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Milla Jovovich é ‘VINGADORA’ em filme de ação e VINGANÇA estilo ‘Busca Implacável’; Assista ao trailer!

O thriller de ação ‘Vingadora‘ (Protector), estrelado pela Milla Jovovich (‘Resident Evil’), ganhou o primeiro trailer e data de estreia nos cinemas nacionais.

O longa será lançado por aqui no dia 19 de fevereiro.

Na trama, Nikki (Jovovich), uma veterana heroína de guerra, pensava ter deixado seu passado violento para trás para viver uma vida tranquila com sua filha, Chloe.

Porém, quando sua filha é sequestrada por uma quadrilha de tráfico humano, Nikki é forçada a mergulhar no submundo do crime da cidade em uma busca implacável. Ao usar seu treinamento militar para desmantelar um sindicato do crime impiedoso, Nikki atrai a atenção da polícia e do exército, tornando-se a criminosa mais procurada.

Nessa corrida contra o tempo, Nikki precisa usar as habilidades de combate que pensava ter deixado para trás para salvar sua filha.

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Adrian Grünberg (‘Rambo: Até o Fim’) é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Isabel Myers, Manny Montana, Michael Stahl-David, Lydia Hull, D.B. Sweeney, Chase E. Kim, Don Harvey, Gabriel Sloyer, Texas Battle, Arica Himmel e Matthew Modine.

 

Gostou de ‘Dark’ e ‘1899’? 10 ótimas SÉRIES que não foram feitas nos Estados Unidos

Todo mundo sabe que os primeiros grandes sucessos do mundo da televisão, quando pensamos em seriados, vieram dos Estados Unidos e sua indústria poderosa e criativa na arte do entretenimento. Mas o audiovisual foi se desenvolvendo chegando a um presente onde maravilhosas produções são produzidas em todos os cantos do mundo. Pensando nisso, e buscando dar algumas sugestões de ótimos projetos que foram não foram feitos na maior potência do mundo, segue abaixo 10 ótimas séries que não foram feitas nos Estados Unidos:

 

Som na Faixa (Suécia)

A força do algoritmo contra o pensamento obsoleto. Dividido em capítulos que mostram pontos de vistas diferentes sobre a criação e consolidação do serviço de streaming de música, Spotify, Som na Faixa é uma minissérie sueca que causa seu impacto através da profundidade com que consegue gerar reflexões sobre um modelo de negócios à princípio muito contestado mas que acabou sendo algo revolucionário na indústria fonográfica. As interseções da narrativa não deixam de ser grandes embates onde o público recebe bastante informações para tirar suas próprias conclusões.

 

My Name (Coreia do Sul)

As reviravoltas de um crime. Seguindo na linha de Infiltrados mas com um arco bem forte familiar embutido, além de uma vingança óbvia por trás dos atos, o seriado coreano My Name, disponível na líder dos streamings, caminha entre a ação e o drama para mostrar a saga de uma jovem que praticamente abdica de sua vida para encontrar o verdadeiro assassino do pai. Com um roteiro repleto de surpresas e oito episódios eletrizantes, o seriado deve agradar bastante pra quem der uma chance.

 

Gente Ansiosa (Suécia)

As linhas tênues entre a lei e as regras da vida. Baseada no best-seller do escritor sueco Fredrik Backman, Gente Ansiosa atravessa as surpresa de um mistério para refletir sobre a compaixão. Disponível na Netflix, essa minissérie de curtos seis episódios com cerca de 30 minutos em cada um deles mostra um acontecimento que vira um ponto de intercessão de algumas pessoas para entenderem melhor a própria vida que levam. Sem pretensões ou julgamentos o projeto encanta pela simplicidade e pelas ricas entrelinhas quando pensamos nas leis e nas regras de uma sociedade repleta de um conservadorismo exagerado.

 

1899 (Alemanha)

Na curiosa trama, conhecemos um grupo de pessoas que compram uma passagem de navio saindo de um país da Europa para os Estados Unidos. Nesse grupo de pessoas, de diversos países diferentes, estão, entre outros: Maura (Emily Beecham), Ling Yi (Isabella Wei), Krester (Lucas Lynggaard Tønnesen), Eyk (Andreas Pietschmann), Ángel (Miguel Bernardeau) Ramiro (José Pimentão), Jérome (Yann Gael), Clémence (Mathilde Ollivier), Lucien (Jonas Bloquet) Sra. Wilson (Rosalie Craig), Olek (Maciej Musial), Tove (Clara Rosager), Franz (Isaak Dentler). Parece que esses personagens, que se tornam os principais da história, possuem um elo que são os fortes traumas que viveram em um passado nem tão distante. Ao longo do trajeto dessa viagem, muitas coisas estranhas começam a acontecer e decisões sobre o que fazer colocará todos eles em risco.

 

Meu Querido Zelador (Argentina)

Criada pelo trio Mariano Cohn, Gastón Duprat e Martin Bustos, ao longo de onze episódios de cerca de 30 minutos de duração acompanhamos a história de Eliseo (Guillermo Francella), um quase senhor de idade, bastante ativo, que é zelador de um prédio de classe média alta numa região central de uma grande cidade na Argentina. Seus dias são intensos, com muitos afazeres e tentando agradar a todos os moradores a todo instante. Mas o protagonista tem um lado obscuro ligado ao seu egocentrismo marcante buscando levar vantagens em situações do dia a dia.  Seu controle sobre tudo acaba indo por agua abaixo quando um dos moradores, o narcisista Matías Zambrano (Gabriel Goity) resolve colocar em prática uma votação para criar uma piscina no último andar do prédio, exatamente o lugar onde Eliseo mora. Ao mesmo tempo, o projeto prevê a demissão dele. Assim, o intrigante personagem principal dessa história embarcará em uma jornada para convencer a maioria dos moradores do prédio a votarem a seu favor.

 

Dois Verões (Bélgica)

Um crime e as interpretações da impunidade. Chegou ao catálogo da Netflix, uma minissérie belga que busca em seus intensos seis episódios nos mostrar os desenrolares, ao longo de décadas de uma linha temporal, sobre um crime cometido por um grupo de amigos que se reúnem tempos mais tarde onde as verdades são jogadas na mesa. Dois Verões traz para a reflexão do público interpretações dos personagens para a violência cometida e quais seriam as maneiras de punição propostas.

 

Line of Duty (Inglaterra)

Na trama, acompanhamos o superintendente Ted Hastings (Adrian Dunbar), que logo na primeira temporada precisa encontrar mais um integrante para a equipe que chefia, a AC-12, uma unidade anti-corrupção da polícia britânica. Assim chega no nome do sargento Steve Arnott (Martin Compston). Ele se junta a policial Kate Fleming (Vicky McClure) e o trio irá enfrentar histórias complexas onde precisam encontrar as pistas para investigações que envolvem alguém da força policial. Detestados pela maioria dos policiais, eles embarcam em situações de fortes emoções que acabam convergindo, em alguns casos com as suas próprias vidas pessoais.

 

Amor e Anarquia (Suécia)

A vida robótica em contraponto às belezas das imperfeições que existem no mundo. Criado pela cineasta Lisa Langseth, do ótimo filme Hotell (filme com a ganhadora do Oscar, a sueca Alicia Vikander), Amor e Anarquia, seriado sueco disponível na Netflix, é a princípio uma serie despretensiosa que vai crescendo conforme entendemos a caótica e monótona vida de uma mulher na casa dos 40, sonhadora, que vive uma rotina pouco intensa para seus sonhos. A chegada de um jovem estagiário à sua vida, mexe com tudo que estava congelado dentro de seus desejos. Além de uma intensa e provocante história de amor, o seriado tem o mérito de levantar excelentes discussões sobre o complexo mercado editorial e as transações do antigo para o novo: do físico para o digital.

 

Dark (Alemanha)

O tempo sendo associado ao ato de amar em tempos em que o esquecimento é o grande vilão da nossa realidade. Criado pelo cineasta suíço Baran bo Odar e pela cineasta alemã Jantje Friese, Dark chegou ao catálogo do poderoso streaming Netflix sem muito ‘oba oba’, bastou os espectadores irem aos poucos terminando a temporada para o burburinho positivo começar. Muito bem amarrada, com começo meio e fim estrategicamente bem desenvolvidos, com uma produção de arte belíssima, fotografia ótima, trilha impecável e uma montagem de elenco espetacular a produção alemã se tornou um fenômeno cult em pouco tempo, culminando no desfecho da última temporada dentro do período pandêmico que o mundo viveu em 2020. Muito bem ranqueado em diversas listas dos principais sensores de cinema/séries do mundo, Dark é uma série difícil de esquecermos.

 

Normal People (Inglaterra)

Quando o amor traduz as lacunas complexas do vazio existencial. Baseado no livro de grande sucesso da escritora irlandesa Sally Rooney, Normal People, disponível na Lionsgate+, nos apresenta a saga de um platonismo às vezes reverso entre dois jovens, através de um período de tempo importante em suas vidas. Caminhamos junto com os personagens rumo às mágoas, as derrapadas, o pânico, o caos social, a maturidade precoce, a imaturidade tardia, são cerca de 30 minutos divididos em 12 episódios que desejamos que nunca acabem. A minissérie, envolvente, intensa, que conta com uma fabulosa trilha sonora, foi indicada a quatro Emmys, sendo alguns episódios dirigidos pelo competente cineasta Lenny Abrahamson (O Quarto de Jack, Frank).

Gravidade

UMA MINI-ODISSEIA NO ESPAÇO

O filme de maior expectativa do ano, Gravidade era vendido como um projeto de alto conceito e originalidade do diretor Alfonso Cuarón (Filhos da Esperança).  No ano da ficção científica como fonte de blockbusters para Hollywood, no qual tivemos Círculo de Fogo e Elysium, obras voltadas para um público mais jovem de certa forma, Gravidade é um filme experimental de dezenas de milhões de dólares, que inicialmente foi anunciado como sendo apenas dois atores flutuando no espaço. O maior inimigo de qualquer grande produção é a expectativa gerada por ela. E mais ainda, elogios superinflados. Críticos americanos que puderam conferi-lo em primeira mão em festivais, anunciavam ser a melhor coisa do cinema em anos.

Alguns chegaram ao ponto de afirmar ser superior ao quintessencial 2001 – Uma Odisseia no Espaço (1968), de Stanley Kubrick. O cineasta James Cameron, um especialista no gênero da ficção, declarou que Gravidade era o melhor filme passado no espaço que já tinha assistido. Sem revelar muito para não estragar a surpresa de todos, o quanto menos soubermos sobre o filme melhor – acredito que essa é a melhor forma de aprecia-lo, e foi assim que entrei no cinema. Uma coisa que posso dizer é que Gravidade é muito mais um drama de grande suspense, do que uma ficção científica. Seria inclusive mais bem definido como uma realidade científica.

