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Crítica | Dying – Excelente e Cáustico Drama Familiar sobre Morte e Ausência de Amor [Berlim 2024]

Com a abertura de um vídeo de uma criança falando sobre a vida da natureza e os créditos pintados como desenhos infantis, Dying é uma odisseia familiar sobre o ciclo da vida. Escrito e dirigido pelo alemão Matthias Glasner, o enredo começa com Lissy Lunies (Corinna Harfouch) no chão cercada por fezes, enquanto tenta ligar para o filho sem sucesso e o seu marido Gerd Lunies (Hans-Uwe Bauer) é encontrado vagando seminu pela vizinhança. 

Aos 70 e poucos anos, o casal enfrequenta a dificuldade da velhice, Gerd está em um estado de demência senil avançado e Lissy caminha com a ajuda de uma bengala e convive com diveras doenças debilitantes. Apesar de terem dois filhos, eles não fazem parte do cotidiano dos dois, os quais têm dificuldade para tarefas simples como comprar mantimentos, tomar banho e cuidar de si mesmos.

Quando Gerd é internado numa clínica, Lissy aprecia o seu momento de paz e nenhum remorso por livrar-se do marido. Ela acabara de ter um infarto e o marido era só mais um peso, entre outros na sua trajetória próxima ao fim. Com certa ousadia de tocar a verve do abandono e desamor familiar, Glasner não poupa o público de cenas ao mesmo tempo revoltantes e doloridas. Basta ter mais de 30 anos para acompanhar casos semelhantes na própria família e reconhecer os sentimentos dicotômicos. 

Dividido em cinco capítulo: Os Lunies, Tom Lunies (Lars Eidinger), Ellen Lunies (Lilith Stangenberg), O amor, A vida, Dying completa o seu ciclo explorando todos os ângulos dessa família para tratar de um assunto global, mas sob uma luneta de traumas mínimos e particulares de seus personagens, sejam eles desajustados emocionais, sejam apenas demasiado frios sob a perspectiva da ordem social. 

Cada capítulo é iniciado com uma aquarela justamente em contraposição aos verdadeiros tons do filme, carregado de camadas cinzas e pretas. Apesar do humor ácido por conta das confissões controversas e pulsões de mortes, Dying consegue arrancar risos, mesmo que nervosos, pela tragédia grotesca de suas situações e as decisões em cena.

Se a família é sagrada, o objetivo do enredo é desmistificá-la e colocá-la em um patamar de ciclo natural como das plantas e flores. Em outras palavras, nascemos, crescemos, nos reproduzimos e morremos, um antes, outros depois. Segundo a narrativa, os instintos maternos, paternos, fraternas são falácias discursivas incutidas em nossas disposições químicas (hormônios) ou físicas (ações de sobrevivência). 

As pulsões de morte encontram-se em qualquer indivíduo lidando com  frustrações. Vemos Tom Lunies, o filho mais velho a viver um pesadelo para reger o espetáculo Dying”, ao lado do compositor e amigo depressivo Bernard (Robert Gwisdek), enquanto ajuda a ex-namorada Liv (Anna Bederke) a criar o bebê de outro homem. Em sua trajetória, existem fragmentos de desejos não realizados, atalhos tomados em busca de algo perdido e escolhas dúbias em resposta a sua alienação sentimental. 

De um outro lado, a sua irmã Ellen trabalha como auxiliar de dentista, mas todas as noite perde-se para o álcool sem saber onde pode acordar e como. Ele encontra alento ao lado de Sebastian Vogel (Ronald Zehrfeld), um colega de trabalho, casado e pai de dois filhos, com o qual tem idílicos encontros alcoólicos. Quando tenta assumir um compromisso mais sério, entretanto, as coisas descarrilham. Embora apareça apenas no terceiro ato da narrativa, Ellen é a amálgama de traumas dessa família ausente de sentimentos e aproximadas pelo fim do ciclo da vida. 

As questões de perdão, aceitação e arrependimentos passam longe da escrita de Mathias Glazer, premiada com o Urso de Prata de Melhor Roteiro, no Festival de Berlim 2024. Na contramão dos dramas familiares, o cineasta alemão não apresenta a morte como ponto de virada para gestos nobres. O fim de uma existência é mostrado como parênteses para um, dois pontos para outros, e, enfim, um ponto final para o indivíduo afetado, mas nunca uma vírgula para um novo começo.

Com ousadia de machucar e nos jogar de encontro aos nossos piores e incubados sentimentos, Dying sai do lugar comum das lições morais, das buscas de significados para vida e do sofrimento do luto. Na cena final, Matthias Glazer mostra-nos que, apesar de tudo — traumas, violências, decepções — o ciclo da vida continua em cada esquina e até mesmo no encontro desapaixonado entre um homem e uma mulher. Intencionalmente seco e frio, Dying é uma obra que fala realmente do processo da morte: vazio e solitário.

‘Duna 2’: Denis Villeneuve DEFENDE a duração do filme de quase 3 horas

O cineasta Denis Villeneuve discutiu recentemente a sequência de Duna, defendendo a longa duração do filme, que quase atinge às 3 horas, e revelando que não está com pressa para o terceiro filme.

Vale ressaltar que Duna: Parte Dois’ tem 2 horas e 46 minutos de duração, tornando-se um dos mais recentes blockbusters a se aproximar das 3 horas. Villeneuve optou por dividir o romance de Frank Herbert, Duna, em dois filmes para adaptar adequadamente a trama densa. A adaptação completa do livro por Villeneuve totaliza 5 horas e 32 minutos de duração.

“Eu confio no público”, disse Villeneuve quando questionado sobre o comprimento do filme pelo The Times. “Essa história é muito densa. Eu nunca faria ‘Duna’ como um único filme. Essa foi a única maneira de garantir o sucesso.”

“Além disso, pense em ‘Oppenheimer'”, continuou ele. “É um filme de três horas, classificado como +18, sobre física nuclear e é principalmente baseado em diálogos. Mas o público era jovem — foi, de longe, o filme do ano para os meus filhos. Existe uma tendência. Os jovens adoram assistir a filmes longos porque, se estão pagando, querem ver algo substancial. Eles buscam conteúdo significativo.”

SobreDuna 3’, baseado em “Messias de Duna de Frank Herbert, o cineasta expressou seu desejo de fazer uma pausa antes de iniciar a produção, criticando a abordagem de projetos com datas de lançamento pré-determinadas.

“Há definitivamente um desejo de fazer um terceiro filme, mas não quero apressar as coisas”, disse Villeneuve. “O perigo em Hollywood é que as pessoas ficam animadas e só pensam em datas de lançamento, não em qualidade.”

Lembrando que o mais recente projeto de Villeneuve é Duna Parte 2’, aguardada sequência estrelada por Timothée Chalamet (‘Me Chame Pelo Seu Nome’) como Paul Atreides.

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Com estreia marcada para 15 de março de 2024, o longa traz de volta Timothée Chalamet (‘Me Chame Pelo Seu Nome’) como Paul Atreides e apresenta Austin Butler (‘Elvis’) como seu novo adversário, o vilão Feyd-Rauth Harkonnen.

