a grande ameaça de Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania, que chega hoje (16) aos cinemas. O vilão é uma das grandes ameaças das HQs e já deu muita dor de cabeça a alguns dos principais grupos de heróis da Marvel, como os Vingadores, o Quarteto Fantástico e até mesmo aos X-Men. Caso você queira saber um pouco mais sobre o Conquistador, confira esta matéria!

Criado pela dupla lendária de Stan Lee e Jack Kirby em Vingadores #8, lançada em 1964. Na ocasião, ele é descrito como Nathaniel Richards, um benfeitor do século XXXI, que começa a estudar e analisar a essência do tempo, até conseguir encontrar uma forma de viajar por entre o tempo e as realidades. Em uma dessas viagens, ele vai parar no Egito antigo, onde a população vê seus poderes e o considera um representante dos deuses. Assim, ele se torna o faraó Rama-Tut. E aí que começa a primeira confusão temporal de sua história. Isso porque apesar de Kang ter sido oficialmente criado em 1964, o Rama-Tut já havia sido derrotado pelo Quarteto Fantástico em uma história do grupo lançada em 1963. Ou seja, ele tem uma origem oficial e uma primeira aparição feita antes mesma do vilão existir. Essa confusão se estende ao longo de toda sua jornada pelos quadrinhos, nos quais ele ostenta diferentes versões coexistindo e eventualmente se enfrentando.

O terrível Faraó Rama-Tut é uma das piores versões de Kang

E esse é um dos principais motivos pelos quais o Kang é um dos vilões mais interessantes de todo o Universo Marvel: ele é muitos vilões em um só. Antes de ser um déspota temporal, Nathaniel Richards era um descendente de Reed Richards, o Senhor Fantástico, na Terra-6311, onde a Idade Média nunca ocorreu e a humanidade avançou tecnologicamente muito rápido. Porém, entrou em guerra com a colônia da Lua e praticamente decretou o fim da humanidade, que só sobrevive graças às ações de Richards. Então, utilizando tecnologias de Victor Von Doom, o Senhor Destino, Nathaniel volta para o Egito antigo, onde se torna Rama-Tut e tenta corrigir os rumos da humanidade e se tornar um “guia para a civilização”. Ele até tenta, mas acaba sofrendo várias derrotas para o futuro mutante conhecido como Apocalipse, e para o Quarteto Fantástico.

Expulso novamente para seu tempo “correto”, Nathaniel Richards cria seu traje especial que confere os poderes a ele e permite que encontre e armazene armas de diversas linhas temporais. Com a nova roupa e adotando o nome Kang, ele viaja para o século XX, onde se torna uma das principais ameaças dos Vingadores. Seus planos de um futuro perfeito passam diretamente pelo fim dos Heróis Mais Poderosos da Terra, mas isso quase nunca dá certo. Com as derrotas, ele viaja mil anos além de seu presente, encontrando um futuro pacífico no século XLI e tenta tomar o império de Carelius, mas desiste após se apaixonar pela filha dele, Ravonna Renslayer. Sua história de amor com ela é trágica e termina com a morte da princesa. Então, ele viaja no tempo tentando impedir a morte da amada, mas acaba chegando a uma versão futura e cruel sua, o Immortus.

Um ponto interessantíssimo do Kang é que a cada viagem que o Kang “principal” faz, uma nova variante sua é criada. E a grande maioria dos Kangs do Multiverso compartilham da característica de serem viajantes do tempo. Então, para garantir um tipo de equilíbrio com o que eles podem ou não fazer, foi criado o Conselho dos Kangs. É lá que todas as versões do vilão se reúnem e debatem se estão ou não passando do aceitável para todos. E dentre essas variantes, há muitas más, mas também existe algumas versões boas, como o Rapaz de Ferro. Ele surge após o Kang do Universo 616 (o principal da Marvel) perceber que suas ações tiranas não foram benéficas como ele pensava. Então, ele volta no tempo e tenta impedir que o jovem Nate Richards cresça e vire o déspota. Precisando evitar seu futuro, o garoto viaja para o passado e junto a outros heróis adolescentes forma o grupo conhecido como Jovens Vingadores. No entanto, após várias batalhas e com a morte do Kang do futuro, ele entende que a saída mais segura para evitar um mal ainda maior é se tornando o Conquistador que ele precisava impedir.

No MCU, Kang foi introduzido como o guardião do tempo da TVA, também conhecido como Aquele Que Permanece. Ele avisa para Loki (Tom Hiddleston) e Sylvie (Sophia Di Martino) que a dupla pode trabalhar com ele pela manutenção de uma linha do tempo perfeita ou matá-lo e assumirem o controle. Porém, ele avisa: se o matarem, outras versões dele, ainda mais cruéis, surgirão e trarão uma grande mal para os universos. Como esperado, Sylvie assassina o vilão e agora… Bem, agora temos Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania, em que vocês poderão descobrir as próximas ações de Kang, o Conquistador.

Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania está em cartaz nos cinemas do Brasil.
Loki está disponível no Disney+.

Os Filmes, Séries e Especiais de Natal Que Estreiam nos Streamings Nesse Fim de Ano

É isso, gente. Novembro chegou, e, para a alegria dos fãs de produções natalinas, isso significa que os streamings e os cinemas serão inundados por produções que celebram a data. E se você, como eu, aguarda o ano inteiro por esse momento, essa matéria é pra você! Aqui está tudo de natalino que chega nos streamings para você ficar de olho nesse fim de ano!

‘O Despertar para o Natal’ – Prime Video

O filme conta a história de Whitney (Tiya Sircar) que, após anos sem passar o Natal com sua família, decide ir visitá-los dessa vez, mas, sem querer, acaba jogando fora uma importante caixa de enfeites da família.