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Na trama, uma equipe de astronautas está em missão a bordo de uma nave na órbita da Terra. Os únicos rostos conhecidos do elenco, e literalmente os únicos rostos do filme, são os dos atores George Clooney (Os Descendentes) e Sandra Bullock (As Bem Armadas). Clooney vive Matt Kowalski, o chefe encarregado da missão, e Bullock é a médica Ryan Stone. Devido a um acidente, que atinge sua nave, a Dra. Stone é arremessada na imensidão escura do espaço, e aí começa a sua grande jornada. Apesar de grande decepção com o conceito de “explodir nossas mentes”, muito alardeado lá fora, não é justo julgar o filme que não foi feito, o correto é analisar o que foi feito.

Gravidade é recheado de tensão, e embora não faça uso de muito diálogos, é um daqueles filmes que conseguem nos prender do começo ao fim de seus 90 minutos de exibição, sem perder o ritmo ou nos deixar ir. Nos torna reféns logo de início, somente com o uso de suas imagens, e isso é uma grande qualidade de um contador de histórias. Cuarón pega um material de difícil acesso para o grande público, e cria uma grande identificação e plausibilidade, sem que por momento algum o público se sinta enganado, acreditando ser impossível qualquer cena mostrada na obra. O clima criado é de puro nervosismo, e nos mantém à beira da cadeira.

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Esse é um show mais de Sandra Bullock, que entrega em minha opinião seu melhor desempenho nas telas (ao lado de Crash). Aqui, a atriz é pedida para explorar vários níveis diferentes de medo, desespero e aflição. Em uma cena em especial a atriz emociona. Muitos acreditam inclusive que a atriz sairá com o filme em busca de sua segunda indicação ao Oscar. Talvez merecida, afinal não é fácil levar um filme inteiro sozinho nas costas. Bullock exibe beleza também, e uma forma física invejável no auge de seus 49 anos. Além da expectativa não cumprida, Gravidade também decepciona por certa simplicidade em seu roteiro.

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As imagens e efeitos são belíssimos, criados pela equipe de técnicos de efeitos especiais. Mas como dizem, hoje em dia todos são capazes de criar efeitos, embora aqui eles realmente impressionem, e sejam sempre usados a favor da história, e não ao contrário. Os efeitos em 3D são ótimos. Gravidade não é capaz de explodir nossas mentes, apenas de criar talvez as situações mais sufocantes do cinema. Afinal, para quem está diante da morte, será que importa mesmo estar prestes a morrer no espaço, no mar sozinho e cercado de tubarões, como em Mar Aberto (2003), ou preso num caixão sem ar, como em Enterrado Vivo (2010)?

Em Breve | 24 Filmes de TERROR que estreiam em 2022, 2023 e 2024

Este ano já lançamos nossas costumeiras matérias dos Filmes mais esperados e também a dos filmes de terror mais esperados. Como alguns deles já estrearam, como Fresh e os novos Massacre da Serra Elétrica e Pânico, resolvemos reformular a lista com mais filmes e as novidades de 2023.

Vale lembrar que 2022 ainda guarda muitos longas promissores que nos deixa muito empolgados, vide nos novos trabalhos de gente como Jordan Peele, Ari Aster, Robert Eggers e Olivia Wilde, por exemplo.

Confira abaixo e já deixe agendado para poder assistir.

 

Não! Não Olhe!

Outro nome que em pouco tempo se tornou sensação não apenas para os amantes de terror, como de cinema em geral, Jordan Peele possui uma trajetória curiosa. Ele começou na comédia, fazendo esquetes e dupla com o humorista Keegan-Michael Key. A dupla chegou inclusive a fazer seu filme em 2016. Mas foi aí que Peele deu o passo extra e passou para trás das câmeras, escrevendo o roteiro, produzindo e dirigindo o sucesso Corra! em 2017.

O terror / sátira social coloca o dedo na ferida do racismo, e fez tanto sucesso que além de ter sido indicado ao Oscar de melhor filme, garantiu o domínio de um subgênero próprio – o citado terror racial, em voga atualmente. Assim seguiram Nós (2019) – outro sucesso – e produções em marcas muito famosas, sempre colocando o seu selo de qualidade, vide a série Além da Imaginação e o reboot A Lenda de Candyman. Em Não! Não Olhe!, uma cidade do interior da Califórnia começa a ter eventos bizarros e aparentemente extraterrestres. Os irmãos interpretados por Keke Palmer (‘True Jackson’) e Daniel Kaluuya (‘Corra’) possuem um rancho de cavalos e são vizinhos de um parque de diversões de uma série de televisão do personagem interpretado por Steven Yeun, inspirada no velho oeste. Os dois então são testemunhas de eventos bizarros e UFOs.

Não! Não Olhe! estreia em 25 de Agosto.

 

MEN – Faces do Medo

Para além da tríade Eggers, Aster e Peele, temos muitos outros realizadores de qualidade na lista, cuja abrangência transcende para além do gênero terror. Aqui temos Alex Garland dando o ar de sua graça. Os cinéfilos o conhecem muito bem de filmes como Ex-Machina – Instinto Artificial e Aniquilação. Agora ele investe em um projeto bem curiosos e interessantíssimo, estrelado pela indicada ao Oscar Jessie Buckley (A Filha Perdida). Na trama, seu marido aparentemente se suicida, e ela resolve fazer uma viagem a fim de superar a tragédia. Chegando numa casa de campo, ela se depara com estranhos acontecimentos e começa a questionar sua sanidade. Um dos elementos mais criativos do filme, no entanto, é que todos os homens que aparecem no filme são interpretados pelo ator Rory Kinnear, transformado através de maquiagem de um personagem para outro. O trailer é bastante misterioso.

A estreia acontece em 8 de Setembro.

 

Não se Preocupe, Querida

A primeira mulher diretora a aportar na lista, a talentosa Olivia Wilde ficou com a bola cheia após o sucesso de crítica de Fora de Série (2019). O resultado foi tão positivo, que a diretora de primeira viagem descolou um trabalho de peso junto à Sony: o comando do filme da heroína Mulher-Aranha, o qual ela está desenvolvendo. Antes disso, no entanto, Wilde entrega um filme de um gênero diferente. O curioso é que Não se Preocupe, Querida já não é mais anunciado como um terror, e sim como um suspense. Mas veremos. Na trama passada na década de 1950, uma dona de casa começa a suspeitar da vizinhança utópica onde vive. O elenco traz Florence Pugh, Chris Pine e a própria Wilde.

A estreia acontece em 22 de Setembro.

Halloween Ends

Por falar em clássicos, a nova trilogia de Halloween se encerra este ano. Particularmente, não consigo esconder certa decepção com o que o cineasta David Gordon Green trouxe ao universo de Michael Myers e Laurie Strode (Jamie Lee Curtis). Tudo bem que a expectativa era alta, mas o resultado de Halloween (2018), desde seu título pouco criativo até o produto final não desceu completamente redondo, digamos. Mas sei que nessa fui a minoria, pois o filme fez bastante sucesso de crítica e público. Bem mais que seu predecessor, Halloween Kills – O Terror Continua, uma decepção para a metade que havia gostado do anterior. Agora só nos resta esperar pela conclusão para saber se Myers será eliminado de vez. Minha aposta é que não.

A Órfã 2 – A Origem

A Órfã (2009) é um terror eficiente que conta a seu favor a reviravolta final chocante, levemente baseada numa história real, que deixou todos perplexos e falando sobre. O negócio agora é: sem essa reviravolta (que não poderá ser usada duas vezes, afinal já sabemos o segredo), o segundo terá o mesmo impacto?

 

Evil Dead Rise

Seguimos pelas franquias clássicas do terror com o novo exemplar de Evil Dead – A Morte do Demônio. O original, dirigido por Sam Raimi, completa 41 anos em 2022, época perfeita para celebrar este que é um dos longas mais icônicos de terror de todos os tempos, e que ajudou a moldar os subgêneros do terror na cabana e de possessões demoníacas. O novo longa trará Raimi apenas nas capacidades de roteirista e produtor, e centra a trama num ambiente urbano pela primeira vez. isso é, se não contarmos a série Ash vs Evil Dead.

 

Umma

Agora adentramos ao território das pequenas pérolas indies. A primeira é esta obra que conversa muito com a cultura asiática, ao mostrar a história da personagem de Sandra Oh, uma mulher coreana deixando suas origens para traz buscando dar uma vida melhor para sua filha na América. Mas seu passado a persegue quando as cinzas de sua mãe são enviadas para sua casa. Nem precisa ser dito que a alma da matriarca chega junto para atormentar a família.

O filme não tem previsão de estreia no Brasil.

 

2023 

Pânico 6

Após o sucesso do tardio Pânico 5 (conhecido apenas como Pânico), no início deste ano, a Paramount não perdeu tempo e deu sinal verde para o sexto filme. Era o planejado para o quarto filme, ainda comandado por Wes Craven, ou seja, iniciar uma nova trilogia ainda em 2011. Mas foi só com o quinto e a mudança de estúdio que os filmes de Ghostface começaram a dar fruto de novo. O sexto filme estreia em 31 de março de 2023.

“Sam, Tara, Chad e Mindy, os quatro sobreviventes do massacre realizado pelo Ghostface, decidem deixar Woodsboro para trás em busca de um novo começo em uma cidade diferente. Mas não demora muito para eles se tornarem alvo de um novo serial killer mascarado.”

Jenna OrtegaMelissa BarreraMason GoodingJasmin Savoy Brown tiveram seus retornos confirmados, junto com Courteney Cox. Hayden Panettiere volta como Kirby Reed.

 

Olhos Famintos – Jeepers Creepers Reborn

O primeiro Olhos Famintos completa 21 anos em 2022. Após seu lançamento nos cinemas, ganhou uma aura cult e uma legião de fãs, que embarcaram na história da criatura milenar meio humanoide, meio dragão. Mas daí em diante foi só ladeira abaixo com o segundo filme e em especial o terceiro, lançado de forma tardia. Agora, esse novo exemplar promete reiniciar a franquia. Agora só nos resta esperar a próxima matança.

