O cineasta iraniano vencedor do Oscar, Asghar Farhadi, foi condenado por um tribunal em seu país por plagiar uma ideia para o seu novo filme ‘Um Herói‘, a partir de um documentário feito por uma sua antiga estudante de cinema, segundo informações divulgadas pelo portal The Hollywood Reporter.
Farhadi, que ficou conhecido por vencer os prêmios da Academia de Melhor Filme Internacional, por ‘A Separação‘ (2011) e ‘O Apartamento‘ (2016), viu um tribunal em Teerã, Irã, considerá-lo culpado por violar os direitos de autor em relação ao título ‘All Winners All Losers‘, documentário feito pela também iraniana Azadeh Masihzadeh, e de plagiar elementos-chave para o seu novo filme sem dar nenhum crédito.
Algumas notícias já indicavam que decisão era vinculativa e não podia ser apelada, com outro juiz determinando a pena de Farhadi, que na pior das hipóteses poderá ser condenado a prisão e ter que entregar à sua antiga estudante todos os lucros de ‘Um Herói‘, que esteve na corrida ao Oscar esse ano.
Porém, o seu advogado disse nas redes sociais que o investigador do caso rejeitou parte da queixa dada por Masihzadeh sobre a divisão de receitas e “a decisão não é um veredito final do tribunal, mas sim considerada parte do processo de julgamento”, que passará a seguir por outros tribunais.
Asghar Farhadireconheceu que seu filme foi baseado na mesma história verídica de ‘All Winners All Losers‘, que Azadeh Masihzadeh desenvolveu quando era sua aluna em um dos seus workshops sobre documentários, mas não lhe deu o crédito alegando que já tinha feito uma pesquisa da história de forma independente.
De acordo com o Deadline, faleceu no último domingo (11) a cantora, atriz e modelo Georgia Holt aos 96 anos. O anúncio foi feito pela filha e também cantora, a lendária estrela pop Cher, nas redes sociais, neste domingo (11).
Cher não revelou a causa da morte da mãe nem confirmou se o óbito ocorreu no dia do anúncio. Holt chegou a ser hospitalizada no início do ano.
Georgia Holt nasceu em Kensett, no Arkansas, em 1926. Prodígio, já aos 6 anos cantou pela primeira vez em uma rádio de Oklahoma City. Fez sucesso com papéis na televisão e no cinema na década de 1950, além de atuar como modelo.
Em 1980, gravou o álbum “Honky Tonk Woman”, que contou com o apoio de integrantes da banda de Elvis Presley. O disco inclui um dueto com a filha Cher, no single “I’m Just Your Yesterday“.
James McAvoy e Daniel Radcliffe estrelam uma versão dinâmica e emocionante de um conto lendário. O radical cientista Victor Frankenstein (McAvoy) e seu igualmente brilhante pupilo Igor Strausman (Radcliffe) compartilham uma visão nobre de ajudar a humanidade através de sua pesquisa inovadora sobre a imortalidade. Mas as experiências de Victor vão longe demais, e sua obsessão tem consequências terríveis. Apenas Igor pode trazer seu amigo de volta da beira da loucura e salvá-lo de sua criação monstruosa.
Curiosidades:
» Versão contemporânea da famosa obra de Mary Shelley.
A Fox Film do Brasil divulgou um novo featurette de ‘Maze Runner: Prova de Fogo‘, em que os atores falam sobre as cenas de ação.
Assista:
Com faturamento de R$ 9,7 milhões, próximo aos R$ 10 milhões pretendidos pela Fox, ‘Maze Runner: Prova de Fogo‘ estreou no topo das salas brasileiras. Com isso, o longa conseguiu elevar um pouco as bilheterias nacionais, já que nas últimas três semanas o primeiro lugar não ultrapassou 6 milhões de reais.
O filme tirou a liderança da animação ‘O Pequeno Príncipe‘ (Le Petit Prince), dirigida por Mark Osborne, que ficou com a primeira posição por três semanas consecutivas e já levou 2 milhões de espectadores aos cinemas, se tornando um fenômeno comercial no Brasil.
Apesar de perder a liderança, ‘O Pequeno Príncipe‘ continuou firme e forte no segundo lugar, com arrecadação de R$ 1,9 milhão.
Em ‘Maze Runner: Prova de Fogo‘, Thomas (Dylan O’Brien) e os garotos da Clareira terão que lidar com um desafio ainda maior: depois de escaparem do Labirinto, eles se deparam com uma Terra arrasada pelo sol e dominada por criaturas disformes, conhecidas como Clarks, que tentam devorá-los.
A direção é deWes Ball, responsável também por ‘Maze Runner – Correr ou Morrer‘, que levou mais de 1,5 milhão de pessoas aos cinemas brasileiros no ano passado.
Porém, ele não revelou se veremos a versão jovem do personagem (James McAvoy) ou a versão mais velha (Patrick Stewart).
Na última semana, o diretor e roteirista Josh Boone (‘A Culpa é das Estrelas’) revelou em seu Instagram quais personagens estarão em ‘Os Novos Mutantes‘ – saiba mais!
Kinberg também disse que o longa não será tão livre, leve e solto como ‘Deadpool‘, mas também não ficará restrito a sextologia ‘X-Men‘.
Kinberg confirmou que o status atual de ‘Os Novos Mutantes‘ é o de roteiro, que será assinado por Josh Boone, que também ficará com a direção da película.
“Precisamos ter o roteiro ideal. Esse é o processo mais importante e eles estão finalizando o primeiro esboço do roteiro. Esperamos começar as filmagens em breve”, afirmou.
Josh Boone (‘A Culpa é das Estrelas’) vai dirigir a produção.
Além de dirigir, Boone será o responsável pelo roteiro, ao lado de Knate Gwaltne.
Simon Kinberge Lauren Shuler Donner, produtores dos filmes de ‘X-Men’, também cuidarão dos Novos Mutantes. Especula-se que o derivado chegará aos cinemas em julho de 2018.
Antes, será lançado o último filme da nova trilogia da série, ‘X-Men: Apocalipse’, em 26 de maio e 2016.
A Warner liberou o novo trailer de ‘Cães de Guerra‘, comédia do muito talentoso Todd Phillips(‘Se Beber, Não Case!’). Jonah Hill eMiles Teller estrelam.
Assista:
Baseado em uma história real, ‘Cães de Guerra‘ acompanha a história de dois amigos na casa dos 20 anos (Hill e Teller) que moram em Miami durante a Guerra do Iraque e descobrem uma iniciativa pouco conhecida do governo que permite que pequenas empresas possam participar de licitações de contratos militares nos Estados Unidos.
