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Conheça a nova e SENSACIONAL série de espionagem da Amazon Prime

Curte produções com temática de espionagem, com uma pegada de Missão Impossível e 007? Então você vai se apaixonar pela nova série original da Amazon, Alex Rider!

E a nossa jornalista e crítica Rafa Gomes entrevistou os astros Otto Barrant e Brenock O’Connor, que contaram detalhes da nova produção, que estreia nesta sexta-feira, 13 de novembro na Amazon Prime Video.

Assista:

Confira o trailer:

Quando Alex Rider descobre que seu tio Ian foi morto no cumprindo seu dever como um espião britânico – e não em um acidente de carro, como lhe disseram –, tudo muda para esse adolescente normal. Logo, Alex é abordado por Alan Blunt, chefe de um ramo ultra-secreto do MI6 conhecido como O Departamento, que revela que ele foi treinado sem saber desde a infância para o perigoso mundo da espionagem. Pressionado a deixar sua antiga vida para trás, Alex se disfarça para investigar a conexão entre a morte de dois bilionários e um internato remoto chamado Point Blanc. Ao chegar, ele descobre que os alunos são cobaias do plano do diretor da escola megalomaníaca, com o objetivo de ganhar o controle dos impérios comerciais de suas famílias. Ajudado por seus amigos, Alex irá expor a rede global da trama e começar sua carreira como o ativo secreto mais jovem do MI6.

Otto Farrant interpreta o personagem-título. O elenco ainda conta com Ronke Adekoluejo, Haluk Bilginer, Nyasha Hatendi, Vicky McClure e Jon Moore.

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 2ª temporada.

Crítica | Alerta Vermelho – Filme mais caro da Netflix é o novo ‘Esquadrão 6’ do streaming

Duas horas de caricaturas estereotipadas e uma coletânea de frases de efeito fazem de Alerta Vermelho uma experiência formulaica, batida e repetitiva. Não trazendo nada de novo para as telas, o novo filme de Rawson Marshall Thurber é quase um Michael Bay requentado: Força suas referências da cultura POP de forma blasé, transforma seus personagens em vilões infantiloides e pesa a mão nas cenas de ação, explorando explosões exageradas e performáticas a fim de manter a atenção da audiência. É cafona? Sem sombra de dúvidas. Mas às vezes é o tipo de entretenimento que mais diverte o assinante da Netflix.

Com um orçamento milionário, Alerta Vermelho chega sob a sombra da expectativa de que muito dinheiro investido também signifique qualidade fílmica. E enquanto aclamados cineastas como Martin Scorsese sofrem para finalizar seus longas, produções pouco expressivas como essa comédia de ação secam os cofres dos estúdios em sucessivas explosões que poderiam muito bem ter sido reduzidas pela metade. Dito isso, a produção não é um total desperdício. Ainda que seja uma reprodução de Esquadrão 6 com toques de Indiana Jones, a suntuosa comédia atrai o público geral por sua intensidade, que oferece poucos respiros e muitas cenas de luta.

Trazendo um background de origem que fragilmente tenta unir dois períodos históricos distintos, o longa quer despertar o ímpeto aventureiro na audiência, mas se estende em uma narrativa prolixa, que anda em círculos – enquanto tenta surpreender o público com grandes-pequenas reviravoltas. Suas duas horas são repletas de excessos e nada é tão convincente assim a ponto de nos fazer se engajar com a trama. Mas Gal Gadot, Ryan Reynolds e Dwayne Johnson se entrelaçam bem e mesmo que a dinâmica seja piegas e pouco intuitiva, o trio de atores é capaz de segurar a atenção da audiência, à medida em que faz um malabarismo mirabolante com suas frases de efeito que são pouco originais, mas que vez outra conseguem extrair um riso frouxo.

Completamente despretensiosa, a comédia de ação pode se tornar um desperdício de tempo para cinéfilos mais criteriosos, à medida em que facilmente pode cativar aqueles que pouco esperam de um filme. Quando não levado a sério e sob uma tremenda suspensão de realidade, Alerta Vermelho pode se tornar uma experiência cinematográfica prazerosa. Você poderia assistir algo um pouco mais substancial e bem melhor? Obviamente. Mas quando um filme é tão ruim a ponto de se tornar um prazer culposo, quem somos nós para julgar?

Colin Farrell revela que ainda não leu o roteiro de ‘The Batman II’ — mas promete: “Vai ser profundo e brilhante”

Mesmo comemorando sua primeira indicação ao Emmy por ‘Pinguim‘, o spin-off de ‘The Batman’ da HBO e DC Studios, Colin Farrell ainda não colocou as mãos no roteiro da sequência do Homem Morcego — mas está ansioso para o momento.

“Ainda não li, mas estou muito perto disso”, disse o ator com um sorriso ao Deadline. “Quando acontecer, vou ter que separar algumas horinhas, preparar uma boa xícara de chá e me concentrar. Matt [Reeves] é um escritor extraordinário e um artista incrivelmente inteligente. Tenho certeza de que o roteiro será envolvente e profundo. Ele é perfeccionista.”

O cineasta James Gunn, atual co-CEO da DC Studios, já antecipou no início de julho que leu o roteiro e não poupou elogios: “É ótimo”, publicou nas redes.

Além da expectativa por ‘The Batman II‘, Farrell celebrou as 24 indicações ao Emmy que ‘Pinguim‘ recebeu — a segunda série inspirada em quadrinhos mais nomeada da história, atrás apenas de ‘Watchmen‘ (2019), que levou 11 estatuetas.

Farrell venceu prêmios importantes na temporada, incluindo SAG Awards, Critics Choice e Globo de Ouro como Melhor Ator em Série Dramática. Mas a segunda temporada ainda não está confirmada.

“Ouvi dizer que estão conversando sobre o que uma segunda temporada poderia ser, mas não passou disso”, disse o ator. “A ideia original sempre foi fazer oito horas e pronto.”

Ao falar sobre Oz Cobb, o icônico Pinguim, Farrell explicou como a série foi uma oportunidade de transformar o vilão de um coadjuvante estilizado em um personagem completo, humano e complexo:

“No filme, estava claro que o Oz estava lá para cumprir um papel. Era um leve antagonista, quase uma distração. Mas quando ouvi a proposta da série, percebi: sempre que você introduz um parente, especialmente a mãe, na história de um filho, esse personagem é imediatamente humanizado.”

Com a veterana Deirdre O’Connell interpretando Frances, a mãe de Oz, a série mergulhou nas raízes emocionais do vilão.

“Esse relacionamento sombrio com a mãe foi o que ancorou o personagem para mim. São essas cicatrizes que empurram Oz pra frente. É por isso que ele é ambicioso, ganancioso, cruel. Tudo isso vem dessa origem.”

E o que esperar de The Batman II?
Enquanto os fãs esperam qualquer detalhe sobre a sequência de ‘The Batman‘, o que se sabe é que Matt Reeves está levando seu tempo para lapidar o roteiro — o que, segundo Farrell, é um bom sinal. Com o nível de profundidade que ele espera do diretor, e o peso emocional que já vimos em ‘Pinguim‘, tudo indica que a próxima aparição de Oz Cobb pode ser ainda mais intensa.

Entre as 24 nomeações à premiação estão as categorias Melhor Série LimitadaMelhor Ator em Série Limitada para Farrell e Melhor Atriz em Série Limitada para Cristin Milioti.

Os vencedores serão revelados no dia 14 de setembro.

O diretor Matt Reeves e a showrunner Lauren LeFranc comemoram a chance de revisitar Gotham no projeto.

“Colin explodiu na tela como o Pinguim em ‘Batman’, e ter a chance de explorar completamente a vida interior desse personagem na HBO Max é uma emoção absoluta”, disse o diretor de ‘Batman’, Matt Reeves, anteriormente. “Dylan e eu estamos muito animados em trabalhar com Lauren para continuar a história de Oz enquanto ele busca violentamente o poder em Gotham.”

“Eu sempre fui fã do universo de Batman, e o filme de Matt é uma entrada tão poderosa e audaciosa no cânone. Estou empolgado e humilde em continuar contando histórias no mundo sombrio de Gotham City, e que melhor desculpa para canalizar meu lado vilão do que contar a história de Oswald Cobblepot? Estou emocionado em trabalhar com Colin, Matt, Dylan, 6th & Idaho, Warners e HBO Max enquanto trabalhamos para levar essa história para as telas”, acrescentou a showrunner Lauren LeFranc.

‘Malévola 2’: Continuação com Angelina Jolie já tem data para início das filmagens

Os fãs da Disney já podem comemorar! Malévola 2, sequência da fantasia de 2014, já tem data para início das filmagens: abril desse ano, ainda sem dia definido.

Boa parte do filme deve ser rodado em Londres. Jez Butterworth (‘No Limite do Amanhã’) e Linda Wooverton (‘O Rei Leão’) serão responsáveis pelo roteiro, enquanto Joe Roth retorna para a produção do longa. A direção deve ficar a cargo de Joachim Ronning (Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar).

Angelina Jolie já foi confirmada como protagonista da sequência.

‘Vingadores 4’: Herói morto por Thanos ganha novo visual em imagem vazada

Vingadores 4 teve uma nova arte conceitual vazada, embora não seja tão empolgante quanto a primeira, mostra um novo visual de um herói que foi morto pelas mãos de Thanos.

[CUIDADO COM SPOILERS]

O personagem em questão é Visão, que deve aparecer no filme com uma aparência acinzentada, que deverá se manter após o herói, interpretado por Paul Bettany, ressuscitar. Confira:

Outra arte inédita, que servirá para estampar produtos licenciados da Marvel, mostra a nova equipe reunida após os eventos de ‘Guerra Infinita’, incluindo a Capitã Marvel. Confira:

Pelo visto, será difícil o Marvel Studios conseguir manter todas as informações de Vingadores 4 em segredo.

O tão aguardado filme está sendo chamado nos bastidores e no evento MCU Cosmic com o título provisório de ‘Vingadores: Manopla do Infinito’, segundo rumores reforçados pela atriz Zoë Saldaña, que se referiu ao longa dessa forma em uma entrevista há algumas semanas.

‘Vingadores 4’: Apenas 2 dos 6 membros originais sobreviverão [Rumor]

“Uma culminação de 22 filmes interconectados, o quarto capítulo da saga dos ‘Vingadores’ vai levar as audiências a testemunharem um ponto de virada desta épica jornada. Nossos amados heróis vão verdadeiramente entender o quão frágil é essa realidade e os sacrifícios que precisam ser feitos para sustentá-la”.

Vingadores 4‘ chega aos cinemas em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

As estreias de SETEMBRO do Amazon Prime Video

Setembro CHEGOU, assim como as novidades no catálogo do Amazon Prime Video. Após um mês de agosto diferente do que costumávamos ver, com poucas adições de peso, a plataforma compensou trazendo grandes sucessos das telonas, das tvs e conteúdos originais, como a aguardadíssima segunda temporada de The Boys.

