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‘Aquaman 2’: Michael Beach quase reprisou seu papel em sequência

Dois homens em trajes de mergulho no submarino.
aquaman

Michael Beach, conhecido por interpretar o pai do Manta Negra (Yahya Abdul-Mateen II) em Aquaman, revelou que quase fez parte da sequência do filme.

Durante uma entrevista ao ComicBook, Beach compartilhou: “Na verdade, me falaram sobre a possibilidade de filmar algumas cenas em Aquaman 2, provavelmente cenas de flashback, mas não conseguimos conciliar devido a conflitos de agenda e outros compromissos. Em vez disso, eles optaram por incluir algumas cenas do primeiro filme para relembrar ao público por que o Manta Negra nutre tanto ódio por Aquaman”.

Beach aparece em Aquaman em uma das primeiras cenas do filme, liderando um ataque a um submarino. Eventualmente, o herói intervém e seu personagem é morto no processo, desencadeando a busca por vingança do Manta Negra.

O ator também expressou carinho pela produção, destacando que acredita ter desempenhado um bom papel. “Embora meu personagem tenha pouco tempo em cena, acredito que a construção do ódio do Manta por Aquaman precisa ser mostrada em nosso relacionamento. Penso que conseguimos transmitir isso no pouco tempo que tivemos. Era crucial construir essa relação para que o ódio nos levasse não apenas ao primeiro filme, mas também ao segundo”.

Essa relação é evidenciada tanto verbalmente quanto visualmente. Um dos primeiros encontros entre os dois mostra Jesse presenteando seu filho com uma faca que pertencia a seu pai antes dele, um homem que lutou na Segunda Guerra Mundial e era apelidado de “Manta”.

“A cena em que eu realmente lhe dou a faca não estava no roteiro original”, continuou Beach. “James a escreveu talvez dois ou três dias antes de filmarmos”.

Aquaman 2: O Reino Perdido’ conquistou impressionantes US$433 milhões em bilheteria em todo o mundo. Embora o filme tenha recebido críticas mistas, com uma aprovação de apenas 34% no Rotten Tomatoes por parte da crítica especializada, obteve uma sólida aprovação de 81% do público.

Assista nossa crítica:

Além de Momoa e Patrick Wilson, o elenco conta com o retorno de Dolph Lundgreen Temuera MorrisonJani ZhaoIndya MooreVincent Regan foram as novas adições ao time.

‘Xógum: A Gloriosa Saga do Japão’: Série épico-histórica já está disponível no Star+!

Xógum: A Gloriosa Saga do Japão‘, aguardada série histórica baseada no clássico da literatura homônimo assinado por James Clavell, já está disponível no Star+.

A produção estreou hoje, 27 de fevereiro, na plataforma de streaming.

‘Xógum’ se passa no Japão feudal e traça a colisão de dois homens ambiciosos de diferentes mundos e uma misteriosa samurai: John Blackthorne, um marinheiro inglês de risco que acaba naufragado no Japão, uma terra cuja cultura desconhecida acabará por redefinir ele; Lorde Toranaga, um daimiô astuto e poderoso, em conflito com seus próprios rivais políticos perigosos; e Lady Mariko, uma mulher com habilidades inestimáveis, mas laços familiares desonrosos, que deve provar seu valor e sua lealdade .

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A obra abriu com nada menos que 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, baseada em 25 reviews até o momento. No Metacritic, a produção abriu com 84/100 pontos, indicando “aclamação universal”.

Confira os principais comentários:

“As sequências de ação e batalha são absolutamente impressionantes, repletas de violência brutal e reviravoltas de tirar o fôlego” – Primetimer.

“Com um elenco bem atuado de personagens coloridos, cenários inesquecíveis e um enredo político emocionante, ‘Xógum’ é um dos primeiros candidatos a melhor nova série de 2024″ – That Shelf.

‘Xógum’ é um drama adulto rico, texturizado e até sensível que sabe como encontrar o equilíbrio tênue entre espetáculo e espetacular” – Inverse.

‘Xógum’ deveria ser algo prioritário, pois nos deslumbra com intriga política, cultura e uma intensidade que reúne tudo muito bem” – Screen Rant.

“A série é mais do que outro drama histórico elegantemente encenado, usando três perspectivas distintas para transformá-la em uma reflexão sobre a vida e a morte” – Slant Magazine.

A minissérie, composta por dez episódios, foi criada por Justin Marks, que coassina o roteiro ao lado da esposa, Rachel Kondo.

Marks também entra como produtor executivo ao lado de Michaela Clavell, filha de James.

Hiroyuki SanadaCosmo JarvisAnna Sawai estrelam.

‘Fundação’: 3ª temporada escala Troy Kotsur, vencedor do Oscar por ‘No Ritmo do Coração’

De acordo com o The Wrap, o vencedor do Oscar Troy Kotsur (‘No Ritmo do Coração’) foi escalado ao elenco da terceira temporada de ‘Fundação‘, adaptação do romance sci-fi escrito por Isaac Asimov.

O astro vai interpretar Preem Palver, um personagem importante apresentado pela primeira vez em ‘Segunda Fundação‘, sequência publicada escrito por Asimov em 1952.

Palver é descrito como “o líder de um planeta de médiuns”.

Kotsur é mais conhecido por seu papel em ‘No Ritmo do Coração‘, que lhe rendeu um Oscar de Melhor Ator Coadjuvante.

Ele também apareceu como ele mesmo na temporada final de ‘Segura a Onda‘ e na 1ª temporada de ‘The Mandalorian‘, além de ter atuado em ‘Criminal Minds’, ‘Scrubs’, ‘CSI: New York‘ e muito mais.

Infelizmente, o The Hollywood Reporter divulgou que o co-criador da adaptação de Fundação, David S. Goyer, se afastou do cargo de showrunner antes da retomada da produção da 3ª temporada.

Goyer, agora estará envolvido apenas nos roteiros da série em Los Angeles, enquanto o produtor executivo Bill Bost se mudará para Praga (onde a série é filmada) para supervisionar a duração das filmagens da terceira temporada.