Partindo quase do zero, eles fazem muito dinheiro e passam a viver uma vida de luxo. Mas a dupla passa a ter problemas quando consegue um contrato de US$ 300 milhões para armar o exército afegão – que os coloca em contato com pessoas muito suspeitas, algumas das quais se revelam membros do próprio governo norte-americano.
O filme também é estrelado por Ana de Armas (‘Bata Antes de Entrar’) e o indicado ao Oscar Bradley Cooper (“Sniper Americano”, “Trapaça”).
Aproveitando o Dia dos Professores, celebrado neste sábado (15), a Paris Filmes divulgou o primeiro vídeo teaser do longa ‘Como se Tornar o Pior Aluno da Escola‘.
Fabrício Bittar, diretor do programa MTV Sports, comanda. O roteiro é de autoria do próprio Danilo Gentili e de André Catarinacho.
Confira:
‘Como se Tornar o Pior Aluno da Escola’ traz os jovens Bruno Munhoz e Daniel Pimentel como os estudantes Bernardo e Pedro, respectivamente, que se veem divididos entre as obrigações escolares, a necessidade de tirar boas notas e ter bom comportamento, e a falta de propósito em cumprir todas as normas de uma escola que adota medidas cada vez mais politicamente corretas graças ao diretor Ademar (Carlos Villagrán). Após momentos de frustração, Pedro encontra no banheiro do colégio um diário contaminado com dicas para instaurar o caos na escola sem ser notado. O caderno levará os garotos para uma jornada que pode despertá-los ou arruiná-los para sempre.
O longa-metragem tem estreia prevista para o primeiro trimestre de 2017.
A jovem Julia (Matilda Lutz) fica intrigada quando seu namorado Holt (Ales Roe) começa a se interessar e explorar uma história que envolve uma fita de vídeo amaldiçoada, que faz a pessoa que a assiste morrer em 7 dias. Ela se sacrifica para salvar a vida dele e, ao fazer isso, revela uma descoberta terrível: há um “filme dentro do filme” que ninguém jamais viu antes.
O roteiro foi escrito por Akiva Goldsman, de ‘Eu Sou a Lenda’ e ‘Anjos e Demônios’. O diretor espanhol F. Javier Gutiérrez (‘Três Dias’) é quem comanda a produção.
O primeiro filme da franquia foi dirigido por Gore Verbinski (‘Piratas do Caribe’), e baseado em ‘Ringu‘ (de Hideo Nakata). O terror arrecadou US$ 250 milhões mundialmente, já a sequência fez US$ 161 milhões.
Se você esperou sete anos para saber finalmente quem seria -A.D., o IMDb pode ter adiando as coisas para quem curte ‘Pretty Little Liars‘.
Isso porque na página do episódio “Till DeAth do us part“, é possível conferir que ao lado do nome da personagem Paige Mccullers, está escrito, -A.D.
Será que Emily terá mais uma decepção? Parece que sim…
Logo depois, o IMDb corrigiu o erro e apagou o nome. Porém, vários fãs já tinham dado print.
Bem, agora resta esperar para saber se realmente é verdade ou não.
Confira:
Na série, cinco amigas inseparáveis têm suas vidas mudadas para sempre quando uma delas, a líder do grupo, desaparece misteriosamente. Um ano depois, Alison ainda está sumida e ninguém sabe se ela ainda está viva. Enquanto isso, as outras quatro adolescentes passam a receber mensagens ameaçadoras de alguém que sabe de um grande segredo que elas guardam.
O primeiro episódio da oitava temporada de ‘The Walking Dead’ será nada menos que o 100º do TV Show de maior audiência na TV americana.
Assim, os cartazes já começaram a ser colocados na San Diego Comic-Con, e o de ‘The Walking Dead‘ celebra esses oito anos relembrando, inclusive, todos os principais personagens.
A oitava temporada de ‘The Walking Dead’ retorna em outubro, com o primeiro trailer sendo liberado nesta sexta-feira.
Uma cena deletada de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ traz uma conexão com o prédio da SHIELD em que se passa o final de ‘Capitão América 2 – O Soldado Invernal‘.
Na cena não finalizada, Peter, Michelle (Zendaya) e Ned (Jacob Batalon) vêem a destruição do edifício e se perguntam o que aconteceu.
Assista:
Recentemente, vazou um vídeo do filme que comprova a existência do personagem Miles Morales no Marvel Cinematic Universe.
O material, que havia sido divulgado recentemente na internet, já foi removido, mas traz o ladrão Aaron Davis (Donald Glover) aprisionado pelas teias do herói ao veículo que estava prestes a roubar. Na tomada em questão, ele liga para seu sobrinho, avisando que não poderia encontrá-lo. Ao longo da ligação, Davis o chama de Miles.
Vale relembrar que na cena em que Peter Parker se depara com o bandido e o interroga através de um sistema conectado ao seu uniforme, Davis menciona que queria proteger seu sobrinho. Para aqueles que desconhecem os quadrinhos, este personagem em questão interpreta o tio de Miles. A referência também foi confirmada no passado recente por Kevin Feige.
Miles Morales foi apresentado aos fãs de ‘Homem-Aranha‘ em 2011, como o sucessor afro-latino de Peter Parker.
A cena deletada estará na versão para DVD e Blu-Ray de ‘De Volta ao Lar’.
Situações que deveremos enfrentar? Alguma ordem do universo baseada nos passos em nosso cotidiano? A palavra destino sempre foi alvo de especulações diversas para as mentes mais curiosas. O mundo do cinema já nos presenteou com diversos personagens que deixam-se levar por essa questão no sentido de que cada qual deveria passar por determinados conflitos para chegar em outras situações, outros modos de pensar, que nem imaginavam. Sendo assim, dentro desse curioso recorte, segue abaixo 10 filmes para você que gosta de pensar sobre o destino:
Na trama, conhecemos Sara (Laura Galán), uma adolescente que sofre frequetemente bulliyng das outras garotas da região onde mora, até mesmo de uma ex-amiga do qual era muito próxima num passado recente. Certo dia após ir nadar sozinha, numa espécie de piscina que tem no local, num horário onde não tina ninguém, acaba passando por mais uma situação constrangedora, tendo suas roupas roubadas e precisando voltar pra casa com o que não foi roubado. Nessa caminhada, seu destino cruzará com uma série de pessoas e situações que a colocarão no centro de escolhas aterrorizadoras.
