O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo do suspense mais angustiante e brutal do ano.
Assista:
Dirigido por Daniel Bandeira, ‘Propriedade’ narra a tensão vivida por uma designer reclusa se tranca em seu carro blindado para se proteger de uma revolta dos trabalhadores da fazenda de sua família. À medida que o tempo passa, a tensão aumenta. Separados por uma camada impenetrável de vidro, dois universos estão prestes a colidir.
Ele ganhou o prêmio de Melhor Filme de 2023 no Fantastic Fest, um evento anual que se concentra em títulos de suspense, terror, ficção científica, fantasia, ação e produções cult.
Entre os vencedores, também estão ‘Infested‘, terror cult do diretor Sébastien Vaniček (‘Vermines’), e ‘Sri Asih: The Warrior‘, um filme de ação indonésio descrito como um divisor de águas do gênero.
Categoria Principais Competidores
Melhor Filme: ‘Propriedade’ (Daniel Bandeire)
Melhor Diretor: Robert Morgan (‘Stopmotion’)
Menção Honrosa: ‘Animalia’ (Sofia Alaoui)
Categoria Next Wave
Melhor Filme: ‘Sri Asih: The Warrior‘ (Upi Avianto)
Melhores Diretores: David Kapac e Andrija Mardešić (‘The Uncle’)
O SBT enfrenta uma crise profunda após a morte de seu fundador, Silvio Santos (1930 – 2024). Recentemente, a emissora implementou uma onda de demissões, cortando programas tradicionais e ajustando sua grade de programação.
Conforme o TV Pop, o canal decidiu reduzir drasticamente os custos e minimizar os altos investimentos realizados nos últimos tempos. Essas demissões impactaram diversos setores, revelando que a crise é mais séria do que se imaginava.
A previsão é que grande parte da equipe do ‘Chega Mais’ seja demitida. Outros programas como ‘Tá Na Hora’ e ‘Circo do Tirulipa’ também sofreram reduções significativas em seus orçamentos.
O futuro de atrações como ‘É Tudo Nosso’ também é incerto, com a renovação para 2025 ainda sem garantias.
A crise financeira do SBT atingiu proporções alarmantes, exigindo uma reavaliação completa da programação e das estratégias de audiência.
O setor de jornalismo foi um dos mais afetados, com cinco profissionais demitidos recentemente. Essa área, que já vinha sofrendo com a redução de recursos, agora se depara com desafios ainda maiores.
Embora o SBT tenha anunciado uma série de novos programas no início do ano, poucos conseguiram alcançar o sucesso esperado. Muitos projetos lançados com grandes expectativas não prosperaram, levando a emissora a realizar cortes drásticos.
Apesar do cenário desafiador, alguns programas como ‘The Noite com Danilo Gentili’ e ‘Sabadou com Virginia’ se destacam como pontos positivos para o SBT, garantindo bons índices de audiência e contribuindo para a receita da emissora.
O terror ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘, que marcará o encerramento da jornada cinematográfica do icônico casal de investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren, será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de setembro.
Com a estreia se aproximando, a Cinemark e a Regal dos EUA divulgaram os baldes de pipoca bem assustadores do filme.
Confira:
Divulgaram os baldes de pipoca de Invocação do Mal 4 nos EUA e eles são, LITERALMENTE, assustadores…
A bonequinha do capiroto Annabelle vem com força no novo filme. De qual você gostou mais? pic.twitter.com/kDeq8Z9aMm
‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ recebeu uma alta classificação etária (R) nos EUA, e só poderá ser assistido por maiores de idade.
A produção foi classificada pelo MPAA por “violência sangrenta e terror”.
Apesar da franquia não ser particularmente conhecida por cenas violentas, a classificação não é uma surpresa, considerando que todos os capítulos anteriores também foram indicados para maiores.
Ben Hardy (‘X-Men: Apocalipse’) e Mia Tomlinson (‘The Beast Must Die’) completam o elenco.
A direção ficará a cargo de Michael Chaves, conhecido por seu trabalho em ‘A Maldição da Chorona‘. O cineasta já é uma figura familiar no universo da franquia, tendo dirigido ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ e ‘A Freira 2‘.
O roteiro foi assinado por David Leslie Johnson-McGoldrick, que coescreveu o terceiro filme ao lado de James Wan.
Lembrando que a franquia vai virar uma série de TV na plataforma de streaming Max.
Chuck Norris! Dono de lendárias e engraçadas teorias – puxadas ao absurdo – Carlos Ray “Chuck” Norris, filho de um mecânico caminhoneiro e ex-militar da Força Aérea norte-americana, começou sua carreira nos cinemas no início da década de 1970. Contra todas as possibilidades, o icônico ator considerado imortal faleceu nessa quinta-feira, 19, aos 86 anos. Uma lenda!
Em 1958, foi enviado para a Coreia do Sul junto ao exército, lá aprendeu Tang Soo Do, arte marcial coreana criada por Hwang Kee – que envolve movimentos de auto defesa misturando noções de Caratê, Shotokan, Taekkyeon, Subak, e o Kung Fu Chinês.
Depois de aperfeiçoar sua técnica – e se tornar uma referência em artes marciais nos Estados Unidos -, um dia em Long Beach mudaria para sempre seu futuro: ali surgiria o lendário ator de filmes de ação da década de 1970/1980. Nesse dia, conheceu seu grande amigo Bruce Lee, que o chamou para ser o vilão do filme O Vôo do Dragão. A partir daí, protagonizou dezenas de filmes, sendo sempre lembrado por ser um imbatível combatente das forças da lei, lutando contra os mais diversos inimigos.
Para homenagear esse grande artista do universo cinematográfico, que nos deixou nesse final de março, reunimos abaixo cinco grandes filmes para você descobrir ou redescobrir esse emblemático artista.
Comando Delta
Nunca deixe um homem para trás. Lançado em 1986 e dirigido pelo cineasta israelense Menahem Golan, o primeiro filme da trilogia Comando Delta conta a saga de um grupo de elite do exército norte-americano, que precisa resolver uma situação complicada envolvendo questões políticas e reféns em um avião – tudo isso em questão de horas. À frente do grupo, o experiente Coronel Nick (Lee Marvin) e o Capitão Scott Mccoy (Chuck Norris), que enfrentarão esse enorme desafio que levará toda a equipe ao limite emocional.
A eterna questão do nunca esquecer. Abordando o contexto complicado dos traumas da guerra e a exploração política no seu pós, o primeiro filme do personagem mais conhecido aqui no Brasil, da carreira do astro de filmes de ação Chuck Norris, Braddock: O Super Comando, reflete sobre a influência governamental em meio a batalhas e o quase esquecimento de quem compõe na linha de frente. Dos EUA ao Vietnã, uma linha extensa de caos morais e éticos são vistos nesse trabalho assinado pelo cineasta Joseph Zito.
Código do Silêncio
Lançado em meados da década de 1980 e dirigido pelo cineasta Andrew Davis, em Código do Silêncio, acompanhamos a saga do policial Eddie Cusack (Chuck Norris) que se vê sem saída em meio a uma guerra de gangues na cidade. O projeto custou cerca de 7 milhões de dólares e faturou quase o triplo em bilheteria, consolidando Norris como um gigantesco astro de filmes de ação.
McQuade, o Lobo Solitário
Em uma década onde reinavam os grandes e inesquecíveis filmes de ação do universo do cinema (a década de 1990 foi complementar a tal), chegava às telonas no ano de 1983 um dos mais impactantes filmes da carreira do lendário Chuck Norris, McQuade, o Lobo Solitário. Dirigido pelo cineasta Steve Carver, o longa-metragem nos leva aos tempos onde a violência reinava, e onde a inconsequência tinha um lugar nada procurado dentro da impiedade. Mesmo sendo propriamente dito um filme de ação cheio de cenas mirabolantes, o projeto consegue abrir boas brechas reflexivas seja para explorar o fator solidão, ou para entendermos a eterna batalha dos limites da jurisdição e a contra força entre os comandos no Texas.