Fontes relatam que Goyer e os executivos da empresa de produção do programa, Skydance, entraram em conflito sobre o orçamento para a próxima temporada, o que justificaria sua decisão.

Além disso, a produtora de linha Laurie Borg está se afastando, com Doug Moreno assumindo seu lugar.

O programa anteriormente entrou em hiato de produção devido às greves de Hollywood e espera-se que retome as filmagens em 6 de março. Cerca de metade da terceira temporada do programa foi filmada antes da pausa.

Lembrando que as duas primeiras ciclos estão disponíveis na Apple TV+.

A série foi criada por GoyerJosh Friedman.

Quando o revolucionário Dr. Hari Seldon prevê a queda iminente do Império, ele e um grupo de seguidores leais se aventuram nos confins da galáxia para estabelecer a Fundação em uma tentativa de reconstruir e preservar o futuro da civilização. Enfurecidos pelas alegações de Hari, os governantes Cleons — uma longa linhagem de clones imperadores — temem que seu domínio sobre a galáxia possa estar enfraquecendo, pois são forçados a contar com a realidade potencial de perder seu legado para sempre.

O elenco conta com Jared Harris como Hari Seldon, Lee Pace como Brother Day, Lou Llobell como Gaal, Leah Harvey como Salvor, Laura Birn como Demerzel, Terrence Mann como Brother Dusk e Cassian Bilton como Brother Dawn.

HBO Max VIROU Max no Brasil; Saiba o que MUDOU e como migrar!

A HBO Max finalmente virou Max no Brasil… Mas o que isso mudar?

PLANOS

Max oferecerá 3 planos (*) para novos assinantes no lançamento, cada um com opção de pagamento mensal ou anual, que contará com economia de até 36% (**), quando a assinatura é feita diretamente através da Max. Para mais detalhes sobre os planos e preços clique aqui.

Plano Básico com Anúncios:

• Este plano permitirá aos usuários desfrutar do catálogo de Max por um preço menor e incluirá publicidade.
• O conteúdo poderá ser assistido em dois dispositivos simultaneamente.
• O conteúdo estará disponível em resolução Full HD.
• A assinatura mensal custará R$ 29,90 e a anual R$ 225,90.

Plano Standard:

• O conteúdo poderá ser assistido em dois dispositivos simultaneamente.
• O conteúdo estará disponível em resolução Full HD.
• Este plano permitirá até 30 downloads de conteúdo para visualização sem conexão com a internet.
• A assinatura mensal custará R$ 39,90 e a anual custará R$ 357,90.

Plano Platinum:

• Oferecerá a melhor experiência para o consumidor.
• O conteúdo poderá ser assistido em quatro dispositivos simultaneamente.
• O conteúdo estará disponível em resolução Full HD ou 4K e com som Dolby Atmos.
• O plano permite até 100 downloads de conteúdo para visualização sem conexão com a internet.
• A assinatura mensal custará R$ 55,90 e a anual R$ 477,90.

Os atuais assinantes da HBO Max – tanto aqueles que assinaram diretamente pela plataforma quanto aqueles que assinaram por meio de terceiros que comercializam assinaturas da plataforma –, terão acesso normal a Max.

Os usuários manterão as funcionalidades e os preços do plano atual por um tempo limitado após o lançamento da Max. Da mesma forma, os usuários da HBO Max que tiverem a oferta introdutória de 50% de desconto faturada por meio da HBO Max manterão o desconto, desde que cumpram os termos e condições da promoção.

O aplicativo da HBO Max será atualizado automaticamente para o aplicativo da Max.

Na Max será possível encontrar uma variedade incrível de conteúdos da extensa família de marcas icônicas da Warner Bros. Discovery na América Latina, incluindo HBO, Warner Bros., o Universo DC, Discovery, Discovery Home & Health, ID, Cartoon Network, Discovery Kids e Adult Swim, com as franquias mais queridas pelos fãs ao redor do mundo, incluindo GAME OF THRONES, o mágico mundo de HARRY POTTER, THE BIG BANG THEORY, os super-heróis da DC, os personagens de LOONEY TUNES, RICK E MORTY, LARGADOS E PELADOS e 90 DIAS PARA CASAR, entre outras.

Além disso, a proposta de conteúdo da plataforma incluirá a primeira janela de exibição de filmes de grandes estúdios, como Sony Pictures; eventos ao vivo, como a Temporada de Premiações e torneios esportivos; e produções originais locais desenvolvidas em conjunto com a talentosa comunidade de criadores e artistas latino-americanos. Tudo isso acompanhado de uma experiência de usuário melhorada que permitirá a cada consumidor escolher e descobrir sua própria jornada pela plataforma.

(*) A Resolução Full HD, 4K e som Dolby Atmos podem não estar disponíveis em todos os conteúdos de cada plano. O conteúdo ao vivo nos planos Standard e Platinum pode conter anúncios. Alguns conteúdos podem conter restrições para downloads.
(**) Economia baseada no plano anual de menor preço em comparação à sua versão mensal ao longo de 12 meses.

Após ‘MaXXXine’, diretor já tem ideia para 4º filme da franquia ‘X – A Marca da Morte’

Em entrevista com o What’s Under the Bed, Ti West (‘A Casa do Demônio’) revelou que já tem uma “ideia estranha” para um possível quarto filme da franquia iniciada por ‘X – A Marca da Morte‘.

O diretor, no entanto, afirmou que irá se concentrar primeiro em ‘MaXXXine‘, sequência direta do primeiro filme que dará continuidade à jornada da personagem titular vivida por Mia Goth.

“Eu tenho uma ideia estranha para um quarto filme que faria sentido se eu explicasse. Veremos o que vai acontecer. Vamos lançar ‘MaXXXine’ primeiro. Se os espectadores gostarem, veremos o que faremos a partir daí.”

Ele completa, “‘MaXXXine’ está quase pronto. Já estamos quase finalizando o processo de edição. Por enquanto, está tudo ótimo.”