I Wanna Dance With Somebody – A História de Whitney Houston
Na trama, conhecemos Whitney Elizabeth Houston (Naomi Ackie), uma jovem nascida em Nova Jérsei, que desde cedo frequentava o coral da igreja do bairro onde morava com sempre com sua mãe ao lado Cissy (Tamara Tunie). Durante uma apresentação em um modesto bar, seu destino cruza com o do influente na área musical Clive Davis (Stanley Tucci) com quem logo assina seu primeiro contrato profissional. O início já é arrebatador e o sucesso chega de forma meteórica. Ao longo do tempo vamos acompanhando momentos chaves da vida da protagonista, sua íntima relação com a amiga Robyn (Nafessa Williams), seu relacionamento conturbado com o pai John Huston (Clarke Peters), seu casamento com o também cantor Bobby Brown (Ashton Sanders) e suas recaídas no universo do álcool e drogas.
Between Two Dawns
Na trama, conhecemos Kadir (Mucahit Kocak), um jovem empresário que trabalha nos negócios da família desde que terminou seus estudos, uma fábrica inclusa na indústria têxtil. Tudo ia bem na vida do personagem, inclusive está mega apaixonado pela futura noiva, até que em um dia, durante uma rodada de negócios via Skype, algo acontece na fábrica. Um grave acidente com um dos funcionários leva a família a tomar atitudes que entram em conflito com o que Kadir pensa, principalmente sobre a questão humana e moral. Assim, vamos acompanhando as horas seguintes na nova trajetória de vida que o destino colocou na frente do protagonista.
Na trama, conhecemos o experiente joalheiro judeu Joseph Haffmann (Daniel Auteuil) que vive uma vida repleta de amor e muito trabalho com sua família em Paris. Ele tem um funcionário no qual conhece faz pouco tempo, François (Gilles Lellouche) que sonha em conseguir com seu talento dar uma boa vida para sua esposa Blanche (Sara Giraudeau). Ambos sonham em ter filhos. Durante essa época, no início da década de 40, acontece a ocupação alemã e judeus são perseguidos por todos os lados. Buscando encontrar uma saída para a situação, Haffman propõe a François que ele assuma os negócios da joalheira e sua casa, para após a guerra ele volte para o verdadeiro dono. Só que Haffman não consegue fugir a tempo e precisará passar meses ao lado de François e Blanche só que numa posição invertida, fato que passará a criar conflitos profundos na vida dos três personagens.
Na trama, conhecemos Palmer (Justin Timberlake), um ex-atleta com bolsa na faculdade que acaba se metendo em uma enorme confusão, sendo preso e passando bastante tempo na prisão. Ele volta pra casa da avó e assim busca recomeçar sua vida. Paralelo a esse momento que passa de sua vida, o destino colocar em seu caminho Sam (Ryder Allen), um jovem garoto que mora com a drogada mãe Shelly (Juno Temple) no terreno da avó de Palmer. Aos poucos Palmer e Sam vão se aproximando e um tenta aprender mais com o outro.
Alelí
A realidade que não se pode negar. Indicado do Uruguai ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro anos atrás, Alelí, que também teve exibições na edição de 2019 do Festival do Rio de Cinema, nos apresenta uma família cheia obstáculos em suas relações que precisam se decidir sobre o destino de uma casa de praia deles depois que o patriarca falece. Como as memórias daquele lugar são sentidas/revistas de diversas formas e maneiras diferentes, o roteiro busca apresentar ao espectador uma abordagem sobre o luto dentro das óticas distintas dos três irmãos em momentos completamente diferentes na vida. Escrito e dirigido por Leticia Jorge Romero e com a participação da ótima atriz Mirella Pascual (do emblemático filme Whisky). Disponível na Netflix.
Na trama, conhecemos um jovem chamado Balram (Adarsh Gourav) que nasceu em uma pequena comunidade nos arredores de uma cidade indiana. Sem muitas oportunidades (as que tem outros tiram dele), largou a escola cedo e não sabe nem de longe regras básicas de higiene. Mas querendo se tornar alguém na vida, embarca em uma viagem até a casa de um multimilionário onde consegue ser motorista de Ashok (Rajkummar Rao). O tempo passa e muitas vezes, mesmo sendo muito dedicado, Balram é humilhado. Mas tudo muda em um dia em que acontece um acidente de carro, fato que fará o protagonista abrir os olhos para a realidade que lhe é imposta e ir atrás, custe o que custar, por um lugar ao sol.
Tribo Urbana Dance
Na trama, conhecemos um funcionário de alto escalão de uma grande empresa chamado Fidel (Paco León) que demitiu centenas de pessoas e na mesma semana tem a carreira praticamente encerrada, e jogada ao ridículo, por ser pego no flagra com a estagiária. Além disso, tudo, resolve ir procurar a mãe biológica e acaba sendo atropelado perdendo momentaneamente a memória. Assim, acaba caindo de paraquedas na vida dela, Virginia (Carmen Machi), sua mãe que se divide entre os serviços em hotel, o sustento dos outros dois filhos e as divertidas aulas de dança com as amigas.
A Linha Vermelha do Destino
Na trama, conhecemos a aeromoça Abril (Eugenia Suárez) que durante um voo acaba se apaixonando pelo sonhador e empreendedor do ramo dos vinhos Manuel (Benjamín Vicuña). Após um desencontro no desembarque, um longo hiato se passa mas o destino quis que eles voltassem a se encontrar, agora, em outras condições, os dois casados e assim, escolhas precisarão serem tomadas por essas duas almas gêmeas.
O Despertar de Motti
Na trama, conhecemos o tímido Motti Wolkenbruch (Joel Basman), um jovem exemplar que se dedica à faculdade de economia de tarde e pela manhã ajuda seu pai na contabilidade da empresa da família. De família Judia Ortodoxa, enfrenta o maior obstáculo da vida quando se apaixona por Laura (Noémie Schmidt), uma colega de faculdade que não é Judia Ortodoxa e isso deixará sua mãe e família com a pulga atrás da orelha. Mas Motti, movido por esse sentimento tão grandioso que temos como o amor, quer navegar e ser comandante de seu próprio destino, nada arranjado.
Novo Poltergeist é apenas mais um filme de casa assombrada
Tudo precisa existir em um contexto. E um filme sem dúvida se encaixa nessa regra.Poltergeist – O Fenômeno, o filme original de 1982, era um produto de sua época. Foi responsável, ao lado de tantas outras obras da década de 1980, por criar o cinema blockbuster – aquele tipo de filme sensação que todos precisavam assistir ou ficariam por fora do assunto. Era uma produção grande, produzida por Steven Spielberg (vindo dos sucessos de Tubarão, Contatos Imediatos do Terceiro Grau e Os Caçadores da Arca Perdida), que fazia dos recém aprimorados efeitos visuais grande parte do todo que o constituía.