O Vôo do Dragão
Garra de tigre, cauda de dragão, gancho, golpe forte. Ambientado em Roma no início da década de 1970, O Vôo do Dragão, penúltimo longa-metragem da carreira do astro de ação Bruce Lee, é um filme de comédia disfarçado de ação que marca a estreia de Chuck Norris nos cinemas (a primeira e única vez em que o imbatível ator de filmes de ação interpretou um vilão nos cinemas). Só em bilheteria, o filme faturou cerca de 130 milhões de dólares no mundo todo, estrondosa soma numérica para a época. O projeto tem uma cena espetacular de luta entre Lee e Norris no Coliseu, em Roma.
Apresentando mais um herói improvável do período da Segunda Guerra Mundial, o novo longa-metragem da Netflix, A Conexão Sueca, nos leva de volta ao ano de 1942, quando um funcionário subvalorizado da Ministério das relações exteriores da Suécia percebe algumas brechas na burocracia local e consegue salvar vidas de judeus durante o conflito que marcou o mundo.
Gösta Engzell (Henrik Dorsin) é um pai de família amoroso e diplomata que lidera uma equipe escanteada, recebendo ordens de um ministério importante do governo sueco. Quando as notícias dos horrores provocados pelas ações alemãs contra judeus chegam com forte certeza ao seus ouvidos, ele não hesita em agir. Buscando soluções diante da burocracia de sua nação, que mantém uma posição de neutralidade durante a guerra, Engzell encontra uma brecha nas conexões entre cidadãos suecos que precisam de ajuda, possibilitando o salvamento de milhares de pessoas durante o conflito.
Com a geopolítica de uma época marcada por tensões políticas na ponta do lápis – reproduzindo de forma precisa esse cenário histórico -, o roteiro desfila sua ironia afiada, sem deixar de meter o dedo em feridas na forma de críticas mordazes ao governo sueco da época. Em seu discurso, circula por temas importantes, como a posição controversa de neutralidade da Suécia em meio ao caos que se seguia pelo mundo por meio do terror nazista, além de histórias pessoais que se entrelaçam à situação central da trama.
A narrativa tem um ritmo acelerado, buscando dinamismo através de fatos bem documentados que expressam cada ponta de conflito emocional presente entre os personagens. Uma ótima escolha, pois mantém o público em estado de atenção permanente, chegando rapidamente em pontos de reflexões sobre tudo que é apresentado, por meio também de diálogos bem elaborados e uma conjuntura de elementos que proporcionam intensa imersão.
Escrito e dirigido pela dupla Thérèse Ahlbeck e Marcus Olsson, A Conexão Sueca nos mostra mais uma página de um período que manchou a humanidade, marcado principalmente pelo avanço de ideologias totalitárias. Um filme que aborda de forma inteligente uma situação que se expande para um enorme retrato, com críticas que permanecem contundentes.
Definitivamente, a Netflix é a locadora dos novos tempos. Quem viveu a época das lojas de alugueis de vídeos jamais esquecerá a satisfação que era perder horas com os amigos ou sozinho escolhendo filmes para ver nos fins de semana junto da família. Hoje, o processo é bem mais rápido (espera-se) e o poder de escolha está na ponta de nossos dedos, com um acervo igualmente grandioso nas mais variadas plataformas de streaming. Isso sem falar no somatório que é nunca encontrar o filme que você deseja assistir “alugado” por outro. Um movimento extremamente frustrante na época.
Mas nem tudo mudou com a modernidade. Um dos fenômenos mais interessantes e muito bem-vindos que surgiram com o advento das videolocadoras foi a segunda chance que muitas produções receberam junto ao público após sua saída das telonas. Muitos filmes e até mesmo superproduções que se mostravam fracasso de público, e inclusive de crítica, na época de sua estreia nos cinemas eram redescobertas por novos espectadores e reavaliadas gerando assim uma legião de fãs, sendo tratadas como cult. Foi assim, por exemplo, com Blade Runner, de Ridley Scott.
O mesmo fenômeno começa a ocorrer cada vez em maior escala agora na Netflix. E somos totalmente a favor, já que toda e qualquer produção cinematográfica merece segunda, terceira e até quarta chance de redescobrir seu público e se tornar sucesso. Pensando nisso, resolvi criar esta nova matéria abordando justamente o fato dos filmes que foram fracasso de público nos cinemas e massacrados pela crítica em seu lançamento nas telonas, mas que ao caírem na plataforma de streaming número 1 do mundo foram abraçadas pela chamada “geração Netflix” se tornando sucesso no serviço. Conheça abaixo e não esqueça de comentar.
47 Ronins
Superprodução problemática de US$175 milhões da Universal Pictures, o blockbuster de 2013 sofreu com diversos atrasos e refilmagens, resultando num fracasso que sequer pagou seu orçamento – também com um valor inflado destes, como poderia? Estrelado pelo muso Keanu Reeves, 47 Ronins talvez seja um dos fiascos mais monumentais de sua carreira. Porém, ao cair no acervo da Netflix, o filme fez tanto sucesso com os usuários da nova geração, que rapidamente entrou no top 10 dos mais vistos na plataforma. Tamanho sucesso começou a gerar boatos de que talvez uma continuação do filme esteja sendo planejada pela agora também produtora de filmes – algo que a Netflix já havia realizado com a sequência O Tigre e o Dragão 2 – A Espada do Destino (2016).
Versões de um Crime
Seguimos com o astro Keanu Reeves. Seja sincero, você já tinha ouvido falar deste filme? Pois é, mas o longa chegou a ser exibido brevemente nos cinemas brasileiros em março de 2017. E sim, passou totalmente em branco. Na trama, Reeves interpreta um advogado tentando provar a inocência de um adolescente num caso de assassinato. Além do astro, o elenco conta ainda com a vencedora do Oscar Renée Zellweger e Gugu Mbatha-Raw. Esse é um filme que nem mesmo os envolvidos devem lembrar de ter feito e sua bilheteria mundial não chegou sequer a US$2 milhões. Apesar disso, se tornou sucesso na plataforma da Netflix, de forma inesperada. Infelizmente, o filme não está disponível em nosso país, constando somente no serviço dos EUA.
Hacker
Além de Keanu Reeves, outro astro muito querido do público atualmente é o boa-praça Chris Hemsworth, intérprete do super-herói da Marvel, Thor. Até mesmo suas bolas fora, vide o recente Homens de Preto Internacional (2019) parecem não manchar muito sua reputação, tamanho é o nível de aceitação do “queridómetro” do ator loiro. Em sua escalada na fama, Hemsworth fez parceria com o quase sempre ótimo diretor Michael Mann (Fogo Contra Fogo e Colateral), achando que seria um passo importante em sua carreira. Mas Hacker (2015), que traz ainda Viola Davis no elenco, custou US$70 milhões e rendeu apenas US$19 milhões mundiais, no Brasil vindo parar direto no mercado de vídeo. Nada disso impediu, porém, o filme de se tornar a nova sensação assim que foi lançado na plataforma da Netflix – muito devido à fama e carisma do ator.
Férias Frustradas
Aos poucos parecemos estar voltando à era dos astros. Bem, ou quase. É inegável que com o advento das redes sociais, onde podemos acompanhar de perto como nunca antes o dia a dia das queridas celebridades, seu status junto ao público é lapidado constantemente. Junte a isso o crescimento das plataformas de streaming que formam novas gerações de aficionados por filmes diariamente e temos novos queridinhos de Hollywood nascendo a todo instante. Isso explica a nova chance que fracassos estão recebendo. Muitos fãs da nova geração sequer lembram ou de fato tiveram conhecimento que tais filmes agora exibidos na Netflix, por exemplo, foram lançados nos cinemas e passaram em branco há 5, 6 anos atrás. Afinal este é o tempo para formar uma nova geração. É o caso com este reboot da franquia de comédia clássica iniciada em 1983, que em 2015 se tornava fracasso retumbante de crítica, mas nem tanto de bilheteria. Ao passar pela Netflix, viu surgiu uma onda de popularidade que não havia tido no passado. O filme não está mais no acervo da plataforma. Ah, e sim, conta com Chris Hemsworth no elenco.