Natal Sempre e Para Sempre’ – Prime Video

Lucy (Lexi Lawson) volta para Vermont uma última vez antes de vender a loja de enfeites de Natal de seu avô, que herdara. Porém, uma vez na cidade, entenderá por quê a loja é tão especial para os moradores.

A Bota de Natal’ – Prime Video

Holly (Megan Hilty) volta para casa no Natal e sua família a coloca vestida de elfa na loja deles. Contrariada, Holly fica no posto, e é onde conhece um homem por quem se apaixona. Porém, às vésperas do Natal, o rapaz desaparece, e tudo que Holly tem para encontrá-lo é sua bota de Papai Noel.

‘Uma História de Natal Natalina’ – HBO Max

Sequência do clássico de 1983, ‘Uma história de Natal’. Agora adulto, Ralphie (Peter Billingsley) volta à sua casa na rua Cleveland para dar a seus filhos o mesmo Natal mágico que tivera quando era criança.

Willow’ – Disneyplus

Ainda que não seja propriamente sobre Natal, a série ‘Willow’, continuação do clássico filme dos anos 1980, tem aquela vibe de fantasia à qual estamos acostumados nessa época do ano. E, dessa vez, será uma série da Disneyplus, que chega dia 30 de novembro.

Desencantada’ – Disneyplus

O novo filme que acompanha Giselle (Amy Adams) também não traz a temática de Natal, mas tem a magia dos contos de fadas que são típicas de filmes natalinos, então, fica como uma dica a mais para os leitores. Estreia dia 18 de novembro.

Guardiões da Galáxia: Especial de Natal’ – Disneyplus

Com o elenco original, o especial traz os Guardiões tentando levar o Natal para o Star Lord (Chris Pratt), uma vez que ele está triste pela perda da Gamora.

Na Terra do Natal’ – Netflix

Jules Cooper (Nikki DeLoach), uma atarefada publicitária nova-iorquina, acaba herdando as Terras de Natal, uma fazenda de pinheiros no interior, onde costumava passar seus Natais. Planejando vender as terras, seu coração colocará seus planos em dúvida quando conhece as pessoas do local.

12 Presentes de Natal’ – Netflix

Uma artista sem dinheiro resolve trabalhar como personal shopper, ajudando pessoas a fazerem suas compras de Natal com mais foco. É quando conhece um charmoso publicitário, e esse encontro fará seu coração bater mais rápido.

‘A Família Noel 2’ – Netflix

Novamente, Jules (Mo Bakker), neto do Papai Noel (Jan Declair), decide se juntar ao bom velhinho na missão de entregar os presentes. Tudo vai bem até eles receberem uma cartinha de uma garotinha com um pedido muito especial.

‘Uma Queridinha de Natal’ – Netflix

Lindsay Lohan está de volta! E está de volta ao Natal! Aqui ela vive uma jovem que perde a memória depois de um acidente de carro e é acolhida pela família de um charmoso bonitão nas férias de fim de ano.

Natal com Você’ – Netflix

Com Freddie Prinze Jr. Em busca de inspiração, um popstar decide realizar o sonho de uma fã e acaba encontrando a chance para o amor nesse Natal.

Terra dos Sonhos’ – Netflix

Filme de fantasia infantil para entreter a garotada no fim de ano, estrelado por Jason Momoa. Conta a história de uma jovem órfã que embarca em uma jornada pela Terra dos Sonhos para encontrar uma pérola mágica e realizar seu maior desejo.

‘Nosso Natal na Fazenda’ – Netflix

Um pai viúvo herda uma fazenda a poucos dias do Natal e planeja passar uma temporada no campo. Seus filhos, porém, criam um plano para ficar lá para sempre.

O Diário de Noel’ – Netflix

Um romancista decide arrumar sua casa de infância nas férias de fim de ano, e, uma vez de volta à sua cidade, conhece uma mulher em busca do paradeiro de sua mãe biológica.

‘Um Natal Cheio de Graça’ – Netflix

Comédia brasileira estrelada por Gkay, Vera Fischer e Sérgio Malheiros. Na trama, Carlinhos flagra a traição de sua namorada, mas precisa levar alguém para passar o Natal consigo na casa de sua família. Desesperado, decide levar Graça, o que acaba se tornando uma péssima ideia.

Especial de Natal Porta dos Fundos’ – Paramount Plus

Sim, eles estão de volta esse ano, e vão trazer mais um especial de Natal a seus seguidores. Estrelado por Fábio Porchat, Rafael Portugal, Thati Lopes, Raphael Logam, Evelyn Castro e Antonio Tabet, conta a história de terror de um grupo de amigos numa cabana na serra.

Spirited – Um Conto NatalinoAppleTV+

Estrelado por Ryan Reynolds e Will Ferrell, este musical reconta o clássico de Natal de Charles Dickens, mas numa pegada moderna.

Os 10 Momentos mais Emocionantes das animações da Pixar

Com 34 anos de história, a Pixar Animation Studios está mais que consolidada como um dos maiores estúdios de animação da sétima arte. Ao todo, foram 22 longas-metragens, alguns verdadeiros clássicos do cinema. 

Além de divertir muito os espectadores, a companhia criou o costume de fazer muita gente chorar em seus filmes. Quem aqui nunca chorou em um filme da Pixar deveria procurar ajuda, pois algo está faltando em seu organismo. 

O CinePOP decidiu relembrar alguns dos momentos mais emocionantes dos filmes da Pixar. E não foi uma escolha fácil, afinal quase todas as animações do estúdio contam com momentos tocantes. Não deixe de participar através dos comentários! Qual cena mais te fez chorar?!