 

Knock at the Cabin

Trata-se do novo trabalho de M. Night Shyamalan, uma vez tido como o mestre do terror e do suspense. Depois do auge inicial, sua carreira caiu em declínio e agora o cineasta fica entre erros e acertos, sem que nunca saibamos o que esperar. O que sabemos deste seu novo projeto é o título, ou seja, espere algo envolvendo uma cabana, e as participações de Dave Bautista, Rupert Grint, Jonathan Groff e William Ragsdale.

Wolf Creek 3

No ano de 2023, com certeza teremos muitos filmes de terror que ainda serão revelados, mas à princípio já separamos alguns para você saber o que esperar. Começamos com este Wolf Creek 3, terceira parte da franquia de terror baseada numa história real do psicopata que ficou conhecido como o “Crocodilo Dundee do mal”. Pode ser que este longa chegue ainda em 2022, embora não tenha data confirmada.

 

O Exorcista

Nova parceria entre a Blumhouse e o diretor David Gordon Green, que revitalizaram o clássico Halloween para uma nova geração. Agora, os realizadores pretendem fazer o mesmo com o filme de possessão demoníaca definitivo do cinema. O longa é anunciado como sequência direta do original de 1973, esquecendo todas as continuações. E para isso, trouxeram até mesmo a mãe da menina possuída no filme original, a veterana Ellen Burstyn.

A estreia está marcada para 13 de Outubro de 2023.

 

Gremlins 3

Outro projeto saído lá dos anos 80 para uma nova chance de cair no gosto do grande público atual, ou seja, os jovens, crianças e adolescentes. Os jovens de hoje talvez não saibam quem são os Gremlins, mas o filme original lá de 1984 se tornou uma verdadeira febre e logo as criaturinhas estavam em todo lugar. Um longo hiato se abateu até que finalmente uma continuação fosse lançada em 1990. Depois disso, a ideia ficou guardada na geladeira durante anos. Em 2033, se tudo der certo, será o ano de revisitarmos Gizmo e toda a turma de criaturinhas homicidas.

 

Renfield

Essa é uma reimaginação do conto Drácula de Bram Stocker, escrita por Robert Kirkman (criador de The Walking Dead) e dirigida por Chris McKay (Lego Batman), focada no assistente possuído do vampiro, que dá título ao filme. Mas tudo o que precisamos saber na verdade é que teremos Nicolas Cage no papel do vampirão Conde Drácula. Ou seja, nosso dinheiro já está nas mãos dos realizadores.

 

You Won’t Be Alone

Protagonizado pela sueca Noomi Rapace, esse longa vem sendo enaltecido como o melhor terror folk desde A Bruxa. De fato, a obra guarda muitas semelhanças com o citado filme de Robert Eggers. Passado na Macedônia e falado em seu idioma, o filme é situado no Século XIX e mostra uma jovem mulher de uma aldeia sendo sequestrada e transformada em uma bruxa por um espírito maligno e antigo.

 

Hellraiser

Não se sabe muito sobre esse reboot do clássico Hellraiser – Renascido do Inferno, que completa 35 anos em 2022. Ou seja, época perfeita para uma reimaginação. Se for lançado este ano como o anunciado, o longa deverá estrear na segunda metade de 2022. O roteiro possui a mão de David S. Goyer, da trilogia O Cavaleiro das Trevas, e tem direção de David Bruckner, do elogiado A Casa Sombria. O que sabemos de concreto é a mudança de gênero do vilão Pinhead, agora nas formas da atriz trans Jamie Clayton.

Resurrection

O nome da atriz Rebecca Hall costuma estar associado a bons filmes de terror. Ano passado, por exemplo, ela entregou o elogiado A Casa Sombria. Assim, esperamos mais um ótimo exemplar do gênero com este thriller policial de terror. Na trama, Hall vive uma mulher bem-sucedida e independente, que está no controle de sua vida. Isto é, até o retorno de David, papel de Tim Roth, que traz consigo os horrores do passado da mulher.

 

Os Vampiros de Salem

Outro clássico que volta em nova forma no ano de 2022 é Os Vampiros de Salem, baseado no livro de Stephen King, que é a segunda adaptação do autor para as telas (depois de Carrie – A Estranha), antecedendo até mesmo o atemporal O Iluminado. Na trama, um escritor retorna à sua cidadezinha, somente para descobrir que o local está prestes a ser dominado por vampiros. Dá para sentir as influências na ótima Missa da Meia Noite, não é? O roteiro e direção ficam com Gary Dauberman, do terceiro Annabelle (2019).

 

Watcher

Outro nome bem conhecido dos fãs de terror, a jovem atriz Maika Monroe marcou presença e chamou atenção em A Corrente do Mal, um dos melhores exemplares do gênero na última década. Aqui, a loirinha volta a um terror bem psicológico, no papel de uma jovem que suspeita que seu vizinho a está espionando. O voyerismo é o tema aqui, mas o longa pode guardar alguns elementos sobrenaturais também.

 

Dark Harvest

Se feito da maneira correta, este promete ser um dos exemplares mais divertidos do gênero. Dirigido por David Slade (30 Dias de Noite), o longa traz a história de uma figura mitológica lendária, conhecido como October Boy, ou o menino de outubro. O ser desperta dos milharais todo dia das bruxas para aterrorizar uma cidadezinha. Não sabemos muito mais sobre a trama, mas o filme já possui nosso interesse.

 

Disappointment Blvd.

Aqui, com a adição do diretor Ari Aster temos o que pode ser considerada a tríade do terror atual. Ao lado de Jordan Peele e Robert Eggers (em especial), Ari Aster rapidamente escalou ao topo do gênero. Curiosamente, os três lançam em 2022 seus terceiros trabalhos. Aster surgiu com Hereditário (2018) – um dos longas mais perturbadores de anos recentes – e seguiu para o igualmente incômodo Midsommar – O Mal Não Espera a Noite (2019).

Como nenhum cineasta de qualidade gosta de ficar preso numa caixinha, ambos Robert Eggers e Ari Aster tentam brincar um pouco fora da caixa de areia com seus novos projetos. Enquanto Eggers arrisca num épico medieval de ação com O Homem do Norte, o caminho de Aster será um misto de drama e comédia com Disappointment Blvd., estrelado por Joaquin Phoenix no papel de um dos maiores empreendedores de todos os tempos. O longa irá acompanhar décadas em sua vida.

 

Sobrenatural 5

Um dos diferenciais do quinto capítulo da franquia Sobrenatural no cinema, iniciada ainda 2010, é a direção do ator Patrick Wilson, que viveu o protagonista nos primeiros dois filmes. Além de marcar a estreia de Wilson na cadeira de diretor, ele também participará na frente das câmeras

Rose Byrne, que estrelou os dois primeiros filmes da franquia como Renai Lambert, irá retornar na sequência ‘Sobrenatural 5‘. Além dela, Patrick Wilson e Ty Simpkins também retornarão como Josh e Dalton Lambert, respectivamente.

A trama se passará 10 anos após os eventos do segundo filme. Josh Lambert (Wilson) viaja para o leste para deixar o seu filho Dalton (Simpkins) na faculdade. No entanto, o sonho de Dalton se torna um pesadelo quando os demônios reprimidos do seu passado retornam para assombrá-lo.

A Sony Pictures anunciou que o filme será lançado no dia 7 de Julho de 2023.

 

2024

Um Lugar Silencioso 3

Produção recente que é sinônimo de sucesso, Um Lugar Silencioso surpreendeu a todos em 2018, inclusive o diretor John Krasinski. Um filme feito em família, com a esposa do cineasta, Emily Blunt, protagonizando. O terceiro filme, porém, não trará mais a direção de Krasinski, que desta vez irá participar apenas como produtor e roteirista. ‘Um Lugar Silencioso 3‘ estava previsto para setembro de 2023, mas agora foi jogado para 8 março de 2024.

 

Bônus: Abracadabra 2

Sabemos que Abracadabra não é um filme de terror, mas é um filme que usa elementos de terror e tem a cara do halloween – ao ponto de se tornar uma das grandes escolhas dos cinéfilos para a data. E foi justamente essa força cult do filme de 1993 que fazia os fãs exigirem uma continuação. E agora ela finalmente sairá, com direito ao trio protagonista, Bette Midler, Kathy Najimy e Sarah Jessica Parker, reprisando os pais do trio de irmãs bruxas Winifred, Mary e Sarah.

‘Era uma Vez em Hollywood’: Dakota Fanning se junta ao elenco do filme de Tarantino

De acordo com o Deadline, vários atores entraram para o elenco de ‘Era Uma Vez em Hollywood‘, novo filme do cineasta Quentin Tarantino.

Damian Lewis, Luke Perry, Emile Hirsch, Dakota Fanning, Clifton Collins Jr, Keith Jefferson e Nicholas Hammond são as recentes adições ao elenco, e irão interpretar papéis secundários.

Lewis interpretará o icônico ator Steve McQueen; Fanning será Squeaky Fromme, uma seguidora de Manson que tentou matar o presidente Gerald Ford; Hammond será o diretor Sam Wanamaker; Hirsch será Jay Sebring, cabeleireiro de Hollywood que foi uma das quatro vítimas no massacre de Sharon Tate.

A atriz Margot Robbie (‘Eu, Tônia’) está confirmada no papel de Sharon Tate. Rumores já apontavam Robbie como favorita ao papel.

Depois de romper com a Weinstein Company em função das denúncias de assédio envolvendo seu fundador, Harvey Weinstein, de acordo com a Variety, Tarantino escolheu a Sony Pictures para distribuir seu nono filme.

Leonardo DiCaprio, Brad Pitti, Burt Reynolds, Tim Roth, Kurt RussellTimothy Olyphant e Michael Madsen também fazem parte do elenco.

David Heyman (‘Harry Potter’) será o produtor. As filmagens do longa começam em junho desse ano e o lançamento está previsto para 09 agosto de 2019.

‘The Walking Dead’: Segunda metade da 9ª temporada ganha as primeiras imagens oficiais

A AMC divulgou as primeiras imagens oficiais da segunda metade da 9ª temporada de ‘The Walking Dead‘.

Confira:

A série retornará com episódios inéditos no dia 10 de fevereiro.

‘The Walking Dead’ vai ganhar trilogia de filmes para TV com Rick Grimes de volta; Saiba mais!

‘The Walking Dead’: Lauren Cohan garante que trama de Maggie não acaba na 9ª temporada

Apesar da saída de Andrew LincolnLauren Cohan da série, Lincoln vai estrelar uma trilogia de filmes no mesmo universo do programa, e os produtores já deixaram claro que as portas estão abertas para o futuro retorno de Cohan.