A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell
Esse aqui deu o que falar na época! Primeiro por ser a adaptação de uma das animações japoneses mais queridas e prestigiadas de todos os tempos pelas mãos de Hollywood. Segundo por ser acusado de White washing, termo usado para quando atores caucasianos assumem papeis que deveriam pertencer a outra etnia. Aqui, a muito americana Scarlett Johansson assumia as formas de uma protagonista asiática. Uma nova polêmica para o diretor “maldito” Rupert Sanders, cujo caso extraconjugal com a atriz Kristen Stewart já havia dado o que falar no lançamento de Branca de Neve e o Caçador (2012). O filme até tenta dar uma explicação para a mudança de raça da protagonista, mas de forma geral o Ghost in the Shell de “carne e osso” terminou esnobado. Isto é, até cair na Netflix, onde foi abraçado pela nova geração se tornando um dos sucessos da casa.
mãe!
Por falar em filme polêmico, nada nem ninguém preparou o público para a mais recente insanidade do controverso Darren Aronofsky. Amado por uns, e odiado por tantos outros, o longa era anunciado como um terror conceitual com a estrela Jennifer Lawrence nos moldes de O Bebê de Rosemary, e a campanha de marketing fazia questão de enfatizar as semelhanças. Um elenco de peso contando com nomes como Javier Bardem, Michelle Pfeiffer e Ed Harris apenas injetavam mais expectativa na obra. E o que ganhamos, bem… foi um filme verdadeiramente alucinado e insano que nada mais era do que uma nova interpretação bíblica do surgimento do homem na Terra e a relação com Deus e a Mãe Natureza. Tudo disfarçado de filme de terror e suspense. Uma ideia ambiciosa e pretensiosa, que terminou não agradando e nem desagradando demais. Uma vez que entendemos a proposta, a reação geral foi de “ok, legal”. Ao cair na Netflix, o filme fez novo barulho se tornando sucesso de audiência, porém, voltou a desagradar grande parte do público que não sabia do que se tratava.
Esquadrão Trovão
Aqui temos um caso curioso. Não são apenas os fracassos do cinema e produções esquecidas que a Netflix faz “virar ouro”. A plataforma de streaming tem o poder inclusive de transformar seus próprios fiascos monumentais em sucesso. Ou quem sabe em relativo sucesso. Tudo que a Netflix lança termina gerando falatório de uma forma ou de outra. Foi o caso com este Esquadrão Trovão, cuja proposta era subverter o gênero muito popular dos filmes de super-heróis. A sacada aqui é transformar em heroínas poderosas as quarentonas acima do peso Melissa McCarthy e Octavia Spencer, duas atrizes que não pensaríamos como personagens uniformizadas combatendo o crime. Acontece que mesmo massacrado pela crítica e público, a curiosidade do espectador falou mais alto, garantindo a entrada de Esquadrão Trovão no top 10 da plataforma.
O terror ‘The School‘ ganhou um novo trailer assustador, levando os espectadores ao mundo dos mortos.
Confira:
‘The School‘ segue Amy, uma jovem e bem-sucedida cirurgiã, que luta para conciliar os seus deveres na sala de emergência e os cuidar de seu filho, que está hospitalizado em coma. Depois de ser repreendida por seu chefe, Dr. Wang, por acreditar obsessivamente que seu filho vai acordar, ela fica presa em seu próprio coma/purgatório – A Escola -, onde crianças de seu passado emergem para assombrar e testar seu espírito, colocando em dúvida se Amy poderá salvar seu filho e escapar da escola.
O terror foi escrito e dirigido pelo australiano Storm Ashwood.
Megan Drury, Nicholas Hope e Jack Ruwald estrelam.
A comédia ‘Holmes & Watson‘, estrelada por Will Ferrell e John C. Reilly, foi massacrada pelos críticos, chegando a alcançar chocantes 0% de aprovação no Rotten Tomatoes (atualmente a produção mantém um ainda alarmante 9%).
De acordo com o Deadline, depois da má recepção durante os testes de exibição do longa, a Sony, ao perceber que tinha uma verdadeira bomba nas mãos, tentou vender a produção para a Netflix, mas o serviço de streaming não teve interesse, rejeitando a proposta.
Nas bilheterias, o filme também tem fracassado terrivelmente. Recebendo uma nota D+ do público, o longa tem US$ 23.7 milhões acumulados mundialmente. Considerando o orçamento de US$ 42 milhões e a baixa recepção da audiência, há uma enorme possibilidade de ‘Holmes & Watson‘ dar um grande prejuízo à Sony Pictures.
O longa tem roteiro e direção de Etan Cohen (‘Trovão Tropical‘).
Um olhar cômico sobre as aventuras e mistérios vividos pela dupla Sherlock Holmes e Watson, enquanto eles usam suas mentes brilhantes para impedir seu arqui-inimigo, o professor James Moriarty, de assassinar a Rainha Victoria.
O elenco ainda conta com Ralph Fiennes (Moriarty), Hugh Laurie (Mycroft) Kelly Macdonald (Sra. Hudson) e Rebecca Hall (Dra. Grace Hart).
‘Holmes & Watson‘ estreia nos cinemas nacionais em 24 de janeiro de 2019.
De acordo com o Deadline, Jake Abel, mais conhecido pelo seu papel em ‘Supernatural‘, entrou para o elenco do novo terror de James Wan.
Detalhes sobre seu personagem não foram divulgados.
Rumores apontam que o título do longa é ‘Malignant‘, que significa “raiz do mal” ou “muito infeccioso”. E a trama seguirá duas mulheres fugindo de um monstro.
O elenco ainda conta com Annabelle Wallis (‘Annabelle‘ e do reboot de ‘A Múmia‘), que viverá a protagonista, e George Young.
Recentemente, Wan confirmou que o projeto seguirá uma trama original e terá efeitos práticos.
“Há muita especulação sobre o que será meu próximo projeto… Tudo o que eu posso dizer é que estou muito animado por voltar as minhas origens com esse terror para maiores de idade. Será uma trama original (não será um reboot/remake ou nada baseado em algo que já exista) com efeitos práticos – sem fundo verde falso,” revelou o diretor.
Além de dirigir, Wan coescreve o roteiro ao lado de Ingrid Bisu.
Espera-se que as filmagens aconteçam em Los Angeles, ainda em 2019.
Para promover o lançamento em home video do remake ‘A Ilha da Fantasia‘, uma nova cena deletada foi divulgada.
Confira:
Dentre os bônus especiais, o DVD/Blu-ray trará diversas cenas deletadas e comentários do diretor e do elenco, além de uma versão sem cortes para maiores de idade.
Em entrevista ao Cinema Blend, o diretor Jeff Wadlow já havia adiantado que há uma versão para maiores do terror.
“Desde o começo, eu disse para o Jason Blum que esse filme tinha que ser para maiores. E acabou não sendo. Esse é o exemplo perfeito de ter que mudar e se adaptar com as situações. Eu senti que precisava ser para maiores de idade, para filmei o filme com essa intenção, mas quando mostramos para o público vimos que não era tão pesado. Só foi necessário alguns cortes para ser PG-13.”
Ele continua, “A versão sem cortes para maiores será lançada em vídeo. Mas o filme funciona, pois é sobre os personagens e suas emoções. Não precisa ter violência ou não — essas coisas acontecem quando você tem ótimos atores como nesse filme.”
