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‘As Garotas do Ônibus: Jornalistas de Campanha’: Série com Melissa Benoist já está disponível na Max!

‘As Garotas do Ônibus: Jornalistas de Campanha’, série baseada no livro ‘Boys on the Bus‘, de Tim Crouse, já está disponível no catálogo da Max.

A produção foi lançada na plataforma de streaming hoje, 14 de março.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A trama segue Sadie McCarthy (Melissa Benoist), uma jornalista que deixou sua vida de lado para ter a chance de cobrir a campanha presidencial para um jornal. Eventualmente, ela faz amizade com outras três competidoras, Grace (Carla Gugino), Lola (Natasha Behnam) e Kimberlyn (Christina Elmore). Apesar de suas diferenças, as mulheres se tornam uma família com cadeiras na primeira fila do maior evento dramático da cidade: a batalha pela Casa Branca.

O elenco ainda contará com Brandon Scott, Griffin Dunne, Leslie Fray, PJ Sosko, Becky Ann Baker, Kyle Vincent Terry, Tala Ashe e Richard Bekins.

A série foi criada por Amy Chozick e Julie Plec (‘The Originals’).

Rina Mimoun (‘Superman & Lois’) servirá como showrunner.

Grant Morrison REBATE alegações de Zack Snyder sobre o Batman matar

O autor Grant Morrison, conhecido por seu trabalho nos quadrinhos do Homem-Morcego, contestou as afirmações do diretor Zack Snyder sobre a regra de “não matar” do Batman.

Lembrando que em entrevista ao podcast de Joe Regan, Snyder defendeu sua visão de um Batman que mata, argumentando que histórias que não colocam o herói em situações extremas o tornam irrelevante.

Segundo a Screen Rant, Morrison discorda veementemente, argumentando que a recusa do Batman em matar é um elemento crucial para o personagem: “Estava lendo como o diretor de cinema Zack Snyder pensa que o Batman deveria matar como parte da missão autoimposta do personagem para deter o crime. Se Batman matasse seus inimigos, ele seria o Coringa, e o Comissário Gordon teria que prendê-lo! O fato de que Batman se coloca em perigo todas as noites, mas firmemente se recusa a cometer assassinatos é um elemento essencial da magnífica, horrenda, psicose infantil do personagem.”

Para Morrison, a recusa em matar define o Batman: “De certa forma, Bruce Wayne nunca realmente superou esse estado ‘infantil’, preso para sempre como o menino que perdeu os pais na Rua do Crime. Isso é algo fundamental para sua grandeza como herói de aventura fictício! Isso não é óbvio? A linha que Bruce Wayne traça é uma delimitação clara entre ele e seus vilões, e se Batman algum dia a cruzasse, não haveria diferença entre eles.”

Lembrando que Liga da Justiça de Zack Snyder recebeu 72% de aprovação dos críticos e 93% de aprovação do público.

O longa está disponível no Max.

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Determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de um ameaça de proporções catastróficas. A tarefa se mostra mais difícil do que Bruce imaginava, pois cada um dos recrutas deve enfrentar seus próprios demônios do passado antes que possam finalmente formar uma liga de heróis sem precedentes. Porém, pode ser tarde demais para Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e Flash (Ezra Miller) salvarem o planeta dos vilões Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e seus planos malignos.

‘Drácula: A Última Viagem do Deméter’: TERROR já está disponível no Prime Video!

O terror Drácula: A Última Viagem do Deméter, inspirado livremente no clássico ‘Drácula’, de Bram Stoker, já está disponível no catálogo do Prime Video.

O longa-metragem foi lançado na plataforma de streaming nesta próxima hoje, 14 de março.

O filme conta a história de um navio mercador chamado Demeter, que foi designado para levar uma carga privada (cinquenta estacas de madeira não marcadas) dos Cárpatos para Londres. Eventos estranhos caem sobre a tripulação conforme tentam sobreviver à viagem, perseguidos todas as noites por uma presença impetuosa a bordo. Quando o Demeter finalmente atraca na Inglaterra, não há qualquer sinal da tripulação.

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Em uma recente entrevista ao SYFY WIRE, o produtor Brad Fischer comentou sobre a possibilidade da produção ganhar uma sequência.

Ele revelou que não há planos para continuar a narrativa, mas garantiu que novas histórias envolvendo o icônico vampiro continuarão a serem lançadas nas telonas.

“Nós tivemos dois filmes sobre o Drácula neste ano, então, claramente, há muita imaginação por aí – sobre a direção criativa que podemos levar o personagem e sua história. [O remake] de ‘Nosferatu’, dirigido por Robert Eggers, também será lançado no próximo ano.”

Ele completa, “Nós não chegamos a discutir sobre uma sequência de Deméter, especificamente sobre continuar a jornada do Clemens. No entanto, o Drácula é um personagem muito épico. Tenho certeza que novas adaptações inspiradas no vampiro continuarão a serem lançadas nos cinemas.”

Além de ter dividido a opinião dos críticos – com apenas 48% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o longa fracassou nas bilheterias, arrecadando apenas US$ 21.7 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 45 milhões.

André Øvredal, de ‘A Autópsia‘ e ‘Histórias Assustadoras para Contar no Escuro‘, fica responsável pela direção.

Corey HawkinsAisling FranciosiLiam CunninghamDavid DastmalchianJon Jon BrionesStefan KapicicNikolai NikolaeffJavier Botet estrelam.

Michael Culver, de ‘Star wars: O Império Contra-Ataca’, morre aos 85 anos

Mais conhecido entre os fãs de Star Wars por seu papel como Capitão Needa em ‘O Império Contra-Ataca’, o ator Michael Culver faleceu aos 85 anos.

Culver faleceu no dia 27 de fevereiro, mas só agora a Alliance Agents, que representava sua carreira, divulgou a notícia.

Até o momento, a causa da morte não foi revelada.