A trama do terceiro filme permanece em mistério, deixando todos curiosos sobre qual caminho a história seguirá. Mas agora, uma revelação recente promete adicionar uma perspectiva inusitada ao filme.

De acordo com a revista de terror de Scream, uma fonte confiável divulgou que MaxXxine será um whodunnit slasher, ou seja, um filme onde um assassino desconhecido vai matando os personagens ao decorrer da trama, até ser revelado a sua identidade.

Filmes como ‘Pânico‘, ‘Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado‘ e ‘A Morte te dá Parabéns‘ são os mais conhecidos dentro deste subgênero do terror.

Isso marca uma mudança significativa em relação aos capítulos anteriores, ‘X – A Marca da Morte‘ e Pearl’, que não seguiram o gênero slasher tradicional.

Vale lembrar que uma imagem inédita do filme foi divulgado há algum tempo, que trás a personagem de Mia Goth reprisando o papel de Maxine, ao lado de Halsey, que também estrela.

Confira:

A trama irá retomar a jornada de Maxine após os violentos eventos de ‘X: A Marca da Morte‘, enquanto a única sobrevivente continua sua busca pela fama, tentando se tornar atriz na década de 80, em Los Angeles.

Além de Mia Goth, que reprisará seu papel como a sobrevivente do primeiro filme, o elenco ainda contará com grandes nomes como Kevin Bacon, Lily Collins, Elizabeth Debicki, Moses Sumney, Michelle Monaghan, Bobby Cannavale, Halsey, Giancarlo Esposito Kevin Bacon.

Em entrevista à Variety, Goth revelou que o terceiro capítulo da saga slasher será o melhor de todos.

“É o melhor roteiro dos três [filmes], de longe”, ela conta. “Vai ser o melhor filme. Estamos correndo, agora. Este será nosso terceiro filme juntos e todos estão retornando. Nós sabemos como todos trabalham e estamos muito animados. É a maior história dos três, com as maiores expectativas – e Maxine passou por muita coisa até então. Então, quando a vemos nesse novo mundo, ela é uma força a ser temida e passará por aventuras bem loucas”.

Ti West retorna como diretor e produtor. Goth e Harrison Kreiss também ficam a encargo da produção.

‘Ficção Americana’, indicado a 5 Oscars, estreia de SURPRESA no Amazon Prime Video

Uma das maiores surpresas do Oscar desse ano foram as cinco indicações a ‘Ficção Americana‘ (American Fiction), incluindo melhor ator para Jeffrey Wright (‘Angels in America’) e Melhor Filme.

Até então sem novidades no Brasil, o filme acaba de ser lançado sem muito alarde no catálogo do Amazon Prime Video.

Confira o trailer:

O filme, baseado no romance Erasure, de Percival Everett, é escrito e dirigido por Cord Jefferson em sua estreia oficial.

A carreira de escritor de Thelonious “Monk” Ellison estagnou porque seu trabalho não é considerado “negro o suficiente”. Monk, escritor e professor de inglês, trabalha em um romance satírico sob seu pseudônimo, com o objetivo de expor as hipocrisias do mundo editorial. O sucesso imediato do livro o força a ficar mais profundamente enredado na sua identidade assumida e desafia as suas visões de mundo arraigadas.

Tracee Ellis RossIssa RaeSterling K. Brown completam o elenco.

Glen Powell afirma que ‘Twisters’, reboot do clássico dos anos 90, será ESPETACULAR

Em entrevista ao People, Glen Powell (‘Todos Menos Você’) revelou novos detalhes sobre o filme desastre ‘Twisters‘, reboot do clássico dos anos 90.

“Só posso dizer que ‘Twisters’ será incrível. É um filme muito bom. Nós tivemos o melhor em termos de atores e chefes de departamento. [O diretor] Lee Isaac Chung fez um excelente trabalho na direção. Eu tive a chance de assisti-lo e é espetacular. Estou muito ansioso para que os espectadores possam conferi-lo nos cinemas.”

Anteriormente, o ator havia revelado que o novo longa não será um remake ou continuação do clássico de 1996: “Nós não tentamos recriar a história do primeiro filme. É uma narrativa completamente nova. Não haverá o retorno de personagens do longa original, então também não é realmente uma continuação. É uma história independente ambientada nos tempos modernos.”

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de julho.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por Lee Isaac Chung, o longa é um reboot de ‘Twister‘, filme clássico de 1996.

Na trama, Kate Cooper (Edgar-Jones) é uma ex-caçadora de tempestades assombrada por um encontro devastador com um tornado durante seus anos de faculdade, que agora estuda padrões de tempestades nas telas em segurança na cidade de Nova York. Ela é atraída de volta às planícies por seu amigo, Javi, para testar um novo sistema revolucionário de rastreamento. Lá, ela cruza seu caminho com Tyler Owens (Powell), o carismático e imprudente ícone das redes sociais que se diverte postando suas aventuras de caça a tempestades com sua equipe barulhenta, quanto mais perigoso melhor. À medida que a temporada de tempestades se intensifica, fenômenos aterrorizantes nunca antes vistos são desencadeados e Kate, Tyler e suas equipes concorrentes se encontram diretamente no caminho de múltiplos sistemas de tempestades convergindo sobre o centro de Oklahoma na luta de suas vidas.

O elenco ainda conta com Anthony Ramos, David Corenswet, Brandon Perea, Sasha Lane, Daryl McCormack, Kiernan Shipka, Nik Dodani e Maura Tierney.

CRISE? Sean Bailey deixa presidência da divisão de live-action da Disney após 15 anos

De acordo com o Deadline, a Disney anunciou a saída do executivo Sean Bailey como presidente da divisão Live-Action da Walt Disney Studios, após desempenhar o cargo por 15 anos na empresa.

“Esses quinze anos na Disney foram uma jornada incrível, mas está na hora certa de começar um novo capítulo. Sou profundamente grato à minha equipe e tenho orgulho da história que construímos juntos,” declarou Bailey em comunicado oficial.

