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‘Planeta dos Macacos: O Reino’ tem data de estreia adiantada

De acordo com o Comic Book, a 20th Century Studios adiantou a estreia de ‘Planeta dos Macacos: O Reino‘ de 24 de maio para 10 de maio nos EUA.

A mudança foi devido à concorrência com outros títulos bastante aguardados pelo público, como ‘Mad Max: Furiosae ‘Garfield – Fora de Casa‘, que estreiam em 23 de maio.

Já no dia 10 de maio não haverá competição, o que deve significar uma bilheteria maior para o novo ‘Planeta dos Macacos’.

Na trama, Kevin Durand (‘The Strain’) dá vida a Proximus César, o mais novo antagonista da franquia, descrito como um devoto do Cesar da trilogia lançada entre 2011 e 2017.

Em entrevista para a Entertainment Weekly, o diretor Wes Ball comentou que o personagem não é necessariamente um vilão, apenas um adversário dos ideais dos protagonistas.

“O interessante sobre Proximus é que, com alguma ajuda, ele meio que redescobriu a eletricidade, por assim dizer, ele descobriu algo novo. Para os macacos que se esqueceram de todas essas coisas, isso é como um poder mágico. Então, eles estão experimentando isso. Eu nem acho que você pode chamá-lo de vilão. Eu o chamaria de adversário de ideais. Você o entende, você pode se conectar com ele, de certa forma. É um personagem interessante, não um recorte de estereótipos de vilania.”

Ao longo da franquia, o objetivo final dos personagens mais heróicos é que humanos e macacos pudessem viver juntos em harmonia.

No entanto, como seguidor do César original, Proximus deve tentar impor a supremacia dos símios perante à raça humana, o que vai levar a mais um capítulo da eterna luta de ideologias.

Lembrando que o longa não é uma continuação direta de Planeta dos Macacos: Guerra’, mas sim o primeiro capítulo de uma nova trilogia, situada cerca de 300 anos após o último filme.

Em vez de seguir imediatamente após a morte de César, no final de ‘Planeta dos Macacos – A Guerra‘, Kingdom está dando um grande salto em frente. O filme é ambientado cerca de 300 anos depois que César entregou seu povo à terra prometida – e com o passar de todos esses anos, suas lendárias qualidades de liderança se perderam em grande parte no tempo. Ainda assim, é o legado de César – e o significado de “macacos juntos e fortes” – que irá impulsionar Noa, o novo jovem herói macaco do Reino.

Em conversa com a Empire, Teague, Durand e Ball compartilharam suas perspectivas sobre o novo filme e a relevância de César (protagonista da trilogia original) nesse contexto.

Noa não faz ideia de quem é esse [Cesar]”, afirma o ator Owen Teague. “Parte de sua jornada é a descoberta desse legado e suas várias interpretações. Noa tem que dar sentido a tudo isso.”

Na trilogia original, César (interpretado por Andy Serkis) liderou os macacos em meio aos conflitos com os humanos. Com o passar dos anos, sua figura passou a ser vista como uma espécie de messias.

“César é quase uma figura religiosa, e Proximus assumiu o nome César porque era a posição mais alta na sociedade dos macacos”, explica o astro Kevin Durand. “Foi uma autoproclamação alcançada por todos os meios necessários para garantir que os macacos continuassem a evoluir. Então você está vendo a influência e a evolução do que César deixou. E, como em cada pedaço da história humana, sempre há algum tipo de tirano que aparece e assusta todos, fazendo-os acreditar neles.”

O novo filme tem uma ambição ousada, sendo planejado como o primeiro de uma trilogia.

“Desde o início, pensamos nisso como uma trilogia”, revela Ball. “Tínhamos essas ideias grandiosas de onde poderia eventualmente chegar e como poderia se encaixar no legado desses filmes. Então, certamente estou discutindo com [o estúdio] agora sobre a próxima história.”

“Aqueles últimos três filmes trataram do fim de algo. Eles trataram do fim dessa história de Moisés. Eles trataram do fim da humanidade”, explica. “E pensamos, ‘Das cinzas desses filmes anteriores, vamos cultivar uma nova árvore para escalar’. Este filme é muito sobre o começo de algo”, conclui ele.

Confira o trailer!

O elenco conta com William H. MacyOwen Teague, Dichen Lachman, Freya Allen, Eka DarvillePeter MaconTravis JefferyNeil SandilandsSara WisemanRas-Samuel Welda-abzgiLydia Peckham.

Além de dirigir, Ball assina o roteiro em conjunto com Josh Friedman (‘Expresso do Amanhã’).

‘Viúva Negra’ | Conheça as origens da personagem de Scarlett Johansson

Quando pensamos em Vingadores, na maioria das vezes lembramos dos mais famosos heróis da franquia, como Capitão América e Homem de Ferro. Tanto eles, como outros heróis que estão ali, já possuíam filmes solo de bastante sucesso. Porém, a única mulher do elenco original, que participou como coadjuvante em vários filmes, ainda não tinha ganhado a chance de ter a sua própria história contada nas telonas. Essa situação mudou com o anúncio do filme solo da Viúva Negra, que desde sua primeira aparição no Universo Cinematográfico da Marvel, desperta interesse sobre o seu passado misterioso como espiã russa.

Com o intuito de conhecer ainda mais sobre a complexa personagem, preparamos essa matéria especial da sua origem nos quadrinhos da Marvel, como forma de homenagear a estreia dessa nova aventura da heroína, que está sob muita expectativa dos fãs de heróis sedentos por um longa, enquanto aguardamos os próximos passos do MCU.

Natasha Romanoff, a Viúva Negra, teve sua primeira aparição em um quadrinho da Marvel Comics intitulado Tales of Suspense em Abril do ano de 1964, em uma criação de Don Rico (roteiro), Don Heck (desenhos) e do saudoso Stan Lee (edição).

A personagem possui várias origens ao longo dos anos, mas a mais conhecida é a de que ela nasceu em 1928, durante o período da Segunda Guerra. Em um ataque nazista à Stalingrado, sua mãe veio a falecer em um incêndio, mas antes ela atirou sua filha ainda bebê pela janela do prédio, em uma tentativa para que ela se salvasse. Um soldado russo chamado Ivan Petrovitch resgatou a criança de um destino fatal. Ivan cuidou de Natasha por toda a sua vida, permanecendo ao seu lado e criando ela como sua própria filha.

Já crescida, Natasha foi levada até a famosa Sala Vermelha junto com mais 28 meninas órfãs. Lá ela recebeu o treinamento de combate e espionagem, com o propósito de atuarem em algumas missões para a União Soviética.

Além de um treinamento físico intenso, que incluía algumas lições com o Soldado Invernal, as meninas tiveram um aprimoramento físico através de uma variante do soro do supersoldado e passaram também por alterações psicológicas e biológicas, o que explicaria o aumento da expectativa de vida, impedindo o envelhecimento das mesmas.

No aprimoramento psicológico, elas recebiam uma lavagem cerebral para que não se lembrassem da Sala Vermelha com a implantação de falsas memórias, o que fez com que Natasha acreditasse que era uma bailarina do Teatro Bolshoi. Outra modificação foi deixar as meninas inférteis, já que os comandantes viam a gravidez como uma fraqueza a ser eliminada.

Durante sua história, como podemos perceber pela sua origem, a Viúva Negra nem sempre batalhou ao lado dos mocinhos. Ela teve um período no qual era uma vilã agindo ao lado dos soviéticos, como uma agente secreta da KGB.

Ela enfrentou o Homem de Ferro pela primeira vez em uma missão na qual ela foi enviada para os Estados Unidos para assassinar um desertor da União Soviética, o professor Anton Vanko. Em outras situações, Natasha enfrentou Tony Stark com a ajuda de Clint Barton, o nosso Gavião Arqueiro.

Eles quase conseguiram derrotar o Homem de Ferro, porém o Gavião Arqueiro teve que recuar após a Viúva Negra ser ferida, tendo que levá-la a um lugar seguro. Durante esse período, ela estava começando a se sentir apaixonada por Clint, o que acabou enfraquecendo sua lealdade ao seu país, fazendo com que tentasse desertar da União Soviética. Tendo sido concedida anistia, Natasha fez uma proposta para se unir aos Vingadores, ajudando-os em sua batalha contra os Ultroids.

Nos cinemas, a personagem apareceu pela primeira vez no MCU em Homem de Ferro 2 (2010), como uma agente da S.H.I.E.L.D infiltrada nas empresas de Tony Stark. Interpretada pela atriz Scarlett Johansson, a Viúva Negra veio a aparecer em mais 8 filmes após esse, incluindo o seu solo que estreia em poucos dias.

Na trama de seu filme solo, Natasha Romanoff (Scarlett Johansson) terá que enfrentar o Treinador, um vilão capaz de imitar as habilidades dos seus inimigos. Para isso, ela precisará se reunir com pessoas importantes do seu passado. O elenco conta também com a presença de Florence Pugh como Yelena Belova, Rachel Weisz como Melina Vostokoff e David Harbour como Alexei Shostakov/Guardião Vermelho.

Após vários atrasos devido a pandemia do coronavírus, o longa tem previsão de estreia para 9 de Julho deste ano.

Filme live-action de ‘The Legend of Zelda’ está em desenvolvimento, diz insider

Após o estrondoso sucesso de ‘Super Mario Bros. – O Filme‘, a Nintendo planeja expandir seu vasto universo de games icônicos para as telonas, e parece que não só no formato de animação.

De acordo com a insider MyTimeToShineHello, um filme live-action de ‘The Legend of Zelda‘ estaria em desenvolvimento pela Nintendo e Universal, reatando mais uma parceria após a adaptação de ‘Super Mario‘.

De acordo com rumores anteriores, a empresa também estaria trabalhando em filmes baseados em outras franquias populares de seus jogos, incluindo e ‘Luigi’ e ‘Donkey Kong‘, além de uma sequência para ‘Super Mario Bros – O Filme‘.

Vale lembrar que ‘Super Mario Bros – O Filme‘ arrecadou mais de US$ 1.3 bilhão mundialmente – tornando-se a segunda maior animação da história do filme. O longa da Universal Pictures fica atrás apenas de ‘Frozen 2‘ (US$1.4B).

Crítica | ‘Super Mario Bros. – O Filme’ é um espetáculo visual que encanta pela nostalgia

‘Quarteto Fantástico’: Natasha Lyonne entra para o reboot em papel misterioso

Natasha Lyonne, renomada atriz conhecida por seus papéis em Poker Face,Boneca Russa e Orange Is the New Black, foi confirmada como parte do elenco do próximo filme doQuarteto Fantástico no Universo Cinematográfico da Marvel (MCU). A notícia foi veiculada pela Variety.

Embora seu envolvimento no projeto tenha sido confirmado, detalhes específicos sobre o papel que Lyonne interpretará ainda não foram divulgados pela produção.