Hoje, nada chama verdadeiramente atenção em matéria de CGI (imagens geradas por computadores). O processo de ficarmos maravilhados com coisas assim estagnou, digamos, em 2009 – com Avatar. Além disso, conta o fato de que o Poltergeist original não era apenas efeitos, e sim construção de clima, atuações e character actors (personagens atores) icônicos e muito difíceis de serem reproduzidos. O original foi dirigido por Tobe Hooper (O Massacre da Serra Elétrica), que nega a direção devido à interferência diária do produtor Spielberg, que regia tudo com mão de ferro. O próprio Hooper afirma que Poltergeist (1982) é um filme de Spielberg.
Seja como for, isso contribuiu para os momentos mais leves e “família” do filme – como, por exemplo, uma picuinha entre vizinhos por motivo de sintonia trocada entre controles remotos (mais uma marca forte de seu tempo – controles remotos eram novidade e afetavam a casa vizinha). Tais momentos criam uma boa atmosfera, estabelecendo o mundo no qual os personagens vivem, os próprios personagens e suas características. Outro exemplo são os protagonistas vividos por JoBeth Williams e Craig T. Nelson, pais liberais e recém saídos da década de 1970, que após um dia exaustivo acendem um baseado no quarto para relaxar, em um filme mirado ao público jovem.
É quase um estudo antropológico analisar as diferenças de censura de épocas. Algo que diz mais sobre nossa sociedade fora das telas, do que de fato sobre o assunto do filme em si. É interessante perceber esses pequenos detalhes sutis. Fora isso, dá para notar a mão de Hooper (sempre mais pesada para o terror) em alguns momentos, em especial na cena mais visceral do filme, quando numa alucinação um sujeito arranca o próprio rosto com as mãos. O original está bem vivo em minha memória pois tive a oportunidade de assisti-lo no cinema recentemente, numa dessas reprises dos anos 1980.
Como dito, o novo Poltergeist serve mais a título de curiosidade, para os fãs analisarem e notarem estas mudanças. Porém, como seu próprio filme não se sustenta e sofre por comparação, já que hoje o nível do subgênero do terror de “casas assombradas” é alto, com obras muito mais interessantes. De começo, uma das alterações vem na família, não mais Freeling, e sim Bowen. O que termina por eliminar Carol Anne, um dos nomes mais icônicos de personagens do cinema. A dinâmica, no entanto, continua: pai (Sam Rockwell), mãe (Rosemarie DeWitt), filha mais velha (Saxon Sharbino), filho do meio (Kyle Catlett) e filha caçula (Kennedi Clements) – tão engraçadinha quanto a citada personagem da falecida Heather O´Rourke.
Ao chegarem em sua nova casa nos subúrbios de uma cidade americana, os Bowen aos pouco começam a notar estranhos acontecimentos. Outro elemento modificado é que o remake possui um foco estranho na crise financeira da família – reflexo da atualizada que o filme recebeu. Entre drones, iPads, celulares, reality shows e outras tendências modernas, o novo Poltergeist parece apenas querer apontar a mudança tecnológica que a sociedade sofreu.
O remake carece em graça e originalidade, repetindo só o que não interessa e deixando de fora a parte mais importante, os elementos humanos que situavam o original. Fora isso, o novo Poltergeist não é intenso o suficiente e não chega realmente a assustar. Estraga pontos chave em reviravolta (como a descoberta do cemitério no qual a casa foi construída em cima) e deixa de fora a memorável Tangina (Zelda Rubinstein) – impossível de ser reprisada. Aqui ganhamos um Jared Harris pouco inspirado, mal amparado por um personagem idem. Que saudade dos anos 1980…
Trem-Bala já está disponível nas plataformas digitais e foca grande parte de sua ação dentro de um trem-bala, quando um grupo de exímios assassinos se encontra a bordo e percebe que seus destinos estão interligados. O trem do filme é uma versão fictícia do trem real Shinkansen – um dos mais rápidos do mundo.
Essa é a primeira vez que um filme de ação usa como cenário o veículo incrivelmente veloz – ao menos em grande parte de sua narrativa (já que no passado longas como o primeiro Missão: Impossível e Wolverine Imortal realizaram uma cena específica utilizando o veículo).
Pensando nisso e pegando como gancho esse novo longa que vem sendo muito elogiado, resolvemos relembrar com você alguns dos icônicos filmes de ação do passado que usaram um único cenário, seja um veículo ou outro local, o usaram como centro de sua narrativa e o venderam em cima disso. Confira abaixo.
Não dá para falar de filme de ação sem pensar emDuro de Matar. Ainda hoje o filme estrelado por Bruce Willis e dirigido por John McTiernan (o mesmo de O Predador) é sinônimo de excelência quando o assunto é o gênero. Muitos podem não saber, mas o filme responsável por transformar Willis num astro e nome associado ao cinema policial é baseado num livro também. Aqui, obviamente, a história se desenrola toda dentro de um prédio de Los Angeles, o fictício Nakatomi Plaza (na verdade o Fox Plaza, o prédio que continha os escritórios de um dos maiores estúdios de Hollywood e produtor do filme).
O primeiro Duro de Matar foi um sucesso unânime, assim seria muito difícil o estúdio não dar sinal verde para uma continuação, mesmo que ele não pedisse necessariamente. Mais difícil ainda, previa os pessimistas, seria realizar um filme tão bom quanto o original. Bem, podemos dizer que os pessimistas estavam errados de novo. Bruce Willis retornava e a trama era novamente baseada num livro (talvez aí esteja o segredo da franquia). A ação agora era movida para Washington, para o aeroporto internacional Dulles. O local se mostrou um cenário tão eficiente quanto o prédio original, numa trama talvez ainda mais repleta de reviravoltas e ação mirabolante.
Hoje, Steven Seagal pode até ser uma piada para muitos, mas no fim dos anos 80 e início de 90, ele galgava ao posto de astro da ação com filmes que eram sucesso de crítica e público. Esse aqui foi seu maior e mais ambicioso projeto: uma superprodução de US$35 milhões bancada pela Warner e com direção de Andrew Davis, que no ano seguinte faria o indicado ao Oscar O Fugitivo, com Harrison Ford. Aqui, Seagal vivia um cozinheiro militar condecorado, que vê o navio encouraçado no qual está a bordo ser tomado como refém por terroristas – assim como toda a tripulação -, restando apenas ele para salvar o dia. E sim, é um “Duro de Matar no navio”.
