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Crítica | Titane | Outra vez Julia Ducournau faz a plateia passar mal, mas não seduz

Expectativas foram criadas depois do estonteante debut da jovem diretora francesa Julia Ducournau em 2016. Com Grave (Raw), a iniciante conseguiu cativar os fãs do horror visceral e os amantes da fotografia com uma heroína em descoberta da sua própria identidade e apetite sexual. Por outro lado, lançado no Festival de Cannes 2021, Titane, seu segundo longa, possui um enredo frio, incômodo e pouco envolvente, mas fez a plateia querer vomitar

Depois de um acidente de carro ainda criança, Alexia (Agathe Rousselle) é obrigada a conviver com um placa de titânio na sua cabeça. A primeira cena apresenta o acontecimento derivado de uma banalidade e um pai negligente. Com o passar dos anos, a aparência distinta pelo metal e a cicatriz torna-se parte da sua personalidade dissociativa. Ela trabalha como dançarina exótica em cima de carros e possui estranhos admiradores. 

Logo após sair do hospital, ainda pequena, a menina beija o carro o qual a tornou, em parte, esculpida em metal. O híbrido máquina e humano é o grande mote da narrativa de Julia Ducournau. Após experimentar uma noite de sexo sem proteção com o automóvel, Alexia encontra-se grávida e entre as suas pernas escorre um óleo negro e viscoso, como se em suas veias corressem gasolina no lugar de sangue.

A partir de então, o enredo torna-se um sequência de cenas projetadas para causar mal estar e perturbar o espectador. Ao dar-se conta da gravidez, ela tenta um aborto com as próprias mãos por meio de um “palito de cabelo”. Apesar da utilidade de prender suas mechas, o “palito” é uma verdadeira arma em suas mãos e não apenas contra o próprio feto. 

Além da tentativa de aborto, duas outras cenas causam arrepios. A primeira é durante o sexo com a companheira de trabalho Justine (Garance Marillier) – protagonista do primeiro filme da diretora. Ela tenta arrancar a dente o piercing no mamilo da menina. O segundo momento é quando ela decide passar-se por um rapaz desaparecido há anos para fugir da polícia. Para isso, ela quebra o próprio nariz o esmagando contra a pia do banheiro. 

Se no primeiro filme da diretora existiam cenas de fazer revirar o estômago, elas estavam atreladas a um objetivo bem delimitado e sedutor. Em Titane, o suspense da história fica por conta do bebê automobilístico a desenvolver-se em um corpo humano. A protagonista, no entanto, é completamente opaca. Em uma mistura de Crash – Estranhos Prazeres (1996), de David Cronenberg, e Eraserhead (1977), de David Lynch, a estranha fábula tem o seu encanto fotográfico e um ambientação hipnótica, mas não nos engaja à Alexia. 

Para incrementar o enredo, Vincent (Vincent Lindon), o pai do menino desaparecido Adrien (o qual Alexia o incorpora fazendo suas formas femininas desaparecer), a acolhe em sua casa sem exame de DNA ou demais perguntas. Perturbado psicologicamente e bastante musculoso aos 62 anos, o ator representa o limite da estrutura humana com injeções de drogas para fortificá-lo. Um paralelo que causa tensão sobre o flagelo do corpo a partir das mutilações realizadas por Alexia e o combate ao fogo, já que ele é um bombeiro. 

Titane testa o limite entre a força bruta humana e a potência mecânica. Entre as dores contínuas e uma coceira incessante, que faz Alexia esfolar a própria barriga, a tensão é projetada pelo nascimento do fruto de uma noite de luxúria entre o automóvel e a protagonista. A cena do parto, no entanto, não gera o ápice pretendido. Apesar da possível alusão a Alien, o Oitavo Passageiro (1979), de Ridley Scott, o nascimento é uma derrota para Alexia e uma redenção para Vicente, depois de uma estranha proximidade entre ele e seu filho postiço Adrien. 

Assim como Jordan Peele, Julia Ducournau derrapou na síndrome do segundo filme fantástico, isto é, após uma estonteante estreia no cinema, tal como Corra! (2017), de Peele, a diretora não consegue manter o charme e a surpresa do primeiro projeto. Com Nós (2019), Jordan criou um interessante mundo particular, mas que não conseguiu amarrar seus próprios nós. Já em Titane, a cineasta francesa apresenta um show desguarnecido de horrores e perturbação. Sob a agenda da perversão pode até entreter, mas precisa de mais contexto para marcar o público. 

 

** Filmes visto no Festival de Cannes em 14 de julho. 

‘Mulher-Gato’: Roteirista diz que o longa é “um filme de m***, sinto vergonha”

Existem alguns filmes que as produtoras preferem fingir que nunca existiram, como é o caso de Mulher-Gato, adaptação da DC com Halle Berryem 2004. O filme não agradou o público e nem a crítica e, até hoje, é visto como um dos piores filmes de super-heróis de todos os tempos.

Agora, 14 anos depois, o roteirista John Rogers respondeu em seu twitter algumas perguntas sobre o motivo da personagem não ser lembrada hoje em dia:

“Como um dos roteiristas de Mulher-Gato, tenho autoridade para dizer: porque foi um filme de merda feito por um estúdio no final de seu ciclo, com zero relevância cultural na frente e por trás das câmeras. Sinto muito vergonha”

E aí, vocês gostaram do filme?

‘Crimes em Happytime’: Melissa McCarthy investiga assassinatos de marionetes em cartaz

A comédia para maiores de idade, estrelada por Melissa McCarthy, Crimes em Happytime (The Happytime Murders), ganhou novo cartaz. Confira:

A trama da comédia mostra dois detetives que não se dão muito bem, uma humana e outro uma marionete, que precisam trabalhar juntos quando o elenco de bonecos do ‘The Happytime Show’ começa a ser assassinado aos poucos.

Brian Henson (‘Word Party’) comanda a produção.

A estreia está marcada para 17 de agosto de 2018.

‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ | Conheça os personagens confirmados no novo filme

Com estreia marcada para esta quinta-feira (16), Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania vai levar os heróis do título a uma aventura sem precedentes no Universo Cinematográfico Marvel pelo Reino Quântico. Caso você não tenha tempo para assistir aos filmes prévios do herói antes de ver a terceira aventura nos cinemas, o CinePOP separou um pequeno guia dos personagens confirmados para você não chegar perdido no novo longa da saga. Confira!

Apenas para esclarecer, só citaremos personagens que apareceram nos trailers ou foram citados na sinopse oficial.

Scott Lang/ Homem-Formiga

Depois de sair da prisão e ser escolhido por Hank Pym para ser o novo Homem-Formiga, a vida de Scott Lang (Paul Rudd) mudou de forma assustadora. Além de possuir o traje que o permite encolher ou aumentar de tamanho e dar ordens a formigas, o herói ajudou o Capitão América na Guerra Civil contra o Homem de Ferro e foi novamente preso. Após cumprir sua nova sentença, ele foi ajudar Hank em um estudo sobre o Reino Quântico e acabou ficando preso lá por cinco anos. Quando ele saiu, descobriu que Thanos (Josh Brolin) havia dizimado 50% da vida no universo. Com sua experiência no Reino Quântico, ele bolou um “Assalto no Tempo”, que permitiu aos Vingadores acessar outras linhas do tempo pelo Reino Quântico, unir as Joias do Infinito e derrotar o Titã Louco, trazendo de volta todos os dizimados. Agora, Scott é uma celebridade e acabou de lançar seu novo livro. Só que a paz de sua nova vida será interrompida quando um acidente o suga para dentro do Reino Quântico outra vez.

Hope Van Dyne / Vespa

Atuando por anos como uma infiltrada de Hank Pym, seu pai, a pedido do próprio para evitar que seus cientistas replicassem a fórmula das Partículas Pym, que dá os poderes da roupa do Homem-Formiga, Hope (Evangeline Lilly) transformou seu corpo em uma arma, pronta para protegê-la das possíveis ameaças. Depois de muito relutar, Hank decidiu dar um traje a sua filha, fazendo dela a nova Vespa. Ela também consegue se encolher, além de ter asas para voar e disparar rojadas de energia pelas mãos. Foi Hope quem treinou Scott e acabou se apaixonando por ele. No filme, a dupla vive um relacionamento estável, enquanto Hope tenta se aproximar de sua mãe.


Cassie Lang

Filha de Scott, Cassie Lang (Kathryn Newton) passou boa parte da infância longe do pai. Isso porque Scott passou vários anos preso, e após se tornar o Homem-Formiga, acabou sendo mandado para a prisão novamente. E quando eles começaram a se ver mais, Scott acabou ficando preso no Reino Quântico, enquanto Cassie sobreviveu ao estalar de dedos do Thanos. Assim, quando seu pai retornou, a menina havia se tornado uma jovem adulta. No filme, Cassie seguiu os passos do pai e se envolveu com o ativismo pelos menos favorecidos. E enquanto ele estava desaparecido, ela aproveitou para estudar sobre física quântica e mexer com os trajes do Homem-Formiga.

Hank Pym

Cientista brilhante, Hank Pym (Michael Douglas) desenvolveu as partículas Pym e usou suas habilidades de encolher para atuar como o Homem-Formiga original durante a Guerra Fria. Em uma de suas missões, ele acabou perdendo sua esposa, Janet, que se encolheu a nível subatômico. Na década passada, quando viu que seu antigo aprendiz, Darren Cross, estava prestes a descobrir o segredo de sua fórmula secreta, ele “sequestrou” Scott e o colocou em um treinamento para ser o novo Homem-Formiga e impedir Darren de vender as Partículas Pym para os vilões. Depois que Scott o derrota se encolhendo a nível subatômico e voltando do Reino Quântico, Hank começa a acreditar que talvez Janet ainda possa estar viva. Assim, ele começa a trabalhar numa forma de encolher uma nave de resgate caso receba um sinal. O sinal aparece no segundo filme, quando, com muito sufoco, eles a resgatam do Reino Quântico e vivem felizes até o estalar de dedos do Thanos, que levou o casal por cinco anos. Ao voltar, Hank ensina um pouco do que aprendeu em seus anos como cientista para a jovem Cassie.

Janet Van Dyne

Janet (Michelle Pfeiffer) era cientista e atuava como a Vespa original ao lado de seu marido, Hank. Porém, em uma missão para impedir um míssil, ela viu como única alternativa se encolher a nível subatômico para implodir a arma. Só que as coisas saíram de controle e ela acabou acessando o misterioso Reino Quântico, que não passava de uma teoria científica até então. Tendo sobrevivido a essa experiência de quase morte, Jan se viu diante de um mundo completamente novo e cheio de perigos. Era praticamente uma galáxia secreta existindo dentro da Terra. Então, ela precisou se virar para sobreviver a todas essas ameaças sem saber se um dia voltaria para seu plano. Nos 30 anos que passou no Reino Quântico, Jan fez amigos e aprendeu sobre as criaturas que lá habitavam. Agora que retornou, foi “apagada” por Thanos e voltou à vida novamente, ela só quer viver em paz e esquecer das histórias daquele universo subatômico.

Lorde Krylar

Nos quadrinhos, Lorde Krylar é um personagem obscuro que habita o Microverso e integra a civilização mais antiga do mundo. Ele gerencia a Ilha dos Assassinos e junta armas e outras tecnologias perdidas para formar seu império. O mais interessante é que ele surge nas histórias do Hulk. No filme, ele é um lorde do Reino Quântico que conheceu e acompanhou Jan em algumas aventuras nos últimos 30 anos. No entanto, seus objetivos podem não ser o que parecem.

