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‘The Last Matinee’: Jovem luta pela sobrevivência em novo clipe do terror; Confira!

O terror ‘The Last Matinee‘ ganhou um novo clipe violento.

Confira:

O longa foi escrito e dirigido por Maxi Contenti.

Os espectadores da última sessão de um filme de terror em um pequeno cinema são aterrorizados por um serial killer que começa a matá-los, um a um. A única pessoa que nota que algo estranho está acontecendo é a filha do projecionista.

O elenco conta com Luciana GrassoRicardo IslasJulieta SpinelliFranco DuranPedro Duarte.

O terror será lançado oficialmente em VOD no dia 24 de agosto.

‘DASHCAM’: Novo terror do diretor de ‘Host’ ganha trailer ASSUSTADOR; Assista!

O terror ‘DASHCAM‘, próximo filme do diretor Rob Savage (‘Host’), ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Produzido pela Blumhouse, o longa será lançado em VOD no dia 3 de junho.

Ao assumir o trabalho de entrega de comida para seu amigo Stretch, Annie recebe o pedido para fazer uma entrega diferente: uma mulher idosa chamada Angela, que está sendo seguida por alguém que quer machucá-la. Annie se identifica com a situação de Angela e, com o incentivo adicional de um envelope de dinheiro, ela concorda em levá-la em um endereço seguro fora da cidade.

No entanto, Annie e Stretch logo se encontram presos em um plano doentio com forças sinistras. Enquanto a noite avança e a tensão aumenta, eles devem lutar por suas vidas contra uma criatura sobrenatural que tem a intenção de fazer Annie sua nova hospedeira.

Angela EnahoroAmar Chadha-Patel estrelam a produção.

O roteiro foi escrito por Gemma HurleyJed Shepherd.

Owen Wilson é um super-herói no trailer LEGENDADO de ‘Esquadrão Secreto’; Confira!

A Paramount+ divulgou o trailer legendado de ‘Esquadrão Secreto‘ (Secret Headquarters), filme de super-herói estrelado pelo Owen Wilson (‘Penetras Bons de Bico’).

Confira:

A produção será lançada no serviço de streaming no dia 28 de janeiro.

O longa foi escrito e dirigido por Henry Joost e Ariel Schulman.

A trama acompanha um grupo de crianças que descobre onde vive o super-herói mais poderoso do mundo. Quando os vilões atacam, eles devem se unir para defender o local e salvar o mundo.

O elenco também conta com Walker Scobell (‘O Projeto Adam’), Jesse Williams (‘Grey’s Anatomy’), Keith L. Williams (‘Good Boys’), Momona Tamada (‘O Clube das Babás’), Abby James Witherspoon (‘Belas e Perseguidas’) e Michael Peña (‘Homem-Formiga’).

‘Crepúsculo’: Estúdio não achava Robert Pattinson “bonito suficiente” para interpretar o Edward Cullen

Em entrevista ao podcast Watchalong, a diretora Catherine Hardwicke (‘A Garota da Capa Vermelha’) revelou que o estúdio não acreditava que o astro Robert Pattinson (‘Batman’) era bonito suficiente para interpretar o Edward Cullen na adaptação de ‘Crepúsculo‘.

A cineasta declarou que a Summit Entertainment não sentia confiança no visual do ator, que teve que passar por uma transformação drástica para interpretar o vampiro.

“Quando [o Robert Pattinson] veio à minha casa [para uma audição], ele estava com uma franja escura e estava fora de forma porque ele havia em bares. Depois que fizemos alguns testes divertidos com a Kristen Stewart por algumas horas, eu revisei as filmagens no dia seguinte, e senti que a química funcionava muito bem na tela.

Ela completa, “Eu enviei as gravações para [o estúdio] Summit, e eles me perguntaram: ‘Você acha que pode fazer esse cara parecer bonito?’. E eu respondi: ‘Sim, acredito que sim. Vocês viram as maçãs do rosto dele? Nós vamos fazer uma transformação no cabelo e ele começará a malhar. Ele ficará lindo’. No começo, eles não acreditaram muito nisso.”

Anteriormente, a diretora também havia confirmado por que não retornou à direção das sequências: “Toda a estética da saga e tudo mais são tão importantes para mim. Eu realmente fiquei admirada com o primeiro livro. Era simplesmente algo novo e original. Nunca li nada parecido, sabe? Tipo, vampiros que estão no ensino médio, é algo que foge do comum. “Acontece que eu não senti o mesmo com os outros livros, não me apaixonei tanto. Fiquei feliz em dirigir o primeiro, e meu contrato dizia que eu poderia dirigir as sequências, mas eu não quis. E eu também queria que os outros tivessem realmente sido dirigidos por outras mulheres.”

Após a saída de Hardwicke, foram diretores masculinos que assumiram a franquia, como Bill Condon (‘A Bela e a Fera’), Chris Weitz (‘A Bússola de Ouro’) e David Slade (’30 Dias de Noite’).

Lembrando que o trabalho mais recente de Hardwicke foi ‘O Gabinete de Curiosidades‘, série antológica de terror criada pelo vencedor do Oscar Guillermo del Toro (‘O Labirinto do Fauno’).

A atração é descrita como uma mistura de definições do terror através de uma coleção de histórias sem precedentes e definidoras de gênero destinadas a desafiar nossas noções tradicionais de terror.

Do macabro ao mágico, do gótico ao grotesco ou classicamente assustador, esses oito contos igualmente sofisticados e sinistros (incluindo duas obras originais) serão trazidos à vida por uma equipe de roteiristas e diretores escolhidos pessoalmente por del Toro.

Confira o trailer:

O elenco conta com Andrew Lincoln (‘The Walking Dead’), Essie Davis (‘O Babadook’), Tim Blake Nelson (‘The Ballad of Buster Scruggs’), Ben Barnes (‘Sombra e Ossos’), Peter Weller (‘Robocop’) e Luke Roberts (‘Ransom’).

Confira o anúncio:

Essie Davis, Andrew Lincoln e Hannah Galway estrelam um episódio escrito e dirigido por Jennifer Kent (‘The Babadook’; ‘The Nightingale’), baseado em uma história original de Guillermo del Toro.”

F. Murray Abraham, Glynn Turman e Luke Roberts aparecerão em um episódio escrito por David S. Goyer (‘Batman Begins’), baseado em um conto de Michael Shea, e dirigido por David Prior (‘O Mensageiro do Último Dia’).

Tim Blake Nelson, Elpidia Carrillo, Demetrius Grosse e Sebastian Roché estrelam um episódio escrito por Regina Corrado (‘The Strain’) e Guillermo del Toro; e dirigido por Guillermo Navarro (‘Narcos’).”

Crispin Glover e Ben Barnes estrelam um episódio escrito por Lee Patterson (‘A Colônia’), baseado em um conto de H.P. Lovecraft e dirigido por Keith Thomas (‘The Vigil’).”

Peter Weller estrela um episódio dirigido por Panos Cosmatos (‘Mandy’), que também escreve junto com Aaron Stewart-Ahn.”

Mika Watkins (‘Black Mirror’) escreve um episódio baseado em um conto de H.P. Lovecraft e dirigido por Catherine Hardwicke (‘Crepúsculo’); com elenco a ser anunciado.”

David Hewlett estrela um episódio baseado em um conto de Henry Kuttner e dirigido por Vincenzo Natali (‘Hannibal’).”

Haley Z. Boston (‘Hunters’) escreve um episódio baseado em um conto da autora de quadrinhos Emily Carroll e dirigido por Ana Lily Amirpour (‘Garota Sombria Caminha pela Noite’), com elenco a ser confirmado.”

Sylvester Stallone quer retomar o poder no trailer DUBLADO da 2ª temporada de ‘Tulsa King’; Confira!

A Paramount+ divulgou o trailer dublado da 2ª temporada de ‘Tulsa King‘, série estrelado por Sylvester Stallone.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O próximo ciclo estreará no dia 15 de setembro na plataforma de streaming – mesmo dia de lançamento nos Estados Unidos.

A série foi criada por Taylor Sheridan, da aclamada ‘Yellowstone‘.

Após 25 anos na prisão, o mafioso Dwight “The General” Manfredi (Stallone) é libertado e exilado por seu chefe para a cidade de Tulsa. Percebendo que sua família mafiosa pode não ter seus melhores interesses em mente, Dwight lentamente cria uma “equipe” com um grupo de pessoas improváveis, para ajudá-lo a estabelecer um novo império do crime.

O elenco ainda conta com Max Casella, Domenick Lombardozzi, Vincent Piazza, Jay Will, A.C. Peterson, Andrea Savage, Martin Starr, Garrett Hedlund, Dana Delany e Annabella Sciorra.

Diretor de ‘It: A Coisa’ comandará novo THRILLER espacial estilo ‘Gravidade’

De acordo com o Deadline, Andy Muschietti (‘It: A Coisa’) será responsável pela direção de ‘Drift‘, novo thriller de ficção científica estilo ‘Gravidade‘.

O longa é baseado em um conto não publicado de Ben Queen (‘A Família Addams 2’) e Jason Shuman (‘Acapulco’).

A dupla retornará para assinar o roteiro da adaptação.

Na trama…

“Quando seu filho distante desaparece durante uma missão espacial, um desacreditado comandante de um ônibus espacial é arrastado para uma troca de reféns de alto risco no espaço para resgatar seu filho de captores que não são da Terra.”

O site afirma que o projeto ficou à venda por menos de 24 horas, incitando uma guerra de lances que foi vencida pela Skydance.

Andy & Barbara Muschietti também servirão como produtores.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Uwe Boll irá dirigir SEQUÊNCIA não oficial de ‘House of the Dead’

De acordo com o Bloody Disgusting, Uwe Boll, considerado um dos piores cineastas de todos os tempos, está desenvolvendo uma sequência não oficial de sua adaptação de ‘House of the Dead‘, lançada originalmente em 2003.

Intitulado ‘23 Years Later: Return to Zombie Island‘ (23 Anos Depois: Retorno à Ilha Zumbi, em tradução livre), o novo filme está sendo descrito como “uma sequência de terror velha guarda – com efeitos práticos e sangue real”.

Como o título sugere, a trama será ambientada 23 anos após os eventos do longa original, com a ilha ainda selada. A expectativa é que diversos atores retornem para a continuação.

Recentemente, Boll lançou uma campanha no Indiegogo para fundar o projeto.

“Este projeto está sendo feito agora porque o filme original nunca desapareceu. O financiamento coletivo permite que esta sequência permaneça independente e voltada para os fãs, priorizando efeitos práticos, terror físico e controle criativo sem concessões,” declarou o cineasta.

Vale lembrar que uma nova adaptação OFICIAL de ‘The House of the Dead‘ está oficialmente em desenvolvimento.

Paul W.S Anderson será responsável pela direção. O cineasta já é conhecido por suas adaptações cinematográficas de jogos, tendo comandado a franquia ‘Resident Evil‘, ‘Mortal Kombat‘ e ‘Monster Hunter‘.

Isabela Merced (‘Alien: Romulus’) estrelará a nova versão.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Angelina Jolie se emociona ao falar sobre divórcio com Brad Pitt; Assista!

Angelina Jolie conversou com a BBC sobre o difícil momento que tem passado desde o divórcio do astro Brad Pitt.

Durante o lançamento de seu filme para a Netflix, ‘First They Killed My Father: A Daughter of Cambodia Remembers’, ela tocou no assunto pela primeira vez.

Ao ser questionada sobre o divórcio, a atriz respirou fundo e se emocionou com a voz embargada, afirmando qual é sua prioridade em meio ao doloroso processo de separação:

“Muitas pessoas estão nessa situação também. Minha família inteira tem enfrentado esse momento complicado. Meu foco está nas minhas crianças, nossas crianças. Nós somos e sempre seremos uma família. Estou tentando achar o caminho para que isso nos torne mais fortes e próximos”.

