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Estudo revela que gostar de filmes ruins pode ser sinal de alta inteligência

Gostar de filmes ruins, como ‘Sharknado‘ ou ‘A Bolha Assassina‘, não será mais visto com tanto preconceito após esta mais recente pesquisa realizada por um grupo de médicos.

Conduzido por Keyvan Sarkhosh, o trabalho científico apurou que desfrutar de filmes tecnicamente fracos e sem conceito não seria algo tão ruim assim. De acordo com os estudos realizados por sua equipe, isso na verdade poderia ser sinônimo de um nível mais elevado de instrução e alta inteligência.

O cientistas estudaram o fenômeno que consiste em assistir filmes ruins conscientemente, avaliando também o paradoxo existente por trás dessa vontade, onde mesmo sabendo que uma produção é pobre em atributos técnicos e artísticos, o espectador insiste em assistí-la, além de se divertir muito com a experiência.

Para chegar à conclusão sobre o nível de intelectualidade que envolve os amantes de filmes ruins, os pesquisadores partiram da criação do conceito do que genuinamente seria um filme ruim. Uma das produções apontadas pelo voluntários que participaram da pesquisa – em relação a este questionamento – foi ‘Em Nome do Rei‘, de Uwe Boll.

A partir deste ponto de partida, os cientistas constataram que o público maior que desfruta de produções ruins é formado de fato por apaixonados por cinema. Segundo Sarkhosh, obras de baixão calão seriam respiros para lazer, onde não haveria densidades profundas no material exibido, além do puro entretenimento popular:

“Para esse nicho, produções trash servem como uma espécie de desvio, uma alternativa interessante oriunda do catálogo de filmes comuns e cheios de clichês”.

O médico ainda salientou que essas pessoas costumam ter um nível educacional maior e são consumidoras ávidas da cultura, de maneira geral. Normalmente, este grupo possui um interesse mais profundo na arte cinematográfica, consumindo não apenas aquilo que seria considerado bom e que fatura mais nas bilheterias, mas desfrutando também de tudo vinculado ao cinema, olhando para a arte em si, como uma forma de expressão cultural.

 

 

Ator de ‘Deadpool 2’ sugere participação em novo filme misterioso da DC

O ator Lewis Tan, mais conhecido por ter participado de ‘Deadpool 2‘ e da série ‘Punho de Aço‘, está chamando a atenção na internet com sua mais recente publicação no Twitter.

Em uma nova imagem publicada em sua conta oficial, o ator posa ao lado do símbolo da DC, com uma pilha de HQs em mãos, sendo uma do Batman.

A legenda é ainda mais sugestiva, sugerindo uma participação sua em um novo filme misterioso do DCEU.

Confira:


“Ótima reunião. Meu pai começou nesse ramo com o ‘Batman‘ de Tim Burton. Em breve nós fecharemos o ciclo”.

‘Godzilla: O Rei dos Monstros’: Ouça a música tema feita por Serj Tankian

Godzilla: O Rei dos Monstros‘ ganhou sua própria música tema, de autoria de Serj Tankian.

A música traz riffs de guitarra, vocais poderosos e já pode ser conferida na íntegra.

Ouça:

Assista ao novo teaser:

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER]

‘Godzilla’: Estúdio planeja ter um Universo Cinematográfico completo em 2020

Na sequência do sucesso mundial de ‘Godzilla‘, de 2014, e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘, lançado este ano, chega o próximo capítulo do MonsterVerse cinematográfico da Warner Bros. Pictures e Legendary: um épico de ação e aventura que coloca o Godzilla contra alguns dos monstros mais conhecidos da história da cultura pop. A nova história acompanha os esforços heroicos da agência criptozoológica Monarch à medida que seus membros combatem uma série de monstros gigantes, incluindo o poderoso Godzilla, que enfrenta Mothra, Rodan e o maior de seus inimigos, o tricéfalo King Ghidorah. Quando estas supercriaturas primitivas – que se acreditava não passarem de mitos – ressurgem, competem pela supremacia, colocando a humanidade em risco.

O elenco conta com Kyle Chandler, Vera Farmiga, Millie Bobby Brown, Bradley Whitford, Sally Hawkins, Charles Dance e Thomas Middleditch.

Warner Bros. agendou o lançamento para 31 de maio.

 

‘Queer Eye’: 5ª temporada ganha data de estreia na Netflix

Os fãs podem se animar, pois o Fab Five estará de volta com mais um novo ciclo na Netflix.

A 5ª temporada de Queer Eyeganhou data de estreia e chega à grade de programação no dia 05 de junho.

Além disso, o novo ciclo ganhou suas primeiras imagens.

Confira:

QUEER EYE
QUEER EYE
QUEER EYE

Vale lembrar que ‘Queer Eye‘ já está renovada para a sua 6ª temporada.

Criada por David Collins, a série é um reboot de ‘Queer Eye for the Straight Guy‘, lançada em 2003.

O programa acompanha cinco homens homossexuais (cada um especializado em uma área diferente: vestuário, culinária e vinhos, arte e cultura, higiene pessoal e cabelo, e design de interiores) tentando ajudar pessoas a organizarem sua bagunçada vida.

O elenco conta com Antoni Porowski, Bobby Berk, Karamo Brown, Jonathan Van Ness e Tan France.

 

‘My Policeman’: Harry Styles é destaque nas primeiras imagens do drama LGBTQ+ da Amazon

O drama LGBTQ+, ‘My Policeman‘, segue com suas filmagens a todo vapor e as primeiras imagens dos bastidores já estão circulando na internet.

As fotos trazem o trio de protagonistas Harry Styles, David Dawson e Emma Corrin em destaque.

Confira:

BRIGHTON, ENGLAND – MAY 04: Harry Styles and David Dawson are seen on the filmset for ‘My Policeman’ on May 04, 2021 in Brighton, England. (Photo by Neil Mockford/GC Images)

Assinado por Bethan Roberts, a história é ambientada nos anos 1950 na cidade de Brighton, Inglaterra, onde a professora Marion (Corrin) se apaixona pelo charmoso policial Tom (Styles). Então, Tom conhece Patrick, o curador de um museu que abre seus olhos para um mundo glamuroso e sofisticado – e, apesar de estar encantado por Patrick, Tom sabe que é mais seguro se casar com Marion. Agora, os dois amantes devem “compartilhá-lo”, até que um deles desista de tudo e a vida de todos mude para sempre.

Michael Grandage, da antologia Genius, comanda a produção a partir de um roteiro assinado pelo indicado ao Oscar Ron Nyswaner (Filadélfia).

Greg Berlanti entra como produtor ao lado do marido Robbie Rogers e de Sarah Schechter.

My Policeman‘ é produzido pela Amazon Studios e ainda não possui data de estreia.

Jamie Foxx fecha parceria com Fox Entertainment Studios para a realização de séries e programas de variedades

O vencedor do Oscar, Jamie Foxx, assinou um contrato plurianual com a Fox Entertainment Studios, concedendo à empresa direitos iniciais à produções roteirizadas da Foxxhole Productions – produtora que pertence ao ator, bem como direitos exclusivos à programas de variedades não roteirizados, também desenvolvidos por ela.

Foxx já possui diversos projetos em andamento e começará a desenvolvê-los com a Fox Entertainment Studios. O acordo, divulgado pela Variety, é fruto do longevo relacionamento que ambas as partes já possuem. Atualmente, o astro apresenta o game show musical ‘Beat Shazam‘, ao lado de sua filha, Corinne Foxx. Além disso, ele é produtor executivo da série criminal ‘Alert: Missing Persons Unit‘.

A relação de Foxx com a Fox vem desde os anos 90. O premiado ator fez sua estreia profissional dentro da emissora, na série de comédia ‘In Living Color‘. A produção foi ao ar entre os anos de 1991 e 1994.

Em um comunicado oficial, o presidente da Fox Entertainment Studios comemorou a nova empreitada:

“Estamos prontos e entusiasmados para iniciar esta nova parceria criativa muito promissora com Jamie, que é firmada na longeva relação da Fox com ele – iniciada por nosso CEO Rob Wade e pelo presidente da rede, Michael Thorn. Jamie é um renomado e multifacetado talento. Então, como estúdio, nós queremos apoiar sua tremenda criatividade, com acesso a todo o escopo de nossos gêneros, formatos e marcas. Juntos, entregaremos conteúdos inesperados e inesquecíveis para audiências de todos os lugares. Na Fox Entertainment Studios, estamos expandindo nosso alcance e portfólio e essa é uma parceria criativa fundamental à medida em que crescemos”. 

O mais recente lançamento de Jamie Foxx foi a comédia de ação ‘De Volta à Ação‘, em que ele contracena com Cameron Diaz. O original Netflix foi lançado no dia 17 de janeiro.

Na trama, 15 anos depois de abandonar a CIA para formar uma família, os ex-agentes de elite Matt e Emily voltam ao mundo da espionagem ao terem seus disfarces revelados.

Relembre o trailer:

Crítica | All We Are Strangers: melodrama social à moda telenovela em meio à prosperidade de Singapura (Berlinale 2026)

Apresentado na mostra competitiva do Festival de Berlim, All We Are Strangers (Wo Men Bu Shi Mo Sheng Ren), de Anthony Chen, é um filme que abraça sem pudor o melodrama e constrói sua identidade nesse excesso, que é ao mesmo tempo sua maior força e sua principal limitação. Sua narrativa se organiza como uma novela, acompanhando personagens comuns presos a um ciclo de adversidades, onde cada pequeno avanço é rapidamente absorvido por um novo revés.

O filme se abre dentro de uma cozinha dessas que servem noodles em pequenos restaurantes populares. A câmera acompanha o corte dos alimentos, os vapores, os gestos repetidos de preparar comida para alimentar desconhecidos. Há algo de íntimo e ritualístico nesse início: nutrir o outro como ato de sobrevivência. Em paralelo, do outro lado da cidade, conhecemos um jovem casal. Ela, aplicada, sonha com o conservatório de música e a universidade; ele abandonou os estudos após o serviço militar e parece existir em suspenso, sem horizonte definido. Apesar das diferenças, estão unidos por uma paixão intensa, ainda imune à realidade material que os cerca.

