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Crítica | A Baleia: Brendan Fraser tem chances reais no Oscar 2023 com novo drama de Darren Aronofsky

Filme assistido durante o Festival de Toronto 2022

Entre um semblante cansado e um corpo fatigado pelas marcas do excesso de peso, Charlie é um homem solitário e recluso, que se esconde em uma pequena casa pouco arejada e fria, que ressoa a chuva torrencial que insiste em cair sobre o telhado. Nesse cenário, surge um Brendan Fraser diferente. Com uma maquiagem elaborada capaz de gerar bastante controvérsia entre militantes, ele estampa a delicadeza e a tristeza de alguém que abriu mão de si mesmo e passa os seus dias à deriva de sua própria existência, à espera do seu inevitável fim. Assombrado pelas consequências de suas escolhas duvidosas e por um passado doloroso, ele é um professor universitário que faz de suas aulas online o artifício que precisa para esconder suas feições do restante do mundo.

O título A Baleia pode gerar a impressão errada. Ao contrário do que muitos inevitavelmente poderiam sugerir, o título do novo drama de Darren Aronofsky de fato faz uma alusão direta ao clássico da literatura Moby Dick. Apaixonado pela arte da escrita, Charlie é apegado a um antigo papel que traz uma breve análise sobre o livro. Sempre que se sente diante de alguma crise em sua saúde, se volta para as curtas linhas escritas a fim de se acalmar. A simbologia desse profundo e misterioso instante são explicadas ao longo da narrativa, que ainda mostra a reconexão entre um pai distante e sua filha adolescente Ellie (Sadie Sink), que cresceu debaixo do fantasma do abandono. E aqui, essas duas pessoas tão distintas formam dois extremos de uma mesma moeda: Enquanto uma é vítima da alienação parental, o outro é reduzido ao abandono pessoal e social, por medo das opiniões alheias.

Ao longo dessa jornada, Fraser dá vida a um pai que tenta reconstruir sua história com sua filha, a partir de uma relação disfuncional regida pelo abuso verbal, desrespeito e falta de autoridade. E nesse contexto, ainda estamos diante de uma penosa história de redenção, acompanhando as agruras de um pai que vive sob o medo. E sua dor, seus anseios e suas mágoas nos acompanham, queimando nossa alma tamanho o brilhantismo da performance de Fraser. Se submetendo ao estado de mais pura fragilidade psicoemocional, o carismático ator ressurge como a fênix em um protagonismo há muito tempo esperado por nós. Após anos subjugado ao ostracismo – em virtude de uma denúncia de abuso sexual que envolvia um executivo de Hollywood -, ele faz de A Baleia sua própria história de redenção, mostrando seu poder de renascimento como um artista que jamais deveria ter sido ignorado por compartilhar um trauma sofrido nos bastidores.

Com uma performance apaixonante que parte nossos corações, o astro de A Múmia entrega em seu olhar muito mais do que qualquer diálogo poderia expressar e nos convida para a sua dor a partir de uma caracterização complexa, emocionalmente delicada e difícil de ser digerida. Trazendo um nível de sensibilidade extrema a um personagem que facilmente poderia cair no radar das agendas contemporâneas que negam a obesidade mórbida como uma doença, ele presenteia a audiência com um trabalho puro, cuidadoso e sensato – capaz de se identificar com todos os tipos de público. Provando ser um dos candidatos mais fortes ao Oscar 2023 – ao lado de Austin Butler e de sua versão de Elvis, Brendan Fraser tem chances reais de redefinir sua carreira com a tão sonhada estatueta. E com uma elaborada sinergia que exala em cada cena, Fraser, Sink e Hong Chau formam um trio poderoso que retrata três facetas tão diferentes de um mesmo tipo de sofrimento.

Concentrando sua trama em um único ambiente, a adaptação da peça homônima de Samuel D. Hunter (que também assina o roteiro) ainda destaca a habilidosa direção de Aronofsky, que sabe explorar os ângulos extremos para ampliar a sensação de espaço entre os personagens, à medida em que também é capaz de construir uma atmosfera claustrofóbica, que sufoca tanto eles, bem como o público. E abordando um tema menos abstrato, que deixa de lado aqueles entraves da psique que já vimos em seus longas anteriores, o aclamado cineasta entrega um excelente trabalho e faz da performance de Fraser o norte que guia toda a sensibilidade do longa. E ainda que haja um certo sentimentalismo às vezes forçado, A Baleia é – sem sombra de dúvidas – um emocionante conto sobre perdão e reconciliação familiar.

Assista a crítica em vídeo:

6 Filmes Para Manter Qualquer Pessoa Longe das Drogas

Leia-se “drogas” do título como entorpecentes ilícitos. Ou seja, nada que pode ser comprado por maiores de 18 anos na esquina de casa, como cigarro ou álcool; ou na farmácia, como antidepressivos e opióides.

O objetivo desta lista é apresentar filmes que confrontam a realidade do vício das drogas consideradas “pesadas”, isto é, completamente viciantes e autodestrutivas em personagens adolescentes. Antes de Euphoria, na qual Zendaya dá vida a junkie Rue, outros atores tentaram fazer este alerta baseado em casos reais. 

As obras relacionadas abaixo apresentam perspectivas diferentes, mas mensagens semelhantes. Todos os longas selecionados são impressionantes no trabalho de fazer as pessoas, principalmente os mais jovens, refletirem antes de “vou só experimentar um bagulho”. Em outras palavras, todos os projetos que tratam o tema como comédia estão descartados, pois o assunto hoje é sério. 

Entre os filmes, há aqueles que marcaram a minha própria adolescência e outros que chegaram ao público na minha fase adulta, mas são tão impactantes quanto os mais antigos. Quase todos são baseados em experiências reais e em livros em que contam detalhadamente o processo de desintoxicação. 

  1. Querido Menino (2018)

Depois da separação, o jornalista David Sheff (Steve Carrell) luta para ajudar seu filho Nic (Timothée Chalamet) viciado em metanfetamina a retomar sua vida. No início, o adolescente tem boas notas, é editor do jornal da escola, atleta, possui vários amigos, mas ele começa a experimentar algumas substâncias e, logo, torna-se incontrolável a vontade de ingerir mais e mais.

Com mortes ao seu redor e o medo diário de o próximo ser seu filho, o pai não encontra respostas para o comportamento do seu “garoto”. Comparado aos outros filmes da lista, Querido Menino é asséptico. Não tem cenas fortes ou emoções à flor da pele. Parece andar em um ciclo vicioso de situações.

Dirigido por Felix Van Groeningen (Alabama Monroe), o enredo é baseado numa combinação dos livros de memórias best-seller de Nic Sheff, Tweak (O Puxão, em tradução livre), e do livro de seu pai David, Beautiful Boy: A Father’s Journey Through His Son’s Addiction. (Menino Bonito: A Jornada de um Pai Através do Vício de Seu Filho)

Leia mais: Crítica | Querido Menino – Drama morno sobre dependência química sob ótica do pai

  1. O Retorno de Ben (2018)

No mesmo ano do filme anterior, a temática de filho problemático também recaiu nos braços de Julia Robert e do diretor e roteirista Peter Hedges (A Estranha Vida de Timothy Green). Diferente da monotóna narração de Querido Menino, O Retorno de Ben mistura um ar de mistério, suspense e aflição ao problema do protagonista vivido por Lucas Hedges (Lady Bird – A Hora de Voar), filho do diretor. 

A desconfiança da mãe, da irmã, do padrasto, o desprezo dos vizinhos, a culpa pela morte da ex-namorada: todos esses elementos têm um poder catártico em tela em uma atuação tocante do jovem ator. Ben volta na véspera de Natal para a casa da família, no entanto, ele devia estar na clínica de reabilitação após quase sucumbir à overdose

Depois de apenas alguns meses, o jovem tenta aparentar melhora, mas cada célula do seu corpo clama por qualquer opióide, qualquer alívio. Uma trama mais emocionante, mas ainda asseada em comparação a outras representações a seguir. 

  1. Diário de um Adolescente (1995) 

Assim como Timothée e Lucas, nos anos 90, Leonardo DiCaprio, aos 20 anos, deu vida às memórias do poeta Jim Carroll, publicadas em 1978. Considerada uma história de iniciação ao mundo das drogas, Diário de um Adolescente conta a paixão juvenil de Jim pelo basquete, as amizades e o seu então vício pela heroína. 

Para continuar a fugir da realidade, ele rouba, assalta e se prostitui. Embora falte conflito e reflexão, o jovem DiCaprio tem uma excelente performance e concentra-se mais no momento de levantar do que no tombo em si. Com a ajuda do velho amigo da vizinhança Reggie (Ernie Hudson), o protagonista tenta recolher os pedaços e voltar à sanidade. 

  1. Candy (2006)

Estrelado pelo saudoso Heath Ledger e Abbie Cornish (RoboCop), o filme é uma história de amor entre Dan e Candy, inspirada na vida do escritor Luke Davis na sua juventude em Sydney, na Austrália. Dirigido por Neil Armfield, o enredo tem como base o livro Candy: A Novel of Love and Addiction e mostra o vício do casal pelo heroína, algo que ao mesmo tempo os une fisicamente, mas os separa emocionalmente. 

 

A jornada é um turbilhão de sentimentos com momentos chocantes. Por exemplo, o amor é colocado de lado para dar lugar a prática da prostituição a fim de comprar mais e mais injeções da substância. Além disso, há uma dramática cena do nascimento de um feto morto por conta dos entorpecentes.

Se um deles consegue ficar limpo, o outro enverga-se ao vício. Ao se lembrar desse período da sua vida, o autor e sua ex-esposa na época do lançamento relataram que a realidade foi 50.000 vezes pior do que é apresentado no filme. 

  1. Réquiem para um Sonho (2000)

Se os relatos anteriores de decadência, depravação e indignidade não funcionam para manter qualquer pessoa longe das drogas, as imagens do pesadelo criado por Darren Aronofsky (Mãe!) farão. Réquiem para um Sonho é agudamente intenso e as imagens projetadas na nossa mente são inapagáveis. 

De forma magistral, o cineasta traça um paralelo entre a obsessão, o desejo e os entorpecentes. De maneira que a rápida ascensão do desejo é proporcional à ligeira degradação dos indivíduos. Assim, este é um dos filmes mais bem-sucedido em apresentar os sentimentos deturpados do vício e a vileza das substâncias químicas de modo gráfico.

Cada um a seu modo, Sara (Ellen Burstyn), seu filho Harry (Jared Leto) e a namorada Marion (Jennifer Connelly) se transformam em zumbis, mutilados e humilhados para conseguir “os elementos” capazes de fazê-los ocultar-se de seu próprio desespero. A cena da “dança” de Marion com outra moça conectada pelo anus é custosa de apagar da mente, tal como a sensação de decadência. 

Leia mais: Artigo | ‘Réquiem para um Sonho’ e a decadência humana pela visão de Darren Aronofsky

  1. Eu Christiane F. 13 anos drogada e prostituída (1981)

Se alguém é capaz de te levar a um estrago mental, esta pessoa é Christiane F. Relançado em agosto nos cinemas brasileiros em celebração aos 40 anos do filme, Eu, Christiane F., 13 anos, drogada e prostituída já é um clássico. Cultuado pela cena underground de Berlim da década de 1970/80 e a participação musical de David Bowie, o filme alemão conta uma história real baseada nas memórias da protagonista em livro de mesmo nome. 

Dirigido por Uli Edel, a produção não poupa os espectadores de detalhes medonhos do mundo em que os jovens tombam dentro de uma boate disco, a sensação do período. O longa transcorrer deste o primeiro momento de êxtase, a ânsia continua, o abandono do lar, a prostituição, o desespero, a pulsão de morte e o desligamento do mundo terreno. 