O elenco ainda conta com Zendaya (‘Euphoria’), Rebecca Ferguson (‘Missão: Impossível – Acerto de Contas – Parte 1’), Josh Brolin (‘Vingadores: Ultimato’), Florence Pugh (‘Viúva Negra’), Dave Bautista (‘Guardiões da Galáxia’), Christopher Walken (‘Hairspray – Em Busca da Fama’), Stephen McKinley Henderson (‘Um Limite Entre Nós’), Léa Seydoux (‘Crimes do Futuro’), Stellan Skarsgård (‘Mamma Mia!’), Charlotte Rampling (’45 Anos’) e Javier Bardem (‘Onde os Fracos Não Tem Vez’).

O longa é baseado no romance de Frank Herbert.

A sequência vai explorar a jornada mítica de Paul Atreides, agora ao lado de Chani e dos Fremen, que pode levá-los até a uma guerra, se necessário for, para Paul se vingar dos conspiradores que destruíram sua família. Diante da difícil escolha entre o amor de sua vida e o destino do universo conhecido, ele dará tudo de si para evitar o futuro terrível que só ele pode prever.

‘Treta’: Jake Gyllenhaal, Anne Hathaway e mais estão sendo cotados para a 2ª temporada da série!

Treta‘, série de comédia estrelada por Steven Yeun (‘The Walking Dead’) e Ali Wong (‘Meu Eterno Talvez’), se tornou uma das produções mais aclamadas do ano passado, dominando a temporada de premiações.

Agora, segundo o Deadline, a produção ganhará uma segunda temporada focada em dois casais que têm rixa entre si.

As informações indicam que Charles Melton (‘Segredos de um Escândalo’) e Cailee Spaeny (‘Priscilla’) estão sendo cotados para interpretarem um dos casais. Além disso, Jake Gyllenhaal (‘Homem-Aranha’) e Anne Hathaway (‘Eileen’) também estão sendo cogitados para interpretar o outro casal.

Mais informações não foram reveladas.

Lembrando que a produção está disponível na Netflix.

A trama segue Yeun e Wong como duas pessoas que deixam um incidente na estrada se infiltrar em suas mentes e lentamente consumir todos os seus pensamentos e ações.

Joseph LeeYoung MazinoMaria BelloAshley ParkJustin H. MinMia Serafino e Remy Holt completam o elenco.

A série foi criada por Lee Sung Jin (‘2 Broke Girls’).

 

‘Madame Teia’ deve ter bilheteria INFERIOR a ‘Morbius’

‘Mamame Teia’ continua sendo o mais recente fracasso no gênero de super-heróis. O filme estrelado por Dakota Johnson encerrou seu segundo fim de semana e até o momento não conseguiu superar a bilheteria da primeira semana deMorbius.

Segundo o ComicBookMadame Teia caiu para o quarto lugar nas bilheterias neste fim de semana, arrecadando apenas US$ 35,45 milhões nos EUA, totalizando US$ 77,4 milhões globalmente. Em comparação, Morbius arrecadou US$ 83,9 milhões apenas em seu primeiro final de semana.

É importante lembrar queMorbius teve uma arrecadação total de US$ 167,5 milhões, sendo considerado um fracasso no gênero. Outros filmes, como ‘As Marvels’ (US$ 206,1 milhões), ‘The Flash’ (US$ 139 milhões), ‘Shazam! 2’ (US$ 133,4 milhões) e ‘Besouro Azul’ (US$ 128 milhões), também enfrentaram resultados abaixo do esperado.

Apesar disso, com um orçamento de apenas US$ 80 milhões, Madame Teia não teve um resultado tão desastroso quanto outros fracassos recentes do gênero. No entanto, a performance do filme ainda está longe de ser considerada um sucesso.

Nossa jornalista Janda Montenegro também teve a oportunidade de entrevistar Dakota Johnson, que comentou sobre o filme e com quais heróis e vilões ela quer lutar nas próximas iterações.

Assista e siga o CinePOP no Youtube:

Crítica | Madame Teia – Dakota Johnson em aventura Sessão da Tarde que parece saída dos anos 90

Na trama, Johnson interpreta Cassandra Webb, uma paramédica que começa a ter visões do futuro, tecendo teias que ligam o destino de diversos personagens.

Madame Teia destaca Dakota Johnson como a heroína principal, ao lado de Julia Carpenter (Sydney Sweeney), Anya Corazon (Isabela Merced) e Mattie Franklin (Celeste O’Connor).

Enquanto isso, em outro universo… Madame Teia conta a história do filme solo da história de origem de uma das heroínas mais enigmáticas da Marvel. O thriller estrela Dakota Johnson como Cassandra Webb, uma paramédica em Manhattan que pode ter habilidades de clarividência. Forçada a confrontar revelações sobre seu passado, ela forja uma relação com três jovens destinadas a futuros poderosos… se elas conseguirem sobreviver ao presente ameaçador.

O elenco é formado por Isabela MercedSydney SweeneyCeleste O’Connor, Emma RobertsTahar RahimMike EppsAdam Scott Zosia Mamet.

S.J. Clarkson dirige, enquanto Burk SharplessMatt Sazama assinam o roteiro.

‘The Walking Dead: The Ones Who Live’: Andrew Lincoln foi o responsável por cena CHOCANTE no começo da série

Intitulada The Walking Dead: The Ones Who Live’, a série derivada focada em Rick Grimes (Andrew Lincoln) e Michonne (Danai Gurira) estreou na AMC. Nos seus momentos iniciais, a série adaptou um dos eventos mais marcantes dos quadrinhos, quando Rick Grimes perde seu braço.

Durante uma entrevista a EW, o showrunner da série, Scott M. Gimple, revelou que a ideia veio do astro Andrew Lincoln, que interpreta Rick Grimes.

“Eu brinquei com a ideia, mas não me comprometi com ela através de todas as iterações da história”, disse Gimple. “Mas foi Andy quem a empurrou. Andy foi quem levou isso até o fim.”

O astro, por sua vez, admitiu sua culpa.

“Eu apenas intimidei todo mundo até a submissão”, diz Lincoln. “E houve muitas conversas, especialmente com a AMC, com as pessoas dizendo: ‘Agora, Andy, nós amamos a ideia, mas você tem certeza disso?’ Mas eu só pensei: Este é o momento de fazer o que o quadrinho fez e honrar isso. Eu tenho tentado propor isso há anos, e todo mundo só estava me calando.Tivemos que explicar por que Rick nunca voltou. Este é um cara que faria qualquer coisa para voltar, então qual é o ato ou esforço mais extraordinário que ele se colocaria para tentar voltar para sua amada?”

“A razão pela qual está no início da história é que este é Rick Grimes”, diz o showrunner. “Então, por que ele não escapou? Este é um cara que faria qualquer coisa, mas o que acontece quando você faz qualquer coisa e ainda não vence? E ele nem desiste depois disso!” 

E aí, o que você achou da cena?

Confira os teasers:

Lincoln e Gurira se reúnem para finalmente continuar a jornada de Rick Grimes e Michonne. A série limitada apresenta uma história de amor épica de dois personagens alterados por um mundo diferente. Mantidos separados pela distância. Por um poder imparável. Pelos fantasmas de quem eram. Rick e Michonne são jogados em outro mundo, construído sobre uma guerra contra os mortos… E, em última análise, uma guerra contra os vivos. Eles podem encontrar um ao outro e quem eram em um lugar e situação diferente de qualquer um que já conheceram antes? São inimigos? Amantes? Vítimas? Vencedores? Sem um ao outro, estão mesmo vivos – ou descobrirão que também são os mortos-vivos?”