Lembrando que Paul Walter Hauser (‘Cobra Kai’) e John Malkovich (‘RED: Aposentados e Perigosos’) também foram escalados em papéis misteriosos, enquanto Ralph Ineson (‘A Bruxa’) será o vilão Galactus.

Há alguns dias, o The Hollywood Reporter anunciou que as gravações do reboot de Quarteto Fantástico‘ devem começar no final de julho, um ano antes da estreia.

Por enquanto, não foram revelados maiores detalhes sobre a produção, como local das filmagens e o período de gravações.

Como o projeto está nas fases iniciais, as atualizações devem ser divulgadas assim que as câmeras começarem a rodar.

A nova versão será estrelada por Pedro Pascal (Reed Richards/Sr. Fantástico), Vanessa Kirby (Sue Storm/Mulher Invisível), Joseph Quinn (Johnny Storm/Tocha Humana), Ebon Moss-Bachrach (Ben Grimm/O Coisa) e Julia Garner como (Shalla-Bal/Surfista Prateada).

Lembrando que ‘Quarteto Fantástico, estreia em 25 de julho de 2025, será o primeiro filme da Fase 6 do MCU.

Confira o cartaz e siga o CinePOP no Youtube:

Anteriormente, segundo o DCULeaks, a dupla Scott Neustadter e Michael Weber, conhecida por seu trabalho conjunto em ‘(500) Dias com Ela’, estaria encarregada de finalizar o roteiro do filme de heróis.

A dupla encontra-se atualmente em destaque devido ao seu trabalho em ‘Daisy Jones & The Six’, que recebeu três indicações ao Emmy em 2023.

Entre os trabalhos mais notáveis da dupla estão: ‘(500) Dias com Ela’ (2009), ‘A Culpa é das Estrelas’ (2014) e ‘Cidades de Papel’ (2015). Vale destacar que também foram responsáveis por aprimorar o roteiro de ‘Os Novos Mutantes’ (2020), embora não sejam creditados.

Quarteto Fantástico é dirigido por Matt Shakman.

‘Five Nights at Freddy’s 2’: Novas imagens destacam a Pizzaria Freddy Fazbear

A sequência da adaptação do sucesso ‘Five Nights at Freddy’s’ ganhou novas imagens, destacando a famosa Pizzaria Freddy Fazbear. Além disso, o ator Josh Hutcherson foi visto caminhando pelo set.

Confira:

A sequência está programada para estrear nos cinemas nacionais no dia 4 de dezembro de 2025, um dia antes da estreia nos EUA.

Emma Tammi retornará à direção.

 

‘Lilo & Stitch’: Live-action ultrapassa US$ 1 bilhão nas bilheteiras globais, mas ainda perde para ‘Ne Zha 2’

O live-action de Lilo & Stitch acaba de fazer história em Hollywood, tornando-se o primeiro filme de 2025 dos EUA a superar a impressionante marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais. No entanto, o sucesso do filme da Disney ainda fica atrás do fenômeno chinês Ne Zha 2.

De acordo com o Deadline, Lilo & Stitch já arrecadou um total de US$ 1,001 bilhão. Desse montante, US$ 416,2 milhões vieram dos Estados Unidos e Canadá, enquanto US$ 584,8 milhões foram gerados no mercado internacional.

Entre os principais mercados internacionais que impulsionaram este resultado, destacam-se: México (US$ 67 milhões), Reino Unido (US$ 48,9 milhões), França (US$ 42,4 milhões), Brasil (US$ 37,4 milhões) e Alemanha (US$ 32,4 milhões).

Alan Bergman, copresidente da Disney Entertainment, celebrou a conquista: “Sabíamos que havia muito amor por Lilo & Stitch por parte do público ao redor do mundo, mas nunca tomamos isso como garantido. Estamos orgulhosos de como este novo filme se conectou com as pessoas. Sou grato aos nossos cineastas, elenco e toda a equipe do estúdio por fazerem deste filme um sucesso, e estamos ansiosos por mais aventuras com esses personagens no futuro”.

Apesar do excelente desempenho de Lilo & Stitch, o filme chinês Ne Zha 2 se consolidou como o maior lançamento do ano até o momento, com uma arrecadação astronômica de US$ 2.085 bilhões.

É importante notar que o filme ainda não foi lançado em diversos mercados, incluindo o Brasil, o que indica que seu total pode crescer ainda mais.

Para efeito de comparação, Ne Zha 2 já é a 5ª maior bilheteria da história do cinema, ficando atrás apenas de clássicos como: ‘Avatar’ (US$ 2,9 B), ‘Vingadores: Ultimato’ (US$ 2,7 B), ‘Avatar: O Caminho da Água’ (US$ 2,3 B) e ‘Titanic’ (US$ 2,2 B).

‘Ne Zha 2’: Animação de maior bilheteria mundial ganha data de estreia no Brasil; Saiba quando!

Com o sucesso estrondoso de “Lilo & Stitch”, a Disney já confirmou a sequência do live-action.

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Mia Goth define trabalho em ‘A Odisseia’ como “uma das maiores experiências da minha vida”

Em entrevista recente ao The Hollywood Reporter, a atriz Mia Goth compartilhou detalhes sobre sua participação em A Odisseia, o novo épico de Christopher Nolan.

Goth destacou como a experiência foi transformadora: “Essa foi uma das maiores experiências da minha vida. Realmente foi. Foi profunda. Sou fã do trabalho dele há muitos anos. Então, ter essa oportunidade e presenciar como ele dirige foi incrível. Aprendi muito com isso. A confiança que ele deposita nos atores foi esclarecedora”.

O clima de seriedade no set também foi corroborado pelo ator James Remar. Em conversa anterior com o THR, ele enfatizou o profissionalismo da produção:

“É um elenco muito respeitoso e bem reunido. Não há espaço para bobagens. Todos estavam focados na tarefa, porque ele chega com uma visão, e cada pincelada dessa visão é importante. Não há palhaçadas. Não há brincadeiras. Ninguém dorme. Ninguém está bêbado. Ninguém está chapado, perdoe a linguagem. Todos estavam extremamente concentrados em ser o melhor possível”, acrescentou.

Inspirado no poema épico de Homero, o longa promete levar o rigor técnico de Nolan para o mundo da Grécia Antiga.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de julho.

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Após a Guerra de Tróia, o guerreiro grego Odisseu (Matt Damon) enfrenta criaturas míticas e deuses em sua épica jornada de volta para casa, onde sua esposa Penélope o aguarda.

O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez.

O elenco grandioso ainda conta com Tom Holland, Anne Hathaway, Robert Pattinson, Lupita Nyong’o, Zendaya, Charlize Theron, Jon BernthalJohn LeguizamoElliot PageHimesh PatelBill Irwin e Samantha Morton.

A aposta é alta: com um orçamento de US$250 milhões, ‘A Odisseia‘ será o filme mais caro da carreira de Nolan.

Lena Dunham divide opiniões com piada sobre a NFL no casamento de Taylor Swift e Travis Kelce

A atriz e roteirista Lena Dunham surpreendeu os convidados durante a recepção do casamento de Taylor Swift com o astro da NFL, Travis Kelce. Conforme repercutido pela Entertainment Weekly, Dunham subiu ao palco para um discurso que acabou dividindo opiniões ao disparar a seguinte piada:

“O futebol americano é apenas homens héteros encenando pornografia gay”, brincou no discurso.

A fala provocou uma mistura instantânea de suspiros de choque e gargalhadas entre os cerca de mil convidados. Na plateia repleta de estrelas do esporte, estavam figuras como Jason Kelce (irmão do noivo), Kareem Hunt (running back do Kansas City Chiefs), o ex-companheiro de equipe JuJu Smith-Schuster, George Kittle (tight end do San Francisco 49ers) e Cooper Kupp (wide receiver do Seattle Seahawks).

Vários treinadores da NFL também presenciaram o momento no Madison Square Garden, incluindo Mike Vrabel, atual técnico do New England Patriots.

Apesar da reação mista do público, a noiva pareceu adorar o momento. Segundo uma fonte ouvida pelo Daily Mail, Taylor Swift considerou a piada de Dunham “genial”.

Depois de ‘Batgirl’, DC encomenda filme dos ‘Supergêmeos’ para HBO Max e já tem diretor… Confira!

A HBO Max quer reforçar mais ainda o seu catálogo de filmes da DC nos próximos anos, principalmente depois da notícia que o serviço fará uma adaptação em live-action dos ‘Wonder Twins‘, ou como nós conhecemos aqui, os ‘Supergêmeos‘.

De acordo com o site The Hollywood Reporter, o filme dos ‘Supergêmeos‘ será lançado direto para o HBO Max e será dirigido por Adam Sztykiel (‘Spy Guys’).

Sztykiel está programado para fazer sua estreia na DC ainda este ano, trabalhado no tão esperado filme do ‘Adão Negro‘. Em ‘Supergêmeos‘, Sztykiel será roteirista e diretor. O filme será produzido por Temple Hill, cujos trabalhos anteriores incluem a Saga Crepúsculo e Maze Runner.

Como falamos, você poderá conferir a estreia de Adam Sztykiel em ‘Adão Negro‘, filme estrelado por Dwayne Johnson, que chega aos cinemas no dia 29 de julho.

Crítica | A Luz do Demônio – Narrativa complica nova perspectiva de exorcismo

Filmes sobre exorcismo existem aos montes, já que, constantemente, diversos autores trazem a curiosa prática que, aos olhos mais céticos, parece fantasiosa, mas, pela ótica religiosa, é mais real e atual do que nunca. Isso porque milhares de casos são registrados, anualmente, pela Igreja Católica, que não apenas leva a sério esses registros de possessão, abrindo vertentes dedicadas, como também criou uma espécie de formação/especialização de sacerdotes dedicados a função de exorcizar.

Ao longo dos anos, sobretudo após o lançamento do clássico ‘O Exorcista’ (1973), tivemos ótimos exemplares, até mesmo com casos recentes como ‘Sobrenatural’ (2010) e ‘Invocação do Mal’ (2013), ambos de James Wan. O cineasta alemão Daniel Stamm já tinha tentando fazer diferente com ‘O Último Exorcismo’ (2010), por trazer uma linguagem found footage, ainda que deixasse a desejar no que se refere a qualidade, justamente por não conseguir conferir uma experiência temível.

Dessa vez Stamm tenta “inovar” novamente em ‘A Luz do Demônio’, trazendo um sacerdote mulher para ser a exorcista da vez. Algo que é um tabu até hoje, já que a Igreja Católica não permite que o sexo feminino realize procedimentos do tipo, a não ser auxiliar, como uma espécie de enfermeira, no tratamento realizado pela instituição. No entanto, apesar da proposta deveras atraente, o longa é sabotado pelos mesmos problemas encontrados na obra anterior do diretor.

A trama gira em torno de Annie (ou Irmã Ann) que ganha vida através de Jacqueline Byers (‘Roadies’), uma garota que desde pequena é atormentada por sua mãe que está possuída por uma entidade que tenta entrar em seu corpo.