Assista, à partir do minuto 4:10:

A entrevista também marcou a primeira aparição pública da atriz e diretora desde o anúncio da separação. ‘First They Killed My Father’ marca o quinto filme sob a direção da atriz. A produção é baseada na autobiografia da ativista cambojana de direitos humanos e amiga de Jolie, Loung Ung, e conta a história verdadeira da devastação que assolou Camboja pelo partido comunista Khmer Vermelho, nos anos 70. Mais de dois milhões de pessoas de uma população total de sete milhões foram mortas durante o expurgo, incluindo o pai, amãe e as duas irmãs de Ung.

Divórcio

Alegando diferenças irreconciliáveis, Jolie pediu o divórcio de Brad após três anos de casados. Segundo os documentos judiciais, a data da separação foi em 15 de setembro de 2016. O casal se apaixonou durante as filmagens de ‘Sr. & Sra Smith’ em 2004, ocasião em que Pitt ainda era casado com a atriz Jennifer Aniston.

Um dos motivos que tem feito a separação ser tão tumultuada é a alegação por parte da atriz de que o ex-esposo apresenta “perigo” às crianças. A situação é ainda mais delicada, uma vez que Angelina solicitou a custódia integral dos filhos, concedendo apenas visitas do pai, sem seu envolvimento na criação.

Pouco após o anúncio do divórcio, Brad Pitt se envolveu em um incidente em que ele teria perdido a paciência de forma explosiva diante de pelo menos um de seus filhos. Em novembro o ator foi inocentado das alegações de conduta abusiva e pediu guarda compartilhada das crianças.

Veja as imagens do casamento!

 

‘Kingsman 3’ ganha data de estreia e novidades

A sequência ‘Kingsman 3‘ está caminhando a passos largos, mesmo após a compra da Fox por parte da Disney.

E após o recente anúncio de que a continuação havia recebido o sinal verde, a Fox revelou a data de estreia do terceiro capítulo, por meio do Exhibitor Relations. A produção estreia nos cinemas em 08 de novembro de 2o19.

O cineasta Matthew Vaughn também estará de volta à frente da direção e do roteiro.

O terceiro filme irá introduzir dois novos personagens, que irão se conectar com ‘The Great Game‘.

A primeira  adição é um adolescente chamado Conrad, que é descrito como “jovem, arrogante e charmoso, filho de um Duque inglês, Conrad está ansioso para servir seu país durante a Primeira Guerra Mundial… e talvez os Kingsman o ofereça justamente essa oportunidade.”

O outro é um personagem mais velho, que pode ser interpretado por Ralph Fiennes, o favorito do estúdio.

Kingsman: O Circulo Dourado’ foi dirigido por Matthew Vaughn, com roteiro assinado por Dave Gibbons, Jane Goldman e Mark Millar. O elenco conta com Taron Egerton (Gary ‘Eggsy’ Unwin), Julianne Moore (Poppy), Colin Firth (Harry Hart), Jeff Bridges, Channing Tatum, Pedro Pascal (Jack Daniels), Mark Strong (Merlin), Halle Berry (Ginger), Vinnie Jones, and Sophie Cookson (Roxy). 

‘El Camino’: Jonathan Banks retorna para filme sequência de ‘Breaking Bad’

O filme sequência da série ‘Breaking Bad‘, intitulado ‘El Camino‘, trará o retorno de vários personagens originais e um deles foi recentemente confirmado, mais precisamente durante o Emmy Awards 2019.

Em uma entrevista ao ET Canada, o ator Jonathan Banks, intérprete de Mike Ehrmantraut, confirmou que fará o seu retorno à produção original da Netflix.

Ao ser questionado pelo jornalista, ele não segurou a informação e acabou entregando a novidade, deixando claro que poderia se meter em problemas por revelar seu retorno.

Na ocasião, ele pontuou que “eles vão me acertar na cabeça por dizer isso, mas sim, porque não? Nenhum desses caras bate com força mesmo!

Ainda não se sabe como será o envolvimento de Mike na narrativa de Jesse Pinkman, mas a Netflix divulgou um novo teaser, que começa a trazer alguns efêmeros aspectos do longa.

Assista:

Depois de muito mistério em torno da produção, a gigante do streaming compartilhou uma foto direto dos bastidores da produção, destacando o personagem em um quarto todo bagunçado.

Confira:

Dirigido por Vince Gilligan, o longa chega à Netflix na madrugada do dia 11 de outubro.

Além de Paul, o elenco também conta com Matt Jones e Charles Baker, reprisando seus papéis como Badger e Skinny Pete, respectivamente.

Para quem não sabe, a trama gira em torno de Pinkman e sua jornada para fugir de seus sequestradores, da lei e de seu passado.

O longa terá duas horas e dois minutos de duração (122 minutos).  

‘O Método Kominsky’: Alan Arkin não retorna para a 3ª e ÚLTIMA temporada da comédia da Netflix!

O veterano ator Alan Arkin não retornará para a 3ª e última temporada da aclamada série de comédia da Netflix, intitulada ‘O Método Kominsky‘. A informação foi confirmada pela revista EW.

Segundo a publicação, fontes próximos afirmaram que Arkin já havia tomado essa decisão há algum tempo atrás. A ausência do seu personagem também será retratada na narrativa.

Arkin interpretou Norman Newlander, melhor amigo a gente de Sandy Kominsky, ator que teve o auge de sua carreira artística ainda na sua juventude e que hoje trabalha com coach de atuação para novos talentos que chegam à Los Angeles com o sonho de uma carreira em Hollywood.

Criada por Chuck Lorre (‘Two and a Half Men‘), a produção acompanha Sandy Kominsky, um ator que anos atrás teve uma breve aventura com o sucesso e agora é um respeitado professor de Hollywood. A produção conquistou dois Globos de Ouro em 2019, nas categorias de Melhor Ator em Série de Comédia ou Musical e de Melhor Série de Comédia.

Michael Douglas estrela a produção.

‘O Homem das Castanhas’: Série de suspense criminal ganha intenso trailer; Assista!

A nova série de suspense criminal da Netflix, ‘O Homem das Castanhas‘, ganhou um intenso e misterioso trailer oficial.

Confira:

Na trama, ela foi assassinada em um playground de Copenhague. Perto do corpo, um bonequinho de castanhas pode ser a chave do mistério. A produção é baseada no best-seller nórdico.

Søren Sveistrup, Mikkel Serup, David Sandreuter e Dorte Warnøe Høgh assinam a criação da série.

Danica Ćurčić, Mikkel Boe Følsgaard e David Dencik estrelam a produção.

A 1ª temporada estreia no dia 29 de setembro na Netflix.

‘God’s Country’: Amazon MGM vai desenvolver série de humor sombrio produzida por Chris Pratt

A Amazon MGM Studios está desenvolvendo a série ‘God’s Country‘, uma comédia sombria com traços satíricos e inspiração shakespeariana, criada por John Owen Lowe (‘Instável‘).

A nova produção abordará temas como ganância, gentrificação e segredos familiares em uma América interior cada vez mais marcada por disputas de poder e memória histórica. A novidade foi divulgada pelo Deadline.

Na trama, um implacável magnata do mercado imobiliário embarca em uma missão para gentrificar uma cidade às margens de um lago — iniciativa que, além de ameaçar seu próprio império, acaba envolvendo sua família com o passado violento da região.

A série é descrita como uma sátira de humor ácido e tons trágicos, com raízes dramáticas clássicas, centrada no embate entre legado e ambição.

Lowe, que também assume a função de co-showrunner, será acompanhado por Samir Mehta (‘Me Conte Mentiras‘), roteirista e produtor premiado que recentemente recebeu uma indicação ao Gotham TV Award. Mehta trará sua experiência em dramas intensos e psicológicos à nova empreitada.

God’s Country‘ será produzida por Adam Londy, da Tornante, e contará com a produção executiva de Chris Pratt, conhecido por seu trabalho em ‘The Terminal List‘ e outras produções de ação.

Lowe, que se destacou co-criando e estrelando a comédia da NetflixInstável‘, ao lado de seu pai, Rob Lowe, acumula passagens como roteirista por séries como ‘9-1-1: Lone Star‘.

Mehta tem no currículo projetos como ‘Fear the Walking Dead‘, ‘Narcos‘, ‘The Sinner‘ e ‘Unsolved: The Murders of Tupac and the Notorious B.I.G.

Ainda sem data de estreia ou elenco divulgado, ‘God’s Country‘ promete ser uma das apostas ousadas da Amazon MGM Studios para explorar os limites do drama familiar com uma abordagem mordaz e provocadora.

Encontre os Porgs escondidos no pôster Chinês de ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’

A Disney divulgou um novo pôster de Rey (Daisy Ridley) para divulgar Star Wars: Os Últimos Jedi na China, porém, outro detalhe chamou a atenção: os Porgs. Você consegue achar onde estão todos escondidos? Confira:

‘Star Wars: Os Últimos Jedi’: Por que os Porgs são tão fofos? Descubra!

Star Wars: Os Últimos Jedi ganhou uma série de belíssimos cartazes minimalistas, que destacam as armas e personagens do filme. Confira a galeria:

Lucasfilm anuncia nova trilogia ‘Star Wars’ sem relação à saga Skywalker; SAIBA MAIS!

‘Star Wars’: Além de nova trilogia, saga ganhará série de TV; saiba mais!

Lucasfilm anuncia nova trilogia ‘Star Wars’ sem relação à saga Skywalker; SAIBA MAIS!

Rian Johnson fala sobre a nova trilogia da franquia ‘Star Wars’

A Luz? A Escuridão? Rey e Kylo, duas pessoas que parecem estar no meio dos dois; um novo desenvolvimento chocante parece esperá-los em Star WarsOs Últimos Jedi. Apesar do mundo ter ficado espantado ao ver que a mão oferecida a Rey era de Kylo Ren, o que espera os dois é a questão “a Luz ou a Escuridão?”, enquanto juntos são movidos pela poderosa Força. Rey, embora no filme anterior tenha despertado a Força, se sente perdida e insegura; ela será levada para a escuridão? Kylo, que matou Han Solo, apesar de ele ser seu pai; o que sobrou de luz no coração dele será capaz de desfazer sua escuridão? Essas duas figuras parecem se refletir; não podemos tirar nossos olhos deles.

O elenco é composto por Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Gwendoline Christie e Andy Serkis, além dos novatos Benicio Del Toro , Laura Dern (‘Jurassic Park’) e Kelly Marie Tran.

O filme chega aos cinemas em 15 de Dezembro.

‘Homem-Formiga e a Vespa’ ganha nova imagem do casal protagonista

Homem-Formiga e a Vespa ganhou uma nova imagem do casal do título reunidos. Confira:

Confira também o novo trailer com cenas inéditas e um cartaz sensacional:

O Reino Quântico que conhecemos em ‘Homem-Formiga’ deve ser parte crucial da trama da sequência, ‘Homem-Formiga e Vespa’, é o que sugerem rumores, além de afirmar que a dupla protagonista estará na caça de Janet van Dyne (Michelle Pfeiffer), a Vespa original, no Reino.

Uma fonte próxima à produção contou que atrama começa com Scott Lang em prisão domiciliar. Ainda se afastando dos eventos da Guerra Civil.

O elenco conta com Paul RuddEvangeline Lilly, Lawrence Fishburne como o Dr. Bill Foster, Golias; Walton Goggins como Sonnyburch, Hannah John-Kamen viverá a Fantasma e Randall Park será o Agente Jimmy Woo.

Judy Greer está com seu retorno confirmado. Na adaptação dos quadrinhos, Greer interpreta Maggie, a ex-esposa de Scott Lang e mãe da garotinha Cassie.

A direção é de Peyton Reed, com roteiro de Paul Rudd e Adam McKay.

A estreia de ‘Homem-Formiga e Vespa‘ está marcada para 5 de julho de 2018.

Famosos Anônimos da Marvel – 14 Atores Conhecidos que passaram em branco no UCM

O Universo Cinematográfico Marvel reúne, atualmente, os nomes mais relevantes do cinema de entretenimento mundial. Atores desconhecidos se tornam conhecidos e atores conhecidos se tornam mais conhecidos ainda. Há, entretanto, nomes importantes da cultura pop que estão nos filmes da Marvel e você nem se lembra, ou pior: nem sabe que estão lá! Confiram alguns deles!