O enigmático Sr. Roarke (interpretado por Michael Peña) realiza os sonhos secretos de seus sortudos convidados em um luxuoso e remoto resort tropical. Mas quando as fantasias se transformam em pesadelos, os convidados precisam resolver o mistério da ilha para escapar com vida.
O terror ‘Honeydew‘, estrelado por Sawyer Spielberg (filho do icônico cineasta Steven Spielberg), ganhou o primeiro trailer.
Confira:
O longa é escrito e dirigido por Devereux Milburn.
A trama segue um jovem casal que é forçado a buscar abrigo em uma antiga fazenda, onde mora uma senhora e seu estranho filho. Quando eles começam a ter desejos estranhos, alucinações sinistras começam a afastá-los da realidade.
Malin Barr e Barbara Kingsley também estrelam a produção.
A Netflix divulgou hoje (18) o trailer oficial da 2ª temporada da série ‘Criando Dion’.
O próximo ciclo tem estreia agendada para o dia 01 de fevereiro de 2022.
Confira:
A segunda iteração, composta por oito episódios, trará novos membros ao elenco: Rome Flynn (‘How to Get Away with Murder’), Aubriana Davis (‘Genius: Aretha’), Tracey Bonner (‘Sweet Magnolias’) e Josh Ventura (‘P-Valley’).
Vale lembrar que a temporada de estreia já está disponível na Netflix.
Além de atuar, Michael B. Jordan é também o produtor executivo do projeto.
A trama conta a história de Nicole, uma mãe solteira de Atlanta, que perde seu esposo de maneira bem misteriosa. Agora sozinha, ela tenta criar o seu jovem filho, uma garoto com habilidades surpreendentes.
A série é estrelada por Alisha Wainwright, Ja’Siah Young e Jason Ritter.
Através das redes sociais, a HBO Max revelou a primeira imagem oficial da 3ª temporada da aclamada série animada ‘Harley Quinn’, estrelada por Kaley Cuoco.
Além disso, foi confirmado que a produção retorna com novos episódios no verão estadunidense (isto é, entre julho e agosto de 2022), ainda sem dia específico revelado.
‘Harley Quinn’, baseada nos personagens da DC, foca em Arlequina, que finalmente terminou de uma vez por todas qualquer que fosse seu relacionamento com o Coringa, tentando criar uma reputação para si mesma como a Rainha do Crime de Gotham City. A série traz Arlequina, Hera Venenosa e um elenco gigante de heróis e vilões, novos e antigos, do Universo DC.
Kaley Cuoco dubla a personagem-título. O elenco também inclui Lake Bell, Ron Funches, JC Smoove, Jason Alexander, Wanda Syker, Giancarlo Esposito, Natalie Morales, Jim Rash, Diedrich Bader, Tony Hale e Chris Meloni.
A 2ª temporada de ‘The White Lotus‘, produção que foi uma das maiores vencedoras do Emmy 2022, finalmente estreou na HBO Max e, agora, a plataforma de streaming divulgou a prévia oficial do próximo episódio.
O terceiro capítulo, intitulado “Bull Elephants”, vai ao ar no dia 13 de novembro.
Confira:
O show novamente foi rodado na Itália, mas dessa vez se mudou da Sicília para o norte de Roma, no Lumina Studios. Anteriormente, o seriado havia sido rodado em um resort que havia fechado as portas durante a pandemia da Covid-19.
Intitulado ‘White Lotus: Sicily‘, o próximo ciclo será focado em um novo elenco – com o retorno de apenas alguns rostos conhecidos.
Jennifer Coolidge retorna e o elenco também contará com F. Murray Abraham, Aubrey Plaza, Adam DiMarco, Meghann Fahy, Tom Hollander, Sabrina Impacciatore, Michael Imperioli e Theo James.
Vale lembrar que, recentemente, a primeira temporada conquistou 20 indicações ao Emmy Awards e levou para casa as estatuetas de Melhor Minissérie, Antologia ou Filme para TV, Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie, Antologia ou Filme para TV para Coolidge e Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie, Antologia ou Filme para TV para Murray, além de outros sete prêmios.
A 2ª temporada da elogiada e adorada série de fantasia ‘Sombra e Ossos’ finalmente chegou ao catálogo da Netflix e, para promovê-la, a plataforma de streaming divulgou uma cena inédita do mais recente ciclo, dando destaque a Kit Young (Jesper) e a Inej (Amita Suman).
Confira:
GRISHAS E CORVOS, ESSE MOMENTO É DE VOCÊS! A 2ª temporada de Sombra e Ossos estreia dia 16 de março. ☀️ pic.twitter.com/QwN6WSKGFK
A história gira em torno de Alina Starkov, uma órfã que se transforma em uma soldado para tentar sobreviver no perigoso e obscuro mundo d’A Dobra das Sombras.
Eric Heisserer (‘A Chegada’) entra como showrunner e adaptou os dois primeiros volumes da franquia. Shawn Levy (‘Stranger Things’) é o produtor-executivo.
A produção é baseada na saga de romances de Leigh Bardugo.
Jessie Mei Li, Archie Renaux, Freddy Carter, Amita Suman, Kit Young e Ben Barnes estrelam.
A popstar vencedora do Grammy Olivia Rodrigo anunciou recentemente que irá embarcar em uma turnê mundial para promover ‘GUTS’, seu 2º álbum de estúdio.
Com início marcado para 23 de fevereiro de 2024, a turnê contará com The Breeders, Chappell Roan, PinkPantheress e Remi Wolf como convidados especiais e, por enquanto, apenas datas na Europa e nos Estados Unidos foram reveladas.
Lembrando que o compilado de originais, que conta com os singles“vampire”, “bad idea right?” e “get him back!”, já está disponível em todas as plataformas de streaming.
Relembre a tracklist oficial:
1. All-American Bitch 2. Bad Idea Right? 3. Vampire 4. Lacy 5. Ballad of a Homeschooled Girl 6. Making the Bed 7. Logical 8. Get Him Back! 9. Love Is Embarrasing 10. The Grudge 11. Pretty Isn’t Pretty 12. Teenage Dream
Rodrigo foi uma das grandes vencedoras do Grammy 2022, levando para casa os prêmios de Melhor Álbum Pop Vocal por ‘SOUR’, Artista Revelação e Melhor Performance Pop Solo pelo sucesso “drivers license”.
Nascida em 2003, Rodrigo teve seu primeiro papel de destaque em ‘Bizaardvark’, série original do Disney Channel, antes de interpretar Nini Salazar-Roberts na série ‘HSM’, do Disney+.
Em 2021, a cantora e compositora fez sua estreia oficial no mundo da música com “drivers license”, que caiu no gosto da crítica e alcançou o primeiro lugar de diversas paradas musicais, incluindo a Billboard Hot 100.
Depois do trailer, o Prime Video divulgou imagens inéditas de ‘Uma Ideia de Você’, novo romance estrelado por Anne Hathaway (‘Os Miseráveis’) e Nicholas Galitzine (‘Vermelho, Branco e Sangue Azul’).
O filme estreia no dia 02 de maio na plataforma de streaming.
Inspirado no livro de Robinne Lee de mesmo nome, ‘Uma Ideia de Você’ narra a história de Solène Marchand (Hathaway), proprietária de uma galeria de arte, que reluta em levar a filha para conhecer sua boyband favorita. Eventualmente, ela acaba concordando, sem imaginar que se envolveria romanticamente com um dos integrantes do grupo, Hayes Campbell (Galitzine).
O elenco também inclui Reid Scott (‘Veep’), Perry Mattfeld (‘Shameless’), Ella Rubin (‘The Girl from Plainville’), Annie Mumolo (‘Missão Madrinha de Casamento’) e a estreante Mathilda Gianopoulos.