 

10) Dory implora para Marlin não ir embora (Procurando Nemo)

Desolado após achar que seu filho Nemo havia morrido, Marlin decide se isolar e voltar para casa sozinho. Ele agradece a ajuda de Dory e vai embora. Desesperada, ela implora para ele ficar ao seu lado, dizendo que se sente em casa ao lado dele e que lembra melhor das coisas. “Eu não quero esquecer”, diz Dory. “Me desculpe, Dory, mas eu quero”, responde Marlin. Mesmo com o público sabendo que Nemo está bem, é impossível não se emocionar com a dor daquele pai e com o desespero de sua amiga, destinada a apagar tudo que viveram de sua cabeça. De longe, a cena mais tocante de Procurando Nemo (2003).

 

9) Buzz descobre que ele é um brinquedo (Toy Story – Um Mundo de Aventuras)

Após muito discutir com Woody por este dizer que ele não era um astronauta de verdade, Buzz Lightyear se depara com uma propaganda de seu brinquedo na TV. Desolado, ele não aceita tal realidade. Ao som da bela “I Will Go Sailing No More”, de Randy Newman, Buzz ainda acredita que pode voar e decide saltar da escada em direção à janela. Ele grita “ao infinito e além” e parece voar por alguns instantes. Só que ele cai. Além de ter que confrontar com a realidade de que é um brinquedo, ele ainda quebra um dos braços. A música faz toda diferença na cena e mostra que Toy Story – Um Mundo de Aventuras era muito mais que um filme sobre brinquedos que ganhavam vida.

 

8) Sully se despede de Boo (Monstros S.A.)

Despedidas nunca são fáceis, ainda mais após uma história de amizade e descoberta como a de Sulley e Boo em Monstros S.A.. Após uma verdadeira aventura por Monstropolis, Sully e Mike têm que devolver Boo para o mundo real. E, pior, eles sabem que terão que destruir a porta do quarto da menina, para que ela não seja mais ameaçada por Randall e companhia. Assim, é particularmente tocante vivenciar o momento através dos olhos de Sully. Ele entra no quarto da garotinha com ela, a coloca para dormir e se despede com a sensação de que nunca mais irá encontrá-la. Felizmente, Mike reconstrói a porta da jovem e temos um reencontro ao final, mas isso não faz a despedida algo menos emocionante.

 

7) Wall-E reconhece Eva (Wall-E)

O início de Wall-E talvez seja das coisas mais belas que a Pixar já produziu. Uma homenagem ao cinema silencioso capaz de arrepiar o mais frio dos cinéfilos. No entanto, não é necessariamente um momento que te faz chorar. Por outro lado… é difícil escapar do choro no final do filme, especificamente quando Wall-E perde sua memória. Após anos cultivando uma personalidade nostálgica e repleta de delicadeza, nosso robozinho é rebootado e passa a não ligar para os objetos que cultivou na Terra e não reconhece nem mesmo a amada Eva. Após momentos de lamentação, em que Eva sofria por não ser reconhecida, um toque de “mãos” acaba devolvendo a memória ao robô. É tocante, delicado e muito lindo. 

 

6) A história da Jessie (Toy Story 2)

Toy Story 2 talvez não tenha o reconhecimento do primeiro filme, nem o apego emocional do terceiro. Agora, conta com pelo menos uma cena de partir o coração. Em um flashback sem nenhum diálogo, todo ao som da tristíssima “When She Loved Me”, na voz de Sarah MacLachlan, acompanhamos a trajetória de vida da cowgirl Jessie. Se no primeiro filme acompanhamos o medo de Woody em ser esquecido por Andy, aqui vemos que foi justamente isso o que aconteceu com Jessie. O clipe mostra como ela foi de brinquedo favorita da garotinha Emily à objeto de doação. É tocante, bonito e muito complexo. Uma demonstração clara dos sentimentos que a Pixar consegue produzir.

 

5) Brinquedos de mãos dadas na fornalha (Toy Story 3)

Uma cena que arrepia só de lembrar. Após uma longa jornada de três filmes em que tiveram que lidar com a passagem do tempo e o abandono, os brinquedos de Andy se veem em uma fornalha, prestes a serem queimados. E, no momento do desespero, o que eles fazem? Aceitam seus destinos e dão as mãos para morrer juntos. COMO ASSIM?!? Isso é um filme infantil, Pixar! Não me traumatiza! No final, a gente sabe que todo mundo escapa e sobrevive, ainda assim, por alguns instantes, todos fomos obrigados a confrontar aquele sentimento de perda e amizade. É de uma complexidade e impacto difícil de mensurar. Potencialmente chocante, mas efetivamente emocionante.

 

4) Sacrifício de Bing Bong (Divertida Mente)

Bing Bong vai desaparecendo e diz: “Salve a Riley… Leve ela para a lua por mim.” Só de lembrar desse momento de Divertida Mente já dá vontade de chorar. A Pixar aborda tantos sentimentos e de forma tão complexa que é até difícil de falar. Sim, tratava-se de um amigo imaginário, mas ele era super real naquele cenário, o que torna seu sacrifício algo simbólico e devastador. Como imaginar uma “pessoa” cedendo sua vida pela felicidade da amiga em um filme infantil? A cena, com certeza, traumatizou algumas crianças, mas tocou muito mais os adultos, que sem dúvida relembraram da infância e das amizades que deixaram para trás. Descanse em paz, Bing Bong.