Ty Burrell:

Ty Burrell é conhecido pelo papel do adorável Phil Dunphy, de Modern Family. O patriarca do seriado apareceu uma única vez no MCU, como o Doutor Leonard Samson, em O Incrível Hulk (2008).

Olivia Munn:

O caso de Olivia Munn é curioso. A atriz, famosa por seu papel em The Newsroom, faz uma ponta em Homem de Ferro 2 (2010). Ela é a repórter Chess Roberts, que aparece cobrindo a Expo Stark. Alguns anos depois, a FOX a contrataria para viver a Psylocke, em X-Men: Apocalipse (2016).

Kate Mara:

A irmã de Rooney Mara foi outra a fazer uma ponta em Homem de Ferro 2. No filme da Marvel, ela vive a Oficial de Justiça que intima Tony Stark a comparecer à Audiência com o Senador Sterns. Na época, ela tinha aparições nas séries 24 Horas e House of Cards. Poucos anos depois, Kate viveria a Mulher Invisível do intragável “Quarteto Fantástico” (2015).

Jenna Coleman:

Jenna é famosa no mundo Geek por interpretar a personagem Clara Oswald, em Doctor Who. Em Capitão América: O Primeiro Vingador (2011), a atriz vive uma namoradinha de Bucky Barnes na Exposição Futurista em que Steve é escolhido para o projeto Super Soldado.

Richard Armitage:

Richard foi pra bem longe do frio das Montanhas Místicas da Terra Média quando entrou para o Universo Marvel! Em Capitão América: O Primeiro Vingador, nosso querido Thorin Escudo-de-Carvalho, da trilogia O Hobbit, interpreta o Espião Nazista que rouba o Soro do Super Soldado e mata o Dr. Erskine.

Natalie Dormer:

A Margaery Tyrell, de Game of Thrones, aprontou no Universo Marvel. Também em Capitão América: O Primeiro Vingador (eita filme pra desperdiçar talento em pequenas participações!), ela vive a Secretária do Exército dos EUA que aparece do nada e beija o Capitão América em forma de “agradecimento pelas vidas salvas”.

Christopher Eccleston:

Beleza, ele interpretou um dos piores/ mais esquecíveis vilões do MCU. E olha que isso é tarefa difícil, porque a Marvel errou bastante com vilões ao longo do tempo, mas tudo bem. Antes de viver o Elfo Malekith, em Thor: O Mundo Sombrio (2013), Christopher Eccleston conquistou o coração de vários fãs ao interpretar o 9º Doctor, em Doctor Who!

Gary Sinise:

Gary Sinise é um nome consagrado de Hollywood. Antes de ser o Narrador da Exposição do Capitão América no Museu Smithsonian, em Capitão América: O Soldado Invernal (2014), Gary interpretou o Tenente Dan, de Forrest Gump.

Danny Pudi:

Os irmãos Russo gostam de colocar easter eggs de Community em seus filmes. Afinal, foi por conta de seu trabalho na série que os irmãos foram escolhidos para dirigir longas na Marvel. Em Capitão América: O Soldado Invernal, Danny Pudi, o ‘diferente’ Abed Nadir da série, aparece como “porteiro” da SHIELD.

Nathan Fillion:

Nathan é um nome famosíssimo no meio Geek. Além de interpretar Richard Castle, do seriado Castle, ele é amigo de James Gunn, antigo diretor dos filmes espaciais da Marvel. Em Guardiões da Galáxia (2014), ele dá voz ao Alien Azul que tenta abusar de Peter, Rocket e Groot assim que eles chegam no Kyln. A humilhação não dá certo e ele acaba levando um coro de Groot e vira aviso para os outros que tentarem mexer com eles na prisão. Em uma cena excluída de Guardiões da Galáxia Vol.2 (2017) ele interpretaria Simon Williams, o Magnum.

Seth Green:

Seth Green fez vários filmes adolescentes nos anos 80/90, é nome forte nas animações adultas do Adult Swim e dá voz ao gorducho Chris Griffin, em Uma Família da Pesada. Assim como Nathan Fillion, ele é amigo de James Gunn e aparece nos dois Guardiões da Galáxia como Howard, O Pato.

Miley Cyrus:

Essa é mega aleatória, mas sim, a Miley Cyrus faz parte do MCU. Outra amiga de James Gunn que fez uma ponta em Guardiões da Galáxia Vol.2, como a androide Mainframe, aquela da cena pós-créditos dos Guardiões da HQ. Ela é famosa no mundo da música e por ter feito a série Hannah Montana.

Jennifer Connelly:

Jennifer Connelly é um dos nomes mais conhecidos do cinema mundial. Famosa por suas excelentes atuações e sua beleza inquestionável, a atriz faz a voz da Inteligência Artificial do traje Stark do Homem-Aranha, em Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017). É interessante porque seu marido é Paul Bettany, que fazia a voz do JARVIS, a Inteligência Artificial da armadura do Homem de Ferro. Os papéis de Jennifer são muito marcantes, mas você pode conferir seu trabalho como Alicia Nash, em Uma Mente Brilhante (2001).

Sam Neill:

Thor: Ragnarok (2017) foi quase uma reunião do elenco de Jurassic Park. Além de Jeff Goldblum, o filme contou com uma participação especial de Sam Neill, eternizado como Doutor Alan Grant, de Jurassic Park. Ele interpreta o ator que está atuando como Odin no teatro de Asgard. Essa cena também conta com Matt Damon e Luke Hemsworth, um dos irmãos de Chris Hemsworth, o Thor.

Lembra de mais algum? Diga nos comentários!

 

Crítica | Cavaleiros do Zodíaco – Reboot do Anime Não Empolga, Mas É Recheado de Memes

Estamos na era em que nada se cria, tudo se refaz. Isso tem acontecido com quase todas as franquias, e não demorou para chegar ao clássico anime japonês ‘Os Cavaleiros do Zodíaco’, que tanto sucesso fizera nos países ocidentais durante os anos 1990. A história escrita e ilustrada por Masami Kurumada, publicada originalmente no formato de mangás, contava as aventuras de cinco jovens japoneses que se aperfeiçoavam em técnicas de lutas ao ponto de se tornarem cavaleiros, designados para proteger a deusa Atena em todas as circunstâncias – e isso significava viajar para a Grécia e travar batalhas com homens muito mais fortes e experientes que eles, ao mesmo tempo em que cada um ia amadurecendo emocional e fisicamente a cada golpe recebido, construindo laços de amizade que iam se solidificando a cada episódio. Porém, no reboot trazido pela Dona Netflix, tudo isso se perde.

A bem da verdade, os 6 episódios curtinhos tem diversos pontos insatisfatórios, a começar pelo traço – tão característico dos animes japoneses, com linhas retas, cabelos espetados e olhos grandes -, que desapareceu completamente ao ganhar um ar mais ocidental, apresentando os jovens com rostos mais redondos, em estilo 3D (o que seria bacana, nada contra) e movimentos duros e lentos, característicos dos jogos de videogame. A ocidentalização (ou deveríamos dizer americanização?) da história vai além, desconstruindo o tempo da narrativa (na história original o espectador não tinha noção de em que época a história ocorria, por causa dos cenários e da temática de Grécia Antiga, que davam uma ideia de passado), fazendo coexistir os cavaleiros de Atena com armas de fogo. Sério. Para os fãs, fica difícil ver o Seya se defendendo de tiros de metralhadora ou andando de skate e olhando um celular.

Mesmo se tudo isso for deixado de lado e assistirmos ao reboot como quem entra nessa história pela primeira vez, os problemas continuam. O roteiro dá inúmeros saltos na narrativa, confundindo o espectador. Hora Seya está saindo da ilha onde realiza seu treinamento, e, no capítulo seguinte, está sendo expulso de um local que você nem entende onde ele está ou como foi parar lá (até ser explicado, daí você entende que houve um salto de tempo que não foi adereçado na história). Sem contar o laço de amizade eterna entre Seya, Shiryu, Hyoga e Shun que, literalmente, é criado em meia hora. Eu hein.

Apesar de tuuuuudo isso, é legal rever a história que tanto amamos no passado reaparecer para as novas gerações. Isso possibilitou, por exemplo, uma certa aliviada nos diálogos (quem viu a versão anterior lembra do tom dramático constante das falas, quase sempre terminando em tragédia). Em outras palavras: a nova tradução optou por construir as falas inserindo memes que o espectador facilmente reconhecerá (“sabe de nada, inocente!”), e isso aumenta o tom de comicidade dos diálogos (afinal, gente, é só um desenho né?). Destaque para o novo Hyoga (dublado por Francisco Bretas), completamente sem paciência e, justamente por isso, se tornando o alívio cômico do grupo.

Para quem acompanhou o retorno da série em 2003 pelos estúdios Álamo, a boa notícia é que o mesmo time de dubladores que emprestou suas vozes aos personagens naquela época volta a dublar o reboot da série, com exceção de Shun, dessa vez com a voz de Ursula Bezerra, por motivos óbvios (explicado no segundo episódio).

De um modo geral o reboot é bacaninha, apesar de tudo. Serve bastante para relembrar a saga e despertar o interesse pela versão em 2D. Até porque, nem a música tema original está mais presente. Ou seja, o reboot traz a mesma história, porém, completamente diferente.

‘Vingadores: Ultimato’: Teoria aponta Katherine Langford como uma nova vilã

Enquanto ‘Vingadores: Ultimato‘ não chega aos cinemas, muita gente dedica seu tempo para criar diversas teorias mirabolantes. A última que surgiu aponta Katherine Langford como uma das novas vilãs que o filme deve apresentar.

No caso, um fã observou que em ‘Thor: Ragnarok‘, Thor sempre se refere à Hela como meia-irmã, ou seja, oriunda de outro relacionamento de Odin.

Na teoria, portanto, teremos a introdução de Senhora Morte, mãe de Hela, no filme, já funcionando como o interesse romântico de Thanos. Segundo o fã, quem vai interpretar a poderosa personagem é Katherine Langford que ainda não teve seu papel revelado.

Será que isso deve acontecer? É bastante improvável, mas é impossível definir alguma certeza para as surpresas que a Marvel esconde.

Lançado há uns dias, o primeiro vídeo de ‘Vingadores: Ultimato‘ quebrou recordes, tornando-se o trailer mais visto em 24 horas da história.

Com 289 milhões de visualizações, o filme conseguiu superar o trailer de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, que anteriormente detinha o recorde – com 230 milhões de visualizações. O terceiro lugar também pertence à Disney, com o aguardado live-action de ‘O Rei Leão‘ (224 milhões de views).

A dupla Anthony Russo e Joe Russo retorna para a direção.

Com a culminação de 22 filmes interconectados, o quarto filme da saga dos Vingadores fará público testemunhar o ponto crítico desta jornada épica. Nossos amados heróis perceberão o quão frágil é a realidade, e também os sacrifícios que precisam ser feitos para defendê-la.

O elenco grandioso conta com Karen Gillan (Nebula), Bradley Cooper (Rocket), Brie Larson (Capitã Marvel), Scarlett Johansson (Viúva Negra), Evangeline Lilly (Vespa), Jon Favreau (Happy Hogan), Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Chris Hemsworth (Thor), Josh Brolin (Thanos), Chris Evans (Capitão América), Michelle Pfeiffer (Janet Van Dyne), Paul Rudd (Homem-Formiga), Elizabeth Olsen (Feiticeira Escarlate), Chadwick Boseman (Pantera Negra), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Pom Klementieff (Mantis), Tilda Swinton, Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Katherine Langford, Dave Bautista (Drax), Mark Ruffalo (Hulk), Gwyneth Paltrow (Pepper Potts), Letitia Wright (Shuri) e Frank Grillo.

Vingadores: Ultimato‘ será lançado nos cinemas nacionais em 25 de abril de 2019.

Blumhouse está desenvolvendo filme de terror baseado na Bola-8 Mágica

Blumhouse Productions ganhou notoriedade por seus competentes filmes de terror, como as franquias Atividade ParanormalA Morte Te Dá Parabéns, e obras como Corra!’ ‘Whiplash – Em Busca da Perfeição’, ambos indicados ao Oscar em seus respectivos anos.