As cenas de Christiane (Natja Brunckhorst) e seu namorado Detlef (Thomas Haustein) são cruas. As aplicações de heroína na veia são chocantes. Uma cena inesquecível é um rapaz no banheiro a injetar-se na veia do pescoço porque não tinha mais veias nos braços e tornozelos. Dá até arrepio só de lembrar. 

Leia mais: Eu, Christiane F., 13 Anos, Drogada e Prostituída – Clássico que CHOCOU os Anos 80 Volta aos Cinemas e se mostra Atemporal

Conhece mais algum? Conta para a gente nos comentários quais outros filmes mantêm qualquer pessoa longe das drogas

‘Detona Ralph 2’ ganha divertido pôster animado

A Disney divulgou um pôster animado deRalph Quebra a Internet: Detona Ralph 2’, no qual Ralph é o resultado da busca do Google sobre “a pessoa que quebrou a internet”. Confira:

Assista também ao teaser divulgado durante a D23.

A continuação mostrará Ralph invadindo o mundo dos aplicativos de celular.

Rich Moore, diretor do original, vai comandar a sequência ao lado de Phil Johnston, que co-escreveu ‘Detona Ralph‘ e ‘Zootopia‘.

A animação chega aos cinemas em 9 de março de 2018.

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‘Legends of Tomorrow’: Nova temporada deve abordar a bissexualidade de Constantine

A 4ª temporada de ‘Legends of Tomorrow‘ deve abordar a tão comentada bissexualidade de John Constantine nos quadrinhos.

Agora que o ator Matt Ryan foi promovido a personagem regular na série, a nova temporada irá estabelecer uma antiga relação amorosa de Constantine com um homem, que teve um desfecho trágico e que ainda assombra o personagem até os dias de hoje. A informação veio de um novo relatório do TVLine.

Legends of Tomorrow retorna para sua quarta temporada no dia 22 de outubro.

Assista o trailer completo divulgado na Comic-Con.

Crítica | A Queda – Suspense ANGUSTIANTE estreia no Amazon Prime Video

Acaba de estrear no Amazon Prime Video o filme A Queda, suspense dirigido por Scott Mann que vai aterrorizar qualquer um que tenha medo de altura. A trama é bem simples e gira em torno de duas personagens. Presas no alto da quarta maior estrutura dos EUA, localizada no meio do deserto, elas precisam encontrar uma forma de voltarem ao chão antes que as condições climáticas, a fome ou outros perigos as matem.

Preciso admitir que não nutria grandes expectativas para esse projeto. Não apenas por destoar um pouco da filmografia do diretor, mas principalmente porque a premissa do trailer parecia a de um terror de baixo orçamento sobre os perigos da falta de noção dos influencers digitais. E apesar de acontecer uma crítica mais do que justa a eles no filme, a premissa em momento algum se perde e cria um dos melhores suspenses de sobrevivência desde 127 Horas (2010).

No longa, a jovem e aventureira Becky (Grace Caroline Currey) está vivendo um período difícil na vida, após passar por um trauma daqueles que abalam a vida de qualquer um. Percebendo a situação em que ela está, seu pai (Jeffrey Dean Morgan) vai atrás dela para tentar conversar, só que a filha se fechou para o mundo. Tentando mostrar para ela que a vida continua, o pai liga para a melhor amiga dela. O problema é que a abençoada decide convidá-la para um passeio pra lá de inusitado: escalar uma torre abandonada de 600 metros de altura no meio do deserto. Becky hesita, mas acaba aceitando o convite. E lá nas alturas, as coisas desandam.

A amiga de Becky, Hunter (Virginia Gardner) é uma digital influencer de escaladas. Nas últimas décadas, com o avanço das redes sociais, vídeos de pessoas escalando estruturas altíssimas, abandonadas ou não, ou fazendo parkour no topo de prédios, acabaram virando um fenômeno de audiência, levando fama a muitos e a morte para outros. No filme, Hunter é especialista em escalar montanhas sem proteção e acredita que essa adrenalina é a chave para resolver intrigas e conflitos. Por isso, quando ouve falar dessa torre abandonada, ela não hesita em convidar sua melhor amiga para escalar a estrutura com ela.

O problema é que o trauma de Becky envolve justamente uma escalada. Então, desde o princípio, a protagonista já começa a subir a estrutura psicologicamente abalada. Não tão abalada quanto a própria estrutura da torre, que está caindo aos pedaços. E isso é um ponto fundamental para o filme funcionar.

Isso porque o filme, que tem pouco mais de 1h30 de duração, se divide em praticamente dois núcleos: a escalada na torre e o isolamento no topo. Então, para preencher esse primeiro núcleo, o diretor brinca bastante com a escala da estrutura, usando diferentes ângulos e apostando num plano aberto para mostrar como elas estão subindo em uma parada ridiculamente alta, e com os detalhes que passam a noção do quão perigoso e abandonado é o lugar em que elas estão arriscando suas vidas.

E uma forma de passar esse perigo iminente, criando uma tensão desesperadora, é com um artifício que não chega a ser novo no cinema, a franquia Premonição usava e abusava dele, que é mostrar os parafusos soltando conforme elas sobem, a escada tremendo com o vento, os ferros soltos que não deveriam estar soltos. Cada passo que elas dão é um desespero. E a direção faz isso de forma que é impossível não se agoniar. É um parafuso soltando intercalado com um plano aberto mostrando o quão alto elas estão e como sequer chegaram na metade da torre.

No núcleo do topo, o desespero ganha mais força ainda, porque o cenário é praticamente o chão e o céu, com as duas forçando ao máximo o limite do bom-senso para fazer vídeos e fotos para as redes sociais. E quando elas se dão conta da furada em que se meteram, o suspense ganha contornos dramáticos, porque elas estão numa altura em que sequer chega sinal de telefone. E com a corda curta, descer de volta se torna praticamente impossível.

Isoladas lá em cima, as duas conversam e tentam bolar formas de não apenas sobreviver, mas de tentar descer em segurança. É assim que começa uma série absurda de eventos das duas lutando para sobreviver, enquanto fantasmas do passado surgem para assombrar a relação delas. E preciso destacar aqui a atuação de Grace Caroline Currey (Shazam!). A “Becky” dela está muito bem e carrega o filme. É possível se identificar com os dramas dela e com toda a situação na que acabou de se envolver. Já Dean Morgan, que teve bastante destaque no material promocional, aparece bem pouquinho para não desviar o público do horror da altura.

Nessa briga pela sobrevivência, a direção consegue abordar temas interessantes que desenvolvem as personagens, mas nada que te desligue do perigo da situação. É um filme vertiginoso, que afeta diretamente nosso senso de risco, de urgência. Inclusive, se você tiver fobia de altura ou sofrer de vertigem, acho que vale a pena avaliar bastante se você está em condições de ver ou não A Queda, porque o trabalho aqui é impecável. Desde A Travessia (2015) que um longa não conseguia abordar com tanta maestria a perspectiva de um lugar ridiculamente alto em prol da trama. A altura da torre é um personagem, um vilão digno dos mais clássicos de Hollywood.

Agora, se você consegue suportar grandes alturas, mas não ao ponto de ficar indiferente,  A Queda é um dos melhores suspenses do ano!

 

Crítica | Uma História de Natal Natalina – Sequência de Clássico do Natal é Adorável História de Passagem de Bastão

Perder um ente querido não é fácil. A falta que a pessoa faz no núcleo em que estava inserida é sentida por todos que conviviam com ela, mesmo à distância. Quando a pessoa que partiu é um indivíduo-chave no meio familiar – aquele que toma todas as responsabilidades para si, cuja casa é o centro dos acontecimentos de todos os eventos, que cuida de tudo e de todos – há um desequilíbrio: o buraco que ela deixa é grande demais para qualquer um se achar na capacidade de minimamente preenchê-lo. É exatamente neste ponto que começa ‘Uma História de Natal Natalina’, continuação do clássico estadunidense ‘Uma História de Natal’, e que chegou agora aos assinantes da plataforma HBO Max.

Hoje adulto e pai de dois filhos, Ralphie Parker (Peter Billingsley) está tirando um ano sabático para realizar seu maior sonho: publicar seu primeiro romance. Só que o ano de 1973 está quase terminando e não só Ralphie não consegue terminar de escrever seu livro, como todas as editoras estão recusando-o. Numa mistura de frustração e resignação, sua família se prepara para receber seus pais para as festas de fim de ano. Porém, uma triste notícia pega-o desprevenido: seu pai falecera, e, portanto, sua mãe (Julie Hagerty) pede que ele e sua família vá até Cleveland passar o Natal com ela. Nesse retorno ao lar, Ralphie perceberá que estar de volta à famosa casa amarela da rua engatilha memórias reprimidas de sua infância. E também que o papel que seu pai exercia na família mantinha a todos unidos, mas agora essa responsabilidade será sua.

É bem verdade que o filme original de 1983 não fez tanto sucesso aqui no Brasil, mas quem é fã de filmes de Natal já assistiu a este clássico infantil. Com a importância de produzir uma sequência que ficasse à altura de seu antecessor, o roteiro de Nick Schenk e do próprio Peter Billingsley (que interpretara o menino no filme primevo) consegue fazer a passagem de bastão tanto na ficção quanto na vida real. No enredo, o maior conflito de Ralphie pode parecer ser escrever seu livro, mas, na verdade, é o peso da responsabilidade de construir um Natal tão memorável quanto os que seu pai proporcionara para ele e seu irmão, Randy (Ian Petrella). Aqui fora, a responsabilidade foi a de produzir um filme que significasse para as famílias contemporâneas aquilo que seu antecessor significara no século passado. E consegue ambos para a história criada por Jean Sheperd.

As soluções encontradas pelo diretor Clay Kaytis para resolver os flashbacks são adoráveis, inserindo diálogos do filme anterior tais quais memórias do protagonista, surgindo toda vez que algum objeto/cenário icônico entra em cena (a roupa ridícula de coelhinho rosa, a poltrona do papai, etc). Ao mesmo tempo, consegue também recriar as principais cenas do anterior (tais como as crianças sofrendo bullying na rua para aprenderem a se defender) de uma maneira respeitosa e afetiva, para que os fãs consigam identificar. Tudo isso encabeçado por um elenco que majoritariamente eram as crianças no filme anterior e agora voltam como adultos e seus hilários problemas de gente grande.

Com humor e nostalgia, ‘Uma História de Natal Natalina’ é uma tocante história sobre assumir responsabilidades junto à família. E nada melhor do que falar disso nas festas de fim de ano através do cinema.

Ranking | Da PIOR para a MELHOR Temporada de ‘Stranger Things’

Stranger Things‘ se tornou a série sensação da Netflix, encantando e divertindo os fãs, mas também partindo o coração de muitos. Já foram três temporadas desde que encontramos Eleven, Will, Mike, Dustin, Lucas e companhia pela primeira vez. Neste meio tempo, nos deparamos com muita nostalgia dos anos 80 e com uma trama focada na aventura e na amizade entre as crianças.

Criada pelos irmãos Ross Duffer e Matt Duffer, Stranger Things é uma das maiores séries da atualidade. Em quatro anos de existência, recebeu nada menos que 31 indicações ao Emmy e quatro indicações ao Globo de Ouro, sem contar o prêmio de Melhor Elenco no SAG Awards. Como a Netflix não divulga regularmente os números de audiência, não dá para se ter uma dimensão exata do sucesso da série, mas está bem claro que estamos diante de um fenômeno da cultura pop.