No mesmo restaurante, há também uma mulher já madura que atende os clientes com exuberância: salto alto, minishort, energia expansiva. Mas, ao chegar em casa, a performance se dissolve. Morando de favor com o irmão mais novo e a cunhada, ela escuta, através das paredes, a impaciência de quem a tolera mais do que a acolhe. Sua presença é provisória, sua estabilidade, ilusória.

Assim somos apresentados aos quatro pilares da narrativa: o cozinheiro e pai solitário Boon Kiat (Andi Lim), homem de poucas palavras e rotina exaustiva; a mulher deslocada Bee Hwa (Yann Yann Yeo), cuja vitalidade pública contrasta com a precariedade íntima; o filho imaturo Junyang (Jia Ler Koh), ainda preso a uma adolescência prolongada; e a namorada Lydia (Regene Lim), cuja promessa de futuro será abruptamente interrompida. Após noites de intimidade, a gravidez surge não como escolha, mas como imposição. A mãe da jovem, profundamente religiosa, exige o casamento. A cerimônia, no entanto, cobra um preço alto de um pai que já vive no limite de sua subsistência.

O apartamento de dois quartos, antes ocupado por pai e filho, torna-se progressivamente superlotado. Anthony Chen concentra seu olhar nesses interiores comprimidos, onde a intimidade deixa de ser escolha e passa a ser consequência das circunstâncias. É nesses espaços que se revelam as fragilidades dos personagens, seus afetos hesitantes e a dificuldade de construir qualquer forma duradoura de estabilidade.

Entre Boon Kiat e Bee Hwa, constrói-se um vínculo silencioso, feito de gestos mínimos e reconhecimento mútuo. Não há romance explícito, mas uma forma de companhia que emerge da experiência compartilhada da solidão. Já Junyang, agora pai aos 19 anos, transita entre empregos precários até conseguir trabalho no mercado imobiliário, vendendo uma ideia de prosperidade que ele próprio jamais poderá acessar. Há uma ironia cruel nessa trajetória: tornar-se intermediário de um sonho que permanece fora de alcance.

O pano de fundo é uma Singapura próspera, verticalizada, organizada em torno de sua própria imagem de sucesso. Arranha-céus, transporte eficiente, bairros planejados — tudo parece projetar estabilidade. Mas o filme revela o custo humano invisível dessa prosperidade. Ao concentrar seu olhar em personagens periféricos, Anthony Chen expõe a fratura entre o mito do país-modelo e a realidade daqueles que vivem em constante estado de vulnerabilidade econômica. Ainda que o filme não transforme essa tensão em confronto direto, ela permanece como uma presença constante, moldando silenciosamente o destino de seus personagens.

Junyang encarna essa contradição de forma particular. Criado por um pai emocionalmente ausente pela necessidade de trabalhar, ele age por impulso, incapaz de antecipar as consequências de suas próprias escolhas. O filme demonstra certa indulgência em relação à sua imaturidade, enquanto são as mulheres ao seu redor que absorvem o impacto de suas falhas. Lydia aceita uma vida que não planejou, encontrando na maternidade uma forma ambígua de permanência. Bee Hwa, por sua vez, aceita vínculos incompletos em troca de alguma estabilidade emocional. 

A passagem do tempo é marcada menos por transformação do que por desgaste. O nascimento da criança, as mudanças de trabalho, o envelhecimento físico e emocional, tudo contribui para a sensação de que esses personagens estão presos a uma lógica de sobrevivência, não de progresso. Ainda assim, o filme preserva uma profunda empatia por suas limitações, recusando-se a julgá-los.

Em seu desfecho, ao som de Father and Son, de Cat Stevens, o filme encontra sua síntese emocional mais precisa. Sentado ao lado do próprio filho em um ônibus, Junyang ocupa agora o lugar que antes pertenceu ao progenitor. A música ecoa a herança invisível entre gerações, não apenas o afeto, mas também as limitações, os medos e as ausências. 

All We Are Strangers aspira a uma reflexão sobre legado, masculinidade e mobilidade social, mas sua verdadeira força reside na escala íntima. Ao abraçar o melodrama sem ironia, Anthony Chen se aproxima do excesso; e é justamente nele que o filme encontra sua verdade emocional. A vida, aqui, não é definida por grandes viradas, mas por uma sucessão contínua de pequenas resistências.

É cinema para quem é noveleiro, não no sentido pejorativo, mas na compreensão profunda de que a existência é feita de ciclos, de recaídas, de esperanças adiadas. No fim, permanece as perguntas que o filme busca responder: o que exatamente se transmite de pai para filho? E até que ponto o amor é suficiente quando o mundo ao redor exige muito mais do que afeto pode oferecer?

‘Westworld’: Confira o misterioso subtítulo da segunda temporada

O que muita gente não sabe é que as temporadas de Westworld possuem subtítulos, que dão uma certa direção à trama. A primeira foi chamada de ‘O Labirinto’, e agora o cocriador Jonathan Nolan revelou à EW o nome da segunda:

“Se a 1ª temporada era uma jornada interior, a segunda é exterior. É uma busca pelo que está além do parque, e o que mais existe no parque. Existem mais parques? O quão grande ele é? Pensamos em temporadas como componentes discretos de uma série, ao ponto que nomeamos nossas temporadas. A primeira era chamada de ‘O Labirinto’, e a segunda se chama ‘A Porta’

Enquanto isso, a 2ª temporada ganhou novas imagens pela Entertainment Weekly que mostram Maeve (Thandie Newton), Hector (Rodrigo Santoro), Dolores (Evan Rachel Wood) e mais. Confira:

Westworld é baseada no filme homônimo da década de 1970, mas conseguiu ir além da obra original em todos os sentidos.

Criado por Jonathan Nolan e Lisa JoyO elenco conta com Ben Barnes (Logan), Ingrid Bolsø Berdal (Armistice), Ed Harris (Homem de Preto), Luke Hemsworth (Stubbs), James Marsden(Teddy), Thandie Newton (Maeve), Simon Quarterman (Lee Sizemore), Rodrigo Santoro (Hector), Angela Sarafyan (Clementine), Jimmi Simpson (William), Tessa Thompson (Charlotte), Evan Rachel Wood (Dolores), Shannon Woodward (Elsie) e Jeffrey Wright (Bernard/Arnold).

Com 10 capítulos inéditos, Westworld retorna em 22 de abril pela HBO.

Diretores podem ter deixado escapar o título ‘Vingadores 4’; Confira!

O título oficial de ‘Vingadores 4’ está sendo mantido em sigilo absoluto dentro da Marvel Studios, porém, uma nova dica dada pelos próprios diretores do filme, Joe e Anthony Russo, pode colocar os fãs no caminho certo para descobrir o que o  projeto realmente será.

Em uma postagem no Instagram, há uma imagem de um quadro que diz “Sala infinita com espelhos: Consequências da Obliteração da Eternidade“, sendo uma referência a uma famosa instalação artística criada por Yayoi Kusama, a legenda da foto diz “Revelação do título de A4 (‘Vingadores 4’) #infiniteKUSAMA“.

Imediatamente diversos fãs começaram a se perguntar se o filme não pode ser Vingadores: Consequências’ (Avengers: Aftermath) ou Vingadores: Eternidade’ (Avengers: Eternity).

Logo depois, eles apagaram o post.

Vale lembrar que o título Vingadores: Consequências’ (Avengers: Aftermath) tem sido especulado há algum tempo…

Confira a foto:

Qual título você prefere?

Vingadores 4’ chega aos cinemas brasileiros em 27 de Abril de 2019.

Crítica 2 | ‘Kung Fu Panda 4’ é melhor do que você imagina, mas não tão bom quanto você merece

A franquia Kung Fu Panda mexe um pouco comigo porque acaba dialogando com tempos efetivamente mais simples da vida. Quando o primeiro filme chegou aos cinemas, eu tinha uns dez anos de idade, quase onze, e começava a embarcar naquela fase de querer parecer adulto. Como parece não haver experiência individual na América Latina, é possível que vocês entendam como aquela época da vida em que o pirralho está entrando na pré-adolescência e tenta se distanciar de tudo que remeta à infância, como isso fosse passar uma imagem mais adulta às pessoas ao seu redor. Uma grande bobeira, óbvio, mas parte importante do crescimento. Nesse cenário de uma maturidade forçada, assisti o primeiro Kung Fu Panda nos cinemas e toda aquela pose de “já sou um homem adulto” foi por água abaixo. O que parecia ser uma história bobinha ativou meu lado lúdico, que eu lutava tanto para sobrepor, a ponto daquele ‘maior de idade de dez anos’ sair da sessão brincando de golpes de kung fu com o irmão caçula nas escadas da sala de cinema. Claramente algo muito adulto a se fazer no auge de sua primeira década de vida.

Três anos depois, já com a vida mais diferente, foi a vez de ir aos cinemas conferir a continuação. E Kung Fu Panda 2 conquistou um lugar ainda mais especial. Não só por ser mesmo um filme muito melhor, mas porque meu desenvolvimento como ser humano me fez valorizar muito ir ao cinema com a família. Meu avô sempre foi uma pessoa muito ativa e adorava os filmes clássicos de artes marciais. Naquele dia, quando fui assistir no cinema, fiz questão de chamá-lo para ir comigo e foi incrível. Na saída da sala, ele fez um comentário simples, que consigo ouvir até hoje na voz dele: “que filme bom!”. Acabou marcado como um dia muito especial, porque alguns meses depois, ele começou a piorar de saúde, e as internações em hospitais infelizmente viraram rotina nos quatro anos seguintes, até seu falecimento. E esse filme ganhou um apelo afetivo muito forte, porque meu avô sempre foi meu maior incentivador a trabalhar com cinema, me levando para várias sessões quando era menorzinho. Porém, esse hábito acabou se perdendo conforme a idade foi pesando e ele se viu obrigado a seguir trabalhando por problemas na aposentadoria. Então, se tornou muito raro ir ao cinema com quem mais me incentivou a seguir por esse caminho na reta final da vida dele. Kung Fu Panda 2 foi a penúltima vez que entrei numa sala de cinema com meu avô, e sinto que a sessão foi mais especial por ter conseguido levá-lo comigo.