A companhia, porém, também é conhecida por adaptar um conhecido jogo de tabuleiro para os cinemas, dando origem à franquia ‘Ouija: O Jogo dos Espíritos’, que se tornou um sucesso de bilheteria e rendeu uma continuação. Agora, parece que a produtora está desenvolvendo uma narrativa baseada na famosa Bola-8 Mágica.

Segundo o site Deadline, que primeiro confirmou as notícias, um dos executivos da Mattel FilmsRobbie Brenner, confirmou que ambos os grupos irão se unir para contar essa inesperada história. “Desde 1950, a Bola-8 Mágica inspirou nossa imaginação e intrigou diversas gerações”, ele declarou. “Esse brinquedo icônico tem uma conexão incrível com os fãs e um potencial gigantesco para os cinemas”.

“Não há parceiros melhores para contar a história desse brinquedo em colaboração com a Mattel Films que Jeff Wadlow e a Blumhouse Productions, cuja perspectiva do gênero thriller cativou audiências no mundo inteiro e ganhou aclame considerável”, Brenner acrescentou.

Para aqueles que não conhecem o brinquedo, a Bola-8 Mágica é um objeto que contém certo número de respostas pré-dispostas em seu interior; quando alguém faz uma pergunta e a sacode, uma dessas respostas aparece em primeiro plano.

Ainda sem muitas informações divulgadas, o filme será dirigido por Wadlow (Verdade ou Consequência).

‘Cats’: Primeiras reações indicam que o filme é estranho e indescritível

Cats chega nos cinemas nacionais no dia 25 de Dezembro, mas as primeiras reações começaram a despontar nas redes sociais – indicando que o filme é uma mágica e bizarra aventura.

Porém, os críticos não estão sabendo lidar com o visual pra lá de “estranho” do filme.

Confira:

Cats é a experiência cinemática mais espetacular, mágica, estranha e desconcertante que já tive. Não tenho ideia do que aconteceu, mas sei que valeu a pena”.

“Não fico nem um pouco satisfeita em dizer que [o filme] é muito arisco para seu próprio bem”.

“De alguma forma eu não sabia que Ray Winstone interpreta Growltiger em Cats – e deixem-me dizer que eu gritei e uivei”.

 

Tom Hooper fica a encargo da direção.

Um dos mais assistidos musicais da Broadway, ‘Cats’ teve sua estreia mundial no West End, em Londres, em 1981 – onde ficou em cartaz por 21 anos, contabilizando quase 9 mil apresentações. A produção inovadora foi vencedora do Olivier e do Evening Standard Awards (mais antiga premiação de teatro do Reino Unido) de Melhor Musical.

Uma tribo de gatos chamada Jellicles todo ano precisa tomar uma grande decisão em uma noite especial: escolher um dos gatos para ascender para o Heaviside Layer e conseguir uma nova e melhor vida. Cada um dos gatos conta a sua história para seu líder, o velho Deuteronomy, na tentativa de ser o escolhido.

O elenco conta com Jennifer Hudson, Judi Dench, Taylor Swift, James Corden, Idris Elba, Rebel Wilson e Ian McKellen.

Baseada na peça homônima de Andrew Lloyd Webber, o filme chega aos cinemas nacionais em 25 de dezembro.

Assista ao trailer:

 

‘Esquadrão Suicida’: David Ayer afirma que performance de Jared Leto foi apagada do filme

Desde que a WarnerMedia confirmou o lançamento do corte do diretor de ‘Liga da Justiça’, vários fandoms começaram a realizar petições exigindo a versão original de diversos longas-metragens – sendo o mais recente deles o de Esquadrão Suicida, de David Ayer.

Conforme a comoção ganha as redes sociais, Ayer também aproveita para revelar alguns detalhes da produção. Segundo ele, o corte cinematográfico é bem diferente do que ele havia imaginado, incluindo a representação de Coringa (Jared Leto).

Em resposta a um fã em seu Twitter oficial, o diretor escreveu que: “Jared foi bem maltratado durante isso. Ninguém viu sua performance. Foi praticamente arrancada do filme”.

Confira:

Ayer também aproveitou para divulgar algumas informações sobre a versão, dizendo que o tom do filme é tão dark quanto o do aclamado e premiado Coringa.

“Isso foi regravado, porque o tom é ‘muito obscuro’ – meu primeiro ato foi um filme normalmente construído. Peguei inspiração de [Christopher] Nolan. Havia cenas reais com atuação incrível entre Jared [Leto]Margot [Robbie]. Coringa era assustador. Arlequina era complexa”, ele escreveu.

Após as diversas críticas do diretor David Ayer à Warner, por ter interferido criativamente emEsquadrão Suicida‘, a diretora Cathy Yan fez um polêmico comentário revelando que “entende como ele se sente”.

No post, Ayer diz:

Esquadrão Suicida foi refilmado porque o tom era ‘muito obscuro’ – meu primeiro ato foi um filme normalmente construído. Tirei minha inspiração de Nolan. Havia cenas reais com atuação incrível entre Jared e Margot. Coringa era aterrorizante. Harley era complexa.”, afirmou.

A diretora respondeu:

“Sinto muito que isso tenha acontecido com você, David. Eu conheço a dor.”

Pelo visto, o estúdio também interferiu criativamente no filme.

Confira:

Nas redes sociais, o diretor afirmou que o tom do filme mudou após as críticas negativas de ‘Batman vs Superman‘ e do sucesso de ‘Deadpool‘. Os executivos quiseram tirar o tom obscuro e adicionar mais humor.

“O primeiro trailer acertou o tom e a intenção do filme que fiz. Metódico. Em camadas. Complexo, bonito e triste. Depois, as críticas de BVS e o sucesso de Deadpool chocaram a liderança da época – e meu drama comovente foi transformado em uma ‘comédia'”, afirmou.

Nas redes sociais, os fãs iniciaram a campanha #ReleaseTheAyerCut. Confira:

Ayer afirmou que não apenas o “Ayer Cut” existe, como ele já está praticamente pronto.

“Claro que existe. E está quase completo, menos alguns efeitos visuais”.

Lembrando que recentemente, a AT&T, dona da Warmer, deu a entender que o lançamento do “Ayer Cut” também é uma possibilidade.

Após um fã iniciar a campanha#ReleaseTheAyerCut, a AT&T respondeu:

“Tudo é possível, só é preciso um pouco de magia”.

Confira:

 

Além disso, James Gunn, diretor de ‘O Esquadrão Suicida‘, afirmou que apoia o lançamento da versão de David Ayer.

Ao ser questionado por um fã quanto ao seu apoio, Gunn revelou no Twitter que não teria problema em ver o “Ayer Cut” sendo lançado e que está de acordo com qualquer decisão que a Warner e o diretor decidam tomar:

“Eu ficaria bem com qualquer coisa que o David Ayer e a Warner queiram lançar, sem problema algum”.

A respeito veio da seguinte pergunta feita por um usuário:

“James Gunn, você seria contra o lançamento da versão do David Ayer para Esquadrão Suicida? Você acha que isso diminui o seu filme ou ajuda a aumentar o interesse, ou não tem efeito nenhum?”

Lembrando que o novo ‘O Esquadrão Suicida‘ tem estreia prevista para 06 de agosto de 2021.

Margot Robbie (Harley Quinn), Viola Davis (Amanda Waller) e Jai Courtney (Capitão Boomerang) irão reprisar seu papéis.

Nathan Fillion (Arm-Fall-Off-Boy), Pete Davidson (Blackguard), Michael Rooker (Savant), Flula Borg (Javelin), Sean Gunn (Weasal) e Mayling Ng (Mongal) são as novas adições ao elenco.

 

‘Homem-Aranha 3’: Doutor Estranho é reimaginado como o Mágico de Oz em INCRÍVEL pôster de fã

Ontem, o The Hollywood Reporter confirmou que Benedict Cumberbatch reprisaria mais uma vez seu papel como Doutor Estranho em Homem-Aranha 3, servindo como mentor para Peter Parker (Tom Holland) depois da morte de Tony Stark/Homem de Ferro (Robert Downey Jr.).

Agora, a conhecida página BossLogic divulgou no Twitter uma incrível arte de fã do novo capítulo da saga que reimagina o poderoso feiticeiro como o Mágico de Oz.

Confira:

A aparição de Dr. Estranho ajudaria a explicar o multiverso que será aberto e trará de volta Jamie Foxx como Electro.

Em seu perfil do Instagram, Foxx publicou uma imagem de três versões do Homem-Aranha encarando o rosto do Electro numa gigantesca nuvem de eletricidade.

O estranho é que ele logo excluiu a publicação depois que alguns fãs começaram a questionar sobre o ‘Aranhaverso‘.

Na legenda, ele ainda deu alguns detalhes sobre o vilão, garantindo que não será azul desta vez.

Confira:

“Diga ao Cabeça de Teia que vamos nos reencontrar. Estou super entusiasmado com o próximo filme do Homem-Aranha… Mal posso esperar para que que vocês vejam. E eu não serei azul desta vez! Mas muito mais durão.”

lembrando que logo após a escalação do astro, não demorou muito para os fãs começarem a teorizar que a Sony e a Marvel estão criando o Aranhaverso, que pode trazer o retorno de Tobey Maguire e Andrew Garfield.

Para quem não se lembra, o Electro foi introduzido em ‘O Espetacular Homem-Aranha 2‘, quando Peter Parker ainda era vivido por Garfield.

Confira as reações:

De acordo com o ComicBook.com, rumores apontam que o novo longa será intitulado ‘Spider-Man: Homesick‘ (Homem-Aranha: Saudade de Casa, em tradução livre).

O título faz sentido e combina perfeitamente com os filmes anteriores estrelados pelo Tom Holland, ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ e ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘, respectivamente.

Obviamente, a informação não foi confirmada, mas a evidência mais concreta é que o título já havia sido publicado pelas revistas Esquire e Maximum.

Curtiram o possível título da sequência?

A estreia da continuação continua marcada para 17 de dezembro de 2021, mas é possível que, com o adiamento da produção, o lançamento seja afetado.

Espera-se que o filme siga a nova batalha de Peter Parker após ter sido desmascarado publicamente por J. Jonah Jameson no final do ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘. De acordo com aqueles ligados ao projeto, essa reviravolta na história ajudará Peter a se tornar seu próprio herói, em vez de ser um mentoreado dos outros Vingadores.

“Vai ser divertido ver Spidey volta em seu elemento, fora da sombra de Tony, fora da sombra dos outros Vingadores, como o seu próprio homem agora, como seu próprio herói”, afirmou Kevin Feige

Além de Tom Holland voltando como o personagem-titular, Zendaya irá reprisar seu papel como MJ. E é bem provável que grande parte do elenco também retorne, incluindo Marisa Tomei e Jacob Batalon.

Lembrando que Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Kevin Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica sobre ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘:

Crítica | Longe Deste Insensato Mundo

O coração da mulher, como muitos instrumentos depende de quem o toca. Um dos criadores do famoso movimento cinematográfico dinamarquês Dogma 95, Thomas Vinterberg, volta às telonas dessa vez em uma história de época, baseada na obra de Thomas Hardy. Longe Deste Insensato Mundo é uma acanhada trama sobre uma mulher e suas fortes decisões tanto para sobreviver, quanto para o amor. No roteiro adaptado assinado por David Nicholls (Um Dia) há um contexto amplo na parte introdutória que deixa a trama um pouco difícil de se tornar atraente por mais que a protagonista, interpretada pela sempre ótima Carey Mulligan, tenha muitas qualidades ao longo das quase duas horas de projeção.

Em uma época onde não existia o Tinder, conhecemos a indecisa e corajosa Bathsheba Everdene (Carey Mulligan), uma jovem que após o destino a premiar com a herança total de um tio bem de vida, se vê em dúvida entre o amor, a paixão, o desejo, e suas convicções, por três homens completamente distintos. Ao longo das semanas, vários acontecimentos vão se moldando a partir das escolhas, muitas delas equivocadas, da personagem principal. Às vezes profunda, as vezes rasa, a história é premiada apenas pela força da protagonista.