Inspirada livremente nos universos de Steven Spielberg, John Carpenter, Stephen King, dentre outros grandes nomes, a série entregou, até aqui, três boas temporadas, embora seja possível reconhecer alguns problemas aqui acolá, além de altos e baixos. Pensando nisso, o CinePOP decidiu fazer um ranking das temporadas até o momento, da pior à melhor.

Confira como ficou a nossa ordem.

 

04 – Segunda Temporada (2017)

Não é como se a segunda temporada de Stranger Things fosse uma completa perda de tempo. Temos coisas bem legais e a introdução de personagens pra lá de cativantes. Mas é impossível não reconhecer que foi a temporada mais problemática até aqui, com direito ao famoso sétimo episódio, completamente dispensável e desinteressante, que até hoje é criticado pelos fãs.

 

Pontos positivos:

O desenvolvimento do Steve e sua amizade com Dustin; a introdução de novos personagens como Max, Erica e Bob (#RIPBob); a manutenção do clima nostálgico e referencial; e momentos delicados, seja na relação entre Eleven e Hopper, seja entre as crianças, como no belo baile que fecha a temporada.

Pontos negativos:

O sétimo episódio (o que foi aquilo?) e a tentativa frustrada de fazer algo meio X-Men; o mau desenvolvimento de Billy, que surge como uma espécie de vilão, mas que é sempre raso e desinteressante; a sensação de estarmos diante de uma “temporada-ponte”, cuja única função é traçar o caminho para o que vem a seguir, sem oferecer algo realmente muito especial.

 

03 – Primeira Temporada (2016)

Não foi fácil tomar a decisão de colocar a temporada inicial na segunda colocação do nosso ranking, afinal foi a responsável por introduzir personagens maravilhosos e um universo realmente fascinante. Não foi por acaso que Stranger Things se tornou um fenômeno cultural e boa parte das razões estão presentes no primeiro ano da produção.

 

Pontos positivos:

Clima de nostalgia e ótimo aproveitamento da relação afetiva das pessoas com os anos 80; elenco infantil carismático selecionado com precisão; elenco de apoio talentoso, com direito a retomada da carreira de Winona Ryder; roteiro envolvente que mescla aventura e ficção científica, e remete aos clássicos dos anos 80, como Conta Comigo, Goonies, ET e companhia; trilha sonora e direção de arte primorosas.

Pontos negativos:

Trama um pouco arrastada nos primeiros episódios; abordagem bizarra do Jonathan no início, especialmente em seu momento stalker escondido tirando fotos de Nancy; exagera um pouco no número de referências e easter eggs.

 

02 – Quarta Temporada (2022)

A quarta temporada do fenômeno Stranger Things deu o que falar. Isso porque pela primeira vez desde a estreia do programa lá em 2016, a Netflix resolveu aderir ao formato de episódios espaçados, ao invés de entregar a temporada inteira de uma tacada só. Esse foi o formato de consumir séries implementado inicialmente pela Netflix, que terminou por popularizar o conceito de “maratonar” seus seriados. Três anos após a terceira temporada, a série volta com uma atmosfera muito mais sombria e que se inclina para múltiplas referências cinematográficas, desde os alívios cômicos e autoconscientes com ‘Halloween’ até a estrutura cenográfica de ‘A Hora do Pesadelo’ (que se estende, inclusive, para a caracterização de Vecna). Porém, enquanto o impecável visual contribui para nos engatar na nova história, o roteiro é o que mais sofre problemas por oscilar entre um arrasto narrativo e um frenesi conclusivo. Os dois últimos episódios são aprazíveis em sua completude e já nos dão o tom do quinto ano.

Pontos positivos:

A grandiosidade. A série conquistou status cinematográfico com um investimento maior em visual, já que temos um clima hollywoodiano nas cenas de ação e de terror. É visível como a Netflix caprichou nos efeitos especiais e práticos, incluindo a caracterização espetacular do vilão Vecna, além de começar a amarrar os pontos soltos da trama.

Pontos negativos:

Ao dividir a série em três núcleos, o roteiro ganha um ritmo anticlimático, que se arrasta por vezes quando algumas tramas não possuem a mesma urgência das outras. Apesar do visual espectacular e do ótimo desenvolvimento dos personagens, o ritmo da trama não se mantém tão bem quanto nas temporadas anteriores.

 

01 – Terceira Temporada (2019)

Após as derrapadas no segundo ano, a série está cada vez mais madura, sem perder na inocência e no clima de nostalgia. Conseguiu manter a dinâmica aventura/ficção científica e ainda pôde acrescentar novos elementos, como a intriga política entre Estados Unidos e União Soviética – algo clássico dos filmes dos anos 80. A evolução dos personagens também é notória e a divisão por grupos funciona, principalmente por causa do surgimento de um novo quarteto maravilhoso.

 

Pontos positivos:

Boa construção do suspense; ótima relação entre Max e Eleven, que deixa para trás o clima de competitividade da segunda temporada; introdução da Robin; dinâmica perfeita no núcleo Dustin-Steve-Robin-Erica; melhor desenvolvimento de Billy; clima de filmes de espionagem dos anos 80; final cativante de partir o coração; cliffhanger instigante para a quarta temporada.

Pontos negativos:

Trama um pouco arrastada nos primeiros episódios; dinâmica entre Joyce e Hopper parece exagerada, embora com bons momentos; Billy segue prejudicado por uma atuação acima do tom de Dacre Montgomery, por mais que o personagem ganhe novas camadas; trilha sonora excessiva.

 

‘Peaky Blinders’: A guerra começa no novo trailer da 5ª temporada; Assista!

A 5ª temporada de ‘Peaky Blinders’ ganhou seu segundo trailer oficial.

Confira:

Os novos episódios se passam durante a grande crise da bolsa em 1929, um momento de glória para o personagem de Sam Claflin, que vê seu crescimento no cenário político.

A série acompanha família de gângsteres na Inglaterra no começo do século 20 e conta com Cillian Murphy, Tom Hardy, Paul Anderson, Helen McCrory e Annabelle Wallace.

A série retorna no dia 04 de outubro deste ano.

‘Stranger Things’: Nova foto de bastidores confirma retorno de [SPOILER] para a 4ª temporada

A nova temporada de Stranger Things chega em alguns meses à Netflix, mas algumas fotos de bastidores já começaram a despontar nas redes sociais e a confirmar o retorno de alguns personagens.

Uma delas, divulgada recentemente, parece ter endossado a volta de duas personagens fan-favorite: Nancy Wheeler (Natalia Dyer) e Robin Buckley (Maya Hawke).

Confira:

 

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Confira o novo teaser, que mostra os bastidores da primeira roda de leitura dos novos episódios do quarto ano.


O próximo ciclo deve estrear apenas em 2021, e contará com 9 episódios.

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quarta ou quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

Crítica | Like a Virgin – Madonna e suas aventuras amorosas

Quando ouvimos o nome Madonna, automaticamente pensamos em um dos maiores nomes da história da música – não apenas por suas rendições atemporais que acompanham gerações até hoje, mas também pela capacidade da performer em chocar o público desde sua consagração em 1983 com seu primeiro álbum de estúdio autointitulado. Porém, sua capacidade de nos envolver com letras e escopos musicais explícitos veio um ano depois com o lançamento de Like a Virgin, seguindo o sucesso sem precedentes do memorável début.

Em sua segunda obra, a artista buscava uma maior autonomia produtiva, porém não conseguiu o aval da produtora de seus discos. Por essa razão, Madonna aventurou-se em uma autodescoberta de independência ao lado de Nile Rodgers, confiando nele para tornar real a possibilidade de diversos sucessos, ainda mais considerando que Rodgers já havia trabalhado com o lendário David Bowie. O resultado, mesmo não chegando no mesmo patamar que o disco anterior, foi bastante aprazível e permitiu que ela marcasse mais uma vez em um árduo trabalho – que gerou canções revisitadas por diversos outros nomes, conterrâneos ou futuros.

A primeira track é um irônico mergulho no mundo capitalista, travestido em versos dançantes e uma paixão inenarrável da cantora pela bombshell Marilyn Monroe, buscando referências estéticas de “Diamonds Are a Girl’s Best Friend” em 1953, provando que não pensaria duas vezes em honrar algumas de suas maiores influências. Não é surpresa que, em união ao videoclipe, “Material Girl” transforme-se em um intrínseco desejo do eu-lírico em conquistar o que sempre almejou; os arranjos sintéticos marcam correlações com o CD predecessor, mas abre um terreno fértil para que Madonna explore um delicioso soubrette, uma afetação que conversa com sua reafirmação de gênero em uma causalidade a priori superficial, porém dotada de um cinismo dançante acompanhado pela mutável bateria. Em comparação à contemporaneidade, a música pode erroneamente transmitir uma sensação datada – refutada pela robótica voz de Frank Simms que acompanha a lead singer.

O soubrette apareceria mais uma vez com Like a Virgin, cuja estruturação híbrida entre os sintetizadores e o teclado é simplesmente divina e reflete o apreço da cantora com os instrumentais em questão. A explicitação, levando em conta a época perscrutada por tabus em que a faixa foi lançada, é sexy e dotada de controvérsias apaixonantes: “como uma virgem, tocada pela primeira vez” é o verso que inicia cada um dos refrãos cada vez com mais potência.

O álbum em si peca por alguns excessos que não são facilmente ignoráveis, a começar pela saturada repetição monofônica de investidas recicladas: temos em “Angel”, por exemplo, uma construção confessional acompanhada pelos arranjos do electro-pop e por uma rendição mais grave da lead, que não perde a oportunidade de fazer declarações e mais declarações para um caso amoroso – mantendo estritas relações contraditórias com “I Know It” e “Physical Attraction”. Entretanto, a belíssima construção lírica e sonora perde força quando comparada com o cíclico e monótono “você é um anjo” (“you’re an angel”), que insurge em primeiro plano mais vezes do que deveria. O mesmo acontece equívoco dá as caras em “Dress You Up”, cujo escopo revitalizante e onírico entrega os holofotes para a explosão de “vou te vestir com meu amor” (“gonna dress you up in my love”). É interessante e trágico ao mesmo tempo como os backing vocals ganham mais expressividade que a artista em si.

As repetições também aparecem em “Over and Over”, mas não causam a mesma sensação extenuante de antes. A dinâmica faixa é nostálgica e atual ao mesmo tempo, funcionando como uma espécie de mensagens de apoio para os ouvintes, pedindo para que, caso a vida lhes derrube, que se levantem e tentem “de novo e de novo”. Tal supressão das infelicidades das múltiplas esferas cotidianas é logo jogada propositalmente no lixo com a chegada de “Love Don’t Live Here Anymore”, uma impecável balada que faz ótimo uso do violino e do violão, criando uma épica espontaneidade e dividindo o centro de nossas atenções entre a atmosfera efusiva e uma entrega extremamente tocante.

“Pretender”, por sua vez, cria em nós uma expectativa quase noir, utilizando as desnecessárias repetições de tracks anteriores a seu favor, colocando-as já no ato de abertura. Todavia, essa troca não é o suficiente para tirar-lhe as construções formulaicas e os convencionalismos que seriam apenas retirados em sua totalidade com “Stay”. Aqui, o premeditável crescendo alterna com fluidas declinações, acompanhadas pela brutalidade contrastante da bateria que antecede as principais viradas. “Shoo-Bee-Doo” retoma as sensações oníricas integrantes de investidas anteriores, recebendo uma interessante romantização cuja confirmação é feita por versos como “eu vejo muita confusão [em seus olhos], e isso está me matando” – uma notável empatia que também se tornaria marca da discografia de Madonna.