A trama também vai abordar onde esteve Michonne, que se despediu da série na 10ª temporada para tentar encontrar o amado.

Independent Spirit Awards 2024 | ‘Vidas Passadas’, Da’Vine Joy Randolph e mais na lista de vencedores da premiação!

Foram divulgados os vencedores da 39ª edição do Independent Spirit Awards, uma das premiações mais importantes do circuito independente que visa premiar o melhor do cinema e da televisão.

Confira a lista de ganhadores abaixo:

CINEMA

MELHOR FILME
Todos Nós Estranhos
American Fiction
Segredos de um Escândalo
Passages
Vidas Passadas (VENCEDOR)
We Grown Now

MELHOR DIREÇÃO
Andrew Haigh, Todos Nós Estranhos
Todd Haynes, Segredos de um Escândalo
William Oldroyd, Eileen
Ira Sachs, Passages
Celine Song, Vidas Passadas (VENCEDORA)

MELHOR ESTREIA DIRETORIAL
All Dirt Roads Taste of Salt
Chronicles of a Wandering Saint
Earth Mama
A Thousand and One (VENCEDOR)
Upon Entry

MELHOR ATUAÇÃO
Jessica Chastain, Memory
Greta Lee, Vidas Passadas
Trace Lysette, Monica
Natalie Portman, Segredos de um Escândalo
Judy Reyes, Birth/Rebirth
Franz Rogowski, Passages
Andrew Scott, Todos Nós Estranhos
Teyana Taylor, A Thousand and One
Jeffrey Wright, American Fiction (VENCEDOR)
Teo Yoo, Vidas Passadas

MELHOR ATUAÇÃO COADJUVANTE
Erika Alexander, American Fiction
Sterling K. Brown, American Fiction
Noah Galvin, Acampamento de Teatro
Anne Hathaway, Eileen
Glenn Howerton, BlackBerry
Marin Ireland, Eileen
Charles Melton, Segredos de um Escândalo
Da’Vine Joy Randolph, Os Rejeitados (VENCEDORA)
Catalina Saavedra, Rotting in the Sun
Ben Whishaw, Passages

MELHOR ATUAÇÃO REVELAÇÃO
Marshawn Lynch, Clube da Luta para Meninas
Atibon Nazaire, Mountains
Tia Nomore, Earth Mama
Dominic Sessa, Os Rejeitados (VENCEDOR)
Anaita Wali Zada, Fremont

MELHOR ROTEIRO
David Hemingson, Os Rejeitados
Cord Jefferson, American Fiction (VENCEDOR)
Laura Moss, Brendan J. O’Brien, Birth/Rebirth
Emma Seligman, Rachel Sennott, Clube da Luta para Meninas
Celine Song, Vidas Passadas

MELHOR ROTEIRO DE ESTREIA
Samy Burch; história por Samy Burch, Alex Mechanik, Segredos de um Escândalo (VENCEDORES)
Noah Galvin, Molly Gordon, Nick Lieberman, Ben Platt, Acampamento de Teatro
Tomás Gómez Bustillo, Chronicles of a Wandering Saint
Laurel Parmet, The Starling Girl
Alejandro Rojas, Juan Sebastián Vásquez, Upon Entry

MELHOR FOTOGRAFIA
Katelin Arizmendi, Monica
Eigil Bryld, Os Rejeitados (VENCEDOR)
Jomo Fray, All Dirt Roads Taste of Salt
Pablo Lozano, Chronicles of a Wandering Saint
Pat Scola, We Grown Now

MELHOR MONTAGEM
Santiago Cendejas, Gabriel Díaz, Sofía Subercaseaux, Rotting in the Sun
Stephanie Filo, We Grown Now
Daniel Garber, How to Blow Up a Pipeline (VENCEDOR)
Jon Philpot, Acampamento de Teatro
Emanuele Tiziani, Upon Entry

MELHOR DOCUMENTÁRIO
Bye Bye Tiberias
Four Daughters
(VENCEDOR)
Going to Mars: The Nikki Giovanni Project
Kokomo City
The Mother of All Lies

MELHOR FILME INTERNACIONAL
Anatomia de uma Queda (VENCEDOR)
Godland
Mami Wata
Tótem
Zona de Interesse

PRÊMIO ROBERT ALTMAN
Showing Up (VENCEDOR)
Direção: Kelly Reichardt
Direção de Elenco: Gayle Keller
Elenco: André Benjamin, Hong Chau, Judd Hirsch, Heather Lawless, James Le Gros, John Magaro, Matt Malloy, Amanda Plummer, Maryann Plunkett, Denzel Rodriguez, Michelle Williams

PRÊMIO SOMEONE TO WATCH
Joanna Arnow, diretora de The Feeling That the Time for Doing Something Has Passed
Laura Moss, diretora de Birth/Rebirth
Monica Sorelle, diretora de Mountains (VENCEDOR)

PRÊMIO TRUER THAN FICTION
Set Hernandez, diretor de unseen (VENCEDOR)
Jesse Short Bull, Laura Tomaselli, diretoras de Lakota Nation vs. United States
Sierra Urich, diretora de Joonam

PRÊMIO JOHN CASSAVETES
The Artifice Girl
Cadejo Blanco
Fremont (VENCEDOR)
Rotting in the Sun
The Unknown Country

PRÊMIO DOS PRODUTORES
Rachael Fung
Graham Swon
Monique Walton (VENCEDORA)

TELEVISÃO

MELHOR NOVA SÉRIE
Treta (VENCEDORA)
Dreaming Whilst Black
I’m a Virgo
Jury Duty
Slip

MELHOR NOVA SÉRIE DOCUMENTAL OU NÃO-ROTEIRIZADA
Deadlocked: How America Shaped the Supreme Court
Dear Mama (VENCEDORA)
Murder in Big Horn
Stolen Youth: Inside the Cult at Sarah Lawrence
Wrestlers

MELHOR ATUAÇÃO EM NOVA SÉRIE
Emma Corrin, Assassinato no Fim do Mundo
Dominique Fishback, Enxame
Betty Gilpin, Mrs. Davis
Jharrel Jerome, I’m a Virgo
Zoe Lister-Jones, Slip
Bel Powley, A Small Light
Bella Ramsey, The Last of Us
Ramón Rodríguez, Will Trent
Ali Wong, Treta (VENCEDORA)
Steven Yeun, Treta

MELHOR ATUAÇÃO COADJUVANTE EM NOVA SÉRIE
Murray Bartlett, The Last of Us
Billie Eilish, Enxame
Jack Farthing, Rain Dogs
Nick Offerman, The Last of Us (VENCEDOR)
Adina Porter, The Changeling
Lewis Pullman, Uma Questão de Química
Benny Safdie, The Curse
Luke Tennie, Falando a Real
Olivia Washington, I’m a Virgo
Jessica Williams, Falando a Real

MELHOR ATUAÇÃO DE ESTREIA EM NOVA SÉRIE
Clark Backo, The Changeling
Aria Mia Loberti, Toda a Luz que Não Podemos Ver
Adjani Salmon, Dreaming Whilst Black
Keivonn Montreal Woodard, The Last of Us (VENCEDOR)
Kara Young, I’m a Virgo

MELHOR ELENCO EM NOVA SÉRIE
Jury Duty

‘Barbie’: Ryan Gosling irá se apresentar no Oscar 2024 com a música “I’m Just Ken”

Barbie se tornou um dos filmes mais bem-sucedidos e aclamados de 2023 – e conquistou inúmeras indicações ao Oscar, incluindo duas nomeações à Melhor Canção Original.