“Estamos muito tristes em confirmar o falecimento de nosso amigo e cliente Michael Culver“, diz o post. “Uma carreira de mais de 50 anos com papéis notáveis ​​em ‘Sherlock Holmes’, ‘Uma Passagem para a Índia’, ‘Exército Secreto‘ e, claro, uma das cenas de morte mais memoráveis ​​da franquia Star Wars‘.”

Embora ele tenha desistido de atuar no início dos anos 2000 para concentrar seus esforços no ativismo político, Culver ainda estava ativo entre o fandom de ‘Star Wars‘, participando mais recentemente da convenção ‘Star Wars Celebration‘ realizada em Chicago no ano de 2019.

“Foi uma honra representar Michael na última década e levá-lo a alguns dos melhores eventos de ‘Star Wars no Reino Unido e na Europa”, acrescentou o autor do comunicado. “Um verdadeiro destaque foi levar Michael ao Celebration em Chicago em 2019. Ele ficou sem palavras quando viu uma fila com quase 200 pessoas esperando para vê-lo.”

Como os fãs já sabem, Capitão Needa foi o comandante do Star Destroyer Avenger, que perseguia a Millennium Falcon em ‘O Império Contra-Ataca.

Needa acabou morrendo sufocado por Darth Vader quando quando não conseguiu capturar os rebeldes.

Relembre a cena:

‘Pedido Irlandês’: Rom-com com Lindsay Lohan estreia AMANHÃ na Netflix!

‘Pedido Irlandês’, comédia romântica estrelada por ninguém menos que a icônica Lindsay Lohan, está prestes a chegar ao catálogo da Netflix.

O longa-metragem será disponibilizado na plataforma de streaming amanhã, 15 de março.

Na trama, o homem dos sonhos de Maddie (Lohan) e a melhor amiga dela estão prestes a se casar, mas tudo muda quando ela faz um desejo em uma pedra irlandesa e acorda no papel da noiva.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Maddie tem um grande amor, mas acabou de receber a notícia de que essa pessoa vai se casar com a sua melhor amiga. Ela vai ter que guardar esses sentimentos numa caixinha para ser uma das madrinhas do casamento, que vai acontecer na Irlanda.

Tudo vai bem até que, um pouco antes do grande dia, Maddie faz um desejo meio espontâneo pedindo para viver um amor verdadeiro e acorda no lugar da noiva. Agora que seus sonhos finalmente parecem ter virado realidade, ela vai descobrir que a metade da sua laranja na verdade é uma outra pessoa.

Janeen Damian dirige. O elenco ainda conta com Ed Speleers, Alexander Vlahos, Ayesha Curry, Elizabeth Tan e Jacinta Mulcahy.

‘O Regime’: Max divulga teaser INÉDITO dos próximos episódios da minissérie com Kate Winslet; Confira!

O Regime, minissérie estrelada pela vencedora do Oscar e do Emmy Kate Winslet (‘Mare of Easttown’), já está disponível no catálogo da Max e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo promocional inédito revelando o que podemos esperar dos próximos episódios.

Lembrando que o segundo capítulo será exibido em 10 de março.

A série acompanha Winslet em uma narrativa que gira em torno de um regime autoritário. Ambientada no palácio titular, o enredo mostrará governantes tiranos perdendo gradativamente o poder sobre a cidade que os cercam.

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Além de Winslet, que também assina a produção executiva, o elenco ainda conta com Matthias Schoenaerts, Guillaume Gallienne, Andrea Riseborough, Martha Plimpton e Hugh Grant.

Winslet é uma das atrizes mais conhecidas e ovacionadas da indústria do entretenimento e já protagonizou diversas produções de sucesso crítico e comercial, incluindo ‘Titanic’‘Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças’. Ela levou para casa o Oscar de Melhor Atriz por sua performance em ‘O Leitor’. Seus outros prêmios incluem duas estatuetas do Emmy, cinco Globos de Ouro, quatro SAG Awards, quatro BAFTA e um Grammy.

Chris Evans fala sobre o cenário ATUAL dos filmes de super-heróis: “Se fosse fácil, teriam muitos títulos bons”

Chris Evans ganhou fama mundial ao interpretar Steve Rogers/Capitão América no Universo Cinemático Marvel, recebendo inúmeros elogios por sua atuação – tanto por parte da crítica quanto por parte dos fãs.

Todavia, enquanto Evans fez parte da Era de Ouro dos filmes de super-heróis, as recentes produções do gênero se provaram grandes fracassos críticos e comerciais, revelando uma fadiga crescente desse estilo narrativo.

Agora, em uma recente aparição a Emerald City Comic-Con, o ator falou sobre o cenário atual desses longas-metragens, dizendo que adaptações do gênero não são um trabalho fácil (via ComicBook.com).

“[Fazer filmes de super-heróis não é fácil]; se fosse fácil, teriam muito mais títulos bons – não tentando ser venenoso. Alguns projetos da Marvel são objetivamente fenomenais”, ele disse.

Anteriormente, ao participar do programa The View, Evans comentou sobre os boatos de que retornaria como Capitão América em um futuro filme dos Vingadores.

“Sabe, eu sempre vejo esses relatos também, e é novidade para mim”, ele afirmou. “Acho que a cada dois meses alguém diz que vão trazer o Downey, o Hemsworth, a Scarlet [Johansson], e todos estão voltando!”.

Ele também deixou claro que “ninguém falou comigo sobre isso.”

Quanto à possibilidade de interpretar novamente o herói, Evans disse:

“Eu nunca diria nunca, mas realmente — eu sou muito protetor. É um papel muito precioso para mim, então teria que ser algo perfeito.”

Dentre todos os atores originais dos Vingadores que saíram do MCU (Chris Evans, Robert Downey Jr., Scarlet Johansson), Evans tem sido, sem dúvidas, o mais habilidoso em manter a possibilidade em aberto para os fãs, sem criar expectativas falsas. Em abril deste ano, Evans reconheceu que até mesmo ele sabe que há mais histórias a serem contadas sobre Steve Rogers no MCU.