 

‘Clube do Terror’: Roteirista revela o processo de transição de filme pra série

Em entrevista ao Bloody Disgusting, o roteirista do terror ‘Clube do Terror‘ (Are You Afraid of the Dark?), BenDavid Grabinski, revelou como foi o processo de transição do filme para se tornar uma série de televisão.

“Eu escrevi várias versões do roteiro e iria dirigir o filme, então recebi uma ligação da Nickelodeon. Ele disseram: ‘Hey, nós adoramos o seu roteiro para o filme. Você tem alguma ideia do que poderíamos fazer se quiséssemos desenvolver uma nova série de televisão?’. E eu imediatamente disse sim, basicamente explicação minha visão.

Ele completa, “Fui contratado e eles decidiram que minha ideia inicial provavelmente não era a melhor maneira de introduzir o projeto, então eles queriam que eu criasse um novo conceito. Eu queria fazer algo que funcionasse com crianças de 10 anos que nunca viram a série original. É uma produção nova e independente, reintroduzindo o Clube da Meia-Noite… talvez mais.”

Dirigida por Dean Israelite, a minissérie é baseada na série de terror antológica lançada em 1992.

Assim como na trama original, um grupo de crianças se reúne em volta de uma fogueira para contar histórias sombrias, enquanto suas vidas começam a correr perigo.

Os novos membros da Sociedade da Meia-Noite serão Gavin (Sam Ashe Arnold), Akiko (Miya Cech), Louise (Tamara Smart), Graham (Jeremy Taylor) e Rachel (Lyliana Wray).

Dividida em três partes, a produção irá estrear no dia 11 de outubro.

‘The Baker and the Beauty’: Atriz DETONA emissora após cancelamento da série

Em entrevista ao TVLine, a atriz Nathalie Kelley detonou a emissora ABC por ter cancelado a série ‘The Baker and the Beauty‘, afirmando que a decisão vai na contramão do movimento atual sobre representação.

“Nós estamos vendo mais do que nunca que representação é algo importante para pessoas de diferentes etnias. Como nós somos representados nas séries é como as pessoas nos veem, e o apoio e empatia que essas produções vão dar a nossa comunidade. ‘Baker and the Beauty’ é uma série latina familiar, incrível, engraçada e cheia de humor. Um cancelamento pela ABC significa que não há espaço para um elenco latino na emissora. Em uma época que as pessoas estão marchando pelas ruas exigindo representação e diversidade, esse cancelamento foi um verdadeiro choque.”

 

Atriz declarou que a série será oferecida a outras mídias, em busca de um novo lar: “A perda da ABC será o ganho de outra mídia. Tenham esperança e ativos sobre a série encontrar uma nova casa, mandem mensagem para essas plataformas que diversidade importa.”

A série é baseada no show de sucesso israelita criado por Assi Azar.

Funcionando como uma releitura moderna do conto ‘A Bela e a Fera’, a narrativa gira em torno de Daniel Garcia (Victor Rasuk), um jovem padeiro cuja vida no negócio da família cubana muda drasticamente quando conhece Noa Hamilton (Nathalie Kelley) em uma noite na cidade de Miami.

Carlos Gómez, Dan Bucatinsky, Lisa Vidal, David Del Rio, Belissa Escobedo e Michelle Veintimilla completam o elenco.

‘Monstrous’: Christina Ricci estrelará novo terror de monstro assassino

De acordo com o Bloody Disgusting, Christina Ricci (‘Amaldiçoados‘) estrelará o terror ‘Monstrous‘, que será dirigido por Chris Sivertson (‘Eu Sei Quem me Matou‘).

A trama segue uma mulher traumatizada que foge do seu ex-marido abusivo com seu filho de sete anos. Mas, em seu novo e remoto santuário, eles terão um monstro muito maior e mais assustador para lidar.

Colleen Camp (‘The Twilight Zone’) também estrelará a produção.

O roteiro fica por conta de Carol Chrest.

“A roteirista Carol Chrest criou uma personagem icônica, que a Christina Ricci trouxe à vida com uma performance extremamente memorável e emocionante,” declara o diretor.

As filmagens começaram em dezembro, no Los Angeles.

O terror ainda não possui previsão de lançamento.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Resident Evil’: Licker é destaque em novo cartaz INCRÍVEL do reboot; Confira!

A adaptação ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City‘ ganhou um novo cartaz incrível.

Confira:

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 02 de dezembro.

A produção irá adaptar a história dos dois primeiros jogos e, assim como no original, acontecerá em 1998 e contará os eventos da cidade Raccoon City sendo cercada por zumbis. Tanto a Mansão Spencer quanto o Departamento de Polícia de Raccoon City aparecerão no filme.

O longa recebeu a alta classificação Rated-R (para maiores de 17 anos) por “forte violência sangrenta, e linguagem adulta”.

O elenco também conta com Kaya Scodelario como Claire Redfield, Tom Hopper como Albert Wesker, Avan Jogia como Leon e Lily Gao como Ada Wong, Neal McDonough como William Birkin), Chad Rock como Richard Aiken e Donal Logue como Brad Vickers.

Johannes Roberts (‘Medo Profundo’) dirige e também assina o roteiro ao lado de Greg Russo.

Desde que a Capcom lançou o título que inaugurou o gênero de terror de sobrevivência em 1996, Resident Evil se tornou uma das franquias de games de maior sucesso de todos os tempos, com mais de 100 milhões de jogos vendidos em todo o mundo. Com quase 25 anos de história, a série já foi muito além dos videogames e ganhou adaptações para o cinema, além de ter inspirado atrações em parques temáticos. Com seis filmes produzidos pela Constantin Film, Resident Eviljá arrecadou mais de US$ 1,2 bilhão em todo o mundo, valor que a transformou na saga baseada em videogame mais lucrativa do mercado. 

‘Stranger Things’: [SPOILER] iria morrer na 4ª temporada, revelam os criadores

Em uma nova entrevista para promover a conclusão da 4ª temporada, os irmãos Matt e Ross Duffer revelaram que a Max (Sadie Sink) originalmente teria uma morte definitiva no final do quarto ciclo.

No final das contas, a personagem terminou em coma, com os membros quebrados e, aparentemente, com morte cerebral. Mas, segundo o Ross Duffer, há esperança para o futuro da Max, e é exatamente esse o motivo deles terem alterado o seu destino na série:

“Nós discutimos a possibilidade [de matar a Max permanentemente]. Por algum tempo, era isso que ia acontecer. Mas nós queríamos terminar a temporada com um desfecho um pouco mais incerto. Ainda é sombrio e não sabemos se a Max ficará bem, mas queríamos deixar essa questão no ar até o lançamento da quinta temporada.”

Matt Duffer acrescenta: “Nós queríamos que eles perdessem. Queríamos que os nossos personagens sentissem como é perder. Nossa principal ideia ao desenvolver a quarta temporada era que os protagonistas iriam perder. Nós iríamos introduzir o Vecna e nossos heróis iriam perder para ele. Isso nos encaminha para a batalha final com o Vecna e o Mundo Invertido na quinta temporada.”

Vale lembrar que todos os episódios da 4ª temporada já estão disponíveis na Netflix.

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.

Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.

“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.

Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.

A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.

Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!

‘Planeta Pré-histórico’: Dinossauros ganham vida no impressionante teaser da 2ª temporada; Confira!

A Apple TV+ divulgou o primeiro teaser da 2ª temporada da série documental ‘Planeta Pré-histórico‘ (Prehistoric Planet), que mostra como era o mundo habitado por dinossauros.

Confira:

O próximo ciclo contará com 5 episódios, que serão lançados diariamente a partir do dia 22 de maio no serviço de streaming.

David Attenborough retorna como narrador.

Veja as maravilhas do nosso mundo como nunca antes nesta série documental épica de Jon Favreau e dos produtores do ‘Planeta Terra‘. Viaje 66 milhões de anos no passado para quando dinossauros majestosos e criaturas extraordinárias vagavam pelas terras, mares e céus.

Hans Zimmer, aclamado compositor vencedor de dois Oscars, é responsável pela trilha sonora.

Diretor de ‘Do Fundo do Mar’ comandará novo TERROR de tubarões assassinos

De acordo com o Screen Daily, Renny Harlin (‘O Mistério da Passagem da Morte’) foi contratado para dirigir ‘Deep Water‘, novo terror de tubarões assassinos.

O cineasta é conhecido pelos fãs do gênero. Além de dirigir o vindouro reboot de ‘Os Estranhos‘, a notícia chega mais de duas décadas após o cineasta ter comandado o clássico ‘Do Fundo do Mar‘.

Os astros Aaron Eckhart e Ben Kingsley serão os protagonistas.

Na trama…

“Um grupo eclético de passageiros internacionais, cujo voo partiu de Los Angeles e está a caminho de Shanghai, é forçado a fazer um pouso de emergência em águas infestadas por tubarões. Logo, eles terão que trabalhar juntos para superar suas diferenças se eles quiserem escapar do avião que está lentamente afundando e dos predadores famintos atraídos pelos destroços.”

O elenco ainda contará com Molly WrightAngus SampsonKelly Gale, Li WenhanNashi.

Este será o primeiro projeto de Simmons/Hamilton Prods, nova produtora criada por Gene SimmonsGary Hamilton.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Lucy Hale estrelará novo TERROR sci-fi estilo ‘O Enigma de Outro Mundo’

De acordo com o Deadline, Lucy Hale (‘Pretty Little Liars’) será a protagonista de ‘White Mars‘, novo terror de ficção científica estilo ‘O Enigma de Outro Mundo‘.

A atriz é conhecida pelos fãs do gênero, tendo estrelado filmes como ‘Pânico 4‘, ‘Verdade ou Desafio‘ e ‘A Ilha da Fantasia‘.

Na trama…

“Ambientada em uma instalação de pesquisa isolada em Aquila, na Antártida, a história segue a microbiologista Sammie (Hale) enquanto ela luta para salvar seus companheiros de tripulação de uma entidade malévola cuja única intenção é extinguir a todos.”

Martin Owen (‘Assassinos Anônimos’) é responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Matt Mitchell, Vicki Sargent Roo Berry.

“Este projeto será uma jornada intensa e psicológica. Estou muito animada para gravar este filme nos estúdios da Cinecittà, em Roma. No coração desta história está a Sammie, uma personagem que eu realmente admiro por causa de sua resiliência e força. Mal posso esperar para colaborar com o Martin Owen, seu incrível elenco e toda a equipe para trazer esta história à vida,” declarou Hale.