A trama, que já teve um projeto anterior em 1967, com Julie Christie no papel principal, vai se moldando de forma lenta, sempre guiado por uma forte e preponderante trilha sonora, assinada pelo escocês Craig Armstrong (O Grande Gatsby). Carey Mulligan interpreta uma mulher a frente de seu tempo que luta diariamente pela liberdade de suas ações. Mais uma interpretação poderosa dessa baita atriz britânica. Uma das cenas mais bonitas do filme, Milligan usa e abusa de sua habilidade no canto, exatamente como fez em Shame.

Longe Deste Insensato Mundo é o tipo de filme que a crítica gosta mas o espectador nem tanto. Quem curte filmes de época, esse pode ser um prato cheio com tudo que tem direito, além da belíssima fotografia, direção de arte e figurino.  Mas infelizmente fica bem abaixo de um filme que o grande Vinterberg pode realizar.

Fátima Macedo fala sobre nova série da NETFLIX e longa de Petrus Cariry durante o Bonito CineSur

Aos 36 anos, a atriz cearense Fátima Macedo vem conquistando seu espaço no competitivo cenário artístico brasileiro. Formada em Licenciatura em Teatro pelo IFCE e com formação técnica em Dança, a artista já integrou o elenco de dez produções cinematográficas — entre curtas, médias e longas-metragens. Seu talento ganhou projeção nacional com o papel marcante no aclamado Manas, dirigido por Marianna Brennand.

Durante sua participação no Bonito CineSur 2025, onde representa o filme, Fátima conversou com a gente sobre esse trabalho emblemático em sua carreira. Ela também adiantou detalhes de novos projetos que em breve estarão disponíveis em plataformas de streaming de grande alcance — e também nas telas dos cinemas pelo país.

 

Você já chegou a rever ‘Manas’?

Fátima Macedo: Já assisti algumas vezes… Umas dez, eu acho (risos). E o curioso é que, a cada nova vez, descubro algo diferente — uma camada que antes estava escondida sob outra. É muito interessante como a Marianna Brennand conseguiu construir esse filme com tanta sensibilidade, criando múltiplas camadas nos personagens, nas relações e também na conexão com a natureza. Manas tem tocado profundamente as pessoas. É uma obra que fala sobre silêncios, sobre ciclos de violência, e principalmente sobre a quebra desses ciclos por meio do próprio silêncio. O silêncio, nesse contexto, se torna um instrumento poderoso para abordar esse tabu.

 

Você também participou recentemente da novela Guerreiros do Sol, do Globoplay. Como foi para você trabalhar nesse projeto?

Fátima Macedo: Foi uma emoção enorme! Foi meu primeiro trabalho na Globo/Globoplay, e mesmo sendo uma participação, minha personagem tem uma importância na trama — ela guia um certo curso da história modificando caminhos de personagens. Foi uma experiência incrível conhecer tantas pessoas e contracenar com artistas que eu jamais imaginei estar ao lado, como o Irandhir Santos. Lá estava eu no mesmo set que Irandhir! E teve um momento em que, durante um ensaio, fiz uma observação sobre a cena, e ele respondeu: “Gostei disso. Vamos usar.” Na hora eu pensei: nossa, quanta generosidade! Foi realmente mágico. Um sonho mesmo fazer parte desse projeto.

 

Você está num projeto novo que será lançado na Netflix, Pssica. Conta um pouco pra gente o que podemos esperar desse trabalho.

Fátima Macedo: Pssica é uma minissérie de quatro episódios, dirigida pelo Fernando Meirelles e pelo Quico Meirelles. Ela é inspirada no livro homônimo do autor paraense Edyr Augusto e traz à tona questões sociais intensas e urgentes que permeiam a região do Marajó, no Pará — como o tráfico humano e outras realidades duras daquela região. É uma obra densa, com temas pesados, mas muito necessária. Eu já assisti ao trailer e está impressionante. É uma série que promete.

 

Você estará no novo filme do Petrus Cariry, A Praia do Fim do Mundo. Conta um pouco desse projeto.   

Fátima Macedo: A gente gravou em 2021 e foi uma experiência muito especial. As filmagens duraram cerca de um mês, e o longa trata de questões ambientais bastante urgentes. A história gira em torno da Alice, minha personagem, que é filha da Helena, interpretada pela Marcélia Cartaxo. A Alice representa uma força de contraposição naquele lugar, que está sendo diretamente afetado pelo avanço do mar — as águas estão invadindo o território e chegando até a casa delas. A maioria das pessoas já foi embora dali, e a Alice também quer partir, mas a mãe dela simboliza esse apego à terra, essa resistência em deixar o lugar onde construiu a vida. O filme está muito bonito. A estreia é agora, no dia 4 de setembro.

Cena de 'A Praia do Fim do Mundo', de Petrus Cariry
Cena de ‘A Praia do Fim do Mundo’, de Petrus Cariry

E pro futuro? O que vem por aí na sua carreira?

Fátima Macedo: Recentemente, fiz uma participação na terceira temporada da série Os Outros — que, aliás, promete muito! E também estou prestes a iniciar um novo trabalho no Ceará, o que me deixa muito feliz. É ótimo fazer projetos fora, mas atuar na minha terra também. O projeto se chama Terra Natal e é um especial de Natal dirigido por três cineastas cearenses: Déo Cardoso, Wagner Nogueira e Leão Neto. Cada um vai dirigir um episódio, mas juntos eles formam um longa-metragem. Vai ser muito bonito! É uma comédia inteligente.

 

 

 

10 Clássicos do Cinema que foram Indicados ao Oscar de MELHOR FILME e você NÃO SABIA

Na história do cinema existem aqueles filmes que associamos imediatamente à prêmios e ao maior deles: o Oscar. Filmes como Titanic (1997), por exemplo, serão para sempre lembrados no consciente coletivo pelo seu status de qualidade. E quem poderia esquecer da treta gerada entre La La Land e Moonlight – uma “briga” para ver quem de fato levaria a estatueta de melhor filme, com direito a anúncio errado e tudo? Da mesma forma, o recente Parasita promete figurar um bom tempo em nossas memórias como uma vitória mais que ilustre.

Para os que acham que o Oscar é uma premiação chata, tiveram seus desejos atendidos em anos recentes com a nomeações de filmes como Pantera Negra e Coringa na categoria principal. Mas é só voltar no tempo algo em torno de 20 anos para lembrar da trilogia O Senhor dos Anéis, que havia realizado o mesmo feito.

Existe ainda os filmes que se tornaram tão queridos pelos fãs e tão populares que muitos terminaram esquecendo o prestígio que eles igualmente obtiveram com os votantes da Academia. E é justamente esta última categoria que iremos adereçar nesta nova matéria, levando em conta esta memória – que muitas vezes pode nos pregar peças. Com a polêmica do Oscar desse ano girando em torno de um tapa, vamos relembrar alguns clássicos indicados ao Oscar de Melhor Filme que nem todos sabem ou lembram.

Tubarão

Sim, o primeiro blockbuster do cinema foi indicado ao Oscar de melhor filme lá atrás, em 1976. Tubarão foi o primeiro filme da história a ultrapassar a impressionante marca de US$200 milhões nas bilheterias norte-americanas, chegando a quase US$500 milhões mundiais. Um feito que serviu como divisor de águas, construindo o cinema entretenimento que conhecemos hoje. Mas o que talvez nem todos saibam é que o thriller de Steven Spielberg foi indicado para 4 Oscar, incluindo melhor filme – o único que não levou naquela noite. Tubarão saiu vitorioso de melhor som, edição e trilha sonora para o maestro John Williams (e quem pode esquecer as duas notas mais assustadoras do cinema – tã tã tã tã tã). Quem levou o prêmio de fato foi outra obra-prima, Um Estranho no Ninho, com Jack Nicholson – que recentemente voltou aos holofotes da cultura pop com o lançamento da série da Netflix Ratched, com Sarah Paulson, uma pré-sequência do longa.

O Exorcista

Não basta ser considerado o melhor terror de todos os tempos, O Exorcista também tem cacife no Oscar. Parte da onda revolucionária da década de 1970, este terrorzão de primeira era lançado dois anos antes de Tubarão e igualmente se tornava febre nos cinemas mundiais, por muito pouco não se tornando, ele mesmo, o primeiro blockbuster da história. Cinemas lotavam, o público passava mal, quebra-quebra e todo tipo de comoção ocorria nas exibições do longa, inclusive no Brasil. O Exorcista foi indicado para nada menos que 10 OSCAR, incluindo melhor filme. Além disso, foi nomeado também para melhor diretor (William Friedkin), atriz (Ellen Burstyn), coadjuvante (Linda Balir), e venceu os prêmios de som e roteiro para o próprio autor do livro William Peter Blatty, que adaptou seu texto ao cinema.

Rocky – Um Lutador

Não apenas o filme preferido da carreira do astro Sylvester Stallone na opinião do grande público, como também uma das franquias mais queridas dos fãs na história do cinema. A história do boxeador azarão, que tem a chance de grandeza e seus 15 minutos de fama define bem a proposta do sonho americano, e de qualquer um que tenha a chance de chegar ao topo, mesmo que momentaneamente. O filme fez tanto sucesso que gerou cinco continuações e dois derivados, seguindo em evidência na cultura pop. Mas o que talvez nem todos saibam é que essa grande chance que o “garanhão italiano” teve resultou na indicação a 10 Oscar, e a vitória de 3 prêmios: melhor diretor (John G. Avildsen), melhor edição e MELHOR FILME! Isso mesmo, ao contrário dos itens acima, Rocky é um vencedor do Oscar. Além disso, indicou quatro atores de seu elenco, incluindo o protagonista Stallone, que também foi lembrado para uma nomeação de melhor roteiro (escrito pelo próprio).

Guerra nas Estrelas

Os mais novos conhecem a saga mais famosa do cinema com o nome original Star Wars, planejado para padronizar melhor a marca. Mas os que cresceram na década de 1980 terão sempre no coração e na memória o título Guerra nas Estrelas – como era conhecido no passado, em especial o primeiro longa de 1977. E é justamente dele que iremos falar agora. A obra que começou tudo não é apenas o segundo blockbuster da história – que ao lado de Tubarão ajudou a estabelecer um novo tipo de cinema. Guerra nas Estrelas é também um indicado ao Oscar de Melhor Filme! E para quem acha que indicar superproduções é coisa recente, saiba que os anos 1970 já faziam isso, demonstrando toda a sua aura cool. A criação de George Lucas, ainda considerado o preferido de muita gente quando falamos em longas de aventura no cinema, foi indicado para nada menos que 10 Oscar, incluindo melhor filme, roteiro original e direção (ambos para Lucas), e até mesmo ator coadjuvante para o icônico Sir Alec Guiness (que vive o mestre Jedi Obi Wan Kenobi). Guerra nas Estrelas saiu vitorioso de 6 prêmios técnicos, incluindo a trilha de John Williams (ele de novo).

Noivo Neurótico, Noiva Nervosa

Independente da polêmica na sua vida pessoal, ninguém pode negar a importância que Woody Allen tem na carreira profissional e o que significou para o cinema independente de autor no mercado norte-americano. Ainda hoje muito influente quando o assunto é “filme de relacionamentos”, em sua extensa filmografia (de quase um filme por ano), Woody Allen já indicou diversos artistas (em especial mulheres) ao Oscar devido aos papeis que escreve para elas – e deu a vitória para outras tantas. Seus filmes também já foram indicados na categoria principal do Oscar (de melhor longa de ficção), mas nenhum tem o prestígio deste item aqui. Annie Hall, título original para o “longo” Noivo Neurótico, Noiva Nervosa foi o único filme da carreira do cineasta a sair com a honraria máxima de ganhar o Oscar de melhor filme. De quebra derrotando o fenômeno Guerra nas Estrelas, citado acima. Além do melhor filme, a obra levou também os de diretor e roteiro para Allen e atriz para Diane Keaton (a primeira musa do cineasta). Só ficou de fora mesmo de melhor ator para Allen, o único prêmio, das 5 indicações, que não levou.