Confira!

 

01 de setembro

Gauguin – Viagem ao Taiti

Lançado em 2017, este drama biográfico conta a história do artista Paul Gauguin (Vincent Cassel), que, em 1891, deixa a Europa rumo ao Taiti. Cansado das regras morais e sociais de seu continente, ele parte rumo à polinésia para tentar se reencontrar com a natureza e com a vontade de produzir. Porém, ele acaba tendo de lidar com a tristeza e a doença. Esse filme é um drama interessante e pesado, que aposta na estética e na atuação magistral de Cassel para fugir do clichê das biografias. Dando bastante ênfase aos sentimentos e à cólera do artista, o longa não o romantiza, mas também não o vilaniza. É um grande filme.


O Escorpião Rei 5: O Livro das Almas

Estrelado por Zach McGowan, o quinto filme do Escorpião Rei o coloca junto à irmã do Rei Nubian em uma busca pelo Livro das Almas, uma relíquia que será muito útil na luta contra o senhor da guerra: Nesberek.


4 de setembro

The Boys (Temporada 2)

Ainda mais intensa e insana, na segunda temporada os The Boys encontram-se foragidos da justiça, procurados pelos Super, e tentando, desesperadamente, reagrupar e lutar contra Vought. Escondidos, Hughie (Jack Quaid), Mother’s Milk (Laz Alonso), Frenchie (Tomer Capon) e Kimiko (Karen Fukuhara) tentam se ajustar a uma nova realidade, com Billy Butcher (Karl Urban) desaparecido. Ao mesmo tempo, Starlight (Erin Moriarty) procura encontrar seu lugar no grupo The Seven, enquanto Homelander (Antony Starr) se concentra para assumir o controle total. Seu poder está ameaçado com a chegada de Stormfront (Aya Cash), uma nova Super especialista em mídia social, que tem planos próprios. Além disso, a ameaça do Supervilão toma o centro das atenções e faz barulho enquanto Vought tenta monetizar em cima da paranoia da nação. Como disse Karen Fukuhara na coletiva de imprensa do Amazon Prime Video, em dezembro de 2019: “Vocês podem esperar uma temporada com muito, muito sangue”.

8 de setembro

Halloween (2018)

Após um atraso no lançamento, o 11º filme da franquia Halloween chega em setembro no Prime Video. Contando com o retorno de Laurie Strode (Jamie Lee Curtis), o filme traz o terrível Michael Myers retornando para acabar com sua vítima original. No entanto, o psicopata vai se meter com a filha e a neta de Laurie. Seria este o último Halloween da família Strode?

13 de setembro

Johnny English 3.0

O Agente Secreto mais atrapalhado do cinema está de volta para ajudar a Inteligência Britânica a solucionar um caso, após um hacker revelar a identidade de todos os espiões do quadro. Para isso, Johnny English (Rowan Atkinson) deixará a vida de professor e saíram em missão para resolver o problema à moda antiga.

15 de setembro

Grey’s Anatomy (Temporadas 1-16)

Ame ou odeie, Grey’s Anatomy é a série médica de maior duração da história da TV. E se você quiser começar a ver ou rever as desventuras de Meredith Grey (Ellen Pompeo) e a equipe de cirurgiões do Seattle Grace Hospital, basta conferir no Amazon Prime Video.

Bones (Temporadas 1-12)

Bones é uma das séries “forenses” de mais sucesso da TV. A trama acompanha a antropóloga forense Dr. Temperance “Bones” Brennan (Emily Deschanel – caso você não lembre, é a mesma atriz que não paga pelas pizzas de Peter Parker, em Homem-Aranha 2) tendo que aprender a trabalhar com o metido Seeley Booth (David Boreanaz), um competente agente especial do FBI,  para investigar assassinatos. Enquanto a trama se desenvolve, os dois vão se entendendo e vemos como esse relacionamento vai afetando o trabalho.

Fear The Walking Dead (Temporada 5)

Acompanhe o grupo de sobreviventes, liderados por Morgan Jones (Lennie James) e Alicia Clark (Alycia Debnam-Carey), na busca por sobreviventes e feridos que ainda possam ser ajudados. O problema é que eles vão descobrir do pior jeito que nem todo mundo aprecia essas ações e nem todo mundo pode ser salvo.


20 de setembro

American Horror Story 1984 (Temporada 9)

Sucesso de Ryan Murphy, American Horror Story 1984 traz Brooke Thompson (Emma Roberts) trabalhando com os amigos no acampamento Redwood, o lugar favorito dos jovens nas férias. Porém, as coisas saem de controle quando o serial killer Benjamin Richter aparece sedento por vingança.

Jogos Vorazes: A Esperança – O Final

O último capítulo da saga baseada nos livros de Suzanne Collins traz Katniss (Jennifer Lawrence) liderando a rebelião contra a Capital. Com todos os distritos unidos, começa o confronto final contra o presidente Snow (Donald Sutherland). No entanto, Katniss percebe que há algo de estranho nesse movimento e começa a armar um plano secreto paralelo à rebelião.

22 de setembro

O Mistério do Relógio na Parede

O jovem Lewis Barnavelt (Owen Vaccaro) perde seus pais e acaba indo morar com seu tio excêntrico, Jonathan Barnavelt (Jack Black). O relacionamento entre eles não é fácil, mas tudo muda quando o menino descobre que o tio e a vizinha, Sra. Zimmerman (Cate Blanchett) são feiticeiros.


25 de setembro

Fernando (Temporada 1)

A série documental original da Amazon mostra, em cinco episódios, a paixão do piloto espanhol Fernando Alonso por competir no mais alto nível e sua determinação absoluta para vencer. Registrando a jornada do automobilista no ano passado – desde sua participação nos circuitos mais importantes, como Indianapolis 500, Le Mans 24 horas, e culminando em sua primeira apresentação no Rally Dakar em janeiro -, Fernando oferece aos telespectadores acesso à vida pessoal do campeão mundial da Fórmula 1. A série também apresenta pessoas do círculo íntimo de Alonso, incluindo: seu empresário Luis García Abad, sua irmã Lorena Alonso, sua parceira Linda Morselli e seu colega Carlos Sainz, que ajudam a revelar o homem por trás do campeão.

Tell Me A Story (Temporadas 1-2)

Essa antologia traz uma versão sombrio dos contos de fadas. Saem de cena os clássicos infantis, como Os Três PorquinhosChapeuzinho Vermelho João e Maria, e entram histórias de amor, ganância, perda, vingança e assassinato. Uma grata surpresa da CBS, que agora estará disponível no Amazon Prime Video.

The Quarry

Este filme de 2020 mostra uma cidade desolada do Texas que recebe o misterioso reverendo David (Bruno Bichir) para assumir a igreja local. Mas, quando atos sinistros começam a acontecer na cidade, as autoridades precisam agir, e um policial (Michael Shannon) começa a suspeitar da identidade do padre.

27 de setembro

O Grinch

O Grinch está de volta, agora em uma belíssima animação 3D. Hater confesso das festas de fim de ano, a criatura do coração congelado segue com seus esforços para acabar com Natal dos cidadãos de Quemlândia. Seu plano é roubar das pessoas tudo que tenha ligação com a data, até que a pequena e fofa Cindy Lou resolve ficar amiga dele, mudando todas as suas perspectivas.

30 de setembro

Dora, a Aventureira (Temporada 2)

Dora e seu melhor amigo, o macaco Botas, te levam por incríveis aventuras enquanto resolvem mistérios, ajudam seus amigos da floresta e enfrentam dificuldades no caminho.

iCarly (Temporada 2)

Fenômeno da Nick, iCarly traz Carly e seus amigos na realização do primeiro canal de youtube que metade da geração dos anos 2000 teve contato na vida. Juntos, eles arrumam confusões, enquanto conciliam a vida pessoal com a do programa.

Patrulha Canina (Temporadas 2-3)

Liderada por um menino chamado Ryder, uma equipe de seis cães de resgate brincalhões usa seus talentos individuais para proteger a cidade litorânea de Adventure Bay. Os filhotes ocasionalmente são acompanhados por ajudantes mais novos: Cap’n Turbot, Robo-Dog, Everest e Tracker.

Bob Esponja Calça Quadrada (Temporada 2)

Vocês estão prontas, crianças? A esponja do mar, Bob Esponja, vive nas profundezas do oceano em uma cidade marinha chamada Fenda do Bikini e vive as mais loucas aventuras com seu melhor amigo, a estrela do mar rosa Patrick.

 

*As datas de lançamento estão sujeitas a alterações da Amazon

Primeiras Impressões | The Undoing – Nicole Kidman e Hugh Grant reciclam papeis e trazem mais do mesmo na minissérie da HBO

Estreou no último domingo a mais nova minissérie da HBO, cujo título não recebeu tradução em português e chegou aos assinantes do canal com o nome ‘The Undoing’. Mas, no primeiro episódio, de quase uma hora de duração, já deu pra sentir que a proposta é mais do mesmo que vem sendo feito em Hollywood.

Grace (Nicole Kidman) e Jonathan Fraser (Hugh Grant) são o casal perfeito. Ricos, bem-sucedidos em seus empregos e amorosos com o filho, Henry (Noah Jupe). Ela é uma psicóloga inteligentíssima e meiga; ele, um oncologista que, apesar de tudo, consegue manter o bom humor. Grace é dessas mães engajadas com a escola do filho, e, durante uma reunião para a organização de um evento social da escola, ela conhece uma nova mãe, Elena Alves (Matilda De Angelis), que, ao contrário das outras famílias da classe rica de Nova York, é latino-americana e pobre. Embora o filho de Elena tenha uma bolsa para estudar na escola, as outras mães a tratam com desconfiança – menos Grace, o que acaba criando um laço de confiança e atração entre as duas. Então, no dia seguinte ao do evento de caridade da escola, Elena é encontrada morta e Jonathan Fraser desaparece da cidade. O que será que aconteceu com os dois?

Criado por David E. Kelley, ‘The Undoing’ não só não traz nada de novo em seu enredo, como ainda traz atores que já interpretaram esses mesmos papéis algumas vezes em suas carreiras, o que reforça a sensação de “já vi essa história antes”. Quer dizer, quantas vezes Nicole Kidman interpretou a esposa perfeita, bonequinha de porcelana, que circula na alta sociedade de um bairro chique dos Estados Unidos? E quantas vezes Hugh Grant fez o homem perfeito – bonitão, rico, poderoso e por quem todas as mulheres são apaixonadas?

A minissérie encontra espaço ainda para repetir diversos elementos de outra produção de sucesso da HBO, ‘Big Little Lies’: a escola onde as crianças fazem/sofrem bullying; a mãe pobre que aparece do nada no corpo social dessa renomada instituição, à qual não pertence e todos fazem questão de deixar isso claro; a líder das mães, super solícita e preconceituosa; um crime chocante; aliás, um crime que envolve os pais dos alunos; um mistério a ser desvendado; e a personagem de Nicole Kidman no centro de tudo.