 

3) Andy dá seus brinquedos para Bonnie (Toy Story 3)

Falando em adultos chorando por relembrar infâncias deixadas para trás… O que dizer do final de Toy Story 3?! Quem não chorou na cena da fornalha, dificilmente resistiu ao momento derradeiro do longa, no qual Andy dá todos os seus brinquedos para a jovem Bonnie. É triste ver o garoto basicamente abrindo mão de sua infância. É de partir o coração notar que, em determinado momento, ele quase não consegue abrir mão de seu mais fiel companheiro, o xerife Woody. O final de Toy Story 3 é um dos mais belos e tristes da história do cinema. E um dos pontos mais altos nas décadas de produções da Pixar.

 

2) Lembre de mim (Viva: A Vida é uma Festa)

Um menino apresentando uma música para a avó. Uma avó se reconciliando com a memória do pai. Uma família se reconciliando com a paixão pela música. Tanta coisa está presente nesta delicada cena de Viva: A Vida é uma Festa que é até difícil colocar em palavras. E tudo isso ao som de uma belíssima canção vencedora do Oscar. Só com um coração de pedra para não chorar ao ver o jovem Miguel tocando “Lembre de mim” para a avó. Dirigido por Lee Unkrich, o filme também levou o Oscar de Melhor Longa de Animação em 2018.

 

1) Clipe da vida de casados de Carl e Ellie (Up – Altas Aventuras)

O clipe de abertura de Up – Altas Aventuras é daquelas coisas difíceis de acreditar. Parecia improvável que uma animação para crianças se arriscaria a tocar em temas tão sérios, ainda que de forma bem delicada. Mas estamos falando da Pixar… Ao contar a história de amor da infância à terceira idade de Carl e Ellie, o filme passa por altos e baixos da relação. O público em pouco tempo se apaixona pelo casal e sofre ao acompanhar momentos tristes de sua vida, como a perda de um bebê ainda em gestação e, é claro, a morte da esposa. Tudo é tão rápido, tão delicado e, ao mesmo tempo, tão forte, que é quase impossível não chorar. 

 

25 anos de ‘Armageddon’: SAUDADES do Bruce Willis salvando o mundo!

A esperança de um planeta num filme de ação que emociona mesmo sendo repleto de clichês. Muito longe de trazer enormes reflexões físicas precisas, com licenças poéticas por todos os lados, clichês amontoados em cima de clichês, 25 anos atrás chegava aos cinemas, com um orçamento girando na casa dos 140 milhões de dólares, um blockbuster cheio de peculiaridades mas que caiu nas graças de muitos corações cinéfilos. Dirigido por Michael Bay, e tendo como um dos roteiristas J. J. Abrams, Armageddon apresenta sua trama apocalíptica de maneira grandiosa, cheia de cenas de ação tendo como plano de fundo relações interpessoais conflitantes, principalmente entre pai e filha.

Na trama, 65 milhões de anos depois da extinção dos dinossauros, um meteoro com o poder de milhares de bombas atômicas está em rota de colisão com nosso planeta. Com poucos dias para o impacto com a Terra, A NASA entra em desespero e sem tempo para planos mais elaborados, resolvem chamar um exímio perfurador, chamado Harry (Bruce Willis), e sua equipe para treiná-los e os enviarem para o espaço com a esperança de colocarem uma bomba no meteoro e esse se romper, não atingindo a terra. Assim, vamos vendo subtramas bem direcionadas ao protagonista e seus conflitos com a filha Grace (Liv Tyler) e o novo amor dela, o melhor integrante de sua equipe, A. J. (Ben Affleck). Quando a equipe chega lá em cima, à bordo das naves Freedom e Independence, percebem que a tarefa será bem mais difícil do que imaginaram.

Com filmagens realizadas em apenas 16 semanas, algo bem complexo para um filme cheio de variáveis, Armageddon segue seu caminho dando ênfase aos conflitos que guiam a narrativa para um clímax marcante, mesmo com situações completamente fora de qualquer realidade. Problemas interpessoais entre os militares e os civis, problemas na transferências de combustíveis de uma estação espacial russa, o curto período de treinamento… fora que as mentes mais brilhantes do mundo parecem terem tomado a decisão mais difícil: levar pessoas não treinadas ao espaço em vez de orientar quem pelo menos tem experiência no espaço. Observações à parte, o drama familiar, os ruídos de comunicação entre pai e filha, buscam seu destaque. A relação conturbada entre eles ganham vários elementos guiados pelas emoções, inclusive alguns ligados à fé e a esperança. É possível se emocionar com esse filme, mesmo com as redundantes sequências com bandeiras americanas ao fundo, como se só os Estados Unidos fossem capaz de salvar o mundo.

O filme teve locações na própria NASA: aquelas piscinas cheias de galões de água (para ambientar as condições espaciais), além de alguns trajes espaciais reais, filmagens em plataformas reais de lançamentos. E por falar em agência espacial, críticas às verbas destinadas as pesquisas espaciais, algo que ficou em segundo plano numa época longe do epicentro da corrida espacial, também ganham seu espaço, camuflada pela ação desenfreada.

Esse rentável blockbuster é um projeto que tem um ponto importante, é um dos poucos que tem uma canção que em fração de segundos te faz lembrar logo do filme. I Don’t Want to Miss a Thing, escrita pela compositora californiana Diane Warren se tornou um mega hit tocado nas rádios (leia-se também streamings de músicas) até hoje.

E pra finalizar, que saudades do Bruce Willis salvando o mundo! O ator foi diagnosticado recentemente com demência frontotemporal, fato que comoveu o planeta e causou sua aposentadoria. Que Bruce fique bem!

Pra quem ainda não viu, ou ficou com vontade de rever Armageddon, o filme está disponível no catálogo da Star Plus.