Com o terceiro filme, lançado em 2016, não tenho nenhuma memória afetiva, mas desde a primeira sessão achei muito abaixo dos anteriores. Os dois primeiros capítulos tinham uma essência marcante que era dosada com o humor pateta do Po (Lúcio Mauro Filho) em meio a seriedade dos Cinco Furiosos e do Mestre Shifu. Infelizmente, no terceiro filme, as bobeiras ocuparam um espaço ainda maior, o que me afastou um pouco da trama e se transformou em decepção. Por anos, aceitei que a saga havia acabado ali e estava tudo bem. Só que anunciaram Kung Fu Panda 4 lá para o final de 2023 e surgiu aquele pé atrás. Não só porque parecia um projeto feito claramente para lucrar – não que isso seja um crime ou algo do tipo, mas também por despertar um medo de quererem reviver uma franquia que aparentemente já havia ‘dado o que tinha que dar’ nas telonas, tendo seu futuro relegado àquelas animações televisivas de qualidade duvidosa que a DreamWorks ama fazer.

Para piorar as coisas, fiz algo que não costumo fazer: vi o trailer. A primeira impressão não foi boa, principalmente no que tangia ao visual do longa, aparentemente muito próximo daquele menor orçamento das séries de TV. E depois da aberração que foi Megamente 2 (2024), confesso ter batido um desânimo. Pois bem, pude conferir o filme na cabine de imprensa e saí surpreendido positivamente, apesar de um misto de emoções. Minhas maiores preocupações não se fizeram justificar, o visual do filme é lindíssimo, mas houve alguns probleminhas que me impediram de gostar mais dessa continuação com jeitão de reboot.

A trama acompanha o não mais tão jovem Po, que encantou o Vale da Paz com suas atuações como o lendário Dragão Guerreiro e chegou ao auge do kung fu. Com sua popularidade, o panda virou um garoto propaganda e grande símbolo para a molecada da região. No entanto, diante desse deslumbramento com o próprio ápice, Po se distanciou um pouco da parte sacra da arte marcial. Assim, o Mestre Oogway orientou Shifu que havia chegado a hora do panda escolher um sucessor para o título de ‘Dragão Guerreiro’, enquanto Po deveria dar o próximo passo e se tornar um mentor espiritual.

Toda mudança é assustadora e nem mesmo Po crê que possa se tornar um poço de sabedoria, conhecimento e bons conselhos. Enquanto debatia sobre o que fazer para passar seu título adiante, o panda se deparou com Zhen, uma raposa das neves que invadiu o templo para roubar tesouros do kung fu. O problema é que uma mestre-feiticeira, a Camaleoa, estava à procura do Cajado da Sabedoria – que o Dragão Guerreiro conquistou ao fim de Kung Fu Panda 3 (2016) – para invocar mestres do kung fu do reino espiritual e roubar suas habilidades de luta. A raposinha afirmou saber como encontrar a vilã, levando Po em uma jornada repleta de confusões e trapalhadas.

O filme é uma passagem de bastão, literalmente, para concluir a saga de Po como mestre do kung fu e abraça o cliché da trama para potencializar o humor. Então, só de ler a sinopse já é possível saber exatamente tudinho que acontece no filme. A equipe criativa não se deu ao menor trabalho de ousar ou tentar surpreender, escolhendo sempre o caminho mais óbvio possível. Já na questão do humor, o longa é uma metralhadora de piadas, sendo algumas melhoradas com a tradução brasileira, que deu show ao adaptá-las com muita liberdade para o português. Ou seja, é impossível sair da sala sem dar pelo menos umas cinco gargalhadas sinceras. Quanto ao kung fu, esse talvez seja o filme da saga que mais trouxe golpes diferentes, usando de uma visão criativa da direção da retratá-los em cena, o que foi muito bom.

Porém, se o filme agarrou na diversão, ele perdeu em conteúdo. Um dos pontos mais apaixonantes dos primeiros filmes era o ar filosófico, mesmo que raso, que marcava a trajetória de Po ao se aceitar merecedor do kung fu. Aqui, talvez por já ter um panda mais cansado, todo o debate interior do protagonista foi resumido a piadocas sobre não conseguir formular frases de sabedoria. Inclusive, há uma sacada fantástica sobre os vilões da cidade não conseguirem interpretar corretamente as tiradas de sabedoria do Po, mas ainda assim fazendo o certo pelos motivos errados, o que é sensacional. É aquilo, o longa tentou se aproximar do primeiro capítulo apelando para o humor do terceiro. Nesse caminho, ele abriu mão de parte de sua essência para conseguir fazer mais graça sem tanto compromisso.

Quanto ao retorno dos vilões da trilogia, algo que havia sido destaque nos trailers, quem mais aparece é Tai Lung. O Lorde Shen e Kai, o Coletor estão ali apenas dizer que apareceram, porque não fazem ou falam nada. É curioso também ver que a volta de Shen acaba criando um certo erro de continuidade, porque o longa mostra o pavão habitando o reino espiritual do kung fu, sendo que sua missão de vida foi um grande desrespeito a essa arte marcial, já que foi ele quem tentou acabar com a luta por meio da pólvora. De qualquer forma, acredito que isso só vá incomodar aos fãs mais extremistas da franquia.

Num geral, a aventura passa longe de ser um filme ruim, só não tem a essência apaixonante dos dois primeiros capítulos da saga, o que seria importante na hora de tentar dar prosseguimento à franquia. É uma comédia muito divertida e boa para passar o tempo com um baldão de pipoca e refrigerante ao lado. No fim das contas, Kung Fu Panda 4 é muito melhor do que a gente imaginava, mas não tão bom quanto nós merecíamos. Se fosse um pouquinho mais equilibrado, seria fantástico.

Kung Fu Panda 4 está em cartaz nos cinemas.

Crítica | Madame Teia – Dakota Johnson em aventura Sessão da Tarde que parece saída dos anos 90

Os fãs da Marvel já entenderam uma divisão: por um lado, boa parte da franquia está sendo produzida pelo duo Marvel-Disney, que detém a maior parte dos direitos da obra de Stan Lee; por outro, há o universo do Homem-Aranha, que vem sendo produzido pela Sony em parceria com a Marvel.

Dessa segunda vertente, os fãs foram presenteados com três trilogias do amigão da vizinhança, além de uma nova ramificação em versão animada do universo de Spiderman e filmes sobre os grandes vilões. Após tanta empreitada com protagonismo masculino, chega agora aos cinemas brasileiros o longa ‘Madame Teia’, que faz parte desse conjunto mas segue por um caminho totalmente independente.

Cassie (Dakota Johnson, que se distancia de vez de seu papel na franquia ‘Cinquenta Tons de Cinza‘) cresceu sem família, apenas com uma caixa com lembranças de sua mãe, que falecera durante uma viagem à Amazonia peruana, onde fora para pesquisar um tipo raro de aranhas. Hoje uma jovem mulher, Cassie trabalha como paramédica de um hospital numa grande cidade, mas tem dificuldades de criar laços afetivos com pessoas, resumindo seu ciclo de amizades a seus colegas de trabalho. Após uma experiência traumática, Cassie começa a vivenciar episódios muito confusos de deja vu: em um momento ela está realizando uma atividade comum; no outro, ela se torna observadora de eventos que não ocorreram, como que mostrando uma nova possibilidade para o mesmo evento. Incerta sobre o que está lhe acontecendo, Cassie busca respostas, mas seu caminho acaba se cruzando com os de Julia (Sydney Sweeney), Anya (Isabela Merced) e Mattie (Celeste O’Connor), três adolescentes que, de uma hora para a outra, passam a depender de Cassie para sobreviver ao perigoso Ezekiel Sims (Tahar Rahim).

Em suas quase duas horas de duração, ‘Madame Teia’ é aquele típico filme de entretenimento pipocão que é exibido na Sessão da Tarde. E parece ter saído direto dos anos 90. Nesse sentido, podemos entender que a direção de S.J. Clarkson foi bastante objetiva, seguindo à risca a cartilha batida dos filmes de super-heróis – sem muita inovação ou estilo próprio.

A história original tem lá suas viagens, e o roteiro de Matt Sazama, Burk Sharpless, Claire Parker e S.J. Clarkson mantém alguns desvios originais (como o tal grupo Las Arañas, que não existem de fato no Peru, e que é estrelado por pessoas claramente não-peruanas). Fora isso, o roteiro consegue acompanhar o vai e vem das visões da protagonista construindo um intrincado labirinto de cenas que acontecem repetidas vezes para ilustrar as diversas possibilidades encaradas por Cassie e que são muito bem dirigidas por S.J. Clarkson. É nesse ponto, na jornada pessoal da protagonista, que o roteiro foca a maior parte do enredo; porém, há muita história para esse primeiro filme, de modo que outras tramas acabam ficando aceleradas e superficiais.

Em suma, ‘Madame Teia’ entrega aquele clichezão dos filmes de super-herói que vem sendo usado à exaustão nas últimas décadas: aventura, drama pessoal, superpoderes imbatíveis, um vilão simples e pouco coeso e efeitos especiais duvidosos aos montes.

Escritor de ‘X-Men’ está trabalhando em projeto secreto para a Marvel

Brian Michael Bendis, escritor responsável pelos quadrinhos ‘All-New X-Men’Uncanny X-Men, está trabalhando em um spin-off dos mutantes junto com o diretor Tim Miller, de Deadpool, apesar da fusão entre a Disney e a Fox.