Não passa despercebido, também, a falta de química entre o casal principal. Talvez por já terem feito antes tantos papéis grandes, talvez apenas por falta de convencimento mesmo, mas Nicole e Hugh juntos como um casal não convence. Parece tudo meio forçado demais, como se fosse de fachada. E ainda tem o figurino escolhido para a personagem Grace, que, por nenhuma razão plausível e apesar de frequentar a nata da sociedade novaiorquina, se veste em seu dia a dia com camisolões medievais. Não faz sentido.

Apesar de tantos pontos negativos, ‘The Undoing’ é bem produzido e tem potencial para melhorar. Tomara!

‘Game of Thrones’: Atriz é atacada nas redes sociais após escrever sobre o Holocausto

Laura Pradelska, atriz da 2ª temporada de ‘Game of Thrones, que encarnou Quaithe, foi incessantemente atacada nas redes sociais após escrever uma homenagem ao avós que sobreviveram ao Holocausto, o genocídio de judeus na 2ª Guerra Mundial.

O evento conturbado fez com que Pradelska fechasse seu perfil para comentários de estranhos. Em entrevista à Emma Barnett, a atriz contou mais sobre o caso:

“Eu fechei o espaço de comentários porque simplesmente não aguentei. Sim, eu definitivamente sofri abusos. Com certeza. É muito estranho. Costumam vir de pessoas que se escondem por trás de algum nome estranho. As pessoas me atacam principalmente pelos posts com referência a Israel. Eu sou uma pessoa ativa e trabalho com organizações. Isso não quer dizer que eu necessariamente tenha uma opinião política e não estou preparada para discussões maiores.”

Na entrevista à BBC, a famosa contou que apenas oito de 120 familiares sobreviveram aos eventos da Segunda Guerra Mundial.

A atriz não retorna para a 8ª temporada da série que, recentemente, teve a duração dos episódios revelada.

De acordo com a revista francesa Premiere, os dois primeiros episódios da oitava e última temporada de Game of Thrones terão duração de 60 minutos. Já os quatro últimos (essa temporada terá apenas seis episódios) terão duração de 80 minutos cada.

As especulações estão de acordo com o chefe da HBO, Richard Piepler, que anteriormente já havia dito que muito possivelmente os episódios dessa temporada seriam maiores como de costume.

O último ciclo da série irá estrear no dia 14 de abril.

Confira o primeiro teaser oficial:

David Benioff e D. B. Weiss continuam como os showrunners da série, que tem no elenco nomes como Peter Dinklage, Nikolaj Coster-Waldau, Lena Headey, Emilia Clarke, Kit Harington, Liam Cunningham, Sophie Turner, Maisie Williams, Alfie Allen, Nathalie Emmanuel, Gwendoline Christie, John Bradley e Isaac Hempstead Wright.

A Representatividade LGBTQ+ no Cinema e na Televisão: Uma Breve História

28 de junho de 1969. Stonewall Inn, Nova York.

Já fazia sete anos desde que a homossexualidade havia sido “descriminalizada” – e coloque aspas nisso. Afinal, ainda que o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo não culminasse em prisões ou pena de morte, a comunidade LGBTQ+ ainda sofria diversos abusos e preconceitos por parte de uma “majoritária” parcela heterossexual e heteronormativa que os observava com descaso e nojo.

Não foi até a uma e vinte da manhã do dia em questão que o movimento queer tornou-se o que conhecemos hoje e mudou inclusive as relações entre esse grupo e como a mídia os representava. Afinal, a brutalidade policial no único e precário bar abertamente gay localizado numa escura viela do Greenwich Village foi a fatídica gota d’água para aqueles que desejam apenas viver – e, desde então, a luta por representatividade ganhou um escopo gigantesco.

Entretanto, é só agora que o cenário está começando a mudar – e passos bastante curtos, diga-se de passagem. Mesmo com a suposta aceitação por parte de Hollywood e dos outros grande monopólios do entretenimento, é inegável dizer que os LGBTQ+ foram a priori tratados como motivo de chacota, escapes cômicos ou se restringiam a personagens rasos ou estereotipados, transformando-se em personas reais há poucos anos.

Qual foi nossa surpresa quando Moonlight: Sob a Luz do Luar, um drama baseado em fatos reais que reuniu todas as minorias em uma mesma narrativa, levou para casa a estatueta de Melhor Filme na cerimônia do Oscar 2017, e acendeu uma fagulha de esperança. Porém, foram quase cinquenta anos desde a insurgência do movimento contemporâneo até que isso se tornasse verdade – e, apesar do aumento esporádico da diversidade, o buraco é muito mais embaixo do que parece.

1895-1989: O SÉCULO PERDIDO

O cinema surgiu no final do século XIX em duas partes do mundo: na França, com os Irmãos Lumière, e nos Estados Unidos, com Thomas Edison. Desde aquela época, representava-se personagens LGBTs – mas não pense que era da melhor forma possível.

Em The Gay Brothers (1895), Edison criava uma curtíssima narrativa de dezoito segundos que simplesmente dançam ao som pós-introduzido de um violino e que servem mais como escape cômico do que qualquer outra coisa. Em 1923, Ralph Ceder dirigiria outra produção trazendo Stan Laurel como um gay afeminado cujo arco era marcado pela mais “pura” comédia. Sua construção era superficial por demais e restringia a presença queer apenas para tramas desse tipo.

As coisas mudariam consideravelmente algumas décadas mais tarde – para pior. Em 1967, o canal CBC abria seu primeiro segmento televisivo LGBT; mas para aqueles que pensam que o programa era apresentado por membros da comunidade, sinto lhes informar que as pautas funcionavam como compilados de estereótipos negativos do homem gay. Ou seja, além da manutenção de preceitos infundados e vistos como anormalidades, a mídia apagava por completo as lésbicas, os bissexuais e os transgêneros.

Nem tudo estaria condenado a mentiras e a preconceitos. A ABC, em clara resposta ao canal supracitado, criaria um dos primeiros shows de comédia com um personagem homossexual complexo encarnando o protagonista. That Certain Summer (1972) trazia Hal Holbrook e Martin Sheen como um casal que procurava o melhor jeito de criar sua família e o resultado foi a transmissão da série pioneira que simpatizava com os LGBTs. O mesmo aconteceria com The Jeffersons e SOAP (1977), duas sitcoms que abriam espaço para o protagonismo gay.

Porém, as primeiras emissoras americanas ignoravam as mulheres lésbicas. The Rejected (1961) e The Homosexuals (1967), os primeiros documentários gays, excluíam-nas descaradamente, enquanto na mídia ficcional, eram retratadas como serial killers ou então as vítimas. Em 1974, a NBC estreou o episódio ‘Flowers of Evil’ da série documental Police Woman, em que os estereótipos lésbicos ganhavam uma dimensão assustadora ao trazer um trio de mulheres homossexuais (descritas, é época, como a Sapatão, a Vadia e a Femme Fatale) que roubavam e assassinavam os residentes de um asilo. A iteração, recheada de argumentos preconceituosos, foi recebida negativamente pela Associação Liberal Feminista Lésbica, que arquitetou um protesto na frente do quartel-general da emissora.

A partir da década de 1980, com a emergência da AIDS e sua errônea associação à comunidade queer, grande parte dos espectadores promoveram boicote aos filmes e às séries que trouxessem temática LGBT. A entidade responsável por esse embargo era a AFA (Associação da Família Americana), que argumentava que o “estilo de vida homossexual” era decadente. Dessa forma, a já mínima porcentagem representativa cairia drasticamente, mantendo-se dessa forma até o início do século XXI.

OS ANOS 1990: PERPETUANDO OS ESTEREÓTIPOS

Se a década de 1980 ficou conhecida por seu expressivo número de filmes de terror slasher, os próximos dez anos ganhariam fama pela quantidade inefável de comédias românticas ou rom-coms – e, procurando abrir espaço para uma questionável diversidade midiática, trouxe personagens LGBTQ+ dentro das devidas restrições e estereótipos.

As Patricinhas de Beverly Hills e O Casamento do Meu Melhor Amigo são, sem dúvida, clássicos dessa época que até hoje inspiram algumas obras cinematográficas. E enquanto Alicia Silverstone e Julia Roberts se tornavam as queridinhas do público, os gays deveriam se contentar com papéis supérfluos e que falavam explicitamente sobre suas “condições”; porém, suas breves subtramas não poderiam trazer nada muito escandaloso – ou seja, beijos e sexo. Eles funcionavam, na verdade, como máquinas de frases prontas, dicas de moda e referências artísticas para enaltecer a protagonista ou deixá-la mais humana.

O exagero e a tragédia também eram muito comuns – ainda que não fossem encontrados apenas nas rom-coms. Tom Hanks até mesmo levou o Oscar por Filadélfia ao interpretar um jovem lutando contra os efeitos da AIDS e, apesar de trazer um protagonismo relevante, ainda permaneceu numa infeliz zona de conforto. Robin Williams, por sua vez, deu vida ao estereótipo ambulante Armand Goldman em A Gaiola das Loucas – cujo próprio título já nos dá uma ideia do que o filme se trata.

Com a expressiva presença da comunidade trans no âmbito mainstream com a notável ajuda de Madonna e sua apropriação do vogue – criado pelas mulheres transexuais do Harlem e do Brooklyn vinte anos antes -, tais figuras também apareceram em alguns longas-metragens. Entretanto, não do jeito que desejavam.

É ridículo pensar como essas mulheres eram tratadas. Insurgindo como artifícios para reafirmar a masculinidade do macho-alfa das obras fílmicas, as quase inexistentes personagens trans eram o terror dos homens héteros. Obras como Traídos pelo Desejo ainda buscavam fugir das fórmulas, mas “comédias” de mal gosto como Ace Ventura: Um Detetive Diferente caíam em gosto popular por trazerem cenas nas quais uma sala cheia de homens vomitavam ao descobrir que a antagonista era “um homem”. Mulheres transexuais eram frequentemente objetos de escárnio e repulsa, tratadas como criaturas aberrativas nada confiáveis. Até bem-intencionados como To Wong Foo, Thanks for Everything! Julie Newmar’ zombavam dessas complicadas discussões sobre gênero.

De fato, era quase impossível encontrar produções em que LGBTQs se comportassem como qualquer outra pessoa, sendo tratados como alienígenas de outro mundo. Na época supracitada, havia, além dos convencionalismos mencionados, a lésbica rebelde e louca (Mulher Solteira Procura, Instinto Selvagem), o gay psicótico (O Silêncio dos Inocentes), e a lésbica que estava apenas esperando por Ben Affleck (Procura-se Amy, um apagamento total da bissexualidade).