 

‘Horizonte Profundo’ é um dos melhores filmes-catástrofe da década!

Os filmes catástrofe se tornaram um subgênero popularizado na década de 1970, com destaque para produções como Aeroporto (1970), O Destino do Poseidon (1972), Terremoto (1974) e Inferno na Torre (1974). A estrutura era a mesma, rechear a obra de nomes muito reconhecíveis circundando, bem, como o nome diz, uma catástrofe, fosse um grande terremoto, problemas infernais em um arranha-céu, num aeroporto ou num navio transatlântico.

Depois de um breve descanso, o subgênero ensaiou retorno no fim da década de 1990, quando em 1997 dois vulcões entraram em erupção em uma cidadezinha americana e em plena Los Angeles, respectivamente em O Inferno de Dante e Volcano – A Fúria; e em 1998, asteroides gigantescos entraram em rota de colisão com nosso planeta, em Impacto Profundo (não, não é nome de filme que vocês costumam pesquisar na internet) e Armageddon.

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Atualmente, o subgênero está em falta no mercado, dominado e saturado com filmes de super-heróis, sendo o principal requisito das massas que dominam os multiplex. Justamente por isso, uma alegria nostálgica cinéfila tomou conta deste que vos fala ao adentrar a sessão de Terremoto: A Falha de San Andreas (2015), que incluiu certa galhofa no todo, não se levando nada a sério e assim se tornando incrivelmente irresistível em seu esplendor megalomaníaco.

Em uma dimensão mais próxima do que eram os filmes catástrofe originais, Horizonte Profundo chega finalmente aos cinemas brasileiros, depois de ser adiado repetidamente. A nova superprodução protagonizada pelo astro Mark Walhberg e dirigido pelo cineasta Peter Berg mantém vido o espírito original do cinema catástrofe, dando um enfoque mais dramático ao desastre, mas não se libertando de rótulos como “espetáculo”. Esse é um blockbuster, mas um que fala de uma tragédia real e a trata com o respeito merecido.

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Na trama, Wahlberg vive Mike Williams, um dos técnicos da plataforma de petróleo Deepwater Horizon. Se você acompanha os noticiários mundiais deve se lembrar deste desastre, que é considerado o maior da história norte-americana envolvendo tal instalação.  Explosões, chamas, incêndios e mortes chocam desesperando os personagens, de forma realística na tradução de Berg e dos realizadores, nos envolvendo instantaneamente e nos fazendo seguir de perto os ocorridos. Na tradição de um bom filme do subgênero, nomes como Kurt Russell, Kate Hudson, John Malkovich, Gina Rodriguez e Dylan O´Brien se amontoam entre os sobreviventes e as vítimas.

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Além da parte técnica impecável, o roteiro de Matthew Sand e do eficiente Matthew Michael Carnahan (O Reino, Leões e Cordeiros, Intrigas de Estado), baseado no artigo de David Rohde e Stephanie Saul, cria bons momentos, salientando a tensão de cenas chave, entregando bons diálogos e desenvolvimento de personagens acima do esperado para produções deste tipo. A interação dos personagens, mais do que as cenas apoteóticas, é o verdadeiro cerne aqui, realizados de forma bem humana.

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O diretor Peter Berg, que deu uma bela escorregada com Battleship: A Batalha dos Mares (2012) – um dos piores filmes dos últimos anos – volta aos trilhos nesta produção de classe, se reinventando como cineasta de qualidade. Pode-se inclusive apontar as parcerias com Wahlberg como alguns dos pontos altos de sua carreira. Além de Horizonte Profundo, a dupla colaborou em O Grande Herói (2013), filme de guerra e sobrevivência, que questiona a idolatria bélica norte-americana. É possível até mesmo afirmar a existência de uma trilogia não declarada, tendo como ligação apenas o diretor, seu novo ator fetiche e os temas incendiários (seja a guerra, um desastre laboral ou um atentado terrorista). O terceiro elemento desta, até então, tríade é Dia de Heróis (Patriots Day), que fala sobre os atentados a bombas de Boston, cuja estreia ocorre em janeiro nos EUA e em fevereiro no Brasil. Que a dupla siga gerando bons rebentos.

Oscar 2023 – Confira nossas Previsões para os Vencedores das Principais Categorias

Chegou, queridos leitores. A data mais esperada pelos cinéfilos do mundo todo está entre nós. A edição de número 95 do maior prêmio do cinema mundial acontece hoje, dia 12 de março, dentro de um pouco menos de duas horas. O evento será transmitido no Brasil como sempre pelo canal a cabo TNT, e em tempos de streaming, contamos com exibições de plataformas como a HBO Max também, por exemplo. Então, é só questão de se programar, fazer aquela pipoca e se preparar para relaxar em frente da TV para mais uma premiação do Oscar – esperamos que sem surpresas do nível “tiro, porrada e bomba” este ano. Ou será que é melhor com?

Como sempre, gostamos de nos adiantar e para ir aquecendo os motores, vamos dar nosso pitaco com os spoilers do que poderemos ver durante a exibição. Ou seja, nossas previsões dos vencedores nas mais variadas categorias. Confira abaixo e prepare as apostas.

Melhor Filme) Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo

Ao que tudo indica a pequena produção da A24 que mistura de tudo um pouco em sua salada de ficção científica levará o prêmio máximo do ano. É verdade que o filme tem muito de ‘Matrix‘, mas o que pesa mesmo são os relacionamentos familiares, o drama e a emoção (em especial entre mãe e filha), além da importante representação asiática em um filme americano. Definitivamente não é recomendado para todos os públicos, em especial os mais velhos, porém, sua criatividade narrativa é inegável. Afinal, fazer sentido de toda a loucura do filme é louvável. E é essa criatividade que será premiada na noite de hoje. A obra levou o prêmio do sindicato dos atores, o maior termômetro para o Oscar.