“Acho que há mais histórias do Steve Rogers para contar, com certeza”, disse Evans para uma plateia de fãs na C2E2 de Chicago, antes de acrescentar com cuidado: “Mas ao mesmo tempo, sou muito, muito precioso com isso… e simplesmente não quero estragar de jeito nenhum, e eu fiz parte de algo que foi tão especial por um período de tempo especial e de certa forma, realmente foi tão bem recebido. Por mais que eu seja conectado a esse papel e ame contar essas histórias e trabalhar com essas pessoas. Não parece certo agora.”

Evans estreou como Capitão América em ‘O Primeiro Vingador‘ (2011), que ganhou duas sequências, em 2014 e 2016. O ator também estrelou os quatro filmes dos ‘Vingadores‘ e ainda participou de ‘Thor 2‘ (2013).

Relembre o trailer de ‘Vingadores Ultimato’, disponível no Disney+.

Sydney Sweeney faz PIADA com o fracasso de ‘Madame Web’ no programa ‘Saturday Night Live’

Madame Teia falhou com todas as expectativas ao estrear nos cinemas mundiais, tornando-se um grande fracasso crítico e comercial. E parece que até as estrelas do filme aceitaram o fraquíssimo desempenho da produção.

Durante um recente episódio do Saturday Night LiveSydney Sweeney, que interpretou Julia Carpenter no longa-metragem, apresentou o programa com um hilário monólogo – e aproveitou para zombar de Madame Teia.

“Você pode ter me visto em ‘Todos Menos Você’ ou Euphoria… Você definitivamente não me viu em Madame Teia, ela disse na abertura do monólogo.

Lembrando que o longa amargou apenas 13% de aprovação no Rotten Tomatoes, com inúmeros críticos caracterizando-o como uma das piores adaptações de quadrinhos de heróis do cinema. Além disso, arrecadou fracos US$91 milhões mundialmente contra um orçamento de US$80 milhões.

Nossa jornalista Janda Montenegro também teve a oportunidade de entrevistar Dakota Johnson, que comentou sobre o filme e com quais heróis e vilões ela quer lutar nas próximas iterações.

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Crítica | Madame Teia – Dakota Johnson em aventura Sessão da Tarde que parece saída dos anos 90

Na trama, Johnson interpreta Cassandra Webb, uma paramédica que começa a ter visões do futuro, tecendo teias que ligam o destino de diversos personagens.

Madame Teia destaca Dakota Johnson como a heroína principal, ao lado de Julia Carpenter (Sydney Sweeney), Anya Corazon (Isabela Merced) e Mattie Franklin (Celeste O’Connor).

Enquanto isso, em outro universo… Madame Teia conta a história do filme solo da história de origem de uma das heroínas mais enigmáticas da Marvel. O thriller estrela Dakota Johnson como Cassandra Webb, uma paramédica em Manhattan que pode ter habilidades de clarividência. Forçada a confrontar revelações sobre seu passado, ela forja uma relação com três jovens destinadas a futuros poderosos… se elas conseguirem sobreviver ao presente ameaçador.

O elenco é formado por Isabela MercedSydney SweeneyCeleste O’Connor, Emma RobertsTahar RahimMike EppsAdam Scott Zosia Mamet.

S.J. Clarkson dirige, enquanto Burk SharplessMatt Sazama assinam o roteiro.

‘Bom Dia, Verônica’: Tainá Müller e Rodrigo Santoro revelam segredos de BASTIDORES em novo vídeo; Confira!

A 3ª temporada da aclamada série ‘Bom Dia, Verônica’ já chegou ao catálogo da Netflix, conquistando os assinantes da plataforma.

Agora, foi divulgado um novo vídeo promocional reunindo os astros Tainá MüllerRodrigo Santoro, que reagem a algumas cenas da produção e revelam segredos de bastidores do recente ciclo.

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“Quem é Doúm? Essa é a pergunta que norteia a terceira e última temporada de Bom dia, Verônica. Na busca pelo terceiro irmão, Verônica investiga o orfanato onde Brandão e Matias cresceram. Em uma pequena cidade, ela conhece Jerônimo, um criador de cavalos milionário, e sua mãe, Diana, uma mulher linda e misteriosa que esconde segredos sobre o passado macabro do lugar. No entanto, quando uma máfia coloca a família de Verô em perigo, ela precisa correr contra o tempo. Sem saída, ela arrisca todas as fichas em uma caçada perigosa da qual ela pode não sair viva.”

Além da protagonista Tainá Müller, a nova temporada contará com a participação de Rodrigo Santoro, Maitê Proença, Reynaldo Gianecchini e Klara Castanho.

A nova temporada estreia dia  14 de fevereiro.

Pedro Pascal revela que a 2ª temporada de ‘The Last of Us’ é “INCRÍVEL”

The Last of Us, adaptação da HBO estrelada por Pedro PascalBella Ramsey, se tornou uma das produções mais elogiadas dos últimos anos, tanto pela crítica quanto pelo público – e, em breve, retornaremos com uma já confirmada e antecipadíssima segunda temporada.

Agora, em entrevista ao Deadline, Pascal comentou sobre a produção do próximo ciclo e disse que o showrunner Craig Mazin, ao lado de uma talentosa equipe de diretores e roteiristas, está guiando o projeto por um caminho que nunca viu em toda sua carreira.

“As filmagens estão sendo incríveis. É inspirador o tipo de foco e dedicação que todos têm na segunda temporada”, ele comentou. “É incrível estar de volta em casa com eles – toda a nossa equipe [está] trabalhando mais do que eu poderia imaginar, ainda mais do que nossa primeira temporada, o que é quase impossível. Ao calçar essas botas novamente, parece estranhamente novo. Eu nunca fiz nada assim antes que tivesse uma autoria tão original”.

Lembrando que Pascal foi condecorado com o prêmio de Melhor Ator em Série de Drama no SAG Awards 2024 por sua aclamada performance.

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

O elenco ainda conta com Gabriel Luna, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’Neill, Natasha Mumba.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

Vencedor do Oscar de Melhor Filme, ‘Oppenheimer’ poderia ganhar SEQUÊNCIA?

O aclamado sucesso de Christopher Nolan, Oppenheimer, fez bonito durante o Oscar 2024, sendo escolhido em sete categorias.