Agora, foi confirmado que Ryan Gosling, intérprete do Ken no longa-metragem, irá se apresentar na premiação com a canção “I’m Just Ken”, que já levou o Critics Choice Award para casa e foi indicada ao Grammy e ao Globo de Ouro.

Vale lembrar que Gosling concorre ao prêmio de Melhor Ator Coadjuvante por sua aplaudida performance.

Os vencedores serão revelados em 10 de março.

Em entrevista ao AP Entertainment, Margot Robbie (‘O Esquadrão Suicida’) comentou sobre a possibilidade de uma sequência.

A atriz confirmou que não há ideias para uma sequência, pois o live-action não foi desenvolvido com a intenção de ganhar continuidade.

“Acredito que introduzimos tudo o que queríamos neste live-action. Não construímos o filme para ser uma trilogia ou algo do tipo. A Greta [Gerwig] realmente colocou tudo o que podia neste filme, então é difícil imaginar o que poderia acontecer em uma sequência.”

Ela completa, “Eu diria que a maior lição que podemos aprender com o sucesso de ‘Barbie’ é que filmes originais pode fazer um grande sucesso. Não é necessário fazer uma sequência ou remake. O filme pode ser totalmente original.”

Sucesso nos cinemas, o live-action de ‘Barbie‘ conseguiu ultrapassar a impressionante marca de US$ 1.4 bilhão nas bilheterias mundiais. Além disso, o longa também fez história ao superar a arrecadação total de ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2‘ (1.34B), tornando-se a maior bilheteria global da história da Warner Bros.

Com o sucesso do filme, a Mattel irá faturar mais de US$ 125 milhões. A empresa, que detém os direitos da boneca lançada no final dos anos 50, contou com uma participação significativa nos lucros da produção. O valor também engloba vendas de brinquedos e outros produtos.

Assista à nossa crítica:

No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Margot Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, tem que sair de Barbieland.

Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’).

O elenco também é formado por Ryan Gosling, Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela.

Greta também assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

Estreia de ‘The Walking Dead: The Ones Who Live’ CHOCA ao recriar icônica cena dos quadrinhos

Intitulada ‘The Walking Dead: The Ones Who Live’, a série derivada focada em Rick Grimes (Andrew Lincoln) e Michonne (Danai Gurira) estreou ontem na AMC.

A trama do primeiro episódio responde às perguntas dos fãs sobre o paradeiro de Rick desde sua última aparição, na 9ª temporada da série original.

Enquanto esteve desparecido, Rick foi mantido em cativeiro pelos soldados da República Cívica Militar, mas é claro que ele tentou escapar em diversas tentativas.

É aí que um dos momentos mais dramáticos dos quadrinhos é finalmente adaptado, quando Rick corta a própria mão…

Durante uma missão noturna da RCM, Rick é enviado para eliminar os walkers dos arredores de uma área de floresta próxima ao quartel. No entanto, ele está preso a um dos soldados por um cabo de aço.

Armado com um machado, ele vê ali a chance de escapar decepando a própria mão esquerda, para a surpresa de seu captor.

Na 28ª edição dos quadrinhos, a cena é um pouco diferente e quem corta a mão de Rick é o Governador, usando um facão, e a mão que ele perde é a direita, não a esquerda.

Em tom debochado, o vilão diz a Rick que só fez para ajudá-lo a se acostumar a um mundo de dificuldades, então ele ganha uma prótese, assim como é mostrado em ‘The One Who Lives’

Lincoln já havia dito ao Comic Book que tentou convencer os criadores da série a adaptarem o momento quando o Governador ainda era um dos principais vilões.

“Lembro de sugerir: ‘Vocês precisam que fazer a cena da mão, pessoal!’ Infelizmente, os custos dos efeitos especiais teriam sido muito altos para que isso acontecesse naquele momento.”

E aí, o que você achou da cena?

Confira os teasers:

Lincoln e Gurira se reúnem para finalmente continuar a jornada de Rick Grimes e Michonne. A série limitada apresenta uma história de amor épica de dois personagens alterados por um mundo diferente. Mantidos separados pela distância. Por um poder imparável. Pelos fantasmas de quem eram. Rick e Michonne são jogados em outro mundo, construído sobre uma guerra contra os mortos… E, em última análise, uma guerra contra os vivos. Eles podem encontrar um ao outro e quem eram em um lugar e situação diferente de qualquer um que já conheceram antes? São inimigos? Amantes? Vítimas? Vencedores? Sem um ao outro, estão mesmo vivos – ou descobrirão que também são os mortos-vivos?”

A trama também vai abordar onde esteve Michonne, que se despediu da série na 10ª temporada para tentar encontrar o amado.

Crítica | Zona de Risco – Liam Hemsworth e Russell Crowe Juntos em INTENSO Filme de Ação

Uma das grandes características de Hollywood, que a faz conhecida e reconhecida no mundo inteiro, é a forma como retrata suas histórias de ação em filmes escandalosos, com carros capotando, grandes explosões e heróis sobrevivendo a todo tipo de desafio. Essa assinatura vem sendo perpetrada por quase cem anos de indústria estadunidense, e também tem se tornado uma forma de difundir o tal orgulho estadunidense que é espalhado por todas as produções que buscam formas de inserir uma bandeirinha do país no quadro, principalmente quando se trata de filmes de guerra. Surfando nesse gênero já bastante comum, chegou essa semana aos cinemas brasileiros o longa ‘Zona de Risco’, filme de ação estilo tiro, porrada e bomba.

O sargento da força aérea Kinney (Liam Hemsworth) foi convocado para participar de uma missão de resgate junto com Abell (Luke Hemsworth), Bishop (Ricky Whittle) e Sugar (Milo Ventimiglia). Durante o voo, Kinney começa a perceber que não deveria estar nessa missão, uma vez que nunca participara de um evento como esse e é especialista em comunicação digital, com satélites, rádios e tecnologias, enquanto o grupo vai se embrenhar na floresta para resgatar alguém do forte inimigo. Porém, quando uma série de empecilhos começam a atravessar o caminho de Kinney, ele precisará contar com a ajuda do capitão Reaper (Russell Crowe) e da sargento Branson (Chika Ikogwe) para ser seus olhos nos céus, monitorando os satélites que localizam a posição do inimigo enquanto Kinney tenta cumprir sua missão de resgate.

Escrito por David Frigerio e William Eubank, o roteiro parte do lugar comum para chegar no óbvio, então, nesse sentido, o espectador não se surpreenderá em nada com a história que não explica o contexto da guerra, a motivação do “inimigo” ou o papel do exército estadunidense na área. Porém, nem para o espectador que gosta desse tipo de filme, nem para os roteiristas essas explicações são o que importa, quando o principal do filme é as cenas de ação e perseguição no cenário da guerra.

Quando vemos por esse viés, entendemos que a direção de William Eubank é entregar um entretenimento áudio e visual para o público que gosta de enredos de ação em cenários que imprimem dificuldades ao protagonista (descampado, floresta, rio, bunker) com momentos em que o espectador acompanha a evolução da trama pelos olhos do satélite, como se estivéssemos com visor noturno.