“Estou trabalhano nisso”, ele comentou, em entrevista ao site ComicBook.com. “Sei que há confusão e boatos sobre o que está acontecendo entre Disney e Fox, mas não tenho informações sobre isso”.

“Não sei o que está acontecendo, exceto o fato de que fui contratado para fazer algo para o qual estou muito animado, com alguém que admiro muito como criador. Acho que Tim é um dos melhores, e estou tendo momentos ótimos com eles, então vamos ver o que acontece. Honestamente, estava tirando uma folga de escrever até me chamarem para o projeto”, Bendis acrescentou.

Intitulado ‘Project 143’, rumores indicam de que a história será centrada em Kitty Pride, também conhecida como Lince Negra no panteão ‘X-Men’, a qual utiliza seus poderes para derrotar um demônio que invade a mansão X.

O próximo filme do universo mutante, ainda sob tutela da Fox, é X-Men: Fênix Negra, que tem estreia marcada para 7 de junho de 2019.

Girando em torno da queda de Jean Grey e sua submissão a uma poderosa força cósmica, o elenco traz de volta os nomes de Sophie Turner, James McAvoy, Michael Fassbender, Evan Peters, Jennifer Lawrence, Nicholas Hoult, Tye Sheridan, Alexandra Shipp, além de introduzir Jessica Chastain como a suposta antagonista. 

Vaza o novo visual de ‘Sonic’; Confira as imagens!

Após o primeiro trailer de ‘Sonic – O Filme‘, o visual do personagem foi bastante criticado pelo público por não se aproximar em basicamente nada da franquia de games original. Dessa forma, coube à Paramount Pictures adiar a produção e refazer o design do personagem-titular.

Agora, o novo look do personagem aparentemente está pronto e vazou nas redes sociais nas últimas horas – e o resultado deve satisfazer os fãs do herói.

Confira:

Vale lembrar que, por conta das críticas, a estreia do filme foi adiada de 8 de novembro de 2019 para 14 de fevereiro de 2020.

Ben Schwartz (‘Parks and Recreation’) foi escolhido para dublar Sonic. O elenco conta com Jim CarreyAdam Pally Neal McDonoughA direção é de Jeff Fowler.

Patrick Casey e Josh Miller assinam o roteiro.

A produção de estreia do icônico Sonic contará com uma narrativa híbrida, que vai mesclar o modelo live action com o uso de animação CGI, aos moldes do que já vimos no clássico ‘Uma Cilada Para Roger Rabbit’.

Lançado pela primeira vez em 1991, o game Sonic já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.

O personagem do videogame foi criado pela SEGA para concorrer diretamente com Mario, da Nintendo. Sonic é um ouriço azul bastante veloz, e que tem como objectivo principal salvar os outros animais do vilão Dr. Eggman, que os transforma em robôs para trabalharem para ele como escravos. A franquia tem sido um dos maiores fenômenos de jogos de todo o mundo por mais de duas décadas, com mais de 140 milhões de jogos vendidos.

‘Em um Bairro de Nova York’ ainda será lançado nos cinemas, promete diretor

A aguardada adaptação ‘Em Um Bairro de Nova York’ foi apenas um dos vários longas-metragens com estreia adiada devido à pandemia do novo coronavírus – o que levou vários estúdios a lançar os filmes através de outras plataformas. Entretanto, esse não será o caso da obra de Jon M. Chu.

Em uma recente entrevista à Variety, o diretor prometeu que o longa será lançado nos cinemas, ainda que não tenha data confirmada.

“Odeio a palavra ‘indefinidamente’, porque é muito aberta. Teremos uma data. Mas se fôssemos escolhê-la agora, provavelmente teríamos que mudar. Então não vamos nos comprometer com isso agora”.

A adaptação estava anteriormente prevista para ser lançada no dia 26 de julho de 2020.

Enquanto Hollywood tenta lidar com a crise do coronavírus, os estúdios continuam adiando os seus filmes, e muitos deles podem ser lançados direto no streaming. O motivo? A janela entre os lançamentos vão ficar cada vez mais concorrida.

Filmes grandes como ‘Viúva Negra‘, ‘Mulan‘, ‘Um Lugar Silencioso 2‘, ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘, ‘Velozes e Furiosos 9‘, entre outros, sofreram adiamento.

Os adiamentos de ‘Mulher-Maravilha 1984‘ e ‘Em um Bairro de Nova York’ são o primeiro sinal real de que Hollywood espera que os cinemas ainda fiquem nas sombras no mês de junho.

Os cinemas seguem fechados nos EUA e Brasil, e no momento não há previsão de

Durante uma participação no talk show temporário The Rosie O’Donnell Show – feito de forma on-line durante a pandemia – Lin-Manuel Miranda falou sobre o adiamento.

Disse:

“Nós estávamos literalmente gravando a trilha sonora quando tudo isso começou. Ainda há muito trabalho a ser feito no filme. Estávamos finalizando a trilha e sua mixagem, começando a acertar a música. Mas tenho esperanças de que esse filme é algo que todos vamos assistir nos cinemas juntos – em breve, quando chegar a hora e pudermos sair de casa”.

Assista ao trailer oficial:

Dirigido por Jon M. Chu (‘Podres de Ricos‘), o longa é baseado em uma peça original criada por Lin-Manuel Miranda.

As luzes se acendem em Washington Heights… O cheirinho de um cafecito caliente paira no ar, na saída da estação de metrô da Rua 181, onde um caleidoscópio de sonhos mobiliza essa comunidade vibrante e muito unida. No meio de tudo, temos o querido e magnético dono de uma mercearia, Usnavi (Anthony Ramos), que economiza cada centavo do seu dia de trabalho enquanto torce, imagina e canta sobre uma vida melhor.

O elenco também é formado por Anthony RamosLeslie GraceCorey HawkinsMelissa BarreraJimmy SmitsOlga MeredizGregory DiazNoah CatalaDaphne Rubin-VegaStephanie BeatrizDascha Polanco Marc Anthony.

10 Músicas Internacionais que Completam 20 Anos em 2020

A virada do século XX para o século XXI foi marcado por várias transgressões no cenário musical, principalmente com a emergência do R&B, que vinha se reconsolidando com força desde os anos 1990, e com a dominação do pop adolescentes que tinha como principais nomes Christina Aguilera e Britney Spears.

A redescoberta de gêneros e a impregnação de estilos novos que marcariam época e se estenderiam até os dias de hoje, dessa forma, transforma os anos 2000 como um período fundamental para que possamos entender tanto o surgimento das tendências contemporâneas quanto o de atos artísticos lendários e revolucionários.

Por isso – e continuando nosso especial sobre músicas aniversariantes -, separamos uma breve lista com 10 músicas internacionais que completam duas décadas em 2020.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

“I’M OUTTA LOVE”, Anastacia

Anastasia pode não ser um nome muito conhecido, mas seu hit “I’m Outta Love” com certeza já deve ter passado por sua vida em algum momento. Comparada vocalmente com a icônica Aretha Franklin, a cantora entregou-se ao disco-pop em uma aclamada rendição, um impecável videoclipe e, como se não bastasse, a música mais vendida de 2000.

“THERE YOU GO”, Pink

Apesar de conhecida por suas incursões no rock-pop, Pink fez sua estreia com o single R&B “There You Go”, que fez um modesto barulho nos charts internacionais antes que ela pudesse se encontrar com os clássicos que a colocaram no topo do mundo. Inspirada por Aaliyah, a faixa fez parte de seu álbum de estreia, ‘Can’t Take Me Home’.

“IT WASN’T ME”, Shaggy

Promovendo uma transição gradual entre seu estilo reggae para o bubblegum pop, Shaggy dominou as paradas e o coração de seus fãs com o lançamento da sensual semi-balada “It Wasn’t Me” – cuja história gira em torno de uma infidelidade romântico que é negada várias vezes como forma de se salvar de um possível término. Apesar das polêmicas, é inegável dizer que a música tornou-se uma sensação internacional.

“BYE BYE BYE”, NSYNC

Antes de sua carreira solo, Justin Timberlake fez parte do famoso grupo NSYNC. E, para seu segundo álbum de estúdio, ‘No Strings Attached’, a boyband deu vida à espetacular “Bye Bye Bye”, buscando referências tanto do pop quanto do R&B e que guiaria o restante de sua carreira. O sucesso comercial rendeu à track o quarto lugar da Billboard Hot 100 e uma indicação ao Grammy de Gravação do Ano.

“SAY MY NAME”, Destiny’s Child

Assim como Timberlake, a rainha Beyoncé fez parte de um pequeno grupo intitulado Destiny’s Child. E “Say My Name” é um dos hinos que mais define a potência vocal de suas integrantes. Apesar de lançado em 1999, não foi até 2000 que o videoclipe e sua transformação em single o impulsionaria a uma das músicas mais famosas de todos os tempos – além de ter conquistado dois prêmios do Grammy.

“WHAT A GIRL WANTS”, Christina Aguilera

Uma das vozes mais marcantes do pop adolescente do final dos anos 1990 e começo da década seguinte, Christina Aguilera é dotada de uma das melhores incursões artísticas da atualidade. E, seguindo o sucesso da estreia “Genie in a Bottle”, ela provou que não era artista de um sucesso apenas e lançou “What a Girl Wants”, voltando a mostrar suas poderosas rendições e dando início à rivalidade com Britney Spears.

“WHO LET THE DOGS OUT”, Baha Men

“Who Let the Dogs Out” parece ter sido um delírio coletivo – mas não foi. Respaldado por um dos videoclipes mais insanos da década passada, a música inesperadamente dominou o mundo e, ao mesmo tempo, entregou os Baha Men para a aposentadoria – visto que nunca mais fizeram sucesso depois dessa aventura que juntou em um mesmo lugar soca, junkanoo, breakbeat e calypso.