Além de levar o prêmio mais aguardado da noite como Melhor Filme, o longa também foi premiado com a estatueta de Melhor Direção, enquanto Cillian Murphy levou a estatueta de Melhor Ator.

Robert Downey Jrtambém levou a estatueta de Melhor Ator Coadjuvante.

Com o sucesso nas premiações e nas bilheterias, Oppenheimer poderia ganhar sequência?

Uma sequência de parecer uma proposta ridícula, já que geralmente as cinebiografias não geram franquias.

Mas, de acordo com um dos autores que escreveu a biografia em que o filme foi baseado, há material inexplorado suficiente na vida de J. Robert Oppenheimer para inspirar pelo menos mais um filme.

Junto com Martin J. Sherwin, Kai Bird foi coautor do aclamado livro ‘American Prometheus‘, de 2005, que serviu de base para o filme.

Bird conversou com o Hindustan Times e compartilhou suas idéias sobre o potencial de uma continuação da adaptação de Nolan.

“É muito longo, mas mesmo três horas de filme não conseguem fazer o que um livro consegue fazer em 720 páginas. Não há nada no filme, por exemplo, sobre a infância de Oppenheimer em Nova York, crescendo muito privilegiado. Não há nada sobre o que Oppenheimer fez depois do julgamento de 1954, quando se retirava todos os anos para as Ilhas Virgens de St John.”

Para ser justo, Nolan provavelmente tomou a decisão certa ao focar seu filme na parte da vida de Oppenheimer que provavelmente será do interesse dos espectadores.

Você gostaria de ‘Oppenheimer 2‘?

O filme estreia no Prime Video dia 8 de Abril.

Confira o anúncio:

Oppenheimer apresenta a trajetória do físico americano J. Robert Oppenheimer, interpretado por Murphy, conhecido como o “pai da bomba atômica”. O filme explora o papel crucial que desempenhou no desenvolvimento dessa arma durante a Segunda Guerra Mundial.

Nas redes sociais, os fãs estão comemorando a vitória, justificando que o longa de fato foi o filme de maior destaque em 2023, enquanto debocham dos outros concorrentes.

Confira as reações:

Oppenheimer‘ foi um dos maiores sucessos de bilheteria do ano, arrecadando US$ 952,6 milhões pelo mundo.

Relembre o trailer:

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Crítica | ‘Imaginário: Brinquedo Diabólico’ é movido a clichês, mas tem seu valor de entretenimento

É notável como a Blumhouse vem perdendo a mão em diversas produções recentes: apenas de memória, podemos citar o fracasso crítico e comercial de ‘Mergulho Noturno’, a frustrante adaptação de ‘Five Nights at Freddy’s’ e a esquecível investida ‘O Exorcista: O Devoto’ – cada qual mostrando uma fadiga não especificamente do gênero do terror, mas das mentes criativas por trás da companhia e de seus projetos. Agora, a produtora nos apresenta a mais uma tentativa de resgatar o brilho de originalidade que tinham há alguns anos com o lançamento de ‘Imaginário: Brinquedo Diabólico’, que chega aos cinemas nacionais amanhã, 14 de março.

O longa-metragem acompanha Jessica (DeWanda Wise), uma mulher recheada de traumas de um passado não muito distante que retorna para a casa de infância ao lado do marido, Max (Tom Payne), e das enteadas – Alice (Pyper Braun) e Taylor (Taegen Burns), esta não tendo uma relação muito próxima ou afetiva com a madrasta. Após se mudarem para o subúrbio a fim de começarem um capítulo novo de suas vidas, Alice cria um amigo imaginário após encontrar um ursinho de pelúcia, dando-lhe o nome de Chauncey e levando Jess a acreditar que aquilo é apenas uma forma da jovem menina lidar com tantas mudanças e com certos fantasmas que continuam voltando a atormentá-la. Entretanto, as coisas mudam drasticamente de forma quando Jess percebe que, de alguma maneira, Chauncey está induzindo Alice a fazer coisas terríveis e que podem colocar todos ali em perigo mortal.

Seguindo os passos de títulos anteriores da Blumhouse, ‘Imaginário: Brinquedo Diabólico’ é desprovido de qualquer originalidade – mas, nesse caso, essa falta de comprometimento com o novo não é algo ruim. É notável como a construção da obra preza mais pela atmosfera do que pelo conteúdo, aliando-se a performances boas o suficiente para nos engajar ao longo de uma hora e quarenta minutos e a certos jump-scares que, por mais óbvios que sejam, nos fazem pular da cadeira. E percebemos que o longa-metragem, em momento algum, tenta dar um passo maior do que consegue e não se rende aos pecaminosos equívocos da presunção fílmica, tendo plena consciência de seu teor escapista e de que, no final das contas, é um título “pipoca” cujo objetivo é nos engolfar em um cosmos nem um pouco próximo da realidade.

Como já mencionado, a produção é recheada dos mais variados clichês – e tem plena noção disso: temos a famosa casa assombrada com um porão assustador que é palco para o encontro entre o sobrenatural e o mundano; os personagens arquetípicos que são jogados em um mandatório arco de amadurecimento, enfrentando traumas que são materializados em criaturas medonhas; os supracitados jumpscares, talhados em movimentações de câmera que premeditam os sustos; a trilha sonora deliberadamente dissonante e com explosões instrumentais que fecham o ciclo de determinada cena; e muitos outros. Todavia, como esses elementos não se levam a sério, é muito fácil ser envolvido pelo projeto cinematográfico que se desenrola à nossa frente e sair da sala satisfeito, desde que não tenhamos as expectativas muito altas.

Jeff Wadlow, colaborador de longa-data da Blumhouse e responsável por títulos como ‘Verdade ou Consequência’ e ‘Ilha da Fantasia’, senta-se à cadeira de direção e tenta fazer o máximo que pode para fornecer estilizações ao filme. Eventualmente, ele percebe que o caminho mais seguro é focar na simetria angustiante de uma fotografia sóbria, no jogo de campo e contracampo que coloca em conflito as personalidades das protagonistas, e na elementaridade dos planos holandeses que ajudam a cultivar a tensão e a conclusão de cada ato. E, de fato, são as performances de Wise e Braun que nos ajudam nessa desequilibrada jornada, ainda mais pela honestidade que pregam em cena.