Caso fugissem dessas “regras”, as obras audiovisuais sofriam boicote generalizado. Foi o que aconteceu com a famosa apresentadora de talk show Ellen DeGeneres em 1997, quando se assumiu lésbica em sua sitcom homônima. Apesar do episódio em questão ter levado para casa um Emmy Award, o show foi cancelado uma temporada depois pelos baixos índices de audiência. Ela tentou retornar aos holofotes com The Ellen Show em 2001, mas a CBS cancelou o programa após seu ano de estreia (pelos mesmos motivos).

Entretanto, algumas obras mostravam outros lados do cotidiano LGBTQ+ e davam espaço para a comunidade queer. O icônico documentário Paris Is Burning abriu a década ao trazer sequências gravadas nos anos anteriores e colocar em cena drag queens das classes mais baixas de Nova York; o reality The Real World transmitiu a primeira cerimônia matrimonial homossexual da televisão, além de trazer discussões sobre HIV e AIDS; Roseanne quebrou recordes ao reunir mais de 30 milhões de telespectadores para presenciar o beijo lésbico entre Roseanne Barr e Mariel Hemingway; e até mesmo Friends trouxe um casamento entre duas mulheres com a presença de Carol (Jane Sibbett) e Susan (Jessica Hecht), ainda que não selassem seus votos com o tradicional beijo.

Will & Grace, sitcom da NBC indicada a mais de 80 prêmios, livrava-se de grande parte dos estereótipos quando trouxe dois homens gays como protagonistas – um deles trabalhando como advogado – e, nas palavras do vice-presidente da emissora Joseph R. Biden Jr., “fez mais para educar o público do que praticamente todo mundo havia feito até então”.

2000-2019: A VISIBILIDADE AUMENTA

Com a chegada dos anos 2000, a presença queer era bastante considerável na televisão e no cinema. A Showtime tornou-se pioneira ao inaugurar o primeiro drama de uma hora de duração com Queer as Folk, uma série com elenco majoritariamente homossexual (tanto com gays quanto com lésbicas). Anos depois, a emissora voltaria a fazer história com The L Word, cuja narrativa girava em torno de um grupo de amigas lésbicas e bissexuais – dando-lhes o espaço renegado nas décadas anteriores.

É claro que alguns programas ainda cediam a certos estereótipos. Desperate Housewives, da ABC, introduziu um personagem gay em suas primeiras temporadas com Andrew, filho de Bree. Aqui, o criador Marc Cherry fez grande questão em explorar temas familiares e que, eventualmente, culminavam em um final feliz no qual a conservadora mãe o aceitava de braços abertos. Entretanto, por outro lado, a série perpetuou estereótipos com o extremista casal formado por Bob e Lee, e a “ex-lésbica” Katherine Mayfair.

Entretanto, é inegável dizer que a comunidade começou a ganhar um delicioso protagonismo que não se exilava apenas em histórias água com açúcar, e sim que viajam entre diversas décadas como forma de reparação histórica. Apenas nos primeiros anos do novo milênio, longas como ‘O Segredo de Brokeback Mountain’, De Irmão Pra Irmão, ‘Hedwig – Rock, Amor e Traição’ e Milk: A Voz da Igualdade mostravam vários outros gêneros que não a comédia romântica que tinham capacidade e habilidade para exaltar a diversidade de personalidades LGBTQ+.

Com o passar dos anos, o movimento queer aumentaria exponencialmente – e sua presença nas maiores indústrias fonográficas seguiria o mesmo padrão. Cate Blanchett e Rooney Mara viveriam um romance lésbico na década de 1950 com Carol; Colin Firth lidaria com sua sexualidade no drama Direito de Amar; Com Amor Simon ganharia uma crível rom-com liderada por Nick Robinson; e até mesmo séries animadas se renderiam a essa tão necessária representatividade (como Superdrags e Steven Universo).

Segundo a pesquisa promulgada pela organização GLAAD, 2018 seria o ano em que a televisão disponibilizaria a maior porcentagem de obras lideradas por personagens LGBTQ+. O número de bissexuais protagonistas aumentaria de 18% em 2017 para 33%; a gigante do streaming Netflix seria a principal plataforma com esse tipo de produções, incluindo shows de humor ácido como BoJack Horseman, a série não-ficcional Queer Eye e a compra dos direitos do reality RuPaul’s Drag Race para exibição internacional.

No cinema, as coisas não seriam muito parecidas. Pesquisas indicaram que, no ano passado, apenas 12,8% dos 109 maiores filmes incluiriam um personagem queer, contra 18,4% de 2017. E, mesmo assim, os papéis seriam insuficientes, ou seja, com breves menções – como a governante Georgina, de Corra!’ e os dois supostos personagens gays de Alien: Covenant.

É necessário dizer que nem tudo são flores e que a LGBTfobia ainda permanece, mesmo de forma velada: os estereótipos de gênero se mantêm com expressiva voz como, por exemplo, a fetichização de personagens lésbicas com as últimas temporadas de Friends e o aclamado ‘Azul É a Cor Mais Quente’ e a superestimação do corpo “perfeito” de diversas produções – como os coadjuvante queer de American Gods. A heteronormatividade também configurou-se como uma problemática social que continua a desmerecer principalmente gays afeminados, colocando-os em papéis secundários ou em pouquíssimas posições de destaque (uma das exceções, por exemplo, é ‘Sex Education’).

Mesmo com o aumento em questão, as esferas cinematográfica e televisiva insistem em cometer erros bastante condenáveis – e um deles é visto desde os primórdios da expansão do entretenimento: a falta de diversidade racial.

A QUESTÃO RACIAL

Os anos 1990 trouxeram um crescimento interessante, ainda que paradoxal, para personagens queer em produções mainstream. Apesar da representação de personagens de cor ter aumentado também, a maior parte dos protagonistas e até mesmo coadjuvantes sempre se restringiu a homens gays brancos.

As primeiras reportagens do GLAAD (mencionado acima) acerca da responsabilidade histórica dos estúdios, indicaram que, dos 101 grandes filmes lançados em 2012, apenas 14 traziam personagens LGBTs. Dentro deles, 31 se identificavam com algum gênero/orientação sexual que diferia dos heterossexuais e, entre eles, apenas quatro eram afrodescendentes. Em 2016, nove dos personagens queer eram negros.

Além disso, tais personas se mantinham presas a outros estereótipos: os gays negros eram normalmente representados como afeminados bastante agressivos – como Keith Charles na série Six Feet Under. Lafayette Reynolds, que apareceu em True Blood, tangenciava esses convencionalismos. Já as lésbicas negras eram associadas ao erotismo, ao exótico (as femmes) e as masculinizadas (as butches). No thriller Até As Últimas Consequências, a personagem Ursula (Samantha MacLachlan) é vista apenas como objeto sexual, enquanto Cleo (Queen Latifah) é enxergada como o “homem da relação” e extremamente violenta.

Em outra perspectiva, as mulheres transexuais são tipicamente encarnadas como pessoas passivas no meio de outras mulheres, incluindo lésbicas. No geral, são retratadas de modo artificial, desproporcional e alvos dos mais variados tipos de preconceito que renegam sua existência. A série Orange Is the New Black utiliza tais temas para explorar os estereótipos como forma de conscientização – afinal, Sophia Burset (Laverne Cox) é uma detenta da penitenciária de Litchfield assediada o tempo todo por suas “colegas”. Como resultado, as representações em questão também auxiliam para perpetuar ideias infundadas de que os negros são pobres, agressivos e/ou usuários de drogas.

Não foi até os últimos anos da década de 2010 que o cenário realmente começou a mudar. Ryan Murphy fez história ao criar Pose, a obra audiovisual com maior elenco transgênero e negro da história e que tornou-se uma das séries mais aclamadas de todos os tempos ao retratar a vida da comunidade LGBTQ+ nas décadas de 1980 e 1990. O show, inclusive, foi responsável pelo aumento exponencial da porcentagem de pessoas de cor em grandes produções: 50% contra 49% brancos.

O auge da luta contra a disparidade racial viria, como mencionado no início dessa matéria, com Moonlight: Sob a Luz do Luar. A trama, ambientada em Liberty City, Miami, traria o jovem Chiron lidando com a descoberta de sua orientação sexual enquanto um rapaz pobre e negro num cenário caótico, no qual era obrigado a lidar com sua mãe viciada em drogas e os múltiplos preconceitos que sofreria até a vida adulta. O resultado foi um belíssimo e comovente coming-of-age vencedor de três estatuetas do Oscar – incluindo o prêmio de Melhor Filme.

‘Legends of Tomorrow’: Depois do trailer, confira o INCRÍVEL pôster da 5ª temporada!

Depois de seu primeiro trailer oficial, a 5ª temporada de Legends of Tomorrow’ ganhou um incrível e nostálgico pôster.

Confira:

Leia a sinopse do próximo ciclo.

Sara (Caity Lotz), Ray (Brandon Routh) e Mick (Dominic Purcell) estão chocados ao descobrir que as Lendas se tornaram famosas. Parece que todos, exceto Sara, estão amando os holofotes – tanto que convidaram uma equipe para documentar sua investigação acerca de uma nova oscilação em sua linha temporal. As Lendas descobrem que o novo problema é ninguém menos que Rasputin, que escapou do Inferno e pode estar mais perigoso do que pensam. Enquanto isso, Constantine (Matt Ryan) acha que sabe da razão por trás dessas oscilações e diz para o time que não será fácil derrotá-lo.

Relembre a sinopse oficial:

Quando heróis sozinhos não são o suficiente… o mundo precisa de lendas. Já tendo visto o futuro, um deles irá desesperadamente tentar impedi-lo de acontecer. Rip Hunter (Arthur Darvill), o viajante do tempo, recebe a tarefa de reunir um disforme grupo de heróis e vilões para confrontar uma ameaça difícil de parar; uma que não ameaça somente a integridade do planeta, mas do próprio tempo como uma entidade. Será que este improvável time é capaz de combater uma ameaça imortal, diferente de tudo que eles conhecem?

O elenco conta com Caity Lotz, Brandon Routh, Maisie Richardson-Sellers, Tala Ashe, Jes Macallan, Courtney Ford, Amy Pemberton, Ramona Young, Nick Zano, Dominic PurcellTerry Chen.

‘V/H/S/’: 4º filme da franquia já está em desenvolvimento!

Segundo o The Hollywood Reporter, a famosa franquia de terror ‘V/H/S/’ vai ganhar mais uma sequência a ser produzida pela Radio Silence e por David Bruckner.

Com título V/H/S/94’, os segmentos do longa-metragem serão dirigidos por Simon BarrettTimo TjahjantoChloe Okuno – com cineastas adicionais anunciados conforme o projeto ganha vida.

As informações também indicam que esta será a primeira iteração da saga a ser apresentada em uma única e fluida narrativa, com as histórias ligadas entre si. Para aqueles que não se recordam, as entradas anteriores funcionavam de modo antológico e eram ligados por uma narrativa externa.