Ele completa: “Eu me juntei à Disney enquanto produzia ‘Tron: O Legado’, e parece adequado que eu tenha tido a oportunidade de trabalhar no novo filme da franquia ‘Tron’ enquanto me afasto do cargo. Desejo ao Bob Iger, Alan Bergman e a todos os meus colegas o mais brilhante dos futuros.”

David Greenbaum, da Fox Searchlight, foi promovido ao cargo – que virá com um novo título: Presidente da Disney Live-Action e 20th Century Studios.

E essa não é a única mudança recente anunciada pelo estúdio. Anteriormente, a Disney havia tomado uma medida drástica em relação ao Universo Cinematográfico Marvel (UCM), após o recente fracasso de ‘As Marvels‘, que se tornou a pior bilheteria da Marvel Studios, resultando em prejuízo milionário.

O CEO Bob Iger anunciou que vai desacelerar e reduzir o volume das produções.

Durante a última teleconferência de resultados da Disney (via The Wrap), o CEO Bob Iger declarou:

“Eu diria que estamos inclinando um pouco mais para sequências e franquias. Acho que, dado o ambiente e o que é necessário para tirar as pessoas de suas casas para ver um filme… apoiar-se em franquias familiares é realmente uma coisa inteligente.”

O CEO ainda continuou:

“Em nosso zelo por aumentar significativamente o volume, parcialmente ligado ao desejo de atrair mais assinantes globais para nossa plataforma de streaming, alguns de nossos estúdios perderam um pouco o foco. Então, o primeiro passo que tomamos é que reduzimos o volume, reduzimos a produção, especialmente na Marvel.” 

Vale ressaltar que Deadpool 3’ será a única produção da Marvel Studios para o cinema em 2024.

‘El Gato’: Diego Boneta viverá herói latino na nova série do Prime Video

De acordo com o Deadline, Diego Boneta (‘Monster Hunter’) será o protagonista da série ‘El Gato‘, que está em desenvolvimento pelo Prime Video.

A produção é baseada nos quadrinhos El Gato Negro, criados por Richard Dominguez.

Na trama…

Boneta interpretará Frank Guerrero, a ovelha negra de sua família, que se encontra no centro de uma conspiração quando ele descobre que o seu pai foi um vigilante nos anos 70. Frank, que retorna ao México após a morte do seu pai, precisa enfrentar sua família distante e outros inimigos que estão tentando assumir o controle de seu Império familiar.

Mas o luto de Frank é interrompido quando ele descobre que sua única herança é um pequeno pedaço de terra aparentemente sem valor perto da fronteira. No entanto, abaixo do terreno está o covil dos tempos de vigilante de seu pai, conhecido como El Gato. Agora, para sobreviver, Frank terá que resolver um mistério de décadas e descobrir as conexões de seu pai com uma aterrorizante conspiração moderna.

A série foi criada por Eric Carrasco (‘Supergirl’), que irá servir como showrunner e produtor executivo ao lado de Turi Meyer e Alfredo Septién (‘Stargirl’).

Além de estrelar, Boneta também será o produtor executivo.

“Trazer essa série para o público é como um sonho se tornando realidade. Este tem sido um projeto de paixão para mim. Eric Carrasco e toda a equipe construíram um universo que consegue honrar o gênero de super-heróis enquanto se mantém completamente épico e original,” declarou o ator.

As filmagens estão programadas para meados de 2024, no México.

‘Bad Boys 4’ tem estreia ADIANTADA em uma semana pela Sony Pictures

Inicialmente programada para 14 de junho, a sequência ‘Bad Boys 4‘ teve sua estreia adiantada em uma semana pela Sony Pictures.

Agora, o longa será lançado nas telonas no dia 7 de junho.

Com a nova data, a produção terá a oportunidade de ser exibida em IMAX e em outros formatos premium, e irá competir nas bilheterias com o reboot de ‘O Corvo‘ e o terror ‘The Watchers‘.

Anteriormente, o longa teria que bater de frente com ‘Divertida Mente 2‘ – um dos filmes mais aguardados de 2024.

Até o momento, não foi revelado nada significativo sobre a trama, mas os diretores Bilall Fallah e Adil El Arbi provocaram o público ao renderem elogios à performance de Martin Lawrence, intérprete de Marcus Burnett.

Em entrevista para o The PlaylistEl Arbi disse que Lawrence terá um grande destaque e “ele está indo para um nível mais alto neste filme. Digamos que seu arco representa o culminar de Marcus Burnett.”

Recentemente, um rumor sobre o título da sequência foi publicado pelo MurphysMultiverse, e parece que há alguma verdade por trás disso.

No entanto, os cineastas confirmaram ao portal que ainda não há uma decisão final.

O título favorito da dupla é ‘Bad Boys Ride or Die’ (Bad Boys: Andar ou Morrer, em tradução livre). Por outro lado, eles ressaltaram que a Sony Pictures pode optar por algo diferente no final.

El Arbi explicou: “Bem, você sabe, o título que nós gostamos – eu não sei se eles vão escolher ele ainda – seria como ‘Bad Boys Ride or Die’, pois ‘Bad Boys 4 Life’ já foi usado. A gente não sabia que iria ter um quarto filme, sabe?”

A sequência também conta com Ioan GruffuddPaola Núnez, Vanessa Hudgens, Eric DaneAlexander LudwigTasha Smith.

Lembrando que ‘Bad Boys para Sempre’ está disponível na Amazon Prime.

‘The Walking Dead: The Ones Who Live’ conquista 82% de aprovação dos críticos no RT; Confira as reações!