As filmagens estão programadas para começarem ainda este mês.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Imperfeitamente Perfeita’: Dramédia política com Emma Mackey e Jamie Lee Curtis ganha trailer; Confira!

A 20th Century Studios divulgou o trailer nacional de ‘Imperfeitamente Perfeita‘ (Ella McCay), comédia dramática estrelada por Emma Mackey e Jamie Lee Curtis.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 11 de dezembro.

James L. Brooks (‘Como Você Sabe’) é responsável pela direção e roteiro.

A trama acompanha uma jovem política que se torna governadora e precisa romper novas barreiras, para equilibrar sua carreira com sua vida familiar.

O elenco ainda conta com Woody Harrelson, Ayo Edebiri, Kumail Nanjiani, Jack Lowden, Rebecca Hall, Spike Fearn e Albert Brooks.

Jason Sudeikis enfrenta novo desafio no trailer da 4ª temporada de ‘Ted Lasso’; Confira!

A Apple TV+ divulgou o trailer completo da 4ª temporada da aclamada comédia ‘Ted Lasso‘.

No próximo ciclo, Ted (Jason Sudeikis) retorna a Richmond para enfrentar seu maior desafio: treinar um time de futebol feminino da segunda divisão. Ao longo da temporada, Ted e a equipe aprendem a agir por impulso, arriscando tudo de maneiras que nunca imaginaram.

A nova temporada estreará no serviço de streaming no dia 5 de agosto.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Juno TempleBrendan HuntBrett GoldsteinJeremy Swift também irão retornar para os novos episódios.

O elenco ainda contará com a introdução de Tanya Reynolds como a nova parceira de trabalho de Ted, Grant Feely como o novo intérprete de Henry, filho de Ted, Faye Marsay, Jude Mack, Rex Hayes, Aisling Sharkey e Abbie Hern.

Segundo a sinopse oficial, a quarta temporada acompanha Ted retornando a Richmond para enfrentar seu maior desafio até agora: treinar um time feminino da segunda divisão do futebol inglês. Ao longo dos episódios, ele e suas novas jogadoras serão forçados a “dar o salto antes de olhar”, encarando riscos e oportunidades inesperadas.

‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’: Origem de um dos protagonistas pode ser alterada

Não faz muito tempo desde o lançamento de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’, mas James Gunn já está a todo vapor planejando o terceiro capítulo da adaptação.

Ele comentou sobre o processo de criação da sequência, falando do desafio de trabalhar com o Marvel Cinematic Universe e a ideia de alterar a origem de um dos protagonistas.

Segundo Gunn:

“Ontem eu terminei o primeiro rascunho de ‘Guardiões da Galáxia 3’ e estou bem empolgado, realmente me sinto muito sobre o que foi escrito. Mas existe um porém, que eu tive no primeiro filme: o universo compartilhado da Marvel é insano. Existe o universo 616, oriundo do universo dos quadrinhos, no qual as pessoas costumam se fixar mais e então temos o MCU, o Marvel Cinematic Universe. Este possui um cânon distinto, que embora seja inspirado no 616, possui suas divergências. Eu trouxe referências no primeiro ‘Guardiões’ que ficaram no plano de fundo e foram percebidas pela audiência. E agora estou preocupado. Como tenho uma narrativa realmente boa, que me permite quebrar o cânon, eu passei uma noite inteira acordado pensando se faço isso ou não. Confesso que ainda não sei”.

Lançado no Brasil dia 27 de Abril, e nos EUA apenas em 5 de Maio, ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ já soma incríveis US$ 833,4 milhões mundialmente.

O filme arrecadou US$ 366 milhões nos EUA, e mais de US$ 467 milhões no resto do mundo.

Para comparação, o primeiro filme arrecadou US$ 774 milhões mundialmente em 2014.

[SPOILERS]

O CinePOP publicou um vídeo revelando quais são as CINCO CENAS PÓS-CRÉDITOS de Guardiões da Galáxia Vol. 2, para aqueles fãs mais afoitos que não se aguentam e querem tudo antes de todo mundo.

Não prossiga se não quiser saber o que acontece nas cenas pós-créditos.

Assista, com a crítica SEM SPOILERS

James Gunn vai escrever e dirigir ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ 

James Gunn, de ‘Guardiões da Galáxia’, elogia ‘Logan’

[SPOILER] Saiba novos detalhes da trama de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’

Com direção de James Gunn, ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ tem no elenco Karen Gillan (Nebula), Zoe Saldana (Gamora), Dave Bautista (Drax), Bradley Cooper (a voz de Rocket), Vin Diesel (a voz de Baby Groot),  Kurt Russell (Ego) e Michael Rooker (Yondu).

Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ já está em exibição  nos cinemas nacionais.

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Porque a história é diferente dos quadrinhos?

Para os fãs dos quadrinhos, manter uma ligação entre o material fonte e as adaptações é importante. No entanto, é notável que muitos aspectos das HQs ficam de foram quando testemunhamos os filmes nas telonas.

E para explicar essa diferença, o diretor Joe Russo, um dos responsáveis por ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, explicou as motivações que levaram a essas mudanças.

Em entrevista ao Telegraph India, ele pontuou:

“Nós somos inspirados pelos livros, mas é importante dizer que o Marvel Cinematic Universe não é o universo dos quadrinhos da Marvel. Eles são diferentes. E como um fã de quadrinhos, eu acho divertido extrair alguns elementos das revistinhas com os quais eu me identifico. Mas se eu quiser uma interpretação literal, é só ler as HQs. Eu creio que a Marvel deu um salto com este experimento cinematográfico, iniciado há 10 anos atrás, justamente pela narrativa se diferenciar disso. Então nós quisemos preencher as tramas que trabalhamos em ‘Capitão América: Soldado Invernal‘ e ‘Guerra Civil‘, dando sequência em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ e no próximo filme. Não queremos fazer, necessariamente, uma interpretação do material escrito por Jim Starlin. Mas vale ressaltar que existem ideias incríveis no material fonte e devemos muito deste filme e tudo o que está por trás dele a Jim”.

Russo ainda falou sobre a conexão existente entre as duas mídias, reforçando que embora nem todos os fãs sejam agradados pelo resultado final, os irmãos dedicara os esforços mais profundos para fazer um trabalho excepcional:

“É claro que é importante para nós definir um elo de ligação para que a audiência consiga se identificar e se emocionar, baseado nas experiências que ela já teve com os quadrinhos. E em se tratando do famoso fan service, cada um quer algo diferente e nós somos incapazes de agradar a todos. Nós também somos fãs, amamos produzir esses filmes e crescemos amando essas HQs. Então a nossa ordem tem sido, desde o princípio, fazer algo que nos agrade, que nos satisfaça e nos deixe empolgados para compartilhar com todos. E aí, a gente cruza os dedos, para que todo mundo fique tão animado quanto nós ficamos”.

 

O filme tem estreia marcada para 26 de abril.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ é o primeiro filme gravado inteiramente em IMAX

‘Capitã Marvel’: Filme ganha divertido site retrô, no estilo dos anos 90

A adaptação dos quadrinhos, ‘Capitã Marvel‘, ganhou um divertido e nostálgico site promocional, que traz os principais detalhes da produção.

O portal conta com uma pegada bem anos 90, cheio de giffs espalhados aleatoriamente nas telas, com um layout que nos lembra dos primórdios da internet.

Com gráficos de qualidade bem ruim, textos nas fonte Comic Sans e temas que abusam dos tons neons, a página traz várias imagens oficiais do filme, informações sobre os personagens, materiais para download, além de um jogo chamado “Identifique os Skrulls”.

Confira o portal aqui!

Dirigido por Anna Boden e Ryan Fleck, longa terá 130 minutos (2h10) de duração.

A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.

Capitã Marvel‘ estreia em 7 de março no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.

‘Vingadores: Ultimato’: Rocket ataca Jane Foster pela Joia da Realidade em arte conceitual

‘Vingadores: Ultimato’ foi um dos principais sucessos de 2019, encerrando a Fase 3 do MCU de forma gloriosa.

E uma inédita arte conceitual da produção foi compartilhada, mostrando uma cena que – eventualmente – fora descartada do corte final do longa.

A arte traz o Rocket, de Guardiões da Galáxia, tentando atacar Jane Foster, a fim de conseguir a Joia da Realidade. O material foi compartilhado pela conta do Instagram MCU Eternal e publicada pelo portal Screen Rant.

Confira:

 

Ver essa foto no Instagram

 

Unused concept art of Avengers Endgame

Uma publicação compartilhada por MCU.ETERNAL🍀 (@mcu.eternal) em

Assista à nossa crítica sobre o filme:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

Elijah Wood e Daniel Radcliffe celebram 20 anos de ‘O Senhor dos Aneis’ e ‘Harry Potter’ em nova edição da Empire

Em 2021, as adaptações literárias de ‘O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel‘ e ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal completam 20 anos de estreia.

E para celebrar o marco histórico que ambas as produções possuem – tanto para a indústria cinematográfica, bem como para a cultura POP -, a revista Empire preparou uma belíssima edição.

Unindo os protagonistas Elijah Wood e Daniel Radcliffe para conversarem sobre o papel emblemático que ambas as franquias possuem até hoje, a publicação britânica trouxe a dupla estampando a capa da sua vindoura edição, além de trazê-los também como o grande destaque da matéria.

Confira a capa e algumas imagens da matéria especial:

Vale lembrar que o universo literário criado por J. R.R. Tolkien será adaptado no formato de série pela Amazon.

Recentemente, o site TheOneRing.net revelou a sinopse oficial da ambiciosa pré-sequência, que será ambientada antes dos eventos da trilogia homônima assinada por Peter Jackson.

Confira:

“A aguardada série da Amazon Studios irá levar os espectadores para uma era em que grandes poderes eram forjados, reinos ascendiam à glória e caíam na desgraça, heróis inesperados eram testados, esperança pendia por um fio e o maior vilão que já fluiu da mente de Tolkien ameaçava cobrir todo o mundo em escuridão. Começando em uma época de relativa paz, a série gira em torno de personagens, familiares ou novos, e seu confronto contra a re-emergência do mal na Terra-Média. Das profundezas obscuras da Montanha Enevoada, às florestas majestosas da capital élfica Lindon, ao reino insular de Númenor, aos cantos mais longínquos do mapa, esses reinos e personagens irão talhar legados que viverão por muito tempo depois de partirem”.