Como já mencionamos, a mulher decide virar freira após um terrível acontecimento, e se dedicar a estudar a prática dos exorcismos em um tipo de hospital/faculdade católica responsável por formar sacerdotes e cuidar de enfermos afligidos e possuídos.

Annie sabe que não pode realizar exorcismos, mas vê uma brecha e exclusividade para estudar a vertente através da ajuda do experiente Padre Quinn, vivido por Colin Salmon (‘Krypton’), ator que confere imponência, sabedoria e verdade à função de exorcista.

Mesmo com algumas questões delicadas, Annie consegue participar de cerimonias, mas acaba sempre esbarrando na entidade que a atormenta desde pequena. Demônio que agora está no corpo da pequena Natalie (Posy Taylor), do qual Annie se apega rapidamente e passa a trata-la com dedicação materna.

Uma trama realmente simplória, mas que poderia funcionar bem, desde que o longa apresentasse uma narrativa competente e capaz de prender o espectador nas suas várias tentativas de dar sustos ou mesmo na criação de impetrar uma atmosfera sombria.

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Porém, a utilização de jumpscares e a criação de cenários obscuros, através do fraco CGI utilizado, dão à ‘A Luz do Demônio’ um resultado final absolutamente genérico e desinteressante. Com momentos constrangedores capazes de causar risos involuntários, ou situações no mínimo batidas, que já foram repetidas à exaustão.

O elenco até consegue fazer com que acreditemos no dilema daqueles personagens, mas o roteiro raso, com furos incômodos e de soluções inexplicáveis e imediatas acaba por também sabotar a seriedade das figuras apresentadas.

Daniel Stamm erra novamente por, provavelmente, não entender a arte da carpintaria do horror, se distanciando assim de cineastas recentes eficientes, como o próprio James Wan, que mesmo trabalhando com um cinema mais pop e os famigerados jupscares, sabe como  e onde utiliza-los, além de criar atmosferas sombrias e opressoras.

Ainda assim, ‘A Luz do Demônio’ consegue dar alguns sustos legais e fazer com que o público fique atento e aguardando o que a história vai apresentar no fim das contas. Deixando inclusive um gostinho de quero mais, com uma cena que claramente tem a função de gerar uma continuação. Talvez brilhe mais no segundo.

Academia de Vampiros: O Beijo das Sombras

(Vampire Academy: Blood Sisters)

 

Elenco:

Zoey Deutch, Olga Kurylenko, Lucy Fry, Gabriel Byrne, Sarah Hyland, Ashley Charles, Ben Peel, Cameron Monaghan, Charlotte Rickard, Claire Foy.

Direção: Mark Waters

Gênero: Ação

Duração: 104 min.

Distribuidora: Diamond Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: Agosto de 2014 em Home Video

Sinopse:

O filme é uma adaptação da série best-seller ‘Academia de Vampiros‘, de Richelle Mead. Com direção de Mark Waters (Minhas Adoráveis Ex-Namoradas, Meninas Malvadas), o filme apresenta as primeiras aventuras de Rose Hathaway (Zoey Deutch), uma dhampir — meio vampira, meio humana — no treinamento para ser a guardiã de sua melhor amiga, a princesa Lissa Dragomir (Lucy Fry), única herdeira das 12 famílias da realeza Moroi, pacíficos vampiros mortais.

 

Curiosidades:

»  A série escrita por Richelle Mead já vendeu mais de 3,5 milhões de cópias nos EUA e foi publicada em 34 países. A série terá um total de seis livros. Até o momento, já foram publicados nos Estados Unidos quatro livros: Vampire Academy, Frostbit, Shadow KissBlood Promisse.

»  No Brasil, foram lançados ‘O Beijo das Sombras‘ e ‘Aura Negra‘.

» Dan Waters (‘Batman – O Retorno’) roteiriza, enquanto seu irmão Mark Waters, diretor de ‘Os Pinguins do Papai‘ e ‘Meninas Malvadas‘, comanda o projeto.

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

 

‘A Série Divergente: Convergente – Parte 2’ tem título alterado para ‘Ascendant’

Os dois últimos filmes da ‘Série Divergente‘ tiveram seus títulos alterados.

Ao invés de ‘A Série Divergente: Convergente – Parte 1‘ e ‘A Série Divergente: Convergente – Parte 2‘, os filmes serão lançados como ‘A Série Divergente: Convergente‘ e ‘The Divergent Series: Ascendant‘.

A Paris Filmes anunciou que está trabalhando no título nacional do último filme e divulgará em breve.

Confira o anúncio e os cartazes:

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A Paris Filmes agendou a data de estreia no Brasil de ‘A Série Divergente: Convergente’ (The Divergent Series: Allegiant), o terceiro e penúltimo filme da franquia distópica. O filme estreia nos cinemas nacionais dia 17 de março de 2016, um dia antes da estreia norte-americana.

Shailene Woodley, Theo James, Naomi Watts, Zoe Kravitz, Octavia Spencer, Daniel Dae Kim e Jonny Weston retornam. Jeff Daniels, Nadia Hilker e Bill Skarsgård são as novas adições do elenco.

O diretor Robert Schwentke, de A Série Divergente: Insurgente, também comanda ‘A Série Divergente: Convergente – Parte 1‘.

As duas partes adaptam o terceiro livro da trilogia escrita por Veronica Roth.

O último filme da franquia, ‘The Divergent Series: Ascendant‘, estreia nos EUA dia 24 de Março de 2017.

Roteiro de ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’ será lançado como livro

O roteiro de ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam‘ será publicado em forma de livro, anunciou hoje o Pottermore. O lançamento no Reino Unido, Estados Unidos e Canadá vai acontecer dia 19 de novembro, sem previsão no Brasil.

Animais Fantásticos e Onde Habitam‘ marca a estreia da autora britânica J.K. Rowling como roteirista.

Confira:

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Vale lembrar que a peça teatral ‘Harry Potter e a Criança Amaldiçoada’ TAMBÉM será lançada como livro – leia mais!

A Warner Bros. está preparando uma trilogia cinematográfica para a obra.  O livro de 50 e poucas páginas foi adaptado em três filmes de longa duração, lançados anualmente, seguindo a linha de ‘O Hobbit‘.

A franquia Harry Potter teve 8 filmes, lançados entre 2001 e 2011, que combinados renderam mais de U$ 7,7 bilhões nas bilheterias do mundo todo.

 

 

O excêntrico magizoologista Newt Scamander (o vencedor do Oscar Eddie Redmayne) viaja a Nova York (por uma razão que não vamos divulgar) com sua fiel mala mágica. É uma daquelas mochilas pequenas expansíveis, como a usada por Hermione em ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte’, e dentro dela habita uma coleção de criaturas mágicas raras e ameaçadas que Newt conseguiu resgatar em sua viagem pelo mundo.

Quando chega na América, ele descobre que a Comunidade de Bruxos está sendo perseguida por Trouxas (chamados de Muggles na Inglaterra, e de No-Majs nos EUA). Com a ameaça de exposição pública ainda mais grave do que no Reino Unido (lembram-se dos julgamentos das bruxas de Salem?), Newt resolve ajudá-los.

‘Animais Fantásticos’ é a história do que acontece quando este assistente inglês excepcionalmente hábil viaja para a América com uma variedade de suas criaturas, alguns bastante perigosas… e elas conseguem escapar de sua mala.

Ron Perlman, o Hellboy, junta-se ao elenco de ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’

Jon Voight se junta ao elenco de ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’

Spin-off de ‘Harry Potter’ vai apresentar nova escola de bruxaria

 

 

‘Bones’ ganha cartaz da 12° e última temporada

O TV Line divulgou o primeiro cartaz da temporada final de ‘Bones‘, série estrelada pelo casal também na vida real David Boreanaz e Emily Deschanel. 

Como forma de se despedir mais intimamente dos fãs, a série terá um painel na San Diego Comic-Con 2016.

Então, fica a expectativa para um primeiro trailer ou alguma grande revelação final.

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Lançada em setembro de 2005, ‘Bones‘ traz como plot a investigação de assassinatos envolvendo restos mortais, mais precisamente ossos. O TV Show também é inspirado na vida da real Kathy Reichs, uma antropóloga forense considerada uma das melhores nos Estados Unidos em sua área.

‘The Flash’: Joel Ciclone está de volta em novas imagens da 3ª Temporada

Considerado o primeiro velocista das HQs ‘The Flash‘, Joel Ciclone está de volta na terceira temporada do TV Show e promete dar aquela mãozinha a Barry nas horas mais difíceis.

Confira:

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A HQ Flashpoint é considerada a maior publicação da DC Comics em termos de unir todo o Universo DC. Escrita por Geoff Johns, ela é ambientada numa realidade alternativa onde Bruce Wayne está morto, Thomas Wayne é o Batman e não há Superman. Com isso, o único que se lembra da ordem dos fatos é Barry Allen, que fica chocado ao saber que sua mãe, Nora Allen, já morta, está viva nessa nova linha do tempo. O grande twist da história vem quando nos é revelado que Barry criou o universo Flashpoint para viajar de volta no tempo e impedir que o Flash-reverso matasse Nora. A tentativa de Barry para desfazer sua ação anterior e restaurar a linha do tempo original acaba por se tornar um meio de criação dos Novos 52.

A nova temporada de ‘The Flash‘ estreia dia 4 de outubro.

Teaser do 2º episódio de ‘Sherlock’ apresenta o vilão de Toby Jones

A BBC liberou a prévia para o segundo episódio de ‘Sherlock‘, que será exibido no próximo domingo.

Assista:

O primeiro episódio da quarta temporada de ‘Sherlock‘ foi assistido no Ao Vivo por 8.1 milhões de pessoas.

Em em comparação com o season premiere da terceira temporada, que estreou na noite de Ano Novo de 2014, houve uma queda. O episódio foi assistido por 9.2 milhões, e o episódio especial no Natal de 2015 foi assistido por 8.4 milhões.

Mas ainda assim, conseguir trazer mais de 8 milhões de pessoas em pleno feriadão de Ano Novo ainda é uma quantidade extremamente considerável.

Os dois próximos episódios serão exibidos dia 8 e dia 15 de janeiro, na BBC.

Os dois primeiros episódios tiveram seus títulos divulgados: ‘The Six Thatchers‘ e ‘The Lying Detective‘.

The Six Thatchers‘ terá conexão com a ex-primeira ministra britânica Margaret Thatcher, interpretada por Meryl Streep no filme ‘A Dama de Ferro‘.

The Lying Detective‘ faz uma alusão ao conto The Dying Dtective, escrito por Arthur Conan Doyle, que traz Holmes lutando contra o vilão Culverton Smith, que será antagonista principal da quarta temporada.