Like a Virgin pode não ter o mesmo respiro inovador da obra anterior, mas ainda assim constrói-se em uma jornada repleta de declarações e confissões epistolares que mostram a vulnerabilidade de sua artista ao mesmo tempo que divulgam uma expressividade intimista sem igual.

Nota por faixa:

  • Material Girl – 5/5
  • Angel – 2,5/5
  • Like a Virgin – 4,5/5
  • Over and Over – 4/5
  • Love Don’t Live Here Anymore – 5/5
  • Dress You Up – 3/5
  • Shoo-Bee-Doo – 3,5/5
  • Pretender – 3,5/5
  • Stay – 4/5

‘Selena’: Drag queens Katya e Trixie Mattel reagem à nova série da Netflix

Netflix divulgou um recente vídeo promocional de Selena: A Série’, trazendo as icônicas drag queens KatyaTrixie Mattel reagindo à produção.

Confira:

A série já está disponível na plataforma de streaming.

Christian Serratos vive a emblemática cantora latina Selena Quintanilla-Pérez, que atingiu o estrelato nos Estados Unidos entre os anos 80 e 90 e que foi assassinada aos 23 anos.

A produção foi criada por Moises Zamora, com consultora de Don Todd (This Is Us).

A obra será dividida em duas partes. Gabriel ChavarriaRicardo ChaviraNoemí GonzalezSeidy López completam o elenco.

Selena nasceu na pequena cidade de Corpus Christi, onde começou a cantar desde muito jovem. Lançou seu primeiro em 1984, mas não seria até oito anos mais tarde que alcançaria o topo da parada mexicana da Billboard por oito meses consecutivos com Entre a Mi Mundo. Em 1994, levou para casa o Grammy de Melhor Álbum de Música Latina e é considerada até hoje uma das artistas mais importantes da indústria musical, sendo apelidade de rainha da música latina e tendo vendido mais de 80 milhões de discos.

Em 1995, foi assassinada por Yolanda Saldívar, sua sócia e presidente do fã-clube – que também estava desviando dinheiro da família e roubando as lojas. Dois anos depois, Selena ganhou uma cinebiografia estrelada por Jennifer Lopez, que se tornou um sucesso de público e rendeu à atriz uma indicação ao Globo de Ouro.

‘The Bad Batch’: Primeiro episódio da animação já está disponível no Disney+!

The Bad Batch é a mais nova entrada no extenso panteão Star Wars e, agora, o primeiro episódio finalmente estreou no Disney+.

O capítulo foi adicionado ao catálogo da plataforma de streaming hoje, 04 de maio.

Confira o trailer:

Criada por Dave Filoni (‘O Mandaloriano’), os episódios são dirigidos por Bras Rau, com roteiro supervisionado por Jennifer Corbett.

Star Wars: The Bad Batch gira em torno de clones de elite experimentais do “Lote Ruim” (introduzidos originalmente em ‘A Guerra dos Clones’), à medida que encontram um meio de mudar a galáxia imediatamente após os eventos anteriores. Os membros do grupo – um esquadrão único que varia geneticamente de seus irmãos do Exército dos Clones – possui uma habilidade excepcional que os transforma em soldados práticos, extraordinários e formidáveis.

Dee Bradley BakerMing-Na Wen fazem parte do elenco.

‘The Witcher’: Vesemir é destaque nas novas imagens promocionais da 2ª temporada; Confira!

Depois de revelar um novo trailer da 2ª temporada de The Witcher, a Netflix divulgou duas novas imagens oficiais dos próximos episódios, dando destaque a Vesemir (Kim Bodnia), mentor de Geralt de Rivia (Henry Cavill).

Confira:

Lembrando que o novo ciclo têm estreia agendada para 17 de dezembro e que a série já foi renovada para a 3ª temporada.

Confira os títulos dos episódios abaixo:

Episódio 1 – A Grain of Truth
Episódio 2 – Kaer Morhen
Episódio 3 – What Is Lost
Episódio 4 – Redanian Intelligence
Episódio 5 – Turn Your Back
Episódio 6 – Dear Friend
Episódio 7 – Voleth Meir
Episódio 8 – [NÃO REVELADO]

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia (Henry Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

O legado continua no novo cartaz OFICIAL de ‘Downton Abbey: Uma Nova Era’; Confira!

A Universal Pictures e a Focus Features divulgaram recentemente um novo cartaz oficial de Downton Abbey 2: Uma Nova Era’.

O pôster vem acompanhado da seguinte frase: “o legado continua”.

Confira:

Anteriormente com lançamento agendado para o dia 18 de março, o longa-metragem agora chegará aos cinemas britânicos apenas em 29 de abril de 2022. Nos Estados Unidos, a produção só será exibida a partir de 20 de maio.

Assista ao trailer oficial abaixo:

De acordo com o criador da série, Julian Fellowes, todo o elenco original retornará, com quatro novas adições: Hugh Dancy (‘Hannibal’), Dominic West (‘The Affair’), Laura Haddock (‘Os Demônios de Da Vinci’) e a atriz francesa Nathalie Baye.

Seus papéis estão sendo mantidos em segredo, assim como a trama do novo filme.

Simon Curtis (‘Meu Amigo Enzo’) será responsável pela direção.

Fellowes voltará a escrever o roteiro do novo filme.

“Não há nada melhor do que estar em casa para os feriados e não podemos imaginar um presente melhor do que nos reunirmos com Julian, [o produtor] Gareth Neame e toda a família Downton em 2021 para trazermos os Crawleys de volta aos fãs,” afirmou Peter Kujawski, presidente da Focus Features.

O primeiro filme foi um grande sucesso, arrecadando quase US$ 200 milhões mundialmente.

‘Ligações Perigosas’: Nova adaptação do clássico romance estreia na Netflix!

‘Ligações Perigosas’ (‘Les Liaisons Dangereuses’), drama francês baseado no clássico romance epistolar homônimo de Pierre Choderlos de Laclos, já está disponível na Netflix.

A produção foi lançada hoje, 08 de julho, na plataforma de streaming.

Célène, de dezessete anos, é uma idealista. Ela acredita no amor absoluto e está mais interessada em ler do que em redes sociais. Ela está de preparando para ficar longe de seu noivo, Pierre, que irá se mudar de Paris para Biarritz por um tempo. Rapidamente, ela é obrigada a enfrentar a cruel elite de sua nova escola, governada pela ex-estrela de cinema e influencer Vanessa e pelo surfista Tristan, que é tão perigoso quanto charmoso. Célène se apaixona por ele, mas suspeita de que ela está no centro de uma cruel aposta entre Tristan e Vanessa.

Relembre o trailer:

O filme é comandado por Rachel Suissa, que também assina o roteiro ao lado de Slimane-Baptiste Berhoun. Suissa faz sua estreia diretorial com o projeto.

Eleonore DaillyEdouard de Lachomette entram como produtores.

Paola LocatelliSimon RérolleElla Pellegrini estrelam.

Aymeric FougeronAlexis MichalikCamille Léon-FucienOscar LesageJin Xuan MaoTristan ZanchiJulien LopezHéloïse JanjaudElsa Duchez completam o elenco.

‘Olhar Indiscreto’: Série brasileira estilo ‘Janela Indiscreta’ ganha trailer completo; Confira!

Netflix anunciou divulgou hoje (07) o trailer completo de ‘Olhar Indiscreto’, sua mais nova série brasileira.

Estrelada por Emanuelle AraújoDébora Nascimento, a produção estreia no dia 01 de janeiro de 2023 na plataforma de streaming.

Confira:

Pegando referências do clássico do suspense Janela Indiscreta, de Alfred Hitchcock, a narrativa é centrada em Miranda (Nascimento), uma jovem hacker que passa o tempo espionando a vizinha Cléo (Araújo), uma prostituta de luxo que mora no prédio da frente.

Quando Cléo pede para que ela cuide de seu cachorro durante uma viagem, a vida de Miranda vira de cabeça para baixo e ela cruza caminho com o homem dos seus sonhos. Mas nada é o que parece ser.

Nikolas AntunesÂngelo Rodrigues completam o elenco. Fabrizia PintoLetícia Veiga ficam a encargo da direção, enquanto Marcela Citterio assina o roteiro.

Crítica | Coletivo da Ponte entrega um grande espetáculo com a visceral adaptação de ‘Barrela’, de Plínio Marcos

Em 1958, seis anos antes do duro golpe militar no Brasil, o aclamado dramaturgo Plínio Marcos lançava a peça ‘Barrela’ – uma das produções mais cruas e potentes da literatura brasileira. A narrativa, baseada em um caso verídico que aconteceu em uma penitenciária na cidade de Santos, foi censurada pelo despido retrato feito acerca do sistema carcerário nacional, cujas denúncias de maus-tratos, barbaridade e negligência atravessariam gerações e se concretizariam com um assunto atemporal. Em 2023, o Coletivo da Ponte trouxe a peça de Marcos de volta à vida no Estúdio de Treinamento Artístico, em São Paulo, arquitetando uma gloriosa adaptação que se consagrou como uma das grandes produções do ano.

Comandada por Gustavo Nolla em sua estreia como diretor, essa nova versão de ‘Barrela’ é mais enxuta, mas com o mesmo peso dramático: o enredo se inicia em uma cela de prisão, no auge da madrugada, e nos apresenta a cinco personagens principais. Fumaça (Mariana Nolla), Tirica (Dayane Cristine), Bereco (Gabriela Bonavita), Louco (Roni Junior) e Portuga (Rafa Oliveira) estão confinados em um barril de pólvora prestes a explodir e que é cimentado pela desconfiança, pela necessidade de sobrevivência e por uma degradação humana que permanece na densa atmosfera da peça do começo ao fim. Conforme segredos são revelados e o lado mais carnal e animalesco de cada indivíduo vem à tona, as coisas começam a se transmutar em uma derradeira compreensão de que voltar ao passado não é uma escolha – e sim parte de uma pena perpétua que os consome minuto a minuto.

Foto: André Dionizio

É notável como os personagens são talhados sob uma estrutura movediça e frágil, tentando recuperar arquétipos para ao menos se sentirem como pessoas, e não como escória. Fumaça emerge como o escape cômico, enquanto Bereco é o líder, o “macho-alfa” de quem todos têm medo; o Louco, talvez, seja o mais equilibrado deles, mesmo infundido em uma insanidade inescapável (afinal, ele se encarcerou em mundo próprio, onde pode fazer o que bem entender e, ao menos, ter um pouco de esperança – por mais deturpada que seja); Tirica esconde um segredo que coloca em xeque seu status dentro da penitenciária, ameaçado pelo odioso Portuga (que também tem muito a provar). Essa configuração é a base de um enredo cujo final já conhecemos e que nos convida a enxergar a realidade com outros olhos – críticos, desprovidos da tão sonhada alienação que nos priva do sofrimento.

A peça é conduzida com exímia pelo diretor, que também interpreta José Claudio, um jovem garoto que é preso por violência e porte de arma e que se torna alvo dos outros detentos – além de ser foco da cena mais cruel do espetáculo. A estrutura minimalista permite que o aplaudível elenco roube os holofotes, ainda que a sonoplastia pose como um empecilho distrativo, por vezes (como transições de luzes que não fazem muito sentido e falhas aqui e ali de efeitos sonoros); de qualquer forma, os deslizes não são fortes o suficiente para nos desviar da beleza da adaptação, que preza por um naturalismo bem-vindo e um complexo equilíbrio entre drama, tragédia e comédia que não é visto com tanta frequência como imaginamos.