Com 17 críticas publicadas até o momento, a série ‘The Walking Dead: The Ones Who Live‘, derivado focado no Rick Grimes (Andrew Lincoln) e Michonne (Danai Gurira), conquistou 82% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral destaca as performances sólidas de seus protagonistas. E, apesar de não reinventar a franquia, deve satisfazer os espectadores que estão há anos em busca de respostas.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Apesar de ser emocionante ver os protagonistas se reencontrando, a premissa da série rapidamente se torna cansativa – o que nos faz lembrar dos problemas desta franquia que simplesmente não sabe quando terminar.” (CNN)

“Para aqueles que estavam esperando por respostas durante anos, ‘The Ones Who Lived’ é igualmente triste, sinistra e satisfatória.” (IGN Movies)

“Apesar da atuação e da construção deste universo serem excelentes, apenas os fãs mais devotos irão acompanhar este novo derivado que oferece pouca novidade para os espectadores.” (LA Weekly)

“O episódio piloto é excelente; está cheio de respostas para questões deixadas em aberto desde o final da série original.” (Visable Black Woman)

“Ao explorar o amor proibido entre o Rick e a Michonne, este novo derivado mistura perfeitamente as distintas eras do universo de ‘The Walking Dead’.” (CBR)

“Apesar da série se beneficiar das poderosas performances de Andrew Lincoln e Gurira, não espere que este spin-off reinvente a franquia.” (The Wrap)

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Lincoln e Gurira se reúnem para finalmente continuar a jornada de Rick Grimes e Michonne. A série limitada apresenta uma história de amor épica de dois personagens alterados por um mundo diferente. Mantidos separados pela distância. Por um poder imparável. Pelos fantasmas de quem eram. Rick e Michonne são jogados em outro mundo, construído sobre uma guerra contra os mortos… E, em última análise, uma guerra contra os vivos. Eles podem encontrar um ao outro e quem eram em um lugar e situação diferente de qualquer um que já conheceram antes? São inimigos? Amantes? Vítimas? Vencedores? Sem um ao outro, estão mesmo vivos – ou descobrirão que também são os mortos-vivos?”

A trama também vai abordar onde esteve Michonne, que se despediu da série na 10ª temporada para tentar encontrar o amado.

Primeiras Impressões | ‘Xógum: A Gloriosa Saga do Japão’ é um IMPECÁVEL espetáculo narrativo e visual

O texto a seguir contempla os dois primeiros episódios da série.

Em 1975, James Clavell lançava uma das obras épicas mais conceituadas e respeitadas da história da literatura: ‘Xógum’. Narrando sobre o Período Sengoku do Japão Imperial – época marcada por uma grande instabilidade política e pela fragmentação do poder, precedendo a chegada dos colonizadores portugueses -, o romance vendeu mais de 15 milhões de cópias até os anos 1990 e foi extremamente aclamado pelos críticos e pelo público. Pouco depois, o livro ganhou uma minissérie que, apesar de ter sido bastante criticada pelos japoneses, levou para casa diversos prêmios, incluindo um Peabody Award. Agora, somos convidados a revisitar esse explosivo enredo com a adaptação Xógum: A Gloriosa Saga do Japão, que estreia amanhã, 27 de fevereiro, no catálogo do Star+.

A história expande-se para diversas subtramas confinadas em um escopo de época gigantesco e que demonstra o cuidado dos criadores em construir uma obra audiovisual de proporções espetaculares. A principal delas é centrada em um navegante inglês chamado John Blackthorne (Cosmo Jarvis), que, juntamente à sua tripulação, sobrevive a tempestuosos eventos em alto-mar até atracar, à beira da morte, em terras orientais; e em Lorde Toranaga (Hiroyuki Sanada), um daimiô (ou seja, um senhor de terras) que se vê obrigado a enfrentar seus rivais para reclamar o poder que lhe pertence e impedir que seu legado seja desonrado frente a embates políticos que podem premeditar sua morte. Como se não bastasse, também acompanhamos o arco de Toda Mariko (Anna Sawai), uma jovem extremamente habilidosa, mas cujos laços familiares são extremamente desonrados – levando-a em uma compulsória jornada de provação e de glória que aumenta as múltiplas camadas da adaptação.

Criada por Rachel Kondo e Justin Marks, é notável como os assinantes da plataforma de streaming e os fãs inveterados dos escritos de Clavell estavam animados para conferir essa ambiciosa investida criativa. Felizmente, o conjunto de habilidosas mãos por trás da produção é sólido o suficiente para transformá-la em uma das melhores incursões do ano até agora, bem como uma das melhores do catálogo do Star+, prezando por uma exímia delineação artística que não deixa a desejar em nenhum aspecto – seja na condução do enredo, na fabulosa direção, nas irretocáveis performances ou na densa atmosfera que se apodera dos capítulos.

É um fato dizer que ‘Xógum’ é memorável por inúmeros motivos. De um lado, temos um apreço pela obra-espetáculo, que já vimos anteriormente com títulos como ‘Mad Max: Estrada da Fúria’ ou ‘O Regresso’, em que o visual faz parte da história de modo inextricável e emerge como um dos personagens; dessa forma, Kondo e Marks são certeiros ao voltarem no tempo para pegarem páginas emprestadas do expressionismo e do simbolismo para dividir os diferentes mundos que colidem, optando por se afastar de uma arquitetura estereotipada ou fabulesca e focando em uma espécie de “realismo fantástico” que mergulha de cabeça no uso contínuo de névoa, chuva e uma paleta de cores sóbria e sombria, marcada pelos tons azulados e esverdeados que indicam a queda das famílias imperiais japonesas.

De outro lado, há um profundo enfoque na caracterização dos protagonistas e coadjuvantes que impede que qualquer um seja deixado de lado; em outras palavras, cada um deles tem importância significativa para o desenrolar da trama, seja compondo um tribunal político, seja como o séquito real que cuida da proteção local. Mais do que isso, eles são jogados em uma mixórdia vibrante de quebras de tabus que discorre sobre a supracitada instabilidade política, sexo e prazer, ambição desmedida e uma egolatria quase predatória que sempre acompanhou a humanidade – tudo revestido com uma aura tão deliciosamente angustiante e estonteante que fica muito difícil desviar nossa atenção das telinhas.

Os dois primeiros episódios de Xógum: A Gloriosa Saga do Japão já consagram a série como uma obra-prima cinemática que não deve nada a produções cinematográficas do gênero, a encargo de comparação. Apresentando um retrato bastante fiel da época em que se passa, a grandiosa e épica trama é complexa e atordoante no melhor sentido das palavras – nos prendendo do começo ao fim em uma convidativa jornada por um dos momentos mais decisivos da história mundial.