Tudo que faz sucesso e vira fenômeno em Hollywood logo cria sua própria tendência. Por lá o número de “imitadores” é sempre maior do que as ideias originais. A verdade é que no mundo real as coisas também não são diferentes disso. Seja como for, Duro de Matar se tornou uma febre e logo alastrava suas influências no cinema de ação para outros filmes. A Warner foi uma das que agiu mais rápido e sem perder muito tempo gerou seus próprios “filhotes” de Duro de Matar. É muito fácil imaginar que este veículo protagonizado por Wesley Snipes (então um dos reis do gênero) foi vendido para os executivos como um “Duro de Matar passado num avião”. E é exatamente isso que ele é.
A Força em Alertapode ser considerado o maior e mais ambicioso filme da carreira de Steven Seagal. E foi também o mais bem sucedido de crítica e bilheteria. Naturalmente, a Warner viu não uma janela, mas uma porta escancarada para uma sequência. Afinal, a rival Fox já tinha um carismático herói nas formas do John McClane de Bruce Willis, e Casey Ryback de Steven Seagal parecia ser uma ótima pedida para a Warner também. Assim, três anos depois, o estúdio tirava do papel a continuação que colocava o protagonista desta vez dentro de um trem em alta velocidade, onde terroristas ameaçavam o mundo. Isso que é estar no lugar errado, na hora errada. Bem, não chegava a ser um trem-bala, mas fez estrago.
Muito antes de John Wick e antes mesmo de Matrix, o gente-boa Keanu Reeves se tornava um herói de ação ainda no início dos anos 90. Muitos podem apontar Caçadores de Emoção (1991) como sua entrada com pé direito no gênero, mas foi Velocidade Máxima que atingiria novos níveis de sucesso para o estrelato do ator. Velocidade Máxima foi sensação em sua época, e de forma surpresa roubou grande parte dos holofotes de outros blockbusters, vide True Lies e Os Flintstones – O Filme. A trama começa dentro de um elevador e segue claustrofóbica dentro de um ônibus, que não pode diminuir sua velocidade caso contrário uma bomba o explode. Reeves vive Jack Traven, e o filme ainda nos apresentaria uma Sandra Bullock novinha em sua virada na carreira.
A geração mais nova pode até não acreditar, mas Nicolas Cage era um dos maiores heróis de ação no fim dos anos 90, após ter vencido o Oscar de melhor ator. Tá bem, pode ser informação demais para os mais novos assimilarem, então iremos nos concentrar no filme. Após ter se saído muito bem em A Rocha (1996), diversos roteiros do gênero chegavam à porta do ator, que na época tinha sim renome. O primeiro que ele aceitou foi esse Con Air, que o colocava como herói trágico, um presidiário cumprindo pena por ter matado um sujeito numa briga defendendo a esposa. O tal Con Air do título se refere ao avião que transporta os condenados e que curiosamente o coloca ao lado dos piores criminosos do país. Quando os bandidos tomam conta da aeronave, cabe a Cameron Poe (Cage) fazer o que é certo.
Não existe nada tão bom que não possa ser estragado. E nem sempre a continuação de um filme de sucesso chega aos pés de seu original. Nem todos podem serDuro de Matar 2. E Velocidade Máxima 2 definitivamente não é. Embora o mesmo Jan de Bont tenha retornado para dirigir, o astro Keanu Reeves decidiu seguir seu próprio caminho, não querendo nada com essa continuação, que trocava o ônibus por um cruzeiro transatlântico. E sim, se você acha que um cruzeiro é um veículo lento demais para um filme de ação chamado Velocidade Máxima, você está completamente certo. Sandra Bullock retornou e ganhou os holofotes como protagonista. E na ausência de Reeves, entrou em cena o insosso Jason Patric. A melhor coisa é o sempre ótimo Willem Dafoe vivendo o caricato vilão.
“Atualmente, estamos vivendo em uma época onde as pessoas estão acordando e vendo como as coisas realmente são, e estão se erguendo e vocalizando suas opiniões. Como um cineasta, mostrar isso e poder compartilhá-las me deu a voz para entender o que está acontecendo, e trazer alguma consciência e brilho sobre isso no diálogo.”
Ele continua, “Nós veremos acontecimentos ocorridos neste país no último ano. Eu apenas tentei usar o que estava acontecendo no mundo real, e trazer isso para o filme. Eu sinto que filmes de terror enfrentam males da vida real, e isso era uma das coisas que eu queria fazer neste filme. Nós estamos lutando contra injustiças reais [no filme]. Eu queria fazer uma homenagem [ao movimento Black Lives Matter].”
O filme contará a história de origem do Expurgo – sobre a primeira vez que o “evento” aconteceu.
A estreia no Brasil acontece dia 23 de Agosto de 2018.
Os três filmes da franquia arrecadaram US$ 315.4 milhões mundialmente. ‘Uma Noite de Crime’ também vai virar série de TV – saiba mais!
No Brasil, a série foi lançada pela Netflix como uma produção original.
A série gira em torno de três mães suburbanas que estão passando por uma situação financeira difícil. Depois que uma série de contratempos as deixa desesperadas, elas decidem assaltar um mercado local, mas o valor do roubo excedeu suas expectativas. Logo, elas estarão metidas com um chefão do crime local, e essas “boas garotas” se encontrarão em um poço de decisões ruins.
Bobbi Johnson (Arterton) é uma autora de sucesso enfrentando dificuldades em escrever seu segundo livro. Lidando com um stalker insano e um ex-namorado drogado, Bobbi é convencida a usar um programa com inteligência artificial para ajudá-la a escrever seu livro. Enquanto a máquina manipula o seu trabalho para servir ao seu propósito nefasto, Bobbi começa a perceber que ela está sendo controlada de mais formas do que imaginava. Descendo em uma espiral de loucura, ela deve continuar escrevendo, lutando contra seus vícios e alucinações enquanto ela luta para cumprir o seu trabalho sem vender sua alma no processo.
De acordo com o Deadline, o suspense clássico ‘Cães Raivosos‘ (Rabid Dogs), do mestre do gênero Mario Bava (‘Mansão da Morte’), ganhará um novo remake.
Samuel Franco e Evan Kilgore serão responsáveis pelo roteiro da nova versão.
O site afirma que os roteiristas estão atualizando o roteiro original, retirando os tons sexistas da produção. Alegadamente, esse é o primeiro filme de uma planejada trilogia.
Na trama original…
Após um roubo, três criminosos violentos fazem três reféns – uma jovem, um homem de meia idade e seu filho – enquanto eles tentam escapar da polícia.