Criador de ‘Sherlock’ diz que quarta temporada será devastadora

Vale lembrar que Ben recebeu uma indicação ao Emmy de Melhor Ator em Minisérie ou Filme para a TV por conta do aclamado especial de Natal de 2016, A Noiva Abominável.

Recentemente, Benedict Cumberbatch desmentiu em entrevista à Associated Press que a quarta temporada de ‘Sherlock‘ será a última.

“Quando você assistir a quarta temporada, vai entender porque as próximas temporadas vão demorar um pouco mais para acontecer. Mas eu nunca digo nunca, e a quarta temporada não será a última. Quando acharmos uma história legal, com certeza voltaremos para fazer mais uma temporada”, afirmou.

 

Trailer internacional de ‘A Múmia’ vem repleto de cenas inéditas; Assista!

A Universal Pictures China liberou o primeiro trailer de ‘A Múmia‘ para o país.

O vídeo vem com várias cenas inéditas!

Confira:


Apesar de ter sido sepultada com extrema segurança em uma cripta nas profundezas de um deserto, uma antiga rainha (Sofia Boutella), cujo destino foi injustamente tirado dela, desperta nos dias atuais, trazendo com ela sua maldade cultivada ao longo dos milênios e terrores que desafiam a compreensão humana.

Das areias deslumbrantes do Oriente Médio, passando por labirintos escondidos e chegando nos dias de hoje em Londres, ‘A Múmia‘ traz uma surpreendente intensidade e equilíbrio e trilha um caminho que inaugura um novo mundo de Deuses e Monstros.

 

Sofia Boutella (Kingsman – Serviço Secreto) será a Múmia feminina. Jake Johnson (da série ‘New Girl’ e ‘Jurassic World’) vai interpretar um militar do exército norte-americano. Courtney B. Vance (‘American Crime Story: The People vs O.J. Simpson’) viverá um coronel do exército americano.

O astro Russell Crowe interpreta o Dr. Jekyll, do clássico ‘O Médico e o Monstro‘, no reboot de ‘A Múmia‘.

A Universal Pictures agendou a estreia da superprodução para 9 de Junho de 2017.

O estúdio está apostando alto no seu Universo de Monstros, e ontem anunciou que está cotando Angelina Jolie para estrelar o remake do clássico ‘A Noiva de Frankenstein‘, de 1935 – saiba mais!

Alex Kurtzman, roteirista de ‘O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro‘, dirige. Ele tem no currículo como diretor apenas o drama ‘Bem Vindo à Vida‘.  Kurtzman entra no lugar de Andres Muschietti (‘Mama’), que abandonou o cargo por diferenças criativas.

Recentemente, Kurtzman também foi contratado pela Universal Pictures para criar um universo para a sua franquia de monstros, que conta com ‘A Múmia‘, ‘Van Helsing‘, ‘Drácula‘ e ‘Lobisomem‘. Cada um dos personagens ganhará um filme solo que farão parte do mesmo universo, podendo assim ter uma reunião no futuro, assim como a Marvel fez com seus Vingadores.

Sean Daniels, Alex Kurtzman e Roberto Orci produzem o novo ‘A Múmia’.

‘Top Gun 2’ ganha data de estreia e diretor

A Paramount Pictures agendou a data de estreia de ‘Top Gun 2‘, mais precisamente, uma semana depois do lançamento de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar 2‘ e uma semana antes da estreia do live-action de ‘O Rei Leão‘.

A sequência chega aos cinemas norte-americanos dia 12 de julho de 2019.

O estúdio também confirmou que Joseph Kosinski vai comandar a produção. Joseph e Tom Cruise já trabalharam juntos em Oblivion.

No original, Pete “Maverick” Mitchell é um jovem piloto de caça da Marinha dos Estados Unidos que é selecionado para participar do curso Top Gun na Navy Fighter Weapons School, após seu companheiro abandonar a aviação de caça. Lá se envolve com Charlotte Blackwood, sua instrutora de astrofísica, e tem uma rixa com seu concorrente rival Tom “Iceman” Kazensky.

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‘The Handmaid’s Tale’ será exibida no Brasil pela Paramount Channel

The Handmaid’s Tale finalmente será lançada no Brasil, meses após sua exibição nos EUA.

A série será exibida no Brasil pelo Paramount Channel, com estreia prevista para Outubro.

The Handmaid’s Tale  foi a grande vencedora do Emmy 2017 nas categorias melhor série, melhor atriz (Elisabeth Moss), melhor atriz coadjuvante (Ann Dowd), melhor direção e melhor roteiro – tudo nas categorias de drama.

O que é ‘The Handmaid’s Tale

Um futuro distópico, com uma teonomia totalitária fundamentalista cristã. A nova série da plataforma de streaming Hulu traz essa combinação dolorosa que estes quatro elementos são capazes de originar. Em uma nação onde nada mais nasce e os temerosos tempos apocalípticos deixam fragmentos cada vez mais expressivos de sua chegada, a morte e as trevas emergem, dando à luz a uma nova era regressiva, subversiva, que usa a pureza e as distorções bíblicas para reavivar a escravidão da mente, da mulher, da individualidade, do coletivo. A cada morte, um novo nascimento. A cada novo nascimento, uma nova escravidão. Esta é a adaptação da aclamada obra de Margaret Atwood, The Handmaid’s Tale, grande vencedora do Emmy 2017 nas categorias melhor série, melhor atriz (Elisabeth Moss), melhor atriz coadjuvante (Ann Dowd), melhor direção e melhor roteiro – tudo nas categorias de drama.

A contemporaneidade é a própria culpada. A tecnologia, as altas emissões de gases poluentes, a evolução feminina em direção a uma independência independente demais. Seguindo os princípios fundamentais do romance de 1985, acrescentando as subsequentes progressões socioeconômicas e tecnológicas das décadas que sucederam os anos 80, a produção criada por Bruce Miller faz um paralelo com os tempos das aias, das servas oriundas do século XVI. Levando a premissa da servidão feminina aos extremos mais ardilosos, a adaptação segue fielmente a história uma vez contada por Atwood, se apresentando pontualmente em uma época onde nunca discutimos tanto o famoso papel da mulher na sociedade.

Em meio a uma era onde vozes – até então solitárias – ganham coro, estilos antes apedrejados agora já beiram a banalidade e salários gradativamente são equiparados, a década iniciada em 2010, e que já caminha para além de sua segunda metade, tem sido marcada por essas ávidas discussões. Desconfortáveis para alguns, desnecessárias para outros, esta época seria o estopim daquele conto da aia. Já estamos caminhando para tão longe de onde estivemos que talvez um freio, uma pausa, seja necessário. Na série desenvolvida pela Hulu, o desconforto advindo dos avanços sócio mentais da mulher chega ao seu ápice e todas as esferas globais que afetaram a perpetuidade da vida humana na Terra são colocadas sobre os lombos delas. Em linhas curtas, aqui, tudo é culpa da mulher.

Banindo a sensualidade, a inteligência, o poder de questionamento, o direito à leitura e até mesmo seu direito de ir e vir, as mulheres férteis se tornam as joias da coroa de Gileade, o antigo Estados Unidos agora tomado pelo regime totalitário. A elas, o papel de progenitoras é dado, em uma espécie de “cerimônia” onde o estupro é ritualizado. Para as estéreis, a servidão vem em um ambiente subversivo de prostituição forçada, como empregada doméstica ou até mesmo pela morte. Eliminando também a beleza, o vigor artístico e as cores que certa vez fizeram da América a Terra das Oportunidades e da Liberdade, a nova nação volta ao sistema quase feudal, regredindo os índices de poluição a 78%. O ar pode até estar purificado. A alma não. E em meio a tudo isso, uma serva conta a sua história. Somos apresentados a uma Elisabeth Moss diferente, a atriz que fez de suas raízes na aclamada série da AMC, Mad Men, traz o esplendor de uma das atuações mais dolorosas e impactantes de se testemunhar na tela da TV.

Tecnicamente falando, The Handmaid’s Tale reside na construção cinematográfica e interpretativa de seu roteiro. Ao colocar Elisabeth Moss como a aia que lidera, que sofre e que relata sua experiência, somos presenteados com uma das linguagens corporais mais simbólicas e angustiantes já vistas na televisão. A fala embargada, o corpo amuado e os olhos marejados refletem uma beleza sensível e delicada extraída do âmago da dor de quem se sente aprisionada dentro de si mesma. Na série, Moss também lidera as demais atuações, que acompanham sua maestria em um elenco onde todas – e todos – expressam bem os sons abafados que o regime fundamentalista consolidou no país.

Com uma direção belíssima e intimista, a câmera percorre Gileade como um espectador que possui uma visão privilegiada deste pequeno e secreto mundo. Testemunhamos closes desconfortáveis e intimidadores, onde a câmera capta a fraqueza e acontrastante fortaleza que o olhar indignante e sofrível de Offred (Moss) estampa diante de suas circunstâncias. Vemos feixes de luz permearem cortinas e janelas escuras, que tentam fazer da claridade um pequeno vislumbre de uma realidade que não existe mais. Somos absorvidos pela complexidade e magnitude de um roteiro que desconstrói a vida vivida por nós, fora da série fictícia, e nos imerge em um contexto social sufocante, hipnotizante e consternante. A cada novo episódio, adentramos este futuro distópico tão verídico e somos consumidos de tal forma que ao encerrarmos cada capítulo, somos tomados subitamente pelo plano real, como se saíssemos de um denso e imersivo coma.

The Handmaid’s Tale é muito mais que um conto tenebroso de um futuro cabível aos tempos em que vivemos. É a obra oitentista vanguardista, que vislumbrou 30 anos a frente de seu período e permitiu que hoje, em plenos 2017, possamos ampliar nosso debate e avaliar os passos que estamos dando em direção à consolidação do papel da mulher nos contextos em que ela se encontra. A evolução político social é irreversível. Que esta série jamais nos deixe esquecer disso.

‘In Darkness’: Trailer LEGENDADO sufocante do suspense com Natalie Dormer

Foi divulgado o trailer LEGENDADO do terror In Darkness, estrelado por Natalie Dormer (Game of Thrones). Confira:

Na trama, a Pianista cega, Sofia (Natalie Dormer) escuta uma briga vinda do apartamento acima do seu, que acaba levando à morte de sua vizinha, Veronique (Emily Ratajkowski). É o começo de uma jornada que empurra Sofia para fora de sua zona de conforto e a faz entrar em contato com o pai de Veronique, Milos Radic (Jan Bijvoet), um empresário sérvio e suspeito criminoso de guerra acusado de cometer genocídio durante a guerra da Bósnia, que agora vive em Londres sob asilo político. Atrás da verdade, Sofia arrisca sua vida em busca de respostas e mergulha em um obscuro submundo de corrupção, violência e chantagem. Uma vez que os segredos de seu próprio passado se entrelaçam com o círculo íntimo de fraudes de Radic, Sofia, enquanto procura vingança, tem sua investigação atrás do mistério revelada.