Josh Hartnett afirma que próximo filme de M. Night Shyamalan será “muito BIZARRO e SINISTRO”

Em entrevista ao Indiewire, Josh Hartnett (’30 Dias de Noite’) revelou novos detalhes sobre o thriller psicológico ‘Trap‘ (Armadilha, em tradução literal), próximo filme do diretor M. Night Shyamalan (‘O Sexto Sentido’).

O ator afirmou que o longa será muito “bizarro e sombrio”, e confessou que a produção irá surpreender os espectadores.

“Trabalhar com o M. Night Shyamalan foi uma das melhores experiências da minha carreira. Acredito que ele é um artista verdadeiro – Com ‘A’ maiúsculo. Sinto que as pessoas ficarão surpresas com o filme que estamos fazendo. É um longa muito bizarro, muito sombrio e selvagem.”

Ele completa, “[Meu papel em ‘Trap’] será diferente. Eu tento fazer isso com todos os meus personagens. Se você só fica interpretando os mesmos papéis, isso acaba deixando o público entediado.”

Anteriormente, o próprio Shyamalan havia contado sobre o que podemos esperar do seu novo projeto: “Meu novo filme será lançado em 2024. Será um thriller. Vai ser um filme muito diferente em comparação aos filmes que dirigi recentemente. Estou muito animado com a história, e mal posso esperar para poder compartilhar mais sobre ela.”

A história do novo filme será ambientada durante um concerto musical.

Vale lembrar que, recentemente, o cineasta fechou contrato com a Warner Bros. para a produção e direção de projetos originais. O acordo foi firmado pouco depois da Warner também ter fechado contrato com outros grandes nomes da indústria do entretenimento – incluindo Akiva GoldsmanBaz Luhrmann.

Sob a nova parceria, o diretor e sua companhia Blinding Edge Pictures irão desenvolver projetos originais para o cineasta produzir e/ou dirigir com a supervisão da Warner Bros. Pictures e da New Line Cinema.

Trap‘ será um dos primeiros projetos dessa parceria, que tem estreia marcada para o dia 02 de agosto.

‘And Just Like That’: Sara Ramirez NÃO retornará para a 3ª temporada do spin-off de ‘Sex and the City’

De acordo com o Deadline, Sara Ramirez (‘Grey’s Anatomy’) não retornará como Che Diaz na 3ª temporada de ‘And Just Like That…‘, série derivada de ‘Sex and the City‘.

No final do segundo ciclo, Che e Miranda Hobbs (Cynthia Nixon) terminaram de uma vez por todas, seguindo em frente para explorar novos relacionamentos. O site afirma que os roteiristas por trás da narrativa consideram que a história de Chez foi concluída.

Anteriormente, o Daily Mail havia alegado que Ramirez teria ficado de fora do próximo ciclo por causa de suas publicações em defesa da Palestina.

Posteriormente, Ramirez aparentemente respondeu a notícia com uma nova postagem em seu Instagram, declarando: “Não deixe os tabloides distraí-los do que está acontecendo em Gaza. No entanto, boa tentativa.”

Vale lembrar que o próximo ciclo está previsto apenas para 2025, por causa das recentes graves dos roteiristas e atores em Hollywood.

Criada por Darren Star, a série se passa 10 anos após os eventos do filme ‘Sex and the City 2‘.

A trama acompanha Carrie, Miranda e Charlotte conforme navegam pela complicada jornada da vida e da sua amizade de quando estavam no auge dos seus 30 anos, agora para uma fase ainda mais complicada no auge dos seus 50 anos.

O elenco conta com o retorno de Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon, Kristin Davis, Mario Cantone, David Eigenberg e Evan Handler, além de introduzir Sara Ramirez e Sarita Choudhury.

Tony Danza também foi escalado para o próximo ciclo como o pai de Che (Ramirez). Mais detalhes não foram revelados.

Florence Pugh confirma inicio das filmagens de ‘Thunderbolts’

O aguardado filme Thunderbolts, que reunirá vilões do Universo Cinematográfico da Marvel (UCM), iniciou suas filmagens.

A informação foi confirmada pela estrela Florence Pugh, conhecida por interpretar a Viúva Negra no UCM.

Durante uma entrevista ao Entertainment Tonight, a atriz confirmou que já está filmando Thunderbolts, afirmando: “Acabei de começar meu próximo filme, meu próximo filme da Marvel, Thunderbolts. E por isso não pude comparecer ao SAG (Awards), estava trabalhando nele”. 

O elenco de ‘Thunderbolts‘ contará com o retorno de Florence Pugh (Viúva Negra), David Harbour (Guardião Vermelho), Sebastian Stan (Bucky Barnes), Hannah John-Kamen (Fantasma), Julia Louis-Dreyfus (Valentina), Olga Kurylenko (Treinadora) e Wyatt Russell (Agente Americano). Além de introduzir o Harrison Ford.

Atualmente, o filme está programado para estrear no dia 02 de maio de 2025.

Frase icônica de ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’ NÃO foi escrita por Christopher Nolan; Confira!

“Ou você morre herói… Ou vive o bastante para se tornar vilão”, esta é uma das frases mais icônicas do cinema, dita em ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘, quando Harvey Dent (Aaron Eckhart) ainda sonhava em transformar Gotham em uma cidade livre da criminalidade.

Infelizmente, ele acabou comprovando a veracidade de suas próprias palavras quando se transformou no vilão Duas Caras.

Apesar de muitos fãs creditarem a genialidade do diretor Christopher Nolan na construção do personagem, a frase foi escrita por seu irmão, Jonatahn, co-roteirista do longa.

Em entrevista para o Deadline, Christoper brincou ao dizer que:

“Isso me mata, porque é a frase que mais marcante do filme. Eu li em seu rascunho e pensei: ‘Tudo bem, vou mantê-la aí, mas não sei realmente o que significa. Significa realmente alguma coisa?’ Mas, ao longo dos anos, desde que o filme foi lançado, essa frase parece cada vez mais significativa. Inclusive, ‘Oppenheimer’ trata-se exatamente absolutamente isso. Construção e destruição. É a maneira como tratamos as pessoas.”