O elenco da série conta com Maxim Baldry (Doctor Who, ‘Uma Segunda Chance para Amar’), Robert Aramayo como o protagonista, Owain ArthurNazanin BoniadiTom BudgeMorfydd ClarkIsmael Cruz CórdovaEma HorvathMarkella KavenaghJoseph MawleSophia NomveteMegan RichardsDylan SmithCharlie VickersDaniel Weyman e a novata Tyroe Muhafidin.

Os dois primeiros episódios serão dirigidos por Juan Antonio Bayona (‘Jurassic World: Reino Ameaçado’), que também será o produtor executivo ao lado de Belén Atienza.

Assista ao primeiro teaser da produção:

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada.

O roteiro fica por conta de JD Payne e Patrick McKay.

Por enquanto, mais detalhes não foram informados, exceto que a série tem previsão de estreia em meados de 2021.

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada O Hobbit.

‘Escola de Rock’: Amada comédia com Jack Black será REMOVIDA da Netflix; Saiba quando!

A amada comédia musicalEscola de Rock‘ será removida da Netflix em breve. A produção, estrelada por Jack Black, deixará a grade de programação no dia 01 de março.

Na trama, Dewey Finn (Black) é um músico que acaba de ser demitido de sua banda. Cheio de dívidas para pagar e sem ter o que fazer, ele aceita dar aulas como professor substituto em uma escola particular de disciplina rígida. Logo Dewey se torna um exemplo para seus alunos, sendo que alguns deles se juntam ao professor para montar uma banda local, sem o conhecimento de seus pais.

Joan Cusack, Mike White, Sarah Silverman, Lee Wilkof e Miranda Cosgrove completam o elenco.

Confira:

Richard Linklater assina a direção, a partir de um roteiro Mike White.

Escola de Rock foi um grande sucesso de crítica e de bilheteria, com U$ 81,2 milhões nos EUA e um total de U$ 131 milhões no mundo todo. Uma sequência estava sendo desenvolvida, mas Black afirmou em 2012 que sua produção é improvável.

Crítica | Chambers (1ª temporada) – Série de suspense tropeça na junção desajustada de vários temas

Após o sucesso e ótima repercussão de A Maldição da Residência Hill (2018), a Netflix investe mais uma vez no gênero do terror sobrenatural com o seriado Chambers. A nova produção, no entanto, está longe de ser assustadora ou mesmo motivar os espectadores a assistir aos seus 10 episódios de quase uma hora cada.

Com a presença da indicada ao Oscar Uma Thurman (Pulp Fiction, 1994), a produção é uma mistura de 13 Reason Why (2017-), Twin Peaks (1990-1991) e do filme Hereditário (2018). Apesar de ser o nome mais forte de Chambers, Thurman não está à frente da história, o trabalho de carregar o seriado por 10h é da novata Sivan Alyra Rose, a qual consegue entregar veracidade ao seu confuso caminho entre mistério, suspense, terror e drama.

Se essa descrição parece um pouco bagunçada é porque o roteiro encaixa-se exatamente nesse diagnóstico. A premissa do seriado parece sedutora, criando a expectativa do desvendar de um mistério de maneira mística em conjunto a poderes paranormais e questões psicológicas. O seriado, no entanto, muda o seu rumo algumas vezes, o que pode ser encarado como uma obra de reviravoltas ou encheção de linguiça para fechar dez episódios.

Na trama, Sasha (Sivan Alyra Rose) é uma adolescente nativa norte-americana que vive no deserto do Arizona com o seu tio Frank (Marcus LaVoi). Ao tentar perder a virgindade com o namorado TJ (Griffin Powell-Arcand), ela tem um ataque do coração e recebe um transplante imediato de uma menina da mesma idade que morreu em um acidente na mesma noite.

Dias depois já com uma enorme cicatriz no meio do peito, Sasha volta às suas atividades normais, contudo, a jovem começa a ver o reflexo de outra menina no espelho e ter sonhos e memórias estranhas. De forma pertinente, Ben Lefreve (Tony Goldwyn), o pai da menina que doou o coração, surge na sua vida e a convida para um jantar em sua casa. A partir de então, a menina nativa do deserto começa a frequentar outra esfera social e conhecer a vida de Becky (Lilliya Scarlett Reid), a menina que ela leva em parte dentro do peito.

Com um estilo à la Sexto Sentido (1999), Becky parece tentar se comunicar com Sasha por meio de aparições, sonhos e memórias, o que faz a portadora do seu coração acreditar que ela foi assassinada. Os primeiros cinco episódios são conduzidos pela resolução do motivo da morte da jovem rica e querida por quase todos. Ao aceitar uma bolsa de estudos na escola sofisticada de sua doadora, Sasha mergulha profundamente no mundo da menina privilegiada e de sua família.

Os rumos da história apontam para um senso de justiça, mas depois torna-se um caso de possessão, chegando a mesclar crenças dos nativos norte-americanos com seitas secretas. Cada episódio prolonga-se mais do que o necessário para explicar pontos sem importância, por exemplo, a mesma cena é contada por meio de dois ângulos com pouquíssima informação inédita, tornando a narrativa apenas modorrenta.

Embora contenha os seus deslizes para chegar a um objetivo-chave, Chambers invoca uma sensação de mistério diluído em tentativas frustradas de momentos de horror. Somente uma ou duas cenas imprimem um ar mais aterrorizador com direito a vísceras, pulmões e coração expostos. No todo, Sasha busca manter sua sanidade diante da luta para liberta-se das emoções e memórias de Becky. Sua maneira de fazê-lo é descobrir o motivo da sua morte e, quando o segredo é revelado, há uma virada na história para desvendar os motivos do acontecimento.

Entre maldições e crises de ansiedade, Sasha e Becky  lutam pelo espaço de duas mentes aprisionadas na mesma estrutura física. O contraste social e físico entre as duas poderia ser uma parte interessante da história, entretanto, ele é utilizado apenas para ressaltar a incorporação da menina loira de olhos azuis na nativa de pele, olhos e cabelos escuros.

Já Thurman faz bem o seu papel de mãe em luto, em busca conectar-se de alguma forma com a sua falecida filha, algo semelhante ao desespero mórbido de Toni Collette, em Hereditário. Contudo, com mais parcimônia e menos impacto que o arrepiante filme de Ari Aster. Apenas o oitavo episódio imprime um tom mais sombrio e de horror ao seriado, já os dois últimos capítulos são longas explicações e jogos mentais entre as meninas em luta por pertencer um mesmo corpo, na verdade, destruí-lo.

Como as perguntas do seriado mudam conforme a trama avança, os roteiristas conseguem criar um clima de suspense, mas deixam as suas premissas perdidas em busca de uma nova virada no momento final da série. Desse modo, Chambers poderia ser um filme de duas horas com roteiro mais enxuto, uma mensagem melhor dissecada e um final entreaberto como no seriado – talvez em busca de uma segunda temporada (?).

Criada pela novata Leah Rachel, Chambers ressoa como um argumento com final pré-determinado antes do desenvolvimento dos caminhos e personagens, por isso, a produção soma equívocos e insinuações sem aprofundamento. Em contrapartida, a protagonista comanda uma digna performance em luta pela posse do seu corpo. O último ato, por fim, apresenta algo abordado no seriado True Blood (2008-2014) para completar o esqueleto de assuntos possíveis em uma obra de terror.

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Membros da Ordem Negra serão dublados por astros famosos

Durante uma entrevista ao Vulture, o chefão da Marvel, Kevin Feige, foi perguntado sobre os dubladores dos membros da Ordem Negra de Thanos. Apesar de não dar muitos detalhes, o produtor sugeriu que serão atores conhecidos.

“Escolhemos pessoas muito interessantes para as vozes da Ordem Negra. Acredito que todos vão reconhecer rapidamente quando o filme chegar aos cinemas”

Confira uma prévia:

Comercial da Disney revela armadura completa do Homem de Ferro em ‘Guerra Infinita’; Vem ver!

Vingadores: Guerra Infinita chega em 26 de abril de 2018 e Vingadores 4 tem estreia marcada para 2 de maio de 2019.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ mostrará a dor e sacrifício dos heróis, diz diretor

‘Titãs’: Figurinos da série da DC são exibidos na Comic-Con 2018; Confira!

A série ‘Titãs’, da DC, teve cartazes individuais dos personagens avistados na San Diego Comic-Con 2018. Neles, temos os heróis em seus respectivos visuais civis. Além disso, há também uma exposição com os figurinos dos heróis. Confira:

 

A produção deve ser lançada ao final de 2018, junto ao lançamento do streaming DC Universe.

A equipe da DC surgiu pela primeira vez em 1964, como uma equipe de jovens heróis, ainda com o nome de Turma Titã. A série, prevista para estrear em 2018, reunirá os justiceiros Asa Noturna, Estelar, Mutano, Ravena e a dupla Columba e Rapina.

O programa é de autoria de Greg Berlanti, produtor deArrow’, ‘The Flash’, ‘SupergirleLegends of TomorrowLindsey Gort também está no elenco. A série terá Akiva Goldsman (‘Star Trek: Discovery’) e Geoff Johns na equipe de roteiristas dos 13 episódios.

Brad Anderson (Fringe) dirigirá o piloto. Confira algumas imagens oficiais:

Brenton Thwaites será Dick Grayson (Asa Noturna)

Ryan Potter será o Mutano:

Teagan Croft viverá a Ravena:

Anna Diop será a Estelar:

Minka Kelly será Columba:

Alan Ritchson no papel de Rapina:

Crítica | ‘Ms. Marvel’ introduz personagens esperados, mas sofre com ritmo irregular

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS]

Se você ainda não assistiu aos seis episódios de Ms. Marvel, evite esta matéria, pois ela contém spoilers.

Recheada de polêmicas desde que começaram os vazamentos, a série da Ms. Marvel tinha tudo para ser unanimidade, mas os rumos escolhidos acabaram dividindo os fãs. No entanto, se há um ponto no qual todos concordam é que o ritmo da série foi complicado de acompanhar. Os primeiros capítulos mantiveram uma pegada interessante de seriado adolescente do Disney+, o que conquistou logo de cara. Porém, quando a trama passou a explorar mais o passado da Kamala Khan, todo o resto foi deixado de lado e os novos personagens que a auxiliam não foram tão interessantes quanto os que foram inicialmente introduzidos.

Mas antes de falar dos pontos negativos, a protagonista do show, Iman Vellani, que dá vida à Kamala/ Ms. Marvel, foi um achado. Sua atuação é muito segura e traz uma empolgação muito bem-vinda ao Universo Cinematográfico Marvel. Ela encarna a Kamala Khan com tanta facilidade, que faz parecer um trabalho fácil. E como esse foi seu primeiro trabalho de relevância, vai ser difícil se desassociar da personagem, que faz dela uma referência para o MCU nos próximos anos. É impossível ver a menina em tela e não se encantar com seu talento e carisma.