O longa tem direção de Anthony Byrne e ainda não possui data de lançamento para o Brasil.

 

Porque os brasileiros se identificam TANTO com Dragon Ball? Wendel Bezerra responde!

Dragon Ball Super Broly‘ conseguiu quebrar recordes em sua estreia no Brasil.

Com mais de 106 mil ingressos vendidos e R$ 1.618.451 arrecadados, o filme quebrou recordes! Com isso, o filme teve o maior dia de abertura da franquia ‘Dragon Ball‘ no Brasil, se tornando o maior filme japonês da história no país.

O editor-chefe Renato Marafon teve a oportunidade de entrevistar Wendel Bezerra, o dublador do Goku, que nos contou porque os brasileiros se identificam TANTO com Dragon Ball.

Assista:

Crítica | Dragon Ball Super Broly – O Filme: Diverte e entretém, valorizando a franquia!

É o primeiro filme baseado na célebre série Dragon Ball Super e contará a história do Saiyajin desconhecido.

O Broly do título foi apresentado em ‘Dragon Ball Z: O Poder Invencível‘ e é um dos Saiyajins mais poderosos da história, e cresceu odiando o Goku. O que já se sabe sobre o filme é que irá se passar após a conclusão do Torneio do Poder. Porém, ainda não se sabe detalhes da história.

A animação já está em exibição nos cinemas!

Saiba quanto Robert Downey Jr. recebeu por ‘Vingadores: Ultimato’!

De acordo com a Forbes, Robert Downey Jr. recebeu US$ 80 milhões por sua participação em ‘Vingadores: Ultimato‘.

O site afirma que o salário inicial do ator foi de US$ 20 milhões, com um adicional de 8% das bilheterias, o que gerou um adicional de US$ 60 milhões.

Kevin Feige disse à Forbes:

“O percentual do custo do orçamento certamente ficou desequilibrado, especialmente nos filmes dos ‘Vingadores’. Nos primeiros filmes, os custos giravam mais em torno dos efeitos visuais. Mas está tudo bem, porque [os atores] são os melhores efeitos.”

Ultimato‘ se tornou a maior bilheteria da história do cinema, com US$ 2,796 bilhões arrecadados mundialmente. O recorde anterior pertencia a  ‘Avatar‘, com US$ 2,79 bilhões mundialmente.

Assista a nossa crítica sobre o filme:

Diretora de ‘Mulher Maravilha 1984’ defende DC por não “copiar” fórmula da Marvel

Muitos fãs questionam o DCEU por seguir uma linha diferente do que a Marvel Studios fez com o MCU, mas a diretora Patty Jenkins (‘Mulher-Maravilha 1984‘) defendeu a decisão criativa da Warner Bros.

Durante uma entrevista para a revista Total Film, a cineasta disse que as adaptações da DC refletem a independência dos quadrinhos pela falta de conexões.

“O que eu mais amo no DCEU é que as adaptações são independentes, não precisam seguir uma ordem pré-estabelecida. Os quadrinhos sempre foram assim, e acho que os filmes também deveriam ser. As conexões entre os filmes da Marvel foram exceções, mas não quer dizer que todos os filmes de quadrinhos devem imitar essa estratégia. Acho que cada um dialoga com o público de forma diferente.”

Ela continuou:

“Acredito que é necessário conectar as histórias quando é preciso, mas nem sempre funciona. Apesar da Marvel construir um universo compartilhado, ‘Viúva Negra‘ não tem nenhuma relação com ‘Doutor Estranho‘, e seria desnecessário forçar uma interação entre essas histórias.”

Por fim, a diretora disse que cada filme da DC tem seus próprios tons e estilos, o que permite maior liberdade criativa.

“Acho que foi essa independência que contribuiu com o sucesso de ‘Coringa’, ‘Aquaman’, e ‘Mulher-Maravilha‘… Apesar de todos serem adaptações da DC, eles não se relacionam em nada e foi pro isso que deram certo.”

Lembrando que a estreia de ‘Mulher-Maravilha 1984‘ foi remarcada de 04 de junho para 13 de agosto por conta da pandemia do Coronavírus.

De acordo com o Comic Book, a sequência recebeu a classificação indicativa PG-13 (para maiores de 13 anos) por conta de “sequências de ação e violência.”

A informação foi divulgada originalmente pelo MPAA, o órgão que administra a classificação indicativa de filmes e séries nos EUA.

Além de Gal Gadot, reprisando o papel principal, o elenco também conta com o retorno de Chris Pine, Robin Wright, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner, e a introdução de Kristen Wiig como a Mulher-Leopardo.

Confira trechos da nossa entrevista com a Gal:

‘Pantera Negra’: Disney altera abertura do filme com homenagem a Chadwick Boseman; Assista!

A versão de ‘Pantera Negra‘ lançada no Disney+ altera a abertura logotipo Marvel Studios com uma homenagem especial homenageando Chadwick Boseman – que faria 44 anos.

O redesenho de 29 de novembro é uma atualização comemorativa do logotipo em uso desde 2016, e mantém a abertura clássica do “flipbook” antes de seguir para as imagens de arte conceitual e trechos do roteiro de ‘Pantera Negra‘. Enquanto a introdução padrão mostra os super-heróis do universo cinematográfico da Marvel preenchendo as formas das letras do logotipo da Marvel Studios com filmagens de filmes anteriores, esta homenagem é dedicada inteira e exclusivamente a Boseman.

Assista:

Segundo o Hollywood Reporter, a Marvel voltou a desenvolver ‘Pantera Negra 2 e as filmagens começam em Julho de 2021.

Não foi revelado quem protagonizará o longa após a morte repentina e inesperada do astro Chadwick Boseman.

Tenoch Huerta, estrela de ‘Narcos: México‘, está se juntando ao elenco do filme e irá interpretar o vilão.

Tenoch Huerta

Na semana passada, surgiram rumores de que os produtores da Marvel Studios estariam considerando ‘reviver’ Chadwick Boseman através de um modelo em CGI.

A informação foi revelada pela jornalista insider Grace Randolph, que afirmou que a sequência abriria com uma grande batalha em Wakanda – que terminaria na morte de T’Challa, e Shuri (Letitia Wright) assumiria o manto da Pantera Negra.

No entanto, Victoria Alonso, vice-presidente da Marvel, fez questão de desmentir os boatos em respeiro ao astro, falecido aos 43 anos, vítima de câncer.

Durante uma entrevista para o Clarin, ela foi questionada sobre assunto e disse que:

“Só há um Chadwick Boseman, e ele não está mais conosco. Nosso rei, infelizmente, morreu na vida real, não apenas na ficção, e estamos demorando um pouco para saber como iremos lidar com isso e o que faremos para homenageá-lo da forma correta, mas não [não será através de CGI]. Sua morte foi tão inesperado, tão dolorosa… Por isso, temos que pensar cuidadosamente sobre o que vamos fazer e como vamos honrar a franquia.”

 

Em outubro do ano passado, Ryan Coogler assinou o contrato para retornar como roteirista e diretor de ‘Pantera Negra 2‘, depois de sua entrada excepcional no MCU com o filme que arrecadou mais de 1,3 bilhão de dólares no mundo inteiro.

O filme também tornou-se o primeiro do gênero super heroico a ser indicado para a categoria de Melhor Filme no Oscar.

Sean Astin é a favor de reboot de ‘Os Goonies’ com novo elenco

A sequência de ‘Os Goonies‘ foi cancelada oficialmente, mas o astro Sean Astin ainda acredita na viabilidade de um reboot, com um novo e jovem elenco.

Durante uma entrevista ao Collider, em que ele divulgava sua série da Netflix,No Good Nick‘, o veterano comentou que a sequência está realmente fora dos planos, mas pontuou sobre uma nova versão do clássico oitentista.

“Eu acho que já passamos do tempo em que nós, membros do elenco original, somos os caras certos para estrelar uma sequência. Ainda assim, eu creio que um reboot do filme poderia cair bem com as audiências contemporâneas, mas no final das contas tudo depende se Steven Spielberg quer investir em um novo projeto de ‘Os Goonies‘”, ele afirmou.

Os Goonies‘ mostra as aventuras de crianças e adolescentes na busca do tesouro do pirata Willy Caolho para salvar suas famílias da crise financeira.

O segundo filme iria trazer toda a turma do primeiro (já adulta, claro) e seus filhos, que teriam que fazer a mesma coisa que seus pais: salvar a cidade.

Timothée Chalamet surge caracterizado como ‘Wonka’ em vídeo da pré-sequência de ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’

A pré-sequência de A Fantástica Fábrica de Chocolate, intitulada Wonka, ganhou um novo vídeo dos bastidores.

Nele, vemos o astro Timothée Chalamet (‘Duna’) como o protagonista.

Assista:

Em entrevista à Time,  Chalamet revelou que o filme será um musical e queele  está gravando canções originais no Abbey Road, famoso estúdio localizado em Londres, onde as filmagens também ocorrem – e que cantar as músicas no lugar em questão tem colocado muita pressão sobre ele.

“Me senti fora do eixo. Como se eu estivesse profanando a história”, ele revelou.

Entretanto, Chalament comentou que as filmagens do longa têm sido bastante positivas e que a narrativa tem uma mensagem otimista: “não estamos minando emoções obscuras na vida. É uma celebração de ser fora do centro e aceitar as partes esquisitas de nós mesmos que não se encaixam na sociedade”.

Confira a primeira imagem de bastidores abaixo:

Além de Chalament no papel titular, o elenco conta com Keegan Michael-Key, Tom DavisSimon FarnabyKobna Holdbrook-SmithMathew BayntonJim CarterRich FulcherOlivia ColmanSally HawkinsRowan Atkinson.

Detalhes sobre seus papéis não foram revelados.

O filme será lançado pela Warner Bros. nos cinemas dia 17 de março de 2023.

O projeto não contará exatamente o origem do personagem, mas mostrará as suas primeiras aventuras e pode conter outros personagens conhecidos, como Charlie, por exemplo.

O produtor David Heyman revelou ao Collider que a história será uma pré-sequência, mostrando a juventude de Wonka.

“Estamos procurando a história ideal, mas já sabemos que será uma pré-sequência. Mostraremos como Willy construiu a fábrica de chocolate, a história por traz do ticket dourado e como ele era antes disso. Porque ele se isolou na fábrica por anos? Vamos explorar isso.”, afirmou. 

Paul King, de ‘As Aventuras de Paddignton’, dirige.

Ator da Netflix CRITICA a maneira como o streaming vai bloquear o compartilhamento de senhas

A Netflix está determinada a acabar de uma vez por todas com o compartilhamento de senhas ainda em 2023, o que deve causar uma tremenda dor de cabeça entre os assinantes. Os usuários da plataforma terão que fazer login em seus perfis a cada 30 dias através do Wi-Fi de seus endereços principais para evitarem o bloqueio do catálogo em outros aparelhos da casa.