Para quem curte jogos de videogame de tiro e de guerra, ‘Zona de Risco’ é um prato cheio de ação com pinceladas de thriller em que o protagonista deve atravessar locações dificultosas para realizar pequenas tarefas (pegar uma arma, alcançar o helicóptero, se esconder do inimigo, realizar o resgate), tal qual jogos como ‘Call of Duty’. Com um grande elenco que deve ter custado uma fortuna para reunir, ‘Zona de Risco’ se fortalece nesses nomes, embora Russell Crowe entregue uma atuação canastrona e Milo Ventimiglia tenha sido mal aproveitado. Ainda assim, para quem curte filme de ação, ‘Zona de Risco’ é entretenimento garantido para aproveitar nas telonas nessa semana de descontos nos ingressos.

Ferrari

 

Elenco:

Adam Driver
Penélope Cruz
Shailene Woodley

 

Direção: Michael Mann

Gênero: Biografia

Duração: 130 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 110 milhões

Estreia: 22 de Fevereiro de 2024

Sinopse: 

A trama é ambientada no verão de 1957 e nele o ex-piloto de corridas Enzo Ferrari está em crise. A falência persegue a empresa que ele e sua esposa, Laura, construíram há dez anos. Seu casamento é conflitante devido o luto enfrentado por um filho e o reconhecimento de outro. Ele decide então contrariar tudo e apostar numa corrida de mil milhas pela Itália, a conhecida Mille Miglia.

Crítica: 

Crítica | ‘Ferrari’, drama biográfico com Adam Driver, tem uma direção sólida e um roteiro COMPLEXO

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Michael Mann também assina o roteiro ao lado de Brock Yates e Troy Kennedy Martin;

» Ferrari é muito mais do que a história de um homem e sua máquina. É uma história extraordinária e emocionante que Michael vem desenvolvendo há anos e toda a equipe da STX está ansiosa pelo início da produção com esse elenco e cineasta dos sonhos. Adam Driver é um dos atores mais talentosos e fascinantes que já trabalhamos, e não poderíamos estar mais empolgados em tê-lo junto a Penélope, uma lenda viva”, disse o presidente da STX Entertainment, Adam Fogelson;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

 

Crítica | O Jogo da Morte – Desafio da Baleia Azul é Tema de Interessante TERROR de Baixo Orçamento

O ano era 2017 e o mundo ficou estarrecido com uma notícia que passou a circular no jornal com alguma frequência: uma espécie de jogo se tornava uma febre pela internet na Rússia, e, aos poucos, estava se expandido no mundo inteiro. Mas não era um jogo comum. Primeiramente, a atividade, anônima, focava em lançar desafios diários para que a pessoa se expusesse, se mutilasse e, eventualmente, era conduzida ao suicídio através de uma intensa e constante manipulação emocional e psicológica.

E esse jogo, chamado de Baleia Azul, tinha como público-alvo majoritariamente jovens adolescentes. Foram dezenas de centenas de notícias de crianças e adolescentes que perderam suas vidas seguindo a esse desafio, e agora, partindo desse mote, o filme russo de terrorO Jogo da Morte’ chega aos cinemas reacendendo o alerta.

Dana (Anna Potebnya) e Yulya (Diana Shulmina) são irmãs, mas, apesar disso, brigam muito. Yulya tem um jeitinho especial de manipular a mãe e fazer com que a matriarca sempre decida a seu favor, o que enfurece Dana. Mas, alguns meses depois, Yulya é encontrada morta, e a mãe passa a projetar em Dana todas as suas frustrações e culpas.

Decidida a esclarecer o mistério da morte da irmã, Dana entra no computador da jovem e descobre que ela estava envolvida em uma espécie de jogo mortal, gerenciado por uma tal de Ava. Quando a polícia se mostra ineficiente, Dana decide ela mesma entrar no jogo e participar de todas as etapas do desafio, com o intuito de revelar a verdadeira identidade dos envolvidos na trama. Porém, seu maior desafio, para além de sobreviver ao jogo, será convencer sua mãe de que está falando a verdade.

Duas coisas ficam evidentes logo no início de ‘O Jogo da Morte’: se trata de um filme de baixo orçamento e que fora realizado durante o início da pandemia. A partir do momento em que se percebe esses dois fatores, impressiona o quanto a produção conseguiu realizar dadas as duas circunstâncias limitadoras para fazer o filme acontecer – a questão financeira e a pandemia viral mundial.

Assim, o roteiro de Evgeniya Bogomyakova, Olga Klemesheva e Anna Zaytseva faz um malabarismo grande para inserir elementos e manter a atenção do espectador durante os noventa minutos do longa, conectando o enredo ao universo jovem a partir de elementos cibernéticos. Para tal, a edição e o roteiro se juntam em concepções que se originam na estética de computadores e celulares para demonstrar a investigação da protagonista e suas conversas com amigos e participantes do jogo.

Considerando que todo o drama começa por causa e dentro da internet, é muito interessante a solução encontrada pela diretora Anna Zaytseva em construir um filme que se calca nesse cenário – demonstrando que o espectador, ao desconfiar por encontrar um filme nesse formato, pode ficar tranquilo pois o nosso inconsciente está acostumado a essas telas virtuais e não se cansa de vê-la por uma hora e meia de filme.

Bem realizado dada a realidade da produção e partindo de um argumento relevante e comum no mundo inteiro, ‘O Jogo da Morte’ alerta para os perigos de pais e responsáveis não estarem presente e não ouvirem seus filhos com relação às suas dificuldades e o uso da internet. Embora seja terror, ‘O Jogo da Morte’ assusta por se basear num jogo que ainda acontece no vasto mundo da internet…

O Menino e a Garça

(The Boy and the Heron)

 

Elenco:

Soma Santoki
Masaki Suda
Kô Shibasaki
Aimyon

 

Direção: Hayao Miyazaki

Gênero: Animação

Duração: 124 min.

Distribuidora: SATO Company

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 22 de Fevereiro de 2024

Sinopse: 

Depois de perder a mãe durante a guerra, o jovem Mahito muda-se para a propriedade de sua família no campo. Lá, uma série de eventos misteriosos o levam a uma torre antiga e isolada, lar de uma travessa garça cinzenta. Quando a nova madrasta de Mahito desaparece, ele segue a garça cinzenta até a torre e entra num mundo fantástico partilhado pelos vivos e pelos mortos. Ao embarcar em uma jornada épica com a garça como guia, Mahito deve descobrir os segredos deste mundo e a verdade sobre si mesmo.

Crítica: 

Crítica | O Menino e a Garça – Hayao Miyazaki continua sendo uma INDESTRUTÍVEL ponte com nosso sonhar

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Hayao Miyazaki também assina o roteiro do longa;

» Do mesmo diretor dos aclamados ‘A Viagem de Chihiro‘ (2001), ‘O Castelo Animado‘ (2004) e ‘Vidas ao Vento‘ (2013);

» Com impressionantes 97% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa já arrecadou US$ 149.6 milhões mundialmente;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Hashira Training Arc

(Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Hashira Training Arc)

Elenco:

Natsuki Hanae
Kengo Kawanishi
Akari Kitô
Yoshitsugu Matsuoka
Hiro Shimono

 

Direção: Haruo Sotozaki

Gênero: Anime

Duração: — min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 22 de Fevereiro de 2024

Sinopse: 

Após a violenta conclusão da batalha entre Tanjiro e o Quatro Superior, Hantengu, bem como o triunfo de Nezuko sobre o sol, começa o treinamento realizado pelos Hashira em preparação para a batalha final contra Muzan Kibutsuji.