Foto: André Dionizio

O ponto de engate é, como já mencionado, os atores e atrizes – e, como alguém que assistiu à primeira versão de ‘Barrela’, é notável como o trabalho corporal e performático ultrapassa as expectativas em uma sólida engrenagem que revela um incrível amadurecimento. Enquanto todos têm seu momento de brilhar, alguns chamam mais a atenção pelo comprometimento ao papel, pela entrega das falas e por se sentirem confortáveis com a tarefa que lhes foi atribuída. Há alguns problemas de cadência vocal e uma repetição incessante de palavrões que deixa o processo um tanto quanto cansativo, mas nada que uma dose reforçada de quebras de expectativa e de chocantes momentos que nos faça retornar aos trilhos.

‘Barrela’ pode ter tido apenas uma apresentação, mas conseguiu, em pouco mais de uma hora, transforma-se numa das melhores investidas do ano. E, proposital ou não, a única luz branca no final de uma drástica sequência de eventos levanta uma pontinha de esperança de que, em algum momento, as coisas possam melhorar.

Prism | OBRA-PRIMA da carreira de Katy Perry faz 10 anos; Confira o ranking de todas as músicas!

Três anos depois de dominar o mundo com o memorável Teenage DreamKaty Perry voltou ao mundo da música com o incrível e elogiado álbum Prism.

Considerada por muitos como a melhor entrada de sua carreira – incluindo por este que vos fala -, o compilado de treze faixas originais é carregada com um número considerável de sucessos de paradas mundiais, incluindo o lead single “Roar”, que alcançou o primeiro lugar da Billboard 200, e faixas como “Dark Horse”“Unconditionally”, que ficaram marcadas como músicas essenciais da carreira da cantora.

Além de conquistar quatro indicações ao Grammy Awards, Prism auxiliou a manter o status de fenômeno artístico da performer e veio acompanhado de belíssimas mensagens de empoderamento, relacionamentos e uma inclinação bem-vinda ao carpe diem (ou seja, ao “viver o presente).

Pensando nisso e celebrando seu aniversário de dez anos, o CinePOP preparou uma lista ranqueando as treze faixas da versão padrão do álbum – o que significa que não levamos em consideração as faixas “Spiritual”“It Takes Two”“Choose Your Battles”.

Confira abaixo com ficou nosso ranking e conte para nós qual a sua faixa favorita:

13. DOUBLE RAINBOW

Prism parte de um conceito bastante sólido que funciona na maior parte do tempo – tornando o trabalho de encontrar erros muito drásticos bastante difícil. Enquanto cada uma das faixas conversa em diferentes níveis com os ouvintes, há algumas delas que desaparece em meio a um vibrante microcosmos. É o caso, por exemplo, de “Double Rainbow”: a semi-balada encontra terreno fértil com o escopo do electro-pop e, mesmo com versos belíssimos, acaba sendo esquecida perto de músicas mais memoráveis.

12. LOVE ME

Em Prism, Katy parece mais inspirada do que nunca – e pronta para conversar francamente com qualquer um que queira mergulhar em sua incrível carreira. Não é surpresa que “Love Me” arranque alguns dos versos mais simbólicos e belos de 2013, mas essa boa intenção e essa preocupação lírica não são suficientes para impedir a faixa de cair em algumas fórmulas e, assim como “Double Rainbow”, ficar apagada em meio a titãs com os quais digladeia.

11. BIRTHDAY

Voltando a fazer o que sabe de melhor – isso é, colocar seduzentes mensagens subliminares em músicas aparentemente inocentes -, “Birthday” é o resumo perfeito de todas as fases de Perry (ao menos até o lançamento de Prism). Mesmo nos deixando felizes e muito animados com uma produção alto-astral, a música deixa um gostinho de quero mais e, para o bem ou para o mal, se mostra apaixonada demais pelo passado.

10. DARK HORSE

Apostando em uma amálgama bastante irreverente e explosiva de referências, “Dark Horse” é um lugar muito propício para que Perry explore o seu lado mais despreocupado. A rebeldia da faixa é tão alta, que somos praticamente engolfados no sintético ritmo – e a condenável zona de conforto é jogada no lixo para algo novo e inesperado. Talvez a música não tenha envelhecido tão bem quanto as outras, mas ainda permanece como uma das mais conhecidas da artista.

9. GHOST

A segunda metade de Prism é recheado de semi-baladas que revelam um lado mais íntimo da artista – e “Ghost”, ainda que não tenha a mesma originalidade de faixas similares, faz um bom trabalho em recuperar os desejos e os pensamentos que precisam ser colocados para fora. A envolvente e propositalmente repetitiva progressão é acompanhada de acordes que variam desde o electro até o soft-rock – algo que não é nem um pouco surpreendente, considerando as obras anteriores de Katy.

8. INTERNATIONAL SMILE

“International Smile” carrega um fardo do qual é difícil se desvencilhar – e esse fardo é dividir os holofotes com sucessos gigantescos como “Unconditionally”“Dark Horse”. De certa forma, a leveza desenrolada em múltiplas camadas vocais parece mais uma reminiscência de Teenage Dream do que uma investida diferente; mas, como bem se fala na canção, ela tem um je ne sais quoi que nos faz dançar do começo ao fim (e isso é o que importa).

7. THIS IS HOW WE DO

Quando ouvi o álbum pela primeira vez, “This Is How We Do” pareceu longe de ser tão inovadora ou memorável quanto produções conterrâneas – até mesmo em comparação com a obra anterior, Teenage Dream, quanto a subestimada posterior, Witness. Entretanto, ao retornar oito anos mais tarde, a track se mantém fiel ao estilo irreverente apresentado em outros momentos do disco e vem acompanhado de uma quebra da quarta parede muito interessante e divertida.

6. ROAR 

A sacada mais eficaz e sagaz de Prism foi dar o pontapé inicial com uma ótima e prática música, intitulada Roar”, na qual ela conversa com sua independência como mulher dentro de uma indústria comandada majoritariamente por homens – e que, em meio aos instrumentos convencionais, funciona em sua completude, com um espirituoso refrão.

5. THIS MOMENT

O final dos anos 2000 e o começo da década de 2010 representou um grande renascimento para as ramificações eletrônicas da pop music – como o electro-pop e o synth-pop. Nesse contexto, “This Moment” é uma faixa que merecia estar em todas as playlists daqueles que amam se divertir, principalmente pela impactante produção de Stargate Benny Blanco (que poderiam muito bem ter emprestado suas habilidades para outras entradas do álbum). A música inclusive traz referências a Lady GagaRobyn, além de ajudar na reiteração da versatilidade de Perry.

4. BY THE GRACE OF GOD

Em By The Grace of God”, a cantora retorna às suas raízes e opta por um arranjo mais contido através do piano clássico, explodindo de forma comedida, mas nunca a ofuscar sua irretocável rendição e dizer finalmente a si mesma para erguer a cabeça e acreditar em seu potencial. A belíssima mensagem só ganha mais força pelos poderosos sintetizadores e pelos naturalistas tambores antes do último respiro.

3.LEGENDARY LOVERS

Em retrospecto, a segunda música do álbum mistura inúmeros estilos que, apesar de formulaicos, são vibrantes em sua completude e alcançam uma descontruída coesão que merece atenção. Legendary Lovers” também ganha pontos por seu pré-coro, com a entrada de uma proposital unidimensionalidade tanto da voz quanto do escopo instrumental.

2. UNCONDITIONALLY

Feliz e contraditoriamente, Unconditionally” consegue usar a fórmula a seu favor e insurge como uma das melhores músicas do álbum. A poderosa construção inicia-se em um minimalismo esperado que explode inúmeras vezes com a chegada do refrão tríplice. O power pop faz uso de instrumentos novos, incluindo os tambores tribais que carregam consigo uma catártica potência. Porém, o que mais chama a atenção é a simplicidade da letra que contrasta com aquilo que Perry faz de melhor: nos levar em uma épica e epifânica jornada musical que apenas reafirma o peso de seu nome na indústria fonográfica.

1. WALKING ON AIR

Walking on Air” alcança um patamar extremamente alto que, mesmo com as entradas contemporâneas, nos arremessa de volta para o final dos anos 1980 e começo da década de 1990, com uma demarcação rítmica sedutora e que remete ao melhor do dance-pop – além de lançar referências para Whitney Houston e, de modo mais claro, à Madonna (principalmente quando cita “Erotica”)

Rebecca Ferguson fala sobre as POLÊMICAS declarações que fez sobre ex-colega que a maltratou

Nas últimas semanas, a aclamada atriz Rebecca Ferguson ganhou destaque nas manchetes ao redor do mundo após comentar sobre um ex-colega de profissão não identificado que a maltratou em um set de filmagens.

Ferguson disse que o colega era um “idiota” e revelou que essa pessoa a fez chorar, além de confirmar que o astro em questão não era nem Tom Cruise, nem Hugh Jackman (com quem trabalhou em ‘Missão Impossível’‘O Rei do Show’, respectivamente).

Não levou muito até que vários internautas começassem a especular sobre quem essa pessoa poderia ser. Em uma recente entrevista ao The Jess Cagle Show, Ferguson revelou que não estava esperando que seus comentários se transformassem em um jogo viral de adivinhação.

“Primeiramente, sim, meio que gostei do gancho”, explicou Ferguson. “Mas o que percebi mesmo com a idade que tenho agora é que isso não importa. Definitivamente, acho que sou muito mais aberta. Também sei onde estão meus limites. Mas o objetivo da entrevista não era sobre encontrar a pessoa – é claro, as pessoas ficarão interessadas. Mas fiquei entusiasmada com a pergunta, que foi uma pergunta muito boa de [Josh Smith]. Porque a questão era: existe um ponto em sua carreira em que você foi tratado de maneira que o fez mudar de decisão – foi assim que formulei para mim mesma -, onde você quer mudar, ou não vai aceitá-la? E foi um momento muito claro, para mim, trabalhar com essa pessoa.”

Ela continua: “mas eu recebi telefonemas de incríveis colegas com quem trabalhei, que disseram: ‘você sabe o que fez, certo?’. E eu pensei: ‘meu Deus. Não, não pensei’. Digo, não é minha responsabilidade, para ser honesta. Eu não me importo. Sabe: ‘você é ótimo, mas minha história é minha história – e se você é uma pessoa boa, então não se preocupe com isso'”.

Vale lembrar que o filme mais recente da atriz é Duna: Parte 2’, que continua em exibição nos cinemas nacionais.

Escrito por Frank Herbert, o romance ‘Duna‘ é uma aventura tão densa que o diretor Denis Villeneuve (‘Blade Runner 2049’) decidiu dividir sua adaptação em duas partes.

A sequência explora a jornada mítica de Paul Atreides, agora ao lado de Chani e dos Fremen, que pode levá-los até a uma guerra, se necessário for, para Paul se vingar dos conspiradores que destruíram sua família. Diante da difícil escolha entre o amor de sua vida e o destino do universo conhecido, ele dará tudo de si para evitar o futuro terrível que só ele pode prever.

A produção é baseada no livro de Frank Herbert.

O longa traz de volta Timothée Chalamet (‘Me Chame Pelo Seu Nome’) como Paul Atreides e apresenta Austin Butler (‘Elvis’) como seu novo adversário, o vilão Feyd-Rauth Harkonnen.

O elenco ainda conta com Zendaya (‘Euphoria’), Rebecca Ferguson (‘Missão: Impossível – Acerto de Contas – Parte 1’), Josh Brolin (‘Vingadores: Ultimato’), Florence Pugh (‘Viúva Negra’), Dave Bautista (‘Guardiões da Galáxia’), Christopher Walken (‘Hairspray – Em Busca da Fama’), Stephen McKinley Henderson (‘Um Limite Entre Nós’), Léa Seydoux (‘Crimes do Futuro’), Stellan Skarsgård (‘Mamma Mia!’), Charlotte Rampling (’45 Anos’) e Javier Bardem (‘Onde os Fracos Não Tem Vez’).