E como a produção fez dela uma X-Men, não uma integrante dos Inumanos, pode esperar que a menina ainda fará muitas aparições nos próximos anos. Além de The Marvels, é bem provável que ela apareça em pelo menos mais uns quatro filmes ou séries, já que o estúdio está apresentando esse tanto de heróis crianças/ jovens em suas produções.

O elenco de apoio também é muito bom. Os coadjuvantes também esbanjam carisma e ostentam um núcleo próprio que é muito interessante, quando a série decide dar atenção a eles, é claro. Além disso, a relação entre Kamala e Bruno é maravilhosa de ver. A duplinha ostenta uma química colossal que enche os olhos. O trabalho deles faz realmente o público acreditar que são melhores amigos há anos e anos.

A questão familiar que envolve a vida dos Khan nos Estados Unidos, enfrentando preconceitos e uma luta própria para manter suas crenças e tradições vivas, é muito interessante. A princípio, essa diferença deles para a filha é bem intensa – chegando até a chocar em certos momentos -, mas traz um conflito muito bom para a trama.

Seguindo essa pegada de conflito cultural de uma Kamala que cresceu nos EUA, mas precisa manter as tradições da família, a série adapta elementos culturais que ligam o heroísmo da protagonista a suas raízes. Assim, o símbolo do raio e o nome da personagem – que eram apenas homenagens genéricas à Capitã Marvel nas HQs – se tornou uma variação do nome da Kamala em sua língua original, ela ganhou um tecido ligado aos guerreiros paquistaneses, e seu traje de herói, lindíssimo, foi feito por sua mãe após aceitá-la como ela é. Da mesma forma, a máscara da Ms. Marvel foi feita pelo próprio Bruno, dando a ela uma ligação com os amigos.

Infelizmente, apesar do início promissor, a série foi se perdendo na reta final com uma trama confusa sobre viagem no tempo e com os novos vilões, os Djinn. Tudo bem que a Marvel não tem lá um histórico de tantos vilões bem desenvolvidos ou interessantes nas telonas, mas essa questão dos Djinn foi nível Malekith de porcaria. O arco deles foi insuportavelmente anticlimático, servindo apenas para ocupar tempo de tela e tentar trazer uma sensação de perigo para a jornada de autoconhecimento – sem sucesso. Tudo que permeia eles é insuportável, sem conseguir manter o público minimamente interessado por eles. E sabe o que é pior? Eles vêm do nada e terminam em lugar nenhum. O impacto deles para o universo e para a própria série é praticamente nulo, já que a ameaça final sequer são eles.

Já os poderes da Kamala, que causaram polêmica quando foram alterados, inicialmente não comprometeram. O problema é que ela pouco usava eles. E no último episódio, quando ela passa a usá-los com plena capacidade, veio um incômodo por conta do CGI. Talvez se mantivessem os poderes de esticamento corporal, tivesse ficado ainda pior. Mas não dá para aceitar que uma produção com orçamento de cinema faça cenas tão artificiais quanto essas. Ms. Marvel é o alerta que a Marvel precisa entender para enfim se tocar que qualidade é melhor que quantidade. Porque eles arriscam comprometer futuras boas histórias se mantiverem essa computação gráfica de videogame dos anos 2000.

Outra frustração é no quesito desenvolvimento. Se eles queriam trabalhar a Ms. Marvel como uma mutante, por que deixar essa revelação para a última cena da série de forma completamente apressada? Quer dizer, a revelação poderia ser feita na última hora sem problemas, mas que trabalhassem no Bruno estudando a questão, criando um mistério no ar mesmo. Do jeito que trouxeram, só ficou jogado mesmo.

Sobre o arco no Paquistão, ele traz uma representatividade muito grande, mas até nele há um desenvolvimento complicado. As cenas do passado da família tinham elementos interessantes que foram mostrados superficialmente. A paixão da bisavó de Kamala pelo bisavô humano tinha tanto potencial, só que optaram por trazer cenas básicas e rápidas para abordar a origem desinteressante dos Djinn. Uma história de amor capaz de fazer com que uma mulher renegasse sua própria espécie para ficar em um planeta estranho com um humano é muito mais interessante do que um grupo de ETs irrelevantes banidos que querem abrir um portal pra voltar pra casa.

Há também uma conexão com os Kree, ligando a Ms. Marvel à Capitã Marvel (Brie Larson), que é bem interessante e deve render uma história bem interessante em The Marvels. É uma pena que a personagem só tenha aparecido na pós-créditos, mas ainda assim é o bastante para ligar as duas e criar certa ansiedade para o filme. Isso sem contar que a Capitã parecia estar investigando os Dez Anéis do Shang-Chi, então talvez haja ainda mais conexões nesses próximos projetos.

Enfim, fazendo uma avaliação geral da série, fica a impressão de que a história seria melhor adaptada em um filme de pouco mais de 2h de duração. Também fica a sensação de que se mantivessem a pegada adolescente do início o resultado seria melhor. Mesmo assim, pelo talento da jovem Iman Vellani e da qualidade intrínseca à Ms. Marvel, que é uma personagem muito boa em todas as mídias, é bem provável que milhões de pessoas que não conheciam a personagem tenham se apaixonado e agora sejam fãs. Ou seja, é uma série com todos os erros da atual Marvel, mas que também reúne algumas das melhores qualidade do estúdio. Infelizmente, os acertos não eximem os erros, fazendo de Ms. Marvel uma série na média.

Nota: 6.

Ms. Marvel está disponível no Disney+.

Crítica | Carro Rei – Matheus Nachtergaele Estrela um ‘Transformers’ Sci-Fi em Caruaru com toques de Terror

Homem versus máquina. Desde que a humanidade entrou na era industrial, as máquinas passaram a fazer parte do cotidiano das pessoas com mais intensidade – não que não existissem antes, mas é a partir de então que o ser humano passa a conviver com autômatos para ir de um lugar a outro, para fazer alimentos, para trabalhar, para curar, para viajar, etc. A convivência já se transformou em mote para diversas criações artísticas, como o livro (e posterior filme, de 1927) ‘Metrópolis’ e o livro ‘1984’, para citar apenas dois exemplos. Um assunto que não se esgota, uma vez que o mistério relacional criador versus criatura permanecerá até que por fim a ficção supere a realidade. Até lá, vamos nos deleitando com a criatividade de filmes como ‘Carro Rei’, longa nacional que segue nessa pegada e que chega às salas de cinema brasileiras esta semana.

Quando criança, Uno (Luciano Pedro Jr.) perdera a mãe em um suspeito acidente de carro, quando ela dirigia um dos veículos da frota de táxi de seu pai. Após a morte da mãe, o irmão dela, Zé Macaco (Matheus Nachtergaele) é expulso da convivência familiar, sendo realocado no antigo ferro velho da família, onde passa a viver isolado. Anos depois, a frota de táxi da família fica em risco após a Lei dos 15 anos entrar em vigor na cidade de Caruaru: a partir de então, todos os carros com mais de quinze anos terão que ser retirados de circulação. Isso desperta a curiosidade de Uno em reencontrar o carro do acidente de sua mãe, resguardado no ferro velho. Uma vez lá, o rapaz percebe uma conexão estranha com a máquina, e lembra que desde criança conseguia ouvir os pensamentos dos automóveis. Diante de tal fenômeno único, ele e o tio decidem restaurar a máquina, tornando-a esteticamente nova. Porém, a nova aparência, somada à autonomia de impulsos, acaba eletrizando o relacionamento entre humanos e máquinas.

Com uma hora e quarenta de duração, ‘Carro Rei’ é um filme em constante evolução. O início meio moroso pode assustar o espectador que espera um longa de ficção linear, pois os primeiros minutos já dão o tom de ficção científica que a produção adotará. Numa vibe meio ‘Transformers’, aos poucos os personagens vão interagindo com carros falantes, que ganham personalidade e desenvoltura, transformando-se, também eles, em personagens influentes do enredo. Esse é uma das principais maestrias do roteiro de Sergio Oliveira, Renata Pinheiro e Leo Pyrata, que vai libertando as maquinarias tal como visto em ‘Eu, Robô’.

O diferencial no filme de Renata Pinheiro é situar a história em Caruaru, o que confere uma estética sideral ainda mais contrastante para o embate-cerne da produção. Tudo isso capitaneado por um Matheus Nachtergaele que mais uma vez prova por que é um dos melhores atores brasileiros em atuação, misturando trejeitos primitivos com um toque de Gero Camilo em ‘Bicho de Sete Cabeças’ trazendo nuances de terror e suspense à trama apocalíptica.

Carro Rei’ é um filme autoral com brilho próprio, que merece os prêmios que ganhou nos festivais e que agradará a um nicho de público sedento por histórias mirabolantes passadas em nossos próprios quintais, afinal, também aqui há narrativas quiméricas.

Crítica | Wasp Network – Trama interessante e ótimo elenco não são o bastante para salvar o filme

Geralmente, pode-se dizer que um grande elenco e uma premissa interessante são sinônimos de um grande filme. Afinal, o que poderia dar errado em uma obra com uma história legal e excelentes atuações. Pois bem, Wasp Network está aí para servir de exemplo.

É importante destacar que o filme está longe de ser uma tragédia por completo, e alguns de seus pontos positivos serão abordados à frente. Mas é certo que estamos diante de uma obra que decepciona o espectador. E o maior problema está no roteiro final (que é diferente da premissa) e, principalmente, na montagem. Adaptação para os cinemas do livro “Os Últimos Soldados da Guerra Fria”, de Fernando Morais, Wasp Network é quase uma colcha de retalhos. O roteiro de Olivier Assayas e a montagem Simon Jacquet conduzem uma obra irregular e que parece mal pensada. Um exemplo claro disso é quando, já passado 1/3 da trama, o filme inicia do nada uma narração em off muito explicativa. Fica a clara impressão de que o cineasta percebeu que não conseguiria explicar os fatos em cena e decide usar uma narração no lugar. Não é nada natural e soa bem didático. 

Um dos trabalhos mais notórios de Assayas, Carlos foi lançado como uma minissérie da HBO, mas também teve exibições especiais em cinemas com sua versão de 5h30. Ao assistir Wasp Network e seus furos ou pontas soltas, parece claro que a obra se sairia melhor se tivesse mais tempo para contar aquela história. Infelizmente, não é o caso.