Um dos deslizes principais é o roteiro. Assinado por Wadlow, Greg Erb e Jason Oremland, a história poderia ter sido mais bem aproveitada caso não quisesse se valer de uma mitologia muito complexa e que envolve muitas subtramas. Afinal, temos explicações constantes de como o amigo imaginário de Alice corresponde a uma entidade cuja manifestação pode caminhar de duas maneiras – uma protetora e outra vingativa, como é o caso de Chauncey. E isso também se relaciona com o laço que une Alice e Jess e os segredos que se escondem no casarão, abrindo espaço para certas pulsões da psicologia que não deveriam existir, restringindo-se, sim, ao sobrenatural e às clássicas histórias de terror pelas quais somos apaixonados.

‘Imaginário: Brinquedo Diabólico’ é um festival de convencionalismos criativos que, por incrível que pareça, tem o seu valor como entretenimento. É muito fácil se divertir com o longa-metragem caso varramos para debaixo do tapete as falhas estruturais e caso não esperemos nada mais do que nos é prometido. No fundo, a produção entrega aquilo que propõe e é uma pedida interessante para se ver em um final de semana menos movimentado, com um conceito muito bem-vindo que, de fato, não explora todo seu potencial.

Crítica | Instinto Materno – Anne Hathaway e Jessica Chastain INTENSAS em Bom Suspense Psicológico

Dizem que a maternidade ou a paternidade mudam a pessoa. Que quando nasce um filho, nasce também um pai ou uma mãe. E que essas mudanças trazem outras, com relação ao estilo de vida, à rotina, às escolhas que passam ser feitas e as prioridades. Montar uma família tem a ver com essas escolhas, voluntárias ou não, que vão sendo feitas até os filhos finalmente andarem com as próprias pernas – no sentido literal e no figurado. Mas, até lá, muitas coisas acontecem, e nem todas elas são boas. Como o que acontece com os personagens de ‘Instinto Materno’ (Mother’s Instintc), novo suspense psicológico que chega aos cinemas brasileiros a partir do feriado no dia 28.

Alice (Jessica Chastain) e Céline (Anne Hathaway) são superamigas, e são vizinhas. Além de afinidade e afeto, em comum as duas têm o fato de serem casadas e terem cada uma, um filho – Theo (Eamon Patrick O’Connell) e Max (Baylen D. Bielitz) –, que frequentam a mesma escola e também são superamigos. Tudo vai bem na bolha perfeita em que as duas vivem, arrumando a casa, aguardando o marido e levando as crianças para escola. Até o dia em que um acidente terrível acontece e marca a vida dessas duas famílias para sempre. A partir de então, as duas mulheres passarão a conviver com a perda, com a culpa e com muitas dúvidas que passam a surgir sobre tudo que aconteceu.

Baseado no livro homônimo de Barbara Abel, a versão estadunidense do longa (a história já havia ganhado adaptação anteriormente, na Bélgica, com o mesmo nome) sustenta bem a trama balançando hora no suspense, hora no drama, especialmente por se tratar de uma história passada nos anos 1950, que limita certas atitudes dos personagens e, consequentemente, da produção.

Por se passar nesse período, há um destaque especial para o figurino, especialmente das atrizes protagonistas, que desfilam um guarda-roupa inteiro de opções – que vão desde vestidos rodados e esvoaçantes, mais coloridos, no início da trama, quando tudo é solar; para opções de calça comprida e sem salto alto, monocromática, já no terceiro arco quando a vida de todos perdem as cores. Apesar disso, é inevitável reparar no vestido aberto de Céline (Hathaway) logo na primeira cena.

Escrito pela própria autora e por Sarah Conradt, o roteiro segue a cartilha do suspense psicológico de protagonismo feminino permeando os elementos impeditivos comuns à época, o que acaba tornando o enredo quase previsível. Conjuntamente com as atuações de Anne Hathaway e Jessica Chastain, as personagens se mantêm no indefinido, ora indo para uma interpretação, ora para outra, até o fim. Para sustentar esses sentimentos, a ambiguidade de ambas mantém o espectador de fora da trama, acompanhando. Entre o suspense e o drama, ficamos a maior parte do tempo no segundo gênero, com o primeiro apenas conduzindo os fatos.

Benoît Delhomme entrega uma boa direção com seu ‘Instinto Materno’, aproveitando bem a luz para imprimir sensações nos cenários caseiros (onde a maior parte da trama se desenrola), principalmente na primeira parte da trama. Mesclando duas atrizes vencedoras do Oscar anteriormente com um elenco jovem, o resultado se equilibra na neutralidade, que vai se desenrolando passo a passo num ritmo espaçado.

Instinto Materno’ é um bom suspense psicológico, que não exige demais do espectador e pode até mesmo surpreender. Ao que tudo indica, é possível, inclusive, que essa trama ganhe continuação.

Crítica | Ficção Americana: Comédia vencedora do Oscar é uma ácida crítica aos estereótipos negros em Hollywood

Cercado pelas ironias e incoerências da vida, Monk é o extrato de um tempo estranho. Vivendo em um hiato temporal onde nunca se produziram tantas “histórias negras”, ele é o que talvez jamais teríamos coragem de verbalizar publicamente. Rancoroso por ser bom demais para uma sociedade culturalmente apaziguada pela produção de estereótipos, ele é o retrato de uma comunidade cansada. É negro, mas não vive da cor de sua pele. Tem suas próprias memórias, mas nenhuma delas condiz com a visão do establishment sobre o pobre bandido que leva uma “thug life”. Culto, inteligente até demais e ávido por ser ouvido, ele se vê preso em suas próprias raízes raciais. E quanto mais tenta fugir delas, mais ele perceberá que é prisioneiro de um sistema que busca representatividade – desde que ela se conforme à torre de mármore do status quo.