O filme é dirigido por Michael Showalter (‘Doentes de Amor’), com roteiro de Jennifer Westfeldt (‘Solteiros com Filhos’).
A 4ª e última temporada de ‘The Umbrella Academy’ já está disponível na Netflix – e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo inédito mostrando a reação do elenco às cenas finais da atração.
Criada por Jeremy Slater (‘The Exorcist’), a série é baseada nos quadrinhos criados por Gerard Way e pelo brasileiro Gabriel Bá.
A trama acompanha uma família disfuncional de super-heróis que se reúne para solucionar o mistério da morte de seu pai, uma ameaça de apocalipse e muito mais.
O elenco inclui Elliot Page, Robert Sheehan, Tom Hopper, David Castañeda, Aidan Gallagher, Emmy Raver-Lampman, Mary J. Blige e Cameron Britton.
‘The Studio’, nova série de comédia criada e estrelada por Seth Rogen, terá sua estreia oficial no Festival South by Southwest (SXSW).
Segundo o Deadline, a produção irá abrir a nova edição do festival, que ocorre entre os dias 07 e 15 de março em Austin, Texas.
Lembrando que a produção estreia na Apple TV+ no dia 26 de março.
Relembre o trailer:
Evan Goldberg co-escreve o projeto.
A trama acompanha um estúdio de cinema de Hollywood tentando sobreviver em um mundo em que a convivência entre arte e comércio se torna cada vez mais difícil.
Catherine O’Hara, Kathryn Hahn, Ike Barinholtz e Chase Sui Wonders fazem parte do elenco. Bryan Cranston, Keyla Monterroso Mejia e Dewayne Perkins farão participações especiais.
Este é a mais nova colaboração entre Rogen e a Apple TV+, que já trabalharam juntos na aclamada série ‘Platonic’.
“O filme provavelmente teria sido melhor se fosse mais focado (e mais curto), mas a visão insana de Aster faz com que a maioria dos diretores pareça tímida em comparação”, disse Nicholas Barber do BBC.
“Sem cerimônia nem piedade, Eddington arranca o curativo de uma vez — e nem todos vão querer olhar ou pensar sobre o que está por baixo dele”, disse Damon Wise do Deadline.
“Há um lado indulgente em Ari Aster e, embora esteja mais contido aqui, é possível sentir que ele ainda se entrega a isso. No entanto, esse traço também é inseparável do que faz dele, em Eddington, um cineasta tão estimulante”, disse Owen Gleiberman do Variety.
“Se Hereditário e Midsommar mexeram com o psicológico por meio de narrativas genuinamente assustadoras e imagens impactantes, e Beau Tem Medo foi igualmente desconcertante e enlouquecedor, Eddington é apenas irritante e vazio”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.
“Aster nos entregou mais um filme que arrepia, perturba e dá vontade de sair da própria pele. Você só gostaria que este não parecesse tão próximo da não ficção”, disse David Fear do Rolling Stone.
“O quarto longa de Aster é menos impactante como um choque ao sistema do que pela forma vívida, e desconfortável, com que retrata, no dia a dia, o quanto o nosso futuro digital tem tirado das pessoas a capacidade de identificarem suas próprias verdades”, disse David Ehrlich do IndieWire.
“‘Eddington’ pode parecer um passo atrás para Ari Aster no que diz respeito aos seus visuais marcantes e à sua habilidade de criar experiências cinematográficas perturbadoras. No entanto, o filme revela justamente o contrário: Aster mostra que é capaz de transportar esses pesadelos para o mundo real — e fazê-los funcionar dentro dele”, disse Emma Kiely do Collider.
“Um filme melhor sintetizaria de forma coesa o macro com o micro, mas Aster, em vez disso, os deixa lado a lado de forma dissonante, ressoando ao vento do deserto”, disse Richard Lawson do Vanity Fair.
O longa da A24, conta com direção de Ari Aster, responsável por ‘Hereditário’, ‘Midsommar’ e ‘Beau Tem Medo‘.
No elenco temos Joaquin Phoenix (‘Coringa‘), Emma Stone (‘Pobres Criaturas‘), Pedro Pascal (‘The Last of Us‘), Austin Butler (‘Elvis‘), Deirdre O’Connell (‘The Affair: Infidelidade‘), Micheal Ward (‘Top Boy‘) e Clifton Collins Jr. (‘Vermelho, Branco e Sangue Azul‘) completam o elenco.
As gravações da série reboot de ‘Harry Potter’ migraram para o condado inglês de Hertfordshire – e novas imagens de bastidores foram divulgadas nas redes sociais.
As mais recentes fotos dão destaque a Rony Weasley (Alastair Stout), Draco Malfoy (Lox Pratt) e a Madame Rolanda Hooch (Louise Brealey) – além de mostrar um pequeno vislumbre de uma personagem que acreditamos ser Parvati Patil, que ingressa em Hogwarts ao lado de de sua irmã, Padma.
Cuidar do tráfico é um assunto de família para Etta Tiger Jonze (Shannon Gisela), mas quando o negócio familiar é ameaçado, Etta é empurrada para uma vida que nunca esperou, forçando-a a usar sua inteligência para sobreviver enquanto navega pelo submundo criminoso de Miami.
O elenco ainda conta com Dylan Jackson, Brittany Adebumola, Cary Elwes, Alberto Guerra, Gerardo Celasco, Maurice Compte, Marta Milans e Danay Garcia.
Karen Campbell é a showrunner e também produtora executiva, enquanto Alethea Jones dirige os dois primeiros episódios e assina igualmente como produtora executiva.
A Paramount e a MRC já haviam colaborado na distribuição internacional de títulos como ‘The Great’ e ‘Poker Face’, reforçando agora essa parceria com ‘M.I.A.‘, que se apresenta como um dos destaques mais aguardados entre os novos dramas criminais com potencial global.
Em ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘, alguns fãs notaram que Maria Hill (Cobie Smulders) estava muito mais contida do que de costume, indicando sua substituição por uma Skrull.
No entanto, de acordo com o Comic Book, Cobie Smulders revelou que quis parecer impaciente depois de sua personagem ter sido morta e ressuscitada pela Manopla Infinito.
“Durantes as gravações, eu gostei de brincar com a ideia de que ela estava estressada”, disse a atriz ao The Hollywood Reporter. “Ela está tão exausta, e ela acabou de ser ressuscitada para encontrar uma papelada em sua mesa. Ela tem muito o que fazer, além de descobrir quem é esse Mysterio e convencê-lo a entrar para a equipe.”
Smulders também mencionou que uma cena deletada mostrava um pouco mais de sua personalidade.
“Algumas outras cenas foram cortadas… O filme teria início com Nick Fury e eu dirigindo em uma estrada deserta, onde você viu o primeiro monstro de terra surgir, e eu disse: ‘Tudo bem, vamos atrás desses elementais.’ Eu estava realmente animada porque, quando você volta do estalo, o que mais poderia voltar? Você fica preocupado? Você já morreu uma vez mesmo. Então, foi divertido interpretar alguém que simplesmente não se importa [em morrer]. Eu achei que esse momento foi a maior demonstração de personalidade dela.”
O que você achou da participação de Maria Hill na sequência?
lembrando que ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’ continua em exibição nos cinemas nacionais.
Assista nossa crítica:
A sequência traz o retorno de Jon Watts na direção, e também conta com o retorno dos roteiristas John Francis Daley e Jonathan Goldstein.
Peter Parker (Holland) e seus amigos vão fazer uma viagem de férias de verão para a Europa. No entanto, eles dificilmente serão capazes de descansar – Peter terá que concordar em ajudar Nick Fury (Jackson) a descobrir o mistério das criaturas que causam desastres naturais e destruição em todo o continente. Para isso, ele se juntará ao Mysterio (Gyllenhaal) – que pode não ser quem parece.
O elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Marisa Tomei, Jacob Batalon, Samuel L. Jackson e Jake Gyllenhaal.