Os Caçadores da Arca Perdida

Um nome instantaneamente lembrado quando falamos dos primórdios do cinema blockbuster é o do diretor Steven Spielberg. Seis anos depois de ter emplacado sua primeira superprodução no gosto dos votantes da Academia, Spielberg voltava ao radar da maior premiação da sétima arte com Os Caçadores da Arca Perdida, primeiro longa da franquia Indiana Jones, um filme que redefiniu para sempre o cinema aventura. E pensar que tudo nasceu de uma vontade do diretor em comandar um 007. O primeiro Indiana Jones foi indicado para 8 Oscar, incluindo melhor filme, e desta vez levando o diretor junto – já que em Tubarão ele não havia sido nomeado. No entanto, esta foi a segunda indicação de Spielberg como diretor, já que havia sido lembrado anteriormente por Contatos Imediatos do Terceiro Grau (1977), filme que não entrou na categoria principal. Os Caçadores da Arca Perdida recebeu 4 Oscar técnicos.

E.T. – O Extraterrestre

Já está ficando chato. Mas agora talvez os mais novos entendam o que significa o nome Steven Spielberg para o cinema, seu peso e importância. Sim, o diretor mesclou com muita eficiência o cinema entretenimento, filmes extremamente populares, com o prestígio e qualidade de grandes dramas (o tão chamado “conteúdo”), muito antes de pesos pesados atuais, vide Christopher Nolan, Quentin Tarantino ou Denis Villeneuve. E no ano seguinte de Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida, o cineasta emplacava novamente com este fenômeno da fantasia, que mostra a amizade de um menino vindo de um lar de pais divorciados, com uma pequena criatura interplanetária. E.T. encantou o mundo, e com os membros da Academia não seria diferente. O longa recebeu 9 nomeações, incluindo melhor filme, roteiro e diretor, e levou para casa 4 prêmios técnicos. Acertou quem disse que a trilha de John Williams está no meio deles.

Atração Fatal

Digam o que quiserem os detratores, mas o Oscar sempre foi um prêmio muito eclético. A cada nova edição, desde seus primórdios, sempre sobrava espaço para indicar aquele filme mais popular, que havia caído nas graças do grande público que lota os cinemas, ou pertencente àquele gênero menos “respeitado” por não ser um drama. Aqui, temos um verdadeiro filmaço de suspense, daqueles de gelar a espinha, que se enquadra em todos os requisitos citados acima. Fenômeno de bilheteria, o longa também pode ser considerado um drama sobre relacionamentos extraconjugais. Na trama, Michael Douglas vive um homem casado, que cai em tentação quando a mulher viaja com seus filhos – algo como o clássico O Pecado Mora ao Lado (1955). Mas o sujeito consuma o ato, e vai para a cama com uma mulher muito inteligente e aparentemente divertida, vivida por Glenn Close. Ela, porém, possui um sério problema, não gosta de ser rejeitada e “não será ignorada”, como diz em um dos mais icônicos diálogos do filme – se tornando o pesadelo definitivo dos homens infiéis. Atração Fatal foi indicado para 6 Oscar, incluindo melhor filme, diretor, roteiro e atriz para Close, mas saiu de mãos abanando, se tornando assim também um dos maiores injustiçados dos prêmios da Academia.

Uma Secretária de Futuro

Talvez o filme mais desconhecido da lista para as novas gerações, quem cresceu na década de 1980 ou os especialistas no cinema da época, ao contrário, não consegue jamais esquecer esta história edificante. Comédia tipicamente oitentista, Uma Secretária de Futuro – ou Working Girl, no título original -, traz a veterana Melanie Griffith (a mãe de Dakota Johnson para os mais novos) no que é provavelmente seu melhor papel nos cinemas. Aqui, ela vive uma empenhada secretária, muito eficiente e dona de ambições profissionais maiores, ela se sente tolhida por sua chefe – que muitas vezes pega para si suas ideias sem lhe dar crédito. A “fofa” é interpretada pela gigantesca Sigourney Weaver. Até que a patroa traiçoeira sai de cena devido a um problema de saúde e a protagonista vê a chance de mostrar seu verdadeiro valor, nem que para isso precise se passar por sua chefe para um potencial parceiro nos negócios – vivido por Harrison Ford, em seu terceiro filme indicado ao Oscar na lista (isso que é dar sorte a um projeto). Uma Secretária de Futuro foi indicado para 6 Oscar, incluindo melhor filme, diretor (Mike Nichols), e três atrizes: Griffith, Weaver e Joan Cusack (que vive a melhor amiga da protagonista). O filme levou o Oscar de melhor canção para a “espiritual” Let the River Run, de Carly Simon.

A Bela e a Fera

Calma, não estamos falando da versão em live-action com Emma Watson. Aqui ainda nos encontramos em território Disney, mas voltamos no tempo para 1991, quando foi lançada a animação que serve como grande marco para o estúdio. Nesta época ainda não existia a categoria de melhor animação no Oscar, o que torna o feito deste filme ainda mais impressionante. Sim, A Bela e a Fera foi a primeira animação da história a obter tamanho prestígio com os votantes, ao ponto de ser indicado na categoria principal, disputando o prêmio de melhor filme com produções de carne e osso. E mais impressionante ainda, numa época em que apenas 5 longas adentravam a honraria. E o que você nos diz? A Bela e a Fera foi nomeado para 6 Oscar, incluindo melhor filme, e emplacou nada menos que 3 das suas canções com os votantes, vencendo contra ele mesmo o prêmio pela canção tema Beauty and the Beast, além do prêmio de trilha sonora.

Crítica | O Exorcista – 1×03 (Chapter Three: Let ‘Em In)

Deixe-o entrar.

Ainda que a série esteja se destacando semanalmente, os números não a estão acompanhando. Felizmente, depois do Series Low na semana passada, este terceiro episódio conseguiu subir 0.1 na demo, registrando 0.7. Ainda é baixo até mesmo para a FOX, mas há esperanças. Além do mais, The Exorcist tem demonstrado um certo peso em DVR – que conta com os views dos dias seguintes. O segundo episódio conseguiu crescer 0.5 (83% a mais de sua audiência ao vivo), totalizando 1.1 na demo. Considerando que a série é exibida às sextas, e a FOX já declarou publicamente que não considera apenas os números ao vivo, há chances dessa série sair com vida desse exorcismo. Tudo vai depender dos próximos registros, mas parece que sua audiência já se estabilizou.

O episódio dessa semana foi muito importante porque serviu como “o despertar” do demônio. Durante os dois primeiros episódios, ele estava cercando a Casey, ganhando sua confiança. E agora ele finalmente teve permissão para entrar. O “vendedor“, como a menina o chama, trabalhou lentamente esta semana, afastando a Casey dos seus familiares, especialmente de sua irmã. Ele precisava que ela estivesse isolada, se sentindo sozinha, para que pudesse fazer o seu movimento mais importante. No final do episódio, a personagem se encontra triste, sabe que errou com a sua irmã, e o seu pai, apesar de estar ao seu lado, também não é de grande ajuda. Então ela só pode recorrer ao velho amigo, o demônio mentiroso.

Saiba quantos episódios terá a série ‘O Exorcista’ 

A cena no trem certamente foi o grande momento deste episódio. Com uma boa direção, que fez toda diferença na composição desta sequência, fomos direcionados de uma forma desconfortável a acompanhar a Casey cedendo ao demônio. O momento em que ela vê o “vendedor” e se entrega a ele com um beijo é muito impactante; até mais do que a garota, já possuída, esfolando o assediador com as suas unhas. Inclusive, achei muito ousada essa decisão de mostrar o demônio agindo na frente de uma multidão. É claro que eles vão pensar que a personagem apenas surtou, e mesmo se tivessem visto algo, suas mentes certamente os convenceriam se tratar apenas de uma alucinação, uma espécie de engano, porque temos tendência a racionalizar aquilo que não podemos explicar. O importante nessa situação é que fica imediatamente claro para o mundo que a Casey é perigosa, e isso deve trazer consequências sérias no próximo episódio.

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Esta semana o foco finalmente mudou um pouco para a irmã que não está possuída. Ela teve bastante destaque no primeiro episódio, mas só para direcionar a atenção dos espectadores para o lado contrário. No entanto, a personagem ainda tinha a história do acidente e da depressão, que foi propriamente desenvolvida neste terceiro episódio. Sua amiga que morreu era, na verdade, o seu interesse amoroso. O fato da Kat ser lésbica é uma surpresa, e traz mais uma reviravolta deliciosa por parte do roteiro. A irmã homossexual, “pecadora“, não foi possuída pelo demônio. E, como vimos nas primeiras cenas, o “vendedor” tentou alcançá-la primeiro; dando forças às palavras do padre Marcus sobre a entidade só ter conseguido se conectar com a irmã “mais fraca”. O roteiro ainda joga uma luz sobre a complicada relação entre a Kat e a sua mãe, Angela, que aparentemente sabia de sua orientação sexual e não a aceita.

E, quem pensa que a série parou com as referências ao filme de 1973, está terrivelmente enganado. Nesta terceira semana, nós tivemos a recriação de uma das cenas mais icônicas do primeiro filme da franquia, mas acredito que muitos não irão perceber – Deus sabe que eu não percebi. Aquela cena da Casey no banheiro se queimando com o babyliss equivale à icônica cena da cruz no original. Foram os próprios produtores que esclareceram isso no Twitter, confirmando a dúvida daqueles que pegaram a referência. É claro que a cena do filme é imbatível, até porque, há um significado maior. A própria escolha da cruz para o ato foi um sacrilégio, ao contrário do babyliss, que não traz nenhum significado. Ainda assim, eu adoro essas pequenas homenagens ao clássico, e acredito que elas representam uns dos momentos mais legais dessa nova versão.

Também acho importante ressaltar que o roteiro fez um ótimo trabalho ao questionar a integridade da própria igreja. Primeiro quando o texto mostrou que os padres estão pouco se lixando para possibilidade da menina estar possuída. De fato, com o testemunho do Marcus, que é experiente no assunto, eles sabem que ele está falando a verdade, mas não estão dispostos a ajudar uma família inocente. Além disso, o dinheiro que o Thomas recebeu daquela mulher também pareceu extremamente estranho; uma espécie de suborno combinado com assédio sexual. Acho essa desconstrução muito válida para a série, mostrando que todos são humanos falhos, e até mesmo uma instituição sagrada como a igreja esconde os seus podres e não é tão receptiva como ela faz os seus fiéis acreditarem. Inclusive, o roteiro voltou a reafirmar isso ao destacar que o itinerário do Papa só daria destaque para pontos privilegiados, ignorando quase que completamente os pobres.

Neste episódio eles também revelaram qual o propósito de todos aqueles assassinatos. Aparentemente, faz parte de um ritual para invocar mais demônios. Estariam eles criando um exército para a chegada do Papa ou a série irá trazer uma reviravolta especial? Por enquanto o enredo tem conseguido me impressionar bastante, trazendo algumas direções criativas realmente originais. The Exorcist já é uma das minhas estreias favoritas dessa Fall Season. Seus aspectos técnicos são tão diferentes do que vemos na televisão atualmente, que parece ser uma série original de TV fechada. E como se já não bastasse tudo isso, preparem-se, porque um dos produtores da série já afirmou que o quinto episódio trará um exorcismo contínuo de 43 minutos. The power of Christ compels you!

‘F is for Family’: Netflix divulga trailer completo da 3ª temporada da animação

A Netflix divulgou o trailer completo da 3ª temporada da animação adulta ‘F is for Family‘.

Confira:

Todos os episódios da 3ª temporada serão lançados na plataforma no dia 30 de novembro.

O programa segue a família Murphy na década de 1970, uma época em que se podia bater no seu filho, fumar um cigarro e carregar uma arma dentro do aeroporto.

A série é uma criação de Bill Burr, comediante americano de stand-up, apresentador de rádio e ator.

Laura Dern, Justin Long, Debi Derryberry, Sam Rockwell, Haley Reinhart, Mo Collins e Trevor Devall completam o elenco.