O ator da Netflix, Justice Smith, postou nas redes sociais uma crítica à nova repressão de compartilhamento de senhas da empresa:

“Se eu conseguisse outro emprego na Netflix e tivesse que sair para filmar por 2 a 4 meses, não seria capaz de usar minha conta netflix mesmo que estivesse trabalhando para eles ????????”, indagou.

Smith estrelou a série ‘The Get Down‘, onde interpretou um dos personagens principais, Zeke.

Para impedir que pessoas de fora uma residência acessem a plataforma, a companhia vai rastrear endereços de IP dos dispositivos conectados ao Wi-Fi principal.

Dessa forma, um aparelho que não esteja configurado com o mesmo IP gerado pelo Wi-Fi principal de uma residência terá seu acesso bloqueado à plataforma de streaming.

E quem quiser compartilhar senhas com quem não mora na mesma residência?

Caso o usuário queira acessar a plataforma em outros locais físicos, seria necessário pagar uma taxa extra.

Se a Netflix aderir de vez a essa prática, as taxas extras custariam entre US$ 3,50 e US$ 4,00. No Chile, por exemplo, as taxas custam o equivalente a US$ 4,45.

Mas como fica o acesso a dispositivos móveis quando um usuário não estiver em sua residência?

Caso você esteja viajando ou fora de casa por algum motivo, basta solicitar um código temporário para acessar o catálogo por sete dias consecutivos.

Para isso, será necessário atualizar seu local principal se estiver em outro endereço.

Nos testes, foram liberados os compartilhamentos através de notebooks, smartphones e tablets enquanto o usuário estiver viajando, mas só será possível usar a plataforma numa televisão fora de sua casa por duas semanas sem pagar a taxa.

Esse período grátis só será válido para um local por ano. Depois disso, o aplicativo será bloqueado nas TVs que não pertencem à determinada residência, a não ser que o usuário pague a taxa extra.

As mudanças não param por aí…

Essas exigências entrarão em vigor em março, mesmo mês em que a Netflix pretende converter em assinantes pagos quem usa contas pertencentes a famílias separadas, com a introdução de restrições de compartilhamento de contas e taxas extras para membros em mais países.

Vale lembrar que as medidas mencionadas já estão sendo testadas em outros países além do Chile, como Costa Rica, Peru, Argentina, República Dominicana, El Salvador, Guatemala e Honduras.

No Brasil, ainda não há previsão de quando o bloqueio será implementado…

Durante uma reunião com acionistas no último dia 19, a companhia emitiu um comunicado, dizendo que:

“O compartilhamento desenfreado de senhas limita nossa capacidade de investir e melhorar a Netflix a longo prazo, e de construir nosso negócio. Enquanto os termos de uso limitam a Netflix para uma residência, nós reconhecemos isso como uma mudança para membros que compartilham suas contas para além de seus lares.”

Recentemente, a Variety divulgou que o motivo exato por trás da decisão é que a plataforma poderia ter acumulado mais assinantes se tivesse implementado a estratégia há mais tempo.

Já o Wall Street Journal afirmou que, durante a pandemia de COVID, a plataforma teve um aumento significativo no número de visualizações, mas grande parte dessa audiência usava contas de amigos ou familiares.

As únicas medidas possíveis para acabar com a prática seriam rastrear o endereço de IP dos usuários, validar o login por localização e rastrear a atividade das contas – mas nenhuma dessas opções impedirá a ira dos assinantes.

Em uma conferência recente, oco-presidente Ted Sarandos comentou sobre o assunto: “É uma situação muito parecida com o aumento nos preços. Os consumidores não irão gostar disso no começo, mas precisamos mostrar que eles que há valor nisso.”

Em 2019, um estudou declarou que a Netflix perde mais de US$ 135 milhões por mês por causa do compartilhamento de senhas. Na época, Peters havia declarado que o serviço estava explorando opções para limitar esse compartilhamento – incluindo a possibilidade de cobrar uma taxa pela prática.

“Nós criamos uma abordagem considerável para monetizar o compartilhamento de contas e começaremos a implementá-la no serviço em 2023,” declarou a Netflix.

Christopher Landon DEIXA a direção de ‘Pânico 7’: “Se transformou em pesadelo”

Christopher Landon não será mais o diretor de ‘Pânico 7‘.

Ele desistiu do longa da Spyglass, encerrando alguns meses tumultuados para o projeto em apuros que incluiu a saída de duas de suas protagonistas.

“Acho que agora é um bom momento para anunciar que saí formalmente da direção de Pânico 7 há 7 semanas. Isso decepcionará alguns e encantará outros. Foi um trabalho dos sonhos que se transformou em pesadelo. E meu coração se partiu por todos os envolvidos. Todos. Mas é hora de seguir em frente”, escreveu Landon no X.

“Não tenho mais nada a acrescentar à conversa, a não ser que espero que o legado de Wes prospere e se eleve acima do barulho de um mundo dividido. O que ele e Kevin criaram é algo incrível e fiquei honrado por ter um breve momento aproveitando seu brilho.”

Assista ao nosso vídeo sobre a saída do diretor:

O cineasta iria substituir a dupla Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, que comandou os dois últimos filmes da franquia e seguirá envolvida como produtores executivos ao lado de Chad Villela.

Landon sai após a demissão de Melissa Barrera, que a Palestina e o fim do genocídio em meio à atual guerra contra Israel.

A notícias pegou não só os fã de surpresa, mas também grande parte da indústria cinematográfica…

De acordo com o IGN, a demissão da intérprete de Sam Carpenter foi consderada uma censura, o que levou cerca de 1.300 artistas a assinarem a uma carta de denúncia contra a Spyglass e os demais responsáveis pela decisão.

A carta foi publicada pela Artists for Palestine UK ontem (30), e inclui assinaturas da vencedora do Oscar Olivia Colman (‘The Crown’), Harriet Walter (‘Succession’), Aimee Lou Wood (‘Sex Education’), Siobhán McSweeney (‘Derry Girls’), Paapa Essiedu (‘I May Destroy You’), Youssef Kerkour (‘Napoleão’), Nicola Coughlan (‘Bridgerton’), Lolly Adefope (‘Fantasmas’) e Emma Seligman (‘Bottoms’), só para citar alguns.

A carta, dirigida ao Setor das Artes e da Cultura, acusa muitas instituições culturais nos países ocidentais de reprimir, silenciar e estigmatizar sistematicamente as vozes e perspectivas palestinas.

Isso inclui atacar e ameaçar artistas que expressam solidariedade com os palestinos, bem como cancelar seus espectáculos, projeções, palestras, exposições, lançamentos de livros e qualquer outra manifestação cultural.

A carta cita vários incidentes, a maioria com foco no cenário artístico e literário do Reino Unido, mas também incluindo a demissão de Barerra de ‘Pânico VII’.

A demissão foi divulgada oficialmente em 21 de novembro por conta de suas publicações sobre o conflito em Gaza.

Dias depois, foi revelado sua colega de elenco, Jenna Ortega também não fará mais parte da sequência, embora seja devido a problemas de agendamento em relação aos novos episódios de ‘Wandinha’.

Por fim, a carta lista diversos apelos ao Setor das Artes e da Cultura, incluindo a exigência pública de um cessar-fogo permanente, a ampliação do trabalho dos artistas palestinos e a recusa de colaborações com instituições ou organismos que sejam cúmplices de graves violações dos direitos humanos.

Nos vídeos abaixo, Renato Marafon revela tudo que foi divulgado sobre a demissão:

 

Crítica | ‘Pânico VI’ é um espetáculo gore e um dos melhores filmes da franquia

Toph é destaque em foto dos bastidores da 2ª temporada de ‘Avatar: O Último Mestre do Ar’

A Netflix divulgou a primeira foto dos bastidores da 2ª temporada de ‘Avatar: O Último Mestre do Ar‘, que destaca a introdução da Toph Beifong – uma das personagens favoritas dos fãs do seriado original.

A personagem será interpretada pela Miya Cech no live-action.

Além da foto, que anuncia o começo das filmagens, também temos um teaser.

Confira a foto, o teaser e siga o CinePOP no Youtube:

O TIME AVATAR TÁ REUNIDO E AGORA COM A TOPH!

As gravações da segunda temporada de Avatar: O Último Mestre do Ar já começaram. ⛰️️

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— Netflix Brasil (@netflix-br.bsky.social) September 25, 2024 at 12:13 PM

Criada por Albert Kim, a produção é baseada na popular série animada ‘Avatar: A Lenda de Aang‘.

O elenco conta com Gordon Cormier (Aang), Dallas Liu (Zuko), Kiawentiio (Katara), Ian Ousley (Sokka), Paul Sun-Hyung Lee (General Iroh), Elizabeth Yu (Azula) e Daniel Dae Kim (Senhor do Fogo Ozai).

Conheça o filme de US$ 150 milhões com Anthony Mackie, o ‘Capitão América’, que NUNCA foi lançado

O projeto ‘Desert Warrior’ começou a ser desenvolvido em 2021 como uma das grandes promessas do cenário cinematográfico contemporâneo.

Contando com Anthony Mackie (‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’) e o vencedor do Oscar Ben Kingsley, o épico histórico de US$150 milhões estava sendo supervisionado pela MBC, apresentando uma visão do antigo mundo árabe a uma geração de realizadores locais – que teriam outras fontes de inspiração além da indústria hollywoodiana.

Porém, três anos depois do início das filmagens, o projeto parece não ter ganhado muitas atualizações.

A trama gira em torno de uma batalha pré-islâmica entre tribos árabes e o Império persa-sassânida no que hoje é o sul do Iraque. O enredo acompanha a princesa árabe Hind (Aiysha Hart), que se recusa a se tornar a concubina do vilanesco imperador Kisra (Kingsley). Depois de escapar para o deserto implacável, Hind confia no misterioso Bandido (Mackie) enquanto reúne tribos rebeldes para enfrentar o enorme exército de Kisra.

Rupert Wyatt, conhecido por seu trabalho na recente franquia ‘Planeta dos Macacos’, estava responsável pela direção – com detalhes de bastidores rasgando elogios às filmagens e ao trabalho que cultivava, além de comentários bastante positivos para as atuações de Mackie e de Hart (a heroína da narrativa).

Através das redes sociais, membros da equipe postaram fotos de bastidores antigas, especulando sobre o status do longa-metragem e se ele, de fato, será lançado algum dia nos cinemas.

Fontes afirmam que um corte final ainda precisa ser aprovado por Wyatt, que abandonou a cadeira de direção e, pouco depois, retornou ao projeto em meio a fissuras criativas. Como se não bastasse, um teste de exibição revelou que o filme não se conectava com o público, enquanto uma versão primária não deixou os executivos estadunidenses convencidos.

Além disso, questões começaram a ser levantadas sobre o fato da história do mundo árabe antigo estar depositada nas mãos de cineastas ocidentais – o que poderia prejudicar o retrato real dos acontecimentos.