Alfredo Leone, produtor do filme original, retornará como produtor executivo.
As filmagens devem acontecer em 2022, com estreia programada para 2023.
Vale lembrar que o suspense já havia ganhado um remake francês em 2015, dirigido por Éric Hannezo. Conquistando os críticos, o longa alcançou 75% de aprovação no Rotten Tomatoes.
O terror ‘Don’t Fuck in the Woods 2‘, que traz um conceito muito parecido com o clássico ‘A Morte do Demônio‘, ganhou o primeiro trailer.
Confira:
Dirigido por Shawn Burkett, o longa é uma sequência do slasher lançado em 2016.
“Os conselheiros do acampamento Pine Hills estão se preparando para o verão. Enquanto isso, uma garota misteriosa entra no acampamento, aterrorizada após uma noite de carnificina. Logo, eles percebem que algo SINISTRO está a caminho do acampamento.”
Sobre o novo filme, o produtor Chris Gierowski declarou: “Ainda é um filme de baixo orçamento, mas vocês podem ver a diferença de qualidade em comparação com o primeiro.”
O elenco conta com Brittany Blanton, Cheyenne Gordon, Kaylee Williams, Nessa Moore, Mark Justice, Jason Crowe, Kayla Elizabeth, Tom Komisar, Alex Gottmann, Kenzie Phillips, Savanna Howard e Brandy Mason.
O terror será lançado em VOD no dia 11 de outubro.
Em entrevista ao Deadline, o aclamado compositor Danny Elfman indicou que irá retornar para a sequência do clássico ‘Os Fantasmas se Divertem‘, que foi confirmada oficialmente durante o CinemaCon 2023.
“Eu amo ser uma mosca na parede enquanto o Tim [Burton] está gravando um filme. Eu voltarei a fazer isso daqui a alguns meses, em outro projeto do diretor.”
Ele completa, “Será muito emocionante retornar àquele universo. Isso é perfeito, sabe? Todos precisam interpretar uma nova geração, exceto pelo Michael [Keaton]. Ele ainda está em forma e continua muito ativo. E, com a maquiagem do Beetlejuice, acredito que nem vai parecer que ele mudou. Mal posso esperar por isso.”
Michael Keaton reprisará seu papel como o icônico personagem Beetlejuice.
Jenna Ortega (‘Pânico’) está em negociações para estrelar a sequência. A atriz deve interpretar a filha da Lydia Deetz, personagem da Winona Ryder (‘Stranger Things’) no longa original.
Anteriormente, Burton havia comentado sobre o projeto: “Só sei se estou fazendo um filme quando estou no set filmando. Tento voltar à raiz de tudo. Brota de uma semente e depois cresce, e não dessas declarações. Estou trabalhando em ideias e coisas, mas é tudo muito cedo. Vamos ver como vai ser. Que tal essa resposta sem resposta?”
Lançado em 1988, o filme original acompanha a vida após a morte do casal Adam (Alec Baldwin) e Bárbara (Geena Davis), que sofrem um acidente de carro e ficam presos em sua casa de campo como fantasmas, assombrando-a.
Quando uma família rica e arrogante compra a propriedade, o casal faz de tudo para expulsá-los com a ajuda de uma assombração conhecida como Beteugeuse (Keaton).
O site Vanity Fair divulgou as primeiras imagens oficiais da 3ª temporada da aclamada comédia ‘Hacks‘.
Confira:
O novo ciclo foi confirmado para 2024, e estreará durante a primavera norte-americana (período entre os meses de março de maio).
As filmagens da terceira temporada haviam começado em dezembro de 2022, mas tiveram que ser interrompidas por causa de um problema de saúde da atriz Jean Smart, que teve que se recuperar após uma cirurgia no coração.
Posteriormente, a produção ainda foi afetada pelas greves dos roteiristas e atores em Hollywood.
Em entrevista ao Collider, o showrunner Eric Kripke (‘Supernatural’) expressou o seu medo da série ‘The Boys‘ se tornar exatamente o que vem criticando desde o começo de sua existência.
Apesar de ter sido criada para tirar sarro do gênero de super-heróis, a produção – que se tornou um enorme sucesso para o Prime Video – está tendo o seu universo cada vez mais expandido e explorado através de spin-offs, formando um inevitável universo compartilhado.
“Eu vivo aterrorizado com a possibilidade da série ‘The Boys’ se tornar o mesmo que temos satirizado por cinco anos. ‘The Boys’ é punk rock, e seria doloroso ver a série caindo no clichê [do gênero]. Estou tentando garantir que isso não aconteça.”
Ele completa, “Nós fazemos essas séries porque realmente nos importamos e somos apaixonados por elas. As produções [derivadas] podem contar histórias novas que não podemos contar em ‘The Boys’, mas somos muito cuidadosos e conscientes sobre as escolhas que estamos fazendo. Eu me preocupo com isso todos os dias.”
Lembrando que a temporada final de ‘The Boys‘ deve estrear apenas em 2026.
Mason Dye (‘Stranger Things’) fará parte da nova temporada interpretando Bombsight, um dos supers mais antigos que estava bastante ativo nos anos 1950. Além disso, Jensen Ackles (‘Supernatural’) reprisará seu papel como Soldier Boy
Quando a fama sobe à cabeça, alguns super-heróis passam a se corromper e usar seu status para se promoverem ainda mais, o que pode colocar em risco a própria população. Uma equipe independente de foras-da-lei, então, se prepara para cuidar do caso.
A atriz servirá como produtora executiva da nova versão.
Ilana Wolpert, da comédia ‘Todos Menos Você‘, ficará responsável pelo roteiro.
Beth Schwartz (‘Garotos Detetives Mortos’) atuará como showrunner.
Miramax Television e Paramount Television Studios são os estúdios por trás do projeto.
Baseada no livro de Gail Carson Levine, a trama original segue Ella, uma jovem que ganha o dom da obediência de sua madrinha. Após seu pai se casar novamente, sua vida piora ainda mais. Sua madrasta Olga e as filhas dela descobrem que Ella está sob o efeito do dom da obediência e passam a explorá-la cada vez mais. Decidida a mudar de vida, a garota sai de casa e inicia uma viagem para reencontrar sua madrinha, pois apenas ela pode desfazer o feitiço. No caminho, ela encontra o elfo Slannen, que decide acompanhar a viagem de Ella, e o Príncipe Char, por quem se apaixona.
Wolpert e Schwartz também servirão como produtores executivos ao lado de Johnathan Rice e Adam Shulman.