Nessa confusão quase existencial, em que Monk é um escritor sem voz ativa, o também professor universitário se vê diante de uma repentina ascensão ao estrelato, ao escrever um romance bem gueto sobre experiências irreais, mas comumente associadas a negros (como pais ausentes, famílias desestruturadas e criminalidade correndo solta). E o que era para ser um mero escárnio para a indústria literária – que só valoriza histórias negras quando excessivamente estereotipadas, acaba se tornando um imenso sucesso de público e crítica. Frente a frente com aquilo que ele mais despreza, ele agora tentará confrontar um sistema errático, enquanto busca provar que sua mais nova obra literária, escrita sob um fantasioso pseudônimo, é de fato uma ofensa a um povo inteiro.

Ficção Americana é irônico logo em seu título. Instigante, ele levanta em nós uma série de questionamentos. Estaríamos mesmo diante de um conto fictício, ou de fato vivemos em um espectro alternativo onde histórias negras e tantas outras são meramente reduzidas a estereótipos? Seria esse reducionismo uma espécie de prisão com barras de ouro, regida por um arquipélago de ‘aliados’ cujo famoso lema é “seja negro, mas o negro que eu determinar”? Essas e tantas outras indagações saltam à mente ao longo de quase duas horas de filme. E nessa jornada tão reflexiva, não passamos ilesos sem desconforto. O cineasta Cord Jefferson estreia na direção e no roteiro afoito para nos levar a um outro lugar, um espaço-tempo onde nos conformamos menos e passamos a questionar mais.

E assim, ele adapta Ficção Americana com brilhantismo, agregando ao argumento do filme suas próprias experiências como um homem negro tentando vencer na indústria cinematográfica. Nos tomando em direção a uma jornada metalinguística, as estruturas de poder de Hollywood são colocadas sob as lentes microscópicas de um cineasta novato e ousado, que não tem medo de cutucar algumas feridas abertas, à medida em que convida a todos para uma conversa honesta sobre o tipo de arte que tem sido produzida atualmente. Com Jeffrey Wright como seu peculiar cavaleiro alado, ele enfrenta salas inteiras de executivos de estúdios, mesas de roteiristas e gabinetes de criação com uma narrativa afiada, precisa e intrigante. E, acima de tudo…profundamente engraçada.

E muito desse humor é mérito de Wright, um artesão da atuação que talha cada personagem à sua maneira. Sempre impecável em tudo aquilo que faz, o astro finalmente ganha seu momento de glória com uma digna indicação ao Oscar, que reflete a maestria de sua habilidade em transitar entre o drama e a comédia. Correndo o risco de ser ardiloso e áspero demais – tamanha sua revolta e frustração -, ele consegue sustentar o carisma de Monk facilmente, nos lembrando que, ao final do dia, ele representa alguns dos pensamentos mais justos de homens e mulheres negros cansados de serem meros tropos narrativos que apenas preenchem tabelas de Excel sobre representatividade.

Ao seu lado, Sterling K. Brown reitera seu enorme talento camaleônico como o irmão mais novo, um médico marcado por um estilo de vida errático e exagerado. E cercado por outros personagens de apoio que ajudam a sustentar os dilemas pessoais e profissionais de Monk, Wright faz de Ficção Americana um experimento único sobre si mesmo, conforme revela novas camadas de seu talento e versatilidade artísticos, ao assumir uma comédia que flerta com o sombrio, mas se entrega a um formato semelhante ao de Alexander Payne. E assim, em pouco menos de duas horas de filme, Jefferson mostra toda sua força como um storyteller, nos embalando em uma crise existencial deliciosa demais para não nos fazer rir.

E permanecendo sempre entre o drama e a comédia, a adaptação do livro ‘Erasure’, de Percival Everett, é uma exímia análise da arte contemporânea em sua plenitude. Muito mais do que ponderar sobre os maneirismos e clichês reciclados da literatura afroamericana, o longa estende essa reflexão para o cinema, quebrando a quarta parede indiretamente, nos encarando nos olhos com seu roteiro e nos confrontando a respeito de talvez sermos ou não parte desse problema. Ácido e irônico em sua abordagem, Jefferson mantém o longa sempre leve e suave, a ponto de alguns até sugerirem uma falta de profundidade na trama. Mas não se iluda. As camadas mais densas de Ficção Americana são como tesouros, apenas verdadeiramente encontrados por aqueles investidos demais, dispostos a encarar o roteiro não como uma alegoria, mas um retrato fiel de uma era tão culturalmente confusa.

Zack Snyder comenta sobre a recepção controversa de seus filmes: “Sempre foram POLARIZANTES”

Zack Snyder é um dos realizadores mais conhecidos do cenário contemporâneo do entretenimento – e um dos mais controversos também. Da mesma maneira em que boa parte de seus filmes é massacrado pela crítica, carrega uma legião de ávidos fãs que estão prontos para defenderem suas produções mais ousadas.

O projeto mais recente de Snyder foi Rebel Moon: Parte 1 – A Menina do Fogo’, que, apesar de ter abarcado números bem fortes de exibição na Netflix, teve recepção muito fraca pelos especialistas.

Agora, em entrevista à Empire, o diretor falou sobre as reações polarizantes sobre o filme.

“Eu realmente não tenho uma réplica às críticas”, ele comentou. “Por quaisquer que sejam as razões, a reação a meus filmes é bem polarizante, e sempre foi. O filme parece não ter tanto para causar respostas tão viscerais”.

Anteriormente, conversando com a Vulture, Sofia Boutella falou sobre a recepção negativa do filme, dizendo que, apesar de pensar que estava preparada, as críticas realmente a afetaram:

“Eu sempre pensei que estava totalmente preparada para enfrentar esses golpes, e então li as críticas que surgiram. A resposta crítica a Rebel Moon tem sido amplamente negativa, com resenhas apontando o ritmo do filme e a densa mitologia”.