“OOPS!… I DID IT AGAIN”, Britney Spears

Rixas à parte, a princesa do pop Britney Spears alcançou uma fama sem precedentes com a icônica “…Baby One More Time”. Pouco depois, lançou a magistral e poderosa “Oops!… I Did It Again”, single principal de seu segundo álbum de estúdio homônimo. Com uma história extremamente bem pensada e mimética, alcançou o topo dos charts em 15 países diferentes. Com produção de Max Martin e videoclipe dirigido por Nigel Dick, a canção foi indicada a três categorias do VMA.

“MUSIC”, Madonna

A música titular do álbum ‘Music’ trazia Madonna de volta para o electro-pop já explorado em sua carreira, afastando-se do intimismo de ‘Ray of Light’ e colocando-a mais uma vez nas pistas de dança com vocais robóticos andrógenos e uma produção futurística que explicam seu sucesso crítico e comercial.

“SPINNING AROUND”, Kylie Minogue

Depois do lançamento de seu subestimado ‘Impossible Princess’, a princesa do pop australiana Kylie Minogue voltava para suas raízes do disco com ‘Light Years’, que começaria sua trajetória à glória – culminando com o lendário ‘Fever’. Para promovê-lo, a performer apostou no single “Spinning Around” e falou sobre reinvenção e sobre mudanças, aliando-se à escrita sempre impecável de Paula Abdul e tendo recepção bastante favorável por parte da crítica.

‘O Mundo Sombrio de Sabrina’: Novo vídeo revisita a história entre Prudence e Ambrose; Confira!

Netflix UK & Ireland divulgou um novo vídeo promocional de O Mundo Sombrio de Sabrina fazendo um grande resumão da história de amor e de luxúria entre Prudence (Tati Gabrielle) e Ambrose (Chance Perdomo).

Confira:

Vale lembrar que todas as temporadas já estão disponíveis na plataforma de streaming.

A série foi criada por Roberto Aguirre-Sacasa (‘Riverdale’).

Ao longo dos oito episódios da Parte 4, os Terrores do Sobrenatural descerão sobre Greendale. O coven deve lutar contra cada ameaça aterrorizante (O Estranho, O Retornado, A Escuridão, para citar alguns), tudo levando até O Vazio, que é o Fim de Todas as Coisas. Enquanto as bruxas travam uma guerra, com a ajuda do Clube do Medo, Nick começa a ganhar lentamente o seu caminho de volta ao coração de Sabrina, mas será tarde demais?

O elenco conta com Kiernan Shipka, Ross Lynch, Lucy Davis, Chance Perdomo, Michelle Gomez, Jaz Sinclair, Tati Gabrielle, Adeline Rudolph, Richard Coyle, Miranda Otto, Abigail F. Cowen e Lachlan Watson.

‘A Misteriosa Sociedade Benedict’: Série de aventura do Disney+ ganha novos clipes oficiais; Confira!

O Disney+ divulgou um breve vídeo com seus lançamentos de junho de 2021 e, com isso, aproveitou para revelar novos clipes oficiais da aventura ‘A Misteriosa Sociedade Benedict’.

Confira, a partir de 00:11:

Tony Hale estrela a produção. Kristen SchaalRyan Hurst, MaameYaa BoafoGia SandhuEmmy DeOliveiraSeth CarrMarta TimofeevaMystic Inscho completam o elenco.

A adaptação, baseada nos romances de Trenton Lee Stewart, gira em torno de um grupo de quatro órfãos precoces e habilidosos que fundam uma sociedade secreta intitulada Mr. Benedict, em homenagem ao excêntrico, rico e bondoso benfeitor que une as crianças e as manda em uma missão no infame colégio interno conhecido como O Instituto.

Hale vive Benedict e o seu irmão gêmeo do mal, Mr. Curtain.

Matt ManfrediPhil Hay entram como roteiristas, enquanto Todd SlavkinDarren Swimmer serão os showrunners.

‘A Família Addams 2’: Sequência da animação ganha novo teaser divertido; Confira!

Universal Pictures Brasil divulgou um novo teaser oficial da sequência ‘A Família Addams 2 – Pé na Estrada‘.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 28 de outubro.

Greg Tiernan retorna à direção.

Na trama, Morticia e Gomez estão perturbados porque seus filhos estão crescendo, pulando jantares de família e totalmente consumidos pela “hora dos gritos”. Para recuperar o vínculo, eles decidem enfiar Wandinha, Feioso, Tio Fester e os outros em seu acampamento mal-assombrado e pegar a estrada para férias familiares miseráveis. Sua aventura pela América os leva para fora de seu elemento e em confrontos hilariantes com seu primo icônico, It, bem como muitos novos personagens excêntricos. O que poderia dar errado?

O novo filme contará com o retorno de Charlize Theron (Morticia), Oscar Isaac (Gomez), Chloë Grace Moretz (Wandinha), Nick Kroll (Tio Fester), Bette Midler (Vovó ) e Snoop Dogg (Primo It).

Finn Wolfhard, que deu voz ao Feioso do primeiro filme, não retorna, sendo substituído por Javon ‘Wanna’ Walton. Por fim, Bill Hader completa o elenco e dará voz a Cyrus, um personagem criado exclusivamente para a sequência.

‘Batman’ é alvo de CRÍTICAS por causa de cena considerada “insensível e ofensiva”; Entenda!

Cuidado: spoiler à frente.

‘Batman’ superou todas as nossas expectativas e se já se tornou um grande sucesso da DC, dominando as bilheterias mundiais e recebendo elogios generalizados por parte dos especialistas nacionais e internacionais. Entretanto, uma cena em questão do longa-metragem tem causado críticas e debates entre o público.

Uma das sequências do filme mostra um cidadão qualquer de Gotham City pegando o trem para casa na noite de Dia das Bruxas, apenas para ser abordado por uma gangue de bandidos com os rostos pintados que querem fazer um ritual de iniciação com um assassinato. Batman, então, aparece e impede que a gangue mate o homem – mas o herói está longe de ser um salvador simpático, assustando o cidadão da mesma maneira que a gangue.

A sequência em questão tem causado certa controvérsia para os espectadores do Pacífico Asiático, visto que os bandidos escolhem um homem asiático como alvo para o mortal rito de passagem. Em uma época em que grupos de tal descendência têm recebido bastante violência por supremacistas brancos, parte do público e até mesmo da crítica sentiu que a cena foi insensível e ofensiva.

Veja o que alguns internautas estão falando sobre isso:

“Sou metade asiático e minha mãe já foi agredida verbal e fisicamente em público. Eu realmente adotei uma perspectiva diferente [sobre a cena]… Queria que alguém tivesse intervindo (branco ou não) quando minha mãe foi maltratada por um grupo de pessoas… Heróis devem nos proteger de valentões”.

“Esse é o único papel [para os asiáticos], né? E essa foi a escolha para representatividade? Parece um pouco estranho, não acham?”.

“Estamos em um momento em que é a mesma irreponsabilidade de culpar os asiáticos pelo COVID-19. Só fiquei feliz que ele não foi agredido [no filme]”.

“Me chamou a atenção. Porque parece que os atacantes escolheram ele espeficifamente por causa da raça, mas isso nunca é comentado. O espectador tem que inferir tudo. Isso soa para mim da mesma maneira que seria para uma mulher sozinha saindo do trem, o que tenho certeza de que é um gatilho”.

Você já assistiu ao filme?

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Matt Reeves (‘Deixe-me Entrar’) é responsável pela direção.

“Dois anos patrulhando as ruas como o Batman (Pattinson), causando medo nos corações dos criminosos, levou Bruce Wayne para as sombras de Gotham City. Com apenas alguns aliados de confiança – Alfred Pennyworth (Serkis) e o tenente James Gordon (Wright) – entre a rede corrupta de oficiais e figuras importantes da cidade, o solitário vigilante se estabeleceu como a única personificação da vingança entre seus caros cidadãos.”

“Quando um assassino ataca a elite de Gotham com uma série de maquinações sádicas, uma trilha de pistas enigmáticas envia o Maior Detetive do Mundo em uma investigação no submundo do crime, onde ele encontra personagens como Selina Kyle/Mulher-Gato (Kravitz), Oswald Cobblepot/Pinguim (Farrell), Carmine Falcone (JTurturro) e Edward Nashton/Charada (Dano). Conforme as evidências começam a se tornarem pessoais e a escala dos planos do perpetrador se torna clara, Batman deve forjar novos relacionamentos, desmascarar o culpado e fazer justiça ao abuso de poder e à corrupção que há muito tempo assola a cidade de Gotham.”

Robert Pattinson estrela no papel principal. O elenco ainda conta com Zoë Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Andy Serkis (Alfred Pennyworth) e Colin Farrell (Pinguim).

‘Riverdale’: ÚLTIMO episódio da 6ª temporada ganha imagens oficiais; Confira!

A The CW divulgou as imagens oficiais de “Night of the Comet”, 22º e último episódio da 6ª temporada de Riverdale.

Na trama, “Archie e a turma unem forças para salvar Riverdale da maior ameaça que a cidade já enfrentou”.

O capítulo vai ao ar no dia 31 de julho.

Confira, junto ao trailer:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

Chris Evans celebra aniversário de Jeremy Renner com TOCANTE postagem; Confira!

Jeremy Renner completou 51 anos no último dia 07 de janeiro, mas infelizmente teve que passar seu aniversário no hospital, visto que sofreu um grave acidente envolvendo um limpa-neve nos últimos dias.

Entretanto, isso não impediu que seus amigos de longa data compartilhassem mensagens de bons votos para ele, como Chris Evans. O astro, que imortalizou Capitão América nas telonas, divulgou uma tocante foto ao lado de Renner em seu Instagram oficial, escrevendo: “feliz aniversário a um dos caras mais corajosos que eu conheço. Mandando muito amor para você”.