TERROR da Blumhouse que amargou 24% de aprovação da crítica já está disponível no streaming!

O terror ‘Imaginário: Brinquedo Diabólico‘ (Imaginary), nova produção da Blumhouse em parceria com a Lionsgate, já está disponível no catálogo do Prime Video.

O longa-metragem, que amargou 24% de aprovação no Rotten Tomatoes, foi lançado hoje, 19 de setembro, na plataforma de streaming.

Na trama, Jessica retorna para a casa de sua infância com sua família. Logo, sua filha mais jovem, Alice, começa a ficar apegada a um ursinho de pelúcia, chamado Chauncey, que ela encontra no porão. Apesar da interação parecer divertida, a situação não demora muito para se tornar sinistra. Enquanto o comportamento da Alice se torna cada vez mais preocupante, Jessica percebe que o ursinho é muito mais do que um brinquedo inocente…

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

DeWanda Wise (‘Jurassic World: Domínio’) estrela a produção.

Jeff Wadlow (‘Cry Wolf: O Jogo da Mentira’) fica responsável pela direção.

O roteiro é assinado por Wadlow, Greg Erb, Jason Oremland e Bryce McGuire.

SAG Awards 2025 acontece HOJE; Saiba onde assistir!

A cerimônia de vencedores do Screen Actors Guild Awards 2025, um dos principais termômetros para o Oscar e uma das premiações mais cobiçadas do ano, acontece hoje, 23 de fevereiro.

O evento será exibido pela Netflix a partir das 21h (horário de Brasília), com a transmissão do tapete vermelho. A cerimônia oficial começa às 22h.

Kristen Bell retorna como anfitriã após ter apresentado a premiação em 2018.

Relembre a lista de indicados:

Melhor Elenco em Filme
UM COMPLETO DESCONHECIDO
ANORA
CONCLAVE
EMILIA PÉREZ
WICKED

Melhor Ator em Filme
ADRIEN BRODY / László Tóth – “O BRUTALISTA”
TIMOTHÉE CHALAMET / Bob Dylan – “UM COMPLETO DESCONHECIDO”
DANIEL CRAIG / William Lee – “QUEER”
COLMAN DOMINGO / Divine G – “SING SING”
RALPH FIENNES / Lawrence – “CONCLAVE”

Melhor Atriz em Filme
PAMELA ANDERSON / Shelly – “THE LAST SHOWGIRL”
CYNTHIA ERIVO / Elphaba – “WICKED”
KARLA SOFÍA GASCÓN / Emilia/Manitas – “EMILIA PÉREZ”
MIKEY MADISON / Ani – “ANORA”
DEMI MOORE / Elisabeth – “A SUBSTÂNCIA”

Melhor Ator Coadjuvante em Filme
JONATHAN BAILEY / Fiyero – “WICKED”
YURA BORISOV / Igor – “ANORA”
KIERAN CULKIN / Benji Kaplan – “A VERDADEIRA DOR”
EDWARD NORTON / Pete Seeger – “UM COMPLETO DESCONHECIDO”
JEREMY STRONG / Roy Cohn – “O APRENDIZ”

Melhor Atriz Coadjuvante em Filme
MONICA BARBARO / Joan Baez – “UM COMPLETO DESCONHECIDO”
JAMIE LEE CURTIS / Annette – “THE LAST SHOWGIRL”
DANIELLE DEADWYLER / Berniece – “PIANO DE FAMÍLIA”
ARIANA GRANDE / Galinda/Glinda – “WICKED”
ZOE SALDAÑA / Rita – “EMILIA PÉREZ”

Melhor Elenco em Série de Comédia
ABBOTT ELEMENTARY
O URSO
HACKS
ONLY MURDERS IN THE BUILDING
FALANDO A REAL

Melhor Atriz em Série de Comédia
KRISTEN BELL / Joanne – “NINGUÉM QUER”
QUINTA BRUNSON / Janine Teagues – “ABBOTT ELEMENTARY”
LIZA COLÓN-ZAYAS / Tina – “O URSO”
AYO EDEBIRI / Sydney Adamu – “O URSO”
JEAN SMART / Deborah Vance – “HACKS”

Melhor Ator em Série de Comédia
ADAM BRODY / Noah Roklov – “NINGUÉM QUER”
TED DANSON / Charles Nieuwendyk – “UM ESPIÃO INFILTRADO”
HARRISON FORD / Paul – “FALANDO A REAL”
MARTIN SHORT / Oliver Putnam – “ONLY MURDERS IN THE BUILDING”
JEREMY ALLEN WHITE / Carmen “Carmy” Berzatto – “O URSO”

Melhor Elenco em Série de Drama
BRIDGERTON
O DIA DO CHACAL
A DIPLOMATA
XÓGUM: A GLORIOSA SAGA DO JAPÃO
SLOW HORSES

Melhor Ator em Série de Drama
TADANOBU ASANO / Kashigi Yabushige – “XÓGUM: A GLORIOSA SAGA DO JAPÃO”
JEFF BRIDGES / Dan Chase – “THE OLD MAN”
GARY OLDMAN / Jackson Lamb – “SLOW HORSES”
EDDIE REDMAYNE / The Jackal – “O DIA DO CHACAL”
HIROYUKI SANADA / Yoshii Toranaga – “XÓGUM: A GLORIOSA SAGA DO JAPÃO”

Melhor Atriz em Série de Drama
KATHY BATES / Madeline Matlock – “MATLOCK”
NICOLA COUGHLAN / Penelope Featherington – “BRIDGERTON”
ALLISON JANNEY / Vice President Grace Penn – “A DIPLOMATA”
KERI RUSSELL / Kate Wyler – “A DIPLOMATA”
ANNA SAWAI / Toda Mariko – “XÓGUM: A GLORIOSA SAGA DO JAPÃO”

Melhor Atriz em Minissérie ou Filme para a Televisão
KATHY BATES / Edith Wilson – “THE GREAT LILLIAN HALL”
CATE BLANCHETT / Catherine Ravenscroft – “DISCLAIMER”
JODIE FOSTER / Det. Elizabeth Danvers – “TRUE DETECTIVE: TERRA NOTURNA”
LILY GLADSTONE / Cam Bentland – “DEBAIXO DA PONTA”
JESSICA GUNNING / Martha – “BEBÊ RENA”
CRISTIN MILIOTI / Sofia Falcone – “PINGUIM”

Melhor Ator em Minissérie ou Filme para a Televisão
JAVIER BARDEM / Jose Menendez – “MONSTROS: IRMÃOS MENENDEZ”
COLIN FARRELL / Oz Cobb – “PINGUIM”
RICHARD GADD / Donny – “BEBÊ RENA”
KEVIN KLINE / Stephen Brigstocke – “DISCLAIMER”
ANDREW SCOTT / Tom Ripley – “RIPLEY”

Melhor Elenco de Dublês em Filme
DEADPOOL & WOLVERINE
DUNA: PARTE 2
O DUBLÊ
GLADIADOR II
WICKED

‘Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita’ escala SEIS novos membros ao elenco do prelúdio

Lionsgate escalou seis novos nomes ao elenco de Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita’, prelúdio da icônica saga distópica criada por Suzanne Collins.

Sky FrancesTatyana MuzondoAlina ReidSalimou ThiamJohn DoebleKaine Buffonge foram escalados como Maritte, Ringina, Kerna, Clayton, Buck e Hull, respectivamente – tributos selecionados para o 50º Jogos Vorazes, também conhecido como Segundo Massacre Quaternário.

O grupo se junta aos previamente confirmados Jhaleil Swaby, Laura Marcus, Percy Daggs IV e Rada Rae, que darão vida aos tributos Panache, Silka, Ampert e Wellie.

O elenco ainda conta com Joseph Zada (Haynith Abernathy), Whitney Peak (Lenore Dove Baird), Mckenna Grace (Maysilee Donner), Jesse Plemons (Plutarch Heavensbee), Kelvin Harrison Jr. (Beetee), Maya Hawke (Wiress), Lili Taylor (Mags), Ben Wang (Wyatt Callow), Ralph Fiennes (Presidente Snow), Elle Fanning (Effie Trinket), Kieran Culkin (Caesar Flickerman), Billy Porter (Magno Stift) e Glenn Close (Drusilla Sickle).

A trama se passa vinte e quatro anos antes do primeiro capítulo da saga de Katniss Everdeen, “começando na manhã da colheita da 50ª edição dos Jogos Vorazes, também conhecida como o Segundo Massacre Quaternário”.

Para aqueles que não se recordam, a 50ª edição escalou 48 tributos dos Distritos para competirem nos Jogos Vorazes, em vez dos costumeiros vinte e quatro. Haymitch Abernathy (um dos mentores de Katniss e de Peeta Mellark no arco original) foi o vencedor.

O filme chega aos cinemas em 20 de novembro de 2026.

Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita, nos cinemas 2026.

O filme mais recente foi Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’ (que arrecadou US$340 milhões ao redor do mundo e teve críticas bastante positivas).

Crítica com Spoilers | Episódio final de ‘IT: Bem-Vindos a Derry’ aposta no fabulesco e prepara terreno para a 2ª temporada

Cuidado: muitos spoilers à frente.

Andy Muschietti parece ter encontrado uma mina de ouro após ter encabeçado a mais recente adaptação de ‘IT: A Coisa’, de Stephen King. Depois de ter lançado dois ótimos longas-metragens que se tornaram sucessos de crítica e de público – ainda que a parte dois tenha seus críticos mais contundentes -, o realizador resolveu expandir a mitologia do mestre do horror para uma série pré-sequência intitulada ‘IT: Bem-Vindos a Derry’, nos levando para o início dos anos 1960 e explorando as origens da temível entidade conhecida como Pennywise.

E, desde sua estreia no final de outubro, o spin-off mostrou não apenas manter a qualidade da duologia cinematográfica, mas um desejo de superar o projeto original com mais ousadia e muito mais sangue do que poderíamos imaginar. Através de oito capítulos sólidos e sem medo de se arriscar para expandir esse icônico universo do terror, a produção encabeçada por Muschietti chegou ao fim recentemente com uma conclusão que não só amarra as pontas soltas das múltiplas tramas exploradas, como prepara terreno para uma 2ª temporada que promete ser tão incrível quanto a primeira.

Para aqueles que não se recordam, a semana anterior colocou a cidade de Derry em xeque total com a própria sobrevivência quando a horda de militares liderada por Francis Shaw (James Remar) retirou um dos pilares que mantinha Pennywise em seu cativeiro, abrindo as portas para que a demoníaca criatura subjugasse o mundo a seu bel-prazer. Porém, as coisas não saíram como o planejado: a entidade foi acordada de sua hibernação, lançando-a a uma sedenta busca por almas e corpos para se alimentar, atacando Will (Blake Cameron), os estudantes locais e qualquer um que se colocasse em seu caminho.

Não demora muito até que Marge (Matilda Lawler), Lilly (Clara Stack) e Ronnie (Amanda Christine) se tornassem o último fio de esperança para impedir que Pennywise desse continuidade a seu maligno plano, munindo-se da mística adaga para impedi-lo. Enfrentando demônios interiores e o poder inimaginável do objeto, elas eventualmente encontram a trilha de corpos flutuantes que acompanha a criatura em suas andanças pelo caos e pela destruição – reunindo-se com Leroy (Jovan Adepo), Charlotte (Taylour Paige), Hank (Stephen Rider), Hallorann (Chris Chalk) e Rose (Kimberly Guerrero) e enfrentando a ação invasiva e inconsequente dos militares, que ainda tentam controlar a Coisa.