Boutella continuou, refletindo: “E eu vou ser honesta sobre isso. Sinto que estou carregando o peso disso por todos que se importaram tanto com este projeto, e isso me afetou. Não é sobre a maneira como pareço. Se alguma coisa, tenho tido bastante sorte e as pessoas têm gostado do meu trabalho, mas o filme foi criticado. Isso realmente me afetou por todos os que investiram tanto coração, lágrimas e suor neste projeto. É difícil ver algo sendo criticado dessa forma. Estou orgulhosa de ter feito parte disso, e se Rebel Moon não seguir adiante, será uma parte muito importante da minha vida que defenderei para sempre.” 

Lembrando que ‘Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes‘ já foi filmado e será lançado na Netflix no dia 19 de abril de 2024.

Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes‘ dá continuidade à épica saga de Kora e dos guerreiros sobreviventes. Ao lado do corajoso povo de Veldt, eles estão prestes a sacrificar o que for preciso para defender o vilarejo que se tornou lar de quem perdeu tudo e todos na luta contra o Mundo Mãe. Às vésperas da batalha, cada um deles precisa encarar as verdades sobre o próprio passado e os motivos que os levaram a lutar. Com o Reino disposto a aniquilar os rebeldes a qualquer custo, laços são formados, heróis emergem e lendas nascem.

Confira o trailer:

Confira a nossa crítica em vídeo, feita pela jornalista Rafaela Gomes:

Jake Lloyd: Mãe revela estado de saúde do astro de ‘Star Wars Episódio I’ após internação

Desaparecido dos holofotes, Lisa Lloyd, mãe de Jake Lloyd, o astro que interpretou o jovem Anakin Skywalker em Star Wars Episódio I: A Ameaça Fantasma’, recentemente abriu-se sobre o estado de saúde do talentoso ator.

Durante uma entrevista à Scripps News, Lisa compartilhou detalhes da batalha de Jake contra seus problemas pessoais, enfrentando desafios decorrentes de doenças mentais.

“Jake começou a ter alguns problemas no ensino médio”, relatou Lisa, recordando o momento em que notou pela primeira vez a mudança de personalidade de seu filho. “Ele começou a falar sobre ‘realidades’. Ele não sabia se estava nesta realidade ou em uma diferente. Eu realmente não sabia como lidar com isso.”

Então, ela o conduziu a vários médicos, que levantaram a possibilidade de transtorno bipolar. Foram testados diversos medicamentos para tratar os sintomas, porém, infelizmente, nenhum deles apresentou eficácia. Jake concluiu o ensino médio em 2007, ansioso para iniciar seus estudos na Columbia College Chicago naquele outono.

No entanto, seu período na faculdade foi breve e tumultuado.

“Ele perdeu muitas aulas, e ele me dizia que as pessoas o estavam seguindo”, compartilhou Lisa, testemunhando a espiral descendente de Jake, que relatava ver pessoas com “olhos pretos” na rua e mantinha conversas noturnas imaginárias com Jon Stewart, apresentador do “Daily Show”, através da TV.

Após um semestre e meio, Jake abandonou a faculdade em março de 2008, retornando para morar com Lisa em Indiana. Uma série de consultas com terapeutas e psiquiatras resultou no diagnóstico de esquizofrenia paranoide.

“Ao receber o diagnóstico, Jake entrou em uma depressão ainda mais profunda”, revelou LisaJake experimentou diferentes medicamentos, mas Lisa relatou que alguns perderam a eficácia ao longo do tempo, e ocasionalmente ele optava por automedicar-se com drogas ilícitas.

Em 2015, Lisa recebeu uma ligação do Departamento do Xerife do Condado de Colleton, na Carolina do Sul, informando sobre a prisão de Jake, que enfrentava múltiplas acusações após uma perseguição de carro.

Após muita luta, Lisa conseguiu tirá-lo da cadeia, levando-o para tratamento hospitalar e transferindo-o para a Califórnia.

A irmã mais nova de Jake, Madison, que também apareceu em ‘A Ameaça Fantasma’, faleceu de forma inesperada enquanto dormia em 2018, deixando Jake ainda mais fragilizado.

Em março de 2023, Jake experimentou um surto psicótico total enquanto Lisa o levava para casa após pegar comida no McDonald’s. O incidente resultou em uma internação hospitalar imediata e, posteriormente, em sua transferência para um programa interno em uma instalação de reabilitação de saúde mental, onde ele atualmente está em um período de 18 meses, já completando 10 meses.

Lisa, otimista, espera que esse período seja um ponto de virada significativo para Jake, notando sua melhora notável com a ajuda de terapia e tratamentos.

“Ele está se saindo muito melhor do que eu esperava”, revelou Lisa. “Sua interação social melhorou, e ele está se tornando mais sociável, o que é encorajador. É como ter um pouco do antigo Jake de volta, pois ele sempre foi incrivelmente social antes de desenvolver a esquizofrenia.”

Jake, progressivamente consciente de sua condição e da importância da medicação, demonstra entusiasmo em sair com amigos e familiares, algo que Lisa não via há muitos anos.

“Estamos em um lugar muito melhor, e há muitas coisas boas à frente”, concluiu Lisa. “Todos nós amamos Jake e queremos estar perto dele. Minha única esperança é vê-lo feliz.”

Jake Lloyd

Tom Cruise novamente fazendo o INESPERADO em fotos do set de ‘Missão Impossível 8’

Enquanto aguardamos ansiosamente pela estreia deMissão Impossível 8’, Tom Cruise compartilhou fotos dos bastidores das filmagens do novo filme. A produção está programada para chegar aos cinemas nacionais em 22 de maio de 2025.

Vale ressaltar que, após alguns atrasos devido às greves em Hollywood, ‘Missão: Impossível 8’ retomou recentemente as gravações no Reino Unido.

O filme será uma continuação direta deMissão Impossível: O Acerto de Contas’, mas não se chamará Parte 2.

Em ‘Missão Impossível 8′, Ethan Hunt (Tom Cruise) e sua equipe da IMF embarcam na missão perigosa e de vingança para recuperar uma nova arma que ameaça toda a humanidade e enfrentar o maior vilão de seu passado.