Kang, o Conquistador

Kang é um cientista e guerreiro que usa da tecnologia de sua cadeira para viajar pelas linhas temporais, tentando impedir o colapso do tempo e consequentemente o fim de tudo. Só que para isso, ele chacina toda e qualquer linha em que fracasse ou seja confrontado. Então, outras versões do vilão no Multiverso, como a vista em Loki (2021), concluem que o melhor a se fazer é bani-lo pela eternidade em um mundo no qual ele jamais escape. Dessa forma, ele fica preso no Reino Quântico, onde forma um império microscópico, aguardando a primeira oportunidade para escapar tentar corrigir o que ele acredita ser o pior rumo temporal, mesmo que isso signifique acabar com um número incontável de vidas.

M.O.D.O.K.

Nos últimos anos, o M.O.D.O.K. se tornou um vilão bastante popular, principalmente com sua série animada. Nos quadrinhos, ele é George Tarleton, um cientista que buscava alcançar a inteligência suprema, mas acabou sofrendo uma terrível mutação física ao se submeter a um experimento irresponsável. Dessa forma, ele ficou com um cabeção e um corpinho miudinho. Para se sustentar de pé, ele construiu uma armadurazinha que impede que seu crânio esmague o corpinho. Com um intelecto avantajado e esse traje voador avançado, M.O.D.O.K. se torna uma ameaça bastante excêntrica. No filme, sua misteriosa origem é alterada em relação aos quadrinhos.

Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania estreia no dia 16 de fevereiro de 2023.

Conheça o repugnante HORROR Polonês que está fazendo o maior Sucesso na Netflix

Não é de hoje que as produções polonesas andam fazendo sucesso na Netflix. Vira e mexe há uma série ou filme, em qualquer gênero, figurando entre os mais vistos no Top 10 da plataforma. Isso indica não só um grande investimento da plataforma de streaming naquele país, mas também (ou acima de tudo) um grande interesse do público em (continuar a) assistir o que anda sendo produzido por lá. O mais recente sucesso polonês atende pelo nome ‘O Monastério’, que, embora repugnante, não sai das primeiras posições dentre os mais assistidos pelo público.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Nos anos 1950, um padre em um isolado monastério no interior da Polônia foi impedido pela polícia de sacrificar um bebê em um ritual bizarro. Trinta anos depois, desde esse incidente, a polícia local tenta não interferir mais nos assuntos do monastério, porém, após denúncias anônimas, Marek (Piotr Zurawski) se infiltra no ambiente como um padre disfarçado, na tentativa de investigar o desaparecimento repentino de jovens mulheres da vila. Entretanto, o que ele não esperava era que seus colegas de batina fossem se comportar de maneira tão bizarra, levantando a suspeita de tudo e de todos.

De início, ‘O Monastério’ não parece o filme que vai te pegar. Com uma cena inicial interessante, em poucos minutos o longa recai numa mesmice que parece que vai se arrastar ao longo de suas uma hora e trinta de duração. Porém, o roteiro de Bartosz M. Kowalski e Mirella Zaradkiewicz segura a grande reviravolta para o último ato, inserindo, com entusiasmo, sequências de terror que certamente causam, no mínimo, repulsa, um ímpeto de vômito pelo que estamos assistindo. Não que ao longo da trama isso não aconteça – acontece, mas paulatinamente, apenas como consequência de um determinado ato, e quase sempre de maneira inesperada, uma vez que, salvo estas cenas, não acontece muita coisa no enredo até o supramencionado terceiro ato.

Partindo de um roteiro interessante, o longa de Bartosz M. Kowalski se vale de uma ideia cada vez mais holofotada de um puritanismo social alcançado por aqueles que se comportam dentro das normas especificadas por um seleto grupo, e aqueles que não se encaixam automaticamente se tornam párias e, portanto, objetos de uso e descarte. Bartosz parte desse mote e o insere dentro de um contexto católico extremista, elevando-o à potência máxima do embate bem versus mal, que é o grande dilema da humanidade desde o surgimento das religiões.

Desse panorama, as cenas de terror são moldadas a partir dessa proposta, misturando jump scares mais leves com closes de horror da mais genuína repugnância, desde consumo de alimentos estragados e asquerosos a corpos sendo mutilados explicitamente. Soma-se, ainda, a uma rápida demonstração de possessão demoníaca envolvido em fanatismo religioso com doses de satanismo e está servido o prato principal de ‘O Monastério’, e seu consequente sucesso na Netflix nesse mês de outubro.

Hamilton: Como o musical da Broadway se tornou um fenômeno da cultura pop

Hamilton conquistou 11 Tonys, um Grammy e um prêmio Pulitzer. Desde sua estreia off-Broadway, em janeiro de 2015, faturou quase US$ 700 milhões em bilheteria, contando apenas a montagem nova-iorquina da peça. Ganhou versões fixas em Londres, Chicago e Los Angeles, além de uma companhia que passa o ano (isso antes da pandemia, é claro) fazendo tour por cidades dos Estados Unidos. Em 2021, há previsão de montagens oficiais em Hamburgo, na Alemanha, e Sydney, na Austrália. Hamilton é, sem dúvida, um dos maiores sucessos da história dos musicais da Broadway. Mas é bem mais que isso. A obra criada por Lin-Manuel Miranda é também um dos maiores fenômenos da cultura pop do século XXI. 

Aproveitando o lançamento da versão filmada da peça da Broadway, que chega junto com o serviço da Disney Plus no Brasil, o CinePOP decidiu apresentar um pouco da trajetória deste novo clássico e tentar entender um pouco como chegou até aqui.

Não deixe de conferir nosso ranking das 46 canções do musical, da pior à melhor.

 

O início de tudo

Antes de tudo, é importante destacar que Hamilton não é o primeiro sucesso de Lin-Manuel Miranda. O ator, cantor, compositor, produtor, escritor e tudo mais já havia criado uma peça vencedora do Tony de Melhor Musical antes: In the Heights. Após um período de testes em Waterford, em 2005, o musical chegou aos palcos da Broadway em 2007, e transformou Miranda em um nome em que as pessoas começavam a prestar atenção. Ainda durante o auge de In the Heights – cuja versão cinematográfica estreia em 2021, sob o nome de Em um Bairro de Nova York -, Miranda começou aler a biografia de Alexander Hamilton escrita por Ron Chernow e publicada em 2004. Envolvido pela história do pai-fundador que foi braço-direito de George Washington e responsável por desenvolver um sistema financeiro que transformou os Estados Unidos, Lin começou a pensar em projetos envolvendo a história de Hamilton antes mesmo de acabar o livro. 

Inicialmente, Miranda pensou em produzir um álbum conceitual de hip hop sobre o primeiro Secretário de Tesouro norte-americano. E ele teve a oportunidade perfeita para testar o alcance de seu projeto. No dia 12 de maio de 2009, o compositor foi convidado pela administração de Barack Obama para se apresentar no White House Poetry Jam, que basicamente era um sarau de poesia que acontecia na Casa Branca, com a presença do presidente, sua família e convidados ilustres. Ao invés de apresentar uma música de In the Heights – cujo sucesso tinha gerado o convite -, Lin, acompanhado do diretor musical Alex Lacamoire, preferiu mostrar um conteúdo inédito, no caso uma versão prévia da música que serviria de abertura para a peça, “Alexander Hamilton”. À época, a letra da melodia era toda centrada na figura de Aaron Burr, o que mudou um pouco na versão derradeira.

Além de cativar todos os presentes no salão da Casa Branca, Miranda viu sua canção ganhar o mundo através das redes sociais. Publicado no canal oficial do governo americano, no YouTube, o vídeo com a apresentação viralizou e mostrou ao compositor um pouco do potencial para o projeto, que tinha o nome de The Hamilton Mixtape

Ainda no início de 2009, Miranda deixou o elenco de In the Heights na Broadway e passou a se dedicar completamente a embarcar na história de vida de Alexander Hamilton. Com o tempo, o compositor foi percebendo que tinha em mãos mais do que um álbum de hip hop, mas uma nova peça. Entre 2009 e 2012, fez apresentações esporádicas em Nova York, em que apresentava canções da peça, sempre despertando muita curiosidade por parte da cena teatral. No dia 27 de julho de 2013, Lin juntou alguns amigos para realizar uma leitural provisória do que tinha em um workshop no Powerhouse Theater Reading Festival, evento organizado pela conceituada universidade Vassar. Na ocasião, Lin, já acompanhado de nomes como Daveed Diggs e Christopher Jackson, leu boa parte do primeiro ato da peça e algumas canções do segundo, em apresentações completamente lotadas.

Todo burburinho fez criar uma aura de curiosidade e sucesso sobre Hamilton, que foi só aumentando com o passar do tempo. Em janeiro de 2015, a peça estreia Off-Broadway no tradicional The Public Theater em Nova York. Após seis meses de apresentações esgotadas, o musical se muda para o Richard Rodgers Theatre e finalmente estreia na Broadway.

 

Uma carreira de sucesso

Da estreia no Teatro Público até o último dia de apresentação com o elenco original, a peça não deixou de vender um único ingresso. E uma longa fila sempre ficava do lado de fora do teatro torcendo por raríssimos ingressos de desistentes. Mesmo após Lin-Manuel Miranda deixar a produção, e vários outros atores fazendo o mesmo na sequência, a casa de Hamilton sempre esteve cheia, e sempre praticando o valor de ingresso mais caro da cidade.

Nas bilheterias, o musical bateu recorde atrás de recorde, tendo sido a primeira produção da história a superar a marca de US$ 3 milhões em uma única semana (ou oito exibições). Antes mesmo do lançamento, acumulou uma pré-venda de cerca de US$ 30 milhões, algo nunca visto antes na Broadway. A procura era tão insana, e os valores tão altos, que a loteria de Hamilton acabou se transformando em um evento, o Ham4Ham. A loteria consistia em valores promocionais de US$ 10 para assistir ao musical. As pessoas iam para a frente do teatro para participar do sorteio. Com o Ham4Ham, Lin passou a fazer pequenas performances do lado de fora da bilheteria, premiando as pessoas que estavam ali lutando por um ingresso. As apresentações se tornaram tão populares que passaram a lotar a rua, o que começou a implicar em problemas no trânsito local e na circulação da cidade de NY. Após isso, a loteria passou a ser online. Logo no primeiro dia de sorteios online, o site da produção foi derrubado por causa de muita procura.

Mas o que explica o sucesso magistral da produção? O texto de Lin? Sem dúvida, mas não só isso. Um elemento foi muito importante para transformar Hamilton em algo maior, em algo que as pessoas queriam assistir, em algo que ultrapassava todas as barreiras da bolha da Broadway. E este elemento foi justamente o elenco formado praticamente apenas por minorias. Outras peças clássicas já haviam adotado o estilo de seleção “color-blind”, em que o responsável pelo casting não se importa com a raça do ator na hora de escolher o personagem. Mas este não é o caso de Hamilton. Aqui, há a opção deliberada por escolher homens e mulheres não-caucasianos para interpretar os pais-fundadores dos Estados Unidos e suas famílias. Quase 100% da peça é formada por atores negros, de origem latina ou asiática. E isso em todas as versões do elenco. Em todas as montagens. Em um momento cultural de engloba do Oscar So White ao Black Lives Matter, a opção por atores negros interpretando ícones históricos dos Estados Unidos, todos conhecidos através de pinturas clássicas, marca um rompimento com o real sem precedentes no teatro. E com muitas camadas. De certa medida, valoriza o trabalho do ator e as possibilidades de atuar além do seu tipo físico, raça ou ancestralidade. Num grau mais complexo, tenta olhar de forma crítica para a história. Lin descreve a peça como “”um olhar dos Estados Unidos da época através dos Estados Unidos atuais.”

Em um cenário político em que velhos indícios de intolerância começaram a sair do armário, Hamilton expunha de forma quase afrontosa seu elenco. E a própria narrativa da peça acabava ressoando em movimentos como o Brexit ou a eleição de Donald Trump. A decisão dos realizadores chegou a receber críticas de atores brancos da Broadway que viam quase como um “racismo reverso” (deixando claro que isso não existe!) no processo de seleção, mas com o passar do tempo tais vozes foram se apagando diante de uma verdadeira louvação. Mesmo organizações sociais e historiadores chegaram a questionar o fato de atores negros interpretarem homens brancos que exploravam pessoas como eles, mas Lin sempre defendeu a peça como uma plataforma para: 1) lançar as carreiras de atores negros (e latinos, e asiáticos); e 2) reforçar o absurdo que é a ausência histórica de tais minorias no centro do poder.