Correndo por Fora: o único que tem verdadeiramente chance de desbancar ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’ esta noite é ‘Os Fabelmans’, biografia de Steven Spielberg feita pelo próprio, que é uma carta de amor ao cinema – mas é um filme à moda antiga. Enquanto ‘Tudo em Todo Lugar’ é tudo menos convencional ou tradicional.

Melhor Direção) Dan Kwan e Daniel Scheinert

O prêmio de melhor direção geralmente vem atrelado ao prêmio de melhor filme – a não ser em casos em que o diretor do filme favorito sequer foi indicado (como ocorreu há dez anos com ‘Argo’, de Ben Affleck). Esse ano, os Daniels (Kwan e Scheinert) devem seguir o fluxo de seu filme e ganhar o prêmio máximo por seu esforço. E que esforço, já que mais uma vez fazer sentido de toda a loucura que ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’, entregando um filme coerente, insano e ao mesmo tempo belo, é tarefa ingrata para poucos. E eles tiverem êxito.

Correndo por Fora: essa é difícil, já que por mais que seus filmes não tenham muitas chances, Ruben Östlund (‘Triângulo da Tristeza’), Martin McDonagh (‘Os Banshees de Inesherin’) e Todd Field (‘Tár’) demonstram excelência no comando de tais obras. Mas em nossa opinião, o único que pode tirar a estatueta das mãos dos Daniels é mesmo Steven Spielberg e sua autobiografia. Contra a vitória do lendário cineasta está o fato de que ele já possui dois Oscar de direção: por ‘A Lista de Schindler’ e ‘O Resgate do Soldado Ryan’.

Melhor Atriz) Michelle Yeoh

A disputa pelo Oscar realmente é como uma corrida presidencial, ou política. Durante a campanha, candidatos crescem ou diminuem em seu favoritismo, mudando de lugar como em uma verdadeira corrida. Se fosse no início da disputa, depois da divulgação dos indicados, o Oscar iria certo para Cate Blanchett e seu retrato da intensa condutora de uma orquestra em ‘Tár’. Assim como Spielberg, Blanchett já possui duas estatuetas do Oscar – como atriz principal por ‘Blue Jasmine’ e como coadjuvante por ‘O Aviador’. Mas Blanchett perdeu momento, deixando abertura para a estirada da asiática Michelle Yeoh, vivendo o reconhecimento de sua melhor fase em Hollywood. Hoje, a veterana malaia leva seu prêmio para casa.

Correndo por Fora: como dito, Cate Blanchett era a favorita desde o início, mas tropeçou pelo caminho. Se der zebra, ainda leva para casa o Oscar. As outras três já são vitoriosas só de estarem entre as indicadas, em especial Ana de Armas e Andrea Riseborough – marinheiras de primeira viagem. Já Michelle Williams chega à sua quinta indicação sem vitória e parece que não será desta vez também.

Melhor Ator) Brendan Fraser

No comeback da década, Brendan Fraser deve sair vitorioso de sua primeira indicação ao Oscar pelo drama ‘A Baleia’, de Darren Aronofsky. Ele não será o primeiro ator a sair premiado por um filme do diretor, já que em 2011, Natalie Portman levou a estatueta para casa por ‘Cisne Negro’. Fraser foi um ator que conseguiu manter seu hype de indicação no Oscar desde que as primeiras informações começaram a sair sobre o filme. Ele perdeu brevemente o favoritismo, mas hoje é tido como o provável vencedor.

Correndo por Fora: infelizmente, Paul Mescal (‘Aftersun’) e Bill Nighy (‘Living’) fazem figuração entre os indicados sem muitas chances. Agora, existem os que acreditam que Austin Butler pode sair vitorioso por seu retrato do rei do rock em ‘Elvis’. Sim, existe chance. Mas creio que chance maior tem Colin Farrell por ‘Os Banshees de Inisherin’, e se alguém fora desbancar Fraser, será ele.

Melhor Atriz Coadjuvante) Angela Bassett

Essa é provavelmente a categoria mais difícil do Oscar este ano. Angela Bassett era a favorita desde o início. A única atriz jamais indicada por um filme baseado em quadrinhos de super-heróis, e um da Marvel, Bassett pode fazer justiça ao subgênero, indicada por ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’. Como dito, ela sempre foi a favorita, mas nos prêmios SAG, do sindicato de atores, o maior termômetro do Oscar, quem levou foi Jamie Lee Curtis, embolando o meio de campo, por ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’. Se tiver que escolher, ainda fico com Bassett, por achar que sua vitória será mais significativa.

Correndo por Fora: como dito, Jamie Lee Curtis levou o prêmio no SAG, e muitos levam sua vitória como certa. É bem provável. Mas é preciso levar em conta também que nem todos os prêmios do Oscar e do SAG se repetem, e esse seria um que viria bem a calhar não repetir.

Melhor Ator Coadjuvante) Ke Huy Quan

Outra disputa acirradíssima, Ke Huy Quan venceu o prêmio do sindicato de atroes, o SAG, por ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo. Para quem não lembra, na infância o ator marcou os anos 80 com papeis como “baixinho” de ‘Indiana Jones e o Templo da Perdição’ e Dado em ‘Os Goonies’. Quan tem vantagem porque seus concorrentes não possuem a força devida para desbanca-lo.