Curiosidades: 

» O longa apresentará os eventos do Arco da Vila dos Ferreiros, que foram retratados na terceira temporada da série, e o Arco do Treinamento dos Hashiras, do vindouro quarto ciclo;

» ‘Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba‘ é baseado na série de mangás de Koyoharu Gotoge publicada pelo selo SHUEISHA’s JUMP COMICS, que consiste em 23 volumes e mais de 150 milhões de cópias em circulação. A produção de animação é da ufotable;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Terror sobre OFERENDA ao Demônio faz sucesso no Amazon Prime Video

Quando falamos de filmes de terror com foco em possessão demoníaca, quase sempre o enredo aborda uma trama que perpassa pelo viés católico, mostrando o quanto padres (e, mais recentemente, freiras) enfrentam suas batalhas, pessoais e comunitárias, para salvar as almas tomadas pelas criaturas do submundo.

Apesar de ser bem mais comum ver esse tipo de narrativa no cinema, ela não é a única no gênero do terror, por isso, é sempre uma boa satisfação ver outros tipos de história chegarem ao grande público, trazendo diversidade a um gênero que precisa constantemente se inovar.

É o caso do longa ‘Oferenda ao Demônio’, terror judaico que está disponível no Amazon Prime Video e se tornou um dos filmes mais vistos do streaming.

Confira o trailer:

No Rotten Tomatoes, o longa conquistou 74% de aprovação, através de 47 avaliações.

Após o desaparecimento de uma jovem judia, o filho de um agente funerário hassídico volta para casa com sua esposa grávida na esperança de se reconciliar com seu pai. Mal eles sabem que logo abaixo no necrotério da família, um antigo mal com planos sinistros para o feto se esconde dentro de um cadáver misterioso.

Entre os comentários, os críticos elogiaram a conteúdo da trama e também a adição de cenas de jump scares, prendendo a atenção do público não apenas pelo desenrolar da narrativa, mas também pelos sustos imprevisíveis.

Confira:

Crítica | Oferenda ao Demônio é uma grande SURPRESA para os fãs de TERROR!

“Assustador, inteligente e cheio de suspense. Um raro filme de terror sobrenatural com estilo e substância.” – NY Movie Guru.

“O número de jump scares pode incomodar alguns, mas eles são eficazes. A grande narrativa e os personagens deixam a história muito além da maioria dos títulos repetitivos do gênero.” – AIPT.

“Nem todo filme de terror precisa reinventar o gênero e oferecer elementos nunca antes vistos. ‘Oferenda ao Demônio‘ não ganha nenhum ponto pela originalidade, mas as pessoas que procuram uma trama bem elaborado não vão e arrepender com o último filme de Park.” – Collider.

“Ao combinar os dramas humanos e a exploração de um misterioso texto sagrado com um enredo ridiculamente divertido sobre um demônio que rouba crianças, o filme serve como um lembrete de todas as coisas que o gênero do terror é exclusivamente proposto a realizar.” – IndieWire.

“Ao se afastar da história clichê do homem que perde a fé, luta contra os demônios, e a recupera, ‘Oferenda ao Demônio’ fornece uma narrativa envolvente através do folclore judaico.” – Starbust.

“O uso do folclore judaico em ‘Oferenda ao Demônio‘ e uma concentração em personagens judeus deixa o filme mais interessante do que muitos dos filmes demoníacos obcecados por cristãos que saturaram o gênero de terror ao longo das décadas.” – Father Son Holy Gore.

O elenco conta com Nick Blood, Emily Wiseman, Allan Corduner, Paul Kaye e Daniel Ben Zenou.

Ranking | Os melhores e PIORES filmes do ‘AranhaVerso’ da Sony, incluindo ‘Madame Teia’

Faz seis anos que a Sony resolveu explorar ao máximo uma franquia de muito potencial comercial nos cinemas: o Homem-Aranha. Após resolver a questão da renovação dos direitos do personagem, o estúdio costurou uma parceria com a Disney para que Peter Parker e seu Homem-Aranha pudesse fazer parte do Universo Cinematográfico Marvel. Porém, nesse acordo, ficou combinado que a Sony, dona da franquia, poderia explorar o universo do Teioso, mas sem utilizar efetivamente o Peter, que seria protagonista nos filmes do MCU. O acordo era vantajoso, porque os lucros das aventuras do personagem vivido por Tom Holland iam 95% para o estúdio, enquanto os outros 5% iam para a Disney.

Ao mesmo tempo, a Sony aproveitava a popularidade do personagem para criar um universo todo ao redor de seus vilões sem citar diretamente o herói. Dessa forma, ela surfa na popularidade do MCU para impulsionar esse universo, por mais questionáveis que sejam essas aventuras. Porém, eles descobriram uma mina de ouro, porque os projetos começaram a dar lucro. Paralelamente, a saga animada de Miles Morales conquistou prêmios e o público. Ou seja, é um baita acordo para ambas as empresas, mesmo que tenha passado por alguns reajustes pesados em 2019.

Neste texto, o CinePOP vai rankear os filmes desse ‘Aranhaverso’ da Sony iniciado em 2018, sem incluir os longas estrelados por Tom Holland, Andrew Garfield e Tobey Maguire. Como esse universo tem mais filmes ruins que bons, vamos abordar o ranking do MELHOR para o PIOR. Confira!

1- Homem-Aranha no Aranhaverso (2018)

Obra-prima das animações, Homem-Aranha no Aranhaverso chegou arrebatador. A história de Miles Morales, um jovem de família latina que vive no Brooklyn, conquistou milhões de fãs pelo mundo ao contar sua jornada de aceitação e compreensão de que grandes poderes trazem grandes responsabilidades. Na trama, o menino vivia sua rotina comum de pressões escolares e amizade com seu tio, um grande incentivador de sua arte, quando acabou sendo picado por uma aranha do multiverso. Descobrindo novos poderes, ele acaba encontrando o Homem-Aranha em um duelo com o Duende Verde. Só que essa batalha acaba sendo fatal para Peter Parker, que morre e não consegue impedir o colapso no Multiverso. Assim, Homens-Aranhas de diferentes realidades começam a aparecer na linha de tempo de Miles, que vai tentar ajudá-los a voltar para casa, enquanto eles o ajudam a entender o que é ser um Homem-Aranha.

Onde assistir: Amazon Prime Video e Disney+.

2- Homem-Aranha: Através do Aranhaverso (2023)

Na sequência do sucesso animado, Miles Morales é agora um adolescente entrando na fase do ‘jovem-adulto’. Depois de ajudar seus amigos a voltarem para casa, o menino seguiu sua vida como herói e filho. Vivendo seus dias como um agora celebrado Homem-Aranha, Miles morre de saudade da Gwen Stacy que conheceu na aventura anterior. Então, ela aparece misteriosamente em uma nova missão e acaba trazendo o garoto para uma realidade entre realidades, onde todos os Homens-Aranhas do Multiverso se reúnem. Liderado pelo misterioso Homem-Aranha 2099, esse lugar está repleto de segredos e não demora para que em vez de ajudar Miles a derrotar o Mancha, as outras versões do Cabeça de Teia passem a perseguir o garoto para impedir que ele faça uma coisa que supostamente colocará em risco todo o futuro do Aranhaverso.