Além dos palcos

Que Hamilton era um mega-sucesso da Broadway já ficou claro, mas como o musical se tornou um fenômeno da cultura pop a ponto de virar um dos principais carros-chefe da Disney+?

A apresentação de Lin-Manuel Miranda na Casa Branca já havia demonstrado todo o potencial viralizante da obra. E isso ficou ainda mais evidente durante a trajetória da peça na Broadway. Quase todos os dias, inúmeras celebridades tentavam conseguir ingressos para o musical ou uma fotinho nos camarins após a apresentação. De Barack Obama a Beyoncé, passando por Madonna, Julie Andrews, príncipe Harry e Meghan Markle, a lista de celebridades era tão significativa que funcionou quase como uma ação promocional da peça. Todo dia, alguns dos artistas ou influenciadores mais famosos do mundo estavam ali divulgando a produção. Isso acabou despertando a atenção de pessoas que não necessariamente são apaixonadas por Broadway.

Aqui, cabe até uma curiosidade… Lin-Manuel Miranda estava internado num hospital, com uma febre de 40º, quando ficou sabendo que Beyoncé e Jay-Z iriam assistir a peça no dia. Ele quis fazer a apresentação mesmo assim, mas acabou aceitando a recomendação dos médicos e da esposa. Como podem ver, ele ficou de fora da foto acima, sendo substituído por Javier Muñoz, que viria a assumir o papel do protagonista após a saída de Lin.

E quem não tinha acesso aos palcos da Broadway e queria saber mais sobre Hamilton também teve uma oportunidade: a trilha sonora da peça, lançada em setembro de 2015, poucos meses após a estreia no teatro. Trata-se de uma das trilhas de maior sucesso comercial da história. O álbum entrou pro top 10 de 2015 da Rolling Stone e ficou mais de 250 semanas no top 200 da Billboard (e contando). Foram aproximadamente duas milhões de cópias vendidas, além de 7 álbuns de platina.  

A trilha original fez tanto sucesso que desencadeou outros projetos. No final de 2016, Lin reuniu atores e cantores famosos para gravar algumas das músicas da peça em The Hamilton Mixtape. Além disso, para o deleite dos fãs, inseriu canções que acabaram não entrando na versão final.

 

Multimídia

Hamilton foi um sucesso teatral, um sucesso musical e, agora, um sucesso cinematográfico. Por mais que a estreia nos cinemas tenha sido cancelada por causa da pandemia, o lançamento antecipado no Disney+ mostrou todo o potencial cênico da produção. Mas, além de tudo, Hamilton foi um sucesso viral. Se você é fã da peça, provavelmente já passou horas no YouTube consumindo todo tipo de conteúdo. O Ham4Ham não ficava apenas na porta do teatro, mas também nas redes sociais do musical. São inúmeros vídeos de Lin e do elenco interagindo com fãs ou entre eles. O YouTube também foi usado para apresentar conteúdos inéditos, como a versão original de “Burn”. E o magnetismo da peça também acabava alcançando ressonância em outros conteúdos virais. Dessa forma, Lin foi convidado para o Carpool Karaoke de James Corden e ainda viu suas músicas ganharem uma extraordinária versão polka por Weird Al Yankovic.

 

Objeto de estudo e discussão

O potencial educativo de Hamilton sempre esteve presente no debate, até pela capacidade de fazer jovens se interessarem por figuras como velhos presidentes e um secretário de tesouro dos Estados Unidos. Durante toda carreira da peça nos teatros, a produção fez parcerias com escolas locais, especialmente públicas, para facilitar o acesso de alunos. Mesmo no período de pandemia, Lin Manuel-Miranda tratou de criar o programa #EduHam at Home, um curso gratuito para estudantes e suas famílias em que explora o mundo de Hamilton e o processo de criação da peça.

Apesar do valor educativo, é importante ressaltar que o musical não é um retrato super preciso da vida de Alexander Hamilton e àqueles que o cercavam. Lin tomou certas liberdades narrativas, o que gerou muito debate por parte de historiadores e professores nos EUA. Há uma certa romantização dos personagens. É algo até natural numa obra de ficção, mas cuja a observação deve ser sempre feita para evitar conclusões equivocadas. Hamilton é retratado como um convicto abolicionista, mas historiadores reforçam que ele, por mais que tenha escrito sobre isso, não chegou a tomar tantas atitudes concretas neste sentido, principalmente diante do fato de seu sogro, o general e senador Philip Schuyler, ser dono de escravos. E o mesmo acontece com George Washington, outro dono de escravos que tem essa informação omitida na peça.

Sem dúvida, Hamilton realiza uma idealização do passado. Mas isso é algo que os Estados Unidos sempre fez. A diferença é que Hamilton idealiza um passado mais diverso, representativo, feminino e empoderador, sempre olhando para o futuro. E isso, é fabuloso!

‘Os Eternos’: Cena pós-créditos vai introduzir os X-Men no MCU

Segundo uma nova reportagem do We Got This Covered, o vindouro Os Eternos, que estreia em novembro do ano que vem, irá introduzir o icônico time de super-heróis conhecido como X-Men no Universo Cinemático Marvel.

O filme em questão terá uma cena pós-créditos ainda não detalhada que irá preparar o terreno para os novos personagens entrarem para o panteão, visto que os Eternos criaram o Gene-X e, dessa forma, permitiram a insurgência dos mutantes.

Os Eternos‘ é dirigido por Chloé Zhao e chega aos cinemas em 2020.

O elenco conta com Angelina Jolie (Thena), Salma Hayek (Ajax), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Don Lee (Gilgamesh), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

A trama segue os Eternos, seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘ até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

‘The Walking Dead: World Beyond’ ganha pôster e novas imagens oficiais; Confira!

A AMC divulgou novas imagens oficiais de The Walking Dead: World Beyond’, bem como mais um cartaz oficial.

Confira:

A série irá estrear no dia 12 de abril.

O projeto é comandado por Matt Negrete, roteirista e produtor da série original desde a 5ª temporada.

O elenco do spin-off conta com Nico Tortorella, Hal Cumpston, Alexa Mansour, Annet Mahendru, Nicolas Cantu e Aliyah Royale.

‘Pinóquio’: Roberto Benigni é Gepetto no novo trailer INCRÍVEL do live-action

Pinóquio, nova adaptação em live-action do clássico italiano, ganhou seu segundo trailer oficial.

No filme, Roberto Benigni vive o icônico marceneiro Gepetto. Federico Ielapi interpreta Pinóquio.

Assista:

O filme é dirigido e escrito por Matteo Garrone e tem estreia marcada para o dia 14 de agosto em cinemas selecionados e em VOD.

A produção será uma colaboração ítalo-francesa – logo, não faz parte do extenso panteão de remakes dos estúdios Walt Disney.

O elenco também conta com Gigi Proietti, Rocco Papaleo, Massimo Ceccherini, Matilda De Angelis e outros.

‘What If…?’: Série animada da Marvel ganha primeiro trailer INCRÍVEL; Confira!

Marvel Studios divulgou recentemente o primeiro trailer oficial de What If…?’, sua nova série animada que recontará e remodelará o panteão do MCU como o conhecemos.

Confira:

A produção tem estreia prevista para o verão estadunidense de 2021.

Laura Karpman, conhecida por seus trabalhos em Lovecraft Country‘L.A.’s Finest’, ficará responsável pela trilha sonora da série.

O novo show fica sob tutela de Kevin Feige e, claramente, não fará parte do cânone conhecido pelos fãs. 

What If é uma antologia que apresenta ao público cenários alternativos para os personagens mais icônicos da Marvel, e eles desde coisas sutis, como o Homem-Aranha entrando para o Quarteto Fantástico ou então o que aconteceria se o mundo soubesse que Demolidor é cego, até cenários mais extremos – por exemplo, e se Loki tivesse encontrado o martelo no lugar de Thor, ou Doutor Estranho tivesse se tornado um díscipulo de Dormammu?

Outro aspecto bastante popular dessa compilação é explorar como o mundo seria se certos personagens tivessem sobrevivido ao invés de morrer. Por exemplo, um dos quadrinhos explora o mundo em que Ben Parker, tio de Peter, não tivesse morrido, ou então em que Gwen Stacy não tivesse morrido nas mãos do Duende Verde.

‘Sombra e Ossos’: Vídeo nos convida para os incríveis bastidores da série de fantasia da Netflix; Confira!

A ambiciosa fantasia Sombra e Ossos, baseado na saga Grisha de Leigh Bardugo, finalmente chegou à Netflix e, para promovê-la, a plataforma de streaming divulgou um novo vídeo de bastidores incrível.

No featurette, o elenco e os criadores da produção nos levam para conhecer segredos sobre o aclamado drama fantástico.

Confira:

A história gira em torno de Alina Starkov, uma órfã que se transforma em uma soldado para tentar sobreviver no perigoso e obscuro mundo d’A Dobra das Sombras.

Eric Heisserer (A Chegada) entra como showrunner e adaptou os dois primeiros volumes da franquia. Shawn Levy (Stranger Things) é o produtor-executivo.

Jessie Mei LiArchie RenauxFreddy CarterAmita SumanKit YoungBen Barnes estrelam.

‘Round 6’: Assista aos divertidos erros de gravação da nova série sul-coreana da Netflix!

A série coreana ‘Round 6‘ (Squid Game), que traz uma mistura entre ‘Jogos Vorazes‘ e ‘Batalha Real‘, já estreou na Netflix! Todos os episódios já estão disponíveis no serviço de streaming.

Para promovê-la, a plataforma divulgou um novo vídeo que traz ao público os divertidos erros de bastidores da produção.

Confira:

Na trama, 456 pessoas participam de um jogo mortal na esperança de ganhar 45,6 bilhões de won. Para ganhar o dinheiro, é preciso vencer as 6 fases do jogo, mas a consequência de perder é a morte.

Hwang Dong-hyuk é o criador da série.

Um misterioso convite para entrar no jogo é enviado para pessoas em risco que precisam urgentemente de dinheiro. 456 participantes de todas as esferas da vida são trancados em um local secreto onde jogam para ganhar 45,6 bilhões de won. Cada jogo é uma tradicional brincadeira infantil coreana, mas a consequência de perder é a morte. Quem será o vencedor e qual é o propósito deste jogo?

Escolha o seu time no novo teaser explosivo de ‘Sonic 2 – O Filme’; Confira!

Paramount Pictures divulgou mais um clipe inédito da aguardada sequência Sonic 2 – O Filme’.

O filme tem estreia marcada para o dia 07 de abril nos cinemas nacionais.

Confira:

“Depois de se estabelecer em Green Hills, Sonic está pronto para mais liberdade, e Tom (James Marsden) e Maddie (Tika Sumpter) concordam em deixá-lo em casa enquanto eles saem de férias. Mas, assim que eles partem, o Dr. Robotnik (Jim Carrey) retorna, desta vez com um novo parceiro: Knuckles. A dupla busca uma esmeralda que tem o poder de construir e destruir civilizações. Sonic se junta a seu próprio companheiro, Tails, e juntos eles embarcam em uma jornada para encontrar a esmeralda antes que ela caia nas mãos erradas.”  

Lembrando que Ben Schwartz (‘Parks and Recreation’) dubla o Sonic. O elenco do filme original ainda conta com conta com Jim CarreyAdam Pally Neal McDonoughA direção é de Jeff Fowler

A atriz Colleen O’Shaughnessey foi confirmada como Miles “Tails” Prower. Ela já interpreta o icônico personagem há muito tempo nos games e até mesmo foi contratada para a breve cena pós-créditos do primeiro filme, dando o gancho para a continuação.