‘The Hunt’: Hilary Swank e Emma Roberts irão estrelar novo terror da Blumhouse

De acordo com o Deadline, Hilary Swank e Emma Roberts irão estrelar o novo terror da Blumhouse, intitulado ‘The Hunt‘.

O elenco ainda inclui Justin Hartley, Betty GilpinGlenn HowertonJim KlockCharli SlaughterDean West.

O longa será dirigido por Craig Zobel, e está sendo descrito como uma mistura entre ‘Batalha Real‘ e ‘The Most Dangerous Game‘.

A trama segue um grupo de pessoas que é capturado e caçado por esporte por ricos liberais.

A produção está prevista para ser lançada no dia 27 de setembro.

Novas informações devem sair em breve.

 

 

 

‘Riverdale’: Veronica é destaque da nova prévia do episódio 05×04; Confira!

The CW divulgou recentemente uma nova prévia de “Purgatorio”, quarto episódio da 5ª temporada de Riverdale.

O capítulo vai ao ar no dia 10 de fevereiro.

Confira:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘Piratas do Caribe: O Baú da Morte’ completa 15 ANOS; Veja curiosidades sobre o longa!

O sucesso de Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra’ foi inegável – e explica o motivo da saga marítima estrelada por Johnny Depp ter ganhado inúmeras outras entradas, incluindo a subestimada sequência Piratas do Caribe: O Baú da Morte’.

Trazendo Gore Verbinski de volta à cadeira de direção, a história se inicia no casamento de Will Turner (Orlando Bloom) e Elizabeth Swann (Keira Knightley), que é interrompido pelo impiedoso Lorde Cutler Beckett (Tom Hollander). Beckett deseja adquirir uma importante bússola que está sob os cuidados do Capitão Jack Sparrow (Depp) para encontrar o Baú da Morte, lendário receptáculo que contém o coração de uma das criaturas mais temidas dos sete mares: Davy Jones (Bill Nighy).

Apesar da recepção mista por parte da crítica, o longa quebrou inúmeros recordes de bilheteria ao redor à época do lançamento, tornando-se até mesmo a produção mais rápida a cruzar a marca de US$1 bilhão (63 dias) até ser superado por ‘Toy Story 3’ em 2010. Além disso, ‘O Baú da Morte’ conquistou quatro indicações ao Oscar, vencendo na categoria de Melhores Efeitos Visuais.

Para celebrar o aniversário de quinze anos do filme, o CinePOP separou uma breve lista com curiosidades de bastidores, que você confere abaixo:

JACK, O IMPROVISADOR

Perto das duas horas de filme, na cena em que Jack Sparrow chama Davy Jones de “cara de peixe” canta a canção “I got a jar of dirt”, não estava no roteiro original. A sequência foi improvisada por Depp e boa parte das reações do elenco foi real.

ANIMAÇÃO COMPLICADA

O monstruoso Kraken foi uma das partes mais difíceis de serem animadas e não tinha quaisquer referências com o mundo real. Entretanto, o diretor de animação Hal T. Hickel instruiu a equipe a assistir a ‘King Kong vs. Godzilla’, de 1963, para se inspirarem no polvo real que se arrastava pelas miniaturas e conseguir arquitetar a criatura.

TIA DALMA

Verbinski inicialmente não gostou da ideia de elencar Naomie Harris para o papel de Tia Dalma, dizendo que ela muito jovem para o papel. A diretora de elenco, Denise Chamian, insistiu que ele lhe desse uma chance. Por fim, a mãe de Harris foi com ela nas audições e o restante é história.

FILMAGENS PROBLEMÁTICAS

As filmagens em Dominica, país caribenho, se mostraram bastante problemáticas. O governo estava totalmente despreparado para a escala de uma produção hollywoodiana, além do fato de que a equipe ocupava 90% das estradas na ilha. O tempo também não ajudou, variando entre tempestades torrenciais e temperaturas elevadíssimas.

KRAY-KEN

Nos comentários do DVD, é dito que a cena em que várias pessoas discutem sobre como pronunciar Kraken foi acrescentada em virtude de um erro do ator Kevin McNally, que deu vida a Joshamee Gibbs. A palavra é pronunciada como kray-ken, mas quando McNally o falou pela primeira vez, pronunciou crack-en. A sequência foi deixada no filme para mostrar a pronúncia correta.

HIERARQUIA MUTANTE

A hierarquia a bordo dos marujos do Holandês Voador é marcada pelo nível de mutação que carregam: os novatos têm baixo nível de infecções e ressoam à rosácea; os veteranos, por sua vez, tem atributos completos de criaturas marinhas.

LENDAS E LENDAS

Em entrevista ao CGSociety, os diretor de efeitos visuais Aaron McBride revelou que, quando lhe foi dado o trabalho de construir ilustrações fotorrealistas de Davy Jones, houve rumores de que o lendário Christopher Walken daria vida ao antagonista.

REAÇÃO ESPONTÂNEA

Por volta das duas horas e dez minutos, Elizabeth Swann beija Jack Sparrow para prendê-lo ao mastro do navio e fugir com Will Turner. A sequência foi deixada de fora do roteiro de Bloom para arrancar do ator uma reação melhor e mais espontânea. A cena, inclusive, foi sugerida pela própria Knightley.

Artigo | 16 anos depois, ‘Orgulho e Preconceito’ continua como uma das melhores adaptações de Jane Austen

Jane Austen é uma das autoras inglesas mais lembradas de todos os tempos. Seus romances tragicômicos perpassam com grande destreza por diversos temas sociais que, à prima vista, podem parecer superficiais, mas na verdade carregam consigo uma profundidade imprevisível e que dialoga tanto com a época na qual foram escritos e possuem a atemporalidade de estenderem suas críticas e metáforas para os dias de hoje. Logo, não é nenhuma surpresa que livros como Razão e Sensibilidade’ e Persuasão’ ganhem releituras para o cinema e finquem a importância da novelista no escopo literário mundial.

É claro que a popularização de sua obra-prima, Orgulho e Preconceito, chamou a atenção de diversos cineastas e, desde a década de 1940, o romance centrado em dois personagens de classes sociais diferentes e que negam qualquer sentimento próspero entre eles sofreu investidas cada vez mais endossadas para diversos meios de entretenimento. Entretanto, é a versão mais recente que faz jus ao legado de Austen, na incrédula estreia diretorial do que viria a ser um dos nomes mais conhecidos da indústria cinematográfica: Joe Wright. Através de uma habilidade muito fluida tanto com a narrativa quanto as técnicas fílmicas, o emergente cineasta conseguiu resgatar todo o escopo do material original ao mesmo tempo em que forneceu uma perspectiva única para a história de Elizabeth Bennet e o Sr. Darcy.

ULTIMATE AUSTEN

Adaptar uma obra literária nunca é um trabalho fácil, principalmente quando ela pertence a um legado tão marcante quanto a de Austen. Porém, mesmo com todo o peso que recaiu sobre Wright, o longa-metragem é sem sombra de dúvida a melhor rendição do universo inglês burguês da autora, justamente por se preocupar em absorver a sensibilidade crítica, mesclando de forma equilibrada a comédia, a tragédia e os costumes de uma sociedade pautada na regência patriarcal e no conservadorismo.

Logo de cara percebemos que Orgulho e Preconceito será um filme sensorial. Se nas páginas do livro a saturação descritiva é a sua principal característica, toda a subjetividade fornecida pela protagonista é traduzida em seu modo de olhar o mundo em que está inserida e como sua “disfuncional” família, por assim dizer, funciona como um cosmos à parte da sociedade urbana. Não é à toa que o cineasta demonstra essa contradição primeiro pelo manejo da câmera e segundo pelas escolhas visuais que compõe a caracterização dos personagens. O primeiro plano-sequência da obra preza pela fluidez onírica que acompanha os sonhos de uma jovem mulher chamada Elizabeth (Keira Knightley), a qual praticamente dança em seu caminho para casa à medida em que uma luz dourada a guia numa trajetória quase infinita. A ambientação já imponente torna-se ainda mais inalcançável e majestosa pela construção cênica que consegue ao mesmo nome entrar em contradição com a decadente posição social da família em questão, os Bennet, ao mesmo tempo em que fornece uma base para os futuros conflitos a serem desenrolados.

A apresentação dos outros personagens é feita de forma quase teatral e, como sempre, a partir da visão de Lizzie: ela observa seus pais tendo uma conversa um tanto quanto supérflua acerca dos benefícios e da necessidade do casamento para suas filhas, as quais devem ser desposadas antes que tornem-se velhas demais, por uma janela quadrada. Essa escolha a coloca não como protagonista da própria história, mas sim como uma mera espectadora que não tem controle sobre o destino e mesmo assim aceita todas as condições sob as que vive. Também não é por qualquer razão que a iluminação difusa permite-lhe se juntar à casa em que cresceu e que sempre serviu como uma bolha para o mundo lá fora até ser conquistada por um cavalheiro e ser entregue das mãos protetoras da mãe para seu marido.

Olhando por cima, a trama principal parece resgatar os ideais impossíveis dos romances românticos do século XIX, os quais basicamente eram pautados na superficialidade. Entretanto, não é até o final do primeiro ato que percebemos o jogo narrativo nos levando a um caminho completamente diferente do que esperávamos: primeiro, precisamos entender que a família principal é dotada de diversas figuras caricatas ou arquetípicas, dialogando com os inúmeros tipos sociais das peças de costumes que se tornaram populares com a virada para o século XX, funcionando inclusive como uma premeditação para o futuro da comunidade britânica. Se Lizzie representa toda a ideologia libertária, rebelde e irrefreável, suas irmãs Liddy (Jena Malone) e Kitty (Carey Mulligan) entram como a válvula de escape cômica, lutando para conseguirem um rico e benéfico marido que suprirá todas as suas necessidades.

A química entre as personagens coadjuvantes é adorável e odiável ao mesmo tempo, não de forma acidental, mas sim proposital. Elas carregam maneirismos quase insuportáveis em cena, os quais são reflexo da constante influência causada pela mãe, a Sra. Bennet (Brenda Blethyn), uma mulher que pode ser tudo, menos ingênua. Seus discursos acerca da importância da instituição matrimonial são esparsos por uma razão bem clara: criticar a supervalorização de uma vertente decadente e que só era reafirmada com uma força irrefreável para resgatar o brilho perdido da Igreja, ofuscada pelas crescentes investidas econômicas mercantis, e de valores cíclicos e que, eventualmente, se perderiam com a fragmentação do próprio ser humano. As análises que Austen promove em seu livro são, ao mesmo tempo, sutis e perceptíveis, ainda que passíveis de serem ignoradas.

Por incrível que pareça, uma das figuras mais desconstruídas dentro do longa é a do Sr. Bennet. Donald Sutherland encarna o patriarca de modo incrivelmente bem delineado: suas feições austeras na verdade são apenas uma máscara para um terno coração que definitivamente não liga para títulos sociais, mas preza pela real felicidade de suas filhas, muitas vezes abusando de sua condição como provedor daquele núcleo familiar para entrar em conflito com a mentalidade unilateral de sua esposa. E, ao mesmo tempo, esse casal torna-se mais complexo por entrarem em discordância e ainda sim de amarem incondicionalmente, ainda que esse amor tenha sido construído ao longo do tempo.

O pano de fundo é de imprescindível importância para a moção dos personagens principais, isso não se pode negar. Mas a cena é roubada tanto pela doçura de dois gumes de Knightley quanto pela chegada do amargurado e charmoso Sr. Darcy (Matthew Macfayden). Para aqueles que não conhecem a história de Orgulho e Preconceito, Lizzy e Darcy são um dos casais mais famosos justamente por não serem convencionais. O primeiro encontro entre duas personalidades tão distintas e contraditoriamente tão semelhantes ocorre durante um baile para a chegada da “realeza britânica” ao pequeno condado de Hertfordshire, incluindo o personagem em questão e seu melhor amigo, o animado e levemente confuso Sr. Bingley (Simon Woods).