A atriz Isabella Amara, de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ também participará de ‘Vingadores: Guerra Civil‘.
A revelação foi feita pela própria atriz, durante uma entrevista ao site BlackFilm.com. Na ocasião, ela relembrou que ambas as sequências de ‘Vingadores’ estavam sendo gravadas uma seguida da outra, mas que estaria só na primeira.
No reboot de ‘Homem-Aranha’, Amara interpreta Sally, uma personagem pequena que faz parte do mesmo time de decatlo acadêmico que Peter está.
O elenco de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ entrou na brincadeira do divertido quadro Mean Tweets, do talk show Jimmy Kimmel Live, e novamente leu uma série de publicações maldosas a seu respeito, feitas pelos usuários da rede social.
Confira:
‘Guerra Infinita‘ arrecadou US$ 640 milhões em seu fim de semana de estreia, e já soma US$ 1,16 bilhão em uma semana.
O filme que marca a estreia na direção da atriz Olivia Wilde, intitulado ‘Booksmart’, ganhou seu primeiro trailer.
Confira:
Com temática coming of age, aos moldes de ‘Lady Bird‘, a produção conta a história de Molly (Beanie Feldstein) e Amy (Kaitlyn Dever), duas melhores amigas inteligentes, que sempre seguiram as regras, com um desempenho acadêmico surpreendente. Mas, à medida que elas comemoram suas conquistas estudantis e o sonho de estudar na faculdade que sempre almejaram, elas começam a refletir se de fato também não perderam a oportunidade de viver a algumas das experiências naturais da adolescência.
A 7ª temporada da comédia ‘Brooklyn Nine-Nine‘ continua a todo vapor, mas o ciclo atual será encerrado mais cedo, em virtude da interrupção das filmagens devido à reclusão social.
E a emissora NBCanunciou a data de estreia do episódio final da temporada. O capítulo em questão vai ao ar no dia 23 de abril, nos Estados Unidos.
Vale lembrar que a série já foi renovada para a 8ª temporada, consolidando seu sucesso.
Confira:
Criada por Daniel J. Goor e Michael Schur, a série havia sido cancelada pela FOX, mas foi resgatada pela NBC.
Jake Peralta é o talentoso e despreocupado detetive do 99º distrito do Brooklyn que, junto ao seu grupo eclético de colegas, lidava com um capitão relaxado no escritório. Tudo muda quando o novo e cronicamente tenso capitão Ray Holt chega à delegacia disposto a fazer com que esse grupo disfuncional de detetives se torne o que há de melhor no Brooklyn.
A produção da cinebiografia ‘House of Gucci‘ segue a todo vapor e duas novas imagens dos bastidores foram compartilhadas, trazendo Lady Gaga e Adam Driver gravando uma cena.
É incerto pontuar qual seria o contexto da cena, mas é possível vermos Gaga dividindo um lanche com Driver.
Confira:
Recentemente foram divulgadas as primeiras fotos deJared Leto como o estilista Paolo Gucci.
A trama será adaptada do romance de não-ficção ‘The House of Gucci: A Sensational Story of Murder Madness, Glamour, and Greed’.
“Eu e Ridley estamos apaixonados por esse filme”, disse Giannina Scott, esposa de Ridley e produtora do filme. “A trama é épica, as expectativas estão altas e os personagens serão construídos de forma rica”.
Scott recentemente dirigiu a sequência ‘Alien: Covenant’ e a ficção científica ‘Perdido em Marte’. Gaga, por sua vez, estrelou o aclamado ‘Nasce Uma Estrela’, trabalho pelo qual levou para casa 1 Oscar, 4 Grammys, 1 Globo de Ouro, 1 Critics’ Choice, 1 BAFTA e dezenas de outros prêmios.
Bem longe do padrão de sua tão peculiar profissão, Saúl Armendáriz desafiou seus próprios limites físicos e pessoais para transformar sua franzina estrutura em um espetáculo visual à parte. Com cabelos loiros bem tingidos e figurinos flamboyant que evidenciavam cada detalhe de seu corpo, ele se esgueirou para dentro da tradicional Lucha Libre mexicana como o underdog exótico – aquele que normalmente jamais venceria seus combates. Mas indo contra todos os seus performáticos oponentes e contra as regras informais que regem este esporte, ele foi capaz de fazer de seu alter-ego Cassandro um ícone sociocultural. E ao se contrapor ao status quo, ele naturalmente também fez história para a comunidade LGBTQIA+.
Mesmo distante do nosso escopo cultural, a história de Armendáriz e Cassandro têm muito mais a ver conosco do que imaginamos. Nascido em um lar desestruturado, em um contexto de escassez, ele decidiu percorrer o caminho mais longo, em uma rota um tanto inóspita. Ainda que a Lucha Libre sempre tenha ocupado um enorme lugar no coração do povo mexicano, o caricato esporte faz parte de uma espécie de contracultura. E para alguém que fugia de todos os padrões, transformar o inusitado em carreira parecia muito mais inviável do que um sonho possível. E é a garra e o otimismo do personagem que fazem de Cassandro um filme feito para todos. Independente do contexto sociocultural, o lutador amador carrega um pouco de cada um de nós. E pelas mãos dos roteiristas David Teague e Roger Ross Williams, cada luta, cada derrota e cada recomeço são tratados com delicadeza, bom humor e muito respeito.
Mas o roteiro de Cassandro só consegue nos tomar de uma vez graças a Gael García Bernal. Dono de um talento imensurável, o astro já conquistou Hollywood há décadas, mas continua nos mantendo naquele primeiro amor – a fase do encantamento. Ágil, dinâmico e reluzente em tela, ele é a expressão certeira de Saúl e Cassandro e consegue evidenciar em sua performance todas as nuances que distinguem a figura real de seu alter-ego. E de maneira leve e divertida, o original da Amazon Prime Video se torna uma experiência convidativa, que brinca com os estereótipos de seu protagonista para de fato celebrá-lo pelo dedicado homem que sempre foi.
E conforme também aborda a relação de Armendáriz com sua mãe, Cassandro ainda consegue ser um dramédia familiar – embora não seja de censura baixa. Mostrando a intimista relação que mais marcou a vida do artista, o longa é capaz de crescer em nosso conceito de forma diferente e especial, justamente por transcender as ambições profissionais. Aqui, não vemos a gana de um homem obstinado. Enxergamos um jovem, rejeitado pelo pai, que encontra na relação com sua mãe a coragem que precisa para realizar um sonho. E com simbolismos tão poderosos e identificáveis, Bernal e o cineasta Roger Ross Williams fazem da cinebiografia uma alegoria catártica, apaixonante e essencialmente divertida.