As divergências internas acerca do projeto tomaram ainda mais força no ano passado.

Em fevereiro de 2023, a executiva Christina Wayne, da Amazon Studios, havia sido escalada para supervisionar uma das unidades de produção de ‘Desert Warrior’. Sendo escalada um ano depois das filmagens, Wayne aproveitou o embalo para chamar Alexandra Milchan (‘TÁR’) para ajudá-la na tarefa. Completando o time, estavam o CEO da MBC, Sam Barnett; o presidente da MBC, sheik Waleed al-Ibrahim; e o gerente sênior Ali Jaafar (todos envolvidos nos processos criativos e nas decisões finais).

Meses depois, a MBC queria que Wyatt reduzisse o longo tempo do filme (155 minutos) em 20%, para cumprir obrigações contratuais. Desavenças acerca do tom da narrativa também eram constantes, segundo fontes. Wyatt, inclusive, tinha planos de entregar um filme autoral e cheio de nuances, enquanto os executivos da MBC almejavam a uma obra mais semelhante a ‘Coração Valente’ (1995). De acordo com o Deadline, todas as partes envolvidas “as melhores intenções” para o projeto.

Em julho de 2023, uma versão inacabada de Desert Warrior’ passou por uma exibição-teste em Las Vegas. Os responsáveis pela pesquisa de recepção afirmaram que o filme despertou o interesse de apenas 25% dos entrevistados. Os espectadores disseram que o filme se arrastava inúmeras vezes, o ritmo era incômodo e que alguns não conseguiram compreender as motivações dos protagonistas – isso mesmo depois de Wyatt ter rodado cenas extras que explicassem o arco do personagem de Mackie.

“A confusão era grande, não apenas no início, mas mais adiante no filme, esvaziando as respostas gerais à história e a aceitação dos personagens principais”, afirmara a pesquisa, à época.

Os membros da MBC minimizaram os testes como sendo uma ferramenta de rotina para abordar o ritmo e a clareza da narrativa. Fontes próximas ao filme também apontaram que muitos sucessos de bilheteria não tinham repercussão significativa no público nas primeiras pesquisas.

No entanto, o pífio resultado levou alguns a questionar se haveria apetite por uma interpretação ocidental de uma história árabe. O elenco principal apresentava poucos atores árabes, enquanto os membros da equipe afirmaram que o diálogo tinha um estilo quase shakespeariano. A precisão histórica do filme foi discutida entre os executivos da MBC, enquanto os choques culturais ficavam evidentes em alguns momentos.

Wyatt comentou que a versão de ‘Desert Warrior’ exibida no teste em questão não era a sua versão, visto que a MBC havia mudado o corte após sua saída do projeto em abril de 2023; outros afirmaram que quaisquer edições para a exibição foram mínimos. De qualquer forma, Kelley Dixon (‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’) foi impulsionada a reeditar o filme.

Enquanto o longa ainda segue sem data de lançamento confirmada, acredita-se que a produção deve chegar aos cinemas no ano que vem.

3 grandes trabalhos de Baran bo Odar, cineasta criador da série ‘DARK’

Baran bo Odar nasceu na Suíça em uma cidadezinha de quase 17.000 habitantes chamada Olten mas cresceu em Erlangen, uma cidade no estado da Baviera (Alemanha). Quando chegou a hora de definir seu futuro como profissional, com cerca de 20 anos, entrou na Universidade de Televisão e Cinema de Munique lugar onde estudou por oito anos, e conheceu a mulher que seria sua parceira de vários projetos, Jantje Friese, não só no lado profissional, já que eles são casados.

Reprodução: Internet

Depois de lançar um curta-metragem de sete minutos chamado Quietsch, seu primeiro trabalho como diretor, no ano de 2004, no ano seguinte, lançou um média-metragem de uma hora intitulado Unter der Sonne. Esses projetos serviram de experiência para que quatro anos mais tarde ele escrevesse e dirigisse seu primeiro longa-metragem, Das letzte Schweigen (O Silêncio), filme que inclusive foi exibido na 34ª Mostra de Cinema de São Paulo em 2010. Mas a projeção da carreira só viria no filme seguinte, o elogiado Invasores: Nenhum Sistema Está Salvo (disponível na Prime Video) que mostra a história de um jovem gênio da computação que é chamado a compor um grupo de hackers com ações de escala mundial. Esse projeto o levou à Hollywood, onde dirigiu seu único filme lá, Nos Limites da Lei, lançado em 2017 e com o ganhador do Oscar Jamie Foxx como protagonista.

Mas aí chegou a era dos streamings, e Baran teve um projeto aprovado pela Netflix, uma misteriosa trama que envolvia viagens no tempo e enormes reviravoltas a cada novo episódio, estamos falando de uma das séries mais aclamadas dos últimos anos: Dark. Com o sucesso de Dark, Baran e sua parceira Jantje começaram a desenvolver um novo projeto que mais tarde virou o misterioso 1899, seriado que chega em 17 de novembro também na Netflix. Na história eventos misteriosos mudam o rumo de um navio de imigrantes a caminho de Nova York. Assim, os passageiros terão que desvendar um enorme enigma.

Para saber um pouco mais sobre esse ótimo cineasta, separamos abaixo sugestões de três grandes trabalhos seus:

 

Das letzte Schweigen (O Silêncio)

Em seu terceiro trabalho como diretor, Baron Bo Odar nos apresenta a história de uma jovem, moradora de uma pequena cidade na Alemanha, que some 23 anos após uma outra jovem sumir no mesmo lugar. A situação modifica a rotina da cidade e os moradores vão enfrentar o passado que já parecia distante.

 

Dark

O tempo sendo associado ao ato de amar em tempos em que o esquecimento é o grande vilão da nossa realidade. Criado por Baran bo Odar e pela cineasta alemã Jantje Friese, Dark chegou ao catálogo do poderoso streaming Netflix sem muito ‘oba oba’, mas bastou os espectadores irem aos poucos terminando a primeira temporada para o burburinho positivo começar. Muito bem amarrada, com começo meio e fim estrategicamente bem desenvolvidos, com uma produção de arte belíssima, fotografia ótima, trilha impecável e uma montagem de elenco espetacular a produção alemã se tornou um fenômeno cult em pouco tempo, culminando no desfecho da última temporada dentro do período pandêmico que o mundo viveu em 2020. Muito bem ranqueado em diversas listas dos principais sensores de cinema/séries do mundo, Dark é uma série difícil de esquecermos.

 

Invasores: Nenhum Sistema Está Salvo 

Lançado no segundo semestre de 2014 em todo o planeta, um dos filmes mais elogiados de Baran Bo Odar é Invasores: Nenhum Sistema Está Salvo. Na trama, um jovem alemão com enormes conhecimentos de computação acaba se juntando a um grupo de hackers. O filme foi indicado a um prêmio no Festival de Zurique. Tem na Prime Video.

Rush: No Limite da Emoção

VELOZES, FURIOSOS E RIVAIS

O que constitui um bom filme? A resposta imediata seria uma boa história a ser contada, e bons personagens, e com isso digo personagens bem desenvolvidos. Em segundo viriam bons diálogos e cenas memoráveis. Rush – No Limite da Emoção, novo filme do prestigiado diretor americano Ron Howard (Uma Mente Brilhante) possui todos os itens citados acima, e mais os outros adendos de uma grande obra, como fotografia, trilha sonora, direção de arte, maquiagem, etc.. Itens esses que farão o público tirar o chapéu para um dos melhores filmes de 2013.

É muito bom para quem assiste a muitos filmes receber um presente como Rush, que reforça a nossa paixão pela sétima arte. Temos que passar por uma verdadeira provação até o fim de cada ano, precisando encarar filmes horrendos, que nos fazem questionar nosso amor pelo cinema. Mas a cada fim de ano (geralmente por volta de setembro) as preciosidades começam a aparecer. E para quem ama cinema e faz disso a sua vida, assistir a um filme como Rush é como renovar os votos de casamento.

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Garantido de indicações em época de premiações, Rush usa como pano de fundo o universo das corridas de fórmula 1, para contar a história real da rivalidade entre os pilotos Niki Lauda e James Hunt, durante a década de 1970. Mas engana-se quem pensa que Rush é só mais um filme de esporte formulaico. Assim como os grandes filmes de qualquer gênero, Rush prefere gastar seu tempo desenvolvendo seus personagens à perfeição, para que ao lado deles entremos nessa jornada, e entendamos as perspectivas dos dois.

Rush também marca as pazes do irregular Howard com o sucesso. O cineasta entrega um filme digno de seus melhores, vide Frost/Nixon e o citado Uma Mente Brilhante. Na trama, o alemão Lauda e o britânico Hunt são pilotos que escalam da depreciada fórmula 3, para a consagração máxima como corredores membros da elite, e superastros na fórmula 1. O que trazem consigo desde o início além do talento é a grande rivalidade entre eles, que com o tempo só faz aumentar.

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Suas personalidades não poderiam ser mais opostas, condizendo com todo o resto que cerca indivíduos tão diferentes e iguais ao mesmo tempo. Enquanto Hunt se aproveita da aparência, fama e sim do talento também, para viver como uma verdadeira estrela do rock; o visualmente peculiar Lauda é ambicioso o suficiente, astuto e obstinado para estar sempre a um passo na frente. A personalidade centrada de Lauda, e sua incapacidade de se divertir custavam-lhe a socialização necessária para ser mais influente, e não receber adjetivos como o de cretino.

Parte das qualidades citadas no início do texto são trazidas pelo roteirista do filme, o britânico Peter Morgan. Duas vezes indicado ao Oscar (por Frost/Nixon e A Rainha), Morgan cria tudo o que é necessário para termos um grande filme. Sua capacidade como contador de histórias, que conseguem nos envolver, é admirável. Morgan cria a ambiguidade necessária para em momento algum apontar vilões e mocinhos.

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Ele ao mesmo tempo coloca todas as cartas na mesa em relação aos dois protagonistas, para que tiremos nossas próprias conclusões. E filmes sem respostas fáceis são sempre muito mais interessantes. A rivalidade entre os protagonistas encontra também muita humanidade na maioria das cenas. Esses são seres humanos que nos conquistam duplamente pelas suas qualidades e defeitos. Rush também pode ser considerado um grande filme entretenimento, que não irá desapontar a família que quiser ir junta ao cinema (apenas com uma cena ou outra mais intensa).

A maquiagem é perfeita, em cenas que mostram o resultado de um acidente envolvendo queimaduras no hospital, são de grande agonia. Os atores igualmente merecem os louros. O espanhol fluente em alemão Daniel Brühl (Adeus, Lênin! e Bastardos Inglórios) finalmente terá seu talento reconhecido como um dos melhores jovens atores de sua geração. O ator multilíngue cria um Niki Lauda memorável e muito especial. Seu trabalho aqui é fantástico.