Seguindo os passos de incontáveis histórias fabulescas, o capítulo de encerramento se encerra com um toque simultâneo de melancolia e esperança, da mesma maneira que Muschietti trabalhou no primeiro capítulo da duologia fílmica. Em outras palavras, nossos heróis-mirins conseguem colocar Pennywise de volta em seu cárcere, obrigando-o a hibernar por 27 anos antes de atacar novamente – período em que ‘IT: A Coisa’ se passa. Entretanto, a momentânea derrota da entidade é precedida por uma revelação interessante e que rema contra o que esperávamos de um season finale: enquanto enfrentam a entidade, Marge é isolada pela entidade, que lhe afirma que sua mera existência será o início de seu fim – visto que a jovem será mãe de Richie Tozier, um dos membros do Clube dos Otários responsável por destruí-la.

Pouco depois, Marge se reúne com Lilly para lhe dizer que, talvez, Pennywise exista fora da cronologia como a conhecemos, exilada em um confinamento de tempo e espaço que foge do comum e que o permite ver passado, presente e futuro – com uma provável habilidade de viajar entre épocas. É com esse breve diálogo que Muschietti e Jason Fuchs, este responsável pelo roteiro, já nos dão o tom da próxima temporada, supostamente nos levando ainda mais no passado para uma investida da impiedosa criatura em interromper sua inescapável ruína – apostando fichas em uma relação intergeracional que têm muitos frutos a serem colhidos.

O diretor resolve nos colocar em um panorama inóspito, marcado por uma densa névoa que logo se transforma em uma turbulenta tempestade de neve, construindo uma atmosfera derradeira e que antecipa o enfrentamento final dos nossos protagonistas contra a Coisa. Isolados ou reunidos, a decisão de colocar tantos núcleos diferentes em um mesmo ponto de convergência serve para reiterar o poder cósmico e divino de Pennywise, transformando-o em uma figura mítica que, como todas as outras, é brevemente contida, e não derrotada. Garantindo-nos um aprazível espetáculo performático, Muschietti se vale do talento do elenco para finalizar a temporada de estreia com chave de ouro.

‘IT: Bem-Vindos a Derry’ chega ao fim com um sólido e memorável finale, abraçando algumas fórmulas do gênero sem se deixar levar pelos convencionalismos em excesso – ao mesmo tempo que explora aspectos diferentes para assegurar uma experiência completa ao público e deixá-lo ansioso para o que o futuro aguarda.

Ao som de Blondie, Milly Alcock quebra TUDO no comercial inédito de ‘Supergirl’; Confira!

Supergirl‘, novo longa do DCU derivado de ‘Superman’, ganhou um teaser inédito ao som de “Call Me”, da popular banda de rock Blondie, trazendo a heroína interpretada por Milly Alcock em ação.

O longa chega aos cinemas brasileiros em 25 de junho.

Confira:

O filme terá 1 hora e 50 minutos de duração, já incluindo os créditos finais.

Para efeito de comparação, a produção será mais curta que ‘Superman’, responsável por abrir as portas do novo universo compartilhado da DC, com 2 horas e 9 minutos de duração.

Questionado sobre a presença de cenas pós-créditos, tradição comum no gênero de super-heróis, o diretor Craig Gillespie preferiu manter o mistério: “Não posso falar sobre isso, desculpe”.

Estrelando Alcock no papel da “Mulher do Amanhã”, o filme promete uma abordagem distinta e ambiciosa para uma das personagens mais poderosas da editora, servindo como uma peça fundamental para a expansão da cronologia liderada por James Gunn.

Rio de Janeiro receberá Milly Alcock para a turnê global de ‘Supergirl’

A direção ficará por conta de Craig Gillespie, conhecido por seu trabalho em ‘Cruella’ e ‘Eu, Tonya’. O roteiro é assinado por Ana Nogueira.

Diferente de uma prática comum em Hollywood, na qual novos atores costumam buscar conselhos com quem já viveu o papel, Alcock revelou ao ComicBookMovie que optou por não procurar Benoist, que interpretou a heroína por seis temporadas na televisão, nem Calle, que deu vida à kryptoniana no filme ‘The Flash’ e nem Laura Vandervoort, que interpretou a heroína em ‘Smallville: As Aventuras do Superboy’.

“São apenas pessoas vivendo suas vidas. Não é como se tivéssemos um laço de sangue”, afirmou a atriz, de forma direta.

Apesar disso, as intérpretes anteriores demonstraram apoio à nova Supergirl. Na época, Benoist declarou: “Eu acredito que todas as interpretações da personagem são valiosas pelo que ela representa. Supergirl, como entidade, é icônica por um motivo e tem sido desde os anos 50. Pessoalmente, acho que cada versão dela é importante para que jovens possam se ver representadas”.

Vandervoort, que interpretou a heroína na série Smallville, também se manifestou nas redes sociais: “Enquanto celebramos a escalação de Milly Alcock como a nova Supergirl, achei apropriado compartilhar algumas artes de fãs que remetem ao meu tempo com esse ‘manto’. Obrigada por isso”.

Por sua vez, Calle também apoiou Alcock, afirmando: “Divirta-se muito. Você parece incrível, adorei isso. Arrase completamente”.

O elenco também conta com Eve Ridley (‘Ruthye’), Matthias Schoenaerts (‘Krem’), David Krumholtz (‘Zor-El’) e Emily Beecham (‘Alura In-Ze’).

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‘Vingadores: Ultimato’: Diretores deixaram o elenco improvisar na cena da morte de [SPOILER]

Ao participar da turnê de imprensa para promover ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’, Tom Holland revelou que os diretores de ‘Vingadores: Ultimato’, Anthony e Joe Russo, deram total liberdade de improviso ao elenco após o estalo que tirou a vida de Tony Stark, o que deixou a cena completamente natural.

“Foi interessante porque, quando filmamos essa cena com Robert, não havia roteiro de verdade”, disse ele ao canal PINKVILLA. “Eram apenas Kevin Feige, os irmãos Russo, eu, Robert Downey Jr., Gwyneth Paltrow e Don Cheadle. Eles meio que nos trouxeram para o set e disseram o que ia acontecer e então nós meio que improvisamos, se me lembro corretamente.”

Foi Downey quem teve a ideia de não dizer uma palavra durante seus últimos momentos. O ator já é conhecido por trazer suas habilidades de improviso durante suas performances e até ajudou a reescrever boa parte do primeiro filme do ‘Homem de Ferro‘.

‘Vingadores: Ultimato’ continua em exibição nos cinemas nacionais!

 

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

‘Hawaii Five-0’: Chuck Norris fará participação especial no último episódio da série

De acordo com o TV Line, Chuck Norris fará uma participação especial no último episódio da 10ª temporada de ‘Hawaii Five-0‘.

Norris dará vida a Lee Phillips, um oficial da aposentado da Marinha que tentará ajudar um de seus antigos protegidos da infantaria a se esconder das autoridades e proteger seu anonimato.

A participação de Norris é um marco na TV, já que o veterano estava afastado da carreira desde que participou de ‘Os Goldbergs‘, em 2015, e ‘Os Mercenários 2′, em 2012.

O episódio também trará de volta vários astros convidados, incluindo James Marsters (como Victor Hesse), William Sadler (como John McGarrett) e Mark Dacascos (como Wo Fat).

Lembrando que o desfecho da produção irá ao ar no dia 03 de abril, e terá duas horas de duração.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o astro Alex O’Loughlin nos contou qual seria o desfecho ideal para o protagonista Steve McGarrett.

Assista:

A série foi criada por Peter M. Lenkov, Alex Kurtzman e Roberto Orci, o programa é um reboot da série lançada lançada em 1968.

A trama segue uma unidade policial de elite montada para combater o crime no estado do Hawaii.

O elenco inclui Alex O’Loughlin, Scott Caan, Ian Anthony Dale, Meaghan Rath, Jorge Garcia, Beulah Koale, Katrina Law, Taylor Wily, Dennis Chun, Kimee Balmilero e Chi McBride.

‘Crônicas de Natal: Parte Dois’ está conquistando os assinantes da Netflix; Confira as reações!

Crônicas de Natal: Parte Dois’ já está disponível no catálogo da Netflix e os assinantes da plataforma não perderam tempo em conferir a sequência do adorado filme de 2018.

Dirigida e produzida por Chris Columbus (‘Esqueceram de Mim‘), a continuação traz de volta Kurt Russell como o Papai Noel, espalhando o espírito natalino em uma nova aventura ao lado de seus ajudantes Teddy (Judah Lewis) e Kate Pierce (Darby Camp).

Nas redes sociais, internautas de todas as idades estão rindo e chorando com a produção após uma longa espera pela estreia.

Confira as reações:

 

 

 

 

 

Assista ao trailer:

Já faz dois anos desde que os irmãos Kate (Darby Camp) e Teddy Pierce (Judah Lewis) salvaram o Natal – e muito mudou. Kate, agora uma adolescente cínica, está relutantemente passando os feriados natalinos em Cancún com o novo namorado de sua mãe e seu filho, Jack (Jahzir Bruno). Indisposta a aceitar essa nova versão da família, Kate decide fugir. Mas quando um encrenqueiro misterioso e mágico chamado Belsnickel ameaça destruir o Polo Norte e acabar com o Natal de uma vez por todas, Kate e Jack são arrastados para uma nova aventura com Papai Noel (Russell).

A sequência também conta com o retorno Goldie Hawn, Kimberly Williams Paisley, além dos novatos Julian Dennison e Jahzir Bruno.

Crítica | Crônicas de Natal – Kurt Russell é o Papai Noel que precisávamos

Novos filmes de terror da Blumhouse para a Amazon Prime ganham data de estreia e sinopse

Há alguns meses, a Amazon Prime Video anunciou a lista de seus próximos quatro filmes de terror em parceria com a Blumhouse Television, intitulada Welcome to the Blumhouse.

O streaming anunciou a data de estreia de cada um deles, junto com o lançamento de um pôster macabro e enigmático.

Confira abaixo:

01 de outubro de 2021

‘Black as Night’: Dirigido por Maritte Lee Go e escrito por Sherman Payne, o longa é estrelado por Asjha Cooper, Fabrizio Guido, Craig Tate, Keith David, Mason Beauchamp, Abbie Gayle e Frankie Smith.

Sinopse: Uma adolescente com problemas de autoestima encontra confiança da maneira mais improvável: passando o verão lutando contra vampiros que se aproveitam dos desprivilegiados de Nova Orleans com a ajuda de seu melhor amigo, do garoto que ela sempre desejou e de uma peculiar garota rica.

Bingo’: Dirigido Gigi Saul Guerrero e escrito em parceria com Shane McKenzie e Perry Blackshear.

Sinopse: O longa é ambientado no bairro de Oak Springs, onde vive um grupo forte e teimoso de amigos idosos que se recusam que o lugar seja gentrificado. Sua líder, Lupita, os mantém unidos como uma família. Porém, pouco sabiam eles que a amada sala de bingo está prestes a ser vendida a uma força muito mais poderosa do que o próprio dinheiro.

08 de outubro de 2021

The Manor: Escrito e dirigido por Axelle Carolyn, o longa é estrelado por Barbara Hershey, Bruce Davison, Nicholas Alexander, Jill Larsen, Fran Bennett e Katie Amanda Keane.

Sinopse: Depois de sofrer um derrame, Judith Albright se muda para uma casa de repouso histórica, onde começa a suspeitar que algo sobrenatural está atacando os residentes. Para escapar, ela precisará convencer todos ao seu redor de que, afinal, ela não pertence àquele lugar.

‘Madres’: Dirigido pelo estreante Ryan Zaragoza e escrito por Marcella Ochoa e Mario Miscione, o longa é estrelado por Tenoch Huerta, Ariana Guerra, Evelyn Gonzalez, Kerry Cahill e Elpidia Carrillo.