Matt Bettinelli-OpinTyler GillettChad Villella (trio conhecido pelo divertido e arrepiante thriller Casamento Sangrento) serão os produtores.

Brad MiskaTom Owen, co-criadores dos filmes originais, retornam para o novo projeto. Detalhes sobre as tramas não foram revelados.

O primeiro longa-metragem foi lançado no Festival de Sundance em 2012 e seu sucesso gerou duas continuações: V/H/S/ 2V/H/S/: Viral. A franquia também gerou um spin-off intitulado Siren, que recebeu críticas positivas, bem como uma minissérie lançada pelo aplicativo Snapchat.

‘Creepshow’: Marilyn Manson e Ali Larter entram para o elenco da 2ª temporada

O serviço de streaming Shudder revelou que a antologia de terror Creepshow contratou uma série de novos nomes para integrar o elenco da 2ª temporada.

Através de um release de imprensa, Marilyn MansonAli LarterIman BensonRyan KwantenBarbara CramptonC. Thomas HowellDenise CrosbyBreckin MeyerTed RaimiKevin DillonEric Edelstein darão as caras nos novos episódios.

O grupo se junta aos previamente anunciados Keith David, Ashley Laurence, Josh McDermittAnna CampAdam Pally.

Sabe-se também que Joe Lynch (‘Floresta do Mal’) será diretor de um dos segmentos, enquanto Greg Nicotero fica a encargo dos quatro primeiros capítulos.

Devido a pandemia, a segunda temporada deve estrear apenas em 2021.

Vale lembrar que ‘Creepshow‘ já foi renovada para a 3ª temporada.

Crítica | Lana Del Rey aposta no saudosismo com o incrível ‘Chemtrails Over the Country Club’

Lana Del Rey tornou-se uma das figuras mais conhecidas e originais da indústria fonográfica, desde seu espetacular lançamento em 2010 até os dias de hoje, devido a seu visual melancólico e seu timbre único – que a colocou no centro do movimento sadcore e um dos expoentes do pop alternativo. Falando abertamente sobre drogas, sexo e sobre as mazelas do amor, Del Rey vem provando cada vez mais a sua versatilidade, conquistando até mesmo uma indicação ao Grammy de Álbum do Ano pelo espetacular Norman Fucking Rockwell!’, lançado dois anos atrás.

Agora, depois de ter investido em seu primeiro álbum de palavras cantadas, Lana retornou ao mundo da música e retomou colaboração com o lendário Jack Antonoff (produtor por trás das premiadas produções ‘Melodrama’, ‘Gaslighter’ e ‘Folklore’) para uma viagem extremamente sinestésica, ainda que, em certas medidas, talhada com reminiscência da iteração mencionada no parágrafo acima. Com Chemtrails over the Country Club, já era de se esperar que a artista apostasse todas as suas fichas em uma atmosfera bastante diferente daquilo a que estamos acostumados – que, no final das contas, contribui para um universo próprio que vem sendo expandido há mais de uma década. A ressonante lírica e a utilização pungente do melódico piano de cauda – bem como incursões dissonantes que dialogam com o uso inesperado das distorções sintéticas – parecem estar mais aglutinadas em uma jornada de pura reflexão memorialista, por mais que não cheguem ao ápice criativo de ‘NFR’.

A verdade é que Del Rey já não se importa mais com o que as pessoas irão pensar sobre sua carreira e sobre aquilo que tem para mostrar ao mundo (motivo pelo qual permanece em uma onda de aclamação e uma das queridinhas da crítica internacional). Ao longo de breves onze faixas, a artista, que comanda com rédeas firmes a escrita de poemas elegíacos e quase epopeicos, a minimalista aventura é permeada por temáticas conhecidas, incluindo nostalgia, saudade, marasmo e o enfrentamento caótico de uma realidade ambígua e controversa. “White Dress”, track que abre o álbum, resume e apresenta aos ouvintes tudo o que podemos esperar das inflexões seguintes: a constância do piano nos arremessa para a época dominada por nomes como Frank Sinatra, Nina Simone e Billie Holiday, ainda mais quando justaposto aos pratos da bateria e a um moderno e propositalmente anacrônico saxofone.

Na faixa-título (uma das melhores do ano, em disparado), a multiplicidade de camadas vocais já se mostra como algo mais familiar a seus fãs, afastando-se do whistle e do falsetto. Assim como na canção que a precede, a iteração dá espaço para um baroque pop pincelado com vertentes mais dramáticas do country, ambos caminhando para um crescendo nada óbvio que aposta na sensorialidade extrema e uma narrativa mnemônica atemporal sobre algo que não existe mais e que faz falta em meio à loucura urbana e citadina.

“Let Me Love Like a Woman”, primeiro vislumbre e single oficial dessa nova era espetacular de Lana, entrou para a nossa lista de melhores músicas de 2020 não por qualquer motivo: a track, talvez uma das mais maduras de sua carreira, é uma continuação direta das meditações impressas anteriormente, abrindo portas para uma ode romântica que tem apreço pelos práticos convencionalismos da guitarra, do baixo e, mais uma vez, do piano. Entretanto, à medida que compreendemos que a música é um afronte comedido à dominação do pop do escopo musical, entendemos que a afeição da cantora e compositora às fórmulas é apenas uma estrutura sólida para rearranjá-las ao seu bel-prazer e da forma que lhe convier – não é surpresa que ela tenha encontrado uma parceria bastante frutífera com Antonoff, que também adora utilizar a desconstrução do óbvio para conquistar os ouvintes.

Da mesma forma que arquiteta algo novo, por assim dizer, ela faz questão de mencionar a si própria em faixas como “Tulsa Jesus Freak”, movida pela paixão e pela devoção (talvez não de outro alguém para si própria, mas no movimento contrário, principalmente quando reverencia “Marina’s Apartment Complex”); na cândida “Wild at Heart”, ela se volta para Anna Nalick e para “Looking for America”, especialmente quando utiliza um evocativo coro para acompanhá-la no country-rock alternativo do qual se vale; em “Dark But Just a Game”, Del Rey abre as cartas para a sensualidade de “National Anthem” enquanto reverencia nomes como Janelle Monáe e até mesmo Kacey Musgraves. “Breaking Up Slowly”, mas é uma fenomenal track que merece toda a nossa atenção, une duas powerhouses com a química harmônica de Lana e de Nikki Lane para a vertente do rock clássico de The Animals (uma das muitas inspirações para a carreira da lead singer).

Chemtrails over the Country Club é apenas mais uma apaixonante e reverenciável adição à discografia de uma artista que ainda tem muito a nos contar – seja por seu estilo único, contemporâneo e saudosista ao mesmo tempo, impulsionado pela necessidade de despontar como algo diferente em meio à mesmice. Lana Del Rey encontrou-se em meio ao folk e ao americana para proferir seu estilo e uma identidade que, ano após ano, torna-se mais complexa.

Nota por faixa:

1. White Dress – 4,5/5
2. Chemtrails Over the Country Club – 5/5
3. Tulsa Jesus Freak – 4/5
4. Let Me Love You Like a Woman – 4,5/5
5. Wild at Heart – 5/5
6. Dark But Just a Game – 5/5
7. Not All Who Wander Are Lost – 4,5/5
8. Yosemite – 4/5
9. Breaking Up Slowly – 5/5
10. Dance Till We Die – 4,5/5
11. For Free – 5/5

‘WandaVision’: Antiga arte conceitual da série faz referência ao filme ‘Os Incríveis’; Confira!

Através do Twitter, o artista Andy Park compartilhou uma nova imagem conceitual da aclamada série ‘WandaVision’.

Na legenda, ele escreveu: “sim, eu absolutamente estava canalizando ‘Os Incríveis’, da Pixar, quando pintei esse quadro conceitual durante a pré-produção [da série] em 2019! O primeiro momento de ‘Os Vingadores’ também foi uma inspiração, creio eu”.

Confira:

Lembrando que a série conquistou nada menos que 23 indicações, incluindo Melhor Atriz em Série Limitada para Elizabeth OlsenMelhor Ator em Série Limitada para Paul BettanyMelhor Atriz Coadjuvante em Série Limitada para Kathryn HahnMelhor Série Limitada.

Os vencedores serão anunciados no dia 19 de setembro.

Enquanto isso, os fãs podem assistir a mais detalhes e segredos da obra no documentário Avante: Os Bastidores de WandaVision’, que já está disponível na plataforma de streaming do Disney+.

Junte-se a Elizabeth OlsenPaul Bettany e o time criativo de ‘WandaVision’ conforme o episódio puxa as cortinas nessa série revolucionária. Descubra como os conceitos da produção tomaram forma e se inspiraram em clássicas sitcoms. Testemunhe como a equipe fez grandes esforços para emular inúmeros métodos fílmicos usados durante anos na televisão. Descubra os desafios únicos e as recompensas de construir um episódio inteiro em frente a uma audiência ao vivo. Passe algum tempo com os novatos do MCU, como Teyonah ParrisKathryn Hahn, além de reunir com favoritos como Kat DenningsRandall Park.

‘King Richard: Criando Campeãs’: Elogiado drama com Will Smith ganha data de estreia na HBO Max; Confira!

O aclamado drama cinebiográfico King Richard: Criando Campeãs’, estrelado por Will Smith, é um dos favoritos para a temporada de premiações – e agora aqueles que não conseguiram assistir ao longa-metragem nos cinemas terão uma nova chance.

A produção chegará ao catálogo da HBO Max no próximo dia 07 de janeiro.

Confira o trailer:

O longa teve sua estreia oficial Festival de Veneza 2021 e surpreendeu a crítica especializada, conquistando 91% de aprovação no Rotten Tomatoes.

A inspiradora e cativante história real do pai das atletas Serena e Venus Williams cativou a imprensa, justamente por sua sensibilidade e delicadeza ao retratar o poder de uma família unida.

Confira as principais avaliações:

“Green orquestra esses vários elementos em uma sinfonia que é uma homenagem aos pais trabalhadores, por mais difíceis que sejam, e para mostrar a história de origem que começa uma geração antes de nossos heróis se tornarem famosos”. – Monica Castillo, TheWrap

King Richard está perfeitamente sincronizado; seu desempenho é um lembrete excelente da carga singular de Smith, agarrando-se a um desafio poderoso com um compromisso emocionante”. – Richard Lawson, Vanity Fair

Will Smith consegue uma vitória com King Richard”. – Todd McCarthy, Deadline Hollywood Daily

“O filme incorpora frequentemente o seu mote de que a diversão sempre deve vir primeiro”. – David Ehrlich, indieWire

“Está longe de ser um filme perfeito, mas é tentador, graças ao tema forte e às caracterizações e performances nítidas”. – Stephen Farber, Hollywood Reporter

A história, assinada por Zach Beylin e dirigida por Reinaldo Marcus Green, é baseada na vida do duro pai de VenusSerena Williams, o qual tinha em mente um plano para transformar suas filhas nas maiores jogadoras de tênis do mundo. Serena já possui 23 títulos solo do campeonato Grande Slam desde sua estreia em 1999, tornando-se uma das maiores atletas da história; Venus, por sua vez, começou sua carreira em 2000 e também já foi condecorada com diversos prêmios. As irmãs, em conjunto, possuem 14 títulos em dupla.