Onde assistir: HBO Max.

3- Venom (2018)

Dentre os projetos de live action lançados pelo Aranhaverso da Sony, Venom é o melhorzinho. Primeiro filme a ser lançado desse universo de ‘vilões’, o longa teve uma jornada de opostos no cinema. Ao mesmo tempo que foi massacrado pela crítica internacional, ele fez uma bilheteria espetacular de mais de US$ 856 milhões. Por mais que tenha ficado marcado por esses extremos opostos, essa aventura não é nem um desastre catastrófica e muito menos um filme excelente. A trama do jornalista Eddie Brock (Tom Hardy), que investiga uma empresa de biotecnologia e acaba sendo infectado por um parasita alienígena é boba, mas divertida. O processo de transformação de Eddie em anti-herói funcionou em tela e a interação dele com o Venom garantiu algumas boas risadas. É divertido, mas nem um pouco memorável.

Onde assistir: Amazon Prime Video e Telecine.

4- Venom: Tempo de Carnificina (2021)

A partir daqui, a lista vai entrar em uma espiral fedegosa de falta de qualidade. A sequência do sucesso de bilheteria de 2018 prometia um pouco mais de inovação. Afinal, contrataram uma lenda do cinema para dirigir o projeto: Andy Serkis. Considerado o Mestre da Captura de Movimento, Serkis ficou imortalizado como o Smeagle de O Senhor dos Anéis e praticamente todas as criaturas de CGI que fora bem feitas nos anos seguintes. Além dele, o brilhante Woody Harrelson foi chamado para dar vida ao antagonista. Nos quadrinhos, Cletus Kasady é um dos maiores psicopatas do Universo Marvel e seu Carnificina é um dos vilões mais brutais. Porém, nem mesmo essas grandes adições foram o bastante para salvar essa bomba. Conduzida como uma história de amor entre Venom e Eddie, o longa mostra o jornalista indo entrevistar o psicopata antes de sua execução. Só que um fragmento do Venom se desprende e se une ao assassino, criando o Carnificina. Agora, o Eddie e o Simbionte vão precisar se entender se quiserem deter essa ameaça. No entanto, é tudo tão ruim e desinteressante que pouco importa quem vence ou perde, a maior vitória é conseguir terminar de assistir essa ‘beleza’.

Onde assistir: Amazon Prime Video.

5- Madame Teia (2024)

Sabe aqueles filmes muito aguardados e que todo mundo quer assistir? Esse nunca foi o caso de Madame Teia. Inspirado em uma personagem de pouquíssimo apelo junto ao público, o longa reuniu todas as coadjuvantes-aranha para contar uma história que sai de nada para lugar nenhum, enquanto traz um Homem-Aranha genérico como vilão. Recheado dos piores diálogos possíveis, cenas de CGI terríveis e uma série de momentos frustrantes, parece que todos os envolvidos no filme trabalharam de sacanagem. Para piorar as coisas, tentaram transformar essa bomba em um tipo de prequel da franquia Homem-Aranha. Na verdade, tem se mostrado muito mais interessante ver as entrevistas do elenco completamente constrangido com o filme do que assistir o longa em si. Havia uma expectativa de parte do público de que Madame Teia fosse tão ruim que conseguisse ‘dar a volta’ e encontrasse alguma qualidade no caminho. Porém, é só muito ruim mesmo.

Onde assistir: Nos cinemas de todo o Brasil.

6- Morbius (2022)

Por pior que seja Madame Teia, nada que seja lançado nesse mundo dos super-heróis parece ser capaz de superar o crime cometido contra o bom gosto em Morbius. Estrelado pelo rei dos filmes ruins de heróis, Jared Leto, o filme conta a história de um cientista deficiente que apela para um tratamento místico com morcegos na América do Sul e acaba virando um vampiro que precisa de sangue para sobreviver. Nesse processo, ele acaba criando um rival com as mesmas habilidades e vai tentar impedi-lo de matar os outros. O pior disso tudo é que o longa foi adiado incontáveis vezes. E quando todos achávamos que seríamos salvos dessa bomba, os executivos insistiram e expuseram o público a essa atrocidade momentos depois do controle da pandemia. Agora pense no risco que é você lançar esse filme numa época em que levar o público aos cinemas era um desafio enorme. Eles puseram em xeque o futuro da recuperação dos cinemas do mundo ao lançarem um dos piores filmes já feitos. Quem ia querer se arriscar a sair de casa em uma pandemia para pagar caro num ingresso e assistir uma porcaria dessas? Tudo nele é ruim. As atuações são horrendas, a história é um remendo e a direção claramente só trabalhou para pagar as contas. Também embarcado naquela ideia do público achar tão ruim que vire bom, Morbius escavou tão fundo que chegou ao esgoto e ficou por lá mesmo. Uma temeridade.

Onde assistir: Amazon Prime Video.

 

Em meio a essa fadiga dos super-heróis e de um universo com mais produções ruins do que boas, a Sony programou mais dois capítulos para 2024: Kraven e Venom 3. Ansiosos?

Chris Gauthier, de ‘Freddy vs. Jason’, morre aos 48 anos

Chris Gauthier, conhecido por sua participação no popular terror ‘Freddy vs. Jason‘, morreu aos 48 anos.

De acordo com o Variety, o ator faleceu em 23 de fevereiro, devido a uma doença não especificada.

No decorrer de sua carreira, Gauthier obteve mais de 100 créditos em filmes e séries de televisão. O ator participou de produções como ‘40 Dias e 40 Noites‘, ‘Insônia‘, ‘O Agente Teen‘, ‘Scooby-Doo 2: Monstros à Solta‘, ‘Montado na Bala‘, ‘O Pequenino‘, ‘Efeito Borboleta 2‘, ‘Uma Casa de Pernas Pro Ar‘, ‘Watchmen: O Filme‘, ‘O Viajante‘, ‘Monster Trucks‘, entre outros.

Nas telinhas, ele marcou presença em ‘Dead Like Me‘, ‘Sobrenatural‘, ‘Harper’s Island: O Mistério da Ilha‘, ‘A Mulher Biônica‘, ‘Smallville‘, ‘Eureka‘, ‘Psych‘, ‘iZombie‘ e ‘Once Upon a Time‘.

O ator também estrelou um episódio da primeira temporada da série antológica ‘Mestres do Terror‘. O capítulo em questão, intitulado Cigarette Burns, foi comandado pelo John Carpenter.

Através do Twitter, Jordan Danger, sua ex-colega de elenco da série ‘Eureka‘, compartilhou uma homenagem ao ator: “Nossa família ‘Eureka’ perdeu um membro nesta semana. Chris Gauthier foi a pessoa mais gentil que eu já conheci. Ele era muito talentoso. Nunca conheci ninguém que pudesse dizer algo ruim sobre ele. Meu coração está com Erin e seus filhos neste momento, enquanto eles lidam com essa perda. Se você conhecia o Chris, então você o amava. Sentiremos sua falta, amigão.”

Chris Evans joga a REAL sobre retorno dos antigos Vingadores no MCU

Com rumores circulando online sobre um possível retorno de Chris Evans como Steve Rogers/Capitão América em um futuro filme dos Vingadores, um momento muito aguardado pelos fãs, o astro resolveu comentar sobre os boatos.

“Sabe, eu sempre vejo esses relatos também, e é novidade para mim”, disse Evans enquanto participava do programa The View.