Após dois anos da estreia de ‘Bird Box‘, os fãs notaram que a adaptação estrelada por Sandra Bullock traz diversas semelhanças bizarras com a pandemia do Coronavírus.
Para quem não se lembra, a história introduz criaturas sombrias e sobrenaturais que, quando são vistas, fazem com que suas vítimas fiquem loucas e cometam suicídio.
Para se protegerem da ameaça invisível, as pessoas são forçadas ao isolamento em suas próprias casas.
Mas isso não é o bastante, já que elas precisam vendar seus olhos para evitar o ‘contágio’. A única diferença é que o Coronavírus obrigou as pessoas a cobrirem o nariz e a boca.
E as semelhanças não param por aí, pois os personagens de ‘Bird Box’ reagem à ameaça da mesma forma que as pessoas reagiram ao Coronavírus no início da pandemia.
Em ‘Bird Box‘, muitos se recusam a acreditar que o ‘contágio’ é real, ignorando as precauções e achando que tudo não passa de uma farsa, até que o mundo entra em colapso.
Outra questão interessante é que ninguém sabe a verdadeira origem dos monstros no filme e nem do vírus que começou a se espalhar a partir de Wuhan, na China.
E aí, ficou convencido com as semelhanças?
Confira nossa crítica sobre o filme:
Visando conquistar indicações ao Oscar, o longa teve uma estreia limitada nos cinemas norte-americanos.
Uma força misteriosa dizimou a população mundial. Para os sobreviventes, uma coisa é certa: quem a vê, morre. Na busca do último refúgio existente, Malorie e os dois filhos terão de descer um rio traiçoeiro. E a única chance de escaparem da morte é encarar a perigosíssima jornada de olhos vendados. Ao enfrentar o desconhecido, Malorie encontra amor, esperança e um novo começo a ser descoberto.
Sandra Bullock e Sarah Paulson estrelam. John Malkovich, Trevante Rhodes, Jacki Weaver, Rosa Salazar e Danielle Macdonald completam o elenco.
Logo após sua estreia, ‘WandaVision‘ alcançou 97% de provação entre os críticos no Rotten Tomatoes, site especializado em avaliações de produções da TV e do cinema.
A marca fez com que a série se tornasse a atração mais bem avaliada do MCU, tomando o lugar de ‘Pantera Negra‘, que conta com 96% de avaliações positivas.
No entanto, a nota de ‘WandaVision‘ já caiu para 94%.
Ainda assim, entre as 146 avaliações da crítica especializada presentes no agregador, apenas 12 delas foram negativas.
Lembrando que o próximo episódio vai ao ar em 29 de janeiro, na Disney+.
‘WandaVision’ mistura o clássico estilo das sitcoms com o Universo Cinemático Marvel. Na série, Wanda Maximoff e Visão – dois seres super-poderosos vivendo seu sonho suburbano – começam a suspeitar que nada é o que parece ser.
A série é dirigida por Matt Shakman (‘Game of Thrones’) e tem no elenco Elizabeth Olsen, Paul Bettany, Teyonah Parris e Kathryn Hahn.
Jeffrey Wright (‘Westworld’) fez sua estreia no MCU dublando o Vigia na animação ‘What If…?’, que teve sua 1ª temporada finalizada ontem (06).
Para quem não assistiu, o Vigia é um ser interdimensional que testemunha cada acontecimento do MCU sem poder interferir no curso da história.
E como os fãs adoraram a participação do personagem na série, muitos estão torcendo para que Wright possa interpretar uma versão live-action do Vigia nos cinemas.
Durante uma entrevista para a Variety, o diretor Bryan Andrews foi questionado sobre a possibilidade e apoiou a ideia.
“A equipe eu… Nós adoramos Jeffrey e adoraríamos vê-lo como a versão em carne e osso do Vigia. Mas é algo que depende de Kevin [Feige], não é? Quem sabe o que eles têm aguardado?”
Ele continuou:
“Acho que seria incrível… Em algum momento, talvez? Há coisas que só os grandões [do estúdio] sabem. Mas se dependesse do meu apoio, eu adoraria ver algumas cenas de Jeffrey observando as coisas lá de cima.”
Agora que a Marvel está investindo no conceito do Multiverso, estaria seria uma ótima ideia para os próximas adaptações. O que você acha?
Anteriormente, a roteirista-chefe A.C.Bradley revelou alguns detalhes sobre a 2ª temporada da animação.
“Quando formos para a 2ª temporada, vamos continuar com o formato de antologia, e serão histórias totalmente novas envolvendo novos heróis. Será algo mais focado na Fase Quatro do MCU.”
Ela continuou:
“Esperançosamente, veremos tramas relacionadas aos personagens de ‘Eternos’, ‘Shang-Chi’ e ‘Viúva Negra’, ‘Falcão e o Soldado Invernal’. O divertido de ‘What If…?’ é que podemos explorar a infinidade do multiverso, então tentamos pular de fase em fase o quanto quisermos. Tenho vontade de trabalhar com o máximo de personagens e mundos que pudermos.”
‘What If…?’ é uma antologia que apresenta ao público cenários alternativos para os personagens mais icônicos da Marvel, e eles desde coisas sutis, como o Homem-Aranha entrando para o Quarteto Fantástico ou então o que aconteceria se o mundo soubesse que Demolidor é cego, até cenários mais extremos – por exemplo, e se Loki tivesse encontrado o martelo no lugar de Thor, ou Doutor Estranho tivesse se tornado um discípulo de Dormammu?
Outro aspecto bastante popular dessa compilação é explorar como o mundo seria se certos personagens tivessem sobrevivido ao invés de morrer. Por exemplo, um dos quadrinhos explora o mundo em que Ben Parker, tio de Peter, não tivesse morrido, ou então em que Gwen Stacy não tivesse morrido nas mãos do Duende Verde.
Natalie Portman retorna ao MCU para lutar ao lado de Thor (Chris Hemsworth), Valquíria (Tessa Thompson) e companhia em ‘Amor e Trovão‘, desta vez como portadora do Mjolnir.
Nos quadrinhos, a poderosa Thor já foi membro dos Vingadores, por conta disso, os fãs esperam vê-la unindo forças com mais heróis no futuro do MCU.
Durante uma entrevista para a Variety,Portman foi questionada sobre o assunto e disse que adoraria lutar ao lado da Capitã Marvel.
“Essa é uma boa pergunta”, disse ela. “Chris [Hemsworth] é o máximo, é claro. E Tessa [Thompson] também, eu amei estar com os dois. Bem, eu amo a Capitã Marvel. Brie [Larson] é uma querida amiga, então seria divertido.”
Anteriormente, a estrela conversou com a Total Film e brincou ao dizer como se sentiu ao se transformar na ‘Poderosa Thor’.
“É emocionante ser uma super-heroína. Ao mesmo tempo em que é assustador porque não há nenhum guia que apareça dizendo como fazer isso.”
Para isso, Portman treinou pesado para ganhar músculos e exibir um físico semelhante ao da heroína nos quadrinhos, o que deixou os fãs bastante surpresos.
“Eu treinei por um longo tempo antes e durante, e estava ingerindo muita proteína. Isso realmente me ajudou a me preparar para o nível de ação que acabamos fazendo. Tivemos dublês incríveis que fizeram as coisas realmente mais difíceis, mas eu também fiz muito das cenas corrida, saltos e espadas e lutas de martelo. Foi definitivamente útil ganhar músculos para este projeto, não foi apenas estética. Para suportar o peso da capa o dia todo, você precisa ter a parte superior do corpo bem resistente.”
Lembrando que o filme chega no dia 07 de julho aos cinemas nacionais.
E aí, você está animado para a estreia?
O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.