Confira:

Recentemente, um relatório do Condado de Washoe, revelou mais detalhes sobre o acontecimento envolvendo Renner (via ComicBook.com), após conversas com testemunhas oculares e investigações da cena.

O xerife Darin Balaamb caracterizou o acontecimento como um “trágico acidente” e diz acreditar que Renner não foi prejudicado. Segundo ele, Renner estava tentando remover um carro preso na neve, saindo do próprio limpa-neve pouco depois, o que resultou em um atropelamento que esmagou sua perna.

“Neste ponto da investigação, não acreditamos que o Sr. Renner foi prejudicado de qualquer forma, e acreditamos que esse seja um trágico acidente”, Balaam comentou. “A delegacia de Washoe está em posse de seu PistenBully [o limpa-neve] e estamos analisando-o para descartar quaisquer falhas mecânicas em potencial. Isso é parte da nosso processo corriqueiro de investigação. Como mencionei antes, a investigação continua. Entretanto, não suspeitamos de qualquer crime, quero repetir isso, não suspeitamos de qualquer crime. Acreditamos que tenha sido um trágico acidente”.

O ator indicado ao Oscar sofreu ferimentos graves como resultado de um acidente envolvendo um Snowcat em sua casa na área de Reno. O ocorrido aconteceu enquanto o astro limpava a neve com um maquinário que capotou e passou por cima de sua perna, o fazendo perder muito sangue.

Renner só chegou ao hospital com vida graças a um vizinho, que conseguiu colocar um torniquete antes da chegada dos paramédicos em um helicóptero.

Abaixo você confere o momento do resgate:

‘Uncoupled’: Filmagens da 2ª temporada são SUSPENSAS devido à greve de roteiristas

Depois de ser salva pelo Showtime, a série Uncoupled começaria a ser rodada no começo do próximo mês – mas as gravações foram suspensas por tempo indeterminado em virtude da contínua greve de roteiristas em Hollywood.

Em uma recente participação ao programa The View (via Deadline), o astro Neil Patrick Harris confirmou que as filmagens estão em pausa, mas apoiou a causa dos roteiristas.

“Nós iríamos começar a filmar no começo de julho, mas a greve de roteiristas está acontecendo”, ele disse. “Então, tudo está meio em pausa – vão roteiristas! Agora, vamos esperar até as coisas voltarem”.

Harris continua: “com sorte, conseguiremos começar a filmar em um clima mais quente. Rodamos a primeira temporada no frio – e é muito menos divertido ter as datas quando estamos andando no Central Park e estamos congelando e tremendo”.

Ainda não há previsão de estreia para a segunda temporada.

Estrelada por Harris (‘How I Met Your Mother’, ‘Desventuras em Série’), a série foi criada por Darren Star (‘Emily em Paris’) e Jeffrey Richman (‘Modern Family’).

A trama gira em torno de Michael, cuja vida aparentemente perfeita vira de cabeça para baixo quando seu marido inesperadamente o deixa após 17 anos. De repente, Michael precisa enfrentar dois pesadelos: perder quem ele pensou ser sua alma gêmea e encarar uma nova vida como um gay solteiro de 40 e poucos anos em Nova York.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Emerson BrooksColin HanlonIván Amaro BullónJay SantiagoJhulenty DelossantosPaul Robert Kane e outros completam o elenco.

Ludacris embarca em uma aventura MÁGICA no trailer da comédia natalina ‘Um Chamado Natalino’; Confira!

Disney+ Brasil divulgou o trailer legendado de Um Chamado Natalino, nova comédia natalina estrelada por Ludacris (‘Velozes e Furiosos 10’).

O longa-metragem chega à plataforma de streaming no dia 17 de novembro.

Confira:

O filme é dirigido por Tim Story, com roteiro assinado por Scott Rosenberg.

Eddie Garrick (Ludacris) é um homem de bom coração que deu as costas ao Natal devido a uma experiência traumática na infância. A pedido de sua esposa Allison Garrick (Teyonah Parris), de quem está separado, Eddie leva sua filha Charlotte (Madison Skye Validum), de 9 anos, com ele na véspera de Natal, onde conhecem um misterioso homem vestido de terno vermelho chamado Nick (Lil Rel Howery). Eddie, que é assistente social, acha que o homem está delirando e precisa de ajuda profissional, mas quando evoca a ira de um político local (Oscar Nuñez), ele e sua filha são levados a uma aventura mágica que pode restaurar sua fé em Natal.

Ravi V. Patel, Mary Lynn Rajskub, Gina Brillon, Sebastian Sozzi, Kevin Connolly e Zulay Henao completam o elenco.

‘Pedaço de Mim’: Série com Juliana Paes e Vladimir Brichta ganha cartaz e previsão de estreia na Netflix!

Netflix divulgou o cartaz inédito de ‘Pedaço de Mim’, produção brasileira estrelada por Juliana PaesVladimir Brichta.

Anteriormente estruturada como a primeira telenovela nacional da plataforma de streaming, a atração foi remodelada em formato seriado e estreia ainda este ano.

Confira:

O projeto foi criado e escrito por Ângela Chaves, com direção artística de Maurício Farias.

Liana (Paes), uma mulher que sonha em ser mãe, acaba tendo sua trajetória atravessada por eventos de alta força dramática, que afetam seu casamento com Tomás (Brichta).

João VittiPaloma DuarteCarolinie FigueiredoAnalu PrestesAntônio GrassiDani OrnellasFelipe AbibJussara Freira e outros completam o elenco.

Halsey lança “I Never Loved You”, nova música do álbum ‘The Great Impersonator’; Ouça!

A cantora e compositora Halsey divulgou hoje (10) a faixa “I Never Loved You”, nova música de seu quinto álbum de estúdio, The Great Impersonator.

O compilado de originais será lançado no dia 25 de outubro e conta com 18 faixas, incluindo as já lançadas “The End”“Lucky”, “Ego” “Lonely is the Muse”.

Ouça:

1. Only Living Girl in LA
2. Ego
3. Dog Years
4. Letter to God (1974)
5. Panic Attack
6. The End
7. I Believe in Magic
8. Letter to God (1983)
9. Hometown
10. I Never Loved You
11. Darwinism
12. Lonely Is the Muse
13. Arsonist
14. Life of the Spider (Draft)
15. Hurt Feelings
16. Lucky
17. Letter to God (1998)
18. The Great Impersonator

Lembrando que o disco anterior da artista foi o aclamado ‘If I Can’t Have Love, I Want Power’, que se tornou uma das produções mais bem recebidas do ano passado e inclusive entrou para nossa lista de melhores álbuns de 2021, conquistando o terceiro lugar da lista.

Crítica | Halsey entrega o melhor álbum da carreira com o incrível e politizado ‘If I Can’t Have Love, I Want Power’

O disco veio acompanhado de um filme, dirigido por Colin Tilley e com roteiro da própria Halsey, além de trazer produção de Trent ReznorAtticus Ross, vencedores do Oscar de Melhor Trilha Sonora Original pela animação ‘Soul’.

Halsey fez sua estreia no mundo da música com Badlands, em 2015. Desde então, lançou mais dois álbuns: Hopeless Fountain Kingdom (2017) e o elogiado Manic (2020), ambos ganhando elogios por parte da crítica especializada. Vendendo mais de um milhão de álbuns e recebendo mais de 6 bilhões de streamings apenas nos Estados Unidos, a artista já foi indicada duas vezes para o Grammy e já levou para casa quatro Billboard Music Awards.

Dave Bautista e Milla Jovovich são destaque no cartaz INÉDITO de ‘Nas Terras Perdidas’; Confira!

A Diamond Films divulgou um cartaz nacional inédito de Nas Terras Perdidas, novo longa estrelado por Dave BautistaMilla Jovovich.

O longa, dirigido por Paul W.S. Anderson (‘Resident Evil’), chega aos cinemas no dia 17 de abril.

Confira:

nas terras perdidas

A produção é baseada no conto homônimo de George. R. R. Martin – autor de ‘Game of Thrones‘.

A trama uma rainha desesperada para obter o dom da transmutação toma uma ousada decisão ao invocar a temida e poderosa feiticeira Gray Alys (Jovovich) para ajudá-la a alcançar seu desejo. Enviada para a selva fantasmagórica das Terras Perdidas, Alys e seu guia, o vagabundo Boyce (Bautista), devem superar homens e demônios em uma fábula que explora a natureza do bem e do mal, dívida e realização, e amor e perda.

O elenco ainda conta com Arly Jover, Amara Okereke, Fraser James, Simon Lööf, Deirdre Mullins, Sebastian Stankiewicz, Tue Lunding e Jacek Dzisiewicz.

‘Outlander: Blood of My Blood’: Spin-off de ‘Outlander’ chega ao streaming; Saiba onde assistir!

Outlander: Blood of My Blood‘, série pré-sequência do adorado drama de época ‘Outlander, já está disponível no Disney+.

Os dois primeiros episódios do spin-off chegaram à plataforma de streaming no último dia 9 de agosto.

A produção foca em duas histórias de amor paralelas ambientadas em dois períodos de tempo diferentes, com os pais de Jamie nas Highlands escocesas do início do século XVIII e os pais de Claire na Inglaterra da Primeira Guerra Mundial.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Sara VickersBrian McCardieJhon LumsdenPeter Mullan são os protagonistas.

Vickers dá vida a Brian Fraser – avó de Jamie Fraser -, uma governanta da casa Lovat. McCardie será Isaac Grant, líder do Clã Grant; Lumsden, por sua vez, é seu filho, Malcolm, um pretendente em potencial para Ellen MacKenzie. Por fim, Mullan dá vida a Red Jacob MacKenzie, pai de Ellen, Dougal, Colum, Janet e Jocasta.

O restante do elenco conta com Rory Alexander (‘Pistol’), Sam Retford (‘Coronation Street’), Seamus McLean Ross (‘Payback’), Conor MacNeill (‘O Turista’), Harriet Slater (‘Indiana Jones e A Relíquia do Destino’), Jamie Roy (‘Flowers and Honey’), Hermione Corfield (‘Os Renegados’) e Jeremy Irvine (‘Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!’).