O’Shaughnessey se junta ao recentemente confirmado Idris Elba, que será Knuckles.

Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.

‘Industry’: 2ª temporada da aclamada série ganha teaser trailer LEGENDADO; Confira!

HBO Max divulgou o teaser trailer oficial e legendado da 2ª temporada de Industry, aclamado drama corporativo dirigido por Lena Dunham (‘Girls’).

A nova iteração tem estreia marcada para o dia 01 de agosto na plataforma de streaming.

Confira, junto às imagens promocionais:

O primeiro ciclo do show conta com oito episódios, criados por Jane Tranter (‘Fronteiras do Universo‘).

A premiada dupla Mickey DownKonrad Kay, ambos vencedores do BAFTA, é responsável pelo roteiro.

A história gira em torno de um grupo de jovens graduandos competindo por limitadas vagas em uma empresa de investimento em Londres. As fronteiras entre colegas, amigos, amantes e inimigos logo se fundem umas com as outras à medida que eles mergulham num mundo marcado pelo sexo, pelas drogas e pela egolatria.

‘The Cleaning Lady’: ÚLTIMOS episódios da 2ª temporada ganham trailer oficial; Confira!

FOX divulgou o trailer oficial dos últimos episódios da 2ª temporada do drama criminal The Cleaning Lady, estrelado por Élodie Yung.

Os dois capítulos finais, intitulados “Sanctuary”“At Long Last”, vão ar no dia 12 de dezembro.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

A série foi criada por Miranda Kwok, baseada na série argentina ‘La Chica que Limpia’.

Uma médica se muda para os Estados Unidos buscando um tratamento para seu filho doente. Porém, o sistema norte-americano falha com ela, obrigando-a a se esconder. Se recusando a perder e ser marginalizada, ela se torna faxineira para a máfia, jogando com suas próprias regras.

Adan CantoOliver HudsonMartha MillanSebastien LaSalleValentino LaSalleSean LewFaith BryantEva De Dominici e outros completam o elenco.

‘O Pior Vizinho do Mundo’: Comédia dramática com Tom Hanks chega AMANHÃ na HBO Max!

‘O Pior Vizinho do Mundo’, comédia dramática estrelada pelo vencedor do Oscar Tom Hanks, ganhou data de estreia na HBO Max Brasil.

O longa-metragem será lançado amanhã, 12 de maio, na plataforma de streaming.

Confira o novo trailer promocional e CinePOP no YouTube:

A produção é baseado no aclamado romance ‘A Man Called Ove’, de Frederik Backman, e acompanha o personagem titular, um irritável e extremamente estrito viúvo que investiga e julga as atividades que se desenrolam em seu bairro. Um homem isolado, profundo e solitário que ainda lida com o luto de perder a esposa, a vida tem sido injusta com Otto. Entretanto, ele acaba criando uma amizade inesperada com seus novos vizinhos, o que permite que ele cresça e se cura. Entretanto, velhos hábitos são difíceis de serem mudados – e sua jornada será bastante árdua.

Marc Foster (‘Finding Neverland’) fica responsável pela direção do longa, enquanto David Magee (‘As Aventuras de Pi’) está sendo considerado para assinar a adaptação.

Rachel KellerManuel Garcia-RulfoMariana Treviño também fazem parte do elenco.

Dica da Semana | Filmes românticos CLÁSSICOS para ver na HBO Max

Ainda que encontrar o amor não seja uma tarefa fácil, sempre somos atraídos por produções cinematográficas que falam sobre o tema – e que nos dão esperança de que a nossa alma gêmea está por aí e que, em algum momento, os destinos irão se cruzar.

Ao longo dos anos, narrativas do gênero se transformaram em odes relembradas até os dias de hoje – como Diário de uma Paixão, a trilogia ‘Antes’ e inúmeros outros.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista com cinco filmes românticos para você conferir na HBO Max.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

…E O VENTO LEVOU (1939)

Apesar das inúmeras problemáticas, ‘…E o Vento Levou’ não poderia estar de fora da nossa lista, visto que é considerado um dos filmes mais importantes e marcantes de todos os tempos. E é claro que não podemos ser anacrônicos com a temática explorada em um filme dos anos 1930, mas sim explorar seu impacto gigantesco que rendeu à produção nada menos que oito estatuetas do Oscar – incluindo a de Melhor Atriz Coadjuvante para Hattie McDaniel, que se tornou a primeira mulher negra a conquistar o prêmio.

Na trama, Scarlett O’Hara é uma jovem mimada que consegue tudo o que quer. No entanto, algo falta em sua vida: o amor de Ashley Wilkes, um nobre sulista que deve se casar com a sua prima Melanie. Tudo muda quando a Guerra Civil americana explode e Scarlett precisa lutar para sobreviver e manter a fazenda da família.

CASABLANCA (1942)

O clássico Casablanca não é apenas considerado o maior romance de todos os tempos, mas um dos melhores longas-metragens da história da sétima arte – contando com atuações impecáveis, um roteiro inspirado e uma profundidade estética e técnica que serve de inspiração para inúmeros realizadores.

Ambientada contra o belicoso cenário da II Guerra Mundial, a trama acompanha Rick Blaine (Humphrey Bogart), gerente de um modesto e pitoresco café na cidade de Casablanca que sofre pela ilusão do amor verdadeiro. Incrédulo sobre a possibilidade de encontrar alguém, sua visão de mundo muda totalmente quando Ilsa Lund (Ingrid Bergman) adentra o estabelecimento em busca de salvação ao lado do marido, Victor Laszlo (Paul Henreid).

TRILOGIA ANTES (1995 – 2013)

A trilogia ‘Antes’ não é considerada uma das maiores da história do cinema por qualquer motivo: comandada pelo aclamado realizador Richard Linklate e trazendo Ethan HawkeJulie Delpy como os protagonistas, os longas-metragens funcionam como uma exploração do romance pós-moderno que traz reflexões sobre tempo, idade, perda e autodescoberta de maneira impecável.

A narrativa acompanha o relacionamento amoroso entre Jesse (Hawke) e Céline (Delpy) em três períodos diferentes de suas vidas: o primeiro se passa em apenas uma noite em Viena, na Áustria, discorrendo sobre como os dois se apaixonaram; o segundo, ambientado nove anos depois, nos leva para Paris, marcando o reencontro entre Jesse e Céline; e o terceiro, ambientado nove anos no futuro, nos leva à Costa Peloponesa, na Grécia, e nos mostra que os dois se casaram e agora enfrentam alguns problemas que precisam resolver.

O CASAMENTO DO MEU MELHOR AMIGO (1997)

Dirigido por P.J. Hogan e trazendo nomes como Julia RobertsDermot MulroneyCameron DiazRupert Everett no elenco, O Casamento do Meu Melhor Amigo é um dos filmes românticos mais adorados do público e, além da estrondosa bilheteria, recebeu críticas bastante positivas que destacaram a química do elenco e a singela e apaixonante narrativa.

Na trama, Julianne e Michael são ex-namorados que viraram melhores amigos. Eles combinaram que se casariam se ambos continuassem solteiros quando completassem 28 anos. Às vésperas da fatídica data, ela recebe um telefonema do amigo anunciando que está prestes a se casar com outra, a charmosa Kimberly. Julianne se descobre apaixonada por Michael e aceita o convite para ser madrinha, mas com a intenção de reconquistá-lo antes do casamento acontecer.

DIÁRIO DE UMA PAIXÃO (2004)

Esse clássico romântico conta a história de Allie Hamilton (Rachel McAdams) e Noah Calhoun (Ryan Gosling), dois jovens enamorados que em 1940 se conheceram num parque de diversões. Eles foram separados pelos pais dela, que nunca aprovaram o namoro, pois Noah era um trabalhador braçal e oriundo de uma família sem recursos financeiros. Para evitar qualquer aproximação, os pais de Alie a mandam para longe.

Por um ano Noah escreveu para Allie todos os dias mas não obteve resposta, pois a mãe (Joan Allen) dela interceptava as cartas de Noah para a filha. Crendo que Allie não estava mais interessada nele, Noah escreveu uma carta de despedida e tentou se conformar. Alie esperava notícias de Noah, mas após 7 anos desistiu de esperar ao conhecer um charmoso oficial, Lon Hammond Jr. (James Marsden), que serviu na 2ª Grande Guerra (assim como Noah) e pertencia a uma família muito rica. Ele pede a mão de Allie, que aceita, mas o destino a faria se reencontrar com Noah. Como seu amor por ele ainda existia e era recíproco, ela precisa escolher entre o noivo e seu primeiro amor.

Harrison Ford e Anthony Mackie nas imagens INÉDITAS de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’; Confira!

EW divulgou as duas primeiras imagens oficiais da aguardada sequência ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’.

As fotos dão destaque aos personagens de Anthony MackieHarrison Ford.

Confira:

Durante a CinemaCon 2024, a Disney divulgou o trailer oficial do longa-metragem, e o CinePop teve a oportunidade de presenciar essa estreia épica em primeira mão!

O novo longa apresenta Sam Wilson (Mackie) assumindo o manto do Capitão América e enfrentando novos desafios em um mundo turbulento.

O presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, definiu o filme como um “thriller de ação relativamente realista”, dando o tom para a aventura que nos espera.

No trailer, vemos Sam Wilson se reunindo com o General Thaddeus E. “Thunderbolt” Ross (Ford), agora presidente dos Estados Unidos, na Casa Branca. Ross, impressionado com as ações de Wilson no México, pede sua ajuda para reunir os Vingadores sob a liderança de um novo Capitão América.

Sam, no entanto, se questiona sobre o que fazer caso discordem sobre o comando da equipe. A tensão aumenta quando um vilão misterioso assume o controle dos alto-falantes e manipula as mentes dos agentes do Serviço Secreto e de Isaiah Bradley (Carl Lumbly), com quem Sam precisa lutar para conter a ameaça.

Em seguida, somos presenteados com sequências de ação de tirar o fôlego, com Sam sendo atacado na Casa Branca e usando seu escudo para se defender de diversos agentes do Serviço Secreto. O trailer também mostra Sam Wilson e Joaquín Torres/Falcão lutando lado a lado.

O clímax do trailer nos leva a um embate épico entre Sam e Thunderbolt Ross no Salão Oval. Ross dispara: “Você não é Steve Rogers”. Após uma pausa tensa, Sam responde: “Você está certo, eu não sou”. E então, para delírio do público, ele surge em seu novo traje de Capitão América, agora com tons prateados e azuis, marcando a nova era do herói.

‘Capitão America: Admirável Mundo Novo’ chega aos cinemas no dia 14 de fevereiro de 2025.

Confira a reação de Renato Marafon do CinePop:

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Os 10 Melhores Filmes Internacionais do Século (Até Agora)

O cinema não possui a alcunha de sétima arte por qualquer motivo: afinal, é ele quem conflui todas as outras expressões artísticas em um mesmo lugar, seja nos enquadramentos e nas fotografias (emulando a própria pintura), seja no uso da música como potencializador narrativo.

E, desde a consagração do cinema como “arte” no sentido factual do termo, inúmeros títulos carregam o lendário título de revolucionários, por terem modelado diversas “regras” ou “formulações” a serem seguidas por cineastas, auxiliando-os inclusive a desmistificar convencionalismos em prol de impulsões que caem no gosto dos espectadores e dos especialistas.

Pensando nisso, tivemos a árdua tarefa de eleger os dez melhores longas-metragens do século XXI (até agora).