Bem dirigido e com um excelente e suntuoso figurino elaborado por Mariestela Fernández, a comédia dramática ainda explora com naturalidade os desafios do artista em relação a sua sexualidade. Sem transformar a luta pessoal de Armendáriz em um agenda, Williams e Teague abordam os dilemas, a discriminação e a rejeição social enfrentada pelo lutador dentro e fora dos ringues, nos fazendo entender a vida pela ótica de um jovem gay em uma época marcada por preconceitos. E valorizando a culturalidade mexicana a partir do design de produção de J.C. Molina, dos figurinos e das dinâmicas relacionais entre os personagens, Cassandro é também uma celebração ao México, a suas raízes e a sua história. Com Gael nos levando por uma colorida aventura onde o final é só o começo, o filme original da Prime Video é um impulso ao desconhecido, um convite aos sonhos mais insanos que carregamos no coração.
“Eu não sabia nem quem era Henrique VIII, nada de história da monarquia”, confessa logo de cara o cearense Karim Aïnouzsobre o seu processo de aceitação do convite para dirigir a produção britânica Firebrand. Em bate-papo exclusivo com o CinePOP, o cineasta falou dos bastidores da produção, suas referências e sua vontade de trabalhar em Hollywood.
Um brasileiro na corte inglesa
Sem citar o nome da produtora do filme, Gabrielle Tana, Karim conta foi convencido a fazer parte do projeto: “Ela tinha visto os meus filmes e acreditava que eu era pessoa certa para contar aquela história, daquela personagem, a Katherine Parr, a protagonista do filme, mas teve um trabalho de convencimento e paciência dela. Ela me educou sobre a personagem para entender se [o projeto] fazia sentido para mim.”, revela.
Após o processo de persuasão, Karim enxergou a personagem como as outras mulheres de sua filmografia, principalmente do seu penúltimo filme em Cannes: A Vida Invisível de Eurídice Gusmão (2019). “Katherine Parr tem o DNA de outras personagens que eu já fiz, só que neste caso ela fala inglês e é uma rainha. (…) Elas são mulheres fortes, estão questionando o patriarcado e resistindo a ele o tempo inteiro, então tinha algo ali que me era muito familiar.”
A construção do período histórico
“Uma mistura de ficção científica com carnaval”, pondera Aïnouz sobre a produção e os sets de filmagem, situados no século XVI. Para ele, a experiência mais reflexiva das filmagens foi raciocinar sobre o que se passava no resto do mundo exatamente na mesma época em que os portugueses invadiram o Brasil.
Para ajudar na construção da ambientação do período histórico, o cineasta compartilhou três referências. Apesar de distantes da corte inglesa, os filmes estão dentro do contexto da época e da relação do poder monárquico. Citado como brilhante,É Difícil Ser Um Deus (2013), do russo Alexeï Guerman, o inspirou pelo aspecto sujo e visceral da época.
Já King Lear(1971), do britânico Peter Brook, o ajudou a pensar nas vestimentas e uma ambientação polar. Por fim, o ganhador da Palma de Ouro, o drama históricoA Árvore dos Tamancos(1978), do italiano Ermanno Olmi, lhe indicou o caminho da representação da classe campesina no período.
Anunciada em 2021 como a escolhida do diretor para viver a sexta esposa de Henrique VIII, Katherine Parr, Michelle Williams não seguiu no navio por conta da sua terceira gravidez no primeiro semestre de 2022, aos 41 anos. Na procura por sua substituta, Karim apostou as fichas na sueca Alicia Vikander, a qual despontou para o sucesso internacional no papel da rainha Caroline Mathilde, em O Amante da Rainha (2012), do dinamarquês Nikolaj Arcel.
“Duas coisas me interessam muito nela. Uma, ela tem um mistério, uma inteligência muito fina, muito certeira na maneira em que ela interpreta (…). [Segundo], para mim também foi um outro pequeno ato de rebeldia, já que chamaram um brasileiro para fazer um filme sobre monarquia na Inglaterra, vamos chamar uma atriz sueca para fazer o papel de uma rainha inglesa, então, [isso] era interessante como textura para o filme .”
Para encarnar o Rei Henrique VIII nos seus últimos dias de vida,Jude Law tomou as rédeas da personagem com maestria. Nas palavras do cineasta brasileiro, o seu Henrique VIII era um cara que se achava todo poderoso, uma mistura de Trump com Putin, Orban e outros por aí. (…) Eles estão destruindo o mundo, porque são pessoas que acham mais poderosas do que de fato elas são.”
Hospitalidade Britânica
Com o desafio de adentrar um novo espaço no cinema, Karim revela que tinha receio de não ser um filme com a sua cara. Desse modo, ele faz uma analogia com comida: “É como cozinhar, entende? Todo mundo pega os mesmos ingredientes, mas a diferença é que você coloca o seu tempero. Eu fiquei com medo de não poder trazer o meu tempero para fazer a comida”; confessa.
No geral, o diretor brasileiro se sentiu bem acolhido pela equipe e produtores. Assim, ele nos lembra que diretores estrangeiros em produções sobre a monarquia britânica são recorrentes. Ele cita, por exemplo, Elizabeth (1998), uma produção liderada pelo indiano Shekhar Kapur, assim como A Favorita (2018), pelo grego Yórgos Lánthimos.
Hollywood, o próximo passo
Com os olhos do mundo voltados para os 21 filmes na disputa pela Palma de Ouro, Karim Aïnouzganha uma imensa nova plateia e novos desafios. Depois de um longa em língua inglesa, Hollywood parece como opção logo ali na esquina.
“Claro que eu quero fazer filme em Hollywood, tem que saber usar a máquina. Hollywood é uma máquina de distribuição, de promoção, de qualidade, então por que não? Este filme [Firebrand] é um pouco um desafio neste sentido, mas não só, tem aí o mundo. Eu estou para fazer um filme na Argélia, para filmar no Brasil de novo.”, compartilha entusiasmado o diretor brasileiro.
Na opinião do cineasta, ele já ganhou o maior prêmio do festival: estar entre os 21 selecionados para a competição entre mais de 2000 candidatos do mundo inteiro. Será que Karim Aïnouzchega a Hollywood? Chegando lá, ele terá sucesso e sobrevida com Fernando Meirelles? Navegará em águas turbulentas como José Padilha? Ou ainda, vai abandonar a máquina como Afonso Poyart (Dois Coelhos)?
Enquanto o futuro é promissor e incerto, confira abaixo a entrevista completa com o diretor de Firebrand.
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