Como o filme vai incluir a participação da Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Waititi) Peter Quill (Chris Pratt), Nebulosa (Karen Gillan), Drax (Dave Bautista), Mantis (Pom Klementieff), Rocket (voz de Bradley Cooper) e Groot (voz de Vin Diesel), há diversas possibilidades para esse romance.
O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).
Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.
Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.
Devido ao fracasso de bilheteria de ‘Adão Negro’, as sequências que Dwayne Johnson estava planejando acabaram sendo canceladas.
Orçada em US$ 260 milhões, a adaptação arrecadou apenas US$ 393 milhões pelo mundo e recebeu apenas 39% de aprovação dos críticos.
Com a reformulação do Universo DC pelas mãos de James Gunn e Peter Safran, ficou claro que o personagem não faria mais parte do futuro das adaptações do estúdio.
Por outro lado, Johnson confirmou que o Adão Negro ainda pode retornar através do Multiverso.
Enquanto participava do tapete vermelho do Oscar, o astro conversou com a Variety e disse o seguinte:
“James Gunn e eu já conversamos, e novos filmes do Adão Negro não farão parte do primeiro capítulo da narrativa que ele está criando. No entanto, a DC Studios e a Seven Bucks Procutions [produtora do ator] concordaram em continuar explorando as maneiras mais valiosas de usar o personagem em futuros capítulos do multiverso da DC.”
Johnson acrescentou que:
“Após 15 anos de trabalho árduo e incansável por trás do filme, estou muito orgulhoso do resultado que entregamos aos fãs em todo o mundo. Sempre olharei para trás, para a reação dos fãs a ‘Adão Negro‘, com tremenda gratidão, humildade e amor.”
Até o momento, Gunn, Safran e a Warner Bros Discovery não comentaram as declarações de Johnson, então não há nada confirmado oficialmente.
E aí, você gostaria de ver a Adão Negro retornando ao DCU?
Quase 5.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.
O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça: Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).
Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas’), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.
Iniciado em 2013 com ‘O Homem de Aço‘, o DCEU finalmente chegou ao fim com ‘Aquaman e o Reino Perdido‘, lançado ontem nos cinemas nacionais.
Longe de repetir o sucesso do MCU, as adaptações da DC também contaram com diversos filmes de equipe, como ‘Batman vs Superman’, ‘Esquadrão Suicida’ e ‘Aves de Rapina’ e até mesmo ‘Liga da Justiça’.
Além disso, também popularizar personagens não tão consagrados dando a eles seus próprios filmes solo, como ‘Shazam!’, ‘Adão Negro’ e ‘Besouro Azul‘.
Infelizmente, nenhum desses filmes teve recepções positivas entre o público, que está comemorando o fim desse universo com mensagens de deboche nas redes sociais.
Apesar de haver alguns títulos de sucesso, como ‘Esquadrão Suicida‘ e o filme original do ‘Aquaman‘, o DCEU acabou virando piada, e agora os fãs estão ansiosos pelo reboot que será comandando por James Gunn e Peter Safran, co-presidentes da DC Studios.
Confira as reações:
faltam 3 dias para o fim do dceu… quer dizer o lançamento de aquaman 2 nós dcnautas já estamos assim:pic.twitter.com/50nAA0mcKa
Então é isso né manos e manas, é o fim do #DCEU depois de Aquaman 2
13 anos de um universo que apontou pra tantos lugares e não foi pra nenhum pic.twitter.com/gGWH1MObfE
DCEU chegou ao seu fim. Tivemos momentos bons e muitos ruins, mesmo que esse universo entristece o fã da DC foi “bom” acompanhá-lo até o final. Que vá em paz.
Relembre o trailer de ‘Aquaman 2: O Reino Perdido’
Além de Momoa e Wilson, o elenco também conta com Yahya Abdul-Mateen II, Amber Heard, Dolph Lundgreen e Temuera Morrison. Jani Zhao, Indya Moore e Vincent Regan foram as novas adições ao time.
Superprodução do herói é um exemplar marcante das adaptações desse tipo na década
O início do século XX para a indústria de quadrinhos foi o momento mais propício para o surgimento de propriedades que, na falta de clássicos prévios (com a provável exceção de Tintim), posicionaram muitas das regras e personagens que são marcantes até hoje. Além de nomes consagrados como Superman, Batman, Mulher Maravilha, Shazam há um outro no qual muito pouco vinha se falando.
Flash Gordon fez sua estreia em 1934 como uma resposta comercial ao sucesso do também herói de ficção científica Buck Rogers, cujas histórias eram publicadas desde 1928 na revista Amazing Stories. Visando o sucesso da concorrência, a editora King Feature Syndicate começou a desenvolver sua própria versão de Buck Rogers, confiando a Alex Raymond a responsabilidade de criar uma nova propriedade.
De início o material fonte a que Raymond mais se debruçou foi o livro When Worlds Collide, obra de ficção cientifica lançada em 1933 por Philip Wylie e Edwin Balmer. Duas semelhanças entre ambas as histórias são inegáveis: um terráqueo que se vê em meio a uma ameaça à Terra envolvendo mundos alheios e a presença da parceira entre o elenco de apoio. Para a mitologia de Flash Gordon essas também se tornaram características importantes.
Buck Rogers foi uma inspiração para Flash Gordon.
A trama que nasceu daí foi a saga do homônimo jovem jogador de polo que, alertado por seu amigo Dr. Zarkov, descobre que um planeta batizado de Mongo está em rota de colisão com a Terra. O cientista então sequestra Flash e o também estudante Dale para partirem junto com ele em um foguete rumo ao planeta Mongo e tentar descobrir uma forma de impedir a destruição.
É ali que Flash conhece seu nêmesis, o maligno imperador Ming, O Impiedoso. Entre 1934 e 1992 as edições de Flash Gordon eram publicadas diariamente, apresentando novas aventuras do herói e seus amigos em diferentes localidades do planeta Mongo. As primeiras tentativas de adaptar essas histórias para um formato live-action aconteceram ainda nos anos 30, mais especificamente em sua reta final, e em formato serializado.
Esses tipos de produção eram muito comuns nos cinemas na primeira metade do século XX; por um determinado preço o público tinha acesso não só à sessão principal mas a um curta que antecedia ao filme. Geralmente essas produções eram animações (os estúdios Fleischer, por exemplo, construíram a fama de competidor da Disney com essas exibições) mas com Flash Gordonhouveram três seriados episódicos entre 1936 e 1940.
Flash Gordon foi um dos primeiros heróis dos quadrinhos.
Vieram então os anos 80 e com eles a ascensão de um dos produtores mais prolíficos da década: Dino De Laurentiis. Um dos responsáveis pela maior visibilidade do cinema italiano no cenário internacional a partir da segunda metade do século, o produtor detinha os direitos de uma adaptação de Flash Gordon desde os anos 60. Um então jovem George Lucas abordou De Laurentiis com o interesse de dirigir o filme, uma vez que os curtas mencionados do personagem tiveram grande influência na infância do cineasta.
No entanto, o produtor recusou a proposta. Isso se deveu à sua vontade de contratar um nome mais estabelecido e conceituado como o de Federico Fellini. Àquela altura o diretor já era um dos expoentes do novo cinema italiano e sua contratação seria essencial para uma maior consolidação desse segmento junto a um público norte-americano mais abrangente.
O primeiro contratempo da produção surgiu quando Fellini teve que abandonar o projeto, forçando o produtor a ir atrás do diretor britânico Nicolas Roeg (um dos seus filmes mais famosos até então havia sido O Homem que Caiu na Terra estrelado por David Bowie em 1976). A parceria teve início promissor, com o cineasta confirmando ser um fã de longa data dos quadrinhos de Flash Gordon e elaborando uma primeira versão de roteiro para o longa.