Pense em todos os momentos do cinema, da televisão e da literatura em que um garoto e uma garota se apaixonavam logo que se encontravam e enterre tudo isso o mais fundo possível: o filme não é um conto de fadas, e sim um retrato real de uma burguesia decadente e que se fincava em relações amorosas lucrativas para reafirmar seu poder. Entretanto, estamos lidando com Darcy, um homem tão blasé quanto suas expressões acerca das mulheres que o cortejam, e Lizzy, que não se importa realmente com mais ninguém além dela mesma e de sua família e que utiliza de suas falas afiadas como forma de proteção e quebra de paradigmas.

Entretanto, essa nobre renegação entre os dois é o ponto de partida para o crescimento gradativo e inesperado de um romance. Eles escondem e utilizam de xingamentos dolorosos um para com o outro para afastarem-se e impedirem que uma “tragédia” aconteça. O orgulho que sentem é maior do que a relação que poderiam firmar pouco tempo depois de se conhecerem, enquanto o preconceito externo é lembrete constante para a diferença de classes sociais entre os dois: todo esse escopo, eventualmente, é o que explica o jogo de palavras que forma o título da obra, muito mais profundo do que parece.

Austen cria em seu livro um discurso indireto para a liberdade de expressão, colocando de forma satírica todos os seus pensamentos na figura de Lizzy. Para a época, esse afronte impertinente era visto com maus olhos principalmente pelas gerações anteriores, e Wright resgata isso com a construção de uma das melhores cenas do longa. Em determinado momento, a protagonista viaja com sua melhor amiga, Charlotte (Claudie Blakley) e seu esposo, Mr. Collins (Tom Hollander) para o palácio de Lady Catherine de Bourg, interpretada pela sempre incrível Judi Dench. Lady Catherine talvez seja a encarnação de todos os valores reacionários e conservadores que permeiam a cultura britânica desde os tempos medievais, utilizando de sua posição e da ideia de que as mulheres devem ser prendadas para servirem à “inegável superioridade” dos homens. Não é nenhuma surpresa que, durante um jantar-interrogatório, a protagonista utilize de seu pensamento conciso para rebater todas as insossas perguntas da nobre. Essa sequência não se mantém apenas em primeiro plano, mas estende-se para o futuro embate entre progresso e tradicionalismo.

A LUZ DOS OLHOS TEUS

Wright não apenas consegue transpassar toda o magnífico épico de Austen em diálogos muito bem pensados e estruturados, mas também cria uma concepção estética emocionante e envolvente, conseguindo envolver toda a magia das terras britânicas com uma visceralidade catártica.

Todo o niilismo da fotografia arquitetada por Roman Osin bate de frente com personagens movidos por valores milenares. A mudança das escolhas de iluminação é clara à medida em que a independência de Darcy e Lizzy dá lugar a uma angústia interior, representada pela transição gradativa das cores vivas, douradas e quentes para uma paleta mais pastel e suave, marcada pela escolha mórbida e quase monocromática do preto, do marrom e do verde, pincelados com alguns momentos de ternura com o vermelho e o laranja, principalmente em cenários mais fechados. E não é surpresa que o uso de tons mais esverdeados, normalmente conversando com a ideia de segurança, esteja presente nos momentos de maior tensão.

É engraçado colocarmos duas sequências muito bem construídas e analisarmos como elas representam causa e consequência para a vida dos personagens. Ao final do primeiro encontro entre o futuro casal, Lizzy mostra que não está interessada no rancoroso homem e se vira para ir embora, atravessando um gigantesco corredor. Sua expressão de contentamento, reafirmada pela luz dura, logo dá margem para feições de dúvida e leve arrependimento, marcados pelo escurecimento da fotografia que se mantém até a próxima vez que os dois se encontram. Com o final do segundo ato, os dois se reencontram em um gazebo logo depois que ela descobre um segredo terrível de Darcy. Após se confrontarem, temos praticamente o mesmo jogo de luzes, mas agora com o charmoso nobre, que não pode mais esconder seus sentimentos e não consegue mais manter-se indiferente quanto à jovem.

Cada uma das composições funciona como uma pintura. Resgatando elementos do barroco e do renascimento, criando assim uma amálgama atemporal para o filme, as sequências que premeditam um possível choque dialógico, por exemplo, que ocorre entre Lizzy e a prima do Sr. Bingley, a sedutora e venenosa Caroline (Kelly Reilly), a qual se importa mais com as aparências que os reais sentimentos. Em determinado momento, temos a clara distinção de classes entre a humildade mascaradas dos Bennet, cuja esperança de transcenderem para uma classe social mais abastada é transparecida pela escolha kitsch de suas vestimentas chamativas, e o hedonismo supérfluo dos Bingley, ressaltada pela sutileza e simetria de seus trajes (vide acima).

Como já é de se esperar, o final da narrativa nos fornece uma perspectiva otimista em relação ao “amor verdadeiro”. Ainda que se afaste dos convencionalismos de tramas similares, o reencontro dos protagonistas segue um padrão conhecido, acompanhado principalmente por uma fotografia que não chega a ser redundante, mas desenrola de modo dançante em tela: Lizzy está em seu momento reflexivo acerca do recente pedido de casamento feito por Bingley à sua irmã mais velha, Jane (Rosamund Pike) e ao descobrir o arco de redenção no qual Darcy se lançou. Logo depois, o homem aparece andando de forma objetiva através das campinas para finalmente falar com sua amada e firmar algo que sempre desejaram – e, assim que o duo deixa claro quais as intenções um para com o outro, a luz difusa do sol desponta no horizonte e os envolve mais uma vez na atmosfera onírica do primeiro ato.

O bucolismo próprio do cenário inglês também é de grande ajuda para a experiência sensorial. Todas essas sensações são também buscadas através pela trilha sonora pautada basicamente no piano clássico e delineada pela habilidade de Dario Marianelli, o qual se entrega para o drama histórico e permite ousar de forma a atingir todo o potencial que explora.

MRS. DARCY

A história pode ser repetitiva, mas Orgulho e Preconceito deixa que seus pouco mais de 120 minutos passem em um piscar de olhos. Não apenas pela envolvente atmosfera, mas também pela incrível química que Knightley e Macfayden trazem em seus personagens, utilizando-se de monólogos extensos e crus para permitir que a conexão entre as figuras que encarnam seja tão forte quanto aquela com o público, que não pode deixar de se emocionar com cada uma das viradas dentro do roteiro.

Além disso, o romance não ortodoxo preza por inúmeras críticas sociais que perpassam por instituições inquebráveis, como o matrimônio e as classes sociais, bem como a sutileza da diferença de estilos de época e a impossibilidade de duas pessoas com abismos econômicos tão grandes poderem ficarem juntas. Não apenas a obra literária como também o filme de Wright permitem que essas ironias mostrem uma permanência do orgulho e do preconceito que sempre serão inerentes à personalidade do ser humano.

Crítica | ‘Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore’ tem falhas, mas coloca a franquia de volta nos eixos

Quando ‘Harry Potter‘ foi lançado pelas mãos de J.K. Rowling tornou-se um fenômeno mundial – e a consecutiva produção dos filmes apenas consagrou essa saga fantástica como uma das maiores de todos os tempos, construindo um universo que seria emulado por diversos artistas e criadores. Qual foi nossa angústia com o anúncio do último longa-metragem, ‘As Relíquias da Morte – Parte 2‘. Mas o panteão mágico não ficou adormecido por muito tempo e, alguns anos depois, os fãs seriam convidados a revisitá-lo com ‘Animais Fantásticos’.

É certo dizer que essa nova franquia passou por poucas e boas, desde os comentários transfóbicos de Rowling à demissão de Johnny Depp e às polêmicas envolvendo Ezra Miller, prenunciando, talvez, seu fim precoce. Entretanto, ao longo do caminho e com um tempo maior de gestação, nasceu ‘Os Segredos de Dumbledore‘, terceira entrada que expandiria ainda mais a exuberante mitologia outrora nos apresentada. É claro que o gostinho agridoce do capítulo anterior, ‘Os Crimes de Grindelwald‘, deixou o público com um pé atrás – porém, podem ficar tranquilos: além de responder a algumas perguntas que já pululavam nas nossas cabeças, o filme é um grande avanço em relação ao predecessor e, mesmo tropeçando em convencionalismos estéticos e narrativos, configura-se como uma diversão do começo ao fim.

O enredo já começa com uma ótima sequência em que Alvo Dumbledore (Jude Law) se encontra com Gellert Grindelwald (vivido pelo sempre incrível Mads Mikkelsen) em um restaurante trouxa, finalmente falando sobre os sentimentos que sentem um pelo o outro e analisando de forma quase poética como um romance proibido se transformou em uma batalha entre o bem e o mal. Em contraposição à inesperada reunião entre os personagens, somos transportados ao momento  em que Newt Scamander (Eddie Redmayne) viaja a uma densa floresta para presenciar o nascimento de uma belíssima e adorável criatura conhecida como qilin, cuja bondade e pureza prenuncia a ascensão de um grande líder. Não é surpresa, pois, que as forças das trevas enviadas por Grindelwald queiram usurpá-lo para benefício próprio.

Se ‘Crimes de Grindelwald‘ pecou pelo excesso de cenas descartáveis, as duas supracitadas ditam o tom da produção e são retomadas constantemente por mais de duas horas de tela. E essa maior coesão estrutural é cortesia de Steve Kloves, que retorna ao cargo de roteirista ao lado de Rowling e cerceia as pontas soltas para que cada ação tenha sua respectiva reação – mesmo não conseguindo o pretendido em algumas partes. A ideia aqui é, de certa forma, reiniciar o universo com protagonistas e coadjuvantes mais bem desenvolvidos e que contribuíam à história cada qual à sua maneira.

Jacob (Dan Fogler) volta como o escape cômico, mas infundido em um arco dramático que envolve tanto suas experiências com os bruxos e com a guerra contra os humanos, quanto seu relacionamento brutalmente interrompido com Queenie (Alison Sudol); Bunty (Victoria Yeates) ganha os holofotes com sua personalidade racional e despretensiosa; e Jessica Williams, Richard Coyle e Callum Turner fazem sua grande estreia e conquistam a audiência logo no primeiro momento em que aparecem.

E é óbvio que não posso deixar de falar da presença da nossa querida Maria Fernanda Cândido como a poderosa Vicência Santos, uma das bruxas mais poderosas do planeta que concorre pelo posto de presidente do mundo mágico – vendo seus planos indo por água abaixo quando o povo começa a apoiar a ideologia segregacionista e bélica de Grindelwald. Apesar de não ter muitas falas, Cândido porta-se com uma elegância e uma pose que dispensam diálogos e que se firmam em seus olhares e expressões.

O principal problema do longa-metragem é se render ao frenesi imagético, isso é, arquitetar uma sucessão de investidas que não dialogam entre si e que se firmam como pequenos fragmentos dispensáveis – e pior: sem explicações sólidas o suficiente para convencer os fãs. David Yates, que novamente encabeça o projeto, imprime os maneirismos cansativos dos títulos anteriores, e, auxiliando na montagem, corta a atmosfera com centelhas de ressignificacões que não fazem muito sentido. O escopo artístico é esplêndido e recheado de confrontos que poderiam ser mais épicos, caso houvesse cautela técnica ou até mesmo uma percepção intuitiva do que funciona ou não.

O grande foco de nossa atenção é Mads Mikkelsen, que, como já mencionado, substituiu Depp no papel antagonista. Enquanto este ganhava fama pelas caricaturas trazidas a seus papéis, aquele faz jus à máxima “os menores frascos contêm os melhores perfumes”: Mikkelsen se exila em uma unidimensionalidade expressiva que demonstra exatamente o que deseja, cultivando o medo e a aceitação da comunidade bruxa por sua persona e pelas ideias que defende – dialogando com eventos da realidade em alguns aspectos. Entretanto, à medida que nos aproximamos da conclusão, o roteiro desanda em apressar as conclusões e se esquecer da premissa adotada no começo.

Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore‘ não está livre de falhas e resgata erros do passado; todavia, é notável como a franquia, pouco a pouco, volta aos trilhos – e, mesmo que não traga muitas coisas novas aos fãs do universo mágico, entrega-se a um escapismo cinematográfico e a uma boa aventura.