A trama gira em torno da Rede Vespa, um grupo de espiões cubanos que vão para os Estados Unidos com o objetivo de se infiltrar em movimentos contra o regime de Fidel Castro. Édgar Ramírez, Penélope Cruz, Leonardo Sbaraglia, Wagner Moura, Ana de Armas e Gael García Bernal formam o talentoso e internacional elenco da produção.

Ramírez é quem tem mais tempo em cena e volta a entregar uma atuação complexa e cativante, embora menos potente do que a vista em Carlos. Moura mostra mais uma vez seu talento apresentando um personagem misterioso e que possui certo magnetismo, não só com relação aos demais personagens, mas também com relação ao público. Mas o grande destaque é mesmo Penélope Cruz. A atriz possui poucas cenas, mas sempre se faz o centro das atenções quando está presente, com uma carga dramática e determinação cativantes.

Produzido pelo brasileiro Rodrigo Teixeira através de RT Features, Wasp Network é uma obra complexa do ponto de vista político. E é bom que seja assim. Embora a maioria dos personagens seja formada por pessoas ligadas ao governo de Castro, a obra traça um panorama mais amplo, mostrando as dificuldades e radicalismos do regime. O filme busca um retrato mais completo, sem heróis ou vilões.

Se Assayas tem dificuldade em explicar como funcionava de fato da Rede Vespa, precisando de uma narração para fazê-lo, por outro lado, ele continua dirigindo muito bem cenas de tensão. Uma sequência particular de atentados terroristas a hotéis em Cuba é de prender a respiração. Com o risco de soar repetitivo, é muito do que vemos em Carlos. O cineasta também consegue mostrar bem como a relação Cuba e Estados Unidos, especialmente nos anos 90, pouco após a queda da União Soviética, envolvia questões muito complexas de interesse de todo o continente. A trama, por exemplo, se expande a locais como El Salvador, Porto Rico, Colômbia e Venezuela.

Assayas é um grande diretor e roteirista, mas aqui parece ter sido prejudicado por uma certa pressa em fazer o filme acontecer. A produção começou no final de dezembro de 2018 e o longa fez sua estreia no Festival de Veneza de agosto do ano seguinte. É pouquíssimo tempo para uma produção deste tamanho, com elenco internacional e gravações em diversos países. É impressionante que tenham conseguido concluir o projeto, mas fica sempre a dúvida se o mesmo não seria melhor acabado com um pouquinho mais de tempo para se pensar. 

A falta de informações, o excesso de personagens, a narração e outras técnicas de montagem ultrapassadas (como a utilização exagerada de cartelas e mapas como transição) fazem de Wasp Network uma obra muito irregular. Talvez, o filme mais fraco de toda brilhante carreira de Olivier Assayas.

Filme visto durante a cobertura da 43ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo

‘Every Breath You Take’: Casey Affleck será protagonista de novo thriller

Casey Affleck irá estrelar no novo thriller independente Every Breath You Take. As informações são da Variety.

Affleck se junta aos previamente anunciados Sam ClaflinMichelle Monaghan Veronica Ferres.

O ator dará vida ao protagonista, um psiquiatra cuja carreira é colocada em risco quando sua paciente tira a própria vida. Quando ele convida o irmão da vítima (Claflin) à sua casa para conhecer sua esposa (Monaghan) e sua filha, a família é dilacerada.

Christine Jeffs fica a encargo da direção, enquanto Richard B. LewisFrank Buchs e Ferres serão os produtores.

As filmagens começam neste mês em Vancouver, Canadá., 

Affleck levou para casa um Oscar de Melhor Ator por seu trabalho em ‘Manchester À Beira-Mar’, além de ter sido indicado por O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford. Seus outros créditos incluem a trilogia Onze Homens e Um SegredoSombras da Vida.

‘Resgate’: Ação com Chris Hemsworth abre com 64% de aprovação no RT; Confira as críticas!

Resgate chegou hoje (24) ao catálogo da Netflix e parece que não fez o barulho que prometeu.

No site Rotten Tomatoes, o filme abriu com apenas 64% de aprovação, com nota 5.9/10 baseada 88 reviews (até o momento). Segundo o consenso geral, “acrobacias espetaculares e uma performance elétrica de Chris Hemsworth não salvam Resgate de ser arrastado por sua violência sem sentido”.

Confira algumas das críticas abaixo:

“É apenas uma aventura selvagem e explosiva” – Arizona Republic.

“No final, [o filme] deve ser adicionado às entradas da Netflix como ‘Esquadrão 6’‘Operação Fronteira’‘Bright’ como outro frustrante exemplo da inabilidade da gigante de streaming em emular as fórmulas dos blockbusters” – Times (UK).

“[O longa] é inteiramente sincero e também muito divertido” – Associated Press.

Resgate parece clichê – mas quando não há mais nada a se ver, clichê parece bom” – Flixist.com.

“Uma surpresa de tirar o fôlego” – San Francisco Examiner.

Em contrapartida, os internautas parecem ter adorado a produção, não poupando elogios nas redes sociais

Confira:

 

 

 

Confira o trailer:

Sam Hargrave, que foi dublê do Chris Evans nos filmes do MCU, dirige a produção.

A trama acompanha uma missão suicida de Tyler Rake, um destemido mercenário do mercado negro, que parte em busca do herdeiro de um criminoso internacional sequestrado em território inimigo. Sem nada a perder, Rake terá de usar todas as suas habilidades para provar a si mesmo que ainda está vivo por dentro.

O elenco ainda conta com Rudhraksh Jaiswal, Randeep Hooda, Golshifteh Farahani, Pankaj Tripathi, Priyanshu Painyuli, e David Harbour.

Netflix anuncia filme de super-herói com Keanu Reeves e produzido pelos irmãos Russo

‘TENET’: Christopher Nolan e John David Washington falam sobre os desafios do filme em novo vídeo

Warner Bros. Pictures divulgou um novo vídeo de bastidores de ‘TENET’, em que o diretor Christopher Nolan, o astro John David Washington e o diretor de fotografia Hoyte van Hoytema falam sobre os desafios do longa-metragem e sobre sua experiência em rodá-lo em IMAX.

Confira:

Vale lembrar que, no Brasil, o filme teve sua estreia adiada pela quarta vez: inicialmente agendado para Julho, o filme agora tem estreia prevista para 15 de outubro.

Além de ‘Tenet‘, a Warner adiou a estreia de ‘Mulher-Maravilha 1984‘ para 5 de Novembro.

Crítica | Tenet é TUDO que se espera de um filme do Christopher Nolan

O filme já estreou em alguns países e arrecadou US$53 milhões em seu primeiro fim de semana – com a maior performance concentrada nos cinemas ingleses.

O filme abriu com US$7,1 milhões no Reino Unido, seguido de perto pela França (US$6,7 milhões), Coreia (US$5,1 milhões) e Alemanha (US$4,2 milhões). ‘Tenet’ abriu em 41 mercados internacionais neste último fim de semana e será lançado nos Estados Unidos, na Rússia e na China nos próximos dias.

Os fortes números foram descritos pelo presidente da Warner Bros.Toby Emmerich, como um “início fantástico”.

Armado com apenas uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do mundo inteiro, o Protagonista viaja através de um mundo crepuscular de espionagem internacional em uma missão que irá desenrolar em algo para além do tempo real. Não viagens no tempo. Inversões.

John David Washington, Robert Pattinson, Elizabeth Debicki, Michael CaineKenneth Branagh estrelam.

‘Godzilla vs. Kong’ batalham pela supremacia do mundo no trailer ESPETACULAR do cross-over; Confira!

A Warner Brosfinalmente divulgou o trailer oficial de Godzilla vs. Kong, aguardado cross-over que será lançado no dia 20 de maio de 2021 nos cinemas brasileiros.

Lembrando que a estreia nos EUA ocorre simultaneamente nos cinemas e na HBO Max em 26 de março.

Confira:

Godzilla vs Kong‘ terá baixa indicação etária, sendo recomendado para maiores de 14 anos (PG-13). O longa foi classificado por “sequências intensas de violência/destruição entre criaturas e linguagem leve”.

Dirigido por Adam Wingard (‘Você é o Próximo‘), o longa dará continuidade aos eventos de ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘.

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER] 

“A humanidade luta pelo seu futuro, à medida em que Godzilla e Kong embarcam em um caminho de destruição que trará as duas forças da natureza mais potentes do mundo se colidindo em uma grandiosa guerra”.

O elenco conta com Millie Bobby Brown, Julian DennisonRebecca HallEiza GonzalezBrian Tyree HenryAlexander Skarsgård, Jessica Henwick Demian Bichir.

‘iCarly’: Assista aos novos créditos de abertura do revival!

O revival da série ‘iCarly‘ está a poucos dias de sua estreia na plataforma Paramount+ e, agora, foi divulgado um novo vídeo com os créditos de abertura atualizados da produção – mas sem deixar de lado a icônica música-tema “Leave It All to Me”.

Confira:

Apesar da ausência de Sam (Jennette McCurdy), os fãs da série teen ficaram bastante animados em rever o elenco original no primeiro trailer oficial da produção.

Nas redes sociais surgiram diversas mensagens em comemoração ao vídeo promocional e também de expectativas e ansiedade pela estreia, que acontece em 17 de junho na Paramount+.

Confira as reações:

Assista ao trailer:

A produção se passará 10 anos após o término da série original e mostrará Carly Shay, a influencer original, e seus amigos tentando equilibrar trabalho, amor e família em seus vinte e poucos anos.

O elenco contará com o retorno de Miranda Cosgrove (Carly Shay), Nathan Kress (Freddie Benson) e Jerry Trainor (Spencer Shay), além de introduzir Laci Mosley, como a melhor amiga da Carly, e Jaidyn Triplett, como a enteada do Freddie.

Infelizmente, Jennette McCurdy não retorna como Sam no revival.

iCarly‘ teve sua estreia nas telinhas em 2007 e trouxe Cosgrove como Carly Shay, que estrela sua própria websérie, que é produzida com a ajuda dos seus melhores amigos Freddie e Sam, além do seu atrapalhado e peculiar irmão mais velhos, Spencer.

A trama traz ela e seus amigos na realização do primeiro canal de YouTube que metade da geração dos anos 2000 teve contato na vida. Juntos, eles arrumam confusões, enquanto conciliam a vida pessoal com a do programa.

iCarly‘ contou com seis temporadas, exibidas entre os anos de 2007 e 2012.

Todas as temporadas estão disponíveis na Amazon Prime Video.