Vale lembrar que Oppenheimer é um dos grandes favoritos ao Oscar de Melhor Filme em 2024.

Durante o anúncio de indicados, o longa-metragem liderou a lista de nomeações em 13 categorias, incluindo Melhor FilmeMelhor Direção para Nolan, Melhor Ator para Cillian MurphyMelhor Atriz Coadjuvante para Emily Blunt Melhor Ator Coadjuvante para Robert Downey Jr..

Os vencedores serão revelados no dia 10 de março.

Oppenheimer apresenta a trajetória do físico americano J. Robert Oppenheimer, interpretado por Murphy, conhecido como o “pai da bomba atômica”. O filme explora o papel crucial que desempenhou no desenvolvimento dessa arma durante a Segunda Guerra Mundial.

Oppenheimer‘ foi um dos maiores sucessos de bilheteria do ano, arrecadando US$ 952,6 milhões pelo mundo.

Relembre o trailer:

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Cinema brasileiro arrecada mais de R$ 2 milhões com promoção ESPECIAL

A Associação Brasileira das Empresas Exibidoras Cinematográficas Operadoras de Multiplex (Abraplex) divulgou que a promoção especial de ingressos a R$ 12 já arrecadou mais de R$ 2,2 milhões.

A Semana do Cinema ainda está em andamento, mas já bateu recorde de público no Brasil, com o melhor final de semana do ano até o momento.

A promoção oferece ingressos a R$ 12 para as sessões tradicionais em 2D.

O público pode aproveitar para assistir a grandes filmes como ‘Pobres Criaturas’, ‘A Cor Púrpura’, ‘Zona de Interesse’, ‘Ferrari’ e ‘O Menino e a Garça’, entre outros.

As principais redes de cinema do país estão participando da Semana do Cinema, incluindo Kinoplex, Arteplex, Cineart, Cinemark, Cinépolis, Cinesystem, GNC Cinemas, Moviecom e UCI Cinemas.

‘Cavaleiro dos 7 reinos’, spin-off de ‘Game of Thrones’, ganha data para inicio de gravações

O mais recente spin-off do sucesso Game of Thrones, intitulado ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’, está prestes a iniciar suas filmagens para cumprir o planejamento de estreia no final de 2025.

De acordo com o Redanian Intelligence, o prelúdio que adaptará os “Contos de Dunk & Egg”, de George R. R. Martin, está programado para iniciar as filmagens em 03 de junho de 2024.

É importante ressaltar que a data pode sofrer alterações.

Conforme informações divulgadas, a série será filmada em Belfast, na Irlanda do Norte. Além disso, espera-se que a série seja mais curta do que outros projetos da franquia, com cerca de seis episódios.

“A série narra as histórias de dois heróis improváveis que vagavam por Westeros um século antes dos eventos de Game of Thrones: um jovem, ingênuo, mas corajoso cavaleiro, Sor Duncan, o Alto (também conhecido como Dunk), e seu esquálido escudeiro, Egg. Ambientada em uma época em que a linhagem Targaryen ainda detém o Trono de Ferro e a memória do último dragão ainda não desapareceu da lembrança viva, a trama promete grandes destinos, poderosos inimigos e perigosas aventuras para esses amigos improváveis e incomparáveis.”

A série será escrita e produzida executivamente por Martin e Ira Parker (conhecidos por seu trabalho em A Casa do Dragão). Além disso, Ryan Condal, atual showrunner de A Casa do Dragão, e Vince Gerardis (produtor de Game of Thrones) também estarão envolvidos como produtores executivos.

Até o momento, o único spin-off deGame Of Thrones produzido foi ‘A Casa do Dragão‘, cuja segunda temporada estreia no verão americano de 2024.

Lembrando que a segunda temporada será mais curta que a anterior, como oito episódios em vez de 10, o que deixou os fãs bem chateados.

No entanto, a diretora Clare Kilner conversou com o The Hollywood Reporter e disse que os novos episódios serão ainda mais emocionantes.

“Há oito episódios maravilhosos com tanta coisa acontecendo em cada um deles. Às vezes, até tivemos problemas em reduzi-los para uma hora. A decisão de Ryan Condal [o showrunner] foi dar uma boa abertura e um bom final para os episódios, e eles são repletos de eventos emocionantes e visualmente impactantes”, explicou Kilner.

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

Netflix fez proposta para criadores de ‘The OA’ darem um FINAL para a série…

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Zaj Batmanglij, o cocriador de ‘The OA‘, revelou ter rejeitado a proposta da Netflix de encerrar a narrativa da produção através de um filme.

O realizador sentiu que o formato não dava espaço suficiente para oferecer uma conclusão satisfatória à história.

“‘O desfecho de ‘The OA’ foi muito inesperado. [A Netflix] tentou nos dar a oportunidade de finalizar a narrativa da série através de um filme, mas nós dissemos não. Por que não poderíamos finalizar a história com uma terceira temporada? Isso nos forçaria a condensar as três outras temporadas que já havíamos planejado em apenas um ciclo, então você poderia vender a produção para outros streamings.”

Ele completa, “O projeto teria um valor muito maior se tivesse sido finalizado. Eu não entendo o conceito de ter todas essas produções incompletas sujando sua plataforma. Seria muito mais inteligente ter uma série completa que você pudesse licenciar e ganhar dinheiro através dela pelos próximos 10-20 anos.”