Saniyya SidneyDemi Singleton completam o elenco.

‘Tico e Teco’: Live-action com Andy Samberg já está disponível no Disney+!

O híbrido live-action e animação ‘Tico e Teco: Defensores da Lei‘ (Chip ‘N’ Dale: Rescue Rangers) já está disponível no Disney+.

A produção foi lançada na plataforma de streaming no último dia 20 de maio.

Relembre o trailer:

O híbrido live-action e animação contará com as vozes de Andy SambergJohn Mulaney.

Akiva Schaffer, conhecido por seu trabalho em ‘Saturday Night Live‘, comandará o projeto.

Tico e Teco fizeram sua estreia na Walt Disney Company em 1943 como parte do curta-metragem Private Pluto, dirigido por Clyde Geronimi, onde têm uma briga com Pluto sobre poderem ou não esconderem suas nozes no canhão de uma base militar.

Estratégia de lançamento de ‘Halloween Ends’ no streaming atrai críticas do diretor de ‘Freaky’

Através das redes sociais, o diretor Christopher Landon, de ‘Freaky: No Corpo de um Assassino’, culpou os estúdios de disponibilizarem imediatamente novos filmes nos serviços de streaming e de, por consequência, impedir o sucesso financeiro das produções no circuito das salas de cinema – fazendo referência direta ao impacto do método no fim de semana de estreia de Halloween Ends’.

Afinal, o terceiro capítulo da franquia desapontou na arrecadação de lançamento, abarcando apenas US$41,2 milhões (quase 14 milhões a menos das projeções iniciais e a menor estreia da trilogia).

Em uma série de tweets, Landon escreveu: “sinto outro discurso chegando: hoje é a estratégia de lançamento ‘Dia e Data’ para Halloween Ends’. Parem de fazer isso. Por favor. Não funciona. Estúdios: parem de apostar com os cineastas e seus filmes para tentar favorecer seus serviços de streaming. Isso aconteceu comigo em ‘Freaky’ e nos destruiu”.

Confira:

De acordo com o Deadline, o desempenho da sequência nas telonas foi prejudicado pelo seu lançamento simultâneo no serviço de streaming do Peacock. A Universal Pictures, no entanto, revelou que ‘Halloween Ends‘ quebrou recordes, se tornando a maior estreia da história da plataforma.

Outros fatores que podem ter prejudicado o longa fica por conta da forte retenção do terror ‘Sorria‘, que sofreu uma queda de apenas -33% em seu terceiro final de semana, e a recepção negativa dos críticos e do público ao filme – além de ter alcançado apenas 41% de aprovação no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma nota C dos espectadores no CinemaScore.

Apesar disso, o longa está longe de ser um fracasso. Com um orçamento de US$ 30 milhões, ‘Halloween Ends‘ deve se tornar mais um capítulo lucrativo da franquia – apesar do desempenho decepcionante para a prometida conclusão de uma das sagas mais populares do gênero atualmente.

“Quatro anos após os eventos de ‘Halloween Kills‘, Laurie está vivendo com sua neta Allyson (Andi Matichak), enquanto termina de escrever suas memórias. Michael Myers não foi visto desde então. Após ter sido assombrada pela presença dele por décadas, Laurie está determinada a se libertar do medo e começar a viver. Mas quando um jovem, Corey Cunningham (Rohan Campbell), é acusado de matar um garoto que ele estava cuidando como babá, o retorno da violência e do terror forcará Laurie a finalmente enfrentar o mal que ela não pode controlar, de uma vez por todas.” 

‘Yellowjackets’: 2ª temporada estreia na Paramount+!

A 2ª temporada de Yellowjackets, aclamada série de suspense com Christina Ricci, finalmente chegou ao catálogo da Paramount+.

O novo ciclo estreou hoje, 24 de março, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

No Rotten Tomatoes, o novo ciclo abriu com nada menos que 100% de aprovação, com altíssima nota 8.30/10 baseada em 25 reviews até o momento.

Segundo o consenso geral, “já tendo causado uma primeira impressão surpreendente, Yellowjackets se lança a uma segunda temporada que nos prepara para o futuro – felizmente, suas excelentes performances e sua ambientação hipnotizante são bons substitutos para respostas rápidas”.

Confira os principais comentários:

“A série é um estudo do que, com o tempo, se perde e do que nunca desaparece” – Slant Magazine.

“O mistério persiste, que é o que torna Yellowjackets tão divertido, assim como seu tom” – Observer.

“[Esta temporada] deve colocar Shauna (Melanie Lynskey) no topo do panteão dos maiores anti-heróis da televisão de todos os tempos” – The Playlist.

“Este ainda é um dos programas mais viciantes, emocionantes e sombrios da TV – e desta vez é ainda maior e mais ousado” – Looper.com.

“Ao contrário de tantos programas anteriores, o sucesso de crítica e a popularidade de Yellowjackets não mudaram ou comprometeram sua qualidade de forma alguma” – Paste Magazine.

Criada por Ashley LyleBart Nickerson (‘Narcos’), a série é descrita como uma mistura de “sobrevivência épica, terror psicológico e drama”.

Uma equipe de talentosas estudantes se tornam improváveis sobreviventes de um acidente de avião, que cai em uma área remota e isolada. Enquanto acompanhamos a jornada delas de sobrevivência, vemos a vida que elas tentam reconstruir 25 anos após o acontecimento, provando que o passado nunca fica para trás.

O elenco conta com Melanie Lynskey, Tawny Cypress, Ella Purnell, Christina Ricci, Juliette Lewis, Sophie Nélisse, Jasmin Savoy Brown, Sophie Thatcher, Sammi Hanratty, Steven Krueger e Warren Kole.

‘Rick e Morty’: 7ª temporada da aclamada animação ganha sinopse INÉDITA; Confira!

Adult Swim divulgou a primeira sinopse oficial da 7ª temporada de ‘Rick e Morty’, que estreia em setembro de 2023.

Confira:

“Rick e Morty estão de volta e parecendo mais como eles mesmos do que nunca! É a sétima temporada e as possibilidades são infinitas: o que está acontecendo com Jerry? Summer do mal? E será que eles vão voltar algum dia para o colégio? Talvez não! Mas vamos descobrir! Há provavelmente menos urina que a temporada anterior. ‘Rick e Morty’, 100 anos! Ou ao menos até a 10ª temporada”.

Lembrando que as seis primeiras temporadas estão disponíveis na HBO Max.

A série foi criada por Dan Harmon e Roiland.

Relembre a sinopse da temporada mais recente:

“Rick e Morty estão de volta! Começando logo após o final da quinta temporada, a situação está complicada. Será que eles conseguirão partir em novas aventuras? Ou eles serão engolidos por um oceano de mijo? Quem sabe?! Mijo! Família! Intriga! Um monte de dinossauros! Mais mijo! Será mais uma temporada inesquecível da sua série favorita!”

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Justin Roiland, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

Gerard Butler e Morena Baccarin são OFICIALMENTE confirmados em ‘Destruição Final: O Último Refúgio 2’

Segundo o DeadlineGerard ButlerMorena Baccarin foram oficialmente confirmados no elenco de ‘Destruição Final: O Último Refúgio 2’, reprisando seus papéis como John e Allison Garrity, respectivamente.

Intitulado Greenland: Migration’ no original, o longa-metragem também traz Ric Waugh de volta à cadeira de direção.

O projeto teve os direitos adquiridos pela STX, pela enorme quantia de US$75 milhões (o maior acordo feito durante o mercado virtual de Cannes este ano). A companhia irá pagar US$25 milhões pelos direitos domésticos, enquanto US$50 milhões foram pelos direitos internacionais.

Chris Sparling (‘Enterrado Vivo’) assina o roteiro.

Lembrando que o filme original está disponível no Prime Video.

Após terem sobrevivido a um evento de quase extinção quando um cometa interestelar atinge a Terra, a família Garrity deve deixar a segurança do bunker da Groenlândia e embarcar em uma jornada perigosa através do deserto congelado e dizimado da Europa para encontrar um novo lar.

Crítica Amazon Prime | ‘Destruição Final: O Último Refúgio’ é um tenso e ótimo filme-catástrofe

Alexandra Daddario está de VOLTA no teaser trailer da 2ª temporada de ‘As Bruxas de Mayfair’; Confira!

AMC divulgou o primeiro teaser oficial da 2ª temporada de ‘As Bruxas de Mayfair‘, baseada nos icônicos romances de Anne Rice.

O novo ciclo estreia apenas em 2025, sem dia confirmado.

Confira:

Lembrando que a temporada de estreia está disponível no Prime Video Brasil.

A trama foca em uma jovem neurocirurgiã que descobre ser a improvável herdeira de uma família de bruxas. Enquanto ela tenta entender os seus poderes, ela deve enfrentar uma presença sinistra que assombra sua família por gerações.

Esta Spaulding (‘Masters of Sex’) e Michelle Ashford (‘The Pacific’) são responsáveis pelo roteiro, além de servirem como produtoras executivas.

Alexandra Daddario (‘The White Lotus’) estrela a produção. O elenco ainda conta com Harry Hamlin, Annabeth Gish, Tongayi Chirisa, Beth Grant, Erica Gimpel, Jen RichardsMaura Grace Athari.

Globo de Ouro 2025 | ‘Bebê Rena’ conquista a estatueta de Melhor Série Limitada

A série ‘Bebê Rena‘ se tornou um dos maiores fenômenos da Netflix – e não deixaria de faturar alguns prêmios do Globo de Ouro.

Durante a mais recente cerimônia, a atração conquistou o prêmio de Melhor Série Limitada. Além disso, Jessica Gunning conquistou a estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante.

Inspirada em uma história real, a trama gira em torno de Donny Dunn (Richard Gadd), um bartender de Londres que sonha em se tornar um comediante. Sua vida muda quando ele conhece Martha (Gunning), que começa a visitá-lo no trabalho todos os dias. Logo, o que parecia uma amizade normal se transforma em obsessão. E não demora muito para ele descobrir que a Martha é uma stalker condenada e acusada de perseguir inúmeras pessoas…

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

No caso real, Gadd relatou ao longo de alguns shows que foi perseguido por pelo menos quatro anos por uma mulher que o apelidou como Bebê Rena.

Apesar do apelido que costuma causar risos na plateia, ele disse que foi assediado com 41.071 e-mails, 350 horas de mensagens de voz, 744 tweets, 46 mensagens no Facebook e 106 páginas de cartas.