Confira abaixo as nossas escolhas:

10. E SUA MÃE TAMBÉM (2001)

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No cenário mainstreamAlfonso Cuarón ganhou aclame e fama mundiais ao comandar títulos como ‘Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban’‘Filhos da Esperança’. Porém, em 2001, Cuarón lançou a obra-prima de sua carreira com a espetacular dramédia coming-of-age E Sua Mãe Também. Indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original, o filme acompanha Julio e Tenoch, dois adolescentes que, junto com Luisa, uma mulher mais velha, embarcam em uma jornada para uma praia paradisíaca. Em uma viagem de carro pelo México, os três acabam se envolvendo e aprendem muito sobre si mesmos e suas relações.

9. DRIVE MY CAR (2021)

“O que se deve fazer da vida e do amor? Buscando por perguntas sobre a existência e entregando respostas em forma de diálogos e situações do cotidiano, […] Drive my Carflerta com a metalinguagem em sua narrativa de pausas e longos diálogos,  principalmente quando colocamos o sujeito sob a ótica de estarmos presenciando uma adaptação de um famoso conto do mais famoso médico e escritor que rompeu as barreiras do drama no universo teatral, Anton Tchekhov. Um trabalho fabuloso de Ryûsuke Hamaguchi, um cineasta que sempre precisamos estar de olho” – Raphael Camacho

8. PARASITA (2019)

“Toda a mise-en-scène de confrontação do medo e horror da flagelação humana, desde o início até o último minuto desta fábula de sobrevivência, é um delírio cinematográfico. Comprovando, deste modo, que Joon-ho Bong é um dos maiores realizadores da atualidade. Ele entrega exatamente o que o público espera ao começar a prestar a atenção aos feixes de luz pulsantes na tela: o deleite” – Letícia Alassë

7. POBRES CRIATURAS (2023)

Além de apresentar uma perspectiva totalmente original à história eternizada por Mary Shelley e recriada por Alasdair Gray em seu romance, Pobres Criaturas mergulha em uma reflexão sobre a imutabilidade da condição humana dentro de um contexto de época, prezando por uma atemporalidade que em nenhum momento soa anacrônica, mas que fornece os elementos necessários para criar um elo entre passado, presente e futuro – um retrato que, ao mesmo tempo, é otimista e pessimista, infundido em uma celebração surrealista das pulsões do indivíduo.

6. A REDE SOCIAL (2010)

Um dos filmes mais conhecidos da carreira de David Fincher é a aclamada biografia A Rede Social. Lançada em 2010, a obra é baseada no livro ‘The Accidental Billionaires’ e conta a fundação da plataforma social Facebook e toda a controvérsia envolvendo o fundador Mark Zuckerberg. O longa trouxe no elenco nomes como Jesse EisenbergAndrew GarfieldJustin TimberlakeArmie Hammer e Max Minghella. Com roteiro de Aaron Sorkin, que inclusive levou o Oscar para casa, o filme foi extremamente aclamada pelo público e pela crítica especializada, e conquistou inúmeros prêmios.

5. MOONLIGHT: SOB A LUZ DO LUAR (2016)

Moonlight: Sob a Luz do Luar’ é um filme necessário. Vencedor da estatueta de Melhor Filme no Oscar 2018, a história que revolve a infância, adolescência e vida adulta conturbadas de Chiron, todas as múltiplas subtramas são uma análise subjetiva, emocionante e muito relevante sobre inúmeros temas, incluindo tráfico de drogas, racismo, pobreza e principalmente, apesar de extremamente sutil, a aceitação da sexualidade. Desde criança, o protagonista sofria com comentários incisivos sobre seu jeito “afeminado” e não aceito na comunidade onde morava. Conforme crescia, Chiron e seu melhor amigo Kevin transformam a amizade em uma complicada tensão sexual e nova, que assusta a ambos e que culmina em uma das sequências mais belas do cinema. O filme não permite simplificações, visto que afasta-se da rotulagem de “narrativa de nicho” para fornecer uma perspectiva muito maior e mais complexa que seus semelhantes.

4. CIDADE DOS SONHOS (2001)

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David Lynch é conhecido por gostar de chocar seu público. E é isso o que ele faz com grande sucesso no filme ‘Cidade dos Sonhos, protagonizado por Naomi Watts e Laura Harring. Misturando o mundo real com as inconstâncias do paralelismo onírico, a história de mistério é perscrutada por uma gradativa tensão sexual, pautada no desejo e no primitivismo humano, entre as personagens principais, que eventualmente consumam sua atração uma pela outra em uma cena incrível. Ao contrário de outros filmes do gênero, a crueza é a opção narrativa principal, com passagens explícitas e que não se preocupam com a catarse absorvida pelo espectador.

3. A VIAGEM DE CHIHIRO (2001)

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A Viagem de Chihiro não é considerado um dos melhores filmes da história por qualquer motivo: a produção, dirigida e escrita por Hayao Miyazaki, surpreendeu a todos por uma competente e emotiva narrativa, guiada por uma animação cautelosamente arquitetada – e não apenas conquistou aclame da crítica, como carregou o título do filme mais bem-sucedido da história da sétima arte japonesa por quase duas décadas. Como se não bastasse, o título ajudou a calcar a animação como arte, e não apenas como um gênero voltado ao público infantil.

2. O SEGREDO DE BROKEBACK MOUNTAIN (2005)

É inexplicável o motivo de O Segredo de Brokeback Mountain não ter levado o Oscar de Melhor Filme para casa – mas seu legado estende-se até hoje. Dirigido por Ang Lee, o drama romântico neo-western retrata o complexo relacionamento emocional e sexual entre dois caubóis estadunidenses, chamados Ennis Del Mar e Jack Twist, no Meio-Oeste dos anos 1960. Interpretados por Jake Gyllenhaal Heath Ledger em rendições que ficariam marcadas para a história, o longa-metragem acompanha os dois protagonistas trabalhando como pastores em uma fazenda em Wyoming e como eles esconderam quem realmente eram do mundo, mantendo um caso romântico por mais de vinte anos.

1. O SENHOR DOS ANÉIS: O RETORNO DO REI (2003)

‘O Retorno do Rei’ traz uma história maravilhosa contada com detalhes impressionantes que honram o nome de J.R.R. Tolkien. Entretanto, ele não merece reconhecimento apenas por isso, e sim por representar a excelência em relação aos primores técnicos. Se o diretor Peter Jackson conseguiu criar mágica nas obras anteriores, aqui ele supera a seus próprios limites ao não apenas orquestrar coreografias perfeitas e fluidas, mas por unir investidas artísticas e metodológicas em uma só atmosfera: cada frame se assemelha a uma pintura barroca pela composição paradoxal de luz e sombra, seja nos momentos de glória dos personagens, nos reflexivos ou nos derradeiros. Em adição, os enquadramentos e movimentos de câmera são tão fluidos que parecem dançar conforme seguem os guerreiros em suas tentativas de prevalecer perante a ruína iminente.

Primeiras Impressões | 3ª temporada de ‘Reacher’ mantém o ALTO nível de qualidade da série com uma história bastante envolvente

Desde sua estreia oficial no catálogo do Prime Video em 2022, Reacher tornou-se um sucesso absoluto de público e de crítica – não apenas pelos nomes envolvidos nessa explosiva adaptação, mas também pelo charme irresistível de Alan Ritchson como o personagem titular. Baseado na saga literária ‘Jack Reacher de Lee Child, a trama é centrada em um ex-policial militar do exército dos Estados Unidos que se autoproclama uma espécie de “freelancer” e que possui habilidades invejáveis de intelecto e força que o coloca como alvo de pessoas e organizações bastante perigosas. Agora, somos convidados a retornar para esse universo com a estreia da aguardada 3ª temporada, cujos três primeiros episódios já estão disponíveis no Prime Video.

Nessa nova iteração, Reacher cruza caminho com o jovem Richard Beck (Johnny Berchtold), que é quase assassinado durante uma emboscada, mas é salvo pelo nosso herói e levado de volta para casa. Porém, o que Reacher não imaginava era que Richard é filho de um mortal magnata que trabalha como um importador de tapetes orientais chamado Zachary (Anthony Michael Hall) – e que, após perceber as incríveis habilidades do ex-agente militar, resolve contratá-lo (praticamente à força, diga-se de passagem). Na verdade, Zachary não deixa muitas escolhas, colocando-o sob a prova da “roleta russa” com um revólver e afirmando que, caso ele recuse a oferta de auxiliá-lo em suas empreitadas, ele será denunciado para os oficiais de justiça por ter atirado em um policial para salvar Richard.

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O que não imaginávamos é que Reacher, na verdade, está trabalhando como agente infiltrado através de Susan Duffy (Sonya Cassidy), uma agente da DEA (Departamento de Controle de Drogas dos Estados Unidos) que recruta os serviços do protagonista para ajudá-la a resgatar uma informante que foi sequestrada e, ao que tudo indica, torturada por Zachary e seus comparsas. E, após criarem um plano que tinha tudo para dar errado, Reacher oficialmente se infiltra nesse submundo do crime, fazendo de tudo para encontrá-la e descobrindo segredos obscuros que podem colocar não apenas a sua vida em risco, mas a de todos à sua volta.

Considerando o espectro de ação, espionagem e thriller adotados pelos romances originais e pela série, não há muita escapatória de certos convencionalismos; porém, o criador e showrunner Nick Santora tem plena ciência das fórmulas em que esbarra para trazer essa nova história às telinhas e faz questão de abrir espaço para que o elenco brilhe em meio a certos diálogos um tanto quanto clichês e uma estética imagética que é própria de enredos do gênero. E, no final das contas, os três primeiros capítulos dessa terceira iteração funcionam dentro dos limites autoimpostos e cumprem com seu maior objetivo: o de entreter.

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Falar de Ritchson parece redundante a esse ponto, considerando que o ator é o fio conduto de cada um dos episódios e vestiu a roupagem de Reacher de maneira indelével e apaixonante. Aqui, é notável como o personagem passa por mais um processo de amadurecimento, fomentando seu arco com incursões bem-vindas e com mais algumas camadas de complexidade e de humor ácido que já se tornaram marca registrada. Nos novos episódios, inclusive, é notável a química que ele desfruta não só ao lado de Cassidy, que faz um trabalho incrível ao encarnar a calculista Susan, mas ao lado de Olivier Richters como Paulie, um dos guarda-costas de Zachary que, apesar do porte assustador, em momento algum faz Reacher “tremer nas bases”, por assim dizer.

O restante do elenco também faz um trabalho ótimo, com destaque à presença ambígua de Hall como Zachary, que consegue pincelar os arquétipos vilanescos que lhe são dados com uma espécie de humanização, algo que pode premeditar sua provável ruína durante a temporada. Ademais, os episódios iniciais têm maior enfoque na missão que é entregue a Reacher, movendo-se através de uma montagem que oscila entre o frenesi das cenas de ação e de uma paleta de cores efervescente, e o drama detetivesco que revela os planos de Reacher e dos membros da DEA, configurados dentro de um microcosmos mais sóbrio e racional.

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A 3ª temporada de Reacher tem um sólido início e mantém a qualidade das iterações anteriores, ainda que não tenha aproveitado todo o potencial que tenha. Todavia, considerando que estamos sendo introduzidos a um enredo inédito, é costumeiro que o ritmo seja mais contido por agora, para explodir na reverberante envolvência que fez com que nos apaixonássemos pela série desde sua estreia.

Homem de costas, logo 'Reacher', nova temporada em fevereiro

Miley Cyrus lança clipe de “Walk of Fame”, faixa do álbum ‘Something Beautiful’

A vencedora do Grammy Miley Cyrus lançou o clipe oficial do novo single de seu mais novo álbum de estúdio, Something Beautiful.

Intitulada “Walk of Fame”, a canção marca parceria com Brittany Howard, e é precedida pelos singles “End of the World”, “More to Lose”“Every Girl You’ve Ever Loved”.

Lembrando que o compilado de originais já está disponível nas plataformas.

Assista:

O álbum vem acompanhado de um filme visual dirigido por Cyrus, Jacob Bixenman Brendan Walter, com fotografia de Debie, e que terá estreia mundial no Festival de Tribeca.