Porém, após De Laurentiis recusar essa abordagem inicial, Roegtambém abandonou o projeto. Sem maiores opções ele recorreu à Mike Hodges, famoso até então pelo thriller Carter – O Vingador, estrelado por Michael Caine, de 1971. Para o papel principal foi escolhido o novato Sam J. Jones, tendo aqui sua primeira grande oportunidade; no papel antagonista de Ming, O Impiedoso foi escalado o lendário Max von Sydow; Timothy Dalton, em um período antes de assumir o manto de 007, como príncipe Barin.
Sam J. Jones contracena com Max von Sydow na adaptação dos anos 80.
A trilha sonora foi composta pela banda Queen, seguindo sob um certo ponto de vista o planejamento do cancelado Duna de Alejandro Jodorowsky anos antes, em que bandas de rock estariam responsáveis por compor a trilha sonora ao invés do modelo tradicional de confiar a um único compositor essa tarefa. Ainda se mantendo nesse tópico, anos após o lançamento de Flash Gordon tornou-se cada vez mais comum a discussão sobre o quão inspirado, em termos técnicos pelo menos, ele foi por Duna.
Isso porque os figurinos do núcleo de habitantes do planeta Mongo costumeiramente é associado com aqueles elaborados pelo quadrinista Jean Giraud para a mencionada ficção científica jamais realizada. É inclusive o visual chamativo (tanto no design quanto no uso de cores vivas como o vermelho) de Flash Gordon que tornam o filme um produto marcante e bem inserido no contexto de outras produções de fantasia que pautaram os anos 80 (Conan e Mestres do Universo por exemplo).
Tendo um orçamento em US$ 27 milhões, que eventualmente acabou em determinado momento da produção, o filme arrecadou o mesmo valor na bilheteria doméstica, o que foi considerado um fracasso. Ainda assim, criticamente ele foi elogiado pelo diretor entender que tinha a sua disposição um material com forte tendência à galhofa e, mesmo assim, não tendo medo de pender a narrativa para esse caminho quando necessário.
Desde então a franquia Flash Gordon permaneceu dormente, quando apenas recentemente o diretor Taika Waititi surgiu com a ideia de produzir uma animação sobre a saga. Porém, ele mudou o planejamento para um novo live-action; ainda sem maiores detalhes.
A aguardada continuação ‘Duna: Parte 2‘ está causando grande expectativa entre os fãs do épico espacial. O diretor Denis Villeneuve revelou mais detalhes sobre o filme, que teve sua estreia adiada de novembro deste ano para março de 2024.
Em uma entrevista à revista Empire, Villeneuve compartilhou suas intenções para a segunda parte da saga. Ele enfatizou que a ação será um elemento essencial, conduzindo Paul Atreides (Timothée Chalamet) à guerra, mas também ressaltou a importância do aspecto emocional:
“A Parte 1 era a promessa do que veremos na Parte 2. Estou exausto, mas feliz. O primeiro filme era mais contemplativo. Era sobre um jovem rapaz descobrindo um mundo novo. Agora, na segunda parte, é um filme de guerra, que traz consigo a história de amor entre Paul e Chani [interpretada por Zendaya]. Exploraremos como Paul ganhará a confiança dela, como ela abrirá o coração para ele e como juntos encontrarão uma forma de libertar o mundo das garras dos Harkonnen.”
Assista ao trailer de ‘Duna: Parte Dois‘:
Dirigido por Dennis Villeneuve, o longa é baseado no romance de Frank Herbert.
A sequência vai explorar a jornada mítica de Paul Atreides, agora ao lado de Chani e dos Fremen, que pode levá-los até a uma guerra, se necessário for, para Paul se vingar dos conspiradores que destruíram sua família. Diante da difícil escolha entre o amor de sua vida e o destino do universo conhecido, ele dará tudo de si para evitar o futuro terrível que só ele pode prever.
O elenco grandioso conta com Timothée Chalamet (‘Me Chame Pelo Seu Nome’), Zendaya (‘Euphoria’), Rebecca Ferguson (‘Missão: Impossível – Acerto de Contas – Parte 1’), Josh Brolin (‘Vingadores: Ultimato’), Austin Butler (‘Elvis’), Florence Pugh (‘Viúva Negra’), Dave Bautista (‘Guardiões da Galáxia’), Christopher Walken (‘Hairspray – Em Busca da Fama’), Stephen McKinley Henderson (‘Um Limite Entre Nós’), Léa Seydoux (‘Crimes do Futuro’), Stellan Skarsgård (‘Mamma Mia!’), Charlotte Rampling (’45 Anos’) e Javier Bardem (‘Onde os Fracos Não Tem Vez’).
Embora o filme ‘Deadpool e Wolverine’ seja promissor em termos de integrar os mutantes da Fox ao Universo Cinematográfico Marvel (MCU), as especulações sobre o retorno de Eric Bana como o Incrível Hulk foram silenciadas pelo próprio ator.
Segundo o ScreenRant, Bana foi direto ao responder sobre a possibilidade de reprisar seu papel: “Eu não consigo ver isso acontecendo. Sinto muito, Jess”. Ele reforçou sua posição, mesmo reconhecendo a amizade com Hugh Jackman, que interpretará Wolverine no filme: “Hugh [Jackman] é um amigo muito próximo meu”, mas ainda assim, “não consigo ver isso acontecendo”.
Anteriormente, em entrevista para a Variety (via Comic Book), Karan Soni garantiu que os fãs vão ficar de queixo caído e que devem esperar muito mais surpresas quando o filme for lançado.
O intérprete do taxista Dopinder se empolgou ao dizer:
“Quando estávamos fazendo o segundo filme, Ryan estava planejando tudo isso naquela época. Lembro-me que ele contou no almoço um dia que havia iniciado uma conversa com Hugh. Lembro-me de dizer: ‘Caramba, o mundo vai pirar!’ Mas o estúdio foi vendido para a Disney e muitas outras coisas aconteceram. Mas, é claro, Ryan seguiu em frente porque era um elenco dos sonhos.”
Embora tenha sido evasivo quando questionado sobre as participações especiais, ele disse que muitas pessoas fizeram questão de reprisar seus papéis no projeto.
“Esta nova versão do MCU é ultrassecreta. Há muitas surpresas. Digamos apenas que muitas pessoas viajaram para Londres porque faziam questão de parecer.”
No novo filme, depois de enfrentar alguns obstáculos profissionais ao passar por uma crise de meia-idade, Wade Wilson (Ryan Reynolds) decide se aposentar oficialmente como o mercenário Deadpool e se torna vendedor de carros usados. Mas, quando seus amigos, família e o mundo inteiro estão em perigo, ele decide tirar suas katanas da aposentadoria e recruta um Wolverine (Hugh Jackman) relutante e cauteloso não apenas para lutar por sua sobrevivência, mas, em última análise, por seu legado.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 25 de julho.
Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) será responsável pela direção.
Ryan Reynolds e Hugh Jackman retornam como os personagens titulares. O elenco ainda conta com Emma Corrin, Morena Baccarin, Rob Delaney, Leslie Uggams, Karan Soni e Matthew Macfadyen.
O vindouro ‘Deadpool 3’ vai trazer os heróis da Fox para o MCU
‘Pecadores’ (Sinners), novo filme de vampiros dirigido por Ryan Coogler, responsável por ‘Pantera Negra’, e estrelado por Michael B. Jordan, acaba de ganhar um novo teaser.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 6 de março de 2025.
Dispostos a deixar suas vidas conturbadas para trás, irmãos gêmeos (Jordan) retornam à sua cidade natal para recomeçar suas vidas do zero, quando descobrem que um mal ainda maior está à espera deles para recebê-los de volta.
O elenco ainda conta com Hailee Steinfeld, Jack O’Connell, Wunmi Mosaku, Jayme Lawson, Omar Benson Miller e Delroy Lindo.
Além de dirigir, Coogler também assina o roteiro do longa.
O filme contou com orçamento de US$ 90 milhões, e promete muito terror e ação.
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