Anteriormente, a cocriadora e estrela Brit Marling havia revelado que ainda tem esperanças de que uma 3ª temporada seja desenvolvida: “O que é tão triste é que até choramos com nossos executivos. Alguns fãs estão chateados com a Netflix, e tento explicar: as pessoas que realmente estavam lá fazendo isso também adoraram e deram tudo de si. Acho que as greves tornaram mais evidente que houve uma mudança completa no modelo de todo o negócio. De repente, todos tiveram que ganhar mais, fazer por menos, fazer com que fosse atrativo em todo o mundo ao mesmo tempo – e, apesar de uma legião de seguidores leais, [a série] simplesmente caiu nessa lacuna. Em alguma parte de mim, não sinto que acabou. Na minha mente, entendo que acabou. Mas no meu corpo, sinto que é algo que ficou adormecido… Se as condições e circunstâncias certas surgirem novamente, ele crescerá. Eu realmente acredito nisso”.

E você? Gostaria de ver uma nova temporada da série?

Crítica | The OA temporada 2: Os dois anos de hiato mais bem recompensados da sua vida

A série começa quando uma garota cega, Prairie Johnson (Marling), desaparecida por sete anos, reaparece com a visão recuperada. Prairie não consegue falar sobre os anos que permaneceu desaparecida para seus pais e para o FBI. Mas ao longo da investigação segredos sobre seu desaparecimento e sua milagrosa recuperação virão à tona.

O elenco conta com Brit Marling, Patrick Gibson, Brendan Meyer, Emory Cohen, Scott Wilson, Phyllis Smith, Alice Krige, Brandon Perea, Ian Alexander e Jason Isaacs.

Crítica | Dying – Excelente e Cáustico Drama Familiar sobre Morte e Ausência de Amor [Berlim 2024]

Com a abertura de um vídeo de uma criança falando sobre a vida da natureza e os créditos pintados como desenhos infantis, Dying é uma odisseia familiar sobre o ciclo da vida. Escrito e dirigido pelo alemão Matthias Glasner, o enredo começa com Lissy Lunies (Corinna Harfouch) no chão cercada por fezes, enquanto tenta ligar para o filho sem sucesso e o seu marido Gerd Lunies (Hans-Uwe Bauer) é encontrado vagando seminu pela vizinhança. 

Aos 70 e poucos anos, o casal enfrequenta a dificuldade da velhice, Gerd está em um estado de demência senil avançado e Lissy caminha com a ajuda de uma bengala e convive com diveras doenças debilitantes. Apesar de terem dois filhos, eles não fazem parte do cotidiano dos dois, os quais têm dificuldade para tarefas simples como comprar mantimentos, tomar banho e cuidar de si mesmos.

Quando Gerd é internado numa clínica, Lissy aprecia o seu momento de paz e nenhum remorso por livrar-se do marido. Ela acabara de ter um infarto e o marido era só mais um peso, entre outros na sua trajetória próxima ao fim. Com certa ousadia de tocar a verve do abandono e desamor familiar, Glasner não poupa o público de cenas ao mesmo tempo revoltantes e doloridas. Basta ter mais de 30 anos para acompanhar casos semelhantes na própria família e reconhecer os sentimentos dicotômicos. 

Dividido em cinco capítulo: Os Lunies, Tom Lunies (Lars Eidinger), Ellen Lunies (Lilith Stangenberg), O amor, A vida, Dying completa o seu ciclo explorando todos os ângulos dessa família para tratar de um assunto global, mas sob uma luneta de traumas mínimos e particulares de seus personagens, sejam eles desajustados emocionais, sejam apenas demasiado frios sob a perspectiva da ordem social. 

Cada capítulo é iniciado com uma aquarela justamente em contraposição aos verdadeiros tons do filme, carregado de camadas cinzas e pretas. Apesar do humor ácido por conta das confissões controversas e pulsões de mortes, Dying consegue arrancar risos, mesmo que nervosos, pela tragédia grotesca de suas situações e as decisões em cena.

Se a família é sagrada, o objetivo do enredo é desmistificá-la e colocá-la em um patamar de ciclo natural como das plantas e flores. Em outras palavras, nascemos, crescemos, nos reproduzimos e morremos, um antes, outros depois. Segundo a narrativa, os instintos maternos, paternos, fraternas são falácias discursivas incutidas em nossas disposições químicas (hormônios) ou físicas (ações de sobrevivência). 

As pulsões de morte encontram-se em qualquer indivíduo lidando com  frustrações. Vemos Tom Lunies, o filho mais velho a viver um pesadelo para reger o espetáculo Dying”, ao lado do compositor e amigo depressivo Bernard (Robert Gwisdek), enquanto ajuda a ex-namorada Liv (Anna Bederke) a criar o bebê de outro homem. Em sua trajetória, existem fragmentos de desejos não realizados, atalhos tomados em busca de algo perdido e escolhas dúbias em resposta a sua alienação sentimental. 

De um outro lado, a sua irmã Ellen trabalha como auxiliar de dentista, mas todas as noite perde-se para o álcool sem saber onde pode acordar e como. Ele encontra alento ao lado de Sebastian Vogel (Ronald Zehrfeld), um colega de trabalho, casado e pai de dois filhos, com o qual tem idílicos encontros alcoólicos. Quando tenta assumir um compromisso mais sério, entretanto, as coisas descarrilham. Embora apareça apenas no terceiro ato da narrativa, Ellen é a amálgama de traumas dessa família ausente de sentimentos e aproximadas pelo fim do ciclo da vida. 

As questões de perdão, aceitação e arrependimentos passam longe da escrita de Mathias Glazer, premiada com o Urso de Prata de Melhor Roteiro, no Festival de Berlim 2024. Na contramão dos dramas familiares, o cineasta alemão não apresenta a morte como ponto de virada para gestos nobres. O fim de uma existência é mostrado como parênteses para um, dois pontos para outros, e, enfim, um ponto final para o indivíduo afetado, mas nunca uma vírgula para um novo começo.

Com ousadia de machucar e nos jogar de encontro aos nossos piores e incubados sentimentos, Dying sai do lugar comum das lições morais, das buscas de significados para vida e do sofrimento do luto. Na cena final, Matthias Glazer mostra-nos que, apesar de tudo — traumas, violências, decepções — o ciclo da vida continua em cada esquina e até mesmo no encontro desapaixonado entre um homem e uma mulher. Intencionalmente seco e frio, Dying é uma obra que fala realmente do processo da morte: vazio e solitário.