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E para os descrentes que achavam que Chris Hemsworth (Os Vingadores) seria para sempre apenas o Thor, uma boa notícia: existe um ator por baixo do super-herói. Rush marca o primeiro filme sério, e papel maduro do ator australiano, que esquece o trejeito do personagem nórdico da Marvel para se entregar aos vícios e inseguranças de um sujeito aparentemente imbatível na superfície. Acima de tudo Rush chega num ano de tantas cinebiografias recentes (como Jobs e Lovelace) para ensinar que um grande filme precisa sair da zona de apenas relatar os fatos, afinal cinema é magia.

As Novas Estrelas de Hollywood em Potencial – 10 Jovens Atrizes para Ficarmos de Olho

O mundo do entretenimento e das artes nunca se mostrou tão necessário quanto ao passarmos pela crise pandêmica do covid-19. E quando falamos da maior indústria mundial do entretenimento, Hollywood, a meca do cinema norte-americano continua sendo a terra dos sonhos. Com o advento das plataformas de streaming, o cinema deixou de ser a única fonte para os filmes, por outro lado a indústria ganhou um aumento exponencial de produções – seja em séries de muita qualidade (muitas mais encorpadas que muitos longas-metragens) ou filmes mirados diretamente ao público de casa. Isso aquece o mercado criando milhões de empregos e fazendo a economia girar. No lado de lá das telas, cria também a todo instante diversos novos artistas, muitos sendo alçados ao posto de nova estrela do momento. Justamente seguindo esta linha, separamos uma lista com dez jovens atrizes que chegaram chutando a porta com a promessa de se tornarem grandes nomes em Hollywood. Confira abaixo e fique de olho, garantimos que você ainda ouvirá falar muito delas.

Ariana DeBose

Começamos com a vencedora do Oscar de melhor atriz coadjuvante desse ano. A jovem de 31 anos, de descendência porto-riquenha, havia aparecido em produções como Hamilton e A Festa de Formatura (ambas de 2020), até conquistar a vaga como Anita e encantar o mundo no remake de Amor, Sublime Amor (2021) capitaneado por Steven Spielberg. Foi graças ao filme que Ariana DeBose levou seu Oscar e subiu seu status em Hollywood. A atriz, representante da comunidade LGBTQI+, logo arrumou vaga na quarta temporada da série de sucesso Westworld, lançada este ano. E em breve estará em Argylle, filme sobre um super espião com Henry Cavill e Bryce Dallas Howard; e viverá a personagem Calypso na adaptação dos quadrinhos da Sony/Marvel, Kraven – O Caçador – que tem estreia prometida para 2023.

Rachel Zegler

Por falar no remake de West Side Story (Amor, Sublime Amor), ele foi muito bom para revelar ainda outra jovem atriz que promete dar o que falar. Mas diferente de Ariana DeBose (que já havia realizado outros trabalhos importantes como atriz), a menina Rachel Zegler, de 21 aninhos, foi escolhida a dedo pelo diretor Steven Spielberg após uma bateria de testes com milhares de pretendentes. Zegler chegou com o pé direito estrelando uma superprodução em seu primeiro trabalho nas telas. E não serão seus quinze minutos de fama, já que esse ano ela descolou de última hora uma participação no blockbuster Shazam! Fúria dos Deuses, da Warner. Ano que vem a coisa fica ainda melhor, com a versão de carne e osso de Branca de Neve e os Sete Anões (no qual ela vive a personagem título), da Disney; o derivado de Jogos Vorazes (The Ballad of Songbirds and Snakes); e a voz na animação Spellbound, da Apple/Paramount.

Daniela Melchior

Hollywood é mesmo uma fábrica de sonhos e a participação num filme pode ser o suficiente para abrir as portas do estrelato para um ator ou atriz. É claro, dependendo da recepção deste trabalho e do desempenho do intérprete. Isso sem contar ter o agente certo para te “colocar na boa”. Dessa forma, tudo o que bastou para a jovem atriz portuguesa Daniela Melchior, de 25 anos, foi aparecer no papel da Caça-Ratos 2 no filme O Esquadrão Suicida (2021) e roubar a cena. E isso num filme que contou com Margot Robbie no papel de Arlequina. A portuguesa garantiu assim um novo trabalho com o diretor James Gunn, em Guardiões da Galáxia Vol. 3; no décimo Velozes e Furiosos escolhida a dedo por Vin Diesel; e no novo suspense de Neil Jordan intitulado Marlowe – todos os três previstos para 2023.

Daisy Edgar-Jones

A britânica Daisy Edgar-Jones, de 24 anos, começou sua carreira há seis anos. Pode não ser muito, mas é preciso levar em conta a pouca idade da atriz e os trabalhos relevantes que já coleciona no currículo – como a minissérie Normal People (2020) e a série War of the World (2019-2021). No cinema, a grande revelação da moça foi no ótimo e subestimado suspense Fresh, ao lado de Sebastian Stan, exibido este ano no festival de Sundance e disponível na Star Plus. Jones também lançou a minissérie Em Nome de Deus (Under the Banner of Heaven), na qual atua ao lado de Andrew Garfield. Fora isso, acaba de ser lançado nos cinemas dos EUA, o thriller Um Lugar Bem Longe Daqui, que adapta um livro, e vem despertando elogios dos fãs.

Hunter Schafer

A atriz trans Hunter Schafer é definitivamente um nome para se prestar atenção. Além dos motivos óbvios, de ser uma personalidade altamente representativa, Schafer vem colecionando bons projetos e se destacando cada vez mais na carreira. Seu boom, é claro, ocorreu no excelente drama juvenil Euphoria (2019-2022), na qual vive a estudante trans Jules, e faz par romântica com a sensação Zendaya. Mostrando que Hollywood não dá só mancadas, Hunter foi contratada para o que provavelmente será um de seus maiores lançamentos, o citado novo episódio da franquia Jogos Vorazes – no qual irá interpretar a personagem Tigris Snow. Fora isso, irá estrelar também o filme de terror Cuckoo, já em fase de pós-produção.

Melissa Barrera

Falando em musicais com forte apelo da cultura latina, aqui temos outra jovem atriz revelada num filme deste molde. A mexicana Melissa Barrera teve a grande chance de sua carreira em 2021 ao interpretar Vanessa no muito esperado musical Em um Bairro de Nova York, baseado na obra dos palcos da Broadway escrita pelo multifacetado Lin-Manuel Miranda. Antes disso, a bela atriz de 32 anos havia participado apenas de produções em seu próprio país de origem. A superprodução da Warner foi sua porta de entrada no cinema de Hollywood. E depois disso foi um passo para descolar o papel de Sam Carpenter no sucesso Pânico 5 este ano. Agora Barrera se prepara para lançar a minissérie da Netflix, Respire!, no final de julho. Para o ano que vem a moça tem engatilhado o musical Carmen, no qual viverá a personagem título, já em fase de pós-produção, além, é claro, de estar filmando Pânico 6 também para 2023.

Jenna Ortega

A franquia Pânico demonstrou grande diversidade em seu mais recente e quinto episódio. Isso porque escalou duas atrizes mexicanas para os papeis protagonistas das irmãs Carpenter. Acima falamos da mais velha, Sam, vivida por Melissa Barrera. E aqui chega à lista a intérprete da azarada Tara, Jenna Ortega. A jovem de 20 aninhos é na verdade americana, mas filha de pais mexicanos e porto-riquenhos. Ortega já está ralando desde 2012, e participou em papeis pequenos de filmes muito famosos como Homem de Ferro 3 e Sobrenatural 2. Além de séries como Jane the Virgin e Você (You). Mas é inegável que sua grande revelação foi em Pânico 5 este ano. Depois disso, a atriz já lançou outros filmes de terror, vide X – A Marca da Morte e Terror no Estúdio 666. Além de estar igualmente gravando Pânico 6 neste momento, um projeto seu que vem chamando muito a atenção é Wednesday, reimaginação de A Família Addams pelas mãos de Tim Burton para a Netflix na forma de uma série em live-action. Ortega vive a protagonista Wandinha Addams.

Leslie Grace

Voltando para Em um Bairro de Nova York, a superprodução de sucesso musical da Warner serviu para revelar também Leslie Grace além de Melissa Barrera. A jovem dominicana de 27 anos é na verdade uma cantora e com o filme citado teve seu primeiro papel como atriz vivendo Nina Rosario. Agora, Grace descolou seu segundo trabalho como atriz, bancado pela mesma Warner. Mas e que papel foi! Leslie Grace abocanhou nada menos que a chance de se tornar a nova Batgirl nas telas. Pouco se sabe até o momento sobre a produção e nem mesmo se será lançada nos cinemas ou se o filme sairá direto na HBO Max como era planejado inicialmente. O que sabemos é que conta com a direção dos mesmos responsáveis por Bad Boys para Sempre (2020) e que também comandaram alguns episódios de Ms. Marvel, do estúdio concorrente, e que conta com a volta de Michael Keaton no papel de Batman. Isso seria o suficiente para atrair a atenção de todos. Mas ainda temos J.K. Simmons reprisando o Comissário Gordon e Brendan Fraser vivendo o vilão.

Emma Mackey

A francesa Emma Mackey tem poucos trabalhos como atriz, mas em breve será um rosto bastante conhecido das telas, se ainda não o é. A jovem de 26 anos ganhou notoriedade com a série Sex Education, da Netflix, onde vive Maeve. Foi o que bastou para ela conseguiu o disputado papel como Jacqueline de Bellefort na nova versão de Morte no Nilo este ano, com Gal Gadot e dirigida por Kenneth Branagh. Essa ano, a atriz viverá seu papel mais desafiador, que pode vir a render elogios e quem sabe prêmios, como a escritora Emily Brontë, importante autora do pensamento feminista, num drama biográfico homônimo – que terá distribuição da Warner. Mas não pense que acabou. Porque Mackey é a nova adição do elenco do já muito falado filme da Barbie, com Margot Robbie e Ryan Gosling, em papel ainda não divulgado – filme também da Warner.

Bruna Marquezine

Finalizando a lista, mas não menos importante – muito pelo contrário, deixamos o melhor para o final – temos nossa conterrânea brasileiríssima, direto de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, para Hollywood e o mundo. Tendo iniciado a carreira ainda menininha nas novelas da Globo, Bruna Marquezine cresceu e apareceu, se tornando uma de nossas grandes estrelas atuais. A moça resolveu exportar seu talento e deu muito certo. Um dos passos importantes para isso foi a série Maldivas, da Netflix, uma excelente vitrine de nossos produtos para o mundo – afinal na ponta dos dedos podemos conferir produções do mundo todo. Assim, a atriz pôde dar seu grande pulo para um filme cem por cento gringo. Mas não é um filme qualquer, e sim trata-se de uma superprodução de US$120 milhões da Warner sobre o super-herói da DC, Besouro Azul, no qual Marquezine viverá a personagem que faz par com o herói. O filme conta ainda com a veterana vencedora do Oscar Susan Sarandon como uma das vilãs. Isso que é moral.