“Acho que a cada dois meses alguém diz que vão trazer o Downey, o Hemsworth, a Scarlet [Johansson], e todos estão voltando!” Ele também deixou claro que “Ninguém falou comigo sobre isso.”

Quanto à possibilidade de interpretar novamente o Capitão América, Evans disse:

“Eu nunca diria nunca, mas realmente — eu sou muito protetor. É um papel muito precioso para mim, então teria que ser algo perfeito.”

Dentre todos os atores originais dos Vingadores que saíram do MCU (Chris Evans, Robert Downey Jr., Scarlet Johansson), Evans tem sido, sem dúvidas, o mais habilidoso em manter a possibilidade em aberto para os fãs, sem criar expectativas falsas. Em abril deste ano, Evans reconheceu que até mesmo ele sabe que há mais histórias a serem contadas sobre Steve Rogers no MCU.

“Acho que há mais histórias do Steve Rogers para contar, com certeza”, disse Evans para uma plateia de fãs na C2E2 de Chicago, antes de acrescentar com cuidado: “Mas ao mesmo tempo, sou muito, muito precioso com isso… e simplesmente não quero estragar de jeito nenhum, e eu fiz parte de algo que foi tão especial por um período de tempo especial e de certa forma, realmente foi tão bem recebido. Por mais que eu seja conectado a esse papel e ame contar essas histórias e trabalhar com essas pessoas. Não parece certo agora.”

Evans estreou como Capitão América em ‘O Primeiro Vingador‘ (2011), que ganhou duas sequências, em 2014 e 2016. O ator também estrelou os quatro filmes dos ‘Vingadores‘ e ainda participou de ‘Thor 2‘ (2013).

Relembre o trailer de ‘Vingadores Ultimato’, disponível no Disney +.

‘Nosferatu’: Remake do diretor de ‘A Bruxa’ ganha data de estreia no BRASIL

A Universal Pictures agendou o lançamento do remake de ‘Nosferatu, dirigido por Robert Eggers (‘A Bruxa’), no Brasil.

O filme será lançado aqui em 9 de Janeiro de 2025, duas semanas após a estreia do filme nos EUA (25 de dezembro de 2024).

Além de dirigir, Eggers também escreveu o longa, que apresenta um elenco composto por Bill Skarsgård, Nicholas Hoult, Lily-Rose Depp, Aaron Taylor-Johnson, Emma Corrin, Ralph Ineson, Simon McBurney e Willem Dafoe.

Nosferatu‘ é uma adaptação do romance ‘Drácula‘, de Bram Stoker, com nomes de personagens alterados para não levar processo dos herdeiros do escritor. O diretor acabou sendo processado por violação de direitos autorais, e a justiça ordenou a destruição das cópias do filme. Porém, o filme foi restaurado e relançado recentemente (assista abaixo!).

A história acompanha Conde Orlok, um vampiro que se apaixona perdidamente por Ellen e traz o terror à cidade dela. ‘Nosferatu‘ é considerado um dos primeiros representantes do gênero de terror no cinema. Em 1979,  teve uma refilmagem dirigida por Werner Herzog.

Anteriormente, a.nova versão do terror ganhou uma imagem inédita destacando o personagem de Hoult (‘Renfield’), chamado Thomas Hutter.

Assustado, Hutter fica frente a frente com o que parece ser Conde Orlok, o vampiro que será vivido por Skarsgård (‘It – A Coisa’).

Confira:

 

Foi revelado que o longa terá um estilo reminiscente do romantismo do século 19.

“‘Nosferatu‘ de Robert Eggers é um conto gótico de obsessão entre uma jovem assombrada na Alemanha do século 19 e o antigo vampiro da Transilvânia que a persegue, trazendo um horror incalculável com ele.”

‘Madame Teia’ segue LIDERANDO as bilheterias no Brasil; ‘Bob Marley: One Love’ fica em 2º!

Mesmo despencando nas bilheterias mundiais, ‘Madame Teia‘ continua liderando aqui no Brasil.

Em sua segunda semana, o filme fez mais R$ 4,46 milhões e já ultrapassou 1 milhão de espectadores.

Bob Marley: One Love‘ ficou na segunda posição (R$ 4,38 milhões), quase empatado  com o fenômeno ‘Todos Menos Você‘ (R$ 4,26 milhões)

Confira o TOP 10 do fim de semana (22 a 25/02):

filme renda (R$)
1 Madame Teia 4.461.000
2 Bob Marley – One love 4.381.000
3 Todos menos você 4.261.000
4 Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba… 2.686.000
5 Ferrari 2.100.000
6 O menino e a garça 1.752.000
7 Pobres criaturas 1.473.000
8 Nosso Lar 2 – Os mensageiros 949.000
9 Minha irmã e eu 794.000
10 O jogo da morte 697.000

 

Nossa jornalista Janda Montenegro também teve a oportunidade de entrevistar Dakota Johnson, que comentou sobre o filme e com quais heróis e vilões ela quer lutar nas próximas iterações.

Assista e siga o CinePOP no Youtube:

Crítica | Madame Teia – Dakota Johnson em aventura Sessão da Tarde que parece saída dos anos 90

Na trama, Johnson interpreta Cassandra Webb, uma paramédica que começa a ter visões do futuro, tecendo teias que ligam o destino de diversos personagens.

Madame Teia destaca Dakota Johnson como a heroína principal, ao lado de Julia Carpenter (Sydney Sweeney), Anya Corazon (Isabela Merced) e Mattie Franklin (Celeste O’Connor).

Enquanto isso, em outro universo… Madame Teia conta a história do filme solo da história de origem de uma das heroínas mais enigmáticas da Marvel. O thriller estrela Dakota Johnson como Cassandra Webb, uma paramédica em Manhattan que pode ter habilidades de clarividência. Forçada a confrontar revelações sobre seu passado, ela forja uma relação com três jovens destinadas a futuros poderosos… se elas conseguirem sobreviver ao presente ameaçador.

O elenco é formado por Isabela MercedSydney SweeneyCeleste O’Connor, Emma RobertsTahar RahimMike EppsAdam Scott Zosia Mamet.

S.J. Clarkson dirige, enquanto Burk SharplessMatt Sazama assinam o roteiro.

Drama CRIMINAL com Jenna Ortega e Tommy Lee Jones já está em streaming no Brasil

Finestkind, drama criminal que traz Jenna Ortega (‘Wandinha’) e Tommy Lee Jones (‘Ad Astra’) ao elenco, já está disponível no catálogo do Paramount+.

Finestkind‘ conta a história de dois irmãos (Ben Foster e Toby Wallace), criados em mundos diferentes, que se reencontram quando adultos durante um verão fatídico. Tendo como pano de fundo a pesca comercial, a história assume riscos primordiais quando circunstâncias desesperadoras forçam os irmãos a fechar um acordo com uma violenta gangue criminosa de Boston.

Ao longo do caminho, uma jovem (Ortega) se vê perigosamente pega no meio. Sacrifícios devem ser feitos e os laços entre irmãos, amigos, amantes e um pai (Jones) e seu filho são postos à prova.

O filme conquistou apenas 28% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira o trailer:

O filme é escrito e dirigido por Brian Helgeland.

Tim DalyClayne CrawfordAaron StanfordScotty TovarLolita DavidovichMeghan LeathersIsmael Cruz CórdovaFernanda Andrade e outros completam o elenco.