Além disso, ela tentou chamar sua atenção com presentes, incluindo uma rena de pelúcia, pílulas para dormir, um chapéu de lã e roupas íntimas, como pijamas e cuecas boxer.

Com direção de Weronika Tofilska, a atração retrata o caso em sete episódios.

3ª temporada de ‘And Just Like That’ já está disponível no streaming; Saiba onde assistir!

A 3ª temporada de And Just Like That’, série derivada de Sex and the City, já está disponível no catálogo da Max.

O novo ciclo foi lançado hoje, 29 de maio, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Vale lembrar que Rosie O’Donnell foi escalada para o novo ciclo e dará vida a uma personagem chamada Mary. Mais detalhes não foram revelados.

Além disso, Karen Pittman (Dra. Nya Wallace) e Sara Ramirez (Che Diaz) não irão retornar para os próximos episódios.

Criada por Darren Star, a série se passa 10 anos após os eventos do filme ‘Sex and the City 2‘.

A trama acompanha Carrie, Miranda e Charlotte conforme navegam pela complicada jornada da vida e da sua amizade de quando estavam no auge dos seus 30 anos, agora para uma fase ainda mais complicada no auge dos seus 50 anos.

O elenco conta com o retorno de Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon, Kristin Davis, Mario Cantone, David Eigenberg e Evan Handler, além de introduzir Sara Ramirez e Sarita Choudhury.

‘Pillion’: Alexander Skarsgård revela que versão original do drama gay era mais PICANTE

Em uma entrevista recente à Variety, o diretor Harry Lighton abordou seu ambicioso projeto Pillion, romance gay BDSM estrelado por Alexander Skarsgård (‘O Homem do Norte’) e Harry Melling (‘O Gambito da Rainha’), e revelou que o projeto tinha mais conteúdo erótico antes de chegar aos cinemas.

No entanto, ele removeu várias cenas para não “levar o público a se sentir deliberadamente chocado com uma imagem”.

“Então, por exemplo, havia um close de um pau, um pau duro… Tipo, no cano da lente. E depois de assistir ao filme naquela tela, pensei: ‘É, cortar provavelmente foi a decisão certa!'”, explicou Lighton.

Skarsgård confirmou a declaração de Lighton, acrescentando: “Definitivamente, há uma versão mais picante deste filme… o que você viu é a versão para toda a família… há também o corte de Alexander Skarsgård”.

Vale lembrar que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 12 de fevereiro de 2026, pela Diamond Films.

Na trama, Colin (Melling), um homem tímido, conhece Ray (Skarsgård), um confiante líder de gangue de motoqueiros, que o inicia em um relacionamento submisso, desafiando a existência mundana de Colin e estimulando o crescimento pessoal por meio de sua dinâmica.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O longa marca a estreia diretorial de Harry Lighton, que também adapta o roteiro do romance Box Hill, de Adam Mars-Jones.

Douglas HodgeLesley SharpJake ShearsPaul TallisAnthony Welsh e mais completam o elenco.

Pillion teve sua estreia oficial no Festival de Cannes 2025, onde foi aplaudido pelo público e conquistou raros 100% de aprovação no Rotten Tomatoes – e conquistou o prêmio Un Certain Regard de Melhor Roteiro.

‘Paradise’: Sterling K. Brown garante que TODAS as perguntas serão respondidas na 3ª temporada [SPOILERS]

Cuidado: muitos spoilers à frente.

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o prestigiado ator Sterling K. Brown comentou sobre a explosiva 2ª iteração da elogiada série Paradise e prometeu ao público que “todos terão suas respostas até o final da terceira temporada”.

Brown, que interpreta o ex-agente do serviço secreto dos EUA Xavier Collins, também assume a função de produtor executivo e esteve atado a todas as etapas do projeto ao lado do criador Dan Fogelman, delineando os acontecimentos dos três ciclos do drama – tendo, inclusive, acompanhado as reuniões de roteiristas para construir o final da próxima temporada.

Após o último season finale ter levantado grandes questões sobre se “Alex” — que finalmente foi revelado como um computador quântico capaz de manipular o tempo — pode ajudar Xavier a salvar o mundo, agora que Sinatra (Julianne Nicholson) se sacrificou e morreu ao afundar com o bunker Paradise, Brown quer que os espectadores reflitam sobre questões ainda maiores.

“Essas coisas que parecem coincidências, então você começa a questionar: são coincidências ou há algo em jogo, como um poder maior, algo mais que está unindo as pessoas? Há esse sonho recorrente que tanto Link/Dylan quanto Xavier têm, onde eles meio que se viram. Isso poderia ser interpretado como: ‘ah, bem, Annie [Shailene Woodley] me deu a carteira de identidade dela, então talvez seja por isso que o rosto dele está aparecendo nos meus sonhos.’ Ou poderia ser: ‘Já nos encontramos antes?’”.

A segunda temporada explorou a ideia de linhas temporais alternativas, com muitos personagens passando por flashes de memória que frequentemente resultavam em sangramentos nasais. Uma resposta lógica seria que eles estão sofrendo os efeitos da explosão nuclear que deu início à série e quase dizimou o planeta, enviando-os para a cidade-bunker subterrânea de sobrevivência. Mas Brown apresenta outra possibilidade.

“O que eu gosto na série é que ela é como uma pequena homenagem a Matrix em termos de déjà vu”, ele explica. “Tipo, será que existe uma falha na Matrix? Será que algo realmente aconteceu antes? Será que estamos conectados a algo sem nem mesmo termos plena consciência disso? Ela brinca com todas essas ideias cinematográficas que nos precederam, dando a Fogelman a oportunidade de imprimir sua própria perspectiva”.

Ele continua: “Fogelman dirá abertamente que Lost foi fundamental para ajudá-lo a conceber This Is Us e Paradise. A maneira como o passado afeta e influencia o presente, e também o futuro, é algo com que brincamos em ambas as séries. Então, tudo o que posso dizer é que, quando Paradise estiver concluída, tudo fará sentido”.

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 23 de fevereiro.

2ª temporada de ‘Paradise’ tem seus primeiros 5 minutos exibidos na CCXP; Confira a descrição!

A série foi criada por Dan Fogelman (‘This Is Us’).

Na trama, o assassinato do presidente dos Estados Unidos acaba envolvendo seu chefe de segurança em um perigoso segredo de estado.

O elenco conta com Sterling K. Brown, James Marsden, Julianne Nicholson e Sarah Shahi.

Astros de ‘Harry Potter’ comentam que adorariam retornar à saga nos cinemas

É possível que veremos mais filmes da franquia ‘Harry Potter‘? Embora nenhuma notícia oficial tenha confirmado a continuação da história no cinema, se depender Rupert Grint e Tom Felton, os fãs podem se animar.

No início da semana, a Universal Studios Orlando lançou uma nova atração para parque temático da saga, com a participação de vários membros do elenco.

E durante uma entrevista para Entertainmet Weekly, os intérpretes de Rony Weasley e Draco Malfoy relembraram o impacto que a série causou neles, assim como a possibilidade de voltar, não como seus personagens, mas… Como os pais deles.

Felton pareceu o mais enérgico dos dois com a ideia, mas Grint também a aceitou.

“Absolutamente”, disse Felton ao ser questionado sobre a possibilidade de viver Lúcio Malfoy. “Eu faria isso de graça, mas [risos]… sim, eu adoraria.”

Grint logo sorriu e concordou:

“Eu estaria pronto para isso… Seria um bom tipo de encerramento”.

Na saga, Lúcio Malfoy, originalmente retratado por Jason Isaacs, é um Comensal da Morte introduzido em ‘A Câmara Secreta‘, de 2002. Já o Sr. Weasley, vivido por Mark Williams, é um simpático funcionário do Ministério da Magia e um pai zeloso. Ambos são amados personagens dos fãs.

Apesar da brincadeira, nada foi confirmado sobre o futuro de ‘Harry Potter‘ nas telonas, além das sequências de ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam‘.

 

‘Desencantada’: James Marsden diz que sequência precisa acontecer o mais rápido possível

Encantada‘ se tornou um dos filmes originais da Disney que mais fizeram sucesso entre o público, e os fãs aguardam por uma sequência desde 2007.

Durante uma entrevista para o Variety, James Marsden, intérprete do príncipe Edward, disse que está tão ansioso por uma continuação quanto o público.

No entanto, o astro disse que já passou muito tempo e a sequência precisa acontecer o mais rápido possível, antes que ele esteja velho demais para reprisar o papel.

“Não é só o público, eu também estou ansioso pelo lançamento da sequência porque esse foi um dos filmes mais especiais que eu já fiz. Espero que possamos fazer isso logo, porque eu já não sou tão jovem, estou envelhecendo… Logo não terei mais idade para sair correndo por aí e lutar com espadas.”

Apesar da declaração de Marsden, o diretor Adam Shankman (‘Rock of Ages‘; ‘Hairspray‘) revelou no ano passado que a sequência continua em desenvolvimento, mas ainda não há previsão de estreia.

“Estamos trabalhando no roteiro e finalizando as pontas soltas. Estamos evoluindo para chegar a uma ótima história. Amy Adams já leu os últimos esboços do roteiro. Já temos um roteiro final que nos deixou muito felizes, e agora estamos levantando o orçamento e as canções que irão compor o filme.”,disse ele à Entertainment Weekly.

Adams também comentou sobre a sequência, que está sendo desenvolvida na Disney desde 2010.

“Olha, estou absolutamente interessada no filme. Estamos trabalhando nele no momento. Espero que dê tudo certo”

O roteiro da continuação foi assinado por J. David Stem e David N. Weiss e trará Amy Adams para a personagem título.

Encantada‘ tem início do reino da fantasia (em desenho animado, em 2D), onde uma camponesa se apaixona por um príncipe, mas acaba sendo expulsa da cidade encantado por uma rainha cruel. A garota (Amy Adams) acaba no mundo real, em plena cidade de Nova York (em live-action), onde precisa se acostumar ao novo estilo de vida. Logo depois, o mesmo príncipe (vivido por James Marsden) chega à metrópole à procura da amada, sendo seguido pela rainha (interpretada em carne e osso por Susan Sarandon).

Enquanto isso, a garota conhece um brilhante advogado (Patrick Dempsey), por quem também se apaixona.

Lançado em 2007, ‘Encantada‘ foi um sucesso comercial e arrecadou US$ 340 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 85 milhões.

‘Duna’: Jason Momoa explica porque não quer assistir ao filme nos cinemas

Muitos artistas costumam evitar assistirem seus próprios filmes ou séries por motivos variados, e parece que Jason Momoa também está incluído entre esses atores.

Durante uma entrevista para a Men’s Health, o astro revelou que não gosta de se ver na tela, principalmente quando está ao lado da família.

Ele ainda disse que não pretende assistir ‘Duna‘ nas telonas porque teria que levar sua família junto…

Isso porque ele não gosta que seus filhos o vejam interpretando personagens violentos, como é o caso do espadachim Duncan Idaho.