O disco conta com treze faixas inéditas e funcionará como uma experiência visual única que inclui nomes importantes do mundo da moda: Thierry MuglerJean Paul GaultierAlexander McQueen e Alaïa.

‘Emily em Paris’: 5ª temporada chega ESTA SEMANA ao streaming!

‘Emily em Paris’, a popular série de comédia estrelada por Lily Collins (‘Espelho, Espelho Meu’), retorna esta semana com episódios inéditos.

A 5ª temporada, que leva Emily Cooper de Paris para Roma, será lançada no catálogo da Netflix no próximo dia 18 de dezembro.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Nos novos episódios, Emily agora é a chefe do escritório da Agence Grateau em Roma, onde enfrentará novos desafios. Um plano de trabalho que dá errado causa revezes na carreira e na vida pessoal, e um grande segredo ameaça um de seus relacionamentos mais próximos.

‘Emily em Paris’: Gravações da 5ª temporada são interrompidas após morte no set

Os fãs podem esperar o retorno dos personagens regulares da série, como Philippine Leroy-Beaulieu (Sylvie Grateau), Ashley Park (Mindy Chen), Samuel Arnold (Julien), Bruno Gouery (Luc) e William Abadie (Antoine Lambert), além de Thalia Besson, Paul Forman e Arnaud Binard.

Entre as novidades no elenco estão Bryan Greenberg e Michèle Laroque, que interpretarão Jake, um americano vivendo em Paris, e Yvette, uma antiga amiga de Sylvie, respectivamente. Minnie Driver, também recém-chegada à série, interpretará a Princesa Jane nesta nova temporada.

‘Protective Custody’: Ben Stiller irá estrelar e produzir nova COMÉDIA do Apple TV; Saiba mais!

Segundo a VarietyBen StillerMike Judge estão desenvolvendo uma nova série de comédia para o Apple TV.

Com título atual de ‘Protective Custody’, o projeto traz Stiller como “um financista em desgraça, acusado de fraude em larga escala, é colocado sob custódia protetiva, onde precisa lidar com a política prisional, salvar sua reputação e enfrentar as consequências de seus atos enquanto aguarda julgamento”.

Judge (‘Silicon Valley’) coassina a história ao lado de Steve Hely (‘Veep’) e Dave King (‘Park and Recreation’). Os três também assumem as funções de produtores executivos e showrunners.

Judge fica responsável pela direção dos episódios.

Stiller e John Lesher entram como produtores executivos através da companhia Red Hour, juntamente a Ben SilvermanHoward Owen e Rodney Ferrell, da Propagate ContentMichael RotenbergOly Obst, da 3 Arts Entertainment; e Nanette Burstein.

Caso ‘Protective Custody’ ganhe sinal verde pelo streaming, este será o segundo papel principal de Stiller em uma produção do Apple TV, visto qu também estrelará a série ‘The Off Weeks’. Além disso, ele é produtor executivo da aclamada e premiada ‘Ruptura’, também do s “Severance”, também da plataforma.

Mais detalhes não foram divulgados.

‘Thor 4’: Valquíria será a primeira heroína gay do MCU na sequência

De acordo com o We Got This Covered, foi revelado na San Diego Comic Con que a Valquíria (Tessa Thompson) será a primeira heroína gay do MCU.

Kevin Fiege confirmou a notícia e disse que a representatividade irá se expandir em outros filmes da Marvel:

“A resposta é sim”, disse ele. “Como isso afeta a história [de ‘Thor 4′] é que esse nível de representação irá se expandir nos próximos filmes, não apenas em ‘Thor 4‘”.

Alguns fãs já apostavam na decisão e uma cena mostrando a bissexualidade da asgardiana já estava planejada em ‘Thor: Ragnarok‘, mas acabou sendo cortada da versão final.

Agora resta saber como a será a narrativa de ‘Thor: Amor e Trovão’, que chega aos cinemas no dia 5 de novembro de 2021.

O elenco conta com Chris Hemsworth, Tessa Thompson e Natalie Portman. A direção é de Taika Waititi .

Além disso, foi revelado que Natalie Portman será a versão feminina do Thor nos cinemas.

Confira o logo:

Waititi foi o responsável por roteirizar e dirigir o filme anterior do personagem, ‘Thor: Ragnarok‘, que foi muito bem recebido pelos críticos e fãs e arrecadou mais de US$ 850 milhões mundialmente!

Além disso, o We Got This Covered informar que Amora, a Feiticeira, provavelmente será a principal vilã do filme.

Amora, a Feiticeira

Ainda assim, não é seguro afirmar com certeza essa possibilidade, já que o filme ainda é uma hipótese, mas as fontes do site dizem que Amora é a melhor escolha para o filme. Para quem não conhece, Amora é uma das maiores inimigas dos asgardianos, embora ela e Thor também tenham sido amantes nos quadrinhos.

‘X-Men’: Hugh Jackman revela se gostaria de interpretar o Wolverine no MCU

Quem é que não gostaria de ver o Wolverine se unindo aos ‘Vingadores‘ em algum momento do MCU? Infelizmente, Hugh Jackman se aposentou do papel antes da aquisição da Fox pela Disney.

Durante uma entrevista para o The Daily Beast, o astro foi questionado se ainda gostaria de se juntar ao MCU, ao que ele respondeu:

“Eu sempre quis fazer parte do MCU. Sinceramente, se houvesse essa possibilidade há uns sete anos, eu diria: ‘Mas é claro!’ Mas já passou… Não me arrependo de aposentar o personagem, eu sabia que era o momento certo para isso. Agora está na hora de outra pessoa dar vida ao Wolverine.”

Ele continuou:

“Já me perguntaram dezenas de vezes se eu voltaria a interpretá-lo, mas eu encaro isso como um show, sabe? Às vezes você está cansado e só quer ir embora, mas sempre há alguém dizendo: ‘Ei, tem um novo DJ, novas músicas, não quer continuar?’ Você fica tentado, mas diz: ‘Parece bom, mas é melhor não’.”

Lembrando que a última atuação de Jackman como Wolverine foi há três anos, em Logan‘, adaptação dirigida por James Mangold.

Em seu perfil do Instagram, o astro publicou uma série de fotos caracterizado como o velho Logan em homenagem ao personagem que interpretou por 17 anos.

Na legenda, Jackman escreveu:

“Há 03 anos, neste dia, ‘Logan‘ chegava aos cinemas. Obrigados pelos muitos anos de suor, frangos grelhados cozido no vapor, pela oportunidade de interpretar o papel de uma vida inteira!”

Confira:

Logan foi uma das adaptações de quadrinhos mais simbólicas, não apenas por marcar a despedida de Hugh Jackman como o herói, mas também por toda sua carga emocional.

Além disso, foi a primeira adaptação de um filme de herói indicada ao Oscar de Melhor Roteiro Adaptado, nos 90 anos de história da premiação.

Dirigido por James Mangold, ‘Logan‘ foi um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 619 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 95 milhões.

Assista nossa crítica:

Ray Fisher critica a renovação de contrato do presidente da DC Films; Entenda!

Na noite de ontem (05), foi anunciado que Walter Hamada renovou seu contrato como presidente da DC Films, e vai permanecer no cargo até 2023.

No entanto, Ray Fisher, o Ciborgue de ‘Liga da Justiça‘ criticou a decisão em seu perfil do Twitter, sugerindo que Hamada deveria estar sob investigação por conta de comportamentos abusivos nos bastidores do filme.

Na publicação, o astro ressalta que Hamada também estava trabalhando com Geoff Johns, produtor que encontra-se sob investigação interna da Warner pelo mesmo motivo.

Fisher parecia irritado ao afirmar que a Warner “esqueceu de mencionar que Hamada estava trabalhando com Johns no mesmo período das refilmagens de ‘Liga da Justiça‘, quando os episódios de abusos foram denunciados.

Ele ainda deixou claro que deve contar mais sobre o assunto futuramente.

Confira:

“É estranho como esses anúncios reacionários da Warner Bros sempre esquecem de mencionar que Walter Hamada estava trabalhando diretamente com Geoff Johns e Toby Emmerich (em ‘Shazam!‘) DURANTE as refilmagens de ‘Liga da Justiça‘. Mais em breve.”

Anteriormente, Fisher disse que nunca mais vai trabalhar com Hamada devido às suas mentiras.

Walter Hamada é o tipo mais perigoso que existe de mentiroso. Suas mentiras e o contato de 4 de setembro da assessoria de imprensa da Warner Bros pretendiam prejudicar as questões reais por trás da investigação sobre Liga da Justiça. Não participarei de nenhum filme produzido por ele”, afirmou.

Entenda o caso

O ator Ray Fisher fez sérias acusações contra o diretor Joss Whedon, alegando que os produtores-executivos Geoff Johns e Jon Berg permitiram um comportamento “nojento e abusivo” durante as filmagens de ‘Liga da Justiça‘.

“O tratamento de Joss Whedon no set com o elenco e na equipe da ‘Liga da Justiça’ foi nojento, abusivo, pouco profissional e completamente inaceitável. Isso foi permitido, de várias maneiras, por Geoff Johns e Jon Berg. Responsabilidade> Entretenimento”, afirmou.

Pouco depois, o diretor Kevin Smith apoiou o ator Ray Fisher e revelou mais detalhes sobre o comportamento de Joss Whedon no set de ‘Liga da Justiça‘.

Segundo ele, já existiam histórias nos bastidores de que Joss Whedon estava “desmerecendo” o trabalho do Zack Snyder.

No episódio mais recente do podcast Fatman Beyond, Kevin Smith endorsou os comentários de Fisher:

“Um dia eu visitei o set de A Ascensão Skywalker, e fiquei conversando com pessoas que tinham trabalhado nas duas versões de Liga da Justiça. O pessoal dos efeitos especiais disse que Joss tinha o hábito de falar mal da versão de Zack [Snyder]. Ele cortava, descartava e era negativo quanto à versão de Zack, que ele havia assistido e que todas aquelas pessoas haviam feito juntas. Eles disseram que o set ficou bem tóxico”, afirmou. 

O ator que viveu o Ciborgue chegou até a alegar que o produtor-executivo Geoff Johns chegou a ameaçar sua carreira.  Após a denúncia, a Warner Bros. começou uma investigação para descobrir a verdade por trás das alegações.

Whedon e Johns permaneceram em silêncio após as alegações de Fisher em julho.

Porém, recentemente a Warner Bros. afirmou que o ator não está colaborando com as investigações.

Leia a declaração completa da Warner Bros.:

Em julho, os representantes de Ray Fisher pediram ao presidente da DC Films, Walter Hamada, que conversasse com o Sr. Fisher sobre suas preocupações durante a produção de ‘Liga da Justiça’. Os dois já haviam se falado quando o Sr. Hamada pediu que ele repetisse seu papel como Ciborgue em Flash, juntamente com outros membros da Liga da Justiça. Em sua conversa de julho, o Sr. Fisher relatou divergências que teve com a equipe de criação do filme em relação à sua interpretação de Ciborgue, e reclamou que as revisões sugeridas do roteiro não foram adotadas. O Sr. Hamada explicou que diferenças criativas são uma parte normal do processo de produção e que o roteirista / diretor de um filme deve, em última instância, ser responsável por esses assuntos. Notavelmente, o Sr. Hamada também disse ao Sr. Fisher que elevaria suas preocupações à WarnerMedia para que eles pudessem conduzir uma investigação.

Embora o Sr. Fisher nunca tenha alegado qualquer conduta indevida contra ele, a WarnerMedia, no entanto, iniciou uma investigação sobre as preocupações que ele havia levantado sobre a representação de seu personagem. Ainda não satisfeito, Fisher insistiu que a WarnerMedia contratasse um investigador independente. Este investigador tentou várias vezes se encontrar com o Sr. Fisher para discutir suas preocupações, mas, até o momento, o Sr. Fisher recusou-se a falar com o investigador. A Warner Bros. continua comprometida com a responsabilidade e o bem-estar de cada elenco e membro da equipe em cada uma de suas produções. Ele também continua empenhado em investigar qualquer alegação específica e confiável de má conduta, que até agora o Sr. Fisher não forneceu.