A trama explora a vida dos pais de Jamie, Ellen MacKenzie (Slater) e Brian Fraser (Roy), assim como a história de origem dos pais de Claire, Julia Moriston (Corfield) e Henry Beauchamp (Irvine).

Com Lázaro Ramos, longa-metragem brasileiro ‘Feito Pipa’ fará estreia mundial no 76º Festival de Berlim

O cinema brasileiro segue marcando presença nas prestigiadas telas do mundo. O longa-metragem Feito Pipa, dirigido por Allan Deberton e estrelado por Yuri Gomes, Teca Pereira e Lázaro Ramos, fará sua estreia mundial na programação oficial do 76º Festival de Berlim, na mostra oficial competitiva Generation, dedicada a filmes com temáticas e protagonistas infantojuvenis.

Produzido pela Deberton Filmes e pela Biônica Filmes, em coprodução com a Warner Bros., e com distribuição no Brasil da Paris Filmes, o longa acompanha a história de Gugu, um menino de quase 12 anos que sonha em se tornar jogador de futebol e vive com a avó Dilma, uma professora aposentada que o cria de forma livre e afetuosa. Quando a avó fica frágil, Gugu tenta esconder essa situação a qualquer custo, com medo de ser separado dela e ser obrigado a morar com o pai, que não o aceita como ele é. 

Deberton comentou a seleção para o Festival de Berlim: “um sonho acontecendo! A conquista da melhor vitrine que este filme poderia ter. Pessoalmente, é muito emocionante ver um filme que fala de desejo de pertencimento, de família e de coragem sendo acolhido num festival onde o olhar é exigente e afetuoso ao mesmo tempo. É como se a Berlinale dissesse: ‘essa experiência importa’. E isso dá ao filme um alcance simbólico e humano gigantesco.”

Com roteiro de André Araújo e rodado em Quixadá e cidades vizinhas do interior do Ceará, o filme se passa às margens da barragem de Araújo Lima, onde após anos de seca revela uma antiga cidade submersa em ruínas. A obra constrói uma narrativa sensível sobre amadurecimento, memória, afeto e amor. 

A produção ainda conta com um elenco formado por Carlos Francisco e Georgina Castro.

A estreia na Berlinale 2026, que será realizada de 12 a 22 de fevereiro,  consolida mais um passo internacional na trajetória de Deberton, que apresenta ao público internacional uma obra delicada e potente sobre infância, liberdade e resistência afetiva.

As 10 Melhores Músicas Internacionais de 2026 (Até Agora)

Estamos no meio do ano – e isso significa que está na hora de relembrar o que o mundo da música vem nos entregando de melhores nestes últimos seis meses com nossa costumeira lista das dez melhores canções internacionais de 2026 (até agora).

Desde janeiro, nomes como Charli XCX voltaram ao cenário musical com o lançamento da agressiva “Rock Music”, enquanto Harry Styles causou grande impacto com o lead single de ‘Kiss All The Time. Disco, Occasionally’, “Aperture”. Como se não bastasse, Lady Gaga e Madonna trouxeram o melhor do pop à tona com incursões infundidas pelo dance e pelo disco, enquanto a banda de hard rock The Pretty Reckless nos alimentou com várias faixas que precedem o aguardado ‘Dear God’.

Confira abaixo a nossa lista e conte para nós qual a sua favorita ou qual deixamos e fora:

10. “I FEEL SO FREE”, Madonna

Depois de sete anos, Madonna finalmente está voltando ao mundo da música com o lançamento do aguardado ‘Confessions II’, que dá continuidade ao lendário e aclamado ‘Confessions on a Dance Floor’. E, antes de lançar o lead single “Bring Your Love” ao lado de Sabrina Carpenter, a rainha do pop deu início a essa nova era com “I Feel So Free”, uma ótima faixa que serviu para reiterar uma carreira marcada por revoluções estéticas e musicais que são emuladas até hoje. Movendo-se em seu próprio ritmo e em uma indesculpável defesa da libertação e do empoderamento, a vibrante e elétrica infusão de disco, dance e EDM é um convite às pistas de dança e ao prazer em sua forma mais pura.

9. “DEVIL YOU KNOW”, Maya Hawke

Aliando-se a Christian Lee Hutson e Benjamin Lazar Davis, Maya Hawke deu vida a “Devil You Know”, do álbum ‘MAITREYA CORSO’ – uma faixa que promove o encontro entre diversos artistas que sempre se mostraram dispostos a “remar contra a maré”: seja com os filtros vocais que robotizam o refrão, seja com uma melódica verborragia que se estende por pouco mais de três minutos, Hawke demonstra apreço pelas conhecidas incursões de Fiona Apple, em especial com a magnum opus ‘Fetch the Bolt Cutters’, explorando altos e baixos que, a princípio, se espalham profusamente. Porém, à medida que compreendemos as mensagens que os irruptivos versos escondem, tudo fica mais claro.

8. “SHAPE OF A WOMAN”, Lady Gaga

“Shape of a Woman”, música de Lady Gaga que integra a trilha sonora de ‘O Diabo Veste Prada 2’, estende-se por três minutos e meio de puro hedonismo instrumental e nos leva para os anos 1980 em uma convergência de dance-pop, nu-disco e soul que nutrem de similaridades com as incursões da artista em seu mais recente álbum de estúdio, o aclamado ‘MAYHEM’. À medida que transforma uma conhecida narrativa de enlace romântico e sensual em uma despojada e despretensiosa metáfora para as passarelas que dominam a estrutura do filme, a artista se rende a vocais cristalinos que combinam com o expressivo arranjo de cordas, bateria e sintetizadores.

7. “DRY SPELL”, Kacey Musgraves

Kacey Musgraves sempre teve uma forma muito única e peculiar de enxergar o mundo, imprimindo essa visão em cada um de seus álbuns, desde o vencedor do Grammy ‘Golden Hour’ até o subestimado ‘Star-Crossed’. E, para dar início a ‘Middle of Nowhere’, seu mais recente álbum de estúdio, a artista nos encantou com a despojada e hilária narrativa sexual de “Dry Spell”, que a trouxe ao topo do jogo com uma sardônica lírica movida pelas conhecidas notas do country e do country-pop.

6. “ROCK MUSIC”, Charli XCX

Depois de ser escalada para trabalhar na trilha sonora do remake de ‘O Morro dos Ventos Uivantes’ com o compilado de originais ‘Wuthering Heights’, Charli XCX mostrou que estava pronta para embarcar em sua próxima era fonográfica, arriscando-se em um cenário diferente do que já esquadrinhara, mas sem abandonar os maneirismos pelos quais seus fãs se apaixonaram. E foi assim que surgiu “Rock Music”, uma música que entrega exatamente o que o título promete: um pulsante e irruptivo electro-rock que é acompanhado pelo conhecido exagero dos sintetizadores e por agressivos riffs em um experimento sonoro que soa propositalmente autoconsciente.

5. “I RIDE”, Jessie Ware

“I Ride” é exatamente o que esperamos de uma artista do calibre de Jessie Ware – uma celebração hedonista da vida, do prazer e da arte como motor de escape. Mergulhando sem pensar duas vezes nos nostálgicos tropos do disco-pop e do dance-pop, a performer constrói uma ponte que une passado e presente no mesmo lugar, não apenas erguendo um monumento testamentário que puxa elementos de cada uma de suas eras anteriores, com destaque aos discos mencionados nos parágrafos acima, mas um encontro explosivo entre cinema e música que honra a memória de Ennio Morricone com uma interpolação da icônica trilha de ‘Três Homens e um Conflito’.

4. “APERTURE”, Harry Styles

Pincelado por um filtro robótico e nostálgico, “Aperture” apresenta um enredo já explorado ao longo da carreira de Harry Styles, infundindo-nos em uma narrativa com tons românticos e, ao mesmo tempo, melancólicos – colocando um toque de realismo em uma espécie de conto de fadas contemporâneo que não deixa de fora os altos e baixos de um relacionamento. Ao encontrar o significado de um amor que, assim como ele, se mostra mais amadurecido, o artista liberta-se para descobrir uma felicidade verdadeira e permanente, refletindo a escolha pungente de um arranjo instrumental cíclico e, ao mesmo tempo, satisfatório.

3. “DEAR GOD”, The Pretty Reckless

A epopeica produção de “Dear God”, que dá nome ao novo álbum da banda The Pretty Reckless, navega pela sutileza do blues rock e conta com uma equilibrada amálgama de bateria, piano, baixo e guitarra – que logo dá espaço a uma sinestésica atmosfera sombria e taciturna – deixando a conhecida melancolia irônica do grupo para trás e trazendo uma inesperada introspecção a seu catálogo. Taylor Momsen, responsável não apenas pela potente e visceral entrega vocal, como pelos versos e pela produção, sabe muito bem o que está fazendo e trabalha ao lado de Ben Phillips e Jonathan Wyman para oferecer a seus fãs uma celebração do post-grunge, do doom metal e do hard rock.

2. “WHITE FEATHER HAWK TAIL DEER HUNTER”, Lana Del Rey

Encabeçada por Lana Del Rey, “White Feather Hawk Tail Deer Hunter” traz certas semelhanças com outras obras-primas experimentais assinadas pela artista, como “A&W”“Arcadia” – mas não no tocante à temática explorada ou à construção instrumental, e sim às ousadias a que a performer se lança ao lado de Jack AntonoffDrew Erickson. O single explora, de maneira ácida e inebriante, a situação em que ela se encontra, singrando pelos opressivos holofotes que insistem em encontrar controvérsias em seu casamento com Jeremy Dufrene – recusando-se a fazer o óbvio e deixando que as impecáveis metáforas falem por si próprias.