Confira as fotos:

Vale lembrar que ‘Missão: Impossível – Acerto de Contas‘ era uma das grandes apostas do ano passado, mas não atingiu as expectativas nas bilheteiras e deve render um significativo prejuízo financeiro.

De acordo com o The Numbers, o filme encerrou oficialmente a sua exibição nos cinemas com “apenas” US$ 566 milhões mundialmente.

Embora seja uma quantia considerável, ainda não é suficiente para cobrir os custos significativos associados à produção do filme, que custou em torno de US$ 390 milhões, incluindo despesas de marketing.

A produção teria que alcançar ao menos US$ 800 milhões para ser considerado lucrativo.

De acordo com fontes da Variety, considerando todas as receitas geradas, é estimado que o filme sofreu um prejuízo superior a US$ 100 milhões – o equivalente a R$ 500 milhões.  

Assista à nossa crítica:

Oi? Giancarlo Esposito quer interpretar o Professor X SEM a cadeira de rodas em novo ‘X-Men’

Em entrevista ao podcast Fade to Black, Giancarlo Esposito (‘Breaking Bad’) revelou que adoraria interpretar o Professor Xavier em uma adaptação dos ‘X-Men‘ nos cinemas.

No entanto, o ator gostaria de viver uma versão do personagem que não estivesse presa a uma cadeira de rodas.

“Eu pensei que seria muito legal interpretar uma versão do Professor X em que ele não estivesse em uma cadeira de rodas. A ideia física de estar em uma cadeira de rodas todos os dias não me atrai.”

Ele completa, “Eu não quero me sentir velho e também não gosto de ficar muito tempo sentado. Mas nós certamente poderíamos combinar algo, talvez. O Professor X nem sempre esteve em uma cadeira de rodas, mas isso é parte do desenvolvimento do personagem. Eu pensei um pouco sobre isso, mas não não seria uma decisão minha.”

Lembrando que o último filme da franquia foi X-Men: Fênix Negra‘.

No entanto, a adaptação foi extremamente criticada pelo público e arrecadou apenas US$ 252,4 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 200 milhões.

Além da péssima bilheteria, o longa também foi massacrado pela crítica especializada, registrando apenas 23% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O que você achou do filme?

Confira nossa crítica:

Escrito e dirigido por Simon Kinberg, ‘X-Men: Fênix Negra’ é estrelado por James McAvoy, Michael Fassbender, Jennifer Lawrence, Nicholas Holt, Sophie Turner, Tye Sheridan, Alexandra Shipp, Kodi Smit-McPhee, Evan Peters e Jessica Chastain.

‘American Pie’: Eugene Levy ganha estrela na Calçada da Fama e tira fotos ao lado de Jason Biggs

Eugene Levy, o icônico ator conhecido por papéis em ‘Schitt’s Creek’ e Doze é Demais 2, recebeu sua estrela na Calçada da Fama de Hollywood em uma cerimônia na sexta-feira (10). Acompanhado por seu colega de elenco de American Pie, Jason Biggs.

Segundo a BBC, lamentando a ausência de seu filho Daniel Levy, que estava filmando na Bulgária, Eugene brincou que a situação parecia um enredo “direto de Schitt’s Creek”. A estrela de ‘Sex Education’ não pôde comparecer, mas a presença de Sarah Levy, filha de Eugene na vida real e sua colega de elenco em ‘Schitt’s Creek’, compensou a ausência. Sarah apresentou seu pai na cerimônia, relembrando com carinho suas visitas ao set quando era criança.

Eugene ainda celebrou a presença de Jason Biggs, declarando: “Meu filho Daniel não pôde estar aqui hoje, infelizmente. Meu segundo filho, Jim, está aqui, de American Pie, e eu adoro o fato de você estar aqui, Jason”.

Catherine O’Hara, esposa de Eugene na tela em ‘Schitt’s Creek’ e sua amiga de longa data, também se juntou à celebração. A atriz de ‘Esqueceram de Mim’ descreveu Eugene como “um cavalheiro em todos os sentidos da palavra”, elogiando seu talento e humor.

“Todos nós conhecemos e amamos Eugene Levy pela quantidade de entretenimento original, instigante, comovente e absurdamente engraçado que ele nos proporcionou ao longo dos anos”, declarou a atriz.

Emocionado, Eugene Levy agradeceu à sua esposa, Deborah Divine por 47 anos de apoio. “Você não pode ter seu nome colocado em uma estrela na Hollywood Boulevard sem alguém te apoiar, e Debs teve o meu por 47 anos, não haveria estrela sem você”.

Levy também refletiu sobre sua carreira de sucesso: “Receber uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood está tão distante de Hamilton, Ontário, Canadá, quanto se pode imaginar”.

“E como foi gratificante, uma vida inteira dedicada a fazer as pessoas rirem?”, ele acrescentou.

Veja as fotos:

Saiba QUAL filme passou na ‘Sessão da Tarde’ no dia em que você nasceu!

A Sessão da Tarde completa 50 anos no ar, um programa da TV Globo que deixou uma marca na vida dos brasileiros com uma variedade de filmes emocionantes, incluindo clássicos comoA Lagoa Azul, O Diabo Veste Prada e De Repente 30, entre outros.

Para celebrar seu aniversário, a Globo promoveu uma brincadeira inusitada, revelando o filme transmitido no dia do seu nascimento.

Para descobrir qual filme, basta enviar a mensagem “Qual filme passou na Sessão da Tarde quando eu nasci?” para o número (11) 95558-1462 pelo aplicativo WhatsApp.

Em seguida, a assistente virtual o convida a embarcar em uma viagem no tempo e solicita a data do seu nascimento no formato DD/MM/AAAA. Para localizar o filme, é necessário inserir datas entre 04/03/1974 e 31/12/2023.

É importante lembrar que aSessão da Tarde sempre foi exibida de segunda a sexta-feira, embora sua transmissão tenha sido interrompida em algumas ocasiões especiais, como Carnaval, Jogos Olímpicos e Copa do Mundo.