Vale lembrar que o papel do Ciborgue foi drasticamente reduzido nas refilmagens de Whedon, mas Zack Snyder prometeu que dará ao personagem o destaque merecido no novo corte do filme, que tem previsão de estreia para 2021 na HBO Max

Confira as imagens promocionais:

‘Piratas do Caribe’: Johnny Depp revela como pretende continuar interpretando Jack Sparrow

Não é segredo que que o capitão Jack Sparrow é um dos personagens mais amados da carreira de Johnny Depp.

O personagem apareceu pela primeira vez em ‘A Maldição do Pérola Negra‘ (2003) e fez sua despedida no último filme, intitulado ‘A Vingança de Salazar‘ (2017).

E agora que a Disney está desenvolvendo um reboot estrelado por Margot Robbie, está claro que Depp não vai mais voltar a interpretar o personagem.

Mesmo assim, o astro disse ao MovieWeb que não irá desistir do papel.

Durante uma coletiva de imprensa no Festival de Cinema de San Sebastian, Depp revelou que vai continuar dando vida ao pirata, nem que seja animando festas infantis fantasiado.

“Quando me perguntam sobre ‘Piratas do Caribe’, eu digo que posso chegar na casa de alguém e dizer: ‘posso me apresentar na festa de aniversário do seu filho fantasiado’ Suponho que este seja o lado positivo de ter dado vida a personagens como o Capitão Jack ou qualquer outro personagem que eu tive a sorte de trazer à vida. “

Ele continuou:

“Não preciso de uma empresa para fazer isso. Posso fazer isso sozinho e ninguém pode tirar isso de mim. Esse é o maior prazer de ser o Jack Sparrow. Posso viajar com o Capitão Jack guardado em uma caixa, literalmente. Para mim, o que importa é levar sorrisos para onde quer que vá.”

No final do ano passado, foi dito que o produtor de ‘Piratas do Caribe’, Jerry Bruckheimer, tentou incluir uma participação especial de Depp no reboot.

No entanto, a ideia foi recusada por conta do envolvimento de Depp nos polêmicas processos de violência doméstica movidos por sua ex-esposa, Amber Heard.

Ao longo do evento, o astro também críticas à chamada ‘cultura do cancelamento’ e se diz perseguido pela mídia e por anônimos fanáticos.

“Essa cultura do cancelamento nada mais é que um desejo instantâneo que as pessoas têm de julgar os outros. Isso está tão fora de controle agora que posso garantir que ninguém está seguro. Nenhum de vocês, basta um deslize, uma frase mal interpretada…”, disse ele. “Seu tapete será puxado com você junto. Não foi só comigo que isso aconteceu, aconteceu com muitas pessoas. Esse tipo de coisa aconteceu com mulheres, homens. Infelizmente, a certa altura, uma pessoa acha é normal agir dessa forma. Até que ela seja a cancelada da vez.”

Ele ainda finalizou com uma frase motivadora:

“Quando há uma injustiça, seja contra você ou alguém que você ama, ou alguém em quem você acredita – levante-se e se defenda, não fique calado.”

Lembrando que o roteiro do novo Piratas do Caribe‘ está sendo escrito por Christina Hodson (‘Aves de Rapina’).

O longa-metragem não será o reboot da saga em questão. A história será “totalmente original” e com novos personagens e, seguindo os passos das produções originais, terá inspirações das atrações da Disneyland e do Disney World.

A notícia ainda reitera que este não é o único filme do universo pirata em desenvolvimento. A Casa Mouse também está trabalhando em um reboot com os roteiristas Ted ElliottCraig Mazin. As obras não causarão interferência entre si.

Bruckheimer ficará responsável por ambos os projetos.

 

‘Thor: Amor e Trovão’: Incríveis cartazes individuais trazem novos vislumbres de Gorr e Zeus; Confira!

O Comic Book divulgou os primeiros cartazes individuais de ‘Thor: Amor e Trovão‘, que traz novos vislumbres dos principais personagens da sequência.

Além de dois excêntricos bodes alienígenas, as imagens destacam o vilão Gorr (Christian Bale), Thor (Christian Bale), Jane Foster (Natalie Portman), Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e Zeus (Russell Crowe).

Arraste para o lado:

Lembrando que ‘Thor: Amor e Trovão‘ será lançado em 07 de julho nos cinemas nacionais.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O longa se passa após os acontecimentos de ‘Thor: Ragnarok‘ e traz a volta de Jane Foster (Natalie Portman), que se transforma na versão feminina de Thor. Os Guardiões da Galáxia também terão papel importante na história…

Anteriormente, o diretor e roteirista Taika Waititi revelou que o longa-metragem é tão insano que “não deveria ter sido feito”.

“Bom, entre eu e você e os leitores, eu fiz várias coisas insanas na minha vida. Eu vivi dez vidas diferentes. Mas esse é o filme mais bizarro que eu já fiz. Se você separasse todos os elementos desse filme, não deveria fazer sentido. É como se quase não deveria ser feito. Se você entrasse em um quarto e dissesse: ‘eu quero isso e isso e isso’. Quem está nele? Esse tipo de pessoa. Do que vamos chamá-lo? ‘Amor e Trovão’. Digo, você nunca iria trabalhar de novo. Talvez eu não vá, depois disso”.

O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.

Warner Bros quer transformar ‘O Senhor dos Anéis’ em franquia aos moldes de ‘Star Wars’

Os fãs de ‘O Senhor dos Anéis ficaram chocados com a recente revelação de que a Warner Bros Discovery está desenvolvendo novos filmes para a saga.

Ainda não se sabe quais tramas estão sendo planejadas, mas espera-se que as vindouras produções expandam o universo criado por J.R.R. Tolkien.

De acordo com o The Hollywood Reporter, “embora ainda não haja roteiros, uma fonte ligada ao estúdio sugeriu que os executivos da Warner Bros. pretendem transformar ‘O Senhor dos Anéis’ em uma franquia semelhante a ‘Star Wars‘.”

Com a Warner Bros. garantindo os direitos de adaptação para o cinema, alguns fãs se perguntaram se os filmes terão alguma ligação com a série desenvolvida pela Amazon, assim como a Disney fez com ‘O Mandaloriano’ e os personages clássicos de ‘Star Wars‘.

No entanto, o relatório afirma que ainda não houve discussões entre os estúdios. Em outras palavras, ainda não há planos de crossovers entre os filmes e a série.

O que isso significa é que o estúdio pretende deixar a franquia em evidência assim como está acontecendo com ‘Star Wars‘, gerando a possibilidade de produções derivadas, sejam novos filmes, séries ou animações.

Por enquanto, ainda não há informações adicionais sobre esses próximos filmes – incluindo detalhes do enredo, equipes criativas ou janelas de lançamento.

No entanto, a novidade não foi bem recebida por boa parte dos fãs, que estão extremamente preocupados com o futuro da franquia.

Isso porque grande parte dos fãs detestou ‘O Hobbit‘ e a série derivada produzida pela Amazon Prime.

Confira as reações:

Confira o comunicado:

“Após nossa recente aquisição da Middle-earth Enterprises, estamos entusiasmados em embarcar nesta nova jornada colaborativa com a New Line Cinema e a Warner Bros. Pictures, trazendo o incomparável mundo de JRR Tolkien de volta à tela grande de maneiras novas e emocionantes. Entendemos o quanto essas obras são apreciadas e, trabalhando em conjunto com nossos parceiros da New Line Cinema e da Warner Bros. Pictures, planejamos honrar o passado, olhar para o futuro e aderir ao mais alto nível de qualidade e valores de produção.

Vale lembrar que animação ‘A Guerra dos Rohirrim‘, que serve como uma pré-sequência ambientada 183 anos antes de ‘O Senhor dos Anéis‘, está em desenvolvimento na New Line Cinema e na Warner Bros. Animation.

O filme – que conta com dublagem de Brian Cox e da estrela original Miranda Otto – está programado para estrear nos cinemas em 12 de abril de 2024.

‘Superman: O Legado’: James Gunn oficializa escalação de Nicholas Hoult como Lex Luthor; Confira!

Há alguns dias, foi divulgado que o ator britânico Nicholas Hoult (‘X-Men – Primeira Classe’) viverá o vilão Lex Luthor em ‘Superman: O Legado‘.

Mas só agora o roteirista e diretor James Gunn oficializou a escalação ao compartilhar uma imagem ao lado do astro, com a seguinte legenda:

Confira:

“Sim, finalmente posso confirmar que @nicholashoult é o Lex Luthor em #SupermanO Legado e eu não poderia estar mais feliz. Saímos para jantar ontem à noite para comemorar e discutir como podemos criar um Lex que será diferente de tudo que você já viu antes e que nunca esquecerá. ‘Mas, James, ouvimos isso semanas atrás, por que você não nos disse que era verdade?’ Porque, embora estivéssemos discutindo isso, só foi definitivo há alguns dias e não quero contar a todos vocês algo que não seja certo. De qualquer forma, um brinde a Lex (e Nicholas!), um dos meus personagens favoritos do DCU.”

 

Após a notícia, o astro se tornou um dos assuntos mais comentados das redes sociais por conta de seu histórico de tentativas de entrar para o universo DC.

Para quem não sabe, ele disputou o papel de Bruce Wayne com Robert Pattinson (‘Crepúsculo’) em ‘Batman‘ e também estava entre os favoritos para interpretar o Superman no novo filme, mas o escolhido foi David Corenswet (‘Pearl’).

Alguns fãs já estão tão ansiosos para vê-lo caracterizado como o vlão que compartilharam artes imaginando-o de cabeça raspada e ternos caros típicos do pesonagem.

Confira, junto às reações após sua escalação como Luthor:

Rachel Brosnahan também compõe o elenco principal como Lois Lane, respectivamente.

A produção ainda vai contar com a presença de outros grandes heróis o universo DC, entre eles: o Lanterna Verde Guy Gardner (Nathan Fillion), a Mulher-Gavião (Isabela Merced) e o Sr. Fantástico (Edi Gathegi).

O treinador Paolo Mascitti recentemente divulgou uma foto do astro David Corenswet durante sua preparação para viver o Homem de Aço em

Confira:

Através de sua conta oficial no Threads, o realizador James Gunn respondeu a algumas perguntas sobre Superman: O Legado’, aguardado longa-metragem que fará parte do DCU, revelando que o filme não será apenas rodado no costumeiro estúdio em Atlanta, mas também ao redor do mundo.

“Não, sem gravações nos estúdios em Atlanta”, ele escreveu. “O restante do filme [será rodado] em lugares ao redor do mundo”.

 

Publicado por @jamesgunn
Ver no Threads

 

Quando questionado em que lugares do planeta o projeto seria gravado, Gunn foi categórico ao responder com um emoji, apontando que não poderia comentar sobre – ao menos por enquanto.

 

Publicado por @jamesgunn
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Anteriormente, ao ser questionado se a presença de vários outros heróis no filme poderia complicar a experiência para espectadores menos familiarizados com a franquia, o diretor respondeu de maneira tranquilizadora: “na verdade, não.”

Anteriormente, Stephane Ceretti, supervisora de efeitos visuais, não poupou elogios ao roteiro do filme. A artista ainda ressaltou que a equipe do filme já montada – e, sem surpresas, é composta por diversos nomes que já trabalharam anteriormente com o cineasta James Gunn, que é conhecido por colaborar frequentemente com as mesmas pessoas.

“Não posso falar muito sobre ‘Superman: O Legado’. Eu realmente não posso. No entanto, posso dizer que será muto bom. O roteiro é ótimo. Nós estamos trabalhando duro [neste filme]. Temos uma boa equipe. Todas as pessoas [envolvidas no projeto] são incríveis.