1. “THE CURE”, Olivia Rodrigo

“the cure” é uma sinestésica e pungente balada alt-rock que volta a colocar Olivia Rodrigo como uma das melhores no que faz. O segundo single do álbum ‘you seem pretty sad for a girl so in love’ é um lembrete de que, por mais que esteja atrelada aos temas que explorou em incursões predecessoras, Olivia tem uma capacidade incrível de nunca se valer de comentários maniqueístas sobre a complexidade do amor e do trauma – aproveitando o espaço para trazer referências a Foo Fighters e Smashing Pumpkins em uma viagem de volta aos anos 1990.

‘Titãs’: Superboy e Krypto surgem em novas imagens da 2ª temporada; Confira!

A DC Universe divulgou novas imagens do 6ª episódio da 2ª temporada de ‘Titãs‘, que irá explorar a jornada de Conner Kent (Joshua Orpin) e Krypto tentando escapar dos agentes da Cadmus.

Confira:

Vale lembrar que a 2ª temporada já está disponível na DC Universe.

Assista ao trailer:

A trama segue jovens heróis do Universo DC enquanto eles crescem e se encontram em uma versão sombria da franquia clássica dos Jovens Titãs. Dick Grayson e Rachel Roth, uma jovem garota especial possuída por uma estranha escuridão, acabam no meio de uma conspiração que pode trazer o Inferno para a Terra. Eles se juntam à cabeça-quente Estelar e o amável Mutano. Juntos, eles se tornam uma família e uma equipe de heróis.

O projeto foi criado por Greg Berlanti, e é estrelado por Brenton Thwaites (Asa Noturna), Anna Diop (Estelar), Teagan Croft (Noturna) e Ryan Potter (Mutano).

O próximo ciclo introduz diversos personagens, incluindo Superboy (Joshua Orpin), Exterminador (Esai Morales), Jericó (Chella Man), Devastadora (Chelsea Zhang), Mercy Graves (Natalie Gumede) e Aqualad (Drew Van Acker). Jason Todd (Curran Walters), Donna Troy (Connor Leslie), Rapina (Alan Ritchson) e Columba (Minka Kelly) também irão retornar.

‘Star Wars’: Criadora de ‘Boneca Russa’ elogia a inclusão de mulheres no alto escalão

No início de abril, a Lucasfilm anunciou que a diretora Leslye Headland (‘Boneca Russa’) será a showrunner de uma vindoura série live action baseada na saga ‘Star Wars.

Além da presidente do estúdio, Kathleen Kennedy, Headland é a segunda mulher contratada para assumir uma produção, já que Deborah Chow irá comandar a série ‘Kenobi’.

Durante uma entrevista para a Entertainment Weekly, Headland falou sobre o assunto e elogiou o estúdio por incentivar a presença das melhores na expansão da saga

“Quando eu soube que estava contratada, foi chocante ouvir isso. Infelizmente, ainda são poucos os que se sentam à mesa nos bastidores da indústria, mas a Lucasfilm se orgulha de trazer mais mulheres para o alto escalão. Então me sinto honrada em fazer parte disso, sou muito sortuda e estou muito grata pela oportunidade.”

Infelizmente, a cineasta não pôde revelar nada sobre a nova produção, que ainda não tem título e nem previsão para o início das filmagens

Apesar disso, fontes revelaram ao portal que a trama será focada em personagens femininas e será ambientada em uma parte diferente da linha temporal da saga.

Enquanto isso, vale lembrar que ‘O Mandaloriano‘ já foi renovada para sua 3ª temporada, e a 2ª estreia em outubro na Disney+.

Assista ao trailer da 1ª temporada:

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passará no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

‘Godzilla vs Kong’: Fãs não estão poupando elogios à sequência; Confira as reações!

Godzilla vs Kong‘ já estreou em alguns países e arrecadou US$ 123, 2 milhões até o momento, além de conquistar 79% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

E essas marcas não são de surpreender, já que o longa dirigido por Adam Wingard vem recebendo diversos elogios do público.

Nas redes sociais, os internautas estão vibrando com as cenas de ação, com a química entre o elenco e as reviravoltas da trama, provando que o filme é muito mais que uma briga entre duas feras gigantescas.

Confira as reações:

“Então, terminei Godzilla vs Kong‘ e… Uau. Foi um filme divertido e meio que me emocionou! Eu amo o Kong.”

“Acabei de assistir ‘Godzilla vs Kong’ e eu amei! SPOILERS: minha cena favorita é quando eles foram para a terra oca, foi incrível.”

“Eu amei ‘Godzilla vs Kong’. Uma carta de amor para os fãs de filmes de Kaiju.”

“‘Godzilla vs Kong‘ foi o melhor filme do Godzilla até hoje. Os personagens humanos estavam nele apenas o suficiente para movimentar a história. As lutas foram incríveis!”

Godzilla vs Kong‘… Caramba! Eu amo os dois, então não me importo com quem ganhar. ISTO VAI SER INCRÍVEL!.”

Godzilla vs Kong‘ foi incrível.”

“Foi incrível!”

“Simplesmente incrível!”

Lembrando que ‘Godzilla vs Kong‘ chega aos cinemas nacionais somente em 29 de abril.

Confira as principais críticas:

Godzilla vs. Kong oferece exatamente o que promete. É uma energia transbordante e entusiasmo e traz um espetáculo visual satisfatório.”, Impulse Gamer

“Missão cumprida: Independente de quem ganha, os fãs do outro também ganham”, Anthony Morris

“‘Godzilla vs. Kong’ revela sua própria premissa bizarra e oferece tudo o que você pagou.” -Doug Jamieson, The Jam Report

Godzilla vs. Kong basicamente cumpre sua promessa de um grande monstro lutando contra outro grande monstro. Depende apenas se você está disposto a enfrentar a má configuração que o rodeia.” – John Nugent, Empire Magazine

“Quando nosso próprio mundo parece estar à beira da ruína, esses monstros parecem nossos medos primitivos encarnados … (mas o filme) sofre da mesma doença de tantos sucessos de bilheteria modernos: é imensamente assistível, mas instantaneamente esquecível.” – Prahlad Srihari, First post

“Assistir a esses monstros famosos compartilharem a tela pela primeira vez desde King Kong vs. Godzilla de 1963, em uma série de batalhas coreografadas habilmente, consegue golpes reais…”, Jamie Graham – Total Filme

“O MonsterVerse finalmente aprendeu com seus erros. Esse filme é realmente divertido, com ótimos visuais e feito para vê-lo no cinema.”, eCartelera

Godzilla vs Kong merece ser calorosamente abraçado como um vendedor de pipoca antiquado e cafona, com espetáculo de punch’n’crunch suficiente para compensar seu início lento, personagens magros e narrativa desleixada.”, Jim Schembri

“Este filme de monstro provavelmente pareceria espetacular onde quer que você o assistisse, mas é absolutamente deslumbrante na tela grande com ação épica de monstro sobre monstro e efeitos sonoros estrondosos, quase ensurdecedores.”, The Indian Express

Na trama de ‘Godzilla vs. Kong‘, os adversários míticos se encontram em uma espetacular batalha, na qual o destino do mundo entrará em jogo. Kong e seus protetores embarcam em uma jornada perigosa para encontrar seu verdadeiro lar. Com eles está Jia, uma jovem órfã que tem uma ligação única e forte com Kong. Mas eles não sabiam que estavam no caminho de um Godzilla enfurecido, que está deixando um rastro de destruição pelo planeta. Esse combate épico entre os dois titãs, instigado por forças ocultas, é apenas o começo do mistério que jaz no núcleo da Terra.  

Dirigido por Adam Wingard (‘Você é o Próximo‘), o longa dará continuidade aos eventos de ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘.

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER]  

O elenco conta com Millie Bobby Brown, Julian DennisonRebecca HallEiza GonzalezBrian Tyree HenryAlexander Skarsgård, Jessica Henwick Demian Bichir.

‘Homem-Aranha’: J.K. Simmons ficou sem acreditar quando o convidaram para retornar como J. Jonah Jameson

Os fãs do ‘Homem-Aranha‘ ficaram de queixo caído quando viram J.K. Simmons reprisando seu papel como J. Jonah Jameson na cena pós-créditos de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’.

Para quem não se lembra, o ator vencedor do Oscar interpretou o editor-chefe do Clarim Diário e um dos antagonistas de Peter Parker (Tobey Maguire) nos três longas-metragens dirigidos por Sam Raimi.

E parece que o próprio Simmons ficou tão espantado quanto o público quando recebeu o convite para atuar na sequência estrelada por Tom Holland.

Enquanto participava do tapete vermelho de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, Simmons relembrou a ocasião em que recebeu o telefonema da Sony e revelou à Variety que ficou chocado.

“Foi um choque total. Como fizemos a trilogia de Sam Raimi, foi brilhante, foi ótimo, foi maravilhoso, mas então eles seguiram em frente. Eu pensei que foi uma ótima oportunidade, mas já havia dado adeus. E aqui estou eu… Sam está de volta ao Universo da Marvel com ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’. É tudo lindo.”

Confira:

Por falar nisso, a franquia encabeçada por Raimi ganharia um quarto volume – mas, depois de desavenças entre o realizador e a Sony Pictures, os planos foram descartados e o estúdio resolveu rebootar as histórias do herói, contratando um novo ator e uma nova equipe criativa e técnica.

Depois do projeto ser cancelado, Simmons ficou bastante decepcionado.

Em uma recente conversa com o The Hollywood Reporter, Simmons revelou que ficou devastado por não retornar para mais uma iteração.

“Quando [a Sony] resolveu seguir em frente, foi… De partir o coração, não vou mentir. Eu pensei: ‘bom, foi divertido’, e fiquei honrado em ter aquela oportunidade”, ele disse.

Confira:

E aí, você está animado para revê-lo em Homem-Aranha: Longe de Casa’?

A sequência tem estreia marcada para o dia 16 de dezembro nos cinemas nacionais.

Confira o trailer:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco também conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.