“Meu filho Wolfie simplesmente fica chateado e entristecido quando me vê em cenas violentas. Umas vez estávamos assistindo um filme (ele não revelou qual) e eu morri deremorso quando ele perguntou: ‘Papai, o que aconteceu? Você está bem?’ Eu segurei o riso e disse: ‘Filho, estou sentado aqui com você. Foram bons momentos. Isso foi há dois anos. Pode ficar tranquilo’.”

Momoa está mais do que certo, já que Oscar Isaac revelou ao JoBlo que a versão de Villeneuve será bastante brutal.

“Eu não consigo imaginar ninguém mais adequado do que Denis para adaptar o tom dos romances originais de Frank Herbert. Existem algumas coisas que são – por falta de uma palavra melhor – um pesadelo sobre o que você vê… Há um elemento brutal e visceral que acompanha a trama do início ao fim. Chega a ser chocante e assustador.”, disse ele.

Lembrando que o Collider divulgou que a nova adaptação será lançada apenas em outubro de 2021 devido à pandemia do Coronavírus.

Confira o trailer:

Uma jornada de herói mítica e emocionante, ‘Duna’ conta a história de Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.

Timothée Chalamet (‘Me Chame pelo Seu Nome‘) estrela. O elenco ainda conta com Oscar Isaac, Rebecca Ferguson, Dave Bautista, Javier BardemCharlotte Rampling e Josh Brolin.

‘Os Monstros’: Rob Zombie revela a aparência de alguns personagens da vindoura adaptação; Confira!

Em seu perfil do seu Instagram, o diretor Rob Zombie compartilhou uma nova imagem dos bastidores da adaptação de ‘Os Monstros‘, revelando a aparência de alguns personagens.

O trabalho foi feito pelo criador de efeitos especiais Wayne Toth, que colaborou com Zombie em muitos de seus filmes anteriores.

As imagens mostram um par de dentes retorcidos, uma máscara de zumbi e uma do que parece ser um demônio.

Confira:

“Muita ação monstruosa no estúdio de efeitos especiais da Ex Mortis hoje. Esses caras estão fazendo horas extras”, escreveu o cineasta, animado.

Anteriormente, ele já havia compartilhado o visual de Herman na nova versão da história.

Alegadamente, o personagem será interpretado por Jeff Daniel Phillips.

Confira:

Por enquanto, ainda não há previsão para a estreia.

Para quem não conhece, a série teve apenas duas temporadas, exibidas entre 1964 e 1966, totalizando 70 episódios.

A trama acompanha uma típica família trabalhadora de classe média dos subúrbios das grandes cidades, apesar da casa em que moravam se parecer com uma mansão gótica de estilo vitoriano.

O chefe da família é Herman, funcionário de uma funerária, e que possui a aparência clássica do monstro de Frankenstein, muito forte e de mentalidade um pouco lenta e infantil. Ele é casado com a vampira Lily, quem toma todas as dcisões no lar. Assim como ela, o vovô também é um vampiro e se veste como o Conde Drácula.

O filho deles se chama Eddie, um lobisomem mirim ainda na escola. E também há Marilyn, uma adolescente muito bonita que é sobrinha do casal, a única de aparência humana.

Quando ela trazia um pretendente para casa (o que acontecia com frequência), a aparência de Herman os fazia fugir. Ele e Marilyn achavam que isso acontecia por ser ela “muito feia”.

Em 1988, o programa foi renovado sob o título ‘A Família Monstro‘, devido à mudança de estúdio.

Exibida entre 1988 a 1991, a nova série teve 72 episódios e mostrava a rotina da família após ficarem adormecidos por 22 anos por causa de uma experiência mal-sucedida do vovô.

Obviamente, todo o elenco foi substituído.

‘Adão Negro’: Colecionáveis Funko revelam visual do vilão Sabbac e dos membros da Sociedade da Justiça; Confira!

Uma fan page do Twitter dedicada a novidade sobre o filme do Adão Negro‘ divulgou uma imagem de colecionáveis Funko que revelam o primeiro vislumbre do vilão Sabbac.

Para quem não conhece, o vilão já teve diversos alter-egos ao longo dos anos, mas rumores apontaram que a versão de ‘Adão Negro será Ishmael Gregor, que fez sua estreia nos quadrinhos Outsider #8, criado por Judd Winick e Tom Raney em 2004.

Gregor era um imigrante russo obcecado pelo demônio Sabbac e viaja a Nova York depois de descobrir que os poderes da besta estavam sob domínio de Timothy Karnes, que é basicamente uma versão maligna do Shazam!

Depois de armar uma emboscada para Karnes, Gregor faz um ritual e consegue usurpar os poderes do adversário, passando a ser o novo hospedeiro de Sabbac.

Além de revelar o visual do vilão, a embalagem Funko também mostra novos vislumbres do próprio Adão Negro (Dwyane Johnson), junto com Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).

Confira:

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais dia 20 de outubro, um dia antes da estreia nos EUA.

Confira a nova sinopse oficial:

Quase 5.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.

O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça:  Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).  

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas‘), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.

Confira o primeiro teaser e fotos:

 

Netflix espera queda de assinantes após PROIBIR compartilhamento de senhas

No fim do ano passado, a Netflix anunciou que planeja acabar de uma vez por todas com o compartilhamento de senha em 2023.

Obviamente, o desafio é implementar a medida sem perder um grande número de assinantes.

No entanto, o novo co-presidente da plataforma, Greg Peters, disse à Variety que a companhia já espera uma queda de usuários.

“Temos ciência de que este não será um movimento universalmente popular, haverá reações negativas e cancelamentos de assinaturas.”

Por outro lado, o executivo disse que esta é a melhor forma de alertar aos usuários contribuintes que eles estão pagando pela diversão dos outros sem a mínima retribuição.

Embora o motivo exato por trás da decisão não tenha sido esclarecido, relatórios anteriores indicaram que o rastreamento de endereços IP, localização de login e atividade da conta foram o principal fator.

Em outras palavras, a plataforma poderia ter acumulado mais assinantes se tivesse implementado a estratégia há mais tempo.

Anteriormente, o Wall Street Journal afirmou que, durante a pandemia de COVID, a plataforma teve um aumento significativo no número de visualizações, mas grande parte dessa audiência usava contas de amigos ou familiares.

As únicas medidas possíveis para acabar com a prática seriam rastrear o endereço de IP dos usuários, validar o login por localização e rastrear a atividade das contas – mas nenhuma dessas opções impedirá a ira dos assinantes.

Em uma conferência recente, oco-presidente Ted Sarandos comentou sobre o assunto: “É uma situação muito parecida com o aumento nos preços. Os consumidores não irão gostar disso no começo, mas precisamos mostrar que eles que há valor nisso.”

Em 2019, um estudou declarou que a Netflix perde mais de US$ 135 milhões por mês por causa do compartilhamento de senhas. Na época, Peters havia declarado que o serviço estava explorando opções para limitar esse compartilhamento – incluindo a possibilidade de cobrar uma taxa pela prática.

“Nós criamos uma abordagem considerável para monetizar o compartilhamento de contas e começaremos a implementá-la no serviço em 2023,” declarou a Netflix.

‘Os Simpsons’: Especial de Halloween ganha cartaz e data de estreia

Através do Twitter, a página oficial de ‘Os Simpsons‘ anunciou que o episódios especial de Halloween deste ano será exibido em 05 de novembro como parte da 35ª temporada.

Intitulado ‘Treehouse of Horror XXXIV’, o episódio também ganhou um cartaz com diversas referência a filmes de suspense e terror, como ‘O Silêncio dos Inocentes’ e ‘O Enigma de Outro Mundo‘, que serviram como base para o roteiro.

Confira a publicação:

Lembrando que a 35ª temporada já está em exibição na Fox. No Brasil, as primeiras 34 temporadas de ‘Os Simpsons‘ já estão disponíveis no serviço de streaming Star+.

Confira o trailer:

Vale lembrar que, anteriormente, a emissora havia renovado a animação para mais duas temporadas, garantindo sua continuidade até, pelo menos, 2025.

Criada por James L. Brooks, Matt Groening e Sam Simon, ‘Os Simpsons‘ é a série de comédia e animada de maior longevidade da história da televisão americana.

A trama segue as aventuras satíricas de uma família da classe trabalhadora na cidade desajustada de Springfield.

A produção conta com as vozes de Dan Castellaneta, Nancy Cartwright, Harry Shearer, Julie Kavner, Yeardley Smith, Hank Azaria e Pamela Hayden.

‘The Mandalorian & Grogu’: Atriz faz mistério sobre possível participação no filme

Por enquanto, Pedro Pascal é o único astro confirmado no elenco de ‘The Mandalorian & Grogu‘, filme que dará sequência às aventura de Din Djarin após a 3ª temporada da série de TV.

No entanto, os fãs esperam o retorno de figuras marcantes da atração, como Bo-Katan (Kate Sackhoff), que assumiu o reinado de Mandalore ao tomar posso do sabre negro, além de ser uma forte aliada de Djarin.

Em entrevista para o ComicBook, Swallow foi questionada se recebeu algum convite para o projeto, mas ela mistério, bricando:

“Número um, se eu soubesse, não contaria a vocês. E se eu contasse, eles provavelmente me matariam.”

Considerando que Bo-Katan tem um importante arco para o desenvolvimento da trama, é praticamente certo que ela tenha uma participação.

Lembrando que o filme está programado para estrear no dia 22 de maio de 2026.

Durante a D23 Expo, a Disney revelou o logo e o teaser do aguardado projeto.

Jon Favreau e Dave Filoni, as mentes por trás do sucesso da série, subiram ao palco para compartilhar a novidade e a empolgação da equipe.

O teaser, repleto de emoção, mostra o Mandaloriano e Grogu em um momento de conexão profunda, tocando seus dedos.

“Somos caçadores de recompensas por ofício. Agora que ele está comigo, serei seletivo quanto às minhas missões”, diz Mando.

Filoni ainda destacou: “Estamos todos muito empolgados por ter Star Wars de volta às telonas”.

Favreau revelou que as filmagens começaram há apenas algumas semanas. “Esta é a última D23 antes do filme ser lançado — tivemos que mostrar algo”.

De acordo com o Bespin Bulletin, o orçamento do longa deve girar em torno de US$ 120 milhões. O valor é menor do que o custo da 2ª e 3ª temporada da série original.

Foi dito que o motivo do valor tão baixo é devido a cortes de curtos que estão sendo ordenados pela Disney.

Por enquanto, ainda não muitos detalhes em torno do projeto, mas o Making Star Wars já havia revelado (via CBM) que o longa dirigido por Jon Favreau, criador da série, deve dar início a uma nova trilogia da saga espacial.

Ao que parece, essa trilogia também incluirá o filme ainda sem título de Dave Filoni, que conectará a trama de ‘The MandaloriancomAhsoka‘.

Já o terceiro filme é um completo mistério.