Correndo por Fora: os únicos que de fato possuem alguma chance de tirar o prêmio de Ke Huy Quan são os coadjuvantes de ‘Os Banshees de Inesherin’ – Brendan Gleeson e Barry Keoghan. E curiosamente, é este segundo novato quem tem recebido os maiores elogios no filme – talvez por ser um ator não muito conhecido, entregando uma boa atuação inesperada.

Melhor Filme Estrangeiro) Nada de Novo no Front

Essa é batata. Sempre que uma produção estrangeira entra também na categoria de melhor filme, sabemos que vencerá na categoria de filme não americano. É simples questão de lógica, já que os outros quatro indicados não tiveram a honra de figurar entre os melhores filmes do ano. A disputa só ficaria incógnita se tivéssemos em algum ano duas produções indicadas a filme estrangeiro, figurando também para melhor filme. Dessa forma, o representante da Alemanha, ‘Nada de Novo no Front’ leva este ano. E não tem para ninguém.

Melhor Animação) Pinóquio

Não confunda, por favor. Aqui falamos da versão da Netflix de ‘Pinóquio’, dirigido por Guillermo del Toro. A animação em stop-motion conquistou o público e os críticos, vindo a figurar entre os melhores filmes de 2022. Seria uma zebra muito grande se esta tocante adaptação da obra clássica não fosse premiada.

Correndo por Fora: este ano temos duas produções da Netflix figurando entre as indicadas de melhor animação do ano, além de ‘Pinóquio’ também ‘A Fera do Mar’; e apenas uma da Disney com ‘Red – Crescer é uma Fera’. Quem te viu e quem te vê Disney. Mas quem pode passar a perna em ‘Pinóquio’ é ‘Marcel – The Shell with Shoes On’, produção que mistura live-action com animação e é baseada num curta-metragem homônimo.

Melhor Roteiro Original) Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo

Outra que é batata. Afinal, não dá para ser mais original do que ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’, e nesse quesito os diretores Dan Kwan e Daniel Scheinert levarão a melhor.

Correndo por Fora: em matéria de originalidade, usando um tema muito caro no cinema atualmente, a luta de classes, Ruben Östlund é quem corre por fora com ‘Triângulo da Tristeza’.

Melhor Roteiro Adaptado) Nada de Novo no Front

Seria muito legal se ‘Glass Onion’, ‘Top Gun Maverick’ e até ‘Living’ levassem o prêmio. Mas em matéria de popularidade e qualidade dramatúrgica, o mais indicado seria a vitória para o excepcional drama de guerra alemão da Netflix ‘Nada de Novo no Front’.

Correndo por Fora: muitas fontes de veículos de cinema dão a vitória para ‘Entre Mulheres’, drama teatral da diretora Sarah Polley que só foi indicado para dois prêmios, sendo um deles o importante melhor filme – e que é pura verborragia, baseado no livro de Miriam Toews.

Melhor Direção de Arte) Nada de Novo no Front

Esse é outro quesito onde o popular drama de guerra alemão pode sair vitorioso. Sua retratação de época e das trincheiras é cirúrgica. Ou seja, o filme pode ser um dos grandes vencedores da noite.

Correndo por Fora: para muitos especuladores, ‘Babilônia’ é quem sairá vencedor do prêmio de direção de arte. E ficaríamos felicíssimos, já que o filme com Brad Pitt e Margot Robbie foi um dos grandes esnobados desta edição e seu forte é justamente a caracterização de época. Seria ótimo vê-lo levando ao menos um prêmio. Mas também não seria disparate se fosse para ‘Elvis’ ou ‘Os Fabelmans.

Melhor Figurino) Elvis

Outra disputa interessante ocorre nesta categoria das melhores vestimentas em um filme. Em matéria de figurinos espalhafatosos, poucos se equivalem ao rei do rock. E a biografia ‘Elvis’ sabia disso muito bem, fazendo valer cada figurino que vemos em tela.

Correndo por Fora: em 2019, o primeiro ‘Pantera Negra’ levou os Oscar de figurino e direção de arte. Este ano, o segundo ‘Pantera Negra’ não está indicado para direção de arte, mas a mesma Ruth E. Carter, a primeira figurinista negra a vencer o Oscar na categoria, está indicada e seria ótimo se levasse novamente. ‘Babilônia’ também está no páreo e tem força na categoria.

Melhor Maquiagem) A Baleia

Transformar Brendan Fraser num homem de 270 quilos de maneira convincente exigiu um baita trabalho da equipe de maquiagem de ‘A Baleia’. Esse é um dos chamarizes do filme, e que caso contrário o longa não funcionaria e não existiria. Pensando por essa lógica, ele merece ser o vencedor. Mas a categoria está bem difícil.

Correndo por Fora: apenas dois filmes podem tirar o Oscar de maquiagem de ‘A Baleia’. O primeiro deles é ‘Elvis’, filme que muitos especuladores garantem que levará o Oscar na categoria. Aqui, o chamariz é o personagem de Tom Hanks. Mas temos ainda ‘The Batman’, que para criar o vilão Pinguim, deixou o galã Colin Farrell simplesmente irreconhecível. Também merece.

Melhor Fotografia) Nada de Novo no Front

Quando um filme começa a ganhar no Oscar, ele pode vir a fazer a limpa. E ‘Nada de Novo no Front’ pode ser este filme na edição 2023. James Friend não é um diretor de fotografia muito conhecido ou badalado, mas seu trabalho no drama de guerra é simplesmente impressionante.

Correndo por Fora: o favorito segundo especuladores é na verdade a única mulher da categoria – Mandy Walker, diretora de fotografia de ‘Elvis’. O fenômeno Roger Deakins concorre por ‘Império da Luz’, na única indicação do filme.