Sinopse: Um casal mexicano-americano que espera seu primeiro filho se muda para uma comunidade agrícola migrante na Califórnia dos anos 1970. Quando a esposa começa a sentir sintomas estranhos e visões aterrorizantes, ela tenta identificar se isso está relacionado a uma maldição lendária ou algo mais nefasto.

Lembrando que Welcome to the Blumhouse dá continuidade ao legado de uma narrativa de gênero original e de alta qualidade, que é a assinatura da Blumhouse. Centrados em temas perturbadores de horrores institucionais e fobias pessoais, os filmes exploram os medos mais profundos das pessoas. Esses thrillers sociais apresentam uma visão distinta e uma perspectiva única.

‘O Livro de Boba Fett’: Imagens dos bastidores mostram Mark Hamill como Luke Skywalker; Confira!

Assim como na 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘, Mark Hamill voltou a interpretar Luke Skywalker em ‘O Livro de Boba Fett‘.

O veterano foi rejuvenescido digitalmente com ajuda dos artistas visuais da Lucasfilm e do dublê Graham Hamilton.

E, para comemorar o dia mundial de ‘Star Wars‘, que acontece hoje, 04 de maio, o estúdio divulgou imagens dos bastidores mostrando Hamill ao lado de Grogu e Ahsoka Tano (Rosario Dawson).

Confira:

Lembrando que todos os episódios de ‘O Livro de Boba Fett‘ estão disponíveis na Disney+. 

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A série também explora o domínio de Fett no submundo do crime depois de assassinar Bib Fortuna (Matthew Wood) e assumir o comando de Tatooine.

Fortuna era o leal servo de Jabba, o Hutt, e tomou o posto após a morte do chefe em ‘O Retorno de Jedi‘.

“‘The Book of Boba Fett‘, uma nova série original, estrelada por Temuera Morrison e Ming-Na Wen, com produção executiva de Jon Favreau, Dave Filoni e Robert Rodriguez, ambientada na mesma linha do tempo de ‘O Mandaloriano‘. A estreia acontece na Disney+ em 2021.” 

‘Stranger Things’: Finn Wolfhard explica por que a série PRECISA acabar na 5ª temporada

No ano passado, foi revelado que a 5ª temporada de ‘Stranger Things será a última.

Enquanto os criadores de Ross e Matt Duffer trabalham no roteiro, os fãs estão se preparando psicologicamente para se despedirem da atração.

Durante uma entrevista para a Uproxx, Finn Wolfhard, intérprete de Mike, tocou no assunto e disse que também não está preparado para dizer adeus.

No entanto, ele explicou porque a série precisa terminar na próxima temporada.

“Não estou pronto para me despedir, mas estou muito animado para começar a trabalhar nisso porque depois que terminei de assistir a 4ª temporada eu estava tipo: ‘Droga, precisamos voltar e filmar agora’. Eu só quero acabar com isso, mas é porque eu quero saber o que acontece. Estou definitivamente triste, mas também sei que é um capítulo da vida de todos que chega para todos.”

Ele continuou:

“Além disso, para mim, se ‘Stranger Things‘ durasse mais do que cinco temporadas, eu diria que seria ridículo. Acho que os irmãos Duffer descobriram, imagino, um final perfeito. A 4ª temporada foi enorme em escala, mas acho que gostaria de ver a 5ª resgatar a dinâmica da 1ª e meio que ser um pouco mais contida, sem deixar de ser grandiosa. Espero que consigamos um final adequado para cada personagem e que seja bastante satisfatório para os fãs.”

Até lá, vale lembrar que todas as quatro temporadas continuam disponíveis na Netflix.

Seis meses depois da batalha de Starcourt, que deixou um rastro de terror e destruição em Hawkins, o grupo de amigos se separa pela primeira vez – enquanto passam por um período turbulento na escola, o que dificulta ainda mais as coisas. Nesse momento vulnerável, surge uma ameaça sobrenatural ainda mais terrível, trazendo um grande mistério que pode ser a chave para acabar com os horrores do Mundo Invertido.

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

 

‘Liga da Justiça Mortal’: Equipe se reúne em BELÍSSIMO cartaz feito por fã; Confira!

Muito antes de Zack Snyder trazer a principal equipe de super-heróis da DC para a tela grande, George Miller (‘Mad Max – Estrada da Fúria’) estava desenvolvendo ‘Liga da Justiça: Mortal‘ no final dos anos 2000.

Ao longo dos anos, apenas alguns trechos foram revelados sobre a trama, que traria D.J. Cotrona como Superman, Megan Gale como Mulher-Maravilha, Adam Brody como Flash, Armie Hammer como Batman, Common como Lanterna Verde, Hugh Keays-Byrne como Caçador de Marte e Santiago Cabrera como Aquaman.

Pensando nisso, uma página do Instagram compartilhou um belo fan pôster imaginando os astros reunidos, e o resultado ficou simplesmente incrível!

Confira:

O elenco de apoio traria Teresa Palmer como Talia al Ghul, Zoe Kazan como Iris Allen e Jay Baruchel como Maxwell Lord.

De acordo com o Screen Rant, o cineasta Ryan Unicomb está preparando um documentário que vai explorar os bastidores do filme.

Intitulado ‘Sete Amigos: Liga da Justiça‘, o projeto será iniciado no final deste ano através de uma parceria entre Unicomb e a Purryburry Productions.

Foi dito que o documentário irá contar ‘a ascensão e a queda’ do filme, desde as ideias iniciais até a decisão de encerrar as gravações em 2008 por conta da greve dos roteiristas.

Diversos detalhes sobre a adaptação já foram divulgados online, inclusive artes conceituais, imagens oficiais, e entrevistas com o elenco, mas o enredo permanece sendo um mistério.

Ao anunciar o documentário, Unicomb disse:

“Depois de conversar com o elenco e a equipe nos últimos 5 anos, estamos confiantes de que temos um projeto maravilhoso para entregar aos fãs e aficionados por cultura pop em todo o mundo. Já tentamos levar a ideia adiante em 2015, mas um novo filme da ‘Liga da Justiça‘ estava nos planos da Warner Bros… Agora parece o momento certo de trabalharmos no documentário. O público vai se surpreender com a história e com os verdadeiros motivos que levaram ao fracasso da ideia.”

Por enquanto, ainda não previsão de estreia, mas novos detalhes devem ser divulgados assim que a produção for iniciada.

Em seu perfil do Twitter, Unicomb já havia publicado algumas artes conceituais revelando as variações dos trajes do Batman.

Na legenda, ele escreveu:

“O traje era uma mistura de kevlar e cota de malha com um tipo de exoesqueleto robótico debaixo dos braços, pernas e costas, projetado para ajudar Bruce a combater o crime, mesmo quando seu corpo estivesse quebrado. A tinta refletora nos olhos e no peito captaria toda a luz disponível, aumentando sua figura intimidadora na escuridão. Um estofamento grosso ao redor do pescoço garantiria que nenhum golpe no pescoço ou na garganta o incapacitasse durante a batalha. Este foi um conceito que nunca passou desse ‘estágio de descoberta’ inicial durante o desenvolvimento.”

Confira:

‘Outer Banks’: 4ª temporada ganha previsão de estreia; Confira o vídeo!

Em junho, foi revelado que as gravações da 4ª temporada da adorada série Outer Banks haviam chegado ao fim.

E agora a Netflix divulgou um vídeo anunciando que os novos episódios vão estrear no outono norte-americano, que acontece entre setembro e dezembro.

No entanto, ainda não há uma data específica para o lançamento.

De qualquer forma, o vídeo já foi o bastante para matar a saudade dos fãs.

Confira:

Lembrando que J. Anthony CranePollyanna McIntoshBrianna BrownRigo Sanchez Mia Challis farão parte da próxima leva de capítulos.

Mais detalhes não foram revelados.

 

Jonas Pate, Josh Pate e Shanon Burke retornam como showrunners e produtores executivos.

A história gira em torno de um grupo de adolescentes que mora na praia de Outer Banks, Carolina do Norte. Quando um furacão destrói a vontade de viver o verão, dá origem a uma série de eventos ilícitos que força os amigos a mudar completamente suas vidas. A busca pelo pai perdido do líder do grupo, romances proibidos, uma caça ao tesouro conturbada e o conflito crescente entre eles e seus rivais transforma o verão em uma aventura que nunca vão esquecer.

Chase StokesRudy PankowJonathan DavissMadison BaileyMadelyn ClineCharles EstenAustin NorthDrew Starkey estrelam.

Famílias das vítimas CRITICAM indicações de ‘Dahmer: Um Canibal Americano’ ao Emmy 2023

A série ‘Dahmer: Um Canibal Americano‘ se tornou rapidamente um dos maiores sucessos recentes da Netflix, garantindo a renovação para a segunda temporada da antologia.

No entanto, as 13 indicações da série ao Emmy 2023 não foram bem recebidas pelos familiares das vítimas do serial killer Jeffrey Dahmer.

Thomas Jacobson, representante das famílias das vítimas, fez uma declaração ao The Wrap criticando as indicações. Segundo ele, ao celebrar e recompensar representações de crimes reais como esse, há o risco de normalizar as ações de indivíduos como Dahmer, potencialmente dessensibilizando o público para as consequências reais da violência.

“Ao capitalizar o sofrimento e a dor das vítimas, esse programa priorizou o lucro e o entretenimento em detrimento do bem-estar emocional e da privacidade dos entes queridos das vítimas”, disse Jacobson.

Jacobson representou várias das famílias durante um julgamento em 1992, no qual Dahmer foi condenado e recebeu 15 sentenças de prisão perpétua.

Ele prosseguiu dizendo que premiar programas como esse não contribui para melhorar a sociedade e criticou a Netflix por priorizar o lucro em detrimento da compaixão.

“É essencial questionar se premiar programas como a série sobre Dahmer está alinhado com o objetivo mais amplo de fomentar uma sociedade mais pacífica e compassiva”, afirmou. “Ao capitalizar o sofrimento e a dor dos outros, esse programa priorizou o lucro e o entretenimento em detrimento do bem-estar emocional e da privacidade dos entes queridos das vítimas”.

Quando se trata de outras dramatizações de crimes reais, Jacobson sugeriu que a Netflix deve se esforçar para trabalhar com as pessoas realmente envolvidas.

Ele acrescentou: “Colaboração com as famílias das vítimas, compensação, proporcionar uma plataforma para compartilhar suas experiências e perspectivas, e aviso prévio são algumas sugestões”.

Lembrando que a produção já foi renovada para mais duas temporadas.

A produção traz Evan Peters (‘Mare of Easttown’) como o serial killer Jeffrey Dahmer, também conhecido como ‘O Canibal de Milwaukee’, responsável pelo assassinato de 17 vítimas entre 1978 e 1991.

Relembre o trailer:

A produção conta a história do serial killer Jeffrey Dahmer, que matou e desmembrou dezessete homens entre 1978 e 1991.

A série, composta por dez episódios, mostra um olhar aprofundado no assassino mais notório da América, contado através do ponto de vista das vítimas de Dahmer. Além disso, a produção irá expor a incompetência policial no caso que permitiu o assassino a continuar matando.

O elenco ainda conta com Niecy NashPenelope Ann Miller, Shaun J. BrownColin Ford Richard Jenkins.

Recentemente, Jeffrey Dahmer foi interpretado por Ross Lynch (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) no filme ‘O Despertar de um Assassino‘. Anteriormente, Jeremy Renner (‘Gavião Arqueiro’) havia assumido o papel em ‘Dahmer – Mente Assassina‘, de 2002.