Ela completa, “Muitas pessoas da equipe já trabalharam anteriormente com o James [Gunn]. Nós somos muito honestos uns com os outros. Então trabalhamos muito bem neste sentido.”

 

Relembre ‘Terror em Silent Hill’, adaptação de game completa 15 Anos

Tentativa de adaptar famosa franquia dos games foi lançada em 2006

Mortal Kombat (2021) teve seu trailer amplamente elogiado pela proximidade visual com o material fonte, no caso os jogos da NetherRealm Studios. No quesito figurinos e efeitos visuais, tamanha é a semelhança que não é difícil confundir os pôsteres individuais dos personagens com o trabalho de divulgação feito para o mais recente game da franquia: Mortal Kombat 11.

Tamanha foi a aceitação estética do futuro lançamento que imediatamente já se criou uma expectativa em torno da história, essa ainda nem tão aprofundada. No entanto, outras adaptações de videogames também já priorizaram muito de seus recursos, anteriormente, em prol de uma estética o mais próxima possível do material fonte. Isso falava mais alto do que necessariamente entender como aquela história, pensada para ser algo interativo, poderia ser adaptada em uma experiência cinematográfica.

Foi assim com Resident Evil 2: Apocalipse, World of Warcraft e, o tema do texto, Terror em Silent Hill. A saga de terror psicológico lançada pela Konami em 1999 foi projetada inicialmente para ser algo semelhante ao que o primeiro Resident Evil havia sido três anos antes: uma experiência sensitiva, que tentava se aproximar da estética de uma produção hollywoodiana; isto é, no que a tecnologia da época permitia. Isso não funcionou e o planejamento passou a girar em torno de uma história de horror psicológico (tendo elementos também de survivor horror) com grande foco em momentos de pura tensão e ambientes macabros.

Silent Hill” é amplamente considerada a maior franquia de terror dos games

Dessa forma, a identidade visual dos jogos de Silent Hill são tradicionalmente bem marcantes pelas suas fases externas com o denso nevoeiro e, quando a sirene toca, esse silêncio sepulcral se converte em uma representação aterrorizante de algo infernal. Obviamente o jogo não se pauta unicamente nesse aspecto, tendo na ambientação apenas uma ferramenta a mais para compor a narrativa presente no roteiro.

Mas isso, aparentemente não compreendido pelo filme Terror em Silent Hill, lançado em 2006. Inspirado na onda de adaptações de games que aconteceram no início do século, no qual o conceito vigente era “aparência ao invés de essência”, o diretor Christophe Gans comprou a ideia de que se sua obra sugasse o que os jogos aparentemente tinham de melhor, no caso a ambientação, então ele poderia fazer as modificações que melhor lhe parecessem.

É triste constatar que o fraco roteiro do filme não foi capaz de acompanhar o visual fiel aos jogos

Dessa forma o filme mistura elementos presentes não só no primeiro jogo como do segundo também, descaracterizando um personagem chave como o Cabeça de Pirâmide (intimamente ligado ao protagonista do segundo jogo) ao colocá-lo em uma trama muito mais inspirada no primeiro jogo. Isso tudo acaba sendo o percurso para se criar um filme de terror que possa conter os elementos de jump scares, monstros de computação gráfica e uma reviravolta final; logo, algo muito mais alinhado com o que se aceitava na época de uma produção de terror para o grande público.

Por outro lado, Terror em Silent Hill é uma das mais, senão a mais, fiéis adaptações de um jogo para o cinema em termos visuais. O filme contrabalança muito bem o tempo de tela em que a ambientação é a de cidade enevoada e deserta (isso principalmente nas tomadas externas) com o momento em que a sirene é tocada e a conversão para um cenário mais explicitamente macabro ocorre (tanto em tomadas externas quanto internas, mas priorizando os ambientes fechados).

A presença do Cabeça de Pirâmide cumpre a função de ser o monstro de CGI que se destaca dos outros mais genéricos e só se torna problemática quando comparada à sua participação no material fonte. Por priorizar pelo visual, é interessante ver que o filme apoia muito o andamento da trama unicamente sobre o potencial estético dos cenários. Conforme dito anteriormente, ele seguiu a cartilha de filmes de terror vigentes até então no qual o foco não era o roteiro, mas os sustos.

Apesar de não ser, nem de longe, um exemplar do gênero a servir de modelo para obras vindouras, Terror em Silent Hill conquistou um espaço cativo na comunidade de fãs pela sua fidelidade visual. Bem além disso ele é um importante aviso para adaptações de games sobre a faca de dois gumes que é a atenção ao visual em detrimento da história. Esse que provavelmente é o principal e último empecilho que impede os jogos de serem tema de um novo movimento do cinema de massa.

‘Ahsoka’: Disney+ ANTECIPA data de lançamento dos episódios; Confira!

O Disney+ anunciou que a nova série do universo de ‘Star Wars‘, ‘Ahsoka‘, terá seu lançamento antecipado, assim como seus episódios subsequentes.

Anteriormente programada para começar a ser exibida em 23 de agosto na plataforma, a série agora será lançada dia 22, às 22h no horário de Brasília, com dois episódios logo na estreia.

Os episódios seguintes também serão lançados todas às terças-feiras nesse mesmo horário.

Alguns membros da imprensa já tiveram oportunidade de assistir e estão rendendo elogios à atração estrelada por Rosario Dawson.

Entre os comentários, os críticos disseram que a série muito superior às outras séries da saga ‘Star Wars‘ e que é muito fácil de entender mesmo para quem não acompanhou a animação ‘Rebels‘.

Por falar nisso, alguns descreveram como a continuação que os fãs da animação esperavam, e renderam elogios às performances do elenco, bem como às coreografias de ação e às referências ao universo criado por George Lucas.

Confira:

#Ahsoka é uma continuação direta de ‘Rebels‘, alimentando os fãs da animação que buscam mais com esses personagens. Caso contrário, ela se move lentamente, mas com uma ótima trilha sonora e cenas de ação ocasionais. Estou otimista para essa série emocionante com esse levantamento de peso feito nos dois primeiros episódios.”

“Gostei dos dois primeiros eps de #Ahsoka. Estou aliviado por ter começado a assistir ‘Star Wars Rebels‘ recentemente, porque essa série foi feita para os fãs de animação. Msmo assim, você ainda poderá acompanhar sem grandes problemas para entender. Mais pensamentos chegando ao meu TikTok o mais rápido possível. Em conclusão, as mulheres mandaram ver!!!”

“‘Ahsoka é definitivamente a sequência de ‘Rebels’ que os fãs de ‘Star Wars estavam esperando. Embora não seja perfeita, é melhor do que a maioria das outras produções deStar Wars na DIsney+, como ‘The Mandalorian’ e ‘O Livro de Boba Fett’, mas não no nível de ‘Andor‘. Adoro o foco em Sabine Wren, mas acho que se perderam um pouco nas casualidades.”

“Acabei de assistir os dois primeiros episódios da série #Ahsoka! É um verdadeiro espetáculo visual. Rosario Dawson é fenomenal como a estrela titular. As cenas de luta são épicas e emocionantes. O roteiro tem uma história rica e grandes temas sobre segundas chances e empoderamento feminino.”

“A série pode até ser chamada de ‘Ahsoka‘, mas é basicamente um ‘Rebels‘ em live-action e isso não é uma reclamação. Os primeiros dois episódios me fizeram torcer, rir, chorar… E realmente querer um lothal gato para mim! Grandes lutas de sabres de luz e muita emoção. Se você ainda não viu a série animada ‘Rebels’, assista agora. #Ahsoka.”

#Ahsoka é INCRÍVEL. Tem quase tudo que um fã de #StarWars poderia querer de uma série de TV em live-action, mas o que mais admiro pode ser seu ritmo deliberado. As cenas podem ser reproduzidas em uma taxa orgânica, em vez de serem apressadas em uma edição rápida. O único grande problema que posso prever é a frustração dos espectadores com a densidade da mitologia de que ainda não estão familiarizados com as séries animadas #TheCloneWars e #StarWarsRebels. Caso contrário, eu honestamente acho que é muito boa e pode realmente ser a mais cinematográfica de todas as séries de TV de ‘Star Wars até agora. Elenco fantástico, ótima roteiro e direção, ação divertida. Mal posso esperar para ver o resto da temporada.”

“Acho que #Ahsoka tem muito potencial. Como fã de ‘Rebels‘, senti uma conexão verdadeiramente especial. E, no entanto, é extremamente épica em alguns momentos e estranhamente simples em outros. Sabine é o destaque e no episódio 02 eu fui totalmente sugado.”

 

 

 

 

 

 

Ambientada após a queda do Império, ‘Ahsoka‘ acompanha a Jedi renegada (vivida por Rosario Dawson) enquanto ela investiga uma ameaça emergente em um momento de vulnerabilidade da galáxia. Em meio à sua busca, ela terá de lidar com negócios inacabados pelos traumas de suas experiência de mestre e aprendiz ao lado da Mandaloriana Sabine Wren (Natasha Liu Bordizzo) e da lendária piloto rebelde Hera Syndulla (Mary Elizabeth Wintead).

Lars MikkelsenRay StevensonIvanna SakhnoDiana Lee InosantoDavid Tennant e outros também fazem parte do elenco.

Hailee Steinfeld se junta ao elenco do MISTERIOSO filme de vampiros de Michael B. Jordan

Hailee Steinfeld, estrela de Gavião Arqueiro do Universo Cinematográfico da Marvel, é a mais recente adição ao elenco do misterioso filme de vampiros, ainda sem título, estrelado por Michael B. Jordan (‘Creed’) e dirigido por Ryan Coogler (‘Pantera Negra’), produzido pela Warner Bros. Pictures.

Segundo o The Hollywood Reporter, a jovem atriz vai se juntar a Wunmi Mosaku, Delroy Lindo e Jack O’Connell, entre outros, que compõem o elenco de peso.

Rumores sugerem que o filme se passará no Sul dos Estados Unidos durante a era Jim Crow e possivelmente envolverá vampiros e tradições sobrenaturais sulistas. Mas o papel de Steinfeld ainda é um mistério.

Steinfeld é conhecida por sua atuação como Kate Bishop em Gavião Arqueiro do Marvel Studios, bem como por seus papéis emDickinson, Bumblebee, ‘Bravura Indômita e Quase 18.

Lembrando que Michael B. Jordan (‘Creed’) volta a colaborar com Coogler e assume o papel principal, dando vida a gêmeos.

Ao que parece, Mosaku será a protagonista feminina do filme, possivelmente interpretando a esposa de um dos personagens de Jordan.

Conforme o Comic Book, o longa produzido pela Warner Bros será lançado nos cinemas em 07 de março de 2025.

O anúncio também confirma que Coogler atuará como roteirista e diretor, além de produzir ao lado de Zinzi Coogler e Sev Ohanian.

O compositor duas vezes vencedor do Oscar, Ludwig Göransson, que compôs a trilha sonora de todos os quatro filmes anteriores de Coogler, será o produtor executivo do novo filme ao lado de Rebecca Cho e Will Greenfield.

Orçado em torno de US$ 90 milhões, o longa ainda sem título deve começar a ser gravado em abril, em locações de Nova Orleans.

Este representa o primeiro roteiro especulativo de Coogler através de sua produtora, Proximity Media.

Por enquanto, como o projeto está nos estágios iniciais, mais detalhes devem ser divulgados ao longo dos próximos meses.

Ryan Coogler é um dos cineastas mais requisitados de sua geração. Ele reinventou a franquia Rocky com Creed em 2015, que agora conta com três filmes. Sua estreia no Marvel Studios, Pantera Negra, tornou-se um marco cultural, arrecadando US$ 1,34 bilhão globalmente e recebendo uma indicação ao Oscar de melhor filme, algo raro no gênero de quadrinhos.