Melhor Edição) Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo

Mesmo que não levasse nenhum outro prêmio este ano no Oscar, o prêmio de melhor edição precisa ir para ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’. Este é um dos fatores que define o longa.

Correndo por Fora: numa montagem igualmente frenética e estilizada, forte do diretor Baz Luhrmann – ‘Elvis’ é o único que pode tirar o Oscar de ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’.

Melhor Canção Original) Top Gun: Maverick

Você sempre quis saber como seria um duelo musical entre Lady Gaga e Rihanna? Pois bem, este é o ano para você. É exatamente isso o que ocorre nesta edição, com as divas pop se digladiando por um Oscar. Lady Gaga escreveu e performou a empolgante canção ‘Hold My Hand’ do sucesso ‘Top Gun: Maverick’. A música se tornou hit e seria justo levar o Oscar. Rihanna escreveu e performou ‘Lift me Up’ para ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’, música que muitos acharam “chocha” e o filme não emplacou do jeito que deveria.

Correndo por Fora: apesar do duelo entre Lady Gaga e Rihanna, os especuladores garantem que quem sairá vencedor é a canção ‘Naatu Naatu’, do blockbuster indiano ‘RRR – Revolta, Rebelião e Revolução’. E não seria nada ruim.

Melhor Trilha Sonora) Babilônia

Aqui darei ouvidos aos especuladores, já que Damien Chazelle é um apaixonado por jazz e suas trilhas são sempre chamativas.

Correndo por Fora: eu ficaria imensamente feliz se a trilha extremamente perturbadora (no bom sentido) de ‘Nada de Novo no Front’ saísse vitoriosa. E ainda temos o veterano John Williams com ‘Os Fabelmans’ e Son Lux no psicodélico ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’.

Efeitos Especiais) Avatar: O Caminho da Água

Certas categorias já possuem seus donos. E o de efeitos visuais cairá no colo do imbatível ‘Avatar: O Caminho da Água’, sequência do filme que revolucionou o cinema e levou nesta categoria no ano de 2010. O segundo ‘Avatar’ não fez por menos quando o assunto é revolução visual de efeitos.

Correndo por Fora: nessa categoria não tem para ninguém, e será difícil qualquer outro levar o prêmio de ‘Avatar 2’. Mesmo assim, os outros candidatos são igualmente fortes. Talvez ‘Nada de Novo no Front e ‘Top Gun: Maverick’ sejam os pontos mais fora da curva depois do grande favorito.

Documentário de terror quer tornar os SEUS pesadelos em realidade; Entenda!

A série de terror ‘My Worst Nightmare‘ promete trazer uma proposta muito interessante: fazer com que os seus pesadelos se tornem realidade.

Este novo documentário irá explorar pesadelos recorrentes e trazê-los à vida com detalhes vívidos.

Confira o teaser:

“Com dramatizações de pesadelos cinematográficos, capturando relatos verdadeiros e análises de especialistas distintos de intérpretes de sonhos e psicanalistas, cada episódio tentará decodificar o significado e o mistério por trás do sonho e fornecer insights sobre esses pesadelos intrusivos.”

A série irá estrear no Canadá em 2019.

‘Dumbo’ ganha novo comercial emocionante; Assista!

O live-actionDumbo‘ ganhou um novo comercial emocionante.

Confira:

Dirigido por Tim Burton, analistas indicam que o filme deve arrecadar entre US$ 45 a 65 milhões nas bilheterias norte-americanas em seu primeiro fim de semana.

Na trama, Holt Farrier é uma ex-estrela de circo que retorna da guerra e encontra seu mundo virado de cabeça para baixo. O circo em que trabalhava está passando por grandes dificuldades, e ele fica encarregado de cuidar de um elefante recém-nascido, cujas orelhas gigantes fazem dele motivo de piada. No entanto, os filhos de Holt descobrem que o pequeno elefante é capaz de uma façanha enorme.

O elenco inclui Colin FarrellDanny DeVitoEva GreenMichael KeatonAlan Arkin e Joseph Gatt.

O longa estreia nos cinemas nacionais no dia 28 de Março.

 

‘Stranger Things: Confira os erros de gravação HILÁRIOS da 3ª temporada!

A Netflix divulgou um novo vídeo hilário com os erros de gravação da 3ª temporada de ‘Stranger Things‘.

Confira:

Em entrevista ao EW, os criadores Matt e Ross Duffer afirmaram que a 4ª temporada será muito diferente dos ciclos anteriores.

“Nós já temos a direção que vamos seguir. É apenas uma questão de preencher os detalhes [da trama]. Estamos muito animados com a direção que vamos seguir. Será muito diferente dessa temporada, mas eu acho que será uma decisão acertada e será muito legal.”

Eles completam, “Se tivermos uma quarta temporada, obviamente a identidade do americano e o que eles estão fazendo com o Demogorgon são apenas pequenos ganchos. A coisa mais diferente que irá acontecer é que ficará maior, não necessariamente em termos de escala ou efeitos especiais, mas em termos de abrir a possibilidade de explorar áreas além de Hawkins.”

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quarta ou quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

Policiais se unem a fãs de HQs para capturar assassino no trailer de ‘Origens Secretas’, da Netflix

Origens Secretas‘, novo longa original da Netflix, ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por David Galán Galindo, que coescreve o roteiro ao lado de Fernando Navarro.

Dois policiais se unem a um fã de quadrinhos e uma fã de cosplay para encontrar um assassino que recria histórias de origem de super-heróis.

O elenco inclui Javier Rey, Verónica Echegui, Brays EfeLeonardo Sbaraglia.

O longa será lançado na plataforma no dia 28 de agosto.